EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA 9ª VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DO PARÁ

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1 MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Procurdori d Repúblic no Prá EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL DA 9ª VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DO PARÁ Processo nº O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pelo Procurdor d Repúblic que o finl subscreve, em tenção o spcho d fl. 205, vem mnifestr-se sobre contestção ds fls. 187/203, nos seguintes termos. O utor propôs Ação Civil Públic Ambientl obrigção fzer - contr PREFEITURA MUNICIPAL DE BELÉM e o SERVIÇO AUTÔNOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE BELÉM SAAEB, em rzão Poluição Ambientl grn proporção, crretd pel omissão e ineficiênci d dministrção do sistem esgoto snitário d ilh fluvil Mosqueiro, que vem sendo positdo diretmente ns pris fluviis dquele distrito, colocndo em risco sú pessos que frequentm os locis mis diretmente tingidos. Os requeridos presentrm contestção com pedido improcedênci d present ção rgumentndo, em síntese: 1- Preliminrmente, extinção d ção sem julgmento do mérito por perd interesse, pois o cso envolve um trblho contínuo e mnutenção, que vem sendo intensificdo; Ru Domingos Mrreiros, 690 Umrizl Belém/PA - CEP Fone: (91)

2 2- Extinção d ção por Ilegitimid d Prefeitur Belém, vez que não possui personlid jurídic, constituindo-se em simples unid dministrtiv do Município Belém; 3- Requerem revogção d mult impost o Por Público, em se liminr, pois comprovm que orm sobstrução dos cnis e tubulções menciondos n inicil foi cumprid. 4- Aduzem que o vlor fixdo título mult (R$5.000,00 cinco mil reis) é exorbitnte, indo lém do que se recomend, com possibilid impor um grve ônus o erário municipl. Pem revogção ou redução do vlor d mult. 5- No mérito, sustentm que o colhimento dos pedidos formuldos n inicil constituem intromissão n legítim gestão e execução ds ções públics competênci do SAAEB, com front o Princípio Constitucionl d Hrmoni e Seprção dos Pores, consonte rt. 2º d Constituição Ferl, pois somente o Executivo e sus entids cbe execução tos governo e dministrção. 6- Alegm que o utor pe que SAAEB sej compelid, vi judicil, prticr tos dministrtivos sem pontr os custos finnceiros que ção poss crretr o orçmento público d entid utárquic municipl, com violção o princípio d leglid d spes públic. 7- Recorrem-se d Teori d Reserv do Possível pr explicr impossibilid efetivção todos os direitos fundmentis simultnemente em fce d limitção recursos orçmentários e d necessid seleção do mínimo existencil. Por primeiro, cumpre informr que orm em se liminr não foi cumprid contento pelos requeridos, conforme se monstrrá com s provs serem crreds os utos. 2

3 N dt , um grupo ciddãos, representntes d socied civil do Distrito Mosqueiro, esteve n se do Ministério Público Ferl em Belém noticindo que, pós o ferimento d liminr, nestes utos, terminndo promoção imedit cnis sobstrução dos tubulções do esgoto e sistem Mosqueiros, pens os requeridos provincirm sobstrução d tubulção ds css mis diretmente tingids pelo refluxo do mteril esgoto com o fito evitr miores reclmções por prte d populção, conforme comprovm s fotos st págin, registrds em 22/06/2011 e trzids pel própri socied do Distrito. O mbientl srespeito dno subsiste com e o sú públic tmbém. OS ARGUMENTOS DE CONTESTAÇÃO SÃO INSUBSISTENTES. NÃO NEGAM OS FATOS DESCRITOS NA INICIAL. AO CONTRÁRIO, OS ADMITEM. Não existe rzão pr extinção do feito sem resolução mérito. De fto, mnutenção dos serviços em bte, responsbilid ds requerids, é contínu. Ms ess não é mior questão. A continuid do Serviço público não signific svinculção do princípio d eficiênci, que tmbém rege Administrção Públic. 3

4 Urge o repro o meio mbiente e resolução d questão d exposição d populção Mosqueiro doençs, em rzão d omissão obrigções que não estão sendo vidmente Por cumprids Público pelo competente, conforme frtmente monstrdo nos utos. O Procurdor do Município Belém, n fes dos interesses mbos os requeridos, requer ilegitimid pssiv d Prefeitur Municipl Belém sob o rgumento que el não possui personlid jurídic, constituindo-se mer unid dministrtiv do Município Belém. Sbe-se que Prefeitur é órgão do Município, sendo este o Ente Fertivo com personlid jurídic, ms é trvés d Prefeitur Municipl, n pesso seu gestor, que s ções se concretizm. Tnto o é que o Município Belém, por seu procurdor, responu presente ção. Nd obst su cpcid processul. Amis, convencionou-se que s expressões Prefeitur e Município se equivlem. Trt-se mer formlid expressão, como já reconhecido pelo Supremo Tribunl Ferl, conforme monstrdo seguir. 4

5 PARA EFEITOS DE LEGITIMIDADE "AD CAUSAM", AS EXPRESSÕES MUNICÍPIO E PREFEITURA SE EQUIVALEM. RECURSO EXTRAORDINÁRIO CONHECIDO E PROVIDO. (RE 89092, Reltor(): Min. CORDEIRO GUERRA, SEGUNDA TURMA, julgdo em 04/11/1980, DJ PP EMENT VOL PP RTJ VOL PP-00759) Qunto o pedido revogção ou redução do vlor d mult por impor um grve ônus o erário municipl, resslt-se que mult fixd é pessol, pr o gestor. As streintes constituem-se em um dos instrumentos legis que dispõe o Por Judiciário pr ssegurr o cumprimento sus própris cisões, rzão pel qul tmbém não há que se flr em invid ingerênci judicil ns funções d Administrção Públic. Ess orientção dominnte nossos tribunis, inclusive do Colendo Superior Tribunl Justiç: AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO QUE DEFERIU MEDIDA LIMINAR REQUERIDA PELO MPF EM AÇÃO CIVIL PÚBLICA. LEGITIMIDADE DA CEDAE PARA FIGURAR NO PÓLO PASSIVO. ADEQUAÇÃO DA ASTREINTE. DECISÃO MANTIDA. Trt-se grvo instrumento interposto pel CEDAE, objetivndo reform d cisão proferid pelo MM. Juízo quo nos utos d ção civil públic propost pelo MPF, que terminou intimção d ré pr, em 10 (z) dis, sob pen imposição mult diári fixd em R$ 5.000,00 (cinco mil reis), dotr um série medids mitigdors dos dnos o complexo lgunr Jcrepguá, em rzão do lnçmento esgoto in ntur nquels águs. 1) btimetri e intificção dos pósitos lodo tivo; 2) remoção constnte do excesso ds mcrófits quátics presentes em cnis, rios e lgos; 3) monitormento d presenç lgs tóxics o complexo lgunr trvés universids (NPPN-UFRJ) com divulgção periódic dos resultdos; 4) cronogrm pr remoção pósitos lodo tivo; 5) retird constnte lixo flutunte; 6) colocção brreirs flutuntes que impeçm chegd lixo ns mrgens ds lgos; 7) replntio ds encosts nos mnnciis. Em exme perfunctório, legitimid pssiv d CEDAE pr cus corre d responsbilid pelos dnos cusdos o meio mbiente por omissão no seu mister fiscliztório, teor do disposto nos Decretos Estduis nos 553/76 e /96, levndo-se em cont o critério objetivo pr configurção d responsbilid do poluidor por dno mbientl, sem prejuízo d formção 5

6 litisconsórcio pssivo ulterior, se for o cso. Nesse sentido, em que pesem sus legções que o cumprimento ds medids imposts pelo MM. Juízo 1o gru penri d prticipção outrs entids vinculds o Por Público (tis como SERLA, FEEMA, COMLURB e própri Prefeitur do Rio Jneiro), reporto-me à cisão impugnd, que esclreceu que terminção pr doção ds medids requerids pelo MPF fls. 240 não correu do fto ter sido reconhecid competênci d CEDAE pr, ordinário, promover s medids scrits, ms sim em rzão do reconhecimento, em exme prefcil, d responsbilid d Empres Estdul pelos dnos mbientis correntes do spejo esgoto in ntur no Complexo Lgunr em comento. Ness linh rciocínio, entendo que mult diári rbitrd pelo MM. Juízo quo figur-se qud pr compelir ré à doção ds medids necessáris à minimizção do impcto mbientl em questão. Agrvo que se neg provimento. (grifo nosso) (STJ. AG , Desembrgdor Ferl THEOPHILO MIGUEL, TRF2 - SÉTIMA TURMA ESPECIALIZADA, 20/04/2007) AMBIENTAL E ADMINISTRATIVO. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. TRATAMENTO SANITÁRIO DE ESGOTO DE PRÉDIOS DO ESTADO DO MARANHÃO. POLUIÇÃO DE LEITOS DE RIOS E TRECHOS DE PRAIA DO MUNICÍPIO DE SÃO LUÍS/MA. LANÇAMENTO DE EFLUENTES LÍQUIDOS IN NATURA. DANO AMBIENTAL. RESPONSABILIDADE DO ESTADOMEMBRO. ART. 225, CAPUT, E 1º, VII, DA CONSTITUIÇÃO. 1. O por público tem o ver fenr o meio mbiente, cordo com o cput do rt. 225 d Constituição. A ele incumbe, ind, proteger fun e flor, vedds s prátics que coloquem em risco su função ecológic e provoquem extinção espécies, tl como previsto no inciso VII do 1º do menciondo rt. 225 d Constituição. 2. É ver do estdo-membro, pelo menos, impedir que os jetos dos prédios públicos estduis contribum pr struir o meio mbiente presente nos rios, nos trechos pri e no mr, não tendo rzão nenhum em suscitr indisponibilid recursos orçmentários pr trtr previmente os esgotos. 3. É possível o julgdor terminr que o dministrdor público indimplente dote s providêncis tenntes vibilizr concreção um prerrogtiv constitucionl inerente à ciddni, sem que isso crcterize invid ingerênci do Judiciário n esfer discricionried dministrtiv. 4. Apelção e remess oficil que se neg provimento. Obrigção trtmento prévio do esgoto 6

7 dos prédios públicos estduis mntid. (grifo nosso) (AC , JUIZ FEDERAL GLÁUCIO MACIEL GONÇALVES (CONV.), TRF1 - QUINTA TURMA, 29/07/2011) Nenhum óbice se present pr o colhimento do pedido formuldo pelo utor. A legção supost violção o Princípio Constitucionl d Hrmoni e Seprção dos Pores não prosper no presente cso. Todos têm direito o meio mbiente ecologicmente equilibrdo, bem uso comum do povo e essencil à sdi qulid vid, impondo-se o Por Público e à coletivid o ver fendê-lo e preservá-lo pr s presentes e futurs gerções (rt. 225 CF). Eis o mndmento constitucionl. Direitos fundmentis como o meio mbiente ecologicmente equilibrdo e à sú não pom ser condiciondos à discricionried do Administrdor. Como bem posto pelo Ministro HUMBERTO MARTINS, em um seus brilhntes rrzodos, seri um distorção pensr que o princípio d seprção dos pores, originlmente concebido com o escopo grnti dos direitos fundmentis, pusse ser utilizdo justmente como óbice à relizção dos direitos sociis, igulmente fundmentis. Trtndo-se direito fundmentl, incluso no conceito mínimo existencil, inexistirá empecilho jurídico pr que o Judiciário estbeleç inclusão termind polític públic nos plnos orçmentários do ente político, mormente qundo não houver comprovção objetiv d incpcid econômico-finnceir d pesso esttl (STJ. AgRg no REsp /RS,SEGUNDA TURMA, julgdo em 08/06/2010, DJe 21/06/2010) Sobre mtéri, pcífico o posicionmento d Suprem Corte tmbém nesse sentido: DIREITO CONSTITUCIONAL. SEGURANÇA PÚBLICA AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. PROSSEGUIMENTO DE JULGAMENTO. AUSÊNCIA DE INGERÊNCIA NO PODER DISCRICIONÁRIO 7

8 DO PODER EXECUTIVO. ARTIGOS 2º, 6º E 144 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. 1. O direito segurnç é prerrogtiv constitucionl indisponível, grntido medinte implementção polítics públics, impondo o Estdo obrigção crir condições objetivs que possibilitem o efetivo cesso tl serviço. 2. É possível o Por Judiciário terminr implementção pelo Estdo, qundo indimplente, polítics públics constitucionlmente prevists, sem que hj ingerênci em questão que envolve o por discricionário do Por Executivo. Precentes. 3. Agrvo regimentl improvido. (grifo nosso) (RE AgR, Reltor(): Min. ELLEN GRACIE, Segund Turm, julgdo em 07/06/2011, DJe-120 DIVULG PUBLIC EMENT VOL PP-00144) DIREITO CONSTITUCIONAL. DIREITO A SAÚDE. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. PROSSEGUIMENTO DE JULGAMENTO. AUSÊNCIA DE INGERÊNCIA NO PODER DISCRICIONÁRIO DO PODER EXECUTIVO. ARTIGOS 2º, 6º E 196 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. 1. O direito sú é prerrogtiv constitucionl indisponível, grntido medinte implementção polítics públics, impondo o Estdo obrigção crir condições objetivs que possibilitem o efetivo cesso tl serviço. 2. É possível o Por Judiciário terminr implementção pelo Estdo, qundo indimplente, polítics públics constitucionlmente prevists, sem que hj ingerênci em questão que envolve o por discricionário do Por Executivo. Precentes. 3. Agrvo regimentl improvido. (AI AgR, Reltor(): Min. ELLEN GRACIE, Segund Turm, julgdo em 03/08/2010, DJe-154 DIVULG PUBLIC EMENT VOL PP RT v. 99, n. 902, 2010, p ) DIREITO CONSTITUCIONAL E DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO. GARANTIA ESTATAL DE VAGA EM CRECHE. PRERROGATIVA CONSTITUCIONAL. AUSÊNCIA DE INGERÊNCIA NO PODER DISCRICIONÁRIO DO PODER EXECUTIVO. PRECEDENTES. 1. A educção infntil é prerrogtiv constitucionl indisponível, impondo o Estdo obrigção crir condições objetivs que possibilitem o efetivo cesso creches e unids pré-escolres. 2. É possível o Por Judiciário terminr implementção pelo Estdo, qundo indimplente, polítics públics 8

9 constitucionlmente prevists, sem que hj ingerênci em questão que envolve o por discricionário do Por Executivo. 3. Agrvo regimentl improvido. (RE AgR, Reltor(): Min. ELLEN GRACIE, Segund Turm, julgdo em 15/12/2009, DJe-030 DIVULG PUBLIC EMENT VOL PP LEXSTF v. 32, n. 375, 2010, p ) Portnto, exsurge necessári tução do Judiciário no cso. Dinte do exposto, o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL rtific petição inicil em todos os seus termos, requerendo o prosseguindo o feito té julgmento finitivo. Qunto à especificção provs, este órgão ministeril rtific s já produzids e requer juntd do CD, em nexo, contendo s fotos colcionds nest peç e víos on são mostrds cens chocntes do pósito jetos n pri e nos córregos ns áres mencionds n inicil, informndo que preten presentr t um ssemblei relizd por ciddãos Mosqueiro, oportunid em form colocds e dbtids s situções referids nest Ação. Tods s provs serem produzids tem finlid melhor monstrr grvid dos ftos postos em juízo. Termos em que, Pe ferimento. Belém-PA, 28 setembro FELÍCIO PONTES JR. Procurdor d Repúblic 9

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