UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL FLUXOGRAMA PARA SELEÇÃO DE SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO PARA EDIFÍCIOS DE MÚLTIPLOS PAVIMENTOS Felipe Leite de Barros Stahlberg Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal de São Carlos como parte dos requisitos para a conclusão da graduação em Engenharia Civil Orientador: Prof. Dr. José Carlos Paliari São Carlos 2010

2 DEDICATÓRIA À minha família por trazer o significado da palavra amor: Ao José, meu pai, à Silmara, minha mãe e à Mayara, minha irmã, que me ensinaram... a medida do amor é amar sem medida. Aos meus amigos, por justificar a busca do crescimento pessoal e profissional. Sem vocês, não haveria motivos para este crescimento.

3 AGRADECIMENTOS Primeiramente, para iniciar a lista, gostaria de agradecer a Deus, pela existência, pela saúde, pela disposição, pela capacidade e pela inspiração que um trabalho desta magnitude necessita, que sem as quais não teria sido possível. Agradeço especialmente aos professores José Carlos Paliari e Alex Sander Clemente de Souza por me conduzirem ao longo do desenvolvimento deste Trabalho de Conclusão de Curso, sem os quais não poderia ter sido realizado. Agradeço a todos os professores do Departamento de Engenharia Civil, que diretamente ou indiretamente contribuíram para minha formação como engenheiro e conhecimentos adquiridos até o momento, que sem estes, minha evolução pessoal e profissional não seria possível. Aos demais funcionários do departamento de Engenharia Civil da UFSCar. A amiga Aline Cristina Dias Galvão Neves, pela revisão e normalização do trabalho e paralelamente pelo companheirismo e amizade. Aos funcionários e proprietário da Empresa Athena Engenharia e Comércio Ltda, pela oportunidade a mim fornecida para trabalhar no segmento de impermeabilização, adquirindo experiência e inspiração para o desenvolvimento deste trabalho. Um agradecimento especial à minha família, por objetivar a busca de minha evolução pessoal e profissional, principalmente a meu pai, José Henrique Soares Stahlberg e minha mãe, Silmara Leite de Barros Stahlberg, por terem me fornecido um crescimento sólido e rico. A todos os meus amigos adquiridos ao longo de minha graduação e anteriormente a ela, pela convivência, pelo companheirismo, pelos momentos felizes e admiráveis e acima de tudo, por justificar o significo dessa palavra: amizade. Por fim, peço sinceras desculpas, se por descuido, para aqueles que eu tenha me esquecido de agradecer.

4 RESUMO O trabalho tem como objetivo apresentar um método de seleção de impermeabilização para edifícios de múltiplos pavimentos na forma de um fluxograma, fornecendo grande agilidade na escolha. Para isso foram discutidas as principais definições e conceitos utilizados como referência na elaboração do método. Posteriormente, foram caracterizados e classificados os principais sistemas de impermeabilização utilizados nesses edifícios. Foram apresentados suas camadas e materiais constituintes e o método de execução, o que serviu também como fonte de informação para a seleção dos sistemas. Como parte da proposta da seleção, foram apresentados; os critérios para utilização ou não da impermeabilização; os principais parâmetros utilizados para a seleção; o fluxograma e, finalmente, as diretrizes finais da seleção. Por fim, o trabalho pôde concluir a importância do emprego da impermeabilização e sua correta escolha na obtenção de soluções otimizadas e racionalizadas. Palavras-chave: impermeabilização, método, edifícios.

5 ABSTRACT ABSTRACT The work aims to provide a screening method for waterproofing multiple floors buildings in the form of a flowchart, providing great agility in the choice. For that it was discussed the main definition and concepts used as reference in the method elaboration. Later, the main waterproofing systems used in those buildings were characterized and classified. Theirs layers and material composition and method of implementation were presented, which also served as a source of information for the systems selection. As part of the selection proposal it were presented, the criteria to either use or not the sealing, the main parameters used in the selection, the flow chart and, at last, the final guidelines of the selection. Finally, the paper concludes about the importance in the use of sealing and its correct choice in obtaining optimal solutions and streamlined. Key-words: waterproofing, method, building

6 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO Justificativa Objetivos Método de Pesquisa Estruturação do Trabalho SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO O sistema de Impermeabilização Definição Componentes Constituintes Definições Classificação Classificação quanto à Aderência Classificação quanto à Flexibilidade Classificação quanto ao Método de Execução Classificação quanto ao Material Considerações gerais sobre A Execução de Impermeabilização Caracterização dos Sistemas de Impermeabilização Sistemas de Impermeabilização com Argamassas Impermeáveis Camadas Constituintes Materiais Empregados Método de Execução Vantagens, Desvantagens, Aplicações e Limitações Sistemas de Impermeabilização com Cristalizantes Camadas Constituintes Materiais Empregados Método de Execução Vantagens, Desvantagens, Aplicações e Limitações Sistemas de Impermeabilização Cimentícios Camadas Constituintes Materiais Empregados Método de Execução Vantagens, Desvantagens, Aplicações e Limitações Sistemas de Impermeabilização Asfálticos Sistemas de Impermeabilização com Membrana Asfáltica a frio Sistemas de Impermeabilização com Membrana Asfáltica a quente Sistemas de Impermeabilização com Manta asfáltica Sistemas de Impermeabilização com Membranas Camadas Constituintes Materiais Empregados Método de Execução Vantagens, Desvantagens, Aplicações e Limitações... 58

7 2.9 Considerações Gerais sobre os Sistemas Equipamentos e Ferramentas Comparação geral entre os Sistemas MÉTODO DE SELEÇÃO DO SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO Parâmetros Complementares Considerações sobre a Necessidade de Impermeabilização Parâmetros para a Seleção da Impermeabilização Proposta de Fluxograma de decisão do tipo de Impermeabilização a adotar Análise Final CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS ANEXO NORMAS DA ABNT SOBRE IMPERMEABILIZAÇÃO... 76

8 1 1. INTRODUÇÃO O desenvolvimento de novos materiais e processos na construção civil no âmbito da impermeabilização ampliou as possibilidades, mas dificultou a seleção do correto sistema a ser empregado em edificações. Aliado a este fator, o aumento de competitividade no setor, a criação de novas normas técnicas de desempenho e a ampliação do código de defesa do consumidor, fizeram com que as empresas buscassem maiores níveis de qualidades em seus produtos. Tornando isso como meta, as empresas levam em consideração todas as etapas do processo construtivo, desde métodos mais racionalizados a modificações na concepção dos projetos, sempre tendo em vista também os custos e prazos. Portanto, as empresas entenderam que a melhor forma de se obter índices de qualidade mais elevados, consiste na modificação da forma de elaboração dos projetos, principalmente na fase de concepção. Pois as principais causas de erros e deficiências na fase de execução são advindas da falta de especificações, detalhamentos e definições da fase de projetos. Estes exercem papel fundamental na qualidade final do produto, gerando principalmente logo após a conclusão da edificação, o que chamamos de problemas patológicos. Os problemas patológicos podem ser classificados por diversas maneiras: como pela etapa da construção que foram geradas, pelos tipos de materiais envolvidos, pela falta de especificações e detalhamentos, entre outras classificações. Porém a umidade e suas consequências representam mais de 50% do valor absoluto de problemas patológicos em edificações de acordo com ROCHA (1995), se tornando um item fundamental na busca de índices de qualidade mais elevados. O principal meio de evitar este tipo de patologia é a correta definição de quais ambientes estão expostos a umidade e suas reais necessidades de proteção contra este agente. Esse processo de proteção do ambiente é chamado de Impermeabilização. Como já supracitado, existem hoje diversos métodos e sistemas de aplicação da impermeabilização em edifícios, porém, apesar deste desenvolvimento na área, existem ainda poucos registros e estudos aprofundados da ação da umidade em edificações e suas respectivas proteções, tornando evidente a necessidade de maiores trabalhos nesta área do conhecimento.

9 2 Visando essa necessidade e a dificuldade apresentada pelo grande número de sistemas existentes aliado com a falta de informações sobre os métodos, é imprescindível o desenvolvimento de trabalhos que proporcionem as empresas da construção civil, meios de obtenção de informações de maneira a facilitar a correta escolha do sistema que será utilizado em seu canteiro e os locais que devam receber tal proteção. Portanto, este trabalho visa preencher esta lacuna na área de edificações fornecendo um método de seleção de sistemas a serem empregados e quais as áreas que necessitam de impermeabilização. 1.1 JUSTIFICATIVA A preocupação com o prolongamento e a qualidade da vida útil dos imóveis não é recente, como foi exposto em um documento do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (2010): no Brasil, as primeiras impermeabilizações utilizavam óleo de baleia na mistura das argamassas para o assentamento de tijolos e revestimentos das paredes das obras que necessitavam desta proteção. Isso demonstra que o conhecimento da necessidade de proteção contra a ação da umidade nos edifícios é antiga e imprescindível para sua conservação e qualidade. Neste documento ressalta-se que a impermeabilização ganhou especial atenção e normalização no Brasil, com a obra do Metrô da cidade de São Paulo. Sua construção foi iniciada no ano de Por meio do aumento da necessidade desta normalização, a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas iniciou uma série de reuniões para a formulação de normas referentes a esse tema, sendo em 1975 publicada a primeira norma a respeito. Paralela a publicação, neste mesmo ano foi fundado o IBI - Instituto Brasileiro de Impermeabilização, que tem como principal objetivo prosseguir com os trabalhos de normalização e iniciar um processo de divulgação da importância da impermeabilização que prossegue até os dias de hoje. Hoje mesmo, após a continuidade de trabalhos desenvolvidos, não só por institutos e normalizações, a impermeabilização permanece recebendo pouca importância na concepção dos edifícios, sendo quase que tratada integralmente na fase de execução da obra. Esta falta de comprometimento com a impermeabilização se deve para PICCHI (1984) principalmente ao fato de os serviços desse fim, serem especializados e pouco estudados. Fatores estes descritos pelo autor em sua introdução do porque este ramo é especializado, pois é um setor que exige razoável experiência, no qual os detalhes assumem papel importante e onde a mínima falha, mesmo que localizada, pode comprometer todo o serviço, grande evolução de produtos neste mercado e métodos executivos diferentes

10 3 propiciam o surgimento de projetistas especializados. Outro motivo apresentado pelo autor é que os cursos de Engenharia Civil e Arquitetura no Brasil, não fornecem os conhecimentos fundamentais dos materiais e técnicas de impermeabilização para que o profissional comum possa escolher corretamente o sistema a ser adotado, fiscalizar os serviços, analisar causas e consequências, ou seja, ser responsável ou co-responsável pela impermeabilização. Observado isso, estudiosos e algumas empresas vem investindo neste ramo da engenharia civil em busca de maiores informações, processos e sistemas mais eficientes, materiais mais sustentáveis e menos prejudiciais ao meio ambiente e aos aplicadores (principalmente produtos a base de solvente) e métodos de seleção entre tantos apresentados no mercado. Aliado a essa busca de novos saberes, o aumento de competitividade e a criação do código de defesa do consumidor, que eleva os critérios mínimos de desempenho, as construtoras procuram maiores níveis de qualidade em seus produtos, como evidenciado por Souza e Melhado (1997), as empresas construtoras estão hoje modificando seu ato de pensar e executar. Como se pode verificar na afirmação: Entre as etapas de desenvolvimento de um empreendimento, a fase de concepção, na qual se incluem os estudos preliminares, anteprojeto e projeto, exerce papel determinante na qualidade, tanto no produto como do processo construtivo (FRANCO, 1992). Esta idéia é observada por vários autores, conforme descrito por Melhado (1994), hoje, uma parte das empresas construtoras entende que a forma de pensar e elaborar o projeto tem uma participação fundamental na obtenção da qualidade de um edifício. Outra evidência é observada por Silva (1995), onde as soluções adotadas na etapa de projeto tem amplas repercussões em todo o processo da construção e na qualidade do produto final a ser entregue ao cliente. Sabe-se atualmente que grande parte das patologias de edifícios, são devida a falta ou má execução de sistemas de impermeabilização, como discorre Rocha (1995), estimando em mais de 50% as patologias são relacionadas a este serviço. As patologias trazem consigo inúmeros aspectos negativos a edificação e ao próprio construtor da obra (ou empresa responsável), pois a degradação do ambiente se torna evidente, diminuindo a vida útil da edificação, desgastes físicos e psicológicos dos ocupantes do empreendimento, possíveis causas de colapsos de elementos estruturais devido ao desgaste sofrido pela armadura e do concreto e, por fim, a insalubridade dos ambientes que apresentam tais patologias (umidade, fungos e mofo). Portanto, aumentando os custos de manutenção, conservação e em muitos casos, a necessidade de retrabalhos.

11 4 Essas patologias apresentadas não são só devidas às más execuções e ou falta delas, mas também, como lembra Gouveia (1998): a falta de projeto de impermeabilização coordenado com os demais projetos do edifício implica em improvisações, acarretando custos desnecessários e levando a soluções não otimizadas. Portanto, o estudo dos sistemas de impermeabilização se faz necessário devido à falta de registros para este fim, ser um importante subsistema de vedação horizontal, já que este componente está diretamente ligado ao desempenho do edifício quanto à estanqueidade, higiene, durabilidade e economia da edificação e identificar os melhores métodos para cada ambiente, ressaltando sempre que este subsistema está diretamente ou indiretamente relacionado a inúmeras patologias, como evidenciado por Souza e Melhado (1998) e Souza (1997). Para a aplicação dos conhecimentos gerados e do grande número atual de sistemas de impermeabilização, a escolha e a seleção do sistema a ser empregado no edifício é dificultado, o que a necessidade de criações de critérios, comparações e planilhas para facilitar essa escolha, como frisa Picchi (1984): a etapa de escolha dos sistemas de impermeabilização é hoje em dia bastante deturpada; são poucos os profissionais com experiência suficiente, que lhe dê parâmetros para esta seleção; muitas firmas, especializadas em projeto e/ou execução de impermeabilização são representantes ou possuem outro tipo de vínculo com algum fabricante de material de impermeabilização, especificando por vezes sistemas que não são os mais adequados à situação, por razoes políticas. Também é descrito por Building Research Establishment BRE (1992) que a escolha entre inúmeras opções é raramente possível baseando-se em simples comparações, devido aos muitos fatores que devem ser considerados. A seleção consiste inicialmente em um sistema eliminatório, que conforme não atende um requisito o sistema é retirado da lista de possíveis aplicações. Primeiramente devem ser observados as características fundamentais, como o projeto arquitetônico, o desempenho do sistema de impermeabilização e o custo para a seleção dos métodos a serem empregados em obra, como destacado por BRE (1992). Em seguida são consideradas características do empreendimento, como local da obra (disponibilidade de materiais), disposição do construtor a correr riscos, nível de qualidade da edificação e outros (SOUZA e MELHADO, 1997). Também devem ser consideradas características do substrato a receber a impermeabilização (deformabilidade, aderência, porosidade, entre outras características).

12 5 Logo após, são considerados as características do ambiente ou a exposição que receberá a camada de impermeabilização e as relações com os subsistemas do ambiente (vedações, tubulações, exposição). Em seguida, leva-se em consideração as características dos sistemas de impermeabilização, como espessuras, especificações, custos indiretos e diretos, necessidade de proteções mecânicas, durabilidade, etc. Portanto, a localidade do mercado, se há ou não os sistemas escolhidos e suas respectivas mãos-de-obra. O desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso trará ao aluno uma maior desenvoltura para sua produção e exposição de idéias, evolução de uma visão com análises mais críticas e objetivas. O estudo também permitirá ao aluno, um crescimento de seus conhecimentos e a possibilidade aperfeiçoamento do curso de graduação. Para a universidade e a sociedade, o trabalho poderá trazer novas idéias, áreas de pesquisas e informações que poderão contribuir com estudos específicos, referência, desenvolvimento de trabalhos científicos, teses, entre outros. Portanto, trará a sociedade um indivíduo mais apto a produzir conhecimento e desenvolvimento. O tema desenvolvido neste trabalho de conclusão de curso é bem específico e pouco estudado hoje em estudos semelhantes; portanto sente-se certa necessidade de uma maior desenvoltura nesse ramo da construção civil. A má execução ou a falta de impermeabilização em edifícios provoca uma série de patologias, que poderão, em casos mais extremos, causar o colapso de algum elemento estrutural. Também podem apresentar ameaças à fisiologia dos usuários do edifício, um aumento nas freqüências e no custo de manutenções preventivas e conservativas, entre outros problemas. Sendo assim, a ausência de impermeabilização pode ser considerada uma das maiores causas de problemas patológicos em edifícios. Observado isso, a impermeabilização deve receber, muita atenção ao longo de sua vida útil e execução, e a escolha do método a ser empregado deve ser efetuada de maneira a alcançar à conservação e não só o custo. Por fim este trabalho irá fornecer informações imprescindíveis para a decisão de qual método poderá ser empregado em um empreendimento. 1.2 OBJETIVOS O presente trabalho tem como objetivo apresentar alguns dos principais métodos de impermeabilização para edifícios de múltiplos pavimentos, paralelamente, determinando as áreas passíveis de recebimento de tais aplicações.

13 6 Como objetivos específicos serão realizados: comparações entre os processos, tais como material empregado, prazo de execução, disponibilidade, limites do emprego do método, especificidades da mão-de-obra e para início do serviço, tendo como produto final destas avaliações e comparações, fluxograma que auxiliará a escolha do método de impermeabilização mais viável para o empreendimento. 1.3 MÉTODO DE PESQUISA Para início do trabalho foi estudado, com o auxílio de bibliografia, normas técnicas, experiências e conhecimentos, quais as principais áreas em um edifício de múltiplos pavimentos que necessitam de impermeabilização. Em seguida da determinação das áreas passíveis, também com o auxílio da bibliografia, catálogos de fabricantes e normas técnicas específicas, foi estudado os principais métodos empregados hoje nesse ramo da construção civil e as principais formas existentes para a seleção do método a ser empregado. Após a análise das principais características e necessidades dos sistemas de impermeabilização, tais como a trabalhabilidade, consumo, tempo de execução, limitações especificidades da mão-de-obra, disponibilidade no mercado, características especificas e produtividade para cada método empregado, foi realizada a elaboração de uma tabela comparativa, que forneca as comparações gerais entre cada processo, para posterior elaboração do método de seleção do sistema a adotar, ou seja, fluxograma. O fluxograma em si, teve como objetivo final, fornecer as principais características que delimitam os sistemas de impermeabilização a serem utilizados, aliado a parâmetros complementares e análise final. O usuário terá capacidade de determinar e aperfeiçoar a seleção do melhor método a ser empregado em seu edifício. 1.4 ESTRUTURAÇÃO DO TRABALHO O presente trabalho está constituído em quatro capítulos, sendo este o primeiro, em que é realizada a introdução ao assunto. No segundo capítulo, são feitos: a definição de impermeabilização, a caracterização e classificação dos principais tipos de impermeabilização empregados em edifícios de múltiplos pavimentos e os principais métodos executivos dos sistemas. No terceiro capítulo, são apresentados: os parâmetros complementares e o objetivo deste trabalho: o método de seleção de sistema de impermeabilização, que se dá por meio

14 7 de um fluxograma. O fluxograma auxiliará a seleção para a escolha do sistema de impermeabilização a ser empregado no empreendimento em estudo. O quarto capítulo apresenta as considerações finais. Além destes capítulos, o trabalho é composto também por um anexo no qual são apresentadas a relação das normas sobre impermeabilização da Associação Brasileira de Normas Técnicas.

15 8 2. SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Este capítulo tem como objetivo caracterizar e classificar os principais sistemas de impermeabilização utilizados em edifícios de múltiplos pavimentos. Para prover tais informações ao trabalho, foram coletadas, pesquisadas e analisadas bibliografias, catálogos de fabricantes e manuais técnicos, empresas aplicadoras do material também foram consultadas e acompanhadas. Inicialmente, é apresentada a definição de impermeabilização e seus principais pontos envolvidos, pois o trabalho se baseia integralmente a esta definição. Em seguida, é exposta a classificação e os antecedentes necessários para a caracterização dos sistemas de impermeabilização com as devidas considerações gerais sobre os sistemas, métodos executivos e características complementares. Também, são realizadas considerações gerais quanto à preparação das superfícies que receberão os sistemas e alguns detalhes gerais executivos. Por fim, a caracterização propriamente dita dos sistemas. 2.1 O SISTEMA DE IMPERMEABILIZAÇÃO DEFINIÇÃO Impermeabilização, segundo a ABNT (2003), é um: Produto resultante de um conjunto de componentes e elementos construtivos (serviços) que objetivam proteger as construções contra a ação deletéria de fluidos, de vapores e da umidade; produto (conjunto de componentes ou o elemento) resultante destes serviços. Geralmente a impermeabilização é composta de um conjunto de camadas, com funções específicas (NBR-9575, 2003, p 4).

16 9 Ou seja, é uma técnica ou uma tecnologia construtiva que consiste na aplicação de produtos específicos que tem como objetivo tornar uma área de um imóvel estanque a ação de água (principalmente). O que gera a definição de Sistema de impermeabilização como sendo o conjunto de produtos e serviços destinados a conferir estanqueidade a partes de uma construção (NBR- 9575, 2003). Lembrando que, para obter um sistema totalmente integrado e apto a resistir às solicitações impostas ao sistema, deve existir uma compatibilização entre todos os materiais, componentes e elementos que interferem na impermeabilização. O sistema de impermeabilização é considerado um dos sistemas de proteção do edifício, uma vez que fornece proteção contra ação de fluidos, principalmente água COMPONENTES CONSTITUINTES Os sistemas de impermeabilização utilizados em edifícios de múltiplos pavimentos são formados por diversos componentes, que para facilitar o entendimento, serão tratados como camadas. De forma genérica, na Figura 2.1 são ilustradas esquematicamente as camadas de um sistema de impermeabilização. Figura 2.1: Camadas genéricas de um sistema de impermeabilização Fonte: Autor (2010)

17 10 Nessa figura também estão indicados alguns elementos não constituintes do sistema de impermeabilização, mas que interferem no mesmo como o substrato (laje) e subsistema de vedação vertical (alvenaria) SUPORTE DA IMPERMEABILIZAÇÃO O suporte da impermeabilização é a camada situada imediatamente abaixo do sistema de impermeabilização, ou seja, o substrato. Esta camada pode ser visualizada na Figura 2.1 como sendo a Laje. Esta camada pode ser constituída de diversos materiais, como exemplos têm o concreto (lajes) e argamassas de regularização. Lembrando que a camada suporte é uma camada de grande interação com a impermeabilização como lembra PICCHI (1984), que ainda complementa afirmando que um suporte de textura superficial muito áspera ou pontiaguda pode perfurar a impermeabilização.... Portanto, necessitando-se de uma camada impermeável de espessura mínima. Devido às características da camada suporte exercerem grande influência no comportamento da impermeabilização, estas devem ser levadas em consideração durante a escolha do método a ser empregado, pois podem exigir certas características dos sistemas que nem todos possuem. As principais são: Resistência mecânica; Deformabilidade quanto às solicitações advindas da variação de temperatura e umidade; Comportamento e resistência ao fogo; Resistência a cargas estáticas e dinâmicas Compatibilidade química entre o suporte e o sistema de impermeabilização Geralmente, o suporte de impermeabilização é constituído de uma camada de regularização, pois nesta camada, já é executado os devidos caimentos, fixações de tubulações e outros elementos transpassantes, homogeneização das superfícies e maior facilidade de limpeza.

18 CAMADA DE REGULARIZAÇÃO A camada de regularização é a camada ou estrato, normalmente de argamassa (cimento e areia da proporção 1:3), cujas funções são: preencher as cavidades ou nichos existentes nas superfícies, prover o devido caimento necessário ao ambiente em direção aos ralos, arredondamento dos cantos que possuírem arestas vivas com raio compatível ao sistema de impermeabilização empregado (NBR 9574, 2008). Portanto, criar um substrato firme, coeso e homogêneo. Outro aspecto importante quando a camada de regularização é que essa camada é a responsável para efetuar a concordância entre os planos verticais e horizontais, lembrando que em alguns ambientes, esta concordância se dá pela execução do arredondamento das arestas vivas. Porém, muitas vezes, essa concordância possui grande dificuldade de execução, exigindo então, a utilização de outro sistema de impermeabilização mais robusto ou um raio de arredondamento de menor diâmetro, menos recomendável PINTURA PRIMÁRIA Pintura primária ou imprimação é definida pela NBR 9575 (ABNT, 2003) como uma película, base solução ou emulsão, aplicada ao substrato a ser impermeabilizado, com a função de favorecer a aderência da camada impermeável. Para melhor entendimento do trabalho, a pintura primária será entendida como sendo a aplicação de um primer. O primer pode ser qualquer líquido, mesmo não sendo a base de asfalto, aplicado com o objetivo de prover melhor aderência entre o substrato e a camada impermeável. Geralmente, o primer é constituído do mesmo material da camada impermeável, porém mais diluído em água, solvente ou na própria base liquida do sistema e fluido, de forma a obter melhor penetração na porosidade do substrato, garantido melhor aderência CAMADA IMPERMEÁVEL A camada impermeável dos sistemas de impermeabilização é a camada que, exclusivamente, prove a barreira contra a passagem de fluidos, ou seja, a estanqueidade do sistema. Segundo SOUZA (1997), a camada impermeável é uma camada constituída de materiais impermeáveis que pode ser obtido pela aplicação de uma única ou varias camadas.

19 12 Portanto, a camada impermeável é a principal camada do sistema de impermeabilização, seja ela executada em várias demãos ou não e por ser ela a responsável pela estanqueidade, caracterizando o nome do sistema CAMADA DE SEPARAÇÃO Entende-se como camada de separação a camada aplicada entre duas outras camadas, cuja função é impedir a aderência entre ambas permitindo movimentos diferenciais (PICCHI, 1984), ou seja, é uma camada destinada a isolar a impermeabilização de certas ações e solicitações da proteção mecânica. Essa camada pode não existir em alguns sistemas de impermeabilização utilizados hoje, que possuam acabamento final preparado para receber solicitações advindas do ambiente, ou seja, transitáveis. Essa camada pode ser chamada de camadas acessórias, uma vez que não interferem diretamente na estanqueidade do sistema. Pode existir também, entra a camada suporte e a impermeável, uma camada de separação, esta com função de evitar a aderência entre ambas, possibilitando o deslizamento da impermeabilização sobre o suporte, reduzindo assim as especificações necessárias para a impermeabilização. Devido a possibilidade de existência de duas camadas de separação em um mesmo sistema, SOUZA (1997) estabeleceu uma terminologia, que são: Camada de separação inferior camada de separação aplicada entre o suporte e a camada impermeável, objetivando a não aderência desta ultima com o suporte; Camada de separação superior camada de separação colocada entre a camada impermeável e a camada de proteção mecânica, objetivando impedir o contato entre ambas. A camada de separação, para o caso de coberturas, estacionamentos ou grandes áreas expostas a intempéries, tem a função de evitar que a camada impermeável sofra danos ou recebe solicitações devidos as deformações e movimentações diferencias da camada de proteção mecânica. Essas solicitações são advindas de atrito da camada de proteção e a impermeável, devido às movimentações e dilatações provocadas por diferenças de temperatura, umidade e esforços horizontais devido a trânsito de veículos e outros equipamentos. Portanto, essas deformações não podem causar danos na camada impermeável.

20 13 Um aspecto importante desta camada é que ela possibilita a remoção da proteção mecânica, tanto para eventuais reparos na mesma ou na camada impermeável, uma vez que não existe aderência entre elas CAMADA DE PROTEÇÃO MECÂNICA Segunda a norma da NBR 9575 (ABNT, 2003), entende-se por camada de proteção mecânica, para os sistemas de impermeabilização, a camada ou estrato com a função de absorver e dissipar os esforços estáticos ou dinâmicos atuantes por sobre a camada impermeável, de modo a protegê-lo contra a ação deletéria destes esforços e recomendase a sua execução imediata após o término da camada impermeável. Essa camada se faz imprescindível na vida útil do sistema de utilização, pois fica a cargo dela, a função de proteção da impermeabilização. Uma vez que, qualquer dano, pode prejudicar todo o sistema e sua eficiência. A proteção mecânica pode servir como base para a aplicação do revestimento final, confundindo-se como contrapiso. Outro aspecto importante é que em alguns sistemas de impermeabilização, esta camada não se faz necessária, uma vez que, a própria camada impermeável é apta a receber tais solicitações ou apta a receber a aplicação do revestimento final com algumas modificações em sua execução, como a inserção de quartzo de baixa granulometria na ultima demão (ou camada) impermeável, melhorando sua aderência com o revestimento DEFINIÇÕES Antecedendo a classificação e a caracterização dos sistemas de impermeabilização, é necessário estabelecer uma terminologia de forma a facilitar o entendimento e evitar delongas na apresentação dos sistemas. Assim, segue abaixo as definições dos termos mais utilizados ao longo do trabalho. Água de condensação: água com origem na condensação de vapor d água presente no ambiente sobre a superfície de um elemento construtivo deste ambiente NBR 9575 (ABNT, 2003); Água de percolação: água que atua sobre superfícies, não exercendo pressão hidrostática inferior a 1kPa NBR 9575 (ABNT, 2003);

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