O SERVIÇO DE ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO PÓS-VENDA (CAPELA DO SOCORRO) EM UMA DAS MAIORES EMPRESAS DE SANEAMENTO DO MUNDO: SABESP

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1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI GERALDO DO NASCIMENTO JUNIOR O SERVIÇO DE ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO PÓS-VENDA (CAPELA DO SOCORRO) EM UMA DAS MAIORES EMPRESAS DE SANEAMENTO DO MUNDO: SABESP SÃO PAULO 2008

2 ii GERALDO DO NASCIMENTO JUNIOR O SERVIÇO DE ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO PÓS-VENDA (CAPELA DO SOCORRO) EM UMA DAS MAIORES EMPRESAS DE SANEAMENTO DO MUNDO: SABESP Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Nome do Orientador : Prof. Gisela Coelho Nascimento SÃO PAULO 2008

3 iii GERALDO DO NASCIMENTO JUNIOR O SERVIÇO DE ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO PÓS-VENDA (CAPELA DO SOCORRO) EM UMA DAS MAIORES EMPRESAS DE SANEAMENTO DO MUNDO: SABESP Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para a obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi Trabalho concluído em: 03 de Dezembro de Profª. Gisela Coelho Nascimento Profº. Lincoln Lucilio Romualdo Comentários:

4 iv A Gracy, minha companheira, pela atenção, paciência e compreensão, e ao meu pequeno e amado filho Arthur, pelos momentos que não pudemos compartilhar. A minha mãe, Maria, por toda dedicação, amor e carinho, e também pelo incentivo para continuar buscando os meus sonhos. Ao meu pai, Geraldo, pela lição de honestidade e força para conseguir os objetivos.

5 v AGRADECIMENTOS A todos que de alguma forma contribuíram para a realização deste trabalho.

6 vi RESUMO Este trabalho apresenta informações sobre como são executados em uma empresa de saneamento ambiental os serviços de operação e manutenção em sistemas de abastecimento de água e coleta de esgoto, as ferramentas utilizadas, os treinamentos necessários para mão de obra e os métodos utilizados para o completo atendimento a todos os serviços de manutenção que vierem a surgir. Mostra o funcionamento e estrutura de um setor de manutenção da Sabesp e os novos métodos de trabalho que estão sendo adotados como o combate às perdas com manutenções preventivas e pesquisas de vazamentos não visíveis com os resultados já obtidos e a implantação de manutenções preventivas e diagnósticos das redes de esgoto. PALAVRAS-CHAVE: Manutenção, Abastecimento de água, Coleta de esgoto, Vazamentos, Perdas de água, Manutenção preventiva.

7 vii ABSTRACT This work presents information on how carried out in a company of environmental sanitation services in operation and maintenance of water supplies and sewage collection, the tools used, the training necessary for manpower and the methods used to the full service to all maintenance services that will arise. This shows the structure and work of a maintenad Sabesp sector and the new working methods that are being adopted to against the high costs with preventive maintenance and research for leaks, using previously obtained results and the implementation of diagnostic and preventive maintenance of sewage networks. KEY WORDS: Maintenance, Water supply, Sewage collection, Casting, Leaks, Preventive maintenance

8 viii LISTA DE FIGURAS Figura 5-1 -Pontos freqüentes de vazamentos em rede de distribuição Figura 5-2 Chave de Manobra Figura 5-3 Cavalete de água Figura 5-4 Ferramentas e Equipamentos Utilizados para Manutenção em Cavalete de Água Figura 5-5 Ferramentas para Manutenção de Ramais Prediais de Água Figura Martelete Pneumático Figura Unidade Hidráulica Figura 5-8 Retroescavadeira Figura Escavadeira Hidráulica Figura Compressor Pneumático Figura 5-11 Compactador Figura 5-12 Lixadeira Figura Cortador de Tubo Figura Bomba de Sucção Figura Gerador de Energia Figura 5-16 Esmerilhadeira Figura Serra de Disco Figura 5-18 Tripé Figura Medidor de Gases Figura Flex Cleaner Figura Sewer Rodder Figura Sewer Jet Figura Alto Vácuo Figura 5-24 Combinado Sewer Jet com Alto Vácuo Figura 5-25 Haste de Escuta Figura 5-26 Geofone Mecânico Figura 5-27 Geofone Eletrônico Figura 5-28 Correlacionador de Ruídos Figura 5-29 Curso de Instalação de ramais prediais no SENAI/Tatuapé São Paulo Figura 6-1 Gráfico da quantidade de água no planeta Figura Gráfico da distribuição de água no planeta Figura Gráfico da distribuição de água no Brasil Figura Gráfico da distribuição de água no Estado de São Paulo Figura 6-5 Municípios atendidos pela Sabesp Figura 6-6 VRP Leonardo de Fássio Figura 6-7 Hidrômetro macromedidor Figura 6-8 Hidrômetro residencial com vazão de 1,5 m³/s Figura 6-9 Área da VRP Leonardo de Fássio subdividida em distritos de medição e controle (DMC) Figura 6-10 Construção de Poço de Visita Figura 6-11 Instalação de válvula gaveta de diâmetro 75mm Figura 6-12 Pesquisa de vazamentos não visíveis realizado com haste de escuta Figura Incidência de consertos de Esgoto no Pólo Capela do Socorro Figura 6-14 Mapa temático do setor 178 com números de desobstruções executadas... 50

9 ix LISTA DE TABELAS Tabela Perdas físicas e suas causas Tabela Escassez de recursos hídricos Tabela Total de serviços executados na área da VRP Leonardo de Fássio Tabela Serviços antes, durante e depois das ações preventivas no setor Tabela Economia em consertos de vazamentos Tabela Economia de água devido à redução do VD e aumento do VU Tabela Planejamento de Limpeza e diagnóstico de redes de esgoto... 51

10 x LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABENDE ABRH ANA DMC IBGE IPDT ISO MASPP MCA MS OHSAS PLANASA PNCDA PNQ PNQS PPQG PVC RDA RMSP SABESP SNIS VD VRP VU Associação Brasileira de Ensaio Não Destrutivo Associação Brasileira de Recursos Hídricos Agência Nacional da Água Distrito de Medição e Controle Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Índice de Perdas da Distribuição Totais International Organization for Standardization (Organização Internacional para Padronização) Método de Analise e Soluções de Problemas de Perdas de Água e de Faturamento Metro de Coluna D água Unidade de Negócio sul Occupational Health and Safety Assessment Series (Série de Avaliação de Saúde e Segurança Ocupacional) Plano Nacional de Saneamento Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Água Prêmio Nacional de Qualidade Prêmio Nacional de Qualidade em Saneamento Prêmio Paulista de Qualidade em Gestão Policloreto de Vinila Rede de Distribuição de Água Região Metropolitana de São Paulo Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Volume Distribuído Válvula Redutora de Pressão Volume Utilizado

11 xi SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico MÉTODO DE TRABALHO JUSTIFICATIVA O SERVIÇO DE ENGENHARIA DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÂO PÓS- VENDA EM UMA EMPRESA DE SANEAMENTO O que é Pós-Venda A Operação em um Sistema de Saneamento Manutenção Corretiva A manutenção corretiva em um sistema de saneamento A manutenção corretiva em um sistema de distribuição de água A manutenção corretiva em um sistema de coleta de esgoto Manutenção Preventiva A manutenção preventiva em um sistema de saneamento A manutenção preventiva em um sistema de distribuição de água Perdas físicas e perdas não-físicas Principais causas das perdas físicas A manutenção preventiva em um sistema de coleta de esgoto Equipamentos Utilizados em um Sistema de Saneamento Equipamentos para operação Equipamentos para manutenção em sistema de água Equipamentos para manutenção em cavaletes de água Equipamentos para manutenção em ramais prediais de água Equipamentos para manutenção em redes de água Equipamentos para manutenção em sistema de esgoto Detecção de vazamentos não visíveis Mão-de-Obra Utilizada em um Sistema de Saneamento Capacidades mínimas exigidas Treinamentos necessários para serviços em água Treinamentos necessários para serviços em esgoto Treinamentos necessários para detecção de vazamentos não visíveis ESTUDO DE CASO Disponibilização de Recursos Hídricos Disponibilização de recursos hídricos no planeta Disponibilização de recursos hídricos no Brasil Disponibilização de recursos hídricos no Estado de São Paulo Disponibilização de recursos hídricos na região metropolitana de São Paulo Classificação da escassez de recursos hídricos Características Gerais da Empresa Sabesp... 37

12 xii 6.3. Características Gerais do Setor de Atendimento (Pólo de Manutenção Capela do Socorro) Infra-estrutura Mão-de-obra própria Mão-de-obra terceirizada Métodos de Trabalho do Setor Engenharia e Planejamento dos Serviços e Manutenções Preventivas Ações implantadas para combate às perdas físicas Estudo das ações de perdas na VRP Leonardo de Fássio Ações preventivas de esgoto Estudo das ações para implantação das ações preventivas de esgoto Análise de Dados Obtidos e Relatórios Gerados CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO A ANEXO B... 68

13 1. INTRODUÇÃO O saneamento básico no Brasil atualmente é muito precário, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do País, devido à sua história de construção onde durante muitos anos não houve nenhum tipo de investimento no setor, sendo que no início da Colonização cada indivíduo era responsável pela captação e tratamento da água e disposição dos dejetos não havendo nenhuma responsabilidade e investimento por parte do Governo ou empresa privada. Com o tempo o saneamento foi evoluindo, mas no começo, as expansões e implantações de redes eram feitas pela iniciativa privada, dando acesso ao mesmo apenas aos grandes centros expandidos e as pessoas que lá viviam. Atualmente na região Sudeste do País, principalmente no Estado de São Paulo, o saneamento ambiental provê a grande maioria da população, porém ainda há muito que se investir, pois conforme ocorreu a expansão dos grandes centros urbanos foram instalando-se as redes sem nenhum tipo de planejamento, trazendo hoje grandes problemas de falta d água e vazamentos. Devido a complexidade e extensão das redes de água e esgoto existente e na grande maioria dos casos não há investimento em prevenção ou renovação dessas redes, uma das áreas mais importantes das empresas de saneamento é o Setor de atendimento de manutenções. O grande desafio de um Setor de atendimento de manutenções é a solução dos principais problemas identificados, não apenas no sentido do conserto corretivo, mas no âmbito de soluções que visam evitar ou minimizar o reaparecimento do problema e a antecipação do mesmo, buscando com isso a redução das perdas e infiltrações existentes no sistema de água, as infiltrações, contaminações e refluxos no sistema de esgoto melhorando assim a satisfação dos clientes. No Setor escolhido para esse estudo (Setor Pólo de Manutenção de Capela do Socorro SABESP) o desafio é ainda maior, pois o setor está localizado dentro de

14 2 uma grande área de Manancial entre as Represas Billings e Guarapiranga gerando uma responsabilidade maior quanto aos impactos ao Meio Ambiente. Também há a dificuldade da extensão da área atendida de um total de 514,513 km² e uma população de habitantes com 100% de ligação de água e 63% de ligações de esgoto, sendo que o setor disponibiliza de um quadro de 52 empregados, sendo que 19 são administrativos e 33 operacionais, onde a maior parte dos serviços diretos de manutenção são executados por mão-de-obra terceirizada. Com todas essas dificuldades são executados todos os atendimentos solicitados pelo cliente dentro de prazos e metas pré-estipulados e atualmente estão sendo realizados métodos de trabalhos preventivos e preditivos baseados em modelos de qualidade como Prêmio Nacional de Qualidade (PNQ), Prêmio Nacional de Qualidade em Saneamento (PNQS), Prêmio Paulista de Qualidade em Gestão (PPQG), Sistema de Qualidade (ISO 9001:2000) e Sistema de Qualidade em Segurança e Saúde Ocupacional (OHSAS 18001:1999) alcançando premiações que há algum tempo só contemplavam empresas privadas, demonstrando um modelo de gestão eficiente e auto-sustentável. Existe a Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997 (anexo A) que trata da Política Nacional de Recursos Hídricos e a partir de 7 de dezembro de 2007 foi criada a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP) criada através da Lei Complementar nº de 07 de dezembro de 2007 (anexo B) para regular, controlar e fiscalizar no âmbito do Estado, os serviços de gás canalizado e, preservadas as competências e prerrogativas municipais, de saneamento básico de titularidade estadual.

15 3 2. OBJETIVOS Este trabalho trata da demonstração do estudo do funcionamento das manutenções corretivas e preventivas em sistemas de abastecimento e distribuição de água e coleta e afastamento de esgotos adotados em empresas de saneamento ambiental Objetivo Geral Apresentar o funcionamento e estruturação de uma Unidade de Operação e Manutenção em sistemas de abastecimento de água e coleta e afastamento de esgotos, visando a conservação dos sistemas existentes e conseqüente melhoria na qualidade de vida da população mantendo as residências, comércios, indústrias e órgãos públicos sem intermitências no abastecimento de água e sem falhas no sistema de coleta de esgotos Objetivo Específico Apresentar os métodos e práticas adotados no Pólo de Manutenção Capela do Socorro com serviços de manutenção corretiva e preventiva evitando assim problemas de intermitência no abastecimento de água devido aos vazamentos em redes e ramais prediais, pouca pressão de água e problemas de coleta de esgotos como vazamentos e obstruções das redes e ramais, evitando assim problemas de reclamações, acidentes, sinistros, perdas e impactos ao meio ambiente. Outro ponto importante do trabalho consta em mostrar o modelo de gestão em uma empresa de saneamento, no caso a SABESP, que por tratar-se de uma das maiores Empresas no setor pode servir de referência para outras empresas do ramo ou de atividades semelhantes onde os métodos possam ser aplicados.

16 4 3. MÉTODO DE TRABALHO A metodologia utilizada para o desenvolvimento e realização deste trabalho foi pesquisa in loco, pesquisas em sites da Internet, pesquisas em órgãos governamentais relacionados ao tema e pesquisa bibliográfica bem como a experiência adquirida em 14 anos de trabalho na área de manutenção.

17 5 4. JUSTIFICATIVA Disponibilizar água para a população de São Paulo, com quantidade e qualidade compatíveis com as exigências mínimas para consumo humano é cada vez mais difícil, pois este recurso natural que é consumido compulsoriamente pelos seres vivos, possui um valor agregado altíssimo devido a pouca disponibilidade hídrica na RMSP Região Metropolitana de São Paulo - conjugado ao alto custo do tratamento. Verifica-se que manter a operacionalidade do sistema com sua integridade física preservada é uma tarefa árdua e constante que é alcançada com a manutenção corretiva e principalmente preventiva diminuindo assim a quantidade de água desperdiçada e as infiltrações de esgoto causadas pelos vazamentos, visto as 6,8 milhões de ligações de água e 5,1 milhões de ligações de esgoto existentes nos 366 municípios do Estado de São Paulo atendidos pela Sabesp, sendo que a Região atendida pelo Pólo de Manutenção da Capela do Socorro possui ligações de água e ligações de esgoto, segundo dados levantados em fevereiro de 2008 pela SABESP Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo. A atual estruturação e método de trabalho da área de Operação e Manutenção da SABESP visa otimizar os recursos materiais e pessoais da empresa para minimização das perdas e impactos ao meio ambiente, tanto no desperdício de água quanto na contaminação dos mananciais e solo pelo esgoto, melhorando assim sua imagem junto ao cliente e à sociedade.

18 6 5. O SERVIÇO DE ENGENHARIA DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÂO PÓS-VENDA EM UMA EMPRESA DE SANEAMENTO 5.1. O que é Pós-Venda Pós-venda é o atendimento prestado ao cliente após a venda do produto, o que pode ser feito para o encantamento e fidelização do cliente, por obrigações legais ou por necessidades operacionais. No caso dos sistemas de saneamento a venda é a efetivação da ligação de água e/ou esgoto solicitados pelo cliente e o pós-venda é uma tratativa permanente necessária à operação e ao bom funcionamento do sistema que consiste no atendimento ao cliente mantendo-se a regularidade do abastecimento de água e a efetiva coleta e afastamento do esgoto bem como a execução de manutenções preventivas ou corretivas e o atendimento a sinistros decorrentes da demora na localização e conserto de falhas existentes no sistema A Operação em um Sistema de Saneamento A Operação de fechamento e abertura das redes de grande diâmetro, bem como o controle de pressão e regulagens de Válvulas Redutoras de Pressão (VRP s) em um sistema de água e o desligamento de estações elevatórias de esgoto em geral é executada por outras áreas previamente determinadas na estrutura da empresa restando para o Pólo de Manutenção apenas a operação local necessária para a manutenção, principalmente em serviços de água onde essa operação do sistema consta da abertura e fechamento de registros das redes de distribuição de água de menor diâmetro (até 75mm no máximo), comunicando à área responsável o motivo e horário do fechamento Manutenção Corretiva Manutenção Corretiva é a manutenção que é necessária somente após a ocorrência de uma falha no sistema, onde geralmente há a necessidade de interrupção da

19 7 produção ou distribuição e a perda de qualidade do produto A manutenção corretiva em um sistema de saneamento Nos sistemas de saneamento a manutenção ocorre geralmente quando há uma falha em alguma bomba ou booster e principalmente quando ocorrem vazamentos nas redes de água ou esgoto. A informação sobre esses vazamentos geralmente é obtida através da reclamação do cliente com maior freqüência através do call center e algumas vezes através da comunicação pessoal nas agências de atendimento A manutenção corretiva em um sistema de distribuição de água No sistema de distribuição de água geralmente a manutenção corretiva ocorre nas redes de distribuição de água e nos ramais domiciliares onde em quase todos os casos é necessário a abertura de valas para seu conserto e não há idéia de quanto tempo o problema existia até sua percepção pelo cliente ou pela empresa. Quando o problema acontece em uma bomba, booster ou em grandes adutoras a percepção é mais rápida pois tem uma maior abrangência e impacto A manutenção corretiva em um sistema de coleta de esgoto No sistema de coleta de esgoto a manutenção corretiva possui uma necessidade de atendimento maior, pois além dos transtornos ao cliente há o risco à saúde e o impacto ao meio ambiente. Geralmente quando há uma necessidade de manutenção corretiva logo o problema é percebido pelo cliente devido ao sistema ter vários pontos de extravasão como poços de visita e retorno aos imóveis nele conectados exalando mau cheiro. Em alguns casos há também o solapamento da via ou passeio até mesmo com a criação de buracos devido ao carreamento do solo através da rede.

20 Manutenção Preventiva É a manutenção realizada com a intenção de reduzir ou evitar a quebra de partes do sistema evitando assim sua paralização e diminuindo assim o custo da manutenção, custos com sinistros e redução das perdas no sistema melhorando a satisfação do cliente A manutenção preventiva em um sistema de saneamento Em um sistema de saneamento a manutenção preventiva visa evitar problemas de irregularidades no abastecimento e retorno de esgoto para os imóveis e meio ambiente A manutenção preventiva em um sistema de distribuição de água No sistema de distribuição de água a manutenção preventiva ou de combate as perdas consiste principalmente no levantamento dos principais pontos de atuação com manutenções corretivas identificando a causa dos problemas para então atuar com limpeza e revestimento de redes, trocas de ramais domiciliares, trocas de redes de água, eliminação de pontos de acúmulo de sujeiras (finais de rede). Outra ação muito importante para a redução das manutenções corretivas é a identificação dos vazamentos não visíveis através de geofonamento, correlacionador ou outro método, antecipando a reclamação dos clientes e localizando vazamentos não visíveis os quais poderiam demorar um longo tempo para sua percepção ou até encontrar outros meios de escoamento como Galerias de Águas Pluviais, córregos, etc., evitando assim sua detecção por método visível. Para completar essa ação é importante também termos controlado as bacias de abastecimento divididas em subbacias para um melhor controle e um menor impacto em casos de necessidades de intervenções no sistema.

21 Perdas físicas e perdas não-físicas Perdas físicas são caracterizadas pela água subtraída do sistema e que não é consumida pelo cliente final, portanto, origina-se em vazamentos que ocorrem desde a captação, passando pelo processo de tratamento, reservação e adução até a distribuição, também computada neste volume a água utilizada além do necessário para a lavagem de filtros e descargas de rede. Esse tipo de perda ocorre por vazamentos em tubulações, equipamentos e estruturas, por extravasamento de reservatórios e canais, água utilizada em processos operacionais de lavagem de filtros e limpeza de decantadores e descargas em redes de adução e distribuição. Esse tipo de perda é acompanhada pelo Pólo de Manutenção onde têm-se ações específicas para a redução das mesmas. Perdas não-físicas são caracterizadas pela água consumida e não registrada, originadas em ligações clandestinas ou não cadastradas, ou hidrômetros com irregularidade na sua medição, a qual tem uma atuação mais específica da área comercial da empresa Principais causas das perdas físicas As perdas físicas correspondem aos volumes que escoam através de vazamentos nas tubulações, vazamentos e extravasamento nos reservatórios, na Tabela Perdas físicas e suas causas temos caracterizado sua origem e magnitude. (TSUTIYA, 2004). Tabela Perdas físicas e suas causas - Fonte: adaptado PNCDA, Parte do Origem da Perda Causa Provável Magnitude sistema Captação e Vazamento na AduçãoPressão elevada Variável em função Adução de Água Bruta Limpeza poço de sucção Limpeza do desarenador Ajuste inadequado de conexões do estado das instalações.

22 10 Parte do Origem da Perda Causa Provável Magnitude sistema Estação de Tratamento Reservação Adução de Vazamento estrutural Lavagem de filtros Descarga de lodo Vazamento estrutura Extravasamento Limpeza Má qualidade do Significativa, material função do estado Envelhecimento das instalações e Má execução das obrasda eficiência operacional. Má qualidade do Variável, função do material estado das Envelhecimento instalações e da Má execução das obraseficiência operacional. Vazamento TubulaçãoMá qualidade do Variável, função do Água Tratada e Descarga material estado das instalações de Envelhecimento/Corros tubulações e da recalque ão eficiência Projeto ou execução operacional. inadequados Ajuste inadequado das conexões Pressão alta Golpe de aríete (impacto sofrido na rede devido à interrupção repentina do fluxo de água) Corrosão interna devido ao alto teor de cloro utilizado para tratamento da água com qualidade ruim

23 11 Parte do sistema Distribuição redes e ramais prediais Origem da Perda Causa Provável Magnitude Vazamento em rede Vazamento em ramal Descarga Má qualidade do Significativa, material função do estado Envelhecimento/Corros das tubulações e ão principalmente Projeto ou execução pressões elevadas. inadequados Ajuste inadequado das conexões Pressão alta Golpe de ariete Corrosão interna devida qualidade da água Segundo Dirlene (2006) as perdas físicas que ocorrem na rede de distribuição de água, incluindo os ramais prediais, são muitas vezes elevadas e estão dispersas, levando a ações corretivas onerosas e complexas, e consideradas de retorno duvidoso, por isso é necessários um critério rígido e controle técnico na implantação das ações. (PNCDA, 1999) Pode-se afirmar (PNCDA, 1999), que as causas mais cogitadas para as perdas de água nas redes distribuidoras e ramais prediais são: - os materiais das tubulações; - a idade das tubulações; - o assentamento das tubulações; - o excesso de pressão na rede; - a alimentação da rede através de bombeamento direto; - os transientes hidráulicos; - a ausência de válvulas ventosas. As experiências técnicas no ramo indicam que a maior quantidade de ocorrências de vazamentos está nos ramais prediais (algo entre 70% e 90% da quantidade total

24 12 de ocorrências) e que são decorrentes de falhas operacionais dos próprios funcionários dos setores de operação e manutenção. Manobras inadequadas são comuns, como o fechamento ou abertura de válvulas sem controle de tempo, o enchimento ou esvaziamento de redes e adutoras sem controle de velocidade, etc, segundo MASPP-Método de Análise e Solução de Problemas relacionados a Perdas de Água e de Faturamento, PT-Plano de Trabalho número 300, elaborado pela empresa SABESP em 2006, e que pode ser visualizado através da figura Figura 5-1 -Pontos freqüentes de vazamentos em rede de distribuição, onde é identificado qual a incidência de vazamento por parte constituinte da rede de distribuição de água. Figura 5-1 -Pontos freqüentes de vazamentos em rede de distribuição Fonte: PNCDA, 1999, baseado dados SANASA. Quando da entrega das redes para operação e manutenção, verifica-se alguns fatores que relevantes: Projetos de expansão são mal dimensionados e sem visão conjunta, dificultando a operação; Não existe programa de manutenção preventiva em redes e seus componentes, tais como ventosas, registros, etc.;

25 13 Baixa qualidade dos serviços de manutenção, gerando retrabalho; Falta procedimento de execução e treinamento dos funcionários; Pouca interação entre os setores de operação e a manutenção, gerando desgaste; Falta contato com o cliente para saber se o problema foi sanado; Tempo de resposta A manutenção preventiva em um sistema de coleta de esgoto No sistema de coleta de esgoto a manutenção preventiva consiste em identificação de pontos com maiores problemas de esgoto através do levantamento dos serviços corretivos executados, verificação geral das condições da rede através de inspeções visuais, filmagem da rede, teste de corante para identificação de águas pluviais ligadas na rede ou outro método para determinação do tipo de manutenção preventiva as quais consistem em execução de lavagem preventiva da rede, eliminação de pontos de lançamentos de águas pluviais na rede e remanejamento de rede Equipamentos Utilizados em um Sistema de Saneamento Os equipamentos utilizados em um sistema de saneamento variam de acordo com a atividade executada e eles se distribuem em equipamentos para Operação do Sistema, Manutenção em Água e Manutenção em Esgoto Equipamentos para operação Para a Operação os equipamentos são mais simples constando de uma picareta para descobrimento e abertura da caixa dos registros e as chaves de Manobra para a Abertura e Fechamento das Redes conforme demonstrado na Figura 5-2.

26 14 Figura 5-2 Chave de Manobra (Sabesp 2007) Equipamentos para manutenção em sistema de água Em um sistema de Água os Principais equipamentos para Manutenção variam de acordo com o serviço a ser executado pela equipe sendo divididos em consertos de cavalete, ramal de água e rede de água Equipamentos para manutenção em cavaletes de água Em geral para Manutenções nos cavaletes de água (Figura 5-3) são necessários os equipamentos e ferramentas conforme Figura 5-4 e descrição a seguir: Figura 5-3 Cavalete de água (Sabesp 2008)

27 15 Figura 5-4 Ferramentas e Equipamentos Utilizados para Manutenção em Cavalete de Água (Sabesp 2007) 1- Desviador de fluxo de água; 2-Bloqueador de fluxo de água; 3- Chave tipo grifo de 10 e 12 ; 4- Alicate Bomba d água 9 ½ ; 5- Martelo pequeno; 6- Arco de serra 12 ; 7- Chave Inglesa ajustável até 10 ; 8- Chaves fixas de boca; 9- Chave Hale sextavada para registro macho 7/16 ; 10- Biselador para tubo PEAD diâmetros de 20 e 32mm; 11- Cortador de Tubo de Polietileno; 12- Tapa furo em madeira ou metálico para tubulação; 13- Chave para Tê de serviço de 50 e 75mm; 14- Chave de fenda; 15- Chave philips; 16- Chaves especiais para abertura de unidades de medição de água; 17- Pá; 18- Enxada; 19- Chibanca; 20- Picareta;

28 Marreta; 22- Talhadeira; 23- Ponteiro; 24- Alavanca Equipamentos para manutenção em ramais prediais de água Para o reparo de ramais prediais de água são utilizados basicamente os materiais citados anteriormente para execução do reparo em cavaletes com o acréscimo de apenas algumas ferramentas extras como demonstrado na Figura 5-5: Figura 5-5 Ferramentas para Manutenção de ramais prediais de água (Sabesp 2007) 1- Chave para ferrule; 2- Manivela para furadeira; 3- Chave quadrada para registro macho Equipamentos para manutenção em redes de água No reparo de redes de água são utilizados diversas ferramentas e equipamentos que não necessariamente devem estar em posse da equipe, mas à disposição caso haja necessidade para algum caso em especial. A seguir citamos alguns tipos de ferramentas utilizados nesse tipo de serviço o que é bem semelhante aos citados anteriormente para consertos de cavalete apenas com alguns acréscimos: Pá; Enxada; Picareta; Machado; Alavanca; Talhadeira;

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