T4 LIVRE. 01 Português - Ref.: 906. Ref.:906 MS Instruções de Uso

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "T4 LIVRE. 01 Português - Ref.: 906. Ref.:906 MS Instruções de Uso"

Transcrição

1 T4 LIVRE Instruções de Uso Ref.:906 MS Finalidade. Sistema para a determinação quantitativa da tiroxina não ligada (T4 Livre) no soro e plasma. [Somente para uso diagnóstico in vitro.] Introdução. A tiroxina (T4) é um hormônio sintetizado a partir de resíduos de tirosina contidos na tireoglobulina, proteína produzida e armazenada na glândula tireóide. Sob a ação do hormônio tireotrópico (TSH) o T4 é liberado na corrente circulatória onde se liga a uma proteína carreadora específica, a TBG (Thyroxin Binding Globulin) e em menor grau à fração albumina. A maior parte do T4 se encontra em sua forma ligada, em equilíbrio com uma pequena fração livre (T4 Livre). A fração livre é a fração mais importante do ponto de vista metabólico, uma vez que é aquela capaz de ser convertida perifericamente em T3, que é o derivado hormonal metabolicamente mais ativo. Princípio. O T4 Livre presente na amostra compete com um análogo (T4 biotinilado) por um número limitado de anticorpos de coelho anti-t4. Os complexos anticorpo-t4 e anticorpo-t4 biotinilado são então capturados por anticorpos anti IgG de coelho que estão imobilizados na. Após a lavagem, é adicionado ao superfície dos Imunotubos meio o conjugado de estreptavidina-peroxidase, originando a formação de um complexo quaternário. Após remoção do excesso de reagentes a reação quimioluminescente é desencadeada pela adição de peróxido e luminol. A quantidade de luz emitida, medida em unidades relativas de luz (RLU), é inversamente proporcional à concentração de T4 Livre presente na amostra, cujo valor é obtido por meio de uma curva de calibração. Características do sistema. O T4 Livre - Labtest é um sistema semi-automático desenvolvido com uma abordagem inovadora que possibilita a utilização dos substratos quimioluminescentes luminol e peróxido em cinética rápida, com obtenção do sinal quimioluminescente em poucos segundos. Os níveis de sensibilidade são equivalentes aos de outros substratos quimioluminescentes que empregam a fosfatase alcalina como enzima. Os estudos realizados demonstram que o ensaio não sofre interferência significativa provocada por concentrações elevadas de hemoglobina, bilirrubina e de triglicérides. Metodologia. Quimioluminescência. Reagentes 1. - T4 Biotinilado. Armazenar entre 2-8 ºC. Pronto para uso. Contém T4 biotinilado em tampão 100 mmol/l ph 7,4; conservante, surfactante e estabilizadores. 2. ANTI T4 - Anti-T4. Armazenar entre 2-8 ºC. Pronto para uso. Contém anticorpo policlonal de coelho anti-t4 em tampão 100 mmol/l ph 7,4; conservante, surfactante e estabilizadores. 3. DIL REA - Diluente de Reação. Armazenar entre 2-8 ºC Conjugado Pronto para uso. Contém tampão 100 mmol/l ph 7,4; conservante, surfactante e estabilizadores. Concentrado 50X. Armazenar entre 2-8 ºC. Contém estreptavidina-peroxidase, conservante, surfactante e estabilizadores. Ver item Procedimento - Preparo de Reagentes Diluente 6. - Calibrador do Conjugado. Armazenar entre 2-8 ºC. Pronto para uso. Contém tampão 100 mmol/l ph 7,4; conservante, surfactante e estabilizadores. Low (Baixo). Armazenar entre 2-8 ºC. Preparação liofilizada de T4 em matriz proteica humana; conservante e estabilizadores. Ver item Procedimento - Preparo de Reagentes. A concentração de T4 está assinalada no rótulo do frasco. Após reconstituição, o calibrador é estável por 14 dias quando armazenado entre 2-8 ºC, bem vedado e protegido da luz, e por 90 dias quando armazenado a -15 ºC, bem vedado e protegido da luz. Ver item PRECAUÇÕES E CUIDADOS ESPECIAIS, antes da manipulação dos calibradores. A concentração deste calibrador, presente no rótulo do produto, deverá ser inserida no protocolo do teste Calibrador High (Alto). Armazenar entre 2-8 ºC. Preparação liofilizada de T4 em matriz proteica humana; conservante e estabilizadores. Ver item Procedimento - Preparo de Reagentes. A concentração de T4 está assinalada no rótulo do frasco. Após reconstituição, o calibrador é estável por 14 dias quando armazenado entre 2-8 ºC, bem vedado e protegido da luz, e por 90 dias quando armazenado a -15 ºC, bem vedado e protegido da luz. Ver item P RECAUÇÕES E CUIDADOS ESPECIAIS, antes da manipulação dos calibradores. A concentração deste calibrador, presente no rótulo do produto, deverá ser inserida no protocolo do teste Imunotubos. Armazenar entre 2-8 ºC. Pronto para uso. Tubos de poliestireno sensibilizados com anticorpos policlonais anti IgG de coelho. As embalagens plásticas contendo os tubos devem ser abertas somente quando estiverem em equilíbrio com a temperatura do ambiente (temperatura inferior a 30 ºC) onde será realizado o teste, para evitar a condensação de vapor de água nos tubos. O não cumprimento desta orientação acarretará em diminuição da estabilidade do reagente. Após a abertura das embalagens, os tubos são estáveis por 6 meses, quando armazenados entre 2-8 ºC e com o dessecante na embalagem plástica bem fechada. 01 Português - Ref.: 906

2 Os reagentes não abertos, quando armazenados nas condições indicadas, são estáveis até a data de expiração impressa no rótulo. Após abertos, os reagentes devem ser manuseados de acordo com as boas práticas de laboratório para evitar contaminações de natureza química e microbiana, que podem provocar redução da estabilidade. Precauções e cuidados especiais Os calibradores são preparados a partir de derivados de sangue humano e foram testados para a presença de HBsAg, anticorpos anti-hcv e anti-hiv apresentando resultados negativos. Apesar de terem sido utilizados testes validados e aprovados, nenhum deles pode assegurar que produtos derivados do sangue humano estejam livres de agentes infecciosos. Portanto, os cuidados habituais de segurança devem ser aplicados na manipulação do produto, que não deve ser pipetado com a boca. Recomenda-se manuseá-lo como sendo potencialmente infectante. Não misturar reagentes de lotes diferentes e não utilizar reagentes fora do prazo de validade. Não permitir a contaminação cruzada entre os componentes. Utilizar somente ponteiras descartáveis para pipetar cada amostra e cada reagente. A limpeza e secagem adequadas do material utilizado são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Resíduos de sabão, detergentes ou agentes oxidantes nos recipientes utilizados para o preparo do Conjugado de uso podem interferir na reação. Usar preferencialmente material plástico descartável. Caso se utilize recipientes de vidro, é recomendável que estes sejam lavados com ácido sulfúrico ou clorídrico 0,5 mol/l, enxaguados exaustivamente com água destilada ou deionizada e secos antes do uso. devem ser As embalagens plásticas contendo os Imunotubos abertas somente quando estiverem em equilíbrio com a temperatura do ambiente (temperatura inferior a 30 ºC) onde será realizado o teste, para evitar a condensação de vapor de água nos tubos. O não cumprimento desta orientação acarretará em diminuição da estabilidade do reagente. Após a abertura das embalagens, os Imunotubos são estáveis por 6 meses, quando armazenados com o dessecante na embalagem plástica bem fechada. Os Imunotubos deverão ser descartados após o uso. Não reutilizar para outros fins. Para descartar os reagentes e o material biológico, sugerimos aplicar as normas locais, estaduais ou federais de proteção ambiental. Material necessário e não fornecido 1. Micropipetas e ponteiras descartáveis. 2. Banho-maria (37 1 ºC). 3. Recipientes para preparar as diluições. 4. Cronômetro. 5. Solução de Lavagem Concentrada (Ref. 908). 6. Soluções de Revelação (Ref. 909). 7. Estante para tubos 12 x 75 mm com sistema de fixação. 8. Microcomputador. 9. Luminômetro Lumiquest ou instrumento similar equipado com dois injetores e capacidade para acomodar tubos 12 x 75 mm. 10. Solução de Sanitização (Ref. 604). Amostra 1 Usar soro ou plasma (EDTA, Heparina, Citrato). Quando o sangue for obtido no anticoagulante citrato, efetuar correção pela diluição provocada na amostra. O analito é estável 7 dias entre 2-8 ºC e por até 30 dias em temperatura inferior a 15 ºC negativos quando armazenado em recipiente apropriado para congelamento. Assegurar que as amostras estejam descongeladas e homogeneizadas antes da sua utilização. Partículas em suspensão devem ser eliminadas por centrifugação. Não usar amostras com sinais de contaminação ou amostras congeladas e descongeladas mais de uma vez. Deve ser criado um Procedimento Operacional Padrão (POP) para colheita, preparação e armazenamento da amostra. Enfatizamos que os erros devidos à amostra podem ser muito maiores que os erros ocorridos no procedimento analítico. Como nenhum teste conhecido pode assegurar que amostras de sangue não transmitem infecções, todas elas devem ser consideradas como potencialmente infectantes. Portanto, ao manuseá-las, devem-se seguir as normas de biossegurança. Interferências Concentrações de hemoglobina até 1000 mg/dl, bilirrubina até 30 mg/dl e triglicérides até 800 mg/dl, não produzem interferências significativas. Procedimento Cuidados especiais. As embalagens plásticas contendo os Imunotubos devem ser abertas somente quando estiverem em equilíbrio com a temperatura do ambiente (temperatura inferior a 30 ºC) onde será realizado o teste, para evitar a condensação de vapor de água nos tubos. O não cumprimento desta orientação acarretará em diminuição da estabilidade do reagente. Os reagentes líquidos devem ser homogeneizados suavemente antes do uso. Preparo dos reagentes Conjugado de uso. Para preparar o Conjugado de Uso, pipetar todo o conteúdo do frasco de Conjugado Concentrado, transferir para o frasco contendo o Diluente do Conjugado e homogeneizar. Se houver necessidade, centrifugar o material para certificar que todo o conteúdo do frasco de Conjugado Concentrado esteja no fundo do tubo. Após transferir todo o volume, lavar o frasco de Conjugado Concentrado com parte da mistura Conjugado Concentrado e Diluente de Conjugado. Homogeneizar suavemente por inversão. Uma vez preparado, o Conjugado de Uso é estável por 4 meses quando armazenado entre 2-8 ºC. Identificar o frasco e anotar a data de expiração. 02 Português - Ref.: 906

3 Se necessário, podem-se preparar volumes menores do Conjugado de Uso, transferindo-se para um frasco limpo e seco 1 (um) volume do Conjugado Concentrado e 50 volumes do Diluente do Conjugado. Uma vez preparado, o Conjugado de Uso é estável por 4 meses quando armazenado entre 2-8 ºC. Identificar o frasco e anotar a data de expiração. Para preservar seu desempenho, o Conjugado de Uso deve permanecer fora da geladeira somente o tempo necessário para a sua utilização. Reconstituição dos calibradores. Ver item 1 - Observações. Remover o selo de alumínio e retirar cuidadosamente a tampa de borracha. Utilizando uma pipeta volumétrica, adicionar ao frasco do calibrador o volume de água qualidade reagente indicado no rótulo. Recolocar a tampa de borracha, deixar em repouso durante 15 minutos e homogeneizar suavemente por inversão. Antes de utilizar, homogeneizar suavemente e retirar a quantidade necessária para uso. Tampar imediatamente e armazenar entre 2-8 ºC. Após a reconstituição, os calibradores são estáveis por 14 dias, quando armazenados entre 2-8 ºC. Para posterior utilização, o calibrador deve ser separado em alíquotas imediatamente após a reconstituição e armazenado em temperatura inferior a 15 ºC negativos por até 90 dias em recipiente hermeticamente fechado, protegido da luz. Para evitar evaporação do material durante o período de armazenamento é fundamental utilizar frascos adequados para congelamento (criotubos). As alíquotas do calibrador devem ser descongeladas somente uma vez. Os calibradores devem ser manuseados de acordo com as boas práticas de laboratório para evitar contaminações de natureza química e microbiana que podem provocar redução da estabilidade. Calibração. A calibração do sistema é realizada através da utilização de uma Master Curve de 6 pontos (concentração dos calibradores e respectivas RLUs) e ajustada, quando necessário, utilizando dois calibradores de ajuste (Calibrador Low - (Baixo) Ref e Calibrador High - (Alto) Ref ). A Master Curve é fornecida em um documento anexo juntamente com o produto T4 Livre e é específica para cada lote de reagentes. Ao inserir os dados da Master Curve durante a criação do protocolo do teste, inserir também as concentrações dos calibradores de ajuste indicadas nos rótulos dos mesmos. (Calibrador Low - (Baixo) Ref e Calibrador High - (Alto) Ref ). Quando um lote do produto é utilizado pela primeira vez, os dados da Master Curve deverão ser inseridos no programa do luminômetro e em seguida deverá ser realizado um ajuste da curva de calibração, ensaiando em duplicata os dois calibradores fornecidos dentro do kit (Calibrador Low - (Baixo) Ref e Calibrador High - (Alto) Ref ). Para definir a programação do aparelho e inserir corretamente os dados da Master Curve, consultar o manual do equipamento. Quando os reagentes são mantidos nas condições indicadas, a calibração permanece estável por 15 dias. A calibração do sistema deverá ser ajustada nas seguintes condições: 1. Quando um lote do produto é utilizado pela primeira vez; 2. A cada nova preparação do Conjugado de Uso; 3. A cada troca de lote das Soluções de Revelação (Ref. 909). 4. Quando o controle da qualidade indicar Procedimento de teste Importante 1. Os parâmetros de leitura dos testes, bem como os dados da Master curve, devem ser inseridos no luminômetro previamente à realização dos testes. Ver item Calibração e consulte o manual do equipamento para detalhes. 2. Não utilizar mais que 20 Imunotubos em cada corrida. 1. Separar o número de Imunotubos necessários aos testes, calibradores e controles, identificá-los e posicioná-los na estante para Imunotubos. 2. Adicionar 0,02 ml de amostra, calibradores e controles no fundo de cada tubo. 3. Adicionar 0,10 ml de T4 Biotinilado no fundo de cada tubo. 4. Adicionar 0,10 ml de Anti-T4 ANTI T4 no fundo de cada tubo. Homogeneizar. 5. Incubar 30 minutos em banho-maria a 37 ºC. 6. Retirar os tubos do banho-maria. 7. Adicionar 1,0 ml de Solução de Lavagem Concentrada (Ref. 908) pronta para uso. 8. Descartar o conteúdo dos tubos por inversão e com a estante ainda invertida, retirar o excesso de líquido, encostando a borda superior dos tubos sobre uma superfície absorvente (2-3 camadas de papel toalha). 9. Adicionar 0,10 ml de Diluente de Reação DIL REA no fundo de cada tubo. 10. Adicionar 0,10 ml de Conjugado de Uso diretamente ao conteúdo de cada tubo. Homogeneizar. 11. Incubar 30 minutos em banho-maria a 37 ºC. 12. Retirar os tubos do banho-maria. 03 Português - Ref.: 906

4 13. Repetir por seis vezes consecutivas as etapas 7 e Para a obtenção dos resultados, proceder da seguinte maneira: 1. Realizar o prime do Lumiquest (consultar as instruções de uso do produto Soluções de Revelação - Ref. 909 e o manual de operação do equipamento); 2. Selecionar o protocolo do teste que possui os dados da Master Curve; 3. Realizar a medição dos calibradores de ajuste, amostras e controles. Intervalo operacional. O intervalo operacional do teste é de 0,3 ng/dl a ~5,0 ng/dl. O limite superior do intervalo é definido pela concentração do último calibrador da curva de calibração. Amostras que apresentarem resultados menores que o limite da sensibilidade analítica devem ser reportadas como <0,3 ng/dl. Amostras com concentrações superiores ao calibrador 6 da Master curve devem ser reportadas como acima deste valor. Consultar a Master curve que acompanha o kit para a obtenção do valor do calibrador 6. Devido à situação de equilíbrio entre o T4 e suas proteínas ligadoras, a diluição de amostras contendo T4 Livre não fornece resultados confiáveis. Controle interno da qualidade. O laboratório deve manter um programa de controle interno da qualidade que defina claramente os regulamentos aplicáveis, objetivos, procedimentos, normas, critérios para especificações da qualidade e limites de tolerância, ações corretivas e registro das atividades. A utilização dos controles em todos os conjuntos de testes é fundamental para monitorizar a imprecisão da medição e desvios da calibração. Sugere-se utilizar as preparações da Linha Qualitrol Q da Labtest (Ref. 907) para controle interno da qualidade em ensaios de quimioluminescência. 2 Intervalo de referência. O intervalo deve ser usado apenas como orientação. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça seu próprio intervalo de referência na população atendida. Soro ou plasma: 0,70-2,0 ng/dl Características de desempenho 3 Comparação de métodos. O método proposto foi comparado com produto disponível no mercado, que utiliza metodologia similar, sendo obtidos os seguintes resultados: Número de amostras Intervalo de concentrações Média das estimativas Equação da regressão Coeficiente de correlação Método Comparativo 0,43-2,90 1,36 Método Labtest 0,51-3,28 1,56 Método Labtest = 1,0478 x Método Comparativo + 0,1294 0,978 Utilizando a equação da regressão, o erro sistemático total (bias) estimado foi igual a 15,3% para uma amostra igual 1,17 ng/dl e 8,07% 4 para uma amostra igual 3,93 ng/dl, erro considerado aceitável e que não representa desvios de resultados entre a metodologia comparativa. Estudos de precisão. Os estudos de precisão foram realizados utilizando-se amostras nativas, em três níveis diferentes: Repetitividade - Imprecisão intra-ensaio Amostra 1 Amostra 2 Amostra 3 N Sensibilidade metodológica ou analítica. Limite de detecção 0,3 ng/dl. Representa a menor concentração de T4 Livre que pode ser diferenciada de zero. Equivale à concentração de T4 Livre situada dois desvios padrões acima do calibrador 1 (0 ng/dl). 5 Significado clínico. Média 0,61 1,17 3,93 Reprodutibilidade - Imprecisão total Amostra 1 Amostra 2 Amostra 3 N Média 0,61 1,17 3,93 O T4 ligado às proteínas carreadoras representa um reservatório de T4 necessário para manter constante a concentração plasmática do hormônio livre (T4 Livre). Perifericamente o T4 Livre é convertido em T3 que é o metabólito mais ativo. A estimulação da produção de T4 é feita pelo hormônio tireotrópico (TSH). A integração bioquímica da hipófise anterior, produtora do TSH e a tireóide, glândula alvo, é feita através do hormônio tripeptídico hipotalâmico, o TRH (Thyrotropin Releasing Hormone), o qual age diretamente sobre a hipófise estimulando a produção do TSH. Assim, níveis elevados de T4 inibem a produção hipotalâmica de TRH, diminuindo dessa maneira o estímulo para a produção do TSH hipofisário. Em contrapartida, a redução dos níveis plasmáticos de T4 tem como conseqüência uma elevação da produção do TSH através da diminuição do controle do hipotálamo. A compreensão dos mecanismos básicos acima conduz diretamente às interpretações clínicas dos achados laboratoriais encontradas nas diversas patologias. Assim, no hipotireoidismo primário, resultante de acometimento da glândula tireóide, os níveis de T4 (e também de T3) encontram-se diminuídos. No hipotireoidismo discreto ou em sua fase inicial, o T4 pode ainda se encontrar dentro do intervalo de referência, embora os níveis de TSH possam se encontrar elevados. DP 0,07 0,08 0,19 DP 0,09 0,08 0,20 CV (%) 3,30 3,53 3,74 CV (%) 10,61 7,17 6,19 04 Português - Ref.: 906

5 No hipotireoidismo secundário, o defeito metabólico encontra-se no nível central e ocorre devido a um distúrbio no eixo hipotalâmico-hipofisário, resultante de lesões no hipotálamo, na hipófise ou em ambos. Neste caso, os níveis de T4 encontram-se reduzidos. No hipertireoidismo primário, como aquele que ocorre na Doença de Grave, nódulos tireoidianos ou adenoma da tireóide, os níveis de T4 na maioria das vezes estará elevado. Observações 1. O laboratório clínico tem como objetivo fornecer resultados exatos e precisos. A utilização de água de qualidade inadequada é uma causa potencial de erros analíticos. A água utilizada no laboratório deve ter a qualidade adequada a cada aplicação. Assim, para preparar reagentes, usar nas medições e para uso no enxágue final da vidraria, a água deve ter resistividade 1 megaohm.cm ou condutividade 1 microsiemens/cm e concentração de silicatos <0,1 mg/l. Quando a coluna deionizadora está com sua capacidade saturada ocorre liberação de vários íons, silicatos e substâncias com grande poder de oxidação ou redução que deterioram os reagentes em poucos dias ou mesmo horas, alterando os resultados de modo imprevisível. Assim, é fundamental estabelecer um programa de controle da qualidade da água. Apresentação Produto T4 Livre Referência Conteúdo 1 X 5 ml ANTI T4 1 X 5 ml DIL REA 1 X 5 ml 1 X 0,1 ml 1 X 5 ml 1 X 1,0 ml 1 X 1,0 ml 2 X 25 un Referências 1. Arup Laboratories: National Reference Laboratory. Disponível em: <www.aruplab.com>, acesso em 07/ Tietz NW: Clinical Guide to Laboratory Tests, 3.ed. Philadelphia: Saunders Company, p Arquivos Labtest. 4. RiliBÄK (Richtlinien der Bundesärztekammer), publicado em 2009 no site do CLIA (www.westgard.com). (acesso em 07/2012). Edição: Janeiro, 2013 Ref.: Copyright by Labtest Diagnóstica S.A. Reprodução sob prévia autorização 5. Burtis CA, Ashwood ER, Bruns DE: Tietz Textbook of Clinical Chemistry and Molecular Diagnostics, 4.ed. St. Louis: Sauders/Elsevier, p Português - Ref.: 906

6 06 Português - Ref.: 906

APLICAÇÕES GOLD ANALISA PARA O QUICK LAB

APLICAÇÕES GOLD ANALISA PARA O QUICK LAB ÁCIDO ÚRICO - PP - Cat. 451 200 Determinações - Volume: 200 ml Técnica de Análise: Seguir as Instruções de Uso do produto. Calibração Para a calibração, usar o (1) do kit ou o Calibrador Gold Analisa Cat.

Leia mais

KATAL. BTS 302 a 310 BioSystems ACIDO URICO. SAC INTERTECK KATAL : (_11) LOCALIDAD...* PUNTO FINAL COM ESTANDAR

KATAL. BTS 302 a 310 BioSystems ACIDO URICO. SAC INTERTECK KATAL : (_11) LOCALIDAD...* PUNTO FINAL COM ESTANDAR ACIDO URICO : mg/dl MODO LECTURA : MONOCROMÁTICA : 546nm TIEMPO ESTABIL. : 1 VOL.ASP. :800 TIPO DE REACCION : CRESCIENTE ESTANDAR : * Reagente de trabalho: Pronto para uso. Estabilidade: 18 meses, se armazenado

Leia mais

APTT Hemostasis Ref. 502

APTT Hemostasis Ref. 502 APTT Hemostasis Ref. 502 Princípio O reagente contendo ativador plasmático (ácido elágico) desencadeia o mecanismo de coagulação da via intrínseca através da ativação do fator XII (Hageman), que forma

Leia mais

FARMACOPEIA MERCOSUL: MÉTODO GERAL PARA FORMALDEÍDO RESIDUAL

FARMACOPEIA MERCOSUL: MÉTODO GERAL PARA FORMALDEÍDO RESIDUAL MERCOSUL/XLIII SGT Nº 11/P.RES. Nº FARMACOPEIA MERCOSUL: MÉTODO GERAL PARA FORMALDEÍDO RESIDUAL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 31/11 e 22/14 do Grupo

Leia mais

Célia Fagundes da Cruz

Célia Fagundes da Cruz LABORATÓRIO CENTRAL DO ESTADO DO PARANÁ - LACEN/PR Célia Fagundes da Cruz Julho/2012 SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE - SVS LABORATÓRIO CENTRAL DO ESTADO DO PARANÁ - LACEN/PR LACEN/PR: 117 anos

Leia mais

PROTEÍNAS TOTAIS. 01 Português - Ref.: 99. Ref.:99 MS Instruções de Uso

PROTEÍNAS TOTAIS. 01 Português - Ref.: 99. Ref.:99 MS Instruções de Uso PROTEÍNAS TOTAIS Instruções de Uso Ref.:99 MS 10009010080 Finalidade. Sistema para a determinação colorimétrica das Proteínas Totais em amostras de sangue e líquidos pleural, sinovial e ascítico por reação

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão - POP

Procedimento Operacional Padrão - POP Página 1 de 12 Biobanco Procedimento Operacional Padrão para: Processamento de Sangue POP: V. 1.0 Nome: Extração de DNA em sangue total Efetiva: dezembro, 22 autora: Erika Regina Manuli Aprovação Profa.

Leia mais

Controlo de Qualidade

Controlo de Qualidade Controlo de Qualidade Definição: toda a acção sistemática necessária para dar confiança ao resultados laboratoriais, satisfazendo a necessidades dos clínicos para melhor ajudar os utentes Visa reconhecer

Leia mais

MF-0427.R-2 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE FÓSFORO TOTAL (DIGESTÃO COM HNO 3 + HClO 4 E REAÇÃO COM MOLIBDATO DE AMÔNIO E ÁCIDO ASCÓRBICO)

MF-0427.R-2 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE FÓSFORO TOTAL (DIGESTÃO COM HNO 3 + HClO 4 E REAÇÃO COM MOLIBDATO DE AMÔNIO E ÁCIDO ASCÓRBICO) MF-0427.R-2 - MÉTODO DE DETERMINAÇÃO DE FÓSFORO TOTAL (DIGESTÃO COM HNO 3 + HClO 4 E REAÇÃO COM MOLIBDATO DE AMÔNIO E ÁCIDO ASCÓRBICO) Notas: Aprovado pela Deliberação CECA nº 0424, de 24 de fevereiro

Leia mais

Determinação de lipídios em leite e produtos lácteos pelo método butirométrico

Determinação de lipídios em leite e produtos lácteos pelo método butirométrico Página 1 de 10 1 Escopo Este método tem como objetivo determinar a porcentagem de lipídios em leite e produtos lácteos pelo método butirométrico (Gerber). 2 Fundamentos Baseia-se na separação e quantificação

Leia mais

PROTEÍNAS TOTAIS Instruções de Uso

PROTEÍNAS TOTAIS Instruções de Uso PROTEÍNAS TOTAIS Instruções de Uso Ref.:99 MS 10009010080 Finalidade. Sistema para a determinação colorimétrica das Proteínas Totais em amostras de sangue e líquidos pleural, sinovial e ascítico por reação

Leia mais

Folha de protocolo do QIAsymphony SP

Folha de protocolo do QIAsymphony SP Folha de protocolo do QIAsymphony SP Protocolo DNA_Buffy_Coat_400_V6_DSP Informações gerais Para utilização em diagnóstico in vitro. Este protocolo destina-se à purificação de ADN total genómico e mitocondrial

Leia mais

Controle de qualidade dos testes de floculação. Aula 5. Soros controles. A qualidade dos resultados é fundamental na prática laboratorial.

Controle de qualidade dos testes de floculação. Aula 5. Soros controles. A qualidade dos resultados é fundamental na prática laboratorial. Aula 5 Controle de qualidade dos testes de floculação A qualidade dos resultados é fundamental na prática laboratorial. Para ter a garantia de execução correta do trabalho, é importante adotar medidas

Leia mais

Concentração de soluções e diluição

Concentração de soluções e diluição Concentração de soluções e diluição 1. Introdução Uma solução é uma dispersão homogênea de duas ou mais espécies de substâncias moleculares ou iônicas. É um tipo especial de mistura, em que as partículas

Leia mais

Determinação de Fluoreto em Soluções por Eletrodo Íon Seletivo (ISE)

Determinação de Fluoreto em Soluções por Eletrodo Íon Seletivo (ISE) Determinação de Fluoreto em Soluções por Eletrodo Íon Seletivo (ISE) Desenvolvido por: Nilton Pereira Alves em 07/08/1999 QUIMLAB - Química e Metrologia Av. Shishima Hifumi, No 2911 Campus UNIVAP - Incubadora

Leia mais

GLICOSE HK Liquiform. 01 Português - Ref.: 137. Ref.:137 MS Instruções de Uso. Finalidade. Princípio. Metodologia. Reagentes

GLICOSE HK Liquiform. 01 Português - Ref.: 137. Ref.:137 MS Instruções de Uso. Finalidade. Princípio. Metodologia. Reagentes GLICOSE HK Liquiform Instruções de Uso Ref.:137 MS 10009010052 Finalidade. Sistema enzimático para determinação da glicose por fotometria ultravioleta de ponto final, em amostras de sangue, urina, líquor

Leia mais

Preparação e padronização de soluções

Preparação e padronização de soluções INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Departamento de Engenharia Química e do Ambiente QUÍMICA I (1º Ano 1º Semestre) Trabalho Prático nº 2 Preparação e padronização de soluções

Leia mais

DETECÇÃO QUALITATIVA DE ARGILAS PREJUDICIAIS DO GRUPO ESMECTITA EM AGREGADOS UTILIZANDO AZUL DE METILENO

DETECÇÃO QUALITATIVA DE ARGILAS PREJUDICIAIS DO GRUPO ESMECTITA EM AGREGADOS UTILIZANDO AZUL DE METILENO DETECÇÃO QUALITATIVA DE ARGILAS PREJUDICIAIS DO GRUPO ESMECTITA EM AGREGADOS UTILIZANDO AZUL DE METILENO C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Setembro de 2015 DESIGNAÇÃO - ARTERIS T- 330-07 (2011)¹

Leia mais

ANTI CDE (Anti Rho, rh e rh ) (Humano)

ANTI CDE (Anti Rho, rh e rh ) (Humano) ANTI CDE (Anti Rho, rh e rh ) (Humano) PROTHEMO Produtos Hemoterápicos Ltda. REAGENTE para classificação do fator Rh PARA TESTES EM LÂMINA OU TUBO SOMENTE PARA USO DIAGNÓSTICO IN VITRO Conservar entre:

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão DOSAGEM DO COLESTEROL HDL COLESTEROL HDL-PP POD

Procedimento Operacional Padrão DOSAGEM DO COLESTEROL HDL COLESTEROL HDL-PP POD COLESTEROL HDL-PP Página 1 de 5 FUNDAMENTO Os quilomicrons, as lipoproteínas de muita baixa densidade (VLDL) e as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) são quantitativamente precipitadas com fosfotungstato

Leia mais

Boletim Técnico. Material Refletivo 3M Scotchlite. Tecido Refletivo Prata Descrição

Boletim Técnico. Material Refletivo 3M Scotchlite. Tecido Refletivo Prata Descrição Boletim Técnico Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Refletivo Prata 8910 Descrição O Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata 8910 foi desenvolvido para uso em vestuários de segurança e em roupas

Leia mais

REAGENTES H 2 C N CH 2 CH 2 N CH 2

REAGENTES H 2 C N CH 2 CH 2 N CH 2 PRÁTICA 2 DETERMINAÇÃ DE CÁLCI EM LEITE Metodologia de análise: Volumetria de Complexação MATERIAIS Bureta de 25 ml Béquer 100 e 250 ml Erlenmeyer de 250 ml Proveta de 50 ml Balão volumétrico 100 ml Pipetas

Leia mais

Determinação de amido em farinha de mandioca, produtos amiláceos e outros

Determinação de amido em farinha de mandioca, produtos amiláceos e outros Página 1 de 5 1 Escopo Este método determina o teor de amido em farinha de mandioca, produtos amiláceos e outros, cujo parâmetro está relacionado à qualidade do produto segundo a Instrução Normativa nº

Leia mais

Identificação UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL LCMEC - PA 025. Página COLETA DE AMOSTRA 01 de 07. Procedimento Para Coleta de Amostras

Identificação UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL LCMEC - PA 025. Página COLETA DE AMOSTRA 01 de 07. Procedimento Para Coleta de Amostras COLETA DE AMOSTRA 01 de 07 Procedimento Para Coleta de Amostras 1. PRINCÍPIO Para que os resultados dos métodos de análise expressem valores representativos da quantidade total de substância disponível,

Leia mais

NOME DO LABORATÓRIO CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO

NOME DO LABORATÓRIO CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO da Prova Prática QUESTÃO 1: Cargo: D-46 Técnico em Química Metrologia Química Esboce um certificado de calibração com as informações mínimas obrigatórias que nele devem estar contidas. Use o formato a

Leia mais

Procedimentos de coleta de sangue. Práticas de Biomedicina ll Prof: Archangelo Padreca Fernandes

Procedimentos de coleta de sangue. Práticas de Biomedicina ll Prof: Archangelo Padreca Fernandes Procedimentos de coleta de sangue Práticas de Biomedicina ll Prof: Archangelo Padreca Fernandes Fases da realização do exame Fase pré-analítica: 46-68% dos erros. Fase analítica: 7-13% dos erros. Fase

Leia mais

phmetros e eletrodos eletrodos de ph¹ Características Especificações Técnicas Embalagem contém: equipamentos

phmetros e eletrodos eletrodos de ph¹ Características Especificações Técnicas Embalagem contém: equipamentos phmetros e eletrodos eletrodos de ph¹ Ideais para uso em rotinas de aferições de ph em soluções. Ampla possibilidade de uso em escolas, laboratórios, indústrias, universidades, centros de pesquisa, entre

Leia mais

Na figura 15 está apresentado um esquema da metodologia para a determinação de mercúrio total em tecidos da biota aquática.

Na figura 15 está apresentado um esquema da metodologia para a determinação de mercúrio total em tecidos da biota aquática. 44 5 PARTE EXPERIMENTAL 5.1 Biota Todas as amostras foram liofilizadas (processo de secagem da amostra baseado no fenômeno da sublimação). Este processo apresenta as vantagens de manter a estrutura do

Leia mais

Análise: Uma análise é um processo que fornece informações químicas ou físicas sobre os constituintes de uma amostra ou sobre a própria amostra.

Análise: Uma análise é um processo que fornece informações químicas ou físicas sobre os constituintes de uma amostra ou sobre a própria amostra. II.2 INTRODUÇÃO À QUÍMICA ANALÍTICA II.2.1 Análise, determinação e medida Análise: Uma análise é um processo que fornece informações químicas ou físicas sobre os constituintes de uma amostra ou sobre a

Leia mais

Cuidados com a amostra de líquor para fazer o VDRL

Cuidados com a amostra de líquor para fazer o VDRL Aula 3 Reação de VDRL em amostras de líquor A realização do VDRL em amostras de líquor é uma ferramenta fundamental para o diagnóstico da sífilis congênita ou da neurossífilis. Para analisar amostras de

Leia mais

Determinação de acidez em mel por potenciometria

Determinação de acidez em mel por potenciometria Página 1 de 5 1 Escopo Este método tem como objetivo determinar a acidez em mel. 2 Fundamentos Este método consiste na neutralização da solução ácida de mel, mediante o uso de uma solução de hidróxido

Leia mais

muda de marrom para azula (medida pela absorvância da luz em um comprimento de onda de 595 nm) é proporcional à concentração de proteína presente.

muda de marrom para azula (medida pela absorvância da luz em um comprimento de onda de 595 nm) é proporcional à concentração de proteína presente. ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS E APOSTILAS CITADOS ABAIXO. 1 Na determinação de uma proteína pelo método de Bradford, a cor de um corante muda de marrom para

Leia mais

CREATININA ENZIMÁTICA

CREATININA ENZIMÁTICA CREATININA ENZIMÁTICA Instruções de Uso Ref.:17 MS 1000901037 Finalidade. Sistema para a determinação da creatinina em soro, plasma e urina por reação de ponto final. [Somente para uso diagnóstico in vitro.]

Leia mais

PREPARAÇÃO, DILUIÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES

PREPARAÇÃO, DILUIÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES Porto, 21 de Março, 2014 Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente Laboratórios de Ciências do Ambiente I Módulo Química PREPARAÇÃO, DILUIÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES Relatório Turma 1 - Grupo 4 Docente:

Leia mais

Curso: FARMÁCIA Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Funcionamento do Espectrofotômetro. Glicemia. Professor: Dr.

Curso: FARMÁCIA Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Funcionamento do Espectrofotômetro. Glicemia. Professor: Dr. Curso: FARMÁCIA Disciplina: Bioquímica Clínica Título da Aula: Funcionamento do Espectrofotômetro. Glicemia. Professor: Dr. Fernando Ananias NOME: RA: ATIVIDADE PRÁTICA 1 A- ESPECTROFOTOMETRIA Espectroscopia

Leia mais

Física e Química A. Nomes: N.º s : T.ª: Como neutralizar resíduos de ácidos/bases do laboratório de Química da escola?

Física e Química A. Nomes: N.º s : T.ª: Como neutralizar resíduos de ácidos/bases do laboratório de Química da escola? Física e Química A 11ºAno - Química AL.2.3. Neutralização: uma reacção de ácido-base Ano lectivo: 2010/2011 Nomes: N.º s : T.ª: PARTE I - Introdução Questão problema Como identificar se os resíduos são

Leia mais

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE. Versão aluno

TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE. Versão aluno ESCOLA SECUNDÁRIA DE S. LOURENÇO EM PORTALEGRE ACTIVIDADE LABORATORIAL QUÍMICA 11º ANO TITULAÇÃO ÁCIDO-BASE Versão aluno O que se pretende: Conhecer processos para neutralizar resíduos de ácidos/bases

Leia mais

MODELO DE BULA (Profissionais de Saúde)

MODELO DE BULA (Profissionais de Saúde) MODELO DE BULA (Profissionais de Saúde) CPHD SMP 35 FRAÇÃO ÁCIDA cloreto de sódio + cloreto de potássio + associações APRESENTAÇÃO E FORMA FARMACÊUTICA Solução para hemodiálise bombona plástica de 5 ou

Leia mais

Aula 4 PREPARO DE SOLUÇÕES. META Introduzir técnicas básicas de preparo de soluções.

Aula 4 PREPARO DE SOLUÇÕES. META Introduzir técnicas básicas de preparo de soluções. PREPARO DE SOLUÇÕES META Introduzir técnicas básicas de preparo de soluções. OBJETIVOS Ao final desta aula o aluno deverá: Fornecer conhecimento necessário para o preparo de soluções. Calcular a concentração

Leia mais

Extracção de ADN de mancha de sangue por Chelex 100. Protocolo experimental:

Extracção de ADN de mancha de sangue por Chelex 100. Protocolo experimental: Extracção de ADN de mancha de sangue por Chelex 100 1. Num tubo eppendorf misturar 1ml de água desionizada estéril com uma mancha de sangue com aproximadamente 3mm²; 2. Incubar à temperatura ambiente no

Leia mais

Como preparar uma solução de sulfato do cobre e a sua diluição

Como preparar uma solução de sulfato do cobre e a sua diluição Escola Básica 2º e 3ºciclos de santo António Disciplina: Ciências Físico-Químicas Ano Lectivo: 2010/2011 Como preparar uma solução de sulfato do cobre e a sua diluição * Docente: Eugenia Temtem * Disciplina:

Leia mais

Aula S03: Validação em Análises Ambientais

Aula S03: Validação em Análises Ambientais LABORATÓRIO DE QUÍMICA AMBIENTAL 2º período de 2013 Aula S03: Validação em Análises Ambientais Prof. Rafael Sousa Departamento de Química UFJF www.ufjf.br/baccan NA QUÍMICA (ANALÍTICA) AMBIENTAL... Sonda

Leia mais

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 03. Física Geral e Experimental III 2012/1

Diretoria de Ciências Exatas. Laboratório de Física. Roteiro 03. Física Geral e Experimental III 2012/1 Diretoria de Ciências Exatas Laboratório de Física Roteiro 03 Física Geral e Experimental III 2012/1 Experimento: Dilatação Térmica de um Líquido 1. Dilatação Térmica de um Líquido Nesta tarefa será abordado

Leia mais

TUTORIAL LIMPEZA DE ESPELHO DE TELESCÓPIO NEWTONIANO: PROCEDIMENTOS, MATERIAIS E ETAPAS. Por: James Solon

TUTORIAL LIMPEZA DE ESPELHO DE TELESCÓPIO NEWTONIANO: PROCEDIMENTOS, MATERIAIS E ETAPAS. Por: James Solon TUTORIAL LIMPEZA DE ESPELHO DE TELESCÓPIO NEWTONIANO: PROCEDIMENTOS, MATERIAIS E ETAPAS. Por: James Solon Com o passar do tempo e principalmente do uso, os espelhos dos telescópios de modelo Newtoniano

Leia mais

FORNO ELÉTRICO VCC-8028

FORNO ELÉTRICO VCC-8028 Manual de Instruções FORNO ELÉTRICO VCC-8028 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO Leia atentamente as informações contidas neste manual antes de usar o aparelho. INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA: 1. Antes de utilizar o

Leia mais

PREMIER Hb9210. Produto

PREMIER Hb9210. Produto PREMIER Hb9210 Produto Utilizando nossa tecnologia patenteada de afinidade, o Premier Hb9210 oferece resultados precisos, livre de interferências, em um pacote rápido e altamente confiável. Oferecendo

Leia mais

INSTRUÇÕES DE USO PRODUTO DE USO MÉDICO PRODUTO NÃO ESTÈRIL

INSTRUÇÕES DE USO PRODUTO DE USO MÉDICO PRODUTO NÃO ESTÈRIL INSTRUÇÕES DE USO NOME TÉCNICO: Caixa/Estojo para Instrumental Cirúrgico NOME COMERCIAL: Caixa para Instrumental Cirúrgico PRODUTO DE USO MÉDICO PRODUTO NÃO ESTÈRIL ATENÇÃO: Ler atentamente todas as instruções

Leia mais

Este documento contém 7 páginas e só pode ser reproduzido com autorização formal prévia do IBEC. Docto. n. DMT015 Rev. 3.

Este documento contém 7 páginas e só pode ser reproduzido com autorização formal prévia do IBEC. Docto. n. DMT015 Rev. 3. LABORATÓRIO CLIMÁTICO Doc Path: Z:\Qualidade\6 - Registros SQ\Rg012_Documentos\DMT - Doctos treinamento\dmt015 - Apresentação Lab Climatico\DMT015r3-0_Apresentacao_CLIM (TCL001).doc Este documento contém

Leia mais

Resolução UNIFESP 2015

Resolução UNIFESP 2015 Resolução UNIFESP 2015 1-Utilizando o aparato indicado na figura, certo volume de solução aquosa de sulfato de cobre(ii) hidratado foi colocado dentro do béquer. Quando o plugue foi conectado à tomada

Leia mais

Lista de Exercício. Professor: Cassio Pacheco Disciplina: Química 2 Ano Data de entrega: 04/03/2016. Concentração Comum

Lista de Exercício. Professor: Cassio Pacheco Disciplina: Química 2 Ano Data de entrega: 04/03/2016. Concentração Comum Professor: Cassio Pacheco Disciplina: Química 2 Ano Data de entrega: 04/03/2016 Lista de Exercício Concentração Comum 1- Num balão volumétrico de 250 ml adicionam-se 2,0g de sulfato de amônio sólido; o

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE TRIGLICÉRIDOS E COLESTEROL

DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE TRIGLICÉRIDOS E COLESTEROL DETERMINAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE TRIGLICÉRIDOS E COLESTEROL Determinação da concentração plasmática de triglicéridos por um método enzimático O conteúdo em triglicéridos pode ser determinado

Leia mais

Prescale e Software FPD-8010E.

Prescale e Software FPD-8010E. Prescale e Software FPD-8010E. Prescale é um filme para medição de pressão, desenvolvido pela Fujifilm. Quando se exerce uma pressão entre as duas superfícies, as micro-cápsulas se rompem tingindo as áreas

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO ph DE AMOSTRAS DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ

DETERMINAÇÃO DO ph DE AMOSTRAS DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ DETERMINAÇÃO DO DE AMOSTRAS DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CAMBORIÚ Leticia Gubertt 1 ; Vitor Terra Munari da Silveira 2 ; Ana Cristina Franzoi Teixeira 3 ; Adriano Martendal

Leia mais

PROTOCOLO DE UTILIZAÇAO

PROTOCOLO DE UTILIZAÇAO PROTOCOLO DE UTILIZAÇAO Hibridação para cortes de tecidos preservados em parafina Materiais fornecidos: DNA marcado com moléculas fluorescentes (sonda). Buffer(tampão) de Hibridação Reativos para preparar

Leia mais

Teste rápido para diagnóstico de hepatite B. Aula 3. Princípio do teste VIKIA HBsAg

Teste rápido para diagnóstico de hepatite B. Aula 3. Princípio do teste VIKIA HBsAg Aula 3 Teste rápido para diagnóstico de hepatite B Princípio do teste VIKIA HBsAg Os testes rápidos utilizados para triagem da infecção pelo vírus da hepatite B (HBV) baseiamse na técnica de imunocromatografia

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas Medicina Veterinária Zoonoses. Diagnóstico laboratorial Brucelose TESTE DO 2-MERCAPTOETANOL

Universidade Federal de Pelotas Medicina Veterinária Zoonoses. Diagnóstico laboratorial Brucelose TESTE DO 2-MERCAPTOETANOL Universidade Federal de Pelotas Medicina Veterinária Zoonoses Diagnóstico laboratorial Brucelose TESTE DO 2-MERCAPTOETANOL Teste do 2-ME Confirmativa (infecção crônica) Laboratório credenciado / oficial

Leia mais

Equipe de Química QUÍMICA

Equipe de Química QUÍMICA Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 12R Ensino Médio Equipe de Química Data: QUÍMICA Mistura de soluções que não reagem entre si: Misturas de soluções de mesmo soluto quando misturamos soluções de mesmo

Leia mais

KITS DE EXTRAÇÃO DNA E RNA

KITS DE EXTRAÇÃO DNA E RNA ACERTE COM PRECISÃO KITS DE EXTRAÇÃO DNA E RNA A Linha Biopur para extração e purificação de DNA e RNA possui kits variados com tecnologia para procedimentos manual (Mini Spin e Mini Cent) e para automação

Leia mais

ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 12º ANO. Produção de BIODIESEL a partir de óleo alimentar usado

ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 12º ANO. Produção de BIODIESEL a partir de óleo alimentar usado ACTIVIDADE LABORATORIAL - QUÍMICA 12º ANO Produção de BIODIESEL a partir de óleo alimentar usado 1. Objectivo: Reutilizar os óleos vegetais rejeitados 2. O que se pretende: 2.1 Seleccionar material adequado

Leia mais

Distribuidor Exclusivo Beacon Analytical Systems Inc. MICROCISTINA PLACA. Cat # Procedimentos de Análise

Distribuidor Exclusivo Beacon Analytical Systems Inc. MICROCISTINA PLACA. Cat # Procedimentos de Análise MICROCISTINA PLACA Cat # 20-0068 Procedimentos de Análise Rev. 30/10/2014 PÁGINA EM BRANCO Rev. 30/10/2014 INSTRUÇÕES DE ANÁLISE Introdução KIT BEACON MICROCISTINA PLACA O Kit Beacon Microcistina - Placa

Leia mais

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS POP: I123 Página 1 de 8 1. Sinonímia Quantificação da carga viral do HIV-1. 2. Aplicabilidade Bioquímicos, auxiliares técnicos e estagiários do setor de Imunologia. 3. Aplicação clínica O Vírus da Imunodeficiência

Leia mais

Ficha de Dados de Segurança

Ficha de Dados de Segurança 1 Identificação do Produto / Reagente e da Empresa PCR CONTROLE NEGATIVO MSDS 0017 Pág 1/3 1.1 Nome comercial: PCR Controle Negativo Código: 13000 1.2 FABRICANTE: OMEGA DIAGNOSTICS LTD. Omega House, Hillfoots

Leia mais

Química. APL 1.6 Funcionamento de um sistema-tampão: titulação ácido forte-base fraca (HCl e Na 2 CO 3 )

Química. APL 1.6 Funcionamento de um sistema-tampão: titulação ácido forte-base fraca (HCl e Na 2 CO 3 ) Química APL 1.6 Funcionamento de um sistema-tampão: titulação ácido forte-base fraca (HCl e Na 2 CO 3 ) Luísa Neves, 12ºCT 09 de março de 2015 Índice Introdução...2 Material e Reagentes...3 Procedimento..4

Leia mais

PÓ DE CARVÃO MINERAL PARA FUNDIÇÃO - DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ENXOFRE TOTAL PELO PROCESSO DE ESCHKA (GRAVIMETRIA)

PÓ DE CARVÃO MINERAL PARA FUNDIÇÃO - DETERMINAÇÃO DO TEOR DE ENXOFRE TOTAL PELO PROCESSO DE ESCHKA (GRAVIMETRIA) SUMÁRIO Método de Ensaio Folha : 1 de 6 1_ Objetivo 2_ Documentos a consultar 3_ Princípio do método 4_ Definição 5_ Aparelhagem/reagentes 6_ Preparação das soluções 7_ Execução do ensaio 8_ Segurança

Leia mais

4024 Síntese enantioseletiva do éster etílico do ácido (1R,2S)-cishidroxiciclopentano-carboxílico

4024 Síntese enantioseletiva do éster etílico do ácido (1R,2S)-cishidroxiciclopentano-carboxílico 4024 Síntese enantioseletiva do éster etílico do ácido (1R,2S)-cishidroxiciclopentano-carboxílico H levedura C 8 H 12 3 C 8 H 14 3 (156,2) (158,2) Classificação Tipos de reação e classes de substâncias

Leia mais

ESPUMA PARA TELHAS. Data: 13/01/12 Pág. 1 de 7

ESPUMA PARA TELHAS. Data: 13/01/12 Pág. 1 de 7 Data: 13/01/12 Pág. 1 de 7 Dados técnicos: Base Poliuretano Consistência Espuma estável Sistema de endurecimento Polimerização pela humidade do ar Formação de pele Ca. 8 min. (20 C/65% H.R.) Tempo de secagem

Leia mais

EMPRESA Nome do Fabricante: Ambiente Produtos de Limpeza Ltda. Rua João Carniel nº 910 Bairro Carniel Gramado/RS Telefone/Fax: (54) /3286.

EMPRESA Nome do Fabricante: Ambiente Produtos de Limpeza Ltda. Rua João Carniel nº 910 Bairro Carniel Gramado/RS Telefone/Fax: (54) /3286. Produto: Detergente Neutro RCD Ambientare Página 1 de 5 1. Identificação do Produto e da Empresa PRODUTO Nome do Produto: Detergente Neutro RCD Ambientare Registro M.S. nº: Produto Notificado na Anvisa/MS

Leia mais

SEGURANÇA EM LABORATÓRIO

SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Por que devemos nos preocupar com a segurança nos Laboratórios? SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Declaração dos Direitos Humanos: Todo ser humano tem direito à vida Preservação da vida Por que os acidentes acontecem?

Leia mais

SurTec 872 Processo de Cromo Decorativo

SurTec 872 Processo de Cromo Decorativo SurTec 872 Processo de Cromo Decorativo 1- DESCRIÇÃO O SurTec 872 é uma mistura de catalisadores e ácido crômico desenvolvido especialmente, para um processo de cromação decorativa de alto desempenho.

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/2013

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/2013 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Data da última revisão: 23/03/2013 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Refil para apagador 150N Flip Top. CARACTERÍSTICA: Refil (Feltro) para

Leia mais

FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS

FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS FOLHA DE CAPA TÍTULO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PINTURA NUMERO ORIGINAL NÚMERO COMPAGAS FOLHA ET-6000-6520-940-TME-016 ET-65-940-CPG-016 1 / 7 CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS ESTA FOLHA DE CONTROLE INDICA EM

Leia mais

Protocolo de pré-desinfecção/lavagem manual e de esterilização do conjunto peça de mão e cabo Piezotome SATELEC

Protocolo de pré-desinfecção/lavagem manual e de esterilização do conjunto peça de mão e cabo Piezotome SATELEC Protocolo de pré-desinfecção/lavagem manual e de esterilização do conjunto peça de mão e cabo Piezotome SATELEC Avisos Não utilize esfregões ou produtos de limpeza abrasivos. Evite usar soluções que contenham

Leia mais

APÊNDICE A - Calibração do Forno de Redução

APÊNDICE A - Calibração do Forno de Redução APÊNDICE A - Calibração do Forno de Redução A calibração do forno de redução Combustol para o conhecimento da temperatura real em seu centro, foi realizada com base num indicador digital de temperatura,

Leia mais

para Condutividade e TDS Guia Seletivo

para Condutividade e TDS Guia Seletivo Utilize o quadro abaixo para encontrar o medidor de conductividade ou TDS mais adequado para a sua aplicação. Veja as páginas 0-3 para informações adicionais sobre os medidores. para e TDS Guia Seletivo

Leia mais

Universidade Federal Rural de Pernambuco

Universidade Federal Rural de Pernambuco Universidade Federal Rural de Pernambuco Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal Área de Biofísica Medindo o potencial Hidrogeniônico Prof. Romildo Nogueira 1. Entendendo as bases A manutenção da

Leia mais

VEDACIT RÁPIDO CL. Produto pronto para o uso. Misturar o produto antes da aplicação, utilizando ferramenta limpa a fim de evitar a sua contaminação.

VEDACIT RÁPIDO CL. Produto pronto para o uso. Misturar o produto antes da aplicação, utilizando ferramenta limpa a fim de evitar a sua contaminação. Produto VEDACIT RÁPIDO CL proporciona rápido endurecimento e resistências iniciais ao cimento. Não deve ser usado em concretos estruturais armados e nem em argamassas armadas. Características Densidade:

Leia mais

CALIBRAÇÃO GRAVIMÉTRICA DE INSTRUMENTOS DOSEADORES DE LÍQUIDOS UTILIZADOS EM AMBIENTE CLÍNICO

CALIBRAÇÃO GRAVIMÉTRICA DE INSTRUMENTOS DOSEADORES DE LÍQUIDOS UTILIZADOS EM AMBIENTE CLÍNICO CALIBRAÇÃO GRAVIMÉTRICA DE INSTRUMENTOS DOSEADORES DE LÍQUIDOS UTILIZADOS EM AMBIENTE CLÍNICO Elsa Batista, Luis Sousa 2, Luis Ribeiro, Nelson Almeida, Eduarda Filipe, Rui F. Martins 2 Instituto Português

Leia mais

4023 Síntese do éster etílico do ácido 2-cicclopentanona carboxílico a partir do éster dietílico do ácido adípico

4023 Síntese do éster etílico do ácido 2-cicclopentanona carboxílico a partir do éster dietílico do ácido adípico NP 4023 Síntese do éster etílico do ácido 2-cicclopentanona carboxílico a partir do éster dietílico do ácido adípico NaEt C 10 H 18 4 Na C 2 H 6 C 8 H 12 3 (202,2) (23,0) (46,1) (156,2) Classificação Tipos

Leia mais

ARGAMASSA ESTRUTURAL 250

ARGAMASSA ESTRUTURAL 250 Produto ARGAMASSA ESTRUTURAL 250 é uma argamassa bicomponente à base de cimento e polímeros acrílicos que, depois da mistura, resulta numa argamassa coesa, tixotrópica e de fácil moldagem. O produto apresenta

Leia mais

OMELETE DE CLARAS. Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino. Informações Técnicas. SINÔNIMOS: Albumina

OMELETE DE CLARAS. Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino. Informações Técnicas. SINÔNIMOS: Albumina Informações Técnicas OMELETE DE CLARAS Uma opção proteica metabolizada para seu póstreino SINÔNIMOS: Albumina O omelete trata-se de uma opção proteica com 22g de proteína na porção. Uma excelente alternativa

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO Página 1 de 5 1. NOME DO MEDICAMENTO VETERINÁRIO PORCILIS APP, suspensão injetável para suínos 2. COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA Cada dose de 2 ml contém:

Leia mais

Determinação de Umidade e Voláteis e de Proteína em Cortes de Aves por Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIR)

Determinação de Umidade e Voláteis e de Proteína em Cortes de Aves por Espectroscopia de Infravermelho Próximo (NIR) Página 1 de 5 1 Escopo O MET tem por objetivo descrever a metodologia utilizada pelo POA para a determinação do teor de umidade e voláteis simultaneamente com o teor de proteína em amostras de cortes de

Leia mais

PANDOLFO E CARDOSO LTDA Sabonete Líquido Bell Plus Higgie Soft

PANDOLFO E CARDOSO LTDA Sabonete Líquido Bell Plus Higgie Soft PAGINA 1 DE 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO: SABONETE LÍQUIDO ANTISSÉPTICO BELL PLUS COM TRICLOSAN 0,5% CÓDIGO INTERNO DE IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO: SLATR NOME DA EMPRESA: PANDOLFO

Leia mais

Ficha de Dados de Segurança

Ficha de Dados de Segurança Solução ácida de eluição (Solução 1) Pág 1/3 1 Identificação do Produto / Reagente e da Empresa DETALHES DO PRODUTO Nome comercial: Solução ácida de eluição (Solução 1) Nº do Artigo: Descrição: Solução

Leia mais

Centro Universitário Anchieta Análise Química Instrumental 2016/1 Semestre - Prof.Ms. Vanderlei I. Paula Lista 3A Nome: RA

Centro Universitário Anchieta Análise Química Instrumental 2016/1 Semestre - Prof.Ms. Vanderlei I. Paula Lista 3A Nome: RA Centro Universitário Anchieta Análise Química Instrumental 2016/1 Semestre - Prof.Ms. Vanderlei I. Paula Lista 3A Nome: RA 1) Qual é a relação entre *(a) absorbância e transmitância? (b) absortividade

Leia mais

TOXICOLOGIA FORENSE 29/10/2007

TOXICOLOGIA FORENSE 29/10/2007 TOXICOLOGIA FORENSE 29/10/2007 TOXICOLOGIA RAMOS DE ESTUDO Toxicologia Experimental Toxicidade - Prevenção Toxicologia Analítica Toxicante - Diagnóstico químico Toxicologia Clínica Intoxicação - Tratamento

Leia mais

PROPRIEDADES COLIGATIVAS DAS SOLUÇõES

PROPRIEDADES COLIGATIVAS DAS SOLUÇõES PROPRIEDADES COLIGATIVAS DAS SOLUÇõES Propriedades coligativas são propriedades de uma solução que dependem exclusivamente do número de partículas do soluto dissolvido e não da sua natureza. Cada uma dessas

Leia mais

Secretaria Nacional de Segurança Pública PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP) PERÍCIA CRIMINAL

Secretaria Nacional de Segurança Pública PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP) PERÍCIA CRIMINAL Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP) PERÍCIA CRIMINAL POP nº 2.3 - GENÉTICA FORENSE Publicado em SET/2013 PRESERVAÇÃO E ENVIO DE VESTÍGIOS

Leia mais

TERMO-HIGRÓMETRO COM DATA LOGGER MODELO CTR313

TERMO-HIGRÓMETRO COM DATA LOGGER MODELO CTR313 TERMO-HIGRÓMETRO COM DATA LOGGER CTR313 Medidor portátil, muito fácil de usar, com tempo de resposta elevado, sendo um equipamento ideal para higiene e segurança no trabalho, monitorizações contínuas de

Leia mais

4 SANEAMENTO BÁSICO DEMANDA BIOQUÍMICA DE OXIGÊNIO - DBO

4 SANEAMENTO BÁSICO DEMANDA BIOQUÍMICA DE OXIGÊNIO - DBO CARGA DE DBO É o produto da DBO pela vazão média do efluente. Exemplo: Dada a DBO 5 = 250mg/L para determinado esgoto com vazão de 500 L/s, a carga de DBO será: Carga de DBO = 250 mg/l x 500 L/s = 125000

Leia mais

P ROC E D I M E N T O O P E R A C I O N A L P A D R Ã O

P ROC E D I M E N T O O P E R A C I O N A L P A D R Ã O Encaminhamos pela presente, Norma e Procedimento que implanta e define a sistemática de do HOSPITAL SANTA ROSA. Controle Nome/Cargo Assinatura Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Givanildo Vieira

Leia mais

Multi-Uso Utilizável em qualquer tipo de superfície e equipamento.

Multi-Uso Utilizável em qualquer tipo de superfície e equipamento. Detergente Vero Plus Detergente de Uso Geral Econômico A concentração de ativos torna o Detergente Vero Plus um produto econômico no uso, requerendo uma pequena quantidade para uma limpeza eficiente. Versátil

Leia mais

BT 0023 BOLETIM TÉCNICO RESINA HEC 010_ENDURECEDOR HEH

BT 0023 BOLETIM TÉCNICO RESINA HEC 010_ENDURECEDOR HEH BT 0023 BOLETIM TÉCNICO RESINA HEC 010_ENDURECEDOR HEH 2000 Elaborador: Verificadores: Aprovador: Resina HEC 010_Endurecedor HEH 2000 Resina epóxi para laminação

Leia mais

A) Se a massa molar do composto C é 76 g.mol 1, determine as fórmulas químicas para os compostos A, B, C, D e E.

A) Se a massa molar do composto C é 76 g.mol 1, determine as fórmulas químicas para os compostos A, B, C, D e E. VTB 2008 2ª ETAPA Solução Comentada da Prova de Química 01. Na análise de 5 (cinco) diferentes compostos (A, B, C, D e E) formados apenas por nitrogênio e oxigênio, observou-se que as relações de massas

Leia mais

ERRO E TRATAMENTO DE DADOS ANALÍTICOS

ERRO E TRATAMENTO DE DADOS ANALÍTICOS Universidade Federal de Juiz de Fora Instituto de Ciências Exatas Departamento de Química Introdução a Analise Química - I sem/2013 Profa Ma Auxiliadora - 1 Disciplina QUIO94 - Introdução à Análise Química

Leia mais

FISPQ FICHA DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS

FISPQ FICHA DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUIMICOS FISPQ n : 004 Data última revisão: 06/05/2011 Página:1/5 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do Produto: Amaciante Blanc Nome da Empresa: Class Industria Química Endereço: Rua Claudino Gazzi,

Leia mais

ARGAMASSA ESTRUTURAL 251 F

ARGAMASSA ESTRUTURAL 251 F Produto ARGAMASSA ESTRUTURAL 251 F é uma argamassa bicomponente à base de cimento, polímeros acrílicos e fibras sintéticas que, depois da mistura, resulta numa argamassa coesa, tixotrópica e de fácil moldagem.

Leia mais

CO 2 PRINCÍPIO. REVISÃO ANUAL Revisto por: Data. Data APLICAÇÃO

CO 2 PRINCÍPIO. REVISÃO ANUAL Revisto por: Data. Data APLICAÇÃO Sistemas SYNCHRON CX Ficha de Informação Química Copyright 2007 Beckman Coulter, Inc. CO 2 Dióxido de carbono N.º de Referência do Conjunto 450214, 472515 N.º de Referência do Conjunto 443320, 443330,

Leia mais

MEDIDOR DE PH DIGITAL DE BOLSO À PROVA D ÁGUA MODELO PH-1800

MEDIDOR DE PH DIGITAL DE BOLSO À PROVA D ÁGUA MODELO PH-1800 MANUAL DE INSTRUÇÕES MEDIDOR DE PH DIGITAL DE BOLSO À PROVA D ÁGUA MODELO PH-1800 TERMOS DE GARANTIA Este aparelho é garantido contra possíveis defeitos de fabricação ou danos, que se verificar por uso

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) Página 1 de 7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código interno: 12011 Empresa: BOMBRIL S/A TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 014 8110 2 - COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES

Leia mais