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2 índice ficha técnica editorial Nesta Edição Capa: Vigilantes Paulo Garcia e Joana Inês Matos, na Celbi, Figueira da Foz EDITORIAL 03 MENSAGEM Dar um novo rosto ao Sector 04 NACIONAL Não se preocupe com aquilo que não pode mudar 07 Na vanguarda das soluções inovadoras 09 Protecção de Trabalhadores Isolados e Móveis Projecto INOVA Securitas Comunicação Interna Segurança e riscos para o negócio Securitas na Segurança Logística VIGILÂNCIA ESPECIALIZADA Parceria com Securitas tem 36 anos Damos muita importância à segurança Optámos pela proposta mais competitiva Os serviços da Securitas são excelentes Flexibilidade da Securitas Elogiada VIGILÂNCIA MOBILE A vantagem de um único interlocutor na segurança DESTAQUE Quem faz a diferença INTERNACIONAL Nova Sede da Securitas Espanha Securitas Bélgica Responsável pela Segurança do Parlamento Europeu Securitas no Torneio Stradivarius FICHA TÉCNICA Revista Securitas Portugal PROPRIEDADE Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A. SEDE Rua Rodrigues Lobo, n.º 2 Edifício Securitas Linda-a-Velha EDIÇÃO Direcção de Marketing DIRECTOR Firmino Fonseca DESIGN, PRODUÇÃO DE CONTEÚDO E ACOMPANHAMENTO GRÁFICO RH Positivo IMPRESSÃO E ACABAMENTO Multitema - Partners for Printing FOTOGRAFIA José Oliveira Ribeiro Sérgio Botelho (foto do Tribunal Comarca de Ponta Delgada) TIRAGEM exemplares PERIODICIDADE Semestral DISTRIBUIÇÃO Gratuita aos Colaboradores da Securitas e a Clientes Em tempos de maior incerteza económica e social, torna-se ainda mais importante e mesmo decisivo que a segurança de pessoas e bens esteja entregue a empresas capacitadas para analisar os riscos e vulnerabilidades das entidades contratantes. Os exemplos dos Clientes que tivemos oportunidade de visitar, relatados nesta edição da nossa revista, são disso testemunho, nomeadamente no caso da Celbi, com quem, num verdadeiro espírito de parceria que dura há 36 anos, temos, em conjunto, desenvolvido as soluções de segurança mais adequadas a necessidades específicas. Em altura de crise, como se verifica actualmente, a nossa resiliência é posta à prova todos os dias, bem como a nossa capacidade de adaptação. Somos obrigados a olhar para as coisas de forma diferente, a procurar novas soluções, a encontrar novos caminhos, diferenciando-nos ainda mais pelo conhecimento e pela inovação. Talvez não tenhamos outra alternativa senão olhar o futuro de frente, com confiança. E o futuro vai-se construindo, passo a passo, com muito trabalho, sem baixar os braços, ultrapassando os obstáculos com uma atitude positiva, com o sucesso em mente. O sentido profissional que colocamos no trabalho e o desejo de superar as expectativas dos Clientes, factores que fazem parte do ADN da Securitas, farão toda a diferença e assegurarão o continuado sucesso da empresa no futuro! Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os Colaboradores e respectivas famílias um bom e merecido período de férias! RESPONSABILIDADE SOCIAL 2ª Corrida da Criança Associação de Dadores de Sangue de Évora Revista Visão Braille Alvarás: MAI, N.º 22A ( ); N.º 22B e C ( ); N.º 22D ( ). Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia da Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A. Firmino Fonseca Director de Marketing 2 3

3 mensagem ULTRAPASSAREMOS AS DIFICULDADES Dar um novo rosto ao Sector Gostaria de iniciar esta mensagem com uma breve referência à actual situação que se vive no País. Como é do conhecimento geral, Portugal enfrenta uma situação muito difícil, que se faz sentir ao nível dos particulares e empresas. A crise local não é única, pois já se chegou à conclusão de que o problema é sistémico, afectando, em maior ou menor grau, os países Europeus. Jorge Couto, Administrador-Delegado O ajustamento que está a ser implementado, reconhecidamente necessário, resulta em constrangimentos significativos, aos quais todos temos de fazer face, no dia-a-dia. A liquidez dos particulares e das empresas é afectada, com impacto directo na economia, que se vê privada dos recursos necessários para um salutar desenvolvimento e crescimento. Parece estar a fazer-se luz sobre a urgente necessidade, a nível Europeu, de se avançar com políticas de crescimento, sem o que não se vislumbra ser possível ultrapassar a actual conjuntura. Penso que deve ser evitada uma situação de recessão prolongada, para podermos ter alguma esperança de que o esforço colectivo vale a pena e de que o nosso futuro possa vir a ser razoavelmente promissor. Relatório Anual de Segurança Privada 2011 Foi divulgado há dias o Relatório Anual de Segurança Privada 2011, documento preparado anualmente pelo Conselho de Segurança Privada, no âmbito das directrizes emanadas do Ministério da Administração Interna. O Relatório reconhece a importância do Sector no contexto nacional, em resultado das solicitações dos cidadãos e da sociedade em geral, visando aumentar a sua segurança e qualidade de vida, mas aponta para a existência de fragilidades no quadro legal e na qualidade dos serviços que são prestados. Assim, no decorrer de 2011, os principais problemas ou nãoconformidades detectadas nas acções de controlo da actividade foram: (i) a existência de Vigilantes na qualidade de prestadores individuais de serviços de segurança a entidades titulares de alvará, quando os mesmos devem estar vinculados por contrato de trabalho; (ii) o uso indevido de uniformes autorizados; (iii) incumprimento dos deveres especiais a que estão obrigadas as empresas titulares de alvará ou licença, nomeadamente a prova de cumprimento das obrigações fiscais, e das relativas à Segurança Social; (iv) ilegalidade e incumprimento dos planos de formação profissional, por parte de algumas entidades formadoras; (v) ausência de livro de registo de actividades ou o seu não preenchimento, tendo sido detectadas situações de ausência de contrato de prestação de serviços ou de emissão de facturas legalmente exigíveis; (vi) utilização de armas de fogo sem que a autorização expressa da entidade patronal tenha sido comunicada ao Departamento de Segurança Privada. Como se compreenderá, as não-conformidades acima expressas no Relatório revelam situações que põem em causa a justeza de funcionamento do Sector, distorcendo as regras da saudável concorrência entre os diversos players da indústria. A constatação destes factos levou a que fossem definidas, para o ano de 2011, prioridades que visavam analisar e resolver os problemas acima referidos. Foram também aumentadas as acções de fiscalização, que totalizaram durante o ano, e das quais resultaram contra-ordenações e acções de controlo em relação a Vigilantes. Em resultado das acções de fiscalização, foram detectados 415 crimes, em relação aos quais foram aplicadas coimas no valor de 1,2 M. Intervenção Inspectiva no Sector da Segurança Privada Paralelamente aos desenvolvimentos que acabei de referir, a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), em conjunto com os principais parceiros do Sector, avançou com um projecto de Intervenção Inspectiva que envolve os trabalhadores a desempenhar funções na área da segurança privada. Este projecto, que decorre durante 2012, pretende alcançar uma melhoria das condições de trabalho, defender o trabalho digno, eliminar a concorrência desleal e outras práticas, tais como a duração excessiva dos horários de trabalho e o não pagamento das retribuições legalmente previstas. Estas situações têm ocorrido devido à adopção de práticas comerciais desleais, nomeadamente a apresentação de preços inferiores aos do custo dos serviços. Convém também acautelar a eventual fuga às obrigações fiscais e laborais. Através da resolução das principais desconformidades detectadas no Sector, é expectável um aumento considerável do volume de emprego e das receitas de Segurança Social e fiscais. Com base em todo o trabalho desenvolvido pelos parceiros sociais do Sector, representantes das empresas e dos trabalhadores, a ACT recomenda que os preços a praticar pelas empresas de Segurança Privada reflictam todos os custos inerentes à prestação de um serviço, para evitar que estas empresas e as entidades adquirentes do serviço cometam ilegalidades consideradas muito graves, nomeadamente o dumping social e a concorrência desleal. Às entidades adquirentes dos serviços de segurança privada é recomendado pela ACT que não negoceiem a preços inferiores ao do custo dos serviços, e que assegurem que as empresas de Segurança Privada estejam devidamente licenciadas mediante alvará para a actividade, que sigam as práticas recomendadas e que os respectivos trabalhadores estejam abrangidos pelo Regime Geral de Segurança Social e que cumpram com as obrigações para com a Segurança Social. Trata-se de uma iniciativa extremamente importante, que poderá contribuir para o controlo de situações abusivas que prejudicam as empresas que respeitam o quadro legal 4 5

4 nacional CONCENTRE-SE NO QUE REALMENTE IMPORTA Não se preocupe com aquilo que não pode mudar São inúmeras as vezes que recorro à Oração da Serenidade, de Reinhold Niebuhr, quando enfrento um desafio na minha vida: Deus, concede-me a graça de aceitar com serenidade aquilo que não posso mudar, dá-me coragem para mudar o que deve ser mudado e sabedoria para distinguir uma coisa da outra vigente, o Estado que perde receita fiscal, e, acima de tudo, os próprios Vigilantes do Sector. Não poderia deixar, nesta ocasião, de apelar a todos os Colaboradores da Securitas para que focalizem as suas energias nos objectivos essenciais da empresa. O espírito de luta, a conjugação de esforços e a união entre todos são, agora, ainda mais importantes. Estou certo de que a Securitas conseguirá ultrapassar as dificuldades do actual ciclo, surgindo, no futuro, mais forte e preparada para os novos desafios que irão certamente surgir. Jorge Couto Administrador-Delegado Um executivo que se submeteu a um exercício que utilizo nos meus programas de coaching sobre liderança descobriu que 54% das suas preocupações se relacionavam com coisas que provavelmente nunca iriam acontecer, 26% eram relativas a acções passadas que não podiam ser alteradas, 8% diziam respeito à opinião de pessoas cuja opinião não era importante para ele, 4% correspondiam a problemas de saúde que, entretanto, resolvera, e apenas 6% se referiam a problemas reais que mereciam a sua atenção. Ao identificar as preocupações acerca das quais nada podia fazer ou que eram desperdício completo de energia, deitando-as, em seguida, para trás das costas, este homem eliminou 94% dos problemas que o afligiam. Sharma, Robin in Quem Chorará por mim? Editora Pergaminho, pág Os tempos conturbados que vivemos no nosso país causam stress, desgaste físico e emocional em todos nós. A taxa de desemprego atingiu recordes históricos, a situação económica degrada-se, a imprensa repete até à exaustão parangonas, notícias sensacionalistas, muitas sem sentido e nós ouvimos, vemos, assistimos, passivamente e sofremos! Quando chegará a minha vez? Será que eu e a minha família vamos continuar a ter trabalho? Ou pensamos: vou conseguir encontrar um trabalho, agora que estou desempregado? Esta autêntica violência causa-nos a nós e aos colegas na Organização, sofrimento, angústia e tristeza! Jorge Martins, Director de Recursos Humanos Temos de saber digerir muito bem os inputs exteriores, filtrar o que não tem interesse e concentrarmo-nos naquilo que realmente importa e tem importância na nossa vida e que está ao nosso alcance mudar, em particular no que respeita à nossa actividade profissional: Não está ao nosso alcance determinar a taxa de desemprego do País, o défice externo, o número de empre- 6 7

5 nacional DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Na vanguarda das soluções inovadoras Vigilantes Sandra Andrade e César Pinto Oito meses após o início de actividade do Departamento de Tecnologia e Inovação (DTI), voltámos ao contacto com o seu responsável, Eng.º Jorge Garção, para nos dar conta dos desenvolvimentos mais recentes nesta vertente do negócio. sas que já encerraram ou vão encerrar, a taxa de crescimento prevista do PIB, etc., etc.. Então, se estas questões não estão ao nosso alcance alterar, porque é que nos preocupamos tanto com elas, ao ponto de ficarmos deprimidos, tristes, angustiados? Estou realmente empenhado naquilo que faço? Retiro prazer no meu trabalho? Faço-o com gosto? Sei qual é a minha missão no Cliente onde presto serviço? Conheço os procedimentos aplicáveis? Já interiorizei as ferramentas que a empresa colocou à disposição Manual do Vigilante? As Normas Técnicas de Serviço e outros documentos de suporte estão actualizadas? Actuamos em função destes requisitos? Conheço as normas de Saúde e Segurança no Trabalho aplicáveis no meu posto de trabalho? Qual foi a última vez que eu propus à minha chefia acções concretas, tendo em vista a melhoria do serviço no Cliente onde trabalho? Os registos obrigatórios no âmbito do SGE Sistema de Gestão da Empresa, estão actualizados? Estas são as questões com as quais nos devemos preocupar e que devem merecer a nossa atenção e empenho, porque está ao alcance de cada um de nós a sua implementação e melhoria. Estes aspectos que acabei de enunciar são os que fazem realmente a diferença na qualidade de serviço prestado ao Cliente. Estou certo que nós fazemo-lo bem, melhor que a concorrência, no entanto, temos a consciência que podemos fazer melhor, com optimização de custos e outros ganhos. Os instrumentos de medida que usamos na aferição da qualidade de serviço ao Cliente inquéritos de satisfação do serviço prestado, survey aos Colaboradores e outros, são demonstrativos de que estamos no caminho certo, no entanto, temos sempre a ambição de fazer mais e melhor com menos custos. Ninguém na Organização pode estar alheado destes factos que estão ao nosso alcance e, porque não dizer alto e bom som, são da responsabilidade individual de cada um! Há alguns dias, quando estava numa fila de espera de um serviço público, ouvi alguém queixar-se: não fui eu que contribuí para o estado a que o País chegou!... É fácil empurrar para o chefe, para a empresa, para o País, para os políticos e decisores, tudo o que de mal nos rodeia. O difícil é questionarmo-nos sobre as questões relacionadas com o nosso trabalho, que podemos e devemos alterar e melhorar. Estou realmente convencido de que as questões que enumerei fazem parte dos 6% de preocupações que Robin Sharma refere no seu artigo, e que realmente devem merecer atenção no dia-a- -dia da nossa actividade profissional. Jorge Martins Director de Recursos Humanos Securitas Portugal - De que forma tem decorrido a actividade do Departamento de Tecnologia e Inovação, desde o seu lançamento? Jorge Garção - A actividade do Departamento de Tecnologia e Inovação tem decorrido de forma muito satisfatória, considerando que apenas decorreram oito meses desde o seu início e que, durante esse período, começámos a operação da Central Receptora de Alarmes (CRA), construímos a equipa técnica, concretizámos a migração de cerca Clientes, assumimos o serviço de assistência técnica a todos os nossos Clientes e estamos a iniciar um novo desafio de gestão e coordenação de obras. Dentro deste contexto, tem sido um período exigente, de muito trabalho e só superado com o empenho e dedicação de todos os profissionais deste Departamento e com o apoio e cooperação de toda a empresa. SP - A formação dos Colaboradores sempre foi considerada como estratégica na Securitas. Qual a relevância que atribui à formação dos Técnicos que integram o DTI? Neste contexto, a Securitas pode fazer a diferença? JG - Numa actividade em contínuo desenvolvimento tecnológico, todos os dias surgem novos equipamentos e novas técnicas. Na área da segurança electrónica, as soluções estão cada vez mais dependentes das tecnologias de informação. Há 20 anos atrás, o técnico de segurança tinha de ter conhecimentos de electricidade e electrónica geral. Além destas valências, no futuro próximo, o técnico de segurança terá de ter profundos conhecimentos em comunicações, informática e gestão de redes. Por esta razão, é fundamental, criar um plano de formação que responda às necessidades e permita o desenvolvimento técnico dos profissionais. A formação técnica, sendo muito importante, não será exclusiva, Jorge Garção, Responsável do DTI estão também previstas acções de formação na área da segurança no trabalho e na área comportamental. 8 9

6 nacional SP - Um dos compromissos da Securitas, ao lançar o novo Departamento, era assegurar aos Clientes um serviço de Assistência Técnica de qualidade. Qual a importância deste compromisso? Considera que o mesmo está a ser cumprido? JG - A Securitas aposta na ligação duradoura com os seus Clientes. Se olharmos o nosso portfolio, constatamos que apesar das dificuldades económicas e da concorrência, muitas vezes desleal, mantemos contratos durante muitos anos. Este facto deve-se à grande preocupação que temos na execução do nosso serviço e à satisfação do Cliente. A actividade de assistência técnica tem como missão garantir a operacionalidade dos sistemas de segurança electrónicos, por esta razão, é também um aspecto que influencia a qualidade do nosso serviço global. O serviço de Assistência Técnica tem privilegiado a reparação das avarias no mais curto espaço de tempo. Nestes oito meses de início de actividade, realizámos mais de intervenções de assistência técnica, conseguindo tempos de resposta, ao pedido de intervenção, de 48 horas no máximo. Apesar de estarmos muito satisfeitos com estes números, existe ainda muito trabalho a Vigilante Sérgio Pereira na Central Receptora de Alarmes fazer. Estamos a desenvolver uma aplicação (WebTec) que irá permitir gerir os pedidos de assistência, bem com a gestão da comunicação do Departamento com as Filiais operacionais. Esta aplicação, que está em fase de implementação em toda a empresa, vai permitir ainda retirar dados de gestão e medição da rentabilidade da actividade. SP - A Central Receptora de Alarmes da Securitas desempenha um papel fundamental no serviço prestado aos Clientes. Considera que a resposta da nossa CRA, a sinais de alarme, é eficaz? JG - Todo o projecto da CRA foi pensado de forma a garantir um bom serviço, desde a infraestrutura de comunicações, à formação e ao número de operadores. Apesar de todos os cuidados que tivemos, o serviço de recepção de alarmes tem períodos diários com picos de actividade, o que torna muito difícil dimensionar a equipa para esses aumentos de recepção de alarmes. Por este motivo, devemos considerar a eficácia do serviço em termos médios. Os dados de que dispomos permitem afirmar que o serviço é eficaz, conducente com a responsabilidade de um líder de mercado, que somos. SP - Quais os objectivos do DTI num futuro próximo? JG - Os nossos objectivos futuros são consolidar os processos organizacionais do Departamento, para garantir um serviço de Assistência Técnica de qualidade; dinamizar o serviço de monitorização de alarmes da CRA com novas ofertas; criar iniciativas para melhorar as competências da empresa na área da segurança; acompanhar as novidades tecnológicas, de forma a estarmos na vanguarda das soluções inovadoras; desenvolver meios internos para o desenvolvimento de produtos na área da integração de sistemas e monitorização remota. NOVAS SOLUÇÕES DE SEGURANÇA Protecção de Trabalhadores Isolados e Móveis Num mercado em que a competitividade é significativa, as empresas têm de criar soluções inovadoras que constituam um factor de diferenciação. Integrados numa solução global, os sistemas de segurança electrónica resultam em melhorias de eficácia com benefícios mensuráveis, quer em termos de qualidade, quer em termos de custo. Neste contexto, a Securitas procura, como sempre, estar à frente nas soluções que oferece ao mercado, nomeadamente para casos tão específicos como o dos Trabalhadores Isolados e Móveis. Um Trabalhador Isolado (Lone Worker) é definido como um empregado que executa uma actividade de forma isolada, sem supervisão directa. A IDC (International Data Corporation) define um Trabalhador Móvel (Mobile Worker) como qualquer funcionário que gasta mais de 20% por cento do seu tempo fora do escritório. São diversas as situações em que estamos perante trabalho isolado: Em locais fixos: pessoas que trabalham sozinhas em instalações, como, por exemplo, pequenos escritórios, postos de gasolina, quiosques ou lojas; pessoas que trabalham a partir de casa; pessoas que trabalham separadamente dos outros, por exemplo, em fábricas, armazéns, estabelecimentos de investigação e formação, centros de lazer ou feiras; pessoas que trabalham fora do horário normal, por exemplo, em limpeza, segurança, manutenção e assistência técnica; Alexandra Amaral, Technology Solutions Manager 10 11

7 nacional Em mobilidade: pessoas que trabalham em sectores como a construção, manutenção ou engenharia; trabalhadores agrícolas e florestais; pessoas que trabalham no sector de serviços, como comerciais, motoristas, assistentes sociais, médicos e todas as funções que envolvam visitas a empresas ou casas particulares; Os trabalhadores móveis têm maior exposição ao risco de agressão, acidente ou doença durante o trabalho. Os riscos a que estes trabalhadores estão sujeitos podem classificar-se em duas categorias: Risco Social provocado por outras pessoas (ameaça de abuso e ataque); Risco Ambiental - provocado pelo local em conjunto com uma actividade (ameaça do homem- -morto man down ). A IDC estima que, em 2013, haverá mais de 1,19 mil milhões de trabalhadores móveis no mundo, representando cerca de 35% da população activa. A questão da segurança do trabalhador solitário está a tornar-se cada vez mais ampla, alcançando todos os níveis de uma organização longe de ser uma preocupação exclusiva do próprio trabalhador, gestores e líderes empresariais estão cada vez mais conscientes do seu dever de protecção ao trabalhador. O papel da tecnologia A tecnologia tem um papel muito importante na questão da segurança destes trabalhadores. Aliada a procedimentos e normas adequados, a tecnologia irá permitir identificar e agir de modo mais célere em situações de emergência que afectem um trabalhador isolado, aumentando a sua segurança e produtividade. Botão de pânico; Sign of life ; Man Down (queda ou ausência de movimento); Localização GPS e A-GPS; Chamada de escuta (alta-voz); Monitorização remota. Com esta tecnologia será possível a um trabalhador isolado enviar um alarme de pânico, ou o próprio equipamento gerar um alarme automático em situações de queda ou ausência de movimentos, que será recepcionado por uma Central de Recepção de Alarmes que identificará a localização do trabalhador e despoletará as acções necessárias, podendo recorrer ao estabelecimento de chamadas de escuta, optimizando as medidas de auxílio em função do tipo de ocorrência. Alexandra Amaral Technology Solutions Manager PROPOSTAS EM AVALIAÇÃO Projecto INOVA Securitas A propostas recebidas no âmbito do Projecto INOVA Securitas já foram analisadas. Neste momento está a ser decidido, pelo Comité da Avaliação nomeado para o efeito, se todos as condições definidas foram satisfeitas, nomeadamente se as propostas apresentadas constituem efectivamente uma inovação, se são passíveis de implementação operacional e se poderão traduzir-se num retorno considerado como uma mais-valia para a empresa e um benefício para o Cliente. Assim que avaliadas segundo estas perspectivas, serão comunicados os resultados a toda a Organização. CORREIO ELECTRÓNICO Comunicação Interna Pelo menos 70% dos Colaboradores da Securitas já utiliza o (correio electrónico) como forma de comunicação interna, o que permite uma redução de custos, uma maior eficiência e eficácia das operações e, globalmente, uma melhoria no serviço. Mas este processo pode ainda ser melhorado! Apelamos aos Vigilantes que ainda não tenham comunicado o seu endereço electrónico, que contactem os respectivos Supervisores nesse sentido. Ficamos todos a ganhar, pois a circulação mais rápida de informação útil, resulta numa melhoria da qualidade do serviço

8 nacional nacional SEMINÁRIO SECURITAS Segurança e riscos para o negócio Sob o tema A situação da segurança em Portugal e os riscos para o negócio, a Securitas realizou um seminário dirigido aos seus Clientes, no passado dia 14 de Março, na sua sede, em Linda-a-Velha. LOGISTICS&SUPPLY CHAIN MEETING 2012 Securitas na Segurança Logística A Securitas, que possui um Segmento dedicado à Segurança Logísitica, participou na edição deste ano do Logistics&Supply Chain Meeting, realizado nos passados dias 10 e 11 de Abril, numa nave logística em Alverca. O objectivo deste seminário foi propor uma reflexão e debate sobre os efeitos da crise, em matéria de segurança, e soluções preventivas para este tipo de situações. Além da participação do Administrador-Delegado da Securitas, Jorge Couto, contou com a intervenção de responsáveis por algumas áreas da empresa, bem como de oradores exteriores. De facto, a crise económica e financeira que Portugal atravessa tem reflexos na segurança das organizações e dos indivíduos, sendo expectável que potencie o aumento da materialização de incidentes anti-sociais, nas suas mais diversas formas. Por outro lado, a actual conjuntura impõe que seja considerada uma atitude de prevenção perante tais manifestações, através da implementação de soluções eficientes e eficazes. Aliando o seu conhecimento e experiência multinacionais às preocupações dos seus parceiros, a Securitas pretendeu partilhar neste Seminário as respostas que achou para estas questões, que permitem diminuir os vários custos associados a tais incidentes. Do programa deste Seminário, constou, além da análise da segurança em Portugal, a identificação dos comportamentos anti- -sociais e respectivos riscos para o negócio, bem como a apresentação das soluções integradas da Securitas, que envolvem a componente humana e sistemas electrónicos de segurança, cuja instalação, manutenção e evolução são garantidas pelo seu Departamento de Tecnologia e Inovação. Criar um ambiente de colaboração e ligação entre os diferentes elos que compõem a cadeia de abastecimento foi a principal aposta do Logistics & Supply Chain Meeting 2012, organizado pela Revista Logística Moderna. A edição deste ano, contou com mais de 70 especialistas, 48 conferências, cinco mesas redondas, oito case studies, mais de participantes e uma audiência de influentes decisores da supply chain. Entre as temáticas abordadas no primeiro dia, importa salientar a mesa redonda sobre a cadeia de abastecimento como mais-valia para exportar; e as sessões paralelas sobre o futuro da logística e dos logísticos: a máxima eficiência nas compras e na gestão de stocks, a colaboração na supply chain, a melhoria de processos, a green supply chain e a construção de cadeias ágeis, focadas no valor e nas necessidades dos Clientes. No segundo dia, os participantes puderam contar com sessões dedicadas à importância da gestão da procura e do planeamento integrado entre vendas e operações, a logística como factor de resposta à crise, a supply chain e as TI (Tecnologias da Informação), assim como mesas-redondas sobre o talento e a inovação, a importância das cadeias de abastecimento no retalho, a aplicação do processo lean na supply chain e a importância do transporte marítimo nas cadeias de abastecimento. Segmento Segurança Logística O que diferencia as empresas de segurança é a capacidade de adicionar valor à actividade dos Clientes. Ciente disto e neste sentido, a Securitas coloca à disposição dos seus Clientes a Avaliação de Risco e Auditorias de Segurança, fundamentais para garantir que as soluções implementadas vão exactamente ao encontro das respectivas necessidades. A Securitas, através do seu Segmento Segurança Logística, tem a capacidade de acrescentar muito valor à actividade dos seus Clientes do sector, através da oferta de soluções integradas, que combinam os meios humanos com os electrónicos, com vantagens significativas no que se refere ao binómio preço/qualidade. A actividade Logística é importante em qualquer economia. Numa economia de mercado, competitiva, esse aspecto torna-se essencial, pois armazenar matérias-primas, bem como produto acabado, e transportá -los até ao destinatário, são processos onerosos e que não constituem o core business das empresas produtoras. Os principais riscos associados à área da Logística são o roubo e dano de mercadorias, assaltos, incêndio e fraude. As preocupações com a segurança estão a aumentar, seja numa empresa com a actividade logística in house, 14 15

9 SECURITAS clientes ou mesmo pertencente ao ramo da Logística propriamente dita. Devido às ameaças de furto, sabotagem ou pirataria, que facilmente podemos imaginar na chamada cadeia de abastecimento, torna-se imperativo assegurar que os produtos saiam do produtor e cheguem em condições de segurança ao destinatário. É curioso verificar que, segundo o Índice de Desempenho Logístico do Banco Mundial, Portugal caiu do 28.º lugar, em 2007, para o 34.º, em 2010, e um dos motivos mais fortes para essa despromoção foi a precaridade do controlo à distância, no que diz respeito ao trajecto e entrega de cargas. Todos os conceitos que estão a ser desenvolvidos internacionalmente à volta desta temática, nomeadamente as certificações AEO, C-TPAT, TAPA, e, mais recentemente, a ISO 28000, estão a ser acompanhados muito de perto pela Securitas a nível mundial, incluindo em Portugal. O Grupo Securitas, através do seu International Logistics Competence Centre, lida com os sistemas de normalização referidos e promove a partilha de vastas experiências, o que lhe permite deter todas as condições para estudar soluções de segurança à medida de cada Cliente. A Securitas está, assim, apta a fornecer aos seus Clientes meios humanos, com a definição de regras que tenham em vista procedimentos de segurança adequados ao tipo de instalações, armazéns e toda a variedade e sensibilidade de produtos neles guardados; e também meios electrónicos, que podem passar por Sistemas de Videovigilância (CCTV), Sistemas de Detecção de Intrusão, Sistemas de Detecção e Extinção de Incêndio e Sistemas de Controlo de Acessos, capazes de tornar qualquer local de armazenamento mais seguro; ou para o transporte em segurança de um produto, que muito frequentemente é pertença de terceiros. Tecnicamente, a tendência actual incide no recurso aos sistemas de geolocalização, track and trace ou RFID, ligados a outros sistemas electrónicos ou mesmo monitorizados por elementos do Serviço de Segurança. SECURITAS PORTUGAL 16

10 vigilância especializada CELBI / GRUPO ALTRI Parceria com Securitas tem 36 anos A Celbi tem uma parceria com a Securitas, na área de segurança, desde há 36 anos, fruto de um relacionamento construtivo, baseado no conceito win-win. Deslocámo-nos à sede da Celbi/Grupo Altri, situada em Leirosa, Figueira da Foz, para falarmos sobre questões de segurança e outras específicas da actividade da Celbi. Durante a entrevista, trocámos impressões com o Dr. António Basílio Moura, Chefe dos Serviços Administrativos do Pessoal, com o Dr. Silva Tavares, Gestor do Departamento de Recursos Humanos, e com o Eng.º Carlos Van Zeller, Administrador da empresa. Securitas Portugal - A Celbi é Cliente da Securitas desde 1976, portanto, há 36 anos, o que constitui uma parceria exemplar. Quais os factores que têm contribuído para um relacionamento tão duradouro entre as partes? Dr. Basílio Moura Esta já longa parceria deve-se ao facto de até agora a Securitas ter respondido de forma eficaz a todos os desafios que a Celbi lhe tem colocado, nomeadamente indo ao encontro das nossas necessidades no que se refere aos Vigilantes que nos prestam serviços, com elevados níveis de qualidade. Todos eles foram sujeitos a formação Dr. António Basílio Moura, Chefe dos Serviços Administrativos do Pessoal específica e especializada, de acordo com os requisitos de segurança das nossas instalações. Por parte da Celbi, foram desenvolvidas aplicações informáticas à medida, operadas pelos Vigilantes da Securitas, para melhor suporte dos serviços de segurança, É por todos estes factores que a relação entre as duas empresas tem sido a melhor e se tem mantido durante estes 36 anos de parceria. SP - A Securitas tem implementada na Celbi uma Solução de Segurança Integrada, que compreende serviços de Vigilância Especializada e sistemas electrónicos de segurança. Que avaliação faz da solução implementada? Esta solução pode ser desenvolvida? BM - Esta solução é a melhor, tem evoluído ao longo dos tempos. O desenvolvimento desta solução é praticamente diário, é um desafio permanente que a nossa empresa coloca à Securitas. A resposta eficaz por parte dos técnicos da Securitas faz com que se encontre sempre uma solução para o problema apresentado. O C09, que foi o Projecto de Modernização e Expansão da Celbi, que decorreu entre 2008 e 2009 e que permitiu a duplicação da nossa capacidade de produção, implicou um grande desafio em termos de segurança humana e electrónica. Após a implementação desse projecto e mais uma vez com a colaboração da Securitas, foi redimensionado todo o sistema de CCTV (videovigilância), aprovado pela CNPD - Comissão Nacional de Protecção de Dados. Nesse período crítico tivemos cerca de pessoas externas à Celbi, das cerca de 80 empresas fornecedoras contratadas para a execução do nosso projecto. Foi um desafio enorme. Em termos técnicos, toda a parte de estudo e coordenação foi feito com a prata da casa. Este redimensionamento, no anteriori, foi pensado com a Securitas em termos de programação da Vigilância Humana, da creditação de presenças, do estacionamento, entre outras situações que na altura se nos depararam. O contacto com o Supervisor Manuel Martins Nujo é muitíssimo bom. É com ele que trato todos os assuntos, pois é o elemento de ligação entre a Celbi e a Securitas, e os seus Vigilantes que na nossa empresa desempenham funções. Entende as nossas necessidades, descodificando-as e sugerindo a melhor solução para elas. As funções deste operacional e o seu excelente desempenho são extremamente importantes para nós. Os Vigilantes são também, na sua maioria, extremamente proactivos, têm vindo a sugerir melhorias pontuais. Todas as suas sugestões são analisadas com o Supervisor e, no caso de serem aprovadas, são implementadas. A área de segurança está a meu cargo há cinco anos e sou bastante exigente, pois a responsabilidade é grande. Nas nossas portarias são proporcionadas todas as condições de trabalho aos Vigilantes da Securitas, ou seja, todos os meios para que a nossa exigência seja exequível. O controlo de entradas e saídas é feito informaticamente, foi desenvolvido um programa específico para o 18 19

11 Dr. Silva Tavares, Gestor do Departamento de Recursos Humanos efeito e verificamos que os Vigilantes têm elevada aptidão e qualidade na sua utilização. A videovigilância é de extrema importância para a Celbi, principalmente no Verão, no que se refere ao nosso parque de madeiras, dado o aumento do risco de incêndios ali verificado. SP - Como antevê a evolução na área da segurança, a médio prazo? Será uma área em que a especialização das empresas fornecedoras será cada vez mais determinante? BM - As necessidades de segurança, na minha opinião, mantêm-se sempre presentes. É preciso equacionar, encontrar o equilíbrio certo entre a redução de custos que a actual conjuntura impõe e a minimização dos riscos. Hoje em dia, a parte tecnológica da segurança é muito importante. A videovigilância é de enorme utilidade, pois, além das vantagens que proporciona em termos de eficácia, permite-nos agilizar alguns serviços e deslocar Vigilantes para outras tarefas. A evolução tem de estar sempre presente com peso e medida, temos de acautelar a questão económica, mas nunca descurando a própria segurança. Esta parceria, com diálogo e equilíbrio constantes entre a Celbi e a Securitas, proporciona a própria evolução. A política de Recursos Humanos da Securitas mostra uma exigência de qualidade que se verifica no desempenho dos seus Vigilantes. É esta qualidade que mantém a parceria. Os Colaboradores da Securitas fazem parte da nossa casa, participam nos nossos eventos, nomeadamente na Festa de Natal e actividades do Clube Celbi. SP - Como descreveria a Securitas numa frase? BM - Empresa com profissionalismo muito dedicado. De seguida foi o Dr. Silva Tavares que nos esclareceu relativamente à constituição da Celbi, a sua importância na economia nacional, bem como o desenvolvimento da sua actividade, nomeadamente a incorporação no Grupo Altri, do qual fazem também parte as empresas Caima e Celtejo. Dr. Silva Tavares - A Celbi é uma empresa com origem escandinava. Foi fundada em 1965, sob a denominação Celulose Billerud, por iniciativa da empresa sueca Billerud AB em associação com o Grupo CUF - Companhia União Fabril e um grupo de produtores florestais. A sua localização em Leirosa, perto da Figueira da Foz deveu-se à proximidade das importantes áreas florestais da zona Centro, fonte de matéria-prima para a produção de pasta de papel, implicando custos diminutos de transporte; ao facto de ser uma zona com abundância de água, elemento indispensável para o processo produtivo; à proximidade do mar e de porto comercial, factor relevante para a exportação; e disponibilidade de recursos humanos qualificados, provenientes principalmente da Universidade de Coimbra. A Celbi iniciou a sua actividade produtiva em 1967, com uma capacidade instalada de toneladas de pasta solúvel destinada ao fabrico de fibras têxteis. Em 1970, com a crise que se instalou no sector têxtil, passou a produzir pasta branqueada de eucalipto para a indústria papeleira, com uma capacidade anual de toneladas. Vigilante Maria Isabel Cardoso Em 1975, o capital português (Grupo CUF e produtores florestais) foi nacionalizado, passando o IPE Investimentos e Participações do Estado a deter 29% do capital da Celbi. Em 1984, um processo de fusão no sector florestal, na Suécia, fez com que a Billerud fosse adquirida por outro grupo sueco, a Stora. Em 1995, deu-se a privatização do capital que era detido pelo IPE - Investimentos e Participações do Estado e a Stora ficou com 100 por cento do capital. Em 1998, verifica-se uma nova mudança de accionista com a fusão entre a sueca Stora e a Enso, finlandesa, dando origem ao Grupo Stora Enso, um autêntico gigante, um dos maiores grupos mundiais na área da transformação e comercialização de produtos de origem florestal. O sucesso da Celbi reside na sua preocupação pela qualificação profissional dos seus Colaboradores, preparando-os para os desafios futuros, perseguindo objectivos ambiciosos, onde a ambição para melhorar, inovar e estar na vanguarda está sempre presente

12 Eng.º Carlos Van Zeller, Administrador da Celbi Em Setembro de 2005, este Grupo decide desinvestir na Celbi. Em Julho de 2006, é anunciado que a Altri é vencedora do concurso de alienação das acções da Celbi. A operação concretiza-se em Agosto. A Altri, SGPS surge em Fevereiro de 2005 com o spin-off de acções do Grupo COFINA, de forma a autonomizar a sua área industrial, constituída pela Celulose do Caima (pasta de papel), F. Ramada (sector do aço) e a EDP Bioelétrica, uma joint-venture com a EDP (produção de energia através da biomassa). Ainda em 2005, adquiriu a Celtejo, em Vila Velha de Rodão, que então se designava por Portucel Tejo. Assim, existem três áreas controladas pelo mesmo Grupo de Accionistas: a Cofina, na área dos media; a Altri, na fileira florestal; e a F. Ramada, na indústria do aço. A esta altura, o Dr. Silva Tavares passou a palavra ao Eng.º Carlos Van Zeller, Administrador com a responsabilidade da Direcção Industrial da Celbi, pois melhor nos poderia prestar informações sobre a participação da Celbi na EDP Bioeléctrica. Engº. Carlos Van Zeller Este projecto da EDP Bioeléctrica utiliza a casca proveniente do processo de produção de pasta de papel e biomassa, comprada a fornecedores externos. O projecto é uma parceria entre a EDP e a Altri, cabendo à Celbi a gestão operacional da unidade. Funciona bem por dois motivos: a EDP não tinha muita experiência no negócio da biomassa e os resultados obtidos nas três unidades da Altri são muito bons, pelo que a EDP sabe que somos especialistas na matéria. De facto, tem corrido muito bem esta parceria. Esta unidade de energia renovável produz 200 GWH (gigawatts/ /hora/ano). Em termos de importância na economia nacional, praticamente toda a produção é exportada, o que é significativo para a entrada de divisas no nosso país. O Grupo Altri, com o Projecto de Expansão que duplicou a sua capacidade de produção de pasta de papel e tendo passado a tratar da sua comercialização, exporta cerca de 85 por cento em termos da Europa Comunitária, e os restantes 15 por cento para a Ásia, nomeadamente para a China. SP - Qual o actual volume de produção de pasta de papel da Celbi? Quais os principais mercados a que se destina? CVZ- Em 2011, produzimos 600 mil toneladas e para 2012 estão previstas 640 mil. A Celbi é a maior unidade de produção de pasta de papel da Península Ibérica e é uma das maiores da Europa. A Celbi não ficará por aqui, porque estamos em fase de optimização e o objectivo é aumentar a produção através da diminuição dos estrangulamentos. SP Quais os factores de sucesso da Celbi, os desafios que enfrenta actualmente e as perspectivas futuras? CVZ A Altri caracteriza-se por ser um Grupo de estrutura compacta e de decisão célere, com gestão participada e um grande foco na competitividade. A questão da qualidade é fundamental, há uma uniformidade nesta aposta. Vigilante Pedro Silva A certificação é, por isso, para nós essencial. A última, obtida recentemente, foi numa nova norma de gestão energética, a Norma ISO A Celbi foi considerada a Empresa do Ano de 2011 do sector de Celulose e Papel, pela Revista Exame (com base nos dados de 2010). O que nos distingue é a qualidade de gestão, a formação dos nossos quadros e demais Colaboradores. A formação para nós é um investimento, não um custo, que se reflecte na produtividade, sendo uma vantagem competitiva. Tem havido uma aposta na formação estruturante. O primeiro grande desafio é a política florestal, ou seja, a ausência de uma política clara neste âmbito. O sector da Fileira Florestal e da Pasta de Papel depende muito destas políticas, por isso, os privados terão de ser o 22 23

13 CELBI em números: PRODUÇAO (mil tons.) Investimento (milhões ) ,6 Vendas Líquidas (milhões ) motor para que se definam. Quando se compara com outros países, nomeadamente da América do Sul, que têm políticas favoráveis, constata-se que são uma ameaça para a indústria europeia, nomeadamente a ibérica, o que nos deixa apenas a opção da qualidade. A crise económica não atingiu a Celbi tão fortemente pelo facto de sermos exportadores. No entanto, assistimos à pouca disponibilidade da banca para o financiamento de novos projectos, o que cerceia completamente as hipóteses de novas apostas de desenvolvimento, nomeadamente de expansão. Tem de haver equilíbrio, não pode haver só austeridade, há que não asfixiar a economia. Desta crise há que aprender a comprar português. Temos de fazer um esforço nesse sentido. Resultados Operacionais (milhões ) 59, ,2 101,4 74 Nr. Médio de Trabalhadores 222,9 237,3 239,5 239,7 243,8 Horas formação por Ttrabalhador Sinistralidade / 0,15 0,29 0,48 0,70 0,15 / Indice de Gravidade (*) (*) dias perdidos por acidente por mil horas trabalhadas Vigilantes Francisco Duarte e Joaquim Nobre JOSÉ CORDEIRO GESTOR DOS SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA ESPECIALIZADA DAS FILIAIS DE COIMBRA E LEIRIA José Cordeiro é um dos Colaboradores mais antigos da Securitas, em Portugal, desde que, em 1978, passou a fazer parte dos nossos quadros. Pelas suas actuais funções, a Celbi é uma empresa que está sob a sua responsabilidade, razão porque lhe colocámos algumas questões sobre este nosso Cliente. Securitas Portugal - A Celbi, com 36 anos de parceria, é um dos mais antigos Clientes da Securitas no nosso País. Como tem sido possível este relacionamento tão duradouro? José Cordeiro - Creio que este relacionamento se mantém devido a uma parceria muita activa entre a Celbi e a Securitas. A Celbi está sempre muito atenta às questões da segurança e a Securitas empenha-se em dar as respostas adequadas à evolução das necessidades do Cliente. SP - Qual o papel que, ao longo dos tempos, os Vigilantes e Supervisores da Securitas têm desempenhado no desenvolvimento do relacionamento com o Cliente? JC - A Celbi é um Cliente muito exigente, tem centenas de Colaboradores, Fornecedores e Visitantes em geral, que passam diariamente pelas portarias de segurança. A capacidade e o dinamismo dos nossos Vigilantes são diariamente postos à prova, quer em termos de controlo, quer de comunicação. A competência das equipas de trabalho, devidamente coordenadas pelos Supervisores, tem sido um factor decisivo em assegurar o relacionamento profícuo com o Cliente. SP - Depois de tantos anos de proximidade à Celbi/Grupo Altri, como vê os últimos desenvolvimentos deste Grupo, nomeadamente o redimensionamento da sua capacidade produtiva e o que esse facto possa implicar para um prestador de serviços como a Securitas? JC - É com grande satisfação e orgulho que acompanhamos o crescimento e o progresso deste nosso Cliente. É uma das empresas que desempenha um papel activo no desenvolvimento económico do País. A Securitas tem como objectivo dar o seu contributo para proporcionar as condições de segurança que garantam o dia-a-dia das diversas actividades que constituem o negócio da Celbi, adicionando-lhes valor. E, desta forma, reforçarmos as relações de parceria e de confiança mútuas

14 vigilância especializada GRUPO RICON Damos muita importância à segurança O Grupo Ricon, que tem como principal actividade a produção e a representação de conceituadas marcas de vestuário, nomeadamente Decénio e Gant, escolheu a Securitas para a segurança da sua sede e instalações fabris. MANUEL MARTINS NUJO - - SUPERVISOR Manuel Martins Nujo é o elemento que supervisiona directamente os Vigilantes que prestam serviço na Celbi, sendo também o elemento de contacto entre este nosso Cliente e a estrutura da Securitas, estabelecendo a ponte com o Gestor da Filial. Falámos com este Supervisor sobre as suas funções e sobre a Celbi. Securitas Portugal - Descreva-nos o seu percurso na Securitas. Oriundo de uma empresa de Segurança Privada que, em 1994, foi adquirida pela Securitas, ingressei nesse ano nos seus quadros, mais propriamente na Filial de Coimbra. Primeiro, como apoio à Equipa de Supervisão, num processo de integração da carteira de Clientes e respectivos Vigilantes e, posteriormente, como Escalador, função que mantive até ao ano de Desde então e até ao presente momento, exerço as funções de Supervisor (Vigilante-Chefe). SP - Em termos gerais, como é o seu dia-a-dia de trabalho? Quantos Clientes tem sob a sua responsabilidade? MN - Tenho à minha responsabilidade cerca de 45 Clientes e mais de 150 Vigilantes, distribuídos por uma área geográfica muito diversificada e dispersa, factos que me obrigam a efectuar um planeamento de trabalho criterioso, tendo como principais objectivos a satisfação dos Clientes e a racionalidade dos custos inerentes à própria actividade. SP - Desde há quantos anos tem tido contacto directo com a Celbi/Grupo Altri, e como encara o trabalho que aí tem desenvolvido? MN - Tenho mantido um contacto directo com este Cliente praticamente desde que ingressei na Securitas, como referi, primeiro como Escalador e, posteriormente, como Supervisor, desempenhando um papel de coordenação entre o Cliente, os Vigilantes e a Securitas, num acompanhamento de completa entrega e de disponibilidade. SP - Quais os principais factores que têm levado ao sucesso no relacionamento com a Celbi/Grupo Altri? Considera que o seu trabalho acrescenta valor à actividade do Cliente? MN - Prontidão nas respostas, seriedade, humildade e disponibilidade são, no meu entender, os pilares desta relação de sucesso. É óbvio que considero que o meu trabalho acrescenta valor à actividade da Celbi, mas não serviria de nada se não tivesse uma equipa capaz e à altura de corresponder às expectativas do Cliente. Sobre esta parceria, que tem seis anos, conversámos com o Eng.º Justino Ramalho, Building and Mainteinance Director, e também com a Dr.ª Ana Neves, Marketing Director, sobre aspectos relativos à evolução do Grupo Ricon. Securitas Portugal - Qual a importância da segurança nas actividades do Grupo Ricon? Eng.º Justino Ramalho - Damos muita importância à segurança, é uma prioridade em relação aos nossos Colaboradores, Clientes e instalações. Somos exigentes, pretendemos a excelência, queremos rigor nos serviços de vigilância. Com a actual crise económica e social, cada vez a segurança é mais importante para nós. SP - Como avalia os serviços prestados pela Securitas? JR - A Securitas tem prestado um serviço excelente, tem correspondido quer no cumprimento das tarefas pré definidas quer nas solicitações a necessidades extra e pontuais que têm sido bastantes e variadas. Os Vigilantes têm demonstrado sempre uma grande disponibilidade, estão sempre prontos a ajudar e são de bom trato com todos. São vários os tipos de serviço que a Securitas presta na nossa sede e nas fábricas. Na Ricon Industrial e na Delcon - Indústria de Confecções temos também serviços de Vigilância Especializada nas portarias. O Grupo Ricon, dedicando-se também ao comércio de automóveis, tem igualmente contratado com a Securitas o Serviço de Vigilância para os Centros Porsche, no Porto e em Braga. Eng.º Justino Ramalho, Building and Mainteinance Director SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL

15 Dr.ª Ana Neves, Marketing Director SP - Como descreve a relação entre o Grupo Ricon e a Securitas? JR - Tem sido uma boa relação, que esperamos manter por longo tempo. A somar a tudo o que foi dito relativamente à excelência do serviço prestado pela Securitas, temos igualmente uma boa relação em termos de custos. SP - Em sentido lato, como deverão evoluir as questões ligadas à segurança, a médio prazo? JR - Cada vez estamos mais atentos à segurança, principalmente pelas questões sociais com que nos deparamos, agravadas pela crise que afecta o nosso País. Se necessitarmos de acrescentar algum serviço, tomaremos essa decisão. A segurança é um tema cada vez mais em foco. O Eng.º Justino Ramalho passou a palavra à sua colega Dr.ª Ana Neves para nos falar sobre a evolução do Grupo Ricon, que passou pela aposta noutros sectores além da Moda. SP - Quais as principais actividades do Grupo Ricon actualmente? Dr.ª Ana Neves - Temos uma raiz industrial, começámos com uma unidade fabril, a Ricon Industrial. A denominação do Grupo tem origem na Ribeirão Confecções Têxteis. Neste momento temos mais duas unidades fabris na área da confecção, que são a Delos e a Delcon. Sempre nos posicionámos numa perspectiva de parceria com os nossos Clientes, com aconselhamento baseado em pesquisas de mercado. Foi desta forma e com este tipo de relação que representamos marcas como a Gant. Ficámos com a distribuição desta marca para Portugal, Angola e Brasil. A empresa do Grupo que tem a licença da Gant é a Delveste. Actualmente, temos 13 lojas da Gant em Portugal. No Brasil possuímos três lojas, além da distribuição para o canal multimarca. Em Angola só trabalhamos este canal. Além da Gant, criámos uma marca própria que é a Decenio. Surgiu na década de 70 e o seu objectivo foi que abarcasse desde o desenvolvimento de produto até à distribuição. Possuímos o total domínio desta marca com 23 lojas próprias no território nacional, de norte a sul do País, incluindo Regiões Autónomas, bem como duas lojas em regime de franchising. Temos quatro corners no El Corte Inglês, em Espanha. Relativamente à distribuição, é a Ricon Comercial que tem por objectivo representar várias marcas. Assim, detém a representação da marca lifestyle italiana de segmento alto Henry Cottons, a marca francesa Daniel Cremieux e ainda a Jacob Cohen, marca italiana de jeanswear de segmento alto, com as quais só estamos a trabalhar no canal multimarca. A Ricon Comercial opera também sob a marca de outlets Lessismore, com a qual opera com um total de sete lojas com maior implantação no norte, mas no sul está presente no Campera e Freeport. A Lessismore comercializa várias marcas, nomeadamente Gant e Decenio. O Grupo Ricon, além da área da Moda, dedicou-se à área automóvel. Encaramos esta diversificação numa linha de continuidade, no que chamamos affordable luxury, ou seja, um conceito que se aplica aos bens de luxo. Por isso, fomos escolher marcas que se inserem neste conceito. Entre outras, destaca-se a Porsche, detendo o Grupo o Centro Porsche Braga. Este ano, em Janeiro, 28 29

16 À esquerda, Vigilante Nuno Martins em cima, Vigilante Bernardete Faustino adquirimos o Centro Porsche Porto. A perspectiva de serviço, que temos no mundo da Moda, estende-se à área automóvel. SP - O que torna o Grupo Ricon diferente? AN - O dinamismo que nos caracteriza, a forma como encaramos as oportunidades que nos aparecem e também as que procuramos. O nosso posicionamento na excelência, privilegiando a qualidade, detendonos nos detalhes, é aquilo que consideramos que faz a diferença. SP - Qual a importância da especialização e inovação no Grupo? AN - Na área da indústria têxtil, a inovação é de enorme importância. Estamos extremamente atentos à inovação tecnológica, temos um Departamento de Investigação & Desenvolvimento, pesquisamos desde feiras aos Fornecedores de âmbito internacional. A especialização é o fundamento do Grupo Ricon, estamos dedicados à área da Moda em todos os seus conceitos: serviço excelente, qualidade, bons produtos, que se resumem no conceito affordable luxury. Quando construímos marcas imprimimos-lhe esses conceitos e evoluímos nessa expectativa. >> Empresas do Grupo: Ricon Industrial, Delos, Delcon, Delveste, Decenio, Ricon Serviços, Ricon Comercial, XRS Motor, Ricon Imobiliária. >> O Grupo Ricon, desde a sua formação em 1973, distingue-se pela clara postura diferenciada e inovadora, consolidando, ao longo dos anos, a sua apetência para as marcas de prestígio do segmento de affordable luxury, quer ao nível da produção, quer da distribuição e retalho. Mais do que uma estratégia, é uma cultura interna numa relação de sinergias propícias à criatividade, imaginação e integridade, herdada da geração que iniciou o percurso do Grupo. >> A inovação e criatividade imperam na forma como o Grupo Ricon actua nas várias áreas, aliadas à competência técnica e domínio tecnológico. As marcas que gere, ao nível do retalho, têm implícito um estilo de vida próprio bem definido. As marcas com quem se compromete na melhor oferta industrial são operadores internacionais de prestígio. SANDRA SOUSA - GESTORA DOS SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA ESPECIALIZADA DA FILIAL DE BRAGA Sandra Sousa está na Securitas há 21 anos e é actualmente Gestora dos Serviços de Vigilância Especializada da Filial de Braga, sendo responsável pelo contrato com o Grupo Ricon, pelo que trocámos impressões com esta Responsável sobre o seu percurso na nossa empresa e sobre este Cliente. Securitas Portugal - Qual o seu percurso na Securitas? Sandra Sousa - Entrei para a Securitas, em 1991, para exercer a função de Vigilante. Em 1997, passei para o Serviço de Escalas, onde permaneci durante 12 anos. Considero que foi muito útil ter desempenhado estas funções, pois deram-me uma base importante para assumir outras responsabilidades. Em 2009, fui convidada para exercer a função de Gestora da Filial de Braga, lugar que ocupo actualmente. SP - Como surgiu a oportunidade de prestação de serviços no Grupo Ricon, e como tem decorrido a prestação destes serviços? SS - A oportunidade surgiu através do nosso Consultor Comercial, que teve conhecimento de que o Grupo Ricon não estava satisfeito com os serviços prestados pela empresa que até então ali prestava serviços. A Securitas apresentou na altura uma proposta bem fundamentada, que satisfazia plenamente as necessidades do Grupo Ricon. Devido ao nosso profissionalismo e empenho, a prestação dos serviços tem decorrido bem. SP - Na sua opinião, quais são as mais-valias que a Securitas pode oferecer a Clientes como o Grupo Ricon? SS - A Securitas detém um conhecimento e uma experiência sem paralelo no sector, o que permite oferecer soluções especializadas. É, assim, possível estabelecer uma relação de parceria com os Clientes, que visa primordialmente corresponder às necessidades e expectativas de cada uma das partes. SP - Como encara os desafios que, a nível profissional, enfrenta no dia-a-dia? Considera que a Securitas está preparada para responder aos desafios colocados pelos Clientes? SS - Encaro os meus desafios diários com optimismo, pois penso que para cada problema hei-de encontrar sempre uma solução. A Securitas está bem alicerçada no mercado, devido à sua preocupação constante de manter os Colaboradores motivados e preparados, através da formação contínua. O relacionamento muito próximo com os Clientes e o conhecimento e especialização, permitem à Securitas fornecer a melhor qualidade de serviço. Assim, marcamos a diferença pela positiva!

17 vigilância especializada JOÃO PAIS - - SUPERVISOR João Pais é Supervisor da Securitas, sendo o elo de ligação entre o responsável do Grupo Ricon pela área da segurança e os Vigilantes que ali prestam serviço, cuja actividade coordena. Por sua vez, é também o elemento que reporta à Gestora da Filial de Braga, concelho onde este nosso Cliente exerce a sua actividade. Reproduzimos aqui a conversa que com ele tivemos sobre as suas funções e este nosso Cliente. e experiência adquiridos, até então, para a Filial dos Açores. Os resultados positivos obtidos implicaram a minha estadia lá até Dezembro de Em Janeiro de 2004, fui integrado noutra Filial do Norte, a desempenhar as funções de Supervisão. Em Maio de 2005, com a segmentação do mercado, passei a fazer parte da Filial Educação, Energia e Administração Pública. A partir de Julho de 2011, ingressei na Supervisão da Filial de Braga. SP - Como encara as suas responsabilidades como Supervisor de Serviços de Vigilância Especializada, na Filial de Braga? HOSPITAL BEATRIZ ÂNGELO Optámos pela proposta mais competitiva A Securitas foi a empresa escolhida para garantir a segurança do novo Hospital Beatriz Ângelo, localizado em Loures, inaugurado no princípio deste ano. Tendo iniciado a prestação de serviços ainda na fase de acabamento desta unidade hospitalar, a Securitas assegurou igualmente a segurança no dia da sua inauguração, onde estiveram várias individualidades, incluindo o Ministro da Saúde, Dr. Paulo Macedo. Falámos com o Administrador Executivo da SGHL Sociedade Gestora do Hospital de Loures, S.A., Dr. Artur Vaz, sobre questões de segurança e também relativas ao funcionamento do Hospital. Securitas Portugal - Qual o seu percurso na Securitas? João Pais - Entrei para a Securitas em 1996, pelo facto de ter então sido adquirida a Sonasa, onde tinha iniciado o meu percurso como Vigilante, no ano anterior. Até ao ano de 2000, prestei serviço em vários Clientes e, nesse mesmo ano, foi-me proposto o estágio com todos os Supervisores da Filial do Porto, com a finalidade de os substituir durante as férias. Em Janeiro de 2002, foi-me atribuída a área geográfica de uma das Filiais do Porto, onde substituí um Colega que tinha saído da Supervisão. Um mês depois, foi-me proposta uma curta estadia em S. Miguel, com o objectivo de levar o conhecimento JP - Um desafio diário, quer pela gestão operacional, numa Filial que é geograficamente dispersa; quer pela gestão do pessoal, ao nível do trabalho que também desenvolvo na parte de Escalas. SP - O facto de o Grupo Ricon ser um Cliente exigente constitui para si um desafio? JP - Sim. Trabalhar com um Cliente exigente é motivador. Faz com que esteja em permanente contacto com o nosso interlocutor, a analisar as necessidades de segurança para as suas instalações, a responder prontamente com soluções adequadas, ir à procura de melhorias e aplicar os conhecimentos adquiridos, acompanhar e instruir os Vigilantes nas portarias. É com Clientes exigentes que evoluímos e aprendemos a ser cada vez mais profissionais naquilo que fazemos. SP - Na sua perspectiva, quais as características mais importantes que os Vigilantes devem ter, para prestarem um serviço de qualidade? JP - Na minha opinião, destaco como características importantes a responsabilidade, a honestidade e o profissionalismo, factores primordiais para alcançarmos um serviço de qualidade. Securitas Portugal - Qual a importância da segurança numa unidade hospitalar? Dr. Artur Vaz - É muita. O aspecto que me preocupa mais é a segurança das pessoas, embora a segurança dos bens também seja naturalmente importante, em virtude de dispormos de bons equipamentos nas nossas instalações. Nas urgências recebemos todo o tipo de pessoas, tanto pacientes como acompanhantes, sejam eles familiares ou amigos. A segurança neste tipo de serviço é essencial. É preciso que a entidade que contratámos para esta área tenha know-how e competência para gerir as eventuais situações que possam surgir. A empresa de segurança é a cara do hospital, pois o contacto inicial do utente é com o Vigilante, é o primeiro momento da verdade. Vim de Coimbra, onde trabalhei em todos os hospitais daquela cidade, para abrir o Hospital Amadora-Sintra, em 1996, numa zona mais problemática do que esta em termos de segurança. Em Coimbra a realidade é diferente, tem características sociais diferentes da Amadora, onde há uma relação mais tensa do que a que estava habituado em Coimbra, que é mais calma. Dr. Artur Vaz, Administrador Executivo da SGHL SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL

18 Em 2003 saí do Amadora-Sintra e vim para o Grupo Espírito Santo. SP - Considerando os padrões de avaliação e selecção de Fornecedores para o Hospitalar Beatriz Ângelo, quais os motivos específicos que levaram à escolha da Securitas? AV - Fizemos este exercício em relação a todos os aspectos do outsourcing. Fomos consultar apenas empresas que têm qualidade no mercado, excluímos outras de vão de escada, embora o preço fosse inferior. Os nossos interesses, baseados em exigências, foram os seguintes: nível de serviço, adequação da proposta às necessidades concretas do edifício e zona de estacionamento, bem como preço. Nunca tinha trabalhado com a Securitas. Consultámos o mercado e optámos pela proposta mais competitiva. Nós quisemos dizer claramente ao mercado que há que ser concorrencial. SP - Os serviços prestados pela Securitas têm correspondido às expectativas inicialmente criadas? AV - Sem dúvida nenhuma. Como disse, nunca tinha trabalhado com a Securitas. Estes meses têm corrido muito bem. Colocaram aqui um Coordenador excelente, muito tranquilo e calmo, que sabe gerir a sua equipa. Neste primeiro trimestre de cooperação a parceria tem sido excelente. A inauguração, com requisitos muito específicos e exigentes em termos de segurança, decorrentes da presença do Ministro da Saúde, foi muito bem sucedida. Dr.ª Marisa Raposo, Responsável pela Segurança do Hospital e Chefe de Grupo, Alexandre Nunes O êxito deveu-se também à boa articulação com os serviços hoteleiros. A Responsável pela gestão do contrato de segurança tem igualmente a coordenação da área de hotelaria, possuindo formação e experiência adequadas, pois anteriormente exerceu funções idênticas no Hospital da Força Aérea. Antes da inauguração, a Securitas começou por garantir a segurança dos equipamentos. Nunca tive uma experiência tão boa como com a Securitas. Não desapareceu qualquer equipamento, correu lindamente. No Hospital Beatriz Ângelo temos sistemas electrónicos de segurança próprios, instalados de raiz, como controlo de acessos, sistemas anti-rapto na área Pediátrica, entre outros, que a Securitas gere, fazendo a sua monotorização. SP - Como prevê a evolução das necessidades de segurança desta unidade hospitalar? AV - São crescentes, no sentido de que a evolução da nossa actividade tem como consequência o aumento de risco. Com o tempo, os utentes começam a conhecer cada vez melhor o hospital, o que nos obriga a ser mais ágeis a nível de segurança. Por outro lado, a experiência traz o aumento de eficiência, portanto prevejo que as necessidades de segurança não irão ser muito maiores. SP - Porque foi escolhido o nome Beatriz Ângelo para este Hospital? AV - A anterior Ministra da Saúde, Dr.ª Ana Jorge, propôs que o hospital tivesse o nome de uma mulher. A escolha recaiu sobre Beatriz Ângelo, que concluiu o curso de Medicina em 1902 e foi a primeira mulher a operar no Hospital de São José e também a Vigilante André Cunha 34 35

19 Chefe de Grupo Alexandre Nunes e Vigilante André Duarte primeira a votar em Portugal. Diz-se que na casa dela é que se bordou a primeira bandeira republicana. Sufragista e destacada militante republicana, aproveitou uma indefinição da lei para a subverter a seu favor, pelo facto de consignar que só podiam votar os cidadãos portugueses com mais de 21 anos que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família. Na qualidade de viúva, apresentouse nas eleições para a Assembleia Constituinte de 28 de Maio de 1911, alegando que era chefe de família e médica, portanto sabia ler. Depois, foram tomadas medidas legislativas que impediram as mulheres de votar, através do Código Eleitoral de Só cerca de 20 anos mais tarde, em 1931, lhes foi concedido o direito de voto, mas com restrições tendo por base o género, só totalmente abolidas depois do 25 de Abril de SP - No contexto da sua implantação geográfica e dos cuidados de saúde que presta aos utentes, quais as necessidades que o Hospital Beatriz Ângelo veio colmatar? O hospital serve uma população de aproximadamente 278 mil pessoas, dos concelhos de Loures, Mafra, Odivelas e Sobral de Monte Agraço. O impacto do Hospital Beatriz Ângelo é de 30% em relação aos utentes do Hospital de Santa Maria. Lisboa está a perder pessoas, pois muitas têm vindo a deslocar- -se para a periferia, para os chamados concelhos dormitórios. Este movimento deu origem aos hospitais de Almada, de Amadora-Sintra, Loures, Vila Franca de Xira e Cascais. No entanto, Lisboa continua a ter os mesmos hospitais, que são distritais, concelhios, regionais. Portugal não é suficientemente rico para manter todos, há que proceder a uma reorganização. Esta discussão tem de ser feita, pois o país não tem meios para esta acumulação de unidades hospitalares. A rede de hospitais de Lisboa tem de ser reestruturada, de forma a que apenas seja posta em causa a existência daqueles que não fazem falta, e não a de todos. SP - Como tem decorrido a actividade do Hospital desde a sua inauguração? AV - Tem corrido de acordo com o previsto. As urgências no período do Inverno costumam aumentar, diminuindo nas estações seguintes. Abrimos em Fevereiro num pico, com a gripe que se verificou a afectar especialmente os idosos. Caiu-nos o Carmo e a Trindade em cima, por assim dizer. Nessa altura e a cada dia, registámos um aumento de utentes nas urgências da ordem das 50 pessoas até um total de 400. Ao fim de 15 dias a situação normalizou-se. Por vezes, temos alguns picos de procura, mas vamos tendo flexibilidade para resolver as situações. O aumento da esperança média de vida também afecta a nossa unidade hospitalar. Por outro lado e sem querer ser mal interpretado, a crise pode melhorar a saúde, porque acaba por se reflectir na alimentação e, em muitos casos, comer menos é mais saudável. Diminuem também as mortes por acidente de viação, porque circulam menos automóveis. Os hospitais vivem de duas situações dos seus utentes: doença aguda e acidente, que são 30% dos casos. Os outros 70% são doenças crónicas que se agravam, que entopem as urgências e Construção em números: >> Área total: m 2 >> Área de implantação: m 2 >> Área bruta de construção do hospital: m 2 >> Lugares de estacionamento: >> 420 camas >> 9 salas operatórias >> 5 quartos de parto e 2 salas de cesarianas >> 44 gabinetes de consulta >> 23 salas de exames/tratamentos >> 93 postos de Hospital de Dia >> 3 Serviços de Urgência (Geral, Pediátrica e Ginecologia/Obstetrícia) aumentam os internamentos. A crise agrava estas situações crónicas, porque as pessoas têm de optar em relação aos medicamentos que podem comprar. E verificam-se casos de fome, de subnutrição extrema, pessoas extremamente fragilizadas pelas dificuldades económicas. SP Quais as perspectivas para o futuro? AV - Abrimos o hospital num tempo recorde de 19 dias. O senhorio, o Estado, deu-nos a instalação e conseguimos abrir em tão pouco tempo, cumprindo religiosamente a data de abertura programada. Nós abrimos todas as áreas e valências do Hospital de Loures entre 19 de Janeiro e 27 de Fevereiro. Aqui, há dois anos e meio, andavam cabras a pastar. Acho que as perspectivas de manter e desenvolver o hospital são bastante boas, mas dependem da forma como o nosso País e os mercados se vão comportar, estamos todos no mesmo barco

20 LUÍS SILVA GESTOR DE FILIAL E RESPONSÁVEL PELO SEGMENTO SAÚDE LS - Regra geral, a tipificação dos Clientes na área da Saúde, compreende instalações/entidades de carácter Administrativo, Clínicas e Hospitais/Centros Hospitalares. SP - Como tem sido a experiência que tem vivido, enquanto Gestor do Segmento Saúde? Luís Silva, que ingressou na Securitas há 14 anos, pela inerência do seu actual cargo, que ocupa desde 2005, tem sob a sua responsabilidade o contrato de segurança com o Hospital Beatriz Ângelo, pelo que lhe pedimos que nos falasse sobre as especificidades deste nosso Cliente, em particular, e do Segmento Saúde, em geral. Securitas Portugal - Qual o know- -how da Securitas no Segmento Saúde? Esse factor é determinante para o sucesso na prestação de serviços, nomeadamente no novo Hospital Beatriz Ângelo, em Loures? Luís Silva - Sendo a Securitas a primeira empresa a efectuar Serviços de Vigilância em Portugal, a nossa experiência é muito rica. Mais uma vez, a Securitas inovou, em 2004, com o conceito de Especialização ao nível dos Segmentos de Mercado, onde se inclui, entre outros, o Segmento Saúde. Este olhar diferente, através da Segmentação, permitiu trabalhar a experiência acumulada de mais de 45 anos de actividade e não nos limitarmos a executar simplesmente o nosso serviço, mas também a conhecermos profundamente a própria actividade dos nossos Clientes, quer se trate de uma Clínica ou de um Hospital. Este know-how da Securitas no Segmento Saúde, por sua vez, tem reflexo na Selecção, Formação, Operação e Gestão do Serviço/Cliente. Foi claramente um dos factores determinantes para que a Administração do Hospital Beatriz Ângelo tenha seleccionado a Securitas, como parceiro no projecto aliciante que é a segurança deste Hospital. SP - Como assegura que a capacidade de resposta adequada, por parte da Securitas, seja garantida no Hospital de Loures? LS - Tudo tem um início, e o que nos levou a agarrar este projecto foi a certeza de que a Securitas tem a capacidade, o conhecimento, e essencialmente os recursos humanos para este projecto ser um êxito. Antes mesmo de termos apresentado a nossa proposta, já estavam identificados os recursos humanos fundamentais para realizarmos o serviço. É através dos nossos Colaboradores, da forte coesão da equipa que desempenha serviço no Hospital e do apoio da restante estrutura da Filial, que a Securitas assegura a boa capacidade de resposta, a todos os níveis, no Hospital Beatriz Ângelo. De salientar, desde o primeiro dia, o empenho de todos, a começar pelos Vigilantes, passando pelo Coordenador da equipa, Alexandre Nunes, pelo Supervisor José Pires, pelo Escalador Luís Fernandes e também pelo próprio Hospital Beatriz Ângelo, na pessoa do seu Presidente, Dr. Artur Vaz, e também da Dr.ª Marisa Raposo e do Dr. Miguel Teixeira. SP - Como caracteriza os diferentes tipos de Clientes, aos quais a Securitas presta serviços na área da Saúde, e quais são os serviços prestados a estas entidades? Nas instalações/entidades de carácter Administrativo, os serviços habitualmente prestados compreendem a Vigilância Especializada e a protecção das instalações com sistemas electrónicos de segurança. Nestes locais, a vertente de serviço da Vigilância Especializada é muito específica, dado que, na maioria dos casos, os nossos Colaboradores são o primeiro contacto com os utentes do nosso Cliente, tendo uma dupla responsabilidade, a de representar a Securitas e, em simultâneo, o próprio Cliente. Nas Clínicas, os serviços habitualmente efectuados assentam na presença da Vigilância Especializada nos períodos pós-laboral e nocturno, bem como o recurso a meios electrónicos de segurança. Nos Hospitais/Centros Hospitalares, o serviço é essencialmente de Vigilância Especializada. Estamos a falar em instalações nas quais trabalham em média a Funcionários, com uma frequência média diária de a Utentes. É realizado muito trabalho de prevenção, gestão de conflitos, de vigilância, controlo de acessos, monitorização de meios electrónicos de segurança, incluindo a colaboração com os Serviços Internos do Hospital. SP - Quais as mais-valias que a Securitas pode oferecer a estes Clientes? LS - As principais mais-valias que a Securitas oferece aos Clientes do Segmento Saúde, são o seu know-how, a análise, a avaliação dos serviços e a sua adequação às necessidades reais. Acreditamos que um serviço de segurança não permanece válido desde o primeiro dia para todo o sempre. O que oferecemos aos nossos Clientes é uma Solução de Segurança, que vai evoluindo à medida que a actividade do Cliente se desenvolve. LS - A experiência tem sido claramente positiva e enriquecedora, pela especificidade das necessidades dos Clientes deste segmento. O valor a proteger nos Clientes do Segmento Saúde, não está relacionado, por exemplo, com dinheiro. Desenvolvemos o nosso trabalho em entidades para as quais os seus Utentes e Acompanhantes se deslocam por força maior, emocionalmente expostos, pelo que a nossa capacidade de comunicar assertivamente é fundamental. O feedback dos Clientes tem sido globalmente positivo, com especial referência para os nossos recursos humanos. Estamos perante uma nova fase, com novos desafios, em que assistimos à reorganização dos Serviços de Saúde Pública e, simultaneamente, um peso cada vez maior dos Grupos Privados de Saúde. Assim, também a Securitas, como fornecedora de serviços de segurança, se tem adaptado e ajustado rapidamente às mudanças necessárias. A nossa atitude pró-activa tem garantido que este objectivo seja alcançado SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 39

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