Europa em foco

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1 Centro de Informação EUROPE DIRECT de Santarém NEWSLETTER Nº 20 DEZEMBRO 2007 Contactos: Escola Superior de Gestão de Santarém tel/fax Europa em foco Sítio Web Tem perguntas sobre a Europa? Ligue para o número verde a partir de qualquer lugar da UE Visite o Centro de Informação EUROPE DIRECT para esclarecer dúvidas e obter Envie uma mensagem por correio electrónico O mês de Dezembro de 2007 será um marco histórico na construção europeia. A pedido do Conselho Europeu de Junho de 2007, a Conferência Intergovernamental (CIG) de 2007 redigiu um novo Tratado Reformador para permitir à União Europeia enfrentar os desafios do século XXI e realizar o seu verdadeiro potencial. O Tratado aborda a necessidade de modernização e de reforma da União Europeia. Os seus principais objectivos são: - tornar a União Europeia mais democrática e garantir níveis elevados de responsabilidade, abertura, transparência e participação em resposta às expectativas dos cidadãos; - tornar a União Europeia mais eficiente e reforçar a sua capacidade para responder aos actuais desafios mundiais, como as alterações climáticas, a segurança e o desenvolvimento sustentável. O texto final do Tratado redigido pela CIG foi aprovado durante o Conselho Europeu informal que se realizou em Lisboa, a 18 e 19 de Outubro. O Tratado será assinado pelos 27 Estados-membros a 13 de Dezembro, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa. Depois da assinatura seguir-se-á uma fase de ratificação por todos os Estadosmembros, esperando-se que o novo tratado entre em vigor antes das próximas eleições do Parlamento Europeu, em Junho de Página a página Breves >>>>>>> CIMEIRA UE/ÁFRICA Pag 2 UE e Educação >>>>>>> QUALIFICAÇÕES SEM FRONTEIRAS Pag 3 UE e Ambiente >>>>>>> TELEMÓVEIS CAÇADORES DE PEGADAS Pag 3 UE e Cultura >>>>>>> 2008 ANO EUROPEU DO DIÁLOGO INTERCULTURAL Pag 4 UE e Oportunidades de Financiamento / Parcerias >>>>>>> Pag 4 UE Agenda /Concursos >>>>>>> Pag 4 UE e os cidadãos >>>>>>> PRINCIPAIS CONCRETIZAÇÕES DA UE EM 2007 Pag 5 Centro de Informação EUOPE DIRECT de Santarém ESGS tel/fax sítio Web Newsletter nº 20, Dezembro 2007

2 Página 2 BREVES >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> África deve ser uma prioridade das nossas relações externas. Precisamos uns dos outros. Esta parceria conjunta é a melhor estratégia política para se avançar no sentido do cumprimento dos Objectivos do Milénio em África e fazer face aos desafios globais que os dois continentes enfrentam. José Manuel Barroso Presidente da Comissão Europeia Ue África, uma parceria estratégica Durante a segunda Cimeira UE- África, que se realizou no passado fim-de-semana em Lisboa, a Comissão Europeia assinou documentos de estratégia nacional do 10º Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED) com 31 países da África a sul do Sahara. Estes 31 países disporão de uma verba global de milhões de euros durante o período de para projectos nas oito áreas prioritárias acordadas em Lisboa: Paz e Segurança; Governação Democrática e Direitos Humanos; Comércio e Integração Regional; Objectivos de Desenvolvimento do Milénio; Energia; Alterações Climáticas; Migrações e Emprego; e por último, Ciência, Sociedade da Informação e Espaço. Mais informações sobre a Cimeira UE-África: Acordo com ONG parceiras na ajuda humanitária A Comissão Europeia assinou com as ONG suas parceiras na ajuda humanitária o novo acordoquadro de parceria Framework Partnership Agreement - FPA), que é renovado de quatro em quatro anos. Trata-se de um acordo que estabelece os princípios, as regras e os procedimentos a seguir na assistência humanitária da União Europeia, que envolve cerca de 150 organizações humanitárias que trabalham em estreita parceria com o Serviço de Ajuda Humanitária -(ECHO) da Comissão. O novo acordo entra em vigor no próximo dia 1 de Janeiro de Mais informações sobre o Serviço de Ajuda Humanitária da UE: Promoção de produtos agrícolas europeus nos eua, Rússia e china A Comissão Europeia aprovou medidas de informação e de promoção para produtos agrícolas europeus em países terceiros. Os Estados-membros tinham proposto 25 programas e a Comissão seleccionou 18 dos seguintes Estados-membros: Alemanha, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Grécia, A Comissão Europeia apresentou, no dia 10 de Dezembro, um novo plano de acção para promover a mobilidade profissional em toda a Europa, eliminando os obstáculos França, Itália, Hungria, Polónia, Portugal. Trata-se de programas dirigidos aos mercados dos Estados Unidos, da Rússia, e da China e referentes aos seguintes produtos: vinho, fruta, carne, lacticínios, produtos DOP (denominação de origem protegida) e IGP ( indicação geográfica com que ainda se deparam as pessoas que pretendem trabalhar noutro país da UE. Este plano de acção preconiza uma nova abordagem integrada e enumera 15 protegida), azeite e produtos biológicos. A contribuição da UE será de 19,6 milhões de euros, ou seja, 50% do valor total dos programas. No caso de Portugal, são beneficiários programas de promoção de vinhos da Federação Nacional das Adegas (FENEDAGAS) e do Instituto do Vinho do Porto. Plano de acção para a mobilidade profissional acções concretas para o período de em que participam autoridades nacionais, regionais e locais, assim como diversos organismos europeus. Comunicação da Comissão Europeia sobre o plano de acção para a mobilidade profissional: Subsídios para a integração de nacionais de países terceiros A Comissão Europeia publicou o convite à apresentação de propostas de 2007 para promover a integração de nacionais de países terceiros. Estão previstos 4,543 milhões de euros para acções comunitárias. Cada acção poderá ser subsidiada até 80% do total elegível.

3 Página 3 UE e EDUCAÇÃO >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> Qualificações SEM FRONTEIRAS O Quadro Europeu de Qualificações deverá facilitar a vida aos europeus que queiram trabalhar ou estudar noutro país da UE. Este Quadro consiste numa forma sistemática de classificação das qualificações com base nos resultados da aprendizagem, isto é, com base nos conhecimentos adquiridos e naquilo que as pessoas sabem fazer com esses conhecimentos e não no lugar de obtenção dos diplomas. O referido quadro estabelecerá equivalências entre as qualificações obtidas nos vários países e uma referência comum europeia. A ideia é facilitar a comparação das qualificações nacionais na Europa, para que, por exemplo, uma empresa irlandesa possa decifrar facilmente as qualificações de um candidato húngaro e avaliar se o mesmo corresponde ao perfil de um lugar a preencher. Ao assinalar o lançamento oficial do quadro europeu de qualificações em 26 de Novembro, o Comissário para a Educação, Ján Figel, declarou: Este Quadro corresponde àquilo que é a UE: mobilidade, cooperação entre países, promoção da prosperidade e ajuda aos cidadãos para desenvolverem plenamente as suas potencialidades através da aprendizagem. O quadro europeu de qualificações é o primeiro quadro internacional que abrange toda a gama de qualificações: ensino superior, formação profissional, educação de adultos e ensino geral. Os 27 países da União Europeia deverão estabelecer correspondências entre sistemas de qualificações nacionais e o quadro europeu até Espera-se que até 2012 as novas qualificações passíveis de obter na UE sejam reportadas nesse quadro. Este Quadro corresponde àquilo que é a UE: mobilidade, cooperação entre países, promoção da prosperidade e ajuda aos cidadãos para desenvolverem plenamente as suas potencialidades através da aprendizagem Ján Figel Comissário Europeu para a Educação Mais informações sobre o Quadro Europeu de Qualificações em: UE e AMBIENTE >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> Telemóveis caçadores de pegadas Nas vésperas da Conferência de Bali e do relançamento do protocolo de Quioto, basta um telemóvel para dar a sua contribuição para a luta contra as alterações climáticas. Calcular a sua pegada ecológica é tão simples como fazer uma chamada! Uma nova aplicação para telemóveis permite a cada pessoa avaliar as suas emissões de gás com efeito de estufa. Basta descarregar a aplicação e, seguidamente, introduzir os dados do dia: meios de transporte utilizados, aquecimento da sua habitação, tempo passado em frente à televisão, alimentação consumida, etc. Todos nós somos assim convidados a passar à acção no combate ao aquecimento do clima. Sem a ajuda dos cidadãos, a Europa não conseguirá cumprir o objectivo de limitar o aquecimento do planeta a 2ºC. Dado que os problemas ambientais não conhecem fronteiras, impõe-se uma acção a nível internacional. A União Europeia participa na Conferência de Bali e durante duas semanas, juntamente com 191 países membros da ONU, debaterá o seguimento a dar ao protocolo de Quito, cuja vigência terminará em A UE apresenta as seguintes propostas: - redução das emissões de gases com efeito de estufa dos países desenvolvidos de 30% até 2020 e de 60 a 80% até 2050; - participação justa e equitativa dos outros países, em particular das economias emergentes; - reforço do mercado do carbono - reforço da cooperação em matéria de investigação a fim de desenvolver tecnologias limpas; - redução das emissões dos aviões e dos navios - luta contra a desflorestação - adaptação às alterações climáticas, em particular dos países mais pobres. A fim de dar tempo suficiente a todos os signatários para a ratificação, deverá ser concluído ainda antes de 2019 um acordo internacional. Conheça a sua contribuição para as alterações climáticas: Acompanhe a Conferência de Bali para as Alterações Climáticas:

4 Página 4 UE E CULTURA >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> Europeus favoráveis ao diálogo intercultural Segundo uma sondagem Eurobarómetro encomendada pela Comissão Europeia, quase três quartos dos cidadãos da UE (72%) pensam que as pessoas com origens diferentes (étnicas, religiosas ou nacionais) enriquecem a vida do seu país e um quarto (23%) dos cidadãos da UE discorda dessa ideia. A sondagem continha perguntas sobre padrões de interacção com pessoas de outras cultu- ras, sobre as atitudes em relação à diversidade cultural e sobre 2008, Ano Europeu do Diálogo Intercultural. Sondagem Eurobarómetro: OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO E PARCERIAS >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> Toda a informação sobre convites à apresentação de propostas e candidaturas disponível em: Toda a informação sobre oportunidades de parcerias para candidaturas a projectos disponível em: UE AGENDA / CONCURSOS >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> O que é a Agenda Europa? É uma agenda prática que promove a educação para a cidadania nas escolas. Abrange áreas como direitos do consumidor, responsabilidade ambiental, planeamento da carreira, a União Europeia e o mundo. Ajuda os jovens a tomar decisões informadas, responsáveis e independentes. Contribui para que os jovens se tornem cidadãos activos e confiantes. Agenda europa todos os estudantes do 10º ano. O Manual do Professor também é gratuito. No entanto, dado o número limitado de agendas, a distribuição será efectuada pela ordem de chegada da encomenda. Que ano de escolaridade deve utilizar a Agenda Europa? A agenda foi elaborada para alunos do 10º ano. Foi especialmente concebida para apoiar o programa curricular nacional. Quem produz a Agenda? nacionais. Em Portugal, os parceiros são a DECO- Associação Portuguesa de Defesa do Consumidor e o CIEJD - Centro de Informação Europeia Jacques Delors. Onde são distribuídas as Agendas? A Agenda Europa é distribuída nas escolas dos 27 países da UE. Em Portugal serão distribuídos exemplares aos alunos do 10º ano. Quando é que as Agendas estarão disponíveis? Informa os jovens sobre as consequências sociais, económicas e ambientais das suas acções individuais. Quanto Custam as Agendas? As agendas são gratuitas para A Generation Europe Foundation, criada em Bruxelas em 1995, é responsável pela publicação da Agenda em 27 países. Esta é a quinta edição. Agenda é patrocinada pela Comissão Europeia, e é adaptada e distribuída em cada país com a ajuda dos parceiros As encomendas das Agendas deverão ser feitas até 25 de Janeiro de As Agendas, juntamente com os manuais do professor, serão distribuídas entre Maio e Junho, para serem utilizadas no ano lectivo Mais informações sobre como encomendar a Agenda Europa disponíveis em: Prémio desenvolvimento para jovens Os jovens de toda a Europa, com idades compreendidas entre os 16 e os 18 anos, são convidados a participar, enviando um desenho ou trabalho artístico que, em sua opinião, ilustre da melhor forma o impacte das alterações ambientais nos países em desenvolvimento. A sua visão criativa pode ajudar a fomentar a consciência para estes problemas entre colegas estudantes, professores, famílias e outras pessoas. Os vencedores nacionais bem como os segundos classificados de cada país, em conjunto com os respectivos professores, serão convidados para uma estadia de dois dias em Bruxelas, durante a qual se realizará a cerimónia de entrega dos prémios, em que os alunos receberão os prémios para os vencedores nacionais. O prémio global será uma viagem a África organizada para os vencedores e respectivos professores. Mais informações sobre o Prémio Europeu Desenvolvimento para Jovens em:

5 Página 5 UE E OS CIDADÃOS >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> >>>>>>> PRINCIPAIS CONCRETIZAÇÕES DA UE EM 2007 A Newsletter nº 20 fecha o ano de Por isso, parece-nos de todo o interesse mencionar neste número as principais concretizações da UE em Apresentamos, em resumo, algumas das concretizações mais importantes. Acordo sobre o Tratado Reformador As regras originalmente criadas para uma comunidade de seis nações precisam de ser adaptadas ao crescimento da UE para 27 Estados-membros. O Tratado Reformador permite um quadro institucional mais eficiente. Cria um novo cargo para o Presidente do Conselho Europeu (a instituição mais importante da UE) e permite à Europa falar a uma só voz através de um Alto- Representante para as Relações Externas e Segurança. O Parlamento Europeu terá mais poderes e os parlamentos nacionais terão igualmente mais a dizer nas questões políticas. O novo tratado dá aos cidadãos a oportunidade de apresentarem petições à UE. Clarifica quem faz o quê entre a UE e os Estados-membros. O Tratado equipa os 27 Estadosmembros com instrumentos para enfrentar os desafios práticos do século XXI. A UE estará mais apta para ir ao encontro das expectativas dos cidadãos em questões como as alterações climáticas, segurança energética, imigração. O Tratado terá de ser ratificado pelos 27 Estados-membros antes de entrar em vigor. Criação de mais emprego Foram criados em 2007 mais 3.6 milhões de empregos na UE-27, o que equivale a um crescimento de 1.5% nos níveis de emprego. O crescimento económico foi o mais elevado nos países que aderiram à UE em 2004 e 2007, criando mais emprego local e favorecendo o aparecimento de novas oportunidades de negócio para empresas em toda a UE. Um vasto número de factores influenciaram o bemestar da economia. Muitas das políticas essenciais da UE são essenciais para o crescimento de longo prazo. Um deles, a moeda única, ajuda a manter estabilidade evitando as flutuações das taxas de conversão além fronteiras. Em 2007 o Euro atingiu o recorde contra o dólar americano e o yen japonês. Uma moeda forte significa para os negócios e indústria europeias, importações mais baratas. Por outro lado, torna as exportações mais caras. Chipre e Malta adoptarão o Euro a 1 de Janeiro de 2008, aumentando para 15 o número de países que utilizam o euro como moeda. Mais de dois terços dos cidadãos da UE utilizam o euro no seu diaa-dia. Luta contra as alterações climáticas A UE lançou uma ambiciosa estratégia que visa a redução das emissões de gases com efeito estufa que contribuem para o aquecimento do planeta e o aumento da segurança das suas reservas energéticas. A estratégia reforça a liderança global da UE no combate ao aquecimento global e suas consequências. A peça essencial desta estratégia é o limite de 20% de emissões de dióxido de carbono e de outros gases, imposto até Estas iniciativas tornam a economia europeia mais eficiente e menos dependente de importações energéticas. Viagens sem passaporte nos novos Estados-membros A eliminação do controlo de fronteiras Este-Oeste significa que os cidadãos dos recentes Estadosmembros podem agora usufruir de viagens no espaço da União Europeia sem passaporte. O objectivo era que este regime entrasse em vigor antes do Natal, menos de 4 anos após a adesão, durante o período de férias, especialmente para aqueles que trabalham noutra parte da UE. As novas regras aplicam-se a quem viaja por terra ou mar. Os controlos nos aeroportos para voos internos serão removidos até finais de Março de Estas regras ainda não se aplicam à Bulgária e Roménia, que aderiram à UE em Janeiro de 2007, nem ao Chipre. Eurotarifa Graças à nova lei europeia, os preços das chamadas telefónicas em roaming começaram a baixar em Julho e até Outubro 400 milhões de utilizadores de telefones móveis na UE estavam a poupar até 60% em chamadas efectuadas ou recebidas noutro Esta- do-membro. A nova eurotarifa para roaming é de 0.49EUR por minuto para efectuar uma chamada e 0.24 EUR para receber. A tarifa anterior em chamadas entre dois Estados-membros era de 1.10 EUR e 0.58 EUR (efectuadas e recebidas, respectivamente). Esta foi uma das iniciativas da UE com maior sucesso a favor dos consumidores e uma das mais populares. Mais de 200 milhões de utilizadores de telemóveis estavam já a usufruir da eurotarifa em finais de Agosto. A eurotarifa define o preço máximo das chamadas, o que significa que alguns operadores europeus estão a aplicar tarifas ainda mais baixas. Fornecedores de energia competem em serviço e preço Agora é possível escolher os melhores preços e condições de fornecimento do seu actual fornecedor ou de um dos novos, por vezes, de outro Estado-membro, que entraram no mercado doméstico. A eliminação dos monopólios de electricidade e gás tem sido uma preocupação da UE. Em cada Estado-membro os reguladores asseguram que os fornecedores operam correctamente e fornecem os serviços que promovem junto dos consumidores. A liberalização dos mercados é parte de uma estratégia europeia mais vasta de energia, cujos objectivos incluem o combate às alterações climáticas, assegurando a segurança do fornecimento e incentivando os consumidores a utilizarem a energia mais eficientemente. As empresas dominantes não podem limitar a escolha do consumidor A robusta política de concorrência europeia existe para assegurar que as empresas dominantes não podem utilizar o seu poder no mercado para restringir a concorrência. O enfoque deve ser dado à escolha do consumidor e a uma concorrência justa entre empresas no mercado único europeu. Este instrumento aplica-se a sectores tão variados como os transportes, a energia e serviços financeiros, mas o caso de sucesso em 2007 esteve relacionado com a Microsoft. A relação entre a UE e os seus cidadãos pode parecer uma questão difícil. Tendo em conta a minha experiência do dia-a-dia, a questão é afinal simples. A UE está aqui para os cidadãos e o seu objectivo é responder às suas necessidades e preocupações Margot Wallstrom Vice-Presidente da Comissão Europeia Responsável pela Comunicação

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