UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU FACULDADE INTEGRADA AVM DAS ESPÉCIES DE CONTRATOS Por: Carlos Alberto Figueira de Barros Júnior Professor orientador : Francis Rajzman Rio de Janeiro 2012 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

2 AGRADECIMENTOS A minha mãe, amigos, e ao mestre Dr. Francis Rajzman, e em especial a minha namorada Márcia Santos. Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante. Albert Schweitzer.

3 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 03 CAPÍTULO I Conceito de contrato 04 CAPÍTULO II Origem dos Contratos 06 CAPÍTULO III Classificação dos contratos 10 CAPÍTULO IV Relação entre consumidor e fornecedor 14 CAPÍTULO V Contrato de compra e venda 17 CAPÍTULO VI Contrato bancário 20 CONCLUSÃO 28 ANEXOS 29 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA 31 BIBLIOGRAFIA CITADA 32

4 3 INTRODUÇÃO Seus direitos são garantidos por um contrato? Esse trabalho tem por objetivo tecer comentários sobre as várias espécies de contratos, tendo por base as doutrinas e as leis vigentes na República Federativa Brasileira. O contrato no direito brasileiro significa acordo entre duas ou mais pessoas, sobre um objeto lícito e possível com o fim de adquirir, resguardar, modificar ou extinguir direitos. O contrato ocorre normalmente quando ambos os contraentes em reciprocidade, ou um deles, assume a obrigação de fazer ou não fazer alguma coisa. Vivemos em um mundo onde realizamos vários contratos por dia, podendo pegar um ônibus para ir ao trabalho ou comprando um pão na padaria.

5 4 CAPÍTULO 1 CONCEITO DE CONTRATO Contrato é o acordo de duas ou mais vontades, na conformidade da ordem jurídica, destinado a estabelecer uma regulamentação de interesses entre as partes, com o objetivo de adquirir, modificar ou extinguir relações jurídicas de natureza patrimonial; sendo um negócio jurídico, requer, para sua validade, a observância dos requisitos legais. O professor Rio Carlos Duarte Bacciotti diz que: Contrato, do latim contractu, é trato. É a combinação de interesses de pessoas sobre determinada coisa. É o acordo de vontades que tem por fim criar, modificar ou extinguir um Direito, como afirmado pelo Mestre Washington de Barros Monteiro. Ulpiano, corretamente afirmou que: duorum pluriumve in idem placitum consensus, vale dizer contrato é mútuo consenso de duas ou mais pessoas sobre o mesmo objeto. Além das condições para sua validade o contrato possui, ainda, três princípios básicos: que a vontade seja autônoma, significando aí, a liberdade das partes ma estipulação do que melhor lhes convenha, ainda, o princípio da supremacia da ordem pública ou seja a vontade das partes te como limite os termos da legislação pertinente a matéria, aos princípios da moral e da ordem pública e, finalmente o da obrigatoriedade, ( pacta sunt servanda ) Função econômica dos contratos Estima-se que o contrato de compra e venda é o que mais se realiza pela população mundial. Os contratos, em um modo geral, representam formas de transferências de patrimônio. Como por exemplo: doação, mutuo, compra e

6 5 venda, entre outros. Essas são as formalidades previstas em CEI para a realização de um contrato solene ou forma 1. 2 A função atual dos contratos Sem dúvida que podemos afirmar que a função dos contratos em nossa sociedade é enorme, a ponto de dizer que sem o contrato, nossa sociedade não existiria. O contrato é o instrumento de circulação de riquezas, ajudando a distribuir renda e gerar empregos. Em uma perspectiva contemporânea, contrato é um conceito funcional e, como tal, desempenha importante papel social. A função social do contrato, erigida modernamente a princípio, coloca em foco a dimensão coletiva, não se limitando a satisfação de necessidades individuais dos contratantes. O princípio da função social do contrato evidencia a funcionalização do contrato; devolvê-lo a sua tarefa original, as vezes esquecida nos caminhos do individualismo. O contrato, além da realização de interesses privados, deve contribuir para edificação do ser humano digno. Cesar Fiuza destaca, ainda, a função pedagógica do contrato, entendendo-o como meio de sociedade, exercitando os relacionamentos sociais sadios. Aproxima os homens, abate suas diferenças. As cláusulas contratuais dão aos contratantes noção de respeito ao outro e a si mesmos, visto que, afinal, empenharam sua própria palavra. Por meio dos contratos, as pessoas adquirem do direito como um todo, pois, em última instância, um contrato nada mais é do que a miniatura do ordenamento jurídico, em que as partes

7 6 estipulam deveres e direitos, através de cláusulas, que passam a vigorar entre elas. 1 CAPÍTULO 2 ORIGEM DOS CONTRATOS Historicamente, existem duas correntes teóricas para explicar a origem dos contratos. A primeira delas, surgida no final do século XIX, defende que os contratos tiveram a sua origem na Lei de Maine, afirmando que como o estatuto precedia o contrato, este teria sido, então, uma decorrência evolutiva da liberação individual A segunda corrente tem por base a Lei da Socialização do Contrato, segundo a qual o Direito Voluntário precede o Direito imposto, onde a evolução em matéria de contrato teria ocorrido no avanço do preceito de ordem pública em restrição a liberdade contratual, ou seja, a socialização do contrato prevaleceria a autonomia da vontade. O direito primitivo já havia estabelecido costumes que regulavam contratos. Uma tribo ou clã celebravam um acordo com outra tribo, para fornecimento de algum produto ou cessão de um direito. Seriam os chefes das tribos ou os comissários por eles designados que pactuavam em nome de toda a tribo. Assim, em caso de descumprimento, todo o grupo credor poderia exigir o cumprimento do grupo inadimplente. Tratando-se de leis escritas, será na antiga Mesopotâmia que nos deparamos com os primeiros enunciados conhecidos acerca dos contratos. As Leis de Eshnunna 2, promulgadas provavelmente entre os anos de 1825 e FIUZA, César. Direito civil: curso completo. 8. ed. Belo Horizonte: Del Rey, p As Leis de Eshnunna estão registradas sobre as tábuas em cuneiforme IM e IM , conservadas

8 7 a.c., já dispunham sobre a compra e venda, arrendamento e empréstimo a juros. O código de Hamurabi, elaborado anos mais tarde no Império Babilônico, provavelmente em 1758 a.c, também continha dispositivos semelhantes, regulamentando alguns contratos específicos, a execução destes contratos, as taxas de juros cobradas, bem como o preço de determinados serviços O contrato no Direito Romano Assim como os demais institutos oriundos do Direito Romano que chegaram até os nossos dias, o conceito de contrato passou por diversas transformações, inclusive considerando os diversos períodos de sua vigência. Antes de entendermos o sentido da palavra contrato no Direito Romano, é preciso entender os conceitos de pacto e convenção. No pacto, existe um acordo de vontades entre duas pessoas; o mesmo vale para a convenção, pois são sinônimos. Em ambos os casos não existe uma obrigação propriamente dita, portanto não tem a geração de defeitos jurídicos para as partes. Nessa linha de raciocínio, verifica-se que no Direito Romano os conceitos de pacto ou convenção se diferenciam, pois somente neste último temos a presença de um elemento objetivo, em regra, a observância de alguma formalidade, que faz nascer a obrigação. As relações jurídicas se modificam em função da escala de valores definida pela própria sociedade atribuindo a cada ato jurídico uma importância específica no bojo das relações sociais, a evolução do direito romano no que tange as obrigações e aos contratos é uma prova viva dessas mudanças no decorrer dos anos. O direito romano deixou um grande legado aos povos, pois ele vem de uma sociedade bastante hierarquizada e fortemente ligada ao formalismo. Com o passar do tempo essa hierarquia passou a não mais atender as no Museu do Iraque; foram publicadas originalmente em 1948 pelo assiriólogo Albrecht Goetze e descobertas nas escavações de Tell Harmal. O Código de Hammurabi foi revelado pela estela cuneiforme conservada no Museu dolouvre, cujas principais edições foram as de Scheil e de Bergmann. O assiriólogo brasileiro Emanuel Bouzon realizou a tradução dos textos cuneiformes direto do acadiano para o português. Hamurabi. O Código de Hammurabi. (tradução introd. e comentários de Emanuel Bouzon), 3ª ed., Petrópolis: Vozes, Leis de Eshnunna. (trad., introd. e comentários de Emanuel Bouzon), Petrópolis: Vozes, 1981.

9 8 necessidades de uma sociedade em crescimento e evolução, resultantes da expansão territorial crescente e da luta de classes, assim, aos poucos, os pactos nus passaram a ser reconhecidos como contratos, gerando obrigações bilaterais e recíprocas, e as obrigações se deslocam da pessoa do devedor para os bens. Igualmente podemos falar das chamadas obrigações naturais que formam novos institutos jurídicos de natureza contratual. No Direito Romano clássico, os juristas vislumbravam a existência de um determinado número de contratos, entre eles a venda, a locação, o mandato e a sociedade. A partir do direito Justinianeu, o sistema contratual romano passou por profundas alterações, notadamente com relação a ampliação do número de acordos de vontade a que a ordem jurídica passa a conferir eficácia de gerar obrigações. Esta alteração se funda basicamente no foco que se desloca do elemento objetivo, basicamente a forma, para o elemento subjetivo. O acordo de vontade, tal modificação passa a admitir a existência de contratos inominados, ou seja, não previstos na legislação, mas que passam a produzir efeitos jurídicos pelo simples fato de existirem e manifestarem a vontade das partes. Durante a república romana e o alto Império Romano, para os pactos mais freqüentes foi criada proteção judicial. Os pretores, através de seus editos, começaram a proteger os pactos mais freqüentes, o que acabou por erigi-los a categoria de contratos. Criou-se então, uma nova espécie contratual os contratus solo consensu que envolviam venda, locação, mandato e sociedade. Para estes contratos não era usado nenhuma formalidade. No direito romano arcaico, o contrato era o ato que submetia o devedor ao poder do credor. Em razão da forte presença de crenças religiosas, especialmente nos deuses domésticos, o cumprimento de um contrato era questão de honra e o vínculo jurídico era pessoal, levando o credor em caso de inadimplemento, a atingir o corpo do devedor.

10 Inadimplemento na Idade Média e os demais costumes dos contratos pelo mundo. Na Idade Média, por influência do direito germânico, o inadimplemento ensejava a escravidão ou a prisão. O direito feudal, elaborado e aplicado pelo senhor feudal e o vassalo, pelo qual assumiam obrigações recíprocas. Ao vassalo era dada uma porção de terra que deveria ser cutivada mediantes o pagamento de uma parcela da produção. Em contrapartida o vassalo devia a seu senhor a fidelidade ( abster-se de atos hostis ou perigosos contra o senhor), o auxilium (ajuda militar e material, nem sempre de caráter pecuniário) que na maioria das vezes, apresentava se sob a forma de auxílio militar ( homens e armamentos ) ou com o consilium ( obrigação de auxiliar ao senhor com conselhos sempre que este convocava). 3 O contrato feudo-vassaíco era ato formal e simbólico. A entrega da coisa ou de algo que a representasse era essencial para que o contrato se efetivasse. Aos poucos, em razão do desenvolvimento do direito canônico, a vontade foi sobrevelada como fonte do direito contratual. A palavra empenhada fazia lei. O contrato não era somente uma questão jurídica, mas religiosa. Assim, a boa fé era essencial e o povo temia o perjúrio, condenado pela igreja. Daí a freqüência da utilização de juramentos em nome de Deus na formação contratual. Os costumes municipais dos séculos XIII e XIV, em cidades da Itália, França e Países Baixos, admitiram o consensualismo no direito dos contratos, embora glosadores e comentadores resistissem. Para que houvesse contrato, bastava o consenso, o acordo de vontades. O respeito a palavra dada fazia do contrato uma obrigação moral. 3 CASTRO, Flávia Lages de. História do direito: geral e Brasil. Rio de Janeiro: Lumen Juris, p.124.

11 10 Com o jusnaturalismo, a obrigatoriedade dos contratos é reforçada como regra fundada na própria razão e que deve prevalecer nos direitos nacionais, pois o homem é senhor de seus atos; indivíduo autônomo, que não deve se submeter a nenhuma autoridade exterior. Assim, o contrato seria a submissão a normas criadas pelo próprio indivíduo, sendo, portanto, legitimada pela vontade das partes, que livremente pactuavam. São estas as idéias que serão inseridas nos códigos modernos pelos iluministas. A burguesia, como forma de manter o Estado afastado de suas atividades, assume o jusnaturalismo racionalista como fundamento do Direito e a vontade é eleita como fundamento da sociedade moderna da formação do estado a fundamentação do Direito. Assim, tanto o Direito Público quanto o Direito Privado viram o surgimento do dogma da vontade em seu alicerce; o contrato como fundamento da sociedade capitalista. No direito público, a formação do estado fundou-se no contrato social que, segundo Rousseau, pretende aliviar o homem da infelicidade gerada pela passagem do estado natural para a sociedade política. O contrato social, constituído pela vontade geral, era fonte legítima para ordenação social. CAPÍTULO 3 CLASSIFICAÇÃO DOS CONTRATOS A classificação dos contratos está intimamente ligada a sua interpretação. A título de exemplo, se respeitado ou desrespeitado o art. 422 do CC/02, Os contratantes são obrigados a guardar, assim na conclusão do contrato, como em sua execução, os princípios de probidade e boa-fé, somente se saberá os efeitos deste contrato, para cada contratante, fazendo inicialmente a sua classificação para sua posterior interpretação, procedendo com o diagnóstico.

12 11 A luz do novo Código Civil, não se é possível ter a expressa classificação dos contratos, sendo feita através de doutrinas. As principais classificações são: a) Contratos Unilaterais ou bilaterais: se faz quanto à carga contratual atribuída aos contratantes, quais sejam iguais direitos e deveres, prestação e contraprestação. Sempre no contrato, tem-se, no mínimo dois pólos, já que o autocontrato é defeso. Contudo, aqui não se fala em quantidade de contratantes, e sim carga contratual. Se essa for atribuída para ambas partes, é bilateral. Se distribuída de forma que a carga recaia, sobre apenas um contratante, como na doação gratuita, na qual só há prestação, é unilateral. b) Gratuitos ou onerosos: estão intimamente ligados a carga contratual, como os unilaterais ou bilaterais. Logo, pode-se traçar um paralelo entre gratuitos e unilaterais, já que a carga recai somente a uma parte, restando à outra somente o desfrute dos benefícios. O outro paralelo entre bilaterais e onerosos, já que há prestação de um e a contraprestação de outro, com direitos e deveres repartidos. c) Cumulativos ou aleatórios: conhecido como contrato nominado pelos romanos, o típico é aquele que o ordenamento jurídico o descreve, como o contrato de compra e venda. Já os atípicos ou inominados são aqueles emanados das tratativas costumeiras, como o cheque pré-datado (já que o título perde a sua qualidade por se tratar de pagamento à vista, não por lei, mas sim pelo acordo de vontades). d) Consensual: todo o contrato é consensual, respeitado o princípio da autonomia da vontade, pois parte de um acordo inter partes. O consenso é uma das primeiras etapas da formulação de contrato. Contudo, nesta classificação, bastaria o consenso para dar validade e

13 12 eficácia plena para o acordo. É o caso dos contratos que envolvem bens de menos importância econômica, como a venda de uma caneta. e) Típico ou atípico: conhecido como contrato nominado pelos romanos, o típico é aquela que o ordenamento jurídico o descreve como o contrato de compra e venda, já os atípicos ou inominados são aqueles emanados das tratativas costumeiras, como cheque prédatado ( já que o título perde a sua qualidade por se tratar de pagamento à vista, não por lei, mas sim pelo acordo de vontades ). f) Real: ligado aos modelos de aquisição de propriedades, res, coisa, é o repasse da posso direita do bem, e ligado aos bens de maior valor econômico e importância social. g) Solenes e não solenes: os solenes necessitam do cumprimento de etapas definidas em lei para atingir validade e eficácia plena, como o citado no art.288, É eficaz,... se não... revestido das solenidades do parágrafo 1º do art. 654 São ligados aos contratos reais. Isso se dá pela importância do bem abrangido pelos reais, por isso o legislador deu maior segurança para esses negócios encobrindo-os de solenidade. Os não solenes estão ligados aos consensuais, já que só o consenso consumaria o contrato, não necessitando de alguma outra formalidade. h) Principal ou acessório: o contrato principal é dotado de autonomia, ou seja, não necessita de outro para sua aplicação. Já os acessórios são dependentes do principal, é o caso do contrato de fiança. Venosa salienta o fato de que, se é extinto o acessório, não influi na existência do principal. Contudo se resolve o principal, o acessório nem sempre é extinto, pois o acessório pode servir de preparação de outro contrato, como o mandato (p.102) i) Instantâneo ou de duração: o contrato instantâneo, por mais que pareça, não está ligado a um lapso temporal, e sim, na capacidade de que esse seja cumprido integralmente em um só ato, sendo a regra

14 13 geral para o cumprimento dos contratos. Se acordado ou dadas as circunstancias do negocio jurídico, o contrato pode se estender de forma periódica ou que envolva qualquer lapso de tempo para que seja cumprido, é o caso do aluguel de imóveis. j) Prazo de determinado ou indeterminado: o contrato de prazo determinado tem sua validade e eficácia garantidas pelo tempo que o contrato estabelecer, como no contrato de locação de seus meses. Se, por exemplo, termine o prazo de seis meses, e tacitamente ou expressamente o locador continua locando para o locatário sem determinar prazo, torna-se um contrato de prazo indeterminado. k) Pessoal ou impessoal: ligado a obrigação de fazer, intuito personae 4 ( art. 247 CC ), esse contrato pessoal somente o agente citado tem pericia para cumprir o contato. Já no impessoal, cumprimento desse não está adstrito a pessoa, podendo ser substituída, observados o art. 249 e seu parágrafo único do CC/02. l) Preliminar: é o contrato que tem por objeto e firmamento de um contrato principal futuro. Ocorre normalmente quando as partes, não lhes é conveniente firmar um contrato definitivo, devido a complexidade do negócio, mas devido a oportunidade, não poderiam deixar de assegurá-la. Salienta-se que não há obrigatoriedade, já que essa é definitiva no contrato principal. Contudo, ele tem força vinculante, pois normalmente esse é munido de clausula de arrependimento. m) Paritário ou de adesão: no contrato paritário, os agentes em todos os momentos contratuais, têm igualdade de condição. Nesse há certo tipo de liberalidade dos agentes, podendo esses indiscriminadamente, fazerem proposta e contraproposta para formarem o contrato. Já nos contratos, pois já estão prontos, cabendo a outra parte aceitá-la do jeito em que se encontra ou não, sem a possibilidade de discutir o seu conteúdo. 4 Em consideração à pessoa. Motivo que determina a vontade ou o consentimento de uma pessoa para com outra, a quem quer favorecer, ou com quem contrata, atenta à consideração ou ao apreço que ela merece; a causa de uma disposição testamentária, de uma doação etc.

15 14 CAPÍTULO 4 RELAÇÃO ENTRE CONSUMIDOR E FORNECEDOR Além do objeto representado por bens ou serviços que devem estar presentes nas relações contratuais de consumo, o legislador organiza a proteção contratual criando duas categorias diversas: o fornecedor e o consumidor. A qualidade das partes se apresenta como um fator determinante para caracterização das relações de consumo. Se não existe uma das partes, não existe relação de consumo Bens O parágrafo primeiro do Código de Defesa do Consumidor fala em produto como objeto das relações de consumo, porém, preferimos utilizar o termo bens tendo em vista que estes têm uma amplitude maior que aquele. Os produtos podem ser qualquer bem, móvel ou imóvel, material ou imaterial e podem ser objeto de consumo quando forem adquiridos pelo destinatário final e não pelo destinatário intermediário ( 1º, do art. 1º do CDC ) Serviços O Código de Defesa do Consumidor, segundo estabelece o art. 3º, 2º, se aplica aos serviços fornecido no mercado de consumo, mediante remuneração, inclusive as de natureza bancária, financeira, de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhista. Podem ser de natureza material, como os serviços de dedetização e ou intelectual, cuidados médicos quando fornecidos aos destinatário final. Não são incluídos como serviços os prestados pelo próprio Estado e remunerados a título de tributos, exemplo: tributos em geral, ou taxas e contribuições de melhoria, tendo em vista sua natureza tributária. Os serviços

16 15 públicos onde não existe uma remuneração específica estão excluídos do regime jurídico das relações de consumo, assim ocorre com o serviço de saúde, educação, fornecimento de água e esgoto, iluminação pública, por exemplos. Estes serviços são conhecidos por próprios ou Uti universi, sem possibilidade de identificação dos destinatários. Os serviços impróprios ou Uti singuli podem ser prestados por órgãos da administração pública indireta ou, modernamente, por delegação, como dispõe sobre a concessão e permissão dos serviços públicos. Esses serviços são remunerados por tarifa ou preço público e estão sujeitos ao Código de Defesa do Consumidor. Podemos citar como exemplo: fornecimento de água, luz e transportes públicos. Também, a multa diária não deve ser considerada um serviço, tendo em vista sua natureza processual, no sentido de obrigar alguém a fazer ou deixar de fazer algo. Não se aplica o CDC aos serviços realizados pelo perito judicial, não sendo possível a exigência de orçamento prévio. É discutível se o Código de Defesa do Consumidor se aplica às relações locatícias, sobretudo de imóveis, onde neste caso, o posicionamento do Superior Tribunal de Justiça se mostra contrário, porém, parece difícil sustentar este posicionamento quando ampliamos a noção de serviços à locação de automóveis. A análise da prestação de serviços deve ser feita de forma real e não formal, assim, o Superior Tribunal de Justiça entendeu que não basta o consumidor ser rotulado de sócio e formalmente anexado a uma Sociedade Anônima para que seja afastado o vínculo de consumo, quando evidenciada a administração de recursos de terceiros.

17 Fornecedor O artigo 3º do Código de Defesa do Consumidor define o fornecedor como toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. A qualidade de fornecedor é muito importante para que haja um maior equilíbrio nas relações de consumo, pois, aumentando-se o número de fornecedores, teremos uma aplicação maior da justiça comutativa, já que esta não é baseada na qualidade das partes. A definição de fornecedor passa pelo estudo no que seja uma atividade profissional 4.4 Consumidor O artigo 2º, caput, do Código de Defesa do Consumidor estabelece que o consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. Partindo desta definição, verifica-se que não existe um método preciso na legislação, na doutrina e nem na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça de proteção do consumidor, os entendimentos são variados e dependem da observação de cada caso. Como se observa, existe uma preocupação em se proteger um dos contratantes (o consumidor destinatário final), porém, não somente o consumidor destinatário final é protegido pelo Código de Defesa do Consumidor. Assim, de forma fictícia, pessoas determinadas ou não, sem terem sido contratantes ou destinatárias finais dos objetos das relações de consumo, serão protegidas por equiparação (art.2º, único,art.17eart.29)

18 17 CAPÍTULO 5 CONTRATO DE COMPRA E VENDA Em Do Contrato Social Rousseau 5 afirma que a liberdade é o bem supremo de toda a sociedade. O homem nasce livre e não pode abdicar de sua liberdade. Se isso for feito ele perde a sua condição humana. O Direito procura preservar os bens jurídicos, tais como, a propriedade, a dignidade da pessoa humana, a igualdade e a liberdade. O meu direito termina quando começa o direito de outra pessoa. No livro citado é feita uma conclusão em torno do fato de que os homens nascem livres e tem vontade de viver em sociedade, sendo assim, assinam um contrato social. O cidadão possui necessidades básicas e não pode produzir todos os bens e serviços para atendê-las. Todos, de comum acordo, celebram que respeitam os direitos alheios e irão procurar manter a paz. A reflexão é simples. A primeira parte é considerada o cidadão que transfere o domínio, no caso a liberdade, e a segunda (a sociedade) paga um preço, no caso, mantém a paz entre os homens. Rousseau entende que para que a sociedade descobrisse as melhores regras convinha às noções escolher alguém que não visse a questão social com paixões. Essa pessoa extraordinária é denominada legislador. Maria Helena Diniz 6 entende que o contrato de compra e venda não é algo feito livremente e abusivamente pelos homens, assim como todo contrato, existe regras para a sua efetivação. O Código Civil Brasileiro coordena as diversas formas como pode ser feito um contrato de compra e venda. Esse código foi legislado, ou seja, não é um conjunto de normas soltas e sem fundamento. Percebe-se com uma breve 5 ROUSSEAU, Jean Jacques. Do Contrato Social. São Paulo: Martin Claret, DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. 24ª ed. São Paulo: Saraiva, 2008.

19 18 consideração que hoje ainda temos a influência do pensamento do autor em análise. É importante dizer que isso não vem ao caso. O direito não deixa de lado a base histórica. Um exemplo claro do que acabo de afirmar vem de Roma. Ainda hoje percebemos que o Direito Romano, também conhecido como Direito Antigo, influencia o nosso ordenamento atual. Quando trata de um bom governo Rousseau entende que ele só é possível quando há o respeito à lei. Não só no contrato social, no direito civil, mas, no direito como um todo isso é válido. Quando esse princípio é violado o contrato social não é respeitado em todo o seu alcance. Os princípios dão base não só ao direito brasileiro, mas, a todo o direito universal. Por tudo o que foi apresentado acredito ter explicitado porque podemos atestar sem sombra de dúvida que o contrato de compra e venda tem origem em Do contrato Social de Jean Jacques Rousseau, pensador grandioso que tentou contribuir à sua maneira para que o convívio entre os cidadão e os seus respectivos direitos se aperfeiçoassem a partir do respeito e da vida em liberdade Classificação do contrato de compra e venda Classifica-se esse contrato como consensual, bilateral, oneroso, normalmente comutativo e de execução instantânea ou continuada. Para alguns casos, porém, a lei exige que o contrato se revista de forma especial. Nessa hipótese, o contrato é solene, como por exemplo, nas vendas de bens imóveis de valor superior a trinta vezes o maior salário mínimo vigente no país ( art 108 do CC ), situação em que o contrato deve ser realizado por escritura pública. Ressalvam-se as escrituras celebradas no âmbito do sistema financeiro de habitação que podem ser realizadas por instrumento particular ( lei 4.380/64, art 61 parágrafo 5º).

20 Elementos da compra e venda É o contrato por meio do qual uma das partes se obriga a transferir o domínio de certa coisa a outra parte, recebendo como contraprestação, determinada soma em dinheiro. O códio Civil definiu o contrato de ocmpra e venda como sendo aquele em que um dos contratantes se obriga a transferir o domínio de certa coisa, e o outro a pagar-lhe certo preço em dinheiro ( art 481 ). Aqui, observa-se a presença de três elementos essenciais: o consentimento, a coisa e o preço. Na realidade o elemento consentimento é pressuposto de qualquer espécie de contrato, por ser um elemento indispensável a sua formação. Ele não é um elemento específico do contrato de compra e Vanda, mas sim um elemento comum a formação de qualquer contrato Natureza Jurídica do contrato de compra e venda Depende apenas da vontade das partes. Estando ambas de acordo com o objeto e o preço, o contrato é realizado. Não se exige, em regra, formalidade específica para o contrato de compra e venda, que só será obrigatória quando prevista especificamente em lei. Tanto é assim que a compra de um chiclete no camelô da esquina perfaz uma compra e venda perfeita, embora não formalizada em contrato escrito. Pode-se dizer, sem medo de errar, que a maioria esmagadora das operações de venda é feita sem formalidades específicas previstas em lei Elementos do contrato de compra e venda a) Consentimento Comprador e vendedor tem que chegar ao acordo quanto ao objeto do preço; b) Preço - Conforme artigo 481 da Lei n /2002, o preço deve ser pago em dinheiro;

21 20 c) Coisa Todas as coisas que não estejam fora do comércio podem ser objetos de compra e venda; CAPÍTULO 6 CONTRATOS BANCÁRIOS As operações bancárias se dão por meio dos contratos bancários. O contrato bancário como todo contrato, é um fato jurídico. E dentro do gênero fato jurídico, normalmente é enquadrado especificamente como negócio jurídico. Conceituar contrato bancário implica dar-lhe sua nota essencial, suficientemente restrito para o distinguir dos demais contratos civis e comerciais, e suficientemente amplo para abarcar todas as atividades historicamente incluídas no rol bancário. Não há unanimidade entre os autores. Sérgio Carlos Covello 7 localiza a questão afirmando que se podem adotar dois critérios fundamentais na conceituação dos contratos bancários: 1) o critério subjetivo, sendo contrato bancário aquele realizado por um banco; 2) o critério objetivo, pelo qual é contrato bancário aquele que tem por objeto a intermediação do crédito. Os dois critérios sozinhos são suficientes, como nota o autor: o primeiro porque o banco realiza contratos que não são bancários, como de locação, prestação de serviços bancários, etc; o segundo porque o particular também pode realizar operação creditícia sem que se configure como bancária. Adota, então, uma concepção sincrética recorrendo aos dois critérios, para conceituar o contrato bancário como [... ] o acordo entre banco e cliente para criar, regular ou extinguir uma relação que tenha por objeto a intermediação do crédito. 8 7 COVELLO, Sergio Carlos. Contratos bancários, 3 ed., Editora Universitária de Direito, São Paulo, 1.999, p Idem, ibidem, p. 47.

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