A INFLUÊNCIA DA INDISCIPLINA EM SALA DE AULA

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1 A INFLUÊNCIA DA INDISCIPLINA EM SALA DE AULA Larissa Siewk Silva co-autora: Carmela de Souza Maquiaveli 1 INTRODUÇÃO O titulo deste projeto é A influência da indisciplina em sala de aula, tem como objetivo conscientizar os pais da importância da disciplina em sala de aula.pois muitos pais que optam por manter seus filhos na escola desde de cedo ou o mais tempo possível, acham a escola é responsável pela educação dos mesmos,quando a escola reclama de maus comportamentos ou das indisciplinas dos alunos, os pais jogam a responsabilidade sobre ela.porém ao observar o cotidiano escolar, vemos reclamações e relatos dos funcionários e até mesmo da diretora, e estes também destacaram a questão disciplinar como uma das dificuldades fundamentais para o bom desenvolvimento do trabalho escolar. Muitos professores destacam que o ensino teria como um de seus obstáculos centrais a conduta desordenada dos alunos, como: bagunça, tumulto, falta de limites, mau comportamento, desrespeito A indisciplina, no âmbito educacional, é a manifestação de um individuo ou de um grupo com um comportamento inadequado, um sinal de rebeldia, intransigência, desacato, traduzida na falta de educação ou de respeito pelas autoridades, na bagunça ou agitação. Como também na incapacidade do aluno (ou alunos) em se ajustar às normas e padrões de comportamento esperados.

2 A comunidade escolar comunidade escolar,pais, educadores,alunos deve compreender a importância da disciplina em sala de aula com isso os alunos melhoram sua aprendizagem e aprendem a cumprir regras morais e convencionais.lembrando que a disciplina deve ser vista como um conjunto de prescrições e, principalmente, como um pré-requisito para o bom aproveitamento do que é oferecido na escola. Com isso há uma melhora para seguir as regras que são imprescindíveis e desejados de cada aluno em sala de aula. JUSTIFICATIVA Um professor tem como objetivo principal em sala de aula ensinar seus alunos a ler e a escrever,porém muitas vezes são barrados de fazer este trabalho que é básico,pois tem que parar a todo momento para chamar a atenção de alunos que o interrompem no momento da explicação ou por outros motivos. Pode ser feito um trabalho de esclarecimento sobre o que podemos realmente considerar indisciplina criando uma consciência e orientando os pais que ás vezes para disciplinar uma criança precisa de tempo e dedicação e saber dizer não na hora certa. Pensando desta forma desenvolvi um trabalho de pesquisa bibliográfica para tentar colaborar com a comunidade escolar compreendendo um pouco o que a disciplina pode ajudar em sala de aula. 1.1 PROBLEMA Qual é o reflexo da indisciplina em sala de aula? 1.2 HÍPÓTESE Acredita-se que com orientação através de palestras a comunidade escolar,pais, educadores,alunos podem compreender a importância da disciplina em sala de aula pois os alunos melhoram sua aprendizagem e aprendem a cumprir regras morais e convencionais.

3 1.3 OBJETIVO GERAL -Compreender melhor os benefícios que os alunos disciplinados conseguem desenvolver em sala de aula. 1.4 OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Entender sobre o que é exatamente indisciplina em sala de aula; - Conhecer os métodos para melhorar a indisciplina ; -Orientar a comunidade escolar sobre os benefícios da disciplina em sala de aula. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 DISCIPLINA E INDISCIPLINA A maioria das pessoas entendesse por disciplina a adequação do comportamento do aluno com aquilo que o professor deseja. Considera-se ainda que, disciplina é o comportamento do aluno previamente esperado pelo professor,mais disciplina é o respeito das regras morais,éticas e convencionais o contrario disso é o que se conhece por indisciplina que está ligada na maioria das vezes ao âmbito escolar. De acordo com as conclusões de Vasconcelos (1994,p.13)constata que: É claro que tudo isto perturba e muito o educador,mas se esta indisciplina for comparada com a social fome,mortalidade infantil, desemprego, nazismo,trafico de droga,corrupção,favela,pichação,assalto, seqüestro,roubo,trote danificação dos equipamentos públicos lixo no chão,desrespeito á faixa de pedestre,excesso de velocidade,passar em sinal vermelho,dar troco com bala ou chiclete,não registro de funcionários,não emissão de nota fiscal,não pagamento de imposto de renda extermínio de crianças,etc.- até que a indisciplina escolar não é tão grave... As manifestações de indisciplinados dos alunos, podem ser vistas como uma forma de se mostrar para o mundo sua existência, em muitos casos o aluno tem somente a intenção de ser ouvido por alguém, então para muitos indisciplinados a rebeldia é uma forma de expressão. Ela cresce frequentemente, produto de uma sociedade na qual os valores humanos tais como o respeito, o amor, a

4 compreensão, a fraternidade, a valorização da família e diversos outros foram ignorados. Devemos dar relevância ao aspecto familiar, diferentes problemas podem acarretar na indisciplina escolar, talvez esse aluno conviva em um lar desestruturado onde os pais não se respeitam e assim reproduzem o que presencia em casa na escola. Podem existir problemas psicológicos e sociais atingem diretamente o rendimento escolar, mais precisamente no fenômeno da indisciplina que se tornou, nos últimos anos, um dos principais problemas da educação no Brasil. De acordo com as conclusões de Vasconcelos (1994,p.21)constata que: Segundo muitos professores,nunca a situação em sala de aula esteve tão difícil como agora.teria piorado a indisciplina nos últimos trinta/quarenta anos? A tendência é dizer que sim,principalmente se considerarmos em termos do nível de decibéis de ruído em sala de aula...no entanto, poderíamos questionar : de que tipo de indisciplina estamos falando : apenas da ativa ou também da passiva?neste segundo caso,as coisas já não ficam tão claras...o fato é que indisciplina normalmente preocupa o professor é a ativa e esta objetivamente parece ter aumentado. Observando o cotidiano escolar, vemos reclamações e relatos dos funcionários e até mesmo da diretora, e estes também destacaram a questão disciplinar como uma das dificuldades fundamentais para o bom desenvolvimento do trabalho escolar. Segundo os professores, o ensino teria como um de seus obstáculos centrais a conduta desordenada dos alunos, como: bagunça, tumulto, falta de limites, mau comportamento, desrespeito.a conquistar da disciplina em sala de aula e na escola tornou-se um verdadeiro desafio para o ensino atual, tanto nas instituições de âmbito público como privado e merece uma séria reflexão A disciplina é importante para a aprender, não visando só as condições individuais, mais também deve se visar a criação de um ambiente, um clima, que ajude as pessoas a aprender. Cada um deve contribuir com o seu modo de ser e estar pronto para ajudar a construir um ambiente escolar estimulante. De acordo com as conclusões de Vasconcelos (1994,p.21)constata que: A situação em sala de aula é intrincada,pois ali se entram vários seres imerso em processo de alienação.cabe ao educador,como ser mais experiente e maduro,tomar a iniciativa de buscar romper o circulo da alienação.no processo de construção da disciplina consciente e interativa,há que se enfrentar a alienação,a brutalização tanto do próprio educador,quando doa aluno ( bem como dos pais,etc.)

5 Ela parece ser vista como obediência cega a um conjunto de prescrições e, principalmente, como um pré-requisito para o bom aproveitamento do que é oferecido na escola, as regras são imprescindíveis ao ordenamento, ajustamento e controle desejados de cada aluno e da classe como um todo. É pode se observar que qualquer inquietação, questionamento, discordância, conversa ou desatenção por parte dos alunos é entendida como indisciplina, já que busca obter a tranqüilidade, o silêncio, a docilidade, a passividade dos alunos dos exercícios passados pelo professor. Muitas vezes a falta de firmeza dos pais e educadores, leva a criança a impor a sua vontade. E determina o que vai comer, o que vai vestir, que programa assistir na televisão, como deve ser mobiliado seu quarto.com isso se acostumados desde cedo a impor sua vontade não aceitando ser contrariados,começando está reação desde de cedo sendo elas conhecida como espernear, gritar, chorar ou alegar doença para realizar todas as suas vontades depois acabam por praticar atos mais graves que preocupam a todos;pois se tornam indisciplinados. 2.3 A importância de uma presença ativa dos pais no crescimento e amadurecimento de seus filhos A maioria dos pais acham que quando seus filhos vão crescendo não precisam de estarem ativos no seu crescimento e amadurecimento,pois não compreendem que possuem um papel fundamental no desenvolvimento de seus filhos. Eles acham que seus filhos vão crescer e não precisam de sua ajuda para compreender que, existe muitos caminhos e sempre devemos escolher um. Os pais possuem grande influência nas habilidades que os filhos desenvolvem perante a sociedade,nestas habilidades podemos incluir a vivencia amigável com o outro,o agir com inteligência de maneira responsável e a comunicação mútua,entre outras habilidades essenciais para viver em sociedade. De acordo com as conclusões de Weber (2005 p.41) constata que : A primeira questão que devemos entender é que os papéis de mãe e de pai ajustam se a cada idade da criança,assim como se ajustam à época

6 .É um processo dinâmico.mantenha suas expectativas de maneira realista e entenda algumas questões que fazem parte da idade do seu filho. As crianças quando nascem são totalmente dependente dos pais aos poucos vão se tornando independente mais não totalmente os filhos precisaram sempre da ajuda dos pais. De acordo com as conclusões de Weber (2005 p.44) constata que: Lembra-se que a idéia de desenvolvimento indica que ocorrem alguns picos em determinadas áreas,mas isso não é tão rígido quanto se pensam há alguns anos.não é porque a criança completou sete anos que passará inevitavelmente a outro estágio.depende de toda a sua história de vida.diversas esfera do comportamento podem em fases diferentes do que se chama de maturidade 2.4 A qualidade da participação dos pais na vida escolar de seus filhos A educação está em todos os lugares,muitos pais acha que lugar de educar é na escola com os professores.esquecendo sempre que a vida escolar do seu filho deve sempre ser acompanhada por ele,pois os pais tem um papel fundamental e importantíssimo a desenvolver no âmbito escolar juntamente com seus filhos. De acordo com as conclusões de Brandão (1980/1989) p.7 constata que: Ninguém escapa da educação.em casa na rua,na igreja ou na escola,de modo ou de muitos todos nós envolvemos pedaços da vida com ela : para aprender,para ensinar,para aprender - e - ensinar.para saber,para fazer,para ser ou para conviver,todos os dias misturamos a vida com a educação.com uma ou com várias :educação? 3 PROCEDIMENTOS METODOLOGICOS

7 A pesquisa será bibliografica e depois segundo Lakatos e Marconi (1987, p. 66) a pesquisa bibliográfica trata-se do levantamento, seleção e documentação de toda bibliografia já publicada sobre o assunto que está sendo pesquisado, em livros, revistas, jornais, boletins, monografias, teses, dissertações, material cartográfico, com o objetivo de colocar o pesquisador em contato direto com todo material já escrito sobre o mesmo. Ainda de acordo com Cervo e Bervian (1976, p. 69) qualquer tipo de pesquisa em qualquer área do conhecimento, supõe e exige pesquisa bibliográfica prévia, quer para o levantamento da situação em questão, quer para a fundamentação teórica ou ainda para justificar os limites e contribuições da própria pesquisa. Ciente ambos que a pesquisa bibliográfica é um excelente meio de formação e juntamente com a técnica de resumo de assunto ou revisão de literatura, constituí geralmente o primeiro passo de toda pesquisa científica. 4 CONCLUSÃO Pode-se concluir que hoje em dia os professores estão encontrando junto ao ensino alguns obstáculos que interfere na aprendizagem dos alunos,um dele é a indisciplina fazendo que os alunos tenham a conduta desordenada como: bagunça, tumulto, falta de limites, mau comportamento, desrespeito.o professor tem que ante de ensinar estabelecer a disciplina em sala de aula e na escola,isso é o verdadeiro desafio para o ensino atual, tanto no ensino público como privado. 5 QUESTIONÁRIO 1)Par você o que disciplina? 2)Você acha que existe educação sem disciplina? 3) Para você é importante o acompanhamento dos pais no crescimento de seus filhos? 4)Você acha necessário que os pais acompanhe seus filhos no âmbito escolar?

8 REFERÊNCIAS Origem :Educador Brasil escola.disponível em: Acesso em :01 de novembro de 2009 ás 18:20 VASCONCELOS,DISCIPLINA:Construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola,são Paulo,Sp.Caderno Pedagógicos do Libertad ºedição INDISCIPLINA, Nova Escola,p.78,outubro,2009. WEBER,Ligia,Eduque com carinho Curitiba /Pr.Juruá ª edição ATUNES,Professor bonzinho =aluno difícil : A questão da indisciplina em sala de aula,petrópolis,rj:vozes,2002,2ª edição Acesso em 05 de setembro de 2010 ás 15:15 Acessado em 12 de setembro de 2010 ás 19:30

9 DIREITOS HUMANOS DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO EUGÊNICO Bruno Maidl 1. INTRODUÇÃO No presente estudo será analisada a questão da descriminalização do aborto de feto anencefálico na legislação penal brasileira. Cumpre salientar que a discussão sobre o aborto de feto anencefálico, aborto eugênico, é muito combatido no ordenamento jurídico brasileiro, o qual traz, contudo uma normatização muito clara a respeito do tema. Será realizada uma análise da questão em comento sob a ótica da medicina e do campo jurídico, demonstrando a questão doutrinária, jurisprudencial e prática sobre o assunto. O que será feito com o desiderato de proporcionar a viabilidade da descriminalização do aborto de feto anencéfalo, tema que gera um árduo debate no direito atual em razão de serem aplicados preceitos religiosos em uma área extremamente técnica e bem delimitada pelo ordenamento jurídico. 2. JUSTIFICATIVA O estudo que será realizado visa a complementação de temas que abrangem a medicina, o direito penal e o direito processual penal, com o ensejo de auxiliar, depois de concluído, para formação de uma fonte de pesquisa futura, esclarecendo os aspectos práticos e legais do aborto eugênico enquanto crime no Brasil. 3. OBJETIVO GERAL brasileiro. Analisar a questão do aborto de feto anencefálico enquanto crime no direito penal

10 3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Analisar a legislação brasileira, a doutrina jurídica e médica e a jurisprudência sobre o assunto, especialmente no tocante ao tipo penal que a descreve como crime Demonstrar a ausência de liame entre o tipo penal que descreve a conduta de aborto como crime e a retirada fetos anencéfalos do corpo das gestantes. 4. PROBLEMA O ordenamento jurídico brasileiro realmente considera o aborto de fetos anencéfalos como sendo crime? 5. REFERÊNCIAL TEÓRICO Há tempos os Comitês da ONU que tratam sobre os Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, bem como, sobre a Eliminação da Discriminação contra a Mulher, recomendam ao Estado brasileiro que sejam adotadas medidas garantidoras do pleno exercício dos direitos sexuais e reprodutivos. Ambas as propostas, enfatizam a necessidade da revisão da legislação brasileira no que toca à punição contra o aborto, visto que no Brasil este é um problema de saúde pública, vez que, estatisticamente, acontecem aproximadamente dois abortos clandestinos por minuto no território brasileiro. Neste diapasão, existem mais de 33 (trinta e três) propostas de alteração da legislação sobre o aborto no Congresso Nacional. Devido a isto, na certeza de uma postura séria do poder judiciário, louvando o seu papel em um Estado laico, que seja assegurado, sobretudo, a vida, a saúde, o respeito e a dignidade da pessoa humana. Assim, há de ser ressaltado o disposto no artigo 1, inciso III da nossa Carta Magna, vejamos: Art. 1º CF/88 A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: (...) III - a dignidade da pessoa humana (Grifei).

11 Imagine-se a grave perturbação psíquica e o enorme sofrimento imposto à gestante de um feto anencefálico pelo continuísmo de uma gravidez que terá, indubitavelmente, como seu fruto um natimorto. Ora, o continuísmo desse tipo de gravidez seria uma afronta a dignidade da pessoa humana, que se trata, além de um preceito constitucional, um dos fundamentos da República Federativa do Brasil. Além do que, existe um enorme percentual de comprometimento da saúde psíquica da gestante, já que existem graves implicações do ponto de vista médico por dar continuidade a uma gestação de um feto anencefálico, visto que o líquido amniótico produzido pela gestante, em contato com o cérebro do feto pode ocasionar, abortamento espontâneo, sangramentos, risco de infecções graves, inclusive risco de morte à gestante por anemia. Nesse passo, vejamos o que dispõe o artigo 196 da Constituição Federal de 1988: Art CF/88 A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. (Grifei). Convém ressaltar que a discussão sobre o tema é muito mais extensa e, analisando-a pelo ângulo jurídico, não podemos trazer para um tema que possui consistência técnica, princípios religiosos ou fundamentos jus naturalistas, que discutem a realidade do direito e induzem a irracionalidade. Devemos levar em consideração que em 1990, o Conselho Federal de Medicina, frente ao avanço da medicina no Brasil, trouxe a tona uma nova realidade à classe médica, com a finalidade de embasar uma nova postura jurídica, ensejando uma proposta para a reformulação do Código Penal. A indagação que deve ser feita é se a interrupção da gravidez de um feto anencefálico pode ser considerada prática abortiva. A resposta que encontramos é negativa; porque o Código Penal não conceituou aborto, simplesmente o mencionou citando condutas, contudo sem afirmar o que realmente seja tal prática. Verifica-se assim, que só pode haver aborto se existir possibilidade de vida ou de sobrevida do feto. Não há que se falar em aborto se o feto não possui qualquer condição de sobrevivência posterior ao parto, visto que o feto anencefálico é uma patologia. Assim, vejamos o disposto no artigo 5, caput, da nossa Carta Magna e no artigo 2 do Novo Código Civil: Art. 5º. CF/88 Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes (Grifei).

12 Art. 2 CC A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro. (Grifei). Ora, a única vida em risco é a da gestante, não existe possibilidade de vida ao feto anencefálico, bem como o feto não pode ser posto a salvo pelo artigo supra, vez que o nascituro é pessoa nascida viva, enquanto que o feto anencefálico nunca será um nascituro, será um natimorto. Vejamos o que diz a professora DÉBORA DINIZ, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Bioética da Universidade de Brasília na sua obra, Aborto Seletivo no Brasil e os alvarás judiciais: A ausência dos hemisférios cerebrais, ou no linguajar comum a ausência de cérebro, torna o feto anencéfalo a representação do subumano por excelência. Os subumanos são aqueles que, segundo o sentido dicionarizado do termo, se encontram aquém do nível humano. Ou, como prefere Jacquard, aqueles não aptos a compartilharem da humanitude, a cultura dos seres humanos. (Grifei). Não se trata de uma interrupção da gravidez, mas sim do fato indiscutível de que o feto não terá sobrevida, porque se trata de uma patologia, um ser inumano. Além do que, se existe a possibilidade da gestante correr risco de vida, evidente que o direito à sua saúde deve prevalecer frente ao do feto que não possui sequer expectativa de vida extra-uterina, vejamos o que dispõe o artigo 128, inciso I, do Código Penal sobre o assunto: Art. 128 CP Não se pune o aborto praticado por médico: Aborto necessário I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante (Grifei). A continuidade da gestação se trata de um risco à vida da gestante, bem como à sua integridade física. Em razão deste risco invoca-se o disposto no artigo 23, inciso I do CP: Art. 23 CP Não há crime quando o agente pratica o fato: I - em estado de necessidade (Grifei). Patente nos casos concretos o Estado de Necessidade das gestantes, em razão do quadro de risco e do intenso trauma psicológico que terá de suportar em razão da situação, fatos estes, que trazem elevado risco à saúde física, psíquica e à vida das gestantes. Nesta toada, um dos requisitos principais para que seja configurado o Estado de Necessidade é o sacrifício de um bem jurídico inferior ou equivalente ao que se pretende

13 proteger, o que se aplica no presente caso. Vejamos que o feto anencefálico (cabeça fetal com ausência de calota craniana e cérebro rudimentar) padece de uma condição incompatível com a vida em 100% (cem por cento) dos casos, uma vez que ocorre a morte intra-uterina em 80% (oitenta por cento) dos casos e no período neonatal precoce nos outros 20% (vinte por cento) dos casos, tal fato ocorre por não existir vida. O feto que chega ao final da gestação, só atingiu tal estágio, porque estava ligado à gestante através do cordão umbilical. Imperioso salientar que se a legislação é omissa ou dúbia no presente caso, inclusive existindo permissivos legais para a realização da prática abortiva, vejamos o disposto no artigo 5, inciso II, da Constituição Federal de 1988: CF/88 Art. 5, II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei (Grifei). Dessa forma, a gestante não poderá ser obrigada a deixar de realizar a extração do feto anencefálico, visto que este carece de atividade cerebral, e estando o cérebro morto, juridicamente falando, não existe vida, e não existindo vida, inexiste lei que tipifique tal prática como sendo criminosa. No tocante ao entendimento doutrinário, imperioso ressaltar que por ser um assunto técnico, a concepção da vida não se finda ao meio jurídico, especialistas da área médica em muito influenciam tal matéria, devido a isto, vejamos como descreve anencefalia WILLIAM BELL na obra, Doenças do recém nascido, obra coletiva, Interamericana, 4ª ed., 1979, p. 627: malformação letal na qual a abóbada do crânio é ausente e o crânio exposto é amorfo (Grifei). Neste passo, ANGELO MACHADO, no livro, Neuroanatomia funcional, Livraria Atheneu, 1979, p.11, aduz o seguinte sobre o encéfalo: parte do sistema nervoso central situada dentro do crânio neural (Grifei). Assim, inegável que o feto anencefálico não possui condições de vida extra-uterina, vejamos ainda, o que diz WILLIAM BELL, quanto à sobrevivência do feto anencefálico: Entre 75 e 80 por cento desses recém-nascidos são natimortos e os restantes sucumbem dentro de horas (Grifei). Esta é a realidade da anencefalia, que atualmente pode ser detectada através do ultrasom, ainda no ventre materno. Contudo, em 1940, quando foi editado o Código Penal que vige até a presente data, não havia tecnologia suficiente para mensurar com certeza, a respeito da má formação do feto, razão pela qual não era admitido o aborto no feto anencefálico. Porém, não é o que acontece na atualidade, visto que a medicina avançou de forma considerável e, conseqüentemente, o direito deve avançar junto, sob pena de ficar obsoleto.

14 Nesta toada, vejamos o que diz o renomado jurista NELSON HUNGRIA, a respeito da gravidez extra-uterina na obra, Comentários ao código penal, Forense, 1958, vol. V, p. 207 e 208: O feto expulso ( para que se caracterize aborto) deve ser produto fisiológico, e não patológico. Se a gravidez se apresenta como um processo verdadeiramente mórbido, de modo a não permitir sequer uma intervenção cirúrgica que pudesse salvar a vida do feto, não há falar-se em aborto, para cuja existência é necessária a presumida possibilidade de continuação da vida do feto (Grifei). Não pode ser desconsiderada, em matéria penal, a opinião deste renomado jurista, que em muito contribuiu para o direito penal atual. Ademais a Ordem dos Advogados do Brasil, pela seccional da Bahia, aprovou em 2004 uma resolução que considera a interrupção da gravidez em caso de anencefalia como não sendo aborto, logo como um indiferente penal. (Informação obtida in GAIOTTI, Thais Tech; SHINZATO, Simone. Visão Jurídica a respeito do aborto de fetos portadores de anencefalia. DireitoNet, São Paulo, 21 de outubro de 2004). Contudo, não deve ser desconsiderado o risco que a continuidade da gravidez em epigrafe traz às gestantes, invocando assim, a interpretação do artigo 128, inciso I do Código Penal, nas palavras do jurista GUILHERME DE SOUZA NUCCI in Código Penal Comentado, Revista dos Tribunais, 6ª ed., 2006, p. 553/557: Nenhum direito é absoluto, nem mesmo o direito à vida. Por isso, é perfeitamente admissível o aborto em circunstâncias excepcionais, para preservar a vida digna da gestante. Em continuidade a essa idéia, convém mencionar a posição de Alberto Silva Franco, ao dizer não ser inconstitucional o sistema penal em que a proteção à vida do não-nascido cedesse, ante situações conflitivas, em mais hipóteses do que aquelas em que cede a proteção penal outorgada à vida humana independente (...) algumas decisões de juízes têm autorizado abortos de fetos que tenham graves anomalias, inviabilizando, segundo a medicina atual, a sua vida futura. Seriam crianças que fatalmente morreriam logo ao nascer ou pouco tempo depois. Assim, baseando-se no fato de que algumas gestantes, descobrindo tal fato, não se conformam com a gestação de um ser completamente inviável, abrevia-se o sofrimento e autoriza-se o aborto, o juiz invoca, por vezes, a tese da inexigibilidade de conduta diversa, por vezes a própria interpretação da norma penal que protege a vida humana e não a falsa existência, pois o feto só está vivo por conta do organismo que o sustenta. A tese da inexigibilidade, nesse caso, teria dois enfoques: o da gestante, não suportando carregar no ventre uma criança de vida inviável; o do médico, julgando salvar a genitora do forte abalo psicológico que vem sofrendo. A medicina, por ter meios, atualmente, de detectar tais anomalias gravíssimas, propicia ao juiz uma avaliação antes impossível. Até este ponto, cremos ser razoável a invocação da tese de ser inexigível a mulher carregar por meses um ser que, logo ao nascer, perecerá. (Grifei). Em razão do exposto, inegável que o entendimento doutrinário embasa o entendimento delineado em todos os seus termos, amoldando-se perfeitamente ao caso concreto.

15 Estando a legislação pátria e o entendimento doutrinário de acordo, não poderia a jurisprudência configurar-se de modo diverso, vejamos os seguintes julgados sobre o assunto: Apelação cível. Alvará judicial. Antecipação terapêutica do parto. Feto anencefálico. Exames médicos comprobatórios. Viabilidade do pleito. Não se pode lançar mão dos avanços médicos, mormente, em casos de anencefalia cabalmente comprovada, cujo grau de certeza é absoluto acerca da impossibilidade de continuidade de vida extra-uterina do feto anencefálico por tempo razoável. Para haver a mais límpida e verdadeira promoção da justiça, é de fundamental importância realizar a adaptação do ordenamento jurídico às técnicas medicinais advindas com a evolução do tempo. Vale dizer, o direito não é algo estático, inerte, mas sim uma ciência evolutiva, a qual deve se adequar à realidade. Seja pela inexigibilidade de conduta diversa, causa supra legal de exclusão da culpabilidade, seja pela própria interpretação da lei penal, a interrupção terapêutica do parto revela-se possível à luz do vetusto Código Penal de Considerando a previsão expressa neste diploma legal para a preservação de outros bens jurídicos em detrimento do direito à vida, não se pode compreender por qual razão se deve inviabilizar a interrupção do parto no caso do feto anencefálico, se, da mesma maneira, há risco para a vida da gestante, com patente violação da sua integridade física e psíquica, e, ainda, inexiste possibilidade de vida extra-uterina. Dentre os consectários naturais do princípio da dignidade da pessoa humana deflui o respeito à integridade física e psíquica das pessoas. Evidente que configura clara afronta a tal princípio submeter a gestante a sofrimento grave e desnecessário de levar em seu ventre um filho, que não poderá sobreviver. Não bastasse a gravíssima repercussão de ordem psicológica, a gestação de feto anencefálico, conforme atestam estudos científicos, gera também danos à integridade física, colocando em risco a própria vida da gestante. Ademais, com o advento da Lei n 9.434, de 4 de fevereiro de 1997, adotou-se o critério de morte encefálica como definidor da morte. Nessa linha, no caso de anencefalia, dada a ausência de parte vital do cérebro e de qualquer atividade encefálica, é impossível se cogitar em vida, na medida em que o seu contraponto, a morte, está configurado. (TJMG, Processo /001[1], Rel. Cláudia Maia, DJ 10/8/2007) (Grifei). Habeas Corpus. Anencefalia. Alvará de autorização para intervenção cirúrgica. Presença do fumus boni iuris e do periculum in mora. Feto portador de anencefalia, observada a presença de diversas anomalias. A Comissão de Ética Medica do Instituto Fernandes Figueira, vinculado à Fundação Oswaldo Cruz, emitiu parecer favorável à interrupção da gravidez, por se tratar de concepto portador de graves mas formações no sistema nervoso central, incompatíveis com a vida extrauterina, tornando a gestação freqüentemente complicada por polidramnia, que acarreta graves conseqüências à saúde da gestante. Precedentes jurisprudenciais. A intervenção se faz necessária, justificada a realização da intervenção cirúrgica para remoção de feto anencefálico pelo estado de necessidade, reconhecendo-se o perigo de grave dano à pessoa, em face das conseqüências morais, familiares e sociais do parto. Conduta atípica por não atingir qualquer bem jurídico penalmente tutelado. Ordem concedida. (Des. DES. SUELY LOPES MAGALHAES, Julgado em 27/01/2005, Processo (TJRJ), HABEAS CORPUS, ANENCEFALIA, ABORTO, ALVARA DE AUTORIZACAO) (Grifei).

16 Ainda a descrição resumida de decisão que autorizou aborto no Rio de Janeiro através da matéria jornalística do Jornal O Globo, 20 de novembro de 2003, Justiça autoriza aborto em jovem de 18 anos, processo n ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, vejamos: Trata-se de apelação interposta contra sentença proferida em primeiro grau de jurisdição, onde o julgador indeferiu pedido formulado pela combativa Defensoria Publica, no sentido de ser expedido alvará de autorização para que Gabriela Oliveira Cordeiro interrompesse inviável gravidez, eis que, realizados exames, constatou-se padecer o feto de anencefalia, o que torna inviável a vida pósnatal. A inicial do requerimento (fls. 02 a 09) veio instruída pelos documentos de fls. 10 a 22. Inconformados com a extinção do feito, as partes requerentes interpuseram recurso de apelação (fls. 23), sustentando nas razoes de fls. 24 a 27 que se trata de hipótese excepcional, pelo que urge a concessão liminarmente de autorização para que a gestante tenha interrompida a gravidez, ante a inviabilidade de vida pós-natal do feto, conforme fartamente demonstrado nos autos. O MP, em contra-razoes de lavra da Promotora de Justiça, Dra. Soraya Taveira Gaya, manifestou-se favoravelmente a pretensão trazida nestes autos, juntando ela própria documentação (inclusive fotogramas) sobre a anomalia de que padece o feto, na hipótese tratada nos autos. A Procuradoria de Justiça (fls. 39-v e 40), formulou pedido de diligencias. E O RELATORIO. DECISAO - A hipótese trazida nestes autos não e de fácil solução, eis que, trata-se de uma vida que esta em curso, mas, registre-se, fadada, inexoravelmente, ao óbito logo apos o parto. A noticia da vinda de um filho e motivo de imensa alegria. Incontáveis projetos começam a ser traçados, imaginando-se um futuro repleto de alegria e realizações para a família que começa a se formar. Mas, sobrevindo a noticia de que o feto padece de patologia irreversível e incontornável, fácil imaginar-se o desespero, a tristeza que toma conta dos pais. Saber que se traz no ventre um ser tão amado, mas fadado a morte tão logo nasça. Louve-se a iniciativa do casal que, ao invés de recorrer a ilegalidade, buscou junto ao Judiciário obter a interrupção da gravidez. Não se pode ficar insensível ao sofrimento desta mãe. Mais do que qualquer outra pessoa, a apelante busca um fim ao seu sofrimento, positivado cabalmente nos autos as fls. 12 pelo atestado medico que refere-se a "estado emocional abalado, necessitando de cuidados especiais". A anencefalia do feto e atestada pelo documento juntado as fls. 13, que "apresentando feto com malformação grave do sistema nervoso central (cabeça fetal com ausência de calota craniana e cérebro rudimentar", concluindo que "é incompatível com a vida pós-natal". A vida e bem a ser preservado a qualquer custo. Mas e quando a vida se torna inviável, pois e certo que o bebe em gestação não sobrevivera apos o parto. E justo condenar-se a mãe a meses de sofrimento, de angustia, de desespero, quando, desde logo, já se sabe que o feto esta condenado de forma irremediável ao óbito, logo apos o parto. Não se trata de doença fetal, mas de um embrião sem cérebro. Desesperados, os pais vem as portas do Judiciário buscar uma solução legal para o sofrimento que sobre eles se abateu. Buscam a legalidade, o que demonstra nobreza de sentimentos e obediência a ordem jurídica vigente. Nada de agir as margens da lei, porque nada tem a esconder: tornam publico o drama que sobre eles se abateu e clamam por uma solução que ponha fim ao sofrimento e a angustia. Louve-se a sensibilidade da Promotora Dra. Soraya Taveira Gaya que, com

17 lucidez e desassombro, manifestou-se favoravelmente ao pedido formulado pelo casal, ilustrando sua manifestação com fotos e texto informativos sobre o doloroso tema da anencefalia. São de Promotores assim, dotados deste espírito publico, de que a sociedade necessita. Atuam sem alarde, mas lucidamente opinam como lhes parece correto, sem preocupação com as eventuais criticas que possam advir pelo desassombro. Promovem verdadeiramente a Justiça. Não se pode impor a gestante o insuportável fardo de, ao longo de meses, prosseguir na gravidez já fadada ao insucesso. A morte do feto, logo apos o parto, e inquestionável. Logo, infelizmente nada se pode fazer para salvar o ser em formação. Assim, nossa preocupação deve ser para com o casal, em especial com a mãe, que padece de sérios problemas de ordem emocional ante o difícil momento por que passa. Ante o exposto, ao entendimento de que e perfeitamente viável o pedido trazido pela combativa DEFENSORIA PUBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, liminarmente (conforme requerido no recurso de apelação - fls. 27 e referendado. pelo MP - fls. 32), AUTORIZO A Sra. GABRIELA OLIVEIRA CORDEIRO (qualificada as fls. 02 DESTES AUTOS) A SUBMETER-SE AO ABORTO, CONFORME PLEITEADO, INTERROMPENDO-SE A GRAVIDEZ EM CURSO. Embora se trate de uma liminar satisfativa, enviem-se os autos, apos as providencias cartorarias pertinentes ao imediato cumprimento desta decisão, a PGJ, para ciência e manifestação. (Grifei). Desta forma, cristalino o entendimento doutrinário e jurisprudencial sobre o assunto, pelo que, indubitável o direito das gestantes em ter seu direito garantido quanto a prática do aborto eugênico. 6. CONCLUSÃO Não. Diante de toda a doutrina e jurisprudência compiladas se torna claro que não existe uma lei específica para punir o aborto de feto anencéfalo, mesmo porque tanto o direito quanto a medicina consideram que há vida enquanto há atividade cerebral, dessa forma sendo anencéfalo o feto, não há vida e logo não há aborto. Devido a isso são possíveis os transplantes de órgãos após a morte cerebral das pessoas, já que não há mais possibilidade de vida. Seguindo essa linha, não há que se falar em criminalização da expulsão do fato anencéfalo, da mesma forma no direito civil, vez que o artigo 2º do Código Civil protege os direitos no nascituro preservando a sua vida intrauterina, entretanto o feto anencefálico nunca será um nascituro, vez que em cem por cento dos casos os fetos morrem no máximo em poucos minutos após o parto, entendendo-se que se trata por derradeiro de um natimorto. Aliado a este entendimento, boa parte dos médicos que se manifestam sobre esse assunto, dizem que o feto só não é expulso naturalmente durante o parto porque está sendo alimentado pelo cordão umbilical da genitora.

18 De outro lado, já que a nosso ver, restou indubitável a atipicidade do fato, também há grave risco de vida e de infecções à gestante, que inclusive poderá tornar-se infértil, sem falar no transtorno psicológico imposto à genitora que trará em seu ventre um feto que não sobreviverá após o parto. 7. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS O método de pesquisa utilizado para a elaboração desse trabalho será o dedutivo, utilizando-se para tanto de pesquisa bibliográfica e documental, expondo, ao final, de forma lógica e mensurável todo o conteúdo pesquisado. 8. CRONOGRAMA DE TRABALHO A pesquisa sobre o tema foi desenvolvida em várias etapas subdivididas durante o segundo semestre do ano de 2010, de modo a compilar todo o referencial teórico juntado em um único trabalho final que será apresentado no final do mês de outubro do presente ano. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS BELL, Willian. Doenças de recém nascido. 4ª ed. 1979; DINIZ, Débora. Aborto Seletivo no Brasil e os Alvarás Judiciais; GAIOTTI, Thais Tech; SHINZATO, Simone. Visão Jurídica a Respeito do Aborto de Fetos Portadores de Anencefalia. Direito Net. São Paulo, 21 de outubro de 2004; HUNGRIA, Nelson. Comentários ao Código Penal. Forense. Vol. V. 1958; MACHADO, Angelo. Neuroanatomia funcional. Atheneu. 1979; NUCCI, Guilherme de Souza. Código Penal Comentado. Revista dos Tribunais. 6ª ed

19 ANÁLISE DOS IMPACTOS PROVOCADOS PELA AÇÃO ANTRÓPICA EM TRILHAS TURÍSTICAS NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA ILHA DO MEL - PARANAGUÁ PR Carolina Domingues Soares 1 Marciel Lohman 2 Palavra chave: Ilha do Mel, Trilhas Turísticas e Impactos Ambientais Resumo A rotina dos grandes centros urbanos, aliada a diversos outros problemas, contribui para que uma parcela da população deixe as concentrações das cidades em busca de descanso e tranqüilidade em zonas rurais.a Ilha do Mel é conhecida pela atratividade de suas paisagens naturais e biodiversidade. No contexto regional, a importância da Ilha do Mel está representada basicamente pela relevância de sua área natural protegida e pela movimentação turística que acarreta, principalmente nos meses de dezembro e março considerados estação de alta temporada, onde o fluxo de pessoas é mais elevado (IAP, 2009). Assim, o presente artigo tem como objetivo analisar os impactos provocados pela ação antrópica, em trilhas turísticas na Estação Ecológica e no Parque Estadual da Ilha do Mel. A metodologia empregada consistiu em elaborar uma ampla revisão bibliográfica sobre os temas abordados no trabalho bem como mapear as trilhas turísticas com auxílio do GPS para confrontar as mesmas com as trilhas turísticas oficiais. Ainda, via registro fotográfico antigo, identificar as modificações na paisagem ocorridas em função da abertura de novas trilhas para verificar os principais impactos ambientais provocados em função de tal dinâmica. Como resultados preliminares, constata-se que as problemáticas existentes no contexto socioambiental na Ilha do Mel, estão basicamente atreladas aos setores de ocupação humana. O processo de ocupação das vilas ocorreu sem acompanhamento de ordenamento territorial, o que caracterizou a configuração do parcelamento do solo dotado de irregularidades como as trilhas utilizadas para o acesso de pessoas. Observa-se que na ilha, o principal determinante na atual configuração do uso do solo nos setores de ocupação foi o fenômeno turístico juntamente com o desordenação das comunidades locais. 1. Introdução A Ilha do Mel é um bem da União, nos termos do inciso IV do artigo 20 da Constituição Federal, está vinculada aos poderes de gerenciamento do governo do Estado do Paraná, por meio de Contrato de Cessão, sob regime de aforamento, nos termos da Portaria do Ministério da Fazenda nº 160, de 15 de abril de 1982, constitui região de especial interesse ambiental e turístico do Estado do Paraná (IAP, 2009). 1 Acadêmica do curso de Licenciatura em Geografia no ISULPAR 2 Professor do curso de Licenciatura em Geografia no ISULPAR

20 Com relação à gestão pública, a Ilha do Mel é de pertence administrativo ao município de Paranaguá. Tombada pelo Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Estado do Paraná em 16 de maio de 1975 processo nº 56/75 IPHAN - Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IAP, 2009). É um local representado por riquezas naturais e culturais. Gerações de visitantes vêm conhecendo-a, freqüentando-a e acompanhando suas mudanças. Possui extensa área da qual a grande parte é preservada e alguns setores (menos de 5% de toda a ilha), os quais são destinados a ocupação humana, tradicionalmente ocupados por pescadores e antigos habitantes e mais recentemente também por pessoas de fora (IAP, 2009). O zoneamento da Ilha do Mel consiste basicamente em áreas de unidades de conservação e setores de ocupação humana. São duas áreas de unidades de conservação sendo: de uso de Proteção Integral: a Estação Ecológica (EE) localizada na parte Norte da Ilha e o Parque Estadual (PE) localizado na parte sul. Essa realidade marcou uma serie de problemas atualmente verificados, conseqüente da ocupação e exploração no local, principalmente durante os meses de alta temporada. O que permite associar este fator ao fluxo turístico. O reconhecimento e oficialização destas áreas, por parte do poder público, ocorreram em épocas distintas, e o uso é configurado pelo processo de ocupação, que através da história foi sendo marcado por questões sociais, políticas e econômicas nos contextos de cada época. Sendo o fenômeno turístico o principal determinante na atual configuração do uso do solo nos setores de ocupação. 2. Revisão de literatura A Ilha do Mel (Figura 1) está situada no Litoral Norte do Estado do Paraná, subdividindo a barra da Baía de Paranaguá em dois setores representados pelos canais Norte e da Galheta. Com superfície aproximada de 2710 hectares, localizada na desembocadura da baía de Paranaguá, na latitude de S e na longitude de W (IAP, 2009).

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