UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI LUCIANO GARCIA SOMA ESTUDO DO PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO DE EDIFICÍOS RESIDENCIAIS

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1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI LUCIANO GARCIA SOMA ESTUDO DO PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO DE EDIFICÍOS RESIDENCIAIS SÃO PAULO 2009

2 2 LUCIANO GARCIA SOMA ESTUDO DO PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO DE EDIFICÍOS RESIDENCIAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Orientador: Prof. Dr. Wilson Shoji Iyomasa SÃO PAULO 2009

3 3 LUCIANO GARCIA SOMA ESTUDO DO PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO DE EDIFICÍOS RESIDENCIAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho em: de de Prof. Dr.Wilson Shoji Iyomasa Nome do professor da banca Comentários:

4 4 AGRADECIMENTOS Agradeço em especial ao orientador Prof. Dr. Wilson Shoji Iyomasa pela competência, dedicação, empenho e auxilio ao orientar este trabalho e à PROASSP Assessoria e Projetos pelo fornecimento de informações importantes para conclusão deste projeto.

5 5 RESUMO Atualmente as grandes construtoras buscam a excelência em qualidade de mão-deobra e de materiais, além de buscar a sustentabilidade ambiental em suas construções. No âmbito do desenvolvimento tecnológico, relativo aos materiais empregados nas construções e sistemas de processos adotados nos serviços de engenharia civil, verifica-se que há constante evolução. Isso não é diferente quando se tratam de trabalhos de impermeabilização de condomínios residenciais, para os quais nos últimos anos foram desenvolvidos novos materiais e novos processos de aplicação para evitar transtornos e problemas com a impermeabilização. Entretanto, verificam-se problemas sistemáticos de impermeabilização nos novos edifícios residenciais. No estudo realizado são apontados conflitos entre o projeto de impermeabilização e os demais (arquitetura, instalações de redes hidráulica e elétrica entre outros), interferências na execução de serviços, mão-de-obra não qualificada, uso inadequado de produtos, além de materiais de baixa qualidade técnica. O estudo de caso possibilitou verificar na prática esses conflitos e as soluções que foram adotadas para as correções, buscando a qualidade técnica como definidos em normas. Nota-se, ainda, que o setor de construção civil, em alguns condomínios, carece de inserção de novas tecnologias, treinamentos e reconhecer a necessidade em inserir o sistema de qualidade, que promove a mudança de atitudes, como compatibilizar todos os projetos (arquitetura, redes de instalações, impermeabilização etc.). Palavras Chave: Impermeabilização, Qualidade, Interferências.

6 6 ABSTRACT Currently the major construction companies seek excellence in quality of skilled labor and materials, and seek environmental sustainability in their buildings. Under the technology development on materials used in buildings and process systems adopted in the civil engineering services, it s verified that there is constant evolution. This is no different when it comes to waterproofing works of residential condominiums, for which in recent years were developed new materials and new application processes to avoid inconvenience and sealing problems. However, there are systemic problems of sealing in new residential buildings. In the study are pointed out conflicts between the sealing project and the others (architecture, installation of hydraulic and electrical networks, etc.), interference in the execution of services, unskilled labor, misuse of products, aside from materials of low technical quality. The case study enabled to verify in practice such conflicts and the solutions that were adopted for the corrections, seeking the technical quality as defined in standards. It is noted also that the civil construction sector in some condominiums, requires the insertion of new technologies, training, and the recognize of the need to incorporate the quality system, which promotes change in attitudes, such as to reconcile all projects (architecture, network installations, waterproofing etc..). Key Worlds: Waterproofing, Quality, Interference.

7 7 LISTA DE FIGURAS Figura 5.1 Operário aquece substrato e manta asfáltica para colagem da mesma. 25 Figura 5.2 Operários dão acabamento em sistema aderido com asfalto quente Figura 5.3 Barreira provisória para teste de lâmina d água de trecho impermeabilizado Figura 5.4 Laje de cobertura em teste de estanqueidade Figura 6.1- Detalhe dimensões solicitados para encaixe da impermeabilização Figura 6.2 Camadas de um sistema impermeabilizante especificado para terraço. 34 Figura 6.3 Topo da tubulação de isolamento da cordoalha do pára-raio Figura 6.4 Tubo rígido em sistema de sifão Figura 6.5 Tubulações flexíveis e agrupadas causam patologias na impermeabilização por dificultarem o acabamento Figura 6.6 Detalhe com esquema de caixa de passagem Figura 6.7 Tubulações flexíveis e agrupadas causam patologias na impermeabilização por dificultarem o acabamento Figura 6.8 Infiltração no subsolo de edifício residencial (patologia comumente encontrada) Figura 6.9 Carbonatação na região da tubulação de captação de águas pluviais consequência de acabamento mal executado Figura 6.10 Detalhe das sobreposições no piso e no rodapé das áreas impermeabilizadas (Sistema Manta Asfáltica) Figura 6.11 Detalhe da junta de retração de uma proteção mecânica armada Figura 6.12 Detalhe da junta perimetral junto ao rodapé de concreto Figura 6.13 Detalhe da junta de dilatação arremate com faixas de manta asfáltica Figura 6.14 Detalhe de ralo faixas de reforço são executados internamente, na tubulação Figura ª faixa de reforço no ralo Figura 6.16 manta sobrepondo ralo Figura 6.17 Detalhe de fixação mecânica da tela da proteção mecânica armada vertical e do sistema impermeabilizante

8 8 Figura 6.18 Detalhe platibanda laje de cobertura Figura 6.19 Detalhe de desnível no terraço Figura 6.20 Detalhe de borda de piscina

9 9 LISTA DE QUADROS Quadro Quadro comparativo de sistemas flexíveis mais utilizados pelo mercado da construção civil (2008)

10 10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS NBR ABNT Norma Brasileira Associação Brasileira de Normas Técnicas

11 11 SUMÁRIO p. 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivos Gerais Objetivo Específico MÉTODO DE TRABALHO JUSTIFICATIVA IMPERMEABILIZAÇÃO DE EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS Projetos de Impermeabilização Sistemas de impermeabilização Classificação dos sistemas impermeabilizantes Sistemas rígidos Sistemas flexíveis Classificação quanto à direção do fluxo d água a ser contido Classificação quanto à aderência ao substrato Classificação das proteções mecânicas dos sistemas impermeabilizantes Áreas com trânsito de veículos Áreas de jardim Áreas técnicas Áreas frias Teste de estanqueidade Patologias decorrentes das falhas nos sistemas impermeabilizantes IMPERMEABILIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS RESIDENCIAIS

12 Falhas e interferências nos projetos de impermeabilização Interferências com projeto de arquitetura Interferências com projeto de paisagismo Interferências com projeto de estrutura Interferências com projeto de hidráulica Interferências com projeto de elétrica Interferências com projeto de ar-condicionado Falhas devido à qualidade dos materiais Falhas devido à execução ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS... 61

13 13 1. INTRODUÇÃO A impermeabilização vem se mostrando um dos fatores decisivos quando se trata de manutenção, de todos os tipos de serviços executados no interior de uma construção civil. Qualquer alvenaria desaprumada, pintura mal feita ou forro em desnível é facilmente identificável durante a execução ou mesmo após o término do serviço. Por outro lado o problema de infiltração poderá ser identificado após o início do uso da edificação. A impermeabilização possui diversos vícios ocultos, imperfeições que durante a execução da obra ou mesmo após a sua conclusão, e em um curto período de tempo, não significam à edificação danos que comprometem a estabilidade da construção. Além destes problemas, os sistemas impermeabilizantes tendem a estar sobrepostos por contra-pisos e acabamentos, muitas vezes estes, dependendo do padrão do prédio somam uma porcentagem considerável do custo total do empreendimento. Aparentemente a atividade de impermeabilização foi marginalizada por muito tempo, apesar de sua importância e recorrentes problemas relacionados a ela, seja por falta de um projeto ou mesmo por uma má qualidade na mão-de-obra utilizada na execução dos serviços. Era comum em empreendimentos novos e reformas, a utilização de mão-de-obra desqualificada e a não utilização de projetos. Gastava-se dinheiro com materiais, nem sempre de má qualidade, mas mal empregados.e por vezes realizavam-se demolições muitas vezes desnecessárias afim de resolver a patologia. Em geral após o término do serviço constatava-se que a patologia permanecera na edificação, consultava-se um projetista especializado no assunto para orientar e projetar uma nova fase da reforma.

14 14 Essa atitude implicava em arcar com um custo de três a quatro vezes superior ao que de fato necessitava. Por esses motivos as grandes construtoras, em busca da melhoria e da qualidade técnica em seus empreendimentos, passaram a buscar soluções tecnológicas adequadas para a patologias desse tipo infiltrações O presente trabalho de pesquisa aborda esse tema relativo aos sistemas de impermeabilização de edificações residenciais, desde o processo de contratação de empresas especializadas, passando pelas fases de projeto básico, executivo e a realização da obra propriamente dita.

15 15 2 OBJETIVOS O presente trabalho tem por objetivo pesquisar a metodologia utilizada no processo de desenvolvimento da impermeabilização de edifícios residenciais, em lajes e estruturas, e apresentar métodos executivos e técnicas utilizadas para a otimização do sistema impermeabilizante. 2.1 Objetivos Gerais A pesquisa visa compreender o desenvolvimento de projetos de impermeabilização, indicando os sistemas mais utilizados nas diversas áreas úmidas que existem nos empreendimentos residenciais, os métodos de execução utilizados, interferências e soluções adotadas durante a fase de desenvolvimento do projeto. Ainda como objetivo geral a pesquisa tem a finalidade de demonstrar a importância da contratação de uma empresa projetista especializada na área de impermeabilização para o elaboração do projeto. 2.2 Objetivo Específico Para atingir o propósito dessa pesquisa procurou-se fundamentar em casos práticos, onde foi executado projeto específico contra as infiltrações com a adoção de novas soluções tecnológicas. Fundamentada na revisão bibliográfica e com as informações obtidas do uso prático, a pesquisa busca demonstrar o método usualmente empregado na elaboração dos projetos executivos de impermeabilização para edifícios residenciais, desde seu projeto básico até o projeto executivo conforme consta na NBR 9575 (ABNT, 2003). O estudo buscou, ainda, mostrar os novos processos técnicos para escolha dos sistemas de impermeabilização, onde o fator custo fica ainda mais evidente, por uma solicitação do mercado.

16 16 Além disso a pesquisa permitiu relacionar problemas no processo de impermeabilização de uma obra, com métodos executivos e definições equivocadas durante a fase de desenvolvimento dos projetos de uma edificação.

17 17 3 MÉTODO DE TRABALHO Este trabalho foi desenvolvido a partir da revisão bibliográfica feita em livros que mostram o assunto, especificamente sobre projetos de impermeabilização, destacando-se as normas sobre projetos de impermeabilização (NBR ) e de materiais (NBR-8083 e NBR-9689). A pesquisa está fundamentada, ainda, no acompanhamento e desenvolvimento de projetos executivos de impermeabilização, além de contatos com profissionais que atuam nesse tipo de atividade. Tais contatos foram realizados por meio de entrevistas técnicasno sentido de extrair informação da prática da aplicação de sistemas de impermeabilização, verificandose as vantagens e eventuais desvantagens das soluções adotadas. Procurou-se buscar, também, informações técnicas quanto ao desempenho dos sistemas de impermeabilização adotados em obras já executadas que aplicaram algum tipo de solução. Quanto ao desempenho do sistema impermeabilizante, especificado para estas obras, durante sua vida útil e quanto a sua longevidade.

18 18 4 JUSTIFICATIVA O mercado brasileiro passa por um momento de grande demanda de obras civis, embora tenha experimentado uma certa redução significativa por conta da crise econômica mundial, a partir de outubro do ano passado. Em especial os condomínios verticais, a demanda voltou a aumentar, e conseqüentemente ocorreu crescimento pelo serviço de impermeabilização, seja em projeto como na execução. Os avanços tecnológicos no setor de impermeabilizações, tanto na concepçãode projeto como no de materiais empregados, permitiu adotar novos procedimentos técnicos nesse tipo de serviço. Há alguns anos a impermeabilização de áreas úmidas de edificações significava aplicação de um produto para evitar a propagação de umidade para as áreas secas. Atualmente, em decorrência de patologias nas estruturas das edificações e a exigência de qualidade nas construções, esse serviço passou a ser realizado por meio de projeto executivo, desenvolvido por empresas especializadas. É sob essa nova maneira em resolver os problemas de infiltração que a presente pesquisa foi desenvolvida: compreender os critérios empregados na elaboração de projetos, procedimentos e cuidados na execução do serviço entre outros aspectos. Entanto, o presente trabalho busca contribuir no desenvolvimento de novas tecnologias e processos executivos dos sistemas de impermeabilização.

19 19 5 IMPERMEABILIZAÇÃO DE EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS 5.1 Projetos de Impermeabilização No mercado, atualmente, existem vários tipos de materiais e sistemas utilizados em projetos de impermeabilização, como o asfalto, resina, polímeros, cristalização, borrachas vulcanizadas entre outros. Não é possível afirmar que um desses produtos ou sistemas seja o melhor e mais eficiente, em função das características do local a ser impermeabilizado ou do tipo de patologia encontrada na edificação. Entretanto, estudos e análises devem ser realizadas para identificar o produto ou sistema de impermeabilização mais adequado para solucionar a anomalia identificada. O projeto de impermeabilização reduz a ocorrência de patologias, uma vez que, permite um controle mais eficiente da execução e mapeia, com seus detalhes, quais acabamentos podem ser mais suscetíveis a infiltrações. 5.2 Sistemas de impermeabilização A NBR 9575 (ABNT, 2003) os define como sendo o conjunto de camadas e serviços destinados à execução do preparo das superfícies, impermeabilização propriamente dita, camadas separadoras, amortecedoras e proteções primárias e mecânicas, conferindo impermeabilidade às partes construtivas. Os sistemas impermeabilizantes devem atender às exigências de desempenhos decorrentes dos efeitos citados pela NBR 9575 (ABNT, 2003), e descritos a seguir: -puncionamento: ocasionado pelo impacto de objetos que atuam perpendicularmente ao plano da impermeabilização; -fendilhamento: ocasionado pelo impacto pontual de objetos no sistema impermeabilizante, ou pelo dobramento ou pela rigidez excessiva do sistema.

20 20 -Ruptura por tração: ocasionado por esforços tangenciais ao plano da impermeabilização, devido à ação da frenagem, aceleração de veículos ou pela movimentação do substrato; -Desgaste: ocasionado pela abrasão devida à ação de movimentos dinâmicos ou pela ação do intemperismo; -Descolamento: ocasionado pela perda da aderência; -Esmagamento: redução drástica da espessura, ocasionada por carregamentos ortogonais ao plano da impermeabilização; Classificação dos sistemas impermeabilizantes Os sistemas impermeabilizantes são classificados pela NBR 9574 (ABNT, 2003) em sistemas rígidos e flexíveis e dizem respeito às suas capacidades elásticas Sistemas rígidos Indica-se os sistemas rígidos para aplicação em estruturas sujeitas às mínimas variações térmicas, pequenas vibrações e exposição solar. São aplicados em subsolos, piscinas sobre terra, galerias subterrâneas e em geral subsolos. Por norma NBR 9575 (ABNT, 2003) são relacionados a seguir: -argamassa impermeável com aditivo hidrófugo; -argamassa polimérica; -cimento modificado com polímero; -membrana epoxídica Sistemas flexíveis

21 21 Utiliza-se os sistemas flexíveis em estruturas sujeitas a variações térmicas ou grandes vibrações, cargas dinâmicas, recalques e/ou forte exposição solar. São indicados para terraços, lajes de cobertura, piscinas sobre laje, jardins elevados. Pela norma NBR 9575 (ABNT, 2003) são relacionados a seguir: -membrana de asfalto modificado sem adição de polímeros; -membrana de asfalto modificado com adição de polímero elastomérico; -membrana de emulsão asfáltica; -membrana de asfalto em solução elastomérica; -membrana elastomérica de policloropreno e polietileno cloro-sulfonado; -membrana elastomérica de poli-isobutileno isopreno em solução (I.I.R); -membrana elastomérica de estireno-butadieno-estireno (S.B.S.); -membrana de poliuretano; -membrana de poliuréia; -membrana de poliuretano com adição de asfalto; -membrana de polimero modificada com cimento; -membrana acrílica; -manta asfáltica; -manta de acetato de etilvinila (E.V.A.); -manta de policloreto de vinila (P.V.C.); -manta de polietileno de alta densidade (P.E.A.D.); -manta elastomérica de etileno-propileno-dieno- monômero (E.P.D.M.); -manta elastomérica de poli-isobutileno isopreno (I.I.R). O Quadro 5.1 mostra um exemplo de quais características devem ser analisadas quando da especificação dos sistemas impermeabilizantes.

22 22 SISTEMA GARANTIA VIDA ÚTIL ESPERADA PRINCIPAIS VANTAGENS PRINCIPAIS DESVANTAGENS Dupla manta asfáltica, SBS, aderida Com asfalto 10 anos 15 anos Espessura e características controladas Agilidade na aplicação Material flexível Baixíssima absorção de água Sistema difundido no mercado Apresenta pontos localizados de infiltração Permite tráfego leve durante a aplicação Fácil controle na obra. Vida útil inferior em relação a outros sistemas. Difícil aplicação em áreas com pequenas dimensões Dupla manta asfáltica, SBS, aderida a maçarico 10 anos 10 anos Espessura e características controladas Agilidade na aplicação Material flexível Baixíssima absorção de água Sistema difundido no mercado Apresenta pontos localizados de infiltração Permite tráfego leve durante a aplicação Fácil controle na obra. Vida útil inferior em relação a outros sistemas. Difícil aplicação em áreas com pequenas dimensões Dupla Manta asfáltica, SBS, com 13% de polímero (SBS) aderida com asfalto 10 anos 20 anos Espessura e características controladas Agilidade na aplicação Material flexível Baixíssima absorção de água Sistema difundido no mercado Apresenta pontos localizados de infiltração Permite tráfego leve durante a aplicação Fácil controle na obra. Maior vida útil Vida útil inferior em relação a outros sistemas. Difícil aplicação em áreas com pequenas dimensões Recomendados testes em laboratórios EUA. Dupla Manta asfáltica, SBS, com 13% de polímero (SBS), aderida a maçarico 10 anos 15 anos Espessura e características controladas Agilidade na aplicação Material flexível Baixíssima absorção de água Sistema difundido no mercado Apresenta pontos localizados de infiltração Permite tráfego leve durante a aplicação Fácil controle na obra. Maior vida útil Vida útil inferior em relação a outros sistemas. Difícil aplicação em áreas com pequenas dimensões Recomendados testes em laboratórios EUA.

23 23 Manta asfáltica, SBS, 4mm, Tipo IV, Aderida com Asfalto + Banho de asfalto (2kg/m2) 05 anos 12 anos Espessura e características controladas Agilidade na aplicação Material flexível Baixíssima absorção de água Sistema difundido no mercado Apresenta pontos localizados de infiltração Permite tráfego leve durante a aplicação Fácil controle na obra. Esta garantia poderá ser prorrogada em função de critérios do aplicador e fabricante para 10 anos, em função da espessura resultante do sistema. Vida útil inferior em relação a outros sistemas. Difícil aplicação em áreas com pequenas dimensões Manta asfáltica, SBS, 4mm, tipo IV, aderida com Asfalto + Banho de asfalto (1kg/m2) 05 anos 10 anos Espessura e características controladas Agilidade na aplicação Material flexível Baixíssima absorção de água Sistema difundido no mercado Apresenta pontos localizados de infiltração Permite tráfego leve durante a aplicação Fácil controle na obra. Vida útil inferior em relação a outros sistemas. Difícil aplicação em áreas com pequenas dimensões Quadro Quadro comparativo de sistemas flexíveis mais utilizados pelo mercado da construção civil (2008). Fonte: PROASSP Assessoria e Projetos LTDA. A garantia oferecida pelo serviço que é fornecida pela construtora ou aplicadora do serviço. Esta varia em função da vida útil esperada do material. A vida útil esperada varia em função do tipo de material empregado no sistema e na espessura da camada impermeabilizante. As colunas 3 e 4 dizem respeito às vantagens e desvantagens de cada sistema proposto. Nem sempre o melhor sistema a ser especificado é o que possui a maior garantia ou que seja mais barato, fatores externos podem alterar essa premissa, por exemplo,

24 24 caso o sistema escolhido tenha todas estas características mas não for muito difundido no mercado poderá faltar fornecedores de material para execução do serviço Classificação quanto à direção do fluxo d água a ser contido. A NBR (ABNT, 2001) divide em três categorias a classificação quanto à direção do fluxo de água a ser contido.são eles: Água de percolação são as águas que atuam sobre a superfície da impermeabilização, simplesmente pela ação da gravidade, não há pressão hidrostática. Como exemplo deste tipo de situação temos as águas atuantes em terraços, lajes de cobertura e áreas frias internas. Água sob pressão são as águas atuantes em situações onde há pressão hidrostática, como piscinas e reservatórios. Água por capilaridade são as águas atuando por capilaridade pelos poros dos diversos materiais empregados na construção, são exemplos desta situação pisos sobre influência de lençol freático, cortinas e poços de elevadores Classificação quanto à aderência ao substrato Os sistemas impermeabilizantes podem ser classificados quanto à aderência ao substrato de três formas. Os sistemas classificados como aderido são aqueles que possuem uma das suas superfícies completamente fixado ao substrato seja por fusão do próprio material, colagem com adesivos asfalto quente ou maçarico.

25 25 Figura 5.1 Operário aquece substrato e manta asfáltica para colagem da mesma. Figura 5.2 Operários dão acabamento em sistema aderido com asfalto quente. Os sistemas classificados como semi-aderido são aqueles que são aderidos de forma parcial e localizada em pontos como rodapés e ralos.

26 26 Os exemplos mais comuns de sistemas de impermeabilização aplicados de forma semi-aderida são os de manta PEAD e PVC. Sistemas flutuantes são aqueles totalmente desligados do substrato são muito utilizados para impermeabilização de estruturas de grande deformabilidade. 5.3 Classificação das proteções mecânicas dos sistemas impermeabilizantes. As proteções mecânicas serão previstas em função do tipo de tráfego previsto para cada área conforme NBR-9575 (ABNT, 2003). As proteções mecânicas, bem como os pisos posteriores, devem possuir juntas de retração a trabalhos térmicos, preenchidos com materiais deformáveis, principalmente no encontro de diferentes pisos (NBR-9575/2003) Áreas com trânsito de veículos Por conta da alta carga sobre a proteção é preciso prever proteções em concreto armado estruturado com telas soldadas conforme NBR-9575 (ABNT, 2003). Com um mínimo de 7cm de espessura esta proteção ajuda a manter a camada impermeabilizante intacta, evitando seu esmagamento. Sob a proteção em concreto é importante que seja previsto uma camada drenante, que é uma camada de 1 cm de argamassa podre, traço de 1:8 com emulsão asfáltica em sua água de amassamento na quantidade de 10% de seu volume total de água, que é utilizada também para proteger a impermeabilização no momento da concretagem e para aumentar a fluidez da água sobre a manta diminuída pela proteção em concreto.

27 27 Para rampas de circulação de veículos é importante que a tela seja presa ao rodapé para que não haja escorregamento da proteção durante as frenagens ou arrancadas dos veículos Áreas de jardim As áreas de jardins destes tipos de empreendimentos pedem uma atenção especial na especificação de proteções conforme NBR-9575 (ABNT, 2003). Normalmente temos uma proteção simples de 3 cm de espessura com argamassa (traço 1:3), para proteção contra possíveis agressores físicos que estiverem escondidos na terra. Todo e qualquer jardim deve ter no fundo um sistema de drenagem, a fim de facilitar o escoamento da água para a captação, isto é feito com um colchão de brita envolto em um bidim de gramatura baixa. Um ponto a se notar quando falamos em proteções para jardins é a resistência delas contra as raízes das plantas utilizadas naquele local. Há no mercado mantas com inibidores de raízes incorporadas no próprio asfalto da manta, entretanto uma forma mais barata e talvez mais eficiente, uma vez que a manta é inibida ao contato da proteção enquanto os inibidores incorporados na manta agem quando a raiz já está em contato com a manta, é utilizar sobre a proteção mecânica uma pintura anti-raiz, que é a mistura de 20% de óleo de alcatrão de hulha e 80% de solução asfáltica para imprimação Áreas técnicas As áreas técnicas que possuem impermeabilização são aquelas que terão seu piso lavado, existe uma geração de água por alguma máquina ali instalada ou mesmo por conta de gotejamento de água por conta de transpiração. As proteções destas áreas devem ser feitas com mínimo de 3cm de argamassa (traço 1:3), o locais onde as máquinas estarão apoiadas diretamente deverão

28 28 possuir uma base de concreto, a fim de distribuir a carga da máquina em áreas maiores que seus pés Áreas frias As proteções mecânicas para áreas frias normalmente se resumem a camadas de 1cm de argamassa (traço 1:3), por estarem sempre localizadas, dentro dos empreendimentos, em locais confinados. Com o baixo tráfego de pessoas durante a obra e a baixa carga sobre o piso após concluído os serviços, tais áreas não necessitam de proteções maiores do que estas, conforme NBR-9575 (ABNT, 2003). Por estarem dentro dos apartamentos, normalmente trechos em que se encontram em nível com o restante do apartamento, as cotas entre osso e acabamento são quase sempre defasadas em 4 a 5 cm uma da outra, reduzindo assim o espaço para os serviços de impermeabilização. 5.4 Teste de estanqueidade De acordo com a Norma Técnica NBR (ABNT, 2003)-1 item É necessário após a impermeabilização de qualquer área proceder com o teste de estanqueidade ou teste de lâmina d água, que consiste em executar barreiras em todos os acessos da área impermeabilizada, inclusive nas captações. Encher o compartimento a ser testado com água até que o nível do mesmo alcance uma cota 5cm acima do ponto mais alto do piso impermeabilizado.

29 29 Figura 5.3 Barreira provisória para teste de lâmina d água de trecho impermeabilizado. Para verificação da eficiência do sistema aplicado devemos verificar as áreas ao redor do compartimento, para a constatação de vazamentos. A constatação é feita visualmente, onde o consultor técnico e/ou fiscal da obra deve procurar infiltrações e vazamentos provenientes do teste. A água deve permanecer no local no mínimo 72 horas a fim de haver tempo suficiente para que a água percorra qualquer caminho que exista em uma possível falha da impermeabilização.

30 30 Figura 5.4 Laje de cobertura em teste de estanqueidade. É importante que haja acesso a todos os compartimentos inclusive o que se encontra abaixo da área em teste, é comum algumas áreas terem seu teste impossibilitado, por conta de limitações de acesso. Isto ocorre com freqüência em subsolos, em áreas como casas de máquinas, vestiários funcionários, etc. que são impermeabilizados muitas vezes para evitar umidade não em compartimentos abaixo dele mas sim naqueles ao seu lado, que possuem a mesma cota. 5.5 Patologias decorrentes das falhas nos sistemas impermeabilizantes Farina e Granato (1991) relacionam a origem das patologias nas impermeabilizações às falhas na execução dos serviços de impermeabilização e aos processos construtivos que podem provocar o rompimento ou a degradação da impermeabilização. Sobre natureza dos defeitos dos sistemas impermeabilizantes pode-se citar os seguintes aspectos: -Umidade; -Deslocamentos da estrutura devido a esforços não previstos, causando rompimento na impermeabilização; -Fissuração; -Instalações pós-impermeabilização;

31 31

32 32 6 IMPERMEABILIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS RESIDENCIAIS. Em casos onde há danos ao sistema impermeabilizante recomenda-se a reexecução total do serviço, pois reparos pontuais nos sistemas são reconhecidos, por muitos especialistas no setor, como procedimentos fracassados. Isto ocorre em obras de manutenção. Casualmente isto só irá ocorrer em uma obra nova quando for identificado alguma falha obrigando a empresa executante a refazer os serviços impermeabilizantes. A seguir temos a relação de possíveis falhas em três estágios da impermeabilização de um edifício residencial, projeto de impermeabilização, execução do serviço e materiais. Para cada possível falha deve-se contra-atacar com soluções técnicas eficientes e financeiramente viáveis. Fatores descritos neste estudo de caso contribuem positivamente para que os empreendimentos estejam o mais estanque possível. A contratação de empresas com grande experiência no ramo dá a segurança necessária para que a construção de um empreendimento ocorra sem a presença de fatores que possam vir a danificar a impermeabilização da edificação. A correta gestão destes riscos se faz extremamente necessária para este mercado em busca de excelência em qualidade e em baixo custo. 6.1 Falhas e interferências nos projetos de impermeabilização. Um dos maiores problemas encontrados pelo projetista especialista em impermeabilização, não diz respeito à parte técnica do serviço, e sim com relação à contratação de seus serviços.

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