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1 CENTRO UNIVERSITÁRIO CAPITAL IGA - Nº 1 IGA - INSTRUMENTO DE GESTÃO ACADÊMICA Nº 1 PPC - PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TECNOLOGIA EM GESTÃO DA QUALIDADE COORDENADOR PROF. MS. OSWALDO MATAROSSI FILHO

2 CENTRO UNIVERSITÁRIO CAPITAL UNICAPITAL PROJETO PEDAGÓGICO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA QUALIDADE CURSO INSTITUIDO PELA DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE Nº 26/2007 EM 14/AGOSTO/2007 PRIMEIRA TURMA: 2012

3 CENTRO UNIVERSITÁRIO CAPITAL UNICAPITAL CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA QUALIDADE PPC - PROJETO PEDAGÓGICO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA UNICAPITAL Mantenedora INSTITUIÇÃO LUSO-BRASILEIRA DE ENSINO E CULTURA S/S LTDA. Sede: Rua Ibipetuba, n. 130, São Paulo, SP CEP CNPJ: / Telefones: Fax Site: Diretor Presidente: José Fernando Pinto da Costa A mantenedora do Centro Universitário Capital é a ILBEC - Instituição Luso-Brasileira de Educação e Cultura S/S Ltda, com sede e foro na cidade de São Paulo (SP), à rua Ibipetuba, nº 130, Parque da Mooca, CEP , telefone/fax: (011) A ILBEC - Instituição Luso-Brasileira de Educação e Cultura S/C Ltda. é pessoa jurídica de direito privado, organizada sob a forma de sociedade por cotas de responsabilidade limitada, cujo contrato está registrado no 3º Cartório de Registro de Títulos e Documentos Adalberto Neto, sob nº A ILBEC é uma empresa prestadora de serviços educacionais e culturais amparada pela Constituição Brasileira em seus Art. 206 item III e 209 itens I e II, pela Lei nº de Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu Art. 7º, itens I, II e III e pelo Decreto de

4 9 de julho de 2001, em seu Art. 1º inciso II, exercendo diversas funções no campo da educação e da cultura. Mantida CENTRO UNIVERSITÁRIO CAPITAL UNICAPITAL Endereço: Rua Ibipetuba, n. 130, São Paulo, SP CEP Telefones: Fax Site: Reitora: Claudia Aparecida Pereira Pró-Reitora Acadêmica: Vera Lucia Maluly 1.1. Perfil e Missão da UNICAPITAL O Centro Universitário Capital tem como missão precípua: ser agente transformador da sociedade pelo desempenho de suas funções básicas: o ensino, a iniciação científica e a extensão, com ênfase na prestação de serviços à comunidade. A Missão que o Centro Universitário Capital se propõe a realizar se conjuga com a reformulação de sua organização estabelecendo alguns objetivos institucionais: Estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo, proporcionando condições de educação ao homem, como sujeito e agente de seu processo educativo e de sua história, pelo cultivo do saber, em suas diversas vertentes, formas e modalidades;

5 Formar recursos humanos nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira; Incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência, das artes, das letras, da filosofia, da tecnologia e à criação e difusões culturais; Promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituam patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais; Prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; Promover a extensão, aberta à participação da comunidade social, visando à difusão das conquistas e benefícios da criação cultural e da pesquisa cientifica e tecnológica geradas na instituição; Contribuir para o desenvolvimento harmônico e integrado da comunidade local e regional, com vistas ao bem-estar social, econômico, político e espiritual;

6 Promover a assimilação dos valores culturais, desenvolver o espírito crítico e difundir o conhecimento por todos os meios ao alcance do Centro Universitário Capital; Promover eventos de caráter cultural e desportivo que objetivem a integração com a comunidade; Ser uma instituição aberta à comunidade, livre e democrática, orientada pela preservação do saber, da cultura e da história do Homem Dados socioeconômicos da região de abrangência da UNICAPITAL A cidade de São Paulo, fundada em 1554, compõe com outros 39 municípios a Região Metropolitana de São Paulo, um aglomerado urbano de milhões de habitantes, o quarto maior do mundo. Com área de 1.522,986 km 2, dividida em 31 Subprefeituras e 96 Distritos Municipais, a cidade conta atualmente com cerca de milhões de habitantes (IBGE, 2010), concentrando mais de 50% da população da Região Metropolitana de São Paulo e pouco mais de 6% da população do Brasil. O Centro Universitário Capital está inserido na Grande São Paulo, a mais densa e importante região metropolitana brasileira, e vem desenvolvendo a educação superior com a oferta de cursos voltados para esta realidade e mantendo parcerias com expressivas organizações econômicas e profissionais e empresas de médio e grande porte para a implementação de estágios curriculares e extracurriculares, desenvolvimento de projetos de iniciação científica e programas de

7 extensão. Os convênios firmados e em execução comprovam e consolidam a inserção regional do Centro Universitário Capital. Na zona leste, mais especificamente nos bairros ao redor do Centro Universitário Capital, a população é de aproximadamente habitantes, considerando estimativas do Censo demográfico de 2010 (IBGE, 2010) que mostram uma população superior a apenas na Mooca, bairro no qual o Centro está inserido. A subprefeitura da Mooca tem um projeto de revitalização cultural e econômica dos bairros da região, por terem sido historicamente habitados por imigrantes que deram início ao processo de industrialização da cidade de São Paulo. Recentemente, o Centro Universitário Capital e os comerciantes da região assinaram um convênio com a subprefeitura para participação em projetos neste sentido. A UNICAPITAL está instalada em imóveis próprios de sua mantenedora, situados na confluência da Avenida Paes de Barros com a Rua Ibipetuba, no Alto da Mooca, região nobre da Zona Leste da Capital, pela sua povoação, comércio e indústria tradicionais. Nas imediações, estão localizados o Clube Juventus, um Distrito Policial, um Hospital Municipal e um Hospital Privado. O bairro se limita com as regiões do Tatuapé e da Vila Prudente, nos quais estão instalados dois Fóruns Regionais do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A região conta com instalações urbanísticas excelentes e sistema viário moderno, o que tem contribuído para o seu desenvolvimento, apesar do contraste que representa uma favela entre a Rua Pacheco Chaves e a Av. Anhaia Mello. Nos últimos anos, têm sido implantados vários

8 empreendimentos imobiliários de alto padrão ao lado das tradicionais e antigas casas térreas Histórico da UNICAPITAL As origens do Centro Universitário Capital remontam ao ano de 1969, com a criação da Instituição Educacional Pais de Barros. Em 1970, o então Conselho Federal de Educação, pelo Parecer CFE 231/70 e Decreto 66479/70, autorizou o funcionamento da Faculdade de Administração Pais de Barros com o primeiro curso de graduação: o curso de Administração, com 100 vagas anuais. Dois anos após, pelo Parecer 121/72 e Decreto 70317/72, foi autorizado o funcionamento do curso de Estatística, instalado na então Faculdade de Administração Pais de Barros e alterada a denominação para Faculdade de Administração e Estatística Pais de Barros. Também em 1972 foram autorizados pelo parecer 1240/72 e Decreto 71606/72 os cursos de Pedagogia, Turismo, Estudos Sociais e Letras da então Faculdade Ideal de Letras e Ciências Humanas mantida pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional e Assistencial Novo São Paulo, mais tarde incorporados pela Instituição Luso-Brasileira de Educação e Cultura (ILBEC). Em 1973 pelo Parecer 385/73 e Decreto 72175/73 foi concedido o reconhecimento do curso de Administração de Empresas da Faculdade de

9 Administração Pais de Barros, mantida pela Instituição Educacional Pais de Barros. Em 1981 pelo Parecer 730/81 de aconteceu à mudança de denominação da Faculdade de Administração e Estatística Pais de Barros para Faculdades Capital de Administração e Estatística. Neste mesmo ano aconteceu a mudança de denominação da mantenedora de Instituição Educacional Pais de Barros para Instituição Luso-Brasileira de Educação e Cultura (ILBEC). Em 1982 alterada a denominação Instituto de Desenvolvimento Educacional e Assistencial Novo São Paulo da Faculdade de Letras e Ciências Humanas para a ILBEC. No ano de 1986, a habilitação de Supervisão Escolar no curso de Pedagogia foi reconhecido pela Portaria nº 567, de 4/8/1986. Em 1990 pelo Processo nº /90-95, a ILBEC protocolizou a sua Carta-consulta para criação da Universidade Capital - UNICAPITAL. Pelo Parecer CFE nº 198/91, de 3/4/91, obteve aprovação da referida Carta-consulta e, pelo Parecer nº 146/92, de 9/3/92, foi aprovado o Projeto de Universidade Capital, de acordo com as normas então vigentes. A execução do Projeto da Universidade Capital foi iniciada com a aprovação, em 31 de janeiro de 1992, pelo Parecer CFE nº 82/92, do Regimento Unificado de Transição das Faculdades Capital. A partir de

10 então a ILBEC iniciou a implantação da estrutura organizacional que seria adotada na implantação da Universidade Capital. Com o fechamento do Conselho Federal de Educação, em 1994, foi interrompido o processo de acompanhamento da Comissão do CFE, mas a ILBEC continuou a execução do Projeto da Universidade Capital. Retomada a tramitação dos processos, em 1996, a ILBEC foi conduzida a reformular o seu projeto de universidade para o de centro universitário, nos termos do Decreto nº 2.207/97 e, em seguida, 2.306/97. Por despacho ministerial de 1º de julho de 1999, o Ministro da Educação homologa o Parecer nº 404/99, da Câmara de Educação Superior, do Conselho Nacional de Educação, favorável ao credenciamento, pelo prazo de três anos, do Centro Universitário Capital, por transformação das Faculdades Capital, com sede na cidade de São Paulo (SP), aprovando, no mesmo ato, seu Estatuto e seu Plano de Desenvolvimento Institucional, conforme consta do Processo n.º / Finalmente, por Decreto de 8 de julho de 1999, o Centro Universitário Capital (UNICAPITAL) foi credenciado, pelo prazo de três anos, e em 02 de setembro de 2004, obteve o recredenciamento pela Portaria nº No final de 2012 o controle societário da UniCapital foi vendido para o Grupo Educacional UNIESP União Nacional das Instituições de Ensino Superior Privadas.

11 2 BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Ao contrário de outros países, a educação técnica e tecnológica no Brasil, nem sempre foi prioridade dentro das grandes políticas educacionais. Contudo as necessidades de qualificação profissional específica e mais rápida para atender as crescentes demandas do mercado de trabalho, fortemente apoiada em um processo de desenvolvimento econômico, coloca a educação técnica e tecnológica como uma importante alternativa de solução. Podemos observar, por exemplo, que em algumas regiões do País onde a utilização de tecnologias é mais intensa, a procura por profissionais com formação tecnológica tem aumentado significativamente. Não podemos deixar de mencionar que além de atender as demandas de mercado e do desenvolvimento econômico, a formação técnica e tecnológica proporciona um importante instrumento de inserção de jovens no mercado de trabalho criando novas perspectivas profissionais e uma possibilidade real de melhoria da qualidade de vida para suas famílias. Em relação especificamente a formação superior tecnológica, os passos dados nestes últimos anos foram enormes e principalmente qualitativos, Dentro da competência do Ministério da Educação, podemos destacar entre outras medidas, a definição das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos

12 superiores de tecnologia, a institucionalização do Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, a participação no Enade Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes buscando criar indicadores de qualidade para os cursos, além dos próprios instrumentos de Avaliação alinhado ao SINAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior. Outras medidas fortalecem esta nova era dos cursos de Formação Tecnológica, por exemplo: a proposta do Projeto de Lei nº 2245 de 2007 ainda em tramitação que regulamenta o exercício da profissão de Tecnólogo, a recente inclusão dos tecnólogos na Classificação Brasileira de Ocupações CBO e a organização de Fóruns de Valorização Profissional bem como a distribuição de Cartilhas divulgando a formação, as competências e habilidades dos tecnólogos, organizadas por entidades da Sociedade Civil. Por fim, completando este grupo de iniciativas já desenvolvidas e particularizando a Formação Tecnológica em Gestão da Qualidade, o CFA - Conselho Federal de Administração aprovou em 2009 o Registro Profissional para os diplomados em curso Superior de Tecnologia. A partir da análise deste cenário e considerando a população da região onde o Centro Universitário Capital UniCapital esta localizado observamos uma quantidade significativa de pessoas que concluíram ou ainda estão cursando o ensino médio tradicional, este fato ocorre até pela falta da proporcionalidade em opções de oferta do ensino médio técnico.

13 Observamos também o ótimo momento de crescimento econômico pelo qual a economia brasileira e paulistana vem atravessando, o que significa um contingente empresarial dos mais variados ramos de atividades, além do setor público ambos expandindo sua capacidade de absorção de mão de obra, porém exigindo destas pessoas um perfil mais técnico e qualificado. Neste contexto a iniciativa do Centro Universitário Capital - UniCapital em oferecer a comunidade o curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade, vem de encontro a estas necessidades específicas do mercado de trabalho da Região Metropolitana de São Paulo, que tem sinalizado por uma expressiva demanda por profissionais qualificados com as competências e habilidades do Tecnólogo em Gestão da Qualidade.

14 3 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO A) nome do curso: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA QUALIDADE B) endereço do curso: Rua Ibipetuba, nº130 Parque da Mooca / SP CEP: C) ato legal de reconhecimento: O curso foi Instituído pela Deliberação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSEPE nº 26/2007 em 14/08/2007. D) modalidade do curso: Presencial Seriado E) número de vagas: São oferecidas 100 vagas totais sendo todas no período noturno. F) turnos de funcionamento: Noturno G) integralização 4 semestres H) Carga horária total do curso horas I) formas de acesso: Segundo Artigos 37 a 39 do Regimento Geral da UNICAPITAL: Art. 37 O ingresso nos cursos de graduação é feito mediante seleção, observado o limite de vagas fixado para o curso.

15 1º O processo seletivo é disciplinado em ato do CONSEPE. Art. 38 O processo de seleção para matrícula em curso de graduação é aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou estudos equivalentes, nos termos da legislação aplicável. Art. 39 O planejamento, a organização e a execução do processo seletivo são realizados por comissão, designada pelo Reitor.

16 4 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), do Centro Universitário Capital -Unicapital, orienta as diretrizes do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade e tem por princípio desenvolver o ensino/aprendizagem dos ingressantes, por meio de metodologias que privilegiem a aplicação prática das teorias, especialmente, a iniciação científica e a extensão. A UNICAPITAL prioriza o ensino de graduação, como atividade principal da Instituição; promove permanente capacitação dos docentes, como condição da melhoria do ensino, através de oferta de cursos, valorização do profissional como agente fundamental no desenvolvimento das ações, que propiciem o alcance dos objetivos da Instituição. Valoriza o corpo discente como polo convergente das atividades Institucionais, reconhecendo no aluno o cliente participante que deve receber serviços com qualidade percebida acima do comum, entre outras Instituições de ensino superior. Podemos citar também como exemplo prático de políticas institucionais, a disponibilização do NAP Núcleo de Atendimento Psicopedagógico aos alunos que apresentem algum problema de aprendizado, as Oficinas de Estudos e os Cursos de Nivelamento, objetivando a recuperação de conteúdos ministrados na educação fundamental e média, como por exemplo, matemática e língua portuguesa, ajudando os discentes no desenvolvimento de outras disciplinas do curso.

17 5 MISSÃO E OS OBJETIVOS DO CURSO MISSÃO DO CURSO Partindo do potencial humano de nossos professores e alunos, contribuiremos, através da troca do conhecimento, para a formação de indivíduos, fundamentada na base cultural ampla, no espírito crítico e na reflexão, construindo habilidades específicas na área da gestão da qualidade aplicáveis ao seu exercício profissional. Assim, nossa missão será ter como referência central o comprometimento ético e moral do curso na edificação de um Centro de excelência através do estímulo as três áreas integradas: o ensino, a iniciação científica e a extensão com ênfase na prestação de serviços a comunidade. OBJETIVOS DO CURSO Os objetivos do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade do Centro Universitário Capital é proporcionar ao Mercado de Trabalho um profissional preparado para atuar nas necessidades específicas desta área corporativa. Para alcançar este objetivo procuramos alinhar a estrutura curricular, a definição do perfil do egresso a que se quer alcançar, o contexto educacional e as necessidades do mercado de forma a capacitar profissionais para atuarem na área da gestão da qualidade de empresas ou organizações.

18 Assim para alcançar este objetivo a estrutura curricular foi elaborada de forma a trabalhar conteúdos curriculares práticos e teóricos como, por exemplo: (1) funcionamento das empresas, organizações e seus mercados, (2) práticas e rotinas internas e externas das empresas e organizações, (3) conhecimento dos sistemas certificáveis, (4) análise, desenvolvimento e implantação de métodos e procedimentos de trabalho, (5) análise das certificações de qualidade, meio ambiente, saúde ocupacional entre outras, (6) treinamento em processos de implantação do programa de qualidade, (7) auditorias e avaliações em sistemas de qualidade.

19 6 - PERFIL DE FORMAÇÃO DO EGRESSO Os egressos do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade do Centro Universitário Capital UniCapital, terão como campo de atuação profissional a área da qualidade nas empresas ou organizações. Com relação as suas competências e habilidades, o egresso terá desenvolvido ao longo do curso a possibilidade de exercer funções com o objetivo de avaliar sistemicamente os procedimentos, práticas e rotinas internas e externas de uma organização, dominando e aplicando as normas e padrões referentes aos sistemas Certificáveis. O egresso do curso estará preparado também para atuar como auditor interno ou em entidades de certificação. Analisar sistemas de trabalho e implantar programas objetivando conseguir determinada certificação. Promover os treinamentos necessários para a capacitação de pessoas nos processos de trabalhos. Além destas competências o egresso será estimulado a desenvolver as habilidades de: comando, liderança, visão sistêmica e estratégica, além da capacidade imprescindível de estar sempre aprendendo a aprender.

20 7 ESQUEMATIZAÇÃO DO PERFIL DE FORMAÇÃO DO ALUNO INGRESSANTE

21 8- ESTRUTURA CURRICULAR A organização do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade do Centro Universitário Capital, esta dividida em três níveis: 1) Estrutura Curricular: O curso é integralizado em 4 (quatro) semestres e possui uma carga horária total de horas, contemplando 41 (quarenta e uma) disciplinas presenciais incluindo 2 (dois) Projetos profissionais e o cumprimento de Atividades Complementares. A cada ano concluído, o aluno aprovado terá direito a uma certificação intermediária, no 1º ano a certificação é Fundamentos da Gestão Empresarial Aplicada a Qualidade, no 2º ano é Desenvolvimento de Sistemas de Gestão Operacional Aplicado a Qualidade; e no final do curso ao Diploma do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Em relação às Atividades Complementares, que são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, são integralizadas pelo aluno no quarto semestre.

22 2) Atividades acadêmicas: Tendo em vista que a Missão Institucional do Centro Universitário Capital é: Ser agente transformador da sociedade pelo desempenho de suas funções básicas: o ensino, a iniciação científica e a extensão, com ênfase na prestação de serviços à comunidade, os alunos do curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade, estarão inseridos nas seguintes Atividades Acadêmicas: Programas de Iniciação Científica como, por exemplo: a participação com a elaboração e publicação de Artigos acadêmicos e práticos com a orientação de professores, para publicação nas Revistas: Pesquisas em Administração, Indexada com o ISSN nº e indexada também pela base latindex, e Cadernos de Introdução à Iniciação Científica indexada com o ISSN nº , Carta de Conjuntura Empresarial indexada com o ISSN nº Participação no GETS Grupo de Estudos do Terceiro Setor. Programas de capacitação profissional e extensão como, por exemplo: Jornadas de Estudos, Palestras, Fórum Interdisciplinar, Cursos internos de capacitação e programas de leituras profissionais obrigatórias; Atividades comunitárias, participação no Projeto ASA Unicapital Ação Social dos Alunos da Unicapital. 3) Infra-Estrutura: O Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade tem a sua disposição para executar plenamente seu Projeto Pedagógico, todas as dependências necessárias do Centro Universitário Capital, destacando entre outras instalações, as salas de aulas, salas de multimídia, laboratórios, biblioteca e auditório.

23 Assim, o objetivo da implantação do Projeto Pedagógico, é capacitar profissionais para atuarem na área da Qualidade de maneira competente, pró-ativa e ética. A partir do 2º semestre de 2012 em atendimento a Resolução 1 de 30/05/2012 do Conselho Nacional de Educação, a Disciplina de Estudos Introdutórios de Gestão de Pessoas tratará em seu conteúdo curricular da Educação em Direitos Humanos.

24 9- GRADES DE DISCIPLINAS SEM DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA HORA/RELÓGIO 1º TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO E DAS ORGANIZAÇÕES I 30 1º CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA I 30 1º ECONOMIA I 30 1º ESTUDOS INTRODUTÓRIOS DE GESTÃO DE PESSOAS I 30 1º DIREITO EMPRESARIAL I 30 1º ESTUDOS ESTATÍSTICOS I 30 1º MATEMÁTICA I 60 1º COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO I 30 1º METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA I 30 1º ORIENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DO PROJETO PROFISSIONAL I 100 1º TOTAL SEMESTRE 400 SEM DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA HORA/RELÓGIO 2º TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO E DAS ORGANIZAÇÕES II 30 2º CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA II 30 2º ECONOMIA II 30 2º ESTUDOS INTRODUTÓRIOS DE GESTÃO DE PESSOAS II 30 2º DIREITO EMPRESARIAL II 30 2º ESTUDOS ESTATÍSTICOS II 30 2º MATEMÁTICA II 60 2º COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO II 30 2º METODOLOGIA DE PESQUISA CIENTÍFICA II 30 2º ORIENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DO PROJETO PROFISSIONAL II 100 2º TOTAL SEMESTRE 400 Certificação Intermediária: Fundamentos da Gestão Empresarial Aplicada a Qualidade

25 9- GRADES DE DISCIPLINAS SEM DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA HORA/RELÓGIO 3º GESTÃO AMBIENTAL, RESPONSABILIDADE SOCIAL E GOVERNANÇA 30 CORPORATIVA I 3º ORGANIZAÇÃO SISTEMAS E MÉTODOS I 30 3º ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO I 30 3º ESTUDOS AVANÇADOS DA GESTÃO DA QUALIDADE APLICADOS AO 30 PROJETO PROFISSIONAL I 3º SISTEMAS GERAIS DE CERTIFICAÇÕES - NORMATIZAÇÃO E 60 PROCEDIMENTOS I 3º AUDITORIA EM SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE I 30 3º GESTÃO E CONTROLE DA QUALIDADE I 30 3º SISTEMAS DE AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DA QUALIDADE I 30 3º PLANEJAMENTO E TREINAMENTO DOS PROCESSOS GERENCIAIS DA 30 QUALIDADE I 3º ORIENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DO PROJETO PROFISSIONAL III 100 3º TOTAL SEMESTRE 400 SEM DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA HORA/RELÓGIO 4º GESTÃO AMBIENTAL, RESPONSABILIDADE SOCIAL E GOVERNANÇA 30 CORPORATIVA II 4º ORGANIZAÇÃO SISTEMAS E MÉTODOS II 30 4º ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO II 30 4º ESTUDOS AVANÇADOS DA GESTÃO DA QUALIDADE APLICADOS AO 30 PROJETO PROFISSIONAL II 4º SISTEMAS GERAIS DE CERTIFICAÇÕES - NORMATIZAÇÃO E 60 PROCEDIMENTOS II 4º AUDITORIA EM SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE II 30 4º GESTÃO E CONTROLE DA QUALIDADE II 30 4º SISTEMAS DE AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DA QUALIDADE II 30 4º PLANEJAMENTO E TREINAMENTO DOS PROCESSOS GERENCIAIS DA 30 QUALIDADE II 4º ORIENTAÇÃO E ELABORAÇÃO DO PROJETO PROFISSIONAL IV 100 4º LIBRAS 30 4º ATIVIDADES COMPLEMENTARES 100 4º TOTAL SEMESTRE 530 Certificação Intermediária: Desenvolvimento de Sistemas de Gestão Operacional Aplicado a Qualidade TOTAL DA CARGA HORÁRIA DO CURSO 1730

26 10- COTEÚDOS CURRICULARES DISCIPLINA: TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO E DAS ORGANIZAÇÕES I SÉRIE: 1º SEMESTRE CARGA HORÁRIA: 36/horas aula - 30/horas ANO: 2012 EMENTA A Teoria da Administração permite ao aluno tomar contato com as diferentes e complexas teorias, suas características, possibilidades de aplicação, aspectos positivos e pontos fracos e seus principais expoentes. É uma disciplina eminentemente orientadora do comportamento do profissional de administração. OBJETIVOS DA DISCIPLINA A disciplina tem por objetivo geral desenvolver no aluno a capacidade de atuação nos pr ocessos administrativos. Como objetivos específicos procura-se dotar o aluno de conceitos, técnicas e habilidades humanas para que possa melhor pensar e aprimorar seu desempenho profissional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇAO E ORGANIZAÇÃO 1.1. Introdução- Organização e Administração 1.2.Definição e visão geral do papel da administração; 1.3. Abordagem sobre a Administração e suas perspectivas; 1.4. Antecedentes históricos da Administração; 2. ABORDAGEM CIENTÍFICA / CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO A Administração Científica de Taylor; 2.2. Gilberth,Gantt e Emerson; 2.3. A abordagem Anatômica de Fayol; 2.4. O Fordismo e outras técnicas. 3. ABORDAGEM HUMANÍSTICA DA ADMINISTRAÇÃO 3.1. Teoria das Relações Humanas da Administração 3.2. Mary P Follett ; 3.3. A experiência de Hawthorne (Elton Mayo); 3.4. Decorrências da teoria das Relações Humanas:. influência da motivação humana;. liderança;. comunicações;. dinâmica de grupo; METODOLOGIA Aulas expositivas, estudo e discussão de casos, seminários relâmpagos, exercícios e trabalhos em classe e domiciliar. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Provas, atividades e trabalhos individuais e em grupo, provas regimentais e exame final. BIBLIOGRAFIA 1-BÁSICA 1. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 6. ed. São Paulo: Makron Books, MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria Geral da Administração. 3. 3d. São Paulo: Atlas, SILVA, Reinaldo Oliveira. Teorias da Administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, COMPLEMENTAR 1. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Introdução à Administração. 4. ed. São Paulo: Atlas, MONTANA, Patrick J. Administração. 2. ed. São Paulo: Saraiva, WOOD JÚNIOR, Thomaz. Gurus, Curandeiros e Modismos Gerenciais. 2 ed.são Paulo: Atlas, CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, MINARELLI, José A. Empregabilidade. São Paulo, SP: Gente, 1999.

27 DISCIPLINA: TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO E DAS ORGANIZAÇÕES II SÉRIE: 2º SEMESTRE CARGA HORÁRIA: 36/horas aula - 30/horas ANO: 2012 EMENTA A Teoria da Administração permite ao aluno tomar contato com as diferentes e complexas teorias, suas características, possibilidades de aplicação, aspectos positivos e pontos fracos e seus principais expoentes. É uma disciplina eminentemente orientadora do comportamento do profissional de administração. OBJETIVOS DA DISCIPLINA A disciplina tem por objetivo geral desenvolver no aluno a capacidade de atuação nos processos administrativos. Como objetivos específicos procura-se dotar o aluno de conceitos, técnicas e habilidades humanas para que possa melhor pensar e aprimorar seu desempenho profissional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 2º SEM 1. ABORDAGEM BUROCRÁTICA DA ADMINISTRAÇÃO -M. WEBER 1.1. Modelo burocrático de organização; 1.2. Crítica a teoria Burocrática. 2. ABORDAGEM NEOCLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO. 2.1.Administração por objetivos (APO). origem da administração por objetivo;. características e ciclos da APO;. modelo de planejamento empresarial; 2.2. Teoria Neoclássica da Administração; 3. ABORDAGEM ESTRUTURALISTA DA ADMINISTRAÇÃO A Teoria Estruturalista 3.2. Tipologia de ETZIONI 3.3. Tipologia de BLAU E SCOTT 3.4. Conflitos Organizacionais 3.5. Sátiras à Organização 3.6. Maquiavelismo nas Organizações. 4. A TEORIA COMPORTAMENTAL Origem da Teoria Comportamental; 4.2. A Hierarquia das Necessidades de Maslow; 4.3. Teoria dos dois Fatores de Herzberg; 4.4. Teoria X e Teoria Y de McGregor; 4.5. Sistemas de Administração de Likert; 4.6. Teoria das Decisões de H Simon. METODOLOGIA Aulas expositivas, estudo e discussão de casos, seminários relâmpagos, exercícios e trabalhos em classe e domiciliar. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Provas, atividades e trabalhos individuais e em grupo, provas regim entais e exame final. BIBLIOGRAFIA 1-BÁSICA 1. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 6. ed. São Paulo: Makron Books, MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria Geral da Administração. 3. 3d. São Paulo: Atlas, SILVA, Reinaldo Oliveira. Teorias da Administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, COMPLEMENTAR 1. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Introdução à Administração. 4. ed. São Paulo: Atlas, MONTANA, Patrick J. Administração. 2. ed. São Paulo: Saraiva, WOOD JÚNIOR, Thomaz. Gurus, Curandeiros e Modismos Gerenciais. 2 ed.são Paulo: Atlas, CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, MINARELLI, José A. Empregabilidade. São Paulo, SP: Gente, 1999.

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