Relatório de Sustentabilidade

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2 Ficha Técnica Edição: CENFIM - Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica Título: Relatório de Sustentabilidade do CENFIM Autor: CENFIM - Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde Coordenação Técnica: CENFIM - Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde Direção Editorial: CENFIM - Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde Capa: CENFIM Assessoria Comunicação e Marketing Pedro Oliveira Página 3 Acrílico sobre tela, pintado exclusivamente para este Relatório de Sustentabilidade 2013 Isabel Ribas ISBN: Depósito Legal: /11 Data de Edição: março de 2014 Versão GRI: 3.1 Edição: 1ª Edição CDU: 058 2

3 Acrílico sobre Tela: Formação Excelência - Trabalho Responsabilidade Social (Isabel Ribas) 3

4 CENFIM Somos RECONHECIDOS e RECONHECEMOS Certificado pela APCER - Associação Portuguesa de Certificação, de acordo com os referenciais normativos NP EN ISO 9001 NP EN ISO 14001; NP 4397/Publicação OHSAS 18001; NP 4427 Acreditado pelo ANQEP - Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, I.P. ACT - Autoridade para as Condições do Trabalho EDP - Eletricidade de Portugal Certificado pela APG - Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas, entidade promotora da iniciativa Melhores Fornecedores RH, certifica que a empresa CENFIM integra a listagem dos Melhores Fornecedores RH 2014, nas seguintes categorias: Formação, Coaching e Desenvolvimento Profissional. Acreditado pela DGEG - Direção Geral de Energia e Geologia como entidade certificadora e emissora de licenças profissionais, para a área do gás (Despacho n.º 16077/2004 (2.ª série, do DR). Cursos homologados pelo IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional, I.P, no âmbito da Formação Inicial de Formadores e cursos reconhecidos no âmbito da Formação Contínua. Acreditado pela Autodesk, Inc., como Centro de Formação Autorizado para a formação em softwares AutoCad, Inventor e 3D Studio. Acreditado pelo ISQ - Instituto de Soldadura e Qualidade, no âmbito do A.N.B. - Authorized National Body, da Federação Europeia de Soldadura/Instituto Internacional de Soldadura - EWF/IIW, como Centro de Formação autorizado a desenvolver actividades de formação e qualificação de soldadores EWF/IIW Escola Associada à UNESCO 4

5 Índice MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO... 9 MENSAGEM DO DIRETOR O RELATÓRIO O GOVERNO DO CENFIM A ESTRUTURA ORGÂNICA DESEMPENHO DO CENFIM DESEMPENHO ECONÓMICO DESEMPENHO AMBIENTAL DESEMPENHO SOCIAL PRÁTICAS LABORAIS E TRABALHO CONDIGNO DESEMPENHO SOCIAL DIREITOS HUMANOS DESEMPENHO SOCIAL SOCIEDADE DESEMPENHO SOCIAL RESPONSABILIDADE PELO PRODUTO INFORMAÇÃO COMPLEMENTAR ÍNDICE DE QUADROS ÍNDICE DE GRÁFICOS ÍNDICE DE FIGURAS ÍNDICE DE IMAGENS

6 4,53 Custo Hora/Formando Formandos 90% Empregabilidade 186,66% Realização da metodologia dos 5S 11% Receitas Próprias no Orçamento 1,61% Taxa de Absentismo (colaboradores) 3,38 m 3 /pessoa de Pegada Hídrica 6

7 Volume de Formação 100% de Referenciais de Formação CEF tipo 7 100% Execução do Orçamento de Equipamento 140% Volume de Formação APZ e CEF 100% Sensibilização à Sustentabilidade 62,28 Custo Hora /Ação 7

8 Da esquerda para a direita: Fernando Sousa, João Elias, Felicidade Agostinho, Manuel Braga Lino e João Romão Fernandes 8

9 MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO 1.1 Os princípios éticos de uma organização pressupõe a sua conduta e consistência com as normas internacionais aceites, como é o caso do GRI Global Reporting Initiative. Mas é necessária a transparência na defesa de um comércio internacional justo e competitivo. Competitivo porque colaborativo, e este faz-se com transparência, por isso mesmo e continuando a obedecer, também, aquilo que se designa por Governança Europeia, apresentamos às partes interessadas, mais uma vez o Relatório de Sustentabilidade do CENFIM Centro de Formação da Industria Metalúrgica e Metalomecânica, referente ao ano de O que estamos a apresentar são as nossas preocupações e como as elegemos durante o ano, tendo em consideração que a formação profissional é, antes de mais, a cidadania envolvente e o contínuo refluxo produzido por profissionais que queremos competentes. Existe, assim, uma preocupação de empatia entre gestores e colaboradores, entre os trabalhadores, nós todos, e a produtividade, alicerçada nos interesses próprios das pessoas e no coletivo da defesa das suas relações: no seu eu, ontológico, com os outros, seus colaboradores, dado que o único não possui existência seu a sua multiplicidade. A economia desenvolve-se com as pessoas, estas estão interligadas umas com as outras e com a criação, neste sentido não existe economia sem defesa do ambiente, coesão social e cultural. Por isso mesmo apresentamos este Relatório ao nosso setor metalúrgico e eletromecânico, e, também, a todos os que quiserem partilhar a sua leitura. Somos isto, conscientes que este setor não deixa de ser um baluarte para Portugal e para o mundo. O Conselho de Administração do CENFIM, dá a conhecer melhor a sua atividade e, sabe, da valia dos trabalhadores que no seu quotidiano fazem do CENFIM parte das suas vidas, por isso os coloca em felicitações pelos resultados obtidos, lembrando ainda que está consciente dos passos que todos teremos de dar, após os trinta anos de vida, em 15 de janeiro de 2015, para uma sustentabilidade crescente e harmoniosa. O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO CENFIM, Felicidade Agostinho Fernando Sousa João Elias João Romão Fernandes Manuel Braga Lino 9

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11 MENSAGEM DO DIRETOR 1.1 Apresenta-se o Relatório de Sustentabilidade do CENFIM 2013, com a consciência da accountability [responsabilização], que como define a norma portuguesa de Responsabilidade Social, NP ISO 26000:2011, se define por Disponibilidade e capacidade para responder por decisões e atividades perante os órgãos dirigentes da organização, as autoridades legais e, de forma genérica, às suas partes interessadas. Será esta transparência que queremos focalizar e, por isso, mais uma vez recorremos às disposições do GRI Global Reporting Iniciative, para informar publicamente o que se vem fazendo no domínio de dotar a pujante indústria metalúrgica, metalomecânica e eletromecânica, em Portugal, com os seus treze centros de formação, e no estrangeiro, principalmente em Angola e Moçambique e, mesmo na União Europeia, com dezenas de estágios para formandos e formadores. Perante os resultados obtidos no setor para o qual é nosso orgulho trabalhar, fornecemos neste relatório os dados necessários para uma compreensão global da atividade, de acordo com os parâmetros internacionais já referidos, e promovendo consistentemente uma conduta ética, que agora está enformada pela decisão de certificar o CENFIM, tendo em consideração a Responsabilidade Social, a par de outras normas sobre qualidade, ambiente, segurança e saúde e recursos humanos. O que alcançamos, e com a maior humildade o dizemos, tem sido uma preocupação de Bom Governo e do desenvolvimento sustentável, que para além das áreas da valorização sustentável, economia, ambiente e coesão social, juntamos com particularidades a cultura. Tudo isto pode ser lido neste relatório, que juntamente com o Relatório de Atividades e Contas de 2013, constitui a abrangência do nosso trabalho, com a accountability, nos vai fazendo renascer em cada dia. É para nós importante, também, salientar o Prémio de Melhores Fornecedores de Recursos Humanos, atribuído pela Associação Portuguesa de Gestores. Aqui fica pois para o julgamento da nossa atividade este Relatório de Sustentabilidade, com um obrigado a todos que contribuíram para uma Formação Sustentável e Feliz. Manuel Grilo Diretor do CENFIM 11

12 1.2 DESCRIÇÃO DOS IMPACTOS, RISCOS E OPORTUNIDADES CHAVE Uma das palavras mais faladas ultimamente nas organizações é o Risco, proveniente dos Impactos, que juntos gerem oportunidades sustentáveis. O próprio Relatório de Sustentabilidade, e a sua publicação pública, assume, em si, um risco, mas também uma grande oportunidade, que é a comunicação com todas as partes interessadas, embora este relatório ainda seja pouco espesso no seu tratamento, não por falta de transparência, mas sim dado o trabalho tenha sido conduzido com algumas, mas não todas. Esclarecemos, essas, com quem mais temos uma escuta sistemática: os clientes, os fornecedores e os outorgantes do protocolo que estabelece o CENFIM (IEFP, ANEME e AIMMAP). O que só por si é um brilhante contributo para a diminuição de muros, por vezes parecendo intransponíveis, não o são, quando a cadeia é estabelecida com ética e responsabilidade social. Falar de Impactos possui uma significância objetiva e objetivante, constitui uma formulação situada e, por isso, um caminho. É esse caminho que o CENFIM Centro de Formação Profissional da Industria Metalúrgica e Metalomecânica, trilha há quase trinta anos. E esses impactos medem-se pelo produto fornecido, o conhecimento. Este é essencial para a afirmação do centro de formação a que pertencemos. O setor vigorante na atividade desenvolvida, especialmente no crescimento das exportações, e muito, em especial, para zonas fora da União Europeia, o que contribui para que Portugal possa afirmar-se como baluarte duma outra economia, embora ainda não alicerçada, tem contado com o CENFIM na oferta de trabalhadores, homens e mulheres, que já constituem uma importante percentagem dos seus quadros. Acreditando em nós, continuamos a querer vencer esta batalha, os nossos formandos possuem trabalho a 90,00% e existe um défice bastante acentuado de trabalhadores qualificados. Embora com uma baixa importante de colaboradores, mercê de disjunções do quadro governativo, o CENFIM aumentou o seu volume de formação em 39,00%, relativamente a 2012, com pouco mais de 7,00% de custos. Deve-se à força dos seus quadros, ao acreditar que o trabalho também é projeto de vida, pois tal não seria possível, com os cortes abruptos nos vencimentos. É verdade que a situação agrava-se, o impacto financeiro nas famílias e nos trabalhadores, justificaria uma certa apatia e desinteresse, só que não se verificou, porque sabem que o CENFIM é uma organização vigorosa, que sempre tem cumprido, e se existe negligência neste aspeto, isso provém das condicionantes governativas e não da organização, por não ser responsável por tais medidas. 12

13 O certo é que os impactos económicos da nossa atividade são favoráveis para o setor, a que nos orgulhamos de pertencer, e a atividade disso é exemplar. Mas os nossos impactos também são de ordem social, ambiental e cultural. Social, porque a intervenção é distintiva e retira, sabe-se com que esforço, jovens ou menos jovens de situações desesperadas oferendolhe a cana para pescar o peixe. Ambiental pela defesa da biodiversidade, do estudo dos materiais, da pesquisa e metodologias de formação e gestão, das melhores tecnologias disponíveis, mas também conscientes de que a poluição de que somos responsáveis deve obedecer ao princípio da precaução. Cultural pela forma do agir e do ser, mostrando o povo que somos, o orgulho da nação e a experiência da conjuntura internacional. Corremos Riscos, e sabemos bem que assim é, quando algum dos nossos formandos não é capaz de prosseguir desistindo ou faltando consecutivamente à formação. Um que seja é pessoa, a quem sempre deve ser dada toda a oportunidade duma vida assente no trabalho e na felicidade. Corremos Riscos quando assentamos em pressupostos de um horizonte que nos é fornecido e retirado. Corremos Riscos de não sabermos ser capazes de entender a diversidade da formação, querendo apontar para um não método ecuménico, que saiba que cada pessoa é diferente, como única e irrepetível. Corremos Riscos quando não sabemos acolher cada formando com a Imagem 1 equidade inclusiva, fomentando a exclusão. Corremos Riscos quando os programas dos nossos cursos são inadaptados, inconclusivos e domesticantes. Corremos Riscos quando não nos apercebemos que a criatividade joga em consenso com a investigação, inovação e desenvolvimento. Corremos Riscos quando não percebemos que a gestão da coisa, não pode amarfanhar, antes, pelo contrário, deve ser vivida como fator decisivo para o envolvimento sério, harmonioso e não burocrático, ou melhor burrocratizante. A aspereza do Risco é global, nas pessoas, situações e fulcros dessocializantes, não-solidários e não-subsidiários. Esta a verdadeira evidência duma certeza feita árvore da vida. O Risco é tão sólido, como é o impacto, mas este binário goza das oportunidades que nos vão aconselhando pelo sacrilégio de rirmos, quando se chora, e chorar quando rimos. Um verdadeiro amor criativo forjado pelas mãos do arco-íris da esperança que nos dá razões de vida. Porque somos utópicos? Certamente, também o eram há trinta anos quando fugimos do 13

14 ventre e apresentamos o CENFIM com a força do nosso querer, aqui reside a virtude de querermos saber o conhecimento. E corremos esse grande Risco fomentando a vida, dando vida a muitas vidas e fermentando em cada um e cada uma a vontade de pertencer a uma organização que muitas vezes atuou no fio de uma navalha. Não caímos, e não cairemos porque sentimos não a camisola, mas o ser e querer do nosso coração. Por isso temos as grandes oportunidades de verter para a sociedade e o setor o que sabemos e somos, enquanto fazedores de oportunidades, a quem já tinha desistido de tal. Mas sejamos claros, porque assim seremos transparentes: a) Vivemos dentro de uma organização profícua em indefinição, própria de não possuir um estatuto, que nos deixe arfar ar fresco, mantendo-nos numa mortalha ; b) Não conseguimos, por essas indefinições, vulgarizar, em sentido não pejorativo, a oferta de oportunidades a quem as quiser, o exemplo do encerramento dos CNO, sem que os CQEP tenham avançado; c) Não conseguimos, apesar dos esforços, por vezes desgastantes, obter uma séria vontade na formação dos jovens, com cursos de Aprendizagem em Alternância, que por isto mesmo sugere a sua latitude até à licenciatura e a programas vivos, que não envolvam em mantas rotas, os formandos e as suas vidas; d) Não conseguimos a implementação da necessidade urgente do RVC Profissional, que mete dó no seu arranque, e parecer andar de marcha atrás; e) Imponderáveis e ponderáveis fatores que continuam a cercear quem quer enaltecer as profissões do setor. Aqui a vida não acontece, faz-se e molda-se, com carinho e verdade. Possuímos uma terra que é um pomar, de impactos, riscos e oportunidades, como todos os pomares necessitam de rega e de ardente devoção, para com a vida e a criação, não muito no sentido da religiosidade, mas do espiritual, duma unidade entre corpo e espírito, mas nos elegermos e elegeram como seres disponíveis para arrancar da terra o virtude do amanho das terras e nelas vivermos, colhendo os frutos do que semeamos. Este viver é mesmo de semear, às vezes pensando que não colhemos, aí está a oportunidade, mas não vemos porque toldados e vendados, mas que uma utopia vivencial nos indica a amplitude das nossas atuações. Por isso aqui estamos, numa organização que se quer de Excelência, numa organização com um Prémio dos Melhores Fornecedores em Recursos Humanos, evidenciados mais por 14

15 aquilo que vertemos na ceifa e para a ceifa, do que no virtuosismo da normatividade ou do legislativo. Sustentabilidade, para uma organização saudável, em felicidade e premiando a vida, com Impactos, Riscos e Oportunidades, que deixamos o nosso Relatório de Sustentabilidade de O futuro dirá, connosco ou sem nós, se tivemos ou não razão, mas que diga de verdade, e que pelo menos as nossas práticas não sejam de omissão. Joaquim Armindo - Diretor do Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde do CENFIM 3.4 Quaisquer dúvidas, questões ou sugestões sobre este relatório devem ser dirigidas: Departamento da Qualidade, Ambiente e Segurança e Saúde Rua da Nossa Senhora da Mão Poderosa Ermesinde Telefone: ; Correio eletrónico: 15

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17 O RELATÓRIO O CENFIM apresenta o quarto Relatório de Sustentabilidade. A edição do Relatório de Sustentabilidade do CENFIM é de periodicidade anual, sendo uma ferramenta primordial de comunicação interna e externa, a todas as partes interessadas, do desempenho que procura o desenvolvimento sustentável. O seu conteúdo é definido de acordo com as ações do CENFIM e tem como base toda a atividade, os relatórios e os documentos editados ao longo do ano, pelas diversas U.O. do CENFIM. 3.3 O Relatório de Sustentabilidade 2013 mostra toda a atividade do ano civil a que se refere, sendo também incluído, quando relevante a comparação com os dois anos anteriores, já editados nos Relatórios de Sustentabilidade de 2012 e , 3.2 e 3.5 Não existem limitações a este relatório, pelo que toda a atividade nacional e internacional do CENFIM é apresentada, em cada um dos pilares da sustentabilidade definidos pela GRI (Global Reporting Initiative): económico, social e ambiental. 3.6 e 3.7 Relativamente ao relatório anterior, não existem alterações ou reformulações significativas ao âmbito, limites e métodos de medição no que diz respeito aos indicadores de desempenho. 3.8 Quanto aos métodos de medição refira-se que, sempre que atendível, todos os indicadores seguem os protocolos GRI, e que, quando não for possível o reporte de acordo com esta grelha de indicadores o mesmo será indicado. Para além dos Indicadores GRI, que são todos respondidos, à exceção de um que é considerado Não Aplicável, (N/A), são exibidos outros indicadores de desempenho monitorizados pelo CENFIM e considerados relevantes para a atividade e dimensão. 3.9 a 3.11 e 3.13 Imagem 2 17

18 Envolvimento com partes interessadas 4.11 a 4.13 Conhecer e perceber as preocupações de todas as partes do CENFIM é uma aposta do CENFIM. Desde a edição do primeiro Relatório de Sustentabilidade tem vindo a estudar-se a melhor forma de poder formalizar esta estratégia do CENFIM. Nas atividades quotidianas e na definição da sua estratégia o CENFIM já identificou as partes interessadas mais relevantes para o seu desempenho e tem até formas de comunicação, auscultação e envolvimento, ou pelo menos formas de monitorização. Por exemplo, os colaboradores internos recebem regularmente diversas informações que são amplamente divulgadas, e a sua satisfação medida tanto pelos questionários de satisfação quer internos como pela participação em iniciativas de empresas externas como o Prémio Excelência no Trabalho 2013 e Melhores Empresas para Trabalhar 2014, que permitem aferir a satisfação interna e comparar com outras organização do mesmo setor. No caso dos clientes foi também realizado um inquérito alargado às empresas que receberam os formandos do CENFIM, através da participação na iniciativa Melhores Fornecedores de Recursos Humanos Também para os clientes existem as comunicações de marketing e a divulgação de ações e relatórios do CENFIM, quer pelo CINFormando, quer pela página da internet do CENFIM: A sua satisfação é medida em diversos momentos e tendo em conta o tipo de cliente: empresa ou formando, através dos questionários de eficácia da formação e de após-venda a 4.17 O processo de envolvimento das partes interessadas inicia com a sua definição e posterior consulta. Em 2013, o trabalho que vem sendo realizado passou pela identificação das partes interessadas do CENFIM, pela melhor forma para a sua consulta, estando planeado para 2014 a efetivação dessa consulta e consequente definição dos assuntos mais relevantes para comunicação interna e externa. Assim, em 2015, no trigésimo aniversário do CENFIM, esperase que o Relatório de Sustentabilidade a editar conte já com a formalização desta definição e inquirição. De facto, e não estando formalizado como mecanismos de envolvimento das partes interessadas, o CENFIM dispõe de estratégias para medir e avaliar os interesses das entidades (pessoas e/ou organizações) que lhe estão próximas, quer pela influência que estas têm na 18

19 atividade exercida, quer pela influência e impactos que a atividade do CENFIM exerce sobre as mesmas. CENFIM: Imagem 3 Apresentam-se as principais entidades já identificadas como relevantes para o Outorgantes do protocolo de criação do CENFIM IEFP, AIMMAP e ANEME. O setor metalúrgico, eletromecânico e metalomecânico confia no CENFIM para a formação e qualificação dos seus colaboradores, de modo a potenciar a sua atividade e dinâmica exportadora e criadora de riqueza para o país. Clientes empresas que requerem a atualização ou revalidação de competências dos seus colaboradores e pessoas que, individualmente procuram o CENFIM para o crescimento/enriquecimento do percurso formativo. e adultos. Estado cliente do CENFIM, uma vez que incumbe ao CENFIM a qualificação de jovens Governo pelo contributo orçamental e pela atividade fiscalizadora, e o interesse na formação contínua de jovens e na aprendizagem ao longo da vida de adultos; União Europeia contribui para a atividade exercida, nomeadamente através da disponibilização de fundos comunitários, assim como, derivado dessa contribuição, ser uma entidade fiscalizadora. 19

20 Colaboradores internos, formadores e prestadores de serviços que trabalham e inovam na construção continuada de um Centro de Excelência. Fornecedores que influenciam todo o ciclo de produção do CENFIM. Concorrentes incutem novas formas de atuar ao CENFIM, e são influenciados pelas atividades realizadas pelo CENFIM. Parceiros internacionais - os projetos de intercâmbio e projetos de iniciativa comunitária, potenciadores do desenvolvimento tecnológico e humano; Os PALOP, sobretudo Angola e Moçambique, que contribuem na evolução do CENFIM, na sua internacionalização; e em sentido inverso o CENFIM como entidade parceira, promove a evolução dos conhecimentos laborais dos recursos humanos disponíveis, e por consequência da economia destes países. Sociedade que avalia o CENFIM pela sua capacidade de formar pessoas, não só para o mercado de trabalho dinamizando-o, bem como a economia nacional, mas também pela formação de cidadania. Interessada também no desempenho do CENFIM ao nível da contribuição para a manutenção do Ambiente, quer seja pela redução dos impactos da sua atividade quer pela dinamização das comunidades em que se insere em torno desta causa. Imagem 4 20

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23 Estrutura do CENFIM O CENFIM Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica, foi criado a 15 de janeiro 1987, por protocolo entre o IEFP e as Associações da Metalurgia, Metalomecânica e Eletromecânica, hoje designadas AIMMAP e ANEME, tendo sido o seu estatuto homologado através da Portaria n.º 529/87, publicada no Diário da República, I Série n.º 145, de 27 de Junho de Esta Portaria descreve como atribuições do CENFIM promover atividades de formação profissional para valorização dos recursos humanos no setor Com essa missão, de promover a formação, orientação e valorização dos recursos humanos do setor Metalúrgico, Metalomecânico e Eletromecânico, o CENFIM desenvolveu e contínua a desenvolver as abordagens necessárias para a contínua procura da Excelência nos serviços que presta, procurando estar cada vez mais perto das necessidades dos Clientes: Formandos ou Empresas. Para tal apresenta 3 Tipos de Formação Genéricos: FORMAÇÃO para EMPRESAS Formação à Medida Formação Contínua - Aperfeiçoamento Formação Modular Certificada Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências Apoio Técnico e Organizacional Formação - Ação FORMAÇÃO para ADULTOS Formação Modular Certificada Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências Cursos EFA - Educação e Formação de Adultos Formação Pedagógica Inicial e Contínua de Formadores Recursos Técnico-Pedagógicos FORMAÇÃO para JOVENS Cursos CEF - Educação e Formação de Jovens (Nível 2) Cursos de Aprendizagem (Nível 4) Cursos CET Especialização Tecnológica (Nível 5) 23

24 2.3 Servindo um setor de relevância e presença nacional o CENFIM acompanha a tendência das empresas e está situado em 13 Núcleos de Formação de Norte a Sul do País, com os objetivos centrados no seus Clientes, sem esquecer a Sociedade, de: Apoiar e Fomentar a Valorização das Pessoas e das Empresas através dos Cursos de Formação Contínua e de Formação de Profissionais de Formação com a seguinte divisão: a. Formação Contínua: Aperfeiçoamento, Atualização e Reciclagem; Qualificação Profissional; Especialização Profissional; Sensibilização e Educação e Formação de Adultos (EFA); e b. Formação de Profissionais de Formação: Formação Inicial de Formadores e Formação Contínua de Formadores Promover a Formação e Inserção Profissional dos Jovens no âmbito da Formação Inicial: a. Aprendizagem; b. Cursos de Especialização Tecnológica (CET); c. Educação e Formação de Jovens. Imagem: Prestar Serviços Integrados às Empresas: a. Formação; b. Estudos de Diagnóstico, de Avaliação e de Impacte; c. Apoio Técnico e Organizacional. transnacional; Desenvolver Projetos de Cooperação abrangentes e inovadores a nível nacional e Reconhecer, Certificar e Validar Competências Profissionais; Incentivar uma Política de Igualdade de Oportunidades. 24

25 Ao nível da internacionalização do CENFIM destacam-se as iniciativas promovidas com os PALOP, que vêm sendo firmadas desde 1996: 2.5 e 2.7 Angola Centro de Formação Técnica de Metalurgia - Luanda EVOKIYO Centro de Formação Técnico-Profissional - Catumbela Escola da Bela Vista Lobito SONAMET Centro de Formação INP - Instituto Nacional de Petróleos PETROMAR SONANGOL SONANGOL Refinaria de Luanda SONANGOL Distribuidora SONILS CINFOTEC Centro Integrado de Formação Tecnológica de Angola Imagem 5 Moçambique Centro de Formação Profissional de Metalomecânica - Maputo Também nestes países são desenvolvidos Projetos de Cooperação que se traduzem nos números presentes no Quadro 1 Quadro 1 Projetos e Ações desenvolvidas em Angola e Moçambique Angola Ações de Assessoria/Apoio Técnico 65 Ações de Formação 30 Horas de formação Colaboradores Internos envolvidos 9 U.O. envolvidas 6 Moçambique Ações de cooperação 9 Colaboradores Internos envolvidos 8 Horas 980 Fonte: Controlo da Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Para além destes mercados o CENFIM esteve ainda envolvido em diversos Projetos, que têm especial ênfase nos projetos e contactos europeus, que a seguir se apresentam, e que têm como fonte o Relatório de Atividades Projetos de Iniciativa Comunitária, Projetos 25

26 Internos e Serviços Complementares editado pelo Departamento de Gestão de Projetos (DGP). Transferência de Inovação e Parcerias Ao longo do ano de 2013 tiveram execução 6 projetos, patrocinados por três programas distintos (Leonardo da Vinci, Comenius e Erasmus) e baseados em três tipologias diferentes (Parecerias, Transferência de Inovação e Multilaterais). Quadro 2 Projetos de transferência de Inovação e parecerias com a participação do CENFIM Nome do Projeto Tipo de Projeto Data de início Data de fim Train for EUROPE Parcerias Transferência de Inovação IPAN Parcerias SMART Parcerias DTS Dual Teaching System Transferência de Inovação FLITE Multilaterais Fonte: Relatório de Atividades Projetos de Iniciativa Comunitária, Projetos Internos e Serviços Complementares 4º trimestre 2013 DGP Os números destes projetos são: 10 U.O. envolvidas: Participação de 25 colaboradores e de 13 formandos 13 Eventos internacionais divididos entre: Áustria, Alemanha, Bélgica, Luxemburgo, Finlândia, Espanha, Lituânia, Hungria e Reino Unido. Imagem 6 Mobilidade (Estágios) e Acolhimentos As mobilidades durante o ano de 2013 foram subvencionadas pelo Projeto ACCRETIO patrocinado pelo Programa Leonardo da Vinci através da sua modalidade de Mobilidades. 26

27 Ao todo foram envolvidos 13 formandos, provindos de 6 Núcleos diferentes, cada um estagiando durante um mês, tendo em três circunstâncias tido acompanhante durante a primeira semana. Quadro 3 Projetos de Mobilidade Accretio com a participação do CENFIM País Número de Participantes Data de início Data de fim Bélgica 2 Formandos 1 Acompanhante Lituânia 3 Formandos Finlândia Espanha 3 Formandos 1 Acompanhante 5 Formandos 1 Acompanhante Fonte: Relatório de Atividades Projetos de Iniciativa Comunitária, Projetos Internos e Serviços Complementares 4º trimestre 2013 DGP Contabilizando as mobilidades do projeto Accretio e as inerentes aos projetos de parceria contabilizam-se, em 2013: 25 Formandos envolvidos 7 Quadros do CENFIM 392 dias de Mobilidade/estágios proporcionados aos Formandos 36 dias de Mobilidade para Quadros do CENFIM 9 Destinos diferentes (7 países europeus) Relativamente aos Acolhimentos o CENFIM participou em cinco projetos, que se indicam no Quadro 3 Tipo de Acolhimento Quadro 4 Projetos de Acolhimento por parte do CENFIM País de Origem Número de Participantes Duração Data de início Data de fim Estágios Profissionais Finlândia 2 6 Semanas Estágios Profissionais Finlândia 1 8 Semanas Estágios Profissionais Alemanha 6 3 Semanas Formador Acompanhante Alemanha 1 1 Semana Formador Acompanhante Alemanha 1 1 Semana Fonte: Relatório de Atividades Projetos de Iniciativa Comunitária, Projetos Internos e Serviços Complementares 4º trimestre 2013 DGP 27

28 28 Relatório de Sustentabilidade

29 As marcas do CENFIM 2.2 O CENFIM tem duas marcas registadas como Marca Nacional: A marca CENFIM registada desde 1992, e renovada em 2011, com o número A marca SEGURCARD Cartão de Segurança registada no ano de 2010, com o número O SEGURCARD Cartão de Segurança é um cartão que o CENFIM confere aos formandos do que frequentaram um curso específico no âmbito da Segurança e Saúde no Trabalho com 16 horas de formação. Este também pode ser adquirido nos cursos de Aprendizagem e CET, uma vez que na UFCD de Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Conceitos Básicos, de 25 horas, existe a opção de 16 horas para serem dedicadas à formação específica, que confere o cartão. Imagem 7 29

30 2.10 Os prémios do CENFIM 2013 No ano 2013 o CENFIM participou no 2.º Campeonato Mundial das Profissões que decorreu entre 2 e 7 de julho, em Leipzig, Alemanha. O CENFIM Integrado na Seleção Nacional esteve presente com uma comitiva de 8 elementos, sendo 4 jurados e 4 concorrentes. Para além de uma participação de esforço e de grande cooperação, o formando Bruno Correia, na modalidade de Desenho Industrial CAD, conseguiu uma Medalha de Excelência. Bruno Correia (ao centro) vencedor da Medalha de Excelência ladeado pelo Eng.º Manuel Grilo (à esquerda) e o Dr. Octávio de Oliveira Secretário de Estado do Emprego (à direita) A equipa do CENFIM no World Skills com o Diretor do CENFIM, da esquerda para a direita: Pedro Carrasco, João Pedro Sousa, Eng.º Manuel Grilo, Bruno Correia e Aléxis da Silva. 30

31 O CENFIM participou, no ano de 2013, na iniciativa Melhores Fornecedores RH Esta iniciativa estuda os fatores que os clientes mais valorizam nos seus fornecedores de Recursos Humanos e identifica aqueles que obtêm classificações mais elevadas nos fatores estudados. A APG - Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas, entidade promotora da iniciativa Melhores Fornecedores RH, certifica que o CENFIM integra a listagem dos Melhores Fornecedores RH 2014 na categoria: Formação, Coaching e Desenvolvimento Profissional Dra. Felicidade Agostinho, do Conselho de Administração do CENFIM, a receber o Certificado do CENFIM como um melhor fornecedor RH. 31

32 Contactos 2.4 SEDE SOCIAL E DIREÇÃO Rua do Açúcar, LISBOA Telefone: Fax: Núcleo de Amarante Tâmega Park - Edifício Mercúrio, Fração AB Agração-Telões Telões AMT Telefone: Fax: Núcleo de Arcos de Valdevez Centro de Formação e Exposições - Passos, Guilhadeses Apartado ARCOS DE VALDEVEZ Telefone: Fax: Núcleo de Caldas da Rainha Rua da Matel, CALDAS DA RAINHA Telefone: Fax: Núcleo de Ermesinde Rua da N.ª S.ª da Mão Poderosa ERMESINDE Telefone: Fax: Núcleo de Lisboa - Poço do Bispo Rua dos Amigos de Lisboa, S/N.º LISBOA Telefone: Fax: Núcleo de Lisboa - Pólo Tecnológico do Lumiar Rua Cesina Adães Bermudes, N.º LISBOA Telefone: Fax: Núcleo da Marinha Grande Rua Eng.º André Navarro, MARINHA GRANDE Telefone: Fax: Núcleo de Oliveira de Azeméis Rua do Alto da Fábrica, Zona Industrial - Apartado OLIVEIRA DE AZEMÉIS Telefone: Fax: Núcleo de Peniche Zona Industrial da Prageira Edifício Forpescas PENICHE Telefone: Fax: Núcleo do Porto Rua Conde da Covilhã, N.º PORTO Telefone: Fax: Núcleo de Santarém Quinta do Mocho, Z. Industrial, E.N VÁRZEA SANTARÉM Telefone: Fax: Núcleo de Sines Zona Industrial Ligeira, N.º 2 - Lote SINES Telefone: Fax: Núcleo de Torres Vedras Rua António Leal d Ascenção TORRES VEDRAS Telefone: Fax: Núcleo da Trofa Rua João Paulo II, N.º TROFA Telefone: Fax: Imagem 8 32

33 A Dimensão do CENFIM O CENFIM, o maior Centro de Formação Profissional de Gestão Participada, é estratégico para um setor que contribui para o desenvolvimento do País, através da qualificação dos recursos humanos. Nas páginas seguintes apresentam-se os principais números do CENFIM, que demonstram, sobretudo, a dimensão económica e social do CENFIM. 2.8 Quadro 5 Os principais números do CENFIM, em 2013 Indicador Número de Formandos Serviços Prestados (Volume de Formação) Horas Horas Horas Número de Colaboradores Internos Número médio de Colaboradores Externos Número de Edifícios Receitas Próprias (Faturadas) , , ,44 Receitas recebidas do IEFP , , ,21 A atividade do CENFIM, como Centro de Formação Profissional, é caraterizada, não só pelos indicadores relativos à atividade formativa, mas também pelos indicadores estratégicos, sobretudo económicos que, naturalmente regem a própria atividade formativa. Quadro 6 Indicadores do Processo Política e Planeamento Estratégico Indicador Meta Valor Apurado Execução do Orçamento - Receitas (Inscrições e Prestações de Serviços + IEFP) (acumulado) Execução do Plano de Atividades - Volume de Formação = 100 % 97,60 % = 100 % 97,00 % Execução do Orçamento - Gastos (acumulado) = 100 % 96,90 % Crescimento Receitas Próprias (Período homólogo) 5 % -15,80 % Receitas Próprias no Orçamento 20 % 11,00 % Saídas profissionais do Setor 90 % (14) 50,0 % Desenvolvimento da Sustentabilidade 90 % (141) 58,20 % Atente-se nos indicadores da Atividade Formativa: 33

34 Gráfico 1 Evolução do número de Formandos e Horas de Formação do CENFIM 34

35 O gráfico 1 mostra a evolução, desde o ano de fundação do CENFIM, do número de formandos que frequentaram o CENFIM a cada ano, bem como as horas de formação. O quadro 6 mostra a atividade realizada no ano de 2013, comparada com os anos de 2011 e Quadro 7 Atividade Realizada no ano de 2013, e comparação com os dois anos anteriores Ações Formandos Horas Volume de Formação Fonte: Controlo da Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Em todos os parâmetros o ano de 2013 foi o melhor do último triénio, quando já em 2012 se tinha conseguido uma melhor atividade face a Estes números vêm comprovar o estatuto do CENFIM num setor de atividade importante para a economia portuguesa, e numa demanda das famílias em encontrarem oportunidades de formação que lhes garantam emprego. Os números da empregabilidade do CENFIM, que se situa acima dos 81,00% a doze meses, portanto nos cursos ministrados em 2012, são o melhor marketing que o CENFIM pode ter, e uma razão para continuar os esforços da sua direção e colaboradores em fazer mais e melhor. Em números gerais, e considerando apenas os cursos iniciados em 2013, os cursos ministrados dividem-se pelos seguintes números: 23 Cursos de Aprendizagem 21 Cursos de Especialização Tecnológica 18 Cursos de Educação e Formação de Jovens 19 Cursos de Educação e Formação de Adultos 619 Ações de Formação Contínua Cada Núcleo de Formação do CENFIM está enquadrado numa situação geográfica e social diferenciada, o que se reflete em cada uma das taxas de execução de atividade, presentes no gráfico 2. 35

36 130% 120% 110% 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 127% 114% 110% 113% 97% 103% 100% 83% 94% 90% 81% 86% 68% 61% CENFIM AF PO AM OA ER TR AV LX MG SA TV SI CR Fonte: Controlo da Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 2 Taxa de execução da Atividade (Volume de Formação), no CENFIM, e por Núcleo, em 2012 Não se apresentam os indicadores do Núcleo de Peniche uma vez que, em 2013, não decorreu atividade neste Núcleo de Formação. Para a atividade do CENFIM é importante perceber o peso de cada tipo de formação na atividade executada. Os grandes eixos de formação do CENFIM estão divididos nos seguintes tipos: Formação de Jovens Formação de Adultos, sendo subdividida: Formação do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ), e Formação Contínua Prestações de Serviços. As taxas de execução, face ao planeado, de cada um destes tipos de formação estão descritas no gráfico 3. À exceção da formação de jovens, onde a taxa de execução se situou nos 86%, abaixo dos 89% registados em 2011 e 2012, os restantes tipos de formação tiveram, em 2013, uma taxa de execução superior à registada nos anos anteriores. 36

37 Formação de Jovens 86% 89% 89% Formação de Adultos CNQ 70% 93% 138% 2013 Prestações de Serviços 71% 82% 90% % 2011 Total 89% 81% 0% 20% 40% 60% 80% 100% 120% 140% Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 3 Comparação das Taxas de Execução, por Tipo de Formação, nos últimos três anos Apesar do trabalho desenvolvido continuamente pelo CENFIM, nomeadamente pelas suas ações de Marketing e de acompanhamento das iniciativas externas onde o CENFIM é presença constante, como as feiras de emprego organizadas por diversas entidades locais, e que permitiu um melhor desempenho no que diz respeito à Aprendizagem, na formação de jovens o objetivo não foi totalmente atingido o que se deve à crescente oferta, nem sempre avaliada pela sua melhor qualidade formativa, e que dificulta a especialização e escolha dos jovens por áreas de maior interesse e de melhor empregabilidade. O fator mais relevante é que todos os outros tipos de formação se encontram em cerca de 90%, com a formação de adultos ministrada que faz parte do Catálogo Nacional de Qualificações (CNQ) se situou cera de 40% acima do inicialmente planeado. Tendo em consideração o estatuto do CENFIM, um dos aspetos económicos mais importantes para a atividade está relacionado com o facto de a formação que é planeada pelos Núcleos ser passível de cofinanciamento. No gráfico 4 pode apreciar-se o planeamento deste tipo de formação ao longo dos últimos três anos. 37

38 85% PO 96% 85% 94% AM 100% 75% 99% OA 98% 82% 88% ER 94% 79% 99% TR 97% 77% 84% AV 94% 69% 98% LX 37% 32% 32% MG 93% 92% 97% SA 96% 73% 98% TV 100% 86% 99% SI 77% 61% 100% CR 93% 83% 94% CENFIM 88% 74% 85% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 4 Peso da formação cofinanciada, em cada Núcleo e no CENFIM, nos últimos três anos 38

39 Para a formação cofinanciada previa-se que fosse atingido 85% do planeado. No total do CENFIM a formação planeada atingiu um total de 88% de formação cofinanciada. Analisando em cada Núcleo verifica-se que Lisboa e Sines não incluíram no seu planeamento os 85% de formação passível de cofinanciamento. O Núcleo de Lisboa pelo facto da sua região de inserção não estar abrangida pelo mesmo tipo de formação que o restante do país, sobretudo no referente ao Fundo Social Europeu (FSE) apresenta uma menor taxa de planeamento de formação cofinanciada. Um dos indicadores que é também monitorizado pelo CENFIM é a taxa de formação que permite a dupla certificação: escolar e profissional. De 2011 a 2013 pretendeu-se que esse tipo de formação representasse pelo menos 90% da formação ministrada. O gráfico 5 mostra as diferentes taxas por Núcleo e sua evolução nos últimos três anos, sendo de referir que em todos os Núcleos e nos anos monitorizados essa taxa se situou sempre acima dos 90%, pelo que para uma melhor visualização do gráfico este é apresentado no intervalo de 92% a 100%. 100% 99% 98% 97% 96% 95% 94% 93% 92% Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 5 Taxas da formação que permite a dupla certificação, em cada Núcleo e no CENFIM, nos últimos três anos 39

40 Oferta Formativa aspetos mais finos Nas páginas seguintes analisam-se alguns aspetos da formação ministrada ao longo de 2013, com os principais indicadores de importância para a atividade do CENFIM. No gráfico 3 analisaram-se as taxas de execução por tipo de formação. No gráfico 5 mostra-se o peso de cada tipo de formação no global das ações ministradas. 65% 60% 55% 50% 45% 40% 61,5% 58,9% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% 20,6% 26,4% 4,4% 0,6% Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 6 Execução de Ações e Volume de Formação, por Tipo de Formação Ações Volume de Formação 16,0% 11,5% Formação Jovens Formação Adultos - CNQ Formação Adultos - FC Prestações de Serviço Em termos de número de ações a formação de adultos do CNQ é aquela que representa uma maior porção das ações que o CENFIM forneceu em 2013, com uma percentagem próxima dos 60%. A grande procura de ações de formação de adultos deve-se à conjuntura que a sociedade portuguesa vive nos últimos três anos, com uma crise económica diagnosticada e que tem vindo a ser penalizadora em termos de emprego, pelo que existe um grande número de pessoas que procuram o CENFIM em busca de saídas profissionais com uma empregabilidade mais acentuada. A formação de jovens representa cerca de 21% das ações ministradas, cuja quantidade é penalizada, como já referido, pela retenção de jovens nas escolas, derivada da oferta 40

41 existente, mesmo que sem a qualidade formativa desejada, nomeadamente em termos de aulas práticas. Seguem-se as prestações de serviços com 16% das ações ministradas, e a formação de adultos em regime de Formação Contínua. Em termos de volume de formação é a formação de jovens que apresenta uma maior execução, decorrente da quantidade de módulos (horas de formação) inerentes a cada ação. Considerando a formação de jovens e a formação de adultos, os gráficos 7 e 10 mostram os tipos de cursos que são ministrados e o seu peso no total. 10,5% 12,5% 23,7% 55,7% 25,0% 51,8% 10,1% 10,7% Aprendizagem CEF CET Prestações de Serviço Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 7 Peso das Ações (à esquerda) e do Volume de Formação (à direita), por tipo de Formação, no que se refere à Formação de Jovens A Formação Modular é aquela que representa uma maioria das ações executadas em 2012, atendendo à Formação de Adultos, sendo de destacar, também, as Prestações de Serviço realizadas, que relativamente ao Peso das Ações teve uma representatividade de cerca de 13,0%. A evolução do número de ações, por modalidade de formação, nos últimos três anos encontra-se no gráfico 8. 41

42 Ano 2013 Ano Ano Aprendizagem CEF CET Prestações de Serviço Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 8 Evolução do número de ações ministradas na formação de jovens, por modalidade de formação As prestações de serviço foram a única modalidade que diminuiu em termos absolutos face a 2012 e Nas restantes modalidade houve um incremento, com especial destaque para os CEF que atingiram cerca de 164% face a 2012, enquanto a aprendizagem e os CET cerca de 125%. Mais concretamente no que diz respeito aos cursos de aprendizagem e CEF o CENFIM constituiu como meta, em 2013, crescer 110% face a O gráfico 9 mostra essa evolução por Núcleo de Formação. 200% 160% 120% 80% 40% 132% 71% 106% 165% 166% 110% 139% 189% 135% 151% 190% 163% 140% 110% 0% PO AM OA ER TR AV LX MG SA TV SI CR CENFIM Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 9 Evolução da APZ e CEF, face a 2012, em cada Núcleo 42

43 Relativamente à formação de Adultos as modalidades estão definidas como Cursos EFA, formação modular (aquela que faz parte do CNQ), formação contínua, prestações de serviço onde se analisa aquelas que são do CNQ ou não, e formação profissional de formadores. A caontribuição de cada uma destas modalidades para o total da execução de formação de adultos está demonstrada no gráfic 10. 0,1% 12,8% 5,4% 1,9% 0,1% 1,8% 7,6% 4,8% 5,6% 47,5% 41,2% 71,2% EFA Formação Modular Formação Contínua Formação Profissional de Formadores Prestações de Serviço - CNQ Prestações de Serviço - FC Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 10 Peso das Ações (à esquerda) e do Volume de Formação (à direita), por tipo de Formação, no que se refere à Formação de Adultos A modalidade de formação modular (CNQ) é aquela que representa uma maior percentagem das ações ministradas em 2013, com um peso de mais de 70%. Em termos de volume de formação a maior percentagem cabe aos EFA, com cerca de 48%, o que se deve ao facto de esta ser uma formação de longa duração, com um maior número de módulos e horas associadas ao seu currículo. Apesar da vertente de formação da metalurgia e metalomecânica inerente ao estatuto do CENFIM, esta não é a única tipologia que é ministrada pelo CENFIM, quer pela complementaridade de outras áreas profissionais, quer pelas necessidades formativas emanadas das empresas. 43

44 gráfico 11. Em 2013, a formação do CENFIM incidiu nas áreas profissionais demonstradas no Metalurgia e Metalomecânica 17,6% 39,5% Eletricidade/ Eletrónica e Telecomunicações Mecânica e Manutenção Energia, Frio e Climatização Saúde Comércio 4,4% 1,7% 1,3% 0,4% 0,4% 5,5% 5,5% 2,1% 4,2% 2,6% Jovens Adultos Qualidade 4,2% Informática 3,0% Outras 2,6% Informação/ Comunicação/ Documentação Relações Públicas/ Marketing/ Publicidade Educação/ Formação/ Animação SC e Desporto Construção Civil e Obras Públicas 2,2% 1,6% 1,1% 0,1% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 11 Representatividade das diversas áreas profissionais na formação ministrada no CENFIM distribuída pela formação de jovens e adultos Destacando as diferentes áreas da Metalurgia e Metalomecânica, e a percentagem de formandos por subárea, desta área profissional, registam-se as percentagens demonstradas no gráfico

45 25% 21,3% 20% 18,0% 18,1% 15% 10% 10,7% 10,7% 3,0% 8,9% 5% 0% Fabricação Mecânica Outras 4,5% Projeto/ Desenho/ Fabrico Assistido 4,1% Fabricação de Produtos Metálicos 0,8% Soldadura Adultos Jovens Fonte: Controlo de Execução da Atividade 4º trimestre 2013 DF Gráfico 12 Representatividade da percentagem de formandos, Jovens e Adultos, nas subáreas da Metalurgia e Metalomecânica O quadro 8 mostra os indicadores mais relevantes do Processo Produção. Quadro 8 Indicadores do Processo Produção 2013 Indicador Meta Valor Apurado Absentismo dos Formandos 6% 7,3% Desistências 5% 7,0% Sucesso Formativo 87% 87,0% Envolvimento das U.O. em projetos 100% 133,0% Bolsa de Ideias 100% 88,0% Receitas Serviços Complementares 105% 17,3% Receitas Próprias 105% 84,2% Subvenção de Projetos Comunitários 105% 79,4% Projetos (realização) 105% 81,0% Avaliação final dos Projetos (Internos, PIC e SC) 80% 90,0% 45

46 46 Relatório de Sustentabilidade

47 O Sistema de Gestão O Sistema de Gestão do CENFIM tem os seguintes pressupostos: Ser o menos burocrático possível, facilitando a atividade de todos (as) os (as) colaboradores (as), optando, sempre que possível, pela utilização da rede informática interna de que o CENFIM dispõe; Ser gerador de soluções; Garantir o cumprimento das regras e a prática definida na documentação implementada, apoiando-se no princípio da corresponsabilização de todos (as) os (as) colaboradores (as); Ter como base, uma organização que garanta uma informação adequada e facilmente disponível, sempre que necessária, através da Gestão de Processos assegurados e representados na Intranet do CENFIM. A abordagem do Sistema de Gestão é realizada através de processos, definidos segundo a figura: Figura 1 Os processo do Sistema de Gestão do CENFIM Os processos demonstrados na Figura 1 definem-se em três níveis: I ESTRATÉGICOS onde se enquadra o processo Política e Planeamento Estratégico. II OPERACIONAIS, com três subdivisões, os de Análise com os Processos Diagnóstico/Marketing e Avaliação, os de Planeamento e Desenvolvimento, com os Processos de Conceção e Planeamento e Controlo da atividade e os de Produção com o Processo Produção. 47

48 III SUPORTE, do qual fazem parte os Processos: Qualidade Ambiente e Segurança, Sistemas de Informação, Recursos Humanos, Logística e Administrativo e Financeiro. Em resumo, estes processos baseiam-se num ciclo de melhoria que se traduz na metodologia percetível na figura 2. Figura 2 A metodologia de envolvimento dos processos do CENFIM Uma avaliação diagnóstica das necessidades do mercado, em formação, o Levantamento de Necessidades de Formação, e linhas gerais dos outorgantes; Pelo Marketing, que tenta cativar as empresas, os trabalhadores e os jovens; A Conceção das Ações de Formação, estejam ou não no CNQ; O Planeamento e Controlo da Atividade A Produção (Animação da Formação, RVCC e Projetos) A consequente Avaliação, que emerge para o Diagnóstico e Marketing, corrigindo a sua atuação. Estes Processos da Cadeia de Valor Produtivo recebem a adequada estratégia do Processo de Política e Planeamento Estratégico, e o apoio dos Processos Qualidade, Ambiente e Segurança, Administrativo e Financeiro, Sistemas de Informação, Logística e Recursos Humanos. Imagem 9 48

49 Para a monitorização e verificação do bom funcionamento de todo este sistema, em 2013, foram realizadas: 11 Auditorias Internas de 1ª parte 2 Auditorias Interna de 2ª Parte 1 Auditoria Externa (3ª Parte) pela entidade certificadora 1 Auditoria da ANQEP No domínio exclusivamente financeiro o CENFIM teve ainda: 14 Verificações complementares (não presenciais) do POPH 4 da Revisão Oficial de Contas 1 Auditoria Externa presencial Comissão Europeia ao sistema: Para além das Auditorias realizaram-se as seguintes reuniões de apoio e monitorização Quadro 9 Reuniões de apoio e monitorização do SG do CENFIM Atividade Número de ocorrências Fórum do Sistema de Gestão 5 Reunião de Monitorização 7 Reunião de Revisão do Sistema 1 Reunião da Comissão de Segurança e Saúde 2 Reunião com Médicos do Trabalho 1 Reunião de Apoio às U.O. no âmbito do DQASO 65 Sessões de Formação no âmbito do DQASO 3 Fonte: Controlo de Objetivos e Indicadores 4º trimestre 2013 DQASO Seja das Auditorias ou das Reuniões, ou apresentadas por qualquer pessoa/entidade que tenha contacto com o CENFIM, em 2013, registaram-se 367 constatações, que levaram à abertura de fichas de constatação para que o assunto fosse tratado e registado como uma ação de correção, prevenção ou melhoria para a atividade do CENFIM. As constatações referidas estão distribuídas segundo o apresentado no gráfico

50 Qualidade (ISO 9001) Ambiente (ISO 14001) Segurança e Saúde (OHSAS 18001/NP 4397) Recursos Humanos (NP 4427) Fonte: Controlo de Objetivos e Indicadores 4º trimestre 2013 DQASO Gráfico 13 Distribuição das constatações pelos referenciais normativos do CENFIM De todas as fichas de constatação que foram abertas no ano de 2013, 12,7% foram fechadas sem eficácia da(s) ação(ões) implementada(s), facto que origina a abertura de uma nova ficha de constatação. Destas fichas de constatação fazem parte algumas abertas no final de 2013, outras já no início de 2014 e que aqui não estão contabilizadas, referentes à Avaliação da Conformidade Legal. Esta verificação é, sem dúvida, uma obrigação do CENFIM. Verificar todos os requisitos legais que são aplicáveis ao CENFIM e à sua atividade, em todos os estabelecimentos do CENFIM é uma tarefa exaustiva que é levada a efeito todos os anos. Estas verificações são divididas em sete temas: Administrativo e Financeiro Ambiente Informática Produto Recursos Humanos Responsabilidade Social Segurança e Saúde 50

51 Para cada tema existe um impresso, como o exemplificado na figura 3, onde são evidenciadas as verificações realizadas. Figura 3 Exemplo de preenchimento dos requisitos aplicáveis ao CENFIM A elaboração de cada uma das listagens, referentes aos temas existentes, é alimentada através de uma base de dados de legislação própria. O CENFIM possui uma base de dados, criada pela Assessoria de Sistemas de Informação (ASI) e disponível na página da intranet do CENFIM a todos os colaboradores, onde constam todos os diplomas legais que são aplicáveis ao CENFIM, ou são de interesse informativo. Esta base é regularmente atualizada através da verificação diária da legislação nacional Diário da República e Diário da Assembleia da República e comunitária Jornal Oficial da União Europeia e da verificação semanal do Conselho de Ministros, da Direção-Geral de Saúde e do Boletim do Trabalho e Emprego; A inclusão de novos documentos na base de dados é comunicada a todos os responsáveis das U.O. quinzenalmente, sendo que nessa verificação também se incluem documentos de interesse de caráter regulamentar, como o caso do IEFP e da ANQEP, mas também informativo como: QREN, Boletim informativo das sessões plenárias do Parlamento Europeu, ONU, OMS, UNESCO e OIT. 51

52 Derivado da atividade de cooperação do CENFIM com instituições de Angola e Moçambique, também se encontram nessa base de dados os diplomas com interesse para a atividade aí exercida pelo CENFIM, desses dois países. Para cada um dos temas em que se divide a avaliação da conformidade legal e de acordo com as verificações que são efetuadas localmente, quando necessário, são abertas fichas de constatação, para que possam ser tratados os problemas verificados. Em 2013, no âmbito da verificação da conformidade legal foram efetuadas: 16 verificações 105 Entrevistas a Colaboradores Internos e Externos 35 Entrevistas a Formandos No gráfico 14 mostram-se as fichas levantadas nos últimos três anos, por temas Ambiente Administrativo e Financeiro Informática e Proteção de dados Produto Recursos Humanos Segurança e Saúde Responsabilidade Social temas: Gráfico 14 Fichas de constatação associadas à Avaliação da Conformidade Legal, Relativamente a reclamações foram apresentadas 15, distribuídas pelos seguintes 5 de reclamação/informação sobre a sua frequência/faltas no curso/conteúdos 2 relacionadas com a receção de inquérito de satisfação ao cliente/inquérito de Acidentes de Trabalho. 2 por motivo de pagamento de Bolsas de Formação 52

53 2 de insatisfação da ação frequentada 1 por não recebimento de subsídios 1 de um fornecedor que não foi consultado pelo CENFIM 1 relacionada com o atendimento telefónico 1 relativa às instalações de um Núcleo Para além das Constatações e Reclamações, o CENFIM promove, junto de todos os seus partes interessadas a apresentação de Propostas de Melhoria. O seguimento dessas propostas encontra-se como o demonstrado no gráfico Implementadas 1 7 Aguarda Verificação da Eficácia 5 19 Em desenvolvimento 10 7 Convertidas 0 0 Análise/ Decisão/ Revisão 15 1 Canceladas 5 12 Anuladas Fonte: Controlo de Objetivos e Indicadores 4º trimestre 2013 DQASO Gráfico 15 Propostas de melhoria apresentadas ao CENFIM e seu tratamento nos últimos três anos. Com vista à monitorização daquele que é o desenrolar das ações de Melhoria Contínua do CENFIM, existem alguns indicadores associados ao Processo QAS Qualidade, Ambiente e Segurança, e que estão descritos no quadro seguinte. Quadro 10 Indicadores de Melhoria Contínua no Processo Qualidade, Ambiente e Segurança Indicador Melhoria Contínua Fichas de Constatação com Eficácia 87,7% 96,54% 93,71 % Melhoria Contínua Propostas de Melhoria com Eficácia 82,4% 100,00% 100,00 % Melhoria Contínua Reclamações 100,0% 100,00% 100,00 % 53

54 54 Relatório de Sustentabilidade

55 O Governo do CENFIM O CENFIM é um organismo dotado de personalidade jurídica de direito público sem fins lucrativos, com autonomia administrativa e financeira e património próprio, cujo estatuto foi homologado pela da Portaria nº 529/87 do Ministério do Trabalho e Segurança Social, publicado no Diário da República, I Série nº 145 de 27 de Junho de 1987, e está abrangido pelo disposto no Decreto-Lei nº 165/85, de 16 de maio, que define o regime jurídico dos apoios técnico-financeiros por parte do IEFP à formação profissional em cooperação com outras entidades. Pela revisão da Lei do Enquadramento Orçamental, o CENFIM viu o seu estatuto alterado, adquirindo o estatuto de Entidade Pública Reclassificada (EPR), no âmbito do Orçamento do Estado. Nestes termos, a Lei n.º 52/2011, de 13 de outubro, que altera a Lei n.º 91/2001, de 20 de agosto, usualmente denominada Lei de Enquadramento Orçamental, veio definir que são Entidades Públicas Reclassificadas as que independentemente da sua natureza e forma tenham sido incluídas no âmbito do Sistema Europeu de Contas Nacionais e Regionais, como é o caso do CENFIM enquanto Centro de Formação Profissional de Gestão Participada. 2.9 No sentido de dar cumprimento às novas exigências da Lei de Enquadramento Orçamental, a Direção-Geral do Orçamento emitiu uma circular (Circular Série A n.º1367, de 1 de agosto de 2011) definindo instruções para a preparação dos projetos de orçamento para 2012, das EPR. Assim, o CENFIM enquanto EPR passou a estar integrado no Orçamento do Estado e deste modo sujeito a um conjunto de regras e procedimentos que disciplinam a sua elaboração e execução. Da estrutura de governação do CENFIM, fazem parte: 4.1 Estas instituições repartem as suas funções pelos órgãos de governação, da seguinte forma: Conselho de Administração 6 elementos, dois de cada outorgante - 2 do IEFP, 2 da ANEME e 2 da AIMMAP - que têm poderes de Administração sendo nomeados e exonerados pelo Ministro da Economia e Emprego sob proposta de cada outorgante. 4.2 e

56 Diretor tem como função a Gestão do CENFIM, é superior hierárquico de todos os colaboradores do CENFIM e é proposto pelas entidades parceiras, após audição do Conselho de Administração, sendo nomeado e exonerado pelo Ministro da Economia e Emprego. É o único elemento da estrutura governativa do CENFIM que é membro executivo. Conselho Técnico-Pedagógico composto pelo Diretor mais um representante de cada outorgante. O Conselho apresenta mandatos de três anos renováveis e são nomeados e exonerados por despacho do Ministro da Economia e Emprego. Sendo um órgão consultivo compete-lhe pronunciar-se sobre os planos e programas dos cursos a ser ministrados pelo CENFIM, bem como elaborar estudos, pareceres e relatórios sobre as atividades do CENFIM, quer por iniciativa própria quer por ordem do Conselho de Administração. Comissão de Fiscalização organizado por um membro de cada um dos outorgantes, sendo o seu presidente o representante do IEFP. Os membros são eleitos por três anos, nomeados e exonerados pelo Ministro da Economia e Emprego, por proposta de cada um dos outorgantes. As nomeações dos membros dos órgãos de governação do CENFIM são realizadas através de publicação de despacho no Diário da República. Em seguida referem-se cronologicamente as nomeações das pessoas atualmente em funções: Diário da República II Série, de 16/05/1997, Despacho n.º 522/97, sob proposta conjunta dos outorgantes do protocolo do CENFIM, ouvido o Conselho de Administração do CENFIM: Manuel Pinheiro Grilo Diretor do CENFIM LA13 No ano de 2000, por Despacho de Delegação de Competências n.º 23315/99, de 30 de Novembro, pelo Secretário de Estado do Emprego e Formação: Diário da República II Série, de 10/01/2000, Despacho n.º 686/2000, sob proposta do IEFP Instituto do Emprego e Formação Profissional: Madalena Maria David Pinto Presidente Comissão Fiscalização Diário da República II Série, de 14/09/2000, Despacho n.º 18642/2000, sob proposta da ANEME Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Eletromecânicas, presente pela Comissão Executiva do IEFP Instituto do Emprego e Formação Profissional: João Romão Alves Chedas Fernandes Vogal do Conselho de Administração 56

57 No ano de 2001, por Despacho n.º /2001, de 22 de Novembro de 2001, pelo Secretário de Estado do Trabalho e Formação: Diário da República II Série, de 22/11/2001, Despacho n.º 23770/2001, sob proposta da ANEME Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas Eletromecânicas, presente pela Comissão Executiva do IEFP Instituto do Emprego e Formação Profissional: João Fernando Elias Veloso Vogal do Conselho de Administração No ano de 2006, por Despacho nº9509/2006, de 5 de abril de 2006, do Secretário de Estado do Trabalho e da Formação Profissional: Diário da República II Série, nº 83 de 28/04/2006, Despacho nº9509/2006, sob proposta da do IEFP Instituto do Emprego e Formação Profissional: José Luís Barroso Azevedo Vogal do Conselho Técnico-Pedagógico No ano de 2011, por Despacho nº14389/2011, de 14 de Outubro de 2011, do Secretário de Estado do Trabalho: Diário da República II Série, nº 204 de 24/10/2011, Despacho nº 14389/2011, sob proposta da AIMMAP Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal e do IEFP Instituto do Emprego e Formação Profissional: Fernando Manuel Fernandes de Sousa Vogal do Conselho de Administração Manuel Augusto Ferreira Braga Lino Vogal do Conselho de Administração Susana Maria Azevedo Alvarez Pombo Vogal da Comissão de Fiscalização Manuel Pedro Tomé de Aguiar Quintas Vogal do Conselho Técnico-Pedagógico Por Despacho interno do SEEFP, de 21 de Março de 2011, é nomeada para o cargo de Vogal do Conselho de Administração, em representação do IEFP: Felicidade de Jesus Agostinho. No ano de 2012, por Despacho nº13083/2012, de 25 de setembro de 2012, do Secretário de Estado do Emprego: Diário da República II Série, nº 193 de 4/10/2012, é nomeado, em representação da ANEME: João Manuel Parente Simões dos Reis Vogal do Conselho Técnico-Pedagógico Maria Luís Ferreira Lopes Vieira Correia Vogal da Comissão de Fiscalização 57

58 4.4 Os membros do Conselho de Administração do CENFIM não são membros executivos do CENFIM. Assim, não é possível encontrar uma relação entre a remuneração dos membros do Conselho de Administração e o desempenho do CENFIM, dado que estes apenas recebem senhas de presença quando presentes em reuniões do Conselho. 4.5 e 4.7 Não existem processos de qualificação, estando definidas competências na Portaria n.º 529/87, de 27 de junho, não é realizada qualquer avaliação de desempenho dos membros do Conselho de Administração, já que, a sua nomeação é produzida ao mais alto nível institucional, pelo Ministro que tutela o CENFIM e a sua atividade, cabendo a este a avaliação dos seus nomeados Ao nível executivo, o Diretor do CENFIM, em funções desde 16 de maio de 1997, é remunerado segundo indicações do Conselho de Administração, sendo as suas competências definidas na Portaria referida, e a nomeação reporta ao ministro da tutela, tendo em consideração as propostas dos outorgantes. Imagem 10 58

59 A estrutura orgânica Em 2013 o organigrama geral do CENFIM foi alterado uma vez, devido à saída do Diretor do Núcleo de Lisboa, que foi substituído. Toda a estrutura está representada na figura Figura 4 Organigrama do CENFIM a 31 de dezembro de 2013 Uma das estruturas que permite a monitorização e melhoria contínua do Sistema Integrado de Gestão do CENFIM é o Fórum do Sistema de Gestão. Este é composto pelo Diretor, pelo Diretor do DQASO, os Animadores dos Processos, os Diretores/Coordenadores das U.O. e os membros do Conselho Técnico-Pedagógico. Nas reuniões do Fórum do Sistema de Gestão devem analisar-se os objetivos, Indicadores e Propostas de Melhoria, tendo em consideração a preparação do Plano de Atividades para o ano seguinte e analisa os constrangimentos, assim como a necessidade de recursos humanos, tecnológicos ou materiais, propondo melhorias ao Produto e/ou Sistema de Gestão. Também nestas reuniões é importante ter em consideração o desempenho do CENFIM, através dos Processos, Auditorias/ Inspeções Internas e Externas, as propostas da 59

60 Comissão de Segurança e Higiene e Saúde e Comissão de Ética, a legislação considerada mais importante e os pontos de vista das partes interessadas. figura 5. O CENFIM conta também com a Comissão de Ética, cujo organigrama se apresenta na Figura 5 Organigrama da Comissão de Ética do CENFIM Esta comissão, segundo o definido no Manual do Sistema de Gestão do CENFIM é: a entidade responsável pelo esclarecimento de dúvidas que se coloquem a propósito das matérias objeto do código de ética, por monitorizar o seu cumprimento e aconselhar na solução de quaisquer questões relacionadas com o seu incumprimento. Os Membros da Comissão de Ética são eleitos por sufrágio direto entre os Colaboradores internos do CENFIM de cada categoria profissional e nos termos do Regulamento Eleitoral da Comissão de Ética, publicado a nível nacional. 4.8 e 4.9 Toda a estrutura orgânica do CENFIM está assente e é controlada pelo Conselho de Administração do CENFIM, pela existência de códigos de ética e de conduta, com maior ou menor expressão formal, que passam, por exemplo, pelos seguintes documentos: As diretivas governamentais portuguesas, através do Ministério da Economia e Emprego, da Secretaria de Estado do Emprego e do Instituto do Emprego e Formação Profissional As diretivas das duas associações fundadoras, a AIMMAP e ANEME O Código de Ética do CENFIM O Estado da Arte do CENFIM

61 Os Relatórios de Levantamento de Necessidades de Formação, quer os pontuais, que o estratégico, realizado bianualmente às empresas do setor ou que contenham profissões dele Os Relatórios de Controlo da Atividade e de Controlo de Objetivos e Indicadores, produzidos trimestralmente; Os Relatórios do Após Venda (Cursos e Ações) e Sugestões de Melhoria e outros consubstanciados na análise da concorrência, no ambiente, na segurança e saúde e nos recursos humanos O Relatório Anual de Atividades e Contas e o Relatório de Sustentabilidade Os Fóruns do Sistema de Gestão, as Reuniões de Monitorização e as Reuniões de Revisão do Sistema Os Relatórios das Auditorias e Inspeções Internos e Externos As Fichas de Constatação, as Reclamações e as Propostas de Melhoria. Imagem 11 61

62 62 Relatório de Sustentabilidade

63 DESEMPENHO DO CENFIM 63

64 Imagem 12 Desenvolvimento Sustentável O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e econômico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais. Relatório Bruntland,

65 DESEMPENHO ECONÓMICO O CENFIM apresenta algumas obrigações e características de gestão económica diferentes daquelas que se encontram em organizações privadas em geral. Tendo em consideração as características próprias da organização e os indicadores mínimos que são solicitadas pela GRI, são apresentados nas próximas páginas Seguidamente traduzem-se os indicadores mais relevantes e, sempre que possível, aqueles que estão de acordo com o Protocolo GRI. Desempenho Económico O orçamento do CENFIM está definido no Orçamento do Estado, pelo que grande parte das receitas são provindas dele, derivadas do estatuto e da missão do CENFIM. Em termos globais aquilo que o CENFIM recebe provém do IEFP, para despesas de funcionamento (Quadro 10 Recebido do IEFP) e para investimento em equipamento (Quadro 10 Receitas de Investimentos). Também no âmbito dos apoios financeiros o CENFIM recebeu ,77 referentes a Projetos de Iniciativa Comunitária, estando este valor inserido no global das Outras Receitas Cobradas. EC 4 Quadro 11 Os Valores Económicos do CENFIM Valor económico direto gerado EC 1 Receitas próprias (faturadas) , , ,71 Receitas de Investimentos , , ,88 Recebido do IEFP , , ,48 Outras Receitas (cobradas) , , ,67 Valor económico distribuído Custos operacionais , , ,44 Salários e benefícios de empregados , , ,95 Remunerações dos órgãos sociais , , ,04 Investimentos em Equipamentos , , ,90 Investimentos em Edifícios e Obras 0,00 0, ,58 Em sentido contrário, o CENFIM contribui para o Regime Geral da Segurança Social, de modo a garantir aos seus colaboradores o acesso às regalias inerentes a este sistema como EC 3 65

66 sejam as Pensões, os Subsídios de Doença, de Parentalidade e de Desemprego, que em 2013 representou ,35. EC 2 Os principais riscos e oportunidades devido às alterações climáticas e as ações que o CENFIM tem vindo a tomar estão sobretudo descritos no desempenho ambiental, dado que muitas das encaixam nos indicadores GRI aí solicitados. Em termos de implicações financeiras existem dois lados: se o CENFIM necessita de fazer investimentos que possam melhorar o seu desempenho ambiental implicando gastos, por outro lado essas mesmas ações auxiliam o CENFIM a poupar. Esta poupança encontra-se nos gastos diretos como a água e energia, por exemplo, assim como noutros indiretos e que afetam não só o ambiente mas também as pessoas que frequentam ou trabalham no CENFIM, como sejam os investimentos de melhoria da Qualidade do Ar Interior e para efeitos de Cerificação Energética benefício para a eficiência energética dos edifícios e para a saúde das pessoas. Imagem 13 Em 2013 foi terminado o processo de Certificação Energética dos Edifícios do CENFIM, todos com o Certificado de Desempenho Energético e da Qualidade do Ar Interior, à exceção dos Núcleos de Santarém e Arcos de Valdevez por se encontrarem em instalações partilhadas com o IEFP e Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, respetivamente e estarem em processo de negociação para a sua efetivação. Também o Núcleo de Peniche que se encontra sem atividade e o Núcleo de Sines que se aguarda a mudança de instalações. Neste processo e só em 2013 foram gastos ,65. 66

67 Importa agora referir outros indicadores relevantes, de monitorização periódica, pelas implicações que têm na natureza do CENFIM e no seu enquadramento. Quadro 12 Indicadores de Desempenho Económico Administrativo e Financeiro Indicador Meta Valor Apurado Custo Hora / Ação 70 62,3 Custo Hora / Formando 5,5 4,5 Execução das Receitas das Inscrições 100 % 81,6 % Execução do Orçamento de Equipamento 100 % 100,0 % Execução do Orçamento de Funcionamento 100 % 96,8 % Execução do Orçamento de Obras 100 % --- Empresas Consultadas Ajustes Diretos 80 % 51,5 % Recebimentos 90 % 76,6 % Os indicadores de execução de Receitas das Inscrições e do Orçamento de Funcionamento são aqueles que materializam os custos inerentes à atividade do CENFIM. Nestes tem-se sempre como meta a totalidade do seu uso (100%) o que seria a tradução de uma execução total da atividade planeada. Já desde 2012 que o CENFIM não dispõe de orçamento de obras, sendo os únicos investimentos inerentes ao equipamento. Presença no mercado Relativamente a indicadores puramente económicos o estatuto do CENFIM não traduz uma presença de mercado que permita ou que valide uma posição concorrencial do CENFIM. O mercado para o CENFIM são todos os clientes formandos e empresas que procurem uma oportunidade de formação que lhes permita uma garantia de empregabilidade. Mesmo em termos de presença perante o mercado de trabalho, nomeadamente para recrutamento de pessoas o estatuto do CENFIM e as suas condicionantes já regulam a sua atividade nesta matéria. A diferenciação face a outras organizações poderá ser verificada no capítulo dedicado ao Desempenho Social Práticas Laborais, pelas ações que o CENFIM executa para garantir o melhor ambiente de trabalho a todos os seus colaboradores. Relativamente ao salário mínimo praticado no CENFIM ele é 6,4% superior ao salário mínimo nacional fixado em 485 em EC 5 67

68 Apresentam-se os indicadores relevantes nesta temática. Quadro 13 Indicadores de Recursos Humanos relevantes para a Presença no Mercado Indicador Meta Valor Apurado Gastos com formação interna 1,7% 0,38% Leque salarial 6 4,9 Peso salarial das funções de chefia 20% 23,3% Remuneração média por colaborador ,6 O CENFIM está sujeito à Lei dos Compromisso e Pagamentos em Atraso (Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro). Tendo em consideração o que está estabelecido nesta Lei, e em outras em que o CENFIM se enquadre, está definido através de Instrução de Trabalho, que os Responsáveis das U.O. podem realizar compras até 1.000, sendo que nestes casos deverão escolher Fornecedores Qualificados. EC 6 Mais do que esta obrigatoriedade é aquilo que se verifica na prática. O CENFIM apresenta uma multiplicidade de fornecedores, facto inerente à sua grande dispersão geográfica. Se em casos particulares existem contratos com uma ou duas empresas que abrangem grande parte das U.O. como no caso das empresas fornecedoras de EPI ou de serviços de limpeza, é sobretudo a nível local que as U.O. fazem as suas compras. Mesmo quando as compras têm de ser realizadas pelo Departamento de Gestão Administrativa e Financeira (DGAF) e estas se referem a necessidades específicas de uma U.O., e não a nível nacional, é prática que os Fornecedores consultados sejam Locais relativamente à U.O. em questão. EC 7 Também no caso particular dos fornecedores que são Formadores tem-se em consideração a proximidade dos candidatos com a U.O. do CENFIM que irão colaborar, embora este não seja um fator eliminatório. No caso específico da estrutura de Gestão de Topo Conselho de Administração, Comissão de Fiscalização, Conselho Técnico-Pedagógico e Diretor do CENFIM não existem procedimentos estabelecidos internamente, uma vez que a sua nomeação é feita ao mais alto nível pelo Ministro da Tutela, ou por delegação do mesmo. 68

69 Impactos Económicos Os impactos económicos do CENFIM são sobretudo indiretos. EC 8 e EC9 A remuneração dos colaboradores do CENFIM, quer dos internos, que representam 140 pessoas, quer dos externos que representam mais de 600 pessoas é um impacto económico imediato na economia pelo impulsionamento do poder de compra. Também representado nas relações com os fornecedores, sobretudo locais. Mas, o principal impacto económico está ligado à génese da atividade do CENFIM. A formação que é ministrada e a qualidade da mesma, comprovada pelos inquéritos de satisfação, pela constante procura das empresas em recrutar pessoas vindas do CENFIM e pelo reconhecimento de Melhor fornecedor de Recursos Humanos de 2014, são um impulso importante e fulcral para o setor Metalúrgico e Metalomecânico, que por sua vez é um impulsionador na economia portuguesa, não só pelas pessoas que emprega e pelas famílias que dele dependem, mas também pela sua contribuição para as exportações e PIB portugueses. Também o contributo do CENFIM para a formação em Cidadania do CENFIM, que está mais bem descrita no Desempenho para a Sociedade, impulsiona os Formandos a serem cidadãos e cidadãs ativos e empreendedores na sociedade portuguesa. Imagem 14 69

70 DESEMPENHO AMBIENTAL A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas. Johann Goethe 70

71 O CENFIM é, segundo o seu estatuto, uma organização de serviços, dado que a sua atividade é a formação profissional. Porém, as sessões de formação práticas que ministra, revestem-se de uma enorme importância para a competência dos formandos que, de imediato, nas oficinas, assumem postos de trabalho semelhantes ao de qualquer oficina do setor metalúrgico e metalomecânico. Assim, algumas das oficinas do CENFIM apresentam dimensões semelhantes à de uma pequena/média empresa do setor, pelo que o Desempenho Ambiental reportado apresenta todos os indicadores referidos pela GRI, com exceção do indicador EN 27 Percentagem recuperada de produtos vendidos e respetivas embalagens, por categoria, que não é aplicável ao CENFIM, enquanto entidade Formadora. Desde há vários anos que o CENFIM dispõe de diversos mecanismos de monitorização de fatores que possam ter impacto no Ambiente. Esta preocupação é validada, também, pela certificação do Sistema de Gestão do CENFIM, Norma NP EN ISO 14001, que possui desde Esta preocupação é também traduzida na edição da Declaração Ambiental do CENFIM, elaborada segundo o Regulamento EMAS (Regulamento (CE) n.º 1221/2009, de 25 de novembro) e distribuída na página da internet do CENFIM desde Figura 6 Capa da Declaração Ambiental do CENFIM 2013 CENFIM - ACM Pedro Oliveira 71

72 Ao longo do ano são monitorizados indicadores de performance ambiental, no âmbito do Sistema de Gestão do CENFIM e de acordo com os aspetos ambientais significativos identificados. Os aspetos ambientais decorrentes da atividade são avaliados tendo em consideração: a utilização dos recursos água, ar, solo, emissão de ruído, produção de resíduos sólidos, efluentes gasosos e a energia entre outros. Esta avaliação é realizada quer os aspetos sejam diretos (o CENFIM controla) ou indiretos (o CENFIM pode influenciar). Nestes aspetos, e de acordo com o que é definido na NP EN ISO 14001, Norma de Sistemas de Gestão Ambiental, também são definidos os aspetos que se relacionam com a resposta à emergência (incêndios e derrames de óleos). Os aspetos significativos são apreciados pelo menos em períodos de três anos, em cada estabelecimento. A partir do levantamento individual é elaborado um documento geral onde se elencam os aspetos ambientais significativos gerais. São revistos quando necessário, nomeadamente quando ocorrem alterações de atividade ou manutenção. Os aspetos ambientais significativos foram avaliados pela última vez, em todos os estabelecimentos, em 2011, sendo revistos em 2012 devido a manutenções efetuadas nas U.O. Amarante, Arcos de Valdevez, Caldas da Rainha, Ermesinde, Lisboa, Marinha Grande, Oliveira de Azeméis, Porto e Trofa. Imagem 15 Em termos ambientais as manutenções tiveram alguma importância nas U.O. respetivas, sendo que não resultou em alterações nos aspetos ambientais significativos do CENFIM, em geral. em A próxima revisão de aspetos ambientais associados à atividade do CENFIM decorrerá Os aspetos ambientais significativos, elaborados em 2011 e que não sofreram alterações com as intervenções que decorreram em diferentes U.O., estão disponíveis no quadro

73 Algumas das medidas aí descritas, como o controlo dos consumos de água e energia, o controlo de fugas de água e o controlo das inspeções de ar condicionado carecem de monitorização, usualmente trimestral ou semestral, e têm vindo a ser regularmente efetuadas. Quadro 14 Listagem dos Aspetos Ambientais Significativos do CENFIM Aspeto Ambiental Significância Descrição das Medidas Ruído Emissões Gasosas Consumo de Energia Ruído Inspeção de Ar Condicionado / Emissão de CFC / HCFC Óleos usados / derrame de Óleos Consumo de Água triénio, como: (16) IMPORTANTE (16) SIGNIFICANTE (12) SIGNIFICANTE (12) SIGNIFICANTE (12) SIGNIFICANTE (8) SIGNIFICANTE (8) SIGNIFICANTE 1- Resolução do ponto de Ruido excedente na MG 2- Avaliação de Ruído Ambiental ao ponto onde não é cumprida a legislação 3- Levantamento de ações corretivas proveniente da Avaliação de Ruído Ambiental 1- Construção de chaminé nos Núcleos que ainda não possuem, pelo CENFIM ou donos das instalações 2- Caraterizações das Efluentes Gasosos, nas fontes 3- Comunicação dos resultados das emissões à CCDR 4- Levantamento de ações corretivas proveniente da monitorização das emissões gasosas 5- Solicitação à CCDR do alargamento do prazo de medição das Emissões Gasosas para três anos 1- Elaborar cartaz para sensibilização à diminuição do consumo de energia e possíveis energias alternativas 2- Controlo Trimestral do Consumo de Energia 3-Levantamento de ações corretivas proveniente do consumo de energia; 4- Realização de Auditorias de acordo com o Plano de Certificação Energética 1- Avaliação de Ruído Ambiental 2- Levantamento de ações corretivas proveniente da Avaliação de Ruido Ambiental 1- Inserção dos aparelhos de Ar Condicionado, novos, no Contrato de Manutenção Preventiva, para que se proceda às respetivas manutenções trimestrais e Semestrais 2- Atualização do IMP QAS Controlo dos Aparelhos com gases de Refrigeração 3- Elaboração de Plano para prevenção e redução as emissões de gases fluorados com efeito de estufa 4- Controlo das Fichas de Intervenção e respetivos Certificados dos Técnicos 1- Colocação de bacias de retenção nos Núcleos em falta 2- Colocação das Plantas definitivas de Segregação de Resíduos 1- Sensibilização (através de cartazes/autocolantes/textos) para a diminuição do consumo de água 2- Controlo Trimestral do Consumo de água e consequente levantamento de ações corretivas 3- Monitorização mensal da captação de água subterrânea no Núcleo da Trofa 4- Monitorização semestral das fugas de água nas U.O. de ER, TR, MG, TV, PE, CR e SEDE (a contagem depende do CENFIM) Fonte: Declaração Ambiental do CENFIM 2013 DQASO Algumas das medidas descritas no quadro 14 têm vindo já a ser implementadas neste 73

74 Construção da chaminé de Arcos de Valdevez. Estão em falta as de Peniche (sem atividade) e Santarém (em fase de projeto). Relativamente à chaminé de Arcos de Valdevez foram caraterizados os efluentes gasosos e comunicados os resultados à CCDR, não tendo sido necessárias ações corretivas. Dessa comunicação foi autorizado o prazo de três anos para a medição de emissões gasosas. Foi elaborado um cartaz para a sensibilização à diminuição do consumo de água e energia (figura 6) Foi atualizado o IMP QAS 059 Controlo de aparelhos com gases de refrigeração, estando em falta nos Contratos de Manutenção Preventiva apenas o Núcleo de Amarante, com o pedido já efetuado à empresa prestadora deste serviço Todos os Núcleos dispõem de bacias de retenção, embora com residuais faltas A versão definitiva das Plantas de Segregação de Resíduos, está disponível em todos os estabelecimentos A certificação energética de todos os edifícios, com exceção daqueles onde estão inseridos os Núcleos de Peniche por se encontrar sem atividade, de Sines que prepara a mudança de instalações e os Núcleos de Arcos de Valdevez e Santarém cujos edifícios são partilhados com outras instituições, Câmara Municipal de Arcos de Valdevez e IEFP, respetivamente. Figura 7 Cartaz de sensibilização à poupança de água, energia e papel 74

75 No âmbito da monitorização dos aspetos ambientais significativos, bem como pela inserção do CENFIM em diversas comunidades e envolventes ambientais, são relevantes os indicadores apresentados no quadro 15. Quadro 15 Indicadores do Processo Qualidade, Ambiente e Segurança relevantes para o Ambiente Indicador Meta Valor Apurado Poupança de água 0,22 m 3 /formando 0,39 m 3 /formando Poupança de energia 60 kwh 63 kwh Pegada Hídrica 2,80 m 3 /pessoa 3,38 m 3 /pessoa Pegada do Carbono 265,90 ton CO 2 690,88 ton CO 2 Pegada Ecológica 2,30 % 2,64% Materiais e Energia Neste capítulo descrevem-se os materiais e a anergia utilizados no CENFIM. EN 1 Quadro 16 Tipos de materiais e quantidades utilizadas, nos últimos três anos Material Peso ou Volume Papel Reciclado 2.988,6 kg 4.629,4 kg 5.192,0 kg Não Reciclado ,1 kg 6.971,1 kg 2.369,6 kg Gasóleo 7,3 t 7,5 t 5,7 t Combustíveis Gasolina 36,0 t 37,5 t 45,1 t Petróleo 0,01 t 0,03 t 0,03 t Gás 7,12 t 5,1 t 6,4 t Produtos Propano 0,354 t 0,3 t 0,6 t Químicos Acetileno 0,39 t 0,2 t 112,2 t Metais (chapas e perfis de aço) 59,5 t 48,4 t 51,3 t Energia Elétrica ,0 kwh ,8 kwh ,5 kwh O material que é adquirido pelo CENFIM proveniente de reciclagem resume-se à aquisição de papel reciclado. Em 2013 a percentagem de utilização de papel reciclado foi de 20,4%. EN 2 Este é um indicador que tem vindo a diminuir, ou seja, o CENFIM tem utilizado menos papel reciclado, pelo menos desde 2011, onde a percentagem de utilização estava em 68,7%, e em 2012 situou-se em 39,9%. 75

76 No quadro 17 é possível visualizar os consumos de energia dos últimos três anos em unidades de energia recomendadas pela GRI, sendo a energia elétrica o único tipo de energia indireta. EN 3 e EN 4 Quadro 17 Consumos energéticos diretos e indiretos, nos últimos três anos Fonte de energia Consumo (Giga joules - GJ) Gasóleo 313,2 319,2 242,5 Gasolina 1.658,0 1726,0 2074,7 Petróleo 0,4 1,1 1,1 Gás (aquecimento) 321,1 230,1 757,8 Energia Elétrica 8.239,6 7469,6 5475,0 TOTAL ,3 9746,0 8551,1 EN 5 Pela análise do quadro 17 verifica-se que, na totalidade dos consumos de energia diretos houve um incremento de 16,3 GJ, o que poderá ser explicado pelo maior número de horas de formação que foram ministradas, dado que a sensibilização tem sido continuada, pela distribuição dos Guiões referentes à poupança de combustível e de energia (Figura 8 e 9). Figura 8 Guião para a poupança de energia 76

77 Figura 9 Guião para a eco condução Também o aumento da atividade terá contribuído para o aumento dos consumos energéticos indiretos, que aumentaram 770 GJ. Isto apesar da continuidade, em 2013, de ações que têm vindo a ser implementadas desde 2010 como as Auditorias Energéticas e Avaliações da Qualidade do Ar Interior, realizadas em todos os estabelecimentos do CENFIM, faseadamente, à exceção dos estabelecimentos já referidos. Também as alterações consequentes destas ações levam à melhoria da eficiência energética dos edifícios. Por exemplo, as mudanças de lâmpadas e luminárias ou as melhorias no isolamento dos edifícios. EN 6 e EN 7 Imagem 16 77

78 Água À semelhança do que acontece para a diminuição dos consumos energéticos, o CENFIM tem vindo a sensibilizar e a levar a efeito ações que visem a diminuição do consumo de água. Também para este tipo de consumo foi editado um guião sobre o tema. Figura 10 Guião para a poupança de água À semelhança do que já foi mencionado para o aumento dos consumos de energia verificados no ano de 2013, também o consumo de água em termos globais aumentou. Esta fator deve-se ao aumento de formandos que frequentaram o CENFIM, bem como do número de horas de formação ministrada. Note-se que o aumento de atividade não tem apenas impacto na quantidade de água ingerida, mais pessoas mais ingestão de água, mas também na utilização dos balneários, nas formações oficinais ou sessões de Educação Física. Daí que o indicador de poupança de água (quadro 15) que é apresentado em termos relativos aos formandos presentes no CENFIM, também seja maior, apesar da constante sensibilização. 78

79 Quadro 18 Consumo de água no CENFIM, nos últimos dois anos Estabelecimento 2013 (m 3 ) 2012 (m 3 ) Oliveira de Azeméis 4,37 2,55 Ermesinde 829,0 740 Trofa 2.385,1 976 Arcos de Valdevez 193,0 - Lisboa 545,0 359 Marinha Grande 298,0 307 Torres Vedras 556,0 449 Peniche 8,0 27 Sines 0,2 0,3 Caldas da Rainha 272,0 453 Sede 519,0 386 TOTAL 5.610, EN 8 Os consumos de água no CENFIM são para uso de consumo humano, ou seja, para beber, para higiene (incluindo duches) e para a preparação de alimentos, assim como para a utilização comum na limpeza dos locais. O CENFIM não reutiliza ou recicla água nem efetua EN 9, EN 10 e EN21 descargas. Também não existe afetação significativa dos recursos hídricos visto que a água provém das empresas municipais ou subcontratadas que fornecem este serviço para além de que a Pegada Hídrica do CENFIM é de 3,83 m 3 /pessoa, muito inferior à verificada no consumo médio português 61,1 m 3 /pessoa 1 O CENFIM procede à monitorização de fugas de água, semestralmente. Esta ação EN 25 permite detetar precocemente possíveis perdas ou derrames de água. Em 2013 não se verificou qualquer desvio nas medições efetuadas, ou seja, não foram detetadas quaisquer perdas de água. O escoamento de águas, nomeadamente residuais, é feito de acordo com a rede de saneamento básico disponível no território português e que, portanto, pela ação do CENFIM não afeta a biodiversidade. Esta não afetação também é válida para os derrames de óleos que ocasionalmente ocorrem nas oficinas. De facto, pela utilização normal das máquinas e pelo facto de algumas EN 23 delas serem antigas e apresentarem características diferenciadas das atualmente produzidas, podem propiciar-se condições de derrames de óleos, que contudo, são imediatamente contidos pelos formadores e formandos que são sensibilizados e treinados, em simulacro, para esta ação. 1 PORDATA

80 Biodiversidade EN 11 a EN 15 O CENFIM não tem identificado quaisquer riscos ou impactes, provenientes da sua atividade, para a biodiversidade por não estar presente em zonas classificadas como parques Naturais ou Reservas Naturais, pelo Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), ou em locais que possam afetar espécies da Lista Vermelha da IUCN ou na Lista Nacional de Conservação de Espécies. Como sensibilização para a importância da Biodiversidade o CENFIM editou, em 2013, uma série de textos sobre diversas espécies, que foram compiladas num pequeno livro distribuído na página interna do CENFIM da internet e pelos responsáveis das U.O., em papel. Figura 11 Capa do livro de textos de ambiente Biodiversidade 80

81 Emissões, Efluentes e Resíduos As emissões de gases com efeitos de estufa mais significativas no CENFIM não provêm diretamente da atividade por si, mas das utilidades que lhe estão associadas como o EN 29 combustível necessário para as deslocações de pessoas ou a energia elétrica. O cálculo dessas emissões e a diferença face ao ano de 2012 são os que a seguir se apresentam. Quadro 19 Emissões de CO 2, por fonte, em 2013 e comparação com o ano 2012 Fator de emissão Emissão (Ton CO2) Tipo de Fonte (tep) Diferença Gasóleo 3.098,20 23,2 23,6-0,4 EN 16, EN 18 e EN 19 Gasolina 2897,3 114,7 119,4-4,7 Petróleo 3068,9 0,1 0,1 0,0 Gás (aquecimento) 2683,7 20,6 14,7 5,8 Energia Elétrica 0,47 0,1 0,1 0,0 Em termos gerais ocorreu um aumento de 0,7 t de CO 2 emitidos para a atmosfera, sobretudo derivados do aumento das emissões provenientes do consumo de gás, dado que as restantes diminuíram ou mantiveram-se. Imagem 17 Para além destas emissões o CENFIM realiza a monitorização dos Efluentes Gasosos, de acordo com a legislação em vigor, sendo que, até ao momento e segundo as últimas monitorizações realizadas conclui-se que em todos os estabelecimentos são cumpridos os limiares mínimos e máximos que definem as condições de monitorização das emissões de poluentes para a atmosfera, previstas nos artigos 19.º e 20.º do Decreto - Lei n.º 78/2004, de 3 de Abril e na tabela n.º 1 da Portaria n.º 80/

82 Neste seguimento o CENFIM informou as respetivas CCDR dos resultados das monitorizações e solicitou autorização para que, ao abrigo do nº 4 do artº 19 do Decreto-Lei n.º 78/2004, de 3 de Abril de 2004, a monitorização pontual das emissões seja efetuada apenas uma vez de 3 em 3 anos, autorização que foi concedida, mesmo para a nova chaminé de Arcos de Valdevez EN 17 e EN 20 Efluentes e limites (mg/nm 3 ) O quadro 20 mostra as últimas monitorizações efetuadas, por fonte. Quadro 20 Quantidade detetada de efluentes gasosos em mg/nm 3, por ano de monitorização AV 2013 MG 2013 OA 2013 AM 2012 CO <4,1 <4,1 <4,1 6 3,8 3,8 <0,6 <0,6 <4 NOx (500) <4,1 <4,0 <4,0 5 2,2 2,2 <0,5 <0,5 <9 PTS (150) <1,8 <1,9 3,4 ± 1,0 8 5,1 21,8 13,1±0,7 4,8± 1,1 5 ± 1 COV (200) 10,1 ± 2,2 7,3 ± 2,2 8,6 ± 2, ,9 14,5 14,6±2,3 8,3± 2,3 63 ± 2 Ni (1) <6,6x10-3 <6,9x10-2 <1,2x10-2 0,02 0,007 0,011 <8,0x10-3 <1,4x10-2 <3,0x10-2 Pb (5) <6,6x10-3 <6,9x10-3 <1,2x10-2 0,0061 0,007 0,011 <8,0x10-3 <1,4x10-2 <3,0X10-2 Cr (5) <6,6x10-3 <6,9x 10-3 <1,4x ,0072 0,007 0,011 <8,0x10-3 <1,40x10-2 <3,0x10-2 Cu (5) <6,6x10-3 <6,9x10-3 <1,2x10-2 0,021 0,012 0,026 <8,0x10-3 <1,4x10-2 4,5x10-2 Fe (---) <1,3x10-2 <1,4x10-2 <2,5x10-2 4,4 0,91 0,32 <1,6x10-2 <2,8x10-2 7,6x10-2 Mn (5) <6,6x10-3 <6,9x10-3 <1,2x10-2 0,13 0,17 0,4 <8,0x10-3 <1,4x10-2 <3,0x10-2 Metais II (1) <6,6x10-3 <6,9x10-3 <1,2x10-2 0,022 0,007 0,011 <8,0x10-3 <1,4x10-3 <3,0x10-2 Metais III (5) <2,6x10-2 <2,7x10-2 <1,27x10-2 0,16 0,19 0,45 <3,20x10-2 <5,7x10-2 1,4x10-1 ER 2012 PO 2012 LX 2012 SI 2012 TR 2011 A Gestão de Resíduos no CENFIM apresenta-se como uma preocupação de forma a garantir que não resultem problemas ambientais da produção dos mesmos. As regras e princípios gerais a que deve obedecer essa gestão estão previstos na legislação nacional, através do Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, (alterado pelo Decreto-Lei n.º 73/2011, de 17 de Junho) e são as seguintes: Separação Seletiva de Resíduos (Triagem); Catalogação dos resíduos Atribuir o código de identificação do resíduo de acordo com a lista europeia de resíduos (LER); Envio dos resíduos a Entidades Licenciadas para a sua Gestão (armazenagem, valorização ou eliminação); Operações de Transporte realizadas apenas por entidades licenciadas e utilizando guias de transporte de resíduos (Modelo A); Quantificação dos resíduos produzidos; 82

83 Comunicação anual dos resíduos produzidos através do mapa integrado de registo de resíduos (MIRR) no SIRAPA /SILIAmb. A segregação dos resíduos sólidos é realizada por todos os colaboradores e formandos sendo o seu armazenamento realizado no local de segregação, tendo em consideração a natureza e o destino final do mesmo. Os resíduos gerados no CENFIM são: papel e cartão, vidro e embalagens, consumíveis de impressão, pilhas, óleos usados, emulsões, sucata, resíduos de construção e demolição, Resíduos de Equipamento Elétrico e Eletrónico, canetas e marcadores e rolhas de cortiça. Para o bom funcionamento desta segregação, estão disponíveis em todos os estabelecimentos do CENFIM, Plantas de Segregação de Resíduos. Estas plantas permitem uma maior sensibilização a todos os que frequentam as instalações, bem como uma maior facilidade para a deposição dos resíduos. Esta ação é particularmente importante na separação de resíduos húmidos ou de fácil decomposição, como os restos alimentares (quase 60%), dos resíduos secos que demoram mais tempo a serem decompostos e ocupam muito espaço. O tratamento de resíduos pode ser muito caro, mas se estes forem tratados de forma adequada, pode ser muito rentável, evitando ou minimizando a poluição dos solos e águas. Imagem 18 83

84 A figura 12 mostra um exemplo destas plantas. Figura 12 Exemplo de uma planta de segregação de resíduos Em 2013 iniciou-se a elaboração das plantas de localização dos sistemas AVAC. Este é um procedimento que se irá manter ao longo do ano de 2014, visto que o CENFIM considera importante que estes sistemas, com diversas necessidades de controlo a nível ambiental, estejam claramente identificados em todos os locais do CENFIM. Na figura 13 é possível visualizar aquela que será a estrutura destas plantas, com o exemplo do Núcleo de Lisboa. 84

85 Figura 13 Exemplo de uma planta de localização AVAC O quadro 21 mostra os resíduos produzidos no CENFIM, que são entregues a entidades devidamente acreditadas para o efeito, e que não contempla qualquer resíduo considerado perigoso nos termos da Convenção de Basileia. EN 24 85

86 EN 22 Quadro 21 Quantidade e tipos de resíduos produzidos no CENFIM RESÍDUOS Quantidade Papel e Cartão (kg) kg Plástico (Kg) 934 kg Vidro (kg) 191 kg Pilhas e Acumuladores unidades Lâmpadas fluorescentes unidades Aparas e limalhas - metais ferrosos kg Resíduos de soldadura 100 kg Discos de corte e rebarbar 85 kg Sucata metálica contaminada 3580 kg Equipamentos Elétricos e Eletrónicos fora de uso 7881 kg Canetas e marcadores unidades Cartuchos e toneres 837 unidades Lixo não separado kg Tintas e Diluentes 143 L Desperdícios Contaminados 926 kg Emulsões 2865 L Óleos Usados 360 L Pensos Higiénicos 115 kg Rolhas de cortiça 1014 unidades Vidro (máscaras soldadura) (LER ) 25 kg Embalagens metálicas e plásticas contaminadas 42 kg Produtos, Serviços e Conformidade O cumprimento de todos os requisitos legais aplicáveis, para além da obrigação como entidade responsável, permite também uma extensa atividade de mitigação dos impactos ambientais, uma vez que, neste ponto, a legislação nacional e comunitária, ao nível do tipo de organização do CENFIM, é exigente. EN 28 Derivado deste cumprimento, que tem sido confirmado pelas entidades competentes, não existiu nenhuma coima ou sanção por incumprimento de leis ou regulamentos ambientais. Mas as ações não se limitam a estas obrigações como pode ser verificado pelos indicadores e ações mencionados até este ponto. EN 26 Sendo uma entidade sobretudo que presta serviços, para além dos cumprimentos e cuidados nas áreas oficinais, uma grande parte da mitigação dos impactos ambientais passa pela sensibilização de colaboradores e formandos, assim como dos fornecedores e da 86

87 sociedade, como mostram muitas das atividades já mencionadas neste capítulo distribuição de guiões e cartazes, plantas de segregação de resíduos e contínua atividade de monitorização. quadro 22. Investimentos Os investimentos realizados no âmbito da proteção ambiental são os constantes do Quadro 22 Investimento na manutenção de um Ambiente Saudável em 2012 Fator de Monitorização ou Boa Prática Ambiental Investimento EN 30 Monitorização de Emissões Gasosas 1801,95 Monitorização do Ruído Ambiental 485,85 Recolhas de Resíduos 4.166,30 Renovação de Registo no SIRAPA 411,30 Auditoria de Acompanhamento ISO ,00 Aquisição de Bacias de Retenção 3.991,11 Auditorias de Certificação Energética e Qualidade do Ar Interior ,92 Imagem 19 87

88 Imagem 20 Nunca é tarde demais para ser aquilo que sempre se desejou ser. George Eliot 88

89 DESEMPENHO SOCIAL PRÁTICAS LABORAIS E TRABALHO CONDIGNO Colaboradores Este capítulo será dedicado às práticas laborais, que, portanto, visam sobretudo os colaboradores do CENFIM. Contudo, a maioria destas medidas não beneficiam apenas aqueles que trabalham no CENFIM, quer façam parte do quadro de pessoal quer sejam formadores e outros prestadores de serviços. São também uma preocupação para com os formandos, que se formam no CENFIM. Em 2013 não se procedeu à admissão de nenhum colaborador para o quadro de pessoal. Este facto é justificado pelas restrições impostas, que, de facto, necessita de poder contratar pessoas que aumentem a sua capacidade de resposta ao aumento da atividade que se verifica. LA 2 Em sentido contrário, terminaram a sua colaboração com o CENFIM onze pessoas, pelos seguintes motivos: 5 por reforma, 2 por iniciativa dos colaboradores 2 Por cessação do contrato 2 por cessação do Acordo de Cedência de Interesse Público Destes colaboradores sete mantinham um vínculo de contrato sem termo, dois apresentavam um contrato a termo certo e dois um Acordo de Cedência de Interesse Público. O total de Colaboradores, a 31 de dezembro de 2012, era de 140 pessoas, com regime de trabalho a tempo integral, afetos a cada uma das U.O. do CENFIM, descritas no quadro 23. Desses colaboradores, sete exerceram funções de forma regular nos projetos de cooperação com Angola e Moçambique. LA 1 Para além deste número de Colaboradores Internos, distribuídos pelas U.O. discriminadas no Quadro 23, o CENFIM contou ainda com 606 Colaboradores Externos, sendo estes Formadores, contratados em regime de Prestação de Serviços, assim como Monitores (Tutores) das diversas empresas que colaboram no Sistema de Aprendizagem em Alternância. Prestaram, ainda, serviços 92 Outros Colaboradores que se enquadraram em necessidades específicas de cada U.O. 89

90 Os números apresentados nas páginas seguintes referem-se apenas aos Colaboradores Internos, doravante designados Colaboradores, salvo quando indicado uma outra descrição. Direção e Secretariado Quadro 23 Distribuição dos Colaboradores do CENFIM, por U.O. e nível funcional Dirigentes Quadros Superiores Quadros Médios Profissionais Altamente Qualificados Profissionais Qualificados ACM 1 1 DGP DF DRH 1* 1 1 DGAF DQASO ASI 4 AOAG 1 LX Profissionais Semiqualificados TV 1* SA PE CR Profissionais Não Qualificados MG AM SI 1* 1 OA PO ER 1* TR AV 1* 1 1 Total No gráfico 15 são apresentadas as pessoas do CENFIM, por género, que totalizam 53,6% de Homens e 46,4% Mulheres. Esta divisão é puramente estatística, uma vez que, no LA 14 CENFIM, não existe qualquer tipo de discriminação entre homens e mulheres. A atribuição de remunerações é realizada segundo a Categoria Profissional que os Colaboradores ocupam, independentemente do seu género, idade ou qualquer outro parâmetro. 90

91 Dirigentes Quadros Superiores Quadros Médios Profissionais Altamente Qualificados Profissionais Qualificados 5 Profissionais Semi- Qualificados Homens Mulheres 2 Profissionais Não qualificados Gráfico 16 Distribuição, por género dos níveis funcionais do CENFIM Faixa etária 18 a 24 anos Quadro 24 Distribuição dos Colaboradores do CENFIM, por U.O. e nível funcional Dirigentes Quadros Superiores Quadros Médios Profissionais Altamente Qualificados 25 a 29 anos 1 Profissionais Qualificados 30 a 34 anos a 39 anos a 44 anos a 49 anos Profissionais Semiqualificados 50 a 54 anos Profissionais Não Qualificados 55 a 59 anos a 64 anos > 64 anos 1 1 Os Colaboradores do CENFIM não estão abrangidos por contratos coletivos de trabalho, contudo, em alguns aspetos aplica o Contrato Coletivo de Trabalho do Setor Metalúrgico e Metalomecânico, nomeadamente no que diz respeito ao pagamento do Subsídio de Refeição. No entanto, o CENFIM cumpre as obrigações e garante os direitos dos Colaboradores, de acordo com a legislação em vigor. LA 4 O CENFIM está obrigado a cumprir o estipulado no Orçamento de Estado, no âmbito Administrativo e Financeiro, sendo que, nas restantes áreas cumpre o que está estabelecido no Código do Trabalho. 91

92 LA 5 Particularmente, quando existam alterações operacionais, a notificação prévia é realizada tendo em consideração o tempo necessário para a adaptação do colaborador e, se aplicável, a legislação em vigor. LA 3 Todos os Colaboradores, para além da remuneração e benefícios que fazem parte da legislação pela qual o CENFIM se rege, como seja o vencimento, subsídio de refeição, pagamento do IRS e a contribuição para o Regime Geral da Segurança Social, possuem um Seguro de Saúde. Os Colaboradores dispõem de serviço de medicina no trabalho, que coloca, em média, duas horas por semana um médico do trabalho em cada U.O., para além da contratação dos serviços de um técnico de saúde para a realização de exames médicos com aparelho próprios do CENFIM. Destes serviços contabilizaram-se: 124 Exames Periódicos 602 Exames Ocasionais 36 Visitas aos Locais de Trabalho 122 Espirometrias e Audiometrias 123 Rastreios Visuais 125 Eletrocardiogramas 92 Exames Complementares de Diagnóstico. Para a estratégia e atividade do CENFIM são também monitorizados outros indicadores, que se apresentam no Quadro 25. Quadro 25 Indicadores do Processo Recursos Humanos Indicador Meta Valor Apurado Antiguidade Avaliação de Desempenho 3,8 Pontos 3,9 Gastos com Formação Interna 1,7 % 0,38 % Habilitações Literárias - Ensino Básico (9º ano) 5 % 9,1 % Habilitações Literárias - Ensino Secundário 40 % 38,0 % Habilitações Literárias - Ensino Superior (1º Ciclo) 45 % 48,6 % Habilitações Literárias - Ensino Superior (Pós-Graduações/Mestrados/Doutoramentos) 10 % 4,3 % Idade Média Taxa de Absentismo 1,5 % 1,6 % Taxa de Rotação de Colaboradores 5 % 3,6 % Taxa de Trabalho Suplementar 2,5 % 6,9 % Formação de Técnicos Especialistas + Técnicos de Formação 100 % 35,9 % 92

93 Destaque para as habilitações literárias dos Colaboradores, que se encontram ao nível do Ensino Superior em cerca de 50% das pessoas, assim como para os valores residuais de absentismo e de rotação de colaboradores. À semelhança do que já se havia verificado no ano de 2012, também em 2013 a antiguidade e a idade média dos Colaboradores mantiveram-se acima das metas estabelecidas, por força das restrições ao nível da contratação de pessoas que não permitiram mais admissões, tendo-se registado onze saídas e nenhuma entrada, o que impossibilita um rejuvenescimento do quadro de pessoal. Em termos de parentalidade são cumpridos todos os requisitos estipulados na legislação nacional sendo que são, também, tomados especiais cuidados com as grávidas enquanto trabalham no CENFIM. Nomeadamente é realizada uma apreciação de riscos específica para essa condição e tendo em consideração o posto de trabalho e funções da futura mãe. LA 15 Em 2013 uma colaboradora do CENFIM foi mãe, tendo a mesma já retornado ao trabalho após o gozo da licença de parentalidade, o que coloca em 100% a taxa de retorno. A taxa de retenção é, também, de 100%, dado que em 2012 duas mulheres e um homem tiveram direito a esta licença, tendo retornado logo de seguida ao trabalho e mantendo-se no CENFIM um ano após o gozo dessa licença. Imagem 21 93

94 Segurança e Saúde no Trabalho Esta temática é uma das que, apesar de estar englobada nas práticas laborais, é, sem dúvida, abrangente aos formandos, visitantes e colaboradores externos. LA 9 Quer para levar à estrutura governativa do CENFIM as matérias de preocupação dos Colaboradores, quer para servir de meio de informação para os colaboradores sobre os diversos temas relacionados com a Segurança e Saúde, existe a Comissão de Segurança e Saúde, não existindo, até ao momento, acordos sindicais para este efeito, pois a maioria dos Colaboradores não estão inscritos em estruturas deste tipo. A Comissão de Segurança e Saúde é composta por seis membros (três efetivos e três LA 6 suplentes) que foram eleitos pelos Colaboradores em setembro de 2011, sendo o seu mandato válido por três anos, conforme a legislação em vigor. Os seis membros eleitos totalizam 4,0% do universo de Colaboradores, que representam a 100% os colaboradores do CENFIM. Figura 14 Composição da Comissão de Segurança e Saúde Fazem ainda parte desta Comissão dois Colaboradores Internos e o Coordenador dos Médicos do Trabalho, por nomeação da Gestão do CENFIM. LA 7 No que diz respeito aos incidentes ocorreram dois, dos quais decorreram lesões nas partes asssinaladas na figura

95 Figura 15 Representação das zonas afetadas pelos incidentes com colaboradores internos Em 2013, e especificamente para colaboradores, não decorreram ações de formação sobre doenças graves. Este tipo de formação, para os formandos, decorre nos contextos da formação da área de Desenvolvimento Social e Pessoal onde são abordados diversos assuntos como as doenças sexualmente transmissíveis, por exemplo. Esta questão será mais bem abordada no capítulo dedicado à Responsabilidade pelo Produto, que se refere no caso do CENFIM à responsabilidade pelos formandos e formação ministrada. LA 8 95

96 De acordo com o que está estipulado em Instrução de Trabalho não foi realizada, em 2013, a avaliação de Stresse e Ansiedade no CENFIM, uma vez que ele é efetuado a cada dois anos, pelo que decorrerá em Em 2012 havia sido editado o Relatório de Stresse e Ansiedade sobre os Colaboradores Internos e Externos, sendo os primeiros inquiridos na sua totalidade, assim como os Prestadores de Serviços, e os Formadores numa amostra de 20%. Resumem-se os resultados obtidos, e que já tinham sido apresentados no relatório de Sustentabilidade de Relativamente ao estado emocional as respostas são as quese apresentam no gráfico Externos Internos Externos ,0% 0,9% 1,6% 1,9% 15,3% 6,1% 19,3% 19,3% 8,3% 12,3% 9,4% 14,3% 35,7% 33,6% 40,8% 43,0% 52,3% Muito Ansioso Ansioso Normal Internos ,1% 33,8% 40,9% Tranquilo Muito Tranquilo 3,3% 16,5% Externos ,0% 33,9% 41,3% Internos ,8% 5,0% 19,2% 17,5% 57,5% 0,0% 10,0% 20,0% 30,0% 40,0% 50,0% 60,0% Gráfico 17 Comparação das respostas à pergunta Como classifica o seu estado emocional? no inquérito de Stresse e Ansiedade do CENFIM (2008 a 2012) 96

97 Relativamente à qualidade do sono, um indicador do estado de tranquilidade/intranquilidade, é, para a maioria dos colaboradores, normal ou reparador, como pode ser visto no quadro 26. Quadro 26 Divisão das respostas à pergunta Como avalia a Qualidade do seu sono Qualidade do sono Externos Internos Externos Internos Externos Internos Normal/Reparador 74,4% 63,9% 74,6% 63,6% 69,4% 65,1% Vígil/Intranquilo 21,5% 29,4% 20,5% 27,3% 23,5% 27,5% Insónia/Agitado 4,1% 6,7% 4,9% 9,1% 7,1% 7,3% Outras conclusões: utilizados são: Aumentou a necessidade de tratamento médico, sendo que os fármacos mais Colaboradores Internos - Indutores de Sono e Tranquilizantes; Colaboradores Externos - Tranquilizantes e Antidepressivos. Os temas identificados, por ambos os grupos, como causadores de stresse e ansiedade são, principalmente, Problemas no Trabalho e Financeiros.. Se é verdade que 50,0% a 60,0% dos Colaboradores afirmam que os níveis de stresse e ansiedade se mantêm, nas respostas aumentaram e aumentaram muito, existe um crescimento, demonstrando o período que o país atravessa. Após a edição e divulgação dos resultados em relatório é disponibilizado aos Colaboradores um ficheiro que permite a cada um, individualmente, medir o seu stresse pessoal, e, caso desejem, colocar os seus problemas ao Médico do Trabalho, que os acompanhará. Não existem números disponíveis sobre esta exposição, porque ela insere-se na privacidade e sigilo da relação Médico Paciente. Imagem 22 97

98 Uma das monitorizações que permitem levar a efeito ações que melhorem o conforto de todos é a monitorização dos Fatores de Insalubridade. As medições, de níveis de iluminância, níveis de CO 2, ruído ocupacional, vibrações e ambiente térmico são realizadas internamente pelo CENFIM, com aparelhos próprios para o efeito. Esta monitorização tem uma periodicidade mínima de três anos em todos os estabelecimentos, sendo reavaliada sempre que necessário, nomeadamente pela ocorrência de alterações de locais de trabalho ou das suas condições. Em 2011 foram realizadas medições em todos os estabelecimentos do CENFIM, tendo sido divulgada informação sobre os resultados e ações de correção e prevenção a implementar. Em 2012 procedeu-se à avaliação dos locais que sofreram alterações como o caso do Núcleo da Marinha Grande e Trofa, assim como o ruído ocupacional em todas as oficinas, visto que na rebarbagem os pontos de ruído medidos carecem de monitorização anual, conforme o Decreto-Lei n.º 182/2006, de 6 de setembro. A avaliação de ruído ocupacional foi repetida em 2013, tendo sido reavaliados os Núcleos de Ermesinde e Porto onde decorreram manutenções estruturais, assim como pela primeira vez se procedeu à medição, em todos os locais, da exposição a vibrações. Tendo terminado um ciclo de medição, foi elaborado um relatório geral, das últimas medições em cada local, onde se identificam as principais áreas de atuação Figura 16 Capa do Relatório de Avaliação aos Fatores de Insalubridade 98

99 As ações preconizadas nesse relatório, por ordem de prioridade são: Substituição das luminárias mais antigas colocando lâmpadas com balastro eletrónico e substituição das lâmpadas fluorescentes tubulares por lâmpadas fluorescentes tubulares ECO ou lâmpadas LED, e aquisição de mais luminárias Utilização de lâmpadas mais potentes para aumentar os níveis de iluminância nos locais onde os valores de iluminância são inferiores ao recomendado (indicados nas Cartas e Mapas das medições a vermelho) Área Oficinal - Estudar a viabilidade e benefício do escurecimento da área envidraçada. Substituição das janelas sem abertura para o exterior, por umas que permitam a abertura e consequente ventilação dos espaços. Alteração dos postos de trabalho fixos localizados em área oficinal, sem qualquer barreira física e/ou acústica. Realização de obras que permitam acabar com as infiltrações verificadas. Área Oficinal - Aproximação das luminárias para junto dos postos de trabalho, retirando maior proveito da iluminação existente Instalação de Estores para regulação da entrada de luz natural, evitando também o encadeamento das pessoas que se encontram mais próximo das janelas. Instalação de um sistema AVAC, avaliando a necessidade de instalação total ou parcial. Isolamento das paredes e teto do edifício e aquisição de janelas de vidro duplo. Realização de um contrato de prestação de serviços para a manutenção das condutas de ventilação da extração de fumos (área da Soldadura). Alteração da instalação elétrica de modo a permitir a ligação diferenciada de blocos de luminárias. Proceder à separação física, efetiva da área da Soldadura, das restantes áreas. Quer por ser uma obrigatoriedade legal, quer pela sua importância para a preparação de todos em cenários de emergência, o CENFIM possui um Programa dos Exercícios de Acidente Simulado tendo-se realizado 21 Exercícios: 6 de Ameaça de bomba e incêndio, 13 de sabotagem, 1 de incêndio e 1 de sismo e incêndio Destes exercícios, aqueles que foram realizados na Sede (Sismo + Incêndio), Ermesinde (Incêndio), Lisboa (Poço do Bispo), Lisboa-Lumiar (Incêndio)e Torres Vedras (Incêndio) contaram com a participação de entidades externas: Bombeiros Voluntários, PSP/GNR e Proteção Civil Municipal. 99

100 Figura 17 Fotografias dos simulacros realizados em (de cima para baixo) Lisboa-Lumiar, Torres Vedras, Sede, Lisboa (Poço do Bispo) e Ermesinde 100

101 Para além dos Exercícios de Acidente Simulado, a preparação de resposta contra incêndios é uma preocupação já incorporada no CENFIM. No sentido das ações preventivas foram adquiridas portas corta-fogo para os estabelecimentos de Ermesinde, Porto, Torres Vedras e Oliveira de Azeméis. Formação e Educação Os colaboradores são incentivados a melhorarem as suas competências e conhecimentos, quer pela frequência de ações de formação, como a frequentaram cursos que lhes permitam obter um outro nível de habilitações literárias. Em termos de ações de formação são disponibilizadas diversas horas de formação aos seus colaboradores, sejam elas em ações internas, ou em formação em entidades externas. O CENFIM realiza, a cada dois anos, o Levantamento de Necessidades de Formação dos Colaboradores, sendo que neste caso são contemplados os Colaboradores Internos e os Prestadores de Serviços. Este estudo tem como finalidade o enquadramento do Plano de Formação Interna nas necessidades dos colaboradores das diferentes Unidades Orgânicas do CENFIM, tendo em consideração a valorização profissional e individual de cada colaborador, possibilitando o fortalecimento das aptidões de cada um e o aumento da competitividade da organização. LA 11 A Avaliação de Desempenho é realizada anualmente a 100% dos Colaboradores. LA 12 Quadro 27 Distribuição da Formação aos Colaboradores, por Categorias Categoria de Funções Quadros Superiores (inclui os Dirigentes) Número de Colaboradores Horas de Formação Formação por Colaborador (Hora) ,8 Quadros Médios ,9 Profissionais Altamente Qualificados ,4 Profissionais Qualificados ,3 Profissionais Semiqualificados Profissionais Indiferenciados 7 8 1, LA

102 Imagem 23 A paz é a única forma de nos sentirmos realmente humanos. Albert Einstein 102

103 DESEMPENHO SOCIAL DIREITOS HUMANOS Práticas de Investimentos e Aquisições Os fornecedores do CENFIM são avaliados, por cada uma das U.O. que contactem com o fornecedor, em diversos parâmetros como a qualidade dos bens/produtos fornecidos, as condições de pagamento, os prazos de entrega ou a assistência após-venda. Também as U.O. avaliam as condições ambientais, de segurança e saúde, de recursos humanos e de responsabilidade social e de acordo com o tipo de relação com o fornecedor. Através de questionário os fornecedores são também avaliados pelo facto de possuírem sistemas de gestão, quer eles sejam, ou não, certificados no âmbito da qualidade, ambiente, segurança e saúde ocupacional, recursos humanos e responsabilidade social. Este questionário é disponibilizado online, através da Plataforma Moodle do CENFIM, assim como enviados em formato papel. Figura 18 Aspeto da página inicial do Inquérito aos Fornecedores 103

104 HR 2 Tendo em consideração a avaliação de cada U.O. e pela informação obtida do questionário, nos parâmetros referentes a recursos humanos e responsabilidade social, é possível verificar algumas práticas de direitos humanos das empresas fornecedoras. Contudo a oportunidade para a verificação das práticas não é facilitada quer pelo tipo de bens e serviços que são adquiridos, quer pela pouca influência que o CENFIM tenha ou pelo valor das aquisições no volume de negócios das empresas. Também o facto de as U.O. se encontrarem dispersas e realizarem as suas aquisições de forma pontual dificulta esta influência. Imagem 22 HR 1 Os investimentos, em 2013, cingiram-se à aquisição de equipamento, onde os fornecedores são avaliados com os parâmetros acima referido. Em termos contratuais não foram explicitadas cláusulas referentes aos direitos humanos. HR 8 Em termos de segurança, apenas no edifício da Sede, em Lisboa, existem serviços de segurança efetivos no local. Nos restantes locais existem rondas noturnas, à exceção de Amarante, Arcos de Valdevez, Santarém e Torres Vedras, pela partilha de instalações com outras organizações. Em todos os casos, as pessoas que exercem funções de segurança são colaboradoras de empresas especializadas e contratadas para este efeito. HR 3 Em 2013, o CENFIM não ministrou formação aos seus colaboradores, relacionada com os Direitos Humanos, no entanto A Avaliação da Conformidade Legal das práticas referentes à Responsabilidade Social inclui a Conformidade com Leis, Convenções e outros documentos aplicáveis aos Direitos Humanos, e adequados à realidade estrutural e dos colaboradores. HR 10 Com esta avaliação monitorizam-se todas as práticas em 100% das 22 U.O. e caso se verifique algum incumprimento é aberta uma Ficha de Constatação com vista à resolução da observação feita. Respeitando esta via o CENFIM garante, no que lhe é aplicável, a conformidade com os seguintes documentos: Declaração Universal dos Direitos do Homem. 104

105 Convenção sobre os Direitos da Criança, Convenções nº 138 e nº182 da OIT sobre a idade mínima de admissão ao emprego e relativa à Interdição das Piores Formas de Trabalho das Crianças e à Ação Imediata com vista à sua Eliminação. Constituição da República Portuguesa. Lei nº 14/2008 que proíbe e sanciona a discriminação em função do sexo no acesso a bens e serviços e seu fornecimento. Convenção nº 111 da OIT, sobre a discriminação em matéria de emprego e profissão. Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial e a Convenção sobre a Eliminação de Todas as formas de Discriminação contra as Mulheres, das Nações Unidas. Convenção nº 156 e nº 103 da OIT sobre a igualdade de oportunidades e de tratamento para os trabalhadores dos sois sexos: trabalhadores com responsabilidades familiares e a respeitante à proteção à maternidade. Convenção nº98 e nº135 da OIT sobre o direito de organização e de negociação coletiva e sobre a proteção e facilidades a conceder aos representantes dos trabalhadores na empresa. Assim como a Convenção nº 87 sobre a Liberdade Sindical e a proteção do direito sindical. Convenção nº 159 da OIT respeitante à readaptação profissional e ao emprego de deficientes. Convenção nº 29 de OIT, sobre o trabalho foçado ou obrigatório, e a Convenção n 195 sobre a abolição do trabalho forçado. Sendo prática corrente, a monitorização das condições de trabalho e das condições em que os formandos recebem a formação profissional, não se verificou, no ano de 2013, qualquer situação de incumprimento ou de risco de incumprimento, em nenhuma das U.O., dos direitos humanos nomeadamente no que diz respeito à não-discriminação, à liberdade de negociação e associação coletiva, ao trabalho infantil, ao trabalho forçado ou análogo ao escravo nem aos direitos dos povos indígenas. HR 4 a HR7 HR 9 e HR 11 Imagem 23 Inserido no esforço de estar em linha com as melhores práticas sociais e culturais, e de forma a sensibilizar todos as partes interessadas, no ano 2013, o CENFIM apresentou a sua candidatura à Rede de Escolas Associadas da UNESCO escolhendo como tema central Paz e Direitos Humanos, com o objetivo de TRABALHAR PELA IDEIA DA CULTURA DA PAZ e 105

106 realizar atividades de promoção da Paz e dos Direitos Humanos, da tolerância e cidadania democrática, em particular através da formação. A candidatura obteve a aprovação da delegação em Portugal da UNESCO e da própria UNESCO em Bruxelas, sendo o CENFIM uma instituição participante da Rede de Escolas Associadas à UNESCO. Figura 19 Certificado do CENFIM como instituição participante da Rede de Escolas Associadas à UNESCO Neste contexto, organizou-se um concurso de fotografias sobre o tema Paz e Direitos Humanos, que teve como destinatários todos os Colaboradores Internos ou Externos do CENFIM e Formandos e um concurso de desenho/pintura sobre o mesmo tema, que teve como destinatários os filhos dos Colaboradores Internos ou Externos do CENFIM com idades compreendidas entre os 5 anos e os 12 anos. Figura 20 Cartaz de divulgação do concurso de Fotografia e Desenho/Pintura 106

107 Figura 21 Vencedores do concurso de fotografia: a preto e branco (à esquerda) e a cores (à direita) Figura 22 Vencedores do concurso de desenho: dos 5 aos 8 anos (à esquerda) dos 8 aos 12 anos (à direita) Para o ano de 2014 estão previstas conferências/colóquios, com temas e datas a definir. Estas ações terão como missão: Contribuir para eliminar todas as manifestações de racismo, xenofobia, marginalização, discriminação e intolerância; Fortalecer a educação para a democracia, a responsabilidade cívica, o pensamento critico, a tolerância e resolução não-violenta de conflitos; e Sensibilizar para os direitos humanos, na teoria e na prática, consciencializar os Formandos sobre os seus próprios direitos e responsabilidades, incluindo os dos outros. 107

108 "A prioridade é sermos honestos connosco. Nunca poderemos ter um impacto na sociedade se não nos mudarmos primeiro. Os grandes pacificadores são todos gente de grande integridade e honestidade mas, também, de humildade." Nelson Mandela 108

109 DESEMPENHO SOCIAL SOCIEDADE O papel do CENFIM na formação dos seus clientes não se limita à transmissão de conhecimentos e competências para aplicação nos postos de trabalho que ocupam no setor metalúrgico e metalomecânico. É também um papel de formação para a cidadania e, cada vez mais, para o desenvolvimento sustentável. Comunidade Os locais e as comunidades onde se exerce atividade têm relação direta com a expansão do setor que serve, de modo a aproximar as pessoas e a sua formação às empresas que necessitam de mão-de-obra especializada ou de melhorar as competências das pessoas que nelas trabalham. Assim, a inserção do CENFIM em novos locais está de acordo com o que é exigido pelo indústria e, muitas vezes, pelas autoridades locais e pela análise da necessidade de reforçar a sua presença num certo local. Quer nos novos locais, quer de forma constante em todas os estabelecimentos e áreas de operação são levadas a efeito todas as ações legais, normativas e regulamentares necessárias para a manutenção de um impacto positivo da atividade, nas comunidades, sendo estas ações largamente descritas no desempenho ambiental, e no desempenho social nos capítulos das práticas laborais e trabalho condigno e responsabilidade pelo produto. SO10 O envolvimento da comunidade dá-se sobretudo pela divulgação das ações que ocorrem no CENFIM e que muitas vezes podem ser participadas pela comunidade. De acordo com o que já foi manifestado no capítulo Envolvimento com partes interessadas, com a definição formal das partes interessadas, sobretudo as relevantes, e os respetivos aspetos de responsabilidade social, evidenciar-se-á melhor o envolvimento e a perceção das necessidades das comunidades. SO1 SO9 Imagem

110 Segundo aquilo que é comunicado pelas pessoas e organizações, que, de algum modo, estão ligadas ao CENFIM, e de acordo com a perceção dos colaboradores e formandos quando em sua representação, os impactos na comunidade são positivos, pelo aumento do potencial de empregabilidade e pelas boas práticas ambientais e de segurança que mantém, assim como do seu sistema de gestão. No quadro 27 encontram-se os números das atividades desenvolvidas, que vão para além da atividade formativa, e que em muitos casos abertas à comunidade. Quadro 27 Números das Atividades Complementares realizadas no ano 2013 e número aproximado de participantes da comunidade Atividade Atividades Realizadas Participantes Visitas a Museus 2 60 Visitas de Estudo Teatro e Cinema 1 40 Visitas Profissionais Ações de Sensibilização / Formação Eventos Festas / Convívio Feiras Outros Artigos / Informações 76 De entre as atividades descritas no quadro 27 destacam-se as ações de sensibilização em temas como: Prevenção rodoviária Consumo de droga Iniciativas de procura de emprego Igualdade de género Prevenção e segurança no trabalho Demografia e envelhecimento ativo Aprender a poupar Dia internacional da tolerância Alimentação saudável Amizade, categorização, estigma e relações interpessoais Empreendedorismo, inovação e criatividade 110

111 Dia Internacional pela eliminação da violência doméstica Empreendedorismo social Metodologia dos 5S Uma das ações relevantes para a comunidade, mas sobretudo para o esclarecimento de todos os agentes associados à formação profissional foi a promoção, em conjunto com a ANQEP, do seminário nacional: Figura 23 Logótipo do seminário promovido pelo CENFIM e pela ANQEP Este seminário dirigiu-se essencialmente a empresários, diretores de recursos humanos, associações de pais, diretores de escolas e agrupamentos, diretores de Centros de Formação, diretores de escolas profissionais, profissionais de orientação, professores, formadores, técnicos de formação e demais agentes de Educação e Formação. Contou com a presença da CIP, da UGT, do IEFP, do Ministro da Economia e Emprego (ministério que tutelava o CENFIM e a formação profissional, à altura) e do Ministro da Educação e Ciência, bem como de empresários e ex-formandos do CENFIM como testemunhos. Figura 24 Alguns dos participantes no seminário A Indústria e o Sistema de Educação e Formação: Contributos para a estratégia Europa

112 Dos eventos destaca-se a presença do CENFIM em feiras de emprego e de oportunidades, dinamizando a oferta e as atividades das organizações locais. Figura 25 O CENFIM na Qualifica 2013 (à esquerda) e Futurália 2013 (à direita) Destaque ainda para a organização do CENFIM Skills, o campeonato das profissões do CENFIM, uma iniciativa interna do CENFIM, com vista à preparação dos campeonatos regionais e nacionais, sendo que o principal objetivo era a promoção do objetivo do CENFIM em estar presente no Campeonato do Mundo das Profissões no Brasil, em destacou: No discurso de encerramento desta iniciativa o diretor do CENFIM, Eng.º Manuel Grilo, A participação interessada e ativa mas muito saudável dos 94 formandos que estiveram em contínua avaliação ao longo dos 4 dias do evento; O forte envolvimento de técnicos de formação e formadores, que se fizeram representar de todos os Núcleos implicando diretamente 37 jurados, para além de outros mais que tiveram também um papel determinante na preparação de todos os concorrentes; A riqueza de participação que permitiu trazer para o para o terreno 8 profissões a concurso que foram: Desenho Industrial CAD, Eletromecânica Industrial, Fresagem CNC, Mecatrónica Industrial, Polimecânica, Refrigeração e Climatização, Serralharia Civil e Soldadura; 112

113 Por último mas não menos relevante, registou a ampla cobertura dos meios de comunicação social, nomeadamente, RTP 1, RTP2 e Correio da Manhã, entre outros, para além das visitas de diversas entidades que decorreram durante os 2 dias do evento. Figura 26 Entrega de medalhas pelos membros do Conselho de Administração, Dra. Felicidade Agostinho e Eng.º João Elias Nas outras atividades podem destacar-se ações de solidariedade como a recolha de alimentos para o Banco Alimentar ou a ação promovida no âmbito do Dia Internacional da Felicidade, e que se prolongou por diversos meses, de dádivas de sangue, em parceria com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação. Figura 27 Cartazes de divulgação das iniciativas de recolhas de alimentos e de dádiva de sangue 113

114 Corrupção SO2 Este tema tem estado sob observação da gestão do CENFIM, de modo a poder absorver as melhores práticas na gestão dos riscos de corrupção e infrações conexas. Neste âmbito, e embora sem que o trabalho de consolidação e divulgação tenha sido finalizado, em 2013, foram analisados os potenciais riscos de todos os Departamentos, Assessorias e Núcleos em geral, contabilizando 100% das áreas operacionais. SO3 Em 2013 não foram efetuadas ações de formação no âmbito específico do combate à corrupção, mas o estipulado no Guia do Pessoal e no Código de Ética do CENFIM são, na análise até agora efetuada, capazes de dotar os colaboradores, sejam internos ou externos, de toda a informação necessária para não intenderem em ações de potencial corrupção, assim como estarem atentos às práticas usuais e se elas se encontram dentro do estipulado nesses documentos. SO4 Uma vez que não foram detetadas ou comunicadas quaisquer práticas passíveis de representar atos de corrupção, não foram implementadas novas medidas para além do estudo que está a ser efetuado. Imagem 25 Políticas Públicas SO 6 O CENFIM está sujeito a condições de funcionamento a nível administrativo e financeiro que lhe impõem uma rigorosa disciplina de gestão e de análise contínua da atividade. O CENFIM não participa, e nem pode ter qualquer participação financeira, devido à sua natureza jurídica, em partidos políticos ou instituições relacionadas. 114

115 No que diz respeito às políticas públicas e à sua definição o CENFIM participa com um papel ativo na definição das melhores práticas de formação profissional, contribuindo para o melhor esclarecimento de todos os agentes de educação e formação. É disso exemplo o seminário promovido em 2013 com a ANQEP, e já mencionado anteriormente, relativo ao enquadramento da formação profissional na estratégia Europa SO 5 O CENFIM também colabora os Conselhos Setoriais para a Qualificação com referenciais de formação adaptados às necessidades expressas das empresas do setor metalúrgico, metalomecânico e eletromecânico. Os contributos do CENFIM, nomeadamente todos os referenciais de formação apresentados foram aprovados pelo Conselho Setorial para a Qualificação correspondente. Concorrência Desleal e Conformidade Em 2013, e do mesmo modo que nos anos anteriores, não decorreram quaisquer ações judiciais ou coimas provindas de concorrência desleal ou incumprimento de leis e regulamentos a que o CENFIM está sujeito. SO 7 e SO8 Imagem

116 Imagem 27 A satisfação está no esforço e não apenas na realização final. Mahatma Gandhi 116

117 DESEMPENHO SOCIAL RESPONSABILIDADE PELO PRODUTO Algumas matérias de responsabilidade pelo produto são idênticas às já abordadas na responsabilidade para com os colaboradores e também no desempenho ambiental, uma vez que o produto do CENFIM é a formação, o bem-estar dos colaboradores e a manutenção do conforto dentro das instalações é também extensível aos formandos. Saúde e Segurança do Cliente Analisar o ciclo de vida do produto, no CENFIM, passa pela análise da conceção dos cursos ministrados, o percurso formativo dos clientes e a qualidade da formação ministrada e a sua empregabilidade. Imagem 28 Os formandos, na sua maioria, frequentam as ações nas instalações do CENFIM e com os seus materiais, máquinas e equipamentos. Portanto, relativamente à segurança dos formandos muitas das ações são as mesmas que aquelas que já se registam para os colaboradores. Destaca-se a Avaliação da Conformidade Legal, nomeadamente a da Segurança e Saúde onde de inclui a conformidade das máquinas e Equipamentos que determinam se, pelo menos, os requisitos legais são cumpridos ao nível da segurança e conforto nos estabelecimentos e nas máquinas que são manobradas, nos números mostrados no gráfico AM AV CR ER LX LX (Lumiar) MG O.A. PE PO SA SI TR TV TOTAL Gráfico 18 Máquinas e equipamentos avaliados desde 2011, por Núcleo 117

118 Também a conformidade administrativa e financeira que monitoriza os pagamentos dos subsídios a que os formandos têm direito dependendo das condições reunidas; e a da responsabilidade social, onde são avaliadas as políticas de não discriminação aplicáveis aos formandos no recrutamento e, também, ao longo da formação e da determinação das empresas de estágio. PR 1 Estas avaliações abrangem 100% do tipo de formação ministrada. Ainda relativamente à segurança do cliente, e que se assume também como segurança de todos os que frequentam o CENFIM refiram-se as Auditorias que são efetuadas às Cantinas e Bares que servem alguns dos Núcleos de Formação, assim como a análise das águas destes locais. As auditorias são realizadas de acordo com o definido no Regulamento (CE) n.º 852/2004, de 29 de abril e da Norma NP EN ISO Sistemas de gestão da segurança alimentar. Requisitos para qualquer organização que opere na cadeia alimentar. Imagem 29 Para além das medidas que continuamente são monitorizadas, a segurança é sempre uma responsabilidade de cada um. Assim, o CENFIM inclui nas suas atividades uma constante sensibilização para a segurança, quer pelos simulacros que realiza, quer por formação específica ou pela distribuição de material de divulgação relativo ao tema. Na continuação do que vem sendo realizado, em 2013, foram disponibilizados a todos os formandos que frequentem as áreas oficinais e/ou laboratoriais os Riscos Associados ao Posto de Trabalho, bem como o Registo de Uso Obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual. O primeiro informa todos os formandos dos perigos e riscos, assim como os potenciais danos, a que estão sujeitos ao executar certas tarefas, como mostra a figura 28. O segundo tem como finalidade responsabilizar cada formando pela utilização de EPI adequados às tarefas a realizar, sendo que no caso das formações de longa duração eles são inclusivamente disponibilizados, gratuitamente, pelo CENFIM. Este impresso está representado na figura

119 Figura 28 Exemplo de impresso de Registo de Uso Obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual Figura 29 Exemplo de impresso dos Riscos Associados ao Posto de Trabalho 119

120 Em 2013 decorreu uma campanha mais expressiva para a utilização de EPI, tendo sido distribuído material de divulgação como o folheto informativo que se apresenta na figura 30. Figura 30 Folheto de sensibilização para a utilização de EPI. PR 2 Apesar de todos os esforços de divulgação e de toda a atenção dedicada dos formadores a todos os formandos durante as sessões em oficina e laboratório, em 2013, decorreram 81 incidentes. A estatística comparativa face a 2012 pode ser encontrada nos indicadores de frequência e gravidade monitorizados trimestralmente pelo CENFIM. Quadro 28 Indicadores do Processo Qualidade, Ambiente e Segurança associados a incidentes Indicador Meta Valor Apurado Incidentes com Formandos - taxa de frequência 70% 123,9% Incidentes com Formandos - taxa de gravidade 20% 167,6% As áreas do corpo mais afetadas pelos incidentes decorridos são os olhos (27 incidentes) e as mãos/dedos (26 acidentes), estando a totalidade dos acidentes representados na figura

121 Figura 31 Representação das partes do corpo afetadas pelos incidentes ocorridos em 2013, nos formandos. Para além da área afetada os incidentes são classificados, tendo-se verificado, por ordem decrescente do número de ocorrências, os seguintes tipos de acidentes: 26 Projeção de partículas 21 Marcha sobre, pancada ou choque com objetos 10 Queda de pessoas 10 Entaladela num objeto 5 Queda de objetos 4 Esforços excessivos ou movimentos em falso Exposição a substâncias nocivas Outros Exposição a radiações 121

122 Não só é importante monitorizar o percurso dos formandos enquanto recebem formação no CENFIM, como é perceber se os conceitos e os valores de segurança que lhes foram transmitidos são úteis na sua vida profissional. Assim, dois anos após o término da formação questionam-se os ex-formandos sobre a ocorrência de incidentes. Os últimos dados disponíveis foram tratados em 2013 e referem-se à inquirição que foi realizada no ano de Nesse ano foram enviados questionários aos ex-formandos dos cursos de Formação Inicial de Jovens (Aprendizagem, Cursos de Especialização Tecnológica e Educação e Formação de Jovens), que concluíram o percurso de formação em 2010, no sentido de saber se estes adquiriram hábitos e posturas de segurança e saúde, da formação profissional ministrada, que se diferenciassem dos restantes trabalhadores da Indústria Metalúrgica e Eletromecânica, e se daí resultaram acidentes de trabalho. Figura 32 Inquérito de Saúde Ocupacional enviado aos ex-formandos do CENFIM 122

123 Foram enviados 417 inquéritos tendo respondido 157 ex-formandos. Dos resultados obtidos concluiu-se que: 93% Não foi vítima de qualquer acidente de trabalho até à data da inquirição Dos doze acidentes de trabalho ocorridos (7%), um resultou em incapacidade permanente para o trabalho. Das incapacidades temporárias decorrentes dos acidentes de trabalho resultaram 454 dias de trabalho perdidos, em Uma das ações que o CENFIM tem vindo a implementar para todos os que frequentam os seus edifícios, como uma boa prática geral de responsabilidade não só pelo produto fornecido a formação, mas também de sensibilização e preparação das pessoas é a implementação faseada da Metodologia dos 5S. Figura 33 Logótipo dos 5S adotado pelo CENFIM Esta metodologia é o primeiro patamar para a implementação da qualidade total, que se designa por 5S devido à primeira letra das cinco palavras japonesas que definem cada uma das ações a implementar: Seiri (organização), Seiton (arrumação), Seiso (limpeza), Seiketsu (normalização) e Shitsuke (autodisciplina). 123

124 A metodologia adotada pelo CENFIM preconiza verificações regulares para que cada S onde devem ser conseguidos certos objetivos para que sejam atribuídos os certificados de implementação. Para tal existe uma folha de verificação, com os objetivos de cada S como a que se exemplifica na figura 34. As equipas verificadoras, responsáveis pela avaliação de cada parâmetro, são constituídas por um membro do DQASO, um membro da U.O. em verificação, um membro de outra U.O. e, no caso dos Núcleos, um formando, para que seja o pivô desta iniciativa junto dos seus pares. Figura 34 Lista de verificação para o 1.º S - Organização 124

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