Jorge Rubem Folena de Oliveira CONVERSAS COM HÉLIO FERNANDES ARC EDITOR

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1 Jorge Rubem Folena de Oliveira ARC EDITOR CONVERSAS COM HÉLIO FERNANDES

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3 CONVERSAS COM HÉLIO FERNANDES

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5 Jorge Rubem Folena de Oliveira CONVERSAS COM HÉLIO FERNANDES

6 Copyright Jorge Rubem Folena de Oliveira 2010 Capa: Aline Tavares Bezerra Projeto Gráfico e Diagramação: Aline Tavares Bezerra Editoração Eletrônica: Aline Tavares Bezerra Revisão: Verlene Tavares CIP-Brasil. Catalogação na Fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ 104p Oliveira, Jorge Rubem Folena de, 1968 Conversas com Hélio Fernandes/ Jorge Rubem Folena de Oliveira. Rio de Janeiro: ARC Editor, p.; 21cm ISBN: Literatura brasileira. 2. Política. 3. Brasil. 4. Reflexões 1. Título CDD: 869 CDU: Conversas com Hélio Fernandes Jorge Rubem Folena De Oliveira Editora: ARC EDITOR Ano de edição: Categoria: Ciência Política Idioma: Português ISBN:

7 ÍNDICE Apresentação por J. Bernardo Cabral O monopólio do petróleo O monopólio do petróleo 2 Nós voltaremos Notas frias, salários milionários Royalties do petróleo do Estado do Rio de Janeiro Os royalties do pré-sal Bernardo Cabral e a Constituição de 1988 Considerações sobre a Constituição Cidadã Para o Presidente Lula ler e meditar Quanto vale a Vale? Do povo e não do Bradesco? Battisti não pode ser extraditado pelo Supremo Dolarização da economia brasileira Lei Delegada 4/1962: a quem interessa sua revogação? Burla ao precatório crise de representatividade política Violência contra a mulher Agradecimento Tribuna da Imprensa O Presidente Lula e os projetos de lei do pré-sal Chuvas, tragédias, exclusão e indiferença Trabalhadores e anistia A anistia e a prescrição dos crimes dos opressores Conclusão por Hélio Fernandes

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9 APRESENTAÇÃO POR J. BERNARDO CABRAL O Advogado Jorge Rubem Folena de Oliveira é um profissional voltado para as causas nacionalistas defensor intransigente da soberania popular sem se descurar de outros assuntos que têm conotação com a ética e o decoro, com o desrespeito à população e às instituições fundamentais da sociedade organizada. Sem dispor dos meios de comunicação de maior densidade, começou ele a enviar comentários e artigos de sua autoria à Tribuna da Imprensa, tendo merecido do seu Diretor, bravo Jornalista Hélio Fernandes, encômios os mais merecidos. Aqui faço um parêntese. Hélio Fernandes foi o Jornalista mais censurado e mais confinado da história brasileira três vezes além de preso inúmeras outras. Conheceu a ignomínia e o opróbrio de presídios e quartéis militares, a negação de sua própria identidade profissional e o cerceamento do sagrado direito ao trabalho, ao ser proibido de trabalhar e de escrever. Poucos sabem que teve de recorrer, no período compreendido entre novembro de 1966 a setembro de 1967, ao pseudônimo de João da Silva, nome de um pracinha brasileiro da FEB que morreu lutando na Itália. Por isso mesmo, o servilismo e a subserviência são palavras que jamais constaram do seu Manual de Jornalismo, como não constam, ainda hoje, do dicionário de sua vida. Cabe destacar que a Tribuna da Imprensa foi o jornal que sofreu a censura mais avassaladora de que se tem notícia na imprensa brasileira e que por mais tempo teve cerceada a sua liberdade: foi o primeiro órgão de imprensa a ter sua 9

10 censura prévia, antes mesmo da decretação do Ato Institucional n.º 5, e foi o último a deixar de ter censura, em junho de Foi com essa troca de artigos e comentários que surgiu a idéia de Jorge Folena editar um livro, ao qual deu o título de Conversas com Hélio Fernandes e a mim entregou o cometimento de sua respectiva apresentação. A obra é a mais oportuna possível trazendo densa abordagem sobre a Petrobras, os royalties do petróleo, do Pré-Sal; a Constituição de 1988; a Vale; as reservas de minérios; a competência originária do Supremo Tribunal Federal; a dolarização da economia brasileira; Lei Delegada; burla Precatória, etc., etc. Jorge Folena tem ciência de que um país só se mantém erguido nos braços da soberania de seu povo. E soberania não tem preço, por mais alto que seja o valor que por ela pretendem oferecer. Até porque sociedade sem idéias de impulsão nem capacidade de ação e opção, é sociedade letárgica, mais vencida do que vencedora. Tem razão o Autor: não pode existir democracia sem que sejam destruídos todos os resíduos da ditadura. Rio de Janeiro, 03 de maio de J. Bernardo Cabral foi Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (1981/1983) Relator-Geral da Constituição de Doutor Honoris-Causa da Universidade Federal do Rio de Janeiro UNIRIO (2005) e Doutor Honoris-Causa da Universidade Federal do Amazonas UFAM (2009) 10

11 1. O MONOPÓLIO DO PETRÓLEO Por duas oportunidades, no Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), indaguei do saudoso Heitor Pereira, ex-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET), por que a Emenda Constitucional (EC) n.º 9/95, que impôs o fim do monopólio do petróleo em favor da Petrobras, não teve a sua constitucionalidade questionada no STF. Na verdade, até onde tenho conhecimento, a AEPET articulou com o Governador Requião a propositura de ação direta de inconstitucionalidade contra a lei do petróleo (Lei 9.478/97) que teve sua validade confirmada pelo STF, particularmente quanto à propriedade da lavra extraída (art. 26). A primeira vez foi no Centro Cultural do IAB e estávamos acompanhados do ex-presidente do Instituto, o advogado Celso Soares. A segunda foi num evento na seda da instituição, que contou com a participação do grande professor de sociologia jurídica da Faculdade Nacional de Direito, Maciel Pinheiro Filho. A insistência da indagação decorria do fato de não entender porque foi submetida a inconstitucionalidade da lei do petróleo no STF, quando esta teve origem na Emenda Constitucional n.º 9. Com efeito, não foi a lei que revogou o monopólio que concedia a exclusividade das operações à Petrobras, mas sim a Emenda Constitucional 9/95. 11

12 O monopólio, previsto na redação original do artigo 177 da Constituição de 1988, era uma das formas de preservação da soberania nacional, que é um princípio fundamental da República (artigo 1.º, I, da Constituição). A lei do petróleo nasceu de uma emenda à Constituição, que jamais poderia ter sido aprovada e menos ainda revogado o monopólio, instituído em benefício da Petrobras, porque estava protegido por cláusula pétrea, uma vez que a soberania nacional é direito e garantia do povo brasileiro (artigo 60, parágrafo 2.º, IV, da Constituição). Vale lembrar que os direitos e garantias fundamentais não estão previstos apenas no artigo 5.º da Constituição, mas também em outros decorrentes do regime e dos princípios adotados pela Carta Política de 1988 (artigo 5.º, parágrafo 2.º), sendo certo que a soberania nacional, que é um Princípio Fundamental da República Federativa do Brasil, está contemplada nessa extensão. É sob essa ótica que persistimos em acreditar que a Emenda Constitucional n.º 9/95 necessita ter sua constitucionalidade submetida ao STF, pois, sendo declarada inconstitucional, restaura-se o status quo ante, ou seja, o monopólio da Petrobras, previsto na redação original do artigo 177 da Constituição. Portanto, o STF apenas julgou a constitucionalidade da lei do petróleo, não enfrentando a Emenda n.º 9/95, que julgada inconstitucional, arrastará pelo mesmo caminho a lei do petróleo, que nela tem seu supedâneo. 12

13 Comentário de Hélio Fernandes: A emenda constitucional número 9 de 1995 foi apenas mais um atentado de FHC, que sempre se julgou dono e senhor de tudo. Com isso, quebrava uma clausula PÉTREA e preparava o caminho para romper mais uma, sobre os mandatos e impunha sua própria REEELEIÇÃO (Assim mesmo, com 3E). Ilegal, imoral, inconstitucional, comprada e paga à vista, mantinha FHC mais 4 anos no Poder. E além desses 4 anos conquistados, pretendia outros 3, não conseguiu. (Foi derrotado como seus parceiros Menen (Argentina) e Fujimori (Peru). O Supremo não pode obrigar FHC a devolver os 4 anos que USUR- POU ao povo brasileiro. Mas pode devolver ao cidadão-contribuinte-eleitor seu legítimo e sagrado direito de ser o maior acionista e o único proprietário do petróleo do Brasil. O Supremo precisa restabelecer a Constituição, nos mais diversos artigos e determinações, e com urgência. Não pode deixar que alguns continuem fingindo que o MONOPÓLIO DA PETROBRAS foi liquidado, e que o próprio Supremo concordou. Não é verdade, mas é indispensável que o povo, a coletividade-comunidade, saiba disso. O Supremo também precisa explicar a razão de estar engavetando há 6 anos o processo contra o senador Tasso Jereissati, hoje CAMPEÃO MORAL da desmoralização da Petrobras. Por que não julgam? Em 2001, governador do Ceará, Jereissati foi indiciado pela FALÊN- CIA FRAUDULENTA do Banco do Ceará (Na época, só a Folha e a Tribuna publicaram o fato). Logo a seguir, Jereissati se elegeria senador, o processo passou para o Supremo. Até agora, guardam ciosamente o processo. A solução 13

14 é simples: HOUVE OU NÃO HOUVE A FALÊNCIA FRAUDULENTA? O fato de Jereissati ter ficado esses anos todos sem querer o julgamento torna o fato SUSPEITO numa condenação mais do que previsível. PS - O prazo para a indicação dos nomes para a CPI CONTRA a Petrobras termina hoje, terça-feira. Se não chegarem a um acordo, não faz mal, continua sendo terça-feira, de qualquer semana. PS2 - O máximo da audácia, arrogância e ficarem se lixando para a opinião pública: indicarem Jereissati para integrar (não confundir com entregar) a Petrobras. Postado em 26/05/

15 2. O MONOPÓLIO DO PETRÓLEO Agradeço de todo coração a publicação do artigo O monopólio do petróleo e de seu comentário, na Tribuna da Imprensa de hoje. Esperamos ter colaborado com o debate sobre tema relevante para o Brasil, ainda mais neste momento de instalação de uma negativa CPI contra a Petrobras. Comentário de Hélio Fernandes: O artigo é muito bom e foge da rotina. Pois traz ao debate a questão da constitucionalidade e da inconstitucionalidade das emendas sobre a Petrobras. São centenas de mensagens sobre a CPI, CONTRA e A FAVOR. amanhã responderei algumas. Muita gente defende a CPI, outros combatem. É isso que me agrada, o fato das pessoas tomarem posição, combaterem por aquilo no qual acreditam. Minha convicção não mudou: sou contra a CPI, mas mantenho a importância da investigação. Alguns cidadãos lembram que já denunciei muitos presidentes da Petrobras (e da BR e da Transpetro, não esqueçam) que enriqueceram fabulosamente. O próprio presidente Geisel deixou herança de 20 milhões de dólares, surpresa. Só eu publiquei isso, embora não fosse o único a saber. O jornalista Elio Gaspari soube antes, mas tinha que proteger a fonte. 15

16 Podem escrever à vontade, defendam com clareza as coisas nas quais acreditam, não censuro ninguém, mesmo que discordem do repórter. Defendo uma Petrobras LIMPA e SEM ROUBO. Mas 60 por cento dos que passaram por cargos importantes na empresa, enriqueceram. E não apenas no passado. Só que é difícil acreditar em Jereissati e no PSDB. Postado em 26/05/

17 3. NÓS VOLTAREMOS Sempre que leio a respeito da tragédia que recaiu sobre a sua vida e seu trabalho, fico cada vez mais orgulhoso do senhor, na medida em que não percebo, em suas manifestações, sentimentos de rancor ou ódio, que seriam naturais diante das circunstâncias reveladas e comprovadas. Ainda bem que existem homens com coragem para lutar e persistir, transmitindo às gerações futuras que um mundo melhor ainda é possível. Isto, o repórter nos passa a todo o momento, mesmo nas dificuldades. Como revelei em outra oportunidade, agradeço por seus ensinamentos diários e desejo uma longa vida à sua Tribuna da Imprensa. Comentário de Hélio Fernandes: Obrigado, Folena, pela contribuição e a observação. Esse ponto destacado por você é fundamental na minha vida e em toda a participação de dezenas de anos. Jamais tive qualquer ressentimento, ódio, rancor ou coisa parecida. Nas várias vezes em que fui para o DOI-CODI, um centro de terror, quase o instante da tortura, não ficava com raiva dos oficiais. Eles tentavam me gozar, dizendo como interrogação: Então, jornalista, o senhor escreve contra nós, mas acaba sempre aqui. E riam, alucinada e prazerosamente. 17

18 Não pensava em me vingar, não queria estabelecer qualquer forma de duelo ou de combate com eles. Eu tinha objetivos, procurava cumpri-los, quaisquer que fossem os obstáculos colocados à minha frente. Nada me impediria, não era a luta de um instante, a batalha de um momento, a convicção que eu logo abandonaria. Quando comecei a lutar, foi muito antes de 1964, do golpe chamado de Revolução. Pois o Brasil tem uma historia cheia de golpes e nenhuma Revolução de verdade (1930 é uma fraude, uma farsa, mistificação completa). Ainda menino, entrei na redação da revista O Cruzeiro, era um emprego. Mas logo compreendi que seria muito mais do que isso. E não desacreditei jamais. Meu primeiro trabalho de importância foi a cobertura da Constituinte de Ali travei conhecimento direto com a política e compreendi que eles não conheciam Aristóteles, e estavam distantes de compreender que a política é arte de governar os povos. Acabada a Constituinte, fiz entrevista com o general Góes Monteiro e ouvi pela primeira vez a afirmação: O Exército é o grande mudo. Como desde 1889 o Exercito sempre se meteu em tudo, não tive dúvida: era impossível confiar em políticos e em militares. Eles estão sempre juntos, enganando a coletividade. Em 1889, os civis combateram, mas o Poder não ficou com eles. A República nasceu militar, militarista e militarizada, mas apoiada por civis. Em 1937, o ditador era um civil, Vargas, garantido pelos militares. E, em 1964, trocaram, os militares ficaram com o poder ostensivo, mas garantidos pelos civis. De qualquer maneira, o bom é a compreensão de um advogado militante como você e tantos outros. Aos que perguntam quando a Tribuna impressa 18

19 estará nas bancas, respondemos como o general McArthur ao ter que deixar as Filipinas: NÓS VOLTAREMOS. Postado em 29/06/

20 4. NOTAS FRIAS, SALÁRIOS MILIONÁRIOS No último dia 30, encaminhei-lhe carta sobre o Projeto de Lei 5.099/99, do deputado Jefferson Campos (PTB/SP) que tramita na Câmara dos Deputados em caráter conclusivo, que pretende autorizar que pequenas empresas prestadoras de serviço e profissionais autônomos possam ter a residência de seus titulares como suas sedes. O Globo de 02/08/2009, domingo, estampou na primeira página: Compra de nota fiscal esconde sonegação na área da cultura. E na página 2: A cultura da sonegação. Com efeito, sei que para o senhor o tema não é novidade, pois o seu artigo do dia 14/07/09 teve o seguinte título: Apresentadores e diretores com salários milionários podem substituir carteira de trabalho por notas fiscais? E notas fiscais agora apresentadas como compradas são originárias de pequenas empresas prestadoras de serviço instaladas, irregularmente, em residências, mas que o projeto do referido deputado federal pretende legalizar, beneficiando com isso não apenas a evasão fiscal já em curso, mas principalmente a reforma trabalhista, uma vez que possibilitará a diminuição dos encargos sobre a folha de pagamentos, com a exclusão de direitos sociais conquistados como muita luta pelos trabalhadores. Ressalto: o FGTS, quando de sua criação, deveria ser facultativo, mas tonou-se obrigatório em quaisquer contratações, para eliminar a estabilidade no emprego para os trabalhadores da iniciativa privada. O mesmo poderá ocorrer, doravante, com os trabalhadores sendo contrata- 20

21 dos somente se tiverem constituído uma pequena empresa prestadora de serviço, cuja sede poderá ser sua própria moradia. Portanto, as grandes personalidades da área cultural, que deveriam servir de exemplo para o povão, precisam refletir melhor sobre seus atos, pois a ganância não só os coloca em situação de risco diante do fisco, como podem vir a prejudicar os trabalhadores, legalizando a esdrúxula situação de negócio entre as empresas, ao invés de uma relação de emprego com carteira assinada, como prevê a legislação do trabalho. Comentário de Hélio Fernandes: Obrigado, Jorge. Tua carta esgota o assunto, não deixa um ponto, por menor que seja, sem esclarecimento. Fica evidente que esses salários milionários partem de um ponto ilegalíssimo, chamado de merchandising, e terminam mais ilegal ainda, já atingindo e ultrapassando o limite da imoralidade. Esses RECEBIMENTOS (quase sempre na televisão) chegam a milhões MENSALMENTE e os PAGAMENTOS seguem na mesma linha de falta de credibilidade. Antes de mais nada, uma explicação vernacular: o que é MERCHANDISING assim ou já traduzida para o português? 21

22 Como não conseguem explicar o significado da palavra, consideram muito melhor não escriturar, mergulhar na sonegação, tão formidável quanto o faturamento. E como os que pagam não contabilizam, os que recebem também não declaram. Assim, ficam igual e gostosamente no mesmo clima de sonegação. E a fuga dos impostos se dá em vários pontos, não se restringe aos órgãos de comunicação (televisão), contamina também os que servem de ponte entre os dois lados. E não pára por aí. Perguntinha ingênua, inócua, inútil: MERCHANDISING não é publicidade? Ou é publicidade enrustida, envergonhada, constrangida, mas suculenta? Aí se configura a extensão da sonegação. Os intermediários que pagam esses salários escondidos, logicamente não declaram, são obrigados a sonegar, sem que sejam cobrados ou questionados. E os que PAGAM a esses intermediários, que PAGAM aos órgãos, que PAGAM aos famosos, logicamente também não declaram, como fazer? E para esse PAGAMENTO ser ressarcido ou recuperado, aumentam os preços dos produtos, concluindo a cadeia (desculpem, nenhuma intenção) de ilegalidade. E fogem da obrigação de fornecer a nota, só fornecem mesmo quando pedem ou exigem. Nesse quadro, a última pincelada dada por um pintor desconhecido tem esta destinação: MILIONÁRIOS DA EXIBIÇÃO, deixam de ter carteira assinada, ou colocam nessa carteira imaginária, o mínimo dos mínimos. Prejudicam os verdadeiros prestadores de serviço. De empresas pequenas, de profissionais que trabalham mesmo e ganham miseravelmente, recebem, declaram, pagam, recolhem. E esses MILIONÁRIOS de SALÁRIOS astronômicos, ganham essas 22

23 fortunas para iludirem o cidadão-contribuinte-eleitor. RECOMENDAM produtos que não usam nem conhecem a não ser pelo vulto da conta bancária. CONTA BANCÁRIA? Como recebem POR FORA, não podem depositar. Têm que viver com DINHEIRO VIVO. Postado em 29/06/

24 5. ROYALTIES DO PETRÓLEO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO É golpista a tentativa do governo federal de retirar os royalties do petróleo do Estado do Rio de Janeiro, com a cobiça despertada pelo présal, sob o argumento da criação de um fundo soberano para distribuição da riqueza entre todos os brasileiros, visando pôr fim às desigualdades nacionais. O mais grave é que isto aconteceu com a omissão e a subserviência do governador do Estado do Rio de Janeiro e de grande parte da bancada legislativa federal, que somente agora estão se manifestando. Desde o final de 2007 tenho denunciado este grave fato aos políticos do Rio de Janeiro, seja por meio de artigos, palestras e trabalhos apresentados. Mas ninguém quis se expressar contra o movimento que estava em curso no Congresso Nacional, liderado pelos senadores José Sarney, Ideli Salvati e outros, que apresentaram projetos de lei e de emendas à Constituição. Chamamos a atenção para o projeto de lei do Senado n.º 279/08, de autoria da senadora Ideli Salvati, grande defensora do governo Lula no Congresso Nacional. Com o referido projeto de lei, pretende-se alterar o critério geográfico utilizado pelo IBGE para o pagamento dos royalties do petróleo explorado no mar. Vale lembrar que o Estado do Rio de Janeiro é o maior produtor de petróleo do País. Deveria ter vantagens em consequência disso, mas, na verdade, sofre perdas de receita do seu principal imposto (o ICMS), que, nas operações destinadas a outros Estados da Federação, não tem tribu- 24

25 tação, por força da não-incidência prevista no artigo 155, parágrafo 2.º, II, b, da Constituição Federal. Esta imunidade tributária, que vale para o petróleo e a energia elétrica, foi patrocinada pelo Estado de São Paulo durante a Constituinte de 1986/1988, sob a liderança do então deputado José Serra, uma vez que aquele Estado é o maior consumidor de energia do país. O mesmo José Serra, hoje governador de São Paulo e possível candidato à Presidência da República, também se articula nos bastidores para retirar os royalties do Rio de janeiro e transferi-los para seu Estado. Veja a contradição: o petróleo e a energia elétrica recebidos por São Paulo não pagam ICMS ao Estado produtor, porém a mesma regra não se aplica ao álcool combustível, do qual aquele Estado é um dos maiores produtores. Como forma de compensar a perda de ICMS, o constituinte instituiu os royalties em favor dos Estados produtores de petróleo e energia elétrica (artigo 20, parágrafo 1.º, da Constituição Federal. Todavia, com o anúncio do pré-sal, teve início um debate sobre a pretensa necessidade de distribuir os royalties entre todos os Estados da federação, o que causará grande perda de receita ao Estado do Rio de Janeiro e seus municípios. A esse respeito, o presidente Lula manifestou: O petróleo não é do governo do Estado do Rio de Janeiro. Não é da Petrobras, é do povo brasileiro e precisamos discutir o destino desse petróleo (Tribuna da Imprensa, 13/08/08, p. 8). Com efeito, esta manifestação do presidente da República ocorreu 25

26 em palanque armado no Aterro do Flamengo, quando do ato de doação do terreno da UNE no mês de agosto do ano passado, e o governador do estado ficou calado. Porém, o argumento de que as riquezas do petróleo devem ser distribuídas entre todos os brasileiros é falacioso, na medida em que a nãocobrança do ICMS oriundo dos estados produtores já é uma forma de diminuir as desigualdades regionais, como decidiu o plenário do STF no Recurso Extraordinário n.º SP. Esta é uma das formas pelas quais o Estado do Rio de Janeiro colabora com os demais estados, principalmente os das regiões mais pobres, uma vez que, por mais de vinte anos não tem recebido um centavo sobre o petróleo e derivados que saem de seu território, que concentra mais de 80% da produção nacional. Além disso, a legislação em vigor já prevê a existência de um Fundo Especial para repartir parcela dos royalties entre todos os estados e municípios do Brasil, independente de serem produtores ou não de petróleo (Lei 7.990/89, art. 7.º, e Lei 9.478/98, art. 49, II, e ). Ou seja, os royalties já são ou deveriam ser distribuídos entre todos. Segundo fontes da Secretaria de Fazenda e do Rio Previdência, o Estado do Rio de Janeiro recebe em torno de seis bilhões de reais, por ano, de royalties do petróleo, sendo grande parcela empregada no Fundo de Previdência dos servidores públicos. Veja, então, que a cobiça sobre o pré-sal não está limitada à entrega das reservas de petróleo, mas se estende aos recursos de titularidade de estados e municípios produtores de petróleo, sendo certo que a utilização desses recursos na formação de um fundo soberano poderá representar 26

27 mais uma tentativa de transferência da riqueza nacional para o exterior, a exemplo do que pretendem Inglaterra, França e Alemanha, diante dos fundos soberanos do petróleo dos países do Oriente Médio, que deveriam ser utilizados para cobrir a crise financeira global, como noticiou a Tribuna da Imprensa na sua edição de 29/11/08, p. 8. Por fim, reitero de todo coração o meu agradecimento e parabenizo o senhor, que possibilita ao leitor uma melhor compreensão da História do Brasil. Comentário de Hélio Fernandes: Obrigado, Folena, a OAB (estadual e nacional) deveria mandar inscrever nos seus anais esta carta esclarecimento. É elucidativa, irrespondível, exemplar, irrecusável, e representa e defende mais os interesses do Estado do Rio, do que uma bancada inteira de parlamentares. Alertados por você (como está na carta), e que se mantiveram na omissão, que é o estado permanente de representantes-sem-representatividade. Além de todos os prejuízos sofridos pelo Estado do Rio, a contradição irresponsável: o Estado de São Paulo NÃO PAGA ICMS aos estados que produzem petróleo e energia elétrica. Mas como é o maior produtor de álcool combustível, RECEBE dos que são obrigados a se abastecer lá. Tua carta, Jorge Rubem Folena de Oliveira (o nome por inteiro é homenagem à tua competência e ao fato de estar sempre mobilizado em defesa do interesse coletivo), deve ser lida, discutida, guardada, distribuída principalmente nas universidades. Postado em 08/08/

28 6. OS ROYALTIES DO PRÉ-SAL Lendo, num primeiro momento, a principal manchete de hoje (domingo, 30/08/09) do O Globo ( Rio vai sugerir taxação para manter royalties no pré-sal ), parece que o Governador do Estado está defendendo os interesses do povo fluminense. Todavia, nas páginas 27 e 28 do mencionado jornal, diante de um texto mais incompreensivo do que elucidativo, lê-se que o Governador, orientado por sua Secretaria de Desenvolvimento Econômico, irá propor a manutenção do atual regime de concessão, por meio de decreto para aumentar os percentuais das participações especiais. Em igual sentido, noticiou o Jornal do Brasil de 29/08/09 (p. A16), ao expor que o Secretário de Fazenda do Rio de Janeiro, Joaquim Levy, disse ontem que a adoção do sistema de partilha no pré-sal poderá criar conflitos futuros com áreas que já foram leiloadas e que continuarão a ser regidas pelo sistema vigente, o de concessão. O que a manutenção do atual regime de exploração (que permite que a lavra seja de propriedade do concessionário art. 26 da Lei do Petróleo, proposta por FHC e julgada constitucional pelo STF com voto de divergência iniciado pelo Ministro Eros Grau) tem a ver com a distribuição dos royalties? Digo que nada. Uma coisa é o modelo de exploração, que pode ser por concessão (atualmente em vigor) ou de forma partilhada (sendo a União proprietária da lavra e dando uma participação para quem for explorar o petróleo), 28

29 como parece que o Governo Lula irá propor. Os royalties são receitas dos Estados e Municípios em razão das degradações geográficas, sociais e econômicas causadas pela exploração do petróleo e seu manuseio. Como manifestou o Ministro do Meio-Ambiente, Carlos Minc: se houver um acidente, um vazamento, não vai ser em Mato Grosso (O Dia, 29/08/09, p.22). Desta forma, ou a longa reportagem do Globo (que mais parece defender a manutenção do atual regime em vigor), teve por fim confundir o assunto, ou o Governo do Estado do Rio irá defender interesses diversos dos de seus cidadãos. Na verdade, a manchete fala em royalties no pré-sal, mas não esclarece e nem deixa evidente uma possível defesa pela manutenção desta receita constitucional, assegurada ao Rio de Janeiro e aos demais Estados produtores de petróleo (art. 20, parágrafo 1.º da Constituição STF, Mandado de Segurança n.º /DF). Quando a manchete destaca que Rio vai sugerir a taxação, pensei que o Governador Sérgio Cabral (a exemplo do que fez anteriormente a ex-governadora Rosinha) estaria disposto a falar firme para o Presidente Lula: se vão diminuir os royalties do meu Estado e dividi-los com outros, então deverá ser eliminada a imunidade do ICMS do petróleo e seus derivados (artigo 155, II, parágrafo 2.º, X, b, da Constituição), quando destinados a outros estados, passando parte do tributo a ser cobrado no estado produtor. Isto porque o Estado do Rio produz mais de 80% do petróleo nacional e não recebe nada de ICMS, que vai para outros estados. Assim, o Estado poderia recuperar parte da receita do ICMS que deixou de arreca- 29

30 dar por mais de 20 anos, desde a promulgação da Constituição de 1988, sendo esta uma das grandes colaborações do Rio de Janeiro com o desenvolvimento dos demais estados, que cobram o imposto sobre o petróleo e derivados comercializados em seus territórios. Por que o governador não utiliza este argumento? E mais, o Governador poderia falar ainda para o Presidente: se aprovada esta proposta, no dia seguinte, como Governador, e tenho legitimidade e poder para isto (artigo 103 V, da Constituição), proporei uma ação direta de inconstitucionalidade no STF. Mas por que não se ouve uma palavra do Governador nesse sentido? Alguns parlamentares do Rio, recentemente, depois do debate iniciado por meio da Tribuna da Imprensa de 08/08/09 e com grande repercussão pela internet, já se posicionaram pela inconstitucionalidade da diminuição dos royalties do Estado, e até o presidente da FIRJAN se posicionou a esse respeito. O Governador e seus assessores deveriam expor com clareza a questão. Se for certa a informação (p. 27 do O Globo) de que sinalizam a disposição para negociar a saída do impasse por meio de aposta no Congresso, até o presidente Lula considera risível este encaminhamento, pois será um tiro no pé, porque se a idéia é partilhar os royalties entre todos os Estados mesmo não produtores de petróleo o Governo do Rio não terá força política para defender o que é direito do Estado, conforme a Constituição, e irá perder feio no debate político. Portanto, o Governador Cabral Filho demorou mais de um ano para despertar para a importância do assunto e, agora, num show pirotécnico, ameaça não comparecer ao lançamento do projeto de lei do governo sobre o marco regulatório do petróleo. Será que o Governador vai confrontar 30

31 mesmo o presidente que diz ser tão seu amigo? O que se esconde por detrás da manifestação do Governador? Será que é a discussão do modelo de exploração/concessão ou da preservação do direito do seu estado sobre os royalties? É muito barulho para quase nada, uma vez que já existe disposição legal sobre a criação de um fundo especial para repartição de parcela dos royalties entre todos os estados e municípios da federação (Lei 7.990/89, art. 7.º e Lei 9.478/98, art. 49, II, e ). Comentário de Hélio Fernandes: Tua carta é excelente, Folena, (como sempre) e chega no exato momento em que o presidente Lula, movido e decidido pela sucessão de 2010, muda tudo que estava acertado. Como você tocou em muitos aspectos dessa importantíssima questão, vou enumerar as respostas, para que fique mais claro e elucidativo. 1. Todos, governador do Rio, jornalões, governadores de outros estados, o próprio presidente, a direção da Petrobras, Dona Dilma, mudaram de posição. 2. O presidente Lula não queria que a nova empresa se chamasse Petrosal, teve que engolir o nome. 3. A direção da Petrobras, principalmente o presidente Gabrieli e o poderoso Santarosa, não queriam de maneira alguma que o Présal saísse do controle da Petrobras. 31

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