REFLEXÕES SOBRE O ENSINO EAD DE ENGENHARIA CIVIL. Ronald Donald Salvador/BA, 19/05/2014 Representando a CCEEC / CONFEA e CREA/SE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REFLEXÕES SOBRE O ENSINO EAD DE ENGENHARIA CIVIL. Ronald Donald Salvador/BA, 19/05/2014 Representando a CCEEC / CONFEA e CREA/SE"

Transcrição

1 REFLEXÕES SOBRE O ENSINO EAD DE ENGENHARIA CIVIL Ronald Donald Salvador/BA, 19/05/2014 Representando a CCEEC / CONFEA e CREA/SE

2 1. O PAPEL DO SISTEMA CONFEA/CREA 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD

3 O PRIMEIRO PONTO A DESTACAR, é buscar informações das razões que levaram a não ser incluído o Sistema Confea/Crea a se posicionar em relação a cursos EAD. Dec /2005

4 IMPORTANTE: Decreto 5.622, de 19 de dezembro de 2005 Art. 23. A criação e autorização de cursos de graduação a distância deverão ser subme^das, previamente, à manifestação do: I - Conselho Nacional de Saúde, no caso dos cursos de Medicina, Odontologia e Psicologia; ou II - Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, no caso dos cursos de Direito.

5 IMPORTANTE: Parágrafo único. A manifestação dos conselhos citados nos incisos I e II, consideradas as especificidades da modalidade de educação a distância, terá procedimento análogo ao u^lizado para os cursos ou programas presenciais nessas áreas, nos termos da legislação vigente.

6 A REGULAMENTAÇÃO DO CONFEA LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro- Agrônomo, e dá outras providências.

7 A REGULAMENTAÇÃO DO CONFEA Seção III Do exercício ilegal da Profissão Art. 6º- Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro- agrônomo: a) a pessoa Qsica ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais: b) o profissional que se incumbir de amvidades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;

8 A REGULAMENTAÇÃO DO CONFEA Seção IV Atribuições profissionais e coordenação de suas amvidades Art. 7º- As a[vidades e atribuições profissionais do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro- agrônomo consistem em: a) desempenho de cargos, funções e comissões em en[dades estatais, paraestatais, autárquicas e de economia mista e privada; b) planejamento ou projeto, em geral, de regiões, zonas, cidades, obras, estruturas, transportes, explorações de recursos naturais e desenvolvimento da produção industrial e agropecuária; c) estudos, projetos, análises, avaliações, vistorias, perícias, pareceres e divulgação técnica;

9 A REGULAMENTAÇÃO DO CONFEA Seção IV Atribuições profissionais e coordenação de suas amvidades Art. 7º d) ensino, pesquisa, experimentação e ensaios; e) fiscalização de obras e serviços técnicos; f) direção de obras e serviços técnicos; g) execução de obras e serviços técnicos; h) produção técnica especializada, industrial ou agropecuária.

10 A REGULAMENTAÇÃO DO CONFEA Seção IV Atribuições profissionais e coordenação de suas amvidades Art Cabe às Congregações das escolas e faculdades de Engenharia, Arquitetura e Agronomia indicar ao Conselho Federal, em função dos _tulos apreciados através da formação profissional, em termos genéricos, as caracterísmcas dos profissionais por elas diplomados. Art O Conselho Federal organizará e manterá atualizada a relação dos Ztulos concedidos pelas escolas e faculdades, bem como seus cursos e currículos, com a indicação das suas caracterísmcas.

11 A REGULAMENTAÇÃO DO CONFEA Seção IV Atribuições profissionais e coordenação de suas amvidades Art Cabe às Congregações das escolas e faculdades de Engenharia, Arquitetura e Agronomia indicar ao Conselho Federal, em função dos _tulos apreciados através da formação profissional, em termos genéricos, as caracterísmcas dos profissionais por elas diplomados. Art O Conselho Federal organizará e manterá atualizada a relação dos Ztulos concedidos pelas escolas e faculdades, bem como seus cursos e currículos, com a indicação das suas caracterísmcas.

12 A REGULAMENTAÇÃO DO CONFEA Seção IV Atribuições profissionais e coordenação de suas amvidades Art Cabe às Congregações das escolas e faculdades de Engenharia, Arquitetura e Agronomia indicar ao Conselho Federal, em função dos _tulos apreciados através da formação profissional, em termos genéricos, as caracterísmcas dos profissionais por elas diplomados. Art O Conselho Federal organizará e manterá atualizada a relação dos Ztulos concedidos pelas escolas e faculdades, bem como seus cursos e currículos, com a indicação das suas caracterísmcas.

13 1. O PAPEL DO SISTEMA CONFEA/CREA 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD

14 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD "Art As universidades gozam de autonomia didá8co- cien:fica, administra8va e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão". Como se vê, desde logo, nossa Lei Maior preocupa- se em definir o conteúdo da autonomia das universidades, que abrange "a autonomia didá^co- cienjfica" ou seja, suas a^vidades- fim e a "autonomia administra^va e financeira", suas a^vidades- meio.

15 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD A autonomia didá^co- cienjfica cons^tui a^vidade- fim da universidade. A autonomia didá^ca, como a^vidade- fim da universidade relaciona- se, fundamentalmente, com a competência da universidade para definir o conhecimento a ser transmi^do, bem como sua forma de transmissão.

16 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as linhas mestras e os princípios gerais da educação nacional,

17 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD "Art No exercício de sua autonomia, são asseguradas às universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições: I - criar, organizar e ex8nguir, em sua sede, cursos e programas de educação superior previstos nesta Lei, obedecendo às normas gerais da União e, quando for o caso, do respec8vo sistema de ensino; II - Fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as diretrizes gerais per8nentes;

18 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD Art. 47. Na educação superior, o ano le^vo regular, independente do ano civil, tem, no mínimo, duzentos dias de trabalho acadêmico efe^vo, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver. 3º É obrigatória a freqüência de alunos e professores, salvo nos programas de educação a distância.

19 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD Decreto n º de 19 de dezembro de 2005 Art. 1o Para os fins deste Decreto, caracteriza- se a educação a distância como modalidade educacional na qual a mediação didá^co- pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a u^lização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo a^vidades educa^vas em lugares ou tempos diversos.

20 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD 1o A educação a distância organiza- se segundo metodologia, gestão e avaliação peculiares, para as quais deverá estar prevista a obrigatoriedade de momentos presenciais para: I - avaliações de estudantes; II - estágios obrigatórios, quando previstos na legislação per^nente; III - defesa de trabalhos de conclusão de curso, quando previstos na legislação per^nente; e IV - a^vidades relacionadas a laboratórios de ensino, quando for o caso.

21 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD Analisando- se agora o Art. 1º do Decreto, este fala em momentos presenciais, enquanto a LDB, em seu Art. 80 não diz isso: O Poder Público incen^vará o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação con8nuada.

22 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD Art. 5o Os diplomas e cer^ficados de cursos e programas a distância, expedidos por ins^tuições credenciadas e registrados na forma da lei, terão validade nacional. Parágrafo único. A emissão e registro de diplomas de cursos e programas a distância deverão ser realizados conforme legislação educacional per^nente.

23 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD Decreto de 9 de maio de 2006 inovou ao fixar a competência do Ministério da Educação para as funções de regulação e supervisão da educação superior através de secretarias especializadas.

24 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD Art. 5º No que diz respeito à matéria objeto deste Decreto, compete ao Ministério da Educação, por intermédio de suas Secretarias, exercer as funções de regulação e supervisão da educação superior, em suas respec^vas áreas de atuação.

25 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD 1o No âmbito do Ministério da Educação, além do Ministro de Estado da Educação, desempenharão as funções regidas por este Decreto a Secretaria de Educação Superior, a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica e a Secretaria de Educação a Distância, na execução de suas respec^vas competências.

26 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD 4o À Secretaria de Educação a Distância compete especialmente: I - instruir e exarar parecer nos processos de credenciamento e Recredenciamento... II - instruir e decidir os processos de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos superiores a distância...

27 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD V - exercer a supervisão dos cursos de graduação e seqüenciais a distância, no que se refere a sua área de atuação. (Redação dada pelo Decreto nº 6.303, de 2007)

28 2. A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA e o EAD III - propor ao CNE, compar^lhadamente com a Secretaria de Educação Superior e a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, diretrizes para a elaboração, pelo INEP, dos instrumentos de avaliação para credenciamento de ins^tuições específico para oferta de educação superior a distância; IV - estabelecer diretrizes, compar^lhadamente com a Secretaria de Educação Superior e a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, para a elaboração, pelo INEP, dos instrumentos de avaliação

29 COMO RESOLVER OS IMPASSES? O PAPEL DO SISTEMA CONFEA/CREA E AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS AO FINAL, ENTENDEMOS QUE: Cabe-nos, como CONSELHO PROFISSIONAL, o registro dos profissionais que tenham cursado EAD nos moldes da Lei, Decretos, PL, etc. Entretanto, não entendemos, ainda, como equiparar um curso presencial, desenvolvido em sala e laboratórios, com um curso à distância, mesmo com disciplinas de mesmo nome ou assemelhado, SEM A PARTICIPAÇÃO DA ACADEMIA NESSA DISCUSSÃO.

30 É necessária, e urgente, uma ação colegiada entre todas as Coordenadorias nacionais das Engenharias, Confea CES, AJUR, PLENÁRIO, ABED, SEED, dentre outros, a fim de normatizar, definitivamente, esta questão. Os egressos é que não podem ficar prejudicados, e sem poder ingressar no mercado profissional.

31 Muito obrigado pelo espaço e atenção Com os cumprimentos da Coordenadoria nacional de Câmaras Especializadas de Engenharia Civil CCEEC, na pessoa do Coordenador, Prof. Luiz Capraro - CREA/PR e do CREA/SE

CCEC DISCUSSÃO SOBRE O ENSINO EAD DE ENGENHARIA CIVIL. Eng Civil Prof. Luiz Capraro CCEEC Eng Civil Prof. Ronald Donald UFS Aracaju/SE, 28/04/2014

CCEC DISCUSSÃO SOBRE O ENSINO EAD DE ENGENHARIA CIVIL. Eng Civil Prof. Luiz Capraro CCEEC Eng Civil Prof. Ronald Donald UFS Aracaju/SE, 28/04/2014 CCEC DISCUSSÃO SOBRE O ENSINO EAD DE ENGENHARIA CIVIL Eng Civil Prof. Luiz Capraro CCEEC Eng Civil Prof. Ronald Donald UFS Aracaju/SE, 28/04/2014 2. O PAPEL DO SISTEMA CONFEA/CREA "Art. 207 - As universidades

Leia mais

LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ENGENHARIA ELÉTRICA

LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ENGENHARIA ELÉTRICA LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ENGENHARIA ELÉTRICA TÓPICOS INSTRUMENTOS LEGAIS APLICÁVEIS LEGISLAÇÃO: CONSTITUIÇÃO FEDERAL, LEIS, DECRETOS e RESOLUÇÕES FORMAÇÃO E ATRIBUIÇÃO PROFISSIONAL DELIBERAÇÕES NORMATIVAS

Leia mais

LEI Nº 4.950-A, DE 22 DE ABRIL DE 1966 (Suspensa, por inconstitucionalidade, pela Resolução nº 12, de 1971, do Senado Federal)

LEI Nº 4.950-A, DE 22 DE ABRIL DE 1966 (Suspensa, por inconstitucionalidade, pela Resolução nº 12, de 1971, do Senado Federal) LEI Nº 4.950-A, DE 22 DE ABRIL DE 1966 (Suspensa, por inconstitucionalidade, pela Resolução nº 12, de 1971, do Senado Federal) Dispõe sôbre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia, Química,

Leia mais

RESOLUÇÃO Confea 313 - Atribuições

RESOLUÇÃO Confea 313 - Atribuições RESOLUÇÃO Confea 313 - Atribuições Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.194, de 24 DEZ 1966, e dá outras providências.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro

Leia mais

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL DA ÁREA TECNOLÓGICA NO SISTEMA CONFEA/CREA O PAPEL DOS CONSELHOS PROFISSIONAIS Parecer CNE/CES n 20/2002 Não cabe ao órgão profissional definir condições de funcionamento de cursos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.622, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005. Vide Lei n o 9.394, de 1996 Texto compilado Regulamenta o art. 80 da Lei n o 9.394, de

Leia mais

Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos. Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia

Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos. Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia Responsabilidade Técnica na Pesquisa com Agrotóxicos Eng. Agr. Gilberto Guarido Coordenador da Câmara Especializada de Agronomia CONFEA CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CREA CONSELHO REGIONAL

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PETRÓPOLIS CENTRO DE ENGENHARIA E COMPUTAÇÃO ENGENHARIA CIVIL RESUMO DA LEI NÚMERO 5.194 DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 Petrópolis 2013 1 INTRODUÇÃO O presente trabalho é um resumo

Leia mais

João Fernando Custodio da Silva Engenheiro Cartógrafo, Conselheiro CREA-SP 2007-2009 Professor Titular do Departamento de Cartografia, FCT/UNESP

João Fernando Custodio da Silva Engenheiro Cartógrafo, Conselheiro CREA-SP 2007-2009 Professor Titular do Departamento de Cartografia, FCT/UNESP Regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema CONFEA-CREA João Fernando Custodio da Silva

Leia mais

A Profissão do Engenheiro Eletricista no Brasil e Seus Regulamentos

A Profissão do Engenheiro Eletricista no Brasil e Seus Regulamentos DEPEN DEPARTAMENTO DE ENSINO A Profissão do Engenheiro Eletricista no Brasil e Seus Regulamentos Acimarney Correia Silva Freitas¹, Ivan da Silva Bié 2, Marcus Vinicius Silva Ferraz 3, Mariana Cardoso Mendes

Leia mais

XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO FNCE Belém do Pará

XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO FNCE Belém do Pará XLV PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO FNCE Belém do Pará Educação Profissional em EAD; soluções para o Brasil remoto Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br EAD: dispositivos

Leia mais

Perspectivas, tendências e legislação no Brasil

Perspectivas, tendências e legislação no Brasil Unidade II Perspectivas, tendências e legislação no Brasil Legislação para a EAD Prof. Sérgio C. A. Vallim Filho Dispositivos legais aplicáveis à EAD CF Arts. 22 a 24 (incs), 205 a 214 LEGISLAÇÃO FEDERAL

Leia mais

DECRETO FEDERAL Nº 6.303, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007. Seção I, p.

DECRETO FEDERAL Nº 6.303, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007. Seção I, p. DECRETO FEDERAL Nº 6.303, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007. Seção I, p. 4 Altera dispositivos dos Decretos nos 5.622, de 19 de dezembro de

Leia mais

Dados sobre EaD (matrículas cursos de Engenharia)

Dados sobre EaD (matrículas cursos de Engenharia) Dados sobre EaD (matrículas cursos de Engenharia) Matrículas EaD - Público e Privado - Brasil 2013 Região Curso Matrículas Centro-Oeste Engenharia Ambiental 33 Centro-Oeste Engenharia Civil 279 Centro-Oeste

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05 As perguntas abaixo foram compiladas após a série de treinamentos sobre a Resolução nº 1.010, de 2005, ministrados pelo Confea aos Creas durante o primeiro

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011)

RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) RESOLUÇÃO N o 012, de 27 de março de 2008. 1 (Modificado o Regimento pela Res. 022/2011 e 061/2011) Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno. O PRESIDENTE DO CONSELHO

Leia mais

1 º Simpósio sobre Educação a Distância.

1 º Simpósio sobre Educação a Distância. Universidade Federal de Santa Catarina PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E GESTÃO DO CONHECIMENTO 1 º Simpósio sobre Educação a Distância. Fernando Jose Spanhol, Dr spanhol@led.ufsc.br No inicio

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 09/07/2007

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 09/07/2007 PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 09/07/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Rede Brasileira de Ensino à Distância

Leia mais

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001

DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 DECRETO Nº 3.860, DE 9 DE JULHO DE 2001 Dispõe sobre a organização do ensino superior, a avaliação de cursos e instituições, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições

Leia mais

PROGRAMA CONSELHEIROS

PROGRAMA CONSELHEIROS PROGRAMA CONSELHEIROS Um projeto de cooperação entre as Instituições de Ensino Superior e o CREA-MG Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais LOMBARDO, Antonio lombardo@net.em.com.br,

Leia mais

UNIOESTE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO ASSESSORIA DE LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL CURSOS SEQÜENCIAIS

UNIOESTE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO ASSESSORIA DE LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL CURSOS SEQÜENCIAIS UNIOESTE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO ASSESSORIA DE LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL CURSOS SEQÜENCIAIS (...)Presentemente, a universidade funciona como uma série de tubos. O aluno que entra pelo tubo odontológico

Leia mais

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE O Futuro da Educação a Distância na Educação Básica Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br Dispositivos da LDB e DECRETOS

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004. Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004. Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004 Revoga a Lei nº 7.399, de 04 de novembro de 1985, e o Decreto nº 92.290, de 10 de janeiro de 1986, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica

Leia mais

SISTEMAS PROFISSIONAIS

SISTEMAS PROFISSIONAIS SISTEMAS PROFISSIONAIS Prof. Dr. Eng. Mec. Amarildo Tabone Paschoalini Docente Departamento de Engenharia Mecânica UNESP Ilha Solteira Coordenador da Câmara Especializada de Eng. Mecânica e Metalúrgica

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) Estabelece Diretrizes Nacionais para a

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010

RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010 RESOLUÇÃO Nº 07/2010, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2010 Normatiza a oferta de cursos a distância, em nível de graduação, sequenciais, tecnólogos, pós-graduação e extensão universitária ofertados pela Universidade

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 242/2006

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 242/2006 DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 242/2006 Regulamenta os Cursos de Pósgraduação lato sensu na Universidade de Taubaté. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade do Processo nº PRPPG-036/2006, aprovou e eu

Leia mais

PESQUISA SOBRE VALIDAÇÃO DE DISCIPLINA/APROVEITAMENTO DE ESTUDOS NOS CURSOS SUPERIORES

PESQUISA SOBRE VALIDAÇÃO DE DISCIPLINA/APROVEITAMENTO DE ESTUDOS NOS CURSOS SUPERIORES PESQUISA SOBRE VALIDAÇÃO DE DISCIPLINA/APROVEITAMENTO DE ESTUDOS NOS CURSOS SUPERIORES Adriane Stroisch De acordo com pesquisa realizada elaboramos a síntese a seguir com as informações

Leia mais

- CURSO DE DIREITO -

- CURSO DE DIREITO - REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO - CURSO DE DIREITO - FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC - SUMÁRIO CAPÍTULO I... 3 DOS PRINCÍPIOS GERAIS... 3 CAPÍTULO II... 3 DA NATUREZA... 3 CAPÍTULO III...

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS SECRETARIA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº 195- CEPEX/2007

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS SECRETARIA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº 195- CEPEX/2007 RESOLUÇÃO Nº 195- CEPEX/2007 APROVA O REGULAMENTO DA EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA NO ÂMBITO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MONTES CLAROS - UNIMONTES O Reitor e Presidente do CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Leia mais

CREA-JÚNIOR UM FUTURO PROMISSOR

CREA-JÚNIOR UM FUTURO PROMISSOR CREA-JÚNIOR UM FUTURO PROMISSOR LOMBARDO, Antonio lombardo@net.em.com.br, lombardo@crea-mg.com.br Universidade de Itaúna, Departamento de Engenharia Mecânica Campus Verde Universidade de Itaúna 35.680-033

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior. ASSUNTO: Diretrizes para a elaboração, pelo INEP,

Leia mais

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES

Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES Diretoria de Avaliação da Educação Superior DAES/INEP Coordenação-Geral de Avaliação de Cursos de Graduação e IES EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRA ALGUNS INDICADORES¹ 2.314 IES 245 públicas (10,6%) e 2.069

Leia mais

Revogada pela Resolução nº 300, de 15 de setembro de 2009.

Revogada pela Resolução nº 300, de 15 de setembro de 2009. ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Revogada pela Resolução nº 300, de 15 de setembro de 2009. RESOLUÇÃO CEED Nº 293, de 22 de agosto de 2007. Estabelece normas e regulamenta a oferta

Leia mais

RESOLUÇÃO CEE Nº 127 de 1997 Regulamenta a Lei 9394/96 Câmara de Educação Básica

RESOLUÇÃO CEE Nº 127 de 1997 Regulamenta a Lei 9394/96 Câmara de Educação Básica RESOLUÇÃO CEE Nº 127 de 1997 Regulamenta a Lei 9394/96 Câmara de Educação Básica Fixa normas preliminares visando à adaptação da legislação educacional do Sistema Estadual de Ensino às disposições da Lei

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 27/12/2011, Seção 1, Pág. 30. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica

Leia mais

LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966

LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 Regula o exercício das profissões de Engenharia, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o CONGRESSO

Leia mais

INSTITUIÇÕES PRIVADAS DE ENSINO SUPERIOR

INSTITUIÇÕES PRIVADAS DE ENSINO SUPERIOR MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR CARTILHA INSTITUIÇÕES PRIVADAS DE ENSINO SUPERIOR 2006 C a p a _ L i v r o I E S _ M i o l o W e d

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Informata - que engloba todos os profissionais de Informática. O Congresso Nacional

Leia mais

Disciplina Estrutura e Funcionamento da. Licenciatura em Química Professor: Weslei Cândido

Disciplina Estrutura e Funcionamento da. Licenciatura em Química Professor: Weslei Cândido Disciplina Estrutura e Funcionamento da Educação básicab Licenciatura em Química Professor: Weslei Cândido Ementa da Disciplina Os caminhos da educação brasileira. A estrutura e organização do ensino no

Leia mais

Lei nº5.194 de 24 de dezembro de 1966 (1) Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências.

Lei nº5.194 de 24 de dezembro de 1966 (1) Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências. Lei nº5.194 de 24 de dezembro de 1966 (1) Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências. O Presidente da República: Faço saber que o Congresso

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 180/CONSUN/2007. Aprova o Regulamento dos Estágios Curriculares do Curso de Graduação em Engenharia Civil

RESOLUÇÃO Nº 180/CONSUN/2007. Aprova o Regulamento dos Estágios Curriculares do Curso de Graduação em Engenharia Civil RESOLUÇÃO Nº 180/CONSUN/2007 Aprova o Regulamento dos Estágios Curriculares do Curso de Graduação em Engenharia Civil O Conselho Universitário da Universidade Comunitária Regional de Chapecó UNOCHAPECÓ,

Leia mais

Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB

Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB Unidade 2 Unidade 2 Educação a Distância no Ensino Superior no Brasil: contexto da UAB Nesta Unidade, será apresentada a legislação brasileira de EaD e suas implicações institucionais no sistema da Universidade

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá GABINETE DA REITORIA

Universidade Estadual de Maringá GABINETE DA REITORIA R E S O L U Ç Ã O N o 119/2005-CEP CERTIDÃO Certifico que a presente Resolução foi afixada em local de costume, nesta Reitoria, no dia 1º/9/2005. Esmeralda Alves Moro, Secretária. Aprova normas para organização

Leia mais

Políticas de Educação a Distância

Políticas de Educação a Distância Políticas de Educação a Distância Prof. Fernando Jose Spanhol Prof. Fernando Jose Spanhol LED/UFSC/ABED- Avaliador SESU-INEP-CEE/SC A Evolução da Legislação 1930 - Criação do Ministério dos Negócios e

Leia mais

NORMA DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA Nº 002, DE 26 DE AGOSTO DE 2011.

NORMA DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA Nº 002, DE 26 DE AGOSTO DE 2011. Fl. 1 de 5 CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA ARQUITETURA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL NORMA DE FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA ESPECIALIZADA DE ENGENHARIA ELÉTRICA Nº 002, DE 26 DE AGOSTO DE 2011. Dispõe sobre

Leia mais

Estudo Comparativo para Projeto do Decreto de EAD: uma Nota Técnica

Estudo Comparativo para Projeto do Decreto de EAD: uma Nota Técnica Estudo Comparativo para Projeto do Decreto de EAD: uma Nota Técnica Documento de Trabalho nº 37 Helena Maria Barroso Ivanildo Ramos Fernandes Setembro de 2005 O Observatório Universitário, é um núcleo

Leia mais

Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu

Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu VICE-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA Regulamento Geral dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu CAPÍTULO I DA FINALIDADE E DA ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO Art. 1º Os Programas de

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 A PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA (CNRM), no uso de sua atribuições previstas no art. 5.º do Decreto n.º 80.281, de 05 de setembro de 1977, e considerando o

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO REGULAMENTO DE ESTÁGIO Regulamento do Estágio Supervisionado de prática Jurídica CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º - A presente norma de Estágio Supervisionado refere-se à formação de bacharéis em Direito

Leia mais

( * ) DELIBERAÇÃO CEE Nº 11/98

( * ) DELIBERAÇÃO CEE Nº 11/98 ( * ) DELIBERAÇÃO CEE Nº 11/98 Credenciamento de instituições e autorização de funcionamento de cursos a distância de ensino fundamental para jovens e adultos, médio e profissional de nível técnico no

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADOS: Sociedade Mantenedora de Educação Superior da Bahia UF: BA S/C Ltda. e outros ASSUNTO: Consulta sobre a vigência

Leia mais

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS

NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES DO IFSULDEMINAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS NORMATIZAÇÃO DE ESTÁGIO PARA OS CURSOS TÉCNICOS E SUPERIORES

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. (Mensagem de veto). Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências O

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 20/2/2009, Seção 1, Pág. 9. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 20/2/2009, Seção 1, Pág. 9. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 20/2/2009, Seção 1, Pág. 9. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: MEC/Conselho Nacional de Educação UF: DF ASSUNTO:

Leia mais

INFORMAÇÃO Nº 0086/2015-GTE 1

INFORMAÇÃO Nº 0086/2015-GTE 1 PROCESSO : CF-2297/2014 INTERESSADO : Confea ASSUNTO : Estudos sobre o PRONATEC ORIGEM : Comissão de Educação e Atribuição Profissional CEAP (Deliberação n 766/2014-CEAP) INFORMAÇÃO Nº 0086/2015-GTE 1

Leia mais

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966. TÍTULO I Do Exercício Profissional da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia. CAPÍTULO I Das Atividades Profissionais

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966. TÍTULO I Do Exercício Profissional da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia. CAPÍTULO I Das Atividades Profissionais LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro- Agrônomo, e dá outras providências. O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1 de 03 de Abril de 2000

RESOLUÇÃO Nº 1 de 03 de Abril de 2000 RESOLUÇÃO Nº 1 de 03 de Abril de 2000 EMENTA: Estabelece normas para a organização e funcionamento de cursos de especialização (pósgraduação lato sensu) na Universidade. O CONSELHO COORDENADOR DE ENSINO,

Leia mais

- CURSO DE DIREITO -

- CURSO DE DIREITO - REGULAMENTO AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES - CURSO DE DIREITO - FACULDADE METROPOLITANA DE CAMAÇARI FAMEC SUMÁRIO... 3 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3... 3 DA CARGA HORÁRIA NO CURSO... 3... 3 DAS ATIVIDADES

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 25/06/2007

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 25/06/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Instituto Monte Horebe UF: DF ASSUNTO: Solicita manifestação quanto à legalidade da Resolução CFC nº 991/2003, de 11/12/2003, e a situação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 18/00 - CEPE R E S O L V E:

RESOLUÇÃO Nº 18/00 - CEPE R E S O L V E: RESOLUÇÃO Nº 18/00 - CEPE Aprova as normas básicas da atividade acadêmica dos Cursos de Graduação na modalidade de Educação à Distância da Universidade Federal do Paraná. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA

Leia mais

DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO

DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO PARAÍBA DO SUL RJ 2014 2 DA NATUREZA Art. 1. Os alunos do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 3.661, DE 2012 (Do Senado Federal)

PROJETO DE LEI N.º 3.661, DE 2012 (Do Senado Federal) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 3.661, DE 2012 (Do Senado Federal) PLS 26/2008 Of. 494-SF/2012 Altera a Lei nº 7394, de 29 de outubro de 1985, para dispor sobre o exercício das profissões de Técnico

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 24/6/2003 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: UF Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

FACULDADE DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CAPÍTULO I DA FINALIDADE ART. 1º - O Núcleo de Prática Jurídica, subordinado à Faculdade de Direito

Leia mais

CRIAÇÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO

CRIAÇÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D A B A H I A P r ó - R e i t o r i a d e E n s i n o d e G r a d u a ç ã o Palácio da Reitoria - Rua Augusto Viana s/n - Canela - 40.110-060 - Salvador Bahia E-mails:

Leia mais

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização Comissão da Câmara de Educação Superior Erasto Fortes

Leia mais

Ministério da Educação

Ministério da Educação Página 1 de 10 Ministério da Educação Nº 1722 - Quarta feira, 19 de fevereiro de 2014 PORTARIA Nº 117 E 127, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2014. SECRETARIA DE REGULAÇÃO E SUPERVISÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - Defere

Leia mais

Segundo FILHO, ARLINDO C. em 12 de fevereiro de 1998, o "Diário Oficial" da União regulamentou o artigo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação

Segundo FILHO, ARLINDO C. em 12 de fevereiro de 1998, o Diário Oficial da União regulamentou o artigo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação 13 14 Segundo FILHO, ARLINDO C. em 12 de fevereiro de 1998, o "Diário Oficial" da União regulamentou o artigo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que trata da Educação à Distância. O decreto

Leia mais

Parecer. Qual o amparo legal para a Educação a Distância no Brasil?

Parecer. Qual o amparo legal para a Educação a Distância no Brasil? Parecer Qual o amparo legal para a Educação a Distância no Brasil? 14 de abril de 2008 Fabrizio Cezar Chiantia Professor Universitário e Advogado Abril de 2008 1 Consulta A Associação Brasileira de Educação

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO IMOBILIÁRIO

REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO IMOBILIÁRIO REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO IMOBILIÁRIO Cabedelo - PB Página 1 de 9 FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DA PARAÍBA - FESP, PESQUISA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A RESOLUÇÃO N o 1010/05 As perguntas abaixo foram compiladas após a série de treinamentos sobre a Resolução nº 1.010, de 2005, ministrados pelo Confea aos Creas durante o primeiro

Leia mais

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização Comissão da Câmara de Educação Superior Erasto Fortes

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA MINISTRADOS PELA FATEC-SOROCABA

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA MINISTRADOS PELA FATEC-SOROCABA Fatec Sorocaba REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA MINISTRADOS PELA FATEC-SOROCABA Sorocaba, 2010 Reduza, Reutilize, Recicle REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1

Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 Regulação, supervisão e avaliação do Ensino Superior: Perguntas Frequentes. 1 1. Quais são os tipos de instituições de ensino superior? De acordo com sua organização acadêmica, as instituições de ensino

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior ASSUNTO: Aprecia Indicação CNE/CP nº 2/2002 sobre Diretrizes Curriculares

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO, NATUREZA, FINALIDADES E OBJETIVOS DOS CURSOS Art. 1. Os Cursos de Pós-Graduação Lato sensu do Instituto Federal de Rondônia

Leia mais

PARECER Nº, DE 2009. RELATOR: Senador MARCELO CRIVELLA

PARECER Nº, DE 2009. RELATOR: Senador MARCELO CRIVELLA PARECER Nº, DE 2009 Da COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 117, de 2006, que regula o exercício profissional de Geofísico e altera

Leia mais

ABANDONO DE CURSO - OBSERVÂNCIA DE NORMA REGIMENTAL - CNE - ENTENDIMENTO TRANSFERÊNCIA - PROCESSO SELETIVO - CNE - ENTENDIMENTO

ABANDONO DE CURSO - OBSERVÂNCIA DE NORMA REGIMENTAL - CNE - ENTENDIMENTO TRANSFERÊNCIA - PROCESSO SELETIVO - CNE - ENTENDIMENTO PARECER Nº 434, de 8 de julho de 1997. TRANSFERÊNCIA - CURSOS AFINS - CNE - ENTENDIMENTO AFINIDADE - DE CURSOS - CNE - ENTENDIMENTO ABANDONO DE CURSO - OBSERVÂNCIA DE NORMA REGIMENTAL - CNE - ENTENDIMENTO

Leia mais

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES - Campus CAMPINAS

REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES - Campus CAMPINAS REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES - Campus CAMPINAS ATUALIZAÇÃO DO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES normatizado anteriormente pelo PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE DIREITO CAMPINAS e, em

Leia mais

TÍTULO I DAS ENTIDADES

TÍTULO I DAS ENTIDADES RESOLUÇÃO Nº 444 DE 27 DE ABRIL DE 2006. 1205 Ementa: Dispõe sobre a regulação de cursos de pós-graduação lato sensu de caráter profissional. O Conselho Federal de Farmácia, no uso das atribuições que

Leia mais

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 CONSUC Parecer 12/2008 Aprovado em 02/12/2008 RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno O DIRETOR GERAL DA FACULDADE DAS AMÉRICAS,

Leia mais

NORMAS PARA REGISTRO ACADÊMICO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

NORMAS PARA REGISTRO ACADÊMICO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMAS PARA REGISTRO ACADÊMICO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Sorriso-MT, junho de 2009 CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. O presente conjunto de normas da Faculdade Centro Mato Grossense tem

Leia mais

PROFISSÃO DE ATUÁRIO DECRETO-LEI N 806, DE 04 DE SETEMBRO DE 1969

PROFISSÃO DE ATUÁRIO DECRETO-LEI N 806, DE 04 DE SETEMBRO DE 1969 PROFISSÃO DE ATUÁRIO DECRETO-LEI N 806, DE 04 DE SETEMBRO DE 1969 Dispõe sobre a profissão de Atuário e dá outras providências. Os Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar,

Leia mais

Programas de pós-graduação do médico estrangeiro - Resolução: 1669 de 13/6//2003 *****

Programas de pós-graduação do médico estrangeiro - Resolução: 1669 de 13/6//2003 ***** Programas de pós-graduação do médico estrangeiro - Resolução: 1669 de 13/6//2003 ***** Dispõe sobre o exercício profissional e os programas de pós-graduação no Brasil do médico estrangeiro e do médico

Leia mais

Palavras-chave: Educação Superior. Avaliação. Gestão. Qualidade.

Palavras-chave: Educação Superior. Avaliação. Gestão. Qualidade. AVALIAÇÃO, GESTÃO E QUALIDADE NO ENSINO SUPERIOR AS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS Fernanda de Cássia Rodrigues Pimenta UNICID 1 fernanda@educationet.com.br Prof. Dra. Celia Maria Haas UNICID 2 celiamhaas@uol.com.br

Leia mais

valiação egulação upervisão Qualidade da Educação Superior

valiação egulação upervisão Qualidade da Educação Superior valiação egulação upervisão Qualidade da Educação Superior Apresentação Promover a efetivação da diretriz da qualidade no ensino superior é um dos principais desafios do Ministério da Educação no período

Leia mais

RESOLUÇÃO N 262, de 03 de outubro de 2001.

RESOLUÇÃO N 262, de 03 de outubro de 2001. RESOLUÇÃO N 262, de 03 de outubro de 2001. Estabelece normas para a organização e funcionamento de cursos de Educação a Distância no Sistema Estadual de Ensino do Estado do Rio Grande do Sul. O Conselho

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN N.º 227/99

RESOLUÇÃO CFN N.º 227/99 RESOLUÇÃO CFN N.º 227/99 DISPÕE SOBRE O REGISTRO E FISCALIZAÇÃO PROFISSIONAL DE TÉCNICOS DA ÁREA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), no uso das

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.007, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2003.

RESOLUÇÃO Nº 1.007, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2003. RESOLUÇÃO Nº 1.007, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre o registro de profissionais, aprova os modelos e os critérios para expedição de Carteira de Identidade Profissional e dá outras providências.

Leia mais

PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º 5.673.675-1 PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES

PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º 5.673.675-1 PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES PROCESSO N. 515/08 PROTOCOLO N.º 5.673.675-1 PARECER N.º 883/08 APROVADO EM 05/12/08 CÂMARA DE LEGISLAÇÃO E NORMAS INTERESSADA: SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, CULTURA E ESPORTES MUNICÍPIO: ITAIPULÂNDIA

Leia mais

Proposta de Resolução Ementa:

Proposta de Resolução Ementa: Proposta de Resolução Ementa: Dispõe sobre a regulamentação de Título de Especialista e de Especialista Profissional Farmacêutico e sobre normas e procedimentos para seu registro O Conselho Federal de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO/DF Cursos Presenciais de Pós-graduação Fora de Sede. CES - Par. 44/96, aprovado em 7/8/96 (Proc. 23001.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO/DF Cursos Presenciais de Pós-graduação Fora de Sede. CES - Par. 44/96, aprovado em 7/8/96 (Proc. 23001. CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO/DF Cursos Presenciais de Pós-graduação Fora de Sede. CES - Par. 44/96, aprovado em 7/8/96 (Proc. 23001.000146/96-01) I - RELATÓRIO Num país de grande extensão territorial

Leia mais

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro- Agrônomo, e dá outras providências. O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais