Guia de Livros Didáticos PNLD 2010

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Guia de Livros Didáticos PNLD 2010"

Transcrição

1 Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Guia de Livros Didáticos PNLD 2010 l e t r a m e n t o e A l f a b e t i z a ç ã o língua portuguesa Séries/Anos Iniciais do Ensino Fundamental

2 Presidência da República Ministério da Educação Secretaria Executiva Secretaria de Educação Básica

3 Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Guia de Livros Didáticos PNLD 2010 l e t r a m e n t o e A l f a b e t i z a ç ã o língua portuguesa Brasília 2009 Séries/Anos Iniciais do Ensino Fundamental

4 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Básica SEB Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação Básica Coordenação-Geral de Materiais Didáticos Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE Diretoria de Ações Educacionais Coordenação-Geral dos Programas do Livro Equipe Técnico-pedagógica da SEB Andréa Kluge Pereira Cecília Correia Lima Elizangela Carvalho dos Santos Jane Cristina da Silva José Ricardo Albernás Lima Lucineide Bezerra Dantas Lunalva da Conceição Gomes Maria Marismene Gonzaga Equipe de Informática Andréa Cristina de Souza Brandão Leandro Pereira de Oliveira Paulo Roberto Gonçalves da Cunha Equipe do FNDE Sonia Schwartz Edson Maruno Auseni Peres França Millions Rosália de Castro Sousa Projeto gráfico e diagramação Erika A. Yoda Nakasu Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Centro de Informação e Biblioteca em Educação (CIBEC) Guia de livros didáticos: PNLD 2010 : Letramento e Alfabetização/Língua Portuguesa. Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, p. 1. Livros didáticos. 2. Língua Portuguesa. I. Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. II. Título CDU

5 Equipe de avaliação Letramento e Alfabetização Comissão Técnica PNLD Egon de Oliveira Rangel Coordenação Institucional Francisca Izabel Pereira Maciel Coordenação Geral de Área Ceris Salete Ribas da Silva Coordenação Adjunta Cecília Maria Aldigueri Goulart Eliana Baorges Correia de Albuquerque Maria Lúcia Castanheira Assessoria Ana Carolina Perrusi Alves Brandão Andréa Tereza Brito Ferreira Artur Gomes de Morais Edith Ione dos Santos Frigotto Else Martins dos Santos Helenice Aparecida Bastos Rocha Isabel Cristina Alves da Silva Frade Margareth Silva Mattos Maria das Graças de Castro Bregunci Patrícia Corsino Sara Monteiro Mourão Telma Ferraz Leal Redatores Else Martins dos Santos Maria das Graças de Castro Bregunci Maria Aparecida Araújo Maria Zélia Versiani Machado Martha Lourenço Vieira

6 Leitura crítica das resenhas Adriana Mota Ivo Martins Áurea Rocha Juliana Cunha de Carvalho Juliana Rezende Moscatelli Marcelino Cástulo Martins Mariúccia Pisani dos Santos Sandra Aparecida Colares Revisores Hércules Tolêdo Corrêa Vanir Consuelo Guimarães Revisão especial Giane Maria da Silva Revisão ortográfica das obras aprovadas Flávia Ferreira de Almeida Heloísa Rocha de Alkimim Hércules Tolêdo Corrêa Lúcia Helena Junqueira Maciel Bizotto Maria Aparecida da Mata Maria Flor de Maio Barbosa Benfica Neiva Costa Tonelli Vanir Consuelo Guimarães Equipe de Avaliação Adriane Gomes Farah Alexsandro da Silva Alice de La Roque Romeiro Ana Catarina dos Santos Pereira Cabral Ana Cláudia Ribeiro Tavares Ana Gabriela de Souza Seal Andréa Vilela Gouvêa Quadra Angela Meyer Borba Angela Vidal Gonçalves Catherine Monique de Souza Hermont

7 Cláudia Cristina Andrade Clenice Griffo Fátima Soares da Silva Flávia Helena Pontes Carneiro Kátia Leal Reis de Melo Kelly Cristina Nogueira Souto Leila Nascimento da Silva Letícia Maria Machado Coutada Luciana Prazeres Silva Ludmila Thomé de Andrade Magna do Carmo Silva Cruz Margareth Brainer de Queiroz Maria Cristina Corais Maria de Fátima Cardoso Gomes Maria Elisa de Araújo Grossi Maria Emília Lins e Silva Marina Mello Bittencourt Martha Lourenço Vieira Mauricéia Vieira de Paula Vieira Neiva Costa Tonelli Tânia Maria Soares Bezerra Rios Leite Língua Portuguesa Comissão Técnica PNLD Egon de Oliveira Rangel Coordenação Institucional Francisca Izabel Pereira Maciel Coordenação de Área Maria da Graça Ferreira da Costa Val Coordenação Adjunta Ana Maria de Carvalho Luz Delaine Cafiero Bicalho Elizabeth Marcuschi

8 Marcos Araújo Bagno Roxane Helena Rodrigues Rojo Assessoria Ana Maria Costa de Araújo Lima Anna Christina Bentes da Silva Aurelina Ariadne Domingues Almeida Carla Viana Coscarelli Clécio dos Santos Bunzen Júnior Edleise Mendes de Oliveira Santos Evangelina Maria Brito de Faria Fernanda Moreno Cardoso Janice Helena Silva de Resende Chaves Marinho Juliana Soledade Barbosa Coelho Lúcia Fernanda Pinheiro Barros Luciana Mariz Lucília Helena do Carmo Garcez Márcia Rodrigues de Souza Mendonça Maria Auxiliadora Bezerra Maria Lúcia Souza Castro Maria Luiza Sales Monteiro Coroa Paulo Eduardo Mendes da Silva Vilma Reche Corrêa Redação e revisão Lúcia Fernanda Pinheiro Barros Luciana Mariz Ludmila Scarano Coimbra Revisão especial Giane Maria da Silva Revisão ortográfica das obras aprovadas Flávia Ferreira de Almeida Heloísa Rocha de Alkimim Hércules Tolêdo Corrêa Lúcia Helena Junqueira Maciel Bizotto

9 Maria Aparecida da Mata Maria Flor de Maio Barbosa Benfica Neiva Costa Tonelli Vanir Consuelo Guimarães Leitura crítica das resenhas Adriana Mota Ivo Martins Áurea Rocha Juliana Cunha de Carvalho Juliana Rezende Moscatelli Marcelino Cástulo Martins Mariúccia Pisani dos Santos Sandra Aparecida Colares Avaliadores Alice Horikawa André Lúcio Bento Camila Sequetto Pereira Cláudia Fernandes Brasileiro Cláudia Hilsdorf Rocha Cláudia Mara de Sousa Claudiomiro Vieira da Silva Cristiane de Cássia Monteiro Cristina dos Santos Carvalho Cristina Teixeira Vieira de Melo Elisângela Santana dos Santos Eloísa Helena Rodrigues Guimarães Francisco Eduardo Vieira da Silva Isaltina Maria de Azevedo Mello Gomes Jan Edson Rodrigues Leite Joseane Terto de Souza Lícia Maria Freire Beltrão Lílian Barbosa dos Santos Lúcia Helena Junqueira Maciel Bizotto Ludmila Scarano Coimbra Márcio Ricardo Coelho Muniz Maria Angélica Lauretti

10 Maria Aparecida da Mata Maria Augusta Gonçalves de Macedo Reinaldo Maria Flor de Maio Barbosa Benfica Maria Irandé Costa Morais Antunes Maria Zélia Versiani Machado Marianne Carvalho Bezerra Cavalcante Neide Aparecida Almeida Orlene Lúcia de Sabóia Carvalho Patrícia Vieira Nunes Gomes Paula Maria Cobucci Ribeiro Dias Regina Maria Furquim Freire da Silva Risonete Batista de Souza Sandra Helena Dias de Melo Sinéia Maia Teles Silveira Suréia Spinola Barigchum Tânia Conceição Freire Lobo Tatiana Simões e Luna Tayana de Alencar Tormena Vanir Consuelo Guimarães Viviane Cristina Viera Sebba Ramalho

11 s u m á r i o Letramento e Alfabetização O ensino fundamental de nove anos e o ciclo de alfabetização inicial Para um melhor uso deste Guia Critérios de avaliação para as coleções de alfabetização Resenhas A Aventura da Linguagem A Escola é Nossa - Letramento e Alfabetização Linguística A Grande Aventura Alfaletra - Letramento e Alfabetização Linguística Aprendendo Sempre - Letramento e Alfabetização Linguística Construindo a Escrita - Letramento e Alfabetização Linguística Hoje é Dia de Português Leitura Expressão Participação - Letramento e Alfabetização Linguística L.E.R. - Leitura, Escrita e Reflexão Projeto Prosa - Letramento e Alfabetização Linguística Língua e Linguagem - Letramento e Alfabetização Linguística Linhas & Entrelinhas... 97

12 Vivenciando a Linguagem Novo Bem-Me-Quer - Letramento e Alfabetização Linguistica Pensar e Viver - Letramento e Alfabetização Linguística Porta Aberta - Letramento e Alfabetização Linguística Português: Linguagens - Alfabetização Letramento Conhecer e Crescer - Letramento e Alfabetização Linguística Infância Feliz - Letramento e Alfabetização Linguística Anexos

13 LÍNGUA PORTUGUESA O ensino fundamental de nove anos e o ciclo de alfbetização incial Para um melhor uso deste Guia Resenhas A Aventura a Linguagem A Escola é Nossa Língua Portuguesa A Grande Aventura Com Atualizações Aprendendo Sempre Língua Portuguesa Aprender Juntos Português Asas para Voar Língua Portuguesa Caminho entre Textos Caracol Língua Portuguesa De Olho no Futuro Língua Portuguesa edição renovada Hoje é Dia de Português L.E.R Leitura, Escrita e Reflexão com atualizações Tempo de Aprender Língua Portuguesa Projeto Prosa Língua Portuguesa Coleção Linhas & Entrelinhas Língua Portuguesa Pensar e Viver Língua Portuguesa Português Uma Proposta para o Letramento Português: Linguagens

14 Projeto Buriti Português Projeto Conviver Língua Portuguesa Projeto Pitanguá Português Registrando Descobertas Língua Portuguesa com atualizações Aroeira Língua Portuguesa Conhecer e Crescer Língua Portuguesa Infância Feliz Língua Portuguesa Anexos

15 Letramento e Alfabetização

16

17 O ensino fundamental de nove anos e o ciclo de alfabetização inicial A escolha das coleções de Alfabetização que nossas escolas públicas utilizarão em 2010 se dá num momento final do processo de ampliação do ensino fundamental para nove anos em todo o País, em decorrência da Lei , de 06/02/2006. Tendo em vista a implantação progressiva desse novo ensino fundamental, o Ministério da Educação (MEC) desenvolveu, entre 2004 e 2006, o Programa de Ampliação do Ensino Fundamental para Nove Anos, inaugurado por um Encontro Nacional de que participaram Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, além de entidades como a Rede Nacional de Formação de Professores e diferentes órgãos e secretarias do próprio MEC. Nesse contexto, em parceria com as Secretarias de Estado da Educação, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME) e o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (CONSED), o MEC promoveu encontros e seminários regionais de discussão dos documentos oficiais e dos temas centrais diretamente relacionados a essa iniciativa, com o objetivo de coordenar e subsidiar o processo. Parte significativa desse esforço conjunto vem registrada em dois documentos Ensino fundamental de nove anos: orientações gerais e Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade que discutem a reorganização desse nível de ensino, em termos legais, administrativos, curriculares e pedagógicos. Esses mesmos documentos estão na base destas considerações iniciais e, portanto, também das modificações introduzidas no PNLD. Além de ampliar em um ano o período da escolarização obrigatória, o novo ensino fundamental passa a receber, no seu primeiro ano, crianças de seis anos, boa parte delas sem qualquer vivência escolar anterior. Com isso, introduzem-se, no panorama desse período, necessidades e objetivos antes restritos à educação infantil, ao mesmo tempo em que se ampliam e se diversificam as possibilidades de planejamento do processo de escolarização do aprendiz 1. Assim, manifesta-se, na escola, uma demanda de grande potencial renovador: reorganizar a vida escolar prevista para o aluno do ensino fundamental de forma a acolhê-lo ainda como criança; mas colaborar de forma significativa, ao longo de nove anos, para a sua formação como jovem cidadão. Nessa trajetória, os cinco anos iniciais, (assim denominados oficialmente pela Resolução nº 3, do Conselho Nacional de Educação, de 3 de agosto de 2005) são decisivos: entre outros compromissos, o ensino fundamental deverá criar, nesse período, as condições básicas necessárias não só à permanência da criança na escola, mas à sua progressão nos estudos. Caberá a esses primeiros anos: Ver, a respeito, o documento: Brasil. Mec. Seb. Ampliação do ensino fundamental para nove anos; terceiro relatório do Programa. Brasília: MEC; SEB

18 16 inserir a criança como sujeito pleno no universo escolar e, portanto, levá-la a compreender o funcionamento particular da escola, num processo que não poderá desconhecer nem a singularidade da infância, nem a lógica que organiza o seu convívio social imediato; garantir o seu acesso qualificado ao mundo da escrita e à cultura letrada em que vivemos, sem, no entanto, desconsiderar sua cultura de origem; desenvolver na criança a autonomia progressiva nos estudos. Nesse contexto, o letramento e a alfabetização linguística, de um lado, e a alfabetização matemática, de outro, têm se revelado como demandas nucleares, o que lhes tem conferido o papel de eixos orientadores, tanto das reorganizações curriculares para o primeiro segmento, quanto da formação docente continuada 2, ou mesmo de avaliações oficiais de rendimento, como a Provinha Brasil. Assim, o ensino-aprendizagem de cada um dos componentes curriculares vem sendo abordado, nas orientações oficiais, do ponto de vista de sua contribuição para a consecução do objetivo central de inserir a criança, da forma mais qualificada possível, na cultura da escrita e na organização escolar, garantindo sua plena alfabetização, tanto linguística quanto matemática, nos dois ou três primeiros anos. Em consequência, duas etapas básicas ainda que a duração de cada uma delas varie bastante, entre estados e municípios 3 vêm-se desenhando, na reorganização do primeiro segmento do ensino fundamental do País. Na primeira delas, o que está em jogo é o contato sistemático, a convivência e a familiarização da criança com objetos típicos da cultura letrada, ou seja, o seu (re)conhecimento das funções sociais, tanto da escrita quanto da linguagem matemática; das letras, da série alfabética e do sistema da escrita; dos algarismos e da notação matemática etc. Para atender à especificidade dessa primeira etapa, o PNLD passa a oferecer, para os dois primeiros anos de escolarização: coleções de Alfabetização para uso individual do aluno; acervos diversificados de materiais complementares a esse processo de alfabetização inicial, com temas relativos a todas as disciplinas. 2. Ver, a respeito, artigo publicado em: Brasil. Ministério da Educação. Ensino fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília: FNDE, Estação Gráfica, (pp ) 3. Ver, a respeito, o documento: Brasil. Mec. Seb. Ampliação do ensino fundamental para nove anos; terceiro relatório do Programa. Brasília: MEC; SEB

19 Convém lembrar, ainda, que, desde o PNLD 2006, as salas de aula de escolas públicas contam com acervos de dicionários de três tipos diferentes, sendo que os de Tipo 1, assim como os de Tipo 2 que se encontram no Acervo A, foram pensados exatamente para os alunos dos dois ou três primeiros anos. Esses acervos também contam com um manual para o professor Dicionários em sala de aula, disponível em versão eletrônica no seguinte endereço: Somam-se a esses recursos os jogos e outros materiais didáticos específicos para crianças de 6 a 7 anos, enviados às escolas entre 2006 e O que compõe um conjunto pertinente e diversificado de recursos voltados para o trabalho pedagógico com esses anos iniciais da escolarização. Além disso, os livros distribuídos pelo PNBE para as salas de leitura e para as bibliotecas de todas as nossas escolas constituem um excelente instrumento complementar para o ensinoaprendizagem da leitura e para a ampliação e o aprofundamento do letramento do aluno. No uso, em sala de aula, das coleções em que a resenha chama a atenção do professor para a necessidade de recorrer a outros textos e/ou ao uso dos dicionários, esses acervos são especialmente indicados. Já na segunda etapa que, no âmbito do PNLD, estende-se do terceiro ao quinto anos trata-se de levar o aluno à consolidação desse duplo processo de letramento e de alfabetização. Do ponto de vista dos eixos orientadores do processo de reorganização do ensino fundamental, esses três anos têm sido entendidos como o período de consolidação do processo de alfabetização linguística e matemática da criança. Por outro lado, também vêm se caracterizando como o período em que se configura claramente a sistematização do processo de ensino-aprendizagem nas diferentes disciplinas curriculares. Voltados para esses anos finais do primeiro segmento, os livros de Língua Portuguesa vêm resenhados no segundo bloco deste. 17 Para um melhor uso deste Guia é importante entender como e por que as coleções aqui resenhadas foram aprovadas pelo processo avaliatório do MEC. Com esse objetivo, explicitamos, a seguir, os princípios e os critérios segundo os quais os livros didáticos de Alfabetização destinados aos dois primeiros anos do primeiro segmento do ensino fundamental foram analisados e avaliados pela equipe responsável, no contexto do PNLD/2010. De princípios bastante gerais, diretamente relacionados aos objetivos oficialmente estabelecidos para o ensino de Língua Portuguesa no ensino fundamental, decorrem todos os critérios referentes ao letramento e à alfabetização iniciais, nos quatro grandes eixos envolvidos nesse processo leitura, produção de textos, linguagem oral e aquisição do sistema da escrita.

20 Da aplicação desses princípios e critérios à análise das obras inscritas no PNLD/2010 resultaram, de um lado, a exclusão das coleções que ou contrariavam ou não atendiam satisfatoriamente a esses parâmetros; e, de outro lado, a aprovação das demais, descritas nas resenhas de acordo com os seus diferentes níveis e formas de adesão a esses mesmos princípios e critérios. 18 Princípios gerais: objetivos do ensino de Língua Portuguesa Os objetivos centrais do ensino de Língua Portuguesa, ao longo de todo o ensino fundamental, devem ser: a inserção e a convivência da criança com o mundo da escrita, ampliando-se, diversificando-se e desenvolvendo-se progressivamente o seu letramento; o domínio, já nos dois ou três primeiros anos, da escrita alfabética; o processo de apropriação e de desenvolvimento, pelo aluno, das modalidades escrita e oral da língua (especialmente das formas da linguagem oral que circulam em espaços públicos e formais de comunicação), em situações o mais complexas e variadas possível; a fruição estética e a apreciação crítica da produção literária associada à Língua Portuguesa, em especial a da literatura brasileira; o desenvolvimento de atitudes e capacidades envolvidas na compreensão da variação linguística e no convívio com a diversidade dialetal, de forma a evitar o preconceito e a valorizar as diferentes possibilidades de expressão linguística; o domínio das variedades urbanas de prestígio 4, especialmente em sua modalidade escrita monitorada, mas também nas situações orais públicas formais em que seu uso é socialmente requerido; a prática de análise e de reflexão sobre a língua e a linguagem, na medida em que se fizer necessária ao desenvolvimento da linguagem oral e escrita, em compreensão e produção de textos. Assim, as práticas de uso da linguagem, isto é, as atividades de leitura e compreensão de textos, de produção escrita e de produção e compreensão oral, em situações contextualizadas de uso, devem ser prioritárias nas propostas dos livros didáticos. As práticas de reflexão sobre a língua e a linguagem, assim como a construção correlata de conhecimentos linguísticos e a 4. Em substituição à expressão norma culta, normas urbanas de prestígio é um termo técnico recente, introduzido para designar os falares urbanos que, numa comunidade lingüística como a dos falantes de português do Brasil, desfrutam de maior prestígio, social e cultural e, por isso mesmo, estão mais associados à escrita, à tradição literária, ao uso público e formal da fala e a instituições como o Estado, a Escola, as Igrejas e a Imprensa.

21 descrição gramatical, na medida em que se façam necessárias e significativas para a (re)construção dos sentidos dos textos, devem se exercer sobre os textos e discursos. Critérios de avaliação para as coleções de alfabetização Critérios Gerais Por dizerem respeito a aspectos didático-pedagógicos de caráter geral e de, respeitadas as particularidades, serem comuns a todas as disciplinas, os cinco primeiros critérios de avaliação dos livros de Alfabetização constituem requisitos indispensáveis. 1. Coerência e adequação metodológicas Uma vez que a natureza dos conteúdos curriculares dos primeiros cinco anos do ensino fundamental implica compromissos inescapáveis com o uso pertinente e adequado da língua falada e escrita, a pertinência e a coerência didático-metodológicas são condições decisivas para a eficácia da proposta pedagógica e a adequação das atividades de uma coleção de Alfabetização. Ler, escrever, falar e ouvir com compreensão a linguagem usada de acordo com as regras e necessidades socialmente estabelecidas, na diversidade das situações comunicativas, requer a articulação de uma série de capacidades básicas de natureza discursiva, textual e gramatical que, não podendo ser aprendidas apenas espontaneamente, precisam ser ensinadas. Por outro lado, atividades de leitura e produção de textos escritos, bem como de compreensão e produção de textos orais, quando mal conduzidas, tanto comprometem o desenvolvimento de estratégias, capacidades e competências fundamentais quanto favorecem a aquisição de procedimentos ineficazes ou prejudiciais. Nesse sentido, seja qual for sua opção didático-metodológica, uma coleção voltada para o letramento e a alfabetização iniciais não pode deixar de atender a alguns requisitos teóricometodológicos essenciais: explicitar clara e corretamente as concepções de língua/linguagem e de ensino-aprendizagem com que trabalha, assim como os princípios teórico-metodológicos assumidos e os objetivos de sua proposta didático-pedagógica; ser coerente com os princípios e objetivos dessa proposta, respeitando os preceitos que lhe dão identidade e que permitem não só identificá-la, mas também compreender seu alcance e utilizá-la de forma adequada; 19

22 20 descrever com precisão e funcionalidade, do ponto de vista dos usuários visados, a organização geral da proposta; na medida em que os eixos do ensino-aprendizagem do letramento e da alfabetização iniciais demandam, por sua natureza diversa, tratamentos didáticos específicos, a coleção deverá justificar a escolha de seus modelos didático-metodológicos, indicando claramente a articulação entre eles; desenvolver, em ambos os volumes, as capacidades inerentes à leitura e à produção de textos escritos e à compreensão e produção de textos orais, bem como à reflexão sobre a língua e a linguagem. Por outro lado, como o ensino-aprendizagem de capacidades de natureza discursiva, textual e gramatical realiza-se no contexto interativo professor-aluno e requer do professor, entre muitas outras atribuições, o exercício da função de mediador da aprendizagem, as coleções didáticas destinadas a esse nível de ensino-aprendizagem devem pautar-se por diretrizes metodológicas compatíveis com essas funções docentes. Tendo em vista esse primeiro conjunto de requisitos, é fundamental, para garantir a coerência e a adequação metodológicas, que as coleções: selecionem e articulem os conteúdos de forma a garantir a progressão do ensinoaprendizagem; solicitem do aluno o uso das funções cognitivas requeridas para a elaboração de novos objetos de conhecimento, respeitando a progressão necessária a essa elaboração; ofereçam suporte para o exercício de operações cognitivas de nível superior (análise, síntese, resolução de problemas); favoreçam a integração e a interpretação dos novos conhecimentos no conjunto sistematizado de saberes; orientem os professores no que diz respeito à identificação e à avaliação dos conhecimentos adquiridos pelo aluno. Finalmente, considerando-se a organização geral do ensino fundamental de nove anos, cabe à escola garantir ao aluno, ao longo dos dois primeiros anos, o grau de letramento e de domínio da escrita alfabética necessários ao seu prosseguimento nos estudos e à sua inserção, gradual mas efetiva, no mundo da escrita. Por essa razão, as coleções destinadas aos dois primeiros anos devem apresentar propostas e atividades capazes de propiciar ao ensino-aprendizagem escolar:

23 a organização de práticas pertinentes e adequadas de letramento, que levem o aluno a conviver com diferentes funções da escrita e a reconhecer e assimilar características, instrumentos e recursos próprios da cultura da escrita; a compreensão dos princípios que regulam a escrita alfabética, por meio de atividades de análise e reflexão sobre as propriedades sonoras da fala e sua relação com os recursos gráficos da escrita; o desenvolvimento da fluência na leitura e na escrita. Dessa forma, letramento, alfabetização e desenvolvimento da proficiência oral e escrita, assim como a reflexão, a análise e a construção de conhecimentos linguísticos básicos decorrentes, devem articular-se e distribuir-se, ao longo dos dois volumes/anos, de forma a constituirse numa única proposta pedagógica. 2. Respeito às especificidades do Manual do Professor Co-responsável pela coerência e pela adequação metodológicas, o Manual ou Livro do Professor deve constituir-se como um instrumento capaz de subsidiar adequadamente o uso da coleção de Alfabetização pelo professor, tanto no trabalho de sala de aula quanto na orientação para o estudo autônomo por parte do aluno. Não pode, portanto, ser meramente uma cópia do livro do aluno, com as respostas preenchidas. Deve, antes: explicitar com clareza e correção os pressupostos teóricos e metodológicos a partir dos quais a proposta didático-pedagógica foi elaborada; descrever com precisão e funcionalidade a organização dos livros, inclusive no que diz respeito aos objetivos a serem atingidos nas atividades propostas e aos encaminhamentos necessários; apresentar subsídios para a avaliação dos resultados de ensino, assim como para a ampliação e adaptação das propostas que figuram no(s) livro(s); propor formas de articulação entre as propostas e atividades dos livros de Alfabetização e os demais materiais didáticos distribuídos por programas oficiais, como o PNLD Dicionários e o PNBE; fornecer subsídios para a atualização e formação do professor, tais como bibliografias básicas, sugestões de leitura suplementar, sugestões de integração com outras disciplinas ou de exploração de temas transversais, dentre outros. 21

24 22 3. Adequação da estrutura editorial e dos aspectos gráfico-editoriais Para viabilizar-se como tal, a proposta pedagógica de uma coleção de Alfabetização deve traduzir-se num projeto editorial e gráfico correspondente. Nesse sentido, alguns requisitos básicos são decisivos para sua eficácia como material didático: um projeto editorial que reflita adequadamente a organização geral da obra, inclusive no que diz respeito à funcionalidade do sumário, da intitulação e dos recursos utilizados para evidenciar a delimitação de seções; uma edição de texto que assegure a legibilidade linguística de textos e atividades; um projeto visual em que as imagens se justifiquem pelas contribuições que possam trazer à compreensão de textos e atividades e venham distribuídas equilibradamente na página; uma mancha gráfica proporcional ao tamanho da página, com tipologia e tamanho de letra, assim como espaço entre linhas, letras e palavras, adequados para o aluno dos dois anos em jogo; um texto sem erros de revisão que prejudiquem a compreensão do aluno; uma impressão nítida e isenta de defeitos que comprometam a legibilidade gráfica; a exploração de diferentes tipos de letras (cursiva, script etc.); o recurso a ilustrações que aproximem o aluno do material impresso e motivem a leitura. 4. Correção dos conceitos e informações básicos De forma articulada ao desenvolvimento das práticas de linguagem já referidas, é necessário recorrer a informações e conceitos, capazes tanto de desenvolver as capacidades necessárias à proficiência escrita e oral quanto de conduzir o aluno a refletir sobre fatos de linguagem. Para que cumpra com eficácia ambos os propósitos, é indispensável que a coleção esteja isenta de erros e/ou de formulações que induzam a erros. Além disso, é importante que os livros apresentem conceitos, informações e procedimentos de uma forma estreitamente articulada ao processo de desenvolvimento das capacidades exigidas na aquisição do sistema da escrita, na leitura compreensiva, na produção de textos e no exercício da oralidade. 5. Observância de preceitos éticos, legais e jurídicos Contribuir para a construção escolar das condições necessárias ao convívio democrático com a diversidade humana e para o pleno exercício da cidadania, numa coleção de Alfabetização, significa

25 estimular, sempre que pertinente e oportuno, o convívio social e a tolerância, abordando a diversidade da experiência humana com respeito e interesse; colaborar para a construção de valores e atitudes compatíveis, quando questões éticas envolvidas em textos e ilustrações forem pertinentes e oportunas para a compreensão e/ ou a produção de textos. Nessa perspectiva, é expressamente vedado às coleções manifestar, nos seus próprios textos e ilustrações, ou, ainda, reproduzir, em textos e imagens de terceiros e sem discussão crítica preconceitos que levem a discriminações de qualquer tipo, incluindo-se aí preconceitos contra variedades linguísticas não-dominantes (dialetos, registros etc.); constituir-se como um instrumento de propaganda e/ou doutrinação religiosa, política ou de qualquer outro tipo; configurar-se como um veículo de publicidade e difusão de marcas, produtos ou serviços comerciais. CRITÉRIOS ESPECÍFICOS Para atender aos critérios gerais acima referidos, as coleções de Alfabetização devem pautarse também por critérios específicos, relativos às particularidades do ensino-aprendizagem da disciplina em seus diferentes eixos, aspectos e dimensões. 23 Relativos à natureza do material textual O conjunto de textos que um livro didático apresenta é um instrumento privilegiado às vezes único de acesso do aluno ao mundo da escrita. Portanto, é imprescindível que a coletânea, respeitado o nível de ensino a que se destina, ofereça ao aprendiz uma amostra de qualidade e o mais possível representativa dos textos em circulação social. Relativos ao trabalho com o texto No trabalho com o texto, em qualquer de suas dimensões (leitura, produção de textos, aquisição do sistema da escrita), é fundamental a diversidade de estratégias, assim como a máxima amplitude em relação aos vários aspectos envolvidos.

Avaliação diagnóstica da alfabetização 1 AQUISIÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA

Avaliação diagnóstica da alfabetização 1 AQUISIÇÃO DO SISTEMA DE ESCRITA Avaliação diagnóstica da alfabetização 1 http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/proletr/fasciculo_port.pdf Antônio Augusto Gomes Batista Ceris S. Ribas Silva Maria das Graças de Castro Bregunci Maria

Leia mais

Rotinas da escola e da sala de aula: possibilidades de organização do trabalho pedagógico na perspectiva do letramento. Prof. Juliana P.

Rotinas da escola e da sala de aula: possibilidades de organização do trabalho pedagógico na perspectiva do letramento. Prof. Juliana P. Rotinas da escola e da sala de aula: possibilidades de organização do trabalho pedagógico na perspectiva do letramento Prof. Juliana P. Viecheneski O que nos vem à mente quando falamos em rotina? Na prática

Leia mais

Possibilidades e desafios do Coordenador Pedagógico e a interface das práticas educativas

Possibilidades e desafios do Coordenador Pedagógico e a interface das práticas educativas Possibilidades e desafios do Coordenador Pedagógico e a interface das práticas educativas Encontro 2 Coordenadores Pedagógicos CEFOR 05 de Junho 2013 Pauta Acolhimento Leitura deleite Apresentação / entrevista

Leia mais

Leitura e Literatura

Leitura e Literatura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICAB Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação BásicaB Leitura e Literatura Dia e Semana Nacional da Leitura

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru Curso: Licenciatura em Pedagogia Departamento: Educação-FC IDENTIFICAÇÃO Código: 4419 Disciplina: CONTEÚDOS E METODOLOGIA DO

Leia mais

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Prof. Juliana Pinto Viecheneski

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Prof. Juliana Pinto Viecheneski Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Prof. Juliana Pinto Viecheneski LIVRO DIDÁTICO ONTEM E HOJE A escola tem um papel fundamental para garantir o contato com livros desde a primeira infância:

Leia mais

PNAIC. CEAD-UFOP: Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa

PNAIC. CEAD-UFOP: Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa PNAIC POLO DE POÇOS OS DE CALDAS Equipe do PNAIC-CEAD CEAD-UFOP: Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa Supervisão de avaliação ão: Profa. Dra. Carla

Leia mais

Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil

Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil Mônica Correia Baptista/UFMG Maria Fernanda Rezende Nunes/UNIRIO Patrícia Corsino/UFRJ Vanessa Ferraz Almeida Neves/UFMG Rita Coelho/MEC Ângela Barreto/Consultora

Leia mais

PNBE Programa Nacional Biblioteca da Escola: análise descritiva e crítica de uma política de formação de leitores

PNBE Programa Nacional Biblioteca da Escola: análise descritiva e crítica de uma política de formação de leitores PNBE Programa Nacional Biblioteca da Escola: análise descritiva e crítica de uma política de formação de leitores EMENTA Apresentação e discussão do processo de avaliação e seleção de obras de literatura

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio a Gestão Educacional Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Slides produzidos a partir do caderno: Currículo no ciclo de

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1

CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONHECIMENTOS E CAPACIDADES ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E

Leia mais

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM PORTUGUESA DE LÍNGUA. Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) MARÇO EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE LÍNGUA PORTUGUESA MARÇO 2013 Expectativas de Aprendizagem de Língua Portuguesa dos anos iniciais do Ensino Fundamental 1º ao 5º ano Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1º

Leia mais

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento

PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA: Perspectivas da formação de professores no viés da Gestão de Conhecimento Leonardo Rocha de Almeida Mestrando Profissional em Gestão Educacional Universidade

Leia mais

Palavras-chave: alfabetização; gêneros textuais; letramento.

Palavras-chave: alfabetização; gêneros textuais; letramento. ALFABETIZANDO E LETRANDO: UMA EXPERIÊNCIA NO/DO PROJETO PACTO PELA ALFABETIZAÇÃO Claudionor Alves da Silva 1 Oney Cardoso Badaró Alves da Silva 2 Resumo: O objetivo deste trabalho é apresentar uma experiência

Leia mais

Reflexões sobre a Prática

Reflexões sobre a Prática Reflexões sobre a Prática Primeiro Semestre - 2011 Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação/Secretaria de Educação Básica Secretaria Executiva Presidência do Instituto Nacional

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

Guia de livros didáticos PNLD 2012

Guia de livros didáticos PNLD 2012 Guia de livros didáticos PNLD 2012 Veja nas páginas a seguir um excerto do documento publicado pela FNDE contendo uma resenha da coleção Quanta Física recentemente aprovada como uma das obras didáticas

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

A coleção supera as expectativas a cada ano. E isso é só o começo.

A coleção supera as expectativas a cada ano. E isso é só o começo. porta aberta Nova edição Letramento e Alfabetização 1º ao 3º ano A coleção supera as expectativas a cada ano. E isso é só o começo. 25385COL38 Os 3 volumes iniciais são voltados para a aquisição do sistema

Leia mais

organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação

organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA EM MATO GROSSO: organização, funcionamento, acompanhamento e avaliação Cancionila Janzkovski Cardoso UFMT (Coordenadora Geral do PNAIC/MT) Objetivo Apresentar

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009

DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009 DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009 No ano de 2009 o Departamento de Educação Fundamental, tem como meta alfabetizar 100% das crianças dos anos iniciais

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Alfabetizar as crianças na idade certa com Paulo Freire e Emilia Ferreiro Práticas socioconstrutivistas

Alfabetizar as crianças na idade certa com Paulo Freire e Emilia Ferreiro Práticas socioconstrutivistas Alfabetizar as crianças na idade certa com Paulo Freire e Emilia Ferreiro Práticas socioconstrutivistas Apoio Pedagógico Memória, cultura e literatura O prazer de ler e recriar o mundo, Elias José Preservando

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Teorias e Práticas Alfabetizadoras II - JP0027 PROFESSORA: Ms. Patrícia Moura Pinho I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60h Carga Horária Prática: 15h II

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO; INTEGRANDO DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO PROJETOS DIDÁTICOS E SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS UNIDADE 6 ANOS 1, 2 e 3

PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO; INTEGRANDO DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO PROJETOS DIDÁTICOS E SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS UNIDADE 6 ANOS 1, 2 e 3 PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO; INTEGRANDO DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO PROJETOS DIDÁTICOS E SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS UNIDADE 6 ANOS 1, 2 e 3 Agosto de 2013 SUMÁRIO DA UNIDADE 6 ANO 1 ANO 2 ANO 3 Iniciando

Leia mais

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO Sílvia Cristina Fernandes Paiva 1 Ana Arlinda Oliveira 2 A leitura literária na escola Podemos afirmar que a leitura é fundamental para construção

Leia mais

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe

PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe PROGRAMA DE METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA 11ª Classe Formação de Professores para o Pré-Escolar e para o Ensino Primário Opção: Ensino Primário Ficha Técnica Título Programa de Metodologia

Leia mais

MEDIADORES DE LEITURA

MEDIADORES DE LEITURA MEDIADORES DE LEITURA BERNO, Gladis Marize 1 ; BIGOLIN, Aurea 2 ; KARLINSKI, Leila Marlise Cavinato 3 ; LEAL, Joice Cinara Muniz da Silva 4 MORAES, Sidônia Regina Dal Molin de 5 ; MOURA, Adriana Ueker

Leia mais

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO INTRODUÇÃO Solange dos Santos (UFS) A leitura tem sido por muito tempo um tema muito debatido

Leia mais

OFICINA DE ESCRITA E REESCRITA DE TEXTOS PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

OFICINA DE ESCRITA E REESCRITA DE TEXTOS PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL OFICINA DE ESCRITA E REESCRITA DE TEXTOS PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Profª Drª Suzana Lima Vargas UFJF suzana_lima@uol.com.br Aida do Amaral Antunes UFJF amaral.aida@yahoo.com.br Andreza de Souza

Leia mais

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18).

1ª a 5ª série. (Pró-Letramento, fascículo 1 Capacidades Linguísticas: Alfabetização e Letramento, pág.18). SUGESTÕES PARA O APROVEITAMENTO DO JORNAL ESCOLAR EM SALA DE AULA 1ª a 5ª série A cultura escrita diz respeito às ações, valores, procedimentos e instrumentos que constituem o mundo letrado. Esse processo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC 1. Dados do Município ou GERED a) Município: FLORIANÓPOLIS b)município/gered: SECRETARIA MUNICIPAL RELATÓRIO

Leia mais

Palavras chave: Letramento Literário; Educação infantil; Literatura infantil; Primeira Infância; Formação Docente.

Palavras chave: Letramento Literário; Educação infantil; Literatura infantil; Primeira Infância; Formação Docente. LETRAMENTO LITERÁRIO NA PRIMEIRA INFÂNCIA Mônica Correia Baptista (FAPEMIG/FaE/UFMG) monicacb@fae.ufmg.br Amanda de Abreu Noronha (FaE/UFMG) amandadeabreu13@gmail.com Priscila Maria Caligiorne Cruz FALE/(UFMG)

Leia mais

ESTADO DO AMAZONAS PREFEITURA MUNICIPAL DE MANAUS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Secretaria Municipal de Educação SEMED

ESTADO DO AMAZONAS PREFEITURA MUNICIPAL DE MANAUS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. INTERESSADO: Secretaria Municipal de Educação SEMED INTERESSADO: Secretaria Municipal de Educação SEMED ASSUNTO: Proposta de Estrutura Curricular do Ensino Fundamental de 9 (nove) Anos com um Bloco Pedagógico nos Três Anos Iniciais RELATORA: Aldenilse Araújo

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117

XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117 XVII Congresso Nacional de Linguística e Filologia 117 PRINCÍPIOS E FUNDAMENTOS DOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS Marcos Luiz Wiedemer (UERJ/UNESP) mlwiedemer@gmail.com 1. Introdução Os Parâmetros

Leia mais

Base Nacional Comum Curricular

Base Nacional Comum Curricular Área de Linguagens: Componente Curricular Língua portuguesa SEC/UEFS Para que se dá aulas de Português a falantes nativos do Português? Desenvolver a competência comunicativa dos usuários da língua (progressiva

Leia mais

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos*

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Magda Soares Doutora e livre-docente em Educação e professora titular emérita da Universidade Federal de Minas Gerais. Um olhar histórico sobre a alfabetização

Leia mais

PRÁTICAS LETRADAS NO AMBIENTE DAS BIBLIOTECAS: Um estudo no IF Sertão Pernambucano. Tatiane Lemos Alves 1

PRÁTICAS LETRADAS NO AMBIENTE DAS BIBLIOTECAS: Um estudo no IF Sertão Pernambucano. Tatiane Lemos Alves 1 PRÁTICAS LETRADAS NO AMBIENTE DAS BIBLIOTECAS: Um estudo no IF Sertão Pernambucano Tatiane Lemos Alves 1 RESUMO A leitura, inicialmente, veio atrelada à questão do incentivo e desenvolvimento do hábito

Leia mais

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente A Prova Docente: Breve Histórico Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Instituída pela Portaria Normativa nº 3, de

Leia mais

PLANO DE ENSINO. CURSO: Licenciatura em Pedagogia ANO/TRIMESTRE: 2014/1 DISCIPLINA: Alfabetização e Letramento: métodos de alfabetização

PLANO DE ENSINO. CURSO: Licenciatura em Pedagogia ANO/TRIMESTRE: 2014/1 DISCIPLINA: Alfabetização e Letramento: métodos de alfabetização PLANO DE ENSINO CURSO: Licenciatura em Pedagogia ANO/TRIMESTRE: 2014/1 DISCIPLINA: Alfabetização e Letramento: métodos de alfabetização CARGA HORÁRIA: 90h PROFESSOR: Lourival José Martins Filho 1 EMENTA

Leia mais

COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA

COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA COMÉRCIO INTERNACIONAL CURSO DE ECONOMIA CLASSIFICAÇÕES DO SEGUNDO TESTE E DA AVALIAÇÃO CONTINUA Classificações Classificação Final Alex Santos Teixeira 13 13 Alexandre Prata da Cruz 10 11 Aleydita Barreto

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PAIC

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PAIC GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA PAIC Caro (a) professor (a), ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS PARA O 2º ANO Cientes

Leia mais

GÊNERO DISCURSIVO, LEITURA E CIDADANIA: O PAPEL DO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO

GÊNERO DISCURSIVO, LEITURA E CIDADANIA: O PAPEL DO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO GÊNERO DISCURSIVO, LEITURA E CIDADANIA: O PAPEL DO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO MARLY APARECIDA FERNANDES (UNICAMP). Resumo Este trabalho tem como objetivo mostrar alguns resultados

Leia mais

PÔSTER A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL OS JOGOS E AS BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PÔSTER A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL OS JOGOS E AS BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO CONTINUADA uuada XVII CONGRESSO REGIONAL DE EDUCADORES DE UBERABA E DO TRIÂNGULO MINEIRO "SISTEMA ESTRUTURADO DE ENSINO: ULTRAPASSANDO

Leia mais

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO 1 POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO SOUSA, Grazielle de Jesus Leal de 1 RESUMO O ensino de língua portuguesa ainda é visto por muitas pessoas como um ensino mecânico, cheio de regras e

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013.

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013. 122 Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos LER, ESCREVER E REESCREVER NO ENSINO MÉDIO POR MEIO DOS CLÁSSICOS DA LITERATURA BRASILEIRA José Enildo Elias Bezerra (IFAP) enildoelias@yahoo.com.br

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE.

O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. O PROJETO PIBID: PRÁTICA PEDAGÓGICA INOVADORA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Joelma Carvalho Vilar(UFS) 1 Cleverton dos Santos(UFS) 2 Érica Santos de Jesus(UFS) 3 Vera Lúcia Mendes de Farias(UFS)

Leia mais

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04

CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 1. IDENTIFICAÇÃO PERÍODO: CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 NOME DA DISCIPLINA: FUND. TEÓRICOS METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL NOME DO CURSO: PEDAGOGIA 2. EMENTA Educação

Leia mais

Ensino de redação na escola - a prática de ensino de português no Brasil

Ensino de redação na escola - a prática de ensino de português no Brasil Mesa-redonda: Ensino de redação na escola - a prática de ensino de português no Brasil Debatedores: Profª, mestranda em Letras (UFSM) e professora de ensino médio público estadual; e Profª Me. Tânia Maria

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA INTERNET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO MÉDIO

PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA INTERNET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO MÉDIO PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA INTERNET: UMA ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO LIVRO DIDÁTICO DO ENSINO MÉDIO Elaine Vasquez Ferreira de Araujo (UNIGRANRIO) elainevasquez@ig.com.br RESUMO Este artigo discute

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

PROJETO INTEGRADOR 2015

PROJETO INTEGRADOR 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE CONSELHEIROS MUNICIPAIS DE EDUCAÇÃO PROJETO INTEGRADOR 2015 IOLANDA

Leia mais

Hospital Sofia Feldman

Hospital Sofia Feldman Hospital Sofia ldman Relatório de Remuneração de Médicos Referente a Mês/Ano: 07/2015 NOME DO TRABALHADOR ROBERTO SALES MARTINS VERCOSA PAULO MAX GARCIA LEITE LUCAS BARBOSA DA SILVA JOAO BATISTA MARINHO

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

PROPOSTA DE EDUCAÇÃO BILÍNGUE VOLTADA À SURDEZ NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

PROPOSTA DE EDUCAÇÃO BILÍNGUE VOLTADA À SURDEZ NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO PROPOSTA DE EDUCAÇÃO BILÍNGUE VOLTADA À SURDEZ NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO Cristiane Correia Taveira, IHA/SME-Rio Laura Jane Belém, IHA/SME-Rio Micheli Accioly, IHA/SME-Rio Miriam Frias Nascimento,

Leia mais

LETRAMENTO, ALFABETIZAÇÃO E LIVROS DIDÁTICOS

LETRAMENTO, ALFABETIZAÇÃO E LIVROS DIDÁTICOS LETRAMENTO, ALFABETIZAÇÃO E LIVROS DIDÁTICOS Resumo MEIMES, Leonardo Telles PUCPR leonardomeimes@hotmail.com CORRÊA, Fernanda Calvetti - PUCPR nanda_calvetti@hotmail.com Eixo Temático: Didática: Teorias,

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT Dispõe sobre a Implantação do Ensino Fundamental para Nove Anos de duração, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso, e dá outras providências. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente BARCELOS-COELHO, Lenir de Jesus 155* BUENO, Ivonete 156** RESUMO: No contexto atual são patentes as dificuldades relacionadas

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL 1 Pesquisas e Práticas Educativas ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL DANIELA DE JESUS LIMA FACED/UFBA INTRODUÇÃO - O presente

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

PNAIC. CEAD-UFOP Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa

PNAIC. CEAD-UFOP Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa PNAIC POLO DE POÇOS OS DE CALDAS Equipe do PNAIC-CEAD CEAD-UFOP Coordenadora Geral: Profa. Dra. Gláucia Jorge Coordenador Adjunto: Prof. Dr. Hércules Corrêa Supervisão de avaliação ão: Profa. Dra. Carla

Leia mais

Alfabetização e Letramento www.scipione.com.br/letramento

Alfabetização e Letramento www.scipione.com.br/letramento AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM ORAL E DA LINGUAGEM ESCRITA PELA CRIANÇA Professor(a), ao abordarmos, no texto anterior, a linguagem escrita como uma das múltiplas linguagens da criança, procuramos enfatizar a

Leia mais

Corrida da Saúde. Infantis A - Feminino

Corrida da Saúde. Infantis A - Feminino Corrida da Saúde Classificação geral do corta-mato, realizado no dia 23 de Dezembro de 2007, na Escola E.B. 2,3 de Valbom. Contou com a participação dos alunos do 4º ano e do 2º e 3º ciclos do Agrupamento

Leia mais

PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Síntia Lúcia Faé Ebert Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS SMED/POA- Escola M. E. F. João Antônio Satte Cristiane Lumertz Klein Domingues

Leia mais

Edital 04/13 - Inglês Grupo 1

Edital 04/13 - Inglês Grupo 1 Edital 04/13 - Inglês Grupo 1 1º DANIELLE OLIVEIRA LELIS GONRING 74,00 25,90 62,00 18,60 100,00 15,00 89,00 17,80 77,30 2º MARA CORRÊA SENNA 96,00 33,60 41,00 12,30 94,00 14,10 83,00 16,60 76,60 3º CAROLINA

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES AUDIOVISUAIS NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR

CONTRIBUIÇÕES AUDIOVISUAIS NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR 1 CONTRIBUIÇÕES AUDIOVISUAIS NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR Loraine Vidigal LISBOA Universidade Gama Filho loraine_vidigal@yahoo.com.br Resumo: O artigo apresenta

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Programação da XV Semana de Educação e Letras 11 a 13/05/2011. Inscrições

Programação da XV Semana de Educação e Letras 11 a 13/05/2011. Inscrições Inscrições Data: 05 e 06/05/2011 Horário: 18 às 20 horas Local: Secretaria da FaEL Bloco: E Anexo Certificado Valor: R$ 10,00 (dez reais), independente de quantas atividades forem frequentadas, no máximo

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

MFIG - TRABALHO Codigo Nome turma Nota Trabalho 110402106 Adriana Castro Valente 2 15,0 110402107 Alex da Silva Carvalho 3 14,9 70402122 Alexandre

MFIG - TRABALHO Codigo Nome turma Nota Trabalho 110402106 Adriana Castro Valente 2 15,0 110402107 Alex da Silva Carvalho 3 14,9 70402122 Alexandre MFIG - TRABALHO Codigo Nome turma Nota Trabalho 110402106 Adriana Castro Valente 2 15,0 110402107 Alex da Silva Carvalho 3 14,9 70402122 Alexandre Jorge Costelha Seabra 2 18,2 110402182 Ana Catarina Linhares

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

PLANEJAMENTO ESCOLAR: ALFABETIZAÇÃO E ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA UNIDADE 2 ANO 1. Fevereiro de 2013

PLANEJAMENTO ESCOLAR: ALFABETIZAÇÃO E ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA UNIDADE 2 ANO 1. Fevereiro de 2013 PLANEJAMENTO ESCOLAR: ALFABETIZAÇÃO E ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA UNIDADE 2 ANO 1 Fevereiro de 2013 Iniciando a conversa Nesta unidade discutiremos a importância do planejamento das atividades, da organização

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DAS PRÁTICAS CURRICULARES DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Palavras-chave: alfabetização, letramento, ensino, aprendizagem.

ORGANIZAÇÃO DAS PRÁTICAS CURRICULARES DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO. Palavras-chave: alfabetização, letramento, ensino, aprendizagem. Revista Eletrônica de Educação de Alagoas Volume 01. Nº 01. 1º Semestre de 2013 ORGANIZAÇÃO DAS PRÁTICAS CURRICULARES DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Maria Vilma da SILVA 1 Resumo Este artigo apresenta os

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

PARCERIA DE SUCESSO AMOG / IFSULDEMINAS. TRÊS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM ANDAMENTO

PARCERIA DE SUCESSO AMOG / IFSULDEMINAS. TRÊS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM ANDAMENTO PARCERIA DE SUCESSO AMOG / IFSULDEMINAS. TRÊS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO EM ANDAMENTO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS E TECNOLOGIA IFSULDEMINAS CAMPUS MUZAMBINHO Parceria ASSOCIAÇÃO DOS

Leia mais

NÚCLEO DE ENSINO ATRIBUIÇÕES DA SUPERVISÃO EDUCACIONAL

NÚCLEO DE ENSINO ATRIBUIÇÕES DA SUPERVISÃO EDUCACIONAL NÚCLEO DE ENSINO O Núcleo de Ensino tem por função apoiar pedagogicamente às unidades escolares da REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE GARANHUNS, executando atividades específicas de planejamento, supervisão,

Leia mais

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ

(IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ (IM)PACTOS DA/COM A LEITURA LITERÁRIA NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES Fernanda de Araújo Frambach UFRJ Resumo O presente trabalho objetiva apresentar uma pesquisa em andamento que

Leia mais

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007)

LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) LETRAMENTO E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE LÍNGUA MATERNA Angela Kleiman (2007) Disciplina: Seminário de Leituras Orientadas em Linguística Aplicada Professoras: Graciela Hendges e Désirée Motta-Roth

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 10 h/a Créditos: 2 : A Antropologia enquanto ciência e seus principais ramos. Metodologia da pesquisa em Antropologia

Leia mais

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras-chaves: leitura; produção textual, conto. 1 INTRODUÇÃO DE CONTO EM CONTO: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DOCENTE Maria Helena Cunha de Andrade SILVA RESUMO Esse trabalho relata uma experiência de leitura e produção textual realizada no decorrer do ano letivo de

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Dourados 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Pedagogia Obs.: Para proposta

Leia mais

Propostas de atividades para alfabetização e letramento (origem da escrita e do mundo letrado)

Propostas de atividades para alfabetização e letramento (origem da escrita e do mundo letrado) Propostas de atividades para alfabetização e letramento (origem da escrita e do mundo letrado) Viviane Martins Barbosa de Faria Propostas de atividades para alfabetização e letramento (origem da escrita

Leia mais

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas

Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas Circuito de Oficinas: Mediação de Leitura em Bibliotecas Públicas outubro/novembro de 2012 A leitura mediada na formação do leitor. Professora Marta Maria Pinto Ferraz martampf@uol.com.br A leitura deve

Leia mais

ALUNOS LEITORES E REDATORES: O JORNAL MURAL EM SALA DE AULA PIBID/LETRAS 1

ALUNOS LEITORES E REDATORES: O JORNAL MURAL EM SALA DE AULA PIBID/LETRAS 1 ALUNOS LEITORES E REDATORES: O JORNAL MURAL EM SALA DE AULA PIBID/LETRAS 1 COSTA, Juliana Melo da; GONÇALVES, Luana Iensen 2 ; RANGEL, Eliane de Fátima Manenti 3 1 Trabalho financiado pela CAPES via o

Leia mais

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO SILVA, Hayana Crislayne Benevides da. Graduanda Pedagogia - UEPB/Campus I hayana_benevides@yahoo.com.br SILVA, Alzira Maria Lima da. Graduanda

Leia mais

Técnicos Especializados

Técnicos Especializados Nome da Escola : Data final da candidatura : Disciplina Projeto: Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, Porto Nº Escola : 153000 2015-09-03 Nº Horário : 75 Escola de Referência para a Educação Bilingue

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

Histórias de origem: da oralidade à escrita

Histórias de origem: da oralidade à escrita Histórias de origem: da oralidade à escrita Michael Evangelista do Nascimento PROEF 2/FALE Jéssica Tamietti de Almeida PROEF 2/FALE -FAE Edna Maria Santana Magalhães PROEF2/CP UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Tatiane Henrique Sousa Machado 1 RESUMO: O presente estudo de dedica-se

Leia mais