FACULDADE NOVOS HORIZONTES O CAMELÔ E O SHOPPING POPULAR NA REALIDADE DE BELO HORIZONTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FACULDADE NOVOS HORIZONTES O CAMELÔ E O SHOPPING POPULAR NA REALIDADE DE BELO HORIZONTE"

Transcrição

1 FACULDADE NOVOS HORIZONTES O CAMELÔ E O SHOPPING POPULAR NA REALIDADE DE BELO HORIZONTE Daniela Laviola Rossi Matos Caldeira Luiz Flávio Silva Villani Mônica Figueira Dias Maurício dos Santos Sebastião Marcos Eduardo Lopes Philipe Eustáquio Teixeira de Assis Tacco Orientador: Prof. Hugo Schayer Sabino 2º SEMESTRE Belo Horizonte, outubro de 2007.

2 CURSO: DIREITO PROJETO INTERDISCIPLINAR 2º. SEMESTRE TEMA: O direito nos âmbitos econômico, político e social SUBTEMA: O camelô e o shopping popular na realidade de Belo Horizonte Grupo: S2DI1-G3 Orientador: Prof. Hugo Schayer Sabino Trabalho apresentado como requisito para a disciplina Projeto Interdisciplinar do curso de Direito da Faculdade Novos Horizontes. Belo Horizonte, 30 de outubro de 2007.

3 RESUMO O nosso grupo realizou um estudo sobre a realidade dos camelôs e shoppings populares em Belo Horizonte. Dando início ao trabalho, procuramos a definição de camelô e empresário, pesquisamos como foi o projeto coordenado pela Prefeitura de Belo Horizonte, de retirada dos camelôs das ruas e fizemos um levantamento bibliográfico sobre o tema em uma perspectiva histórica do Direito Comercial. Para a pesquisa de campo, elaboramos alguns roteiros de entrevista para: - os lojistas dos shoppings populares; - o representante da Prefeitura de Belo Horizonte; - o representante da Associação dos Trabalhadores Informais; - os clientes - e os lojistas legalmente estabelecidos no hiper-centro, nas proximidades dos locais onde ficavam os camelôs. O objetivo foi verificar os pontos positivos e negativos da mudança dos camelôs para os shoppings populares em seus aspectos econômico, político e social. Os resultados da pesquisa mostraram que a mudança foi adequada pois proporcionou uma grande melhora no aspecto visual e na circulação nas ruas do hiper-centro, além de melhores condições de trabalho para o camelô. Porém, percebemos que a questão é bastante polêmica, pois ao prentender dar um apoio social aos camelôs, a PBH passa uma imagem de permissividade para não pagar tributos e nem registrar seus funcionários. Palavras-chaves: Camelô; Shopping Popular; Trabalhador Informal; Empreendedor Popular.

4 SUMÁRIO 1.INTRODUÇÃO OBJETIVO METODOLOGIA REFERENCIAL TEÓRICO PESQUISA DE CAMPO CONCLUSÃO...15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...17 ANEXO I ROTEIRO DE ENTREVISTA DA ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES DA ÁREA INFORMAL ANEXO II ROTEIRO DE ENTREVISTA DOS TRABALHADORES DA ÁREA INFORMAL...19 ANEXO III ROTEIRO DE ENTREVISTA DOS LOJISTAS LEGALMENTE ESTABELECIDOS...27 ANEXO IV ROTEIRO DE ENTREVISTA DOS CLIENTES ANEXO V ROTEIRO DE ENTREVISTA DO REPRESENTANTE DA PREFEITURA DE BELO HORIZONTE ANEXOS...18

5 1. INTRODUÇÃO A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio do Programa Centro Vivo, um conjunto de obras e projetos sociais que visam recuperar toda a área central da cidade, proporcionando uma cidade mais limpa e organizada, iniciou, em 1998, o cadastramento dos camelôs para posterior retirada e realocação. Os camelôs fizeram um acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte e assinaram um contrato de locação com proprietários de imóveis particulares, recebendo a denominação de empreendedores populares. No projeto, foi feito o remanejamento dos camelôs das ruas para espaços fechados, criando-se então o Shopping Popular Oiapoque. Em 2004, entrou em vigor na Capital o Código de Posturas do Município, que proíbe o comércio informal no logradouro público. Na época em que ocorreu a retirada dos camelôs das ruas, a atitude gerou muita polêmica entre a população, pois a ação da Prefeitura passou uma imagem de proteção para não pagamento de impostos. Mas os shoppings populares expandiram com sucesso e hoje temos alguns exemplos como: Oiapoque (popularmente chamado Oi ), Xavantes, Tupinambás, Caetés e Tocantins.

6 2. OBJETIVO O objetivo do nosso trabalho é retratar a realidade dos camelôs de Belo Horizonte e suas atividades realizadas nos shoppings populares da Capital, considerando diversos âmbitos do direito, e apresentar alguns pontos favoráveis e outros desfavoráveis. Por considerarmos que este tema envolve o direito nos seus diversos âmbitos: político, econômico e social, ele foi escolhido para desenvolvermos o projeto interdisciplinar. 3. METODOLOGIA Para o desenvolvimento do trabalho, primeiramente fizemos uma pesquisa bibliográfica sobre o Comércio e sua relação com o Direito. Abordamos seu histórico, os pressupostos e os problemas enfrentados nas relações entre o Direito e o camelô. Considerando a importância de retratar a prática, elaboramos roteiros de entrevistas que foram aplicados aos lojistas dos locais onde os camelôs ficavam, aos próprios que foram transferidos e aos consumidores dos shoppings populares. Com isso, buscamos fundamentos para analisar o ponto de vista de cada um dos envolvidos e mostrar como é a realidade dos empreendedores populares de Belo Horizonte, levantando os pontos positivos e negativos desta situação. 6

7 4. REFERENCIAL TEÓRICO Segundo o art. 966 do Código Civil Brasileiro, considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou serviços. Analisando esse artigo, concluímos que os camelôs também podem ser considerados empresários. Camelô vem de camelot, vocábulo em francês, que significa "vendedor de artigos de pouco valor"). Usualmente, é como designamos os vendedores de rua. O camelô difere-se do ambulante por ter um ponto fixo na calçada. Geralmente, ocupa as calçadas dos centros comerciais de forma desordenada, atrapalhando a passagem dos pedestres. O Direito Comercial é o ramo de Direito Privado que tem por objeto regular o comércio. Segundo Rubens Requião (2006, p.4), o comércio é uma atividade humana que põe em circulação a riqueza produzida, onde, sempre há uma mercadoria-padrão, que serve de intermediária no processo circulatório. Inicialmente foi o direito do comerciante, que assim perdurou por muitos séculos, ou seja, a partir da primeira troca até o aparecimento das Ordenanças de Colbert, já no século XVIII, que anteciparam em alguns anos o verdadeiro marco de transformação e afirmação definitiva do Direito Comercial, que foi o Código Comercial de Napoleão de De acordo com Requião (2006), os atos do comércio adquiriram as características fundamentais que são a mediação do comerciante e conseqüentemente a sua busca à especulação. O núcleo do Direito Comercial 7

8 é o costume (consuetudo mercatorum). O Direito Comercial marítimo antecedeu o terrestre devido as vias naturais de comunicação serem as águas dos rios e mares. São originárias da ilha de Rodes as primeiras normas de direito comercial não escritas. Entretanto, as primeiras leis comercias escritas são italianas, vindas da Idade Média e foram os comerciantes, e não os juristas e legisladores, os criadores do Direito Comercial. Conforme Requião (2006), era considerado um direito especial e particular de uma classe profissional privilegiada, ou seja, a burguesia, e era caracterizado por seu aspecto consuetudinário, estatutário, eqüitativo. Sendo enfim um direito particularista, de exceção, somente dos mercadores que compunham essa burguesia italiana. Sabe-se que no Brasil, inicialmente, o comércio e a produção em si eram controladas pelas chamadas Ordenações Filipinas vigentes no século XVII (1603) até a edição do Código Comercial, em 1850, na gestão do Imperador D. Pedro II. Esse Código foi uma das normas mais duradouras da história brasileira, sendo que a parte que diz respeito ao comércio em geral esteve em vigor até a vigência do Código Civil (Lei /2002). Sua segunda parte ainda está em vigor e cuida do comércio marítimo. Modernamente, o Direito Comercial é chamado de Direito Empresarial e, nos dizeres de Maria Helena Diniz, é o conjunto de normas disciplinadoras da atividade negocial do comerciante e de qualquer pessoa, física ou jurídica, destinadas a fins de natureza econômica, desde que habitual e dirigida à produção de bens ou serviços conducentes a resultados patrimoniais ou lucrativos. (DINIZ, 1988, p.146) 8

9 Atualmente, observamos o florescer de um novo sistema comercial, com paradigmas completamente inovadores e baseados em blocos econômicos, como a Comunidade Européia e o nosso Mercosul. Os próprios ventos do neoliberalismo com a chamada globalização também contribuem para dar um novo conceito ao comércio e à atividade econômica, na medida em que as tarifas alfandegárias e a atuação global dos comerciantes permitiram que hoje se comercializem, por exemplo, produtos chineses, japoneses, norte-americanos e europeus em shopping-centers populares. 9

10 5. PESQUISA DE CAMPO Entrevistamos a Presidente da Associação da Economia Informal do Canteiro (ASSEIC), Rosemary da Silva, que nos informou sobre o funcionamento da economia informal (Anexo I). Segundo ela, os trabalhadores da área informal não pagam tributos e não tem vínculo com a Prefeitura. No início do funcionamento dos shoppings populares, a Prefeitura fez o cadastro dos camelôs que ficavam nas ruas, separados por corredores, ou canteiros, denominação dada pela Prefeitura aos passeios das ruas e avenidas ocupadas por eles. Com o Código de Posturas em vigor, a Prefeitura retirou os trabalhadores dos canteiros, alojando-os no Shopping Oiapoque. Pelo acordo realizado com a Prefeitura, eles seriam alojados em shoppings e pagariam o aluguel para o administrador do shopping, o qual foi designado pela Prefeitura. A presidente da ASSEIC considera que a administração do shopping Oiapoque atualmente é péssima, porque o administrador quer aumentar o aluguel, que hoje é R$ 321,00, em aproximadamente 500%. Além disso, é cobrada taxa de condomínio (R$ 250,00), e o shopping nunca proporcionou nenhuma infra-estrutura. Foram os próprios trabalhadores da área informal que fizeram as benfeitorias do box, como, por exemplo, a colocação de portas de aço e piso. Eles também fizeram o registro na Prefeitura, mas quem trabalha para eles não possui nenhum tipo de registro, nem vínculo empregatício. Antes do Código de Posturas ser implantado, o fiscal da Prefeitura fazia o cadastro daqueles que trabalhavam nos canteiros e eles foram levados 10

11 para o shopping popular. Hoje, no shopping Oiapoque, não existe nenhum tipo de cadastro com a Prefeitura, as negociações são feitas diretamente com o proprietário. Ela também nos informou que existe na Assembléia Legislativa de Minas Gerais uma proposta da Comissão de Asssuntos Municipais e Regionalização, presidida pelo Deputado Weliton Prado, para desapropriação do Shopping Oiapoque em benefício dos trabalhadores da área informal daquele Shopping. Segundo Mário Valadares, administrador e proprietário do Shopping Oiapoque, em reportagem ao Estado de Minas, hoje existe um programa de incentivo para regularizar o comércio no shopping Oiapoque. Das 800 lojas, 120 já estão legalizadas, e, para renovar os contratos de locação, está sendo exigido a abertura de empresa. Além disso, o Oiapoque está até lançando um cartão de crédito próprio, que só poderá ser usado em lojas com produtos legalizados. O que antes era informal está se transformando em comércio formal. Em entrevista ao administrador do shopping Caetés, ele nos disse que os lojistas de lá não pagam nenhum tributo e não costumam fazer reclamações. Nos shoppings Caetés e Tocantins, que são administrados pela Prefeitura de Belo Horizonte, o aluguel tem o custo de R$ 250,00 e a taxa de condomínio é R$ 70,00 Dando seqüência ao nosso trabalho, entrevistamos alguns trabalhadores da área informal nos shoppings Oiapoque, Caetés e Tocantins 11

12 (Anexo II). Constatamos que há uma variedade na denominação que eles dão à sua profissão. A maioria se considera comerciante, mas há também os que se intitulam microempresários, vendedor ambulante ou trabalhador informal. Antes de ir para o shopping popular, a maioria trabalhava nas ruas, sendo que três eram trabalhadores do setor formal. Questionados sobre as conseqüências da mudança para o shopping popular, a maioria dos entrevistados considera que a mudança foi positiva pois, nas ruas, não era fácil acondicionar as mercadorias e, no shopping, há maior segurança para as mesmas. Alguns consideram que a mudança foi negativa, pois as despesas aumentaram (condomínio, aluguel) e a concorrência aumentou e diminuiu o número de clientes. Com relação à renda mensal, a maioria dos trabalhadores informais considera que houve um aumento na renda, e a minoria considerou que ela permaneceu estável ou diminuiu. Perguntados sobre a condição de trabalho, a maioria dos trabalhadores pensa que houve uma melhora, pois eles não ficam expostos ao tempo, podem usar o banheiro, tem água à vontade para beber e não precisam procurar local para guardar suas mercadorias. Em razão de todos os aspectos relatados, a maioria se sente mais valorizado por estar no shopping popular, sendo que um deles falou que não precisa mais correr da fiscalização e é reconhecido no seu trabalho. A maioria faz um balanço positivo e pensa que a mudança para o shopping popular valeu a pena. 12

13 Além disso, a maioria dos entrevistados pensa que novos shoppings populares não deveriam ser abertos por causa da concorrência. Já outros pensam que novos shoppings populares deveriam ser abertos em bairros. Também entrevistamos os comerciantes legalmente estabelecidos no hiper-centro onde os camelôs trabalhavam anteriormente (Anexo III). Eles pensam que foi boa a mudança dos camelôs para o shopping popular porque as suas barracas dificultavam a entrada dos clientes nas lojas e atrapalhavam a visualização das vitrines. O número de pessoas que freqüentam a sua loja aumentou devido à facilidade de transitar no local. Conseqüentemente, o faturamento deles também aumentou pois, nas lojas, as pessoas procuram produtos de qualidade com nota fiscal e garantia, e existe um cliente mais elitista. Em relação à segurança, também houve uma melhora, pois antes os ladrões conseguiam se esconder entre as barracas, e hoje não existe mais esse problema, diminuindo assim o número de furtos. Ao questionar clientes do shopping popular (Anexo IV), alguns consideraram uma ótima idéia a retirada dos camelôs das ruas pois diminuiu o número de trombadinhas. Outros dizem que é mais fácil fazer compras no shopping popular onde está tudo concentrado em um local e as mercadorias são mais baratas que nas lojas convencionais. Com relação à diferença entre o preço praticado hoje no shopping popular e o que se praticava nas ruas, o cliente não notou diferença. A respeito da segurança, eles pensam que o número de furtos diminuiu, pois, na confusão das barracas, era mais fácil passar a mercadoria furtada adiante. O cliente é 13

14 favorável à abertura de novos shoppings populares nos bairros, porque acredita já existirem muitos no centro. Finalizando a nossa pesquisa de campo, procuramos a Prefeitura de Belo Horizonte e entrevistamos o Gerente Regional de Centros de Comércio Popular da Prefeitura de Belo Horizonte, Sr. Welton Petrilho Malta (Anexo V). Ele nos disse que os shoppings populares de Belo Horizonte se dividem em dois grupos: o 2, com os Shoppings Caetés e Tocantins, e o 3, com os Shoppings Oiapoque, Xavantes e Tupinambás. A diferença entre os grupos é que o primeiro (2) tem uma parte que pertence à Prefeitura. Portanto, os seus integrantes pagam o aluguel (R$ 224,00, já incluído condomínio) à Administração da Prefeitura. Eles assinaram um termo de permissão de uso e são controlados pela Prefeitura. Já o segundo grupo (3) pertence à iniciativa privada e seus integrantes pagam o aluguel/condomínio diretamente aos proprietários dos imóveis, que fizeram um contrato de locação regido pela indeterminação de prazo. Segundo Sr. Welton, a Prefeitura acompanhou o processo de adaptação, mas, após estarem estabilizados, não interferiu mais na administração. Hoje, apenas participa das reuniões mensais no Shopping Oiapoque, que foi o primeiro idealizado pela Prefeitura. Ele considera que o objetivo inicial foi alcançado, que era retirar os camelôs das ruas e colocá-los em um local pré-determinado. De acordo com Sr. Welton, em todos os shoppings populares, as pessoas que lá trabalham não são registradas, geralmente são familiares, e a Prefeitura apenas fiscaliza se não há trabalho infantil. 14

15 6. CONCLUSÃO Percebemos que a retirada dos camelôs para os shoppings populares foi bastante positiva pois melhorou o trânsito e o aspecto visual do centro da cidade. Beneficiou os trabalhadores da área informal, que adquiriram um espaço digno para exercerem suas atividades, os lojistas do centro, que retomaram a visibilidade de suas vitrines, e o público em geral, que ganhou com a desobstrução e melhora na higiene das ruas centrais. A iniciativa da Prefeitura de Belo Horizonte foi elogiada por todos e teve repercussões nos aspectos político, econômico e social. No entanto, a forma como ocorreu esta retirada das ruas têm gerado polêmica, porque a ilegalidade não é admitida pelo Estado e a imagem passada para a sociedade é a de que o Estado concorda com a informalidade dos lojistas dos shoppings populares. O camelô deixou de ser comerciante da rua e teve o seu local de trabalho transformado em pequena loja com aluguel e taxas a pagar. Ele recebeu da prefeitura a denominação de empreendedor popular e assinou um contrato de locação. Mas, atualmente, quem está administrando os shoppings populares está estipulando os valores de aluguel e condomínio que lhe convém, sem levar em consideração a renda dos trabalhadores lá instalados. Além disso, como no shopping popular a prática adotada é não pagar tributos e o movimento está muito bom, notamos que alguns lojistas que possuíam estabelecimentos no centro estão se mudando para lá e entrando para a informalidade. (Anexo II 2º e 9º entrevistados) 15

16 Pensamos que seria interessante a Prefeitura manter uma fiscalização e estipular algumas regras para a ocupação destes locais. A lei orgânica de Belo Horizonte, em seu artigo 12, XXII, já diz que compete ao município regulamentar e fiscalizar o comércio ambulante. Apesar do comércio não ser mais ambulante, pois hoje está fixo no shopping popular, é interessante promover o controle do mesmo para que não se desvirtue do objetivo inicial. 16

17 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Código Civil e Constituição Federal. 58. ed. São Paulo: Saraiva, Criação de Shoppings Populares. Disponível em: <http://www.vivabh.org.br/projetos.html#populares> Acesso em: 30/08/2007 CHOUCAIR, Geórgea. Aluguel no Shopping Oiapoque supera o da Savassi. Disponível em: <http://www.uai.com.br/uai/html/sessao_4/2007/08/23/em_noticia_interna,id_s essao=4&id_noticia=26453/em_noticia_interna.shtml> Acesso em: 30/08/2007. DINIZ, Maria Helena. Dicionário Jurídico. São Paulo: Saraiva, MAMEDE, Gladson. Manual de Direito Empresarial. São Paulo: Atlas, MARTINS, Fran. Curso de Direito Comercial: empresa comercial, empresários individuais, microempresas, sociedades comerciais, fundo de comércio. Ed.rev.e atual. Rio de Janeiro: Forense, Polícia Civil apreende produtos falsificados. Exercícios da Autonomia. Estado de Minas, Minas Gerais, 3 de outubro de REQUIÃO, Rubens. Curso de Direito Comercial. v.1. Saraiva, ed. São Paulo: 17

18 ANEXO I ROTEIRO DE ENTREVISTA DA ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES DA ÁREA INFORMAL 1) Quais os tributos pagos pelos trabalhadores da área informal? Por serem trabalhadores informais, não existem pagamentos de tributos. 2) Como está a administração dos shoppings populares? A administração do shopping popular está sendo realizada diretamente com o suposto proprietário do shopping. Sendo assim, a Prefeitura não tem mais responsabilidade na administração do mesmo. Com isso, posso dizer que a administração está péssima, pois não podemos fazer mais nada, quem manda é o administrador. 3) Como é o registro e controle do trabalhador da área informal que trabalha nos shoppings populares? E dos que trabalham nas ruas? Não há registros dos trabalhadores. 4) Quais os requisitos necessários para o trabalhador da área informal se inscrever na prefeitura? Antes do Código de Posturas, havia um cadastro na prefeitura por um fiscal de corredor (das ruas). Após o Código de Posturas, todos os cadastrados por este fiscal tiveram acesso. Hoje, o cadastro e a negociação são feitas diretamente com o proprietário, abrindo brechas para o empresário formal também adquirir um box nos shoppings populares, tornando assim trabalhadores informais.

19 ANEXO II ROTEIRO DE ENTREVISTA DOS TRABALHADORES DA ÁREA INFORMAL 1º entrevistado Shopping Oiapoque 1) Qual a denominação que você dá para a função que você exerce? Comerciante da área informal. 2) O que você fazia antes de ser comerciante informal/camelô? Empregado da área formal. 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou em sua vida? Na rua, as mercadorias estragavam, e, com o shopping, não. 4) A sua renda mensal modificou com essa mudança? Diminuiu ou aumentou? Não. Continua a mesma. Porque aumentou a concorrência em números de comerciantes, antes eram 294 e passou pra 900, e também por causa do valor do condomínio, aluguel e funcionário. 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Porquê? Melhorou. Nas ruas era complicado, não tinha 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Mais valorizado, por causa de toda infra-estrutura que foi montada pelos mesmos e os clientes conquistados. 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Valeu a pena, pela valorização do meu trabalho. 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Não, os outros Tupinambás/Xavantes não tem o mesmo movimento de clientes. 2º entrevistado Shopping Oiapoque 1) Qual a denominação que você dá para a função que exerce? Trabalhador informal.

20 2) O que você fazia antes de ser trabalhador informal/camelô? Empregado do setor privado. 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou na sua vida? Nada, pois sempre fui do ramo privado. 4) A sua renda mensal modificou com esta mudança? Diminuiu ou aumentou? Estável. 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Porquê? Mesma coisa. 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Nunca trabalhei na rua. 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Com certeza. 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Não deve ser aberto; as condições de concorrência aumentando, diminuiria condição de trabalho. 3º entrevistado Shopping Oiapoque 1) Qual a denominação que você dá para a função que exerce? Comerciante após a ida para o shopping, mas antes era camelô mesmo. 2) O que você fazia antes de ser trabalhador informal/camelô? Sempre fui camelô, criei meus filhos assim. 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou na sua vida? Piorou, perdi meus clientes, aqui tem muita concorrência, aí os clientes se dividiram. 4) A sua renda mensal modificou com esta mudança? Diminuiu ou aumentou? Piorou. Porque aqui tem que gastar pagando aluguel, condomínio, muito gastos que antes não tinha.

21 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Por quê? Não. Porque tenho muita despesa e meus clientes não compram mais aqui, antes eles compravam sempre. 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Não, pra quem esta de fora, foi bom, pra nós, não. 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Não, pra mim, não. 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Não. Deveria voltar para as ruas. 4º entrevistado Shopping Oiapoque 1) Qual a denominação que você dá para a função que exerce? Camelô antes, e comerciante agora. 2) O que você fazia antes de ser trabalhador informal/camelô? Sempre comerciante (ambulante). 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou na sua vida? Piorou, por causa do aluguel, preocupo com os impostos que vou ter que pagar se precisar registrar minha barraca. 4) A sua renda mensal modificou com esta mudança? Diminuiu ou aumentou? Piorou. Por causa das despesas, da concorrência. Aluguei esse box sem nada, eu que fiz essas melhorias, e agora querem aumentar o aluguel, antes não tinha esse tanto de coisa pra pagar. 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Por quê? Piorou. Por causa das despesas. 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Melhorou somente na aparência.

22 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Aqui é melhor se trabalharem dentro da lei, sem cobrar muito, agora, em relação ao movimento na rua, era melhor. 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Não. Já chega porque tem muita concorrência. 5º entrevistado Shopping Oiapoque 1) Qual a denominação que você dá para a função que exerce? Comerciante. 2) O que você fazia antes de ser trabalhador informal/camelô? Sempre trabalhei no comércio. 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou na sua vida? O ambiente ficou mais seguro. 4) A sua renda mensal modificou com esta mudança? Diminuiu ou aumentou? Aumentou. 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Por quê? Aumentou. 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Sim. Por que aqui é melhor que na rua. 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Valeu. 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Sim. No bairro.

23 6º entrevistado Shopping Oiapoque 1) Qual a denominação que você dá para a função que exerce? Microempresário. 2) O que você fazia antes de ser trabalhador informal/camelô? Sempre trabalhei com isso. 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou na sua vida? Sim. 4) A sua renda mensal modificou com esta mudança? Diminuiu ou aumentou? Sim, melhorou. 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Por quê? Sim. Por que aqui tem mais segurança, movimento, e o ambiente é melhor. 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Sim, não muito. 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Sim. 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Sim. Se for regularizada, nos bairros. 7º entrevistado Shopping Oiapoque 1) Qual a denominação que você dá para a função que exerce? Vendedor ambulante. 2) O que você fazia antes de ser trabalhador informal/camelô? Sempre fui vendedor ambulante. 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou na sua vida? Aumento nas vendas.

24 4) A sua renda mensal modificou com esta mudança? Diminuiu ou aumentou? Sim, sem dúvida aumentou. 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Por quê? Sim. Melhorou a segurança, o conforto e o aumento nas vendas. 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Sim. O povo que vem aqui nos valoriza mais. 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Não respondeu. 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Não respondeu. 8º entrevistado Shopping Oiapoque 1) Qual a denominação que você dá para a função que exerce? Microempresário. 2) O que você fazia antes de ser trabalhador informal/camelô? Metalúrgico. 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou na sua vida? Sim. 4) A sua renda mensal modificou com esta mudança? Diminuiu ou aumentou? Sim. Aumentou. 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Por quê? Sim. 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Sim. 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Sim.

25 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Sim. Região do Barreiro, Venda Nova. 9º entrevistado Shopping Caetés 1) Qual a denominação que você dá para a função que exerce? Comerciante. 2) O que você fazia antes de ser trabalhador informal/camelô? Era lojista na porta do prédio onde hoje é o shopping Caetés (Rua Rio de Janeiro). 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou na sua vida? Nada mudou, pois continuo sendo comerciante. 4) A sua renda mensal modificou com esta mudança? Diminuiu ou aumentou? Não. Minha renda permanece equilibrada. 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Por quê? Não. Com a loja para a rua, a vitrine era melhor vista pelos clientes. Aqui dentro do shopping, falta divulgação. 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Sim. É melhor dizer que eu tenho uma loja no shopping popular. 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Sim. No meu caso, se não viesse para cá, eu seria desapropriada. 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Sim. No centro. Porém, com um aluguel menor do que este (R$ 250). É muito caro! Além disso, mesmo pagando condomínio (R$ 70,00), não temos limpeza freqüente, e, para usarmos os dois banheiros existentes, temos que pagar. 10º entrevistado Shopping Tocantins 1) Qual a denominação que você dá para a função que exerce? Vendedor de shopping popular.

26 2) O que você fazia antes de ser trabalhador informal/camelô? Era camelô. 3) Com a mudança para o shopping popular, o que mudou na sua vida? Muita coisa. Deixei de se perseguido todos os dias pelos fiscais da PBH, não fico exposto ao sol e à chuva. 4) A sua renda mensal modificou com esta mudança? Diminuiu ou aumentou? A renda até aumentou. Mas eu pago aluguel (R$ 250,00) para o administrador (que não é da PBH, é o dono do shopping) e pago condomínio. No final, fica tudo a mesma coisa. 5) Você considera que sua condição de trabalho melhorou com a mudança para o shopping popular? Por quê? Claro. Não há sol, chuva, fiscais e correria. 6) Você se sente mais valorizado por estar no shopping e não na rua? Sim, aqui sou comerciante. 7) Considerando todos os aspectos, a mudança valeu a pena? Foi ótimo. Apesar desse aluguel caríssimo, valeu sim. 8) Você acha que novos shoppings populares devem ser abertos no centro de Belo Horizonte ou em outros locais? Aqui no centro não, é mais concorrente. Joga lá para os bairros.

Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores?

Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores? Entrevista Noemi Rodrigues (Associação dos Pescadores de Guaíba) e Mário Norberto, pescador. Por que de ter uma associação específica de pescadores? Noemi: É a velha história, uma andorinha não faz verão,

Leia mais

INFORMATIVO DEZEMBRO/2012

INFORMATIVO DEZEMBRO/2012 INFORMATIVO DEZEMBRO/2012 Caro vizinho/condômino, Chegamos ao final do ano e gostaria de dizer a todos que, apesar das dificuldades e obstáculos que tivemos no início desta gestão, estamos caminhando.

Leia mais

COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO

COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO COMO INVESTIR PARA GANHAR DINHEIRO Por que ler este livro? Você já escutou histórias de pessoas que ganharam muito dinheiro investindo, seja em imóveis ou na Bolsa de Valores? Após ter escutado todas essas

Leia mais

As prostitutas de BH perguntam: e a gente, como fica?

As prostitutas de BH perguntam: e a gente, como fica? As prostitutas de BH perguntam: e a gente, como fica? Categories : Copa Pública Date : 18 de setembro de 2012 Maria Aparecida Menezes Vieira, a Cida, de 46 anos, há mais de 20 anos faz ponto na rua Afonso

Leia mais

O primeiro guia online de anúncios de Guarulhos a se tornar franquia nacional

O primeiro guia online de anúncios de Guarulhos a se tornar franquia nacional O primeiro guia online de anúncios de Guarulhos a se tornar franquia nacional O guia online Vitrine de Guarulhos é um dos produtos do Grupo Vitrine X3, lançado no dia 11/11/11 com o objetivo de promover

Leia mais

Transcriça o da Entrevista

Transcriça o da Entrevista Transcriça o da Entrevista Entrevistadora: Valéria de Assumpção Silva Entrevistada: Ex praticante Clarice Local: Núcleo de Arte Grécia Data: 08.10.2013 Horário: 14h Duração da entrevista: 1h COR PRETA

Leia mais

Material de Estudo para Recuperação 6 ano Historia do dinheiro no Brasil escambo 2.1- Outras formas de dinheiro cheque cartão de crédito

Material de Estudo para Recuperação 6 ano Historia do dinheiro no Brasil escambo 2.1- Outras formas de dinheiro cheque cartão de crédito Material de Estudo para Recuperação 6 ano Historia do dinheiro no Brasil Já imaginou como seria a vida sem usar o dinheiro? Estranho, não? Pois há muitos e muitos séculos atrás ele não existia, mas, como

Leia mais

Controle Financeiro. 7 dicas poderosas para um controle financeiro eficaz. Emerson Machado Salvalagio. www.guiadomicroempreendedor.com.

Controle Financeiro. 7 dicas poderosas para um controle financeiro eficaz. Emerson Machado Salvalagio. www.guiadomicroempreendedor.com. Controle Financeiro 7 dicas poderosas para um controle financeiro eficaz Emerson Machado Salvalagio Quando abrimos uma empresa e montamos nosso próprio negócio ou quando nos formalizamos, após algum tempo

Leia mais

FICHA DE CADASTRO EMPRETEC. Município Data: / /

FICHA DE CADASTRO EMPRETEC. Município Data: / / FICHA DE CADASTRO EMPRETEC Município Data: / / Caro Empreendedor, Obrigado por seu interesse pelo Empretec, um dos principais programas de desenvolvimento de empreendedores no Brasil e no Mundo! As questões

Leia mais

Metodologia. MARGEM DE ERRO O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Metodologia. MARGEM DE ERRO O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Metodologia COLETA Entrevistas domiciliares com questionário estruturado. LOCAL DA PESQUISA Município de São Paulo. UNIVERSO moradores de 16 anos ou mais. PERÍODO DE CAMPO de 26 de setembro a 1º de outubro

Leia mais

04 Os números da empresa

04 Os números da empresa 04 Os números da empresa Além de conhecer o mercado e situar-se nele, o empreendedor tem de saber com clareza o que ocorre com os números de sua empresa. Neste capítulo conheça os principais conceitos,

Leia mais

INTRODUÇÃO. Fui o organizador desse livro, que contém 9 capítulos além de uma introdução que foi escrita por mim.

INTRODUÇÃO. Fui o organizador desse livro, que contém 9 capítulos além de uma introdução que foi escrita por mim. INTRODUÇÃO LIVRO: ECONOMIA E SOCIEDADE DIEGO FIGUEIREDO DIAS Olá, meu caro acadêmico! Bem- vindo ao livro de Economia e Sociedade. Esse livro foi organizado especialmente para você e é por isso que eu

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS. Idade na admissão. REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA GRAVIDEZ: A EXPERIÊNCIA DA MATERNIDADE EM INSTITUIÇÃO Código Entrevista: 2 Data: 18/10/2010 Hora: 16h00 Duração: 23:43 Local: Casa de Santa Isabel DADOS SÓCIO-DEMOGRÁFICOS Idade

Leia mais

APURAÇÃO DO RESULTADO (1)

APURAÇÃO DO RESULTADO (1) APURAÇÃO DO RESULTADO (1) Isnard Martins - UNESA Rodrigo de Souza Freitas http://www.juliobattisti.com.br/tutoriais/rodrigosfreitas/conhecendocontabilidade012.asp 1 Apuração do Resultado A maioria das

Leia mais

INFORMATIVO. Novas Regras de limites. A Datusprev sempre pensando em você... Classificados Datusprev: Anuncie aqui!

INFORMATIVO. Novas Regras de limites. A Datusprev sempre pensando em você... Classificados Datusprev: Anuncie aqui! INFORMATIVO Novas Regras de limites A Datusprev sempre pensando em você... Classificados Datusprev: Anuncie aqui! A Datusprev abre espaço para divulgação. Aqui você pode anunciar compra, venda, troca,

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO

DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO DIREITO EMPRESARIAL PROFESSORA ELISABETE VIDO SUMÁRIO 1. EVOLUÇÃO HISTÓRICA 2. TEORIA DA EMPRESA 3. ATIVIDADE EMPRESARIAL 4. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL 5. ATIVIDADE RURAL 6. EMPRESÁRIO INDIVIDUAL REGULAR X

Leia mais

Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver

Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver SESSÃO: 255-S0 DATA: 27/08/15 FL: 1 DE 5 O SR. TONINHO VESPOLI (PSOL) - Boa tarde novamente a todos e a todas. Sempre estou tranquilo nesta Casa, mas aqui temos posição política. Eu fico admirado de ver

Leia mais

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo.

MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V. Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo. 1 MERCADO DE MEIOS ELETRÔNICOS DE PAGAMENTO POPULAÇÃO E COMÉRCIO - ANO V Indicador de atividade da micro e pequena indústria de São Paulo Maio/ 2014 Metodologia 2 Metodologia 3 Técnica Pesquisa quantitativa,

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

RELATÓRIO DA ENQUETE SOBRE INTERNET MÓVEL

RELATÓRIO DA ENQUETE SOBRE INTERNET MÓVEL RELATÓRIO DA ENQUETE SOBRE INTERNET MÓVEL Você tem plano de internet contratado para o seu celular? 27% 73% Sim 373 73% Não 141 27% Você sabe qual é a sua franquia de dados (MB ou GB)? 36,11 % 63,88% Sim

Leia mais

Dicas para investir em Imóveis

Dicas para investir em Imóveis Dicas para investir em Imóveis Aqui exploraremos dicas de como investir quando investir e porque investir em imóveis. Hoje estamos vivendo numa crise política, alta taxa de desemprego, dólar nas alturas,

Leia mais

PARA ALÉM DOS ESTEREÓTIPOS : RELATOS DE USUÁRIOS DE CRACK 1

PARA ALÉM DOS ESTEREÓTIPOS : RELATOS DE USUÁRIOS DE CRACK 1 PARA ALÉM DOS ESTEREÓTIPOS : RELATOS DE USUÁRIOS DE CRACK 1 GIL, Bruna; BOTTON, Andressa 3 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Psicóloga, formada pelo Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria,

Leia mais

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo

Freelapro. Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Palestrante: Pedro Quintanilha Freelapro Título: Como o Freelancer pode transformar a sua especialidade em um produto digital ganhando assim escala e ganhando mais tempo Quem sou eu? Eu me tornei um freelancer

Leia mais

CENTRO HISTÓRICO EMBRAER. Entrevista: Eustáquio Pereira de Oliveira. São José dos Campos SP. Abril de 2011

CENTRO HISTÓRICO EMBRAER. Entrevista: Eustáquio Pereira de Oliveira. São José dos Campos SP. Abril de 2011 CENTRO HISTÓRICO EMBRAER Entrevista: Eustáquio Pereira de Oliveira São José dos Campos SP Abril de 2011 Apresentação e Formação Acadêmica Meu nome é Eustáquio, estou com sessenta anos, nasci em Minas Gerais,

Leia mais

Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça

Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça Serviço de Rádio Escuta da Prefeitura de Porto Alegre Emissora: Rádio Guaíba Assunto: Entrevista com a primeira dama de Porto Alegre Isabela Fogaça Data: 07/03/2007 14:50 Programa: Guaíba Revista Apresentação:

Leia mais

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça?

Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Você Gostaria Que Eu Lhe Desse Um Plano, Para ATRAIR 3 Ou 4 Vezes Mais Clientes Para O Seu Negócio, De Graça? Caro amigo (a) Se sua empresa está sofrendo com a falta de clientes dispostos a comprar os

Leia mais

PESQUISA DIA DAS CRIANÇAS - NATAL

PESQUISA DIA DAS CRIANÇAS - NATAL PESQUISA DIA DAS CRIANÇAS - NATAL Natal, setembro de 2015 1 Sumário 1. Aspectos Metodológicos... 3 2. Descrição dos Resultados... 4 Itens de comemoração... 4 Gastos com presente... 4 Local e quando compra...

Leia mais

Peça de Teatro Sinopse Argumento

Peça de Teatro Sinopse Argumento 1 Peça de Teatro Sinopse Duas crianças da comunidade...(comunidade local onde será encenada a peça) se encontram, conversam à respeito de limpar a rua e ser útil de alguma forma para o meio em que habitam.

Leia mais

PROJETO. Desafios e possibilidades para uma vida melhor. Turma: 102

PROJETO. Desafios e possibilidades para uma vida melhor. Turma: 102 PROJETO Desafios e possibilidades para uma vida melhor Turma: 102 Carolina Clack, Gabriela Scheffer, Lauren Scheffer e Victória Gomes. Desafios e possibilidades para uma vida melhor Trabalho apresentado

Leia mais

Estar presente quando seu cliente está buscando seus serviços e produtos é fundamental.

Estar presente quando seu cliente está buscando seus serviços e produtos é fundamental. Estar presente quando seu cliente está buscando seus serviços e produtos é fundamental. Atualmente o meio mais imediato e eficaz, desde que bem configurado e com acompanhamento constante, são as campanhas

Leia mais

Frequently Asked Questions Perguntas & Respostas

Frequently Asked Questions Perguntas & Respostas Frequently Asked Questions Perguntas & Respostas FAQ (frequently asked questions) Perguntas e Respostas 1 Quando surgiu a UNS? A UNS Idiomas iniciou suas atividades na cidade de São Paulo, onde está localizada

Leia mais

RELATÓRIO DE INTERCÂMBIO CRInt ECA. Dados do Intercâmbio

RELATÓRIO DE INTERCÂMBIO CRInt ECA. Dados do Intercâmbio RELATÓRIO DE INTERCÂMBIO CRInt ECA Nome: Juliana Malacarne de Pinho No. USP 7166759 Curso ECA: Jornalismo Dados do Intercâmbio Universidade: Universidade NOVA de Lisboa Curso: Comunicação Social Período:

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Colégio Cenecista Nossa Senhora dos Anjos Gravataí RS. Cohab B

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Colégio Cenecista Nossa Senhora dos Anjos Gravataí RS. Cohab B Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Colégio Cenecista Nossa Senhora dos Anjos Gravataí RS Cohab B Data: 29/04/2015 Pedro Lima, Gabriel Landal, Lorenzo Silveira e Leonardo Souza. Turma 101 A COHAB

Leia mais

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA?

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO: QUANTO SOBRA PARA SUA EMPRESA? Que nome estranho! O que é isso? Essa expressão, Margem de Contribuição, pode soar estranha aos ouvidos, mas entender o que significa ajudará muito

Leia mais

Como funcionam as micro e pequenas empresas

Como funcionam as micro e pequenas empresas Como funcionam as micro e pequenas empresas Introdução Elas são 99,2% das empresas brasileiras. Empregam cerca de 60% das pessoas economicamente ativas do País, mas respondem por apenas 20% do Produto

Leia mais

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos!

ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! ESPORTE NÃO É SÓ PARA ALGUNS, É PARA TODOS! Esporte seguro e inclusivo. Nós queremos! Nós podemos! Documento final aprovado por adolescentes dos Estados do Amazonas, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso,

Leia mais

PERÍODO AMOSTRA ABRANGÊNCIA MARGEM DE ERRO METODOLOGIA. População adulta: 148,9 milhões

PERÍODO AMOSTRA ABRANGÊNCIA MARGEM DE ERRO METODOLOGIA. População adulta: 148,9 milhões OBJETIVOS CONSULTAR A OPINIÃO DOS BRASILEIROS SOBRE A SAÚDE NO PAÍS, INVESTIGANDO A SATISFAÇÃO COM SERVIÇOS PÚBLICO E PRIVADO, ASSIM COMO HÁBITOS DE SAÚDE PESSOAL E DE CONSUMO DE MEDICAMENTOS METODOLOGIA

Leia mais

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5

Lógicas de Supervisão Pedagógica em Contexto de Avaliação de Desempenho Docente. ENTREVISTA - Professor Avaliado - E 5 Sexo Idade Grupo de Anos de Escola docência serviço Feminino 46 Filosofia 22 Distrito do Porto A professora, da disciplina de Filosofia, disponibilizou-se para conversar comigo sobre o processo de avaliação

Leia mais

OSVALDO. Como também foi determinante a motivação e a indicação feita por um professor.

OSVALDO. Como também foi determinante a motivação e a indicação feita por um professor. OSVALDO Bom dia! Meu nome é Osvaldo, tenho 15 anos, sou de Santa Isabel SP (uma cidadezinha próxima à Guarulhos) e, com muito orgulho, sou bolsista ISMART! Ingressei no ISMART este ano e atualmente estou

Leia mais

distribuição gratuita - fevereiro de 2012

distribuição gratuita - fevereiro de 2012 distribuição gratuita - fevereiro de 2012 desenhos - Estúdio enquadrinho Por que essa pergunta, filho? É que a gente queria pedir para ele arrumar o campinho. A grama de lá está tão ruim que não dá pra

Leia mais

Precisamos fortalecer cada vez mais nossa profissão. Através dos conselhos e de uma nova regulamentação!

Precisamos fortalecer cada vez mais nossa profissão. Através dos conselhos e de uma nova regulamentação! Resultado da pesquisa feita no dia 10/03/2014, através do Site do Conselho Regional de Relações Públicas 4ª Região, a respeito da Lei 6601/13. Foi disponibilizado uma enquete, com a seguinte pergunta:

Leia mais

?- Período em que participavam das aulas.

?- Período em que participavam das aulas. Iniciativa Apoio como foi a campanha HISTÓRIAS EX ALUNOS 1997 2013 as perguntas eram relacionadas ao:?- Período em que participavam das aulas. - Impacto que o esporte teve na vida deles. - Que têm feito

Leia mais

22/05/2006. Discurso do Presidente da República

22/05/2006. Discurso do Presidente da República , Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de assinatura de protocolos de intenções no âmbito do Programa Saneamento para Todos Palácio do Planalto, 22 de maio de 2006 Primeiro, os números que estão no

Leia mais

CENÁRIO 23/02 a 24/02/2012

CENÁRIO 23/02 a 24/02/2012 CENÁRIO 23/02 a 24/02/2012 1. Data: 23/02/2012 Entidade: Residência Parceiro: José Raimundo da Silva Teixeira Função/Profissão: Comerciante Município/Estado: Rio de Janeiro/RJ Programa: LAMSA - Diagnóstico

Leia mais

Cartilha. Ourocap Fiador

Cartilha. Ourocap Fiador Faz diferença ter Ourocap Fiador na hora de alugar um imóvel. Cartilha Ourocap Fiador O Ourocap Fiador* é o título de capitalização que funciona como uma garantia de aluguel, facilitando sua vida na hora

Leia mais

Amigo varejista, Boa leitura e aproveite para promover melhorias em sua loja! Conheça o Instituto Redecard:

Amigo varejista, Boa leitura e aproveite para promover melhorias em sua loja! Conheça o Instituto Redecard: Mercearia Amigo varejista, A partir deste mês outubro - o Tribanco traz novidades no Projeto Capitão Varejo, pois conta agora com a parceria do Instituto Redecard. Juntos, irão levar até você mais informação

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis

Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis Nos últimos anos o mercado brasileiro de imóveis vivenciou um crescimento inacreditável, o lançamento de novas unidades mais a valorização de imóveis usados, além do crescimento de renda da população e

Leia mais

A LEI CIDADE LIMPA EM LONDRINA E AS POSSIBILIDADES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL

A LEI CIDADE LIMPA EM LONDRINA E AS POSSIBILIDADES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL 1 A LEI CIDADE LIMPA EM LONDRINA E AS POSSIBILIDADES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL Colégio Londrinense Alunos(as): Natalia Bergamini da Silva Lucas Tsuchya Hubacek Nasser Nasser Orientadora

Leia mais

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam.

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam. Conjuntura Econômica Brasileira Palestrante: José Márcio Camargo Professor e Doutor em Economia Presidente de Mesa: José Antonio Teixeira presidente da FENEP Tentarei dividir minha palestra em duas partes:

Leia mais

A Lição de Lynch. O mago dos investimentos conta como ganhar nas bolsas depois de Buffet e Soros

A Lição de Lynch. O mago dos investimentos conta como ganhar nas bolsas depois de Buffet e Soros A Lição de Lynch O mago dos investimentos conta como ganhar nas bolsas depois de Buffet e Soros Por Laura Somoggi, de Marblehead (EUA) É muito provável que o nome Peter Lynch não lhe seja familiar. Ele

Leia mais

Artigo para uso exclusivo do IPEC.RJ REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO

Artigo para uso exclusivo do IPEC.RJ REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO www.ipecrj.com.br CONTABILIZANDO A LEITURA nº 01 Dia 05/JUL/2010 REGISTRO CONTÁBIL DAS SUBVENÇÕES PARA INVESTIMENTOS E O TRATAMENTO FISCAL E SOCIETÁRIO ANTES DA INTRODUÇÃO: HOMENAGEM A GEBARDO Acho importante,

Leia mais

Família. Escola. Trabalho e vida econômica. Vida Comunitária e Religião

Família. Escola. Trabalho e vida econômica. Vida Comunitária e Religião Família Qual era a profissão dos seus pais? Como eles conciliavam trabalho e família? Como era a vida de vocês: muito apertada, mais ou menos, ou viviam com folga? Fale mais sobre isso. Seus pais estudaram

Leia mais

LUCRO ESTOU SABENDO APURAR?

LUCRO ESTOU SABENDO APURAR? Ano 3 / N 15 LUCRO ESTOU SABENDO APURAR? Capa LUCRO ESTOU SABENDO APURAR? O conceito de Lucro pode ser objetivamente definido pela diferença entre a Receita e os Custos de uma empresa, mas se formos nos

Leia mais

08 Capital de giro e fluxo de caixa

08 Capital de giro e fluxo de caixa 08 Capital de giro e fluxo de caixa Qual o capital que sua empresa precisa para funcionar antes de receber o pagamento dos clientes? Como calcular os gastos, as entradas de dinheiro, e as variações de

Leia mais

Marketing não Sobrevive sem Endomarketing

Marketing não Sobrevive sem Endomarketing Marketing não Sobrevive sem Endomarketing Um ótimo serviço pode se tornar ruim se os funcionários não confiam em si mesmos. Uma endoentrevista sobre endomarketing. Troquemos de lugar! O título é, sem dúvida,

Leia mais

SUGESTÕES PARA A ADEQUAÇÃO DE CANIS E DE CRIADORES DE ANIMAIS NO MUNICÍPIO DE SUMARÉ/SP

SUGESTÕES PARA A ADEQUAÇÃO DE CANIS E DE CRIADORES DE ANIMAIS NO MUNICÍPIO DE SUMARÉ/SP Sumaré, setembro de 2012 SUGESTÕES PARA A ADEQUAÇÃO DE CANIS E DE CRIADORES DE ANIMAIS NO MUNICÍPIO DE SUMARÉ/SP Se de um lado temos criadores conscientes e responsáveis, munidos de informação e formação

Leia mais

A COMIDA DE RUA AGORA É LEI EM SÃO PAULO

A COMIDA DE RUA AGORA É LEI EM SÃO PAULO A COMIDA DE RUA AGORA É LEI EM SÃO PAULO COMO OBTER AUTORIZAÇÃO PARA TRABALHAR COM A VENDA DE ALIMENTOS NA CIDADE Lei Municipal 15.947, de 26/12/ 2013 Projeto de Lei 311/2013 do Ver. Andrea Matarazzo Esta

Leia mais

REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS

REFERENCIAIS TEÓRICO-METODOLÓGICOS 1 TRIBUTOS E ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE NEVES. B. K. B. Resumo: O resumo trata, dos tributos e encargos previdenciários das Micro Empresa e Empresa de Pequeno

Leia mais

COMO FAZER A TRANSIÇÃO

COMO FAZER A TRANSIÇÃO ISO 9001:2015 COMO FAZER A TRANSIÇÃO Um guia para empresas certificadas Antes de começar A ISO 9001 mudou! A versão brasileira da norma foi publicada no dia 30/09/2015 e a partir desse dia, as empresas

Leia mais

População de rua leva cartão vermelho Viviane Tavares - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz)

População de rua leva cartão vermelho Viviane Tavares - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) População de rua leva cartão vermelho Viviane Tavares - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) População de rua aumenta nos últimos anos e a resposta da gestão pública é a violência,

Leia mais

Verificando a viabilidade do negócio

Verificando a viabilidade do negócio NEGÓCIO CERTO COMO CRIAR E ADMINISTRAR BEM SUA EMPRESA Verificando a viabilidade do negócio Manual Etapa 2/Parte 1 Bem-vindo! Olá, caro empreendedor! É um prazer ter você na Etapa 2 do Programa de Auto-Atendimento

Leia mais

Cenário positivo. Construção e Negócios - São Paulo/SP - REVISTA - 03/05/2012-19:49:37. Texto: Lucas Rizzi

Cenário positivo. Construção e Negócios - São Paulo/SP - REVISTA - 03/05/2012-19:49:37. Texto: Lucas Rizzi Cenário positivo Construção e Negócios - São Paulo/SP - REVISTA - 03/05/2012-19:49:37 Texto: Lucas Rizzi Crescimento econômico, redução da pobreza, renda em expansão e dois grandes eventos esportivos vindo

Leia mais

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade

Organizando Voluntariado na Escola. Aula 2 Liderança e Comunidade Organizando Voluntariado na Escola Aula 2 Liderança e Comunidade Objetivos 1 Entender o que é liderança. 2 Conhecer quais as características de um líder. 3 Compreender os conceitos de comunidade. 4 Aprender

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR PAIS

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR PAIS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A PATERNIDADE GERALMENTE FEITAS POR PAIS P. O QUE É A PATERNIDADE? R. Paternidade significa ser um pai. A determinação da paternidade significa que uma pessoa foi determinada

Leia mais

SONDAGEM DE VENDAS DIA DAS CRIANÇAS

SONDAGEM DE VENDAS DIA DAS CRIANÇAS SONDAGEM DE VENDAS DIA DAS CRIANÇAS OUTUBRO/2013 FECOMERCIO/TO Hugo de Carvalho Presidente Anselmo da Silva Moraes Vice Presidente Silmara Lustosa Ribeiro Superintendente INSTITUTO FECOMÉRCIO/TO Hugo de

Leia mais

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República

30/09/2008. Entrevista do Presidente da República Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em conjunto com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com perguntas respondidas pelo presidente Lula Manaus-AM,

Leia mais

Relatório de Intercâmbio

Relatório de Intercâmbio Relatório de Intercâmbio 1. Dados de identificação: Informações pessoais e acadêmicas: Aline Vieira de Lima +55 83 9986 1705 aline.vieira@gmail.com Programa: PIANI Universidade anfitriã: Instituto Superior

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é Alexandre da Silva França. Eu nasci em 17 do sete de 1958, no Rio de Janeiro. FORMAÇÃO Eu sou tecnólogo em processamento de dados. PRIMEIRO DIA

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Bernardete Gatti: o país enfrenta uma grande crise na formação de seus professores em especial, de alfabetizadores.

Leia mais

Identificação do projeto

Identificação do projeto Seção 1 Identificação do projeto ESTUDO BÍBLICO Respondendo a uma necessidade Leia Neemias 1 Neemias era um judeu exilado em uma terra alheia. Alguns dos judeus haviam regressado para Judá depois que os

Leia mais

Você sabia. As garrafas de PET são 100% recicláveis. Associação Brasileira da Indústria do PET

Você sabia. As garrafas de PET são 100% recicláveis. Associação Brasileira da Indústria do PET Você sabia? As garrafas de PET são 100% recicláveis Associação Brasileira da Indústria do PET O Brasil é um dos maiores recicladores de PET do mundo A reciclagem é uma atividade industrial que gera muitos

Leia mais

Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal

Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal À margem do Fórum promovido pela Associação Mais Portugal Cabo Verde, que o trouxe

Leia mais

As 10 Melhores Dicas de Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal Poderoso

As 10 Melhores Dicas de Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal Poderoso As 10 Melhores Dicas de Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal Poderoso Nesse artigo quero lhe ensinar a fazer um Planejamento Financeiro Pessoal Poderoso. Elaborei 10 dicas para você fazer um excelente

Leia mais

Apresentação. Torne-se um Empreendedor Individual e traga para o seu negócio todos os benefícios da formalização. Guia do Empreendedor Individual

Apresentação. Torne-se um Empreendedor Individual e traga para o seu negócio todos os benefícios da formalização. Guia do Empreendedor Individual Apresentação Muitos brasileiros trabalham informalmente por conta própria, ou seja, não têm nenhum tipo de registro. E por isso ficam sem acesso a diversos benefícios, como a Previdência Social, cursos

Leia mais

A Sombra do Imposto. Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já

A Sombra do Imposto. Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já A Sombra do Imposto Propostas para um sistema de impostos mais simples e justo Simplifica Já Expediente A Sombra do Imposto Cartilha produzida pelo Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná).

Leia mais

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate )

Roteiro de Áudio. SOM: abertura (Vinheta de abertura do programa Hora do Debate ) 1 Roteiro de Áudio Episódio 1 A língua, a ciência e a produção de efeitos de verdade Programa Hora de Debate. Campanhas de prevenção contra DST: Linguagem em alerta SOM: abertura (Vinheta de abertura do

Leia mais

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008

Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Rio de Janeiro, 10 de junho de 2008 Humberto Cordeiro Carvalho admitido pela companhia em 1 de julho de 1981. Eu nasci em 25 de maio de 55 em Campos do Goytacazes. FORMAÇÃO Segundo grau Escola

Leia mais

Competitividade: uma barreira instransponível?

Competitividade: uma barreira instransponível? Competitividade: uma barreira instransponível? Alfredo Fonceca Peris A discussão sobre a importância do setor industrial para o crescimento e o desenvolvimento da economia brasileira ganhou um novo capítulo

Leia mais

Jairo Martins da Silva. FOTOs: divulgação

Jairo Martins da Silva. FOTOs: divulgação Jairo Martins da Silva FOTOs: divulgação E N T R E V I S T A Disseminando qualidade e cultura Superintendente-geral da Fundação Nacional da Qualidade, Jairo Martins da Silva fala sobre o desafio da qualidade

Leia mais

Sinopse II. Idosos não institucionalizados (INI)

Sinopse II. Idosos não institucionalizados (INI) Sinopse II. Idosos não institucionalizados (INI) II 1 Indicadores Desqualificação Não poder fazer nada do que preciso, quero fazer as coisas e não posso ; eu senti-me velho com 80 anos. Aí é que eu já

Leia mais

Pesquisa de Satisfação da Qualidade de Atendimento dos serviços oferecidos aos prestadores da operadora

Pesquisa de Satisfação da Qualidade de Atendimento dos serviços oferecidos aos prestadores da operadora Pesquisa de Satisfação da Qualidade de Atendimento dos serviços oferecidos aos prestadores da operadora Julho de 2011 OBJETIVO Avaliar a satisfação da qualidade do atendimento dos serviços oferecidos aos

Leia mais

BANRIDICAS FINANCEIRAS. A sua cartilha sobre Educação Financeira

BANRIDICAS FINANCEIRAS. A sua cartilha sobre Educação Financeira BANRIDICAS FINANCEIRAS A sua cartilha sobre Educação Financeira Planejando seu orçamento Traçar planos e colocar tudo na ponta do lápis - não é tarefa fácil, mas também não é impossível. O planejamento

Leia mais

7 Negócios Lucrativos

7 Negócios Lucrativos 7 Negócios Lucrativos CAPÍTULO 1 Mentalidade Geralmente empreendedores ficam caçando uma maneira nova de ganhar dinheiro constantemente, e de fato é isso que faz com que uns cheguem ao topo e outros não,

Leia mais

CARTILHA EDUCAÇÃO FINANCEIRA

CARTILHA EDUCAÇÃO FINANCEIRA CARTILHA EDUCAÇÃO FINANCEIRA ÍNDICE PLANEJANDO SEU ORÇAMENTO Página 2 CRÉDITO Página 12 CRÉDITO RESPONSÁVEL Página 16 A EDUCAÇÃO FINANCEIRA E SEUS FILHOS Página 18 PLANEJANDO SEU ORÇAMENTO O planejamento

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Técnico comercial 4 (1º ano) Direitos Humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. O principal objetivo dos Direitos Humanos é tratar cada indivíduo

Leia mais

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R

W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R 8 DICAS ESSENCIAIS PARA ESCOLHER SUA CORRETORA W W W. G U I A I N V E S T. C O M. B R Aviso Importante O autor não tem nenhum vínculo com as pessoas, instituições financeiras e produtos, citados, utilizando-os

Leia mais

RELATÓRIO DE INTERCÂMBIO CRInt ECA. Dados do Intercâmbio

RELATÓRIO DE INTERCÂMBIO CRInt ECA. Dados do Intercâmbio RELATÓRIO DE INTERCÂMBIO CRInt ECA Nome: Daniel Monteiro Santa Cruz No. USP 6440451 Curso ECA: Publicidade e Propaganda Dados do Intercâmbio Universidade: Universidad Carlos III de Madrid Curso: Comunicação

Leia mais

LEVANTAMENTO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL

LEVANTAMENTO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL LEVANTAMENTO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL Resultado dos questionários aplicados Julho/2011 Índice 1. DADOS PESSOAIS... 3 2. DADOS SOCIOECONÔMICOS E CULTURAIS... 4 3. QUALIDADE DE VIDA... 5 ANEXO A QUESTIONÁRIO

Leia mais

Rodobens é destaque no website Infomoney

Rodobens é destaque no website Infomoney Rodobens é destaque no website Infomoney Por: Conrado Mazzoni Cruz 19/04/07-09h55 InfoMoney SÃO PAULO - Atualmente, falar sobre o mercado imobiliário brasileiro é entrar na discussão sobre um possível

Leia mais

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações

Para poder concluir que chegamos a: a) registrar os eventos; b) controlar o patrimônio; e c) gerar demonstrações Contabilidade: é objetivamente um sistema de informação e avaliação, destinado a prover seus usuários com demonstrações e análise de natureza econômica financeira. tratar as informações de natureza repetitiva

Leia mais

ATENÇÃO. O Banco do Brasil apesar de não ser mais uma autoridade, ainda exerce atividades típicas de Banco Central.

ATENÇÃO. O Banco do Brasil apesar de não ser mais uma autoridade, ainda exerce atividades típicas de Banco Central. 1. BREVE HISTÓRICO DO SFN O SFN brasileiro é relativamente novo. Tem pouco mais de 50 anos. Foi criado em 1964. Mas isso não quer dizer que não existiam instituições financeiras anteriormente. Com a vinda

Leia mais

Manual de instruções Banco Imobiliário e Banco Imobiliário Luxo Documento eletrônico criado e revisado em 01/04/2006

Manual de instruções Banco Imobiliário e Banco Imobiliário Luxo Documento eletrônico criado e revisado em 01/04/2006 Manual de instruções Banco Imobiliário e Banco Imobiliário Luxo Documento eletrônico criado e revisado em 01/04/2006 Um pouco de história: Em 1934, Charles B. Darrow da cidade de Germantown no estado da

Leia mais

Qual o Sentido do Natal?

Qual o Sentido do Natal? Qual o Sentido do Natal? Por Sulamita Ricardo Personagens: José- Maria- Rei1- Rei2- Rei3- Pastor 1- Pastor 2- Pastor 3-1ª Cena Uma música de natal toca Os personagens entram. Primeiro entram José e Maria

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú Catalogação: Cleide de Albuquerque Moreira Bibliotecária/CRB 1100 Revisão: Lucimar Luisa Ferreira / Marinez Santina Nazzari Revisão Final: Elias Januário Consultor: Luís Donisete Benzi Grupioni Projeto

Leia mais

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010.

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. Pág. 1 de 5 LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. CRIA O FUNDO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL FMHIS E INSTITUI O CONSELHO GESTOR DO FMHIS. O PREFEITO MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL ACRE, EM EXERCÍCIO,

Leia mais

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade)

IDEIA FORÇA. Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) IDEIA FORÇA Redução do Tempo de Deslocamento Humano (Mobilidade) DETALHAMENTO: Mobilidade humana (trabalhador precisa respeito); Melhorar a qualidade e quantidade de transporte coletivo (Lei da oferta

Leia mais

Capítulo 18 - Distribuição

Capítulo 18 - Distribuição Capítulo 18 - Distribuição A escolha dos canais de distribuição é provavelmente a decisão mais complexa em marketing internacional. Em alguns mercados, o que prevalece é a concentração de grandes hipermercados

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 14 Discurso: em encontro com professores

Leia mais