A INFLUÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NO ENSINO SUPERIOR DE 1960 A 1970 NO NORTE NOVO DO PARANÁ - LONDRINA E MARINGÁ

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1 A INFLUÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO NO ENSINO SUPERIOR DE 1960 A 1970 NO NORTE NOVO DO PARANÁ - LONDRINA E MARINGÁ RESUMO SANTOS, João Benjamin dos Pontifícia Universidade Católica do Paraná Existem estudos sobre o desenvolvimento econômico do Paraná, desde a mineração, inicialmente no litoral e no segundo momento no primeiro planalto, passando por sua emancipação de São Paulo, o ciclo do mate, da madeira e da pecuária com a interiorização no caminho da tropa que vinha do Rio Grande do Sul com destino a São Paulo, e passava pelo Paraná criando núcleos urbanos por onde fazia suas paragens. O grande fluxo de pessoas para o interior do Paraná, mais precisamente para o Norte Novo, se deve à confluência da terra roxa, própria para o cultivo do café e a figura do desbravador, que foi ao seu encalço chegando na divisa de São Paulo e Paraná, (mais precisamente em Ourinhos/SP. e Cambará/PR.), até a colonização do Norte Novo, através da Companhia Inglesa - Companhia de Terras Norte do Paraná. Esta Companhia com sua competência administrativa e um levantamento topográfico perfeito da região, conseguiu dividir os lotes e fazer um planejamento urbano, de forma a criar um financiamento que dava retorno do capital investido pelos agricultores, reforçando o afluxo de pessoas que deram origem aos dois pólos mais importantes da região, as cidades de Londrina e Maringá. Apesar do café ser um produto que exportado, gerava uma margem de lucros considerável, o mecanismo de sua transformação era muito simples, sem grandes complexidades no processo produtivo. Este processo econômico de transformação simples, mas rico em termos de retorno de capital investido - humano e financeiro - teve grande influência nas transformações econômicas e sociais nestas duas cidades e em toda a região. Era de se esperar que numa região onde prevalecia a agricultura, a primeira reivindicação em nível do ensino superior fosse a instalação de Faculdades que abrangessem o aspecto técnico da agricultura e a transformação do seu produto principal o café, mas não foi isso que ocorreu. É estranho que as reivindicações da sociedade local tinham sido a princípio por Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras e posteriormente por aquelas que atendiam o setor de serviços, com a formação de profissionais ditos liberais como: Direito, Medicina e Odontologia, sendo que os outros cursos só apareceram muitíssimo mais tarde com a criação da Universidade. A primeira Faculdade foi criada em 1959 e as Universidades de Londrina e Maringá somente em Neste contexto de desenvolvimento do Norte Novo do Paraná, que traz consigo demandas sociais, entre elas a da educação, situa-se o objeto de nosso estudo.

2 Parte I 1 INTRODUÇÃO Este trabalho pretende mostrar que há uma relação direta entre o desenvolvimento econômico e o ensino superior, se esta relação não é a única, certamente é a principal. Existem estudos sobre o desenvolvimento econômico do Paraná, desde a mineração, inicialmente no litoral e no segundo momento no primeiro planalto, passando por sua emancipação de São Paulo, o ciclo do mate, da madeira e da pecuária com a interiorização no caminho da tropa que vinha do Rio Grande do Sul com destino a São Paulo, e passava pelo Paraná criando núcleos urbanos por onde fazia suas paragens. O grande fluxo de pessoas para o interior do Paraná, mais precisamente para o Norte Novo, se deve à confluência da terra roxa, própria para o cultivo do café e a figura do desbravador, que foi ao seu encalço chegando na divisa de São Paulo e Paraná, (mais precisamente em Ourinhos/SP. e Cambará/PR.), até a colonização do Norte Novo, através da Companhia Inglesa - Companhia de Terras Norte do Paraná. Esta Companhia com sua competência administrativa e um levantamento topográfico perfeito da região, conseguiu dividir os lotes e fazer um planejamento urbano, de forma a criar um financiamento que dava retorno do capital investido pelos agricultores, reforçando o afluxo de pessoas que deram origem aos dois pólos mais importantes da região, as cidades de Londrina e Maringá. Apesar do café ser um produto que exportado, gerava uma margem de lucros considerável, o mecanismo de sua transformação era muito simples, sem grandes complexidades no processo produtivo. Este processo econômico de transformação simples, mas rico em termos de retorno de capital investido - humano e financeiro - teve grande influência nas transformações econômicas e sociais nestas duas cidades e em toda a região. Era de se esperar que numa região onde prevalecia a agricultura, a primeira reivindicação em nível do ensino superior fosse a instalação de Faculdades que abrangessem o aspecto técnico da agricultura e a transformação do seu produto principal o café, mas não foi isso que ocorreu. estranho que as reivindicações da sociedade local tinham sido a princípio por Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras e posteriormente por aquelas que atendiam o setor de serviços, com a formação de profissionais ditos liberais como: Direito, Medicina e Odontologia, sendo que os outros cursos só apareceram muitíssimo mais tarde com a criação da Universidade. A primeira Faculdade foi criada em 1959 e as Universidades de Londrina e Maringá somente em Verificar se o desenvolvimento econômico tem ou não uma importante influência sobre o ensino superior. E se o que determina isso não é a pujança econômica, mas a complexidade agregada no seu processo de transformação produtiva. Para isso tomar-se-á como referência de estudo o desenvolvimento econômico

3 do Norte Novo do Paraná (Londrina e Maringá) no período de 1960 a 1970 e sua relação com a criação de cursos de nível superior. Neste contexto de desenvolvimento do Norte Novo do Paraná, que traz consigo demandas sociais, entre elas a da educação, situa-se o objeto de nosso estudo. O trabalho será desenvolvido da seguinte forma: 1º Capítulo: O Desenvolvimento Econômico do Paraná A economia paranaense não chegou a viver o ciclo de desenvolvimento do Brasil, através do extrativismo da madeira (pau brasil) e a cana-de-açúcar, como alguns estados das regiões Sudeste e Norte/Nordeste. Os primeiros vestígios de ocupação com a presença visível de população deu-se por volta de 1.700, e em função da exploração do ouro, situaram-se grande parte no litoral e uma pequena parcela no 1º planalto. A combinação do solo com o clima da região do Paraná, foi desde os primórdios de sua ocupação, o fator preponderante do seu desenvolvimento e povoação, a ponto de já nos últimos anos do século XVII, a população do planalto superar a do litoral, mesmo com a exploração do ouro, já que as grandes minas ficavam no litoral. "De um modo geral, toda a penetração populacional, com finalidade de ocupar território, é movida fundamentalmente pela atividade econômica, ou seja, a fixação de núcleos populacionais em determinadas áreas é possível e subsiste, se houver uma atividade econômica que sustente e se estabeleça em caráter permanente" (CALIL, 1986, p. 37). A ocupação do Paraná, principalmente a do 1º Planalto, se dá justamente em função desta constatação. Primeiro com a possibilidade de exploração da erva-mate, por ser nativa, dando condições de atividade econômica permanente; segundo pelo chamado caminho dos tropeiros, servindo para unir dois mercados: Sto. Ângelo no Rio Grande do Sul e Sorocaba em São Paulo, com perspectiva de abastecimento da região do ouro em Minas Gerais, por isso mesmo servindo de sustentação para a fixação da população. Ao final do século XIX, a evolução da população do Paraná era tão rápida, que analisados os primeiros censos nacionais, levou Pedro Calil Padis a fazer as seguintes observações sobre a teoria maltusiana, "no entanto se o economista inglês tivesse observado a evolução da população paranaense, provavelmente teria chegado a conclusões ainda mais constrangedoras, pois essa população, de 1854 a 1920, duplicou de dezoito em dezoito anos, aproximadamente" (CALIL, 1986, p. 31). A indústria da erva-mate passa a ser a condutora da economia do Estado e a grande impulsionadora do aumento da população, desde o seu aparecimento com processos produtivos simples, desenvolvido à base da tração animal e da roda d'água, até às mais complexas, com a máquina a vapor. O ápice desta indústria deu-se a partir de 1885 com a conclusão da estrada de ferro de Curitiba a Paranaguá, facilitando com isso o seu transporte, feito até então, em lombo de burro ou carroças que atravessavam a Serra do Mar do 1º planalto até o porto,

4 onde era levada até aos países do Prata: Uruguai e Argentina. A partir de então, esta indústria encontra muitas dificuldades, desde fraudes cometidas pelos produtores, até a concorrência com as novas indústrias argentinas, o principal importador de erva-mate industrializada do Paraná. Com a construção de uma indústria mais avançada, a Argentina passou a importar somente a erva-mate natural, dificultando com isso o desenvolvimento da indústria paranaense. Por volta de 1914, a atividade econômica da erva-mate, foi perdendo importância na economia paranaense, e sendo paulatinamente substituída pelo café e a madeira. Além da indústria da erva-mate, dois outros setores se destacam na economia paranaense em meados do século XIX e início do século XX: o setor madeireiro e a pecuária. O setor madeireiro teve seu auge principalmente no período de grande urbanização de São Paulo e Rio de Janeiro, sendo estimulado ainda por um processo de exportação que tinha na Europa e principalmente na Argentina o seu grande comprador, a ponto de representar o setor de maior importância da economia paranaense entre 1915 e As dificuldades encontradas pelo setor madeireiro do Paraná, passa pelas condições topográficas onde estavam localizados os pinheiros, dificultando a sua retirada que com a tecnologia da época o tornava inviável economicamente, "deve ser lembrado, porém, que um grande número de pinheiros, por localização topográfica e, sobretudo, pelo afastamento dos atuais meios de transporte, não ofereceram condições econômicas de exploração". (LAVALLE, 1991, PG. 63.). O transporte de toros até as serrarias e a ferrovia era tão precário que por força da sua racionalização, levava os carroceiros atrelarem as suas carroças cerca de oito animais, carregando mais de 1`50 arrobas e com isso transformavam as estradas intransitáveis a ponto do Governador da Província fazer o seguinte comentário: "Peor que tudo o sistema de transito adaptado pelos carroceiros desta zona, viajam sempre em caravana, em número de 8 e mais e nas épocas chuvosas cada carroça seguindo estritamente o trilho da que a procede, transformam em pouco tempo o leito da estrada em um verdadeiro lamaçal com dois profundos sulcos, que impedem completamente o transito de automóveis." (LAVALLE, 1991, pg. 55). A concorrência com o pinho escandinavo, que aparecia no mercado com preços mais baixos, em função das taxas de câmbio e de sua forte tecnologia levava o mercado europeu e principalmente o argentino a não comprar pinho do Brasil, e como conseqüência do Paraná seu maior produtor, levando o governo local a tomar medidas protecionistas, como: redução de impostos e aumento das alíquotas de importação O setor pecuário, foi evoluindo paralelamente ao da erva-mate e da madeira, sendo responsável pela interiorização do território paranaense, principalmente nas regiões de caminho da tropa de Sto. Ângelo/RS. a Sorocaba/SP., onde o gado pudesse encontrar boas pastagens para tomar fôlego até chegar no mercado consumidor. As dificuldades eram tão grandes, que da cidade de Lages/SC. até a Lapa/PR., cerca de 300 quilômetros, não se encontrava sequer uma lareira na mata cerrada onde o gado pudesse

5 descansar e comer, era só estrada e mata virgem. Esta atividade econômica prosperou, enquanto estes mercados se mantinham ativos, sendo superadas com a extensão das estradas de ferro que facilitaram a interiorização de outros estados consumidores e substituíram automaticamente os transportes de carga de força animal, pela máquina a vapor. O fator agravante na queda destas duas atividades, foi a falta de aperfeiçoamento das novas tecnologias a ponto do Presidente da Província do Paraná se pronunciar a respeito. "Pode-se [...] com segurança afirmar que ahi (na criação de gado bovino) tudo anda entregue exclusivamente à próvida natureza, desprezados os conselhos com experiência e prática de outros países que mostram a possibilidade de melhorar progressivamente as diversas raças animaes" (CALIL, 1986, p. 73). A confluência entre o desbravador, a terra roxa e o café, levou o Brasil a um desenvolvimento de tal monta jamais visto. Este desenvolvimento colaborou para mudanças sociais na sociedade brasileira como: a libertação dos escravos em 1888 e a proclamação da República a partir de 1889, vindo a consolidar o pensamento iluminista, nascido cem anos antes na Europa. Enquanto o Brasil desenvolvia o café através da terra roxa na região de Campinas/SP., o Paraná colhia e industrializava a sua planta nativa, a erva-mate, que exportava aos países do Prata, principalmente ao Uruguai e à Argentina. A elite brasileira tanto no império como na república, sempre esteve preocupada com a cana-de-açúcar e depois com o café. Entendia-se que a erva-mate era um produto exótico, nativo do sul e portanto explorado em nível de consumo e exportação aqui mesmo, sem grandes repercussões na balança comercial, deixando-o muitas vezes até sem a assistência diplomática necessária, como no caso das exportações para a Argentina, que mantinha uma taxa cambial instável, inviabilizando a indústria do Paraná. No início deste século o Paraná, até ao final da década de 20, o Paraná, se debateu com crises no setor da erva mate, já que seu melhor mercado o argentino, industrializou esta atividade econômica com novas tecnologia e, com isso passou a comprar matéria prima somente in natura, sem nenhum valor de transformação agregado, sendo que muitas das vezes ainda preferia erva-mate vindas do Paraguai e Uruguai. Em função destas dificuldades, tentou o Paraná firmar as atividades econômicas _ madeireira e pecuária _ sem muito êxito, pois encontrou barreiras com a falta de capitalização da erva-mate e das condições de transporte. 2º Capítulo: O Desenvolvimento Econômico do Norte do Paraná O que se pode afirmar, é que a economia do Paraná, apesar da emancipação de São Paulo, não conseguiu se superar desde até A atividade econômica da erva-mate por ser extrativa e representando um produto final de pouco valor agregado, pouco ou nada contribuiu para o fortalecimento de atividades periféricas, que viessem

6 dar condições de capitalização e interiorização das populações a ponto de formar novas cidades. A erva mate era a principal atividade econômica do Estado, mas não dava condições com a sua exportação, de suprir as necessidades de bens de capital e consumo necessários para fazer avançar o desenvolvimento. As grandes dificuldades que o Estado tinha, no setor de comunicação, principalmente na área de transportes, dificultava o avanço de outras atividades econômicas, como a madeira e a pecuária, em função de que a erva-mate, sendo a principal atividade do Estado não dava condições de suprir a infra-estrutura necessária para consolidar esta atividade. A colonização do Norte do Paraná se deve a extensão de terras roxas que se prolongaram desde o interior de São Paulo adentrando pelo Paraná.. São Paulo e Minas gerais e principalmente os paulistas percebendo o esgotamento da produtividade de suas terras roxas, transferiram-se para o Paraná a fim de poderem continuar competindo em nível internacional com a exportação de café. A expansão produtiva do café no Brasil tornou-se possível, graças à congruência de três fatores: o desbravador, a terra roxa e a produtividade do café. A produção em escala possibilitou a concorrência internacional com grandes margens de lucros. Um grande fazendeiro da região de Campinas/SP., de nome Major Barbosa Ferraz, percebendo a queda de produtividade de suas terras, investiu em terras virgens na divisa de São Paulo com o Paraná, mais precisamente entre Ourinhos e Cambará, plantando nessa região cerca de um milhão de pés de café. Após esse investimento outros fazendeiros paulista vieram para a região comprar terras e plantar café. Quando deparam-se com a dificuldade de após colhido, o café precisar ser transportado para São Paulo/Santos, a fim de ser exportado, já que a linha férrea vinha somente até Ourinhos. A partir dessa constatação precisavam de novos investimentos para a extensão da linha férrea até Cambará. Sem o capital necessário, o Major Barbosa Ferraz e os outros fazendeiros, começaram a procurar formas de financiamento para a feitura da obra, quando souberam da vinda ao Brasil, da comissão inglesa "Montagu". Esta comissão veio ao Brasil com dois objetivos: primeiro de examinarem as contas públicas brasileiras a fim de permitir novos empréstimos pelos bancos ingleses ao Brasil; segundo procurar terras de boa qualidade que tivessem condições de produtividade para a plantação de algodão afim de suprir a pujante indústria têxtil inglesa, pois as colônias da África estavam perdendo produtividade em suas terras e, não produziam mais algodão suficiente para supri-la. Ao saberem dessa comissão os fazendeiros empreendedores, encaminharam-se para São Paulo, com o intuito de convidar membros dessa comissão à visitar as fazendas e tentar convencê-los a investir em terras e como conseqüência na extensão da ferrovia. Convencidos, os ingleses visitaram a região, houve o investimento em compra de fazendas e plantações de algodão que acabaram com produtividade frustrada. Houve

7 então mudança de visão no investimento dos ingleses, que partiram para a compra de terras roxas para a colonização e venda a pequeno, médios e grandes agricultores para o plantio do café. A mudança de projeto nos investimentos, levou os ingleses a investirem na esperada ferrovia e a estabelecerem com o governo do Paraná, negociações de forma a comprar grandes extensões de terras roxas a princípio entre os rios Paranapanema, Tibagi e Ivay, com um grande planejamento de colonização. Com um levantamento topográfico bem feito, tinha a Companhia de Terras Norte do Paraná, criada por eles, condições de conduzir uma divisão de terras, que dava para almejar produtividade, pagar o financiamento e com as sobras fazer novos investimentos. A divisão de terras se dava na forma de pequenos lotes, com uma - parte alta - onde se plantaria o café, para fugir do rigor das geadas - e uma - parte baixa - onde se instalaria a casa, a criação de animais domésticos e plantações de hortaliças para consumo próprio. Os preços internacionais do café é que determinavam a sua maior ou menor extensão. A época de iniciação da colonização feita pela Cia de Terras Norte do Paraná, foi justamente em um tempo em que os preços do café estavam baixos e as grandes fazendas, principalmente as do interior de São Paulo, construídas no final do século, em função de suas terras cansadas e sua forma de produção já não conseguiam competir em produtividade. A pequena propriedade levava vantagem, visto que o próprio produtor trabalhava a terra com a sua família, conseguindo produtividade e competitividade. Apesar da Cia depender sempre de maior ou menor preço no café para vender seus lotes, a corrida para a compra dos mesmo foi de um ritmo muito acelerado, a ponto da cidade de Londrina ter nascido em 1929 e em 1934 após cinco anos, já estar emancipada e estabelecida com prefeito, câmara de vereadores etc. Logo após o início da Segunda Grande Guerra Mundial, além do decreto do governo brasileiro que proibia a compra ou a posse de terras por estrangeiros, a Inglaterra devido ao seus grandes gastos com a guerra, estimula ou mesmo força as suas empresas a repatriarem capital. Diante desses dois fatos a Companhia de terras Norte do Paraná é vendida a um grupo de brasileiros, que toma a deliberação de continuarem com o mesmo processo de venda de terras seguindo a risca o projeto inglês de colonização Fez parte da fase de administração brasileira da Cia a fundação da cidade de Maringá em 15/05/1947. Nesta fase a Cia passou a chamar-se Cia de Melhoramento Norte do Paraná, que seguiu no processo exclusivo de colonização de terras até o ano de 1950, quando com as terras já esgotadas, optou por diversificar suas atividades, através da pecuária nas terras de sua propriedade ainda existentes. "No total, a Cia Melhoramento Norte do Paraná colonizou uma área correspondente a alqueires de terra, ou hectares, ou ainda cerca de quilômetros quadrados. Fundou 63 cidades e patrimônios, vendeu lotes e chácaras para compradores, e áreas variável entre 5 e 30 alqueires, e cerca de datas urbanas com média de 500

8 metros quadrados" (CMNP, 1975, P. 133). As geadas em anos anteriores e os preços altos do café nos anos subsequentes, levou o Paraná. "Pelo menos em alguns municípios à tendência de monocultura. Ela foi, em grande parte, limitada pelo plantio intercalar e pela presença de pastagens. Todo o Norte do Paraná foi dominado por um verdadeiro mar de cafezais, até meados da década de 1960, quando por efeito, de um lado da queda dos preços do café, face a superprodução e por outro, a ação governamental com programas de diversificação agropecuária e industrial, foi acentuado a diversificação de exploração da terra" (CANCIAN, 1981, p. 46) Londrina e Maringá já existiam, quando por conseqüência referida acima, foi estabelecido o incentivo à diversificação por parte do governo federal. O início do processo de industrialização dessas duas cidades, começa quando o pequeno e médio agricultor, não tendo condições de beneficiar o café em suas propriedades, a terceiriza. [...] o pequeno produtor podia optar entre vender o café em coco ou beneficiado, porém, em ambos os casos passou a depender de intermediários. [...] ou então o beneficiamento passou a ser feito nos núcleos urbanos emergentes no cenário cafeeiro, resultando no aparecimento de uma figura - o maquinista. [...]. A medida que foi crescendo a produção de café no Norte do Paraná foram aumentando as maquinas de beneficiamento e comercialização, interessando tanto a antigos fazendeiros ou sitiantes, como antigas casas comissionarias de café de Santos (CANCIAN, 1981, p ). As crises estabelecidas na produção e comércio do café, através dos preços altos e baixos em função da super produção e das geadas, teve no Paraná efeitos diferentes das causadas pelo mesmo fenômeno em São Paulo antes de Enquanto que naquela época de crises levavam à depressão econômica, no Paraná dos anos 30, e principalmente após a Segunda Grande Guerra, levou à diversificação com a pecuária e outras lavouras como por exemplo as oleaginosas apesar de as terras novas ainda virgens poderem ser alternativa para novas plantações de café. Numa economia de mercado sempre há por parte do empreendedor a procura de melhores lucros ou custo/beneficio que seja mais benefício do que custo. Isto também veio a ocorrer no Norte do Paraná quando os agricultores e fazendeiros, depois de alguns anos de cultivo da terra, não tendo mais os obstáculos que dificultavam a sua mecanização partiram para esta, ou para a pastagens e criação de gado. [...] na época de 1960 intensificou-se a invernação, aparecendo simultaneamente as exportações. Gado oriundo de outras regiões, após permanência de um período limitado nas invernadas, é encaminhado para fora do Estado. Criatório e invernagem se constituíam nas opções que tornaram compensatória as perdas geradas pelo declínio dos preços do café, a partir de 1955 (CANCIAN, 1981, p. 105).

9 A partir dos anos 60 a queda dos preços do café e a superprodução levou a economia paranaense a fazer parte a substituição do café por outras culturas, que não tinham se desenvolvido até então por falta de infra-estrutura e de tecnologia, que desse suporte ao seu desenvolvimento. Apesar das oscilações de preços que houveram nessa década, levando à abertura de novas plantações em terras virgens, o que prevaleceu foi a tendência de erradicação do café. Chegou a haver um incentivo oficial através do grupo de erradicação (GERCA). Porém, o trabalho deste grupo significou apenas um estímulo do que vinha ocorrendo normalmente na região Norte do Paraná, em função da demanda que já havia em todo o Brasil por produtos provenientes da agropecuária, bem como os desenvolvidos por culturas alternativas. [...] Em 1970 o café estava em plano decididamente secundário. Era apenas uma sobra do que fora. A maior parte das terras estava ocupadas por pastagens e lavouras temporárias. Predominavam as fazendas mistas. O gado que a princípio fora ali estabelecido para a simples envernagem e engorda num período de transição, evoluiu para o criatório (CANCIAN, 1981, p. 137). 3º Capitulo: O Desenvolvimento do Ensino Superior no Norte do Paraná - Londrina e Maringá A colonização feita pela Companhia de Terras Norte do Paraná, com sua eficiência no levantamento topográfico e no planejamento da divisões de lotes, dava condições de competitividade e produtividade ao pequeno e médio agricultor, que conseguiam superar as deficiências das grandes fazendas. Essa competência da Cia inglesa certamente foi o fator que mais contribuiu para que um grande número de pessoas se direcionassem à região, criando uma das maiores mobilizações demográficas já ocorridas no Brasil. Com o planejamento e o aumento rápido do número de pessoas, criaram-se cidades, patrimônios, localidades., entre estas Londrina a pioneira e depois Maringá. A partir dessas duas principais cidades, estabeleceram-se fortes núcleos urbanos, embasados num primeiro momento na agricultura e posteriormente no desenvolvimento de um processo de industrialização. Apesar do planejamento, da produtividade e da competitividade das propriedades, a princípio o processo produtivo era de uma complexidade muito simples, tratando-se de derrubar a mata, preparar a terra roxa fértil e plantar o café. Este processo simplista, ganha alguma complexidade quando após a colheita há necessidade de beneficiamento deste produto. A condição de pequena propriedade, criava dificuldades para que seu proprietário beneficiasse o café, pois a pequena quantidade produzida em sua colheita não compensava a compra e a manutenção de uma máquina para esse tipo de serviço. Isto força o aparecimento na região de um novo tipo de atividade, na época chamada de "maquinista". Tratava-se de pessoas proprietárias de máquinas de beneficiamento do café. Estas compravam o produto dos pequenos agricultores e o beneficiavam para vender às casas exportadoras.

10 Este tipo de empreendimento interessa a pequenos sitiantes e fazendeiros, que largavam suas atividades no campo para se instalarem junto a outros serviços que já funcionavam nos novos centros urbanos tais como: comércio, serviços de saúde, serviços públicos etc., contribuindo com isso para o primeiro processo de agregação de valor ao principal produto cultivado na região, ou seja a industrialização do café. A grande concentração de pessoas, a formação de centros urbanos, leva automaticamente à necessidade de produção de bens e serviços para suprir às necessidades imediatas tais como: saúde, educação, transporte, comércio, indústria etc. No Norte do Paraná não foi diferente, principalmente nos dois principais centros urbanos que já naquela época mostravam uma forte tendência de crescimento - Londrina e Maringá. Na medida em que as cidades de Londrina e Maringá foram crescendo, e seus sistemas produtivos tornando-se mais complexos, houve necessidade de ensino em todos os níveis, a ponto de chegar o momento da instalação do ensino superior. As dificuldades encontradas foram típicas de iniciativas inovadoras, neste caso, elas foram situadas na forma acadêmica, financeira e administrativa. A demanda gerada pelo desenvolvimento econômico, exigiu a formação de pessoas que pudessem contribuir na formação dos alunos do 1º e 2º graus, assim como a necessidade de formação de profissionais no local, principalmente no setor de serviços: medicina, odontologia, comércio e administração empresarial, transformando-se em justificativas suficientes para a criação de cursos de nível superior. Os cursos de Filosofia, Ciências e Letras, contribuíram muito para suprir o número necessário de professores e qualificar o ensino fundamental. Os demais cursos, com a formação de profissionais dito liberais, serviam para suprir a área de serviços e superestrutura, já que em outras áreas, a demanda ainda era pequena em função da pouca complexidade do processo produtivo destas cidades, que tinham como suporte econômico, os resultados da plantação, colheita e um processo de beneficiamento de pouco valor agregado ao produto final, o café. "Na realidade a produtividade estava alicerçada na fertilidade da terra roxa, na disponibilidade e nos baixos custos da mão-de-obra de parceiros, meeiros, percenteiros e colonos. Os agricultores sentiam-se até certo ponto seguros e como tal liberados de investimentos no Campo Técnico. As preocupações estavam centradas nos aspectos políticos mercadológicos e nos fatores climáticos (secas e geadas) que se apresentavam como impossíveis de serem controladas pela técnica humana. Esta característica é a expressão de um industrialismo quase abortivo. O campo concentrava a atividade econômica das cidades mas permanecia estruturado em bases artesanais." (CAPELO, 1992, p. 25). Londrina - Faculdades e Universidade Após uma década e meia de existência da cidade de Londrina, o poder público não chegava a esta distante cidade paranaense. Por iniciativa da união das igrejas

11 evangélicas da região, liderados pela pessoa do pastor e professor Zaqueu de Melo, fundam o Instituto Filadélfia de Londrina, com o intuito de formarem pastores evangélicos, sendo que na seqüência foi transformado em escola do 1º e 2º graus. Sendo eleito deputado estadual pela região conseguiu o mesmo professor que fosse criado um curso de ensino superior na cidade. "[...] O professor Zaqueu, eleito deputado, conseguiu através da Lei 2568-A aprovação da Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de Londrina. Quatro foram os cursos autorizados, História, Geografia, Letras Anglo-Germânicas e Letras Neo Latinas." (CAMPELO, 1992, p. 24). Aproveitando-se da multiplicação de cursos de ensino superior no Brasil, nas década de 50 e 60, e as pressões desenvolvidas pelo desenvolvimento econômico em nível local, na cidade de Londrina em 1961, foram criados mais dois cursos com vistas à formação de professores para atender à demanda advinda do 1º e 2º graus - Pedagogia e Licenciatura em Ciências. A partir daí, houve pressões da sociedade local, para que fossem criados cursos para a formação de profissionais liberais, prestadores de serviços e administradores da superestrutura, que fossem referência para toda região. Foram criados a partir de então, o curso de Odontologia, em 1962, Medicina, em 1966 e o de Ciências Econômicas em Londrina contava com cinco cursos de ensino superior, e já tinha todas as condições para reivindicar a formação da Universidade. "No contexto do governo estadual preconizava-se que a educação era pré condição do desenvolvimento econômico: dai a necessidade da formação de recursos humanos qualificados. Nessa direção produziu-se uma política de interiorização do ensino superior ( a exemplo da política educacional federal) como parte da estratégia de desenvolvimento integrado que buscava incorporar regiões, áreas e diferentes estratos populacionais no processo de desenvolvimento do Estado, cuja economia estava debilitada em virtude do esgotamento da fronteira agrícola". (Capelo, 1992, p. 45). "[...] De acordo com essa orientação, o governador institui, em 1969 três subcomissões de reforma do Ensino Superior para estudar a implantação de Três Universidades no interior do Paraná" (CAPELO, 1992, p. 44).

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