Rota internacional liga BH à Europa sem escalas. Divulgação / TAP Em fevereiro, a TAP Portugal inaugurou vôo que liga a capital mineira

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1 Rota internacional liga BH à Europa sem escalas Divulgação / TAP Em fevereiro, a TAP Portugal inaugurou vôo que liga a capital mineira ao continente europeu. A nova rota terá capacidade de movimentar 17 toneladas por trecho. Desde que entrou em operação, todos os vôos utilizaram a capacidade máxima de transporte de carga, conforme afirmou o chefe de Cargas da companhia aérea, Pedro Mendes. pág. 5 Decex Até que a transferência do órgão, do RJ para Brasília, seja concluída, o SDAMG solicita que Decex determine prazos para o atendimento aos despachantes aduaneiros. pág. 03 Novo programa entrou em vigor em 31 de março. O coordenador do Siscarga, Ju- Novo Siscarga raci Ferreira, esteve em Belo Horizonte, de 10 a 12 de março para apresentar as novidades aos despachantes e profissionais ligados ao Comércio Exterior. pág. 4 Transportes Especiais O aumento da importação de bens de capital, a partir de 2000, passou a exigir das empresas transportadoras um planejamento detalhado das cargas que vêm de outros países, sobretudo da China. Itaguaí Infraero Antigo terminal da Ingá Mercantil, localizado no litoral fluminense, deverá ser leiloado no final de maio. Lance mínimo será de R$ 120 milhões. pág. 10 Presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, defendeu abertura de capital da empresa. Medida tornará a autarquia mais eficiente. pág. 11 Ex-Tarifário Amcham Conhecimento da legislação permite que produtos em condição de Ex-tarifário tenham tributação reduzida. pág. 10 Grupo de empresários mineiros foi aos Estados Unidos analisar o aeroporto de Dallas, um dos mais movimentados daquele país. pág. 6 pág. 7 revista_layout_15_04.indd 1 24/4/ :02:55

2 Editorial Esse ano começou agitado para quem depende do Comércio Exterior. Problemas como a greve da Receita Federal e a transferência do Decex para Brasília estão tirando a previsibilidade dos processos de importação no Brasil. O SDAMG e a Codaca estão trabalhando para preservar essa importante premissa da aduana moderna. No entanto, prever hoje uma liberação torna-se cada vez mais difícil. Recentemente, recebemos em Minas Gerais o diretor do departamento de Comércio Exterior do Decex, Sr. Arthur Pimentel. Diante dessa oportunidade entregamos um dossiê propondo prazos para o deferimento das Licenças de Importação daquele órgão. Nesse período, outra oportunidade proporcionada aos despachantes aduaneiros de Minas Gerais foi a visita do auditor fiscal da Receita Federal do Brasil (RFB), Juraci Ferreira, que é o coordenador do Siscarga. O sistema tem o objetivo de permitir mais agilidade e previsibilidade para os importadores que oferecerem qualidade de informação das cargas à Receita Federal. Apesar dos entraves, consideramos justa a greve da Receita Federal. O Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da RFB (Unafisco) avisou a comunidade de comércio exterior com antecedência e também buscou junto ao Poder Judiciário a legitimidade da paralisação. Entretanto, temos obrigações com nossos clientes. Impetramos um mandado de segurança coletivo a fim de minimizarmos os impactos da greve e a ordem do juiz foi sábia: direcionar os processos para o canal verde. Porém, sabemos que tal decisão vai contra nossa função na parceria público-privado formada com os órgãos federais que controlam as mercadorias que entram no país. Como direcionar uma carga para o canal verde se ela tem indícios que devem ser verificados? Estamos em um momento crítico e a boa conduta dos despachantes aduaneiros neste período de greve é de extrema importância. Precisamos agir pensando em nosso papel na aduana moderna e saber orientar nossos clientes, já que somos os representantes legais dos importadores e exportadores tanto nos bons quanto nos maus momentos! No início de 2008 foi publicada uma Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil (RFB), na qual ela finalmente efetivou o reconhecimento do agente de carga aérea. Até esse momento, essa profissão era regulamentada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e fiscalizada pelo Departamento de Aviação Civil (DAC). Além disso, esses profissionais antes eram apenas mencionados no Regulamento Aduaneiro, mas não tinham uma função efetivada, dando tais atribuições à companhia aérea. Este cenário deixava que o agente de carga resolvesse os problemas pertinentes à atracação de carga no mantra, porém ficava dependente da empresa aérea para fazer as devidas correções. Os artigos 4 e 8 da Instrução Normativa nº 102/94, da RFB, e as Notícias Siscomex Importação nº 36/2003 e 05/2006 regulamentaram que, a partir de 15 de janeiro deste ano, a informação do hawb no Siscomex Mantra seria inserida exclusivamente pelos agentes desconsolidadores de carga aérea que estiverem cadastrados no Perfil Mantra-Agente no Siscomex. Em conseqüência, a função no Mantra, que permitia que o transportador inserisse os dados de atração através de seu perfil, seria excluída. Entretanto, a efetivação foi adiada para entrar em operação no inicio do mês de maio, evitando um acúmulo de novidades com o início de atividades do Siscomex Carga e também possibilitando que os agentes se preparassem devidamente para tais novas atribuições. Entre os preparativos, será necessário o credenciamento do agente de carga junto à Receita Federal. Para isso, ele precisará apresentar o respectivo registro junto ao DAC. Isto fará com que todos os agentes sejam registrados, o que facilitará o controle, a realização de treinamentos obrigatórios, e a adoção de critérios de segurança. Aqueles que não tiverem cadastrados não terão acesso ao Siscomex Mantra e não conseguirão nem mesmo desconsolidar a carga no aeroporto. O prazo para lançamento de todas as informações de hawb será de até três horas após a chegada da aeronave, inclusive finais de semana. Assim, o agente de carga aérea deverá ter também estrutura preparada para fazer a atracação no final de semana, ou seja, turno 24/7 - vinte quatro horas no dia, sete dias na semana. Isto para a comunidade dos agentes de carga aérea se trata de um reconhecimento pelos excelentes serviços que prestam aos seus clientes e pela seriedade, que fez com que as autoridades reconhecessem as atribuições que merecem. Frederico Pace Presidente do SDAMG Expediente Revista AduanaMinas: Informações Técnicas de Comércio Exterior em Minas Gerais Tiragem: exemplares Jornalista responsável: Bruno Marques - Mtb 10773/MG Editoração Eletrônica: Agência Detalhes Contato Comercial: Rua Pernambuco º andar - Funcionários - BH - MG Tel Matérias e fotos atualizadas no site Roger Rohlfs Presidente da CODACA 02 Aduana Minas revista_layout_15_04.indd 2 24/4/ :03:08

3 Decex em Brasília compromete agilidade Despachantes cobram que os atendimentos tenham prazo pré-determinado até que a situação se normalize Desde novembro do ano passado, quando foi iniciada a transferência do Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) do Rio de Janeiro para Brasília, um dos pilares que garantem a eficiência das relações comerciais internacionais para os importadores em Minas Gerais está comprometido: a agilidade. No último dia 14 de março, o diretor do Decex, Arthur Pimentel, esteve em Belo Horizonte para encontro com representantes da Câmara Americana do Comércio (Amcham) e importadores, que defenderam que o órgão deve estabelecer prazos para a conclusão dos atendimentos. O diretor do Decex explicou a necessidade da mudança do RJ, que objetiva a centralização de todas as operações de Comércio Exterior do Decex em Brasília, com melhor estrutura. E com isso, agilizar e modernizar os atendimentos na área, através de ações, como: implantação do novo Siscomex exportação, Drawback Web, revisão de procedimentos com relação a equipamentos usados, exames de similaridade, reuniões periódicas com os órgãos anuentes. Porém ele está ciente das dificuldades enfrentadas pelos importadores e exportadores com a mudança. O órgão também enfrenta dificuldades com a enorme quantidade de documentos e a perda de analistas na transferência. De acordo com Cristina Ricaldoni da Silva, gerente de uma comissária mineira, até que o atendimento aos profissionais que trabalham com o comércio exterior possa ser normalizado, o Decex deve estabelecer prazo para os atendimentos. Ficou muito claro o objetivo do Decex de centralizar, agilizar e modernizar as atividades de comércio exterior. Porém, com o crescente movimento do comércio exterior no Brasil, conforme números apresentados, é preciso empenho para a normalização das atividades para o cumprimento de prazos nos atendimentos, afirmou. Para o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Minas Gerais (SDAMG), o Decex deve adotar práticas semelhantes às utilizadas pela Receita Federal do Brasil (RFB), no Canal Verde. Por causa do dinamismo característico do comércio exterior, a Receita Federal já adota há algum tempo, e com eficiência, o sistema de deferimento automático no desembaraço das cargas que estiverem no Canal Verde, autorizando a retirada das cargas que não forem liberadas até o fim do prazo pré- Para que o comércio exterior possa ser ágil e dinâmico, as operações dos órgãos envolvidos com o desembaraço aduaneiro devem ser simplificadas Diretor determinado durante a ação fiscal. A iniciativa do SDAMG e da Amcham, promovendo este encontro é de suma importância. A ocorrência destes debates deveria ser periódica, com analistas do Decex, promovendo assim maior interação entre o órgão anuente e os usuários. Este procedimento poderá ajudar a visualizar formas de tornar o comércio exterior brasileiro ágil e prático. Isso claro, sem o prejuízo da fiscalização e controles pelo Decex, complementou a gerente. Atrasos Cristina ainda ressaltou que o mercado internacional é muito exigente e que os atrasos nas operações significam que as relações comerciais estão sendo adiadas, o que é ruim para o desenvolvimento econômico do país. Para que o comércio exterior possa ser ágil e dinâmico, as operações dos órgãos envolvidos com o desembaraço aduaneiro devem ser simplificadas, disse. De acordo com ela, para que isso aconteça é fundamental que os órgãos públicos tenham um atendimento eficiente e não estático. No caso do Decex, é imprescindível que a estrutura com pessoal seja normalizada o mais rápido possível. Sem a estrutura adequada, não existem prazos para a análise dos licenciamentos, há demora nas anuências de importação e exportação, e também nas anuências pós-averbação dos REs e ampliação dos prazos de baixas de consignação de exportações, observou do Decex, Arthur Pimentel, recebeu reivindicações dos despachantes aduaneiros de Minas Gerais Reivindicações ao Decex: - Atendimento telefônico com maiores informações de encaminhamento de dúvidas e documentos; - Ampliar o número de Licenciamentos automáticos; Encaminhamento pelos importadores e exportadores de documentos digitalizados, evitando despesas com envio e maior agilização; Maior prazo de validade dos licenciamentos; Melhoria no atendimento às solicitações de prorrogação de prazos; Maior diálogo com o importador e exportador. Março / Abril revista_layout_15_04.indd 3 24/4/ :03:09

4 Novo Siscarga exigirá informações antecipadas Sistema ampliará os serviços eletrônicos no processo de desembaraço para averiguação. Enquanto isso acontecer, nem a Declaração de Importação nem a Declaração de Trânsito Aduaneiro (DTA) poderão ser registradas. Diante das novas exigências, o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros (SDAMG) recomenda que as empresas associadas, antes de qualquer embarque marítimo, providenciem as devidas informações dos itens e, se possível, também as classificações adotadas, o que permitirá que as cargas sejam analisadas com antecedência e, se necessário, novos códigos possam ser sugeridos. Endosso eletrônico O coordenador do Siscarga, Juraci Ferreira, esteve em Belo Horizonte e apresentou a nova versão do programa Entrou em vigor em 31 de março deste ano o novo Siscarga. O coordenador do programa, auditor fiscal da Receita Federal do Brasil (RFB) Juraci Ferreira, esteve em Belo Horizonte, na escola da RFB (Esaf), de 10 a 12 de março, para mostrar as novidades aos despachantes aduaneiros e profissionais ligados ao comércio exterior. O novo sistema é capaz de promover mais agilidade e previsibilidade para os importadores, uma vez que oferecerá mais qualidade de informação aos órgãos de controle das mercadorias. Contudo, para que as cargas marítimas não sejam bloqueadas pelo Siscarga, a RFB exige que, daqui para frente, todas as informações aos transportadores, sejam eles agentes de carga ou empresas de navegação, deverão ser antecipadas e lançadas no novo sistema. 04 revista_layout_15_04.indd 4 O novo conhecimento eletrônico (CE) deverá conter, principalmente, as informações sobre os consignatários, o que inclui o envio correto do número no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); o valor do frete básico e a moeda utilizada; o valor e moeda dos componentes do frete; classificação fiscal de todas as mercadorias que foram incluídas na Fatura (os quatro primeiros números do NCM-posição); data de emissão do conhecimento de carga; informações sobre lacre (ou menção de não se aplica ; tipo e número de identificação do container; marca e contramarca, no caso de item de carga veículo ou carga solta; e, finalmente, o peso da mercadoria. Conforme o novo sistema, em caso de retificação desses dados, a solicitação deverá ser feita pelo transportador à RFB. Nesse período, a carga ficará bloqueada Segundo o novo sistema, o endosso será proposto pelo consignatário do conhecimento, que precisa estar cadastrado e possuir a devida certificação digital por meio do e-cpf ou e-cnpj. Ainda assim, a autorização eletrônica só será confirmada quando o novo consignatário, que também precisará estar cadastrado e possuir a certificação digital, aceitar o endosso. Segundo Ferreira, os bancos já foram treinados e estão preparados para realizar o endosso eletrônico. Entretanto, vale lembrar que todas as empresas terão que confirmar a operação e que isso não substitui a via original do conhecimento de carga, nem desobriga o importador de cumprir outras exigências. Assinatura Digital Toda empresa precisa providenciar o quanto antes o e-cnpj, assim como os dirigentes que assinam pela empresa também devem providenciar o e-cpf. Aqueles que desejarem extrair dados gerenciais do Siscarga, como gerentes de Importação e Exportação, também deverão providenciar os cadastros eletrônicos. Os documentos eletrônicos de identidade têm a validade jurídica de uma assinatura eletrônica e têm o objetivo de garantir a autenticidade, segurança e integridade das informações que trafegam pela internet. Mais informações para obtenção desses certificados podem ser encontradas no site da RFB: Aduana Minas 24/4/ :03:15

5 TAP inaugura vôo BH-Lisboa Rota é a primeira que liga, sem escalas, a capital mineira à Europa Capacidade do vôo, inaugurado em fevereiro, é de transportar cerca de 17 toneladas de cargas por trecho. Desde que foi inaugurada, rota opera no limite da capacidade Mais uma rota internacional sem escalas foi inaugurada em Belo Horizonte. O novo vôo da TAP Portugal, que estreou em fevereiro desse ano, é o primeiro que liga a capital mineira ao continente europeu. A nova alternativa para o transporte de carga de importadores e exportadores de Minas Gerais, possui capacidade de movimentar 17 toneladas por trecho. A criação do vôo reforça a necessidade de transformar o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, localizado no município de Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), em um dos maiores hubs do país. O presidente da TAP, Fernando Pinto, durante a inauguração da rota, informou que Minas Gerais faz parte do planejamento da empresa de promover a interiorização dos vôos internacionais no Brasil. Inserir Confins em uma conexão direta com a Europa facilitará as relações comerciais das empresas mineiras com o velho continente, segundo o presidente da TAP. As exportações de Minas Gerais para Portugal representaram cerca de US$ 38,7 milhões nos dois primeiros meses desse ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas US$ 19,9 milhões, houve crescimento de 94%. De acordo com a chefe de Cargas da TAP, Pedro Mendes, desde que foi inaugurada, a rota aérea fez todos os vôos utilizando a capacidade máxima de transporte de carga. A empresa opera quatro vôos por semana, que ligam Minas Gerais à Europa. Mendes chegou a classificar o novo trecho da TAP como o responsável pelo melhor mês de início das operações em um aeroporto no Brasil. Para o chefe de Cargas, esse movimento já era esperado, pois o Estado não possuía rotas que ligassem diretamente Minas Gerais ao continente europeu. Além da nova rota de Belo Horizonte, a TAP opera também em Brasília, na região Centro-Oeste, em São Paulo e Rio de Janeiro, também no Sudeste do País, e em Natal, Recife, Salvador e Fortaleza, no Nordeste brasileiro. Março / Abril revista_layout_15_04.indd 5 24/4/ :03:17

6 Missão empresarial em Dallas Grupo de empresários foi aos EUA para observar modelo de HUB O Comitê de Logística da Câmara Americana de Comércio (Amcham, da sigla em inglês American Chamber of Commerce) organizou uma missão empresarial ao aeroporto de Dallas, nos Estados Unidos, visando buscar benefícios e metodologia que poderão ser implantados no distrito industrial (DI) alfandegado anexo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). O presidente do comitê, José Fernandes Rennó, o diretor de Programas de Comércio Exterior da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Danilo Colares, e representantes de pelo menos cinco empresas interessadas no projeto em Confins, entre outros participantes, foram para Dallas na sexta-feira, dia 4 de abril. De acordo com Rennó, a ida ao aeroporto norte-americano de Memphis, onde está instalado o hub de distribuição da FeDex S/A, um dos maiores grupos logísticos do mundo, faz parte do cronograma da viagem. O interesse de pelo menos 30 empresas, incluindo companhias de outros estados e países, no distrito industrial alfandegado de Confins teria sido um dos fatores primordiais para as ações da Amcham no fomento do empresariado mineiro em relação à importância do projeto para o Estado. O diretor de Programas de Comércio Exterior da Sede, Danilo Colares, já havia se reunido com o presidente da Amcham, Jorge Perutz, o presidente do Comitê de Logística da entidade, José Fernandes Rennó, e com representantes de empresas mineiras e de fora do Estado, para avaliar as perspectivas em relação ao projeto em Confins. Distrito Industrial Durante os encontros, os participantes ressaltaram a importância do distrito industrial, principalmente pela proximidade ao modal aéreo, que acarretaria em reduções de custos logísticos, além de ser considerado o principal atrativo do empreendimento. O projeto incluiria os outros modais, rodoviário e ferroviário, com intervenções já previstas. Entre as implementações viárias que facilitariam a logística no entorno do empreendimento, estaria uma ligação do distrito industrial alfandegado em Confins, pelo Anel Rodoviário do Contorno Norte (Rodoanel Norte) que será implantado a partir de 2009, até o porto seco de Betim (RMBH). O entreposto aduaneiro é administrado pela Usifast Logística Industrial S/A, do Sistema Usiminas, que seria uma das empresas interessadas no projeto de Confins. As instalações do distrito industrial alfandegado contariam, ainda, com uma ligação ferroviária para carga e descarga. Para isso se tornar uma realidade nas mãos do empresariado mineiro, a Amcham criou um fórum permanente de discussões (Comitê Estratégico de Logística), que reúne membros das iniciativas pública e privada. De acordo com Rennó, presidente do Comitê de Logística da entidade, uma missão do grupo aconteceu em novembro do ano passado, em parceria entre a Amcham, associados e o governo de Minas. Na ocasião, os participantes conheceram a estrutura logística do aeroporto industrial de Dallas, nos Estados Unidos. Na nova visita, a busca por mais conhecimento técnico e por contatos para futuras parcerias institucionais e de negócios para o Estado seriam prioridade, segundo Rennó. Presidente da Infraero defende abertura de capital Medida melhorará eficiência da Infraero, para especialistas No início de fevereiro, o presidente da Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), Sérgio Gaudenzi, defendeu a abertura de capital da autarquia. De acordo com ele, não há como administrar 67 aeroportos em um país continental. Contudo, Gaudenzi afirmou que é contra a privatização dos equipamentos. Conforme o presidente da Infraero, a abertura de capital da empresa deve ocorrer de forma semelhante à da Petrobras, que vendeu parte das ações mas que manteve o controle da companhia. Ainda segundo Gaudenzi, a participação do capital privado na Infraero estimularia uma fiscalização pró-ativa. Outra vantagem na opinião dele seria a possibilidade de a empresa poder passar a administrar aeroportos em outros países. O atual estatuto não permite a internacionalização das atividades. O sócio-fundador da Associação das Empresas Comissárias de Despacho e Agentes de Carga de Minas Gerais (Codaca) e do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Minas Gerais (SDAMG), Claudiano José Soares Filho, já havia dito à revista AduanaMinas que a falta de concorrência entre os aeroportos deixa o sistema aéreo brasileiro estagnado. Segundo Soares Filho, como os aeroportos brasileiros estão sob uma mesma administração, tanto faz para a Infraero se o lucro de um determinado equipamento ocorre em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), ou em Viracopos, em Campinas. 06 Aduana Minas revista_layout_15_04.indd 6 24/4/ :03:17

7 Transportes Especiais A movimentação de cargas não-convencionais exige planejamento minucioso e eficiência dos serviços logísticos A idéia de criar uma empresa do setor logístico que fosse capaz de atender a demanda de importações de cargas especiais nasceu a partir da entrada da China no cenário internacional, conforme informou o empresário Adalcir Ribeiro Lopes. De acordo com ele, desde que o gigante chinês acordou, a partir do início desta década, e passou a oferecer serviços e produtos para o mercado internacional, o ocidente foi obrigado a aprender a lidar com uma concorrência agressiva, que trabalha com preços bem abaixo dos praticados e com prazos reduzidos. Em média, o custo de fabricação de produtos industriais na China representa um terço do valor que será gasto para executar o mesmo projeto no Brasil, comentou Lopes. Diante dessa realidade, grandes empresas do Brasil e de Minas Gerais, passaram a encomendar bens de capital da China, como altos-fornos, tanques de armazenamento e, até mesmo, toda uma planta industrial. Os projetos são desenvolvidos aqui e levados para a China, que passa a fabricar as peças e enviam para serem montadas no Brasil, explicou. Porém, o transporte desses materiais não pode ser realizado sem um detalhamento prévio das condições dos equipamentos logísticos no país de destino, segundo Lopes. É aí que entra a O nosso trabalho está diretamente ligado aos serviços dos despachantes aduaneiros logística integrada. Há casos em que o planejamento inicia até um ano antes da chegada da carga no local de destino, disse. Planejamento Conforme o empresário, os projetos de transporte desses artigos especiais exigem um planejamento minucioso, que vai O transporte de cargas especiais exige planejamento detalhado; projetos podem levar um ano desde o embarque no porto de origem até a instalação dos materiais. Temos que pensar em tudo. Normalmente, controlamos as cargas desde a entrada nos navios. Essa medida permitirá que, durante o desembarque, elas possam ser retiradas de uma maneira que permita a movimentação das cargas nos portos, comentou. Fora o contato com os portos, as empresas que trabalham com o transporte especial também têm que prever qual será o trajeto das cargas, antecipando autorizações para o trânsito nas estradas, a contratação de batedores, interdição de pontes, viadutos e, até mesmo, de grandes avenidas, caso o percurso exija a passagem por uma grande cidade. O planejamento nas operações de transporte de cargas especiais é fundamental porque analisará qual será a melhor rota a ser utilizada até o local de destino. Em algumas ocasiões, uma carga só poderá chegar por um determinado porto e só poderá ser transportada por algumas estradas, observou. Além do serviço de transportes especiais, as empresas que trabalham com a logística integrada precisam se preocupar com os trâmites de desembaraço das cargas, praticando a melhor economia tributária para os clientes, na opinião de Lopes. Despachantes Quando uma mercadoria chega no porto, toda a documentação que permite a entrada da carga no país precisa estar pronta e à disposição. O nosso trabalho está diretamente ligado aos serviços dos despachantes aduaneiros, que têm a função de possibilitar a liberação das cargas com os menores custos tributários e o mais rápido possível, uma vez que as despesas de armazenagem nestes casos também são em larga escala, afirmou. De acordo com ele, os principais setores que têm contratado serviços de transportes especiais no Estado são mineração, siderurgia, celulose, ferroviário, entre outros. Março / Abril revista_layout_15_04.indd 7 24/4/ :03:18

8 Multas na importação Opinião Evolução das exportações brasileiras Cláudio Silva de Aguiar* O ano de 2004 representou para o Brasil um momento histórico. Pela primeira vez as exportações ultrapassaram a marca dos US$ 100 bilhões anuais. A ampla divulgação desse acontecimento pela mídia contribuiu, ainda mais, para a crença, pelo senso comum, de que o país vinha se tornando uma referência mundial no contexto do comércio internacional. Além disso, percebia-se o otimismo geral de que esse aumento traria benefícios imediatos para a população. Vale ressaltar que o aumento das exportações, por si só, é um fato positivo para uma economia. Entretanto, tal fato não revela, necessariamente, que esse país tenha melhorado o perfil exportador em relação a outros países e que o crescimento no volume exportado represente benefícios, na mesma proporção, para a população. Para isso, devem ser considerados valores relativos que revelem, por exemplo, se houve aumento da participação do país no comércio internacional, se a forte concentração das exportações por empresa tem diminuído e se a participação dos produtos de valor agregado na pauta de exportação tem aumentado. Os dados apresentados a seguir foram selecionados com o objetivo de analisar o desempenho exportador brasileiro na primeira metade do séc. XXI a fim de Fonte: elaborado pelo autor a partir de dados do MDIC-SECEX responder questões mencionadas acima. O Brasil tem, tradicionalmente, mantido uma média modesta nas exportações mundiais, mantendo uma posição intermediária no ranking dos países exportadores. Com exceção de alguns anos na década de 1950, a participação brasileira nas exportações mundiais nunca foi além dos 2%. Essa década, especificamente, foi a que representou o melhor desempenho do país nas exportações mundiais (gráfico 1). De acordo com os dados apresentados, verifica-se que o Brasil já teve uma participação mais significativa nas exportações mundiais do que a apresentada nos últimos anos. Não cabe aqui analisar as razões para isso. O que deve ser ressaltado é que mesmo aumentando consideravelmente o seu volume de exportações, o país não tem melhorado a sua participação mundial. Entende-se, com isso, que da mesma forma que o Brasil vem apresentando um crescimento em suas vendas externas, outros países também o fazem. Dessa maneira, seria possível acreditar que as razões que levaram o Brasil a alcançar a cifra histórica de 100 US$ bilhões exportados se devem, muito mais, a fatores exógenos que endógenos. Nesse sentido, podemos acreditar que a China tem tido um papel determinante nas últimas décadas. Fonte: elaborado pelo autor a partir de dados do MDIC-SECEX Outros indicadores importantes a serem considerado para a análise são os que revelam a concentração das exportações por empresas e a exportação por fator agregado. (gráficos 2 e 3). Nesse caso, o aumento das exportações teria um impacto maior na geração de empregos e no desenvolvimento econômico se houvesse, ao mesmo tempo: (a) uma melhor distribuição das exportações por empresa e (b) um aumento da exportação de produtos Fonte: elaborado pelo autor a partir de dados do MDIC-SECEX com maior valor agregado. Os dados apresentados no gráfico 2 permitem visualizar que as exportações estão cada vez mais concentradas entre as 250 maiores empresas exportadoras. Em 2006, por exemplo, elas participavam com mais de 71% da totalidade das exportações brasileiras contra 64,3% em Além disso, conforme se observa no gráfico 3, os produtos com maior valor agregado têm diminuido a sua participação nas exportações nacionais. Os dados apresentados demonstram que a pauta exportadora brasileira por fator agregado não tem sofrido grandes modificações nos últimos anos. Apesar dos esforços do governo, o Brasil não tem conseguido aumentar a participação de produtos manufaturados, dependendo, cada vez mais, da exportação de commodities. Em resumo, pode-se afirmar que o aumento em termos absolutos do volume das exportações brasileiras nos últimos anos não é acompanhado por uma melhora qualitativa no perfil de suas exportações. Tal fato pode ser observado, como demonstrado aqui, pela redução em sua participação nas exportações mundiais, pela forte concentração das exportações em um pequeno grupo de empresas e pela redução na participação de produtos com valor agregado na pauta de exportações brasileira. * Mestre em Administração e em Comércio Internacional, e professor do curso de Comércio Exterior da Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte Interessados em participar desta sessão deverão encaminhar artigos para: 08 Aduana Minas revista_layout_15_04.indd 8 24/4/ :03:21

9 Governo tem que ceder Greve da RFB, desde o dia 18 de março, prejudica o Comércio Exterior. patíveis com a responsabilidade exercida por esses servidores, que são essenciais para o estabelecimento de uma competitividade sadia entre as empresas instaladas no Brasil. Aduana Moderna Capacidade de armazenagem de cargas em Confins está próxima do limite Exercer cargos que são fundamentais para o país requer salários compatíveis com o alto grau de responsabilidade. No entanto, não é esse o entendimento do governo federal. Os auditores fiscais da Receita Federal do Brasil (RFB) iniciaram um movimento de negociação salarial e de preservação de funções há mais de seis meses e o governo até o momento não ofereceu nenhuma proposta concreta. Sem o interesse do governo de resolver a questão, os servidores se viram obrigados a dar mais um passo no movimento e, em 18 de março, optaram por paralisar as atividades, o que afeta prin- cipalmente o trabalho de desembaraço das mercadorias estrangeiras que chegam no país. Mesmo com a paralisação, os auditores fiscais da Receita têm respeitado o mínimo de 30% das atividades, que estão sendo utilizados para desembaraçar cargas que caem no Canal Verde e as essenciais, como produtos perecíveis e medicamentos. Conforme o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Minas Gerais (SDAMG), Frederico Pace, o governo precisa se conscientizar da importância das funções exercidas pelos auditores fiscais da RFB e oferecer salários com- Março / Abril 2008 revista_layout_15_04.indd 9 Uma aduana moderna requer uma quantidade menor de auditores fiscais que, por sua vez, exercerão funções de maior responsabilidade, comentou. De acordo com ele, se o governo não reconhecer e valorizar os auditores fiscais que tem, continuará perdendo esses competentes profissionais para outros órgãos públicos ou, até mesmo, para a iniciativa privada, comprometendo a carreira desses profissionais. Conforme informações do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da RFB (Unafisco), com a proposta de reajuste salarial que foi apresentada pelo governo, os fiscais da Receita foram rebaixados para o 3 escalão do Executivo Federal, o que não condiz com a realidade e a importância das funções. Outra reivindicação da categoria é impedir a tentativa de o governo ampliar as funções dos cargos de chefia que são comissionados, o que pode comprometer a segurança das operações, uma vez que os profissionais que ocupam esses cargos não têm o mesmo compromisso para defender o interesse público /4/ :03:31

10 Ex-Tarifário permite tributação especial Produtos importados na condição de Ex- Tarifário sofrem uma redução no imposto Com o objetivo de estimular investimentos, modernizar o parque industrial brasileiro e tornar mais atrativo a importação de bens de capital (BK) e bens de informática e de telecomunicação (BIT) incluindo as partes dos produtos, peças e componentes o governo federal criou, por meio da redução de alíquota de importação, o regime Ex- Tarifário, ou seja, Exceção à Tarifa Externa Comum. Para a consultora em logística internacional Margareth Sanches Estrela, os produtos importados na condição de Ex-Tarifário sofrem uma redução substancial no imposto de importação. Um equipamento que tem uma alíquota incidente de 14% chega a ter uma tributação especial de apenas 2%. Tal imposto se aplica tanto para a importação do equipamento novo quanto do usado. É a oportunidade de manter um parque industrial saudável e a produção crescente. De acordo com ela, existe na Tarifa Externa Comum (TEC) uma série de Ex- Tarifários vigentes e que, frequentemente, outros são somados aos já existentes. No entanto, muitos importadores desconhecem os trâmites que levaram a aprovação daquele Ex-Tarifário, e principalmente desconhecem que os produtos a serem importados por eles também possam se beneficiar do regime trabalhando com uma tributação reduzida. Sanches lembrou que a principal condição para que se possa ter um Ex- Tarifário aprovado é que o produto não seja produzido no país ou que não haja algum similar nacional. O sucesso da comprovação de inexistência de produção nacional é resultado da correta classificação e descrição do produto. Para isto, a interação entre o profissional de comércio exterior, importador e engenheiro e/ou conhecedor técnico do produto é essencial. O profissional de comércio exterior deve procurar conhecer o máximo do produto que é o objeto do pleito. Ainda segundo ela, as particularidades, características técnicas e diferenças tecnológicas devem receber destaque, bem como a descrição precisa do produto. As combinações de máquinas e sistemas integrados devem seguir o mesmo critério. Os pleitos deverão ser encaminhados ao Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC) e analisados pela Secretaria de Desenvolvimento da Produção, da Receita Federal do Brasil (RFB) e pelo Comitê de Análise de Ex- Tarifário. Após a realização das análises, os Ex- Tarifários aprovados são publicados trimestralmente através de resoluções da Câmara de Comércio Exterior (Camex). É importante saber que para um Ex-Tarifário ser aprovado é necessário o prazo mínimo de três a quatro meses, podendo ainda ser estendido o processo. Essa exigência sugere que o importador inicie o processo com antecedência e segurança. Vale ressaltar que a partir do dia 1º de janeiro de 2009, as reduções tarifárias nas alíquotas Ad Valorem de imposto de importação incidente sobre os Ex-tarifários, deverão ser adaptadas ao Novo regime Comum de Bens de Capital Não produzidos no âmbito do Mercosul. Nova opção para carga geral no litoral do RJ A retroárea que pertencia à Ingá Mercantil, no porto de Itaguaí, no litoral fluminense, deverá ser leiloada no final de maio. O lance mínimo foi fixado pelo síndico da massa falida, Jarbas Barsanti, em R$ 120 milhões. Depois de 18 anos inutilizado em razão de passivos ambientais, o terreno poderá ser uma nova alternativa aos importadores e exportadores mineiros. Barsanti informou que pelo menos duas empresas mineiras já manifestaram interesse pela retroárea da Ingá Mercantil. O terreno possui cerca de 110 hectares. O síndico da massa falida, preferiu não revelar quais seriam os empreendedores interessados, mas adiantou que não se trata de um grupo de investidores. Carga geral Ainda segundo Barsanti, há um acordo entre os governos de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, juntamente com o Ministério de Meio Ambiente, que participou das negociações de recuperação do terreno por causa dos resíduos de minério de zinco, de que a área a ser leiloada terá que atender também as demandas de importação e exportação de carga geral. Profissionais mineiros que trabalham com o comércio exterior têm dificuldades para escoar a produção ou trazer insumos importados, uma vez que o sistema portuário da região Sudeste está sobrecarregado com as operações que envolvem minério de ferro e produtos siderúrgicos. Segundo Barsanti, além do investimento de R$ 120 milhões, o empreendedor que adquirir o terreno deverá desembolsar mais cerca de R$ 40 milhões para a recuperação do passivo ambiental. No ato da compra, o vencedor do leilão deverá fazer um depósito de 20% do valor negociado e terá mais 30 dias para pagar o restante. 10 Aduana Minas revista_layout_15_04.indd 10 24/4/ :03:35

11 Fotos Foto 1 a 5) Inauguração do vôo da TAP Portugal, em Confins; Foto 6) Diretor do Decex se reúne com representantes do SDAMG e Amcham; Foto 7 a 9) Assembléia geral da Federação Nacional dos Despachantes Aduaneiros (FNDA) realizado no Recife/PE; 2 1 José Carlos de Castro Dôco Vice Presidente Codaca, Mário Carvalho Diretor Geral TAP e Frederico Pace Presidente SDAMG. José Carlos de Castro Dôco Vice Presidente Codaca, Dra. Elza Serrão de Vasconcelos Inspetora RFB e Cláudio Salviano 5 4 Pedro Mendes Gerente de Cargas TAP Cargo, Roger Rohlfs Presidente Codaca e José Carlos de Castro Dôco Vice Presidente Codaca. Roger Rohlfs Presidente Codaca e Luíz Antônio Athayde - Subsecretário de Assuntos Internacionais - Sede/MG 7 6 Cláudio de Barros - Presidente Sindicato de Santos, Valdir Santos - Presidente Sindicato de SP e Lauri Kotz - Presidente Rio Grande do Sul Presidentes e diretores de sindicatos de todo país Março / Abril 2008 revista_layout_15_04.indd 11 3 Márcio Araújo Lacerda Secretário de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais e Frederico Pace Presidente SDAMG. 6 Marcos Vallias - Amcham, Frederico Pace Presidente SDAMG, Sr. Fernando Pieri HLL Advocacia e Arthur Pimentel Diretor do Departamento de Comércio Exterior Decex. 8 Luis Kleber Brandão - Presidente Sindicato do Espírito Santo, João Carlos Genescá - Presidente do SDARJ e Frederico Pace - Presidente SDAMG 11 24/4/ :04:24

12 revista_layout_15_04.indd 12 24/4/ :04:29

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