PROJETO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS MODALIDADE EAD

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO PROJETO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS MODALIDADE EAD Vitória, Junho de 2008

2 PROPONENTE: NOME: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO ESPÍRITO SANTO CNPJ: END.: AV. VITÓRIA 1729 JUCUTUQUARA CIDADE: VITÓRIA UF: ES CEP: FONE: (27) FAX: (27)

3 SUMÁRIO 1 DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTENEDORA IDENTIFICAÇÃO DO CURSO HISTÓRICO DA MANTENEDORA E DA INSTITUIÇÃO MANTIDA ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR FINALIDADE JUSTIFICATIVA OBJETIVO DO CURSO PERFIL DESEJADO DO FORMANDO Habilidades e Competências ÁREAS DE ATUAÇÃO ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA Processo de Comunicação entre os participantes Material Didático Acessibilidade às pessoas com necessidades especiais Descrição da Equipe Multidisciplinar Papel do Coordenador de Curso Papel do Pedagogo Papel do Professor Conteudista Papel do Professor Especialista Papel do Tutor a distância Papel do Tutor Presencial Tutor de Laboratório Coordenador de produção de materiais (Designer Instrucional) Coordenador de Pólo ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR EMENTAS, COMPETÊNCIAS E BIBLIOGRAFIA ATIVIDADES COMPLEMENTARES ESTÁGIO CURRICULAR EXTENSÃO, PESQUISA E INICIAÇÃO CIENTÍFICA PLANO DE CAPACITAÇÃO DOS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO CURSO AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Avaliação da Aprendizagem AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO À APRENDIZAGEM INSCRIÇÕES, PROCESSO SELETIVO E INGRESSO PÓLOS BIBLIOTECA RECURSOS HUMANOS Coordenação de Curso Colegiado do Curso Equipe Multidisciplinar - Corpo Docente efetivo com suas respectivas formações acadêmicas: Gestores do Curso

4 1 DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTENEDORA Nome: Jadir José Pela Endereço: Rua Carlos Alves, 200 / 202 Praia do Suá Cidade: Vitória UF: ES CEP: Telefone: (27) Fax: (27) Pró-Reitor de Graduação ou Diretor de Ensino Cargo: Diretor de Ensino Nome: Denio Rebello Arantes Endereço: Praça Cristóvão Jacques, 37/801 Santa Helena Cidade: Vitória UF: ES CEP: Telefone: (27) Fax: (27)

5 2 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Nome do Curso Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Modalidade Educação a Distância Nível Status Regime de Matrícula Periodicidade Letiva Graduação Tecnólogo Crédito Sob demanda Quantitativo de vagas Carga horária total do curso 2.400H Nº de Vagas 250 Nº de Turmas Total Alunos 5

6 3 HISTÓRICO DA MANTENEDORA E DA INSTITUIÇÃO MANTIDA O Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo - CEFETES foi oficializado em 23 de setembro de 1909, no governo do presidente Nilo Peçanha e foi regulamentado pelo Decreto de 25 de outubro de Inicialmente, foi denominada Escola de Aprendizes de Artífices do Espírito Santo, tendo como propósito a formação de profissionais artesãos, com ensino voltado para o trabalho manual. A partir de 1937, com a denominação de Liceu Industrial de Vitória, passou a formar profissionais habilitados para a produção industrial, porém com um ensino ainda com características artesanais. Em 11 de dezembro de 1942, foi inaugurada a Unidade de Ensino de Jucutuquara, em Vitória. Nessa época, contava com internato e externato, oficinas e salas de aula para atender aos cursos de artes de couro, alfaiataria, marcenaria, serralheria, mecânica de máquinas, tipografia e encadernação. Em 3 de setembro de 1965, passou a denominar-se Escola Técnica Federal do Espírito Santo, ETFES, visando a adequar a educação às exigências da sociedade industrial e tecnológica, com ênfase na preparação de mão de obra qualificada para o mercado de trabalho. Em 1993 foi inaugurada a Unidade de Ensino de Colatina, como forma de atender a região noroeste do estado, formando inicialmente profissionais nas áreas de informática e construção civil. Através de Decreto Presidencial em março de 1999, a ETFES passa a ser um Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo - CEFETES, com maior abrangência e possibilidades de atuação. Hoje o CEFETES oferece formação continuada de trabalhadores, ensino médio, educação profissional técnica de nível médio, educação profissional tecnológica de graduação e de pós-graduação. Em 12 de março de 2001, foi inaugurada a Unidade de Ensino de Serra, e iniciadas as atividades acadêmicas com os cursos de Informática e Automação Industrial, tendo como principal objetivo a expansão da oferta de cursos nessas áreas, devido a sua proximidade do complexo industrial da Grande Vitória. Em 2004 o Cefetes passa a ser uma Instituição de Ensino Superior, com os decretos e 5.225, hoje substituído pelo Em 2005 a Unidade de Ensino Descentralizada de Cachoeiro de Itapemirim entra em funcionamento, oferecendo o Curso Técnico em Eletromecânica e o Curso Técnico em Rochas Ornamentais, inédito no Brasil. Em 2006 duas novas Unidades de Ensino iniciam suas atividades: A Unidade de Ensino de São Mateus, oferecendo o Curso Técnico em Mecânica, e a Unidade de Ensino de Cariacica, oferecendo o Curso Técnico em Ferrovias, inédito no Brasil e fruto de uma parceria do CEFETES com a Companhia Vale do Rio Doce. 6

7 Atualmente, o CEFETES funciona como sistema e conta com 6 Unidades de Ensino: Vitória, Colatina, Serra, Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus e Cariacica. O Centro Federal de Educação Tecnológica do Espírito Santo, próximo da marca de seu centenário no Estado, orgulha-se de seu esforço de atualização e reestruturação das condições de atendimento qualificado à sociedade capixaba em sua trajetória. 7

8 4 ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR 4.1 FINALIDADE A educação em nível nacional está em fase de grandes mudanças na busca do atendimento às exigências da sociedade contemporânea. São profundas as mudanças estruturais na organização do ensino formal principalmente quando relacionamos a sistematização dessa educação com o mercado de trabalho atual. É, pois, à luz desse contexto que a construção de uma Proposta Pedagógica na modalidade a distância deve ser encaminhada, de forma a atender a demanda de profissionais capacitados na área de sistemas de informação para atuar como consultor, projetista, analista e gerente da área de sistemas. Esse profissional deverá ter uma formação humanista, pensamento crítico e reflexivo a respeito dos aspectos éticos, políticos, sociais e econômicos relacionados à área, com condições de assumir o papel de agente transformador da sociedade e capacidade de provocar mudanças por meio da incorporação de novas tecnologias na solução de problemas. 4.2 JUSTIFICATIVA O Brasil é um país que, apesar de apresentar, atualmente, um quadro de mudanças significativas, seja no campo econômico, político ou no social, ainda é recordista de um grau de seletividade e exclusão, mantendo fora da escola uma grande maioria daqueles que, na verdade, mais necessitam dela. Neste contexto, assumir projetos de Educação a Distância significa trilhar caminhos que visem romper com um quadro determinado há muito tempo. Esse rompimento não significa e nem pretende ser, a substituição de sistemas presenciais por sistemas à distância. É preciso que os Centros Educacionais iniciem um trabalho para atender as diferenças individuais, possibilitando interações múltiplas e não lineares. A escola atual deve fazer uso pleno das novas tecnologias, dos novos paradigmas, tornando-os fundamentais dentro desse novo espaço educacional. O Ensino a Distância é uma realidade imposta não somente pelo mercado, mas pela própria educação, bem identificada na LDB desde 1996, em especial, no seu art. 80 que incentiva o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada O Ensino a Distância não somente quebra fronteiras e aproxima os que estavam separados, como cria uma nova mentalidade de trabalho colaborativo e de equipes multidisciplinares. O projeto da UAB (Universidade Aberta do Brasil), chega para atender à demanda pelo ensino a distância no país e a ampliação do acesso à educação superior, com vistas ao cumprimento da meta do Plano Nacional de Educação (PNE), de atender 30% da população entre 18 e 24 anos. Só 30% dos municípios oferecem educação superior presencial. Esse é um momento importante da educação pública no Brasil, em que a população distante dos centros de ensino superior, terá possibilidades de ingressarem nesse, e, isso é urgente para o país. 8

9 Este projeto do governo por meio da UAB, hoje instituído como Sistema Universidade Aberta do Brasil UAB, pelo Decreto nº 5.800, de 08 de junho de 2006, é um fator que sinaliza para a necessidade de uma resposta do CEFETES no sentido de ampliar seu atendimento de formação profissional de nível superior, revertendo o quadro de carência apresentado pela população do interior. Nesse sentido apresenta o projeto do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas na modalidade a distância. A criação do curso superior de tecnologia em Análise e Desenvolvimento de sistemas na modalidade a distância que ora encaminhamos, já possui uma aprovação do Conselho Diretor do CEFETES, por meio da Resolução nº08/2003, de 19 de maio de 2003, para funcionar na modalidade presencial. Dado o interesse do CEFETES em atender o encaminhamento das diretrizes Nacionais de Educação do Governo Federal, quanto à extensão e interiorização da educação superior, o projeto do curso superior de tecnologia em Análise e Desenvolvimento de sistemas na modalidade a distância, recebe uma roupagem nova para chegar até o interior do Estado do Espírito Santo e levar tecnologia e informações que capacitem profissionais para lidarem com Sistemas de Informações: projetando, analisando, gerenciando e oferecendo consultoria. Essa proposta está elaborada considerando as diretrizes da Educação a Distância e da Graduação Tecnológica constante dos Referenciais de Qualidade para Educação a Distância, da Secretaria de Educação a Distância/MEC, assim como as orientações da portaria 641, de 13 de maio de 1997, do Ministério da Educação, que dispõe sobre a autorização de novos cursos em faculdades, institutos superiores ou escolas superiores em funcionamento e, posteriormente adaptado de acordo com a portaria nº 1.647, de 25 de novembro de 1999; da Resolução CNE/CP nº 3 de 18/12/2002, publicada no DOU em 23/12/2002, que instituiu as Diretrizes Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia, o Decreto nº de 1/10/2004, que dispõe sobre a organização dos Centros Federais de Educação Tecnológica, o Parecer CES nº 277/2006, que dispõe sobre a organização da Educação Profissional e Tecnológica de Graduação; O Decreto 5.786, de 24/5/06; Decreto nº 5.622, de 19/12/2005 e o Decreto nº 5.773, de 09/05/2006, alterados pelo Decreto nº 6.303, de 12/12/2007. O CEFETES, por meio de seu Projeto Pedagógico busca garantir o atendimento às demandas profissionais regionais, resgatando os múltiplos significados do processo de aprendizagem, valorizando o contato, o diálogo com as empresas e comunidades, difundindo o saber aqui produzido e, assim, efetivando melhorias concretas, novas formas de ler e de fazer o mundo no qual se insere o indivíduo, respeitando nesse processo as necessidades reais daqueles que procuram esta Instituição. (CEFETES. Projeto Pedagógico Institucional, disponível em: 4.3 OBJETIVO DO CURSO O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas tem como objetivo: 9

10 Contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico na área de sistemas de informação para atender às necessidades regionais e nacionais em termos de formação de recursos humanos com uma atitude empreendedora e criativa. 4.4 PERFIL DESEJADO DO FORMANDO O profissional formado no Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas deve ser dotado de capacidades para concepção de projetos e incorporação de novas tecnologias na solução de problemas, adequadas às necessidades da sociedade seja qual for seu nível de atuação. Os requisitos para essa tarefa são muitos. Esse profissional deve ser capaz de identificar as necessidades da sociedade e as oportunidades relacionadas, o que implica em uma sintonia com o meio em que vive e um bom nível de informação. A partir da identificação dos problemas e oportunidades, o profissional deve ter a capacidade de articular e implementar soluções otimizadas quanto a custos, complexidade, acessibilidade, manutenção, etc. Esta etapa pode envolver o planejamento, a captação de recursos, motivação de parceiros, a execução do projeto em si e a manutenção de seus resultados. Segundo o indicativo das Diretrizes Curriculares de Cursos da Área de Computação e Informática proposto pela Comissão de Especialistas em Ensino de Computação e Informática (CEEInf), da SESu/MEC, é possível identificar duas grandes áreas de atuação dos profissionais de Sistemas de Informação: inovação, planejamento e gerenciamento da infra-estrutura de informação e coordenação dos recursos de informação nas organizações; e desenvolvimento e evolução de sistemas de informação e de infra-estrutura de informação para uso em processos organizacionais, departamentais e/ou individuais. Como um profissional atento às inovações do seu momento histórico é imprescindível a criatividade, iniciativa, sociabilidade, capacidade de expressão, organização, liderança, postura ética e elevada capacidade técnica e científica, bem como aquelas citadas nas diretrizes curriculares para o Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. O Profissional de informática deve ter condições de assumir o papel de agente transformador da sociedade, capacidade de provocar mudanças por meio da incorporação de novas tecnologias na solução de problemas. Além disso, propiciar novos tipos de atividades. Esse processo de formação não pode prescindir de levar em conta também que o profissional em Análise e Desenvolvimento de Sistemas é, antes de tudo, um profissional de nível superior, cujo perfil deve refletir a seguinte configuração: Uma sólida formação geral-profissional, pautada por princípios ético-políticos e técnico-científicos voltados para a complexidade das relações e das demandas humanas e sociais; 10

11 Entendimento de que a formação profissional é um processo contínuo de construção de competências que demanda aperfeiçoamento e atualização permanentes; A compreensão da profissão como uma forma de inserção e intervenção na sociedade, tendo por base a comunidade regional; Uma atitude crítica, responsável, criativa e respeitosa em relação às questões sociais e ambientais, com vistas à identificação e à resolução de problemas; A disponibilidade e competência para o exercício da interdisciplinaridade e para a atuação em equipes multiprofissionais, resguardada a autonomia profissional; A capacidade de pensar e de aportar o seu conhecimento no conhecimento já disponível, de maneira crítica, pessoal e consistente; A capacidade de utilizar os conhecimentos científicos e tecnológicos existentes e disponíveis e de produzir novos conhecimentos, deles derivando condutas pessoais e profissionais responsáveis, justas e éticas; e A capacidade de auto-análise tendo em vista o aprimoramento de seu autoconhecimento e de suas relações interpessoais Habilidades e Competências Estes profissionais adquirirão os seguintes conjuntos de competências e habilidades durante o curso: Contextualizar a área de Sistemas de Informação em termos históricos, políticos, sociais e econômicos; Analisar o funcionamento de uma organização, propor e implantar sistemas de informação; Utilizar, adequada e eficazmente, tecnologias de informação na solução de problemas relativos a domínios de aplicação específicos; Prever/compreender os impactos das novas tecnologias no homem, nas organizações e na sociedade; Auxiliar os demais profissionais a compreenderem como os sistemas de informação podem contribuir para as áreas de negócio nas organizações; Participar dos processos de mudança nas áreas de negócio, com base nas contribuições que os sistemas de informação podem oferecer; Aplicar conhecimentos de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução da área e contribuindo para a busca de soluções em diferentes setores nas organizações; Interagir com os diversos setores da organização, a fim de conceber, desenvolver, gerenciar e aprimorar sistemas de tratamento automatizado de informações; Interagir produtivamente com o usuário, mediante seleção e utilização de formas adequadas de comunicação oral, escrita e gráfica; Assumir postura ética no tratamento e na disponibilização de informações; Relacionar e compatibilizar ferramentas e ambientes computacionais entre si e com os usuários e respectivas tarefas; Desenvolver projetos de software ergonomicamente concebidos, incorporando, entre outros aspectos, modelos cognitivos e lingüísticos que dão suporte a elementos de usabilidade, garantindo uma efetiva interface homem-máquina; 11

12 Identificar e compreender a arquitetura de computadores para otimizar as possibilidades de desenvolvimento de tarefas afeitas à atuação profissional, bem como os respectivos resultados; Conceber, projetar e desenvolver soluções para problemas, por meio da construção de programas; Selecionar sistemas operacionais em função de suas características e da disponibilidade de ferramentas, privilegiando o mais adequado; Identificar tecnologias de redes de computadores necessárias para atender as necessidades da organização; Integrar Sistemas de Bancos de Dados às soluções em tecnologia da informação nas organizações. 4.5 ÁREAS DE ATUAÇÃO O profissional de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas poderá atuar em diversos setores da economia pública e privada, nas seguintes funções: projetista de sistemas de informação; analista de sistemas; analista de negócios; gerente de área de sistemas de informação; empresário na área de sistemas de informação; consultor na área de sistemas de informação. 4.6 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas sob responsabilidade do CEFETES, foi concebido dentro dos princípios gerais que regem a Educação a Distância e a educação tecnológica. Esse projeto conduzirá a formação do profissional de tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, e tem como elemento norteador, utilizando-se dos estudos e reflexões individuais e das discussões em grupo e atividades práticas, a incorporação de novas tecnologias na solução de problemas adequados às necessidades da sociedade de forma contextualizada. Na organização didático-pedagógica serão considerados como princípios: uma metodologia de ensino que privilegie a construção dos conhecimentos como princípio educativo; a flexibilidade, quanto ao respeito ao ritmo e condições do aluno para aprender o que se exigirá dele; a autonomia dos alunos e o auto-gerenciamento da aprendizagem; a interação como ação compartilhada em que existem trocas, capaz de contribuir para evitar o isolamento e manter o processo motivador da aprendizagem; 12

13 a contextualização que é um recurso para tirar o aluno da condição de expectador passivo; articulação entre teoria e prática no percurso curricular; o planejamento, considerando as necessidades de aprendizagem e o perfil cultural dos alunos; o acompanhamento do processo de aprendizagem por professores especialistas(tutores a distância) e Orientadores acadêmicos (Tutores presenciais), assessorados por pedagogos; a motivação do estudante para com o objeto da sua profissão; uma base sólida para a compreensão de conceitos fundamentais à profissão de Sistemas de Informação; o uso e difusão de novas tecnologias; incentivo à pesquisa como princípio educativo. A aprendizagem é compreendida como um dos elementos do processo educativo que possibilita a resignificação da educação à distância, principalmente em termos de permitir, em razão de suas características, o rompimento da noção de tempo/espaço da escola tradicional. A Equipe multidisciplinar, composta por tutores à distância, professores especialistas, tutores presenciais, tutores de laboratório e pedagogo, trabalharão o planejamento, organização, assessoria e orientação do processo de aprendizagem dando ênfase a uma postura de construção do conhecimento, com uma metodologia dialética, na qual se propicie a passagem de uma visão do senso comum o que o aluno já sabe sobre a área de sistemas de informação, com base em suas experiências de vida; a uma visão tecnológica mediante o desenvolvimento de práticas pedagógicas voltadas para: mobilização do aluno para o conhecimento, a disponibilização de instrumentos que lhe proporcionem oportunidades de construir conhecimentos novos e o desenvolvimento da capacidade de elaboração de sínteses integradoras do saber construído com aqueles que já possuíam anteriormente. O aluno será o centro do processo. Os tutores a distância e presenciais deverão utilizar-se de uma metodologia que garanta a troca de informações entre os estudantes e entre estudantes e tutores. Através da condução não diretiva do processo é que o aluno construirá sua própria aprendizagem. O tutor, aqui, será um mediador fornecendo os instrumentos e conteúdos necessários à construção dos conceitos científicos que sela os conhecimentos. O tutor presencial deverá incentivar permanentemente e sensibilizar o aluno sobre o que vai fazer. Deve valorizar a importância da participação do aluno em todo processo de orientação e aprendizagem, considerando-o como sujeito de sua aprendizagem. Os estudantes deverão ser capazes de sair de uma postura passiva, assumindo um papel mais ativo no processo, tornando-se agente de sua própria aprendizagem na busca da construção dos seus conhecimentos. Para tal, serão disponibilizados meios para que o estudante desenvolva sua capacidade de julgamento, de forma suficiente, para que ele próprio esteja apto a buscar, selecionar e interpretar informações relevantes ao aprendizado. Um dos pontos chaves para o sucesso na formação do profissional de Análise e Desenvolvimento de Sistemas é a motivação do estudante. Para tal, o conhecimento dos 13

14 fundamentos de matemática, lógica e outros, é uma das ferramentas que o aluno dispõe para consolidação de suas idéias. Pensando em maneiras de resolver essa questão, os professores especialistas, junto com os tutores a distância devem ter a preocupação real com uma orientação efetiva dos alunos que apresentam dificuldades, durante os três primeiros semestres do curso. Além disso, serão disponibilizados laboratórios de informática nos pólos de apoio presencial, com tutores de laboratório, que ficaram à disposição dos alunos que, além das atividades práticas indicadas, quiserem, por sua própria autonomia, um aprofundamento de conhecimentos. Outro importante fator a ser considerado é a atualização dos conhecimentos e suas aplicações. Os assuntos relativos às novas tecnologias tendem a despertar um grande interesse nos estudantes, bem como suas relações com a sociedade. Considerando o acelerado desenvolvimento na área de Sistemas de Informação, pode-se afirmar, que esses tópicos são imprescindíveis em uma formação de qualidade e comprometida com a realidade. Vemos com total importância, para o êxito deste plano, que as atividades propostas no curso propiciem oportunidades para o desenvolvimento das habilidades complementares, desejáveis aos profissionais da área, vendo o aluno como um todo, relacionando também suas atitudes e respeitando as peculiaridades de cada disciplina/atividade didática, bem como a capacidade e a experiência de cada docente. O estímulo e o incentivo ao aprimoramento dessas características devem ser continuamente perseguidos, objetivando sempre a melhor qualidade no processo de formação profissional. Assim configurado, o currículo a ser cumprido associará a dinâmica propiciada pela metodologia EAD à complexidade dos processos que envolvem a atuação dos profissionais que atuarão na área de sistemas de informação. Para tal, o processo de aprendizagem em formato EAD, serão produzidas, emitidas e avaliadas sob responsabilidade da instituição promotora, com acompanhamento de tutor presencial e de laboratório, nos pólos municipais - espaço de interação com constante reflexão, debates e avaliação do conteúdo e orientação ao estudo independente. Os momentos não presenciais ocorrerão por meio do auto estudo e através da Internet via Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle além de fascículos impressos para cada disciplina. Quando necessário (conforme planejamento por disciplina) haverá interação por meio de vídeo conferência, ou outra ferramenta síncrona, com os professores especialistas e/ ou tutores à distância. Orientação e acompanhamento do aluno O aluno será orientado e acompanhado pelo tutor presencial em suas atividades. Cada tutor presencial se responsabilizará por um grupo de 20 a 25 alunos para que possa acompanhar individualmente cada aluno de forma presencial orientando seus estudos e atividades. Os alunos serão organizados em grupos de 5 a 8, no máximo. Caso o aluno não apresente um desempenho satisfatório em termos de compreensão dos conteúdos trabalhados, ele será aconselhado a refazer seu percurso, aprofundando e ampliando suas leituras. O acompanhamento será realizado através da orientação acadêmica nos encontros semanais, com descrição em fichas individuais e por grupo, com critérios para análise do envolvimento do aluno e do grupo no processo. 14

15 O tutor a distância fará a orientação e acompanhamento dos alunos observando a participação e envolvimento destes nas atividades desenvolvidas no Ambiente Virtual de Aprendizagem. O pedagogo acompanhará o processo de orientação e aprendizagem do aluno por meio dos instrumentos preenchidos pelo tutor presencial e tutor a distância, além de reuniões com professores especialistas e coordenador de curso Processo de Comunicação entre os participantes Interação entre Alunos x Tutores Presenciais x Tutores de Laboratório. A interatividade com os alunos dar-se-á por meio de momentos presenciais nos encontros semanais com o Tutor Presencial nos pólos municipais. Essa comunicação entre alunos e tutor presencial é fundamental para a formação do aluno buscando garantir a plenitude da formação e os conceitos norteadores da educação à distância. Nos momentos presenciais serão utilizadas metodologias que promovam a discussão e reflexão conceitual, bem como, ações práticas de aplicação, com apoio do tutor de laboratório, através dos laboratórios equipados com computadores utilizando-se de softwares específicos conforme necessidade da unidade curricular em questão. Os tutores presenciais terão carga horária semanal de 20 horas de atuação nos Pólos Municipais, distribuídas em atendimento presencial semanal, reuniões com a equipe do pólo (tutor de laboratório e coordenador de pólo). Os encontros semanais são práticos e teóricos, sendo que nos laboratórios os alunos contarão com o apoio do Tutor de Laboratório. Nos Laboratórios, os Tutores de Laboratório farão atendimento individualizado ou em pequenos grupos para apoiar os alunos na realização das atividades diárias, na utilização dos equipamentos e auxiliar na compreensão da aplicação dos conteúdos na prática. A interatividade entre alunos e tutores a distância, será através de ferramentas comunicação assíncrona ( , fórum) ou síncrona (softwares de comunicação p.ex.: Skype -, vídeoconferência), conforme plano pedagógico da disciplina, e, ou necessidade apresentada pelo tutor presencial. Interação Tutor Presencial x Coordenador de Curso Segundo a proposta do CEFETES, o coordenador de curso é o responsável pelo gerenciamento das tutorias presenciais e do acompanhamento das disciplinas quanto à adequação ao projeto pedagógico do curso (acompanhamento do professor especialista). Sendo assim, cabe ao coordenador de curso juntamente com os professores especialistas gerenciar o trabalho de tutoria realizado pelo tutor presencial. A interação entre coordenador de curso e tutor presencial ocorre em vários momentos e de formas diferentes. Através de reuniões presenciais para relato de problemas e soluções, assim 15

16 como compartilhamento de experiências entre tutores de diversos pólos. Obviamente que apesar de ser uma solução bem efetiva ela apenas pode ser realizada esporadicamente devido a necessidade de grandes deslocamentos por parte dos tutores dos pólos. Há ainda na forma síncrona, o meio de reuniões através de um software de comunicação. No caso do CEFETES é utilizado o Skype para comunicação on-line. Também é utilizado esporadicamente por limitações de horários entre os envolvidos. Uma outra maneira de interação é através de s. Porém, um agravante aqui é o fato dos s ficarem misturados com outros que não são de mesmo assunto, dificultando o acesso futuro e a sua utilização como histórico. Além dessas formas apresentadas, será utilizada também uma sala no Ambiente de Virtual de Aprendizagem Moodle chamada Sala de Coordenação. Nesta sala serão inseridos tanto o coordenador do curso, como professores especialistas, tutores presenciais e de laboratório. Na sala de coordenação serão disponibilizados alguns recursos, como arquivos para download e fóruns de discussão para problemas e soluções encontrados no dia-a-dia. Por ser um local de compartilhamento de experiências, uma pessoa de certo pólo pode conseguir resolver seu problema através do relato de algum colega ou do próprio coordenador. Assim, o coordenador acompanha de um local único os acontecimentos em todas as disciplinas de todos os pólos. A atuação dos tutores na sala de coordenação é garantida através de relatórios obtidos no próprio Moodle e através de formulários semanais enviados pelos tutores presenciais ao coordenador para acompanhamento dos momentos presenciais com os diversos grupos. Interação Professor Especialista x Tutor a Distância Por ser o gestor do processo de aprendizagem (Gestor do conhecimento), o professor especialista é o responsável pela realização e pela qualidade da mediação do processo de aprendizagem entre tutor a distância e aluno em uma determinada disciplina. É ele quem define as atividades que serão realizadas, as avaliações, os critérios. Por outro lado, cabe ao tutor a distância ser o mediador do processo, uma vez que é ele quem interage com os alunos, corrige suas avaliações e esclarece suas dúvidas. Assim, para que o processo de aprendizagem ocorra adequadamente, o CEFETES adota uma forte interação entre professor especialista e tutor a distância. Uma maneira de interação é através de reuniões periódicas entre o professor especialista com os tutores a distância da sua disciplina. Da mesma forma que ocorre na sala de coordenação, é interessante que o professor especialista possua um local de compartilhamento de idéias com seus tutores a distância. No CEFETES, o local para isso são as chamadas Salas de Desenvolvimento, uma para cada disciplina, que ficam no Moodle. Em cada sala de desenvolvimento estão o professor especialista da disciplina e seus tutores a distância. Esta é a sala em que o professor monta todo o conteúdo que futuramente será replicado no Ambiente Virtual de Aprendizagem para cada pólo. Nesta sala, os tutores ficam a par de tudo que está sendo elaborado pelo professor e assim se preparam para a disciplina. Mas sua utilização não se limita a isso. Nela os tutores trocam idéias para a correção de 16

17 questões, citam problemas encontrados, compartilham experiências, entre outros. As reuniões ocorridas presencialmente também são marcadas através de enquetes na sala. O professor especialista acompanha o andamento dos alunos nos pólos através de relatórios semanais entregues pelo tutor a distância sobre o grupo de alunos de sua responsabilidade. É possível também acompanhar o trabalho do tutor através de relatórios de acesso dos mesmos ao ambiente Moodle, uma vez que o acesso deve ser diário. O professor faz amostragens nas salas de cada tutor para verificar, por exemplo, o tempo de resposta do mesmo aos questionamentos dos alunos, a qualidade das respostas e seu o grau de acerto, a forma de expressão, o português utilizado etc. Interação Tutor Presencial x Tutor a Distância O Tutor a distância é um gestor da aprendizagem para uma dada disciplina, de um ou mais pólos. O tutor presencial, por sua vez, é de determinado pólo, mas não de uma disciplina específica. Assim, é o tutor a distância que possui o conhecimento necessário na disciplina para atendimento aos alunos, mas é o tutor presencial que está no pólo e tem encontros presenciais com os alunos. Assim, é grande também a necessidade de interação entre estes dois atores. No CEFETES, os tutores presenciais estão em todas as salas, de todas as disciplinas, do seu pólo. O tutor a distância está apenas na sala da sua disciplina do(s) pólo(s) em que atua. Assim, nesta sala de interseção, tutor a distância e tutor presencial podem interagir para tentar evitar ou solucionar os problemas que venham ocorrer. Em cada sala existe um fórum disponível apenas aos tutores com esta finalidade. O tutor a distância pode, por exemplo, informar datas de atividades e avaliações, repassar comunicados do professor especialista, sugerir a montagem de grupos de estudos de temas mais complexos. O tutor presencial pode informar ao tutor a distância sobre o perfil dos alunos, deficiências de aprendizagem identificadas, os alunos que não estão comparecendo ao pólo, os que têm maior dificuldade de aprendizagem, os que não se dedicam o suficiente, entre outros. Interação Tutor de Laboratório x Tutor Presencial x Tutor a Distância O Tutor Presencial é o responsável pelo acompanhamento das atividades do tutor de laboratório. Como eles estão fisicamente no mesmo pólo, a comunicação muitas vezes é presencial. Porém, devemos lembrar que os tutores a distância não se encontram fisicamente nos pólos. Assim, a comunicação com estes também se dá através da sala da disciplina referente ao pólo. Por exemplo, um aluno pode estar com problemas na instalação de uma ferramenta necessária em certa disciplina. O tutor a distância pode instruir o tutor de laboratório quanto à instalação desta ferramenta no pólo para posterior instrução aos alunos. Interação Professor Especialista x Tutor Presencial x de Laboratório 17

18 É importante ressaltar que os alunos interagem diretamente com os tutores a distância (virtualmente) e com os tutores de laboratório e presencial (presencialmente). Problemas detectados presencialmente podem ser informados pelo tutor presencial ao tutor a distância e ao coordenador do curso que, caso seja necessário, informam ao professor especialista. O professor especialista, por sua vez, resolve os problemas que refere-se a disciplina que gerencia e informa aos tutores a distância e ao coordenador, que enfim comunicam aos tutores presenciais e, estes, aos alunos. Esta forma de comunicação entre tutor presencial e de laboratório e o professor especialista visa minimizar atrasos na detecção e solução de problemas. Desta forma, é necessária uma comunicação direta entre estes atores, para maior eficácia no processo Material Didático O material didático produzido para o desenvolvimento de cada um dos conteúdos propostos buscará estimular o estudo e produção individual de cada aluno, não só na realização das atividades propostas, mas também na experimentação de práticas operativas centradas na compreensão e experimentações em relação à tecnologia digital. O material didático constitui-se como dinamizador da construção curricular e também como um elemento balizador metodológico do curso, tendo o apoio de uma equipe de especialistas voltada para a produção deste material adequado a EAD. Para cada disciplina do curso será elaborado material impresso onde constará o conteúdo que o aluno precisa estudar, além de exercícios. Esse material estará colocado ao dispor dos alunos nos pólos e será de uso obrigatório. Cabe ao CEFETES, a elaboração do material por meio de seus professores especialistas, bem como, a reprodução e distribuição desse material.. Material impresso (constando de Guia do estudante, Caderno/Apostila Didática da disciplina e de Caderno de Exercícios e orientações de trabalhos práticos em Laboratório de informática). Guia do estudante: O guia do estudante será apresentado aos alunos em forma de manual escrito e também estará disponível na biblioteca do professor do ambiente virtual de aprendizagem. E terá como objetivo orientar os caminhos a percorrer e vivenciar durante o curso em todo o processo ensino-aprendizagem. O Guia do Estudante conterá informações sobre: Educação a distância: o que é a EAD? Universidade Aberta do Brasil: o que é a UAB? O CEFETES Funcionamento do Pólo ou núcleo de educação. Informações sobre o curso: base legal, objetivos, competências do curso, perfil do profissional, estrutura curricular, equipe multidisciplinar. 18

19 Metodologia EAD: - Como realizar o estudo a distância: com orientações sobre hábitos importantes, organização do estudo, compromisso com a própria aprendizagem, ambiente virtual de aprendizagem - Moodle. - Como realizar os estudos presenciais: funcionamento do Pólo ou núcleo de educação Materiais didáticos Formas de comunicação entre Orientador acadêmico/tutor Presencial e alunos Avaliação da Aprendizagem Material audiovisual programas em videoconferência A metodologia empregada no Programa de Interiorização da EAD envolve as mais avançadas tecnologias de informação e comunicação, cujo domínio se torna indispensável na sociedade contemporânea. Salas de Videoconferência permitem transmitir Imagem e Voz em tempo real. No uso de videoconferência, esta será ministrada por docentes e especialistas, mestres ou doutores indicados pelo CEFETES, e seu uso dependerá da implantação da infra-estrutura nos pólos municipais. Material virtual programas computacionais educativos via CD/DVD-ROM, páginas e portais na Internet, todos os recursos oferecidos pelo ambiente virtual de aprendizagem (AVA) como: bate-papo, fórum, disponibilização de material online e exercícios, biblioteca do aluno, além da realização de trabalhos cooperativos/colaborativos Acessibilidade às pessoas com necessidades especiais. O CEFETES, em consonância com sua missão, expressa na promoção da educação profissional e tecnológica de excelência por meio do ensino, pesquisa e extensão com foco no desenvolvimento humano sustentável, cumpre o papel fundamental de reversão de situações de exclusão com a promoção de ações no sentido da garantia de acessibilidade como compromisso de buscar a melhoria da qualidade de vida de todas as pessoas. O Plano de Desenvolvimento Institucional do CEFETES, em atendimento ao que determina a Lei Federal /2000 e a Portaria MEC 1.679/1999, prevê que a acessibilidade das pessoas com necessidades especiais deve ser motivo de atenção especial na Instituição. Neste documento institucional são previstos investimentos em equipamentos didáticos e tecnologias educacionais para o atendimento adequado aos portadores de deficiência física e sensorial, além de flexibilidade na correção de avaliações, valorizando o conteúdo semântico. Estas ações visam garantir condições básicas de acessibilidade ao curso de Análise Desenvolvimento de Sistemas a Distância. Todos os pólos municipais, centros regionais incorporados ao UAB e Centro de EAD do CEFETES, foram projetados fisicamente para atender a demanda de alunos com necessidades especiais. 19

20 4.6.4 Descrição da Equipe Multidisciplinar A equipe multidisciplinar será composta de profissionais pertencentes ao sistema CEFETES, como efetivos ou contratados, e também profissionais selecionados através de edital público. Coordenador de Curso profissional do quadro efetivo do CEFETES, com formação mínima de mestrado na área de Informática. Responsável pelo gerenciamento do curso. Pedagogo profissional do sistema CEFETES, formado em Pedagogia com conhecimentos em informática. Fará o acompanhamento sistemático do desenvolvimento do processo ensinoaprendizagem, no que se refere ao desempenho do aluno e do professor/tutor. Professor conteudista - professor do sistema CEFETES, com mestrado ou doutorado em área específica ou em Educação. Esse professor é responsável pela elaboração do material impresso e pela disponibilização dos mais variados recursos no ambiente virtual de aprendizagem. Professor especialista professor do sistema CEFETES, com mestrado ou doutorado em área específica ou em Educação. Esse professor planeja e gerencia todo o processo de desenvolvimento da aprendizagem na disciplina de sua responsabilidade. Tutor a distância profissional graduado ou pós-graduado nas áreas específicas das disciplinas oferecidas por semestres/módulos e com experiência mínima de um ano de magistério. O tutor a distância fará orientação e acompanhamento das atividades dos alunos on-line através do ambiente colaborativo de aprendizagem, tirando dúvidas e corrigindo tarefas. Tutor Presencial profissional graduado na área de Informática ou com graduação em qualquer área com pós-graduação na área de Informática, com experiência mínima de um ano de magistério. Será o mediador da aprendizagem, que irá acompanhar os alunos presencialmente, orientando seus estudos. Tutor de Laboratório técnico em informática ou estudante de curso de graduação na área de Informática. Irá acompanhar os alunos presencialmente, orientando os estudos no laboratório de aprendizagem. Coordenador de produção de materiais (Designer Instrucional) - profissional do CEFETES, formado em Informática. Tem a função de garantir que o material didático tenha uma interface de comunicação adequada ao projeto pedagógico do curso. Coordenador de Pólo Profissional da prefeitura. Responsável por apoiar a implantação e gestão acadêmica do curso no pólo municipal. A responsabilidade de cada profissional diretamente envolvido com a aprendizagem do aluno está em pesquisar, planejar e aperfeiçoar as metodologias mais adequadas para os temas desenvolvidos com os estudantes. 20

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