Questões e testes. Sudeste 1. (UPM-SP) 4. (UPM-SP)

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1 Questões e testes Sudeste 1 / 9 1. (UPM-SP) Enfim, em novembro de 1095, [...] o papa Urbano II [...] dirigiu à aristocracia guerreira francesa uma advertência, divulgada, a seguir, por toda a Europa: aqueles que até então tinham vivido como saqueadores, martirizando seus irmãos cristãos, poderiam ir para o Oriente, onde os cristãos encontravam-se ameaçados pelos muçulmanos, e empregar suas energias contra os infiéis. Assim, com o recurso deste expediente destinado a exportar a violência, foi assentada a primeira pedra no edifício das futuras Cruzadas. LE GOFF, Jacques; SCHIMITT, Jean-Claude. Dicionário temático do Ocidente Medieval. De acordo com o texto, é correto afirmar que as Cruzadas a) foram expedições de caráter essencialmente religioso, conclamando os europeus para um acordo de paz com os infiéis no Oriente Médio. b) tiveram nas ações militares contra os infiéis no Oriente sua característica mais marcante, como maneira de solucionar problemas sociais vividos na Europa. c) tiveram a característica de exportar para a América a ideia fixa de converter os indígenas em seguidores fiéis do cristianismo. d) analisaram sistematicamente as civilizações do Oriente, com o intuito de preservar sua cultura após a luta contra os infiéis. e) mesclaram princípios religiosos e militares, buscando, por meio da conversão dos infiéis no Oriente, aumentar seguidores do Cristianismo, então ameaçado pela Reforma Religiosa. 2. (UFF-RJ) O mundo moderno está associado, na sua origem, à cultura renascentista. Invenções e descobertas só puderam ser realizadas porque os intelectuais renascentistas reuniram tradições clássicas ocidentais e orientais, a fim de dar novo sentido à ideia de HOMEM e NATUREZA. Assinale a afirmativa que pode ser corretamente associada ao Renascimento. a) O livro da natureza foi escrito em caracteres matemáticos. (Galileu) b) O homem é imagem e semelhança de Deus. (Jean Bodin) c) O mundo é perfeito porque é uma obra divina e, assim, só pode ser esférico. (Marsílio Ficino) d) A perspectiva é o fundamento da relação entre espaço humano e natureza divina. (Alberti) e) A proporção é a qualidade matemática inadequada à representação do mundo natural. (Leonardo da Vinci) 3. (UFU-MG) Na Alemanha do século XVI, teve início, em meio a uma série de transformações econômicas, políticas, sociais e culturais que assinalaram o período de transição entre a sociedade feudal e a moderna, a Reforma Religiosa. Dentre as principais causas da Reforma Religiosa, NÃO é possível assinalar: a) A elaboração de um conjunto de preceitos com os pontos fundamentais da doutrina católica, destinado a garantir a unidade da fé católica e a disciplina eclesiástica. b) A crise interna à Igreja, que era caracterizada pelo comportamento imoral de parte do clero em algumas práticas, como a simonia (venda de objetos sagrados) e a venda de indulgências. c) A ascensão da burguesia possuidora de uma nova mentalidade vinculada à ideia de lucro e que encontrava obstáculo na defesa do preço justo e na condenação da usura pela Igreja Católica. d) O surgimento de um sentimento nacionalista a partir do fortalecimento das monarquias nacionais, que definiam as fronteiras e centralizavam o poder nas mãos do rei. 4. (UPM-SP) Desde cedo, aprendemos, em casa ou na escola, que o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral, em abril de Esse fato constitui um dos episódios da expansão marítima portuguesa, iniciada em princípios do século XV. Para entendê-la, devemos começar pelas transformações ocorridas na Europa Ocidental, a partir de uma data situada em torno de FAUSTO, Boris. História do Brasil. Entre as transformações citadas no texto, e que se encontram entre as causas da expansão marítima europeia no século XV, podemos, corretamente, citar a) o conflito religioso resultante da Reforma na Europa, o que fez com que missionários luteranos desembarcassem na América Ibérica, convertendo milhares de nativos à fé protestante, em detrimento do Catolicismo. b) o estudo das atividades marítimas e técnicas de navegação desenvolvidas na Espanha medieval, principalmente em relação à exploração do litoral africano, o que fez deste país o pioneiro na navegação do Oceano Atlântico no século XV. c) a precoce centralização do poder na Inglaterra garantida pela união da monarquia plantageneta com a rica burguesia comercial, possibilitando, aos ingleses, investimentos na compra de navios portugueses entre os séculos XIII e XV. d) a permanência do espírito cruzadista na Península Ibérica, o que fez com que Portugal e Espanha estivessem empenhados na luta contra os infiéis no Oriente Médio, atrasando em dois séculos (XIV-XVI) a Expansão Marítima Ibérica. e) a contradição entre o crescimento populacional nesse período e a baixa produção feudal, gerando a necessidade de se procurar novas áreas geográficas para exploração europeia, aumentando, assim, a quantidade de recursos materiais e alimentícios na Europa. Resposta: E 5. (PUC-SP) Ao embarcar em um navio rumo ao Novo Mundo, famílias portuguesas, aventureiros de todas espécie, nobres, religiosos, degredados, prostitutas e marinheiros deixavam para trás tudo o que se poderia relacionar com dignidade. Não havia a bordo privacidade nem garantia de integridade física doenças, estupros, fome e sede eram riscos inerentes à viagem, sem contar o perigo de acidentes. RAMOS, Fábio Pestana. Os apuros dos navegantes. História viva, n. 68, jun p. 60.

2 Sudeste 2 / 9 O texto menciona aspectos curiosos e importantes da conquista europeia da América. Sobre as viagens mencionadas no texto, podemos afirmar que a) as pessoas que aceitavam embarcar nos navios que partiam em direção ao Novo Mundo eram predominantemente miseráveis, o que explica a pobreza da população nas colônias. b) escravos eram arregimentados na África para trabalhar nos navios que cruzavam os oceanos e para manter, dessa forma, um mínimo de organização e ordem a bordo. c) as navegações ultramarinas, apesar de todos os inventos técnicos e da racionalidade que impulsionaram, tinham caráter aventuresco e comportavam inúmeros riscos. d) nobres e pobres misturavam-se nos navios, sem que houvesse qualquer distinção social, o que explica a democracia racial e social implantada nas terras conquistadas. e) as mulheres da nobreza que atravessavam o Atlântico conheciam os perigos da viagem e, por isso, levavam armas para que pudessem se defender de ataques a bordo. 6. (Ufop-MG) Sobre o papel das Câmaras Municipais, no Brasil Colonial, não podemos afirmar: a) Eram responsáveis pela administração pública e pelo exercício da justiça nas vilas e cidades. b) Eram compostas pelos chamados homens bons que constituíam a sociedade colonial. c) Exerciam controle sobre o comércio de abastecimento dos aglomerados urbanos. d) Foram responsáveis pelo processo de centralização política que ocorreu na colônia. 7. (UFMG-MG) Considerando-se as reduções, ou missões, jesuítico-guaranis fundadas no início do século XVII, na América do Sul, é INCORRETO afirmar que a) entraram em conflito com os encomenderos da América Espanhola e com os bandeirantes, que penetravam na região com o objetivo de aprisionar e escravizar os indígenas. b) resistiram às pressões das Coroas Espanhola e Portuguesa e continuaram a existir até o fim do período colonial, tendo sido destruídas por ocasião dos movimentos de independência. c) se estabeleceram na região platina, em áreas fronteiriças dos Impérios Espanhol e Português, que correspondem, atualmente, a territórios do Paraguai, do nordeste da Argentina e do sul do Brasil. d) tinham por objetivo a cristianização dos índios guaranis, que foram concentrados em comunidades aldeãs, administradas pelos jesuítas, sob rígida organização e disciplina de trabalho. 8. (UFU-MG) Leia atentamente o texto abaixo sobre os exploradores espanhóis. Nas Ilhas e na faixa continental, que começa a ser explorada a partir de 1498, as iniciativas mais desordenadas são comuns. Não se encontra, evidentemente, naquelas terras virgens de europeus, nem esquadrinhamento eclesiástico, nem organização senhorial, nem costumes ancestrais, ou seja, nenhum ponto de referência, nenhuma estrutura à qual um cristão pudesse estar ligado. Multiplicando as situações-limite, essa mudança radical de ambiente precipita decisões, reações, escolhas, que mesclam inextricavelmente um passado que acaba de ser deixado para trás e o presente das Ilhas, o acúmulo de experiências anteriores e o imprevisível, material com o qual é feita a realidade das novas Índias. BERNAND, C.; GRUZINSKI, S. História do Novo Mundo: da descoberta à conquista. São Paulo: Edusp. Segundo a perspectiva do texto, é correto afirmar que: a) A mudança de ambiente possibilitou um abandono do passado arcaico e sem serventia em um mundo completamente diferente e virgem de europeus. b) Os espanhóis tinham a garantia do sucesso de seu empreendimento, uma vez que eram capacitados para lidar com as adversidades encontradas. c) O desinteresse da Coroa de Castela e a ausência de um projeto de exploração determinaram uma atuação desorganizada dos exploradores. d) A realidade das novas Índias obrigava os espanhóis a elaborarem novas estratégias de conduta a partir das experiências trazidas da península Ibérica. 9. (FGV-RJ) A respeito do mercantilismo é correto afirmar: a) Foi uma doutrina desenvolvida exclusivamente na Península Ibérica e sustentava que o desenvolvimento econômico era obtido graças ao comércio e à produção de gêneros agrícolas. b) Tratou-se de um conjunto de ideias sociais que confrontava os privilégios da nobreza e do clero em defesa dos interesses dos setores mercantis e manufatureiros. c) Tratou-se de um conjunto de práticas e ideias religiosas desenvolvido nas regiões europeias de penetração protestante e associada, sobretudo, ao calvinismo e ao luteranismo. d) Foi um conjunto de práticas e ideias econômicas que visava o enriquecimento dos Estados europeus por meio, principalmente, do metalismo, da exploração colonial, de práticas protecionistas e de uma balança comercial favorável. e) Foi uma doutrina econômica desenvolvida na Inglaterra e que defendia o livre comércio, o fim das barreiras alfandegárias, o desenvolvimento industrial e a abolição das relações escravistas de produção. 10. (PUC-RJ) Para o progresso do armamento marítimo e da navegação, que sob a boa providência e proteção divina interessam tanto à prosperidade, à segurança e ao poderio deste reino [...], nenhuma mercadoria será importada ou exportada dos países, ilhas, plantações ou territórios pertencentes à Sua Majestade, ou em possessão de Sua Majestade, na Ásia, América e África, noutros navios senão nos que [...] pertencem a súditos ingleses [...] e que são comandados por um capitão inglês e tripulados por uma equipagem com três quartos de ingleses [...], nenhum estrangeiro [...] poderá exercer o ofício de mercador ou corretor num dos lugares supracitados, sob pena de confisco de todos os seus bens e mercadorias [...]. Segundo Ato de Navegação de 1660, apud DEVON, Pierre. O mercantilismo. São Paulo: Perspectiva, p Por meio do Ato de Navegação de 1660, o governo inglês: a) estabelecia que todas as mercadorias comercializadas por qualquer país europeu fossem transportadas por navios ingleses.

3 Sudeste 3 / 9 b) monopolizava seu próprio comércio e impulsionava a indústria naval inglesa, aumentando ainda mais a presença da Inglaterra nos mares do mundo. c) enfrentava a poderosa França retirando-lhe a posição privilegiada de intermediária comercial em nível mundial. d) desenvolvia a sua marinha, incentivava a indústria, expandia o Império, abrindo novos mercados internacionais ao seu excedente agrícola. e) protegia os produtos ingleses, matérias-primas e manufaturados, que deveriam ter sua saída dificultada, de modo a gerar acúmulo de metais preciosos no Reino inglês. 11. (Ufop-MG) Entre 1750 e 1777, o governo de Portugal e seus domínios foram conduzidos por Sebastião José de Carvalho e Melo, Conde de Oeiras e depois Marquês de Pombal. Assinale, dentre as alternativas abaixo, a que indica corretamente o principal conjunto de medidas implementadas por Pombal, relativas à administração, à política e à economia do Brasil. a) Transferência da Família Real Portuguesa para a cidade do Rio de Janeiro, abertura dos portos às nações amigas e abolição do tráfico de escravos. b) Extinção do sistema de capitanias hereditárias, transferência da sede do governo geral para o Rio de Janeiro e expulsão dos Jesuítas. c) Expulsão dos holandeses da região de Pernambuco, desamortização dos bens dos Jesuítas e abertura dos portos para a Inglaterra. d) Divisão do território colonial em capitanias hereditárias, estabelecimento da capital do Vice-Reino do Brasil em Salvador e proibição da escravidão indígena. 12. (UFU-MG) Há uma interpretação consolidada na historiografia brasileira acerca do processo de colonização, que atribui o atraso brasileiro ao fato de este país ter sido uma colônia de exploração, em comparação aos Estados Unidos da América, que teriam sido uma colônia de povoamento. Mary Anne Junqueira afirma, sobre a caracterização do Brasil como colônia de exploração, que este conceito se encontra incorporado/introjetado pelas sociedades que passaram pelos processos de domínio e ainda têm na Europa ou nos Estados Unidos a sua referência do que é ser moderno. ABREU, M. et al. Cultura política e leituras do passado: historiografia e ensino de história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, p A partir da perspectiva do texto acima, é correto afirmar que: a) Devido ao fato de terem sido colonizados por anglo-saxões e não terem utilizado a mão de obra escrava, os Estados Unidos obtiveram em seu processo histórico de colonização um resultado melhor que o Brasil. b) Devido ao fato de ter sido o último país do mundo a abolir a escravidão, o Brasil não conseguiu se desenvolver do mesmo modo que os Estados Unidos, que aboliram a escravidão anteriormente. c) A Europa e os Estados Unidos exploraram e continuam a explorar economicamente o Brasil e, por isso, torna-se difícil sair da condição de país subdesenvolvido. d) A divisão entre colônia de exploração e colônia de povoamento reforça a aceitação do atraso econômico brasileiro em relação aos Estados Unidos e restringe sua explicação ao período colonial. 13. (FGV-SP) A Constituição dos Estados Unidos da América, de 1787, é considerada a primeira experiência significativa de Estado federal. Isso se deve a) ao princípio constitucional baseado na pluralidade de centros de poder soberanos e coordenados. b) ao princípio constitucional caracterizado pela inexistência de leis gerais válidas para toda a nação. c) ao princípio constitucional baseado na absoluta submissão das unidades federativas ao governo central. d) ao princípio constitucional de garantia dos direitos individuais do cidadão e das minorias sociais. e) ao princípio constitucional baseado no corporativismo e na negação do direito de rebelião e insubordinação política. 14. (Ufop-MG) Em 25 de março de 1824, o príncipe Dom Pedro promulgou a Constituição que vigorou, com algumas modificações, até o final do Império. As características impositivas e centralizadoras da nova Carta provocaram reações de liberais, radicais e republicanos em várias partes do território brasileiro, recém-emancipado. Dentre as principais manifestações coletivas de insatisfação contra o governo de D. Pedro I, pode-se destacar: a) a Revolta da Chibata. b) a Revolução Farroupilha. c) a Confederação do Equador. d) a Revolta dos Malês 15. (PUC-SP) A independência se fez em nome dos ideais liberais, justificando os interesses dos setores dominantes criollos que mantiveram a direção política do processo na América Espanhola. Caíam os monopólios reais, abriam-se as linhas de comércio, a economia devia se reger sem a intervenção da antiga metrópole. PRADO, Maria Lígia. A formação das nações latino-americanas. São Paulo: Atual, p. 16. O texto menciona os resultados mais notáveis dos processos de independência política na América Hispânica. Sobre eles, é possível dizer que, no pós-independência, a) o predomínio das elites urbanas ligadas ao comércio restringiu a expansão da agricultura, provocando declínio rápido da produção rural. b) a falta de regimes fortes nos novos Estados facilitou, sobretudo na América do Sul, a penetração imediata de capital norte-americano. c) o fim do trabalho escravo e a abolição de quaisquer tributos sobre comunidades indígenas provocaram queda abrupta na extração de minérios. d) a hegemonia política e econômica das elites comerciais e agrárias sobre os novos Estados impediu a realização de transformações sociais profundas. e) o interesse inglês na abertura dos mercados hispano- -americanos gerou rápida unificação política e implantação do regime monárquico. 16. (UFMG-MG) O ano de 1848 ficou célebre em razão da onda de revoluções que varreu, então, a Europa evento denominado Primavera dos Povos. O objetivo maior dos revolucionários de toda parte era alcançar a liberdade e combater a opressão; em algumas regiões, porém, as palavras

4 Sudeste 4 / 9 de ordem reivindicavam, também, o fim do jugo estrangeiro, ou seja, demandavam autonomia para as nações. Considerando-se os eventos ocorridos em 1848 e suas consequências, é CORRETO afirmar que, a) na Alemanha, se instalou, com sucesso, uma República parlamentar, que aboliu as instituições imperiais e consolidou a unidade do país. b) na França, se proclamou, outra vez, a República, mas Luís Napoleão Bonaparte, o presidente eleito, instituiu, por meio de um golpe, o II Império. c) na Inglaterra, uma série de greves gerais colocou em xeque a Monarquia, que precisou recorrer à Lei Marcial para recobrar a ordem. d) na Rússia, os revolucionários ocuparam o poder durante alguns meses, o que provocou reação sangrenta e guerra civil. 17. (Uerj-RJ) Socialista surgiu como descrição filosófica em princípios do século XIX. Sua raiz linguística era o sentido desenvolvido de social. A distinção decisiva entre socialista e comunista, como em certo sentido esses termos são hoje comumente utilizados, veio com a mudança de nome, em 1918, do Partido Operário Social-Democrata Russo para Partido Comunista Panrusso. Dessa época em diante, uma distinção entre socialista e comunista tornou-se amplamente vigente. WILLIAMS, Raymond. Socialista. In: Palavras-chave: um vocabulário de cultura e sociedade. São Paulo: Boitempo, Na história europeia, durante o século XX, estabeleceu-se uma diferença entre socialismo e comunismo relacionada ao seguinte aspecto: a) crítica dos valores liberais. b) controle da indústria pelo Estado. c) defesa da ditadura do proletariado. d) importância do sentimento patriótico. 18. (UPM-SP) A partir de 1850, a tradicional dependência política e econômica do Brasil com relação à Inglaterra já não era total, o que levou Dom Pedro II a afirmar que é política consolidada do Brasil evitar aceitar estipulações de tratados com países estrangeiros mais fortes e que não sejam limítrofes. Na prática, a maior autonomia nacional perante o capital inglês possibilitou adotarmos uma certa autonomia perante o imperialismo inglês. Tal política consolidada foi resultado a) da ação de empresários nacionais como Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, que, quebrando a vocação agrária do nosso país, passou a investir no setor industrial e financeiro, contando com apoio irrestrito por parte do governo imperial. b) da adoção de políticas alfandegárias protecionistas, como a Tarifa Alves Branco, que perdurou até o final do Segundo Reinado, auxiliando no desenvolvimento das nossas indústrias e aumentando a oferta de manufaturados nacionais. c) dentre outros fatores, da superação da Inglaterra, nesse período, como principal importadora dos produtos brasileiros, pelos Estados Unidos. Tal fato permitiu que o Brasil adotasse uma política de maior independência com relação aos interesses ingleses. d) do aumento da exportação de café que, nessa fase, proporcionou um superávit na balança comercial brasileira, o que nos levou a lançar mão do recurso amplamente até então utilizado pelo nosso governo, de tomar empréstimos junto aos bancos ingleses. e) de acordos realizados entre os governos do Brasil e da Inglaterra para resolver as questões relativas ao fim do tráfico negreiro, que atenderam de comum acordo a ambas as partes não gerando qualquer tipo de desgaste político entre as nações amigas. 19. (UFU-MG) A Lei n.º 601, de 18 de setembro de 1850, ficou conhecida como a Lei de Terras no Brasil Imperial. Sobre as consequências desta lei para o Brasil, é correto afirmar que: a) Esta lei tornou possível a compra e a regulamentação de terras, inclusive por pequenos proprietários, alterando as formas de acesso à propriedade fundiária no país. b) A Lei de Terras deu aos grandes proprietários a possibilidade de aumentar suas posses e de regularizá-las junto ao governo, mediante o pagamento de um imposto adicional. c) A Lei de Terras iniciou a reforma agrária no Brasil, possibilitando a divisão dos latifúndios improdutivos entre os sem-terra, o que inaugurou uma nova era de política agrária no país. d) Esta lei tornou possível a doação das terras devolutas a pequenos e a grandes proprietários, brasileiros e estrangeiros, para a formação de novas colônias agrícolas no país. 20. (UFMG-MG) O Reinado de D. Pedro II foi marcado por ações que demonstravam o interesse da Monarquia em estimular o crescimento intelectual da nação. Considerando-se essa informação e outros conhecimentos sobre o assunto, é CORRETO afirmar que, entre as principais ações nesse sentido, se destaca a) a criação de instituições de ensino como a Escola de Minas de Ouro Preto, que, embora voltada à formação das elites, cumpriu importante função na pesquisa e na prospecção de minerais. b) a fundação do Museu da Inconfidência um museu-escola, que representou um ato de reparação aos mineiros pela perda, no processo de devassa da Inconfidência Mineira, de seus ilustres intelectuais. c) o financiamento da vinda da Missão Artística Francesa, que se propôs estimular e ensinar as mais diversas formas de expressão artística a artistas brasileiros. d) o resgate e proteção do Barroco Mineiro e, consequentemente, de Aleijadinho, seu principal representante como forma de valorização da produção cultural brasileira. 21. (FGV-SP) A Lei Áurea, de 13 de maio de 1888, marca o fim da escravidão no Império brasileiro. A lei assinada pela princesa Isabel foi precedida por diversos movimentos e resistências de escravos em diversas partes do Brasil. Com base nessa temática, considere as seguintes afirmações: I. Líderes negros, como o advogado Luís da Gama e o jornalista José do Patrocínio, tiveram atuação destacada na defesa do fim da escravidão no Brasil. II. Fugas em massa foram estimuladas pelos Caifazes, que encaminhavam ex-escravos para o quilombo do Jabaquara, em São Paulo, e até para o Ceará, onde a escravidão já havia sido abolida. III. A abolição implementada pela monarquia não previa medidas que preparassem os ex-escravos para o pleno exer cício da cidadania, o que só viria a ser realizado pelos governos republicanos a partir de 1889.

5 Sudeste 5 / 9 Está correto somente o que se afirma em a) I. c) III. e) I, II e III. b) II. d) I e II. 22. (PUC-RJ) Sobre a vinda de imigrantes ao Brasil, ocorrida durante a segunda metade do século XIX, estão corretas as afirmações abaixo, À EXCEÇÃO DE: a) No Brasil, com a expansão da economia cafeeira, grande parte dos fazendeiros da região do Oeste Paulista optou em empregar imigrantes europeus como trabalhadores assalariados. b) Quando chegavam ao Brasil, os imigrantes europeus encontravam boas condições de trabalho, tanto nas fazendas de café como nas fábricas em expansão, recebendo tratamento diferenciado daquele dispensado aos escravos. c) A vinda de imigrantes para o Brasil relacionou-se com o processo de mudanças ocorrido na produção agrícola europeia, que deixou pequenos proprietários sem terras e camponeses sem trabalho. d) Foi na década de 1870, sobretudo após a aprovação da Lei do Ventre Livre, que o governo imperial passou a subvencionar a vinda de imigrantes ao Brasil, pagando viagem, hospedagem e o deslocamento até as fazendas. e) Entre os elaboradores das políticas imigrantistas no período imperial predominou a preferência pela vinda do branco europeu, considerado como elemento capaz de civilizar a nação brasileira em construção. 23. (UFF-RJ) Um lugar comum, o eufemismo e a favela Uma valorização do eufemismo parece importante na dinâmica das relações sociais. Seu emprego permitiria, em parte, contornar o valor negativo que certas expressões espelham. O eufemismo, no entanto, não afronta o estigma. Seu uso indica uma relação de cortesia, necessária, no curso das trocas sociais que se passam com aqueles que não podem se desfazer de suas marcas. Observamos que este uso é generalizado entre diferentes grupos sociais a mesma preocupação pode levar a substituir o termo comunidade por outro equivalente, como morro ou bairro. Sabemos todos que nas trocas sociais o mais importante é o sentido que se elabora no interior das suas dinâmicas. O esforço continuado para não ferir as pessoas que acompanham as trocas sociais correntes motiva o uso do termo comunidade em muitos momentos, inclusive por aqueles diretamente concernidos as pessoas que moram em favelas, quando se referem a seus locais de moradia. Empregado pela mídia, pelo governo, pelas associações locais, pelas ONGs, o termo comunidade muitas vezes explicita a dificuldade dessa operação de levar em conta o que pensam os que se veem nomeados de uma forma negativa. Se este uso eufemístico é recorrente, vale observar que, em muitas circunstâncias, do ponto de vista dos moradores, o que é mais reivindicado é a não identificação, ou seja, preferencialmente, a anulação de qualquer referência à identidade territorial em trocas sociais diversas. O termo comunidade em seus usos eufemísticos não é capaz de impedir a associação da pessoa com os traços negativos provenientes dessa identificação; somente indica a suspensão destes pelo uso momentâneo de aspas que podem ser retiradas quando for preciso. BIRMAN, Patrícia. Favela é comunidade? In: SILVA, L. A. (Org.). Vida sob cerco. Violência e rotina nas favelas do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, p Texto adaptado. Falar de favela é falar da História do Brasil desde a virada do século passado [século XIX]. É falar particularmente da cidade do Rio de Janeiro na República, entrecortada por interesses e conflitos regionais profundos. Pode-se dizer que as favelas tornaram-se uma marca da capital federal, em decorrência (não intencional) das tentativas dos republicanos radicais e dos teóricos do embranquecimento [...] para torná-la uma cidade europeia. ZALUAR, Alba; ALVITO, Marcos (Orgs.). Um século de favela. Rio de Janeiro: Ed. da FGV, p. 7. Tomando-se o texto de L. A. Silva e o de Alba Zaluar e Marcos Alvito como ponto de partida, é possível afirmar que as favelas, na História do Brasil, em geral, e do Rio de Janeiro, em particular, podem ser percebidas como: a) espaços a serem apartados do restante da cidade, a partir da construção de muros e cercas, em 1950 e na atualidade. b) espaços sociais cujas representações a seu respeito naturalizam uma visão dualista do espaço urbano, tanto em 1950 como hoje em dia. c) redutos exclusivos de nordestinos migrados do campo, na década de 1960 e na atualidade, apenas como espaços do crime e das quadrilhas. d) espaços exclusivos de afirmação da verdadeira cultura popular brasileira, nos inícios do século XX e na atualidade. e) fantasmas da escravidão, cujos descendentes forneceram a totalidade de seus habitantes, ontem e hoje. 24. (Ufop-MG) Das duas últimas décadas do século XIX até os anos que antecederam à Primeira Guerra Mundial, ocorreu a expansão das economias capitalistas. A respeito das consequências do Imperialismo nos continentes asiático e africano, no período indicado, assinale a afirmativa incorreta. a) Os povos asiáticos e africanos aceitaram pacificamente as políticas implementadas pelas potências europeias em seus países. b) Ocorreu a desorganização das atividades econômicas tradicionais, como a agricultura de subsistência, o artesanato coletivista e a pecuária itinerante. c) Na Índia, houve a decadência da indústria têxtil artesanal, pois essa foi obrigada a comprar produtos industrializados da Inglaterra. d) Ocorreu a divisão territorial da China em várias zonas de influência europeia e norte-americana. 25. (UFF-RJ) Segundo o cientista social Celso Uemori, A noção de luta pela existência de Charles Darwin foi apropriada por diversas tendências intelectuais e serviu a vários propósitos políticos. Ela deu suporte para aqueles que queriam legitimar o capitalismo e fazer apologia do indivi dualismo, do mercado, do fim dos monopólios e da competição. Ensejou concepções conservadoras como a prática da eugenia, a justificação do elitismo, da conquista e da colonização dos europeus sobre as populações asiáticas e africanas e o racismo. UEMORI, Celso. Darwin por Manoel Bomfim. In: Revista Brasileira de História, v. 28, n. 56. São Paulo, 2008.

6 Sudeste 6 / 9 Assinale a opção que melhor sintetiza a proposta de Charles Darwin. a) Coletivismo e o fim da propriedade privada são expressões legítimas da seleção natural das espécies e demonstram a validade da teoria hereditária das raças humanas. b) Cada espécie tem uma trajetória de evolução, independente das condições da natureza, porque a ação determinante sobre o desenvolvimento é cultural. c) A seleção natural é uma derivação complexa do criacionismo que combina ambiente, sociedade e relações sociais, admitindo que há dois caminhos para a evolução. d) A inteligência é sempre hereditária, independente das condições socioeconômicas dos indivíduos e vincula-se aos arquétipos e ao ambiente cultural. e) A cada geração, a seleção natural da espécie favorece a permanência de características adaptadas e constantemente aprimoradas em relação ao ambiente. Resposta: E 26. (UFMG-MG) Considerando-se a crise econômica mundial iniciada, em 1929, com a quebra da Bolsa de Nova Iorque, é CORRETO afirmar que a) a Alemanha sofreu impacto imediato e violento desse evento, em razão dos laços econômicos estreitos que vinha mantendo com os Estados Unidos. b) a escassez de matérias-primas e de crédito, entre outras causas do crash norte-americano, muito contribuiu, na época, para alimentar a espiral inflacionária. c) a URSS foi um dos países atingidos por esse evento, pois a recessão no mundo capitalista prejudicou as exportações de petróleo do país. d) os países da América do Sul sentiram os efeitos desse evento, devido à repatriação do capital estrangeiro anteriormente investido nessa região. 27. (Ufop-MG) Em 30 de março de 1935, veio a público o manifesto do movimento social e político conhecido como ANL (Aliança Nacional Libertadora), organizado por comunistas e tenentes de esquerda, tendo aclamado Luís Carlos Prestes como presidente de honra. Assinale, dentre as alternativas abaixo, o item que não pertence ao programa básico da ANL. a) Suspensão do pagamento da dívida externa. b) Nacionalização das empresas estrangeiras. c) Garantia das liberdades dos setores populares. d) Estabelecimento de um governo marxista-socialista. 28. (PUC-SP) Com a criação dos Sindicatos Profissionais moldados em regras uniformes e precisas, dá-se às aspirações dos trabalhadores e às necessidades dos patrões expressão legal normal e autorizada. O arbítrio, tanto de uns como de outros, gera a desconfiança, é causa de descontentamento, produz atritos que estalam em greves [...]. Os sindicatos ou associações de classe serão os para-choques dessas tendências antagônicas. COLLOR, Lindolfo, Ministro do Trabalho, 19 mar. 1931, citado por Kazumi Munakata. São Paulo: Brasiliense, p. 84. A legislação trabalhista no Brasil. A declaração acima, de Lindolfo Collor, Ministro do Trabalho em 1931, é exemplar da relação entre Estado e trabalhadores durante o período Vargas, caracterizada pela a) disposição governamental de atuar como árbitro dos conflitos sociais e de controlar as organizações de trabalhadores. b) liberdade de reunião, ação e funcionamento das associações de operários, independentemente de sua posição ideológica. c) aceitação das reivindicações trabalhistas e pela implantação de legislação trabalhista francamente prejudicial aos interesses do patronato. d) proibição da unicidade sindical, o que provocou o surgimento de muitos sindicatos por categoria e a divisão na luta dos trabalhadores. e) repressão a toda mobilização operária e pela perseguição às lideranças trabalhistas de direita e de esquerda. 29. (FGV-SP) Em 1936, a Espanha viu-se envolvida em uma sangrenta guerra civil que se estendeu até 1939 e causou cerca de um milhão de mortos. A respeito desse conflito, é correto afirmar: a) Foi provocado por uma revolução popular que proclamou a república, estabeleceu um regime socialista em fevereiro de 1936 e contou com o apoio de tropas do exército soviético. b) Foi provocado pela reação de setores conservadores e antirrepublicanos à vitória da Frente Popular nas eleições de fevereiro de 1936 e contou com o apoio de forças militares nazifascistas. c) Foi provocado pelo movimento separatista da Catalunha, que se recusou a integrar a República espanhola a partir de 1936 e contou com a intervenção militar de tropas francesas. d) Foi provocado por setores antimonarquistas derrotados nas eleições de fevereiro de 1936 e que desejavam proclamar uma república na Espanha, e contou com o apoio de brigadas de voluntários vindos de diversos países. e) Foi provocado pela reação de monarquistas, militares, fascistas e setores da Igreja católica contra a instauração da república na Espanha, em 1931, e contou com o apoio de tropas militares da Inglaterra. 30. (PUC-RJ) A Segunda Guerra Mundial foi um acontecimento que envolveu, de forma diferenciada, vários países. Sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial é CORRETO afirmar que: a) O governo brasileiro, em harmonia com a posição dos países sul-americanos, rompeu relações diplomáticas com os países do Eixo, mas não se envolveu diretamente no conflito. b) Interessado em uma maior aproximação com os Estados Unidos, o governo brasileiro declarou guerra aos países do Eixo e enviou tropas para lutar no cenário de guerra europeu. c) Liderados pelos Estados Unidos, o Brasil e todos os países americanos romperam relações diplomáticas e declararam guerra aos países do Eixo, no início da conflagração mundial, em d) Apesar de o Brasil ter recebido apoio técnico e financeiro alemão para a construção de uma usina siderúrgica, os militares brasileiros optaram por lutar junto aos países Aliados. e) A maior identificação política com o regime nazista alemão levou o governo brasileiro a prorrogar até quase o final da guerra, em 1944, a declaração de apoio aos países Aliados. Resposta: E

7 Sudeste 7 / (UFMG-MG) Os anos posteriores à Segunda Guerra Mundial foram tensos entre as grandes potências mundiais. Considerando-se a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e o Pacto de Varsóvia, criados nesse período, é CORRETO afirmar que a) a OTAN visava a apaziguar os conflitos relacionados à divisão da cidade de Berlim, bem como a proteger os países sob sua influência econômica das ameaças de invasão externa e de conflitos militares. b) ambos desenvolveram políticas que incentivaram a chamada corrida armamentista, que, durante o período da Guerra Fria, colocou o Planeta sob a ameaça de uma guerra nuclear. c) ambos foram estabelecidos, simultaneamente, para defender os interesses dos países que disputavam, após a Segunda Guerra, uma reordenação dos espaços europeu e americano. d) os países signatários do Pacto de Varsóvia se aliaram e, para defender seus interesses financeiros, formaram um bloco econômico, a fim de competir com a Alemanha, a Inglaterra e os Estados Unidos. 32. (UPM-SP) Durante o período de 1930 até 1960 uma grande parcela dos países latino-americanos, ao protestar contra as distorções do sistema oligárquico de poder, vivenciou a experiência política conhecida como populismo. A respeito dessa corrente política, é correto afirmar que a) os partidos populistas eram partidos de massa, apoiados em uma base popular formada pelas classes médias urbanas, pelo operariado e pelos trabalhadores do campo. b) as lideranças populistas utilizavam a demagogia para atrair o capital externo, por meio de comícios e de propaganda, mas sempre obedecendo às diretrizes do partido. c) foi um fenômeno urbano, característico da passagem da sociedade rural para a urbana e industrial, favorecendo a burguesia industrial de cada país. d) apresentavam um discurso extremamente nacionalista, opondo-se à exploração imperialista e ao sistema capitalista. e) o Estado passou a fazer concessões aos trabalhadores por meio de leis trabalhistas e, para obter seu apoio político, permitiu maior liberdade sindical. 33. (UPM-SP) Em 1949, Mao Tsé-tung liderou a Revolução que implantou o socialismo na China. Entre as medidas adotadas pelo governo socialista de Mao, destaca-se a) a aproximação, de imediato, com o mundo capitalista ocidental, como meio de contrapor o poder da URSS sobre o bloco socialista. b) a criação das comunas populares, com o intuito de mobilizar a população chinesa para aumentar a produção agrícola. c) a criação da Longa Marcha, ampla manifestação espontânea de trabalhadores das indústrias chinesas, entendida como uma manobra política para enaltecer a figura do líder da nação. d) o desenvolvimento da NEP (Nova Política Econômica), visando à implantação de medidas capitalistas na China e, assim, recuperar a economia em crise. e) eleições democráticas para o Parlamento chinês, demonstrando a intenção do novo governo em dialogar abertamente com a oposição ao regime. 34. (FGV-RJ) Em 20 de julho de 1969, o mundo acompanhou maravilhado o desembarque dos astronautas da missão Apollo 11 em solo lunar. No dia seguinte, o jornal New York Times abordaria o evento de um ponto de vista exterior à humanidade, estampando poesia na primeira página: Homens andam na Lua. Algumas linhas abaixo, o jornal trazia a célebre frase pronunciada por Neil Armstrong ao pisar em solo lunar: Um pequeno passo para um homem, um gigantesco salto para a humanidade. Considerando o contexto mundial na década de 1960 e a chegada do homem à Lua, podemos considerar: I. A conquista da Lua e os consequentes avanços tecnológicos frutos dessa realização só podem ser compreendidos no contexto da Guerra Fria, período em que duas superpotências (EUA e URSS) lutavam pela hegemonia política e militar do mundo. II. Na verdade, a URSS não representou uma ameaça à hegemonia norte-americana durante a corrida espacial, uma vez que, nesse período, os soviéticos desenvolveram, em parceria com os EUA, as estações espaciais para pesquisa científica na órbita da Terra. III. Decididos a superar os soviéticos, os EUA criaram a NASA - Agência Espacial norte-americana e cumpriram o desafio proposto pelo então presidente John F. Kennedy, de levar um astronauta até a Lua e trazê-lo de volta, em segurança. IV. Com o fim da Guerra Fria, os EUA e a URSS perderam interesse pela corrida espacial e passaram a priorizar a luta contra o terrorismo, principalmente após a invasão do Iraque e do Afeganistão e os ataques terroristas de 11 de setembro de V. A corrida espacial teve início com o lançamento do Sputnik primeiro satélite artificial da Terra pela URSS, que, anos depois, mandou para o espaço o cosmonauta Yuri Gagárin, pioneiro das missões tripuladas. a) I e II estão corretas. b) II e IV estão corretas. c) II, III e V estão corretas. d) I, III e V estão corretas. e) Todas as afirmações estão corretas. 35. (UFU-MG) Em visita à Argélia no dia 03/12/2007, o presidente francês Nicolas Sarkozy proferiu em seu discurso: Venho à Argélia para edificar um futuro de solidariedade entre nossos povos. Falar de futuro não é ignorar o passado. Estou convencido de que para construir um futuro melhor devemos, ao contrário, olhar o passado de frente. [...] Sim, o sistema colonial foi profundamente injusto, contrário às três palavras fundadoras de nossa República: liberdade, igualdade, fraternidade [...]. Sim, os terríveis crimes cometidos ao longo da guerra de independência fizeram inumeráveis vítimas [...]. A primeira maneira de o fazer, é em princípio, encorajar nossas empresas a participar do esforço de modernização da Argélia e nela investir. Os contratos que assinaremos amanhã ultrapassam os 5 (cinco) milhões de euros. Trata-se, essencialmente, de equipamentos para a modernização da Argélia... Disponível em: Acesso em 12 abr Texto traduzido. Considere o texto acima e a situação da África pós-colonial e assinale a alternativa correta: a) A atual relação entre as nações africanas e europeias, após períodos de crimes e guerras, se dá, finalmente, em plenas condições de igualdade, estabelecendo o fim de um período histórico. b) Os acordos pós-coloniais revelam uma situação de dependência econômico-financeira que inviabiliza, aos paí-

8 Sudeste 8 / 9 ses africanos, a condição de recusar algumas propostas de cooperação. c) O passado colonial, ainda que reconhecidos os seus problemas, possibilitou o presente desenvolvimento dos povos africanos, o que não seria alcançado sem a atuação dos países europeus. d) O processo de colonização pode ser entendido como um aprendizado, uma possibilidade de construir solidariedades entre as nações através de investimentos econômicos. 36. (UFF-MG) Uma das características da economia brasileira posterior aos anos 1950 foi a consolidação da chamada sociedade de consumo, acompanhada pelo desenvolvimento da propaganda. Apesar de a crise econômica ter marcado o período , o aumento do consumo de eletrodomésticos nos domicílios de trabalhadores de baixa renda mostrou-se constante, até, pelo menos, a crise do milagre brasileiro, na década de Uma das explicações para esse aumento do consumo envolveu: a) o favorecimento, pelo então Ministro Roberto Campos, das empresas industriais estatais, que puderam baratear o custo dos bens de consumo duráveis que produziam. b) o aumento do salário real das classes trabalhadoras, beneficiadas pela nova política salarial do governo Castelo Branco, voltada para a desconcentração da renda no país. c) o fortalecimento das pequenas e médias empresas industriais nacionais, as maiores produtoras de bens de consumo duráveis, favorecidas pela criação do Imposto sobre a Produção Industrial, nos anos d) as facilidades do crédito ao consumidor concedidas, após 1964, de modo a preservar a rentabilidade das indústrias produtoras de bens de consumo duráveis, alvos da política econômica, então inaugurada. e) os constrangimentos tributários impostos pelo governo às multinacionais produtoras de bens de consumo duráveis, que perderam a concorrência para as estatais desse mesmo setor. 37. (UFF-MG) Em 1980, Clara Nunes gravou Brasil Mestiço. Um de seus maiores sucessos, Morena de Angola, é parte integrante desse disco. Morena de Angola Morena de Angola Que leva o chocalho Amarrado na canela. Será que ela mexe o chocalho Ou o chocalho é que mexe com ela? BUARQUE, Chico. Morena de Angola. Sobre a influência angolana na mestiçagem no Brasil, deve-se considerar: a) a presença angolana no Brasil é residual, sem impacto, e influenciou muito mais na área de ocupação espanhola do que na área de ocupação portuguesa nas Américas. b) a mestiçagem no Brasil sempre foi identificada como procedente, principalmente, de nossa herança asiática, com presença predominantemente angolana. c) a independência angolana estabeleceu o fim das relações com esse país, uma vez que o governo brasileiro apoiava a política colonial de Portugal. d) a região de Angola foi um importante reservatório de escravos para os colonizadores portugueses; parte significativa desses cativos foi enviada compulsoriamente ao Brasil. e) a mestiçagem constitui-se numa invenção, já que a ideia de raça tem sido reiteradamente criticada pelos biólogos e a influência angolana foi residual. 38. (Uerj-RJ) Juscelino Kubitschek e Emílio G. Médici são duas figuras representativas das décadas de 1950 e Essas duas décadas correspondem, respectivamente, aos seguintes contextos políticos no Brasil: a) estatismo e liberalismo. b) privatismo e populismo. c) agrarismo e caudilhismo. d) desenvolvimentismo e autoritarismo. 39. (Uerj-RJ) No Brasil, o ano de 1968 foi marcado pelos crescentes choques entre as tentativas de maior participação política e o endurecimento do governo militar. Essa polarização pode ser constatada nos seguintes eventos ocorridos naquele ano: a) passeata dos cem mil decretação do AI-5. b) reforma universitária instauração do SNI. c) invasão do prédio da UNE surgimento da ARENA e do PMDB. d) fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro fechamento do Congresso Nacional. 40. (UFMG-MG) Considerando-se os fatores que contribuíram para a longevidade do regime militar no Brasil, é COR- RETO afirmar que foi de grande relevância a) a combinação entre a ordem constitucional, amparada pela Constituição de 1967, e a arbitrariedade, expressa em sucessivos Atos Institucionais. b) a manutenção de um sistema político representativo, com eleições indiretas em todos os níveis, exceto para a Presidência da República. c) o desenvolvimento econômico-social do País, acompanhado de um constante crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). d) o rodízio de lideranças políticas entre as Forças Armadas, por meio de eleições indiretas no âmbito do Comando Supremo da Revolução. 41. (PUC-SP) No início de 2009, um jornal paulistano provocou polêmica ao sugerir que o regime militar brasileiro ( ) fora uma ditabranda, ou seja, uma ditadura leve ou atenuada, se comparada aos governos militares de outros países latino-americanos. Sobre o militarismo na América Latina desse período, podemos afirmar que os a) militares brasileiros mantiveram o controle do Estado nacional desde a proclamação da República enquanto nos países hispano-americanos sempre prevaleceram regimes democráticos. b) documentos comprovam que governos militares do chamado Cone Sul colaboraram entre si na perseguição a adversários políticos e no controle rigoroso das fronteiras.

9 Sudeste 9 / 9 c) governos militares no Brasil e no Uruguai respeitaram os direitos humanos, mas os da Argentina e do Chile desencadearam intensa repressão política contra seus opositores. d) países latino-americanos, sem exceção, conheceram intervenções militares, embora nem todos tenham conseguido controlar o Estado e o aparato policial. e) Estados Unidos patrocinaram todos os golpes militares na América Latina com a finalidade expressa de aumentar sua hegemonia comercial e estratégica no continente. 42. (FGV-SP) Em 15 de janeiro de 1985, Tancredo Neves e José Sarney foram eleitos, respectivamente, presidente e vice-presidente pelo Colégio Eleitoral. A respeito do funcionamento das eleições indiretas no Brasil, no tempo da ditadura militar, é correto afirmar: a) As eleições diretas para presidente foram mantidas entre 1964 e 1982 e o Colégio Eleitoral instituído em 1983, diante do avanço das forças oposicionistas. b) Entre 1964 e 1973, os presidentes da república foram eleitos pelos governadores estaduais, prefeitos das capitais e pelos comandantes das Forças Armadas. c) Senadores, deputados federais e deputados escolhidos nas Assembleias Legislativas Estaduais tinham direito a voto no Colégio Eleitoral de d) Até 1985, os cinco candidatos mais votados nas Assembleias Legislativas Estaduais eram submetidos à escolha dos integrantes do Colégio Eleitoral. e) As duas chapas mais votadas pelos deputados federais e senadores eram submetidas ao Colégio Eleitoral composto pelos comandantes das Forças Armadas.

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