PARECER Nº EC Nº 41/03: REFORMA DA PREVIDÊNCIA. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ COM PROVENTOS PROPORCIONAIS. PARCELA COMPLETIVA.

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1 PARECER Nº EC Nº 41/03: REFORMA DA PREVIDÊNCIA. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ COM PROVENTOS PROPORCIONAIS. PARCELA COMPLETIVA. Trata-se de servidora de escola aposentada no cargo de Agente Educacional I, nível 3, grau A, regime de trabalho de 40 horas semanais. De acordo com a cópia do ato de inativação (fl. 4), esta se deu por invalidez com proventos proporcionais a 4.130/ dias. Em razão das alterações provocadas pela Emenda Constitucional nº 41/03, o Secretário da Fazenda Substituto entendeu por encaminhar consulta à Procuradoria-Geral do Estado com as seguintes questões: 1. Na apuração do valor inicial de proventos, deve-se aplicar o redutor sobre o valor de remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo, do art. 1º 5º da lei /2004? Este valor deverá computar vantagens temporais e incorporadas? 2. Em atenção do art. 1º, 5º da Lei Federal /2004, questionamos se a fixação do benefício inicial deverá ser no valor de um salário mínimo nacional, ou o benefício inicial corresponderá a média proporcionalizada, com pagamento de complementação para atingir o valor de um salário mínimo nacional? Embora de início não afete os valores totais dos proventos, se faz importante quando da aplicação de eventual reajuste no benefício. 3. O valor dos proventos deverá ser apurado através da média salarial descrita, e seus reajustes futuros serão vinculados aos aumentos concedidos aos benefícios do Regime Geral de Previdência Social, conforme art. 15 da Lei Federal /2004? Ou o art. 15 da Lei federal /2004, estabelece a data de reajustamento, devendo o percentual ser estabelecido por

2 legislação estadual? 4. A partir da publicação da aposentadoria a servidora perderá qualquer tipo de paridade com os reajustes e vantagens concedidos aos servidores ativos vinculados ao Quadro de Servidores de Escola? Ao final da manifestação consta que o pagamento dos proventos foi implantado de acordo com as regras anteriores à Emenda Constitucional nº 41/03, de forma que, após orientação, poderá haver ajuste na sistemática adotada. Solicitei à Secretaria da Fazenda a remessa do expediente em que foi deferida a aposentadoria da servidora, uma vez que o presente não continha elementos suficientes à análise da consulta. A diligência resultou inútil por ter sido o ato de aposentadoria enviado ao Tribunal de Contas do Estado para registro. Assim, providenciei a juntada dos assentamentos oriundos do Banco de Dados de Pessoal, merecendo destaque que houve redução da carga horária de 40 para 20 horas semanais em duas oportunidades (de 20-mar-95 a 7-mar-97 e de 16-out-00 a 30- nov-00), o que não vem refletido na planilha de salários de contribuição (fls. 5-6). Relatei. O sistema de aposentadoria dos servidores públicos sofreu profundas modificações, iniciadas com a EC nº 20/98 e que tiveram seguimento com a EC nº 41/03. Assim, a redação original do art. 40 da CF/88 referia-se apenas a aposentadoria do servidor, o que foi detalhado em 1998 com a especificação dos integrantes do sistema (somente servidores titulares de cargos efetivos), imposição da contributividade e de adoção de critérios que preservassem o equilíbrio atuarial. Introduziu-se, também, a limitação dos benefícios à remuneração do servidor no cargo em que buscasse a inativação e o tempo de contribuição onde antes era exigido apenas tempo de serviço.

3 Ao final do ano de 2003 um novo panorama é traçado, principalmente no que diz com a determinação do rendimento inicial da aposentadoria e seus reajustes futuros. Perde, pois, o servidor que vier a se inativar pelas novas regras, os proventos integrais (de acordo com a sua remuneração no cargo efetivo) e a paridade (revisão na mesma data e índices concedidos aos ativos), passando o cálculo dos proventos a ser definido a partir das remunerações que foram utilizadas como base para as contribuições vertidas aos regimes próprio e geral. Esse um breve e genérico traçado do que hoje se tem como novas regras para aposentadoria. O caso em análise é de aposentadoria por invalidez, com laudo e ato de inativação datados de 17-maio-04 e 18-jun-04, respectivamente, de forma que incidente a EC nº 41/03, regulamentada, para o regime próprio da União, pela MP nº 167, de 19 de fevereiro de 2004 (posteriormente transformada na Lei federal nº , de 18 de junho de 2004), que expressamente estabeleceu a aplicação do seu art. 1º aos regimes próprios de previdência dos Estados. Em resposta ao primeiro questionamento, o cálculo dos proventos deve seguir os seguintes passos: 1. Selecionar as remunerações que serviram de base à contribuição previdenciária a partir de julho de 1994, atualizadas de acordo com os 1º e 4º, art. 1º da Lei nº / Efetuar a média aritmética simples das maiores, correspondentes a 80% do período contributivo. 3. Cotejar o resultado com a remuneração da servidora no cargo efetivo limitador e escolher o do menor valor. 4. O valor obtido será o dos proventos para aposentadoria integral.

4 5. Como se trata de aposentadoria por invalidez com proventos proporcionais, multiplicar o valor dos proventos apurados no item anterior pelo índice de proporcionalidade (no caso, 37,71% = 4.130/ dias fl. 4). 6. O resultado será a renda inicial da aposentadoria; no entanto, em se tratando de proventos proporcionais, deve-se observar o disposto no art. 163 da LC nº /94, que garante o quantum inicial dos proventos nunca inferior a 33,33...% da remuneração da atividade ou a um salário mínimo, o que for maior. O cotejo é feito entre o valor da média e a remuneração do servidor, não entre a média e a remuneração proporcionalizadas individualmente, como sugerido. Assim, sendo o resultado da média inferior à remuneração da servidora no cargo efetivo (fl. 2), é esse que servirá de base para a proporcionalização (v. item 5) e o resultado se inferior a um salário mínimo deverá ser substituído por valor a esse equivalente. Não há que se confundir, entretanto, esse valor mínimo determinado pela LC nº /94, com aquele constante do 5º, art. 1º da Lei federal nº /04, como se verá. Por autorização do 12, art. 40 da CF/88 aplica-se aos regimes próprios o disposto no 2º, art. 201 do mesmo diploma, de forma que nenhum benefício previdenciário que substitua o salário de contribuição poderá ser inferior ao salário mínimo nacional. Quanto ao 5º, art. 1º da Lei nº /04, determina: 5º Os proventos, calculados de acordo com o caput deste artigo, por ocasião de sua concessão, não poderão ser inferiores ao valor do salário-mínimo nem exceder a remuneração do respectivo servidor no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria.

5 No Estado do Rio Grande do Sul, porém, a Lei nº /01 assegurou a todos os servidores, ativos e inativos, da administração direta, das autarquias e das fundações de direito público, uma complementação mensal na forma de parcela sobre a qual não incidirão quaisquer vantagens, quando perceberem remuneração inferior ao valor que determina. É a chamada parcela completiva. Como o salário mínimo hoje equivale a R$ 260,00 (duzentos e sessenta reais), mais benéfica é a legislação estadual, que garante o valor de R$ 367,90 (trezentos e sessenta e sete reais e noventa centavos), fixado pela Lei nº /04. Assim, sendo a renda inicial dos proventos fixada em um salário mínimo nacional, merece a servidora o pagamento de R$ 107,90 (parcela completiva variável e que não se incorpora aos proventos), valor que deverá ser revisto sempre que modificado o valor contido na Lei nº /01 e os proventos da aposentadoria concedida pelo Regime Próprio de Previdência Social do Estado RPPS/RS. Apurado o valor inicial dos proventos, a norma prevê que o reajustamento deva ocorrer na mesma data em que se der o reajuste dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social ( 8º, art. 40, CF/88 c/c art. 15, Lei nº /04), mas os índices deverão constar de lei estadual específica, não sendo diretamente aplicável qualquer percentual deferido por lei federal aos benefícios dos regimes Geral e Próprio da União. Ainda, com as novas regras que regem a aposentadoria há quebra na relação jurídica administrativa, permanecendo a de cunho previdenciário. Assim, não há que se falar em extensão de eventuais reajustes na remuneração do cargo aos proventos e vice-versa. Da mesma forma, o limitador (remuneração do servidor

6 no cargo efetivo em que se der a aposentadoria 2º, art. 40 da CF/88) é aplicado uma única vez, até por que não existe remuneração do inativo no cargo efetivo. Repete-se que é inadmissível a aplicação de qualquer índice de reajuste que não seja específico ao Regime Próprio de Previdência Social do Estado (seja concedido aos ativos, ao Regime Geral de Previdência ou ao Regime Próprio federal). O cálculo dos proventos deverá ser refeito, seguindo-se a fórmula aqui expressada e cuidando para que os valores utilizados correspondam aos efetivamente constantes das fichas financeiras no momento da aposentadoria. Há ainda que ser retificado o ato de aposentadoria para incluir, na base normativa de cálculo do benefício, o art. 1º da MP nº 167/04, o art. 163 da LC nº /94 e o art. 1º da Lei nº /01. Em relação, especificamente, ao contracheque do benefício em análise, sugiro fazer constar além da rubrica proventos uma específica à parcela completiva, pois mesmo estando consolidados no cálculo da renda inicial todos os elementos que compunham a remuneração do servidor no cargo efetivo, no caso presente merece destaque no demonstrativo o acréscimo de parte provisória e de valor variável. É o parecer. Porto Alegre, 5 de abril de KARLA LUIZ SCHIRMER, PROCURADORA DO ESTADO.

7 Processo nº /04-3

8 Processo nº /04-3 Acolho as conclusões do PARECER nº , da Procuradoria de Pessoal, de autoria da Procuradora do Estado Doutora KARLA LUIZ SCHIRMER. Restitua-se o expediente ao Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado da Fazenda. Em 07 de junho de Helena Maria Silva Coelho, Procuradora-Geral do Estado.

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