BRASIL MONÁRQUICO 2º REINADO BRASILEIRO História do Brasil Prof. Thiago

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1 BRASIL MONÁRQUICO 2º REINADO BRASILEIRO História do Brasil Prof. Thiago Pacificação Auge Crise Política Interna 02 Partidos Liberais Sem diferenças Conservadores ideológicas "Ficou célebre uma frase atribuída ao político pernambucano Holanda Cavalcanti: - Nada se assemelha mais a um 'saquarema' do que um 'luzia' no poder. 'Saquarema', nos primeiros anos do Segundo Reinado, era o apelido dos conservadores [...] 'Luzia' era o apelido dos liberais [...] A idéia de indiferenciação dos partidos parecia também confirmar-se pelo fato de ser freqüente a passagem de políticos de um campo para o outro" Fonte: Fausto, Boris. Histórias do Brasil. São Paulo, Edusp, 1995, p. 180 Ministério dos Liberais Eleições do Cacete 1841 Dissolução do Ministério dos Liberais e criação do Ministério dos Conservadores 1842 Revoluções Liberais (SP e MG) Revolta contra a centralização política organizada pelos conservadores Governo Repressão (Barão de Caxias) 1847 Parlamentarismo as Avessas nada mais conservador no poder do que um liberal, nada mais liberal do que um conservador

2 "A vontade popular, passiva e dominada, adaptava-se à ordem do pensamento do estamento burocrático, cuja cúpula dirigente era o Poder Moderador (...) A intervenção do poder pessoal mostrava-se franca e direta, como um golpe de Estado, ou dissimulada e subreptícia (...). A hábil alternação dos partidos no governo enfraquecia o azedume das quedas." Raymundo Faoro 1848 Revolução Praieira (Pernambuco) - Movimento político do grupo liberal (praieiros Partido da Praia) contra o governo conservador (família Cavalcanti) Causas imediatas: deposição do presidente de Pernambuco liberal pelo Ministério Conservador que assumiu em Início: 07 / novembro / 1848 Líderes: - Pedro Ivo Velozo - Antônio Borges da Fonseca Jornal: Diário Novo Manifesto ao Mundo - Joaquim Nunes Machado Influência Européia (Primavera dos Povos) Reivindicações: Voto Livre Nova Constituição Fim do Poder Moderador e Senado Vitalício Abolição da Escravidão República Nacionalização do Comércio Governo: Repressão fev/ Em 1853 D. Pedro II coloca como 1º ministro o Marquês do Paraná (Honório Hermeto Carneiro Leão) Ministério da Conciliação Economia Cafeeira Economia de Lucro Nacional Efeito Econômico Multiplicador "Principal responsável pelas transformações econômicas, sociais e políticas ocorridas no Brasil na segunda metade do século XIX, reintegrou a economia brasileira nos mercados internacionais, contribuiu decisivamente para o incremento das relações assalariadas de produção e possibilitou a acumulação de capital que, disponível, foi aplicado em sua própria expansão e em alguns setores urbanos como a indústria, por exemplo. Foi ainda responsável pela inversão na balança comercial brasileira que, depois de uma história de constantes déficits, passou a superavitária entre os anos de 1861 a 1885". Grandes Transformações: - Políticas - Sociais - Tecnológicas

3 1727 Francisco Mello Palheta introduz o cultivo do café no Pará 1781 João Alberto Castello Branco leva o café para o RJ % das exportações % das exportações aproximadamente 5 milhões de sacas por ano ( ± ½ produção mundial) Fases: 1ª Fase (± ) Vale do Paraíba Trabalho Escravo 2ª Fase (± ) Oeste Paulista Trabalho Assalariado Mar de Café "É particularmente no Oeste da província de São Paulo - o Oeste de 1840, não o de que os cafezais adquirem seu caráter próprio, emancipando-se das formas de exploração agrária estereotipadas desde os tempos coloniais no modelo clássico da lavoura canavieira e do 'engenho' de açúcar". (Buarque de Holanda, S. "Raízes do Brasil", Rio de Janeiro, José Olympio, 1987 [19 edição], p. 129.) Surto Industrial ( Era Mauá) Problemas: Oposição da Elite Agrária Concorrência Externa (inglesa) Falta de Mercado Consumidor 1844 Tarifa Alves Branco Semelhantes: 15% 60% Não-Semelhantes:15% 30% "...esta estrada de ferro, que se abre hoje ao trânsito público, é apenas o primeiro passo de um pensamento grandioso. Esta estrada, Senhor (D. Pedro II), não deve parar e, se puder contar com a proteção de Vossa Majestade, seguramente não parará senão quando tiver assentado a mais espaçosa de suas estações na margem esquerda do rio das Velhas." (Barão de Mauá, quando da inauguração da estrada de ferro Rio-Petrópolis, em 1854.) Acompanhei com vivo interesse a solução desse grave problema [a extinção do tráfico negreiro]. Compreendi que o contrabando não podia reerguer-se, desde que a "vontade nacional" estava ao lado do ministério que decretava a supressão do tráfico. Reunir os capitais que se viam repentinamente deslocados do ilícito comércio e fazê-los convergir a um centro onde pudessem ir alimentar as forças produtivas do país, foi o pensamento que me surgiu na mente, ao ter certeza de que aquele fato era irrevogável. (Visconde de Mauá - Autobiografia. Citado por MATTOS, Ilmar R. & GONÇALVES, Marcia de A. O Império da boa sociedade. São Paulo, Atual, 1991.) 1845 Bill Aberdeen 1850 Lei Euzébio de Queiróz Barão de Mauá

4 (Irineu Evangelista de Souza) Estrada-de-Ferro (RJ Petrópolis) Telégrafo (Brasil-Europa) Banco Mauá Iluminação a gás do RJ Vínculo com o capital inglês 1860 Tarifa Silva Ferraz Todos os produtos: 10% Sociedade no 2º Reinado Introdução do Trabalho Assalariado (Imigrantes) Motivos: Revoluções Européias 2ª Fase da Rev. Industrial Propaganda Brasileira Sistema de Parceria Colonato (hospedaria do imigrante) "Cada vez mais se aproxima a completa extinção do trabalho escravo, sem que da parte dos [fazendeiros] haja o menor esforço em cuidar de sua substituição. [...] Por educação e por hábito do trabalho escravo, essencialmente barato, o fazendeiro, ensaiando o trabalho livre, quer reservar para si o mesmo lucro que teria, se trabalhasse com escravos; daí vem a dificuldade de bons colonos; é do baixo salário o desgosto e essas contínuas queixas que tão maleficamente têm influenciado no espírito europeu contra a emigração para o Brasil". (Trecho do jornal "A Província de São Paulo", 24 de abril de 1878.) 1850 Lei de Terras Abolição do Trabalho Escravo Motivos: - pressões inglesas "Não se pode esquecer os laços estreitos que ligavam a economia agroexportadora brasileira à Inglaterra. Os ingleses, nas décadas de , praticamente dominavam o comércio de importação-exportação do país; nos anos de 1840, firmas britânicas controlavam 50% das exportações brasileiras de café e açúcar e 60% das de algodão. Da mesma maneira, os bancos ingleses, através de empréstimos externos ao Estado, se faziam presentes na economia nacional. A este tipo de presença econômica, agregase que as pressões inglesas (...) assumiam a forma militar, com o aprisionamento de navios brasileiros." (João L. Fragoso e Francisco C. T. da Silva, "A Política no Império e no início da República Velha." In Maria Yedda Linhares (org.), "História Geral do Brasil") - abolicionistas Princesa Isabel Joaquim Nabuco José do Patrocínio Luís Pinto da Gama André Rebouças "o abolicionismo é um protesto contra a esta triste perspectiva, contra o expediente de entregar à morte a solução de um problema, que não é só de justiça e consciência moral, mas também de previdência política. Além disso, o nosso sistema está por demais estragado para poder sofrer impunemente a ação prolongada da escravidão." Joaquim Nabuco, em seu livro "O abolicionismo", define o sentido do debate sobre a escravidão no Brasil, em meados do século XIX. - escravos já libertos Problema na Abolição: Falta de Mão de Obra Substituta Indenizações Solução: Abolição Gradual 1810 Tratados com a Inglaterra Promessa de D. João VI de acabar com a escravidão Reconhecimento Inglês Promessa de D. Pedro I de acabar com a escravidão Ato do ministro Pe. Diogo Feijó Liberdade para todos os novos escravos chegados ao Brasil

5 Fracasso 1845 Bill Aberdeen Proibição do Tráfico Negreiro por ordens inglesas Lei Euzébio de Queiróz Proibição do Tráfico Negreiro 1871 Lei do Ventre Livre (Manuel Alves Branco) Liberdade para os escravos nascidos a partir desta data 1880 Criação da Sociedade Brasileira contra a Escravidão 25/ Abolição da Escravidão no Ceará Movimento iniciado pelos jangadeiros que comovem todo o Estado Lei do Sexagenário (Saraiva Cotegipe) Liberdade para todo escravo com 60 anos ou mais. (???) 13/ Lei Áurea Abolição da Escravidão ± libertos "No dia 28 de setembro de 1879, oitavo aniversário da promulgação da Lei do Ventre Livre, foi criada por dez cidadãos residentes em Fortaleza uma entidade denominada 'Perseverança e Porvir'. Criada principalmente para tratar de negócios econômicos e comerciais em proveito de seus fundadores, possuía também outras atribuições". (Fonte: SILVA, Pedro Alberto de Oliveira. "História da Escravidão do Ceará: das origens à extinção". Fortaleza: Instituto do Ceará, 2002, pp ) "A Princesa Imperial Regente, em nome de sua Majestade o Imperador, o Senhor Dom Pedro II, faz saber a todos os súditos do Império que a Assembléia Geral decretou e Ela sancionou a lei seguinte: Art. 1Ž. - É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil." (COLEÇÃO DE LEIS - DAS LEIS DO IMPÉRIO DO BRASIL - IMPRENSA NACIONAL) Política Externa Questão Christie - Crise diplomática entre Inglaterra (embaixador William Christie) e Brasil 1861 Naufrágio do Navio Inglês (RS) 1862 Prisão de Oficiais Ingleses (RJ) Bélgica Vitória do Brasil Guerras Platinas Na América Latina, o Brasil agia como uma nação imperialista URUGUAI - O Brasil apóia o golpe do colorado Frutuoso Rivera contra o presidente eleito do partido blanco, Manuel Oribe ARGENTINA - O Brasil apóia o golpe de Estado do general Urquiza contra o presidente Rosas. Guerra do Paraguai Passos: - 19 de Abril de 1863 o general uruguaio Venâncio Flores do Partido Colorado, apoiado pela Argentina e pelos pecuaristas do Rio Grande do Sul inicia um processo de Golpe de Estado Apesar das advertências do Paraguai e de seu presidente, Solano López em 30 de agosto, no dia 16 de outubro forças brasileiras inicia a invasão colocando no poder, Flores de Novembro de 1864 López apreende o navio brasileiro Marquês de Olinda, rompendo as relações diplomáticas com o Brasil. Em dezembro, o Paraguai declara guerra ao Brasil e invade o Mato Grosso. Paraguai Tríplice Aliança Brasil, Argentina e Uruguai Exército Exército

6 ± ± ± ± População Total: ± hab. População Total: ± 13 milhões habitantes 1ª Fase (dezembro de 1864 a dezembro 1865): - Ofensiva paraguaia, a guerra se desenrolou em território brasileiro e argentino Problemas: - O Exército paraguaio, apesar de mais numeroso que o da Tríplice Aliança se deparou com um território muito vasto, e com isso, dividiu-se e enfraqueceu-se. - Batalha do Riachuelo (11 de Junho de 1865) Derrota Paraguaia, e isolamento desse país, cortando sua comunicação com o mundo exterior. 2ª Fase (janeiro de 1866 a janeiro 1868): - A Tríplice Aliança passou a ser comandada pelo presidente argentino Mitre e investiram contra o Paraguai. Problemas: - A péssima administração de Mitre, somada ao desorganizado exército aliado promoveu um avanço muito lento em território paraguaio. Destaque: - Batalha do Tuiutí Derrota paraguaia, com mais de 6 mil mortos paraguaios, e 7 mil feridos. 3ª Fase (janeiro de 1868 a janeiro 1869): - O comando geral da Tríplice Aliança passa para Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias. - Inserção de novos tipos de combatentes: Voluntários da Pátria e os Escravos da Nação Destaque: - Os Aliados sob o comando do Duque de Caxias, conquistam a poderosa fortaleza paraguaia de Humaitá e a capital, Assunção. 4ª Fase (janeiro de 1869 a março 1870): - Na Campanha da Cordilheira, os Aliados comandados por Conde D eu (genro de D. Pedro II) promovem uma caça ao debilitado e esfomeado exército paraguaio. - 1º de Março de 1870 Assassinato de Solano López pelo soldado brasileiro Francisco Lacerda, o Chico Diabo e Fim da Guerra do Paraguai. Conseqüências: Saldo de Mortes: mil paraguaios - 50 mil brasileiros - 18 mil argentinos - 1,5 mil uruguaios Total: ± 300 mil mortos Conseqüências: Paraguai Arrasado! ± 69% da População morta ( ⅔ doenças) - Estrtura fundiária (Oficinas) destruídas - Intensas dívidas com a Inglaterra - Perda de Território (± km2) para o Brasil e Argentina - Destruição de boa parte da produção de mate - Destruição de linhas férreas e estruturas públicas Cabeças de uns (paraguaios) eram arrancadas do tronco a um golpe de espada, as de outro atiravam longe os miolos, alguns eram arrancados de cima dos cavalos, atravessados pelas lanças. Nos paroxismos da morte, mordiam as hastes, o sangue esguichando das feridas. Muitos (soldados brasileiros) sentiam prazer de esquartejar os homens depois de mortos. Carta do dia 07 de julho de 1867 de Benjamin Constant, engenheiro que foi a guerra como oficial do exército.

7 Conseqüências: Brasil Extremamente debilitado! - Altos Gastos (614 mil contos réis, o orçamento do país era de 57 mil contos de réis) - Aumenta a Luta Abolicionista - Maior propagação do ideal republicano - Organização do Exército (Salvadores da Pátria) "A Guerra chegara ao fim. As cidades, as vilas, as aldeias estavam despovoadas. Sobrevivera um quarto da população - cerca de duzentas mil pessoas - noventa por cento do sexo feminino. Dos vinte mil homens ainda com vida, setenta e cinco por cento eram velhos acima de sessenta anos ou garotos menores de dez anos. Os próprios aliados ficaram abismados com a enormidade da catástrofe, a maior jamais sucedida num país americano." (Manlio Cancogni e lvan Boris). Advento da República "A enorme visibilidade do poder era sem dúvida em parte devida à própria monarquia com suas pompas, seus rituais, com o carisma da figura real. Mas era também fruto da centralização política do Estado. Havia quase unanimidade de opinião sobre o poder do Estado como sendo excessivo e opressor ou, pelo menos, inibidor da iniciativa pessoal, da liberdade individual. Mas (...) este poder era em boa parte ilusório. A burocracia do Estado era macrocefálica: tinha cabeça grande mas braços muito curtos. Agigantava-se na corte mas não alcançava as municipalidades e mal atingia as províncias. (...) Daí a observação de que, apesar de suas limitações no que se referia à formulação e implementação de políticas, o governo passava a imagem do todo-poderoso, era visto como o responsável por todo o bem e todo o mal do Império." Carvalho, J. Murilo de. TEATRO DE SOMBRAS. Rio de Janeiro, IUPERJ/ Vértice, Questão Religiosa - Choques entre a Igreja e o Estado devido a dois fatores: 1) Padroado - Submissão da Igreja ao Estado 2) Beneplácito - Poder Imperial sobre as regras e decisões da Igreja Católica no Brasil 03/ março / 1872 O padre Almeida Martins homenageia o Barão do Rio Branco durante uma missa pela criação da Lei do Ventre Livre. O bispo do RJ, Pedro Lacerda suspendeu o padre. Em Pernambuco o bispo de Olinda, D. Vital Teixeira apoiado pelo bispo do Pará D. Antônio Costa, afastou dois padres ligados a maçonaria e proibiu o casamento de um maçon. Foram presos por mando de D.Pedro II, e libertados apenas 04 anos depois. Questão Republicana "Neste país, que se pressupõe constitucional, e onde só deverão ter ação poderes delegados, responsáveis, acontece, por defeito do sistema, que só há um poder ativo, onímodo, onipotente, perpétuo, superior à lei e a opinião, e esse é justamente o poder sagrado, inviolável e irresponsável." "O privilégio, em todas as relações com a sociedade - tal é, em síntese, a fórmula social e política de nosso país - (...), isto é, todas as distinções arbitrárias e odiosas que criam no seio da sociedade civil e política a monstruosa superioridade de um sobre todos ou de alguns sobre muitos..." (1873) Convenção de Itu criação do Partido Republicano Paulista - Aliança do Partido Republicano Paulista e Partido Republicano Mineiro, na busca de controle do poder político para manter o poderio econômico. (Café-com-Leite) Manifesto Republicano "O regime da federação, baseado, portanto, na independência recíproca das províncias, elevando-se à categoria de Estados próprios, unicamente ligados pelo vínculo da mesma nacionalidade e da solidariedade dos grandes interesses da representação e da defesa exterior, é aquele que adotamos no nosso programa, como sendo o único capaz de manter a comunhão da família brasileira". Trecho do MANIFESTO REPUBLICANO de Questão Abolicionista - Os gastos com a Guerra do Paraguai somado ao processo de Abolição da Escravidão, concretizada em 1888, promovem o rompimento da aristocracia agrária brasileira com o Estado. Questão Militar - Organização do Exército Brasileiro após a Guerra do Paraguai - Difusão do pensamento Positivista - Visão do Exército como os Salvadores da Pátria após os confrontos na Bacia do Prata. * Assumem a liderança do movimento. Tenente-coronel Antônio Sena Madureira

8 Publicamente apoiou o fim da escravidão Organizou uma festa ao jangadeiro Francisco do Nascimento (CE) Coronel Cunha Matos Preso por dois dias por criticar em um jornal um coronel conservador corrupto. Mal. Deodoro da Fonseca Negou-se a punir Sena Madureira 15/novembro/1889 Proclamação da República "Quando, na madrugada de 15 de novembro de 1889, uma revolta militar depôs Pedro II, ninguém veio em socorro do velho e doente imperador. A espada do Marechal Deodoro da Fonseca abria as portas da República para que por ela passassem os republicanos carregando um novo rei: o café de São Paulo." (Adaptado de I. R. Mattos, HISTÓRIA DO BRASIL IMPÉRIO)

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