CENSO DO COOPERATIVISMO GOIANO. SESCOOP/GO reuniu secretárias de cooperativas em 1º Encontro

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1 SESCOOP/GO reuniu secretárias de em 1º Encontro CAPACITAÇÃO Ano Internacional das Cooperativas Jornal do Sistema ANO VI Nº 40 JULHO/AGOSTO 2012 CENSO DO COOPERATIVISMO GOIANO Mais completo banco de dados das de Goiás chega à sétima edição 4a6

2 GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Goiás Av. H com Rua 14 nº 550 Jardim Goiás Goiânia/GO CEP Fone: (62) Fax: (62) CNPJ: / CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente: Haroldo Max de Sousa (Coapro) Vicepresidente: Vanderval José Ribeiro (Sicoob do Vale) Secretário: Aguilar Ferreira Mota (Comigo) Conselheiro: Pedro Jaime de Araújo Caldas (Sicredi Planalto Central GO) Conselheiro: Joaquim Guilherme Barbosa de Souza (Complem) Conselheiro: Jocimar Fachini (Coperpamplona) Conselheiro: Fernando Antonio Esmeraldo Justo (Unicred Centro Brasileira) Conselheiro: Neirimar Norberto de Sousa (Uniodonto Goiânia) Conselheiro: Márcio Rodrigues de Paula (Transcope) CONSELHO fiscal CONSELHEIROS EfETIvOS: Conselheiro: Welber D Assis Macedo e Silva (Copal) Conselheiro: João Gonçalves Vilela (Cagel) Conselheiro: Lister Borges Cruvinel (Sicoob CentroSul) CONSELHEIROS SupLENTES: Conselheiro: José Lourenço de Castro Filho (Coapil) Conselheiro: Nilton Carlos da Silva (Coopersil) Conselheiro: Elton José de Oliveira (Coopercampi) Superintendente: Valéria Mendes da Silva Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Goiás Av. H com Rua 14 nº 550, Jardim Goiás Goiânia/GO CEP Fone: (62) Fax: (62) CNPJ: / CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente: Haroldo Max de Sousa CONSELHEIROS EfETIvOS: Conselheiro: Antonio Chavaglia (Comigo) Conselheiro: Sizenando da Silva Campos Jr. (Unimed Goiânia) Conselheiro: Astrogildo Gonçalves Peixoto (Sicoob Goiás Coapil) Conselheiro: Gesmar João Amorim (Coapil) CONSELHEIROS SupLENTES: Conselheiro: Julio Sânzio Vilela (Comiva) Conselheiro: João Batista da Paixão Jr. (Cooperbelgo) Conselheiro: Renato Nobile (Sescoop Nacional) Conselheiro: Antonio Moraes Resende (Centroleite) CONSELHO fiscal CONSELHEIROS EfETIvOS: Conselheiro: Enio Freitas de Sene (Sicredi Vale GO) Conselheiro: José Mário Pereira Lima (Comai) Conselheiro: Carlos Henrique Arruda Duarte (Coacal) CONSELHEIROS SupLENTES: Conselheiro: Leopoldo José de Araújo (Sicoob Credicapa) Conselheiro: Cinézio Rezende (Codrhil) Conselheiro: Esmeraldo Alves Barbosa (Cotrac) Superintendente: Valéria Mendes da Silva REDAÇÃO E EDIÇÃO: Edson Wander (Mtb /SP) Aline Santos (Mtb 2.573/G0) DESIGN GRÁFICO: Fábio Salazar (Mtb 722/GO) COLABORAÇÃO: Isaura Miranda FOTOGRAFIAS: Arquivo Sistema OCB/SESCOOPGO e divulgação IMPRESSÃO: Gráfica Cerrado / Tiragem: 4 mil exemplares DISTRIBUIÇÃO: Publicação dirigida às e entidades ligadas direta ou indiretamente ao cooperativismo no estado de Goiás. Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não correspondendo necessariamente à opinião do 2012 Ano Internacional das Cooperativas Sistema OCB/SESCOOPGO. Permitida a reprodução total ou parcial dos textos, desde que citada a fonte. Este jornal está disponível em versão eletrônica no site do Sistema OCB/SESCOOPGO: Editorial Números que dizem muito HAROLDO MAx DE SOuSA / Presidente do Sistema OCB/SESCOOPGO Chegamos neste ano, o Ano Internacional das Cooperativas, à sétima edição do Censo do Cooperativismo Goiano. É uma feliz coincidência. Assim como a ONU enxergou a oportunidade de ventilar aos quatro cantos do mundo a importância econômica, social e cultural do cooperativismo, o Sistema OCB/SESCOOPGO não arreda pé de suas convicções no setor para o desenvolvimento de Goiás e do Brasil. E nada melhor do que uma compilação de indicadores econômicos, sociais e culturais para demonstrar isso. É o que o censo que publicamos faz, já há sete anos, e aprofunda a cada edição. E o que dizem os números desta nova edição, assunto principal das próximas páginas 4, 5 e 6. Em muito comprova a capilaridade inata que o cooperativismo tem de levar e fixar desenvolvimento a qualquer lugar que se instale. Um dos indicadores mais claros dessa capacidade está no IDH dos municípios. Como o Censo do Cooperativismo Goiano volta a registrar, vivese mais e melhor em cidades onde há pelo menos uma cooperativa em atividade. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é o indicador adotado pelo PNUD, (órgão da ONU) para medir o desenvolvimento social dos países. Pelo que mostra o censo, estamos avançando nesse quesito. O IDH de cidades com nenhuma cooperativa instalada é de 0,728, enquanto que onde há ao menos uma cooperativa este índice vai a 0,747. O IDH médio brasileiro é 0,718. Mas este é o reflexo mais desejado de um contexto produtivo que já abarca mais de 157 mil cooperados no estado. As instaladas em solo goiano geraram no ano passado nada menos do que R$ 5,2 bilhões em faturamento. E a OCBGO tem ajudado a agigantar esse movimento fomentando e orientando uma média de 25 por ano nos últimos cinco anos. E faz isso de braços dados com o SESCOOP/GO, que tem se saído muito bem em seu trabalho de qualificar os recursos humanos de nossas, em todos os níveis. Está lá estampado no censo um dado que ilustra bem isso: nos últimos quatro anos, o número de empregados com curso superior cresceu 90,8%, saindo de para 2.498, um crescimento e tanto que mostra a relevância que damos ao aprimoramento profissional e pessoal de nossa gente. Enfim, façam bom uso do censo, consultem e o tenha sempre à mão como um raiox que ele é da força e importância do cooperativismo em Goiás. Boa leitura e saudações cooperativistas As instaladas em solo goiano geraram no ano passado nada menos do que R$ 5,2 bilhões em faturamento. E a OCBGO tem ajudado a agigantar esse movimento fomentando e orientando uma média de 25 por ano nos últimos cinco anos.

3 GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO 2012 PESQUISA Micro e pequeno empresário cooperado toma empréstimo mais como pessoa física Técnicos do setor alertam para riscos como colocar patrimônio pessoal como garantia do empréstimo para a empresa ma pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a OCB Nacional e o Banco Central, mostra que 25% de micro e pequenos empresários associados a de crédito no Brasil contratam financiamentos como pessoa física para aplicar em seus negócios. Foram pesquisados por formulário 235 de um universo total de 495 sociedades de livre admissão, crédito mútuo e crédito mútuo de micro e pequenos empreendedores. Essas atendem em média a cooperados. São, em sua maioria, microempreendedores e empreendedores individuais que buscam juros menores, menos burocracia e muitas vezes têm dificuldade de separar a contabilidade pessoal dos negócios da empresa. Pelo financiamento, as de crédito cobram juros mensais que variam de 1% a 6%. Os valores médios contratados giram em torno de R$ 22,8 mil para aplicação no curto prazo. De acordo com o levantamento, a região CentroOeste é a segunda colocada no país em quantidade de de crédito que atendem a PAPEL TROCADO : Correndo riscos, empresários cooperados têm mudado de figura jurídica na hora de tomar crédito U micro e pequenas empresas, com média de 6,9 associados por cooperativa, ficando atrás apenas da região Sul (14,1 sócios/cooperativa). Segundo técnicos do setor, é necessário reforçar a educação financeira para evitar que os empresários corram riscos ao contrair empréstimos como pessoa física para usálos como pessoa jurídica. Um dos riscos é, por exemplo, colocar o patrimônio pessoal como garantia do empréstimo para a empresa. Seis em cada dez empresas que fecham as portas perdem recursos e parte dos empreendedores não consegue recuperar o investimento. 3

4 Cooperativas fatura Goiás no ano passa Publicação traz dados estatísticos e ranking das 50 maiores do estado por diferentes critérios egistrando alta pelo quarto ano consecutivo, as de Goiás contabilizaram faturamento de R$ 5,2 bilhões no ano passado, mostra novo Censo do Cooperativismo Goiano. O valor apresenta alta de 32,5% em relação ao registrado em Em sua sétima edição, o censo é elaborado pelo Sistema OCB/SESCOOPGO a partir do Programa de Visitas, em que técnicos da entidade percorrem mais de 11 mil quilômetros visitando as em todas as regiões do estado. O resultado pode ser conferido nas 212 páginas ilustradas da publicação, que traz um mapeamento completo dos indicadores econômicos e sociais das de Goiás, rankings das 50 maiores por diferentes critérios e das 10 maiores por ramo, além de dados estatísticos do cooperativismo brasileiro. O censo é distribuído gratuitamente para as registradas na OCBGO e vai também para entidades parceiras (públicas e privadas). Em dezembro passado, o cooperativismo em Goiás reunia 157 mil associados a 221 registradas na OCBGO, em 11 dos 13 ramos em que o setor está organizado. Seguindo uma configuração observada no cooperativismo brasileiro, os maiores ramos do cooperativismo goiano seguem sendo o agropecuário (com 73 ), crédito (39), transporte (33), saúde (29) e trabalho (19). No ano passado, a OCBGO registrou 24 novas, próximo da média dos últimos cinco anos, de 25 registradas. R O presidente do Sistema OCB/SESCOOPGO, Haroldo Max de Sousa, aproveitou a solenidade de posse do Conselho Estadual de Cooperativismo de Goiás (CecoopGO), em 26 de setembro, para enfatizar a evolução que o setor vem registrando no estado nos últimos anos. Com base nos números do novo Censo do Cooperativismo Goiano, Max de Sousa chamou atenção também para as exportações e o crescimento do número de registradas na OCBGO. Mantemos uma boa média anual de constituição de em Goiás, um ritmo interessante mesmo nos momentos de crise econômica. Nas vendas externas, repetimos um desempenho já observado nas exportações gerais de Goiás em 2011 e registramos um saldo de US$ 42,5 milhões no comércio internacional, valor 174% maior do que o de 2010, e mantendose acima da média nacional no setor, reforçou o presidente comentando ainda os benefícios sociais que o setor gera. Max de Sousa citou dados do IDH dos municípios que possuem e não possuem instaladas em seus territórios e a evolução do nível educacional dos empregados nas no estado, além de investimentos que as fazem em ações sociais que beneficiam as comunidades em seu entorno. São dados inequívocos que mostram a capilaridade social que o cooperativismo promove juntamente com seus resultados econômicos, concluiu o presidente. EVOLUÇÃO DE COOPERATIVAS REGISTRADAS E REGISTROS CONCEDIDOS NA OCBGO Registros concedidos Cooperativas registradas O quadro ao lado demonstra a evolução de registros concedidos a novas bem como o total de registradas no período. A oscilação se dá pela aplicação do Estatuto Social da OCBGO no processo de cancelamento de que não cumprem obrigações legais, como o envio dos atos administrativos à organização.

5 * em bilhões de reais GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO /5 aram R$ 5,2 bilhões em ado, mostra novo censo IDH MUNICIPAL MÉDIO DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOIÁS QUE POSSUEM E QUE NÃO POSSUEM COOPERATIVAS 0,728 Municípios que não possuem 0,747 Municípios que possuem IDH é maior onde tem cooperativa O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é maior em cidades que possuem pelo menos uma cooperativa em funcionamento. É o que mostra levantamento realizado pelo Censo do Cooperativismo Goiano. O IDH é o indicador adotado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para medir indicadores de desenvolvimento social levandose em consideração o grau de escolaridade, longevidade (expectativa de vida) e renda como variáveis principais. Segundo dados reunidos no censo, o IDH de cidades com nenhuma cooperativa instalada é de 0,728, enquanto que onde há ao menos uma cooperativa este índice vai a 0,747. O IDH médio brasileiro é 0,718. Dos 246 municípios goianos, 73 contam com pelo menos uma cooperativa em atividade. Segundo Everton Delazeri, gerente Técnico e de Processos da OCBGO, a diferença pode ser explicada pela fixação dos resultados gerados pelos empreendimentos cooperativos nas regiões. Tratase de um círculo virtuoso. O capital gerado pelas fica no município ou região, o que faz girar a economia local com melhor distribuição da renda, comentou Delazeri. EVOLUÇÃO DO FATURAMENTO DAS COOPERATIVAS DO ESTADO DE GOIÁS 2008/2011 5,24 3,53 3,86 3,

6 GOIAS COOPERATIVO Melhora nível de escolaridade de empregados nas l JULHO/AGOSTO NÚMEROS DE EMPREGADOS DAS COOPERATIVAS GOIANAS POR ESCOLARIDADE, NO PERÍODO DE 2008 A 2011 Nível Superior Nível Fundamental Nível Médio Vem melhorando o nível de escolaridade dos empregados nas goianas. Nos últimos quatro anos, o número de empregados com curso superior cresceu 90,8%, saindo de para 2.498, foi a maior variação de crescimento de escolaridade de empregados de medido pelo Censo do Cooperativismo Goiano. No nível médio de ensino, o crescimento foi de 40,5%, partindo de empregados cursando o segundo grau em 2008 para em No nível fundamental, no mesmo período, houve um aumento de 51,1% no quadro funcional das estudando, passando de para empregados. A superintendente do Sistema OCB/SESCOOPGO, Valéria Mendes da Silva, credita os bons números, entre outros fatores, à ação do SESCOOPGO junto às, incentivando e organizando com elas cursos e eventos de qualificação. Na medida em que o empregado se integra a atividades de formação no seu ambiente de trabalho, ele se sente motivado a buscar mais o ensino formal e ampliar seu grau de instrução" comentou Valéria Mendes, lembrando ainda que o Sistema Cooperativista Goiano mantem cursos de pósgraduação em Gestão de Cooperativas em parceria com a PUCGO. NÚMEROS DO COOPERATIVISMO POR RAMO Nº DE COOPERATIVAS (TOTAL) Nº DE ASSOCIADOS (TOTAL) Nº DE EMPREGADOS (TOTAL) Agropecuário Consumo Crédito Educacional Especial Habitacional Infraestrutura Mineral Produção Saúde Trabalho Transporte Turismo e Lazer TOTAIS Fonte: OCBGO 2011 RAMOS

7 GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO AÇÃO AMBIENTAL Sicoob Palmeiras engaja cooperados em campanha por sustentabilidade Projeto recolhe lixo eletrônico e distribui mudas de árvores e a cooperativa já estuda expansão regional da campanha M oradores de Palmeiras de Goiás, Turvânia e Palminópolis poderão contribuir mais e melhor com a natureza, deixando pilhas e baterias de celulares descartados nos postos de atendimento da Cooperativa de Crédito Rural de Palmeiras (Sicoob Palmeiras) dessas cidades. A ação foi iniciada no final de agosto e integra a campanha Sicoob Palmeiras Plantando um Futuro Melhor". O projeto foi idealizado durante pesquisa para a dissertação de conclusão do curso de uma funcionária da cooperativa, Kárita Kelly Pereira de Jesus. "A partir do levantamento, identifiquei que a cooperativa já trabalha a sustentabilidade por meio de seus princípios de gestão democrática, da participação dos associados nos lucros e pelo oferecimento de tarifas reduzidas. Faltava então trabalhar a questão da sustentabilidade ambiental, foi aí que surgiu essa ideia", explicou Kárita. Segundo ela a campanha será bem ampla e tem o objetivo de engajar os cooperados e a comunidade local às ações em prol do meio ambiente. Assim, além de disponibilizar postos para recolhimento de lixo reciclável, a cooperativa já distribuiu100 mudas de baru (espécie de árvore bem adaptada ao clima da região), durante sua Assembleia Geral Ordinária, e vai oferecer mais mil mudas de árvore aos cooperados em novembro. Kárita conta ainda que a Sicoob Palmeiras está estudando a expansão do projeto. "Estamos buscando parcerias para ampliar esse projeto e leválo ao maior número de municípios possível, atendendo não somente aos cooperados, mas à comunidade também", afirmou Kárita ao explicar que a campanha foi precedida de estudos sobre o impacto do lixo eletrônico ao meio ambiente, quando despejados em locais inadequados. "Para conscientizarmos a população nesse sentido, criamos um material de divulgação que inclui cartazes, folders e mensagens nos extratos bancários emitidos pela cooperativa", esclareceu. LEITURA COOPERATIVA Os livros aqui apresentados podem ser consultados na biblioteca do Sistema OCB/SESCOOOPGO. Com um acervo especializado em cooperativismo, a biblioteca conta com cerca de quatro mil obras cadastradas. O espaço tem catálogo online, que pode ser acessado pelo site Para agendar visita ou obter mais informações, envie e mail para ou ligue (62) NOS RUMOS DA COOPERATIVA E DO COOPERATIVISMO. Antônio Menezes (Brasília, Editora Stilo, 2005) Com uma leitura bastante agradável, o autor traz informações úteis e bastante articuladas sobre as sociedades e o cooperativismo. Relata fatos históricos do crescimento do cooperativismo, reconhecendo figuras brasileiras importantes. Traz ainda informações essenciais dos ramos do cooperativismo, do processo de constituição de, administração, transparência e também elucida o funcionamento e funções do sistema cooperativista. CONTABILIDADE DAS SOCIEDADES COOPERATIVAS: ASPECTOS GERAIS E PRESTAÇÃO DE CONTAS. Ariovaldo dos Santos, Fernando Henrique Câmara Gouveia e Patrícia dos Santos Vieira (São Paulo, Editora Atlas, 2008). Pesquisadores em ciências contábeis, os autores enfocam os aspectos tributários, previdenciários e fiscais das sociedades, dando ênfase nos ramos agropecuário e trabalho. Eles propõem nova forma de tratamento contábil ao Rates (índice contábil) e ainda abordam sobre governança corporativa em sociedades. Considerada como obra de bastante relevância para profissionais contábeis de, ela traz uma revisão da Teoria da Contabilidade e discute aspectos contábeis das transações e demonstrações de prestação de contas.

8 RO COOPER I G GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO 2012 IVO AT SESCOOP/GO realizou seu 1º Encontro de Secretárias de Cooperativas de Goiás Animação e informação de qualidade foram as bases do 1º Encontro de Secretárias de Cooperativas de Goiás. Promovido pelo SESCOOP/GO, o evento reuniu 60 secretárias de diversas na sede da Casa do Cooperativismo Goiano para comemorar o Dia da Secretária, que é celebrado em 30 de setembro. As profissionais conheceram ferramentas que vão auxiliálas no aprendizado de conceitos e conhecimentos, por meio das palestras "Mulheres, Secretárias, Flexibilidade e Sucesso", com a instrutora Adriana Ferreira, e "O Poder das Secretárias pela Emoção", com José da Paz Cury. O encontro foi promovido com o objetivo de aperfeiçoar as funções das secretárias e enfatizar a importância do trabalho das atendentes no desenvolvimento das. Medida Provisória reduz Imposto de Renda do transportador de carga A presidente Dilma Rousseff editou, no dia 21 de setembro, uma Medida Provisória (MP 582/2012) que reduz a base de cálculo do Imposto de Renda dos transportadores autônomos para 10% da receita bruta do transporte de cargas, a partir de janeiro de Atualmente, o imposto é calculado sobre um percentual de 40%. A matéria é também objeto de diversos projetos de lei que tramitam no Congresso, e tem sido prioridade para o Sistema OCB. De acordo com o superintendente da OCB, Renato Nobile, a carga tributária menor impacta diretamente no custo do frete e, consequentemente, no preço da produção e do consumo. Para garantir a manutenção da proposta enviada pelo Executivo, o Sistema OCB já está mobilizado e atuará em todas as fases de tramitação da MP. Com a aprovação da matéria, os projetos de lei que dispõem sobre o mesmo tema deverão ser arquivados. A MP 582/12 será apreciada por uma Comissão Mista, composta de deputados e senadores, para que, posteriormente, possa ser deliberada pelos plenários da Câmara e do Senado em até 120 dias. Cooperativas do Sicoob batem recorde em captação de poupança As de crédito filiadas à Cooperativa Central de Crédito de Goiás (Sicoob Goiás Central) captaram mais de R$ 50 milhões em poupança na primeira quinzena de setembro, atingindo um crescimento de mais de 35%, em comparação a agosto de Deste montante, R$ 14,6 milhões foram captados pela Cooperativa de Crédito do Vale do Paranaíba (Sicoob Agrorural) que liderou o ranking da central, seguida pela Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Sudoeste Goiano (Sicoob CrediRural com R$ 6,2 milhões captados) e pela Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Paraíso do Tocantins (Sicoob Credipar, com R$ 5,1 milhões). 8

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