APÊNDICE II POSIÇÕES BÁSICAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APÊNDICE II POSIÇÕES BÁSICAS"

Transcrição

1 Em todas as Posições Básicas: APÊNDICE II POSIÇÕES BÁSICAS Federação Portuguesa de Natação a) A posição dos membros superiores é opcional; b) Pés em flexão plantar; c) Membros inferiores, tronco e pescoço em extensão completa, a não ser que seja especificado algo em contrário; d) Os desenhos indicam o nível da água. 1 Posição Básica Dorsal Corpo em extensão com face, peito, coxas e pés à superfície. Cabeça (orelhas especificamente) alinhada com bacia e tornozelos. 2 Posição Básica Ventral Corpo em extensão com cabeça, região dorso-cervical, nadegueiros e calcanhares à superfície. O rosto pode estar ou não imerso. 3 Posição de Perna de Ballet O corpo em Posição Básica Dorsal. Um membro inferior em extensão perpendicular à superfície da água. A cabeça, tronco e membro inferior horizontal paralelos à superfície da água. Um membro inferior perpendicular à superfície com o nível de água entre o joelho e o tornozelo. 4 Posição de Flamingo Um membro inferior em extensão, perpendicular à superfície da água. O outro está flectido sobre o tronco, à superfície e paralela à superfície da água, com a região inferior dos gémeos ao lado do membro inferior, pé e joelho verticais. Rosto à superfície. 1

2 Tronco, cabeça e região anterior do membro inferior flectido paralelos à superfície da água. Ângulo de 90º entre o tronco e o membro inferior estendido. Nível da água entre o joelho e o tornozelo do membro inferior estendido. 5 Posição de Perna de Ballet Dupla Membros inferiores juntos e em extensão perpendiculares à superfície da água. A cabeça alinhada com o tronco. O rosto à superfície. Tronco e cabeça paralelos à superfície da água. Ângulo de 90º entre o tronco e os membros inferiores. Nível da água entre os joelhos e os tornozelos. 6 Posição Vertical Corpo em extensão, perpendicular à superfície da água, membros inferiores juntos. Cabeça (orelhas especificamente), bacia e tornozelos alinhados. 7 Posição de Grua Corpo em extensão na Posição Vertical, com um membro inferior estendido para a frente, formando um ângulo de 90º com o corpo. 8 Posição de Cauda de Peixe Idêntica à Posição de Grua, excepto que o pé do membro inferior flectido está à superfície independentemente da altura a que se encontra a bacia. 2

3 9 Posição Engrupada Corpo o mais engrupado possível, com as membros inferiores juntos. Calcanhares junto aos nadegueiros. Cabeça junto dos joelhos. 10 Posição Encarpada à frente Corpo flectido sobre os membros inferiores formando um ângulo de 90º. Membros inferiores em extensão e juntos. Tronco em extensão, com as costas direitas e a cabeça alinhada. 11 Posição Encarpada à Retaguarda Corpo flectido sobre os membros inferiores, formando um ângulo agudo de 45º ou menos. Os membros inferiores estão estendidos e juntos. Tronco em extensão e cabeça alinhada. 12 Posição Arqueada de Delfim Corpo arqueado de modo que a cabeça, bacia e pés se ajustem ao arco descrito. Membros inferiores juntos. 13 Posição Arqueada à Superfície Região lombar arqueada, com a bacia, ombros e cabeça numa linha vertical. Membros inferiores juntos e à superfície. 14 Posições de Joelho Flectido Corpo em Posição Básica Ventral, Posição Básica Dorsal, Posição Vertical ou Posições Arqueadas. Um membro inferior flectido, com os dedos do pé em contacto com a região interna do membro inferior estendido. a) Joelho flectido na ventral Corpo estendido na posição ventral com o dedo do pé da perna flectida no 3

4 b) Joelho flectido na posição dorsal Corpo estendido na posição dorsal, com coxa da perna flexionada perpendicular à superfície. c)joelho flectido na posição vertical Corpo estendido na posição vertical com o dedo do pé da perna flectida no d)joelbo flectido na posição arqueada à superfície Corpo na posição arqueada à superfície, com a coxa da perna flexionada perpendicular à superfície. e) Joelho flectido na posição arqueada de delfim Corpo na posição arqueada de delfim com o dedo do pé da perna flectida no 15 Posição de Barril Membros inferiores flectidos e juntos, pés e joelhos à superfície e paralelos a ela, coxas perpendiculares. Cabeça alinhada com o tronco. Rosto à superfície. 16 Posição de Espargata Membros inferiores em afastamento antero-posterior com os pés e coxas à superfície. Região lombar arqueada com a bacia, ombros e cabeça numa linha vertical. Ângulo de 180 entre as pernas estendidas, com a parte interna de cada perna alinhada em lados opostos numa linha horizontal, independentemente da altura dos quadris. a) Posição de espargata As pernas estão seca na superfície b)posição de espargata no ar As pernas estão cima da superfície 4

5 17 Posição de Cavaleiro Região lombar arqueada, com a bacia, ombros e cabeça numa linha vertical. Um membro inferior na vertical. O outro membro inferior encontra-se em extensão à retaguarda com o pé à superfície e o mais horizontal possível. 18 Posição de Cavaleiro Variada Região lombar arqueada, com bacia, ombros e cabeça numa linha vertical. Um membro inferior na vertical. O outro encontra-se por trás do corpo, com o joelho flectido num ângulo de 90º ou inferior. A coxa e a região anterior do membro inferior estão paralelas à superfície da água. 19 Posição de Cauda de Peixe Lateral Corpo na Posição Vertical, com um membro inferior estendido para o lado e o pé à superfície, independentemente da altura da bacia. 5

APÊNDICE V GRUPOS DE FIGURAS. CATEGORIA INFANTIS 8 a 12 anos. Obrigatórias Perna de Ballet Passeio à frente 2.1

APÊNDICE V GRUPOS DE FIGURAS. CATEGORIA INFANTIS 8 a 12 anos. Obrigatórias Perna de Ballet Passeio à frente 2.1 APÊNDICE V GRUPOS DE FIGURAS CATEGORIA INFANTIS 8 a 12 anos 1. 101 Perna de Ballet 1.6 2. 360 Passeio à frente 2.1 3. 321 Mortal submarino 2.0 4. 315 Pontapé na lua de joelho flectido 1.6 3. 355 Marsopa

Leia mais

APÊNDICE III MOVIMENTOS BÁSICOS

APÊNDICE III MOVIMENTOS BÁSICOS APÊNDICE III MOVIMENTOS BÁSICOS 1 Execução de uma Perna de Ballet Partir da Posição Básica Dorsal. Um membro inferior mantém-se à superfície durante toda a execução. O pé do outro membro inferior desliza

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO NATAÇÃO SINCRONIZADA

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO NATAÇÃO SINCRONIZADA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE NATAÇÃO NATAÇÃO SINCRONIZADA Regras Técnicas 2009 2013 INDICE SS1 GERAL 3 SS 2 COMPETIÇÕES 3 SS3 ELEGIBILIDADE 3 SS4 SESSÕES 3 SS5 PROGRAMAS 4 SS6 INSCRIÇÕES 4 SS7 ELIMINATÓRIAS

Leia mais

Unidade V. Técnica do Nado Borboleta

Unidade V. Técnica do Nado Borboleta Posicionamento do corpo O corpo permanece na horizontal em decubito ventral, e caracteriza-se por ações simultâneas de braços e pernas. Posicionamento da cabeça O rosto fica em contato com a água, mantendo-se

Leia mais

Rotina Técnica. Elementos Obrigatórios para Solo

Rotina Técnica. Elementos Obrigatórios para Solo FEDERAÇÃO AQUÁTICA DO RIO DE JANEIRO Regulamento Torneio de Rotina Técnica de Nado Sincronizado Categorias Principiante, Infantil, Juvenil, Junior e Sênior - 2015 18 de julho de 2015 Das inscrições: 1.

Leia mais

Modalidade Individual: Ginástica

Modalidade Individual: Ginástica Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas Modalidade Individual: Ginástica História da modalidade Elementos gímnicos de solo Professora: Andreia Veiga Canedo Professora Estagiária: Joana Filipa Pinto

Leia mais

PREVINA OU ELIMINE A BARRIGA

PREVINA OU ELIMINE A BARRIGA PREVINA OU ELIMINE A BARRIGA OS EXERCÍCIOS ABDOMINAIS APRESENTADOS ABAIXO ESTÃO DIVIDIDOS DE ACORDOS COM SEU GRAU DE DIFICULDADE, ESTANDO CLASSIFICADOS COMO: EXERCÍCIOS LEVES EXERCÍCIOS INTERMEDIÁRIOS

Leia mais

Lombar - Sentar no calcanhar com os braços a frente - Alongamento

Lombar - Sentar no calcanhar com os braços a frente - Alongamento Lombar e Quadril E - Abraçar um joelho - Alongamento Deitado, segure embaixo de um joelho e puxe-o em direção ao peito até sentir o alongamento. Com 5 segundo(s) de descanso. Lombar e Quadril D - Abraçar

Leia mais

LANÇAMENTO DO PESO Técnica Rectilínea Sequência Completa

LANÇAMENTO DO PESO Técnica Rectilínea Sequência Completa LANÇAMENTO DO PESO Técnica Rectilínea Sequência Completa PREPARATION GLIDE DELIVERY RECOVERY DESCRIÇÃO DAS VÁRIAS FASES A Técnica Rectilínea do Lançamento do Peso está dividida nas seguintes fases:,, e.

Leia mais

TÉCNICA DE MARIPOSA. Características técnicas Erros

TÉCNICA DE MARIPOSA. Características técnicas Erros TÉCNICA DE MARIPOSA Características técnicas Erros Equilíbrio dinâmico (I) corpo tão horizontal quanto possível durante as fases propulsivas da braçada; (ii) bacia para cima e frente durante a AD do 1º

Leia mais

COLÉGIO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA Disciplina de educação Física

COLÉGIO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA Disciplina de educação Física COLÉGIO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA Disciplina de educação Física Seguidamente, apresento os elementos gímnicos que seriam abordados nas aulas dos dias 20 e 22 de Outubro. Dada a impossibilidade da vossa presença,

Leia mais

Das inscrições: 16 de julho de 2016

Das inscrições: 16 de julho de 2016 FEDERAÇÃO AQUÁTICA DO RIO DE JANEIRO Regulamento Torneio de Rotina Técnica de Nado Sincronizado Categorias Principiante, Infantil, Juvenil, Junior e Sênior - 2016 16 de julho de 2016 Das inscrições: 1.

Leia mais

Estou um pouco acima do peso.

Estou um pouco acima do peso. Estou um pouco acima do peso. http://www.cataflampro.com.br Estou um pouco acima do peso. Aqui está o nosso programa de treinamento recomendado: Mantenha a sua mobilidade, faça algo para sua força e coordenação

Leia mais

A ginástica dos nossos dias, podemos dizer que nasceu na antiga Grécia. Em Roma, a ginástica foi desenvolvida como forma de preparação militar.

A ginástica dos nossos dias, podemos dizer que nasceu na antiga Grécia. Em Roma, a ginástica foi desenvolvida como forma de preparação militar. APRESENTAÇÃO DOS CONTEÚDOS A. RESUMO DA HISTÓRIA DA GINÁSTICA A Ginástica, não sendo uma modalidade desportiva recente, tem apresentado uma evolução contínua ao longo dos séculos, registando três fases

Leia mais

Técnicas dos nados culturalmente determinados

Técnicas dos nados culturalmente determinados Técnicas dos nados culturalmente determinados NADOS CRAWL E COSTAS NADO CRAWL CRAWL POSIÇÃO DO CORPO EM DECÚBITO VENTRAL O CORPO PERMANECE O MAIS HORIZONTAL POSSÍVEL REALIZANDO MOVIMENTOS DE ROLAMENTOS

Leia mais

O que é Defesa Pessoal?

O que é Defesa Pessoal? DEFESA PESSOAL O que é Defesa Pessoal? Habilitação de tácticas e técnicas sistematizadas e acessíveis a qualquer pessoa pelo treino, dotando-a de mecanismos necessários e suficientes a parar qualquer acção

Leia mais

POSICIONAMENTO: - POSTURA ERETA (EM PÉ, POSIÇÃO ORTOSTÁTICA OU BÍPEDE); - MEMBROS SUPERIORES ESTENDIDOS AO LADO DO TRONCO;

POSICIONAMENTO: - POSTURA ERETA (EM PÉ, POSIÇÃO ORTOSTÁTICA OU BÍPEDE); - MEMBROS SUPERIORES ESTENDIDOS AO LADO DO TRONCO; POSICIONAMENTO: - POSTURA ERETA (EM PÉ, POSIÇÃO ORTOSTÁTICA OU BÍPEDE); - MEMBROS SUPERIORES ESTENDIDOS AO LADO DO TRONCO; - PALMAS DAS MÃOS VOLTADAS PARA A FRENTE; - A CABEÇA E PÉS TAMBÉM ESTÃO APONTADOS

Leia mais

[Type text] [Type text] [Type text] FESTIVAL ESTRELAS DO MAR 10 E 11 DE JUNHO 2017 FPN CADERNO DE ENCARGOS FESTIVAL DE ESTRELAS 1

[Type text] [Type text] [Type text] FESTIVAL ESTRELAS DO MAR 10 E 11 DE JUNHO 2017 FPN CADERNO DE ENCARGOS FESTIVAL DE ESTRELAS 1 [Type text] [Type text] [Type text] FPN FESTIVAL ESTRELAS DO MAR 10 E 11 DE JUNHO 2017 CADERNO DE ENCARGOS FESTIVAL DE ESTRELAS 1 REGULAMENTO ÂMBITO O presente regulamento aplica-se ao 12º Festival de

Leia mais

EME EXERCÍCIOS MULTIFUNCIONAIS EDUCATIVOS

EME EXERCÍCIOS MULTIFUNCIONAIS EDUCATIVOS Prof. Drt. Mauro Guiselini Prof. Ft. Rafael Guiselini EME EXERCÍCIOS MULTIFUNCIONAIS EDUCATIVOS Exercícios Mul%Funcionais Educa%vos Básico Auxilio Reação NeuroMuscular EME - CONCEITO São Exercícios Mul0Funcionais

Leia mais

Exercícios para a activação geral e o retorno à calma

Exercícios para a activação geral e o retorno à calma Anexo III Exercícios para a activação geral e o retorno à calma Mobilização da articulação do ombro 1 Objectivos: Aumentar a amplitude da mobilização dos ombros e parte superior Modo de execução: na posição

Leia mais

ACAMPAMENTO REGIONAL EXERCÍCIOS PARA AQUECIMENTO E PREVENÇÃO DE LESÕES (ALONGAMENTO DINÂMICO ESTABILIZAÇÃO ATIVAÇÃO MUSCULAR)

ACAMPAMENTO REGIONAL EXERCÍCIOS PARA AQUECIMENTO E PREVENÇÃO DE LESÕES (ALONGAMENTO DINÂMICO ESTABILIZAÇÃO ATIVAÇÃO MUSCULAR) ACAMPAMENTO REGIONAL EXERCÍCIOS PARA AQUECIMENTO E PREVENÇÃO DE LESÕES (ALONGAMENTO DINÂMICO ESTABILIZAÇÃO ATIVAÇÃO MUSCULAR) Puxar uma perna para o tronco 1 - Alongamento da região posterior da coxa:

Leia mais

Resistência Muscular. Prof. Dr. Carlos Ovalle

Resistência Muscular. Prof. Dr. Carlos Ovalle Resistência Muscular Prof. Dr. Carlos Ovalle Resistência Muscular Resistência muscular é a capacidade de um grupo muscular executar contrações repetidas por período de tempo suficiente para causar a fadiga

Leia mais

Anexo 40. Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

Anexo 40. Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada Professor: Carmelinda Vieira / Rui Morcela Ano Lectivo: 2009/10 Ano: 7º Turma: B Nº Alunos: 20 Aula Nº: 60 Aula U.D. Nº: 1 de 3 Instalações: Pavilhão Data: 12-04-2010 Hora: 12h00m Duração: 35 minutos Unidade

Leia mais

REGULAMENTO DE PROVAS DE NÍVEL. Regulamento de Provas Nacionais 1

REGULAMENTO DE PROVAS DE NÍVEL. Regulamento de Provas Nacionais 1 REGULAMENTO DE PROVAS DE NÍVEL Regulamento de Provas Nacionais 1 Índice 1. Âmbito... 2 2. Objectivo... 2 3. Caracterização... 2 4. Destinatários... 3 5. Níveis do Programa... 4 6. Sistema de Avaliação...

Leia mais

[Type text] [Type text] [Type text] FPN 9º FESTIVAL DE ESTRELAS DO MAR 7 E 8 DE JUNHO CORUCHE CADERNO DE ENCARGOS FESTIVAL DE ESTRELAS 1

[Type text] [Type text] [Type text] FPN 9º FESTIVAL DE ESTRELAS DO MAR 7 E 8 DE JUNHO CORUCHE CADERNO DE ENCARGOS FESTIVAL DE ESTRELAS 1 [Type text] [Type text] [Type text] FPN 9º FESTIVAL DE ESTRELAS DO MAR 7 E 8 DE JUNHO CORUCHE CADERNO DE ENCARGOS FESTIVAL DE ESTRELAS 1 REGULAMENTO ÂMBITO O presente regulamento aplica-se ao 9º Festival

Leia mais

[Type text] [Type text] [Type text] FPN FESTIVAL ESTRELAS DO MAR 25 E 26 DE JUNHO 2016 CADERNO DE ENCARGOS FESTIVAL DE ESTRELAS 1

[Type text] [Type text] [Type text] FPN FESTIVAL ESTRELAS DO MAR 25 E 26 DE JUNHO 2016 CADERNO DE ENCARGOS FESTIVAL DE ESTRELAS 1 [Type text] [Type text] [Type text] FPN FESTIVAL ESTRELAS DO MAR 25 E 26 DE JUNHO 2016 CADERNO DE ENCARGOS FESTIVAL DE ESTRELAS 1 REGULAMENTO ÂMBITO O presente regulamento aplica-se ao 11º Festival de

Leia mais

Série criada para: Ciatalgia - piora extensão

Série criada para: Ciatalgia - piora extensão Mobilização da Coluna (fase 1) - ADM Ativa Deitado, pés no chão. Junte as palmas das mãos a frente com o braço esticado e mova para um lado, mantenha e mova para o outro. Alongamento da Coluna - Pernas

Leia mais

Prof. Est.: Patrícia Sousa Ano / Turma: 9ºD Nº de alunos: 19 (15masc.+4fem.) Aula Nº: 46 e 47 Data: 14/01/2011 U. Didáctica: Ginástica solo/aparelhos

Prof. Est.: Patrícia Sousa Ano / Turma: 9ºD Nº de alunos: 19 (15masc.+4fem.) Aula Nº: 46 e 47 Data: 14/01/2011 U. Didáctica: Ginástica solo/aparelhos 1 Plano de Aula Prof. Est.: Patrícia Sousa Ano / Turma: 9ºD Nº de alunos: 19 (15masc.+4fem.) Hora: 10:20h 11h50 Duração: 90 (72 ) Espaço: Salão Aula Nº: 46 e 47 Data: 14/01/2011 U. Didáctica: Ginástica

Leia mais

Avaliação prática Solo

Avaliação prática Solo Avaliação prática Solo Construção de um Exercício com pelo menos 10 elementos diferentes, sendo obrigatório incluir os seguintes elementos; rondada flick flack e salto de mãos (ambos com ajuda de dois

Leia mais

ESTE E-BOOK É UMA VERSÃO REDUZIDA DE MAT PILATES SOLO 400 EXERCÍCIOS DE SOLO

ESTE E-BOOK É UMA VERSÃO REDUZIDA DE MAT PILATES SOLO 400 EXERCÍCIOS DE SOLO ESTE E-BOOK É UMA VERSÃO REDUZIDA DE MAT PILATES SOLO 400 EXERCÍCIOS DE SOLO NESTE E-BOOK VOCÊ VAI ENCONTRAR: FOAM ROLLER GESTANTES FAIXA ELÁSTICA FITBALL TONNING BALLS BOSU DUPLA FUNCIONAL DUPLA ACROBATICA

Leia mais

CINEMÁTICA DO MOVIMENTO HUMANO

CINEMÁTICA DO MOVIMENTO HUMANO Formas Elementares de : O movimento humano énormalmente descrito como sendo um movimento genérico, i.e., uma combinação complexa de movimentos de translação e de movimentos de rotação. Translação (Rectilínea)

Leia mais

ANEXO VII NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DAS PROVAS DA AVALIAÇÃO FÍSICA - TAF

ANEXO VII NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DAS PROVAS DA AVALIAÇÃO FÍSICA - TAF ANEXO VII NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DAS PROVAS DA AVALIAÇÃO FÍSICA - TAF PROVA DE FLEXÃO DE BRAÇO NA BARRA FIXA BARRA (SOMENTE PARA O SEXO MASCULINO) Os procedimentos a serem adotados pelo

Leia mais

Cinesiologia. Cinesio = movimento Logia = estudo. Cinesiologia = estudo do movimento

Cinesiologia. Cinesio = movimento Logia = estudo. Cinesiologia = estudo do movimento Cinesiologia Cinesio = movimento Logia = estudo Cinesiologia = estudo do movimento Cinesiologia Movimento: mudança de local, posição ou postura com relação a algum ponto do ambiente. Estudo do movimento

Leia mais

HMAD - 1. Dia 1 Data / / / / / / /

HMAD - 1. Dia 1 Data / / / / / / / Plano de treino Meta Data de início Instruções Força Poder e de nição Hora 5 HMAD - 1 Data de m Alunos homens com mais de 3 anos de experiencia Dia 1 Data / / / / / / / Cruci xo, Halter Peito Coloque-se

Leia mais

5.1. História da Modalidade

5.1. História da Modalidade V. Unidade Didáctica de Ginástica Desportiva 5.1. História da Modalidade O aparecimento da Ginástica é datado de 2700-1400 a.c. A palavra Ginástica deriva do grego gymnos (nu) e, no início, servia apenas

Leia mais

GINÁSTICA DE APARELHOS

GINÁSTICA DE APARELHOS GINÁSTICA DE APARELHOS Plinto O plinto é um aparelho utilizado para a realização de saltos tanto na posição transversal como longitudinal. Segurança: Deve-se verificar se a distância do trampolim ao aparelho

Leia mais

Meu trabalho exige de mim fisicamente.

Meu trabalho exige de mim fisicamente. Meu trabalho exige de mim fisicamente http://www.cataflampro.com.br Meu trabalho exige de mim fisicamente Aqui está o nosso programa de treinamento recomendado: Relaxe com exercícios menos intensos, alongue

Leia mais

Escola Secundária D.Pedro V. Ginástica de Solo. Ana Abel 06/04/13

Escola Secundária D.Pedro V. Ginástica de Solo. Ana Abel 06/04/13 Escola Secundária D.Pedro V Ginástica de Solo Ana Abel 06/04/13 Introdução Este trabalho sobre ginástica é um elemento de avaliação das disciplinas de Educação Física e Prática de Actividades Físicas e

Leia mais

Cinesiologia. Aula 2

Cinesiologia. Aula 2 Cinesiologia Aula 2 Graus de Liberdades de Movimentos São classificados pelo número de planos nos quais se movem os segmentos ou com o número de eixos primários que possuem Um grau de liberdade (uniaxial)

Leia mais

REGULAMENTO DE PROVAS DE NÍVEL. Regulamento de Provas Nacionais 1

REGULAMENTO DE PROVAS DE NÍVEL. Regulamento de Provas Nacionais 1 REGULAMENTO DE PROVAS DE NÍVEL Regulamento de Provas Nacionais 1 Índice 1. Âmbito... 3 2. Objectivo... 3 3. Caracterização... 4 4. Destinatários... 4 5. Níveis do Programa... 5 6.Sistema de Avaliação...

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE Informação Prova de Equivalência à Frequência Prática 3º Ciclo do Ensino Básico 2014/2015 Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 julho Aprovado em Conselho Pedagógico de 06

Leia mais

R E S I S T A N C E TRAINER. ESSENTIALS by S T R E N G T H S T R E N G T H. ZIVA HRT Exercise Chart_18x28 ENG.indd 1

R E S I S T A N C E TRAINER. ESSENTIALS by S T R E N G T H S T R E N G T H. ZIVA HRT Exercise Chart_18x28 ENG.indd 1 S T R E N G T H ZIVA HRT Exercise Chart_18x28 ENG.indd 1 R E S I S T A N C E TRAINER INSTRUÇÕES ESSENTIALS by S T R E N G T H Tipo de Exercício Este programa foi desenvolvido para exercícios diversos e

Leia mais

PROVA DE APTIDÃO FÍSICA. 1. Os Candidatos ao IPE devem executar as provas físicas abaixo descriminadas de acordo com as instruções de realização.

PROVA DE APTIDÃO FÍSICA. 1. Os Candidatos ao IPE devem executar as provas físicas abaixo descriminadas de acordo com as instruções de realização. PROVA DE APTIDÃO FÍSICA 1. Os Candidatos ao IPE devem executar as provas físicas abaixo descriminadas de acordo com as instruções de realização. 2. As provas devem ser executadas corretamente e avaliadas

Leia mais

Exercícios de potência e explosivos

Exercícios de potência e explosivos TODO O CORPO Exercícios de potência e explosivos TODO O CORPO DVD 1 MÚSCULOS PREDOMINANTES ENVOLVIDOS Descrição da Grupo muscular ou Nome ação concêntrica região corporal Músculos Arranque Extensão dos

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO DA LOUSÃ

ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO DA LOUSÃ 1 ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO DA LOUSÃ Objectivo Ser capaz de realizar uma corrida com barreiras - ritmada em velocidade máxima. Princípios a considerar Um barreirista é também um velocista Correr rápido

Leia mais

Grupo I Voleibol (25 pontos)

Grupo I Voleibol (25 pontos) Agrupamento de Escolas Dr. Vieira de Carvalho PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO 2014 1ª FASE PROVA DE EDUCAÇÃO FÍSICA Duração da prova: 45 minutos --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

REGULAMENTO DE PROVAS DE NÍVEL. Regulamento de Provas Nacionais 1

REGULAMENTO DE PROVAS DE NÍVEL. Regulamento de Provas Nacionais 1 REGULAMENTO DE PROVAS DE NÍVEL Regulamento de Provas Nacionais 1 Índice 1. Âmbito... 3 2. Objectivo... 3 3. Caracterização... 3 4. Destinatários... 3 5. Níveis do Programa... 4 6.Sistema de Avaliação...

Leia mais

Introdução ao estudo da Anatomia Humana: história, divisões do corpo, posição anatômica, eixos, planos e cortes

Introdução ao estudo da Anatomia Humana: história, divisões do corpo, posição anatômica, eixos, planos e cortes Aula 01 Introdução ao estudo da Anatomia Humana: história, divisões do corpo, posição anatômica, eixos, planos e cortes Introdução ao estudo da Anatomia Humana: história, divisões do corpo, posição anatômica,

Leia mais

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada Professor: Rui Morcela Ano Lectivo: 2009/10 Ano: 8º Turma: A Nº Alunos: 20 Aula Nº: 66 Aula U.D. Nº: 9 de 9 Instalações: Pavilhão Data: 26-03-2010 Hora: 9h15m Duração: 35 minutos Unidade Didáctica: Ginástica

Leia mais

COLÉGIO DE SANTA DOROTEIA LISBOA ANO LECTIVO 2015/2016 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DISCIPLINA:EDUCAÇÃO FÍSICA 8º ANO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS

COLÉGIO DE SANTA DOROTEIA LISBOA ANO LECTIVO 2015/2016 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DISCIPLINA:EDUCAÇÃO FÍSICA 8º ANO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA DISCIPLINA:EDUCAÇÃO FÍSICA 8º ANO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS 2º PERÍODO Competências a desenvolver Conteúdos Aulas previstas Cooperar com os companheiros para o alcance do objectivo

Leia mais

Exercícios para Perder Barriga em Casa. OS 10 Exercícios para Perder Barriga em Casa

Exercícios para Perder Barriga em Casa. OS 10 Exercícios para Perder Barriga em Casa Exercícios para Perder Barriga em Casa OS 10 Exercícios para Perder Barriga em Casa A construção de uma barriga tanquinho é um sonho para todos. Ele é um dos objetivos principais entre os homens e mulheres.

Leia mais

Série criada para: Ciatalgia - piora flexão. Extensão do corpo de barriga para baixo - ADM Ativa / Mobilização

Série criada para: Ciatalgia - piora flexão. Extensão do corpo de barriga para baixo - ADM Ativa / Mobilização Lombar - Abdômen - Alongamento Em decúbito ventral coloque as mãos ao lado e empurre seu corpo para cima até sentir o alongamento. Extensão do corpo de barriga para baixo - ADM Ativa / Mobilização Deitado

Leia mais

Escola Secundária Braamcamp Freire - Pontinha 2012/2013

Escola Secundária Braamcamp Freire - Pontinha 2012/2013 Plano de Aula Professor: Sandra Cintrão Gonçalves Turma: 7º 2ª Espaço: SG Data: 15/11/2012 Dia: quinta-feira Hora: 8h15 Duração: 90min Nº Aula: 24,25 Unidade Ensino: Etapa: 1 Matérias Abordadas: Ginástica

Leia mais

Massagem Shantala Método de massagem para o bebé

Massagem Shantala Método de massagem para o bebé Massagem Shantala Método de massagem para o bebé Preparativos Para a massagem você vai precisar de: - um produto emoliente (como óleo), de uso exclusivo infantil e dermatologicamente testado pode ser óleo

Leia mais

Fundamentos do Futebol

Fundamentos do Futebol Fundamentos do Futebol Sumário Apresentação Capítulo 1 O passe 1.1 Passe Simples 1.2 Passe Peito do pé 1.3 Passe com a lateral externa do pé 1.4 Passe de cabeça 1.5 Passe de Calcanhar 1.6 Passe de bico

Leia mais

COPA MAIRA AVRUCH GA-GNU REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA ESTREANTES FEMININO NÍVEL 1 DESCRIÇÃO VALOR

COPA MAIRA AVRUCH GA-GNU REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA ESTREANTES FEMININO NÍVEL 1 DESCRIÇÃO VALOR COPA MAIRA AVRUCH GA-GNU REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIA ESTREANTES FEMININO NÍVEL 1 DESCRIÇÃO VALOR SALTO VD = pontos DOIS SALTOS IGUAIS - VALE O Salto de extensão com MELHOR SALTO trampolim. Aterrissagem

Leia mais

REGULAMENTO PARA O NÍVEL PRINCIPIANTE NOS CAMPEONATOS E TORNEIOS BRASILEIROS

REGULAMENTO PARA O NÍVEL PRINCIPIANTE NOS CAMPEONATOS E TORNEIOS BRASILEIROS REGULAMENTO PARA O NÍVEL PRINCIPIANTE NOS CAMPEONATOS E TORNEIOS BRASILEIROS Art. 1º As mesmas regras que regem cada um dos Campeonatos/Torneios, será a que regerá o Campeonato/Torneio do nível Principiante

Leia mais

O SALTO EM ALTURA A TÉCNICA DO SALTO EM ALTURA

O SALTO EM ALTURA A TÉCNICA DO SALTO EM ALTURA ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO DA LOUSÃ O SALTO EM ALTURA A TÉCNICA DO SALTO EM ALTURA A procura de uma técnica de salto em altura ideal é uma questão de estilo biomecanicamente adequado da transposição

Leia mais

Educação Física Agrupamento de Escolas Martim de Freitas. Francisco Pinto

Educação Física Agrupamento de Escolas Martim de Freitas. Francisco Pinto Educação Física Agrupamento de Escolas Martim de Freitas Francisco Pinto Caraterização Caraterização O é uma modalidade individual, integrada por um conjunto de ações naturais, como são os casos dos saltos,

Leia mais

MANUAL EXETEX SPORTS PRESCRIÇÕES E EXERCÍCIOS. Prescrições sobre os extensores. Dos cuidados com o produto. Ao iniciar o treino

MANUAL EXETEX SPORTS PRESCRIÇÕES E EXERCÍCIOS. Prescrições sobre os extensores. Dos cuidados com o produto. Ao iniciar o treino MANUAL EXETEX SPORTS PRESCRIÇÕES E EXERCÍCIOS Prescrições sobre os extensores Ao realizar um exercício não exceda a elasticidade prescrita na descrição do produto, o elástico atinge o dobro de seu tamanho

Leia mais

Unidade II. Unidade II. Técnica do Nado Crawl

Unidade II. Unidade II. Técnica do Nado Crawl Posicionamento do corpo Permanece na horizontal em decubito ventral, realizando movimentos de rolamentos laterais, em seu eixo longitudinal. Posicionamento da cabeça O rosto fica em contato com a água,

Leia mais

Eu aproveito a minha aposentadoria.

Eu aproveito a minha aposentadoria. Eu aproveito a minha aposentadoria. http://www.cataflampro.com.br Eu aproveito a minha aposentadoria. Aqui está o nosso programa de treinamento recomendado: Mantenha a sua mobilidade, melhore a força das

Leia mais

Ergonomia Perímetros. Técnicas gerais. Técnicas gerais. Pontos anatômicos. Pontos anatômicos

Ergonomia Perímetros. Técnicas gerais. Técnicas gerais. Pontos anatômicos. Pontos anatômicos Perímetros Ergonomia 2007 Antropometria: Técnicas e aplicações Essa medida antropométrica é o perímetro máximo de um segmento corporal medido em ângulo reto em relação ao seu maior eixo. Estudo da composição

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIAS MIRIM GINÁSTICA ARTÍSTICA FEMININA

REGULAMENTO TÉCNICO CATEGORIAS MIRIM GINÁSTICA ARTÍSTICA FEMININA Federação de Ginástica Artística, Rítmica, Trampolim, Aeróbica e Acrobática do Rio Grande do Sul - FGRS. Filiada à Confederação Brasileira de Ginástica Fundada em 05 de novembro de 2013 REGULAMENTO TÉCNICO

Leia mais

Unidade IV. Unidade IV. Técnica do Nado Peito

Unidade IV. Unidade IV. Técnica do Nado Peito Técnica da pernada 1. A pernada de peito requer uma boa flexibilidade, Já que, para um bom posicionamento dos pés, no momento da flexão máxima das pernas e no decorrer da extensão, é necessário realizar

Leia mais

UNIDADE DIDÁCTICA DE ATLETISMO

UNIDADE DIDÁCTICA DE ATLETISMO ESCOLA BÁSICA DO 2º E 3º CICLOS MARQUÊS DE POMBAL EDUCAÇÃO FÍSICA UNIDADE DIDÁCTICA DE ATLETISMO DOCUMENTO DE APOIO 6º ANO Caracterização da Modalidade O atletismo pode ser dividido em cinco sectores:

Leia mais

ASPECTOS TÉCNICOS DO NADO CRAWL

ASPECTOS TÉCNICOS DO NADO CRAWL ASPECTOS TÉCNICOS DO NADO CRAWL MÉTODOS DE ENSINO OBJETIVOS É indispensável que o professor apresente recursos didáticos, e contemplados nos métodos de ensino. Assim o professor conduz a aprendizagem com

Leia mais

The Hundred. MANUAL PoCKet MOVIMENTO RESPIRAÇÃO NOTAS

The Hundred. MANUAL PoCKet MOVIMENTO RESPIRAÇÃO NOTAS MANUAL PoCKet 1 The Hundred básico intermediário avançado Subir e descer os braços em um movimento rápido e coordenado com a respiração; e Contar mentalmente 5 inspirações e 5 expirações fracionadas até

Leia mais

Pode ser aplicada a partes do corpo ou continuamente a todo o corpo.

Pode ser aplicada a partes do corpo ou continuamente a todo o corpo. MASSAGEM RELAXANTE Universidade do Sul de Santa Catarina Curso de Cosmetologia e Estética Unidade de Aprendizagem: Técnicas de Massagem Terapêutica Prof.ª Daniella Koch de Carvalho MASSAGEM RELAXANTE A

Leia mais

NATAÇÃO. Prof. Esp. Tiago Aquino (Paçoca)

NATAÇÃO. Prof. Esp. Tiago Aquino (Paçoca) NATAÇÃO Prof. Esp. Tiago Aquino (Paçoca) NADO CRAWL Nado Livre Significado Rastejar História do Nado Crawl Até 1844, era realizado com uma braçada de peito executado na lateral do corpo com batimentos

Leia mais

POSIÇÃO, COORDENAÇÃO E RESPIRAÇÃO DE COSTAS *

POSIÇÃO, COORDENAÇÃO E RESPIRAÇÃO DE COSTAS * POSIÇÃO, COORDENAÇÃO E RESPIRAÇÃO DE COSTAS * Autor: Antônio Hernández Tradução: Leonardo de A. Delgado POSIÇÃO DO CORPO A cabeça se manterá de maneira que a superfície da água esteja ao nível da nuca

Leia mais

O voleibol é um jogo desportivo colectivo praticado por duas equipas, cujo objectivo é

O voleibol é um jogo desportivo colectivo praticado por duas equipas, cujo objectivo é Caracterização do O voleibol é um jogo desportivo colectivo praticado por duas equipas, cujo objectivo é enviar a bola por cima da rede, fazendo-a cair no campo adversário e evitando que ela caia no nosso

Leia mais

Atletismo. Atletismo. Atletismo. Atletismo. Atletismo 3/27/2014. Caraterização. A pista. Disciplinas. Velocidade

Atletismo. Atletismo. Atletismo. Atletismo. Atletismo 3/27/2014. Caraterização. A pista. Disciplinas. Velocidade Caraterização Educação Física Agrupamento de Escolas Martim de Freitas Francisco Pinto Caraterização A pista O é uma modalidade individual, integrada por um conjunto de ações naturais, como são os casos

Leia mais

Eu me sinto estressado (a) e esgotado (a).

Eu me sinto estressado (a) e esgotado (a). Eu me sinto estressado (a) e esgotado (a). http://www.cataflampro.com.br Eu me sinto estressado (a) e esgotado (a). Aqui está o nosso programa de treinamento recomendado: Relaxe com exercícios de alongamento,

Leia mais

Treino para Prevenção de Quedas. O que é e como fazer

Treino para Prevenção de Quedas. O que é e como fazer Treino para Prevenção de Quedas O que é e como fazer Orientações Treino Prevenção de Quedas Com este treino você terá melhora no seu equilíbrio, força muscular e bem estar geral, reduzindo seu risco de

Leia mais

Série criada para: Ciatalgia - piora extensão. Lombar - Sentar no calcanhar com os braços a frente - Alongamento

Série criada para: Ciatalgia - piora extensão. Lombar - Sentar no calcanhar com os braços a frente - Alongamento Lombar - Ponte - Fortalecimento Deitado, vagarosamente eleve os quadris o mais alto possível e mantenha. Dica: Contraia os glúteos e tente diminuir a lordose lombar. Faça 3 série(s) de 25 segundo(s) Lombar

Leia mais

LEONARDO DE A. DELGADO. APERFEIÇOAMENTO DO NADO COSTAS

LEONARDO DE A. DELGADO. APERFEIÇOAMENTO DO NADO COSTAS LEONARDO DE A. DELGADO. APERFEIÇOAMENTO DO NADO COSTAS 2006 Índice 1 DEFINIÇÃO E CONSIDERAÇÕES... 3 2 POSIÇÃO DO CORPO... 3 3 POSIÇÃO DA CABEÇA... 3 4 AÇÃO DOS BRAÇOS... 4 4.1 Fase Área... 4 4.1.1 Recuperação...

Leia mais

DESVIOS POSTURAIS. 1. LORDOSE CERVICAL = Acentuação da concavidade da coluna cervical. - Hipertrofia da musculatura posterior do pescoço

DESVIOS POSTURAIS. 1. LORDOSE CERVICAL = Acentuação da concavidade da coluna cervical. - Hipertrofia da musculatura posterior do pescoço DESVIOS POSTURAIS 1. LORDOSE CERVICAL = Acentuação da concavidade da coluna cervical. CAUSA: - Hipertrofia da musculatura posterior do pescoço CORREÇÃO: - Fortalecimento da musculatura anterior do pescoço

Leia mais

O corpo em repouso somente entra em movimento sob ação de forças Caminhada em bipedia = pêndulo alternado A força propulsiva na caminhada é a força

O corpo em repouso somente entra em movimento sob ação de forças Caminhada em bipedia = pêndulo alternado A força propulsiva na caminhada é a força O corpo em repouso somente entra em movimento sob ação de forças Caminhada em bipedia = pêndulo alternado A força propulsiva na caminhada é a força de reação exercida pelo piso sobre os pés. Um corpo em

Leia mais

Ficha de Registo do Parâmetro Qualitativo no Pré e Pós-Teste - Lançar

Ficha de Registo do Parâmetro Qualitativo no Pré e Pós-Teste - Lançar Anexo J - Ficha de Registo do Parâmetro Qualitativo Lançar e Pontapé Ficha de Registo do Parâmetro Qualitativo no Pré e Pós-Teste - Lançar PRÉ-TESTE LANÇAR a: PÓS-TESTE LANÇAR a: CÒDIGO NOMES STEP CÒDIGO

Leia mais

8º Festival de Estrelas

8º Festival de Estrelas 8º Festival de Estrelas REGULAMENTO ÂMBITO O presente regulamento aplica-se ao 8º Festival de Estrelas, actividade prevista no Programa de Desenvolvimento Desportivo (PDD) Estrelas-do-mar, a realizar nos

Leia mais

Yôga. #LiveOutside #YA

Yôga. #LiveOutside #YA Yôga Adventure #LiveOutside #YA Apoiar seu pé em uma agarra de 1 cm para alavancar a sua mão a um reglete de 1 falange requer absoluta consciência presente no momento exato da ação. Y A: método d e s e

Leia mais

CARTILHA ATIVIDADE FÍSICA NA TERCEIRA IDADE

CARTILHA ATIVIDADE FÍSICA NA TERCEIRA IDADE CARTILHA ATIVIDADE FÍSICA NA TERCEIRA IDADE 1 CARTILHA ATIVIDADE FÍSICA NA TERCEIRA IDADE O processo de envelhecimento pode acarretar na dependência de outras pessoas para a realização de atividades de

Leia mais

Documento de Apoio de Atletismo

Documento de Apoio de Atletismo Documento de Apoio de Atletismo Foi na antiga Grécia, onde as actividades atléticas tinham particular relevância na educação, que o Atletismo surgiu como uma modalidade desportiva, que era objecto de competição,

Leia mais

Série criada para: Ciatalgia - piora flexão

Série criada para: Ciatalgia - piora flexão Mobilização Neural - Nervo Ciático E deslizamento Deitado abraçe uma coxa próximo do joelho. Estique o joelho. Quando dobrar o joelho leve o queixo em direção ao peito. Retorne a cabeça e estique o joelho

Leia mais

Profº Will

Profº Will Atletismo O atletismo é um conjunto de desportos constituído por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com exceção de algumas corridas de

Leia mais

EMAD - 1. Dia 1 Data / / / / / / / Método de circuíto Set 1 1 x Set 2 2 x Set 3 3 x Set 4 Set 5 Observação

EMAD - 1. Dia 1 Data / / / / / / / Método de circuíto Set 1 1 x Set 2 2 x Set 3 3 x Set 4 Set 5 Observação Plano de treino Meta Data de início Instruções Forma Perder peso e modelar Hora 5 EMAD - 1 Data de m Treino ABC, 5x para redução da % de gordura Dia 1 Data / / / / / / / Método de circuíto 1 x 2 x 3 x

Leia mais

CÓDIGO DE PONTUAÇÃO SIMPLIFICADO PARA GINÁSTICA ARTÍSTICA MASCULINA

CÓDIGO DE PONTUAÇÃO SIMPLIFICADO PARA GINÁSTICA ARTÍSTICA MASCULINA 1. Grupos de elementos Igual ao Código FIG com excepção de: Exercício sem saída +0,00 Saída A +0,10 Saída B +0,30 Saída C, D, E, F ou G +0,50 2. Dificuldade Conta, para efeitos de dificuldade, a saída

Leia mais

CÓDIGO PONTUAÇÃO ADAPTADO

CÓDIGO PONTUAÇÃO ADAPTADO GINÁSTICA ARTÍSTICA MASCULINA CÓDIGO PONTUAÇÃO ADAPTADO 2013-2016 MARÇO 2013 GINÁSTICA ARTÍSTICA MASCULINA CÓDIGO PONTUAÇÃO ADAPTADO 2013-2016 1. Grupos de elementos Igual ao Código FIG com excepção de:

Leia mais

Análise do movimento Caindo nas molas

Análise do movimento Caindo nas molas Análise do movimento Caindo nas molas 1 Projeto de Pesquisa Trançados musculares saúde corporal e o ensino do frevo Análise do movimento Observador: Giorrdani Gorki Queiroz de Souza (Kiran) Orientação

Leia mais

QUADRIL / PELVE. Prof. Gabriel Paulo Skroch

QUADRIL / PELVE. Prof. Gabriel Paulo Skroch QUADRIL / PELVE Prof. Gabriel Paulo Skroch 1. ANATOMIA Mulher Homem Ilíaco e extremidade superior do fêmur Vista anterior Vista posterior Superfícies articulares da articulação coxo-femural, cápsula e

Leia mais

Prevenção de Lesões MUTUAL DE SEGURIDAD. na coluna vertebral. Seg. Trabalho

Prevenção de Lesões MUTUAL DE SEGURIDAD. na coluna vertebral.  Seg. Trabalho Prevenção de Lesões MUTUAL DE SEGURIDAD na coluna vertebral http://www.freewebs.com/douglaspbs Seg. Trabalho 1 I. INTRODUÇÃO Para poder prevenir as lesões na Coluna Vertebral temos que conhecer nosso corpo,

Leia mais

Desenvolvimento Motor e Reflexos Primitivos. Ft. Ms. Livia Marcello Zampieri

Desenvolvimento Motor e Reflexos Primitivos. Ft. Ms. Livia Marcello Zampieri Desenvolvimento Motor e Reflexos Primitivos Ft. Ms. Livia Marcello Zampieri Desenvolvimento motor A maturação motora da criança se dá nos sentidos: Caudal Céfalo Proximal Distal Desenvolvimento fetal Desenvolvimento

Leia mais

CAMPEONATO VICÉLIA FLORENZANO. PARTICIPANTES É aberta às ginastas que não tenham participado de Campeonatos oficiais da CBG em 2009 ou anteriores.

CAMPEONATO VICÉLIA FLORENZANO. PARTICIPANTES É aberta às ginastas que não tenham participado de Campeonatos oficiais da CBG em 2009 ou anteriores. CAMPEONATO VICÉLIA FLORENZANO PARTICIPANTES É aberta às ginastas que não tenham participado de Campeonatos oficiais da CBG em 2009 ou anteriores. FAIXA ETÁRIA - 07 e 08 anos, completos no ano da competição

Leia mais

Anexo 2. Variável Antropométrica

Anexo 2. Variável Antropométrica Anexo 2 Com o intuito de minimizar os erros de medida e conferir consistência durante o processo de medição, procedeu-se a uma ordem de medições que se repetiu para todos os sujeitos de igual forma. Os

Leia mais

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada Professor: Rui Morcela Ano Lectivo: 2009/10 Ano: 8º Turma: A Nº Alunos: 20 Aula Nº: 81 Aula U.D. Nº: 3 de 6 Instalações: Pavilhão Data: 14-05-2010 Hora: 9h20m Duração: 35 minutos Unidade Didáctica: Ginástica

Leia mais

GUIA NORMATIVO DE ACESSO A PROVAS NACIONAIS INICIAÇÃO NÍVEL 1

GUIA NORMATIVO DE ACESSO A PROVAS NACIONAIS INICIAÇÃO NÍVEL 1 GUIA NORMATIVO DE ACESSO A PROVAS NACIONAIS 1. TESTES DE INICIAÇÃO GERAL Os elementos impostos, que deverão ser acompanhados por um tema musical, poderão ser executados numa ordem aleatória. A música poderá

Leia mais

Livro de Exercícios de Ginástica Artística / Play GYM para o Desporto Escolar

Livro de Exercícios de Ginástica Artística / Play GYM para o Desporto Escolar Livro de Exercícios de Ginástica Artística / Play GYM para o Desporto Escolar Documento de Apoio a Professores Responsáveis por Grupo/Equipa de Ginástica Artística Janeiro 2008 Livro de Exercícios de Ginástica

Leia mais

COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA COPEL CONCURSO PÚBLICO N.º 02/2006

COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA COPEL CONCURSO PÚBLICO N.º 02/2006 COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA COPEL CONCURSO PÚBLICO N.º 02/2006 TESTES DE APTIDÃO FÍSICA PARA O CARGO DE ASSISTENTE TÉCNICO I, FUNÇÃO DE ELETRICISTA APRENDIZ INFORMAÇÕES GERAIS : 1. TESTES DE APTIDÃO

Leia mais

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada

Fase Preparatória Objectivos Operacionais Estratégias / Organização Objectivos comportamentais / Componentes críticas Chamada Professor: Rui Morcela Ano Lectivo: 2009/10 Ano: 8º Turma: A Nº Alunos: 20 Aula Nº: 79 e 80 Aula U.D. Nº: 1 e 2 de 6 Instalações: Pavilhão Data: 11-5-2010 Hora: 10h 20m Duração: 75 minutos Unidade Didáctica:

Leia mais