Segurança dos Dados Clínicos do Utente

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Segurança dos Dados Clínicos do Utente"

Transcrição

1 Segurança dos Dados Clínicos do Utente Francisco Parente Sessão de Abertura - Jornadas Saúde Coimbra, 14 de Junho

2 Introdução ao tema Evolução para o Processo Clínico Electrónico (PCE); Segurança e Confidencialidade dos Dados; Alguns Problemas Práticos

3 SOCIEDADE ACTUAL SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO Acesso fácil > Informação e novas tecnologias A chave de todo o trabalho efectivo é a informação Necessidade de adaptação às novas formas de encarar esta nova sociedade

4 SOCIEDADE ACTUAL SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO As indústrias modernas,... tem um claro sistema de comunicação.... Em contraste, os processos individuais dos pacientes nos cuidados primários, são dispersos e sem coordenação. Rugby, BMJ, Os novos recursos em tecnologia da informação e telecomunicações. A Oportunidade dos Serviços de Saúde.» Organização» Melhoria de cuidados

5 SOCIEDADE ACTUAL SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO Novos limites > Novos perigos na protecção da privacidade Cultura de falta de confidencialidade Intromissão na vida privada

6 No entanto, apesar da tecnologia disponível e das unidades de saúde estarem a informatizar-se Hospitais sem processo único Hospitais com processos separados Por episódio Por serviço Urgência/Internamento Processos inacessíveis ou com acesso demorado. Falta de comunicação entre instituições. Necessidade de repetição constante de informação. Moraes MF, Graça JP. O Processo único. Med Intern 2001; 8(2): : f

7 >>> Processo Clínico é a Base da comunicação Mas... A sua fragmentação por observação, exames, Serviços, Instituições (Cuidados primários Hospital) (Hospital Hospital) (Público Privado)» >>> Impede as suas verdadeiras funções.

8 Implicando... Erros de cumprimento da prescrição Duplicação de prescrições desnecessárias Repetição de estudos O desconhecimento da história em Urgência A frustração do doente Cuidados descontinuados na doença crónica Gastos de tempo e recursos (médico / enfermeiro/ mcdt/..)...

9 E o facto do registo ser em papel, acresce... Ilegibilidade dos registos por outros profissionais Organização dependente do médico/serviço/.. Défice na estruturação interna dos registos Acesso limitado e perda de informação Duplicidade de informação

10 Falta de segurança dos registos em papel Circulam aos olhos de todos (funcionários,..) Circulação de requisições, resultados mcdt,.. Exposição nos serviços e locais arquivo Ausência de mecanismos que impeçam a devassa Limitação de protecção com graus de confidencialidade de informação intima/ dossier genético (Parecer CNPD nº 86/98) Legislação de protecção de dados pessoais (Lei 67/98) Artigo 4.º - Âmbito de aplicação 1 - A presente lei aplica-se ao tratamento de dados pessoais por meios total ou parcialmente automatizados, bem como ao tratamento por meios não automatizados de dados pessoais contidos em ficheiros manuais ou a estes destinados.

11 Processo Clínico (em papel ou não) - O que fazer... Eliminar a fragmentação do processo clínico dentro do mesmo Hospital. Implementação de Processo único e junção de todos os episódios e exames. Condensação da informação. Doenças crónicas - informação activa / passiva. Acesso rápido. Informações importantes / Alertas. Eliminar a dispersão do processo entre Hospitais.

12 Necessidade de Implementar o PCE. Melhoria da qualidade de cuidados. Reduz erros de prescrição. Poupa tempo e recursos. Suporta a colaboração e informação numa organização complexa. Melhoria na formação de internos, alunos,...

13 Necessidade de Implementar o PCE. Facilidade de acesso á informação, por exemplo ao histórico anterior do doente rapidez e fiabilidade (vital na urgência,..). Informação legível, actualizada e estruturada. Possibilidade de análise, troca de informação entre instituições. Condições para melhor protecção dados e respeito pelos regulamentos

14 PROCESSO CLÍNICO INFORMATIZADO.. Durante a próxima década a forma de PCE individual para toda a população será provavelmente introduzida. O impacto que terá na prática clínica e no conhecimento e classificação das doenças poderá ser maior do que o efeito que a biologia molecular teve na medicina durante a última década Rashbass, JAMA, 2001

15 Na Implementação Importância na escolha do PCE Abrangendo toda a Instituição (integração e comunicação entre aplicações). Respeitar os níveis de implementação. Interligação e compatibilidade com outras Instituições. Padronização da informação. Aplicabilidade à actividade diária do meio Formação dos Utilizadores Confidencialidade e segurança..

16 . A Informática não vai resolver o problema por si. É um apenas um meio ao nosso dispor Não é só passar do papel para a informatização do Processo clínico >> Organização antes da Informatização Na segurança o elo mais fraco é o humano (utilizadores internos)

17 PCE Segurança Novas ameaças Desenvolvimento de mecanismos de segurança Firewall

18 Ameaças Confidencialidade Maior acessibilidade >> Ameaça privacidade Integridade Risco de erros nos dados e software, perda de dados,.. Disponibilidade Probabilidade de interrupções no acesso

19 Ameaças à Confidencialidade Acessos não autorizados Vulnerabilidade do login/password Partilha passwords O bisbilhotar a informação em trânsito.

20 Ameaças à Integridade Erros no software Mau funcionamento do equipamento Erros operacionais

21 Ameaças à Disponibilidade Falhas nos equipamentos ou redes Erros no manuseamento do sistema Causas naturais (incêndios, inundações..) Recursos insuficientes para o funcionamento

22 Prevenção na Segurança dos Dados Impedir as situações Controlo do acesso, Segurança das instalações (riscos acidentais e provocados, entradas) e dos equipamentos e da rede, vírus, Minimizar os estragos Backups, Planos de contingência,..

23 Prevenção na Segurança dos Dados Confidencialidade (Acesso restrito) Controlo de Acessos Autenticação fraca Password Dependente da legislação existente, opinião pública, atitude das instituições,.. Autenticação forte - SmartCard e Biometria Firewalls Criptografia. Medidas Organizacionais (gestão de autorizações, regras de acesso, perfil de utilizador, formação dos utilizadores,...)

24 Prevenção na Segurança dos Dados Integridade (Dados Completos e Correctos) Métodos de validação e correcção de dados Sistemas de apoio à introdução da informação Codificação parametrização da informação Assinaturas digitais Manuais de utilização e especificações técnicas, procedimentos Verificação do sistema, Auditoria

25 Prevenção na Segurança dos Dados Disponibilidade (Prontidão) Mecanismos de redundância (duplicação do equipamento central), backups; Segurança das instalações (acesso, causas naturais,..) Instalações eléctricas/ ar condicionado Recursos adequados

26 Quando se implementa o PCE Avaliação É seguro? (acessos) Respeita as leis do país na protecção de dados? Disponibiliza documentação de como funciona? Prevê como proceder em caso de falha técnica? Entra em conflito com princípios éticos? Traz beneficio (melhoria prática clínica, custo - beneficio)? Compatibilização com outras aplicações clínicas? Mas para além da escolha do sistema é essencial um bom planeamento e organização prévia existência de regras

27 As instituições de saúde estão informatizadas, mas longe do PCE global e organizado INTRODUÇÃO Quando se fala em dados clínicos é inevitável não se pensar desde logo em segurança. As unidades de saúde estão a informatizar-se e o Processo Clínico Electrónico (PCE) é um processo inevitável a longo prazo.

28 ... PAPEL (0%) O Caminho ADMINISTRATIVO CLÍNICO Intervenções Tratamentos Diagnósticos... Listas de Espera Agendamento EVOLUÇÃO DA INFORMATIZAÇÃO Identificação PAPEL (100%)

29 Enquanto se evoluí para o PCE e as instituições sem papel a longo prazo.. Como está a segurança dos dados clínicos do utente

30 AUDITORIA AOS HOSPITAIS PELA CNPD Generalização da não notificação de tratamentos (cerca de 50% ) Direito de informação dos titulares dos dados não assegurado (à excepção dos avisos afixados sobre a recolha de imagens para videovigilância)

31 AUDITORIA AOS HOSPITAIS PELA CNPD Necessidade de revisão da intermediação médica no acesso a dados de saúde. Incumprimento generalizado da utilização secundária dos dados dos doentes para fins de investigação científica. Prazos de conservação da informação estabelecidos na Portaria nº 247/2000.

32 AUDITORIA AOS HOSPITAIS PELA CNPD Existência de aplicações privadas de serviços ou profissionais. Gastos insuficientes em sistemas de informação, controle de acessos e segurança (certificação? ). Necessidade de definir princípios jurídicos na área da telemedicina. Recomendação à Assembleia da República para legislar sobre a dispensa a terceiros de dados de saúde de pessoas falecidas (p.ex. às companhias de seguros )

33 AUDITORIA AOS HOSPITAIS PELA CNPD Recomendação expressa para utilização de: Sistemas de pedidos e comunicação de resultados online (especialmente para resolver problemas de confidencialidade ligados a certas doenças ) Utilização do SAM do IGIF Prioridade para a criação do PCE e digitalização do existente em papel, dirigida ao Ministério da Saúde só os suportes automatizados dotados das necessárias medidas de segurança podem conferir a necessária confidencialidade à informação clínica doentes

34 Apenas alguns dos problemas actuais Aumento do papel com a informatização a longo prazo Arquivos insustentáveis com aumento da insegurança dos dados. A informatização clínica existente urgência de politica de acessos e outras regras. A falta de integração das aplicações informáticas existentes (múltiplas, não notificadas, não compatíveis, duplicação de dados?) Dados para a investigação Que investigação? Reflexão recomendada pela CNPD. Disponibilização de dados clínicos para a gestão dos serviços de saúde (ex. relatório de GDH, lista de espera, mcdt..).

35 Aumento do papel com a informatização a longo prazo Arquivos insustentáveis com aumento da insegurança dos dados. Um exemplo a caminho do PCE. Informatização da prescrição e cartas de alta na maioria serviços Acessos controlados por autenticação Resultados laboratoriais on-line, imagem digital Digitalização folha urgência.. Continua o aumento do papel e do volume dos processos - Duplicação de resultados de exames (apesar de on-line >> cópias nos processos) - Impressão de tabelas de prescrição e outros registos informáticos - A era da informática levou ao abandono das rotinas de organização do processo clínico (transcrição de resultados de exames) - Novos registos (ex. enfermagem,..)

36 Aumento do papel com a informatização a longo prazo Arquivos insustentáveis com aumento da insegurança dos dados. Deverão os hospitais observar as disposições e prazos de conservação estabelecidos na Portaria nº247/2000 Documentos de conservação permanente / Eliminação / Substituição de suporte.?

37 A informatização clínica existente urgência de politica de acessos e outras regras. Na fase de transição (informatização parcial) há maior probabilidade de perda de confidencialidade.. Problema acrescido em instituições escolares Muitos profissionais Interesse pela informática e investigação Circulação de médicos e outros profissionais em formação de outras instituições Alunos medicina (6ªano profissionalizante) Alunos enfermagem

38 As Instituições tem de ter uma politica de acessos Critérios na atribuição de acessos, Perfis de utilizador, Revisão regular de acesso, Mudança regular de chave de acesso, Mecanismos que impeçam aplicação aberta Auditoria, >> Mudanças na Organização Envolvimento muito além da informática É necessário o conhecimento prévio das aplicações existentes nas Instituições

39 A falta de integração das aplicações informáticas existentes nos Hospitais (múltiplas, não notificadas, não compatíveis, duplicação de dados?) Nos Hospitais existem e foi comprovado pela Auditoria da CNPD Aplicações de Serviços não notificadas Muitas sem conhecimento da Direcção da Instituição Aplicações particulares (investigação,..) Aplicações sem parametrização e não compatíveis Sem controlo de acessos Que fazer com esta informação na implementação do PCE Possibilidade de informação duplicada Os Hospitais possuem muitas Aplicações, conhecidas e notificadas, sem interligação ou comunicação entre si Ao implementar o PCE necessidade de integrar muita informação existente, e o que fazer quando esta não é compatível?

40 Dados para a investigação Que investigação? Reflexão recomendada pela CNPD? Acesso frequente a dados para investigação e consulta de processos sem conhecimento das Administrações e sem qualquer regra. Solicitação constante às Direcções Clínicas de dados para a investigação, nos Hospitais onde há algumas regras. Essencialmente médicos Novos utilizadores > mestrados > enfermeiros, técnicos,.. Crescimento - Exigências Curriculares - Novos Grupos de investigadores internos - Dados para investigação na área de gestão

41 Dados para a investigação Que investigação? Reflexão recomendada pela CNPD? - Necessidade de acompanhamento pelas Administrações - Reflexão sobre o tipo de dados envolvidos (há diferenças) Investigação clínica e para a gestão sem dados identificáveis Acesso para discussões internas nos Serviços ou reuniões restritas Casos clínicos a maioria das apresentações em congressos Séries de casos, outros trabalhos com consulta de processos - Abordagem legislativa que facilite projectos de investigação de interesse - Administrações devem criar procedimentos para cumprir a legislação - Reflexão sobre a necessidade de certa investigação

42 Disponibilização de dados clínicos para a gestão dos serviços de saúde (ex. relatório de GDH - C. Seguros, Lista de espera,..) - Aumento de solicitações pedidos de relatórios - C. seguros CPND Deliberações 23/2000, 51/ Nova vertente - Informação no programas lista de espera - Necessidade de controlo do que pode ir nos relatórios e das normas estabelecidas - O próprio GDH, até sem designação, pode transmitir certos diagnósticos, - A facturação ou informação de MCDT

43 Segurança dos dados clínicos do utente Urgência de avançar para o PCE com uma segurança estruturada aos vários níveis (Confidencialidade, Integridade, Disponibilidade); Estruturação e organização interna prévia e no caminho para o PCE; O PCE deve cumprir os objectivos, onde a comunicação e e integração das aplicações é um ponto chave; Reflectir sobre o acesso aos dados para a investigação, a manutenção do papel (duplicações), divulgação de dados clínicos para a gestão,..; Necessidade de Auditorias frequentes

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO

INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA LINHAS BÁSICAS DE ORIENTAÇÃO FUNCIONALIDADES TÉCNICAS INFORMATIZAÇÃO CLÍNICA DOS SERVIÇOS DE URGÊNCIA OBJECTIVO Dispor de um sistema de informação, que articule

Leia mais

PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE. Maria Candida Guedes de Oliveira Comisionada de la CNPD

PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE. Maria Candida Guedes de Oliveira Comisionada de la CNPD PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE Comisionada de la CNPD Novas Tecnologias na Saúde Perigos potenciais do uso da tecnologia: Enorme quantidade de informação sensível agregada Aumenta a pressão económica

Leia mais

DELIBERAÇÃO Nº 41 /2006 Aplicável aos tratamentos de dados no âmbito da Gestão da Informação dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

DELIBERAÇÃO Nº 41 /2006 Aplicável aos tratamentos de dados no âmbito da Gestão da Informação dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho DELIBERAÇÃO Nº 41 /2006 Aplicável aos tratamentos de dados no âmbito da Gestão da Informação dos Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Por força do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º

Leia mais

PROTECÇÃO DE DADOS UM DIREITO FUNDAMENTAL Evolução na Europa Linhas Directrizes da OCDE(1973);

PROTECÇÃO DE DADOS UM DIREITO FUNDAMENTAL Evolução na Europa Linhas Directrizes da OCDE(1973); SAÚDE E PROTECÇÃO DE DADOS 19/1/2010 Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge PROTECÇÃO DE DADOS UM DIREITO FUNDAMENTAL Evolução na Europa Linhas Directrizes da OCDE(1973); Convenção 108 do Conselho

Leia mais

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002

Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Sistemas informatizados para a guarda do prontuário médico - Resolução: 1639 de 10/7/2002 Ementa: Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário

Leia mais

DIREITOS DOS UTENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE

DIREITOS DOS UTENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Ficha Informativa 2 Fevereiro 2015 Ordem dos Advogados Largo São Domingos 14-1º, 1169-060 Lisboa Tel.: 218823550 Fax: 218862403 odc@cg.oa.pt www.oa.pt/odc DIREITOS DOS UTENTES DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Direito

Leia mais

Processo Clínico. O próximo passo

Processo Clínico. O próximo passo Processo Clínico Electrónico: O próximo passo Sumário 1. Saúde: Uma Realidade Complexa 2. Implementação de SI na Saúde 2.1. Uma estratégia conjunta 2.2. Benefícios, constrangimentos e, desafios 3. Processo

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.821/07 (Publicada no D.O.U. de 23 nov. 2007, Seção I, pg. 252) Aprova as normas técnicas concernentes à digitalização e uso dos sistemas informatizados para a guarda e manuseio dos documentos

Leia mais

Diretrizes e Políticas de Segurança da Informação Organização CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A (CNPJ: 08.602.

Diretrizes e Políticas de Segurança da Informação Organização CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA S/A (CNPJ: 08.602. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 4/2008 O Conselho de Administração, com base no disposto no Art. 17 do Estatuto da CAPEMISA Seguradora de Vida e Previdência, em reunião do dia 19 de fevereiro de

Leia mais

Regulamento das Consultas Externas. Índice

Regulamento das Consultas Externas. Índice Índice CAPÍTULO I...4 DISPOSIÇÕES GERAIS...4 ARTIGO 1º...4 (Noção de Consulta Externa)...4 ARTIGO 2º...4 (Tipos de Consultas Externas)...4 ARTIGO 3º...4 (Objectivos do Serviço de Consulta Externa)...4

Leia mais

Gerenciamento Total da Informação

Gerenciamento Total da Informação RESOLUÇÃO CFM nº 1.639/2002 Aprova as "Normas Técnicas para o Uso de Sistemas Informatizados para a Guarda e Manuseio do Prontuário Médico", dispõe sobre tempo de guarda dos prontuários, estabelece critérios

Leia mais

Agenda. Realidade actual Abordagem de resolução Implementação de sistemas de GD Objectivos a atingir

Agenda. Realidade actual Abordagem de resolução Implementação de sistemas de GD Objectivos a atingir Gestão de Arquivo e Circulação dedocumentos Agenda Realidade actual Abordagem de resolução Implementação de sistemas de GD Objectivos a atingir A realidadede muitas organizações Eu não sou desorganizada

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE VIDEOVIGILÂNCIA

REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE VIDEOVIGILÂNCIA REGULAMENTO SOBRE INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE VIDEOVIGILÂNCIA Aprovado na 14ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal, realizada em 13 de Julho de 2006 e na 4ª Sessão Ordinária de Assembleia Municipal,

Leia mais

Centro de Saúde da Figueira da Foz

Centro de Saúde da Figueira da Foz Centro de Saúde da Figueira da Foz PT Prime e HIS implementam Solução integrada de Processo Clínico Electrónico, Gestão de Atendimento, Portal e Mobilidade. a experiência da utilização do sistema VITA

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Conceitos básicos de segurança

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Conceitos básicos de segurança Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Conceitos básicos de segurança Fernando Correia Capitão-de-fragata EN-AEL 2 de Novembro

Leia mais

PORTARIA N 1279, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010

PORTARIA N 1279, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010 PORTARIA N 1279, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 19 da Lei nº. 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu

Leia mais

PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002)

PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002) TÍTULO: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002) FUNDAMENTOS A nível dos países

Leia mais

Regras gerais. Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde

Regras gerais. Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde Entidades Utilizadoras de produto de software de prescrição electrónica de medicamentos no Sistema de Saúde Unidade Operacional de Normalização e Certificação de Sistemas e Tecnologias da Informação Os

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho SHST O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar

Leia mais

Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro

Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro Início do contrato: Maio 2004 Duração: Coordenador: Parceiros: 32 meses Hospital Infante D. Pedro Universidade de Aveiro Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro SUMÁRIO EXECUTIVO Relatório

Leia mais

Do Arquivo Clínico à Gestão da Informação

Do Arquivo Clínico à Gestão da Informação Do Arquivo Clínico à Gestão da Informação 1 A EXPERIÊNCIA DO CENTRO HOSPITALAR SÃO JOÃO, E.P.E. Fernanda Gonçalves (Responsável pelo Setor de Arquivo e Acesso à Informação) mfernanda.goncalves@hsjoao.min-saude.pt

Leia mais

Regulamento do Arquivo Clínico do Centro Hospitalar do Oeste Norte

Regulamento do Arquivo Clínico do Centro Hospitalar do Oeste Norte Centro Hospitalar do Oeste ÂMBITO: Todos os serviços clínicos do Centro Hospitalar do Oeste OBJECTIVOS: Definir as normas de funcionamento do Arquivo Clínico do CHON. RESPONSABILIDADES: Conselho de Administração

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS ONLINE

CONDIÇÕES GERAIS DA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS ONLINE CONDIÇÕES GERAIS DA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS ONLINE Os serviços online que o Município de Aveiro disponibiliza através da Internet aos utilizadores estabelecem relações com a Câmara Municipal de Aveiro,

Leia mais

Deliberação n.º 156/09

Deliberação n.º 156/09 Deliberação n.º 156/09 Princípios aplicáveis aos tratamentos de dados pessoais no âmbito de Gestão de Informação com a finalidade de Prospecção de Opções de Crédito A Comissão Nacional de Protecção de

Leia mais

Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde

Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde III Workshop de Informática e Tecnologia em Saúde da SESAB Segurança da Informação nos Registros Eletrônicos em Saúde Marcelo Lúcio da Silva Diretor Executivo e de Certificação da SBIS Salvador-BA, 05

Leia mais

O que é a iniciativa de marcação de consultas pela Internet eagenda? Simplificar e melhorar o acesso a cuidados de saúde. O que é o eagenda?

O que é a iniciativa de marcação de consultas pela Internet eagenda? Simplificar e melhorar o acesso a cuidados de saúde. O que é o eagenda? O que é a iniciativa de marcação de consultas pela Internet Simplificar e melhorar o acesso a cuidados de saúde Pedir Receitas A de pela Internet, no âmbito do Programa Simplex, surge no seguimento do

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL

REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA FCUL GAPsi- Gabinete de Apoio Psicopedagógico Artigo 1º Objecto O Programa de Voluntariado na FCUL visa: a) Estimular a formação e educação dos estudantes

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS N. o 032/B/2009-DBS/AMCM Data: 14/8/2009 DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Artigo 9. o

Leia mais

ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos

ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos ARQUIVO DIGITAL e Gestão de Documentos TECNOLOGIA INOVAÇÃO SOFTWARE SERVIÇOS A MISTER DOC foi constituída com o objectivo de se tornar uma referência no mercado de fornecimento de soluções de gestão de

Leia mais

A gestão completa dos seus recursos humanos

A gestão completa dos seus recursos humanos PHC Recursos Humanos CS DESCRITIVO Optimize a selecção e recrutamento, proceda à correcta descrição de funções, execute as avaliações de desempenho e avalie as acções de formação. PHC Recursos Humanos

Leia mais

Política de Privacidade de Dados Pessoais Cabovisão - Televisão por Cabo S.A.

Política de Privacidade de Dados Pessoais Cabovisão - Televisão por Cabo S.A. Política de Privacidade de Dados Pessoais Cabovisão - Televisão por Cabo S.A. Princípios Gerais A garantia que os clientes e utilizadores da Cabovisão-Televisão por Cabo S.A. ( Cabovisão ) sabem e conhecem,

Leia mais

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO CATÁLOGO DE FORMAÇÃO 2009 CATÁLOGO DE FORMAÇÃO INDICE INDICE...2 ÂMBITO...4 1. GESVEN - GESTÃO DE PESSOAL E VENCIMENTOS CGV02 Gestão Base de Cadastro...5 CGV03 Report Writer (Base)...5 CGV04 Processamento

Leia mais

DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO

DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO L 262/22 DIRECTIVA 2003/94/CE DA COMISSÃO de 8 de Outubro de 2003 que estabelece princípios e directrizes das boas práticas de fabrico de medicamentos para uso humano e de medicamentos experimentais para

Leia mais

Relatório de Análise de Processos e Fluxos de Informação

Relatório de Análise de Processos e Fluxos de Informação Início do contrato: Maio 2004 Duração: Coordenador: Parceiros: 32 meses Hospital Infante D. Pedro Universidade de Aveiro (Responsável por este Documento) Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde

Leia mais

Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias

Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias ICare-EHR (ASP) ou Application Service Provider, é uma subscrição de Serviço online não necess ICare-EHR (Clássico)

Leia mais

Gestão Eletrônica de Documentos na Auditoria

Gestão Eletrônica de Documentos na Auditoria 6º Congresso Nacional Unimed de Auditoria em Saúde Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Búzios-RJ, 17 de junho de 2011 Duke em 1935 2 Slide do Dr. Ed Hammond Duke em 2011

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO

CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO CÓDIGO DE ÉTICA DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA E HIGIENE NO TRABALHO Preâmbulo O presente Código contém as normas éticas que devem ser seguidas pelos Técnicos de Segurança e Higiene do Trabalho e os Técnicos

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Gestão de Configuração Fernando Correia Capitão-de-fragata EN-AEL 14 de Dezembro de 2013

Leia mais

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema

Leia mais

INSTRUTIVO Nº. 1/98. Artigo 1º

INSTRUTIVO Nº. 1/98. Artigo 1º INSTRUTIVO Nº. 1/98 ASSUNTO: BANCOS COMERCIAIS NORMAS-DE -CONTROLO INTERNO E AUDITORIA EXIERNA Considerando a necessidade de se regulamentar os relatórios exigidos no Artigo 3º da Lei nº. 5/91, de 20 de

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. ANÁLISE ESTRATÉGICA

1. INTRODUÇÃO 2. ANÁLISE ESTRATÉGICA CADERNO FICHA 11. RECUPERAÇÃO 11.4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS O presente documento constitui uma Ficha que é parte integrante de um Caderno temático, de âmbito mais alargado, não podendo, por isso, ser interpretado

Leia mais

PHC Recursos Humanos CS

PHC Recursos Humanos CS PHCRecursos Humanos CS DESCRITIVO Optimize a selecção e recrutamento, proceda à correcta descrição de funções, execute as avaliações de desempenho e avalie as acções de formação. PHC Recursos Humanos CS

Leia mais

ISEL REGULAMENTO DO GABINETE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA. Aprovado pelo Presidente do ISEL em LISBOA

ISEL REGULAMENTO DO GABINETE DE AUDITORIA INTERNA DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA. Aprovado pelo Presidente do ISEL em LISBOA REGULAMENTO DO DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Aprovado pelo Presidente do ISEL em INTRODUÇÃO No âmbito da gestão pública a Auditoria Interna é uma alavanca de modernização e um instrumento

Leia mais

Apresentação do Projecto «Citius» e entrega de computadores portáteis com esta aplicação aos alunos do Centro de Estudos Judiciários Lisboa 2007-09-20

Apresentação do Projecto «Citius» e entrega de computadores portáteis com esta aplicação aos alunos do Centro de Estudos Judiciários Lisboa 2007-09-20 Apresentação do Projecto «Citius» e entrega de computadores portáteis com esta aplicação aos alunos do Centro de Estudos Judiciários Lisboa 2007-09-20 Não tendo podido estar presente na abertura das actividades

Leia mais

30 de Junho de 2010. Carmo Sousa Machado carmo.s.machado@abreuadvogados.com. LOCAL : Porto DATA : 01-07-2010

30 de Junho de 2010. Carmo Sousa Machado carmo.s.machado@abreuadvogados.com. LOCAL : Porto DATA : 01-07-2010 30 de Junho de 2010 Carmo Sousa Machado carmo.s.machado@abreuadvogados.com 1 LOCAL : Porto DATA : 01-07-2010 1. A videovigilância no local de trabalho 2. Confidencialidade e acesso à informação 3. Monitorização

Leia mais

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 個 人 資 料 保 護 辦 公 室 Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais

澳 門 特 別 行 政 區 政 府 Governo da Região Administrativa Especial de Macau 個 人 資 料 保 護 辦 公 室 Gabinete para a Protecção de Dados Pessoais Perguntas sobre a aplicação de Equipamento de Controlo de Assiduidade através de Tecnologia Biométrica para além de Equipamentos de Controlo de Assiduidade por Impressão Digital /Palma Perguntas: (1) Será

Leia mais

Portaria n.º 827/2005, de 14 de Setembro Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM)

Portaria n.º 827/2005, de 14 de Setembro Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) O Decreto-Lei n.º 134/2005, de 16 de Agosto, que permite a venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM)

Leia mais

RPM INTERNATIONAL INC. E SUAS SUBSIDIÁRIAS E EMPRESAS OPERADORAS AVISO DE PRIVACIDADE EM PORTO SEGURO. EM VIGOR A PARTIR DE: 12 de Agosto de 2015

RPM INTERNATIONAL INC. E SUAS SUBSIDIÁRIAS E EMPRESAS OPERADORAS AVISO DE PRIVACIDADE EM PORTO SEGURO. EM VIGOR A PARTIR DE: 12 de Agosto de 2015 RPM INTERNATIONAL INC. E SUAS SUBSIDIÁRIAS E EMPRESAS OPERADORAS AVISO DE PRIVACIDADE EM PORTO SEGURO EM VIGOR A PARTIR DE: 12 de Agosto de 2015 Este Aviso estabelece os princípios seguidos pela RPM International

Leia mais

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDOC Sistema de Gestão Documental Dossier de Produto DP10.02 02.01.2009 www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDoc Sistema de Gestão Documental A Pontual A Pontual é uma empresa de capitais 100% nacionais,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011

MINISTÉRIO DA SAÚDE. 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011 2792 Diário da República, 1.ª série N.º 96 18 de Maio de 2011 MINISTÉRIO DA SAÚDE Portaria n.º 198/2011 de 18 de Maio O objectivo essencial definido no programa do XVIII Governo Constitucional em matéria

Leia mais

Capítulo I Disposições gerais. Artigo 1.º (Objecto)

Capítulo I Disposições gerais. Artigo 1.º (Objecto) AVISO N.º [XX/2015] CENTRAIS PRIVADAS DE INFORMAÇÃO DE CRÉDITO Em linha com a tendência internacional, a legislação financeira nacional consagrou recentemente o figurino das centrais privadas de informação

Leia mais

Gestão da Empresa Online

Gestão da Empresa Online Gestão da Empresa Online 1. O que é uma Certidão Permanente? É o acesso, através da Internet, em tempo real e em qualquer momento, a todos os registos de uma entidade registada em conservatória do registo

Leia mais

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO. SISTEMAS DE GESTÃO DE BASE DE DADOS Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Microsoft Access TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CONCEITOS BÁSICOS 1 Necessidade das base de dados Permite guardar dados dos mais variados tipos; Permite

Leia mais

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES

VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES VITAHISCARE UNIDADES HOSPITALARES APRESENTAÇÃO FUNCIONALIDADES VANTAGENS E CARACTERÍSTICAS MÓDULOS COMPLEMENTARES UNIDADES HOSPITALARES O VITA HIS CARE Unidades Hospitalares é um sistema de informação

Leia mais

Regulamento de Utilização do Serviço de Documentação e Informação Arquitectónica e Artística da Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS)

Regulamento de Utilização do Serviço de Documentação e Informação Arquitectónica e Artística da Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS) Regulamento de Utilização do Serviço de Documentação e Informação Arquitectónica e Artística da Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS) Este Regulamento aplica-se a todos os utilizadores do Serviço

Leia mais

Processo de declaração de conformidade de software PEM

Processo de declaração de conformidade de software PEM Processo de declaração de conformidade de software PEM Dezembro, 2012 Versão 1,0 Os direitos de autor deste trabalho pertencem à SPMS e a informação nele contida é confidencial. Este trabalho não pode

Leia mais

SGI. Serviço de Gestão de Impressão BOA GESTÃO PARA MELHOR IMPRESSÃO

SGI. Serviço de Gestão de Impressão BOA GESTÃO PARA MELHOR IMPRESSÃO SGI Serviço de Gestão de Impressão BOA GESTÃO PARA MELHOR IMPRESSÃO CONHECE OS CUSTOS DE IMPRESSÃO DA SUA ORGANIZAÇÃO? O actual contexto mundial torna central a necessidade de reequacionar gastos a todos

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente

Prontuário Eletrônico do Paciente 10º AUDHOSP - Congresso Nacional de Auditoria em Saúde e Qualidade da Gestão e da Assistência Hospitalar Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Águas de Lindóia-SP, 16 de setembro

Leia mais

Auditoria ao Processo de Mudança de Comercializador. A. Enquadramento e Objectivos. Síntese do Relatório de Auditoria

Auditoria ao Processo de Mudança de Comercializador. A. Enquadramento e Objectivos. Síntese do Relatório de Auditoria A. Enquadramento e Objectivos A EDP Distribuição - Energia, S.A. (EDP Distribuição), empresa que exerce a actividade de Operador de Rede de Distribuição (ORD) de Energia Eléctrica em Média Tensão (MT)

Leia mais

SISTEMAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE

SISTEMAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE SISTEMAS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO EM SAÚDE UMA ABORDAGEM SISTÉMICA Paulo Borges 13 NOVEMBRO 2014 1 BSI ISO/IEC Accredited ISMS Implementer BSI ISO/IEC 27001 Lead Auditor PECB ISO/IEC 22301 Lead Auditor

Leia mais

Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG

Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG Prontuário médico É um documento único constituído de um conjunto de informações, sinais

Leia mais

Caderno de Introdução Bases Dados

Caderno de Introdução Bases Dados José Adriano Adriano@ipb.pt Página 1 Sumário 1. Introdução ao Ambiente de Base de Dados 1.1 Contextualização das Base de Dados 1.2 Noção de Base de Dados 1.3 Características das Bases de Dados 1.4 Objectivos

Leia mais

Certificação Digital na Saúde

Certificação Digital na Saúde Marcelo Lúcio da Silva Diretor Executivo e de Certificação da SBIS Brasília, 23 de setembro de 2015 Sobre a SBIS Sociedade científica para o desenvolvimento da Informática em Saúde no Brasil Fundada há

Leia mais

Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica

Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica ETAPA DE MINIMIZAÇÃO Diagnóstico, vigilância e tratamento Sistema de Informação/Vigilância epidemiológica O Plano de Contingência dos Açores para a Pandemia da Gripe (PCA) prevê mecanismos para garantir

Leia mais

Os requisitos de SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO dentro de uma organização passaram por duas mudanças importantes nas últimas décadas:

Os requisitos de SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO dentro de uma organização passaram por duas mudanças importantes nas últimas décadas: $XWDUTXLD(GXFDFLRQDOGR9DOHGR6mR)UDQFLVFR± $(96) )DFXOGDGHGH&LrQFLDV6RFLDLVH$SOLFDGDVGH3HWUROLQD± )$&$3( &XUVRGH&LrQFLDVGD&RPSXWDomR 6(*85$1d$($8',725,$'(6,67(0$6 ³6HJXUDQoDGH,QIRUPDo}HV &\QDUD&DUYDOKR

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.638, DE 10 DE JULHO DE 2002 Define prontuário médico e torna obrigatória a criação da Comissão de Revisão de Prontuários nas instituições de saúde. O CONSELHO

Leia mais

Gestão de Empresas de Contabilidade

Gestão de Empresas de Contabilidade Gestão de Empresas de Contabilidade Pensada especificamente para as Empresas de Contabilidade, esta solução ARTSOFT permite-lhe o controlo total da gestão, a dois níveis: o trabalho da sua empresa e a

Leia mais

Como melhorar a Sustentabilidade através da implementação de um Sistema Integrado de Gestão Qualidade, Ambiente e Segurança

Como melhorar a Sustentabilidade através da implementação de um Sistema Integrado de Gestão Qualidade, Ambiente e Segurança Como melhorar a Sustentabilidade através da implementação de um Sistema Integrado de Gestão Qualidade, Ambiente e Segurança ENQUADRAMENTO O QUE SE PRETENDE? A IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO

Leia mais

Sumário: Segurança da Informação Segurança nos Sistemas operativos M Ó D U L O 1

Sumário: Segurança da Informação Segurança nos Sistemas operativos M Ó D U L O 1 Escola Secundária Alberto Sampaio 2012/2013 Sumário: Segurança da Informação Segurança nos Sistemas operativos 2 Gestão de I/O Categorias Controladores Memória Secundária Interface Homem-Máquina Drivers

Leia mais

PROJECTO PARA A CONSTITUIÇÃO DE UMA REDE NACIONAL DE BANCOS DE TUMORES EM PORTUGAL

PROJECTO PARA A CONSTITUIÇÃO DE UMA REDE NACIONAL DE BANCOS DE TUMORES EM PORTUGAL PROJECTO PARA A CONSTITUIÇÃO DE UMA REDE NACIONAL DE BANCOS DE TUMORES EM PORTUGAL Preâmbulo Um Banco de Tumores (BT) é um tipo particular de biobanco que consiste na colecção organizada de amostras de

Leia mais

PHC Clínica CS. A gestão operacional total da clínica ou consultório

PHC Clínica CS. A gestão operacional total da clínica ou consultório PHC Clínica CS A gestão operacional total da clínica ou consultório A informação confidencial sobre cada paciente, o seu historial e, se integrado com o módulo PHC Gestão CS, a gestão financeira e a facturação

Leia mais

PHC ControlDoc BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez de encontrar um documento

PHC ControlDoc BENEFÍCIOS. _Fim do papel a circular na empresa. _Rapidez de encontrar um documento Com o ControlDoc pode arquivar digitalmente todo o tipo de ficheiros (Imagens, Word, Excel, PDF, etc.) e relacioná-los com os dados existentes nas restantes aplicações. PHC ControlDoc Reduza os custos

Leia mais

PHC Recursos Humanos CS

PHC Recursos Humanos CS PHC Recursos Humanos CS A gestão total dos Recursos Humanos A solução que permite a optimização da selecção e recrutamento, a correcta descrição de funções, a execução das avaliações de desempenho e a

Leia mais

PLATAFORMA CLICK TO PRAY

PLATAFORMA CLICK TO PRAY PLATAFORMA CLICK TO PRAY 1 OBJECTO: Informação sobre os TERMOS E CONDIÇÕES que regulam o acesso e utilização do sítio web alojado sob a denominação www.clicktopray.org e de todos os conteúdos que dele

Leia mais

5. Avaliação do Risco e Planos de Contingência

5. Avaliação do Risco e Planos de Contingência 5. Avaliação do Risco e Planos de Contingência 1. Avaliação do risco e segurança... 2 2. Perspectiva do SIGIC... 3 3. Considerações gerais sobre avaliação do risco... 4 3.1. Análise dos Riscos... 4 3.2.

Leia mais

Política de Segurança da Informação da Entidade

Política de Segurança da Informação da Entidade Estrutura Nacional de Segurança da Informação (ENSI) Política de Segurança da Informação da Entidade Fevereiro 2005 Versão 1.0 Público Confidencial O PRESENTE DOCUMENTO NÃO PRESTA QUALQUER GARANTIA, SEJA

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. AUDIÊNCIA 3 3. VALOR DA INFORMAÇÃO 4 4. IMPORTÂNCIA DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 5 5. MODELO DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 6 6. RESPONSABILIDADES NA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO 7 7. MANUTENÇÃO

Leia mais

Grupo Parlamentar SAÚDE PELOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE. Exposição de motivos

Grupo Parlamentar SAÚDE PELOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE. Exposição de motivos Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI Nº./ X CARTA DOS DIREITOS DE ACESSO AOS CUIDADOS DE SAÚDE PELOS UTENTES DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE Exposição de motivos A espera por cuidados de saúde é um fenómeno

Leia mais

Avis juridique important 31991L0412

Avis juridique important 31991L0412 Avis juridique important 31991L0412 Directiva 91/412/CEE da Comissão, de 23 de Julho de 1991, que estabelece os princípios e directrizes das boas práticas de fabrico de medicamentos veterinários Jornal

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA

CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA CÓDIGO DE CONDUTA DOS COLABORADORES DA FUNDAÇÃO CASA DA MÚSICA Na defesa dos valores de integridade, da transparência, da auto-regulação e da prestação de contas, entre outros, a Fundação Casa da Música,

Leia mais

As TIC e a Saúde no Portugal de 2012

As TIC e a Saúde no Portugal de 2012 As TIC e a Saúde no Portugal de 2012 11 de dezembro de 2012 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Patrocinador Ouro Patrocinador Prata Patrocinador Bronze Apoios Patrocinadores Globais Soluções de Mobilidade

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

Declaração Básica de Práticas de Certificação da ECAR

Declaração Básica de Práticas de Certificação da ECAR CIRC N.º 001/ECAR/2010 Classificação: Público Versão:2.0 META INFORMAÇÃO DO DOCUMENTO Título Declaração Básica de Práticas de Certificação da ECAR Referência CIRC N.º 001/ECAR/2010 Data 16-02-2011 Classificação

Leia mais

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas

Análise de Sistemas. Conceito de análise de sistemas Análise de Sistemas Conceito de análise de sistemas Sistema: Conjunto de partes organizadas (estruturadas) que concorrem para atingir um (ou mais) objectivos. Sistema de informação (SI): sub-sistema de

Leia mais

Carta de Segurança da Informação

Carta de Segurança da Informação Estrutura Nacional de Segurança da Informação (ENSI) Fevereiro 2005 Versão 1.0 Público Confidencial O PRESENTE DOCUMENTO NÃO PRESTA QUALQUER GARANTIA, SEJA QUAL FOR A SUA NATUREZA. Todo e qualquer produto

Leia mais

Aspectos Jurídicos no Uso de Dispositivos Pessoais no Ambiente Corporativo. Dra. CRISTINA SLEIMAN. Dra. Cristina Sleiman Diretora Executiva

Aspectos Jurídicos no Uso de Dispositivos Pessoais no Ambiente Corporativo. Dra. CRISTINA SLEIMAN. Dra. Cristina Sleiman Diretora Executiva Comissão de Direito eletrônico E Crimes de Alta Tecnologia Aspectos Jurídicos no Uso de Dispositivos Pessoais no Ambiente Corporativo Dra. CRISTINA SLEIMAN Dra. Cristina Sleiman Diretora Executiva SP,

Leia mais

Preâmbulo CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1.º. Missão e atribuições

Preâmbulo CAPÍTULO I. Disposições gerais. Artigo 1.º. Missão e atribuições REGULAMENTO DA BIBLIOTECA DO SINDICATO DOS MAGISTRADOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO Preâmbulo A Biblioteca do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público foi criada em 1974, data da fundação do próprio Sindicato.

Leia mais

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente?

Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? Prontuário médico? ou Prontuário do paciente? CONCEITO Prontuário do Paciente é o conjunto de documentos padronizados e ordenados, destinados ao registro dos cuidados profissionais, prestados ao paciente

Leia mais

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde

Programa do X Governo Regional. Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Programa do X Governo dos Açores - Área da Saúde Ponta Delgada, 26 de Novembro de 2008 6 Saúde A saúde é um factor essencial no desenvolvimento do bem-estar da população, e a qualidade neste sector aparece

Leia mais

Mais informações e atualizações desta obra em www.homepagejuridica.net

Mais informações e atualizações desta obra em www.homepagejuridica.net Título: Regula a base de dados e os dados pessoais registados objeto de tratamento informático no âmbito do Autor: Eurico Santos, Advogado Correio eletrónico do Autor: euricosantos@sapo.pt N.º de Páginas:

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Aprovado pelo Presidente do ISEL a NOTA INTRODUTÓRIA Criado a 19 de Setembro de 2006 e tendo iniciado as suas funções a

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

melhor e mais inovador

melhor e mais inovador Conheça o melhor e mais inovador de Portugal. Prime TI s Mais de 2000 m2 850 Bastidores 4 Salas de alojamento 2 Salas networking Salas de staging Salas UPS Sala de clientes Sala bandoteca Serviços de storage,

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

A falha em alguns destes pontos pode resultar num excessivo e desnecessário investimento/despesa

A falha em alguns destes pontos pode resultar num excessivo e desnecessário investimento/despesa Nuno Melo e Castro Segurança Infra-estruturas Hardware e software Políticas de autenticação Protecção dos dados Algoritmos de cifra Sistemas de detecção e prevenção de intrusões Medidas de segurança Devem

Leia mais

Empresa de Projecto e Desenvolvimento de. Engenharia Civil - EPDEC

Empresa de Projecto e Desenvolvimento de. Engenharia Civil - EPDEC Empresa de Projecto e Desenvolvimento de Engenharia Civil - EPDEC Pedido de Proposta para Implementação da Rede Informática Projecto: Rede Informática da EPDEC Novembro de 2007 Índice 1 Introdução...1

Leia mais

Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos

Procedimento de Gestão PG 02 Controlo de Documentos e Registos Índice 1.0. Objectivo. 2 2.0. Campo de aplicação 2 3.0. Referências e definições....... 2 4.0. Responsabilidades... 3 5.0. Procedimento... 3 5.1. Generalidades 3 5.2. Controlo de documentos... 4 5.3. Procedimentos

Leia mais

Regulamento do Laboratório de Cálculo Automático

Regulamento do Laboratório de Cálculo Automático Regulamento do Laboratório de Cálculo Automático Artigo 1 o (Definição) O Laboratório de Cálculo Automático, adiante designado por Lc, é um dos laboratórios do Departamento de Matemática da Faculdade de

Leia mais