Tecnologias de Informação BIG DATA & CLOUD COMPUTING. Uma revolução chamada big data

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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DO DIÁRIO ECONÓMICO Nº 5908 DE 22 DE ABRIL DE 2014 E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Tecnologias de Informação Em 2011, a IDC estimava que a quantidade de informação criada e replicada tenha ultrapassado 1,8 ZB ou seja, 1,6 triliões de gigabytes. Na imagem, o centro de dados do Facebook na Suécia. Simon Dawson / Bloomberg Uma revolução chamada big data Estudo da Microsoft diz que a transição para soluções orientadas a dados poderá fazer crescer o PIB português. TEXTOS DE IRINA MARCELINO A indústria tecnológica está no meio de uma alteração estrutural. A consultora IDC chama-lhe a Terceira Plataforma de Crescimento e Inovação. Uma plataforma que tem por base as tecnologias móveis e sociais, o big data e o cloud computing. Nos próximos 20 anos, milhões de soluções vão tê-las como princípio. E quem não estiver preparado para as mudanças será esmagado. Luís Carvalho, da Microsoft, recorda uma análise da Gartner que refere que em 2015 as empresas que implementarem modelos modernos de gestão de informação terão um desempenho financeiro 20% superior aos seus pares. E cita um relatório encomendado pela própria Microsoft sobre o impacto do big e open data nos 28 Estados-membros da União Europeia. A transição para soluções orientadas a dados poderá representar um contributo de 206 mil milhões de euros para a economia europeia até 2020, o equivalente a um aumento de 1,9% no PIB europeu. Na Sul da Europa, onde se inclui Portugal, este impacto poderá ser de 1,6%. Os sectores identificados como os de maior potencial incluem o comércio (47 mil milhões de euros), a indústria (45 Os quatro V do big data DEFINIÇÃO: Hardwareesoftware que integra, organiza, gere, analisa e apresenta dados caracterizados pelos quatro V: Volume, Variedade, Velocidade e Valor. mil milhões), a administração pública (27 mil milhões) e os cuidados de saúde (dez mil milhões). Mas do que se trata exactamente o big data? É todo o universo de informação disponível: nos sites, nas redes sociais, nas imagens, nas bases de dados de empresas ou em sensores em automóveis, por exemplo. E é a convergência de equipamentos como smartphones, tablets, mas também veículos, edifícios e infra-estruturas inteligentes com as redes sociais, com a generalização da banda larga e com assistentes de analítica, permitindo explorar uma quantidade inimaginável de dados digitais, explica Rui Nogueira, business unit manager da Sage Portugal. E destaca: Existem sectores onde o big data é já determinante, como o do retalho, principalmente quando conjugado com o retalho online, sendo feitas previsões de consumo baseadas em dados comportamentais e registados online. Na área da saúde também já existem casos importantes. Mas não só. A IBM, nas palavras de Ricardo Martinho, Director da divisão de software, lembra o sector segurador, que poderá vir a aceder aos dados gerados pelos automóveis, podendo a partir daí reduzir ou aumentar o prémio, ou a agricultura, em que os sensores de humidade conduzem o sistema de rega. João Tapadinhas, especialista em business intelligence da Gartner, dá mais exemplos: A informação existe e está disponível nos call centers, nos sensores, numa fábrica, no camião, na comunicação com os clientes, no site, nos blogues, nas redes sociais e pode ser explorada. Muitas vezes a informação não existe porque não está a ser recolhida. O big data vem, assim, criar infra-estuturas tecnológicas para analisar de forma intensiva, permanente e analítica, com recurso a algoritmos matemáticos, ao que muitas vezes se faz de forma empírica. Apesar do seu grande potencial, Portugal está a evoluir lentamente, e não é pela questão do custo, considera João Tapadinhas, que recorda que ter um servidor capaz de biliões de registos é acessível para a maioria das organizações. Por outro lado, muitas das ferramentas necessárias para tratar o big data têm versões livres de elevada qualidade, como é o caso da comunidade Hadoop e o movimento SqL.

2 II Diário Económico Terça-feira 22 Abril 2014 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Há falta de recursos humanos especializados na aplicação analítica do imenso universo dos dados que podem ser gerados por exemplo por carros inteligentes (na imagem, um protótipo de 2005) e os fabricantes e as universidades já o perceberam. Os desafios Sendo Portugal um país com uma malha empresarial composta sobretudo por PMEs, estas não serão naturais clientes das capacidades inerentes ao fenómeno big data muitas vezes devido à falta de conhecimento destas tecnologias. FILOMENA LOPES Universidade Portucalense Toshiyuki Aizawa / Reuters Um business intelligence com muito mais informação A quantidade enorme de informação disponível poderá ajudar as organizações a potenciarem os seus negócios se os analisarem com a lupa do business intelligence. Apesar de ser uma área com grande potencial, e de muitas empresas já o terem percebido, até agora a maioria das organizações concentrava-se no desenvolvimento da área de business intelligence. Imagine-se dois automóveis, um com câmara para ajuda ao estacionamento incorporada, o outro sem este dispositivo instalado. O exemplo, referido por Fernando Dias, da Oracle Portugal, serve para ilustrar as vantagens que um sistema de big data tem para as empresas. A câmara é big data, utilizada em conjunto com o espelho retrovisor interior. Com as soluções de hoje a gestão da organização deve ser feita utilizando a informação dada quer pelo espelho quer pela câmara, conclui o responsável pela área de Arquitectura de Soluções da empresa. A diferença face à área de business intelligence é que o big data permite a análise de uma quantidade muito grande de dados não estruturados. Além disso, lembra Ricardo Martinho, da IBM, os dados passam a liderar o processo de análise. Ou seja, enquanto na abordagem tradicional tudo se inicia com cenários hipotéticos, com o big data todos os dados capturados são passíveis de ser explorados, sendo analisados à medida que são capturados, explica o especialista, que considera que esta nova abordagem oferece ao Business Intelligence mais e melhor informação para responder aos reptos impostos pelo mercado. O big data irá aumentar ainda mais a relevânciaeautilidade do business intelligence para o negócio, considera Filomena Lopes, directora do Departamento de Inovação, Ciência e Tecnologia (DICT) da Universidade Portucalense, universidade que quer apostar na área do big data através da pós graduação que tem na área de Business Intelligence. O big data, que para muitos é considerado uma evolução do business intelligence são complementares, acredita. O problema, refere, uma mensagem que coincide com a das consultoras e empresas com que o Diário Económico falou, é que grande parte das empresas ainda não reconheceu o potencial que tem nas suas variadíssimas bases de dados. Por outro lado, as empresas estavam pouco sensibilizadas para o rápido crescimento a que se assistiu nesta área e, portanto, não se preparam. A área da meta classificação dos dados foi negligenciada, com a consequência de custos acrescidos quando se pretende extrair dos dados o valor que estes podem ter para as empresas. Quem implementar big data pode tirar maior e melhor proveito do business intelligence. Os dois mundos complementam-se e o seu potencial é aumentado, considera o consultor da Gartner, João Tapadinhas. Para Luís Carvalho, director da unidade de negócio de servidores e ferramentas de desenvolvimento da Microsoft, a dependência entre big data e business intelligence é maior: O big data não convive sozinho sem o business intelligence, pois se armazenar toda esta informação sem ter nenhuma forma de a tratar e analisar os dados, estes não terão grande utilidade, considera. Os sistemas ERP, CRM, SCM, data warehouses e a própria web estão constantemente a oferecer informações aos gestores. Mas é preciso transformar dados em conhecimento, considera a docente. A menor hierarquização das empresas, que se estão a tornar mais horizontais, torna mais necessária a disseminação de informação crítica junto de mais colaboradores e decisores, considera Filomena Lopes, ideia defendida também por João Tapadinhas, da Gartner. O conceito de big data é muito abrangente e sai fora das tradicionais áreas de TI empresariais, vai além dos dados tradicionalmente armazenados numa base de dados relacional que as empresas estavam acostumadas a explorar e requer outros níveis de conhecimento fora da esfera empresarial tradicional. RUI NOGUEIRA Sage Portugal As universidades devem formar mais estudantes neste tipo e ferramentas. Há medo do desconhecido e uma grande pressão por parte dos fornecedores instalados, que tentam evitar a migração para estas soluções. JOÃO TAPADINHAS Gartner O maior desafio passa sem dúvida pela consciencialização dos quadros superiores sobre a importância e o valor estratégico que têm as soluções de big data. Não utilizar estas novas ferramentas e abordagens para estender a informação que é utilizada na actividade diária da empresa faz com que gestores e negócio tenham uma visão reduzida e incompleta do que aconteceu. FERNANDO DIAS Oracle

3 Encriptação A melhor amiga do Big Data Mais do que nunca, os seus dados estão fora do seu controlo. Existem vários tipos de ameaças aos seus dados pessoais, graças à quantidade massiva de dados e ao crescimento do alojamento virtual e em cloud. PUB A verdade é que todos, desde agências de defesa a cibercriminosos, querem ver a sua informação, e as várias tendências Daniel Cruz NetApp Portugal Territory Manager tecnológicas, sendo necessárias para a sustentabilidade e desenvolvimento dos negócios legítimos, acabam por facilitar o acesso. Primeiro, temos as quantidades massivas de dados. A nível mundial, a quantidade de dados tem crescido de forma astronómica e a percentagem dos dados que é considerada sensível (dados médicos, por exemplo) aumenta anualmente. Segundo, o crescimento da virtualização, do cloud computing e do armazenamento enquanto serviço, tornando a monitorização dos dados mais difícil mas facilitando a sua cópia e transferência. Até pode dar-se o caso de pertencer a uma das companhias que oferece serviços de armazenamento num regime de pagamento por utilização, como um backup de recuperação fora do país, ou serviços de cloud. O grande problema é a propriedade dos dados e sobre quem recai a responsabilidade de os proteger, se ao consumidor ou ao prestador. Portanto, a solução mais simples para todas estas ameaças de segurança é a encriptação de dados. Assim que o repositório de dados estiver encriptado, as organizações podem partilhá-lo com um prestador de serviços com a garantia de que todas as cópias feitas estarão encriptadas. Assim, o único que pode dar acesso aos seus dados é o leitor, detentor das chaves de encriptação. Adoptando uma solução de segurança com base na encriptação de dados, mantém-se o controlo de quem os analisa, independentemente da sua localização, das cópias existentes e de quem tentar roubá-lo.

4 IV Diário Económico Terça-feira 22 Abril 2014 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO 12 casos de sucesso internacionais A nível internacional muito está a acontecer. Conheça alguns dos casos escolhidos pela Gartner. A utilização de ferramentas de big data pode passar por várias e diferentes áreas e ter objectivos também distintos. A sua análise pode ter como função reduzir custos. Ou definir campanhas de marketing muito direccionadas. Ou, também, optimizar rotas. Ou garantir uma gestão mais eficaz do orçamento e um controlo mais apertado dos gastos na administração pública, lembra a Microsoft. Nesta área, aliás, o big data poderá assumir um papel preponderante no desenvolvimento de serviços mais eficientes. O big data poderá introduzir formas inovadoras de adoptar valor na Administração Pública, sobretudo em áreas como a fuga aos impostos, segurança, gestão de fluxos urbanos ou relacionamento com o cidadão, considera Filomena Lopes, da Universidade Portucalense, que lembra ainda que na área da banca, a utilização do big data está associada a temas regulamentares, à gestão de risco, à eficiência operacional e gestão de clientes. Alguns exemplos mais concretos são o cross e up-sell em tempo real, recálculos dos riscos associados às carteiras de investimento em questões de segundos, identificação de fraude em transacções bancárias. Mas claro que estas áreas são apenas agulhas no vasto palheiro das possibilidades do big data. A Gartner fez uma selecção de 50 casos que, a nível internacional, aproveitam as suas vantagens. O Diário Económico fez uma triagem e escolheu doze desses casos, de áreas e campos tão diferentes como a descoberta de criminosos, o funcionamento de uma refinaria ou uma série de televisão. Conheça alguns exemplos: Detectar queixas falsas A análise histórica de dados relacionados com queixas fraudulentas à seguradora e a sua ligação a outro tipo de dados mais específicos permitiu que a seguradora Infinity aumentasse a sua taxa de sucesso na detecção destes casos de 50% para 88%. E que o tempo gasto na investigação caísse 95%. Mas não só. A seguradora passou a direccionar mais marketing aos clientes que baixa propensão para este tipo de esquemas. O que os espectadores querem A série House of Cards é um caso de sucesso no meio televisivo. Mas a Netflix quis mais e produz conteúdos que, com base na análise de big data, aumentam o interesse pela série e que ajudam a prender os espectadores ao sofá. O big data geolocaliza os 25 milhões de espectadores da série, monitoriza a forma como esta a vê (se volta para trás muitas vezes, se passa à frente, etc.), analisa os ratings dados aos episódios, além de recolher tudo o que se diz no Facebook e no Twitter sobre a série. No final, a análise que é feita ajuda a definir o guião, as cores utilizadas e até a seleccionar os actores. Decidir o melhor local para instalar uma turbina Decidir qual o melhor local para instalar uma turbina eólica podia demorar mais ou menos três semanas. Com a utilização da técnica big data e de algoritmos complexos, as variáveis em análise (exemplo: condições meteorológicas, pressão barométrica, humidade, precipitação, direcção e velocidade do vento) na Vestas cresceram dez vezes, sendo de cada vez analisados mais de 178 parâmetros e até 24 perabytes de informação histórica. O tempo de decisão passou de três semanas para 15 minutos. Chris Ratcliffe / Bloomberg Antecipar problemas numa refinaria Qualquer falha representa grandes gastos numa refinaria. A maior petrolífera mexicana tem um sistema de big data que ajuda a detectar preventivamente eventuais problemas. Através de sensores e monitorização, detecta coisas como ruídos, variação de temperaturas, entre outros, e com isso poupa 960 horas por ano em manutenção. Conhecer e interagir com os clientes A L Oreal recolhe, classifica e entende o sentimento por trás de cada um dos milhões de posts e comentários ou likes feitos online às suas páginas nas redes sociais. A marca optou assim pela interacção imediata comosseusclientes. Novas utilizações de dados pessoais Em média, uma mulher demora entre quatro a seis meses a engravidar. Um algoritmo desenvolvido por um cientista de Harvard e por especialistas em fertilidade, associado à informação médica que mais de 70 mil mulheres disponibilizaram em aparelhos de auto-medição de dados relacionados com a história médica, com o peso e os ciclos menstruais permitiu desenvolver uma aplicação (Ovuline Smart Fertility). A app, que é hoje usada por mais de 40 mil mulheres, conseguiu ajudar a diminuir duas a três vezes o tempo que a mulher demora a engravidar. IntsKalnins / Reuters Prever tendências no consumo de vinho O Vintank ajuda a prever tendências na área dos vinhos, analisando mais de um milhão de conversas online relacionadas com vinhos. Segue mais de 13,5 milhões de pessoas com interesse nesta área. Georreferencia os possíveis clientes e informa os produtores quando estes estão perto. Sistema ajuda a prever temas quentes nas notícias Recolher, traduzir, classificar e analisar as notícias de todo o mundo. É isto que faz o Europe Media Monitor, que recolhe mais de 40 mil notícias locais em 43 línguas diferentes. As pesquisas podem depois ser feitas tendo em conta categorias ou localizações em mapas animados, por exemplo. O sistema ajuda ainda a prever os temas mais quentes e as tendências mundiais. Análise meteorológica baixa preço de seguro O The Climate Corporation é uma seguradora fundada por ex-colaboradores da Google que analisa dados climáticos de mais de 500 mil locais com o objectivo de definir apólices de seguros à medida de cada região. A análise precisa que é feita contribui para apólices bastante competitivas. Problemas mundiais monitorizados As Nações Unidas parecem estar sempre atentas ao que se passa no mundo. Parecem, não. Estão. E com a ajuda preciosa de um sistema de big data que recolhe e analisa dados não estruturados (em blogues, notícias, redes sociais, entre outros) de todo o mundo, prevendo e antecipando problemas que algumas regiões podem vir a ter. Paulo Alexandre Coelho Um detective tecnológico que ajuda a antecipar crimes São várias as forças de segurança que usam sistemas de big data a nível internacional. Ainda em 2011, e recorrendo a uma ferramenta de data discovery, as forças de segurança suecas conseguiram apanhar um serial killer recorrendo a este tipo de tecnologia. Os dados combinados foram telefonemas, estatísticas de crime, mais de 500 mil interrogatórios, provas e outras informações, assim como informações meteorológicas e sobre eventos que estavam a decorrer na cidade de Malmö. Os dados foram cruzados e o local e a hora do próximo crime foi antecipado pela polícia. Os nove meses que iria demorar a analisar e cruzar toda esta informação foram reduzidos a três minutos. Na polícia de Los Angeles, um sistema de recolha e análise de informação ajudou a reduzir os assaltos em 33% e os crimes violentos em 21% aplicando o mesmo modelo que é utilizado nas previsões de terramotos ou nos dados históricos relacionados com criminalidade, entre outras informações. Sementes dos pães do McDonald s são contadas automaticamente Já se questionou por que razão as sementes de sésamo dos pães de hamburguer do McDonald s parecem estar dispostos de forma muito parecida e em igual número? Há uma razão para que tal aconteça. E se antes todos os pães eram inspeccionados manualmente, hoje tudo é inspeccionado automaticamente e com a ajuda do big data. O sistema foto-analisa mais de mil pães por minuto, verificando a sua cor, forma e a distribuição das sementes, ajustando os fornos e os processos de forma automática. Por ano, e com este sistema, o McDonald s eliminou milhares de quilos de produtos desperdiçados, conseguiu acelerar a produção e poupar energia. Além disso, contribui para a poupança de custos laborais. ChristianHartmann / Reuters

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6 VI Diário Económico Terça-feira 22 Abril 2014 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO EDP: prever com precisão consumos e produção O big data ajuda a extrair informação valiosa dos sensores disponíveis na rede. O sector energético está a mudar e o big data tem e poderá vir a ter grandes responsabilidades nessa mudança. António Vidigal, presidente da EDP Inovação, explica os novos desafios que o mercado da electricidade enfrenta: A liberalização do mercado e a introdução das energias renováveis, por natureza voláteis e intermitentes e dispersas geograficamente vieram alterar profundamente os pressupostos de gestão das rede eléctricas. A tecnologia de big data, que apareceu para resolver problemas dos grandes operadores da net como a Google, possibilita agora às utilities extrair informação valiosa da multiplicidade de sensores disponíveis na rede. Aproveitando a enorme evolução das comunicações e os novos métodos computacionais, torna-se agora possível melhorar significativamente a capacidade de gestão da produção renovável em diversas vertentes, explica o responsável. E embora a produção renovável e os consumos não sejam controláveis, com a ajuda do big data é hoje possível prevê-los com precisão. Várias entidades estão a procurar desenvolver ferramentas suportadas em tecnologia de big data que permitam fazerprevisõesemtemporealeanível desagregado, incorporando inúmeras fontes de informação dos consumos e da geração renovável, afirma o responsável, que revela que a EDP está a desenvolver um projecto de Previsão Distribuída de Consumos e Geração em Tempo Real, chamado PREDIS. O projecto permitirá, afirma António Vidigal, melhorar significativamente a forma de gestão e operação da rede, permitindo consolidar a EDP como empresa inovadora no sector eléctrico. Ainda na área da energia, poderá haver mais a fazer. A Microsoft lembra que a análise de big data poderá ser por exemplo usada para perceber perdas nos pontos de distribuição, afirma Luís Carvalho.EoBostonConsulting Group destaca, em estudo recente, o muito que VW Autoeuropa uniformizou 380 indicadores Modelo que começou em Palmela será aplicado nos EUA. EDP quer melhorar a forma de gestão e operação de rede através de um projecto de big data. se pode fazer se as empresas de diversos sectores criarem ecossistemas digitais, ou seja, redes de empresas, pessoas, instituições e outros clientes que interajam para criar mútuo valor. No caso das empresas de energia, a consultora recorda que estas podem ser potenciais parceiras de empresas que prestam cuidados de saúde, no sentido de oferecer um extenso leque de serviços de monitorização home based através de dispositivos inteligentes. As possibilidades são também imensas no campo da eficiência energética. Sensores e programação à distância podem ajudar a reduzir consumos entre 20 a 30%. Paulo Alexandre Coelho HOSPITAL DE SÃO JOÃO A Microsoft desenvolveu uma ferramenta de big data que prevê até 50% dos óbitos registados nos doentes internados no Hospital de São João, no Porto. O sistema identifica, por vezes com dias de antecedência, riscos de agravamento de estado dos doentes. Em cada segundo são analisados e correlacionados com a informação clínica de cada paciente uma enorme quantidade de dados espalhados por dezenas de sistemas. Em que casos éusado o bigdata A IBM tipifica cinco casos de utilização de tecnologias de big data : 1. Exploração de big data. Em todas as grandes organizações, a informação está distribuída em múltiplos sistemas e silos. Para desenvolver as suas actividades e tomar decisões, os colaboradores presidam de aceder a toda a informação. As organizações exploram big data para encontrar e compreender os dados, havendo uma visão unificada da informação. 2. Visão 360º do cliente. As organizações tentam compreender de forma completa os comportamentos dos seus clientes. E isto implica que tirem partido de fontes de informação internas e externas para avaliarem a satisfação dos seus clientes. 3. Segurança e inteligência. O crescente número de ciberterrorismo é uma ameaça real E as empresas têm de aumentar e melhorar as plataformas de análise de segurança e inteligência com tecnologias big data para processar e analisar novos tipos de dados (por exemplo, social media, sensores, etc.), assim como outras fontes tradicionais. Começou por ser um projecto que pretendia uniformizar critérios, parâmetros e gráficos de análise na fábrica de Palmela da Volkswagen Autoeuropa. Através de um projecto de business intelligence implementado pela Noesis e com base na tecnologia data discovery da QlikView, passou a ser possível acompanhar online e em qualquer aparelho os mais de 380 indicadores que abrangem todas as áreas da fábrica: da logística ao sector financeiro, passando pelos recursos humanos, pela engenharia, pelas compras e pelas áreas da produção. Mas a inovação do projecto já captou a atenção de outras fábricas do grupo Volkswagen, estando actualmente em curso a replicação do modelo implementado para uma fábrica nos Estados Unidos. Uma segunda fase já está entretanto em curso e pretende ampliar as funcionalidades e aumentar a comunidade de utilizadores da plataforma. Antes, os indicadores eram processados individualmente em excel e compilados em duas etapas. Paulo Alexandre Coelho 4. Análise operacional. É a análise dos dados de máquina, que podem incluir dispositivos de computadores a sensores, medidores e GPS. Este tipo de dados estão a crescer a taxas exponenciais. Utilizando big data, as organizações analisam em tempo real as operações e o comportamento dos seus clientes. 5. Modernização do data warehouse.é o alargamento de uma infra-estrutura de data warehouse existente aproveitando tecnologias de big data para aumentar as suas capacidades.

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8 VIII Diário Económico Terça-feira 22 Abril 2014 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Segurança de dados ainda é considerado um obstáculo ao desenvolvimento de serviços cloud. PawelKopczynski/Reuters Estratégia das grandes empresas passa por desenvolver cloud Estudo da IDC diz que 44% dos decisores inclui este tipo de serviços na sua estratégia. A adopção de serviços cloud já é uma realidade. A maioria das organizações portuguesas opta por modelos híbridos, ou seja, pela coexistência de serviços privados e públicos de cloud computing. No entanto a adopção de serviços privados está a aumentar. Um inquérito feito pela consultora tecnológica IDC refere que, dos 238 decisores das mil maiores empresas nacionais que foram inquiridos, apenas uma minoria (9%) irá privilegiar a adopção de serviços públicos. O mesmo inquérito revela que 44% dos inquiridos referiu que os serviços cloud estão inseridos na estratégia de tecnologias de informação (TI) da empresa e que 10% reconhece a sua importância na estratégia global da organização. No entanto, 34% refere que o tema tem sido discutido informalmente e 11% ainda não pensou no assunto. Os serviços cloud computing devem ser encarados, defende a consultora, como ingrediente essencial para participar no crescimento e inovação nos próximos 20 anos, quer no sector tecnológico quer nos sectores que com ele se relacionam. Apesar do corte nas despesas, a IDC antevê o aumento da despesa em cloud por parte das empresas portuguesas. Até 2017, refere, a despesa deverá ultrapassar 184,2 milhões de euros, o que representará, nessa altura, 6% da despesa total em TI em Portugal. Ainda que persistam alguns obstáculos, nomeadamente no que diz respeito às questões relacionadas com segurança, confidencialidade e privacidade dos dados, diz ainda a consultora IDC. Para as empresas que actuam neste mercado, a fase actual é de amadurecimento e de adopção crescente, refere João Gonçalves, director de Serviços e Outsourcing Estratégico da IBM Portugal. Após uma fase em que as empresas nascidas na rede tiveram um papel pioneiro na criação de um ecossistema em que os serviços na cloud eram a coluna vertebral do negócio, assistimos hoje a uma penetração progressiva da cloud nos sistemas de informação das empresas tradicionais, refere. A Portugal Telecom (PT) acredita que o mercado nacional de cloud computing vai registar um crescimento acentuado nos próximos anos, motivado sobretudo pela redução de custos. Esta adopção será feita de forma progressiva, sendo que os serviços de colaboração e aplicação de negócio não core serão os primeiros a ser utilizados pelos clientes empresariais do novo modelo, disse fonte oficial ao Diário Económico. A mesma fonte acredita que a prestação de serviços de modelo híbrido será o passo seguinte. Ou seja, que combinem a infra-estruturaexistentenoclienteeainfra-estrutura dos operadores cloud. O mesmo é defendido pela Microsoft. A aceleração de ofertas híbridas de infra-estrutura com plataformas para suporte a aplicações de nova geração é a tendência que a empresa considera mais marcante actualmente. Combina-se uma migração para a cloud sem atritos para servidores muito semelhantes com aquilo que as empresas têm no seu centro de dados com o que de melhor a cloud pode oferecer no desenvolvimento de aplicações elásticas à escala global, com integração em redes sociais e um universo crescente de dispositivos, Luís Carvalho, da Microsoft. Benefícios 1 Manutenção Reduzir/evitar custos de manutenção da infra- -estrutura tecnológica. 2 Custos Redução dos custos de tecnologias de informação (TI) e despesas de capital. 3 Recursos Melhorar a utilização de recursos de TI. 4 Resposta Aumentar a capacidade de resposta à procura de TI. 5 Simplificação Simplificação da gestão dos recursos de TI. Obstáculos 1 Segurança Segurança de dados, privacidade e confidencialidade. 2 Integração Integração com sistemas existentes na organização. 3 Regulamentação Ausência de regulamentação sobre a área. 4 Dependência As organizações tornam-se dependentes do fornecedor. Fonte: IDC

9 Terça-feira 22 Abril 2014 Diário Económico IX PUB OPINIÃO Cloud computing : as vantagens e os riscos para as empresas O que fazer para mitigar os riscos de aderir à nuvem? As empresas têm sido invadidas com ofertas comerciais relativamente ao cloud computing, muitas vezes tendo dificuldade em compreendê-las e analisá-las rigorosamente, o que resulta em dificuldade ou abstracção total sobre a decisão se a adopção ao cloud computing irá trazer os benefícios que são apresentados. Em caso de adopção, esta tem-se verificado abaixo do expectável, fruto da insegurança que ainda recai para a indisponibilidade dos serviços e para a falta de confidencialidade da informação. O cloud computing, sendo uma tecnologia emergente, pode alavancar as empresas às crescentes exigências de menor custo total de propriedade (TCO), maior retorno do investimento (ROI), aumento da eficiência e eficácia, agilidade. Contudo, como em qualquer novo paradigma, existem riscos associados que devem ser claramente entendidos e geridos pelas partes interessadas, garantindo que os benefícios da adopção ao cloud computing estão alinhados com a estratégia de negócio. A utilização do cloud computing tem revelado a necessidade de conhecer e controlar o ambiente onde os sistemas de informação residem, de forma a proteger a informação e garantir a disponibilidade do serviço contratado. A informação é alvo de vários riscos, nomeadamente a disponibilidade, integridade e confidencialidade, resultando estes de factores externos à organização, e que podem comprometer os objectivos de negócio. Na organização em que opero (Baker Tilly), o tema da adopção ao cloud computing é endereçado com uma visão holística do negócio e dos sistemas de informação das organizações. A metodologia de trabalho adoptada realça a importância da classificação de informação, identificação de controlos adicionais que mitiguem os riscos, novas abordagens de gestão do ciclo dos serviços da cloud, adaptação da arquitectura dos sistemas de informação internos aos sistemas da cloud, gestão de identidades e acessos, gestão de incidentes, planos de continuidade de negócio e a não menos importante, a identificação do custo total de propriedade face às soluções tradicionais. De forma a garantir que os benefícios são alcançados, a adopção ao cloud computing exige uma avaliação da viabilidade financeira/económica, análise de risco, implementação e operação na cloud controladas e uma avaliação da segurança dos serviços cloud contratados. PEDRO BAGULHO IT Audit Manager Baker Tilly A utilização do cloud computing tem revelado a necessidade de conhecer e controlar o ambiente onde os sistemas de informação residem, de forma a proteger a informação e garantir a disponibilidade do serviço contratado. A informação é alvo de vários riscos, nomeadamente a disponibilidade, integridade e confidencialidade, resultando estes de factores externos à organização, e que podem comprometer os objectivos de negócio.

10 X Diário Económico Terça-feira 22 Abril 2014 TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Paulo Figueiredo Os maiores players em Portugal dizem O que é que o cloud pode trazer de novo às empresas? O que é que a sua empresa tem de diferente das outras empresas neste campo? Questionadas pelo Diário Económico, Portugal Telecom, Microsoft, IBM e Oracle revelam o que é que consideram que a nuvem tecnológica pode trazer de novo às empresas e organizações que a querem. E revelam parte das suas estratégias neste campo. Saiba quais são. PORTUGAL TELECOM 1. A redução de custos é um dos principais motivadores para a adopção de soluções cloud. Mas não é o único motivador. De acordo com estudos recentes, a adopção destes serviços permite melhorias na eficiência operacionaleaoptimização de diferentes processos de negócio, que podem influenciar positivamente o desempenho e eficácia comercial das organizações ao nível da atracção e retenção de clientes e consumidores. Este modelo de consumo tem baixo risco para os cliente e vantagens específicas face ao modelo de consumo tradicional de tecnologias de informação. O modelo cloud assenta nos conceitos de flexibilidade e escalabilidade, eliminando o risco associado à previsão de necessidades de infra-estrutura e possibilitando ao cliente empresarial em qualquer momento e lugar, aumentar ou reduzir a capacidade e os serviços contratados. Estimamos que a adopção de soluções cloud poderá reduzir em média total cost of ownership das organizações entre 20% a 50%. 2. No início de 2014 a PT verticalizou o negócio Cloud numa Unidade de Negócio independente, responsável pela gestão end to end dos serviços fornecidos com objectivo de garantir a melhor qualidade de serviço aos clientes empresariais. Os investimentos em infra-estrutura na nossa rede de data centers, com especial destaque para o novo centro de dados na Covilhã, têm como objectivo influenciar positivamente as operações dos nossos clientes empresariais. Os benefícios claros dos serviços de data center, bem como a habituação faseada que temos sentido no mercado, são drivers que têm contribuído para o aumento do interesse e da concorrência. Todavia, importa reforçar que a concorrência deste mercado acontece a nível global e não local. A PT dispõe da maior rede de data centers em Portugal e de uma rede de parcerias estratégicas a nível internacional, além de equipas especializadas, tecnologia e certificações. IBM 1. A cloud permite uma maior conversão de Capex em Opex, uma agilidade superior (aquilo que ontem demorava uma semana ou um mês, agora é possível em horas ou dias) e uma redução dos esforços associados. A virtualização de estruturas, que ontem eram necessariamente físicas, permite hoje um nível de automatização superior com evidentes benefícios produtivos. Finalmente, existem áreas de aplicação que não seriam exequíveis ou mesmo possíveis sem a cloud. A indústria dos jogos online ou as redes sociais digitais são exemplos deste último tipo de aplicações. 2. A IBM tem presença em todo o espectro do que se denomina cloud computing. Quer nas tecnologias de base que permitem a sua criação, quer nos serviços para empresas e utilizadores, a IBM está presente contribuindo decisivamente para o progresso da cloud e da simplificação dos sistemas de informação em suporte de empresas, economia e sociedade mais avançadas. Queremos ser essenciais neste progresso, e pensamos que isso nos torna diferentes de empresas com propostas sectoriais. Não acreditamos na teoria de one size fits all e ajustamos as nossas ofertas às necessidades dos nossos clientes. MICROSOFT 1. A cloud pode trazer uma grande agilidade na resposta aos desafios do negócio como sejam a colocação rápida de inovações no mercado ou a internacionalização das suas operações. O mercado está muito competitivo em vários sectores e as empresas procuram respostas muito rápidas e que não signifiquem investimentos iniciais significativos, especialmente quando existem elementos de incerteza provocados pela economia ou pelas próprias dinâmicas competitivas. Complementarmente a tudo isto, a redução de custos de propriedade e de operação é um dos factores de decisão de adopção destes serviços. 2. Em termos de cloud, temos uma oferta de grande profundidade que vai desde a produtividade pessoal e de grupo até ao CRM, passando pelas infra-estruturas de servidores e armazenamento necessários a qualquer organização de TI. A diversidade da oferta e a possibilidade da sua adopção em modelos híbridos são factores que nos diferenciam das restantes ofertas. ORACLE 1. Nas suas variantes de serviço público, privado ou híbrido, as soluções de computação em cloud contribuem para a redução de custos de TI. Contrariamente aos modelos de computação tradicionais, em que os recursos são adquiridos e dimensionados para suportar cargas máximas previstas de utilização para cada aplicação ou serviço de forma dedicada, em modelos cloud os recursos disponíveis são partilhados entre as várias aplicações e serviços. Esta partilha permite uma melhor e mais efectiva utilização dos recursos disponíveis. Estes serviços, quando associados a mecanismos de medição e facturação permitem que os utilizadores apenas paguem pelos recursos que realmente consomem, e não por toda a capacidade instalada e não utilizada. 2. A principal prioridade da Oracle é fornecer produtos que ajudem os clientes a construir, implementar e gerir clouds privadas, bem como disponibilizar múltiplas opções de serviços em clouds públicas.

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