O Desenvolvimento Humano no Estado do Rio de Janeiro na década de 90: uma análise comparada

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1 O Desenvolvimento Humano no Estado do Rio de Janeiro na década de 90: uma análise comparada Eduardo Neto Érica Amorim Mauricio Blanco Rudi Rocha 1. Introdução Ao longo da última década, o Brasil vêem experimentando significativos avanços e transformações na área social. Estas realizações foram, principalmente, nas áreas de educação e saúde. Durante a década dos 90, o Brasil realizou esforços nunca antes vistos para ampliar o acesso à educação que intensificaram o compromisso com a universalização do acesso à educação fundamental para milhões de crianças. Com efeito, em 1991 a porcentagem de crianças, entre 7 e 14 anos que freqüentavam a escola era de 79,4%, ao passo que em 2000 era de 94,5%. Outro dado importante que comprova o avanço educacional do país é a redução da taxa de analfabetismo entre as pessoas com mais de quinze anos de idade, passando de 20% para 13% entre 1991 e Porém, muito ainda deve ser feito para que o país atinja níveis educacionais comparáveis a países desenvolvidos, particularmente, no que diz respeito ao fluxo educacional e a qualidade do ensino. Com relação à situação do fluxo educacional, a mesma ainda se apresenta como um importante desafio, apesar dos progressos anteriormente mencionados. Por exemplo, a porcentagem de crianças entre 7 e 14 anos de idade com mais de um ano de atraso escolar em 2000 é ainda muito alta, já que uma em cada quatro crianças apresenta mais de um ano de atraso escolar. Outro sintoma do atraso escolar mencionado é o fato de que em 2000, 44% das crianças entre 10 e 14 anos possuem menos de quatro anos de estudo, isto é, as crianças não chegaram a completar a primeira parte do ensino fundamental. Estes dados demonstram que o principal problema que deverá ser enfrentado, nos próximos anos, é a conclusão do ensino fundamental dos milhões de crianças que tiveram acesso à escola. Em relação à área de saúde, desde 1985, o setor público brasileiro tem respondido a essa demanda através de um processo de reformas dirigidas com três principais objetivos, são eles: i ) universalizar a assistência à saúde; ii) unificar o sistema e 1

2 descentralizá- lo através da municipalização da prestação de serviços de saúde, garantindo um fluxo regular de financiamento federal e, finalmente, iii) melhorar a gestão geral do sistema de sa úde. A melhora dos indicadores de saúde é uma demonstração da eficácia das reformas do setor, colocando o Brasil como um dos países com maiores avanços nesta área durante esta década. A taxa de mortalidade infantil para cada 1000 crianças nascidas vivas caiu de 49 em 1991 para 29 em A expectativa de vida aumentou de 65 anos para 68 anos. Houve uma redução tanto no número de novos casos de HIV quanto na mortalidade por doenças infecto- contagiosas e parasitárias. Além desta importante melhoria nestas áreas sociais, houve um importante aumento no acesso da população a outros serviços. Pode- se citar como exemplo o acesso a serviços de telefonia fixa, em 1990, apenas 18% da população possuíam serviços de telefonia fixa, ao passo que em 2000, esta porcentagem alcançou 51%. Como medir esses avanços? Uma das formas de medir estes progressos do país na última década consiste na utilização do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e seus componentes, desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD. O Índice de Desenvolvimento Humano é composto por três IDHs Temáticos, são eles: o IDH-Educação que leva em consideração os indicadores: taxa de alfabetização e taxa bruta de freqüência a escola ; o IDH-Renda cujo indicador é a renda per capita e, finalmente, o IDH- Longevidade com a esperança de vida ao nascer como indicador. É importante ressaltar que este índice possui algumas limitações tais como: a ) Um número reduzido de dimensões e indicadores que compõem tanto o IDH sintético quanto os IDHs temáticos; b) A forma de agregação tanto dos indicadores quanto dos índices temáticos ocorre de forma arbitrária e linear e; c) O IDH é construído tomando como unidade de análise o espaço geográfico e não a família (Barros et al, 2003). No entanto, o IDH possui vantagens que podem ser sintetizadas principalmente no seu enorme potencial de comparação, seja entre países, regiões, estados ou, mesmo entre municípios. Este capacidade comparativa reside na facilidade e universalização dos quatro indicadores que compõem o IDH. É por este motivo que este índice é 2

3 um importante referencial para mensurar o progresso do desenvolvimento humano com forte ênfase nas dimensões sociais como as dimensões saúde e educação. Segundo o Relatório sobre o Desenvolvimento Humano 2003 desenvolvido pelo PNUD, o Brasil em termos de IDH na última década, experimentou um importante avanço em relação a este índice. Com efeito, apesar de o Brasil ter escalado apenas 4 posições no ranking mundial passando de 69º posição para 6 5 º posição, a sua taxa de crescimento foi expressiva (9,13%), aumentando o valor deste índice de 0,712 (1990) para 0,777 (2001). Ainda com base neste relatório, é possível constatar que países latino-americanos como Argentina, Chile e Uruguai continuam, em 2001, com valores de IDH superiores ao alcançado pelo Brasil neste mesmo ano. Dos três índices sintéticos o que possui o maior valor é o IDH-Educação, segundo o relatório anteriormente mencionado. O valor deste índice em 2001 foi de 0,9, ao passo que os outros dois índices IDH-Longevidade e IDH- Renda alcançam um valor de 0,71 e 0,72, respectivamente. Por trás destes avanços do IDH do nosso país, se escondem grandes heterogeneidades no que diz respeito ao desempenho dos nossos Estados, das nossas regi ões e das nossas cidades. Um país de dimensões continentais como o Brasil comporta uma grande variedade de heterogeneidades que influenciam a evolução do Índice de Desenvolvimento Humano. Diversas características regionais, portes populacionais e geográficos diferenciados de estados e municípios, condições e características econômicas distintas fazem com que, naturalmente, o nosso país não apresente um comportamento homogêneo em relação ao desenvolvimento humano. A partir da verificação destas heterogeneidades, historicamente pode-se dizer que a região sudeste exerce uma posição de liderança em termos de desenvolvimento econômico e social desde a época do Império, sendo os principais protagonistas desta liderança os Estados de São Paulo e Rio de Janei ro. Os dois Estados Rio de Janeiro e São Paulo se constituíram em pólos de desenvolvimento desde o Século XIX até os nossos dias. A Era do Café e o posterior processo de industrialização fizeram de São Paulo um dos pilares fundamentais do desenvolvimento sócio-econômico do nosso país. Grande parte da atividade econômica no estado de São Paulo fez com que se desenvolvessem cidades importantes no interior do Estado e principalmente, deu lugar a uma das metrópoles do mundo. Por outro lado, desde a época do Império e também da República, o Estado do Rio de Janeiro (antigo Estado da Guanabara) abrigou a capital do país, atraindo assim 3

4 como é natural investimentos importantes na área de educação e cultura, saúde, infraestrutura, entre outras que aliada à beleza natural do Rio de Janeiro incentivaram também as atividades turísticas. Nos últimos anos, atividade petrolífera do estado passa a se constituir como eixo fundamental do crescimento econômico do nosso estado. Apesar da tradição que o Rio de Janeiro a presentou desde a sua existência, vários especialistas têm exteriorizado enormes preocupações com o pouco dinamismo do nosso estado nas últimas duas décadas nas diversas áreas sociais e econômicas. Se isto realmente é verdade, é plausível que esta estagnação tenha apresentado algum impacto negativo na evolução do desenvolvimento humano do Rio nos últimos 20 anos. O objetivo central do presente capítulo é avaliar o desempenho do nosso Estado no que diz respeito ao IDH em relação a quatro parâmetros (Ver Box 1). Em primeiro lugar, tentaremos situar o Estado do Rio de Janeiro no contexto nacional comparando- o com outros 25 Estados do país e o Distrito Federal. Entre os principais resultados encontrados devem-se revelar dois fatos importantes. O primeiro deles diz respeito ao fato de que todos os Estados, incluindo o Rio de Janeiro e o Distrito Federal, experimentaram progressos em relação tanto ao IDH sintético quanto aos IDHs Temáticos. Dado o avanço generalizado, a questão central passa a ser o desempenho relativo de cada estado e do Distrito Federal. Neste sentido, o segundo resultado importante, é em relação ao ritmo lento pelo qual o Rio de Janeiro avançou na última década quando comparado as outras unidades da federação, fato este que pode ser observado ta nto pelas taxas de crescimento quanto pela análise de convergência. Uma das principais fontes do ritmo lento do IDH do nosso estado, é o desempenho deficiente do IDH-Longevidade. Com efeito, ao compararmos o Rio de Janeiro com as outras Unidades da Federação, constata -se a maior queda em relação ao ranking para os valores deste índice. Em 1991, o Estado do Rio de Janeiro ocupava a 6ª posição em relação ao IDH- longevidade com um valor de 0,690, ao passo que em 2000 passou a ocupar a 9ª posição com um valor de 0,

5 Box 1: Parâmetros de comparação utilizados Os três parâmetros freqüentemente utilizados índices, ranking e taxa de crescimento nos mostram três formas de avaliar o desempenho em relação ao desenvolvimento humano, seja este de um país, de uma cidade, de uma localidade ou até mesmo de uma região. Os parâmetros utilizados, no primeiro caso, estarão indicando simplesmente o valor do IDH que varia entre 0 e 1 com o objetivo de determinar o grau de desenvolvimento atingido. Com base nestes valores do IDH, o PNUD classifica os países como de baixo desenvolvimento humano (IDH até 0,5), médio desenvolvimento humano (IDH superior 0,5 e inferior a 0,799) e elevado desenvolvimento humano (IDH acima de 0,8). O segundo parâmetro consiste em encontrar uma forma de situar, por exemplo, uma cidade em relação às outras cidades, para que isso seja possível, elabora- se uma ordenação da classificação que permita uma comparação de caráter ordinal. A desvantagem desta ordenação é que a posição de um país não está determinada unicamente pelo seu desempenho, senão também pelo desempenho dos outros países. Finalmente, para tentar resolver o problema mencionado no parágrafo anterior, o terceiro parâmetro nos revela a velocidade da evolução do IDH de um país, utilizando um indicador básico que é a taxa de crescimento dos diversos IDHs. Uma outra forma de comparar a velocidade da evolução do IDH, além da taxa de crescimento, consiste na convergência. A convergência é medida em anos, e pode ser traduzida como os anos necessários para que uma localidade alcance o mesmo valor de IDH de outra localidade, mantendo o ritmo de crescimento histórico em ambas as cidades. A análise da convergência nos abre duas possibilidades. A primeira delas, consiste em observar se uma determinada localidade será ultrapassada ou não por outra localidade, ao passo que a segunda possibilidade diz respeito ao distanciamento em anos das localidades, não existindo no futuro nenhuma possibilidade de convergência. Assim como o Brasil apresenta uma grande diversidade tanto em relação aos seus estados quanto as suas cidades e regiões no que diz respeito ao desenvolvimento humano, o nosso estado não poderia ser diferente. Com efeito, as diversas áreas do nosso estado assim como os 91 municípios que integram o Rio de Janeiro apresentam evoluções heterogêneas no desenvolvimento humano. Identificar e mensurar estas heterogeneidades constitui o segundo objetivo do presente capítulo. Para alcançar este objetivo, será feita uma análise geográfica em relação ao dinamismo das diversas áreas que compõem o Rio, possibilitando assim a identificação das áreas e dos municípios que contribuíram de forma positiva ou negativa no progresso do nosso Estado. 5

6 Uma particularidade pertinente a Região Metropolitana do nosso estado consiste no fato de que esta concentra cerca de ¾ da população residente no Estado do Rio de Janeiro, o que implica que o desempenho desta região apresentará um forte impacto no desempenho do Estado como um todo. Dado isso, é preciso como terceiro objetivo do presente capítulo realizar uma breve análise sobre a Região Metropolitana comparando não somente com as outras regiões do estado, mas também com outras Regiões Metropolitanas do país. Entre os principais resultados encontrados, na comparação entre Regiões Metropolitanas, verifica- se a perda de posições da Região Metropolitana do Rio de Janeiro tanto no que diz respeito ao IDH sintético quanto nos IDHs Temáticos, com exceção do IDH- Renda onde a Região Metropolitana do Rio de Janeiro escalou uma posição que passou de 7ª posição em 1991 para 6ª posição em Um resultado extremamente preocupante diz respeito à posição precária da Região Metropolitana do nosso estado em relação ao IDH-Longevidade. Com efeito, entre as 25 Regiões Metropolitanas que foram analisadas no presente capítulo, em 2000, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro ocupava a 20ª posição. Concentrando- se exclusivamente nas áreas do nosso estado, tem-se que entre as taxas de crescimento do IDH das diversas áreas, destaca-se a região das baixadas litorâneas 1 que apresentou nesta última década a maior taxa (11,2%) quando comparada com as outras áreas do Estado, seguida da região Serrana 2 que apresentou esta taxa em 11,1%, sendo que o último lugar em relação às taxas de crescimento é ocupado pela Região Metropolitana do Rio de Janeiro 3 (6,8%). Para organizar a análise, o presente capítulo, além desta introdução, estará dividido em 3 subseções. A primeira delas tem como objetivo analisar o desenvolvimento humano do Estado do Rio de Janeiro comparando- o com as outras 26 Unidades da Federação que integram o nosso país. Posteriormente, a seguinte subseção tem o propósito de comparar a evolução do IDH e dos IDHs temáticos comparando a Região Metropolitana do Rio de Janeiro com as outras Regiões Metropolitanas do Brasil. Finalmente, a terceira subseção se concentrará em analisar geograficamente 1 A região das Baixadas litorâneas é composta por: Araruama, Armação de Búzios, Arraial do Cabo, C a c h o e i r a d e M a cacu, Casimiro de Abreu, Iguaba Grande, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia, S a q u a r e m a e S i l v a J a r d i m 2 A região Serrana é composta por: Bom Jardim, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Duas Barras, Macuco, Nova Friburgo, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Teresópolis e Trajano de Morais. 3 A região metropolitana do Rio de Janeiro é composta por: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caixas, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Mangaratiba, Maricá, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica e Tanguá. 6

7 tanto as diversas áreas que compõem o Estado quanto os 91 municípios pertencentes ao Rio de Janeiro. 2. O desempenho do Estado do Rio de Janeiro no contexto nacional Segundo o Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil 2000, o nosso país experimentou um aumento significativo do IDH na década dos 90, passando de 0,696 em 1991 para 0,766 em 2000 com uma taxa de crescimento de 10%. Decompondo o IDH sintético em seus IDHs temáticos, tem-se que o maior dinamismo foi encontrado no IDH-Educação, onde a taxa de crescimento verificada foi de 14% - passando de 0,745 em 1991 para 0,849 em 2000 ; seguido pelo IDH-Longevidade com taxa de crescimento de 9,8% passando de 0,662 em 1991 para 0,727 em 2000 ; e, finalmente, o IDH-R e n d a com taxa de crescimento de 6,2% passando de 0,681 em 1991 para 0,723 em C omo foi observado na Introdução do presente capítulo, o melhor desempenho nas dimensões de educação e saúde em relação à dimensão de renda é produto do avanço nos indicadores que compõem estas duas dimensões. Com efeito, na área da educação, por um lado, a taxa de alfabetização subiu de 79,9% em 1991 para 86,4% em Por outro lado, a taxa de freqüência bruta à escola aumentou de 63,6% para 82% no mesmo período. Na área da saúde, a esperança de vida ao nascer no país aumentou de 64,7 anos em 1991 para 68,6 anos em Desta forma, quando avaliamos o desempenho do Brasil, através do IDH e os indicadores que o compõem, se verifica os enormes progressos realizados em duas dimensões da área social extremamente relevantes: educação e saúde. Os progressos anteriormente mencionados, naturalmente, se verificaram em todos os Estados e no Distrito Federal. No entanto, o desempenho individual de cada estado é bastante heterogêneo no que diz respeito à magnitude da melhora medida pela taxa de crescimento. No caso do IDH, as taxas de crescimento entre 1991 e 2000 variaram entre 5% (São Paulo e Distrito Federal) e 18% (Alagoas e Ceará). As taxas de crescimento dos estados no que diz respeito ao IDH-Educação variaram entre 7% (Rio de Janeiro e São Paulo) e 31% (Alagoas). As taxas de crescimento do IDH-Renda oscilam entre 2% negativo (Roraima) e 13% (Piauí). Finalmente, o IDH- Longevidade obteve taxas que variaram entre 3% (Distrito Federal) e 18% (Rio Grande do Norte), no período (Ver Tabelas 1-4). Ao longo dos anos 90 o Estado do Rio de Janeiro também experimentou melhorias em seus índices de desenvolvimento humano, assim como todas as Unidades da Federação. No entanto, como poderá ser observado a seguir, o ritmo de crescimento foi significativamente menor. 7

8 No Rio de Janeiro, o IDH sintético apresentou uma taxa de crescimento de 7,2% entre 1991 e 2000 (passando de 0,753 para 0,807). As taxas de crescimento do nosso Estado seguem a mesma ordem de importância das taxas de crescimento do Brasil, ou seja, em primeiro lugar, o IDH- Educação apresentou uma taxa de crescimento de 7,8% (passando de 0,837 para 0,902); em segundo lugar, o IDH- Longevidade apresentou uma taxa de 7,3% (passando de 0,690 para 0,740); e, em terceiro lugar, o IDH-Renda uma taxa de 6,6% (passando de 0,731 para 0,779) (Ver Tabelas 1-4). Entretanto, o desempenho relativo do Rio de Janeiro descrito no parágrafo anterior não foi suficiente para manter a posição relativa do nosso Estado no ranking quando consideradas as demais Unidades da Federação. Em relação ao IDH sintético, o Rio de Janeiro perdeu a terceira colocação no ranking quando comparado com os outros Estados do Brasil, passando para a quinta colocação, sendo ultrapassado por Estados como Santa Catarina (IDH em 2000 de 0,822) e Rio Grande do Sul (0,814), que melhoraram sensivelmente em todas as dimensões do IDH e, em particular, no IDH-Renda. É importante ressaltar que no que diz respeito ao IDH, o Estado do Rio de Janeiro obteve a terceira pior taxa de crescimento (7,2%) quando comparado aos outros Estados do Brasil, ficando na frente somente de Distrito Federal (5,6%) e São Paulo (5,4%) (Ver Tabela 1). A partir das informações da Tabela 1 verificamos que cerca de 18 Unidades da Federação obtiveram taxas de crescimento superiores a 10% (Taxa de crescimento do Brasil). Destas, 16 não haviam alcançado ainda o IDH de 0,7 em Em relação aos IDHs Temáticos tem-se que a situação do nosso Estado não é tão diferente em relação ao IDH sintético. O Estado do Rio de Janeiro apresentou perdas na posição do ranking em relação a dois (IDH- Educação e IDH- Longevidade) dos três IDHs temáticos, sendo a perda mais expressiva em relação ao IDH-Longevidade, onde o Rio de Janeiro perdeu 3 posições, passado da 6ª posição em 1991 para a 9ª posição em 2000, sendo ultrapassado por Minas Gerais (10,2%), Goiás (11,5%) e Mato Grosso do Sul (7,4%) (Ver Tabela 4). No IDH-Educação, tem- se que o Rio de Janeiro perdeu duas posições, apesar de ter experimentado uma melhoria modesta no índice, passando da 2ª posição em 1991 (0,837) para a 4ª posição em 2000 (0,902). Mais uma vez, o Estado do Rio de Janeiro foi ultrapassado por Santa Catarina (0,906) e Rio Grande do Sul (0,904). Um fato que merece ser sublinhado diz respeito às taxas de crescimento, o Estado do Rio de Janeiro obteve a 2ª pior taxa de crescimento (7,77%) quando comparada com as taxas dos outros Estados, ficando na frente somente de São Paulo (7,65%) (Ver Tabela 2). 8

9 Em relação ao IDH- Renda, o Rio de Janeiro quando comparado aos outros Estados, não sofreu perdas de posições, se manteve em terceiro lugar, com uma taxa de crescimento de 6,6%. Deve- se ressaltar que é apenas neste índice que encontramos taxas de crescimento negativas para os estados de Amazonas (-1%) e Roraima (-2%), produto da evolução regressiva da renda per capita (Ver Tabela 3). A análise das taxas de crescimento nos proporciona uma noção da velocidade da evolução de cada estado, localidade ou região no que diz respeito aos índices e indicadores. No entanto, é preciso saber se essas velocidades vão fazer com que os estados se encontrem ou não em algum ponto no futuro. A análise denominada de convergência visa atingir este objetivo. Ao se analisar as convergências temporais, tem-se que os dados encontrados são ainda mais preocupantes em relação ao Estado do Rio de Janeiro no que diz respeito ao IDH. Dos quatro Estados que estão localizados em posições superiores ao do Estado do Rio de Janeiro (São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, e Distrito Federal), o mesmo nunca irá alcançar os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, ao passo que levará cerca de 9 anos para convergir com o Estado de São Paulo e 30 anos com o Distrito Federal (Ver Tabela 5). Quando analisamos os Estados com níveis de desenvolvimento humano inferiores aos do Rio de Janeiro, encontramos alguns números que comprovam a enorme desigualdade existente no país. Nos próximas duas décadas, das 22 Unidades da Federação, que possuem IDH inferior ao do Estado do Rio de Janeiro em 2000, 15 destes conseguirão ultrapassa r o nosso estado. Estes estados são os mais diversos incluindo desde Tocantins (13 anos) e Rondônia (21 anos) na Região Norte, Rio Grande do Norte (13 anos), Ceará (12 anos) até Piauí (21 anos) na Região Nordeste. Em 2020, todos os Estados localizados nas Regiões Sul, Sudeste e Centro- oeste com exceção de Mato Grosso do Sul terão atingido um Índice de Desenvolvimento Humano superior ao do Rio de Janeiro. A enorme desigualdade acima citada pode ser evidenciada através da distância em anos entre o Rio de Janeiro e alguns estados. Em particular, de um lado tem- se o Rio de Janeiro, ao passo que do outro lado tem- se os Estados de Roraima e Amazonas. No caso de Roraima, este levará mais de um século para atingir o nível de desenvolvimento humano do nosso estado. A distância entre o Rio de Janeiro e o Amazonas é ainda mais alarmante, dois estados em um mesmo país, com cerca de 5 séculos de diferença (559 anos) (Ver Tabela 5). Mais uma vez, em relação às convergências deve- se chamar a atenção para esta classificação no que diz respeito ao IDH-Educação. O Rio de Janeiro, apesar de ocupar em 2000 a 4ª posição, mantendo o mesmo ritmo na taxa de crescimento 9

10 anterior, nunca irá alcançar os Estados que estão na sua frente (Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal) (Ver Tabela 6). No outro extremo, tem-se que nos próximos 15 anos, todos os Estados que estão localizados em posições inferiores ao do Rio irão alcança- lo, com exceção de São Paulo que possui uma taxa de crescimento inferior. Em apenas, 5 anos os E stados do Amapá, Tocantins e Paraná ultrapassarão alcançar o IDH- Educação do Rio de Janeiro, ao passo que o Pará demorará 14 anos (Ver Tabela 6). É importante ressaltar através da análise da Tabela 7 que o Rio de Janeiro demorará cerca de 4 anos para a tingir o IDH-Renda de São Paulo e 56 anos para alcançar o IDH- Renda do Distrito Federal. Um dado extremamente preocupante que merece ser sublinhado, diz respeito ao fato de que dos 8 Estados que se encontram em posições superiores em relação ao IDH-Longevidade do Estado do Rio de Janeiro, o Estado nunca irá alcançar 6 deles, são eles: Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Goiás. O Estado do Rio de Janeiro demorará cerca de 23 anos para alcançar o valor do IDH- Longevidade do Estado de São Paulo e 6 anos para alcançar o IDH- Longevidade do Distrito Federal (Ver Tabela 8). Em síntese, é possível constatar que assim como todos os Estados do Brasil, o Estado do Rio de Janeiro apresentou avanços em relação aos valores tanto do IDH quanto dos IDHs Temáticos. Porém, apesar dos avanços mencionados, o Rio de Janeiro obteve um crescimento lento em relação ao resto do país, tanto no que diz respeito à educação quanto à saúde. Este fato a desaceleração do nosso Estado fará com que em um futuro próximo o Rio de Janeiro se coloque no terço inferior da ordenação entre os estados do Brasil com exceção do IDH- Renda. 2.1 Determinando o impacto das dimensões de Educação, Renda e Longevidade no IDH do Estado do Rio de Janeiro e das Unidades da Federação Uma forma de verificar a relevância das três dimensões Educação, Renda e Longevidade no IDH geral para o Estado do Rio de Janeiro consiste em determinar a posição da cidade a partir de uma norma estabelecida. A norma adotada é construída, de forma empírica, através da média dos vinte seis Estados e do Distrito Federal sob análise, estabelecendo-se assim uma tendência a partir desta média. 10

11 Na série de Gráficos 1-3, são expressos os resultados realizados a partir da discussão do parágrafo anterior. O Gráfico 1 revela a relação entre o IDH- Educação e o IDH sintético para o ano de Ao longo da linha de tendência (Linha vermelha), pode-se observar que o Estado do Rio de Janeiro, encontra- se sobre linha de tendência. Este fato significa que o Rio de Janeiro possui o valor do IDH- Educação e do IDH sintético na média das Unidades da Federação analisadas. Outras cidades, como, por exemplo, Amapá, Roraima e Maranhão revelam ser mais eficientes em traduzir IDH-Educação em IDH sintético. Com efeito, para obter o valor do IDH sintético do Estado do Amapá (0,753), o IDH-Educação poderia ser menor ao efetivamente verificado (0,881), mostrando assim o forte impacto da dimensão educação no IDH sintético deste estado. No outro extremo, têm-se como exemplos Alagoas, Acre e o Distrito Federal, pois, não foram eficientes em traduzir IDH-Educação em IDH sintético. Com isso, o Estado de Alagoas com o valor do IDH sintético observado (0,649), o IDH- Educação deveria ser substantivamente maior em torno de 0,7 3 do que o efetivamente verificado (0,703). Isto significa que o Estado de Alagoas não é eficiente em traduzir o IDH-Educação em IDH sintético. Este fato é válido tanto para o Acre quanto para o Distrito Federal. O Gráfico 2 expressa a relação entre o IDH-Renda e o IDH sintético. A posição da Estado do Rio de Janeiro é diferente da verificada no gráfico anterior, já que se situa acima da linha de tendência, mostrando assim o impacto significativo desta dimensão no IDH sintético, assim como foi verificado em São Paulo e no Distrito Federal. Finalmente, o Gráfico 3 demonstra a relação entre o IDH- Longevidade e o IDH sintético para os Estados analisados. A partir da análise deste gráfico, é possível observar que ao contrário dos fatos verificados tanto na relação IDH- Educação e o IDH-Renda no IDH sintético, o Estado Rio de Janeiro, se situa abaixo da linha de tendência, já que para este valor de IDH sintético (0,807), o nosso Estado deveria apresentar um valor de IDH-Longevidade superior a cerca de 0,77 e, no entanto, o valor verificado foi de 0,740. Em suma, a partir da análise da série de gráficos 1-3, é possível constatar que o Rio de Janeiro está sendo pouco eficiente na dimensão Longevidade, encontrando- se na média em relação à dimensão educação e, finalmente acima da média em relação às Unidades da Federação analisadas no que diz respeito à dimensão renda. 11

12 3. Comparando as Regiões Metropolitanas do Brasil com a Região Metropolitana do Rio de Janeiro Nos últimos trinta anos, o Brasil vem apresentando um crescente processo de urbanização. Processo este que não ocorreu de forma uniforme em todos os municípios do país, verificando- se de forma mais expressiva em torno das capitais dos Estados. Com isso, houve o surgimento de uma unidade geográfica de análise distinta ao Estado e ao município: As Regiões Metropolitanas. Devido à enorme proximidade geográfica entre os municípios das Regiões Metropolitanas, os problemas, as potencialidades e as soluções das condições de vida de uma população, devem ser enfrenta das de forma integrada e não a partir de uma análise municipal isolada. Estes conglomerados municipais, ao longo dos últimos anos, vêem se transformando em importantes pólos de atração tanto de população quanto de atividade econômica, fazendo com que no contexto estadual passem a ocupar um lugar de destaque, ou seja, resolver os problemas das Regiões Metropolitanas implica em dar soluções a grande parte dos problemas existentes em um Estado. A Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro concentra cerca de 3/4 da população do estado, ou seja, dos 14 milhões de pessoas residentes no Estado, cerca de 11 milhões de pessoas moram na Região Metropolitana. Quando comparada às outras Regiões Metropolitanas do país, é possível constatar que a Região Metropolita na do Rio de Janeiro apresenta a maior concentração populacional de um Estado. Portanto, com essa alta concentração é possível dizer que o desempenho da Região Metropolitana irá determinar o desempenho do estado, sendo este positivo ou negativo. Em conseqüência, avaliar o desenvolvimento humano das Regiões Metropolitanas brasileiras é um complemento indispensável à análise dos Estados. A presente seção tem como objetivo elaborar um quadro da evolução do desenvolvimento humano nas Regiões Metropolitanas brasileiras e, particularmente, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Mais uma vez, a grande heterogeneidade verificada entre os estados também é válida entre as Regiões Metropolitanas do Brasil no que diz respeito tanto ao IDH quanto aos seus componentes. O presente estudo analisou 25 Regiões Metropolitanas do país. Em relação ao IDH, as taxas de crescimento, no período analisado variam entre 11,5% (Região Metropolitana de Fortaleza) e 4,5% (Região Metropolitana de São 12

13 Paulo) (Ver Tabela 9). Ao analisarmos as dimensões que compõem o IDH, mais uma vez, verificam-se também grandes diferenças. Na dimensão Educação, expressada pelo IDH- Educação, tem- se que as taxas de crescimento variam entre 5,3% (Região Metropolitana de Belém) e 15,5% (Região Metropolitana de Fortaleza) (Ver Tabela 10). Analisando os indicadores que compõem o IDH-Educação, tem- se que a taxa bruta de freqüência à escola, em 2000, apresenta porcentagens entre 79,7% (Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana do Foz do Rio Itajaí) e 89,5% (Nú cleo Metropolitano da Região Metropolitana de Florianópolis), ao passo que a taxa de alfabetização apresenta uma variação de cerca de 17 pontos percentuais, variando de 80,3% na Região Metropolitana de Maceió a 97,1% no Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana do Vale do Itajaí. Observando a dimensão Renda, expressada pelo IDH- Renda, observa-se que as taxas de crescimento oscilam entre 10,5% (Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana de Tubarão) e 2,0% (Região Metropolitana de São Paulo) (Ver Tabela 11). O IDH-Renda apresenta como indicador a renda per capita, variando este indicador, dentre as Regiões Metropolitanas analisadas, de R$ 247,83 (Região Metropolitana de Maceió) a R$ 521,30 (Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana de Florianópolis). Finalmente, analisando a última dimensão que integra o IDH sintético, tem-se a dimensão Saúde, expressada pelo IDH- Longevidade. As taxas de crescimento deste IDH Temático variam entre 2,9% (Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana do Vale do Itajaí) e 12,1% (Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana Norte/Nordeste Catarinense) (Ver Tabela 12). A esperança de vida ao nascer é o indicador que compõe o IDH- Longevidade. A Região Metropolitana de Maceió apresenta o menor valor para este indicador, isto é, a esperança de vida ao nascer nesta região é cerca de 65 anos, enquanto que o Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana do Norte/Nordeste Catarinense apresenta o maior valor para este indicador quando comparado com as Regiões Metropolitanas analisadas (aproximadamente 76 anos). A partir da descrição anterior, é possível concluir que de uma maneira geral as Regiões Metropolitanas apresentaram uma melhoria tanto no IDH sintético quanto nos IDHs temáticos. No entanto, particularmente analisando o IDH-Educação, verifica-se que as taxas de crescimento encontradas são inferiores às taxas de crescimento quando comparadas as unidades da federação, o que indica um primeiro indício de que os grandes centros urbanos não conseguiram capitalizar totalmente os esf orços realizados pelo país nesta área. 13

14 Conforme foi mencionado, assim como os Estados, as Regiões Metropolitanas também apresentaram fortes heterogeneidades. A partir da análise dos dados, é possível dizer que a Região Metropolitana do Rio de Janeiro se enquadrou parcialmente neste padrão. Com efeito, as taxas de crescimento do IDH, IDH- Educação, IDH- Renda e IDH- Longevidade foram 6,8%, 6,9%, 6% e 7,1%, respectivamente, mostrando assim um crescimento equilibrado. Além disso, um fato que merece ser mencionado consiste no fraco desempenho tanto na área educação quanto na área de saúde. Este fraco desempenho é confirmado no que diz respeito à Região Metropolitana do Rio de Janeiro quando comparada às outras Regiões Metropolitanas do país. A Região Metropolitana do Rio de Janeiro, nesta última década, apresentou crescimentos em todas as dimensões que compõem o IDH, crescimento este experimentado de forma modesta. A Tabela 9 revela a comparação entre as Regiões Metropolitanas do Brasil com a Região Metropolita na do Rio de Janeiro em relação ao IDH, para os anos de 1991 e Em 1991, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro ocupava a 9ª posição em relação ao valor do IDH verificado neste ano (0,76), ao passo que em 2000 a Região Metropolitana do Rio perdeu 2 posições passando para a 11ª posição, sendo ultrapassado pela Região Metropolitana da Baixada Santista e pela Região Metropolitana de Maringá. Para alcançar este valor de IDH em 2000, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro obteve uma taxa de crescimento de 6,8% no período sob análise. Esta taxa de crescimento pode ser considerada modesta e está localizada entre as 7 piores taxas de crescimento dentre as 25 Regiões Metropolitanas do país (Ver Tabela 9). Com efeito, a Região Metropolitana de Curitiba em 1991, apresentava um valor de IDH semelhante ao valor encontrado para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro para este mesmo ano e, durante o período sob análise apresentou taxa de crescimento aproximadamente 25% maior (8%), sendo possível com esta ta x a escalar duas posições no ranking, passando da 10ª posição em 1991 para 8ª posição em 2000, quando comparada com as outras Regiões Metropolitanas do país (Ver Tabela 9). Continuando a análise em relação às taxas de crescimento, é possível constatar que a Região Metropolitana que mais se destacou foi a de Fortaleza (11,5%) e a última posição foi ocupada por São Paulo (4,5%) (Ver Tabela 9). Ao analisarmos a situação da Região Metropolitana do Rio de Janeiro comparandoo com as outras Regiões Metropolitanas do Brasil em relação ao IDH- Educação, observa- se que a Região Metropolitana do Rio de Janeiro mais uma vez - conforme 14

15 foi verificado em relação ao IDH sintético perdeu posições, passando da 6ª colocação em 1991 com o valor de IDH- Educação de 0,85 para 9ª colocação em 2000 com o valor deste índice de 0,91 (Ver Tabela 10). Para alcançar este valor de IDH- Educação ao longo dos últimos dez anos, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro obteve uma taxa de crescimento de 6,9%. Taxa de crescimento esta lenta, já que a mesma está situada entre as quatro piores taxas de crescimento quando comparada com as vinte e quatro Regiões Metropolitanas do país, ficando a frente somente das Regiões Metropolitanas de São Paulo, da Baixada Santista e de Belém (Ver Tabela 10). Com o mesmo valor de IDH-Educação (0,91), a Região Metropolitana de Maringá escalou 8 posições, passando da 20ª posição para a 12ª posição em 2000, com a quarta melhor taxa de crescimento (11,7%) entre as Regiões Metropolitanas analisadas (Ver Tabela 10). Ao analisarmos a evolução do IDH- Renda para o período sob análise, mais uma vez a Região Metropolitana do nosso estado perdeu uma posição nos últimos dez anos. A Região Metropolitana do Rio de Janeiro passou da 7ª posição em 1991 (0,75) para a 6ª posição em 2000 (0,79). O Núcleo metropolitano da Região Metropolitana de Florianópolis apresentou em 1991, o valor de IDH-Renda semelhante ao valor verificado para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro para este mesmo ano (em torno de 0,75), porém, apresentou a quarta melhor taxa de crescimento (8,08%) dentre as regiões analisadas e, além disso, escalou 3 posições no ranking geral, passado da 4ª posição para a 1ª posição em 2000 (Ver Tabela 11). A partir da Tabela 12 (IDH- Longevidade), é possível observar que o comportamento da Região Metropolitana do nosso estado apresentou um comportamento semelhante ao verificado nas outras duas dimensões que compõe o índice sintético. Nesta Dimensão, a situação da Região Metropolitana do Rio de Janeiro é extremamente preocupante, já que a mesma em 2000 encontra -se entre as cinco piores regiões do país. Em 1991, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro ocupava a 18ª posição com um valor de IDH- Longevidade de 0,69, ao passo que em 2000, passou a ocupar a 20ª posição (IDH-Longevidade de 0,74). A Região Metropolitana durante o período foi ultrapassada pelas Regiões Metropolitanas de Goiânia e Fortaleza, ficando a frente somente das regiões de Salvador, Grande Vitória, Grande São Luiz, Natal e Maceió. Quando se analisam as convergências temporais tem-se que, das 10 Regiões Metropolitanas do Brasil que estão à frente em relação ao IDH do nosso estado, em 5 (Curitiba, Maringá, Florianópolis, Norte/Nordeste Catarinense e Tubarão) destas, 15

16 o Rio de Janeiro nunca irá alcança-las, ao passo que demorará 120 anos para alcançar a Região Metropolitana de Porto Alegre, 59 anos para atingir a Região Metropolitana do Vale do Itajaí, 30 anos para alcançar a Região Metropolitana de Campinas, 7 anos para alcançar a Região Metropolitana de São Paulo e 1 ano para alcançar a Região Metropolitana da Baixada Santista (Ver Tabela 13). A única Região Metropolitana que nunca irá alcançar o desenvolvimento humano da Região Metropolitana do Rio de Janeiro é Região Metropolitana de Belém. Com exceção de Belém, nos próximos quarenta anos, todas as Regiões Metropolitanas que em 2000, se encontram em posições inferiores ao Rio de Janeiro, conseguirão atingir o desenvolvimento humano do nosso estado (Ver Tabela 13). Das 9 Regiões Metropolitanas que se encontram em posições superiores a Região Metropolitana do Rio de Janeiro em relação ao IDH- Educação em 2000, esta nunca irá alcançar a 6 delas, são elas: Salvador, Porto Alegre, Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana do Vale do Itajaí, Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana de Tubarão, Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana Norte/Nordeste Catarinense, Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana de Florianópolis (Ver Tabela 14). Com exceção das Regiões Metropolitanas da Grande São Luiz que irá alcançar o IDH-Educação da Região Metropolitana do Rio de Janeiro em 68 anos e a Baixada Santista que nunca irá alcançar o valor de IDH-Educação da Região Metropolitana do Rio de Janeiro -, nos próximos 16 anos, todas as Regiões Metropolitanas que apresentam um IDH-Educação inferior ao da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, alcançarão ao valor deste índice que a nossa região apresentou em 2000 (Ver Tabela 14). A partir da análise da Tabela 15, é possível verificar que das 5 Regiões Metropolitanas que se encontram em posições superiores no que diz respeito ao IDH-Renda, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro irá alcançar a 3 delas, nos próximos dez anos, 6 anos para alcançar as Regiões Metropolitanas de Campinas e São Paulo e 10 anos para alcançar a Região Metropolitana de Porto Alegre, ao passo que nunca irá alcançar ao Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana de Florianópolis e a Região Metropolitana de Curitiba. No outro extremo, tem-se que das 19 Regiões Metropolitanas que se encontram em posições inferiores ao da nossa Região Metropolitana, em 7 delas, com a sua velocidade, nunca irão convergir com a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (Baixada Santista, Belém, Belo Horizonte, Maceió, Núcleo Metropolitano da Região Metropolitano da Região Metropolitana do Vale do Itajaí, Recife e Salvador) (Ver Tabela 15). 16

17 Nos próximos 20 anos, apenas 4 Regiões Metropolitanas irão alcançar a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, são elas: Grande Vitória (21 anos), Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana de Carbonífera (19 anos), Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana do Foz do Rio Itajaí (10 anos) e Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana de Tubarão (13 anos) (Ver Tabela 15). Finalmente, analisam- se as convergências temporais da Região Metropolitana do Rio de Janeiro em relação às outras 24 Regiões Metropolitanas do país com base na Tabela 16, no que diz respeito ao IDH-Longevidade. Nesta dimensão, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro encontra- se em uma situação muito mais delicada quando comparada às outras dimensões que compõem o IDH. A Região Metropolitana do Rio, encontra- se na 20ª colocação, das 19 regiões que possuem o valor de IDH-Longevidade superior a do Rio de Janeiro, nos próximos 20 anos, esta região conseguirá alcançar o valor do IDH- Longevidade de apenas 2 delas (Núcleo Metropolitano da Região Metropolitana de Carbonífera e São Paulo), ao passo que não irá convergir com 10 delas (Ver Tabela 16). Por outro lado, tem- se que nos próximos dez anos, todas as Regiões Metropolitanas com valor de IDH- Longevidade inferior a do Rio de Janeiro, irão alcançá-la (Salvador 2 anos; Natal 7 anos; Grande Vitória 6 anos e Grande São Luiz 5 anos), com exceção da Região Metropolitana de Maceió que irá alcançar a nossa região nos próximos 67 anos (Ver Tabela 16). Em síntese, ao longo da última década, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro apresentou um fraco desempenho em todas as dimensões integrantes do IDH. 3.1 Determinando o impacto das dimensões de Educação, Renda e Longevidade no IDH da Região Metropolitana do Rio de Janeiro e das outras Regiões Metropolitanas do País Mais uma vez, faz-se o exercício realizado na seção anterior na série de Gráficos 1-3 com o objetivo de verificar a relevância das três dimensões no IDH si ntético para as Regiões Metropolitanas analisadas, determinando a posição da Região Metropolitana a partir de uma norma estabelecida. Analogamente ao que foi feito em relação aos 26 estados e o Distrito Federal, a norma é construída, de forma empírica, atr avés da média das vinte e cinco Regiões Metropolitanas sob análise, estabelecendo-se assim uma tendência a partir desta média. Na série de Gráficos 4-6, são expressos os resultados realizados a partir da discussão do parágrafo anterior. O Gráfico 4 revela a relação entre o IDH-Educação e o IDH 17

18 sintético para o ano de Ao longo da linha de tendência (Linha vermelha), pode-se observar que a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, encontra -se sobre a linha de tendência. Este fato significa que o Rio de Janeiro possui o valor do IDH- Educação e do IDH sintético na média das Regiões Metropolitanas analisadas. Outras Regiões Metropolitanas, como por exemplo, a Região Metropolitana de Belém e a Região Metropolitana da Grande São Luís revelam ser mais eficientes em traduzir IDH-Educação em IDH sintético. Com efeito, para obter o valor do IDH sintético da Região Metropolitana de Belém (0,797), o IDH- Educação poderia ser menor ao efetivamente verificado (0,921), mostrando assim o forte impacto da dimensão educação no IDH sintético desta região (Ver Gráfico 4). No outro extremo, tem-se como exemplo a Região Metropolitana de Maceió, pois, não foi eficiente em traduzir IDH- Educação em IDH sintético. Com isso, a Região Metropolitana de Maceió com o valor do IDH sintéti co observado (0,724), o IDH - Educação deveria ser substantivamente maior em torno de 0,83 do que o efetivamente verificado (0,809). Isto significa que a Região Metropolitana de Maceió não é eficiente em traduzir o IDH-Educação em IDH sintético. Este fato é válido tanto para a Região Metropolitana de Natal, Recife e Campinas (Ver Gráfico 4). O Gráfico 5 expressa a relação entre o IDH- Renda e o IDH sintético. A posição da Região Metropolitana do Rio de Janeiro é diferente da verificada no gráfico anterior, já que se situa acima da linha de tendência, mostrando assim o impacto significativo desta dimensão no IDH sintético, assim como foi verificado na Região Metropolitana de Maceió, Região Metropolitana da Grande Vitória, Região Metropolitana de São Paulo, entre outras. Finalmente, o Gráfico 6 demonstra a relação entre o IDH- Longevidade e o IDH sintético para as Regiões Metropolitanas analisadas. A partir da análise deste gráfico, é possível observar que ao contrário dos fatos verificados tanto na relação IDH- Educação e o IDH- Renda no IDH sintético, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, se situa abaixo da linha de tendência, já que para este valor de IDH sintético (0,816), a nossa região deveria apresentar um valor de IDH -Longevidade superior a cerca de 0,77 e, no entanto, o valor verificado foi de 0,742. Em suma, a partir da análise da série de gráficos 4-6, é possível constatar que a Região Metropolitana do Rio de Janeiro está sendo pouco eficiente na dimensão Longevidade, encontrando- se na média em relação à dimensão educação e, finalmente acima da média em relação às Regiões Metropolitanas analisadas no que diz respeito à dimensão renda. 18

19 4. Identificando o dinamismo das regiões dentro do Estado do Rio de Janeiro O objetivo da presente seção é determinar a s áreas geográficas mais ou menos dinâmicas dentro do nosso estado, possibilitando assim identificar a(s) fonte(s) do desempenho insatisfatório do Estado. Para alcançar este objetivo, os 91 municípios que integram o Estado do Rio de Janeiro foram divididos em 11 (onze) áreas (Ver Box 2) 4. A série de Tabelas apresenta informações das onze áreas do Estado do Rio de Janeiro no que diz respeito aos valores do IDH sintético e IDHs Temáticos, taxas de crescimento e convergência temporal em relação ao Núcleo (Município do Rio de Janeiro). A partir da análise da Tabela 17, pode-se observar que o Núcleo, em 2000, é a única área com valor de IDH sintético considerado elevado (0,842). Deve -se notar também que as demais áreas possuem IDH superior a 0,700. Observando a coluna 3 desta Tabela, tem-se que a Região Norte Fluminense possui o valor de IDH 13% (0,734) inferior ao IDH verificado no Núcleo (0,842), seguido pela Região Noroeste Fluminense (0,737) (12,5% inferior ao verificado do Núcleo). Com base nestes dados, pode-se concluir que o menor desenvolvimento humano do nosso Estado está localizado nas Regiões Norte e Noroeste Fluminense. Por outro lado, o grupo de municípios com mais de habitantes que estão localizados fora da Região Metropolitana do Rio de Janeiro são os que mais se aproximam do valor do IDH verificado no Núcleo em 2000 (0,794 e 0,842, respectivamente) (Ver Tabela 17). No que diz respeito às taxas de crescimento do IDH sintético, verifica-se que, entre 1991 e 2000, quatro regiões (Baixadas Litorâneas, Região Serrana, Noroeste Fluminense e Norte Fluminense) se destacaram, já que as mesmas obtiveram as maiores taxas de crescimento das áreas do Estado, em torno de 12% (Ver Tabela 17). 4 Existem casos em que alguns municípios encontram -se em mais de uma das áreas propostas pelo presente capítulo. A área denominada de Municípios fora da Região Metropolitana inclui apenas 10 municípios, já que os mesmos apresentam população superior a 100 mil habitantes. Finalmente, a Região Metropolitana inclui duas sub áreas: Núcleo e Periferia. O núcleo corresponde ao município d o Rio de Janeiro, ao passo que a periferia considera os 18 municípios restantes. 19

20 Box 2: Divisão geográfica do Estado do Rio de Janeiro O presente capítulo segmentou o Estado do Rio de Janeiro em 11 áreas, são elas: Municípios fora da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Núcleo da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Periferia da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Região das Baixadas Litorâneas, Região Centro Sul- Fluminense, Região Serrana, Região do Médio Paraíba, Região Noroeste Fluminense, Região Norte Fluminense e Região da Baía da Ilha Grande. Este Box tem como objetivo identificar os municípios que integram cada uma dessas onze áreas em que foi dividido o Estado, são elas: Municípios localizados fora da Região Metropolitana do Rio de Janeiro: Angra dos Reis, Barra Mansa, Cabo Frio, Campos do Goytacazes, Macaé, Nova F riburgo, Petrópolis, Resende, Teresópolis e Volta Redonda. Região Metropolitana do Rio de Janeiro: Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Mangaratiba, Maricá, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica e Tanguá. Núcleo da Região Metropolitana do Rio de Janeiro: Município do Rio de Janeiro Periferia da Região Metropolitana do Rio de Janeiro: Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Mangaratiba, Maricá, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica e Tanguá. Região das Baixadas Litorâneas: Araruama, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Cachoeiras de Macau, Casimiro de Abreu, Iguaba Grande, Rio Bonito, Rio das Ostras, São Pedro da Aldeia, Saquarema e Silva Jardim. Região Centro- Sul Fluminense: Areal, Comendador Levy Gasparian, Engenheiro Paulo de Frontin, Mendes, Miguel Pereira, Paraíba do Sul, Paty do Aferes, Sapucaia, Três Rios e Vassouras. Região Serrana: Bom Jardim, Cantagalo, Carmo, Cordeiro, Duas Barras, Macuco, Nova Friburgo, Petrópolis, Santa Maria Madalena, São José do Vale do Rio Preto, São Sebastião do Alto, Sumidouro, Teresópolis e Trajano de Morais. Região do Médio Paraíba: Barra do Piraí, Barra Mansa, Itatiaia, Pinheiral, Piraí, Porto Real, Quatis, Resende, Rio Claro, Rio das Flores, Valença e Volta Redonda. Região do Noroeste Fluminense: Aperibe, Bom Jesus de Itabapoana, Cambuci, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Miracema, Natividade, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua, São José de Ubá e Varre- Sai. Região do Norte Fluminense: Campos dos Goytacazes, Carapebus, Cardoso Moreira, Conceição de Macabu, Macaé, Quissamã, São Fidélis, São Francisco de Itabapoana e São João da Barra. Região da Baía da Ilha Grande: Angra dos Reis e Parati 20

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