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1 1 5.2 As ferramentas Graças a Comunidade Open Source, como é costumeiramente conhecida, uma enorme variedade de programas foram surgindo ao longo dos anos. Sempre contando com constantes atualizações e correções, esses programas se tornaram cada vez mais sólidos e mais preparados para cumprir o seu objetivo, que é o de fornecer uma alternativa livre a todas as tarefas que um computador possa executar O foco deste trabalho, no entanto, são as aplicações voltadas para a Editoração Eletrônica. Para todos os outros tipos de programas, existe uma ótima fonte de informação de como obter e instalá-los através da própria internet.

2 Edição de Textos A entrada dos textos, que podem servir tanto como conteúdo para as matérias de um jornal ou de uma revista, ou mesmo conter um livro inteiro, necessita primeiramente de programas que tenham ferramentas que facilitem essa tarefa. Para entender aos requisitos descritos na Tabela 7, a melhor opção dentro da Comunidade Open Source é o OpenOffice. O OpenOffice é talvez uma das iniciativas livres mais bem sucedidas, ficando atrás apenas do próprio Linux, já que ela possui todas as características de um pacote para escritório, com Processador de Textos, Planilha Eletrônica, Programa de Ilustração, Apresentação de Slides e Banco de Dados. Como ele é capaz de exportar arquivos em PDF, dependendo da aplicação do trabalho, é possível gerar o arquivo fechado diretamente, porém com certas limitações no layout, já que o OpenOffice é mais direcionado para a manipulação de textos, do que a diagramação dinâmica dos objetos na página, o que é mais lógico de se esperar de um programa de diagramação. Isso significa que todo o conteúdo de um livro, com configurações de margem, paginação, cabeçalho, rodapé e sumário pode ser produzido sem a necessidade de diagramar posteriormente o texto. O OpenOffice também possui todo um banco de dados para correções ortográficas, inclusive para português do Brasil, o que facilita muito, já que o processo de diagramação, quando necessário, não vai precisar se preocupar com a ortografia dos textos. Além disso, o OpenOffice importa e exporta praticamento todos os formatos de texto possíveis, possuindo compatibilidade até mesmo com as aplicações proprietárias como o Microsoft Word. Para exemplificar, este mesmo texto foi totalmente produzido no OpenOffice, conforme é mostrado na Figura 12.

3 3 Figura 12: Produzindo este documento no OpenOffice, usando uma opção de interface gráfica leve e rápida, focada na produtividade: o Fluxbox. O OpenOffice pode ser livremente obtido no endereço: O Download é de cerca de 130 Megabytes e inclui todas os programas do pacote.

4 Tratamento de Imagens As imagens em bitmap são uma fonte constante de preocupações dentro do fluxo da Editoração Eletrônica. Isso porque imagens geralmente representam instantes do cotidiano, pessoas, lugares e paisagens. Mesmo sendo trabalhadas para melhorar sua estética ou para obter algum efeito mais artístico, as imagens geralmente têm uma necessidade muito clara: precisam ser reproduzidas respeitando o que se chama de Cor de Memória. Todos sabem como deve ser um tom de pele. Figura 13: O Gimp é a melhor e mais completa aplicação para edição e tratamento de imagens no Linux Todos sabem como é a cor de um céu ou a cor da água, das frutas e verduras e de todos os elementos a nossa volta, por isso é grande a responsabilidade em cima de um programa de Tratamento de Imagens. O Gimp (GNU Image Manipulation Program) é também um grande expoente de sucesso dentro os programas de iniciativa livre. Ele possui todas as funções necessárias para tratamento de imagens. Correções de tons, ajustes, efeitos diversos, edição de curvas de cor, ferramentas de suavização, de aguçamento de imagens, de distorção, mapeamento de cores... enfim, tudo o que se

5 5 propõe a fazer é voltado para a manipulação e a adequação de imagens em bitmap para servir a Editoração Eletrônica. O famoso tratamento de imagens consiste em ajustar as cores, as formas, pequenos detalhes ou correções e, fotografias, restaurar imagens danificadas pelo tempo, dentre outras coisas. O resultado de bons trabalhos em tratamento de imagens são as fotos de modelos publicadas em revistas de grande circulação, anúncios e toda a sorte de impressos contendo em grande parte imagens de pessoas. Figura 14: Maquiagem digital e correção de "imperfeições" são responsabilidade dos programas de Tratamento de imagens. O Gimp cumpre bem este papel. Nele também é possível aplicar os perfis de gerenciamento de cores para monitor, scanner e impressoras, através dos perfis ICC desses equipamentos. Ele abre e grava nos mais diversos formatos de Bitmap, sendo capaz inclusive de importar arquivos em Photoshop, Postscript e PDF. Através de tablets pode-se trabalhar tranquilamente com pintura digital, colorização de ilustrações, aerografia virtual, e uma infinidade de aplicações comuns aos amantes da arte digital.

6 6 Um exemplo prático são os trabalhos do internacionalmente renomado ilustrador brasileiro Mozart Couto. O qual adotou o Gimp como ferramenta de trabalho, abraçando a filosofia OpenSource e contribuindo com sua disseminação através de fóruns de discussão e de seu website, onde publica dicas de uso do Gimp como ferramenta para pintura digital. (http://www.mozartcouto.com.br) Figura 15: Mozart Couto demonstra parte do que pode ser feito no Gimp em se tratando de pintura digital. Imagens reproduzidas com a autorização do criador.

7 7 Outra função muito requisitada nos programas de tratamento de imagens, são os efeitos especiais, usados principalmente para montagens ou criação de logotipos, como exemplificado na Figura 16. Figura 16: Um exemplo de efeito especial que um editor de imagens consegue produzir, nesse caso, o próprio Gimp Assim como toda iniciativa livre, o Gimp conta com uma vasta rede de troca de experiências, dicas e inclusive periódicos digitais gratuitos, com vários tutoriais úteis, como o GimpZine. Tanto o periódico, quanto a comunidade do Gimp no Brasil podem ser acessados no endereço O programa Gimp pode ser livremente adquirido através do seu site oficial, o O tamanho do arquivo para o download é de aproximadamente 15 megabytes.

8 Ilustrações Diferentemente das ilustração que acabamos de citar, que são chamadas pinturas digitais, as ilustrações comuns à editoração eletrônica são conhecidas como Desenhos Vetoriais. O que difere das imagens em Bitmap é que a informação que forma o desenho não é baseada em uma trama ponto a ponto, e sim em cálculos matemáticos, os quais descrevem a forma das linhas da imagem e suas propriedades como espessura e cor de preenchimento por exemplo. Desenhos vetoriais podem ser obtidos por vários tipos de programas, os quais se dividem em três classes principais, os programs de Ilustração Vetorial. Os programas de CAD 2d e os programas de CAD 3d Ilustração Vetorial As Ilustrações vetoriais são imagens compostas por linhas retas e curvas, as quais são usadas para formar o desenho. Ele pode conter textos e imagens também, mas não com os fins da diagramação, e sim apenas como um recurso para elaborar ilustrações mais trabalhadas, como para a composição de um banner ou um anúncio por exemplo, ou a arte de uma embalagem. A liberdade de posicionamento dos objetos e a maneira como as linhas e suas propriedades podem ser manipuladas são as características principais de um programa de ilustração, que podem representar desde um único retângulo com um círculo ao meio até uma ilustração digna dos grandes artistas plásticos. No Linux, existem várias soluções com esse perfil, mas escolhemos falar sobre apenas uma: o Inkscape. O Inkscape é um programa leve, simples e rápido O download por exemplo ocupa apenas 5 megabytes o que faz com que se duvide que ele possua todas as características de um programa de ilustração vetorial. O que, nem de longe, é verdade. Focado em ferramentas para ilustração, o usuário tem à mão tudo o que ele precisa para traçar retas e curvas, formas geométricas, espirais, traços imitando caligrafia, inserir e manipular ou distorcer textos, combinar imagens com formas vetoriais e obter aquilo que a sua imaginação mandar.

9 9 Figura 17: Pequena amostra da ferramenta para desenhar formas poligonais no Inkscape Embora as formas da Figura 17 sejam abstratas, a manipulação correta de objetos vetoriais, seu preenchimento e seus efeitos de transparência, se tornam um trunfo enorme nas mãos de verdadeiros artistas, os quais conseguem executar verdadeiras obras de arte, ao simplesmente manipular esses simples objetos, como é demonstrado nas Figuras 18, 19 e 20.

10 10 Figura 18: Isto não é uma foto ou um modelo em 3d de um carro, é uma ilustração vetorial. Cada objeto está modelado e colorido perfeitamente para formar esse incrível trabalho que se encontra na biblioteca de exemplos do Inkscape. Figura 19: Luciano Lourenço é um talentoso designer brasileiro, empenhado em mostrar do que o Inkscape é capaz, é o autor desta incrível ilustração.

11 11 No endereço é possível tanto obter o Inkscape quanto acessar as várias listas de discussão e de troca de idéias e experiências, além de toda a documentação de uso. A comunidade brasileira do Inkscape (http://twiki.softwarelivre.org/bin/view/inkscapebrasil) também é um ótimo repositório de informação sobre este programa. Figura 20: Novamente, Luciano Lourenço assombra com o seu talento, e o Inkscape demonstra que o Software Livre é uma alternativa de peso como programa de Ilustrações Vetoriais. Nota: cada fio de cabelo é um objeto independente.

12 CAD 2D Um outro uso para os desenhos vetoriais, são os traçados de precisão. Desenhos técnicos, voltados para a produção de peças, plantas imobiliárias, embalagens etc... Diferentemente dos programas de ilustração vetorial, o CAD é um modelo de programa mais rígido, onde não existe muita liberdade criativa, no sentido de se poder criar linhas ao bel prazer. Para se criar um desenho é necessário saber as suas medidas, suas relações de ângulos, distâncias, ou seja, é mais direcionado para projetos de precisão, que geralmente, vão ter alguma representação física ou serão usados como base para outros processos dentro da Editoração Eletrônica, como nos projetos de embalagens. Dentro do universo OpenSource o Qcad é a opção que mais atende a todos esses quesitos. Tornando possível a criação de plantas técnicas de embalagens, mapas, desenhos de peças para manuais, facas para corte e vinco, moldes para ploteres de recorte e muito mais. Também disponível sob licença GNU, ele conta ainda com um pacote de bibliotecas de imagens para os mais diversos fins, que vão desde componentes eletrônicos até móveis de escritório. O Qcad pode ser obtido através do endereço e seu download é de cerca de 9 megabytes. Figura 21: O Qcad é simples, mas possui todas as ferramentas básicas para a produção de desenhos técnicos, como esse Layout de uma faca para corte e vinco.

13 CAD 3D Programas para a criação de objetos em três dimensões, também são classificados como programas de desenho vetorial, só que ao invés de tratarmos apenas com dois vetores para o posicionamento das linhas, como X e Y, nesse tipo de aplicativo, existe uma simulação de um ambiente tridimensional, com comprimento, largura e altura. Essa simulação pode ser usada para se criar tanto desenhos simples, quanto imagens extremamente realistas. Tudo vai depender dos recursos que o programa oferecer, do talento do artista e da capacidade de processamento do equipamento. O Blender é, sem sombra de dúvidas, uma das aplicações livres mais usadas no mundo, e é possível afirmar que ele possui todos os recursos necessários para se criar qualquer tipo de imagem que a imaginação do artista possa sonhar. É claro que operar tantos recursos é um pouco complicado, mas essa dificuldade é inerente a todos os programas dessa classe. Mesmo assim, a interface do Blender é intuitiva e prática. Deixando organizados os elementos de maneira que o usuário tenha sempre a mão as ferramentas necessárias. O que também impressiona no Blender é a sua velocidade. Computadores com configurações modestas também podem ser utilizados sem maiores dores de cabeça, já que os recursos exigidos não são tão grandes. É difícil acreditar que tanto possa ser feito em um programa que ocupe 8 megabyte de memória para download, mas o Blender consegue comprovar, junto com os outros aplicativos OpenSource, que a otimização de recursos é um dos grandes trunfos da maioria dos programas sob licença GNU. As Figuras 22, 23, 24, 25 e 26 demonstram exemplos de uso do Blender como uma poderosa ferramenta de ilustração.

14 14 Figura 22: A modelagem 3d no Blender, vértices, arestas e faces formam os desenhos. Figura 23: Ao se projetar um produto no Blender, pode-se simular como ele seria no mundo real, e assim criar uma ilustração foto-realista

15 15 Figura 24: No design de produtos o Blender é capaz de projetar como um rótulo se comportaria aplicado em seu produto, por exemplo Figura 25: Às vezes a modelagem 3d pode substituir uma fotografia e obter resultados surpreendentes.

16 16 Figura 26: O Foto-Realismo obtido através do Blender o coloca no patamar das grandes aplicações profissionais. O endereço armazena tanto o programa quanto arquivos de exemplo, tutoriais e centenas de links de diversas comunidades de usuários do Blender ao redor do mundo.

17 Diagramação Seguindo a linha das características necessárias para cada um dos tipos de programas de Editoração Eletrônica, os programas de diagramação são os que mais se assemelham aos conceitos de impressão propriamente ditos. Isso porque os outros tipos de programa não são diretamente relacionados com a produção de impressos. Hoje, uma ilustração, um texto ou uma imagem podem ser veiculados nos mais diferentes meios possíveis, como na internet por exemplo. Assim, fica a cargo dos programas de diagramação, construir a ponte que torna possível a impressão desses elementos, dispostos em um meio físico, como numa página. Da mesma maneira que um programa para criação de Websites faz com os mesmos elementos para publicar uma página na internet. Questões como gerenciamento de cores, disposição e fluxo de textos, relacionamento entre os objetos, resolução das imagens, numeração de páginas, dentre outras, precisam ser atendidas principalmente na fase de diagramação. O Scribus é a aplicação livre que pode ser classificada como um Programa de Editoração Eletrônica. Pois ele concentra todos os passos necessários para a montagem final, aquela que vai dar formato ao impresso e que vai tornar possível a sua produção. Tanto que o Scribus é a única aplicação a trazer algo como Open Source Desktop Publishing em seu subtítulo. Figura 27: Um dos últimos passos da Editoração Eletrônica, a Diagramação. Para isso, o Scribus é a melhor solução livre.

18 18 Todas as características de um programa de diagramação estão presentes, isso inclui controle de fluxo de texto através de blocos, com configurações de colunas, parágrafos, estilos de textos, etc... Inclusão de elementos de bitmap ou ilustrações vetoriais, como suporte aos arquivos nativos do Inkscape, os arquivos SVG. Edição completa da paleta de cores, onde pode-se personalizar e re-utilizar paletas de uma maneira rápida e prática. Com indicações do de cores RGB, CMYK, de Registro e Cores Especiais, as chamadas SpotColors. Figura 28: Várias opções para as paletas de cor, inclusive com indicação gráfica dol tipo da cor. O gerenciamento de cores (CMS Color Management System) é uma das características mais marcantes do Scribus, pois além de embutir nos arquivos os perfis ICC indicados, ele simula, na tela do computador, os resultados que serão obtidos, caso esses perfis estejam corretos.

19 19 Figura 29: O gerenciamento de cores do Scribus traz todas as opções para aproveitar os perfis de equipamentos como monitor e impressora Outra opção interessante é marcar as cores fora da gama de impressão, ou seja, as cores da imagem que fogem do gammut de cores identificados nos perfis dos equipamentos. A Figura 29 demonstra as diferenças de uma mesma imagem quando não se aplica gerenciamento de cores, quando se aplica gerenciamento convertendo as cores para a cor mais próxima do gammut, usando o que se chama de Rendering Intents - as quais podem ser: Perceptiva, Colorimetria Relativa, Saturação ou Colorimetria Absoluta - e quando se aplica gerenciamento de cores, porém indicando através de uma cor chamativa, as cores que estão fora do gammut. Figura 30: O Pinguim Impressor da esquerda não possui gerenciamento de cores, o do meio está com a o gerenciamento e a conversão ativados, o da direita está com gerenciamento ativado, porém alertando quais cor estão fora do gammut de impressão.

20 20 Com esse recurso de alerta ativado, a paleta de cores para os objetos e textos também é alterada, deixando bem claro quais cores estão dentro ou fora do perfil selecionado. Figura 31: As cores que estão fora do Gammut ficam marcadas também no Mapa HSV através de gráfico e na paleta de cores, através de um triângulo de alerta. Outro tipo de alerta que ajuda a evitar problemas de impressão é o que se costuma chamar de pré-flight. Nele os elementos da composição são analisados e verifica-se qual pode ser um candidato a causar algum tipo de erro. O Scribus possui essa função e ela é automaticamente processada antes do usuário dar saída em seu arquivo.

21 21 Figura 32: O Scribus possui o Verificador Pré-Vôo, capaz de alertar possíveis problemas de fechamento dependendo do tipo do perfil de saída, isso inclui as novíssimas recomendações do PDF/X-3 Dentro dos perfis de verificação estão possíveis problemas com fontes, transparência, resolução de imagens, excesso de texto nos blocos, dentre outros. Cada um relacionado com um perfil de saída específico, como PostScript, PDF 1.2, 1.3, 1.4 e as mais recentes recomendações do PDF/X-3 Ao se concluir o projeto, é possível imprimí-los diretamente através do sistema de impressão do Linux, inclusive com a opção de impressão com separação de cores, no caso onde dispositivos mono-colores, como image-setters, são saída em filmes, cada um representando uma das quatro camadas das cores de processo (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto) ou até mesmo as cores especiais configuradas na paleta de cor do Scribus. Outro uso da impressão de separação seria para as provas de escala, onde cada cor é impressa de cada vez. Uma parte importante do fluxo da Editoração Eletrônica não foi citada anteriormente: A questão do CMYK. CMYK é o universo das cores de praticamente tudo o que se refere a impressão. A sobreposição das cores Ciano, Magenta, Amarelo e Preto formam a simulação de todas as variação de tons de um impresso. Para isso poder acontecer, todos os elementos precisam ter suas cores separadas na hora da produção das formas de impressão, sejam elas os filmes chamados Fotolitos, ou as chapas do sistema CTP. Essa separação necessita ter sido feita nas imagens, nas ilustrações e nos textos. Porém, nenhum dos

22 22 aplicativos do Linux, relacionados a essas funções, têm suporte a essa característica, ou seja, nem o Gimp e nem o Inkscape exportam suas imagens em CMYK, somente em RGB (Red, Green Blue) que é a profundidade de cores mais direcionada ao computador, já que ele trabalha com controle de emissão de luz para formar as cores (síntese aditiva). No fluxo de editoração eletrônica tradicional, a inserção de um objeto em RGB causa muitos transtornos, porque o desvio das cores acaba sendo muito grande e a impressão fica muito diferente do original. Sendo assim, todos esses elementos necessitam ser pré-convertidos. Mas isso é válido para os sistemas de editoração eletrônica proprietários. O Scribus se adiantou nisso e passou a se comportar de maneira que mesmo estando o objeto em RGB ele é convertido na hora em que o usuário determina a sua saída para impressão. Isso torna necessário que apenas ele assuma essa responsabilidade e faça uma conversão mais logica para CMYK, pois, unido ao gerenciamento de cor, tem-se um fluxo mais conciso, já que é no programa de Diagramação que se determina qual o tipo de saída a ser efetuada. Isso quer dizer que é o Scribus quem calcula os valores das cores, transformando-os de RGB para CMYK internamente, e associando-os aos perfis de cor determinados, quando o gerenciamento de cor está ativo. Pode-se dizer que isso resolve cerca de 70% dos problemas costumeiros aos fluxos de trabalho de editoração eletrônica, e é um diferencial que coloca o Scribus um passo a frente, em relação às grandes soluções para Desktop Publishing. Não bastasse, o Scribus também exporta seus arquivos para o formato PDF, o que significa que ele está pronto para trabalhar nos fluxos de impressão modernos, que recebam diretamente os arquivos fechados nesse formato. As opções para o fechamento em PDF são diversas, incluindo opções de lineatura, angulação das retículas, incorporação de fontes, redução de resolução das imagens etc.. O Scribus é encontrado em seu site oficial; e seu download é de cerca de 8 Megabytes.

23 Fechamento Enquanto os arquivos estão dentro do fluxo de edição, eles estão dentro dos seus formatos padrão, como textos, imagens, vetores ou arquivos de diagramação. A partir da conclusão do projeto, ele precisa ser transformado no formato de arquivos que tornou a Editoração Eletrônica viável, o PostScript, para que ele seja interpretado nos RIPs (Raster Image Processors) dos equipamentos de saída. O Scribus, como vimos anteriormente, é capaz de fechar os arquivos tanto imprimindo-os no formato PostScript, quanto gerando o arquivo em PDF. Porém isso só acontece quando o processo de diagramação passa por ele. Mas é possível também fechar arquivo em PDF através do GhostScript. O GhostScript, é um interpretador livre da linguagem de impressão PostScript, onde tanto é possível fechar arquivos PostScript, quanto rasterizá-los e imprimí-los diretamente nos dispositivos de saída. Rasterizar significa transformar as informações das páginas armazenadas nos arquivos PostScript e PDF para o formato do dispositivo de saída, como impressoras, geradores de filme ou geradores de chapas. O sistema de impressão do Linux está diretamente ligado ao uso do GhostScript, o qual recebe as instruções do CUPS (Common Unix Printing System), o que faz com que o GhostScript transforme qualquer computador com Linux em um RIP. Como ele não possui interface gráfica, o GhostScript é acessível somente via console, o que torna sua execução um pouco complicada para aqueles apenas habituados a utilizar o mouse, porém permite que o Linux o utilize através do seus sistema interno de impressão, fazendo com que o usuário não necessite acioná-lo, a não ser que queria executar uma tarefa específica. Para acessar o GhostScript, basta digitar gs na linha de comandos (conhecida como shell). O seguinte comando transforma o GhostScript em um Fechador de arquivos em PDF. gs sdevice=pdfwriter soutputfile=saida.pdf entrada.ps Ou então para Ripar um PDF para uma imagem TIFF em alta resolução e com separação de cores. gs sdevice=tifsep soutputfile=saidatiff%d.tif entrada.pdf

24 24 Essa são apenas duas das funções possíveis do GhostScript, descrever todas, ocuparia muito mais páginas do que todo este estudo. Para obter o GhostScript e consultar sua documentação, visite o site Outra maneira de se tratar sobre o fechamento de arquivos no Linux é através do seu próprio sistema de impressão. Como o CUPS é integrado ao sistema operacional, qualquer aplicativo tem acesso a um fluxo de impressão baseado em PostScript, bem como todos os dispositivos, sendo eles compatíveis com PostScript ou não. Figura 33: O CUPS dá diversas opções para impressão e fechamento de arquivos, inclusive para a geração de PDFs Em especial o filtro para arquivos em PDF tem todas as opções necessárias para o fechamento de qualquer arquivo, gerado em qualquer aplicação Linux. Isso inclui determinar o destino da impressão, como Tela, Impressora ou Pré-Impressão, embutir ou sub-listar fontes, forçar a rasterização dos objetos, dentre outras. Isso torna o Linux um ambiente completo, tanto na a impressão em qualquer tipo de dispositivo, quanto na a preparação de arquivos de saída para serem processados pelos modernos equipamentos de alta resolução para a geração de filmes ou de chapas. Para obter maiores informações sobre a comunidade responsável pelo drivers de impressão no Linux, visite:

25 25 Figura 34: O CUPS e as s diversas opções para o fechamento de arquivos em PDF

26 Programas Auxiliares Conforme a editoração eletrônica evoluiu, nasceram novas necessidades dentro do fluxo digital. Entre essas necessidades estão um controle e uma integração mais precisos entre as cores visualizadas no monitor e aquilo que é efetivamente impresso. Além disso, com a vinda dos grandes formatos de geradores de filmes e de chapas, é preciso que se disponham digitalmente as páginas, para que possam ser diretamente transportadas para as formas de impressão, e, por exemplo, formarem os cadernos de uma revista ou livro. Para essas duas importantes necessidades, que não estão diretamente relacionadas a editoração eletronicamente em si, mas a tornam muito mais precisa e produtiva, o Software Livre também tem seus representantes. Mas em casos como um fluxo CTP (Computer to Plate), esses tipos de programas não são simplesmente auxiliares, são imprescindíveis. São eles os Sistemas de Gerenciamento de Cor e os programas de Imposição Sistemas de Gerenciamento de Cor. O CMS (Color Management System) consiste em tentar resolver um problema comum a todos os sistemas de impressão: Aproximar aquilo que se projeta daquilo que se obtém. A correta transferência das cores de um impresso são uma questão crucial para uma boa qualidade, na verdade ela é a maior referência de qualidade, a primeira inconformidade que aparece quando algum problema ocorre no processo. O Gerenciamento de Cor requer que equipamentos de entrada, de visualização e de saída tenham a sua capacidade de reprodução de cores mapeada através de padrões específicos de leitura e de impressão. O Linux possui três ferramentas poderosas, que juntas, iniciam e fecham um ciclo completo para gerenciamento de cores. São elas o Lcms, o Lprof e o Argyll. O Lcms consiste em uma biblioteca de funções de gerenciamento de cor, que é utilizada tanto pelos programas de editoração eletrônica para a leitura e aplicação de perfis ICC, quanto pelo próprio sistema operacional, como ferramenta para calibração de monitores por exemplo. O Lprof consiste em uma interface gráfica para o Lcms, onde podem ser lidos Targets padronizados de leitura de scanners para a geração de seus perfis ICC e a aplicação de perfis de monitores para sua calibração.

27 27 Figura 35: O Lprof ajuda a aplicar os resultados das leituras dos Monitores, Câmeras e Scanners, além de interligar o perfil do monitor ao sistema operacional. O Argyll é mais direcionado para a geração de Targets de impressão e para a varredura dessas informações através de equipamentos como o Colorímetro, o Espectrofotômetro e o Densitômetro. Ele também faz a leitura da emissão das cores pelo monitor sendo, dessa maneira, o responsável pela geração do seu perfil ICC. Como o Argyll não possui interface gráfica, até o momento, sua utilização é feita através da linha de comando ( o shell ) o que o torna um pouco complicado para usuários inexperientes em Linux, porém trás diversas vantagens como possibilidades de automação de processos e interligação entre vários programas.

28 28 Por exemplo, pode-se usar o Argyll para se gerar um Target de impressão: targen v d4 l260 f1053 PrinterB Formatar esse Target para ser lido pelo equipamento DTP41 da X-Rite printtarg v i41 pa4 PrinterB Ou mesmo utilizar, com óbvias limitações, um scanner comum como dispositivo de entrada da impressão desse Target, para isso: printtarg v s iss pa4r PrinterB Executando a leitura da impressão desses Targets através do Spectroscan, do DTP41 ou de um arquivo TIFF gerado por um scanner de mesa, respectivamente. printread c2 iss PrinterB printread i41 PrinterB scanin v c PrinterB.tif PrinterB.cht scanner.icm PrinterB E, no fim, gerar o perfil ICC do dispositivo de saída. profile v D"Printer B" qm S swop.icm cmt dpp PrinterB Pode parecer meio complexo esse tipo de operação através de comandos escritos, porém sua versatilidade é inigualável e uma vez sabendo-se o que é preciso fazer, a alta produtividade e praticidade desse tipo de aplicativo se torna muito clara. O Lcms pode ser obtido em O Lprof é encontrado no site E o Argyll possui uma vasta documentação de uso no site onde o programa também pode ser baixado livremente Imposição Todo livro, revista ou jornal é imposicionado em sua forma de impressão. Isso significa que as páginas estão dispostas de maneira tal que ao se dobrar as folhas, obtém-se cadernos prontos para a leitura, depois de serem grampeados, colados ou costurados e refilados. Assim, esses impressos são dispostos de modo que sejam impressos em cada folha, 4, 6, 8, 16, ou mesmo 32 páginas simultaneamente.

29 29 Figura 36: Uma revista, por exemplo, pode ser disposta numa matriz através da chapa de impressão para, depois da dobra e do refile, se obterem os cadernos Este processo é feito através dos arquivos fechados, os quais são reposicionados e girados dentro do novo formato de saída, que é o da forma de impressão. Para executar esse processo, existem os programas de Imposição. Responsáveis por juntar as diversas páginas dos arquivos fechados e calcular qual deverá ser a sua posição e a sua rotação dentro do formato final, para que a dobra e o refile determinados possam colocar as folhas na seqüência de leitura correta. Infelizmente, até o início dessa pesquisa, não haviam soluções livres com esse tipo de função. Não haviam. Novamente, da necessidade em se resolver um problema, a filosofia OpenSource se mostra uma ferramenta de desenvolvimento e aprendizado sem igual nesta era do conhecimento. O próprio grupo deste trabalho, coletando informações das áreas interessadas e de profissionais de acabamento e impressão, no período de um mês, foi capaz de desenvolver e disponibilizar uma solução completa para Imposição de arquivos no Linux: O EasyPose. O EasyPose é um programa simples, focado nas necessidades dos setores diretamente ligados aos resultados da imposição dos arquivos, ou seja, a impressão e o acabamento.

30 30 O desenvolvimento deste aplicativo ainda continua, assim como acontece com todas as aplicações livres, mas ele já possui as funções básicas e outras bem inovadoras e avançadas de um software de imposição. As capturas de tela exibidas entre as figuras 37 e 44, mostram e explicam um pouco do processo de imposição usando o EasyPose. Figura 37: No EasyPose o usuário escolhe o formato do seu impresso e o formato do papel que será utilizado. Informações como porcentagem de aproveitamento são calculadas em tempo real. Figura 38: Os arquivos em PDF podem ser incluídos livremente, inclusive mixados, para incluir por exemplo um anúncio vindo diretamente do cliente em uma página avulsa. Aqui se escolhe se a forma de encadernação será por alceamento ou intercalação

31 31 Figura 39: O uso de Templates de imposição não é obrigatório, as dobras podem ser feitas na própria tela, através de um algoritmo inédito, capaz de calcular a posição de rotação das páginas automaticamente, em todos os cadernos. Além disso, o EasyPose calcula também as compensações necessárias levando em conta a espessura do papel e o número de dobras na sua lombada

32 32 Figura 40: Configurações para objetos de controle, como tiras, marcas de corte e dobra, identificação de caderno, dentre outros, são totalmente editáveis. Figura 41: A pré-visualização de um dos cadernos da imposição. Figura 42: Recursos Extras inéditos como o ForeEdge Printing, capaz de transportar qualquer imagem selecionada para as laterais de um livro... Figura 43:...e o Auto-Cover onde, baseado na quantidade de páginas e na espessura do papel e da capa, cria um layout para ser utilizado nos Scribus, para que a capa possa ser elaborada com maior facilidade.

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