ESFORÇO MUDANÇA RECONHECIMENTO. 6ª edição

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1 ESFORÇO MUDANÇA RECONHECIMENTO 6ª edição

2 FICHA TÉCNICA Título Boas Práticas no Sector Público Edição e Paginação MC Factory Divisão de Customer Publishing da Media Capital Edições Rua Mário Castelhano, nº40, Queluz de Baixo, Barcarena Telef Contribuinte nº Projecto Gráfico Luís Martins Ilustração de capa Sabrina Forte, Bi Light Colaborações Deloitte Diário Económico Instituto Nacional de Administração INA Fundação Luso-Americana FLAD SIC Notícias Impressão e Acabamentos Fernandes e Terceiro Artes Gráficas Depósito Legal /08

3 3 Prefácio Constituiu para mim um privilégio integrar, desde a primeira hora, o Júri do Prémio das Boas Práticas na Administração Pública. Esta iniciativa da Deloitte, em parceria com o Diário Económico é, a todos os títulos, de enorme merecimento. Ela revela a importância de termos uma Administração Pública de excelência, facilitadora e impulsionadora do exercício dos direitos por parte dos cidadãos e favorecedora do crescimento da economia. Mas também parte do reconhecimento de que o ambiente nem sempre é muito propício à sustentação e ao apoio à dinâmica de serviços mais audazes que queiram verdadeiramente fazer melhor. Uma constatação destas, por parte do sector privado e com o seu envolvimento activo, não é vulgar ou, pelo menos, não estamos a ela habituados no nosso país.

4 4 É que podemos discordar quanto ao modelo de Estado que queremos. A discussão é abundante e está muito marcada política e ideologicamente. Mas ninguém discorda, estou certa, de que necessitamos de uma Administração Pública menos burocratizada, mais facilitadora das pretensões legítimas dos cidadãos e das empresas que dela dependam, mais transparente, mais eficaz, mais eficiente, mais moderna e mais responsável. O lastro de séculos, que nos amarra a uma cultura de excesso de peso administrativo, de permanente defesa face à responsabilização, de desconfiança de tudo o que é novo e de falta de iniciativa, tolhe-nos no percurso de ir ao encontro das expectativas e dos direitos dos cidadãos, de contribuir para a certeza e a segurança jurídicas nas relações com os agentes económicos e de incorporar os novos instrumentos de gestão que permitem fazer mais e melhor com os mesmos recursos. É certo que as coisas mudaram bastante. Os Programas de Modernização Administrativa encetados há anos por vários Governos e a assumpção pelo actual de um vastíssimo programa de desburocratização dirigido à Administração Central, numa primeira fase e à Administração Local seguidamente, constituíram e constituirão fortíssimos impulsos à qualificação da Administração. No entanto, repetidas vezes o discurso público e publicado desprestigia os servidores públicos e afecta a sua imagem e auto-estima, uma vez que o que corre bem não chega ao conhecimento público. O Prémio das Boas Práticas, à sua medida, contribui para corrigir essa injustiça e para combater o espírito de auto-flagelação. Divulga e dá visibilidade aos serviços que não se conformam. Que têm iniciativa, que apostam na qualidade e na inovação e que verdadeiramente querem servir, cada vez melhor, o interesse público. Entre estes há que distinguir aqueles que são apoiados pelo Governo nesse sentido e aqueles que, mesmo não o sendo, pelo menos específica ou dirigidamente, vão em frente, inovam, fazem diferente, fazem melhor. Entre estes, ainda, há aqueles que exercem uma função que é só sua, e que têm soluções não replicáveis e aqueles outros cujos procedimentos inovadores podem ser adoptados por entidades similares. Ora, se tudo isto ficar escondido, perde-se um potencial de contágio na sua reprodução noutros serviços que nos descapitaliza a todos enquanto comunidade. E se tudo isto for ignorado e não for elogiado publicamente há uma força anímica que se perde. Ora, não estamos em época de desperdiçar energia!

5 O trabalho que a Deloitte tem desenvolvido para apuramento dos distinguidos é muito profissional. A responsabilidade da selecção recai inteiramente no Júri. É este que identifica os projectos que, tendo concorrido ao Prémio, são seleccionados para visita e estudo detalhado e este detalhe, que obedece a grelhas objectivas, é tão exigente a aprimorado que todos temos que estar gratos a quem o realiza de forma tão discreta e eficiente. Os anos de vida que esta iniciativa já conta, permitem apurar a necessidade de introduzir algumas alterações em futuras realizações. Relativamente à 5ª edição apenas houve uma reconfiguração dos grupos de entidades; Separação da Administração Pública em dois grupos: Administração Local e Administração Central e Regional; Inclusão de um novo grupo denominado Projectos Intersectoriais. A Edição deste ano, a 6ª, em termos comparativos com a anterior, permite-nos identificar os seguintes aspectos distintivos: Verificou-se maior expressão da Administração Local (peso 11% superior); Manteve-se um volume significativo em projectos na área da Saúde (permaneceu 17%); A Administração Central teve um papel de menor supremacia (-9%), representando, ainda assim 53% das candidaturas, bem como o Sector Público Empresarial (-2%); Decresceu o peso relativo das Categorias I Serviço ao Cidadão (-7%) e IV Gestão Financeira (-2%), reflectido no crescimento das Categorias II Capital Humano (+4%) e III Melhoria de Processos (+5%); Houve poucas candidaturas na Categoria de Gestão Financeira, mas consistentes; Globalmente concorrem projectos mais consistentes, com candidaturas mais fundamentadas, mais consubstanciadas, com respostas mais incisivas aos pontos sob avaliação, a par de uma sensibilidade acrescida para a criação/explicitação de indicadores de expressão financeira dos resultados alcançados; Houve um maior número de nomeados, independentemente do menor número de candidaturas (44% nomeados - 42 em 95, face a 36% na 5ª edição 35 em 128); 5

6 Independentemente dos prémios atribuídos pelo Júri, as instituições apresentam sempre os seus projectos com confiança. Mesmo quando não concordam com algumas decisões do Júri, expõem-se acreditando na qualidade dos seus projectos; Assistiu-se à recorrência de instituições candidatas há organismos que já colocaram nos seus objectivos apresentar os seus projectos mais meritórios ao prémio das Boas Práticas; Existiu uma maior dispersão entre distritos: não tendo variado o número de distritos concorrentes, observou-se um menor peso do distrito de Lisboa (-12%), absorvido especialmente pelo crescimento do distrito do Porto (+6%). Ainda assim, o distrito de Lisboa representa 49% das candidaturas; As candidaturas na área de Capital Humano revelaram uma incidência social significativa ao invés da capitalização interna dos Recursos Humanos. 6 Novas edições, novos aperfeiçoamentos tendentes a permitir alcançar cada vez mais e melhor os objectivos que presidiram à criação do Prémio. Uma palavra final de gratidão a todos os que tornam possível a concretização deste projecto e a minha gratidão pessoal, por aquilo que considero, como já referi, um privilégio: o poder melhor testemunhar o enorme caminho percorrido pelos Serviços Públicos ao longo destes anos no sentido da exigência da qualidade, do rigor, da transparência e do espírito da missão. Tudo isto constitui um recurso precioso que está ao nosso alcance e que é dever de todos fazer crescer. Julho de 2008 Maria de Belém Roseira

7 Índice Prefácio Maria de Belém Roseira Índice Introdução Galeria de Imagens Categoria 1 Serviço ao Cidadão...19 VENCEDORES Câmara Municipal da Trofa Brigada Pró - Família LCS Centro de Atendimento do Serviço Nacional de Saúde (Saúde 24) DGRHE Escola Mais Próxima do Cidadão, Contrato de Trabalho NOMEADOS AMA Cartão de Cidadão Município de Albergaria a - Velha Projecto SAL Online Câmara Municipal de Pombal Fórum Munícipe Câmara Municipal de Santarém Reestruturação e Modernização do Departamento de Gestão Urbanística e Ambiente Câmara Municipal do Seixal Espaço Cidadania DGAIEC e DGITA Sistema de tratamento automático da declaração aduaneira de exportação DGCI e DGITA Pré - Preenchimento das declarações de IRS DGRHE Upgrade do serviço ao cidadão.. 47 IAPMEI Programa Quadro INOFIN Instituto Geográfico do Exército Acesso a informação geográfica através de serviços Web CANDIDATOS Categoria 2 Capital Humano VENCEDORES Escola Prática de Transmissões Plano de Valorização de Recursos Humanos Instituto Politécnico de Portalegre Recuperação do Quartel do Trem por Administração Directa Câmara Municipal Porto Desenvolver competências através da Qualidade Total DGSP Empreendedorismo para reinserção social de Reclusos/as Administração da Universidade de Coimbra Focalização nas UC NOMEADOS Bragahabit Sistema Itinerante 83 7

8 8 Câmara Municipal de Miranda do Corvo e ADFPMC Formação Profissional / Integração de Cidadãos Programa Escolhas Programa Escolhas CANDIDATOS Categoria 3 Melhoria de Processos VENCEDORES Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil Criação de uma rede de Caracterização Clínica e de Disponibilização da Informação no Âmbito do Registo Oncológico Regional Sul AMA Ciclo de Vida da Empresa CP Melhoria do serviço, aplicação da metodologia RCM NOMEADOS CCDR LVT Monitorização automática e permanente da extracção de inertes no Rio Tejo CEGER Sistema de Certificação Electrónica do Estado Centro Hospitalar da Cova da Beira Sistema de Gestão Integrada da Logística Hospitalar e do Circuito do Medicamento CTT Processo de Despacho Electrónico ERSE Gestão dos processos de reclamação e pedidos de informação no âmbito do apoio aos consumidores de energia. 121 GEPE Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa IHRU Sistema NRAU IRN Empresa Online IRN Nascer Cidadão SEF Rapid CANDIDATOS Categoria 4 Gestão Financeira VENCEDORES Câmara Municipal de Águeda Gestão Financeira Pela Transparência IGFCSS, IP Medidas de atribuição do Excess Return 156 DGCI e DGITA Sistema electrónico integrado para a eficácia na obtenção de receitas fiscais. 160 NOMEADOS IRN em conjunto com ITIJ, DGVI, DGITA, Banco de Portugal e INE Informação Empresarial Simplificada Menção Honrosa Especial Unidade Local de Saúde de Matosinhos Acompanhamento do prematuro ao domicílio Optimização e Centralização de MCDT Prescrição Electrónica Monitorização e divulgação da ecologia hospitalar

9 Introdução Pelo sexto ano consecutivo a Deloitte, com a colaboração especial do Diário Económico, do Instituto Nacional da Administração Pública (INA), da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e da SIC Notícias, promoveu o Prémio Boas Práticas no Sector Público. Esta iniciativa visa reconhecer os projectos e entidades que, independentemente da sua dimensão, volume de recursos envolvidos, tempo ou custo de implementação, tenham gerado um benefício evidente face à situação inicial. A publicação VI Livro Boas Práticas no Sector Público tem como objectivo dar a devida expressão aos 95 projectos concorrentes que participaram na VI edição do Prémio das Boas Práticas no Sector Público. A qualidade e o volume de projectos apresentados foram substanciais, constituindo uma evidência da motivação do Sector Público para criar projectos de valor e para submeter os mesmos à apreciação da sociedade civil. A Organização do Prémio expressa ainda um agradecimento muito especial aos membros do Júri, pela sua dedicação durante o processo de avaliação e selecção, o qual foi altamente recompensado pela qualidade dos projectos candidatos. Um muito obrigado a todas as entidades e às suas equipas que se empenharam no desenvolvimento de projectos de excelência, na concretização dos mesmos e na exposição pública das melhores práticas Objectivos do Prémio Desde a origem da iniciativa, em 2002, que o objectivo do Prémio é promover a partilha de conhecimentos entre entidades em situações similares, através da divulgação de projectos que melhoraram a prestação do Estado. O Prémio visa assim reconhecer publicamente todos os que assumem o papel de Servidores do Estado, trabalhando com tenacidade em prol do cidadão. 2. Balanço da 6ª edição Mais uma vez a Organização do Prémio pôde contar com uma adesão considerável de projectos, cuja qualidade superou, mais uma vez, as expectativas. Este facto prova a preocupação crescente junto do Sector Público na

10 medição dos resultados dos projectos e na sua divulgação, bem como o esforço investido na divulgação do Prémio e o prestígio crescente associado ao mesmo. Não obstante, é importante continuar o bom trabalho a que assistimos até aqui e reunir mais projectos de qualidade e dá-los a conhecer, no intuito de contribuir para a melhoria do Serviço Público. Nesta 6ª edição, as candidaturas distribuíram-se da seguinte forma: Distribuição por categoria CATEGORIA Nº DE CANDIDATURAS PERCENTAGEM Serviço ao Cidadão 34 36% Capital Humano 18 19% Melhoria de Processos 38 40% Gestão Financeira 5 5% Total % Fonte: Deloitte 10 Distribuição por grupo GRUPO Nº DE CANDIDATURAS PERCENTAGEM Administração Central e Regional 36 38% Administração Local 24 25% Instituições de Ensino Superior 8 8% Instituições de Saúde 16 17% Empresas Públicas e Empresas Concessionárias de Serviço Público 5 5% Projectos Intersectoriais 6 6% Total % Fonte: Deloitte

11 Introdução Evolução do número de candidaturas 3. Metodologia adoptada na 6ª edição do Prémio Boas Práticas no Sector Público A metodologia adoptada na 6ª edição foi o modelo Balanced Scorecard de Robert Kaplan e David Norton. O processo iniciou-se com a recepção das candidaturas por parte da Deloitte, procedendo em seguida à sua compilação e ao tratamento prévio dos indicadores de classificação. Com base nesta informação e nos elementos qualitativos apresentados na candidatura, o Júri selecciona uma short list de projectos que irá ser alvo de avaliação in loco. Após esta avaliação, o Júri delibera sobre a atribuição dos prémios e menções honrosas Membros do Júri da 6ª edição Dra. Suzana Toscano Presidente do Júri Dr. António José Seguro Prof. Barata Moura Prof. Carlos Zorrinho Dr. Francisco Maria Balsemão Dr. Jorge Coelho Eng. Jorge Jardim Gonçalves Prof. Dr. Luís Valadares Tavares Dra. Manuela Ferreira Leite Dra. Maria de Belém Roseira Dra. Paula Teixeira da Cruz Eng. Rui Afonso Lucas Dr. Rui Machete

12 5. Critérios de Avaliação Os critérios de avaliação da 6ª edição do Prémio, previamente acordados entre a Organização e os elementos do Júri, foram os seguintes: a) Vector cliente: preço/custo, qualidade intrínseca e extrínseca, tempo e escala. b) Vector capital humano: satisfação, produtividade individual e colectiva, escala. c) Vector melhoria de processos: preço/custo, qualidade, tempo, produtividade, escala. d) Vector financeiro: impacto na despesa e receita, qualidade da informação financeira, escala, foco do investimento na missão, retorno do investimento. Para cada um dos critérios supra-mencionados tiveram-se em conta indicadores de impacto interno e externo à organização. Valorizou-se, ainda, a polivalência dos projectos nos quatro vectores, independentemente de cada vector estar eminentemente ligado a cada uma das categorias a concurso ou não Categorias Nesta edição optou-se por manter a estrutura adoptada na edição anterior, por se adaptar às actuais características do Sector Público português. Sendo assim, as categorias a concurso foram: a) Categoria 1 Serviço ao Cidadão b) Categoria 2 Capital Humano c) Categoria 3 Melhoria de Processos d) Categoria 4 Gestão Financeira Nesta edição criaram-se mais dois grupos, para além dos já existentes, de forma a corresponder da melhor forma à natureza das entidades concorrentes. A designação dos grupos é a seguinte: a) Administração Central e Regional b) Administração Local c) Instituições de Ensino Superior d) Instituições de Saúde e) Empresas Públicas e Empresas Concessionárias de Serviço Público f) Projectos Intersectoriais

13 Galeria de Imagens

14 Júri Eng. Jardim Gonçalves Dr. Francisco Maria Balsemão Dr. António José Seguro Prof. Carlos Zorrinho Dr. Jorge Coelho Dra. Paula Teixeira da Cruz Dra. Maria de Belém Roseira Dra. Manuela Ferreira Leite 14 Eng. Rui Afonso Lucas Prof. Barata Moura Dr. Rui Machete Prof. Luís Valadares Tavares Dra. Suzana Toscano, Presidente do Júri, discursando

15 Galeria de Imagens Gala Prof. José Barata Moura, Prof. Carlos Zorrinho e Dr. Rui Machete 15 Eng. Filipe Simões de Almeida, Dr. António José Seguro e Dra. Susana Toscano A apresentadora, Sofia Cerveira A cerimónia decorreu no Hotel Ritz, em Lisboa

16 Entrega de Prémios Categoria 1 Serviço ao Cidadão Dr. António José Seguro entrega o 1º prémio (em ex-aequo) ao Eng. Ramiro Martins, Administrador Delegado da Linha de Cuidados de Saúde Dra. Suzana Toscano entrega o 1º prémio (em ex-aequo) ao Presidente da Câmara Municipal de Trofa, Dr. Bernardino de Vasconcelos 16 Eng. Jardim Gonçalves entrega a menção honrosa ao Mestre Jorge Sarmento Morais, Director-Geral dos Recursos Humanos da Educação Categoria 2 Capital Humano Dr. Francisco Maria Balsemão entrega a menção honrosa ao Coronel José Filipe Moreira da Escola Prática de Transmissões Prof. Barata Moura entrega a menção honrosa ao Dr. Nuno Manuel Grilo de Oliveira, Presidente do Instituto Politécnico de Portalegre

17 Galeria de Imagens Categoria 3 Melhoria de Processos Dr. Manuel Pizarro entrega o 1º Prémio à Mestre Ana da Costa Miranda, Directora de Serviço do IPO Lisboa Prof. Luís Valadares Tavares entrega o 2º Prémio à Dra. Anabela Pedroso, Presidente do Conselho Directivo da AMA Categoria 4 Gestão Financeira 17 Dr. Rui Machete entrega o 1º Prémio ao Dr. Gil Nadais da Fonseca, Presidente da Câmara Municipal de Águeda Prof. António Castro Guerra entrega o 2º prémio (em ex-aequo) ao Prof. Manuel Baganha, Presidente do Conselho Directivo do IGFCSS Prof. Maria Manuel Leitão Marques entrega o 2º prémio (em ex-aequo) ao Prof. José António Azevedo Pereira, Director Geral dos Impostos, pelo projecto realizado em parceria com a DGITA

18 Grupo Administração Central e Regional Grupo Administração Local Dr. Conde Rodrigues entrega a menção honrosa ao Dr. José Ricardo Nunes, sub-director geral da DGSP Mestre João Silveira entrega a menção honrosa ao Dr. Manuel de Sampaio Pimentel, vereador da Câmara Municipal do Porto Grupo Instituições de Ensino Superior Grupo Empresas Públicas e Empresas Concessionárias de Serviço Público 18 Prof. Carlos Zorrinho entrega a menção honrosa à Dra. Maria Alzira Vaz, Chefe de Divisão de Recursos Humanos da Universidade de Coimbra Dr. Jorge Coelho entrega o 1º Prémio ao Eng. Francisco Cardoso dos Reis, Presidente do Conselho de Gerência da CP Menção Honrosa Especial Dra. Maria de Belém Roseira entrega a menção honrosa especial ao Dr. Nuno Luís Morujão, Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Matosinhos

19 1 Categoria Serviço ao Cidadão

20 Vencedores GRUPO ENTIDADE PROJECTO PRÉMIO Administração Local Empresas Públicas e Empresas Concessionárias de Serviço Público Administração Central e Regional Câmara Municipal da Trofa LCS Linha de Cuidados de Saúde, S.A. DGRHE Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação Brigada Pró-Família Saúde 24 Centro de Atendimento do Serviço Nacional de Saúde Escola Mais Próxima do Cidadão 1º Prémio 1º Prémio Menção Honrosa 20 Nomeados GRUPO ENTIDADE PROJECTO Projectos Intersectoriais Administração Local Administração Local Administração Local Administração Central e Regional Administração Central e Regional Administração Central e Regional Projectos Intersectoriais Administração Central e Regional Administração Local Instituições de Saúde Agência para a Modernização Administrativa, IP Câmara Municipal de Pombal Câmara Municipal de Santarém Câmara Municipal do Seixal DGRHE - Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo e da Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) e Direcção-Geral de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros (DGITA) IAPMEI Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, I.P. Instituto Geográfico do Exército Município de Albergaria-a-Velha Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE Cartão de Cidadão Fórum Munícipe Reestruturação e Modernização do Departamento de Gestão Urbanística e Ambiente (DGUA) no âmbito do licenciamento Espaço Cidadania Pacto Territorial para o Diálogo Intercultural do Seixal Upgrade no Serviço ao Cidadão Recurso Hierárquico Instruído Sistema de Tratamento Automático da Declaração Aduaneira de Exportação Pré-preenchimento das declarações do IRS Programa-Quadro INOFIN Acesso a informação geográfica através de serviços Web Projecto SAL Online, Serviços Autárquicos Locais Online Acompanhamento do prematuro no domicílio

21 Categoria 1 Serviço ao Cidadão GRUPO ENTIDADE PROJECTO Administração Central e Regional Administração Central e Regional Administração Central e Regional Administração Central e Regional Administração Central e Regional Administração Central e Regional Administração Central e Regional Administração Local Administração Local Administração Local CEGER Centro de Gestão da Rede Informática do Governo Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) IAPMEI Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, I.P. Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P. Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P. Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P. Serviço de Estrangeiros e Fronteiras Câmara Municipal da Batalha Câmara Municipal da Trofa Câmara Municipal de Águeda Portal Internet da Presidência Portuguesa da União Europeia Implementação do Documento Electrónico e da Assinatura Electrónica na DGCI Programa FINICIA Netemprego Centro de Contacto Livre Serviço de Emprego Quiosques Electrónicos PEP Passaporte Electrónico Português Viver + Plano Orientador do Monte de Paradela Serviços ao Cidadão... A Caminho da Excelência Administração Local Câmara Municipal de Alpiarça Gabinete de Apoio à Família Administração Local Câmara Municipal de Arganil Balcão Único Municipal Administração Local Câmara Municipal de Braga Guia de Recursos para as Pessoas com Deficiência do Concelho de Braga Administração Local Câmara Municipal do Seixal Gestão dos Serviços Online Administração Local Empresas Públicas e Empresas Concessionárias de Serviço Público Instituições de Ensino Superior Gaiamina - Equipamentos Municipais, EM Metro do Porto, S.A. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto egaianima coesão na educação: alunos, pais, professores e administração MetroTV Sistema de telefonia sobre a rede IP Candidatos 21 Instituições de Ensino Superior Instituições de Saúde Instituições de Saúde Instituto Politécnico de Portalegre Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE Académicos Online Prevenção das Úlceras de Pressão Aprendendo com a doença

22 Categoria 1 Serviço ao Cidadão Vencedores Câmara Municipal da Trofa Nome do Projecto: Brigada Pró-Família Missão da Entidade: A missão da Câmara Municipal da Trofa consiste em regulamentar e gerir, sob sua responsabilidade e no claro interesse dos cidadãos da Trofa, fins de interesse público municipal, nos termos e formas previstas na lei. O objectivo principal consiste na criação da melhoria das condições de vida, de trabalho e de lazer dos habitantes do concelho, o qual é conseguido através de um sério empenho nas actividades que a Câmara Municipal desenvolve em prol da satisfação dos cidadãos e das suas necessidades. 23 Descrição do Projecto: A Brigada Pró-Família do Município da Trofa foi oficialmente lançada em Novembro de 2007, depois de funcionar em regime experimental desde Setembro do mesmo ano. Esta valência pioneira e inovadora a nível nacional assume-se como um elo de proximidade entre a população e os serviços sociais da autarquia. Com este projecto a autarquia consegue potenciar as valências sociais disponíveis, descentralizando apoios e informações, permitindo um contacto directo, próximo e informal com as populações em geral e com as franjas sociais mais carenciadas em particular. Desta forma, é

23 24 garantido o acesso de todos aos recursos, direitos e serviços sociais básicos necessários à participação plena dos cidadãos. A Brigada Pró Família é constituída por uma equipa pluridisciplinar de profissionais da área psicossocial (Assistentes Sociais, Psicólogos, Educador Social, Sociólogo) que trabalha em equipa no contexto de rua, encarando-o como um meio privilegiado de contacto directo e de proximidade com a população. Os técnicos são escalonados por equipas de 2 elementos, de diferentes áreas de formação base, que efectuam piquetes bissemanais ordinários. Existem assim, três equipas, duas escalonadas para saídas ordinárias e 1 equipa de Prevenção (24h por dia) para as situações de emergência. Esta Brigada consegue desta forma obter uma resposta complementar ao Atendimento Integrado (Loja Social) e à Comissão Protecção de Crianças e Jovens da Trofa (CPCJ). A Brigada inclui ainda voluntários com formação específica, recrutados no Banco Local de Voluntariado da Câmara Municipal da Trofa, que integram as equipas das saídas ordinárias, com trabalho já agendado de acordo com a sua condição e formação. Uma das áreas mais importantes de actuação da Brigada Pró-Familia é em situações de grave situação social, actuando como Piquete de Emergência Permanente, isto é, sempre que surjam acontecimentos imprevistos, (por exemplo, incêndios, inundações, intempéries), a Equipa de piquete é accionada para actuação imediata. Desta forma, a Brigada surge como resposta pronta e in loco dos diversos problemas directa ou indirectamente ligados aos cidadãos. Adicionalmente, quando as saídas ordinárias não possuem casos urgentes para averiguação, a equipa trabalha na elaboração de um levantamento das necessidades da população, nomeadamente em áreas como a deficiência, a toxicodependência e a prostituição. Esta permanência mais próxima junto da população permite ainda identificar e detectar casos de isolamento social de idosos, bem como outras situações que requeiram intervenção social imediata Benefícios do Projecto: Uma das principais mais valias da Brigada Pró-Família é a possibilidade de trabalhar directamente com a po-

24 Categoria 1 Serviço ao Cidadão pulação. O facto de serem os técnicos a dirigir-se aos cidadãos facilita a proximidade e a informalidade que muitas vezes são cruciais em áreas de trabalho como esta. Para além disto, é também um benefício bastante importante o facto desta valência conseguir desenvolver no terreno uma resposta complementar aos serviços de Protecção Civil, GNR e Bombeiros, que em casos de emergência social accionam a Brigada para intervenção imediata, frequentemente para auxílio às situações apresentadas, já que por vezes aquelas instituições não têm formação adequada na área da intervenção social e psicossocial. Quando se referem benefícios é importante nunca esquecer que só com trabalho em equipa no terreno e de forma sistemática e aprofundada é possível um conhecimento profundo da realidade da população Trofense, quer no que se refere às problemáticas presentes, e às quais é preciso dar resposta, quer no que se refere à sua dispersão pelo Concelho. De resto, esta Brigada não se assume como um Bombeiro Social, mas antes como uma Acção Social Avançada que conhece a realidade específica de cada freguesia, de cada lugar e muitas vezes de cada família conseguindo dar respostas firmes, rápidas e adequadas à realidade que encontra no seu dia-a-dia. Esta valência ajuda a criar famílias bem estruturadas e unidas. Para isso, conta com as próprias famílias, isto é que elas saibam estar presentes, vigilantes e actuantes em todos os momentos. Iniciativas como esta Brigada podem ter um papel catalizador, pela dinamização de futuras iniciativas que fomentem a coesão familiar e, porque não, a participação mais activa dos cidadãos na construção da comunidade, já que se sentirão como uma parte integrante da sociedade. Outro benefício a registar foi o facto de, através deste modo de actuação, se poder trabalhar em horário pós-laboral, permitindo o acompanhamento das dinâmicas familiares em contexto real e não em contexto de Gabinete. Desde Setembro a esta parte foram inúmeras as visitas que a Brigada efectuou, pelo que foram bastantes os munícipes do concelho da Trofa abrangidos por este novo Serviço. 25

25 LCS Linha de Cuidados de Saude, S.A. Nome do Projecto: Saúde 24 Centro de Atendimento do Serviço Nacional de Saúde Missão da Entidade: Contribuir para a Prestação de Cuidados de Saúde integralmente focados no Cidadão, facilitando o respectivo acesso a informação e aos Serviços de Saúde do SNS, através de um serviço de reconhecida notoriedade e de elevado valor para o utente com nível de excelência nos serviços disponibilizados. 26 Descrição do Projecto: O Saúde 24 é uma iniciativa do Ministério da Saúde que visa responder às necessidades manifestadas pelos cidadãos em matéria de saúde, contribuindo para ampliar e melhorar a acessibilidade aos serviços e racionalizar a utilização dos recursos existentes através do encaminhamento dos Utentes para as instituições integradas no Serviço Nacional de Saúde mais adequadas. O Saúde 24 incorpora os serviços de atendimento Saúde 24 Pediatria, comummente conhecido por Dói, Dói? Trim, Trim!, e a Linha de Saúde Pública, encontrando-se acessível a todos os beneficiários do Serviço Nacional de Saúde e a qualquer cidadão que, em território português, necessite de aconselhamento na área da saúde. O atendimento é efectuado por enfermeiros qualificados e devidamente formados para dar o melhor aconselhamento/encaminhamento ou ajudar o Utente a resolver a situação por si próprio.

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