ANAIS A VELOCIDADE EVOLUTIVA E A CRIAÇÃO DE VALOR NO SISTEMA FINANCEIRO

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1 A VELOCIDADE EVOLUTIVA E A CRIAÇÃO DE VALOR NO SISTEMA FINANCEIRO LUIS CARLOS PADRÃO ( ) EAESP-FGV LUIZ CARLOS DI SERIO ( ) EAESP-FGV RESUMO: Este estudo visa analisar a criação de valor por um bureau de crédito por intermédio da análise da evolução do setor financeiro. A metodologia empregada foi a de estudo de caso da Serasa e foram utilizados dados secundários sobre o setor financeiro, por exemplo, dados da Federação Brasileira de Bancos. Como resultados do estudo têm-se a identificação de evidências empíricas sobre a velocidade evolutiva do setor financeiro e o seu processo de comoditização e descomoditização, a elaboração da hipótese da importância da regulamentação na transformação do setor e a identificação de recursos estratégicos da Serasa. PALAVRAS-CHAVE: Velocidade evolutiva, microcrédito, RBV, bureau 1/15

2 1. INTRODUÇÃO Tem-se verificado uma evolução rápida nos mercados, no lançamento de novos produtos, na criação ou destruição de negócios. Este tema tem sido discutido na academia que procura compreender as condições favoráveis para o aparecimento de novos negócios e as condições favoráveis à criação de vantagens competitivas par a firma. Este trabalho tem o objetivo de realizar uma análise exploratória do setor de crédito brasileiro com o intuito de obter uma evidência empírica brasileira do conceito de velocidade evolutiva e criação de valor ao longo da cadeia de suprimentos. Nesta análise será explorado o conceito da velocidade evolutiva e da hélice dupla de Fine (1999) e a abordagem de Christensen (2003) sobre o processo de comoditização / diferenciação. Além disso, serão levantadas hipóteses sobre as vantagens competitivas da Serasa de acordo com a teoria da visão baseada em recursos (RBV). O artigo está estruturado em três partes. A primeira é uma breve apresentação dos conceitos teóricos. A segunda contém a análise do setor financeiro brasileiro, a descrição do papel do bureau de crédito e as hipóteses sobre as vantagens competitivas da Serasa. A terceira são as conclusões. 2. REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Competitividade Enquanto as teorias ligadas às análises de mercado e as forças competitivas descritas por Porter (1980) argumentam que o caminho para lucros acima da média provém da exploração de mercados imperfeitos, a visão baseada em recursos (RBV) argumenta que isso não necessariamente é verdadeiro. Se as firmas têm que pagar um alto preço para ter acesso às imperfeições de mercado, esse preço pode zerar as possibilidades de lucros extraordinários futuros. Assim, lucros acima da média podem ser obtidos através da sorte ou da exploração da algum recurso exclusivo e que possibilite uma vantagem competitiva, de acordo com Barney (1986). É fato que por um lado, o grande pilar da estratégia foi embasado na Teoria do Posicionamento, e neste contexto Porter (1980) contribuiu de forma significativa. Desenvolvendo o modelo das 5 forças, Porter (1980) argumentou que era necessário identificar um ambiente propício para o estabelecimento de um negócio e posteriormente desenvolver os recursos necessários para sua sustentabilidade. Entretanto, tal direcionamento não responde a questões cruciais como, por que certas empresas dentro de um determinado setor, possuem performance superior? Por conta das limitações da Teoria do Posicionamento em responder tal questão, surge no final dos anos 80, a RBV (Resource-Based View). Barney (1986) argumenta que firmas podem obter vantagens excepcionais por conta dos recursos que possui. Tais recursos, para conduzir a firma a uma performance superior, devem ser valiosos, raros, difícil de imitar e difícil de serem 2/15

3 substituídos. Peteraf (1983) excede esta abordagem, complementando com outros quesitos como os limites ex post e ex ante da competição. É fato que ambas abordagens são relevantes e contribuem para formulação da estratégia. Porém, segundo Peteraf (1993), a RBV vem demonstrando que apesar de aparente abstração inicial, possui maior fluidez para explicar de forma mais prolongada, porque determinadas empresas possuem lucratividade sustentável e acima da média sem estar diretamente ligada às condições da indústria. 2.2 A velocidade evolutiva e o conceito de hélice dupla Se por um lado, a questão crucial que têm acompanhado acadêmicos e profissionais é compreender o que conduz uma empresa a obter vantagem competitiva sustentável, por outro lado, é também importante entender como a dinâmica do setor propicia oportunidades e ameaças para a criação de valor e de vantagem competitivas sustentáveis. Segundo Fine (1999) cada setor produtivo possui seu próprio ciclo evolutivo de vida medido pela velocidade que introduz novos produtos, processos e estruturas organizacionais. O ponto crítico dessa abordagem é o questionamento do conceito da vantagem competitiva sustentável. Sob este aspecto, quanto mais rápida a velocidade evolutiva de um setor, mais temporária é sua vantagem competitiva. Neste contexto, o modelo da hélice dupla, leva em conta, de forma cíclica, as mudanças em cadeias de fornecimento, onde os setores são integrados verticalmente e desintegrados horizontalmente. Os fatores que exercem força para desintegrar a estrutura verticalizada são: a) entrada de competidores de nicho; b) o desafio de se manter à frente da competição nas muitas dimensões da tecnologia e dos mercados; c) as estruturas inflexíveis e burocráticas que se instalam nas empresas grandes. Por outro lado, os fatores que exerce força para integrar estruturas horizontalizadas são: a) avanços técnicos em um subsistema tornado-o um produto ou serviço de alto valor agregado; b) poder de mercado em um subsistema que estimula o bundling com outros produtos para agregar mais valor; c) poder de mercado em um subsistema que estimula a integração da engenharia com outros sistemas para criar soluções patenteadas. De acordo com Mendelson e Pillai (1999), o grande desafio para as empresas é a adaptação dos seus recursos, ou das competências, em função das transformações do setor em que atuam. Ao estudar a evolução do setor de produtos eletrônicos e de informática, Mendelson e Pillai (1999) sugerem que uma velocidade evolutiva mais rápida é associada com o redesenho mais frequente de produtos, redução do ciclo de desenvolvimento de produtos e mudanças freqüentes na estrutura organizacional das empresas. Carrillo (2005) argumenta que existem 3 fatores que contribuem para a elevação da velocidade evolutiva do setor, os altos incrementos de receita por unidade vendida, o baixo custo de estruturas de desenvolvimento e o alto volume ou crescimento do mercado consumidor. Para Carrillo (2005) quanto maior a receita marginal unitária, maior será o 3/15

4 empenho das empresas para entrar no setor, e para as empresas que já estão nele, maior será o empenho em lançar novos produtos. O baixo custo de estruturas de desenvolvimento facilita o lançamento de novas gerações de produtos e serviços. Se o potencial de mercado cresce a cada nova geração de produtos, como acontece com o mercado de computadores pessoais, haverá um incentivo para as empresas lançarem novos produtos (CARRILLO 2005). 2.3 O processo de comoditização e descomoditização Segundo Christensen (2003), o processo de comoditização segue os seguintes passos: a) Com a criação de um novo mercado e desenvolvimento de um novo produto a empresa aproxima-se da necessidade do cliente, eventualmente de forma exclusiva, gerando margens mais elevadas; b) Com o objetivo de continuar mantendo a liderança em tal fornecimento, a empresa desenvolve extensões de produto para atender outros segmentos; c) Para competir com os novos entrantes, utiliza-se arquiteturas modulares para reduzir custos e atender rapidamente os clientes; d) Inicia-se o processo de desintegração do setor e) A desintegração gera altos custos de diferenciação e a competição é baseada em preço. O inverso é conhecido como processo de descomoditização. O grande desafio para as empresas é identificar quando um setor está em processo de comoditização ou descomoditização. Tal identificação pode ter implicações significativas na construção ou legitimidade de processos e empresas. Segundo Christensen (2003), o poder de captar lucros atraentes se deslocará para as atividades da cadeia de valor em que o cliente imediato ainda não estiver satisfeito com o desempenho dos produtos disponíveis. Por intermédio de um estudo longitudinal, Maddern, Maull e Smart (2007) analisaram alguns fatores influenciadores da satisfação de clientes de bancos ingleses, ou seja, fatores que agregam valor aos clientes. Dentre as conclusões dos autores, a satisfação dos clientes é influenciada pela qualidade do serviço técnico, e esta por sua vez, é influenciada pela eficiente gestão de processos operacionais. Com base neste estudo, se um fornecedor do setor financeiro quiser contribuir com produtos ou serviços de valor agregado, uma das maneiras seria contribuir para a qualidade do serviço prestado. 3. METODOLOGIA A metodologia adotada foi o estudo de caso, pois permite evidenciar qualitativamente os fatores responsáveis pelo resultado de uma organização, ou pela evolução de um processo. O estudo de caso está relacionado ao sistema financeiro brasileiro, especificamente o sistema de crédito e em particular focado na empresa Serasa. A escolha do setor financeiro se deve às rápidas mudanças do setor devido ao impacto de alguns fatores, por exemplo, a tecnologia de informação. A escolha da Serasa foi baseada na evolução de sua importância na cadeia de valor do sistema de crédito brasileiro. 4/15

5 Na análise do setor financeiro foram utilizados dados secundários da base de dados do Banco Central e da Febraban para se verificar a evolução do número de bancos e das operações de crédito. A triangulação dos dados foi realizada por meio de informações de publicações da biblioteca da Febraban, dados do website do Banco Central e uma tese de doutorado. A análise qualitativa dos fatores que influenciaram as mudanças no setor financeiro foi obtida por intermédio de uma entrevista com especialista do setor financeiro de uma escola de negócios de São Paulo e através de uma publicação sobre o impacto da tecnologia da informação no setor. Tais análises tem o objetivo de obter uma evidência empírica do conceito de velocidade evolutiva no setor financeiro brasileiro. As informações sobre bureau de crédito e a Serasa foram obtidas no website da empresa, em um artigo acadêmico, no guia sobre bureau de crédito do World Bank e relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Tais análises tem o objetivo de verificar como os bureaus de crédito agregam valor na cadeia do sistema financeiro e identificar possíveis recursos da Serasa que lhe permitem a vantagem competitiva. 4. ESTUDO DE CASO 4.1 O Setor Financeiro Brasileiro Segundo o estudo do Banco Factor (1993), o setor financeiro brasileiro é composto do subsistema de normas e do subsistema intermediário. O primeiro subsistema é responsável pela regulamentação do setor e tem como órgão máximo o Conselho Monetário Nacional (CMN). O CMN tem sob sua supervisão o Banco Central, a Comissão de Valores Mobiliários e as comissões consultivas formadas por representantes de bancos e mercado de capitais. O segundo subsistema tem a função de intermediário financeiro relacionado à captação e empréstimo de recursos financeiros, ele é composto por agentes especiais e bancos e demais organizações. Os agentes especiais são o Banco do Brasil e o BNDES. Os bancos e demais organizações compreendem os bancos múltiplos, bancos de desenvolvimento, bolsas de valores e demais organizações, por exemplo, as agências de avaliação de crédito, que é o caso da Serasa. Fine (1999) menciona que em setores de alta velocidade evolutiva os vetores, ou fatores, que influenciam a evolução do setor são a tecnologia e a competitividade Tecnologia no Setor Financeiro Com relação às tecnologias de informação, Ridolfo Neto (2005) apresenta que as organizações financeiras tem sido pioneiras na sua utilização e apresentam elevado grau de integração com seus clientes, outros bancos e o Banco Central. Ridolfo Neto (2005) indica que três fatores foram importantes na utilização de tecnologia por parte dos bancos brasileiros: a concentração do setor; a inflação e a regulamentação. A concentração do setor se deve às reformas implantadas no setor a partir de A elevada taxa de inflação na década de 70 e 80 exigia que os bancos fossem eficientes na liquidação devido à rápida desvalorização da moeda e permitiu elevados ganhos financeiros que foram usados para financiar os investimentos em tecnologia. A regulamentação influencia a utilização da tecnologia para a realização de operações financeiras, por exemplo, a mudança no Sistema de Pagamento Brasileiro em 22 de abril de 2002 que exige que as transferências de fundos 5/15

6 interbancários sejam liquidadas em tempo real e em caráter irrevogável e incondicional, reduzindo os riscos de liquidação nas operações interbancárias Competitividade Com relação à competitividade, as organizações financeiras são afetadas pelo ambiente de mercado, pela cultura de inovação e pela regulamentação. O ambiente de mercado se refere às condições geográficas, econômicas e sociais. Os bancos operam em todo o vasto território nacional, o que obriga os bancos a controlarem seus custos operacionais, principalmente os bancos de varejo, e conseqüentemente, procurarem economias de escala. Logo, tem-se presente uma das condições apontadas por Carrillo (2005) para a elevação da velocidade evolutiva do setor, ou seja, o baixo custo de desenvolvimento de serviços. Os vários planos econômicos que ocorreram na década de 80 e 90, por exemplo o Plano Cruzado, Plano Collor e o Plano Real, levaram os bancos a desenvolverem uma competência de adaptação rápida à mudanças. O aspecto social dos clientes dos bancos, ou seja, as elevadas desigualdades na renda das pessoas, gera possibilidades de segmentar o mercado e desenvolver serviços para as classes sociais de menor renda e para os clientes de maior poder aquisitivo (private banking). Logo, tem-se presente outra das condições apontadas por Carrillo (2005) para a elevação da velocidade evolutiva do setor, ou seja, o elevado número de clientes potenciais. A cultura de inovação se manifesta nos investimentos feitos pelos bancos em automação bancária, primeiro nos mainframes na década de 60 e 70, depois nos microcomputadores na década de 80 e 90 (desenvolvendo soluções próprias, por exemplo, a criação da Itautec pelo Banco Itaú), e agora com o Internet Banking. A cultura de inovação também se verifica no número de produtos e serviços disponíveis no mercado, no entanto, há também uma rápida imitação por parte dos bancos financeiros não-pioneiros, o que faz com que as vantagens competitivas sejam muito temporárias. Neste caso tem-se presente um dos argumentos apresentados por Mendelson e Pillai (1999), ou seja, que uma velocidade evolutiva mais rápida é associada com o redesenho mais frequente de produtos. A regulamentação tem uma forte influência na competitividade e na evolução da estrutura do setor, pois altera significativamente as oportunidades de economia de escala e as barreiras de entrada de competidores. Existem três marcos principais relacionados à regulamentação do setor financeiro que alteraram profundamente a sua estrutura. Primeiro, a Reforma Bancária de 31 de dezembro de 1964 que basicamente definiu o perfil do sistema financeiro moderno, por exemplo, criando a especialização dos bancos por segmentos, criando o Banco Central, instituindo a forte presença do Estado como regulador do sistema financeiro e permitindo que bancos possuíssem participações acionárias em outras instituições bancárias criando conglomerados. Outro marco importante foi a Resolução nº 1524 de 21 de setembro de 1988 do Conselho Monetário Nacional criando o Banco Múltiplo, ou seja, anulando a especialização exigida pela Reforma Bancária de 1964, desta forma, uma mesma instituição financeira poderia controlar carteiras de bancos comerciais e de investimento que antes da resolução necessitavam operar com pessoas jurídicas independentes. Outro marco que modificou as barreiras de entrada de competidores foi a Resolução nº 2099 de 17 de agosto de 1994 que definiu as condições de operação de instituições financeiras no país enquadrando o sistema financeiro dentro dos padrões internacionais por intermédio da implementação do acordo da Basiléia, que estabeleceu o limite mínimo de capital para a 6/15

7 constituição de um banco e limites adicionais de acordo com o grau de risco da estrutura dos ativos bancários. No gráfico nº 1 e nº 2 tem-se a evolução do número de bancos de 1960 a 2006 e a indicação dos três principais marcos de regulamentação do setor Banco Múltiplo Banco Comercial Banco Investimento Reforma Bancária Banco Múltiplo Gráfico nº 1 Evolução do número de bancos no Brasil FONTE: BANCO CENTRAL; Porto de Almeida (1992, p. 93) Acordo Basiléia Nº Total de Bancos Nº Fusões e Aquisições Gráfico nº 2 - Evolução do número de bancos no Brasil x Número de fusões FONTE: BANCO CENTRAL; Porto de Almeida (1992, p. 54) 7/15

8 Como se pode verificar no gráfico nº 1, a Reforma Bancária de 1964 provocou uma concentração no setor com a criação dos conglomerados, ou seja, uma verticalização do setor. A Resolução dos Bancos Múltiplos em 1988 permitiu aos bancos a horizontalização do setor, pois os bancos puderam operar em vários segmentos sob a mesma pessoa jurídica. A Resolução do Acordo da Basiléia em 1994 permitiu uma nova concentração do setor com as fusões e aquisições dos bancos nacionais com os estrangeiros, por exemplo, a compra do Bamerindus pelo HSBC em 1997 e a compra do Banco Real pelo ABN AMRO Bank em Houve um ciclo de verticalização / concentração do setor entre 1964 e 1988, (24 anos) e um ciclo de horizontalização do setor entre 1989 e 1997 (8 anos) quando o número de bancos voltou a reduzir. No gráfico nº 2 percebe-se novamente a onda de verticalização / concentração do setor por intermédio da evolução do número de fusões e aquisições. Portanto, verifica-se a existência do ciclo de evolução do setor de acordo com Fine (1999) em que os fatores competitividade e tecnologia impulsionaram a mudança da estrutura do setor financeiro. Pela análise da evolução do setor financeiro, este estudo levanta a hipótese de que a regulamentação influenciou os vetores de velocidade evolutiva de Fine (1999), ou seja, competitividade e tecnologia não são os únicos fatores principais na mudança da estrutura do setor. Em casos de setores altamente regulamentados, como o sistema financeiro, a regulamentação pode ser o vetor dos vetores da velocidade evolutiva. 4.2 A Cadeia de Suprimentos do Setor de Crédito Financeiro Com o atual estágio da tecnologia da informação e de acordo com Di Serio et al (2005), podese representar a cadeia de suprimentos do setor de crédito conforme a figura 1 a seguir. Fontes de Informação Agências de informação de crédito Provedores de telecomunicações Instituições Financeiras Tomador de recursos Empresas de hardware e software Figura nº 1 Cadeia de suprimentos do Setor de Crédito Financeiro FONTE: Autores As fontes de informação podem ser diários oficiais, cartórios e tribunais de justiça que fornecem informações não estruturadas e em diversos formatos. As fontes também podem ser instituições financeiras que fornecem dados de seus clientes para controle e análise de um bureau de crédito, neste caso, as informações estão estruturadas em banco de dados. As agências de informação de crédito, de acordo com o relatório do World Bank (2006), é uma instituição que coleta informações de credores e fontes públicas sobre o histórico de empréstimos de um tomador de recursos financeiros. As principais formas de classificação de bureaus de crédito são: 8/15

9 a) Estrutura acionária: um bureau pode ser uma empresa privada ou pública; b) Público-alvo: um bureau pode ser uma agências de classificação que trata de grandes empresas; um bureau de pequenas empresas e pessoas físicas; um bureau somente de pessoas físicas. Um bureau de crédito compila informações sobre pessoas físicas e pequenas empresas, por exemplo, registro de pagamentos, cobranças judiciais e falências, e então elabora um relatório de crédito que é vendido a credores. Portanto, um bureau de crédito não é uma agência de classificação, como Standard & Poors, que analisa grandes empresas em profundidade e define um score. O bureau foca em pequenos tomadores de recursos financeiros e utiliza análises estatísticas para tratar um grande volume de informações; c) Tipo e escopo da informação coletada: informação negativa ou integral. A negativa se refere a atrasos e não pagamentos pelos tomadores, normalmente os tomadores com informação negativa integram o que o mercado chama de lista negra. A integral apresenta informações negativas e positivas, estas últimas se referem ao fiel cumprimento dos empréstimos caracterizando um bom tomador de empréstimos. O escopo integral permite um conhecimento melhor sobre o histórico do tomador de recursos e conseqüentemente uma melhor previsão do risco do empréstimo. As empresas de hardware e software fornecem os meios para o armazenamento, tratamento estatístico e emissão de relatórios de crédito. Os provedores de telecomunicações fornecem a infra-estrutura necessária para a entrega dos relatórios de crédito aos credores. Como meios de telecomunicações tem-se, por exemplo, o telefone, Internet e fax. Assim, os provedores de telecomunicações são basicamente os provedores de Internet e as empresas telefônicas. As instituições financeiras são, por exemplo, os bancos, seguradoras, empresas de cartão de crédito, lojas de varejo. Os tomadores de recursos são classificados em pessoas físicas, grandes, médias e pequenas empresas. Os pequenos tomadores de recursos como não tem garantias físicas e não tem conhecimento profundo sobre formas de financiamento são aqueles que podem se beneficiar mais com os relatórios dos bureaus de crédito. 4.3 A Criação de Valor pelos Bureaus de Crédito Segundo o estudo do IPEA (2004, p. 418), as agências de informação de crédito possibilitam ao credor melhorar a capacidade de avaliar o risco de um tomador de recursos financeiros, pois os registros de crédito reduzem o tempo e os custos associados ao processamento de empréstimos e melhoram a qualidade do crédito reduzindo a probabilidade de inadimplência. Para os pequenos tomadores de recursos financeiros, um bom registro em um bureau de crédito não é uma garantia física, pois eles não a possuem, mas é uma garantia da reputação do tomador, o que pode facilitar a obtenção do empréstimo. No relatório do World Bank (2006), os bureaus de crédito são considerados essenciais na concessão de crédito no mercado financeiro de varejo, pois aborda o problema central da assimetria de informação no mercado financeiro, ou seja, que o tomador tem melhor informação sobre sua condição de pagamento do que o credor. Esta incerteza do credor em relação à capacidade do tomador se reflete no risco, e conseqüentemente, nas taxas de juros cobradas no empréstimo. O risco envolvido no 9/15

10 crédito é bastante significativo, pois os custos e tempo para se cobrar dívidas são elevados. Segundo o relatório do World Bank (2006), em países em desenvolvimento leva-se de 1 a 2 anos para se obrigar o cumprimento de um acordo na justiça e pode atingir de 20% a 40% do custo da dívida. De acordo com o World Bank (2006), os bureaus de crédito tiveram uma grande evolução a partir dos anos 90 devido ao crescimento do crédito no varejo em países em desenvolvimento e à disponibilidade de recursos informáticos para o tratamento de grande volume de dados. No Brasil o impacto da inadimplência no resultado econômico dos clientes das agências de informação de crédito é significativo. De acordo com o estudo do IPEA (2004, p.392), baseado em dados do Banco Central, em agosto de 2002 os spreads na intermediação bancária poderiam ser divididos em despesas administrativas (14%), impostos (29%), lucros (40%) e custo da inadimplência (17%). Em fevereiro de 1999, o custo da inadimplência representava 11,2% do spread, portanto, o impacto da inadimplência nos resultados dos credores aumentou nos últimos anos. O gráfico 3 mostra que a taxa de inadimplência mensal das empresas (percentual do saldo em atraso superior a 90 dias) aumentou, o que contribuiu para o aumento do custo da inadimplência no spread, e conseqüentemente, deve ter aumentado o valor de uma avaliação precisa sobre o tomador de recursos financeiros Desconto de duplicata Desconto de promissória Gráfico nº 3 Taxa de inadimplência mensal das empresas para duplicatas e promissórias FONTE: FEBRABAN 4.4 SERASA A Serasa foi fundada em 1968 por intermédio de uma parceria de bancos brasileiros para obter análises de crédito de forma a eliminar a necessidade de cada banco construir uma estrutura para tal atividade e de forma a aumentar a eficiência operacional através da especialização. A cadeia de valor de um bureau de crédito, obtida por Di Serio et al (2005) ao estudar a Serasa, é composta das seguintes atividades: coleta de dados; processamento; armazenamento e disponibilidade de informação aos usuários. 10/15

11 De acordo com Brandenburger e Stuart (1996), para uma empresa é importante a criação de valor na cadeia de suprimentos mas também a captura do valor criado a fim de gerar lucro econômico. Com o objetivo de se analisar a captura de valor pela Serasa será utilizado a Resource-Based View (RBV) apresentada por Barney (1991). Conforme os conceitos da RBV, a firma deve basear sua competitividade na heterogeneidade e na imobilidade dos seus recursos. Isto implica que a firma tentará utilizar as competências que já possui, ou que tem condições de desenvolver, a fim de obter diferenciação no mercado de produtos. Para Barney (1996), para um recurso ser fonte de vantagem competitiva sustentável, ele deve ser valioso, raro, difícil de imitar e difícil de ser substituído (VRIO). Slack e Lewis (2002) definem as prioridades competitivas no nível operacional que podem gerar vantagem competitiva para uma empresa. As prioridades são custo, qualidade, confiabilidade, flexibilidade e rapidez. Para um bureau de crédito, vantagem em custo é importante, pois no setor financeiro a eficiência operacional é chave para reduzir custos. Neste caso, economias de escala possibilitam preços de relatórios de crédito competitivos para viabilizar a análise de pequenos empréstimos. A qualidade está associada à precisão dos dados e ao tratamento deles. A confiabilidade se refere à continuidade da prestação do serviço. A flexibilidade de um bureau se reflete no número de diferentes relatórios de crédito aos clientes, no processamento de diferentes formatos de dados e envio de relatórios através de diferentes meios de telecomunicação on line. A Rapidez se reflete na facilidade de acesso às informações, na velocidade de coleta e atualização de dados. Analisando os recursos da Serasa conforme a RBV, tem-se os resultados do quadro 1. Fator de competitividade operacional Custo Qualidade Recurso Valioso Raro Difícil Imitar Difícil Substituir Base de dados dos bancos Base de dados dos bancos Processos internos Confiabilidade Flexibilidade Sistemas de Informática Recursos financeiros Legitimidade Sistemas de Informática Infra-estrutura de telecomunicações Habilidade de criação de relatórios Rapidez Rede própria de Agências Redesenho de serviços e processos Redução do ciclo de desenvolvimento de novos serviços Quadro nº 1 Análise dos Recursos da Serasa como fonte de vantagem competitiva FONTE: Autores 11/15

12 O acesso exclusivo da Serasa à base de dados de consumidores de alguns bancos é um recurso bastante raro e difícil de se imitar, conforme dito no relatório IPEA (2004, p. 424). A legitimidade no setor financeiro é essencial, pois afeta a credibilidade, a confiança e o risco da operação. A Serasa foi fundada pelos próprios bancos e tem uma história de mais de 30 anos na atividade, o que lhe confere legitimidade perante a comunidade financeira, e isto é difícil de imitar e substituir. A Rede de agências para a coleta de dados de difícil acesso (por exemplo, em papel) é um recurso difícil de se imitar devido ao investimento necessário para tal, mas pode ser substituído com parcerias com outras empresas. Os processos internos de processamento de dados em múltiplos formatos e de verificação da precisão deles confere valor estratégico, porém o setor financeiro possui know-how em processamento on line e com precisão de grande volume de dados. Os sistemas de informática e a infra-estrutura de telecomunicações são essenciais à atividade financeira, mas podem ser encontrados no mercado. A habilidade de criação de relatórios tem valor ao cliente, mas o setor financeiro já desenvolveu uma grande capacidade de imitação de produtos e serviços. O recurso base de dados de bancos do quadro 1 pode ser verificado nos dados empíricos do quadro 2 sobre a Serasa e seu principal concorrente a Associação Comercial da Cidade de São Paulo (ACCSP). Conforme o estudo do IPEA (2004), em 2002 no Brasil existiam 4 principais bureaus de crédito, por ordem de importância: a Serasa, a ACCSP, a Equifax e a Central de Risco. Serasa ACCSP Número de clientes Vendas (US$ milhões) Número de pessoas físicas no banco de dados 65 milhões 10,7 milhões Número de empresas ativas no banco de dados 4,2 milhões 8,8 milhões Fontes de Informação (número de bancos que fornecem informações) Preço de um relatório básico (US$) 1,35 0,5 a 1,0 Quadro nº 2 Comparação dos principais bureaus de crédito do Brasil em 2002 FONTE: Adaptado de IPEA (2004, p. 420) As instituições financeiras, num total de 137 bancos múltiplos em 2006, enfrentam forte concorrência entre elas, com pouca diferenciação a nível de produtos, e se existe é rapidamente imitada, com forte apelo de tarifas bancárias e disputando os mesmos segmentos de clientes. No elo da cadeia de suprimentos ao qual pertence a Serasa, existe diferenciação no tipo de produto oferecido e tal diferenciação é baseada em recursos heterogêneos e difíceis de se imitar, o que se reflete na diferença de preço entre um relatório de crédito da Serasa e o da ACCSP, conforme mostra o quadro 2. O que ilustra o argumento de Christensen (2003) sobre a mudança da criação de valor dentro da cadeia de suprimentos, com a coexistência de empresas com comoditização de produtos com outras empresas com grande diferenciação. 12/15

13 5. CONCLUSÕES O objetivo deste trabalho era obter uma evidência empírica brasileira do conceito de velocidade evolutiva e criação de valor ao longo da cadeia de suprimentos no setor financeiro brasileiro. Com base em tal análise foi possível identificar os conceitos da hélice dupla de Fine (1999) e do conceito da comoditização e diferenciação de Christensen (2003) dentro da cadeia. Ao levantar os eventos que causaram o movimento de verticalização e horizontalização no setor financeiro, este estudo elaborou por raciocínio indutivo a hipótese que a regulamentação também pode influenciar a velocidade evolutiva de setores regulamentados, como o financeiro e o de telecomunicações. Ao analisar o caso Serasa de acordo com a teoria RBV, identificou-se recursos heterogêneos e difíceis de se imitar que podem ser responsáveis pela posição de vantagem competitiva da Serasa. O estudo apresenta como limitação o fato da análise ser totalmente com base em dados secundários, ou seja, não se realizou entrevistas na Serasa no intuito de verificar a opinião da empresa sobre a evolução do seu papel no setor. Outra limitação é que a hipótese sobre a importância da regulamentação na velocidade evolutiva foi identificada no setor financeiro, ou seja, seria necessário verificar sua validade em outros setores regulamentados. Outra limitação é que a avaliação da importância estratégica dos recursos da Serasa, segundo a teoria da RBV, foi realizada somente pelos autores do artigo, ou seja, não foi realizada uma consulta à Serasa e aos seus clientes (bancos) para saber sua avaliação sobre os recursos listados no quadro 1. A título de recomendação para estudos futuros, seria interessante que se verificasse a hipótese sobre o papel da regulamentação na estrutura e velocidade evolutiva de um outro setor regulamentado. Também seria conveniente realizar uma consulta com os bancos para identificar sua percepção sobre a importância dos requisitos operacionais (custo, qualidade, confiabilidade, flexibilidade e rapidez) na prestação de serviços de um bureau de crédito e confrontar tal percepção com a visão da própria Serasa. 6. Referências Bibliográficas BANCO FACTOR. O setor bancário brasileiro. Outubro de BARNEY, J. B. Strategic factor markets: expectations, luck and business strategy. Management Science, v. 32, n. 10, p , BARNEY, J. B. Firm resources and sustained competitive advantage. Journal of Management, v. 17, n. 1, p , BRANDENBURGER, A. M.; STUART, H. W., Jr. Value-based business strategy. Journal of Economics & Management Strategy, v. 5, n 1, p. 5-24, /15

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