Sistema domótico para controlo de acesso. Videovigilância 2006 / Fernando Faria nº Ivan Pereira nº. 4483

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistema domótico para controlo de acesso. Videovigilância 2006 / 2007. Fernando Faria nº. 4694 Ivan Pereira nº. 4483"

Transcrição

1 Sistema domótico para controlo de acesso Videovigilância 2006 / 2007 Fernando Faria nº Ivan Pereira nº. 4483

2

3 Sistema domótico para controlo de acesso Videovigilância 2006 / 2007 Fernando Faria nº Ivan Pereira nº Bacharelato Engenharia Electrónica e Redes de Computadores Junho de 2007 Orientador ESTG: Conceição Tavares

4

5 Projecto Final Videovigilância Agradecimentos Queremos em primeiro lugar salientar a elevada importância da Prof. Conceição Tavares que apresentou uma enorme disponibilidade, pelas indicações e direcções para a resolução de problemas e duvidas que surgiram durante todo o decorrer do projecto. O contributo dos colegas também foi muito importante para a realização deste projecto, sendo que estes contribuíram com ideias novas sobre possíveis aplicações e desenvolvimentos. Por fim, mas não menos importante gostaríamos de referir o contributo de alguns docentes embora atarefados, ajudaram a resolver os nossos problemas, nomeadamente em questões de software, foram eles; a Prof. Sara Paiva, o Prof. Pedro Pinto e o Prof. Pedro Castro.

6

7 Projecto Final Videovigilância Resumo O trabalho realizado tem como objectivo efectuar o controlo remoto de um local recorrendo à videovigilância e permitindo intervir remotamente no local do objecto de controlo. Foi desenvolvido um controlador de uma camera, de modo a que esta possa movimentar-se bidireccionalmente (Pan e Tilt), de modo a poder controlar uma área maior. O controlador é composto por uma câmara web, dois motores de passo a passo e um sensor de temperatura, e sensores de fim de curso. Um dos motores controla o movimento da camera de modo Pan (horizontal), sendo que o outro motor permite o controlo do Tilt (vertical). Os sensores detectam quando os motores atingiram o máximo permitido pelos limites físicos da estrutura que suporta os motores e os sensores. Foram desenvolvidas algumas aplicações que permitem a interacção remota ou localmente e controlar os dispositivos existentes. São apresentados os pormenores relativos aos desenvolvimentos realizados quer software quer em hardware. Palavras-chave (Tema): Domótica Videovigilância Robótica Telemática

8

9 Projecto Final Videovigilância Índice Agradecimentos... v Resumo... vii Índice... ix Índice de Figuras... xi Índice de Tabelas...xiii Notação e Glossário... xv 1 Apresentação do Projecto Enquadramento Apresentação do projecto Reuniões de acompanhamento Ferramentas Tecnológicas utilizadas Contributos deste trabalho Estrutura do Relatório Abordagem Genérica Estado da arte Implementação da Domótica Tipologia de habitações Elementos de instalação Características Poupança de energia Segurança Conforto Flexibilidade Sistema Domótico da Siemens Descrição técnica - Videovigilância Legislação em vigor ix

10 Projecto Final Videovigilância Videovigilância no Espaço Privado Aplicações gerais Hardware A câmara Potência Motores Aplicações desenvolvidas Aplicação em Java Aplicação em C# Conclusões Limitações & trabalho futuro Apreciação final Bibliografia Anexo 1 Regulação sobre utilização de câmaras de vídeo Anexo 2 O porquê de Java Anexo 3 Ficheiro applet.policy Anexo 4 Ficheiro java.policy Anexo 5 Código Servidor (applet) Anexo 6 Código Cliente (applet) Anexo 7 Código servidor (web) Anexo 8 Código cliente (web) Anexo 9 Código Microcontrolador Anexo 10 Código Picram18f Anexo 11 Código DS Anexo 12 Código C# x

11 Projecto Final Videovigilância Índice de Figuras Figura 1 Áreas da domótica 8 Figura 2 - Exemplo de ligação do EIB 13 Figura 3- Exemplo de ligação do X10 15 Figura 4- Siemens alusiva às funcionalidades do instabus EIB 21 Figura 5- Esquema principal da placa de ensaio 26 Figura 6- Webcam e os motores no suporte. 29 Figura 7- Caixa de derivação com o Reles 30 Figura 8 - Pagina Web com a imagem da webcam e seus controlos 33 Figura 9- Consola java, ilustração do accionamento do controlo e abertura do socket 33 Figura 10 - Output da comunicação serie 35 Figura 11- Imagem sobre o funcionamento da comunicação 36 Figura 12 Applet do servidor 39 Figura 13 -Applet do cliente 39 Figura 14 - Aplicação para controlo remoto 42 xi

12

13 Projecto Final Videovigilância Índice de Tabelas Tabela 1- Tabela das funcionalidades do Sistema 22 Tabela 2- Lista de Material Utilizado na placa de ensaio 27 Tabela 3- Lista de Material para o suporte 30 Tabela 4- Lista de Material de Potencia 31 xiii

14

15 Projecto Final Videovigilância Notação e Glossário API Applet Byte-code Application Programming Interface Software aplicativo, executado no contexto de outro programa Código não maquina que precisa de ser interpretado C# É uma linguagem de programação orientada a objectos da Microsoft CNPD DIN DLL EIB EIBA Html Java JVM Pan X10 RS-232 Socket Streaming Tilt Comissão Nacional Protecção de Dados Calha Eléctrica Dynamic Link Library European Installation Bus EIB Association HyperText Markup language É uma linguagem de programação orientada a objectos da Sun Java Virtual Machine Movimento horizontal Sistema de comando e controlo que utiliza a rede eléctrica Protocolo de troca serie de dados binários Ligação bidireccional entre duas aplicações Transmissão de vídeo Movimento Vertical xv

16 1 Apresentação do Projecto 1.1 Enquadramento Este relatório é apresentado no seguimento de todo o desenvolvimento do projecto. O tempo do projecto foi de dois semestres. Durante este tempo foram apresentados relatórios intermédios que indicavam o ponto de situação do projecto. Este projecto passou por várias fases de desenvolvimento, devidamente planeadas pelos participantes, os alunos e o professor Orientador. Estamos cientes que este projecto foi uma prova de fogo que tivemos de dar a nós próprios e também aos docentes que neste estabelecimento trabalham sobre os conhecimentos adquiridos e a nossa capacidade de decisão, de implementação. Mas mais importante do que estas características referidas foi a capacidade de ultrapassar os obstáculos que foram sucedendo e a capacidade critica face aos resultados obtidos. Com estes projectos finais são postos à prova, não só os conhecimentos teóricos adquiridos no âmbito do curso, mas também, a capacidade de comunicação, de esclarecer, espírito criativo e autocrítico, que na sua totalidade tornam o ser humano mais culto, sociável e produtivo. 1.2 Apresentação do projecto A domótica é uma área muito abrangente Este projecto é uma particularidade desta área. Como a domótica é uma área muito abrangente e podíamos escrever inúmeros relatórios diferentes sobre a mesma área. Desta forma optamos por uma especificação, que é a videovigilância, que neste caso é um sistema domótico de controlo de acesso. Este projecto consiste em efectuar uma observação constante de um determinado local no laboratório, sendo que este local possuiu um variado número de equipamentos passíveis de controlo remoto. Esse controlo foi desenvolvido por nós. Esse controlo é efectuado via web que é servido através de um sistema, que se encontra no laboratório e possui uma ligação directa ou indirecta com esses equipamentos que está receptiva a conexões de clientes exteriores que terão de fazer o login com as suas credenciais para controlar a câmara e também os equipamentos situados na local. Mesmo não tendo acesso, devido ao facto de não ter permissões de controlo, pode sempre observar a camera praticamente em tempo real, sendo que existe um atraso de alguns segundos para garantirmos a qualidade da imagem. Fernando Faria / Ivan Pereira 1

17 Com este sistema é actuar num dispositivo qualquer e, por exemplo desligar o equipamento ou a iluminação, entre outros. 1.3 Reuniões de acompanhamento As reuniões foram adequadas, sendo que utilizamos uma técnica diferente, que era um acompanhamento quase que semanal, onde abordávamos a situação actual. Onde abordávamos em concreto o que seria feito de seguida, porquê, e esclarecíamos as dúvidas e decisões normais nestas situações. No entanto tivemos algumas reuniões importantes relativamente às quais iremos apresentar as datas e o seu conteúdo. Data Assunto Intervenientes Local 3 Outubro Esclarecimento sobre o Alunos e Gabinete do de 2007 que era mesmo Orientador Orientador pretendido com o projecto, e qual o material que seria disponibilizado pela escola 17 Estruturação do projecto Alunos e Gabinete do Outubro e pesquisa de material Orientador Orientador de 2007 necessário para definir alguns parâmetros do projecto. 21 Estrutura inicial definida Alunos e Gabinete do Novembro e discussão da ideia de Orientador Orientador de 2007 controlo de uma camera bidireccional. 28 Pequena apresentação de Alunos e Laboratório de Novembro um streaming de vídeo Orientador Micro de 2007 entre dois computadores controladores com um programa de vídeo específico VLC. Fernando Faria / Ivan Pereira 2

18 4 Apresentação de parte de Alunos e Gabinete do Fevereiro conteúdo teórico sobre Orientador Orientador de 2007 domótica geral, apresentação de um mecanismo de suporte para a camera que suportaria os dois motores e lhe daria os movimentos. 21 Discussão de alguns Alunos e Gabinete do Fevereiro pontos sobre o relatório Orientador Orientador de 2007 de progresso para entregar ao coordenador de curso. 15 Março Pequena apresentação do Alunos e Laboratório de de 2007 controlo dos motores, Orientador Electrónica mas ainda sem suporte. 12 Abril Controlo efectuado Alunos e Gabinete do de 2007 através de aplicações, Orientador Orientador designadamente em C# e Java. 6 Julho de Apresentação da Alunos, Gabinete do 2007 aplicação a estabelecer Orientador, Pedro Pinto conexão em sockets, Pedro Pinto e ainda em fase inicial, Sara Paiva pois não enviava nem recebia informação. Fernando Faria / Ivan Pereira 3

19 7 Julho de Conexão entre o cliente e Alunos e Biblioteca 2007 o servidor com Orientador transferência de informação. 1.4 Ferramentas Tecnológicas utilizadas Foram utilizadas várias ferramentas para o desenvolvimento das aplicações, sendo que foram desenvolvidas duas aplicação de base e em linguagens diferentes. Para isso foi utilizado o Netbeans, que permite programar em Java e o Visual Studio 2005 que permite programar em C#. Foi utilizado o Software PicCompiler que permitia compilar e utilizar a linguagem para programação do Microcontrolador. Utilizamos um programa que efectua o streaming de vídeo e o disponibiliza num executável java (*.jar), que foi o SimpleCam. Utilizamos também o Apache servidor web, para colocar o servidor com a página criada por nós, desta forma era possível aceder de um cliente conectado com o servidor e visualizar a página. E por fim utilizamos o Active Perl, para criar um ficheiro que permitisse enviar dados para a porta serie e assim controlar os motores de um modo muito prático para efectuar os testes. 1.5 Contributos deste trabalho Com a rentabilidade de material electrónico de fácil acesso, pode ser feito um sistema de vigilância, com interacção de outros dispositivos. A possibilidade de o fazer remotamente, era pretendido efectuar o controlo remotamente através de um PDA, mas o tempo não o permitiu. Este projecto tem várias aplicações imediatas no Instituto, nomeadamente em salas de computadores, salas onde existam muito equipamentos. Com a implementação deste projecto podemos ver, controlar e interagir com quem lá estiver. E se este projecto for continuado, ainda se podem desenvolver inúmeras potencialidades de um projecto desta envergadura. Fernando Faria / Ivan Pereira 4

20 1.6 Estrutura do Relatório Este relatório está estruturado em três capítulos. O primeiro capítulo é uma introdução geral e teórica sobre o aparecimento da domótica, o que é, e quais as suas vantagens, bem como todos os desenvolvimentos efectuados nessa área e o ponto actual da domótica no pais e no mundo. O segundo capítulo incide concretamente sobre o desenvolvimento do projecto, sobre toda a planificação de hardware, desde o desenvolvimento do suporte, aplicação dos motores, adaptações e ajustes finais. Como todo o desenvolvimento das aplicações de controlo efectuadas em software. No terceiro capítulo abordamos as limitações e trabalho futuro, incidindo estas nas possíveis melhorias que se devem incluir no projecto. Fernando Faria / Ivan Pereira 5

21

22 2 Abordagem Genérica A Domótica é uma tecnologia recente que permite a gestão de todos os recursos habitacionais. O termo Domótica resulta da junção da palavra latina Domus que significa casa com Telemática que significa a fusão de telecomunicações + informática. São estes dois últimos elementos que, quando utilizados em conjunto, rentabilizam o sistema, simplificando a vida diária das pessoas satisfazendo as suas necessidades de comunicação, de conforto e segurança. Quando a domótica surgiu (com o primeiros edifícios, nos anos 80) pretendia-se controlar a iluminação, condições climáticas e segurança de forma integrada e eficaz. A ideia base é contínua, a diferença é o contexto para o qual o sistema está pensado: já não um contexto militar ou industrial, mas doméstico. Apesar de ainda ser pouco conhecida e divulgada, mas pelo conforto e comodidade que pode proporcionar, a domótica promete vir a ter muitos adeptos. Quando as pessoas ouvem pela primeira vez a palavra domótica reagem de forma estranha, já que desconhecem o que esta significa. E logo associam como histórias de ciências e ficção onde existem máquinas e computadores de alto nível que tem como função realizar os trabalhos domésticos que as pessoas executam diariamente. Podemos considerar uma habitação domótica como sendo edificações onde estão instalados um conjunto de aparelhos que trabalham para os habitantes desse edifício sem pausas nem cansaços. A característica fundamental é fazer com que o ambiente fique o mais natural e funcional possível, sem alterar o funcionamento da habitação. Os sistemas que existiam nas habitações trabalhavam de uma forma independente, sem interagir entre eles. Como por exemplo a segurança, o aquecimento e a posição das persianas, cada uma destas funções funcionam de uma forma totalmente separada, sem relação entre eles, de maneira que só actuavam sobre o comando do utilizador que o determinasse. Na actualidade existem sistemas que proporcionam soluções para integrar e relacionar todos os elementos que citamos anteriormente, que proporcionam uma grande quantidade de serviços para uma eficaz automatização da habitação. Fernando Faria / Ivan Pereira 7

23 Na Europa já existem muitos edifícios com este tipo de automatização, integrando sistemas que articulam de uma maneira técnica e eficaz o conforto da segurança a poupança energética, bem como as comunicações que no nosso país estão a ser implementadas progressivamente. Como exemplo das funções que este tipo de sistema é capaz de realizar, poderíamos dizer que é totalmente possível fazer com que a iluminação actue no momento e lugar que se necessita em função de parâmetros como a quantidade de luz solar que entra pelas janelas ou também a orientação da habitação, dependendo se esta se situa num rés-do-chão ou primeiro andar considerando todas estas variantes dentro dos limites previamente fixados. Outro exemplo seria detectar uma fuga das instalações de gás ou agua, nesse caso o nosso sistema desligaria o abastecimento para evitar inundações ou acidentes poupando danos materiais e evitando gastos desnecessários. Para as pessoas idosas e incapacitadas a domótica oferece uma melhoria significativa na sua qualidade de vida, perante uma indisposição ou uma queda num acidente normal basta um apertar num botão e o sistema domótico executa uma opção previamente definida que poderá ser chamar os familiares e/ou assistência médica, desta forma prestando ajuda de uma forma imediata. Podemos considerar a habitação passível de aplicação domótica como um edifício vivo que se adapta constantemente às novas necessidades do seu utilizador sem grandes interrupções e custos no funcionamento do sistema. Temos de salientar que a domótica é uma área específica de caracteriza as habitações, e os edifícios em geral, mas estes não são nem nunca serão inteligentes, o uso que deles soubermos fazer é que é considerado inteligente. É, no entanto, corrente chamar inteligentes às habitações que possuam características capazes de tornar a vida mais simples a quem nelas habita, assim agrupadas em cinco categorias principais: Segurança Segurança Economia Conforto Economia Integração Conforto Ecologia Integração Ecologia Figura 1 Áreas da domótica Fernando Faria / Ivan Pereira 8

24 Para cada indivíduo, em cada momento, terão naturalmente importâncias diferentes para cada uma das categorias referidas. No entanto, às cinco enunciadas juntamos a capacidade de adaptação das habitações, tornando-as evolutivas com a tecnologia, e essencialmente com as necessidades e as preferências de quem as habita. A gestão dos espaços interiores e exteriores com a adequação do controlo de iluminação, estores, aquecimento, rega, temperatura da água da piscina, etc., às condições atmosféricas ou às ordens remotas via Internet ou telemóvel, é hoje uma realidade de muitas habitações em Portugal e em muitos outros países do mundo. Ao analisarmos as funcionalidades tecnológicas num edifício comparando-as com as de qualquer veículo automóvel, equipamento de telecomunicações, ou com um simples electrodoméstico, rapidamente damos conta do défice tecnológico que ainda é usual encontrar em qualquer habitação tradicional (o maior, mais importante e mais duradouro investimento da vida de cada um). Neste capítulo pretendemos alertar para o abuso de palavras como domótica, casas inteligentes e edifícios inteligentes, que produzem reacções adversas nos proprietários dos edifícios, patrocinadores e grupos financeiros, que são levados a concluir que aquilo que lhes é proposto não é adequado às funções pretendidas. Em síntese, pretendemos contribuir com alguns conhecimentos que permitam ao investidor, particular ou profissional, dominar os conceitos fundamentais desta área tecnológica para que deles possa fazer uso, segundo os seus próprios critérios de escolha. 2.1 Estado da arte A domótica esta mais desenvolvida no Japão e nos Estados Unidos apesar de não ter seguido os mesmos caminhos. Na Europa está a evoluir especialmente nos países nórdicos devido às novas tecnologias a nível das comunicações que possibilitam através de uma rede móvel controlarem sistemas automatizados. No nosso país o desenvolvimento tem sido lento e algo incerto, mas no futuro vai ser uma tecnologia adoptada naturalmente como aconteceu com o telemóvel. Um dos motivos do pouco desenvolvimento da domótica é o desconhecimento desta tecnologia do âmbito familiar, uns porque desconhecem o significado e outros pela falta de Fernando Faria / Ivan Pereira 9

25 informação do que lhes poderia proporcionar esta tecnologia, assim como pensam que só poderia ser usado por utilizadores de elevado nível social. A situação actual em que se encontra a domótica tem três razões principais: o Primeiro, o desconhecimento da população em geral o Segundo, a grande dificuldade das empresas do sector devido, em conseguir implantar um sistema revolucionário nas habitações o Terceiro, as reticências por parte do mundo da construção. Vamos dar um pequeno exemplo destas aplicações na vida de uma família normal. Em que programa o despertador para os acordar a uma hora exacta como também informar as condições atmosféricas que terão ao longo do dia, o que nos daria a informação de como nos vestir para sair de casa e não ter de vir à janela para ver o tempo que se encontra no exterior. Outro exemplo será um painel táctil instalado na casa de banho, no espelho como o qual temos acesso ao sistema podemos acender a cafeteira ligar o microondas a torradeira e no fim do duche o pequeno-almoço estar pronto. Assim como no fim do dia e através do telemóvel ligar o forno á temperatura e o tempo necessário para que prepare o frango que deixamos no forno antes de ir trabalhar para o jantar. Também está preparado para se quiséssemos descansar uns minutos sem sermos incomodados por uma chamada telefónica ou mudanças de luz provocadas pelo sol ou nuvens através do painel táctil que será instalado na entrada ou na sala da casa, para depois despertarmos á hora programada. Se abandonarmos a residência e as luzes ou a climatização ficassem ligadas, o sistema domótico envia a comunicação e através do sistema de reconhecimento de voz desconectará rapidamente os sistemas activados e no seu lugar accionará o sistema de segurança. No fim do dia ao chegar a casa podemos fazer com que as luzes se acendam à nossa passagem e se apaguem à saída, assim como no Inverno termos a possibilidade de activar o aquecimento com o nosso telemóvel. Toda esta situação é possível na actualidade apesar de, as pessoas no geral pensem estar única e exclusivamente adaptadas a pessoas de um pequeno extracto social. O que não seria verdade se todos os construtores o implementassem de raiz, faria com que se tornasse mais banal e qualquer cidadão podia usufruir das potencialidades destes serviços e assim melhorar o seu modo de vida. Mas pelos caminhos lentos e tortuosos, que neste momento percorre, apenas acontecerá num futuro longínquo. Fernando Faria / Ivan Pereira 10

26 2.2 Implementação da Domótica Entende-se por domótica a incorporação na nossa habitação de uma tecnologia que se adapta de uma forma energeticamente eficaz, confortável e segura das instalações, dos aparelhos domésticos tradicionais tais como: aquecimento, maquina de lavar roupa, iluminação, entre imensos electrodomésticos que possuímos na habitação, muitos deles quase sem dar por isso. Assim sendo a domótica persegue o rendimento máximo da luz, para isso aproveitando as inúmeras fontes de energia renovável (gratuita e infindável, pelo menos no próximo milénio), neste caso a energia solar adaptando o seu comportamento as necessidades pretendidas. Os benefícios que a domótica podem proporcionar são: poupança de energia, conforto e habitabilidade, segurança pessoal e patrimonial, tele-assistência que proporciona no momento necessário a gestão da nossa habitação mediante controlo remoto através de telefone, rádio ou outros meios das comunicações, sendo que estas comunicações têm de permitir a transmissão do controlo do dispositivo móvel ou distante até à nossa habitação que possui o centro de controlo, uma maior potencia na rede de comunicações já que se somam a estes serviços os telemáticos e um acesso aos diferentes serviços que proporciona a internet. Também podemos citar as aplicações que a gestão técnica de edifícios pode dar a uma habitação no âmbito da poupança energética, uma programação, e distinção de zonas de climatização já que a temperatura da cozinha não será igual à da casa de banho por exemplo, a gestão de cargas eléctricas que de forma prioritária conecta ou desconecta poupando energia e gestão de tarifas eléctricas accionando determinados aparelhos em períodos de tarifa reduzida. No âmbito do nível de conforto corte de todas as luzes da habitação controlo de cada ponto de luz por separado e adaptado às necessidades do momento, controlo e regulação da quantidade de luz presente no ambiente e automatização das instalações com sistemas e equipas de modo que possuam um controlo eficiente e fácil de utilizar. No âmbito da segurança, protecção patrimonial e pessoal: detecção de invasão da habitação, na ausência dos proprietários da habitação a simulação da presença dos mesmos de modo a tentar dissuadir qualquer tipo de planeamento de furto, ou algo Fernando Faria / Ivan Pereira 11

27 assim similar, a possível e eventual medida da activação do alerta e da teleassistência, nomeadamente no controlo de persianas para o funcionamento pontual e seguro das mesmas e por último no aspecto das comunicações um controlo remoto do sistema domótico e por consequência de toda a habitação, transmissão de alarme nos casos da activação avisando de forma simultânea ao proprietário e aos organismos instalados, que por sua vez alertam as suas centrais que disponibilizam esta informação directamente para os agentes que estejam distribuídos pelo terreno e finalmente intercomunicações no interior entre as diversas divisões assim como com os serviços electrónicos actuais Tipologia de habitações Existem dois tipos de habitações que são a nova construção e a habitação já existente, no primeiro caso dispõe-se de um só cabo para o sistema inteligente, no segundo caso deve-se aproveitar a instalação eléctrica existente para o bom funcionamento domótico. Os dois casos são situações de tecnologias existentes e aplicáveis. Sendo estes constituídos por barramentos CAN para as habitações novas, e para o caso de a habitação já ter sido construída existe um protocolo denominado X10 que permite efectuar a transferência de comunicação através da rede eléctrica, utilizando módulos específicos. Um ponto importante a referir no caso de pessoas incapacitadas ou de idade avançada são: as características do sistema para população em geral até podem ser opcional embora nos casos referidos seguramente serão imprescindíveis para a rotina diária e para salvaguardar a segurança dessas pessoas. EIB (European Installation Bus): O European Installation Bus (EIB) constitui um standard europeu criado para fazer frente aos protocolos norte-americanos, sendo apoiado pelos principais fabricantes de componentes electrónicos e electrodomésticos tais como a Siemens, ABB, Bosch, etc. Este standard é coordenado intencionalmente pela EIBA, EIB Association, responsável por certificar parceiros EIB através das entidades locais. Fernando Faria / Ivan Pereira 12

28 O EIB caracteriza-se por utilizar uma única linha de dados dedicada (barramento) entre todos os dispositivos compatíveis. Todos os equipamentos, independentemente da marca, são compatíveis, podendo ser conjugados na mesma instalação. O EIB suporta até 64 dispositivos por linha, sendo que no máximo pode unir até 12 linhas. O sistema é descentralizado, de arquitectura linear, podendo ser em estrela ou em árvore. Figura 2 - Exemplo de ligação do EIB o As principais características deste protocolo são as seguintes: a. As comunicações sobre o protocolo EIB são mais fiáveis, visto possuir a sua própria instalação em termos de cablagem; b. As redes EIB gozam de uma grande expansibilidade. É possível escalar uma rede que suporte inúmeros dispositivos sem perder fiabilidade; c. Os dispositivos EIB são capazes de informar a sua presença na rede; d. É possível questionar um dispositivo EIB sobre o seu estado; e. A gama de produtos é maior e podem vir de vários fabricantes, ao contrário do X10 em que a oferta é muito mais limitada. X10 O protocolo X10 é um tipo de linguagem de comunicação que permite controlar dispositivos que tem afinidade para tal. Tudo é feito pela instalação eléctrica V, o que significa a não existência de custos adicionais para a sua instalação ou adaptação. Este sistema baseia-se na rede Powerline Fernando Faria / Ivan Pereira 13

29 desenvolvido nos Estados Unidos da América. Não exige a contratação de um profissional para a sua instalação já que este é fácil de ser instalado sem existirem conhecimentos técnicos. Uma vez que utiliza a cablagem eléctrica para comunicação entre os módulos. Poderá ser instalado na altura da construção da casa ou depois, através de lotes de vários equipamentos comprados, ou individualmente. Este tem de estar preparado para quando desligar uma luz em sua casa, não aconteça na casa do vizinho, para isso existem módulos acopladores e filtros próprios que evitam a saída ou entrada de sinais de uma habitação para outra. o Constituição do sistema Para diferentes tipos de aplicações existem diferentes tipos de controladores. Para uma casa em que inicialmente não estava pensada para um sistema domótico, basta configurar os módulos controladores, que ligam directamente à tomada. Através da rede eléctrica são enviados sinais digitais codificados, que são recebidos pelos módulos onde se colocam nos aparelhos que se desejam controlar. Cada controlador tem um código diferente (uma letra e um numero) correspondente ao sinal transmitido pelos controladores, um conjunto X10 é a configuração através de dois comutadores em cada módulo. Estamos a falar do Código de Casa e a Código de Unidade. Podem ligar-se módulos com o mesmo Código de Unidade, e todos eles respondem simultaneamente em grupo aos sinais do controlador. Para um controlo adicional existe o controlo por infravermelhos, no entanto existe um limite de módulos que pode controlar o mesmo controlador. O caso dos comandos à distância é apenas um exemplo que permite não só o controlo dos módulos de domótica, como de outros aparelhos domésticos de áudio e vídeo. o As principais características deste protocolo são as seguintes: a) O sistema de automação doméstica X10 não só é fácil de instalar como de desinstalar! Fernando Faria / Ivan Pereira 14

30 b) Nenhum outro sistema de automação doméstica lhe oferece tanta conveniência e flexibilidade. c) O sistema X10 está concebido para ser instalado por si. Sim, é muito simples. Claro que também pode optar por chamar um técnico. Figura 3- Exemplo de ligação do X Elementos de instalação Os componentes que fazem parte dos sistemas de gestão técnica e automatização de habitações são variados, como uma ordem à distância pode utilizar a instalação passando pela central que gere todo o sistema numa instalação centralizada. Inicialmente iremos falar dos sensores e dos actuadores, os sensores são dispositivos que se utilizam dentro do sistema para avaliar o estado de parâmetros que podem ser a temperatura ambiente, fugas de gás ou de água, etc. Estes sensores podem emitir todo o tipo de dados, basta que a central esteja já preparada para receber dados desse tipo, deste modo é permitido adicionar quaisquer novos sensores e Fernando Faria / Ivan Pereira 15

31 configurar os mesmos na central. Desde que obviamente com técnicos especializados. Sendo que existem os mais variados gostos pessoais, e em parte isso é que acaba por determinar as nossas diferenças na igualdade, existirão várias predefinições para os sensores mais usuais tidas como genéricas, que poderão ser alteradas mediante ajuste com os proprietários. Os sensores mais utilizados são: termóstato de ambiente que tem como função registar a temperatura da divisão onde esta situada e que por qualquer mudança permite alterar a situação segundo a programação prévia do sistema; sensor de temperatura interior, em que a sua função è exclusivamente a de medir a temperatura na divisão na que se encontra situada; sensor de temperatura exterior tem por missão optimizar o rendimento do sistema de aquisição de energias exteriores, mediante uma regulação eficaz do seu funcionamento; sonda de temperatura para utilização do aquecimento em que a sua função é gerir o funcionamento dos tipos de aquecimento eléctrico como por exemplo o caso das sondas limitadores para o sol radiante; sondas de humidade que tem por missão descobrir fugas de água em casas de banho, cozinhas, etc. detectores de fuga de gás utilizados para inspeccionar anomalias e fugas nas instalações de gás utilizadas na habitação; detector de fumo e/ou fogo que nos avisará dos possíveis incêndios; detector de rádio frequência que nos avisará de uma necessidade de assistência medica feita através de um emissor portátil de rádio frequência accionado por uma pessoa; sensor de presença que tentará descobrir intrusos alheios á habitação; receptor de infravermelhos que recolhe as emissões de ordens como por exemplo comandos à distância. Os sensores são muito importantes, pois são estes os responsáveis pela conversão do sistema real para as conversões adequadas de modo a que as máquinas possam interagir com esses resultados, e estes dados são então controlados pela forma estipulada no programa e devolve estes valores, devidamente alterados para os actuadores, estes sim fazem a inversão da ordem de controlo para a alteram de sistemas reais. De um modo leigo e bastante acessível podemos afirmar que os sensores acabam por ter a capacidade de receber as alterações do meio, ou seja sejam estes os olhos, e os actuadores têm a capacidade de alterar o meio, sejam estes as mãos. Os actuadores são dispositivos utilizados pelo sistema para mudar o estado das instalações ou aparelhos dependendo da informação enviada por o sensor. Os Fernando Faria / Ivan Pereira 16

32 actuadores normalmente utilizados são: contactores também denominados reles de actuação normalmente montados num carril DIN, cuja função é actuarem sobre elementos que precisam de um accionamento como por exemplo ar condicionado, o tratamento das águas de uma piscina ou o sistema de rega de um jardim; contactores para base de conexão que ligam ou desligam uma base de conexões, para ligar ou desligar a energia de uma base de conexão em função dos parâmetros de poupança energética que se ditaram ao sistema; electroválvulas de corte de abastecimento de agua ou gás que actuarão como requerimento do sistema perante a detecção de um sensor de humidade ou um detector de fuga de gás cortando o abastecimento da instalação perante uma imperfeição, válvulas para a descriminação por zonas do aquecimento adaptando o nível do aquecimento conforme as directrizes do sistema; sinais sonoros que se utilizarão nos caso em que a detecção de algum alarme por parte do sistema tenha necessidade de um aviso acústico ou visual, isto não apenas na eventualidade de este sistema estar aplicado devido a pessoas invisuais ou com outro tipo de deficiência. 2.4 Características Dispondo de um sistema de bus (barramento) obtemos o comando e controlo das instalações existentes num edifício. Existem várias empresas a nível europeu que fabricam material eléctrico seguindo modelos standards para as comunicações dos seus sistemas ou então procuram convergência entre protocolos para utilizar vários componentes de diferentes fabricantes em qualquer instalação. Também existem empresas que utilizam sistemas próprios encontrando-se à margem do resto das empresas ou sistemas. Um sistema adoptado com bus comunica e interliga todos os sistemas eléctricos que formam a instalação do edifício entre si de maneira a que possam comunicar todos com todos. É possível que qualquer elemento actue ou dê ordem a qualquer outro, por exemplo: um anemómetro situado na parte superior de uma habitação pode fazer com que subam todas as persianas que se encontrem descidas em qualquer ponto desta, independentemente da obrigação de cada um destes elementos e também da distância que se encontrem uns dos outros; um temporizador horário que se encontre situado num armário eléctrico no interior da habitação pode accionar o sistema de rega sendo independente a sua localização e distância existente Fernando Faria / Ivan Pereira 17

33 entre eles, um outro exemplo seria um sensor de movimento que actua sobre um circuito que conecte um alarme ou aviso de segurança ou até mesmo a polícia. Todos os elementos do sistema que necessitam de energia eléctrica para o seu funcionamento estão conectados a uma única rede chamada bus, estes elementos são interruptores, motores, electroválvulas, contactores, sensores de qualquer tipo etc. O bus esta formado pelo cabo duas vezes meio milímetro quadrado que se denomina trançado e que, como tem de inter-conectar todos os elementos da instalação deverá percorrer todo o edifício e ao qual conectar-se-ão todos os actuadores, sensores, entre outros, que pertençam as instalações de aquecimento, persianas, cortinas, toldos, alarmes, informação, iluminação, ar condicionado etc. O sistema potencia os aspectos de poupança de energia, segurança, conforto e flexibilidade em maior ou menor medida segundo o tipo e uso do edifício Poupança de energia Se quisermos poupar energia devemos desligar o aquecimento, o ar condicionado e a iluminação quando o seu funcionamento não seja necessário. Na zona de passagem dos edifícios utilizaremos sensores de movimento para acender a iluminação perante a presença de pessoas e posteriormente apagando-se automaticamente depois de um tempo prévio fixado no sistema. Nos centros de trabalho utilizaram-se sensores de iluminação para ligar e desligar a iluminação eléctrica em função da luz natural que entra pelas janelas. Também se poderá utilizar o mesmo sensor de luminosidade, agora em vez de acender e apagar totalmente, regular-se-á o nível desta para que a iluminação seja constante durante todas as horas de trabalho. Para o ar condicionado ou aquecimento o sistema pode fazer com que se desligue automaticamente ao abrir as janelas, mediante um sensor situado nelas. Podemos também dotar no sistema um interruptor que permita modificar a temperatura registada nos termóstatos da instalação podendo assim reduzir a mesma no Inverno ou aumenta-la no Verão, permitindo também controlar todo o tempo em que este sistema não seja necessário, desligar no período de férias, fim de semanas, etc. Esta operação permite modificar os registos do termóstato sem os manipular um por um. O que seria muito mais trabalhoso, se sempre que fossemos de fim-de-semana, para garantir o rendimento da iluminação, bem como Fernando Faria / Ivan Pereira 18

34 do aquecimento, e todos os demais dispositivos, fosse necessário deslocar-nos a cada um deles e desligar, ou ligar e até mesmo ajustar a seus parâmetros. Depois de todo este esclarecimento será impossível, voltar a pensar que temos o máximo de conforto e usufruímos da melhor qualidade de vida na nossa habitação, sem o contacto e a aplicação deste tipo de sistemas e controlo. Podemos mesmo afirmar que o nosso modo de pensar foi evoluído, e não queremos regredir Segurança Para permitir a segurança de um edifício é indispensável a aplicação de sensores magnéticos em portas e janelas, que dêem sinais de alarme ao sistema que possam enviar ao controlo central de segurança do edifício no caso de acontecer um imprevisto. Os detectores de movimento colocaram-se em sítios de forma que seja necessário proteger os edifícios contra invasão e também se poderá registar de forma que actue em determinados horários ou dias da semana. Como exemplo na entrada de um edifício de escritórios o sensor permanecerá desligado na hora de expediente e activo quando este acabar para o detector de movimento actuar protegendo o edifício. Sendo passível de alteração no local, mediante alterações pontuais de horários, horas extraordinárias e semelhantes. Os detectores de humidade serão colocados em locais normalmente húmidos, tais como: casas de banho, messes para as refeições, e todo um variado e possível dado de locais, mas que quando dando o sinal de alarme todas (onde ocorrerem anomalias) as electroválvulas sejam controladas para fecharem o abastecimento de agua perante uma possível inundação. A informação necessária para que um interruptor automático ou diferencial se desligue também circula por um barramento bus até ao centro de controlo para sua desconexão, ou a outro lugar qualquer dentro do sistema ou fora dele, através de qualquer comunicação para ter a certeza da abertura do circuito eléctrico que controla o interruptor automático ou o diferencial. Fernando Faria / Ivan Pereira 19

35 2.4.3 Conforto Os comandos à distância por infravermelhos facilitam a vida dos utilizadores de qualquer edifício, manipulando qualquer circuito que esteja conectando ao nosso sistema como ar condicionado, persianas, iluminação etc. Os display s proporcionam-nos a informação do estado do sistema como por exemplo a temperatura real ou iluminação. Outro elemento que proporciona o máximo conforto são os programadores ou interruptores horários que evitam realizar as tarefas repetitivas de áreas de um edifico que podem ser ligar e desligar circuitos a certas horas, descer e subir os toldos e persianas à noite e ao contrário de manha, automatizar a rega, etc Flexibilidade É um aspecto importante nas instalações automatizadas. O sistema tem que ter capacidade para ser modificado ou reprogramado em função das necessidades do edifício, por exemplo podem ser acrescidos ou eliminados sensores ou actuadores de forma transparente ao sistema e em tempo real, evitando que o resto das funções do sistema deixe de funcionar. Funciona desta forma para evitar uma situação de perigo para o edifício como por exemplo a invasão de qualquer pessoa no edifício enquanto o sistema estivesse desligado para a sua modificação. Ou então se um sensor de presença não detectasse a passagem de pessoas no corredor, ou que a luz se acendesse porque o sistema se encontra fora de serviço, e também ao introduzir ou eliminar algum elemento ao sistema. Mesmo que o nosso bus funcione num sistema descentralizado sabemos que não necessita de uma central, nem de um elemento de controlo central já que a comunicação dos diferentes elementos se realiza directamente através do bus, sendo assim possível dispor de um sistema de visualização de sinais que circulam através do bus mediante um portátil ligado ao bus e que pode estar situado no local de controlo do edifício. Este sistema de visualização permite também conhecer o estado de todos os componentes do sistema, dar ordens manuais ou programadas em qualquer momento ao sistema e fazer que actuem num ponto qualquer do edifício. Fernando Faria / Ivan Pereira 20

36 3 Sistema Domótico da Siemens A Siemens combina no seu sistema domótico o protocolo EIB com as linhas ADSL, que se consegue controlar através de uma ligação à Internet ou por telefone. Possibilita um elevado número de controlos que vão desde ao controlo de luzes, sensores, persianas automatizadas, alarmes, entre outros. Este sistema possui um preço que varia segundo a superfície a cobrir e do que se queira instalar. O preço base para cada 100 m 2 é de 3000, segundo dados divulgados pela própria companhia. De entre as múltiplas opções que este sistema dispõe a nível de segurança podemos destacar a existência de sensores de movimento para detectar a presença de estranhos dentro da habitação ou detectores de fumo que avisam os bombeiros em caso de incêndio, mas este sistema não fica por aqui, a figura 3 mostra outros mecanismos que este sistema nos oferece e que são apresentadas as suas funcionalidades na tabela 1. Figura 4- Siemens alusiva às funcionalidades do instabus EIB Fernando Faria / Ivan Pereira 21

37 Designação Quadro Eléctrico Estores Câmara Radiadores Maquinas de lavar Televisor Painel solar Iluminação Alarme Aqui é onde esta acoplado o modulo central para a distribuição da rede no protocolo EIB. Podem ser controlados pelo protocolo EIB, este pode ser accionado mediante qualquer controlo remoto ou meios de comunicação. É responsável pela vigilância da habitação, accionando o alarme quando sente a presença de algum movimento. Estes serão responsáveis pelo aquecimento da casa e accionados mediante um horário imposto pelo utilizador, ou por controlo remoto. Caso a máquina esteja pronta a lavar e o utilizador se esqueça de a ligar, pode-o fazer através de qualquer meio de comunicação, sem a necessidade de voltar a casa. Através da vídeo vigilância o utilizador pode saber quando o televisor esta ou não ligado e desliga-lo. Quando não se encontra ninguém em casa podemos desligar o televisor através dos meios de comunicação. Responsável pelo aquecimento da água, podemos ajustar a água à temperatura desejada. Se através do software de vigilância é informado que uma luz esta acesa também existe a possibilidade de a desligar sem a necessidade de ter de voltar a casa. O alarme é responsável pelo aviso para o serviço de segurança ou polícia para uma rápida intervenção no caso de assalto ou incêndio. Tabela 1- Tabela das funcionalidades do Sistema Fernando Faria / Ivan Pereira 22

38 4 Descrição técnica - Videovigilância Quando se fala em videovigilância fala-se num sistema de controlo de vídeo, formado por uma ou mais câmaras que recolhem imagens de determinado espaço, seja ele interior ou exterior, e das pessoas que nele se deslocam, durante um determinado período de tempo limitado ou indefinido. O modo de funcionamento destes sistemas é variado, mas a maior parte das ofertas de videovigilância existentes actualmente no mercado juntam software ao equipamento base, assim como as capacidades da Internet, permitindo o controlo das câmaras e o visionamento das imagens à distância e em tempo real. Nos dias que correm, é comum encontrar soluções de videovigilância em pacotes, direccionados para diferentes requisitos de protecção. O custo dos sistemas está associado ao tipo e ao número de câmaras necessárias, dependendo igualmente do restante equipamento contratado, que pode envolver monitores para visionamento local, videogravadores ou servidores, elementos que variam consoante a solução se destine a uma aplicação doméstica ou empresarial. As soluções existentes no mercado também costumam fazer alusão a subscrições de acesso aos portais Internet, a partir dos quais será possível aceder ao visionamento das imagens que entretanto estão a ser recolhidas pelo conjunto das câmaras, assim como à instalação do equipamento. 4.1 Legislação em vigor Um olhar atento pela autorização legislativa, constante da Lei 29/2003, permite evidenciar uma preocupação fundamental em relação às condições de utilização de equipamentos electrónicos de vigilância: deve assegurar o respeito pela necessária salvaguarda dos direitos e interesses constitucionalmente protegidos (artigo 2.º al. g). Para além disso, a Assembleia da República deixou ao Governo a tarefa de definir, no respeito pelo regime geral em matéria de protecção de dados, as regras respeitantes à utilização dos equipamentos electrónicos de vigilância, estabelecendo que o tratamento dos dados visa exclusivamente a protecção de pessoas e bens, delimitando temporalmente a conservação dos dados recolhidos, garantindo o conhecimento pelas Fernando Faria / Ivan Pereira 23

39 pessoas da utilização daqueles meios, bem como restringindo a utilização de dados recolhidos nos termos previstos na legislação processual penal (artigo 2.º al. h). A legislação foi alterada, existindo 3 novas versões: - 1ª versão (Lei n.º 1/2005, de 10 de Janeiro) - 2ª versão (Lei n.º 39-A/2005, de 29 de Julho) - 3ª versão - a mais recente (Lei n.º 53-A/2006, A instalação deste tipo de sistemas de controlo através de vídeo levanta sempre uma questão: a sua existência constitui ou não violação de privacidade? Todo e qualquer tratamento de informação resultante de um sistema de controlo de vídeo carece de uma autorização da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), a entidade encarregue de assegurar e fiscalizar o cumprimento das disposições legais e regulamentares em matéria de protecção de dados pessoais. Normalmente, a CNPD limita ou condiciona a utilização de sistemas de videovigilância quando essa utilização se apresente como excessiva e desproporcionada face aos fins pretendidos e possa ter consequências gravosas para os cidadãos visados. Isto porque a necessidade de assegurar a protecção de pessoas e bens com recurso a sistemas de videovigilância não se pode sobrepor ao direito à intimidade da vida privada reconhecido constitucionalmente. Através do seu site a CNPD permite que os cidadãos apresentem queixa sempre que considerarem que os seus direitos face ao tratamento de dados pessoais não estão garantidos Videovigilância no Espaço Privado A videovigilância é uma das soluções de segurança cuja procura mais tem aumentado nos últimos tempos, nomeadamente entre particulares interessados em proteger a sua residência de assaltos e outras formas de intrusão ou em verem através da Internet os filhos que estão em casa ao cuidado de uma ama. Independentemente da situação que conduza à escolha de um sistema de controlo de vídeo como solução de segurança, convém salvaguardar alguns aspectos, Fernando Faria / Ivan Pereira 24

40 sob pena de incorrer em sanções legais. Isto porque a videovigilância pode entrar em conflito com as questões ligadas à privacidade, liberdade e garantias dos indivíduos Aplicações gerais Se pretender colocar câmaras de vigilância a funcionar na sua habitação ou loja, terá que obter autorização prévia por parte da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD). Esta notificação é feita através do preenchimento de um formulário, denominado Formulário de Videovigilância, disponível a partir do site da CNPD, que deverá imprimir para preenchimento e depois remeter pelo correio a esta entidade. Neste formulário, o proprietário da habitação/loja deverá juntar uma planta de localização das câmaras com uma pequena legenda, indicando os locais abrangidos pelo ângulo de captação de imagem. É igualmente necessária uma cópia do aviso informativo da existência de videovigilância, que deverá estar exposto sempre que existam câmaras montadas em área exterior, como é o caso dos portões de acesso à rua e as entradas de automóveis, por exemplo. O processo de notificação de qualquer tratamento de dados está sujeito a uma taxa que deverá ser paga prévia ou simultaneamente ao envio/entrega do formulário e, que neste caso, é de 60 euros. 4.2 Hardware Fernando Faria / Ivan Pereira 25

41 Figura 5- Esquema principal da placa de ensaio Fernando Faria / Ivan Pereira 26

42 Qtd. Designação 5 Leds 6 Botões 1 Max233 1 ULN LT1083CP-5v 1 LT1083CP-12v 1 PIC18F Condensadores 22pf 1 Cristal 20MHz 1 Condensador 100nf 1 Diodo de zener 12v 1 DS LDR 1 Cond. Electrolíticos 47µf 16 v 2 Cond. Electrolíticos 10µf 25v 1 Cond. Electrolíticos 47µf 25v 6 Resistência 150Ω 5 Resistência 1kΩ 2 Resistência 4.7kΩ 1 Transformador 220v/18V- 1,5A Tabela 2- Lista de Material Utilizado na placa de ensaio Fernando Faria / Ivan Pereira 27

43 4.2.1 A câmara A câmara de filmar é qualquer dispositivo dotado de mecanismos que capturem imagens em tempo real, a câmara de vídeo é capaz de registar movimentos, trazendo assim uma maior dinâmica ao resultado final da produção. Os movimentos são registados tirando-se sucessivamente centenas (ou até milhares) de fotografias com grande rapidez (usualmente 25 por segundo), referindo-se a estas por frames por segundo, que é o número de fotografias apresentadas na duração de um segundo. Quanto maior for o numero de frames por segundo, melhor será a qualidade do vídeo. Utilizamos uma webcam, sendo esta conectada ao servidor através de porta USB. A câmara possuiu mecanismos que lhe permitem rodar no eixo Pan (horizontal) e no eixo Tilt (vertical). Desenvolvemos uma base que funcionasse de suporte para os motores, que lhe dariam o movimento. A imagem seguinte é o esqueleto do suporte com câmara e motores. Fernando Faria / Ivan Pereira 28

44 Figura 6- Webcam e os motores no suporte. Assim sendo a camera é dotada de movimentos bidireccionais, sendo controlada pelos motores. Qtd. Designação 1 Motor passo a passo C Motor passo a passo C Sensores fim de curso 1 Webcam Fernando Faria / Ivan Pereira 29

45 1 (mt) Calha em L de alumínio 15 Parafusos 15 Porcas 2 Roldanas 3 Veios 7 Anilas 2 Rodas dentadas Tabela 3- Lista de Material para o suporte Potência Esta secção da potência é devido ao facto de todo o controlo ser efectuado pelo Microcontrolador, e este lida apenas com 5 v de tensão, portanto não havia possibilidade de controlar qualquer dispositivo físico que as habitações possuam. Assim sendo recorremos aos reles e a transístor que funcionem como interruptores, e desta forma o controlo é efectuado com 5v, mas a tensão de potencia pode ser de 220v, através dos reles ou então 380 utilizando contactores. Desta forma é possível fazer a junção do comando e controlo, como é evidenciado e apresentado na fig. Figura 7- Caixa de derivação com o Reles Fernando Faria / Ivan Pereira 30

46 Qtd. Designação 2 Casquilhos 2 Lâmpadas 2 Reles 2 Ligadores Tabela 4- Lista de Material de Potencia Motores Um motor passo a passo é um tipo de motor eléctrico que é utilizado quando algo tem que ser posicionado muito precisamente ou rodado num ângulo exacto. O motor de passo a passo é constituído por um íman permanente, muito forte, e este íman é controlado por uma série de campos electromagnéticos que são ligados e desligados electronicamente. Desse modo, é uma mistura entre um motor de corrente contínua e um solenóide. Para criar a ligação entre o computador (servidor) e o micro controlador, foi utilizado o protocolo RS-232, este protocolo permite a troca de informação bilateralmente entre os dispositivos conectados. Foi utilizada a configuração standard (19200,8 bits, sem paridade, 1 stop bit). 4.3 Aplicações desenvolvidas Aplicação em Java A aplicação que serve de utilização do controlo e visualização da webcam numa página web foi desenvolvida na linguagem de programação JAVA. E porquê em java, em detrimento de muitas outras linguagens de programação. Um programa em Java é compilado para o chamado "byte-code", que é próximo as instruções de máquina, mas não de uma máquina real. O "byte-code" é um código de uma máquina virtual idealizada pelos criadores da linguagem. Por isso Java pode ser mais rápida do que se fosse simplesmente interpretada. Desta forma, java é diferente das outras linguagens, Fernando Faria / Ivan Pereira 31

47 porque todas as suas aplicações são executadas em dois processos; o processo da compilação, e depois o processo da interpretação. Esta linguagem permitiu a criação de uma applet para o controlo dos movimentos dos motores, estes controlos são através da comunicação serie, referenciamos em anexo, dados importantes desse protocolo de comunicação. As applets são programas escritos em java que podem ser embebidos em documentos hipertextos, ao desenvolver a nossa própria applet, ela gera um código limitado em formato HTML, o que facilita na criação do controlo dos motores para dar a rotatividade desejada. Exemplos de applets são as animações, imagens, botões, etc. Elas podem suportar efeitos de multimédia, iterações com o utilizador, imagens, animações e gráficos. Em relação aos browsers: são uma categoria de programas que permite-nos visualizar um documento criado em um certo padrão, no caso html (hipertext markup language). Actualmente os browsers tem estão cada vez mais complexos devido a quantidade de padrões existentes na sua área de trabalho (ex. imagens.gif.jpg, etc). A linguagem Java pode contribuir para minimizar esta complexidade. A página Web que incorpora duas applets em java, sendo que a superior referencia o streaming de vídeo, e a inferior referencia os controlos da camera, é necessário salientar que todos terão acesso a applet superior (streaming video), no entanto a applet inferior (controlos), será limitado o seu acesso, e apenas com as credenciais correctas é que poderá controlar esta applet. A figura 4, é a página Web que caracterizamos do Servidor (este tem o controlo total), onde um cliente pode aceder ao servidor e obtêm os serviços permitidos pelo servidor (controlo parcial). Fernando Faria / Ivan Pereira 32

48 Figura 8 - Pagina Web com a imagem da webcam e seus controlos Figura 9- Consola java, ilustração do accionamento do controlo e abertura do socket Na consola em java é onde se obtêm todas as informações enviadas para o utilizador, deste modo ele saberá que quando pressionar cima, o cliente envia cima, e que a camera efectua o movimento cima, não é de todo necessário. Mas com esta Fernando Faria / Ivan Pereira 33

49 consola podemos muito mais fácil identificar os possíveis erros e configurar de um modo mais adequado todo o código. Visto que possuímos informação a cada passo do que é efectuado. A figura 5, evidencia alguns comandos seleccionados e servidor á espera que o cliente se conecte Como configurar e abrir uma Porta Serie em java Para a utilizar a porta serie, recorremos a uma biblioteca chamada javax.comm, que já permite a utilização da porta serie. Para se poder utilizar esta biblioteca é preciso realizar três processos antes de se poder trabalhar com a mesma: 1-Copiar win32comm.dll em C:\Arquivos de programas\java\jdk1.5.0\bin 2-Copia o arquivo javax.comm.properties em C:\Arquivos de programas\java\jdk1.5.0\jre\lib 3-Copia o arquivo comm.jar dentro de : C:\Arquivos de programas\java\jdk1.5.0\jre\lib\ext Estando já a biblioteca adicionada, temos agora de chamar alguns métodos, e ver como se trabalha com os seus métodos. É apresentado uma visão geral de como devemos proceder para uma comunicação via porta serie. Para configurar e abrir uma porta tanto para receber ou enviar algum tipo de informação utilizamos a biblioteca. Esta disponibiliza vários métodos que retornam um objecto do tipo SerialPort, como por exemplo CommPortIdentifier.Open(); no qual este é responsável por abrir a porta serie para a transferência de dados. Para tal é necessária alguma preocupação com o comportamento com o mundo exterior, ou seja, qual a sua taxa de transferência, paridade, stop bit (bit de paragem do pacote). Existem três passos importantes para esta comunicação ser efectuada com sucesso, e estes são: Escolha da porta, é necessário chamar o método CommPortIdentifier.Open(), tendo a preocupação de realizar um cast para a porta desejada, neste caso SerialPort; Fernando Faria / Ivan Pereira 34

50 Figura 10 - Output da comunicação serie Configurar os parâmetros de comunicação serial, tais como baud rate (taxa de transferência), parity (paridade), stop bits (bit de parada), para tal é necessário chamar o método setserialportparam(); Para se enviar ou receber alguma informação através da porta serie, são chamados os métodos getinputstream e getoutputstream do objeto SerialPort, existindo também um Stream e um Writer (Classes do java.io.*), que abrem fluxos de dados entre o programa e qualquer tipo de dados, seja ele um ficheiro, o teclado, a porta de comunicação serie, entre outros). Fernando Faria / Ivan Pereira 35

51 Figura 11- Imagem sobre o funcionamento da comunicação Configurar e abrir uma comunicação com sockets em java Recorremos à comunicação por sockets, devido ao facto da segurança. Isto é, não é lógico dar a um cliente que pode aceder através de uma pagina Web não só a visualização da imagem mas também o controlo da camera, e que este podia ser qualquer pessoa que descobrisse as credenciais de acesso o controlo sobre o servidor. Assim sendo o cliente terá algumas limitações, tais como: a limitação de não ter possibilidade de escolher a porta serie, nem a possibilidade de a abrir, a limitação de activar a leitura do sensor, só o servidor pode ter essa opção. Explicando mais especificamente o que é um socket e como este funciona. O socket é o canal de comunicação através do qual uma aplicação se comunica com outra. É o caminho mais simples de comunicação entre aplicativos localizados em máquinas diferentes, porém pela sua simplicidade não é bem aplicado na manipulação de tipo de dados ou de aplicações complexas, principalmente quando o componente da aplicação está em máquina diferente. De uma forma Fernando Faria / Ivan Pereira 36

52 simples podemos dizer que se estabelece uma comunicação ponto a ponto, em que a transferência de informação idealmente seria excepcionalmente entre o cliente e o servidor. Java oferece uma biblioteca java.net, toda uma serie de classes e métodos para utilizar sockets. Aplicação de cliente O fundamental é a classe Socket, que se conecta a um ip e porta específicos e permite obter, entre muitas outras coisas, um stream de entrada e outro de saída que podemos usar para uma comunicação bidireccional. Uma possível demonstração pode ser: Socket echosocket; echosocket = new Socket(SERVER_IP, SERVER_PORT); Este conecta o socket ao computador remoto na porta Para obter os streams de entrada é tão fácil como chamar os métodos getimputstram() e getoutputstream() do objecto. No caso de ser requerido ler ou escrever bytes basta utilizar o código: Socket s = new Socket(" ", 6666); InputStream input = s.getinputstream(); OutputStream output = s.getoutputstream(); byte[] buffer = new byte[128]; while(true) input.read(buffer); output.write(buffer); Como funciona este código? Da seguinte forma, escreve a informação da entrada em blocos de 128 bytes, chamados de pacotes e enviados para a saída. Os objectos ImputStream e OutputStream podem ser utilizados pela inclusão da classe de java.io, para dados mais complexos é necessário codificar e descodificar esses dados em Unicode para que eles possam ser lidos, ou seja, ler linhas palavras etc. Tudo de forma transparente para o programador. Para ler usamos InputstreamReader, no qual é detectada a codificação de entrada e é devolvido o caractere valido. Para realizar isto Fernando Faria / Ivan Pereira 37

53 construímos um objetcto BufferedReader que devolve um buffer de leitura. BufferedReader input = new BufferedReader(new InputStreamReader(s.getInputStream())); Para escrever, pode ser construido utilizando o OutputStream, criando um objecto que também detecta a codificação e a envia no formato que permitirá usar métodos mais conhecidos e fáceis como print(); PrintWriter output = new PrintWriter(s.getOutputStream()); Aplicações do servidor Neste caso em vez de conectar, é pretendido que esteja receptivo a uma conexão, a classe do servidor será responsável pela espera de conexões remotas na porta em que é efectuada a recepção. Quando ocorre alguma conexão, é devolvido um objecto socket inicializado e preparado para ser usado. Socket s; ServerSocket server = new ServerSocket(6666); s = server.accept(); Neste caso a comunicação via socket é feita da seguinte forma, o servidor abre a porta e o cliente conecta-se no IP específico e na mesma porta do servidor só quando precisa de enviar qualquer coisa para o servidor e depois desliga-se. Fernando Faria / Ivan Pereira 38

54 Manual de utilização: Figura 12 Applet do servidor 1.Escolha da porta para receber do servidor; 2.Botão para abrir porta Serial; 3.Botão para abrir comunicação por socket; 4.Botões para controlo de movimentos da webcam; 5.Botão liga Sensor; 6. Valor do sensor de temperatura; 7. Botão liga Lâmpada; 8.Autores. Figura 13 -Applet do cliente Fernando Faria / Ivan Pereira 39

55 1.Introduzir IP do Servidor; 2.Introduzir porta da conexão; 3.Botão para fechar comunicação por socket; 4.Botões para controlo de movimentos da webcam; 5.Botão liga Lâmpada; 6. Valor do sensor de temperatura; 7.Autores Aplicação em C# Objectivos do C# Orientação a componentes Orientação a objectos Robustez Preservar investimentos A Linguagem C# e o Framework Microsoft.NET C# nasceu com o.net C# foi desenhado à medida do.net C# é a linguagem que melhor reflecte as características do.net Milhões de linhas de código do.net escritas em C Desenvolvimento da Aplicação Para a criação de aplicações Windows Forms é exigido um grande esforço do programador, para conseguir desenvolver uma interface de acordo com as pretensões do utilizador. O visual Studio 2005 introduziu novos controlos e poderosos recursos para ser cada vez ser mais acessível criar novas aplicações e com menores conhecimentos. Fernando Faria / Ivan Pereira 40

56 Para criar um formulário base inicia-se o visual Studio 2005, e cria-se um novo projecto usando template Windows Application, de seguida dá-se o nome e depois atribui-se o nome ao form1 com o nome ao critério do utilizador tais como os outros. A partir deste momento estamos prontos para criar a aplicação da maneira que for desejada. Depois de concluída a aplicação criada pelo programador o próximo passo seria compilar o projecto. Seleccionando o menu Project -> Build WinFormsInheritance ou Build Solution. Após compilado, o formulário será encapsulado numa classe representada pelo arquivo WinFormsInheritance.dll, que pode ser encontrado na pasta Bin da aplicação Interface com Webcam A imagem é transmitida pela Webcam via USB. Foi utilizado o método COM para controlar a webcam. Esta COM API é fornecida com parte do wia sdk, que é uma aplicação já definida e disponível online para tratar o vídeo e apresentar o mesmo numa Picture Box. Este método consiste em invocar o conteúdo da biblioteca avicap32.dll do API para interagir com o dispositivo da webcam. Este método é um pouco difícil de lidar, pois temos que manualmente criar assinaturas para os métodos dentro do DLL. Usando isso, podemos começar todos os dispositivos unidos e pode também ver a inspecção prévia da webcam dentro de um controlo (tal como o picture box). WebCamLib: Contem o envoltório em torno de um par dos API em avicap32.dll Comunicação Serie Para ser efectuada uma comunicação serie em C#, o primeiro passo a ser executado é importar o módulo seialport1, a partir deste momento já nos é possível trabalhar com a porta serie de modo a enviar e receber dados. Para isso basta invocar as funções serialport1.write(), serialport1.readbyte(), respectivamente. Para efectuarmos uma busca das portas disponiveis, basta fazer string[] serialport1 = SerialPort.GetPortNames(). O metodo serialport1.portname é responsavel por atribuir a porta que desejamos abrir, serialport1.baudrate é responsavel pela velocidade de Fernando Faria / Ivan Pereira 41

57 transmissão de dados, serialport1.stopbits é o bit de paragem, serialport1.parity responsavel para confirmar se os dados foram enviados correctamente, e por fim serialport1.databits numero de bits a serem enviados ou recebidos Manual de utilização: Figura 14 - Aplicação para controlo remoto 1. Selecção da webcam; 2. Iniciar a captura de imagem; 3. Escolha da porta Serie, Este deve-se seleccionar antes de clicar no botão Start Comunicação; 4. Botão de iniciação da Comunicação serie; 5. Recebe o valor da temperatura ambiente dentro da sala, esta temperatura é medida no circuito electrónico e depois enviada pela porta serie para a aplicação. Fernando Faria / Ivan Pereira 42

58 6. Aqui está a possibilidade de dar os movimentos Pan e Tilt à webcam, Só é possível se iniciarmos a comunicação serial no botão Start Comunicação; 7. Botão ligar lâmpada, esta pode ser simulação de como abrir uma persiana, accionar um sistema de rega, quando falamos em accionar também falamos em desligar outros tipos de mecanismos como a iluminação, etc; 8. Picture box onde é apresentada a imagem proveniente da Webcam; Fernando Faria / Ivan Pereira 43

59 5 Conclusões Os objectivos pretendidos foram concluídos. Estes objectivos prendiam-se com o desenvolvimento de um suporte que tivesse a capacidade de rodar livremente, sendo que possuía uma câmara incorporada que a cada momento estaria a fazer o streaming das imagens obtidas para uma aplicação desenvolvida por nós. Era pretendido com este projecto implementar a câmara num laboratório e ser acedido a partir de qualquer lugar dentro da mesma rede, embora apenas quem possuísse as credencias para login tivesse acesso ao controlo da câmara. Inicialmente esse controlo seria apenas na rede local, efectuado através da comunicação da porta serie, tendo a capacidade de alterar essa posição. Foi particularmente interessante utilizar pela primeira vez a relação entre aplicações desenvolvidas numa linguagem de programação, incorporar para outras e apresentar num browser. Desenvolvemos uma applet em java e incorporamos essa aplicação numa página Web em HTML que está disponível para consulta em qualquer navegador Web. Foi explicado qual o estado da domótica em Portugal e também no mundo em geral, mas incidimos mais no facto de o que é a domótica e em que esta consiste e mesmo qual o seu estado actual no momento. É uma tecnologia muito interessante, neste momento ainda a dar os primeiros passos, sendo que todas as empresas estão receosas de implementarem de raiz esta tecnologia, sendo o facto principal porque se prendem o factor económico. Mas se tivessem em conta a vantagem que todas as habitações poderiam beneficiar, não poriam sequer isso em causa, por outro lado temos de ver o modo como o investimento é feito, o produto de uma empresa tem sempre de ser rentável, portanto se a maioria dos portugueses desconhecem o que é a domótica e o que podem ganhar com a mesma não quererão introduzir esta tecnologia nas suas habitações e a indústria não perde tempo, dá o que eles pretendem. Foi fantástico o facto de termos descoberto que existem linguagens universais, apenas algumas são multiplataforma, porque o seu método de funcionamento é independente da máquina e do sistema operativo utilizado, o que poderá ser uma mais-valia face aos custos das licenças dos softwares de programação e sistemas operativos face aos softwares de programação e sistemas operativos livres (open Fernando Faria / Ivan Pereira 44

60 source). Acreditamos que no futuro este possa ser um ponto que os demarque, de modo a garantir a preferência de uns face aos outros. 5.1 Limitações & trabalho futuro Foram várias as limitações encontradas ao longo do desenvolvimento deste projecto. A primeira grande limitação do projecto foi de financiamento, em que os custos do projecto não foram suportados pela escola, mas sim pelos alunos que o realizaram. Visto que este era um projecto do maior interesse e que supostamente seria para implementação nos laboratórios de redes, entre outros, supostamente devia existir pelo menos o investimento necessário para os objectivos do projecto. Com a aplicação deste sistema seria permitido o controlo total sobe o visionamento das salas dos computadores. Por outro lado, a inviabilização do orçamento foi-nos comunicada quando já estavamos numa fase avançada do projecto. A segunda dificuldade foi a projecção e concepção do suporte para a webcam, uma vez que este suporte teria que ter uma rotatividade total com movimentos Pan e Tilt, e seria mais um trabalho de mecânica, no entanto com muito esforço e imaginação foi possível fazer o suporte. Assim o método mais seguro e eficaz para a sua concepção foi a aplicação de rodas dentadas para desmultiplicar a força dos motores, sendo que se não fossem utilizadas os motores não teriam força para rodar o suporte. Este suporte passou por várias etapas de desenvolvimento ate à sua forma final. Outra grande limitação foi o facto de a escola possuir uma fresa que permite fazer PCB, ou seja, placas de circuito impresso, mas esta não estava a funcionar, e pelo que consta não estará brevemente devido ao facto de ninguém ter conhecimentos de como trabalhar com a mesma. Devido a esse facto apresentamos o esquema principal do projecto em placa de ensaio, devido aos custos elevados que teríamos se encomendássemos a sua produção noutro local. Em relação ao software prendemo-nos nos com uma nova linguagem de programação C#, muito atractiva, mas de difícil iniciação. Efectuando várias pesquisas conseguimos ultrapassar dificuldades que nos iam aparecendo ao longo do tempo. Foi necessário estudo e bastante para o desenvolvimento de uma aplicação que fosse capaz de obter uma visualização e controlo da webcam. Como sentimos necessidade de implementar esta visualização e controlo através de uma página Web Fernando Faria / Ivan Pereira 45

61 fomos obrigados a migrar para outra linguagem de programação, e a eleita foi java. Esta é uma linguagem multiplataforma, ou seja, é uma linguagem que funciona em perfeitas condições em vários sistemas operativos, possuindo inúmeras bibliotecas que possibilitam já partir de determinados pontos, e não desde o inicio. Sendo que não era pretendido descobrir a roda, mas sim utilizar a mesma. Um ponto difícil de ultrapassar foi na criação dos sockets, onde tivemos um grande problema nas permissões de segurança em java e que face a várias pesquisas efectuadas em muitos fóruns, obtivemos muita informação de como ultrapassar o problema. Estas foram as principais dificuldades que se apresentaram durante este ano lectivo para a realização do projecto. O trabalho futuro a realizar neste projecto é muito alargado, sendo que se podem fazer muitas melhorias. A primeira passo seria a implementação em PCB, que permitiria simplificar a utilização de componentes não definitivos, que por vezes não são de fácil disposição na placa de ensaio. E com isto ganharíamos maior portabilidade e eficiência. Pois as placas de ensaio estão desgastadas, e por vezes o projecto não funcionava devido a pistas que não cumpriam o que deviam. Outra grande melhoria seria a utilização de camera ip wireless, já que com isto deixávamos de estar limitados ao tamanho do fio que a camera possui, e permitia utilizar os módulos power line que foram requisitados por nós, mas impossíveis de aplicar pois apenas chegou uma parte do material requisitado. Se fosse alargado o numero de câmaras e sendo que cada uma teria o seu controlo individual, era possível o servidor albergar muitas câmaras e ser seleccionada qual a câmara a ser utilizada, assim era mais rentável o servidor. Sendo que ter um único servidor para uma câmara é pouco rentável. 5.2 Apreciação final Este projecto foi muito aliciante, o que nos permitiu desenvolver algumas características que ainda não tínhamos utilizado, nomeadamente de sermos muito mais autocríticos e que permitiu que nos tornássemos autodidactas, sendo que utilizamos ferramentas tecnológicas que desconhecíamos o seu funcionamento. Obrigou da nossa parte a grande esforço e capacidade de pedir a ajuda necessária para ultrapassar determinados obstáculos. Fernando Faria / Ivan Pereira 46

62 De uma forma geral pensamos que este projecto nos ajudou significativamente no enriquecimento dos nossos conhecimentos, capacidade autocrítica e no modo e características de sermos autodidactas. Fernando Faria / Ivan Pereira 47

63

64 Bibliografia sdc_sid= & beta.com/activehome/ bsubarea=177 Multimedia_Web_UFSM.ppt Lab02_Teoria_ClasseSocket.pdf Fernando Faria / Ivan Pereira 49

65 Sedra Smith, Microelectronic Circuits, Fourth Edition, Oxford, 1998 Prentice-Hall - Thinking in Java, 3rd Ed pdf pic18f4550.pdf Wrox Press - Professional C#, 3rd Edition.pdf Fernando Faria / Ivan Pereira 50

66 Projecto Final Videovigilância Anexo 1 Regulação sobre utilização de câmaras de vídeo REGULA A UTILIZAÇÃO DE CÂMARAS DE VÍDEO Lei n.º 1/2005, de 10 de Janeiro - versão actualizada Contém as seguintes alterações: Ver versões do diploma: - Lei n.º 39-A/2005, de 29 de Julho - Lei n.º 53-A/2006, de 29 de Dezembro - 1ª versão (Lei n.º 1/2005, de 10 de Janeiro) - 2ª versão (Lei n.º 39-A/2005, de 29 de Julho) - 3ª versão - a mais recente (Lei n.º 53-A/2006, de 29 de Dezembro) Nº de artigos: 14 SUMÁRIO Regula a utilização de câmaras de vídeo pelas forças e serviços de segurança em locais públicos de utilização comum Regula a utilização de câmaras de vídeo pelas forças e serviços de segurança em locais públicos de utilização comum A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, a lei seguinte: CAPÍTULO Disposições gerais I Artigo 1.º Objecto e âmbito de aplicação 1 - A presente lei regula a utilização de sistemas de vigilância por câmaras de vídeo pelas forças e serviços de segurança em locais públicos de utilização comum, para captação e gravação de imagem e som e seu posterior tratamento. 2 - Quaisquer referências feitas na presente lei a câmaras de vídeo fixas ou portáteis entendem-se extensíveis a qualquer outro meio técnico análogo, bem como a qualquer sistema que permita a realização das gravações nela previstas. 3 - São aplicáveis, para os fins da presente lei, as definições constantes do artigo 3.º da Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro, com as necessárias adaptações. Artigo 2.º Fins dos sistemas 1 - Só poderá ser autorizada a utilização de videovigilância, no âmbito da presente lei, que vise um dos seguintes fins: a) Protecção de edifícios e instalações públicos e respectivos acessos; b) Protecção de instalações com interesse para a defesa nacional; c) Protecção da segurança das pessoas e bens, públicos ou privados, e prevenção da prática de crimes em locais «autor» 51

67 em que exista razoável risco da sua ocorrência. d) Prevenção e repressão de infracções estradais. 2 - O responsável pelo tratamento de imagens e sons é a força de segurança com jurisdição na área de captação ou o serviço de segurança requerente, regendo-se esse tratamento pelo disposto na Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro, em tudo o que não seja especificamente previsto na presente lei. 3 - Para efeitos de fiscalização de infracções estradais, ficam as forças de segurança autorizadas a aceder a imagens captadas pelas entidades que controlam o tráfego rodoviário, devendo a respectiva captação, para esse efeito, ser objecto da autorização devida. Contém as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas: - Lei n.º 39-A/2005, de 29 de Julho Consultar versões anteriores deste artigo: -1ª versão: Lei n.º 1/2005, de 10 de Janeiro CAPÍTULO Câmaras fixas II Artigo 3.º Autorização de instalação 1 - A instalação de câmaras fixas, nos termos da presente lei, está sujeita a autorização do membro do Governo que tutela a força ou serviço de segurança requerente, precedendo parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD). 2 - No caso de parecer negativo da CNPD, a autorização não pode ser concedida. 3 - A competência prevista no n.º 1 é delegável, nos termos legais. Artigo 4.º Condições de instalação Nos locais objecto de vigilância com recurso a câmaras fixas é obrigatória a afixação, em local bem visível, de informação sobre as seguintes matérias: a) A existência e a localização das câmaras de vídeo; b) A finalidade da captação de imagens e sons; c) Informação sobre o responsável pelo tratamento dos dados recolhidos, perante quem os direitos de acesso e rectificação podem ser exercidos. Artigo 5.º Pedido de autorização 1 - O pedido de autorização de instalação de câmaras fixas é requerido pelo dirigente máximo da força ou serviço de segurança respectivo e deve ser instruído com os seguintes elementos: a) Os locais públicos objecto de observação pelas câmaras fixas; b) Características técnicas do equipamento utilizado; c) Identificação dos responsáveis pela conservação e tratamento dos dados, quando não sejam os responsáveis pelo sistema; d) Os fundamentos justificativos da necessidade e conveniência da instalação do sistema de vigilância por câmaras de vídeo; e) Os procedimentos de informação ao público sobre a existência do sistema; f) Os mecanismos tendentes a assegurar o correcto uso dos dados registados; g) Os critérios que regem a conservação dos dados registados; Fernando Faria / Ivan Pereira 52

68 h) O período de conservação dos dados, com respeito pelos princípios da adequação e da proporcionalidade, face ao fim a que os mesmos se destinam. 2 - A autorização de instalação pode também ser requerida pelo presidente da câmara, cabendo nesse caso a instrução dos elementos referidos nas alíneas b) a h) do número anterior à força de segurança com jurisdição na respectiva área de observação, aplicando-se, quanto ao procedimento de decisão, o disposto no artigo 3.º 3 - Da decisão de autorização constarão: a) Os locais públicos objecto de observação pelas câmaras de vídeo; b) As limitações e condições de uso do sistema; c) A proibição de captação de sons, excepto quando ocorra perigo concreto para a segurança de pessoas e bens; d) O espaço físico susceptível de ser gravado, o tipo de câmara e suas especificações técnicas; e) A duração da autorização. 4 - A duração da autorização será a mais adequada aos fundamentos invocados no pedido. 5 - A duração máxima da autorização será de um ano, sujeita a renovação, mediante comprovação da manutenção dos fundamentos invocados para a sua concessão. 6 - A autorização pode ser suspensa ou revogada, a todo o tempo, mediante decisão fundamentada. CAPÍTULO Câmaras portáteis III Artigo 6.º Utilização de câmaras portáteis 1 - A autorização para a instalação de câmaras fixas inclui a utilização de câmaras portáteis. 2 - Excepcionalmente, quando não seja possível obter em tempo útil a autorização prevista no artigo anterior, o dirigente máximo da força ou serviço de segurança pode autorizar a utilização de câmaras portáteis, informando no prazo de quarenta e oito horas a entidade prevista no artigo 3.º para os efeitos aí previstos. 3 - Se a autorização não for concedida ou o parecer da CNPD for negativo, o responsável pelo sistema procede à destruição imediata do material gravado. 4 - Sem prejuízo do disposto nos números anteriores, à utilização de câmaras portáteis é aplicável a legislação própria relativa às forças e serviços de segurança e a Lei n.º 5/2002, de 11 de Janeiro. CAPÍTULO Utilização, conservação e registo IV Artigo 7.º Princípios de utilização das câmaras de vídeo 1 - A utilização de câmaras de vídeo rege-se pelo princípio da proporcionalidade. 2 - Só é autorizada a utilização de câmaras de vídeo quando tal meio se mostre concretamente o mais adequado para a manutenção da segurança e ordem públicas e para a prevenção da prática de crimes, tendo em conta as circunstâncias concretas do local a vigiar. 3 - Na ponderação, caso a caso, da finalidade concreta a que o sistema se destina são igualmente tidos em conta a possibilidade e o grau de afectação de direitos pessoais através da utilização de câmaras de vídeo. 4 - É expressamente proibida a instalação de câmaras fixas em áreas que, apesar de situadas em locais públicos, sejam, pela sua natureza, destinadas a ser utilizadas em resguardo. 5 - A autorização de utilização de câmaras de vídeo pressupõe sempre a existência de riscos objectivos para a segurança e a ordem públicas. 6 - É vedada a utilização de câmaras de vídeo quando a captação de imagens e de sons abranja interior de casa Fernando Faria / Ivan Pereira 53

69 ou edifício habitado ou sua dependência, salvo consentimento dos proprietários e de quem o habite legitimamente ou autorização judicial. 7 - É igualmente vedada a captação de imagens e sons nos locais previstos no n.º 1 do artigo 2.º, quando essa captação afecte, de forma directa e imediata, a intimidade das pessoas, ou resulte na gravação de conversas de natureza privada. 8 - As imagens e sons acidentalmente obtidos, em violação do disposto nos n.os 6 e 7, devem ser destruídos de imediato pelo responsável pelo sistema. 9 - A verificação do disposto nos n.os 1, 2 e 5 compete ao membro do Governo que tutela a força ou o serviço de segurança requerente. Artigo 8.º Aspectos procedimentais 1 - Quando uma gravação, realizada de acordo com a presente lei, registe a prática de factos com relevância criminal, a força ou serviço de segurança que utilize o sistema elaborará auto de notícia, que remeterá ao Ministério Público juntamente com a fita ou suporte original das imagens e sons, no mais curto prazo possível ou, no máximo, até setenta e duas horas após o conhecimento da prática dos factos. 2 - Caso não seja possível a remessa do auto de notícia no prazo previsto no número anterior, a participação dos factos será feita verbalmente. Artigo 9.º Conservação das gravações 1 - As gravações obtidas de acordo com a presente lei serão conservadas pelo prazo máximo de um mês contado desde a respectiva captação, sem prejuízo do disposto no artigo anterior. 2 - Todas as pessoas que tenham acesso às gravações realizadas nos termos da presente lei, em razão das suas funções, deverão sobre as mesmas guardar sigilo, sob pena de procedimento criminal. 3 - Com excepção dos casos previstos no n.º 1, é proibida a cessão ou cópia das gravações obtidas de acordo com a presente lei. Artigo 10.º Direitos dos interessados 1 - São assegurados, a todas as pessoas que figurem em gravações obtidas de acordo com a presente lei, os direitos de acesso e eliminação, salvo o disposto no número seguinte. 2 - O exercício dos direitos previstos no número anterior poderá ser fundamentadamente negado quando seja susceptível de constituir perigo para a defesa do Estado ou para a segurança pública, ou quando seja susceptível de constituir uma ameaça ao exercício dos direitos e liberdades de terceiros ou, ainda, quando esse exercício prejudique investigação criminal em curso. 3 - Os direitos previstos no n.º 1 serão exercidos perante o responsável pelo tratamento dos dados recolhidos, directamente ou através da CNPD. Artigo 11.º Infracções Salvo responsabilidade criminal, a violação das disposições da presente lei será sancionada de acordo com o Fernando Faria / Ivan Pereira 54

70 estatuto disciplinar a que o agente se encontre sujeito, sem prejuízo do regime sancionatório constante da Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro. Artigo 12.º Registo dos sistemas A autoridade competente para autorizar a instalação de câmaras de vídeo fixas manterá registo público de todas as instalações autorizadas, onde conste a data e o local exactos da instalação, o seu requerente e o fim a que se destina e o parecer da CNPD, bem como o período da autorização e suas eventuais renovações. CAPÍTULO Regime especial V Artigo 13.º Utilização de sistemas de vigilância rodoviária 1 - Com vista à salvaguarda da segurança das pessoas e bens na circulação rodoviária e à melhoria das condições de prevenção e repressão das infracções estradais é autorizada a instalação e a utilização pelas forças de segurança de sistemas de vigilância electrónica, mediante câmaras digitais, de vídeo ou fotográficas, para captação de dados em tempo real e respectiva gravação e tratamento, bem como sistemas de localização, instalados ou a instalar pela entidade competente para a gestão das estradas nacionais e pelas concessionárias rodoviárias, nas respectivas vias concessionadas. 2 - Os sistemas de registo, gravação e tratamento de dados referidos no número anterior são autorizados tendo em vista o reforço da eficácia da intervenção legal das forças de segurança e das autoridades judiciárias e a racionalização de meios, sendo apenas utilizáveis em conformidade com os princípios gerais de tratamento de dados pessoais previstos na Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro, em especial os princípios da adequação e da proporcionalidade e de acordo com as regras previstas no artigo 8.º, nos n.os 1 e 2 do artigo 9.º e no artigo 11.º, por forma a assegurar: a) A detecção, em tempo real ou através de registo, de infracções rodoviárias e a aplicação das correspondentes normas sancionatórias; b) A realização de acções de controlo de tráfego e o accionamento de mecanismos de prevenção e de socorro em matéria de acidentes de trânsito; c) A utilização dos registos vídeo para efeitos de prova em processo penal ou contra-ordenacional, respectivamente nas fases de levantamento de auto, inquérito, instrução e julgamento ou nas fases administrativa e de recurso judicial. Contém as alterações introduzidas pelos seguintes diplomas: - Lei n.º 39-A/2005, de 29 de Julho Consultar versões anteriores deste artigo: -1ª versão: Lei n.º 1/2005, de 10 de Janeiro Utilização de sistemas municipais Artigo 14.º Com vista à salvaguarda da segurança de pessoas e bens na circulação rodoviária e à melhoria das condições de prevenção e repressão de infracções de trânsito é igualmente autorizada, nos termos decorrentes do artigo anterior e do Decreto-Lei n.º 207/2005, de 29 de Novembro, a utilização pelas forças de segurança dos sistemas de vigilância electrónica criados, nos termos legais, pelos municípios. Fernando Faria / Ivan Pereira 55

71 Anexo 2 O porquê de Java Em 1991, um grupo de engenheiros da Sun Microsystems foi encarregado de criar uma nova linguagem que pudesse ser utilizada em pequenos equipamentos como controles de TV, telefones, fornos, geladeiras, etc. Essa linguagem deveria dar a esses aparelhos a capacidade de se comunicar entre si, para que a casa se comportasse como uma federação. Deveria ainda ser capaz de gerar códigos muito pequenos, que pudessem ser executados em vários aparelhos diferentes, e praticamente infalível. Os engenheiros escolheram o C++ como ponto de partida. Orientada a objectos, muito poderosa e gerando pequenos programas, parecia a escolha correcta. Para solucionar o problema da execução em várias arquitecturas, eles utilizaram o conceito da máquina virtual, onde cada fabricante iria suportar algumas funções básicas que os programas utilizariam. Até hoje a linguagem resultante deste projecto não é utilizada em aparelhos electrodomésticos. Ao invés disso, o Java se tornou um das linguagens de programação mais utilizadas no planeta. Vantagens do Java (Por Que Estudar Essa Linguagem?) Na maioria das linguagens de programação, você precisa compilar ou interpretar um programa para que ele seja executado em seu computador. A linguagem Java é diferente, pois seus programas são compilados E interpretados. Com o compilador, você inicialmente transforma seu programa em uma linguagem intermediária, chamada bytecode. Esse código é independente de plataforma, e é mais tarde interpretado por um interpretador Java. A compilação acontece apenas uma vez; a interpretação acontece todas as vezes que seu programa é executado. A figura abaixo mostra como isso acontece. Fernando Faria / Ivan Pereira 56

72 A Plataforma Java Por plataforma, entendemos o conjunto de hardware e software no qual um programa executa. Alguns exemplos de plataformas muito usadas são o Windows, o Linux, o MacOS. A plataforma Java é diferente, pois não envolve hardware; ela utiliza a plataforma de hardware das outras. A plataforma Java tem dois componentes: Java Virtual Machine (Java VM ou JVM) Java Application Programming Interface (Java API) A API Java é uma colecção de componentes de software prontos, que incluem desde estruturas para manipulação de arquivos até a construção de aplicativos gráficos. A API é organizada como um grupo de bibliotecas com classes e interfaces; essas bibliotecas são chamadas de pacotes. A figura abaixo mostra o esquema de funcionamento da plataforma Java: Anexo 3 Ficheiro applet.policy grant permission java.security.allpermission; ; grant permission com.sun.rmi.rmid.execpermission "$java.home$/bin$/java"; permission com.sun.rmi.rmid.execoptionpermission "-Djava.security.policy=*"; permission java.net.socketpermission " ", "connect"; Fernando Faria / Ivan Pereira 57

JOSÉ AUGUSTO ALVES JOSÉ MOTA CASAS INTELIGENTES

JOSÉ AUGUSTO ALVES JOSÉ MOTA CASAS INTELIGENTES JOSÉ AUGUSTO ALVES JOSÉ MOTA CASAS INTELIGENTES PORTUGAL/2003 Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa

Leia mais

sistema Com esta pode-se criar um sistema ajustado às necessidades dos clientes bem como aos seus estilos de vida.

sistema Com esta pode-se criar um sistema ajustado às necessidades dos clientes bem como aos seus estilos de vida. sistema O nosso inovador sistema utiliza a mais avançada tecnologia de inteligência distribuída, utilizando para o efeito, comunicações baseadas em CAN desenhadas para sistemas críticos. É um sistema revolucionário

Leia mais

Sistema de domótica flexível. para eficiência energética, segurança e conforto

Sistema de domótica flexível. para eficiência energética, segurança e conforto Sistema de domótica flexível para eficiência energética, segurança e conforto AO RITMO DA SUA FAMÍLIA CONTROLO TOTAL DA SUA CASA 3 SAIR PARA O TRABALHO RAPIDAMENTE! Active o cenário Sair de casa. O sistema

Leia mais

04-05-2010. Propósito. A ONLY foi criada com o objectivo de fornecer soluções de domótica simples para edifícios. ONLY 2010

04-05-2010. Propósito. A ONLY foi criada com o objectivo de fornecer soluções de domótica simples para edifícios. ONLY 2010 ONLY 2010 Propósito A ONLY foi criada com o objectivo de fornecer soluções de domótica simples para edifícios. 1 Integração A ONLY integra: Segurança Automação Climatização Som ambiente Exemplo: Um botão

Leia mais

Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source

Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source Vídeo Vigilância Abordagem Open-Source Alunos: Justino Santos, Paulo Neto E-mail: eic10428@student.estg.ipleiria.pt, eic10438@student.estg.ipleiria.pt Orientadores: Prof. Filipe Neves, Prof. Paulo Costa

Leia mais

Todo o conforto... em sua casa Conceitos Berker KNX

Todo o conforto... em sua casa Conceitos Berker KNX Todo o conforto... em sua casa Conceitos Berker KNX 2 Índice KNX, a norma mundial para a domótica Página 06 l 07 Berker KNX Página 08 l 09 Conforto Página 10 Segurança Página 11 Eficiência energética Página

Leia mais

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação

MY HOME INTRODUÇÃO TOUCH SCREEN. Comando de Automação TOUCH SCREEN Comando de Automação Central de Cenário 54 ÍNDICE DE SEÇÃO 56 A casa como você quer 62 As vantagens de 66 Dispositivos BUS 68 Integração das funções My Home 70 Vantagens da instalação BUS

Leia mais

Chuveiro Consciente Radke

Chuveiro Consciente Radke Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Etec JORGE STREET PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDÚSTRIAL Chuveiro Consciente Radke

Leia mais

Destaques. Um único sistema de controlo para segurança e conforto; Desempenho elevado e tecnologia de futuro da Siemens;

Destaques. Um único sistema de controlo para segurança e conforto; Desempenho elevado e tecnologia de futuro da Siemens; 1 Não há nada melhor do que saber que a sua família está em casa e em segurança. Agora imagine se pudesse melhorar a segurança e conforto do seu lar apenas com a instalação de um sistema Impossível? Então

Leia mais

MANUAL DO UTILIZADOR. www.only-pt.pt

MANUAL DO UTILIZADOR. www.only-pt.pt SISTEMA AUTOMAÇÃO DE AUTOMAÇÃO SEGURANÇA SOM MANUAL DO UTILIZADOR www.only-pt.pt INTRODUÇÃO... EQUIPAMENTOS... Princípio de funcionamento... 5 RAMAÇÃO... 6 ESCOLHA DO COMANDO PARA BOTÕES... 6 ASSOCIAÇÃO

Leia mais

TECNOLOGIA FEITA FÁCIL SISTEMA ONLY HOTEL. Apresentação

TECNOLOGIA FEITA FÁCIL SISTEMA ONLY HOTEL. Apresentação Apresentação O sistema ONLY HOTEL é um sistema de controlo de iluminação, estores, climatização e som ambiente concebido especialmente para hotéis. O sistema pode ser usado para o controlo dos quartos,

Leia mais

Sistemas de alarme de intrusão AMAX Simples e de confiança

Sistemas de alarme de intrusão AMAX Simples e de confiança Sistemas de alarme de intrusão AMAX Simples e de confiança 2 Sistemas de Alarme de Intrusão AMAX Com a Bosch, está em boas mãos: os sistemas de alarme de intrusão AMAX garantem a satisfação do cliente

Leia mais

GUIA PARA A REABILITAÇÃO DOMÓTICA. comunicações, segurança e conforto. PROJETO Cooperar para Reabilitar da InovaDomus

GUIA PARA A REABILITAÇÃO DOMÓTICA. comunicações, segurança e conforto. PROJETO Cooperar para Reabilitar da InovaDomus GUIA PARA A REABILITAÇÃO DOMÓTICA comunicações, segurança e conforto PROJETO Cooperar para Reabilitar da InovaDomus Autoria do Relatório Consultoria RedeRia - Innovation, S.A. Índice 0. Preâmbulo 5 1.

Leia mais

índice 1. Descrição do produto 2. Pautas de planeamento 3. Instalação 4. Módulos 0. Apresentação produto SimonVIT@

índice 1. Descrição do produto 2. Pautas de planeamento 3. Instalação 4. Módulos 0. Apresentação produto SimonVIT@ 0. Apresentação. O SimonVIT@ é o fruto da contínua investigação da Simon no âmbito das novas tecnologias aplicadas a moradias, edifícios, estabelecimentos comerciais, etc., para dar uma resposta inovadora

Leia mais

Building Automation. e Domótica. O futuro...hoje!

Building Automation. e Domótica. O futuro...hoje! Building Automation e Domótica O futuro...hoje! Introdução Desde as primeiras fábricas, que surgiu a necessidade de automatizar e controlar sistemas. Para quê? Para podermos produzir em grandes quantidades,

Leia mais

Easy Series. Guia do utilizador. Painel de Controlo de Intrusão

Easy Series. Guia do utilizador. Painel de Controlo de Intrusão Easy Series PT Guia do utilizador Painel de Controlo de Intrusão Easy Series Guia do utilizador Utilizar o teclado de comando Utilizar o teclado de comando Estados do Dispositivo de Visualização Dispositivo

Leia mais

PIXELFORCE Representações, Lda Telf: 252 428 094 fax: 252 428 094 WWW.PIXELFORCE.PT

PIXELFORCE Representações, Lda Telf: 252 428 094 fax: 252 428 094 WWW.PIXELFORCE.PT PIXELFORCE Representações, Lda Telf: 252 428 094 fax: 252 428 094 WWW.PIXELFORCE.PT O próximo alvo pode ser a sua casa, durma tranquilo. A paz da mente é o conforto da segurança A Série Conforto da PIXELFORCE

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16

PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16 PERFIL PROFISSIONAL OPERADOR(A) DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Operador/a de Electrónica Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/16 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL

Leia mais

Central de Intrusão - Easy Series Tornando a Segurança Fácil agora com wlsn*

Central de Intrusão - Easy Series Tornando a Segurança Fácil agora com wlsn* Sistema desactivado Central de Intrusão - Easy Series Tornando a Segurança Fácil agora com wlsn* * wireless Local SecurityNetwork (rede de segurança local via rádio) 2 A segurança em primeiro lugar Como

Leia mais

Automação Residencial

Automação Residencial Automação Residencial F. A. Dias G. M. de Paula L. S. de Oliveira G.F. Vieira 1 CEFET-MG, Brasil Contexto Social e Profissional, 2009 Graduação em Engenharia Mecatrônica Motivação Questão fundamental O

Leia mais

Eunice CRUZ Gestora de produto de Segurança e Sistemas de Gestão de Edifícios

Eunice CRUZ Gestora de produto de Segurança e Sistemas de Gestão de Edifícios Eunice CRUZ Gestora de produto de Segurança e Sistemas de Gestão de Edifícios Introdução à Solução de Gestão de Iluminação Legrand MUNDO MAIS VERDE... MUNDO MAIS VERDE... MUNDO MAIS VERDE... As práticas

Leia mais

Sistema Modular Wireless

Sistema Modular Wireless Sistema Modular Wireless SEM PILHAS Enjoy a new lifestyle feeling! Bom dia! Este é o meu perfeito despertar! A iluminação entra suavemente no quarto, enquanto o dimmer temporizado aumenta gradualmente

Leia mais

segurança electrónica

segurança electrónica 32 Alexandre Chamusca Eng. Electrotécnico, Ramo Telecomunicações e Electrónica, IST segurança electrónica {enquadramento tecnológico do sector} Com a evolução da electrónica e a gradual sofisticação dos

Leia mais

Sistemas automáticos de detecção de intrusão

Sistemas automáticos de detecção de intrusão EB 2,3 Ciclos de Gondomar AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GONDOMAR Sistemas automáticos de detecção de intrusão A instalação de sistemas automáticos de detecção de intrusão é, hoje em dia, um facto generalizado

Leia mais

DOMÓTICA CONTROLO INTEGRADO Segurança Iluminação Som e Imagem Eficiência Energética

DOMÓTICA CONTROLO INTEGRADO Segurança Iluminação Som e Imagem Eficiência Energética DOMÓTICA CONTROLO INTEGRADO Segurança Iluminação Som e Imagem Eficiência Energética A DECORDIGITAL - 1 A DECORDIGITAL é uma empresa portuguesa dedicada à consultoria, desenvolvimento de projetos, fornecimento

Leia mais

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico.

Centro Atlântico, Lda., 2011 Ap. 413 4764-901 V. N. Famalicão, Portugal Tel. 808 20 22 21. geral@centroatlantico.pt www.centroatlantico. Reservados todos os direitos por Centro Atlântico, Lda. Qualquer reprodução, incluindo fotocópia, só pode ser feita com autorização expressa dos editores da obra. Microsoft PowerPoint 2010 Colecção: Software

Leia mais

DOMÓTICA, VIDEOPORTEIRO E SISTEMAS DE SEGURANÇA

DOMÓTICA, VIDEOPORTEIRO E SISTEMAS DE SEGURANÇA 17 DOMÓTICA, VIDEOPORTEIRO E SISTEMAS DE SEGURANÇA 207 17. DOMÓTICA, VIDEOPORTEIRO E SISTEMAS DE SEGURANÇA 17.1 INTRODUÇÃO Para que os investidores, operadores e ocupantes possam usufruir dos edifícios

Leia mais

PT MANUAL UTILIZADOR. Manual do utilizador da aplicação ComelitViP Remote 3.0 para dispositivos. Passion.Technology.Design.

PT MANUAL UTILIZADOR. Manual do utilizador da aplicação ComelitViP Remote 3.0 para dispositivos. Passion.Technology.Design. PT MANUAL UTILIZADOR Manual do utilizador da aplicação ComelitViP Remote.0 para dispositivos Passion.Technology.Design. Índice Instalação... Configuração automática da administração de apartamento... 4

Leia mais

Prime IHC. Intelligent Home Control. Automação residencial com estilo, segurança e economia de energia.

Prime IHC. Intelligent Home Control. Automação residencial com estilo, segurança e economia de energia. Intelligent Home Control com estilo, segurança e economia de energia. Projetos inteligentes exigem um sistema de automação completo. Funcionamento do sistema. O funciona com entradas e saídas, controlando

Leia mais

Fazemos do seu mundo um abrigo seguro. Fique em segurança

Fazemos do seu mundo um abrigo seguro. Fique em segurança Fazemos do seu mundo um abrigo seguro. A Segurança Prosegur no mundo. México Brasil Peru Paraguai Chile Uruguai Argentina Portugal Espanha França Itália Roménia A Segurança Prosegur no mundo. Líder de

Leia mais

Biblioteca de aplicações

Biblioteca de aplicações Biblioteca de aplicações Observação: as descrições que se seguem mostram as ligações que permitem aceder à aplicação correspondente. Se o software Zelio Soft 2 estiver instalado, clique uma vez na ligação

Leia mais

CONVERTEMOS A TECNOLOGIA EM CONFORTO E SEGURANÇA

CONVERTEMOS A TECNOLOGIA EM CONFORTO E SEGURANÇA soluções hotéis CONVERTEMOS A TECNOLOGIA EM CONFORTO E SEGURANÇA Confiança: A segurança que só um grande grupo empresarial com presença em todo o mundo lhe pode oferecer. A Simon Holding, com quase 90

Leia mais

Sistema LON (Conceito)

Sistema LON (Conceito) (Conceito) (Conceito) Índice 1. Descrição geral de sistemas LonWorks TM 2 2. Porque é que o LON se destaca de outros sistemas de comunicação? 2 3. Quais as vantagens que o LON oferece? 3 4. Repensar: O

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/10

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/10 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/10 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDA(S) PROFISSIONAL(IS) -

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/6

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ELECTRÓNICA. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/6 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO(A) DE ELECTRÓNICA PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Electrónica Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/6 ÁREA DE ACTIVIDADE - ELECTRÓNICA E AUTOMAÇÃO OBJECTIVO GLOBAL -

Leia mais

Proudly made in Portugal. Dossier de Produto DP MGS P 04/2007 Sinta a Sua Segurança. O Sistema de Segurança MasterGuardian MGS foi concebido para proporcionar segurança, tranquilidade e conforto aos seus

Leia mais

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação

Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Escola Básica 2, 3 de Lamaçães Planificação Anual 2007/08 Tecnologias de Informação e Comunicação Unidade de Ensino/Aprendizagem Tecnologias da Informação e Comunicação Conceitos Introdutórios Conceitos

Leia mais

Eficiência energética Instalações automatizadas com ABB Niessen - KNX

Eficiência energética Instalações automatizadas com ABB Niessen - KNX Low Voltage Products Eficiência energética Os elevados preços da energia e as preocupações com as alterações climáticas produzidas pela intervenção humana colocaram a eficiência energética no topo das

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES 1 / 6

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES 1 / 6 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE ELECTRÓNICA, AUTOMAÇÃO E COMPUTADORES Publicação e actualizações Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de

Leia mais

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO E TELEGESTÃO DE REDES DE REGA EM PRESSÃO. CASO DE ESTUDO. Resumo

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO E TELEGESTÃO DE REDES DE REGA EM PRESSÃO. CASO DE ESTUDO. Resumo SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO E TELEGESTÃO DE REDES DE REGA EM PRESSÃO. CASO DE ESTUDO Autores: ISABEL GRAZINA Eng.ª Civil, EDIA, Rua Zeca Afonso, 2 7800-522 Beja, 00351284315100, igrazina@edia.pt JOSÉ CARLOS

Leia mais

Ferramentas como, por exemplo, linhas de conexão, formas automáticas, sombras pendentes, WordArt, etc.

Ferramentas como, por exemplo, linhas de conexão, formas automáticas, sombras pendentes, WordArt, etc. Ambiente de trabalho Ambiente de trabalho Porquê criar páginas web? A World Wide Web é a melhor forma das pessoas comunicarem umas com as outras. Nos dias de hoje, é importante poder comunicar com outras

Leia mais

SOLUÇÕES DATA CENTER GROUP

SOLUÇÕES DATA CENTER GROUP SOLUÇÕES DATA CENTER SOLUÇÕES EFICIENTES - PROJECTOS COMPETITIVOS Na SENSYS todos os esforços estão concentrados num elevado grau de qualidade e especialização. Aliada a vários parceiros tecnológicos,

Leia mais

Aviso de confidencialidade

Aviso de confidencialidade Aviso de confidencialidade A informação que consta desta apresentação é confidencial. Qualquer forma de divulgação, reprodução, cópia ou distribuição total ou parcial da mesma é proibida, não podendo ser

Leia mais

FORMAÇÃO. PROFISSIONAIS de electricidade. pour PARA les professionnels. de l ÉleCTRICITÉ

FORMAÇÃO. PROFISSIONAIS de electricidade. pour PARA les professionnels. de l ÉleCTRICITÉ pour PARA les professionnels PROFISSIONAIS de electricidade de l ÉleCTRICITÉ FORMAÇÃO Corte e Protecção Concepção e certificação de quadros e armários eléctricos até 400 A Curso ref. M.11.001.12 Objectivos

Leia mais

CENTRAL DETECÇÃO INCÊNDIO YAZIC. Modelo FP4-4 Zonas Programáveis MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO

CENTRAL DETECÇÃO INCÊNDIO YAZIC. Modelo FP4-4 Zonas Programáveis MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CENTRAL DETECÇÃO INCÊNDIO YAZIC Modelo FP4-4 Zonas Programáveis MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO Introdução A FP4 é uma Central de Detecção de Incêndio Convencional, equipada com 4 zonas de detecção,

Leia mais

Soluções para sistemas de chamadas Plena da Bosch Uma abordagem flexível à gestão do som

Soluções para sistemas de chamadas Plena da Bosch Uma abordagem flexível à gestão do som Soluções para sistemas de chamadas Plena da Bosch Uma abordagem flexível à gestão do som 2 Soluções para sistemas de chamadas Plena O seu sistema de chamadas de fácil expansibilidade Seja um supermercado

Leia mais

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos PHC TeamControl CS A gestão de equipas e de departamentos A solução que permite concretizar projectos no tempo previsto e nos valores orçamentados contemplando: planeamento; gestão; coordenação; colaboração

Leia mais

Dispositivo ZigBee. Desta forma obtêm-se redes maiores, mais robustas e com alto rendimento por ponto de leitura.

Dispositivo ZigBee. Desta forma obtêm-se redes maiores, mais robustas e com alto rendimento por ponto de leitura. Dado que o planeta onde vivemos tem como principal característica a abundância de água, fomos ao longo dos anos explorando esse recurso essencial à nossa vida. Por outro lado, este elemento de qualidade

Leia mais

Copyright 2008 GrupoPIE Portugal, S.A.

Copyright 2008 GrupoPIE Portugal, S.A. WinREST Sensor Log A Restauração do Séc. XXI WinREST Sensor Log Copyright 2008 GrupoPIE Portugal, S.A. 2 WinREST Sensor Log Índice Índice Pag. 1. WinREST Sensor Log...5 1.1. Instalação (aplicação ou serviço)...6

Leia mais

AUTIN MARTIN BRUXELAS

AUTIN MARTIN BRUXELAS Domotica Com a domotica TELETASK, pode controlar a iluminação, cortinas, estores, tomadas, ar condicionado, audio, video, segurança... de forma simples por um qualquer botão de comando ou através da alta

Leia mais

BREVE MANUAL WIRELESS

BREVE MANUAL WIRELESS BREVE MANUAL WIRELESS Introdução O Projecto Municipal Seixal Digital pretende dotar o município do Seixal de equipamentos e infraestruturas que permitam o acesso às tecnologias de informação e comunicação.

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE VIDEOVIGILÂNCIA

REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE VIDEOVIGILÂNCIA REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE VIDEOVIGILÂNCIA Aprovado na 14ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 13 de Julho de 2006 e na 4ª Sessão Ordinária de Assembleia Municipal,

Leia mais

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web

Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web Interface Homem Máquina para Domótica baseado em tecnologias Web João Alexandre Oliveira Ferreira Dissertação realizada sob a orientação do Professor Doutor Mário de Sousa do Departamento de Engenharia

Leia mais

Telegestão energética

Telegestão energética . Gestor energético Telegestão energética. Gestor energético Tecnologia para a eficiência energética . Gestor energético Telegestão Energética Na CIRCUTOR, dedicámos mais de 35 anos ao fabrico e distribuição

Leia mais

EIC. Projecto I. Manual do Utilizador. Vídeo Vigilância Abordagem Open Source. Curso: Engenharia de Informática e Comunicações Ano Lectivo: 2005/2006

EIC. Projecto I. Manual do Utilizador. Vídeo Vigilância Abordagem Open Source. Curso: Engenharia de Informática e Comunicações Ano Lectivo: 2005/2006 EIC Engenharia de Informática e Comunicações Morro do Lena, Alto Vieiro Apart. 4163 2401 951 Leiria Tel.: +351 244 820 300 Fax.: +351 244 820 310 E-mail: estg@estg.iplei.pt http://www.estg.iplei.pt Engenharia

Leia mais

Dicas para poupar energia Doméstico

Dicas para poupar energia Doméstico Dicas para poupar energia Doméstico Eficiência energética: Poupar energia, utilizá-la de forma eficiente e inteligente, para conseguir mais, com menos. Importância da eficiência energética: Redução da

Leia mais

S A D I José Rui Ferreira

S A D I José Rui Ferreira Concepção de Instalações Eléctricas S A D I José Rui Ferreira Setembro 2000 SADI - Sistema Automático de Detecção de Incêndios Índice - Introdução - Equipamento - Concepção da instalação - Instalação eléctrica

Leia mais

Soluções permitem o monitoramento a distância das instalações da casa, visando redução de consumo e alto desempenho

Soluções permitem o monitoramento a distância das instalações da casa, visando redução de consumo e alto desempenho Casa do futuro Soluções permitem o monitoramento a distância das instalações da casa, visando redução de consumo e alto desempenho Por Heloisa Medeiros A rápida evolução de produtos e equipamentos eletrônicos

Leia mais

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano

Planificação Anual. Planificação de Médio Prazo (1.º Período) Tecnologias da Informação e Comunicação. 9º Ano Escola Básica do 2º e 3º Ciclos João Afonso de Aveiro Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Secção de Informática Planificação Anual (1.º Período) Ano lectivo 2010/2011 Tecnologias da Informação

Leia mais

Alarme Aquecimento Quarto Sala Cozinha Garagem Presente Param. Mensagem

Alarme Aquecimento Quarto Sala Cozinha Garagem Presente Param. Mensagem Minha habitação Aplicação para telemóvel Manual de instalação e utilização PT Alarme Aquecimento Quarto Sala Cozinha Garagem Presente Mensagem Índice 1- Apresentação...............................................3

Leia mais

CENTRAL DETECÇÃO INCÊNDIO YAZIC. Modelo FAP2 2 Zonas Programáveis MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO

CENTRAL DETECÇÃO INCÊNDIO YAZIC. Modelo FAP2 2 Zonas Programáveis MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CENTRAL DETECÇÃO INCÊNDIO YAZIC Modelo FAP2 2 Zonas Programáveis MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO Introdução A FAP2 é uma Central de Detecção de Incêndio Convencional, equipada com 2 zonas de detecção,

Leia mais

Eng.º Domingos Salvador dos Santos. email:dss@isep.ipp.pt

Eng.º Domingos Salvador dos Santos. email:dss@isep.ipp.pt Sistemas e Planeamento Industrial DOMÓTICA REDES DE CAMPO Eng.º Domingos Salvador dos Santos email:dss@isep.ipp.pt Outubro de 2010 Outubro de 2010 2/20 REDES DE CAMPO Fieldbus Fieldbus Estrutura da Apresentação

Leia mais

Soluções para protecção da comunidade Easy Series para moradias e apartamentos

Soluções para protecção da comunidade Easy Series para moradias e apartamentos Soluções para protecção da comunidade Easy Series para moradias e apartamentos 2 Painel de controlo Easy Series Tornar a segurança fácil e fiável Adicionar valor a projectos imobiliários inovadores Blocos

Leia mais

E se conseguisse reduzir os seus custos de energia até 20%?

E se conseguisse reduzir os seus custos de energia até 20%? E se conseguisse reduzir os seus custos de energia até 20%? Uma solução eficaz de Gestão Energética para o Retalho Eficiência Energética no Retalho Será que está a gastar mais em energia do que necessita?

Leia mais

MODELO 827 CARACTERÍSTICAS. Controlador Trunking

MODELO 827 CARACTERÍSTICAS. Controlador Trunking MODELO 827 Controlador Trunking CARACTERÍSTICAS Obedece completamente ao Standard MPT1327/1343 e é compatível com os radiotelefones MPT1352/1327. Tem estrutura modular e o seu sistema de controlo com informação

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Supervisão das Politicas de Segurança Computação em nuvem Fernando Correia Capitão-de-fragata

Leia mais

melhor e mais inovador

melhor e mais inovador Conheça o melhor e mais inovador de Portugal. Prime TI s Mais de 2000 m2 850 Bastidores 4 Salas de alojamento 2 Salas networking Salas de staging Salas UPS Sala de clientes Sala bandoteca Serviços de storage,

Leia mais

MINI DICIONÁRIO TÉCNICO DE INFORMÁTICA. São apresentados aqui alguns conceitos básicos relativos à Informática.

MINI DICIONÁRIO TÉCNICO DE INFORMÁTICA. São apresentados aqui alguns conceitos básicos relativos à Informática. Tecnologias da Informação e Comunicação MINI DICIONÁRIO TÉCNICO DE INFORMÁTICA São apresentados aqui alguns conceitos básicos relativos à Informática. Informática: Tratamento da informação por meios automáticos.

Leia mais

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( 1 6 0 1 2 0 ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( 1 0 5 4 0 3 )

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( 1 6 0 1 2 0 ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( 1 0 5 4 0 3 ) DISCIPLINA: TIC ANO: 9º TURMAS: A, B e C ANO LECTIVO: 2011/2012 P L A N I F I C A Ç Â O A N U A L - T I C UNIDADE DIDÁTICA 1: Tecnologias da Informação e Comunicação AULAS PREVISTAS: 9 x 90 Minutos Rentabilizar

Leia mais

Independentemente se a sua casa é Tipo 1 ou Tipo 10, ela pode ter um cérebro, as soluções da control4 são ideais para novas construções ou casas já

Independentemente se a sua casa é Tipo 1 ou Tipo 10, ela pode ter um cérebro, as soluções da control4 são ideais para novas construções ou casas já SMART HOME Independentemente se a sua casa é Tipo 1 ou Tipo 10, ela pode ter um cérebro, as soluções da control4 são ideais para novas construções ou casas já existentes. VIVER A VIDA, AUTOMATICAMENTE

Leia mais

Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação. Conceitos Introdutórios

Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação. Conceitos Introdutórios Introdução às Tecnologias de Informação e Comunicação Conceitos Introdutórios Informática Informática - Tratamento ou processamento da informação utilizando meios automáticos, nomeadamente o computador.

Leia mais

Sistema de ligação para electroválvulas e distribuidores, compatíveis com bus de terreno PROFIBUS-DP, INTERBUS-S, DEVICE-NET

Sistema de ligação para electroválvulas e distribuidores, compatíveis com bus de terreno PROFIBUS-DP, INTERBUS-S, DEVICE-NET ValveConnectionSystem Sistema de ligação para electroválvulas e distribuidores, compatíveis com bus de terreno PROFIBUS-DP, INTERBUS-S, DEVICE-NET P20.PT.R0a O SISTEMA V.C.S. O sistema VCS é um conjunto

Leia mais

Eficiência. Energética. e a energia eléctrica

Eficiência. Energética. e a energia eléctrica Eficiência Energética e a energia eléctrica > Eficiência energética A é um desafio que devemos colocar a todos nós. Está ao nosso alcance, o podermos contribuir de forma decisiva para um mundo melhor e

Leia mais

Sistema de Monitorização com Múltiplos Alarmes (1 a -parte)

Sistema de Monitorização com Múltiplos Alarmes (1 a -parte) 1 o -Trabalho de Laboratório - PIC Sistemas Computacionais IST - 2005/2006 Sistema de Monitorização com Múltiplos Alarmes (1 a -parte) 1 Introdução Alguns sistemas embebidos são desenvolvidos sobre plataformas

Leia mais

Curso de Formação de. Actualização de Projectista ITED 2 (175h) Curso de Formação de. Actualização de Projectista ITED 2 (175h)

Curso de Formação de. Actualização de Projectista ITED 2 (175h) Curso de Formação de. Actualização de Projectista ITED 2 (175h) Curso de Formação de O curso tem como objectivos específicos, dotar os participantes de conhecimentos que lhes permitam: Obter a RENOVAÇÃO da CERTIFICAÇÃO reconhecida pela ANACOM como técnico de projecto

Leia mais

Programas informáticos de aplicação Tebis

Programas informáticos de aplicação Tebis 5 Programas informáticos de aplicação Tebis Descrição dos produtos de entrada RF Referência do produto Designação do produto TR302 A / B 2 entradas a encastrar na pilha / sector RF TR304 A / B 4 entradas

Leia mais

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL LABORATÓRIOS

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL LABORATÓRIOS AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL LABORATÓRIOS EQUIPAMENTOS POR BANCADA: sua utilização 2007/8 O laboratório de Automação Industrial está actualmente dividido em oito bancadas de trabalho operacionais. A sua distribuição

Leia mais

Este manual de instruções é parte integrante do produto e deve ficar na posse do cliente final. Imagem 1: Vista frontal

Este manual de instruções é parte integrante do produto e deve ficar na posse do cliente final. Imagem 1: Vista frontal Painel de comando e sinalização N.º art. MBT 2424 Manual de instruções 1 Indicações de segurança A instalação e a montagem de aparelhos eléctricos apenas devem ser realizadas por electricistas especializados.

Leia mais

Software de aplicação Tebis

Software de aplicação Tebis Software de aplicação Tebis A faire Módulo 4-6-8-10 saídas ON/OFF Características elétricas/mecânicas: Ver manual do produto Referência do produto Designação do produto Ref. software de aplicação Produto

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno O módulo PHC dteamcontrol Interno permite acompanhar a gestão de todos os projectos abertos em que um utilizador se encontra envolvido. PHC dteamcontrol Interno A solução via Internet que permite acompanhar

Leia mais

PHC dteamcontrol Interno

PHC dteamcontrol Interno PHC dteamcontrol Interno A gestão remota de projectos em aberto A solução via Internet que permite acompanhar os projectos em aberto em que o utilizador se encontra envolvido, gerir eficazmente o seu tempo

Leia mais

Software para Controlo de Assiduidade

Software para Controlo de Assiduidade Innux Time O cenário de constante mudança que caracteriza o mercado globalizado tem um impacto profundo na forma como as empresas gerem os seus recursos humanos. Reduzir custos, aumentar os níveis de desempenho,

Leia mais

Redes de Comunicações. Redes de Comunicações

Redes de Comunicações. Redes de Comunicações Capítulo 0 Introdução 1 Um pouco de história Século XVIII foi a época dos grandes sistemas mecânicos Revolução Industrial Século XIX foi a era das máquinas a vapor Século XX principais conquistas foram

Leia mais

Ambientes Inteligentes

Ambientes Inteligentes Ambientes Inteligentes APRESENTAÇÃO Com a grande inovação tecnológica e a evidente demanda por segurança e comodidade, o gerenciamento de todos os processos e máquinas que nos rodeia torna-se indispensável.

Leia mais

Controlo de iluminação local multifuncional

Controlo de iluminação local multifuncional Controlo de iluminação local multifuncional I Controlo de iluminação local multifuncional A nível mundial, sensivelmente 20 % do consumo total de energia diz respeito à iluminação. Dependendo do tipo de

Leia mais

APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉCTRICA E ACESSÓRIOS

APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉCTRICA E ACESSÓRIOS APARELHOS DE ILUMINAÇÃO ELÉCTRICA E ACESSÓRIOS Reguladores de fluxo luminoso Condições de instalação Elaboração: DTI Homologação: conforme despacho do CA de 2010-01-20 Edição: 1ª Emissão: EDP Distribuição

Leia mais

Guia de Websites para a Administração Pública

Guia de Websites para a Administração Pública Guia de Websites para a Administração Pública Portugal precisa de um desafio de exigência e de conhecimento que nos eleve aos níveis de competência e de produtividade dos países mais desenvolvidos, de

Leia mais

MOTORIZAÇÃO DE CORTINAS E PERSIANAS

MOTORIZAÇÃO DE CORTINAS E PERSIANAS MOTORIZAÇÃO DE CORTINAS E PERSIANAS INTRODUÇÃO Este catálogo oferece informações detalhadas sobre as soluções Somfy para automatização de cortinas e persianas em interiores. Estas soluções atendem às diversas

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Algarve

Direcção Regional de Educação do Algarve MÓDULO 1 Folha de Cálculo 1. Introdução à folha de cálculo 1.1. Personalização da folha de cálculo 1.2. Estrutura geral de uma folha de cálculo 1.3. O ambiente de da folha de cálculo 2. Criação de uma

Leia mais

QuartelOnline Rev. 1.1

QuartelOnline Rev. 1.1 www.decimal.pt/qo ÍNDICE Introdução... 3 Login Entrada na Aplicação... 4 Frontoffice - Acesso... 5 Backoffice - Detalhes... 5 Backoffice - Tabelas... 5 Tabela - Bombeiros... 5 Tabela Bombeiros (continuação)...

Leia mais

IP Communications Platform

IP Communications Platform IP Communications Platform A Promessa de Convergência, Cumprida As comunicações são essenciais para os negócios mas, em última análise, estas são conduzidas a nível pessoal no ambiente de trabalho e por

Leia mais

Organização da Segurança. www.juliosantos.net - js@juliosantos.net

Organização da Segurança. www.juliosantos.net - js@juliosantos.net Organização da Segurança Sumário Objectivo: Tomar conhecimento de uma forma de como organizar a Segurança Patrimonial Temas abordar Política de Segurança Definições e Conceitos Modelo de Segurança Análise

Leia mais

Software da Impressora

Software da Impressora Software da Impressora Acerca do Software da Impressora O software Epson inclui o controlador de impressão e o EPSON Status Monitor 3. O controlador de impressão é um software que permite controlar a impressora

Leia mais

Curso de Especialização Pós-Graduada em Sistemas de Segurança, Gestão Técnica e Domótica

Curso de Especialização Pós-Graduada em Sistemas de Segurança, Gestão Técnica e Domótica 1. Designação do Curso: Curso de Especialização Pós-Graduada em Sistemas de Segurança, Gestão Técnica e Domótica 2. Denominação do Diploma ou Certificado Diploma de Pós-Graduação em Sistemas de Segurança,

Leia mais

Manual de Utilizador. Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais. Escola Superior de Tecnologia. Instituto Politécnico de Castelo Branco

Manual de Utilizador. Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais. Escola Superior de Tecnologia. Instituto Politécnico de Castelo Branco Escola Superior de Tecnologia Instituto Politécnico de Castelo Branco Departamento de Informática Curso de Engenharia Informática Disciplina de Projecto de Sistemas Industriais Ano Lectivo de 2005/2006

Leia mais

Guia de Seleção Rápida Periféricos dos sistemas de alarme de incêndio LSN

Guia de Seleção Rápida Periféricos dos sistemas de alarme de incêndio LSN Rede de Segurança Local Caracte- rística Cablagem de ligação fácil Capacidade de configuração automática (modo de auto-aprendizagem) Programação de todas as configurações do dispositivo a partir do painel

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS Fundo de Eficiência Energética PERGUNTAS E RESPOSTAS Aviso 11 Hotelaria - Incentivo à promoção da Eficiência Energética 2015 ÍNDICE 1. O que é o FEE Fundo de Eficiência Energética?... 3 2. Qual o enquadramento

Leia mais

ESQUENTADORES SENSOR GREEN

ESQUENTADORES SENSOR GREEN ESQUENTADORES SENSOR GREEN SOLUÇÕES DE ÁGUA QUENTE Índice A eficiência na produção de água quente em grandes quantidades 03 Aplicações e Utilizações 05 Benefícios para o Instalador 06 Líder em Tecnologia

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

Introdução ao Laboratório

Introdução ao Laboratório SISTEMAS DIGITAIS LEIC-T, LERC, LEE Ano lectivo de 2012/2013 Trab0 Introdução ao Laboratório 1 Introdução O objectivo deste trabalho de laboratório é efectuar a adaptação ao ambiente do laboratório da

Leia mais