Empresa Elétrica Bragantina S/A Resultados do 3º trimestre de 2015

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1 Resultados do 3º trimestre de 2015 São Paulo, 13 de novembro de 2015 A Administração da - EEB ( EEB ou Companhia ) apresenta os resultados do terceiro trimestre (3T15) e dos primeiros nove meses de 2015 (9M15). As informações financeiras e operacionais a seguir, exceto quando indicado o contrário, são apresentadas de acordo com os Padrões Internacionais de Demonstrações Financeiras (International Financial Reporting Standards IFRS). 1 Perfil do negócio e destaques econômico-financeiros A EEB é uma distribuidora de energia elétrica que atende a mais de 151 mil clientes e uma população de aproximadamente 0,4 milhões de habitantes em 15 municípios do Estado de São Paulo, em uma área de Km 2. Resume-se a seguir o desempenho econômico-financeiro da Companhia nos primeiros nove meses de 2015 e 2014: Descrição 9M15 9M14 Variação % Resultados R$ milhões Receita Operacional Bruta 385,3 253,5 + 52,0 Receita Operacional Bruta, sem receita de construção 369,2 244,7 + 50,9 Receita Operacional Líquida 204,4 174,3 + 17,3 Receita Operacional Líquida, sem receita de construção 188,3 165,5 + 13,8 Resultado antes das Receitas e Despesas Financeiras (EBIT) 23,6 23,4 + 0,9 EBITDA 31,0 30,0 + 3,3 EBITDA Ajustado 34,2 32,0 + 6,9 Resultado financeiro (24,5) 8,9-375,3 Lucro Líquido (0,6) 24,7-102,4 Indicadores Relativos EBITDA Ajustado / Receita Líquida (%) 16,7 18,4-1,7 p.p Indicadores Operacionais Número de Consumidores Cativos (mil) 151,3 145,5 + 4,0 Vendas de energia a consumidores cativos (GWh) 540,3 541,4-0,2 Energia Elétrica Total Distribuída (GWh) 803,8 831,4-3,3 Perdas de Energia (% últimos 12 meses) 5,13 5,01 + 0,12 p.p Descrição 30/09/ /12/2014 Variação % Indicadores Financeiros - R$ milhões Ativo Total 332,5 384,1-13,4 Caixa / Equivalentes de Caixa / Aplicações Financeiras 39,4 35,7 + 10,4 Patrimônio Líquido 42,3 64,5-34,4 Endividamento Líquido 107,3 157,0-31,7 Obs.: EBITDA Ajustado: EBITDA mais acréscimos moratórios de contas de energia. 1

2 2 Desempenho financeiro 2.1 Receita operacional bruta e líquida Em 9M15, a EEB apresentou receita operacional bruta, sem a receita de construção que é atribuída margem zero, de R$ 369,2 milhões, ante R$ 244,7 milhões registrados em 9M14, aumento de 50,9% (R$ 124,5 milhões). Já a receita operacional líquida, também deduzida da receita de construção, cresceu 13,8% (R$ 22,8 milhões) no período, para R$ 188,3 milhões. No 3T14, a receita operacional líquida, também deduzida das receitas de construção, aumentou 5,8% (R$ 3,5 milhões) em relação a de igual trimestre do ano passado. A composição da receita líquida é a seguinte: Receita por Classe de Consumo ( R$ milhões) Trimestre 9 meses 3T15 3T14 Var. % 9M15 9M14 Var. % (+) Receita de energia elétrica (mercado cativo) 114,7 78,7 + 45,7 326,6 219,2 + 49,0 Residencial 41,9 29,9 + 40,1 119,8 84,0 + 42,6 Industrial 36,5 24,5 + 49,0 102,8 65,9 + 56,0 Comercial 20,3 13,7 + 48,2 59,2 39,6 + 49,5 Rural 7,8 5,2 + 50,0 22,1 15,0 + 47,3 Outras classes 8,2 5,4 + 51,9 22,7 14,7 + 54,4 (+) Suprimento de energia elétrica (0,1) - - 0,0 - - (+) Fornecimento não faturado líquido (0,3) 2,0-2,1 2,7-22,2 (+) Disponibilidade do sistema elétrico 8,6 8,7-1,1 19,9 8, ,7 (+) Receitas de construção 10,6 3, ,3 16,1 8,8 + 83,0 (+) Outras receitas 25,6 (1,3) - 20,6 14,1 + 46,1 (=) Subtotal 1 Receita bruta 159,1 91,1 + 74,6 385,3 253,5 + 52,0 (-) Impostos sobre vendas 35,5 25,3 + 40,3 100,6 70,8 + 42,1 (-) Encargos setoriais 39,6 2, ,0 55,6 8, ,9 (-) Bandeiras tarifárias 9, ,7 - - (=) Subtotal 2 Receita líquida 74,7 63,6 + 17,5 204,4 174,3 + 17,3 (-) Receitas de construção 10,6 3, ,3 16,1 8,8 + 83,0 (=) Total Receita líquida, sem receitas de construção 64,1 60,6 + 5,8 188,3 165,5 + 13,8 2.2 Ambiente regulatório - revisão tarifária Bandeiras tarifárias A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o Sistema de Bandeiras Tarifárias nas contas de energia elétrica a partir de janeiro de O acionamento da bandeira é sinalizado mensalmente pela Aneel, de acordo com as informações prestadas pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), com base na capacidade de geração de energia elétrica no país. A aplicação da bandeira é o primeiro dia do mês posterior à data de divulgação. As bandeiras são verde, amarela e vermelha e indicam se a energia custará mais ou menos, em função das condições de geração de energia elétrica do país e do acionamento das usinas térmicas. O sistema tem por objetivo aliviar o dispêndio de caixa das distribuidoras no curto prazo, conforme descrição seguinte: Bandeira Verde - condições favoráveis de geração de energia. A tarifa de energia elétrica não sofre nenhum acréscimo; Bandeira Amarela - condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,025 para cada quilowatt-hora consumido; e, Bandeira Vermelha - condições mais onerosas de geração de energia. A tarifa sobre acréscimo de R$ 0,045 para cada quilowatt-hora consumido. As receitas auferidas pela Companhia provenientes das bandeiras tarifárias em 9M15 foram de R$ 24,7 milhões (R$ 9,3 milhões no 3T15). 2

3 2.2.2 Revisão tarifária extraordinária A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), em reunião realizada em 27/02/2015, deliberou por conceder revisão tarifária extraordinária (RTE) para a EEB, cujo efeito médio a ser percebido pelos consumidores foi de 38,5% a partir de 02/03/2015. Adicionalmente, em 10 de maio de 2015, foi concedido à EEB reajuste nas suas tarifas de energia elétrica, com efeito médio que representa redução de 0,23%, percebido pelos consumidores. A EEB recebeu o montante de R$ 6,2 milhões provenientes dos recursos da conta ACR (Conta no Ambiente de Contratação Regulada) repassados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE para cobertura da exposição involuntária no Mercado de Curto Prazo - MCP e despacho termoelétrico vinculado aos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado na modalidade por disponibilidade - CCEAR-D relativo aos meses de novembro e dezembro de Os valores foram registrados como redução dos custos de energia comprada e de encargos de serviço do sistema. A Aneel também homologou em cumprimento ao disposto no Decreto nº 7.891/2013, recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) a serem repassados a EEB pelas Centrais Elétricas Brasileiras S/A - Eletrobras referentes aos descontos incidentes sobre as tarifas aplicáveis aos usuários do serviço público de distribuição de energia elétrica no montante de R$ 9,0 milhões. O valor foi registrado pela Companhia como receita de venda de energia. 2.3 Despesas operacionais As despesas operacionais, excluindo os custos de construção, totalizaram R$ 164,8 milhões em 9M15 e R$ 54,6 milhões no 3T15, aumento de 16,1% (R$ 22,8 milhões) e 30,6% (R$ 12,8 milhões) respectivamente, quando comparado com o mesmo período de Desse total, as despesas controláveis registraram um decréscimo de R$ 3,5 milhões em 9M15 (aumento de R$ 0,5 milhão no 3T15), totalizando R$ 24,6 milhões (R$ 8,8 milhões no 3T15). As despesas não controláveis cresceram R$ 20,1 milhões em 9M15 (R$ 8,5 milhões no 3T15), totalizando R$ 127,4 milhões (R$ 41,6 milhões no 3T15), decorrente da elevação dos custos da energia elétrica comprada em função da hidrologia desfavorável no país. A composição das despesas operacionais pode ser assim demonstrada: Trimestre 9 meses Composição das despesas operacionais (R$ milhões) 3T15 3T14 Variação R$ milhões 9M15 9M14 Variação R$ milhões 1 Despesas controláveis 8,8 8,3 + 0,5 24,6 28,1-3,5 1.1 Pessoal (inclui fundo de pensão) 3,9 3,9-11,2 14,2-3,0 1.2 Material 0,5 0,5-1,5 1,5-1.3 Serviços de terceiros 4,4 3,9 + 0,5 11,9 12,4-0,5 2 Despesas não controláveis (compra de energia e transporte) 41,6 33,1 + 8,5 128,4 108,3 + 20,1 3 Depreciação e amortização 2,0 2,0-7,4 6,5 + 0,9 4 Provisões contingências e devedores duvidosos 0,2 0,1 + 0,1 0,4 0,6-0,2 5 Outras despesas/receitas 2,0 (1,5) + 3,5 4,0 (1,5) + 5,5 Subtotal 54,6 41,8 + 12,8 164,8 142,0 + 22,8 6 Custo de construção (*) 10,6 3,0 + 7,6 16,1 8,8 + 7,3 Total 65,2 44,8 + 20,4 180,9 150,8 + 30,1 (*) Os custos de construção estão representados pelo mesmo montante em receita de construção. Tais valores são de reconhecimento obrigatório pela ICPC 01 Contratos de Concessão e correspondem aos custos de construção de obras de ativos da concessão de distribuição de energia elétrica, sendo o custo de construção igual à receita de construção. 3

4 2.4 Lucro líquido e geração de caixa Nos primeiros nove meses de 2015, a EEB registrou prejuízo líquido de R$ 0,6 milhão, ante os R$ 24,7 milhões registrados em igual período do ano passado. Já a geração operacional de caixa (EBITDA ajustado) atingiu R$ 34,2 milhões em 9M15, contra os R$ 32,0 milhões apurados em 9M14, um aumento de 6,9%. No 3T15, a EEB registrou prejuízo líquido de R$ 1,6 milhão, contra um lucro líquido de R$ 7,7 milhões no 3T14. A geração de caixa (EBITDA Ajustado) apresentou redução de 40,5%, passando de R$ 21,5 milhões no 3T14 para R$ 12,8 milhões no 3T15. A evolução do lucro líquido e da geração de caixa da Companhia é a seguinte: Composição da Geração de Caixa Valores em R$ milhões Trimestre 9 meses 3T15 3T14 Var. % 9M15 9M14 Var. % (=) Lucro Líquido (1,6) 7,7 - (0,6) 24,7 - (-) Contribuição social e imposto de renda 0,8 (2,7) - 0,3 (7,7) - (-) Resultado financeiro (12,0) (8,5) + 41,2 (24,5) 8,9 - (-) Depreciação e amortização (2,0) (2,0) - (7,4) (6,5) + 13,8 (=) Geração de caixa (EBITDA) 11,6 20,9-44,5 31,0 30,0 + 3,3 (+) Receita de acréscimos moratórios 1,2 0, ,0 3,2 2,0 + 60,0 (=) Geração ajustada de caixa (EBITDA Ajustado) 12,8 21,5-40,5 34,2 32,0 + 6,9 Margem do EBITDA Ajustado (%) 17,1 33,8-16,7 p.p 16,7 18,4-1,7 p.p 2.5 Resultado financeiro e endividamento Nos primeiros nove meses de 2015, o resultado financeiro (receitas financeiras menos despesas financeiras) representou despesa financeira líquida de R$ 24,5 milhões, contra R$ 8,9 milhões em igual período do ano passado. No 3T15, o resultado financeiro líquido representou uma despesa financeira líquida de R$ 12,0 milhões, contra R$ 8,5 milhões no 3T14, aumento de 41,2% (R$ 3,5 milhões) no período. Esse resultado decorre da desvalorização do real perante o dólar no trimestre, de 28,0%. Em 30 de setembro de 2015, o saldo consolidado de caixa, equivalentes de caixa e aplicações financeiras da EEB totalizou R$ 39,4 milhões, que não incluem os créditos referentes à subvenção tarifária e baixa renda (CDE). Por sua vez, a dívida líquida da EEB, que incluem empréstimos, financiamentos, arrendamentos, encargos financeiros, parcelamento de impostos, fundo de pensão e instrumentos financeiros derivativos líquidos, passou de R$ 157,0 milhões em 31 de dezembro de 2014 para R$ 107,3 milhões em 30 de setembro de A seguir, as dívidas de curto e longo prazo da Companhia em 30 de setembro de 2015 e em 31 de dezembro de 2014: Descrição Valores em R$ milhões 30/09/ /12/2014 Curto Prazo 63,6 166,4 Empréstimos e financiamentos 77,5 46,2 Encargos de dívidas 1,0 - Parcelamento de impostos e déficit atuarial 3,2 3,5 Parcelamento de encargos setoriais - 45,5 Parcelamento de compra de energia Itaipu - 76,5 Instrumentos financeiros derivativos líquidos (18,1) (5,3) Longo Prazo 89,4 35,7 Empréstimos e financiamentos 69,9 13,0 Parcelamento de impostos e déficit atuarial 19,5 20,4 Parcelamento de encargos setoriais - 2,3 Total das dívidas 153,0 202,1 (-) Disponibilidades financeiras 39,4 35,7 (-) Créditos CDE 6,3 9,4 Total das dívidas líquidas 107,3 157,0 4

5 3 Mercado de energia Nos primeiros nove meses de 2015 (9M15), as vendas de energia elétrica a consumidores finais (mercado cativo), localizados na área de concessão da EEB, somadas à energia associada aos consumidores livres (TUSD), totalizaram 808,2 GWh (266,4 GWh no 3T15), uma redução de 2,3% (4,2% no 3T15) em relação ao igual período do ano anterior. O consumo da classe residencial apresentou retração de 1,2% (queda de 1,8% no 3T15). A classe industrial, cativa e livre, apresentou queda no consumo de 3,6% (- 7,0% no 3T15). A energia total distribuída em 9M15 foi de 803,8 GWh, ante os 831,4 GWh registrados em igual período do ano passado, conforme composição seguinte: Energia Total Distribuída por Classe de Consumo (Em GWh) Descrição Trimestre 9 meses 3T15 3T14 Var. % 9M15 9M14 Var. % 1 Vendas de energia no mercado cativo 177,4 181,5-2,3 540,3 541,4-0,2 Residencial 58,4 59,5-1,8 178,0 180,2-1,2 Industrial 55,1 58,3-5,5 165,6 163,8 + 1,1 Comercial 31,2 30,5 + 2,3 97,0 95,6 +1,5 Rural 16,1 16,9-4,7 50,4 53,3-5,4 Outras Classes 16,6 16,3 + 1,8 49,3 48,5 + 1,6 2 Energia associada aos consumidores livres (TUSD) 89,0 96,7-8,0 267,9 285,9-6,3 3 Mercado cativo + TUSD (1+2) 266,4 278,2-4,2 808,2 827,3-2,3 4 Suprimento de energia e não faturado (0,1) 4,4 - (4,4) 4,1-5 Energia Total Distribuída (3+4) 266,3 282,6-5,8 803,8 831,4-3,3 A EEB encerrou os primeiros nove meses de 2015 com unidades consumidoras cativas, quantidade 4,0% superior à registrada no fim de setembro de O número de consumidores livres totalizou 12 em setembro de Perdas de energia O combate ao furto, à fraude e à inadimplência dos consumidores tem sido foco constante das ações gerenciais da EEB, que busca trabalhar para aperfeiçoar ainda mais a fiscalização das ligações em suas unidades consumidoras. As perdas de energia elétrica da EEB situaram em 5,13% nos últimos doze meses encerrados em setembro de 2015, contra 5,01% registrado em igual período do ano passado. As revisões extraordinárias tarifárias e o advento das bandeiras tarifárias ocorridas no 1T15 contribuíram para o aumento da inadimplência. A EEB vem intensificando as ações de cobrança das contas de energia para conter o aumento da inadimplência, com mecanismos ágeis e desburocratizados de pagamento de débitos por meio de pontos de atendimento, da internet e de call center, intensificação de ações de corte e negativação de débitos. O desempenho do indicador relativo à inadimplência (proporção do que não foi recebido em relação ao que foi faturado nos últimos 12 meses) dos consumidores foi bastante afetado pelo aumento dos valores faturados e pelo incremento da parcela não arrecadada. Em 9M15, a inadimplência dos consumidores aumentou em 81,4%, situando-se em 1,76%. 4 Investimentos Nos primeiros nove meses de 2015, os investimentos da EBB em melhorias dos serviços de distribuição de energia elétrica totalizaram R$ 21,6 milhões, um aumento de 105,7% em relação aos R$ 10,5 milhões investidos em 9M14. 5

6 5 Serviços prestados pelo auditor independente A remuneração total da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes pelos serviços prestados para a EEB nos primeiros nove meses de 2015 foi de R$ 136 mil pela revisão contábil das demonstrações financeiras. A política de contratação adotada pela Companhia atende aos princípios que preservam a independência do auditor, de acordo com as normas vigentes, que determinam, principalmente, que o auditor não deve auditar seu próprio trabalho, nem exercer funções gerenciais para seu cliente ou promover os seus interesses. A Administração. 6

7 Demonstrações financeiras 1. Balanço Patrimonial Ativo EMPRESA ELÉTRICA BRAGANTINA S/A BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE SETEMBRO DE 2015 E 31 DE DEZEMBRO DE 2014 (Em milhares de reais) 30/9/ /12/2014 Ativo Circulante Caixa e equivalente de caixa Aplicações financeiras no mercado aberto e recursos vinculados Consumidores e concessionárias Títulos de créditos a receber Provisão créditos de liquidação duvidosa (2.482) (2.112) Estoques Impostos a recuperar Ativos regulatórios Serviços em curso Instrumentos financeiros derivativos Contas a receber da concessão Outros créditos Total do circulante Não circulante Realizável a longo prazo Consumidores e concessionárias Partes relacionadas Impostos a recuperar Créditos tributários Cauções e depósitos vinculados Contas a receber da concessão Outros Créditos Investimentos Intangível Total do não circulante Total do ativo

8 2. Balanço Patrimonial Passivo EMPRESA ELÉTRICA BRAGANTINA S/A BALANÇO PATRIMONIAL EM 30 DE SETEMBRO DE 2015 E 31 DE DEZEMBRO DE 2014 (Em milhares de reais) 30/9/ /12/2014 Passivo Circulante Fornecedores Encargos de dívidas Empréstimos e financiamentos Financiamento por arrendamento financeiro - 11 Folha de pagamento Tributos e contribuições sociais Parcelamento de impostos Dividendos Participação nos lucros Obrigações estimadas Taxa de iluminação pública arrecadada Benefícios a empregados - plano de pensão Taxas Regulamentares Passivos regulatórios Obrigações do programa eficiência energética Outras contas a pagar Total do circulante Não circulante Empréstimos e financiamentos Créditos tributários Obrigações intrassetoriais Obrigações do programa eficiência energética Partes relacionadas Parcelamento de impostos Provisões para riscos trabalhistas, cíveis e fiscais Benefícios a empregados - plano de pensão Outros Total do não circulante Patrimônio líquido Capital social Reservas de lucros Dividendos adicionais propostos Lucros/Prejuízos acumulados (581) - Outros resultados abrangentes (187) (187) Ajuste de avaliação patrimonial Total do patrimônio líquido Total do passivo e patrimônio líquido

9 3. Demonstrações de Resultados EMPRESA ELÉTRICA BRAGANTINA S/A DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO NOVE MESES FINDOS EM 30 DE SETEMBRO DE 2015 E 2014 (Em milhares de reais) 9M15 9M14 Receita operacional bruta Fornecimento de energia elétrica Disponibilidade do sistema elétrico Receita de construção Outras receitas Deduções à receita operacional ICMS faturado PIS, Cofins e ISS Taxas de fiscalização Encargos setoriais - Bandeiras tarifárias Outras (PEE, CDE, CCC e P&D) Receita operacional líquida Despesas (receitas) operacionais Pessoal (inclui fundo de pensão) Material Serviços de terceiros Energia elétrica comprada para revenda Transporte de potência elétrica Depreciação e amortização Provisão para contingências /devedores duvidosos Custo de construção Outras despesas / receitas (1.506) Resultado antes das receitas e despesas financeiras Receita (Despesa) financeira Receitas de aplicações financeiras Variação monetária e acréscimo moratório de energia vendida Atualização contas a receber da Concessão (VNR) Outras receitas financeiras Encargos de dívidas - juros (3.156) Encargos de dívidas variação monetária e cambial (57.975) (3.167) Resultado de SWAP Marcação a mercado das dívidas (770) - Marcação a mercado dos derivativos (2.962) - Outras despesas financeiras (17.417) (10.411) (24.544) Resultado antes dos impostos (961) Contribuição social e imposto de renda 380 (7.638) Lucro líquido do período (581) Lucro líquido por ação do capital social - R$ (0,50) 21,09 9

10 Para esclarecimentos e informações adicionais, não hesite em nos contatar: Maurício Perez Botelho Diretor de Relações com Investidores Cláudio Brandão Silveira Diretor de Finanças Corporativas Carlos Aurélio Martins Pimentel Gerente de Relações com Investidores No Rio de Janeiro (RJ): Av. Pasteur, 110 / 5º e 6º andares Tel.: (21) / 6902 Fax: (21) / 6931 Em Cataguases (MG): Praça Rui Barbosa, 80 Tel.: (32) / 6000 Fax: (32) / 6480 Internet: 10

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