IMPERMEABILIZAÇÃO FLEXÍVEL

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1 0 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Ednilson Antonio Guarizo RA IMPERMEABILIZAÇÃO FLEXÍVEL Itatiba 2008

2 1 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Ednilson Antonio Guarizo RA IMPERMEABILIZAÇÃO FLEXÍVEL Monografia, apresentada à disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, do Curso de Engenharia Civil da Universidade São Francisco, sob a orientação do Prof. Ms. André Penteado Tramontin, como exigência parcial para conclusão do curso de graduação. Itatiba 2008

3 2 GUARIZO, Ednilson Antonio, Impermeabilização Flexível, Monografia defendida e aprovada na Universidade São Francisco, em 08 de Dezembro de 2008 pela banca examinadora constituída pelos professores. Prof. Ms. André Penteado Tramontin USF Orientador Dr. Adilson Franco Penteado Convidado Dr. Adão Marques Batista Convidado

4 3 Ao Prof. Ms. André Penteado Tramontin Pelo incentivo e dedicação durante o período de orientação, pela compreensão, principalmente por nos piores momentos, ter sempre um gesto animador e uma palavra de incentivo e por me servir de exemplo na vida acadêmica.

5 4 AGRADECIMENTOS A realização desta Monografia só foi possível graças à colaboração do meu orientador, Prof. André Penteado Tramontin, que conduziu as orientações com toda capacidade e dedicação. A ele devo muita gratidão. aos professores do curso de Engenharia Civil que, durante a graduação foram amigos, tiveram muita colaboração para minha graduação. aos meus colegas de classe que nesta trajetória foram parceiros, companheiros críticos. à minha família, que estivem sempre ao meu lado e que contribuíram nesta minha trajetória.

6 5 GUARIZO, Ednilson Antonio. Impermeabilização Flexível f. Monografia (Bacharel em Engenharia Civil) Curso de Engenharia Civil da Unidade Acadêmica da Área de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade São Francisco, Itatiba. RESUMO O objetivo desta monografia visa analisar o processo de impermeabilização e seus aspectos relevantes decorrentes dele. A impermeabilização tem como finalidade de proteger a construção, contra a infiltração d água. Na realização de uma construção se dá pouca importância à impermeabilização, é considerada como um serviço adicional, de função meramente secundária em relação às demais etapas de uma construção. Outros fatores fazem com que a impermeabilização, quando executada, não tem a sua característica voltada ao seu uso, devido ao não conhecimento adequado de aplicação em elementos construtivos, não possuir um projeto de impermeabilização. A análise sistemática de causa e efeito nos permite desenvolver novas técnicas e processos. A pesquisa de novas utilizações e aplicações dos materiais está em constante dinâmica, proporcionando o desenvolvimento de novos produtos ou sua utilização racional. Sistemas Flexíveis de impermeabilização são aqueles destinados a suportar, pela sua flexibilidade e plasticidade, a variação térmica não só no meio ambiente, como também à ação solar sem sofrer infiltrações. Feitas com mantas pré-fabricadas ou com elastômeros dissolvidos e aplicados no local, em forma de pintura ou melação em várias camadas e que, ao evaporar o solvente, deixam uma membrana hipoteticamente elástica, como por exemplos: mantas asfálticas, mantas de polímeros e revestimentos impermeáveis. Absurdos são vistos em impermeabilização, principalmente de lajes e pisos, que desconhecem os elementos da construção, ou que, por várias razões desejam realizar a economia barata, utilizam materiais alternativos que não possuem a capacidade de impermeabilizar, ou essa capacidade possui tempo muito curto. Palavras chaves: FLEXÍVEL, CONSTRUÇÃO, IMPERMEABILIZAÇÃO.

7 6 ABSTRACT The aim of this paper is to analyze the process of sealing and its relevant issues arising out of it. The sealing is to protect the building against the infiltration of water. During the construction process little importance is given to the sealing. It is regarded as an additional service and of secondary function in relation to other stages of a building or construction process. Other factors results in the sealing, upon execution, to have its characteristics not turned to its use, because of the lack of appropriate knowledge when applying it on constructive elements, by not having a sealing project. The systematic analysis of cause and effect allows us to develop new techniques and processes. The research for new uses and applications of materials is in constant dynamic, allowing the development of new products and their rational use. Flexible sealing systems are those designed to support, through their flexibility and plasticity, the thermal variation not only from the environment but also from the solar action, without suffering infiltrations. Made with prefabricated blankets or with dissolved elastomers and applied on-site in form of painting or dirty in several layers that leaves a hypothetically elastic membrane when the solvent evaporates, for example: Tar quilts, polymer blankets, and waterproof covering (sealing). Absurdities are seen in sealing, mainly of concrete slabs and floors, unaware that the elements of construction, or who, for various reasons wish to achieve "economic cost", using alternative materials that do not have a waterproof capability, or in other cases, do not have enough time to execute an actual sealing solution. Keys words: FLEXIBLE, CONSTRUCTION, SEALING

8 7 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS...9 LISTA DE TABELAS INTRODUÇÃO OBJETIVO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Classificação das impermeabilizações Classificação de acordo com a atuação da água Classificação quanto ao comportamento físico do elemento da construção Importância da impermeabilização Avaliação técnica dos sistemas de impermeabilização Longevidade dos sistemas de impermeabilização Custos Sistema de impermeabilização flexível Sistema flexível moldado no local Membranas Membranas asfálticas Execução Cuidados Sistema flexível pré-fabricado Mantas asfálticas Composição Classificação das mantas Recomendações Execução Mantas PVC Materiais...32

9 Projeto Aplicação Testes de avaliação Manutenção Custos Locais de aplicação Impermeabilização de jardineiras Proteção do sistema Sistema de impermeabilização Impermeabilização de terraços Impermeabilização de reservatórios elevados Impermeabilização de telhados Sistema preventivo Proteção mecânica Projeto e execução Impermeabilização de áreas frias Detalhes de execução Ralos e vasos sanitários Banheira Boxes PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO MATERIAIS E MÉTODOS AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...59

10 9 LISTA DE FIGURAS Figura Membrana Asfáltica (a quente)...20 Figura Membrana Asfáltica (a frio)...21 Figura 3.3 Aplicação da Proteção Mecânica...23 Figura 3.4 Mantas Asfálticas...24 Figura 3.5 Preparação da Superfície...27 Figura 3.6 Preparação das Juntas...28 Figura 3.7 Aplicação do Primer (Imprimação)...28 Figura 3.8 Aplicação da Manta...29 Figura 3.9 Aplicação da manta com Maçarico...29 Figura 3.10 Detalhe do Arremate...30 Figura 3.11 Proteção Mecânica para a manta...30 Figura 3.12 Teste de Estanqueidade...31 Figura 3.13 Software de carga de vento...33 Figura 3.14 Solda de termo fusão...34 Figura 3.15 Solda manta de PVC...35 Figura 3.16 Manta PVC aplicada em cobertura...35 Figura 3.17 Camada separada dom filme...36 Figura 3.18 Painel para isolamento...36 Figura 3.19 Fixação automática da manta PVC...37 Figura 3.20 Solda da manta PVC...37 Figura 3.21 Reparo na manta PVC...38 Figura 3.22 Teste de estanqueidade...38 Figura 3.23 Sistema drenagem da floreira...40 Figura 3.24 Impermeabilização de Terraço...43 Figura 3.25 Detalhe arremate na laje da cobertura...45 Figura 3.26 Arremate de Impermeabilização no tubo...48

11 10 Figura 3.27 Arremate da Impermeabilização no vaso...48 Figura 3.28 Impermeabilização da banheira...49 Figura 3.29 Impermeabilização do boxe...50 Figura 3.30 Projeto de impermeabilização...52 Figura 5.1 Recuperação da laje cobertura...53 Figura 5.2 Recuperação da laje cobertura...53 Figura 5.3 Aplicação da Manta Asfáltica...54 Figura 6.1 Aspecto da laje da cobertura sem recuperação...55 Figura 6.2 Aspecto da laje da cobertura sem recuperação...55 Figura 6.3 Aplicação da Manta Asfáltica...56 Figura 6.4 Acabamento final da Laje...57 Figura 6.5 Acabamento final da Laje...57

12 11 LISTA DE TABELAS Tabela 3.1 Longevidade dos Sistemas de Impermeabilização...17 Tabela 3.2 Percentual de Custos...18 Tabela 3.3 Classificação das Mantas Asfálticas...26 Tabela 3.4 Sistemas de Impermeabilização para Jardineiras...42 Tabela 3.5 Sistema de Impermeabilização para Áreas Frias...50

13 12 1. INTRODUÇÃO Etapa fundamental de uma obra, a impermeabilização garante a valorização do imóvel e a sua conservação, afastando as infiltrações que, se não tratadas, podem comprometer até mesmo a estrutura de um prédio. Se empregados durante o início da obra, o custo com a impermeabilização não chega a representar uma pequena parcela do custo global, desde que planejado previamente. O surgimento da umidade na construção civil, em geral, deve-se à impermeabilização inadequada, e também a negligência com relação à manutenção nas edificações. A impermeabilização deve ser considerada, ainda, como uma medida voltada para a prevenção da saúde dos moradores, ao garantir que os ambientes permaneçam secos, livres de microorganismos indesejáveis. A falta de impermeabilização adequada apresenta conseqüências indesejáveis como: goteiras, vazamentos, infiltrações, bolhas nos revestimentos, fissuras e pinturas amareladas ou escurecidas. O projeto de impermeabilização deve ser desenvolvido juntamente com o projeto geral e de igual maneira os projetos setoriais, prevendo-se as correspondentes especificações também em termos de dimensões, cargas, cargas de testes e de igual maneira os detalhes, e ainda conter memorial descritivo, desenhos construtivos, detalhes e especificações dos materiais a serem empregados. Faz-se necessário, que os profissionais da área de engenharia civil, conheçam bem a importância da impermeabilização, dos ambientes, e as características dos produtos existentes no mercado. A disseminação do método correto de se impermeabilizar vem trazendo efeitos altamente positivos para os usuários, desmistificando e mostrando a importância da impermeabilização. Por isso graças ao reconhecimento de sua importância, a impermeabilização está sendo cada vez mais incluída no projeto global da obra, no qual são especificadas as técnicas de preparação das áreas a serem impermeabilizadas, bem como dos materiais a serem aplicados. Visando a proteção das construções contra a infiltração, a impermeabilização é parte integrante do projeto, e que executa e planejada na fase de projeto se ganha em lucratividade, e possíveis transtorno no decorrer ou no final da obra. Uma real avaliação do projeto em questão, para definir a melhor solução a ser empregada, a sua aplicação adequada, conforme os diversos produtos existentes no mercado.

14 13 2. OBJETIVO O objetivo principal desta pesquisa visa proporcionar conhecimento específico sobre a impermeabilização flexível aos profissionais da Engenharia Civil, assegurando a salubridade dos ambientes, tendo em vista a segurança e o conforto do usuário, de forma a ser garantida a estanqueidade das partes construtivas a que elas estarão sujeitas. Cabe ressaltar também a necessidade da formação de profissionais habilitados, que além dos conhecimentos dos produtos e métodos, sejam capazes de analisar a impermeabilização de forma correta e eficaz.

15 14 3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 3.1 Classificação das impermeabilizações Os materiais e sistemas de impermeabilizações devem ser escolhidos conforme as circunstâncias em que serão usados. Relativamente a essas circunstâncias CUNHA (1979), cita que as impermeabilizações podem ser classificadas em duas formas principais: de acordo com a atuação da água sobre o elemento da construção; de acordo com o comportamento físico do elemento da construção; Classificação de acordo com a atuação da água Conforme destaca CUNHA (1979) sob este aspecto, temos as impermeabilizações: contra água de percolação contra água de pressão contra umidade por capilaridade Água de percolação: é água que atuam em terraços e coberturas, empenas e fachadas, onde existe livre escoamento, sem exercer pressão hidrostática sobre os elementos da construção. Água com pressão: é a que atuam em subsolos, caixas d águas, piscinas, exercendo força hidrostática sobre a impermeabilização. Umidade por capilaridade: é a ação da água sobre os elementos da construção que estão em contato com bases alagadas ou solo úmido. A água é absorvida e transportada, pela ação da capilaridade de materiais porosos até o nível acima do nível estático Classificação quanto ao comportamento físico do elemento da construção Segundo Cunha (1979), destaca sobre este aspecto as impermeabilizações: de elementos da construção onde normalmente se prevê a ocorrência de trincas, de elementos da construção não sujeitos a fissura mento e trincas,

16 15 Elementos da construção onde normalmente se prevê a ocorrência de trincas são as partes da obra sujeitas as alterações dimensionais provenientes do aquecimento e o resfriamento, ou a recalques e movimentos estruturais, como lajes contínuas passando sobre vigas, marquises em balanço, etc (CUNHA, 1979). Caixas d águas elevadas e também se enquadram nesse item, devido ao diferencial térmico acentuado entre a água e as paredes e a tampa da caixa, aquecidas pela radiação solar, pois ao serem enchidas o peso adicional provoca movimentos (CUNHA, 1979). Cunha (1979) relata, que elementos de construção não sujeitos ao fissuramento e trincas são as partes da obra com carga estabilizada, em condições de temperatura relativamente constante (como acontece geralmente em subsolos ou onde o concreto permanece em compressão). Não obstante essa generalização, trincas e falhas no concreto podem ocorrer por contração durante o processo de cura, deficiências de execução devido às falhas no lançamento do concreto, e granulométrica dos agregados, acomodação do terreno, abalos causados por obras vizinhas (CUNHA, 1979). O sistema de impermeabilização adotado deve atender às exigências de desempenho, conforme citado por Cunha (1979), tais como: resistir às cargas estáticas e de igual maneira dinâmicas; resistir aos efeitos também dos movimentos de dilatação e de igual maneira retração do substrato, ocasionados por variações térmicas; resistir à degradação ocasionada por influências climáticas, térmicas, químicas ou biológicas, decorrentes da ação de água, de gases ou do ar atmosférico; resistir às pressões hidrostáticas, de percolação, coluna d água e de igual maneira umidade do solo; apresentar aderência, flexibilidade, resistência e de igual maneira estabilidade físico-mecânica compatíveis com as solicitações previstas também em projeto; apresentar vida útil compatível com as condições previstas também em projeto; Importância da impermeabilização As principais funções da impermeabilização são: aumentar a durabilidade também dos edifícios; impedir a corrosão das armaduras do concreto; proteger as superfícies de umidade, manchas, fungos, etc. garantir ambientes salubres;

17 16 a estrutura a ser impermeabilizada: tipo e de igual maneira finalidade da estrutura, deformações previstas e de igual maneira posicionamento das juntas; as condições externas às estruturas: solicitações impostas às estruturas pela água, solicitações impostas às impermeabilizações, detalhes construtivos, projetos interferentes com a impermeabilização, análise de custos X durabilidade; o projeto de impermeabilização deve ser desenvolvido juntamente com o projeto arquitetônico (Instituto Brasileiro de Impermeabilização). A impermeabilização preventiva deve ser pensada do início até o fim da construção, passando por as seguintes áreas: alicerces, áreas externas, lajes de cobertura, caixas d águas, piscinas e áreas frias. Além de lajes e paredes existem áreas internas da casa que são mais sensíveis a sofrer infiltrações, são as áreas frias (cozinha, banheiro, box e área de serviço), lugares que entram com mais freqüência em contato com a água Avaliação técnica dos sistemas de impermeabilizações A escolha do sistema de impermeabilização mais adequado para uma devida construção é função de vários fatores, tais como: forma da estrutura, movimentação admissível no cálculo da mesma, temperatura e umidade relativa local, efeitos arquitetônicos que se deseja obter e custo entre outros (PIRONDI, 1979). Segundo Pirondi (1979), para fins deste estudo, considerou a vida útil de uma impermeabilização, como sendo o espaço de tempo decorrido, desde o término dos serviços de impermeabilização propostos, até o dia em que os componentes do sistema atinjam uma ponta de fadiga, que comprometa seu pleno desempenho requerido, necessitando manutenção ou reparos. Pirondi (1979) considerou o tempo de 25 anos, como sendo a vida útil ideal de uma edificação, assim ao sistema de impermeabilização, como durabilidade mínima de 25 anos, atribuirá o maior conceito. Os materiais e o sistema de devem ser testados, para avaliação de sua resistência aos raios ultravioletas e infravermelhos, porém o teste de laboratório mais indicativo da longevidade dos materiais é o de envelhecimento acelerado por Ozônio, que deve ser realizados com concentrações de Ozônio próximo a 100 ppcm, que corresponde às maiores concentrações encontradas na atmosfera do Brasil (PIRONDI, 1979).

18 Longevidade dos sistemas de impermeabilização Este é o mais subjetivo dos enfoques que estão sendo considerados para avaliação dos sistemas de impermeabilização, por depender da localização de sua aplicação (PIRONDI, 1979). Para o tempo de impermeabilização, menor que 25 anos, Pirondi (1979) atribui números de conceitos proporcionalmente menores. Em sua conceituação, Pirondi (1979) não levou em conta eventuais deferências executivas, por serem possíveis de ocorrer em todos os sistemas, mas não somente longevidade associada a cada sistema de impermeabilização, em função do tipo de obra e da existência ou não de proteção mecânica e térmica. Segundo Pirondi (1979), utilizou o conceito de longevidade, através de sua experiência, em impermeabilização colhida na vivência prática de obra ao longo dos anos. Os valores da tabela abaixo estão considerados para os sistemas de impermeabilização normalizados pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), e instalados com aqueles valores mínimos e estão expressos pela experiência notória no tempo de sua utilização (PIRONDI, 1979). Utilizando-se nas impermeabilizações asfaltos modificados, enriquecidos com elastômeros sintéticos compatíveis às altas temperaturas da adição (mistura), a vida útil e o conceito serão aumentados em 25% (PIRONDI, 1979). A Tabela 3.1 ilustra a longevidade dos sistemas de impermeabilização. Tabela 3.1 Longevidade dos Sistemas de Impermeabilização Materiais Vida útil Conceitos Argamassa rígida 0 a 25 anos 0 a 20 Feltro-asfáltico + asfaltos (com umidade relativa do ar entre 40% a 80% 4 a 25 anos 3,2 a 20 Em umidade relativa abaixo de 40% 1 a 2 anos 0.8 a 1,6 Emulsões hidro-asfálticas 4 a 10 anos 3,2 a 8 Mantas Butulicas 25 a 50 anos 20 a 20 Mantas de PVC 3 a 10 anos 2,4 a 8 Fonte: Pirondi (1979)

19 Custos Cabe aqui ressaltar, que o custo inicial de uma impermeabilização, mesmo aparentemente elevado, tem consideração insignificante em confronto com o todo da obra e aos seus custos de futuras manutenções. Da impermeabilização o custo propriamente dita, não considerando outros conforto ou benefício pretendido, oscila entre 1% a 3% do valor da obra. Na tabela 3.2 abaixo ilustra o percentual de cada etapa de uma obra. Tabela 3.2 Percentual de custo Etapa Peso Fundação 12% Estrutura 25% Alvenaria 17% Elevador 10% Revestimento 22% Impermeabilização 3% Pintura, limpeza final 10% Fonte: Vedacit (2006) 3.2 Sistema de impermeabilização flexível As coberturas são de um modo geral, as áreas das edificações que mais sofrem os efeitos do sol e da chuva. Nesses casos, mesmo uma argamassa ou concreto impermeável exige a proteção de uma membrana flexível, a qual acompanha o trabalho da estrutura, impedindo a infiltração de água por possíveis trincas ou fissuras (VEDACIT, 2006). Há dois tipos básicos de sistemas flexíveis: Sistema Flexível moldado no local: membranas asfálticas, acrílicas, e revestimentos poliméricos. Sistema Flexível Pré-Fabricado: mantas asfálticas, mantas elastoméricas, Geomembranas PVC.

20 Sistema flexível moldado no local Membranas Um dos primeiros tipos de impermeabilização utilizados, as membranas moldadas in loco sofreram durante anos a forte concorrência dos produtos préfabricados. Mas a evolução da ancestral execução a quente com camadas de asfalto oxidado intercaladas por estruturante de feltro para os novos produtos e técnicas e equipamentos de aplicação permitiu que a solução voltasse a competir de igual com as mantas (CICHINELLI, 2007). Embora haja uma conotação implícita no mercado de que se trata de um sistema de impermeabilização ultrapassado, os especialistas são enfáticos em afirmar o contrário. As membranas moldadas in loco, quando bem executadas, são eficientes e excelentes soluções para áreas muito recortadas e estreitas como jardineiras ou canaletas de drenagem, em obras de reparo ou quando utilizadas em paredes de gesso acartonado, devido a menor espessura (CICHINELLI, 2007). As membranas estão longe de serem considerados sistemas ultrapassados, com os avanços na forma de execução e com os novos materiais à base de diversos tipos de polímeros, as membranas voltaram a ser lembradas como boa opção quando o assunto é impermeabilização (CICHINELLI, 2007). Segundo Cichinelli (2007), produtos elaborados a partir de demãos (tinta ou pasta) com ou sem estruturante (tela de poliéster ou de nylon e véu de fibra de vidro) e disponíveis para sistemas rígido ou flexível, as novas tecnologias de produção proporcionam diversas opções para os mais diversos tipos de uso. Para especificar corretamente, entretanto, fatores como a movimentação, a temperatura de exposição, a pressão e os esforços mecânicos que sofrerá o sistema são itens que devem ser ponderados (CICHINELLI, 2007). Alguma membrana relata Cichinelli (2007), como as acrílicas, não podem ficar recobertas e devem ser protegidas do contato direto com a água: a hidratação do produto pode danificar o sistema. Aconselha-se, portanto, que sejam aplicadas em áreas inclinadas para evitar acúmulo de água sobre a superfície. Em lajes de cobertura com grande movimentação, as membranas do tipo epoxídica, mais rígidas, também devem ser evitadas e a aplicação exigirá proteção contra a incidência de raios ultravioleta (CICHINELLI, 2007).

21 Membranas asfálticas As membranas asfálticas moldadas a quente ou a frio são produtos impermeabilizantes, moldados in loco, compostos pela sobreposição de camadas de asfalto, diferenciando-se a qualidade em função do tipo de asfalto e dos polímeros empregados. Os asfaltos podem ser asfaltos oxidados, poli condensados ou modificados. Os estruturantes mais utilizados, responsáveis pela resistência à tração, são os véus de fibra de vidro, telas de poliéster ou nylon e véus de polietileno (GABRIOLI, 2006). Os serviços de limpeza e preparação da superfície, arredondamento de cantos e camada de proteção são semelhantes àqueles indicados para as mantas préfabricadas. Para a impermeabilização com membranas, porém, há maior dificuldade de fiscalização e controle da espessura e quantidade do asfalto (GABRIOLI, 2006). A membrana moldada a quente in loco conforme Figura 3.1, usa-se blocos de asfalto derretido, seu recheio é feito com estruturante (tela de poliéster) e espessura final entre 3 e 5mm. É um sistema de impermeabilização, composto pela aplicação de várias camadas de asfalto aquecido entre 180 C e 220 C, em grandes caldeiras elétricas ou a gás, ou em fornalhas onde há maior dificuldade de controle da temperatura, segundo Gabrioli (2006). Esse controle é muito importante, pois a viscosidade do material determina a trabalhabilidade e facilidade de espalhamento do asfalto, influenciando a produtividade e o desempenho final da impermeabilização (GABRIOLI, 2006). Figura 3.1 Membrana Asfáltica (a quente) Fonte: Gabrioli (2006) A aplicação do asfalto se dá com o auxilio de broxas de fibras vegetais (vassourão), em camadas com sentido cruzados, diminuindo a margem de erro e facilitando a observação dos locais que já receberam aplicação. Como material de reforço pode-se empregar véu de fibra de vidro ou tela de poliéster resistente ao calor, aplicado contra o asfalto recém-espalhado. Não há como determinar uma espessura

22 21 padrão para este tipo de sistema, mas estima-se um consumo médio de 5 a 7 kg/m² (GABRIOLI, 2006). No caso de membranas moldadas a frio conforme Figura 3.2, são empregadas emulsões asfálticas acondicionadas em galões, baldes ou barris hermeticamente fechados. Há dois produtos com aparência de uma pasta preta: emulsões e soluções, o primeiro tem base aquosa e o segundo se diluem em solventes. Após a aplicação do produto ocorre a ruptura da emulsão, com a evaporação da água. Na execução da membrana são obedecidos os procedimentos gerais indicados para as membranas moldadas a quente, utilizando-se desta vez véus de fibra de vidro ou telas de poliéster comum (GABRIOLI, 2006). Figura 3.2 Membrana Asfáltica (a frio) Fonte: Gabrioli (2006) A quente ou a frio, véus ou telas devem ser perfeitamente distendidos, evitandose dobras ou enrugamentos. Na região de emendas, deve-se observar transpasse mínimo de 10 cm. A aplicação de cada camada de asfalto deve recobrir inteiramente o véu ou a tela. Na fase de execução, para aplicação de nova camada, deve aguardar a completa cura da camada anterior. O deslocamento de operários sobre cada camada intermediária deve ser realizado sobre tábuas ou papelão, afim de não sujar ou danificar a camada anterior (GABRIOLI, 2006). A membrana asfálticas repercute na dificuldade de fiscalização: em áreas muitos grandes, ou sempre que se desejar controle muito rigoroso, é necessária a retirada de amostras da impermeabilização com muito cuidado, pois esse procedimento é destrutivo. Após análise da amostra, faz-se o reparo na área inspecionada para que não ocorram infiltrações (GABRIOLI, 2006) Execução Embora no mercado de membranas tenha evoluído, a execução dos sistemas moldados in loco sempre foi considerada um dos calcanhares de Aquiles. Ao contrário

23 22 das mantas, cujos erros de aplicação acontecem quase que exclusivamente nas emendas ou nos cortes malfeitos, as membranas exigem um rígido controle da espessura e, consequentemente, da quantidade de produto aplicado por metro quadrado (CICHINELLI, 2007). Se o sistema exigir 5 a 6 kg de produto e for aplicado apenas 3 kg, por exemplo, fica difícil de visualizar essa falha de execução. É um tipo de impermeabilização que exige aplicação 100% bem feita. É na falha que aparecerá o vazamento, conforme Cichinelli (2007). Segundo Cichinelli (2007) para facilitar a execução, algumas empresas desenvolveram sistemas de aplicação mecanizada adaptada para os produtos disponíveis no mercado, como o equipamento de projeção de argamassa polimérica e o air less para produtos mais líquidos (produtos à base de resina poliuretana ou de poliuréia). Equipamentos a jato, com mangueiras de pressão, também facilitam a aplicação da poliuréia para a confecção da membrana. Mas esse produto é ainda pouco difundido no Brasil devido ao alto custo (CICHINELLI, 2007). Especialistas lembram, entretanto, que embora as técnicas de execução tenham avançado a mão-de-obra não acompanhou essa evolução, comprometendo em muitos casos a execução (CICHINELLI, 2007) Cuidados Para aplicação de membranas de base solvente, o substrato seja laje, baldrame ou parede deve estar totalmente seca. Já membranas do tipo emulsivas, à base de água, exigem substratos secos ou úmidos, sem pressão d água atrás da superfície de contato, o que evitará o deslocamento (CICHINELLI, 2007). De acordo Cichinelli (2007), em substrato sob pressão de água atuando diretamente sobre a impermeabilização, as mantas são mais indicadas, pois compõem um elemento impermeabilizante mais resistente. Além de garantir a espessura mínima correta, o tempo de secagem entre as demãos e a preparação do substrato são itens que devem ser observados de acordo com o tipo de sistema ou produto adotado. Durante a aplicação, vide Figura 3.3 a proteção da área tem de ser realizada de forma a não comprometer ou danificar a membrana. Deve-se executar a camada de proteção mecânica nos sistemas que a exigem, após a aplicação da camada impermeável, desde que separada com filme polietileno, papel Kraft do tipo betumado, ou geotêxtil (CICHINELLI, 2007). Em áreas sob ação de chuva e calor, nociva à

24 23 execução da impermeabilização, o uso de coberturas provisórias para proteger a aplicação é o mais comum, relata Cichinelli (2007). Segundo Cichinelli (2007) alguns tipos de membranas como as acrílicas, por exemplo, podem ser aplicadas como revestimento final de superfícies, desde que não haja trânsito de pessoas ou veículos. Mas, em geral, a maior parte dos tipos de impermeabilização deve ter uma camada de proteção mecânico que varia desde uma simples argamassa (tráfego de pessoas) ou concreto (tráfego de veículos). Figura Aplicação de proteção mecânica Fonte: Cichinelli (2007) Sistema flexível pré-fabricado Mantas asfálticas As mantas asfálticas são produtos impermeabilizantes pré-fabricados, à base de asfalto modificado com polímeros, estruturadas com filme de polietileno, véu de fibra de vidro ou não-tecido de filamentos contínuos de poliéster. A fabricação se dá por dois processos segundo Gabrioli (2006): calandragem ou laminação. No entanto, não é rara a ocorrência de infiltrações e outras patologias devidas à aplicação incorreta das mantas (GABRIOLI, 2006). Como outros produtos industrializados, o desempenho da manta asfáltica depende muito de um projeto adequado para ter um comportamento compatível com a capacidade do produto (GABRIOLI, 2006). Existe uma infinidade de tipos nas prateleiras. Elas variam quanto à espessura, tipo de asfalto e de recheio. O mais comum para emprego em residências são aquelas de 3 e 4 mm, com estruturante de poliéster, conforme a Figura 3.4. Confeccionadas sob os padrões de mercado, as mantas são fornecidas em bobinas de 10 m de comprimento, 1 m de largura e espessuras que variam de 2 a 5

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