CENSO DO COOPERATIVISMO GOIANO. SESCOOP/GO reuniu secretárias de cooperativas em 1º Encontro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENSO DO COOPERATIVISMO GOIANO. SESCOOP/GO reuniu secretárias de cooperativas em 1º Encontro"

Transcrição

1 SESCOOP/GO reuniu secretárias de em 1º Encontro CAPACITAÇÃO Ano Internacional das Cooperativas Jornal do Sistema ANO VI Nº 40 JULHO/AGOSTO 2012 CENSO DO COOPERATIVISMO GOIANO Mais completo banco de dados das de Goiás chega à sétima edição 4a6

2 GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Goiás Av. H com Rua 14 nº 550 Jardim Goiás Goiânia/GO CEP Fone: (62) Fax: (62) CNPJ: / CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente: Haroldo Max de Sousa (Coapro) Vicepresidente: Vanderval José Ribeiro (Sicoob do Vale) Secretário: Aguilar Ferreira Mota (Comigo) Conselheiro: Pedro Jaime de Araújo Caldas (Sicredi Planalto Central GO) Conselheiro: Joaquim Guilherme Barbosa de Souza (Complem) Conselheiro: Jocimar Fachini (Coperpamplona) Conselheiro: Fernando Antonio Esmeraldo Justo (Unicred Centro Brasileira) Conselheiro: Neirimar Norberto de Sousa (Uniodonto Goiânia) Conselheiro: Márcio Rodrigues de Paula (Transcope) CONSELHO fiscal CONSELHEIROS EfETIvOS: Conselheiro: Welber D Assis Macedo e Silva (Copal) Conselheiro: João Gonçalves Vilela (Cagel) Conselheiro: Lister Borges Cruvinel (Sicoob CentroSul) CONSELHEIROS SupLENTES: Conselheiro: José Lourenço de Castro Filho (Coapil) Conselheiro: Nilton Carlos da Silva (Coopersil) Conselheiro: Elton José de Oliveira (Coopercampi) Superintendente: Valéria Mendes da Silva Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Goiás Av. H com Rua 14 nº 550, Jardim Goiás Goiânia/GO CEP Fone: (62) Fax: (62) CNPJ: / CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente: Haroldo Max de Sousa CONSELHEIROS EfETIvOS: Conselheiro: Antonio Chavaglia (Comigo) Conselheiro: Sizenando da Silva Campos Jr. (Unimed Goiânia) Conselheiro: Astrogildo Gonçalves Peixoto (Sicoob Goiás Coapil) Conselheiro: Gesmar João Amorim (Coapil) CONSELHEIROS SupLENTES: Conselheiro: Julio Sânzio Vilela (Comiva) Conselheiro: João Batista da Paixão Jr. (Cooperbelgo) Conselheiro: Renato Nobile (Sescoop Nacional) Conselheiro: Antonio Moraes Resende (Centroleite) CONSELHO fiscal CONSELHEIROS EfETIvOS: Conselheiro: Enio Freitas de Sene (Sicredi Vale GO) Conselheiro: José Mário Pereira Lima (Comai) Conselheiro: Carlos Henrique Arruda Duarte (Coacal) CONSELHEIROS SupLENTES: Conselheiro: Leopoldo José de Araújo (Sicoob Credicapa) Conselheiro: Cinézio Rezende (Codrhil) Conselheiro: Esmeraldo Alves Barbosa (Cotrac) Superintendente: Valéria Mendes da Silva REDAÇÃO E EDIÇÃO: Edson Wander (Mtb /SP) Aline Santos (Mtb 2.573/G0) DESIGN GRÁFICO: Fábio Salazar (Mtb 722/GO) COLABORAÇÃO: Isaura Miranda FOTOGRAFIAS: Arquivo Sistema OCB/SESCOOPGO e divulgação IMPRESSÃO: Gráfica Cerrado / Tiragem: 4 mil exemplares DISTRIBUIÇÃO: Publicação dirigida às e entidades ligadas direta ou indiretamente ao cooperativismo no estado de Goiás. Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não correspondendo necessariamente à opinião do 2012 Ano Internacional das Cooperativas Sistema OCB/SESCOOPGO. Permitida a reprodução total ou parcial dos textos, desde que citada a fonte. Este jornal está disponível em versão eletrônica no site do Sistema OCB/SESCOOPGO: Editorial Números que dizem muito HAROLDO MAx DE SOuSA / Presidente do Sistema OCB/SESCOOPGO Chegamos neste ano, o Ano Internacional das Cooperativas, à sétima edição do Censo do Cooperativismo Goiano. É uma feliz coincidência. Assim como a ONU enxergou a oportunidade de ventilar aos quatro cantos do mundo a importância econômica, social e cultural do cooperativismo, o Sistema OCB/SESCOOPGO não arreda pé de suas convicções no setor para o desenvolvimento de Goiás e do Brasil. E nada melhor do que uma compilação de indicadores econômicos, sociais e culturais para demonstrar isso. É o que o censo que publicamos faz, já há sete anos, e aprofunda a cada edição. E o que dizem os números desta nova edição, assunto principal das próximas páginas 4, 5 e 6. Em muito comprova a capilaridade inata que o cooperativismo tem de levar e fixar desenvolvimento a qualquer lugar que se instale. Um dos indicadores mais claros dessa capacidade está no IDH dos municípios. Como o Censo do Cooperativismo Goiano volta a registrar, vivese mais e melhor em cidades onde há pelo menos uma cooperativa em atividade. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é o indicador adotado pelo PNUD, (órgão da ONU) para medir o desenvolvimento social dos países. Pelo que mostra o censo, estamos avançando nesse quesito. O IDH de cidades com nenhuma cooperativa instalada é de 0,728, enquanto que onde há ao menos uma cooperativa este índice vai a 0,747. O IDH médio brasileiro é 0,718. Mas este é o reflexo mais desejado de um contexto produtivo que já abarca mais de 157 mil cooperados no estado. As instaladas em solo goiano geraram no ano passado nada menos do que R$ 5,2 bilhões em faturamento. E a OCBGO tem ajudado a agigantar esse movimento fomentando e orientando uma média de 25 por ano nos últimos cinco anos. E faz isso de braços dados com o SESCOOP/GO, que tem se saído muito bem em seu trabalho de qualificar os recursos humanos de nossas, em todos os níveis. Está lá estampado no censo um dado que ilustra bem isso: nos últimos quatro anos, o número de empregados com curso superior cresceu 90,8%, saindo de para 2.498, um crescimento e tanto que mostra a relevância que damos ao aprimoramento profissional e pessoal de nossa gente. Enfim, façam bom uso do censo, consultem e o tenha sempre à mão como um raiox que ele é da força e importância do cooperativismo em Goiás. Boa leitura e saudações cooperativistas As instaladas em solo goiano geraram no ano passado nada menos do que R$ 5,2 bilhões em faturamento. E a OCBGO tem ajudado a agigantar esse movimento fomentando e orientando uma média de 25 por ano nos últimos cinco anos.

3 GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO 2012 PESQUISA Micro e pequeno empresário cooperado toma empréstimo mais como pessoa física Técnicos do setor alertam para riscos como colocar patrimônio pessoal como garantia do empréstimo para a empresa ma pesquisa realizada pelo Sebrae, em parceria com a OCB Nacional e o Banco Central, mostra que 25% de micro e pequenos empresários associados a de crédito no Brasil contratam financiamentos como pessoa física para aplicar em seus negócios. Foram pesquisados por formulário 235 de um universo total de 495 sociedades de livre admissão, crédito mútuo e crédito mútuo de micro e pequenos empreendedores. Essas atendem em média a cooperados. São, em sua maioria, microempreendedores e empreendedores individuais que buscam juros menores, menos burocracia e muitas vezes têm dificuldade de separar a contabilidade pessoal dos negócios da empresa. Pelo financiamento, as de crédito cobram juros mensais que variam de 1% a 6%. Os valores médios contratados giram em torno de R$ 22,8 mil para aplicação no curto prazo. De acordo com o levantamento, a região CentroOeste é a segunda colocada no país em quantidade de de crédito que atendem a PAPEL TROCADO : Correndo riscos, empresários cooperados têm mudado de figura jurídica na hora de tomar crédito U micro e pequenas empresas, com média de 6,9 associados por cooperativa, ficando atrás apenas da região Sul (14,1 sócios/cooperativa). Segundo técnicos do setor, é necessário reforçar a educação financeira para evitar que os empresários corram riscos ao contrair empréstimos como pessoa física para usálos como pessoa jurídica. Um dos riscos é, por exemplo, colocar o patrimônio pessoal como garantia do empréstimo para a empresa. Seis em cada dez empresas que fecham as portas perdem recursos e parte dos empreendedores não consegue recuperar o investimento. 3

4 Cooperativas fatura Goiás no ano passa Publicação traz dados estatísticos e ranking das 50 maiores do estado por diferentes critérios egistrando alta pelo quarto ano consecutivo, as de Goiás contabilizaram faturamento de R$ 5,2 bilhões no ano passado, mostra novo Censo do Cooperativismo Goiano. O valor apresenta alta de 32,5% em relação ao registrado em Em sua sétima edição, o censo é elaborado pelo Sistema OCB/SESCOOPGO a partir do Programa de Visitas, em que técnicos da entidade percorrem mais de 11 mil quilômetros visitando as em todas as regiões do estado. O resultado pode ser conferido nas 212 páginas ilustradas da publicação, que traz um mapeamento completo dos indicadores econômicos e sociais das de Goiás, rankings das 50 maiores por diferentes critérios e das 10 maiores por ramo, além de dados estatísticos do cooperativismo brasileiro. O censo é distribuído gratuitamente para as registradas na OCBGO e vai também para entidades parceiras (públicas e privadas). Em dezembro passado, o cooperativismo em Goiás reunia 157 mil associados a 221 registradas na OCBGO, em 11 dos 13 ramos em que o setor está organizado. Seguindo uma configuração observada no cooperativismo brasileiro, os maiores ramos do cooperativismo goiano seguem sendo o agropecuário (com 73 ), crédito (39), transporte (33), saúde (29) e trabalho (19). No ano passado, a OCBGO registrou 24 novas, próximo da média dos últimos cinco anos, de 25 registradas. R O presidente do Sistema OCB/SESCOOPGO, Haroldo Max de Sousa, aproveitou a solenidade de posse do Conselho Estadual de Cooperativismo de Goiás (CecoopGO), em 26 de setembro, para enfatizar a evolução que o setor vem registrando no estado nos últimos anos. Com base nos números do novo Censo do Cooperativismo Goiano, Max de Sousa chamou atenção também para as exportações e o crescimento do número de registradas na OCBGO. Mantemos uma boa média anual de constituição de em Goiás, um ritmo interessante mesmo nos momentos de crise econômica. Nas vendas externas, repetimos um desempenho já observado nas exportações gerais de Goiás em 2011 e registramos um saldo de US$ 42,5 milhões no comércio internacional, valor 174% maior do que o de 2010, e mantendose acima da média nacional no setor, reforçou o presidente comentando ainda os benefícios sociais que o setor gera. Max de Sousa citou dados do IDH dos municípios que possuem e não possuem instaladas em seus territórios e a evolução do nível educacional dos empregados nas no estado, além de investimentos que as fazem em ações sociais que beneficiam as comunidades em seu entorno. São dados inequívocos que mostram a capilaridade social que o cooperativismo promove juntamente com seus resultados econômicos, concluiu o presidente. EVOLUÇÃO DE COOPERATIVAS REGISTRADAS E REGISTROS CONCEDIDOS NA OCBGO Registros concedidos Cooperativas registradas O quadro ao lado demonstra a evolução de registros concedidos a novas bem como o total de registradas no período. A oscilação se dá pela aplicação do Estatuto Social da OCBGO no processo de cancelamento de que não cumprem obrigações legais, como o envio dos atos administrativos à organização.

5 * em bilhões de reais GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO /5 aram R$ 5,2 bilhões em ado, mostra novo censo IDH MUNICIPAL MÉDIO DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOIÁS QUE POSSUEM E QUE NÃO POSSUEM COOPERATIVAS 0,728 Municípios que não possuem 0,747 Municípios que possuem IDH é maior onde tem cooperativa O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é maior em cidades que possuem pelo menos uma cooperativa em funcionamento. É o que mostra levantamento realizado pelo Censo do Cooperativismo Goiano. O IDH é o indicador adotado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para medir indicadores de desenvolvimento social levandose em consideração o grau de escolaridade, longevidade (expectativa de vida) e renda como variáveis principais. Segundo dados reunidos no censo, o IDH de cidades com nenhuma cooperativa instalada é de 0,728, enquanto que onde há ao menos uma cooperativa este índice vai a 0,747. O IDH médio brasileiro é 0,718. Dos 246 municípios goianos, 73 contam com pelo menos uma cooperativa em atividade. Segundo Everton Delazeri, gerente Técnico e de Processos da OCBGO, a diferença pode ser explicada pela fixação dos resultados gerados pelos empreendimentos cooperativos nas regiões. Tratase de um círculo virtuoso. O capital gerado pelas fica no município ou região, o que faz girar a economia local com melhor distribuição da renda, comentou Delazeri. EVOLUÇÃO DO FATURAMENTO DAS COOPERATIVAS DO ESTADO DE GOIÁS 2008/2011 5,24 3,53 3,86 3,

6 GOIAS COOPERATIVO Melhora nível de escolaridade de empregados nas l JULHO/AGOSTO NÚMEROS DE EMPREGADOS DAS COOPERATIVAS GOIANAS POR ESCOLARIDADE, NO PERÍODO DE 2008 A 2011 Nível Superior Nível Fundamental Nível Médio Vem melhorando o nível de escolaridade dos empregados nas goianas. Nos últimos quatro anos, o número de empregados com curso superior cresceu 90,8%, saindo de para 2.498, foi a maior variação de crescimento de escolaridade de empregados de medido pelo Censo do Cooperativismo Goiano. No nível médio de ensino, o crescimento foi de 40,5%, partindo de empregados cursando o segundo grau em 2008 para em No nível fundamental, no mesmo período, houve um aumento de 51,1% no quadro funcional das estudando, passando de para empregados. A superintendente do Sistema OCB/SESCOOPGO, Valéria Mendes da Silva, credita os bons números, entre outros fatores, à ação do SESCOOPGO junto às, incentivando e organizando com elas cursos e eventos de qualificação. Na medida em que o empregado se integra a atividades de formação no seu ambiente de trabalho, ele se sente motivado a buscar mais o ensino formal e ampliar seu grau de instrução" comentou Valéria Mendes, lembrando ainda que o Sistema Cooperativista Goiano mantem cursos de pósgraduação em Gestão de Cooperativas em parceria com a PUCGO. NÚMEROS DO COOPERATIVISMO POR RAMO Nº DE COOPERATIVAS (TOTAL) Nº DE ASSOCIADOS (TOTAL) Nº DE EMPREGADOS (TOTAL) Agropecuário Consumo Crédito Educacional Especial Habitacional Infraestrutura Mineral Produção Saúde Trabalho Transporte Turismo e Lazer TOTAIS Fonte: OCBGO 2011 RAMOS

7 GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO AÇÃO AMBIENTAL Sicoob Palmeiras engaja cooperados em campanha por sustentabilidade Projeto recolhe lixo eletrônico e distribui mudas de árvores e a cooperativa já estuda expansão regional da campanha M oradores de Palmeiras de Goiás, Turvânia e Palminópolis poderão contribuir mais e melhor com a natureza, deixando pilhas e baterias de celulares descartados nos postos de atendimento da Cooperativa de Crédito Rural de Palmeiras (Sicoob Palmeiras) dessas cidades. A ação foi iniciada no final de agosto e integra a campanha Sicoob Palmeiras Plantando um Futuro Melhor". O projeto foi idealizado durante pesquisa para a dissertação de conclusão do curso de uma funcionária da cooperativa, Kárita Kelly Pereira de Jesus. "A partir do levantamento, identifiquei que a cooperativa já trabalha a sustentabilidade por meio de seus princípios de gestão democrática, da participação dos associados nos lucros e pelo oferecimento de tarifas reduzidas. Faltava então trabalhar a questão da sustentabilidade ambiental, foi aí que surgiu essa ideia", explicou Kárita. Segundo ela a campanha será bem ampla e tem o objetivo de engajar os cooperados e a comunidade local às ações em prol do meio ambiente. Assim, além de disponibilizar postos para recolhimento de lixo reciclável, a cooperativa já distribuiu100 mudas de baru (espécie de árvore bem adaptada ao clima da região), durante sua Assembleia Geral Ordinária, e vai oferecer mais mil mudas de árvore aos cooperados em novembro. Kárita conta ainda que a Sicoob Palmeiras está estudando a expansão do projeto. "Estamos buscando parcerias para ampliar esse projeto e leválo ao maior número de municípios possível, atendendo não somente aos cooperados, mas à comunidade também", afirmou Kárita ao explicar que a campanha foi precedida de estudos sobre o impacto do lixo eletrônico ao meio ambiente, quando despejados em locais inadequados. "Para conscientizarmos a população nesse sentido, criamos um material de divulgação que inclui cartazes, folders e mensagens nos extratos bancários emitidos pela cooperativa", esclareceu. LEITURA COOPERATIVA Os livros aqui apresentados podem ser consultados na biblioteca do Sistema OCB/SESCOOOPGO. Com um acervo especializado em cooperativismo, a biblioteca conta com cerca de quatro mil obras cadastradas. O espaço tem catálogo online, que pode ser acessado pelo site Para agendar visita ou obter mais informações, envie e mail para ou ligue (62) NOS RUMOS DA COOPERATIVA E DO COOPERATIVISMO. Antônio Menezes (Brasília, Editora Stilo, 2005) Com uma leitura bastante agradável, o autor traz informações úteis e bastante articuladas sobre as sociedades e o cooperativismo. Relata fatos históricos do crescimento do cooperativismo, reconhecendo figuras brasileiras importantes. Traz ainda informações essenciais dos ramos do cooperativismo, do processo de constituição de, administração, transparência e também elucida o funcionamento e funções do sistema cooperativista. CONTABILIDADE DAS SOCIEDADES COOPERATIVAS: ASPECTOS GERAIS E PRESTAÇÃO DE CONTAS. Ariovaldo dos Santos, Fernando Henrique Câmara Gouveia e Patrícia dos Santos Vieira (São Paulo, Editora Atlas, 2008). Pesquisadores em ciências contábeis, os autores enfocam os aspectos tributários, previdenciários e fiscais das sociedades, dando ênfase nos ramos agropecuário e trabalho. Eles propõem nova forma de tratamento contábil ao Rates (índice contábil) e ainda abordam sobre governança corporativa em sociedades. Considerada como obra de bastante relevância para profissionais contábeis de, ela traz uma revisão da Teoria da Contabilidade e discute aspectos contábeis das transações e demonstrações de prestação de contas.

8 RO COOPER I G GOIAS COOPERATIVO l JULHO/AGOSTO 2012 IVO AT SESCOOP/GO realizou seu 1º Encontro de Secretárias de Cooperativas de Goiás Animação e informação de qualidade foram as bases do 1º Encontro de Secretárias de Cooperativas de Goiás. Promovido pelo SESCOOP/GO, o evento reuniu 60 secretárias de diversas na sede da Casa do Cooperativismo Goiano para comemorar o Dia da Secretária, que é celebrado em 30 de setembro. As profissionais conheceram ferramentas que vão auxiliálas no aprendizado de conceitos e conhecimentos, por meio das palestras "Mulheres, Secretárias, Flexibilidade e Sucesso", com a instrutora Adriana Ferreira, e "O Poder das Secretárias pela Emoção", com José da Paz Cury. O encontro foi promovido com o objetivo de aperfeiçoar as funções das secretárias e enfatizar a importância do trabalho das atendentes no desenvolvimento das. Medida Provisória reduz Imposto de Renda do transportador de carga A presidente Dilma Rousseff editou, no dia 21 de setembro, uma Medida Provisória (MP 582/2012) que reduz a base de cálculo do Imposto de Renda dos transportadores autônomos para 10% da receita bruta do transporte de cargas, a partir de janeiro de Atualmente, o imposto é calculado sobre um percentual de 40%. A matéria é também objeto de diversos projetos de lei que tramitam no Congresso, e tem sido prioridade para o Sistema OCB. De acordo com o superintendente da OCB, Renato Nobile, a carga tributária menor impacta diretamente no custo do frete e, consequentemente, no preço da produção e do consumo. Para garantir a manutenção da proposta enviada pelo Executivo, o Sistema OCB já está mobilizado e atuará em todas as fases de tramitação da MP. Com a aprovação da matéria, os projetos de lei que dispõem sobre o mesmo tema deverão ser arquivados. A MP 582/12 será apreciada por uma Comissão Mista, composta de deputados e senadores, para que, posteriormente, possa ser deliberada pelos plenários da Câmara e do Senado em até 120 dias. Cooperativas do Sicoob batem recorde em captação de poupança As de crédito filiadas à Cooperativa Central de Crédito de Goiás (Sicoob Goiás Central) captaram mais de R$ 50 milhões em poupança na primeira quinzena de setembro, atingindo um crescimento de mais de 35%, em comparação a agosto de Deste montante, R$ 14,6 milhões foram captados pela Cooperativa de Crédito do Vale do Paranaíba (Sicoob Agrorural) que liderou o ranking da central, seguida pela Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Sudoeste Goiano (Sicoob CrediRural com R$ 6,2 milhões captados) e pela Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Paraíso do Tocantins (Sicoob Credipar, com R$ 5,1 milhões). 8

Professor Fernando Rosa, de Piracanjuba, entre os vencedores 3 PRÊMIO COOPERJOVEM ANO V Nº 36 NOVEMBRO/DEZEMBRO 2011

Professor Fernando Rosa, de Piracanjuba, entre os vencedores 3 PRÊMIO COOPERJOVEM ANO V Nº 36 NOVEMBRO/DEZEMBRO 2011 PRÊMIO COOPERJOVEM Professor Fernando Rosa, de Piracanjuba, entre os vencedores 3 Jornal do Sistema OCB/SESCOOP-GO www.ocbgo.org.br ANO V Nº 36 NOVEMBRO/DEZEMBRO 2011 APROVADO PLANO DE TRABALHO DO COOPERATIVISMO

Leia mais

OCB-GO discutiu com Seagro investimentos do projeto Goiás-China 3. Jornal do Sistema OCB/SESCOOP-GO

OCB-GO discutiu com Seagro investimentos do projeto Goiás-China 3. Jornal do Sistema OCB/SESCOOP-GO ESTRATÉGIA OCB-GO discutiu com Seagro investimentos do projeto Goiás-China 3 www.ocbgo.org.br Jornal do Sistema OCB/SESCOOP-GO ANO V Nº 33 MAIO/JUNHO 2011 INA UG UR AÇÃO E P OSSE CASA NOVA, NOVA DIRETORIA

Leia mais

goiás cooperativo Dirigentes aprovam contas e plano de trabalho 2013 PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2012

goiás cooperativo Dirigentes aprovam contas e plano de trabalho 2013 PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2012 Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Goiás capacite-se SESCOOP/GO lança agenda anual de treinamento e desenvolvimento. 3 goiás Ano VII 44 Março-Abril de 2013 TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Sistema AG subsidia prestação de contas das cooperativas 7. Investimento das cooperativas foi de R$ 49 milhões 6 GESTÃO COOPERATIVISTA

Sistema AG subsidia prestação de contas das cooperativas 7. Investimento das cooperativas foi de R$ 49 milhões 6 GESTÃO COOPERATIVISTA GESTÃO COOPERATIVISTA Sistema AG subsidia prestação de contas das cooperativas 7 www.ocbgo.org.br Jornal do Sistema OCB/SESCOOP-GO ANO V Nº 32 MARÇO/ABRIL 2011 DIRIGENTES APROVAM CONTAS E ELEGEM NOVO CONSELHO

Leia mais

APROVADO PLANO DE TRABALHO DO COOPERATIVISMO GOIANO PARA 2011

APROVADO PLANO DE TRABALHO DO COOPERATIVISMO GOIANO PARA 2011 Jornal do Sistema OCB/SESCOOP-GO INTERCOOPERAÇÃO 5º Encontro Goiano de Mulheres Cooperativistas incentivou a troca de experiências ANO IV Nº 30 NOVEMBRO/DEZEMBRO/2010 www.ocbgo.org.br PÁGINAS 6 e 7 APROVADO

Leia mais

Associativismo e Cooperativismo. Diego Neves de Sousa Analista do setor de Transferência de Tecnologia

Associativismo e Cooperativismo. Diego Neves de Sousa Analista do setor de Transferência de Tecnologia Associativismo e Cooperativismo Diego Neves de Sousa Analista do setor de Transferência de Tecnologia O QUE É COOPERAR? Cooperar é trabalhar junto, é ajudar-se mutuamente, é tentar conseguir, com ajuda

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES CREDENCIAMENTO NO SEBRAE-SP:

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES CREDENCIAMENTO NO SEBRAE-SP: PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES CREDENCIAMENTO NO SEBRAE-SP: A oportunidade de se tornar um facilitador de aprendizagem e/ou consultor para o sucesso das micro e pequenas empresas APRESENTAÇÃO Esta cartilha

Leia mais

COOPERATIVISMO DE BASE TECNOLÓGICA E INTEGRADA

COOPERATIVISMO DE BASE TECNOLÓGICA E INTEGRADA SESCOOP/GO Uma década capacitando o cooperativismo de Goiás PÁGINA 3 Ano 4, nº 21, MAIO/JUNHO - 2009 Jornal do Sistema OCB/SESCOOP-GO A Casa do Cooperativismo COOPERATIVISMO DE BASE TECNOLÓGICA E INTEGRADA

Leia mais

Presidente: Haroldo Max de Sousa

Presidente: Haroldo Max de Sousa CENTROLEITE: Fone comercial: (62) 3281-4999 Email: presidente@centroleite.com.br OCB-GO: Fone comercial: (62) 3240-2610 Email: presidente@ocbgo.org.br Presidente: Haroldo Max de Sousa FAZENDA TAMBO Município:

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 Instituto Lojas Renner Instituto Lojas Renner Promover a inserção de mulheres no mercado de trabalho por meio de projetos de geração de renda é o objetivo do Instituto Lojas

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE DE 2015.

PROJETO DE LEI Nº DE DE 2015. PROJETO DE LEI Nº DE DE 2015. Cria o Fundo de Desenvolvimento Regional FDR - no Estado de Goiás. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS, nos termos do art. 10 da Constituição Estadual decreta e eu

Leia mais

Quatorze anos de história

Quatorze anos de história OPINIÃO Quatorze anos de história Sicoob Engecred completa, no final de O setembro, 14 anos de efetivo funcionamento. Uma conquista que começou a ser construída em 17 de novembro de 1997, quando 25 engenheiros

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA E INSTRUTORIA

CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA E INSTRUTORIA CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA E INSTRUTORIA PERGUNTAS FREQUENTES Este guia com perguntas e respostas foi desenvolvido para possibilitar um melhor entendimento

Leia mais

em números Relatório de Prestação de Contas Sicoob Sul

em números Relatório de Prestação de Contas Sicoob Sul em números Relatório de Prestação de Contas Sicoob Sul O desempenho e os resultados alcançados pelo Sicoob Sul em comprovam as vantagens do trabalho coletivo em cooperativa. Mesmo num ano de muitas incertezas

Leia mais

em números Relatório de Prestação de Contas Sicoob Norte

em números Relatório de Prestação de Contas Sicoob Norte em números Relatório de Prestação de Contas Sicoob Norte O desempenho e os resultados alcançados pelo Sicoob Norte em comprovam as vantagens do trabalho coletivo em cooperativa. Mesmo num ano de muitas

Leia mais

1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO

1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO 1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO Organização Estadual: OCB/SESCOOP-TO Data de realização do seminário: 23/04/2010 Local: Sede da OCB/SESCOOP-TO Palmas-TO Número de participantes:

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Cooperativismo - Forma ideal de organização

Cooperativismo - Forma ideal de organização Cooperativismo - Forma ideal de organização Cooperativismo é modelo socioeconômico capaz de unir desenvolvimento econômico e bem-estar social. Seus referenciais fundamentais são: participação democrática,

Leia mais

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor

Como participar pequenos negócios Os parceiros O consumidor Movimento incentiva a escolha pelos pequenos negócios na hora da compra A iniciativa visa conscientizar o consumidor que comprar dos pequenos é um ato de cidadania que contribui para gerar mais empregos,

Leia mais

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Pequenos Negócios no Brasil Pequenos Negócios no Brasil Clique no título para acessar o conteúdo, ou navegue pela apresentação completa Categorias de pequenos negócios no Brasil Micro e pequenas empresas

Leia mais

História e evolução do cooperativismo Brasileiro Os sete princípios A importância do cooperativismo para a economia social brasileira

História e evolução do cooperativismo Brasileiro Os sete princípios A importância do cooperativismo para a economia social brasileira História e evolução do cooperativismo Brasileiro Os sete princípios A importância do cooperativismo para a economia social brasileira Recife PE Junho de 2006 Breve história do cooperativismo 1844 1899

Leia mais

Gestão Financeira. Caixa e Fluxo de Caixa. Diálogo Empresarial. Manual do Participante

Gestão Financeira. Caixa e Fluxo de Caixa. Diálogo Empresarial. Manual do Participante Gestão Financeira Caixa e Fluxo de Caixa Diálogo Empresarial Manual do Participante Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Unidade de Capacitação Empresarial MANUAL DO PARTICIPANTE

Leia mais

RELATÓRIO DA GERÊNCIA DE MONITORAMENTO PANORAMA DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO - ANO 2011

RELATÓRIO DA GERÊNCIA DE MONITORAMENTO PANORAMA DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO - ANO 2011 RELATÓRIO DA GERÊNCIA DE MONITORAMENTO PANORAMA DO COOPERATIVISMO BRASILEIRO - ANO 2011 Março 2012 SUMÁRIO I - EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE COOPERATIVAS, COOPERADOS E EMPREGADOS, 3 II - ANÁLISE POR RAMO, 8 2.1

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MATÉRIAS TRABALHO

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MATÉRIAS TRABALHO TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MATÉRIAS TRABALHO Orientador Empresarial Microempreendedor Individual-Formalização-Setor de Serviços-Crescimento SETOR DE SERVIÇOS É CAMPEÃO EM

Leia mais

DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA

DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIORJ DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA Lei 5764/71 de 16/12/1971 COOPERATIVA DE 3º GRAU CONFEDERAÇÃO COOPERATIVA DE 2º GRAU FEDERAÇÃO OU CENTRAL COOPERATIVA DE 1º GRAU

Leia mais

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

MICROFINANÇAS. Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil MICROFINANÇAS Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil Programa de Remessas e Capacitação para Emigrantes Brasileiros e seus Beneficiários no Brasil

Leia mais

Desafios para o Desenvolvimento da Região Sul e Tecnologias Sociais para seu Enfrentamento *

Desafios para o Desenvolvimento da Região Sul e Tecnologias Sociais para seu Enfrentamento * 1 Desafios para o Desenvolvimento da Região Sul e Tecnologias Sociais para seu Enfrentamento * Introdução Euclides André Mance Brasília, Abril, 2009 Respondendo ao convite realizado pela coordenação da

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS AÇÕES DO PVCC. LOCAL (Município) PROJETOS N o PART RESULTADO/ OBSERVAÇÃO

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS AÇÕES DO PVCC. LOCAL (Município) PROJETOS N o PART RESULTADO/ OBSERVAÇÃO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS AÇÕES DO PVCC ESTADO: GOIÁS COORDENADOR: HENRIQUE RICARDO BATISTA PERÍODO DO RELATÓRIO: JULHO A SETEMBRO/2013 ATIVIDADE DATA N o DE HORAS LOCAL (Município) PROJETOS N o

Leia mais

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Economia Solidária A Santa Maria que Queremos

Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de Economia Solidária A Santa Maria que Queremos Planilha de Objetivos e Ações Viabilizadoras GT de A Santa Maria que Queremos Visão: Que Santa Maria e região sejam referências no fortalecimento de um novo modelo de organização e sustentabilidade da

Leia mais

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO.

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO. LEI Nº 1.827/2009. EMENTA: Institui a política de apoio e incentivo ao desenvolvimento do Cooperativismo no âmbito do município de Santa Cruz do Capibaribe/PE e dá outras providências. A MESA DIRETORA

Leia mais

Sistema Unimed DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIOR DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA

Sistema Unimed DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIOR DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA Sistema Unimed DR. SIZENANDO DA SILVA CAMPOS JÚNIOR DIRETOR PRESIDENTE DA UNIMED GOIÂNIA Lei 5764/71 de 16/12/1971 COOPERATIVA DE 3º GRAU Confederação COOPERATIVA DE 2º GRAU Federação ou Central COOPERATIVA

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS AÇÕES DO PVCC

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS AÇÕES DO PVCC ESTADO: GOIÁS COORDENADOR: HENRIQUE RICARDO BATISTA PERÍODO DO RELATÓRIO: Ano de 20 RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DAS AÇÕES DO PVCC ATIVIDADE DATA N o DE HORAS LOCAL (Município) OBJETIVO N o PART RESULTADO/

Leia mais

Relatório de Atividades 2014. Comissão de Ética

Relatório de Atividades 2014. Comissão de Ética Comissão de Ética Introdução As ações desenvolvidas pela Comissão de Ética em 2014 foram pautadas nos parâmetros do Questionário de Avaliação da Ética elaborado pela Comissão de Ética Pública (CEP) que

Leia mais

Regulamento da MultiConta Prestige

Regulamento da MultiConta Prestige Regulamento da MultiConta Prestige Mais serviços e mais benefícios feitos para quem recebe seu crédito de salário ou aposentadoria no Itaú Personnalité. A MultiConta Prestige oferece um maior número de

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS LEVANTADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS LEVANTADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS LEVANTADAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 NOTA 01 - CONTEXTO OPERACIONAL A COMIGO, com base na colaboração recíproca a que se obrigam seus associados, objetiva

Leia mais

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil Categorias de pequenos negócios no Brasil MPE Indicadores MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI) Receita bruta anual de até R$ 60 mil MICROEMPRESA Receita bruta

Leia mais

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar Ambiente virtual para inovar Secti lança Portal Paraense de Inovação para conectar atores estratégicos e aumentar investimento em inovação no Pará Por Igor de Souza Ana possui uma promissora empresa de

Leia mais

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO As condições para o financiamento do desenvolvimento urbano estão diretamente ligadas às questões do federalismo brasileiro e ao desenvolvimento econômico. No atual

Leia mais

Apresentação Institucional Sistema Cooperativista

Apresentação Institucional Sistema Cooperativista Apresentação Institucional Sistema Cooperativista 2011 História do Cooperativismo 1844 1899 Déc. 50 Déc. 60 1969 Surge o cooperativismo moderno Inglaterra... Primeira cooperativa brasileira Ouro Preto/MG...

Leia mais

DIRETRIZ NACIONAL DE EDUCAÇÃO, PROMOCÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO COOPERATIVISTA

DIRETRIZ NACIONAL DE EDUCAÇÃO, PROMOCÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO COOPERATIVISTA DIRETRIZ NACIONAL DE EDUCAÇÃO, PROMOCÃO SOCIAL E DESENVOLVIMENTO COOPERATIVISTA Área de Atuação 1. Formação Profissional Cooperativista São ações voltadas à formação, qualificação e capacitação dos associados,

Leia mais

AÇÕES SOCIAIS, AMBIENTAIS E CULTURAIS

AÇÕES SOCIAIS, AMBIENTAIS E CULTURAIS AÇÕES SOCIAIS, AMBIENTAIS E CULTURAIS Relatório de Atividades 2014 Sumário 1.0 Introdução - Pág 3 2.0 Quem Somos, Estatísticas, Valores - Pág 4 3.0 Projetos 2014 - Pág 5 a 15 3.1 Novo site - Pág 5 a 12

Leia mais

Não é só dentro de casa que o Programa Visão Educa está fazendo sucesso... Clique aqui

Não é só dentro de casa que o Programa Visão Educa está fazendo sucesso... Clique aqui Não é só dentro de casa que o Programa Visão Educa está fazendo sucesso... A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) acaba de aprovar o programa desenvolvido pela Visão Prev. Essa

Leia mais

Informativo www.unicred.com.br

Informativo www.unicred.com.br Informativo www.unicred.com.br ano 5 nº 40 2011 Editorial Unicred do Brasil Definido o tema da IX Convenção Nacional Unicred A Comissão Organizadora da Convenção Nacional Unicred, que se realizará na cidade

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA PÚBLICA

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA PÚBLICA SINDICATO DOS BANCÁRIOS DE BRASÍLIA PÚBLICA 2 Caixa, patrimônio dos brasileiros. Caixa 100% pública! O processo de abertura do capital da Caixa Econômica Federal não interessa aos trabalhadores e à população

Leia mais

projetos com alto grau de geração de emprego e renda projetos voltados para a preservação e a recuperação do meio ambiente

projetos com alto grau de geração de emprego e renda projetos voltados para a preservação e a recuperação do meio ambiente O QUE É O FCO? O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) foi criado pela Lei n.º 7.827, de 27.09.1989, que regulamentou o art. 159, inciso I, alínea c, da Constituição Federal, com

Leia mais

Mapa da Educação Financeira no Brasil

Mapa da Educação Financeira no Brasil Mapa da Educação Financeira no Brasil Uma análise das iniciativas existentes e as oportunidades para disseminar o tema em todo o País Em 2010, quando a educação financeira adquire no Brasil status de política

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE IT Instrução de Trabalho IMPRENSA IT. 36 07 1 / 8 1. OBJETIVO Administrar o fluxo de informações e executar ações de comunicação junto aos públicos interno e externo do Crea GO de forma transparente, ágil, primando pela veracidade

Leia mais

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência Resumo expandido O Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São

Leia mais

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito

Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Microfinanças e Cooperativismo de Crédito Gilson Bittencourt gilson.bittencourt@fazenda.gov.br 1 Microfinanças: Objetivos do Governo Federal Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os empreendedores

Leia mais

SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA A REALIZAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA EM COOPERATIVAS

SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA A REALIZAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA EM COOPERATIVAS SUGESTÃO DE ROTEIRO PARA A REALIZAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA EM COOPERATIVAS ABERTURA Pessoa da cooperativa que não fará parte da mesa verifica o número de associados presentes certificando o quorum

Leia mais

Cooperativas de crédito Opções de associação para micro e pequenas empresas Vantagens e desvantagens com relação ao sistema bancário

Cooperativas de crédito Opções de associação para micro e pequenas empresas Vantagens e desvantagens com relação ao sistema bancário Cooperativas de crédito Opções de associação para micro e pequenas empresas Vantagens e desvantagens com relação ao sistema bancário 1- Opções de associação de empresas a cooperativas de crédito As pessoas

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

Dia 05 de agosto de 2015 entrará para a história da Cooperativa. Nesta data foi assinada a escritura da aquisição da Sede da COGEM.

Dia 05 de agosto de 2015 entrará para a história da Cooperativa. Nesta data foi assinada a escritura da aquisição da Sede da COGEM. cogem news Desde 1974, estimulando a poupança e ajudando a realizar sonhos! Agosto de 2015 COGEM DE CASA NOVA Uma nova conquista para os asssociados! Dia 05 de agosto de 2015 entrará para a história da

Leia mais

Objetivos, ações e resultados do projeto Governança Cooperativa Elvira Cruvinel Ferreira Ventura

Objetivos, ações e resultados do projeto Governança Cooperativa Elvira Cruvinel Ferreira Ventura Objetivos, ações e resultados do projeto Governança Cooperativa Elvira Cruvinel Ferreira Ventura Brasília, 25 de abril de 2008 http://www.bcb.gov.br/?govcoop 1 O Projeto Governança Cooperativa Diretrizes

Leia mais

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO Cooperativismo Cooperativa de Crédito Mútuo dos Empregados da INFRAERO GESTÃO: Samuel José dos Santos Diretor Presidente Marco Antonio da C.Guimarães - Diretor Operacional João Gonçalves dos Santos Diretor

Leia mais

Programa Amigo de Valor FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTA DE APOIO PARA O DIAGNÓSTICO MUNICIPAL DA SITUAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Programa Amigo de Valor FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTA DE APOIO PARA O DIAGNÓSTICO MUNICIPAL DA SITUAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Programa Amigo de Valor FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTA DE APOIO PARA O DIAGNÓSTICO MUNICIPAL DA SITUAÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE INSTRUÇÕES: A proposta deve ser elaborada diretamente neste

Leia mais

MARCA BRADESCO RECURSOS HUMANOS

MARCA BRADESCO RECURSOS HUMANOS ATIVOS INTANGÍVEIS Embora a Organização não registre seus ativos intangíveis, há evidências da percepção de sua magnitude pelos investidores e que pode ser encontrada na expressiva diferença entre o Valor

Leia mais

Expectativas dos Pequenos Negócios Goianos para 2014. Janeiro-2014 / Sebrae - GO

Expectativas dos Pequenos Negócios Goianos para 2014. Janeiro-2014 / Sebrae - GO Expectativas dos Pequenos Negócios Goianos para 2014 Janeiro-2014 / Sebrae - GO Sebrae em Goiás Elaboração e Coordenação Técnica Ficha Técnica Conselho Deliberativo Marcelo Baiocchi Carneiro Presidente

Leia mais

22/6/2014 - das 14h às 18h. Número de identidade Órgão expedidor Número da inscrição LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

22/6/2014 - das 14h às 18h. Número de identidade Órgão expedidor Número da inscrição LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. UNITINS CONCURSO PÚBLICO N 001/2014 NÍVEL SUPERIOR COMISSÃO DE CONCURSO E SELEÇÃO REDAÇÃO 22/6/2014 - das 14h às 18h Número de identidade Órgão expedidor Número da inscrição LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

Leia mais

Ministério da Fazenda

Ministério da Fazenda MICROCRÉDITO E MICROFINANÇAS NO GOVERNO LULA Gilson Bittencourt GTI de Microcrédito e Microfinanças Objetivos da política de microcrédito e microfinanças Facilitar e ampliar o acesso ao crédito entre os

Leia mais

PROJETO CIDADE DIGITAL. CIDADE ONLINE e Internet para todos

PROJETO CIDADE DIGITAL. CIDADE ONLINE e Internet para todos PROJETO CIDADE DIGITAL CIDADE ONLINE e Internet para todos 2 PROJETO CIDADE DIGITAL CIDADE(nome da cidade) ONLINE e Internet para todos 3 CONCEITO Em termos técnicos, uma CIDADE DIGITAL é a interconexão

Leia mais

CURRICULUM VITAE. Pós-graduação, Formação Acadêmica, Certificações, Cursos,...

CURRICULUM VITAE. Pós-graduação, Formação Acadêmica, Certificações, Cursos,... Dados Pessoais CURRICULUM VITAE. Nome completo: José Admilson Fagundes de Oliveira. Data de nascimento: 10/10/1969.. Documentos: ID: 3.267.945 SSP/PE, CPF: 695.225.454-49, PIS/PASEP: 170.48177.62.2.. Domicílio:

Leia mais

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a

Leia mais

1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO

1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO 1ª ETAPA DO XIII CBC RELATÓRIO DO SEMINÁRIO ESTADUAL PREPARATÓRIO Organização Estadual: Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais - Ocemg Data de realização do seminário: 17 de

Leia mais

Direcional Engenharia S.A.

Direcional Engenharia S.A. 1 Direcional Engenharia S.A. Relatório da Administração Exercício encerrado em 31 / 12 / 2007 Para a Direcional Engenharia S.A., o ano de 2007 foi marcado por recordes e fortes mudanças: registramos marcas

Leia mais

REGIMENTO DO CENTRO DE PESQUISA - CEPESq PROF. PASQUALE CASCINO

REGIMENTO DO CENTRO DE PESQUISA - CEPESq PROF. PASQUALE CASCINO REGIMENTO DO CENTRO DE PESQUISA - CEPESq CAPÍTULO I DA SEDE E FORO Artigo 1º - O CENTRO DE ENSINO E PESQUISA CEPESq PROF. PASQUALE CASCINO com sede e foro na cidade de São Paulo, à Avenida João Dias, 2046

Leia mais

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos

Leia mais

SICOOB NORTE. Resultados

SICOOB NORTE. Resultados SICOOB NORTE Resultados 2014 MENSAGEM DA DIRETORIA O Sicoob Norte conseguiu ótimos resultados, numa clara demonstração da força do trabalho cooperativo, na busca por maior participação no mercado financeiro

Leia mais

COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA ALCATEL-LUCENT BRASIL SICOOB COOPER ALCATEL-LUCENT. Relatório. anual

COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA ALCATEL-LUCENT BRASIL SICOOB COOPER ALCATEL-LUCENT. Relatório. anual Relatório anual 2014 COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DA ALCATEL-LUCENT BRASIL SICOOB COOPER ALCATEL-LUCENT Relatório 2014 anual SUMÁRIO 07 0 8 10 11 12 15 Mensagem do Presidente

Leia mais

TÍTULO: MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - A IMPORTÂNCIA DA FORMALIZAÇÃO

TÍTULO: MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - A IMPORTÂNCIA DA FORMALIZAÇÃO TÍTULO: MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - A IMPORTÂNCIA DA FORMALIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE RIO CLARO AUTOR(ES):

Leia mais

POLÍTICA DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS

POLÍTICA DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS sicoobcentro.com.br POLÍTICA DE APOIO A PROJETOS SOCIAIS Cooperativa de Crédito *Esta Política de Apoio a Projetos Sociais é baseada no projeto da Cooperativa Sicoob Credip* ÍNDICE 1. APRESENTAÇÃO...3

Leia mais

Apresentação do case sobre Educação Previdenciária da Forluz. José Ribeiro Pena Neto Diretor de Seguridade e Gestão

Apresentação do case sobre Educação Previdenciária da Forluz. José Ribeiro Pena Neto Diretor de Seguridade e Gestão Apresentação do case sobre Educação Previdenciária da Forluz José Ribeiro Pena Neto Diretor de Seguridade e Gestão Objetivos Principal: orientar os participantes, ampliando o conhecimento deles sobre orçamento

Leia mais

O que é o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop)?

O que é o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop)? Perguntas frequentes A fim de subsidiar os analistas e técnicos do setor cooperativista de crédito brasileiro e informar a população em geral, reunimos, abaixo, algumas perguntas, com suas respostas, sobre

Leia mais

OBSERVADOR. Social Outubro Rosa e Novembro Azul p.06. Agrícola Reunião com contabilistas na Usina Ipê p.05

OBSERVADOR. Social Outubro Rosa e Novembro Azul p.06. Agrícola Reunião com contabilistas na Usina Ipê p.05 OBSERVADOR ano 45 n 517 nov/dez de 2015 Social Outubro Rosa e Novembro Azul p.06 Treinamento Pedra e Buriti concluem mais duas escolas de formação p.02 Comunicação Jornal Observador: 45 anos de história

Leia mais

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO

SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO SINDICATO E ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS NO ESTADO DO TOCANTINS OCB/TO A OCB/TO é formada por cooperativas singulares, federações e centrais de todos os ramos. Pela Lei 5.764/71, ainda em vigor, todas

Leia mais

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEGMENTOS DE ASSOCIADOS

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEGMENTOS DE ASSOCIADOS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEGMENTOS DE ASSOCIADOS Joel Queiroz 1 COOPERATIVAS DE CRÉDITO INSTRUMENTO DE ORGANIZAÇÃO ECONÔMICA Associação voluntária de pessoas para satisfação de necessidades econômicas,

Leia mais

Unindo esforços. Márcio Lopes Presidente do Sistema OCB fala sobre os desafios do setor

Unindo esforços. Márcio Lopes Presidente do Sistema OCB fala sobre os desafios do setor Márcio Lopes Presidente do Sistema OCB fala sobre os desafios do setor Revista do Sistema OCB/SESCOOP-GO Ano 1 -nº 2 maio/junho-2014 Unindo esforços para fazer o bem No Dia C, que acontecerá em 6 de setembro,

Leia mais

feminino goiás COOPERATIvO Universo e cooperativista INTERCOOPERAÇÃO Nasce a Cooperativa Agropecuária Central Rede de Abastecimento.

feminino goiás COOPERATIvO Universo e cooperativista INTERCOOPERAÇÃO Nasce a Cooperativa Agropecuária Central Rede de Abastecimento. goiás Ano VIII 47 Setembro-Dezembro de 2013 COOPERATIvO w w w. g o i a s c o o p e r a t i v o. c o o p. b r Jornal do Sistema OCB/SESCOOP-GO Universo feminino e cooperativista 6º Encontro Goiano de Mulheres

Leia mais

Coordenação de Extensão MANUAL DE EXTENSÃO

Coordenação de Extensão MANUAL DE EXTENSÃO Coordenação de Extensão MANUAL DE EXTENSÃO 2011 APRESENTAÇÃO A Faculdade Projeção nasceu no ano 2000 tendo como missão promover a formação e desenvolvimento dos novos profissionais, incentivando o aprendizado

Leia mais

Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras

Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras Plano de Trabalho e Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras 1. Introdução O Projeto Político-Pedagógico da Escola Legislativa de Araras foi idealizado pelo Conselho Gestor da Escola,

Leia mais

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito. Apoio

Cooperativismo. Cooperativa de Crédito. Apoio Cooperativismo Cooperativa de Crédito Apoio O que é uma cooperativa. É uma sociedade de pessoas com forma e natureza jurídica própria, de natureza civil, sem fins lucrativos, não sujeita à falência, constituída

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

22o. Prêmio Expressão de Ecologia

22o. Prêmio Expressão de Ecologia 22o. Prêmio Expressão de Ecologia 2014-2015 Página da Prefeitura Lançando o Selo Verde Apresentação para Empreendedore e Interessados do Selo Verde Página da Prefeitura Lançando o Selo Verde Selo Verde

Leia mais

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1

Linha de Crédito PME Crescimento 2015 - Respostas a questões das Instituições de Crédito - Versão v.1 1. Condições a Observar pelas Empresas Beneficiárias Condições genéricas: 1.1. Localização (sede social) em território nacional; inclui Regiões Autónomas da Madeira e Açores, bem como Portugal Continental.

Leia mais

Lançamento do relatório - Mercados Inclusivos no Brasil: Desafios e Oportunidades do Ecossistema de Negócios

Lançamento do relatório - Mercados Inclusivos no Brasil: Desafios e Oportunidades do Ecossistema de Negócios Lançamento do relatório - Mercados Inclusivos no Brasil: Desafios e Oportunidades do Ecossistema de Negócios Ana Cecília de Almeida e Nathália Pereira A Iniciativa Incluir, promovida pelo PNUD Programa

Leia mais

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae

ASSOCIATIVISMO. Fonte: Educação Sebrae ASSOCIATIVISMO Fonte: Educação Sebrae O IMPORTANTE É COOPERAR A cooperação entre as pessoas pode gerar trabalho, dinheiro e desenvolvimento para toda uma comunidade COOPERAR OU COMPETIR? Cooperar e competir

Leia mais

Gestão Financeira Preço de Venda: Custos dos Produtos e Serviços da Empresa

Gestão Financeira Preço de Venda: Custos dos Produtos e Serviços da Empresa Gestão Financeira Preço de Venda: Custos dos Produtos e Serviços da Empresa Diálogo Empresarial Manual do Participante Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Sebrae Unidade de Capacitação

Leia mais

PARECER SOBRE A LEI DA SOLIDARIEDADE-RS

PARECER SOBRE A LEI DA SOLIDARIEDADE-RS PARECER SOBRE A LEI DA SOLIDARIEDADE-RS 1) FUNDAMENTO LEGAL: Objetivando expressar nosso Parecer Técnico sobre a legislação que fundamenta o programa de incentivo fiscal (Programa de Apoio à Inclusão e

Leia mais

Microcrédito Produtivo Orientado

Microcrédito Produtivo Orientado Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado Avaliação, Perspectivas e Desafios Belo Horizonte, 30 de setembro de 2008 1 Objetivos do Programa Facilitar e ampliar o acesso ao microcrédito produtivo

Leia mais

A função da associação de classe na construção e defesa de suas agendas. 15 ago 13

A função da associação de classe na construção e defesa de suas agendas. 15 ago 13 A função da associação de classe na construção e defesa de suas agendas 15 ago 13 Associação Iniciativa formal ou informal que reúne pessoas físicas ou jurídicas com objetivos comuns, visando superar

Leia mais

Carta da Indústria 2014 (PDF 389) (http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2013/06/06/481/cartadaindstria_2.pdf)

Carta da Indústria 2014 (PDF 389) (http://arquivos.portaldaindustria.com.br/app/conteudo_18/2013/06/06/481/cartadaindstria_2.pdf) www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/cni/iniciativas/eventos/enai/2013/06/1,2374/memoria-enai.html Memória Enai O Encontro Nacional da Indústria ENAI é realizado anualmente pela CNI desde

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 00006/2013. O TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais e constitucionais,

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 00006/2013. O TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DE GOIÁS, no uso de suas atribuições legais e constitucionais, INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 00006/2013 Institui os Grupos Técnicos de Procedimentos Contábeis GTCON; de Sistematização de Informações Contábeis e Fiscais GTSIS; e de Controladores Internos Municipais - GTCIN,

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.881, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013. Mensagem de veto Dispõe sobre a definição, qualificação, prerrogativas e finalidades das

Leia mais

SESCOOP/SP SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DE SÃO PAULO PROCESSO SELETIVO FORMAÇÃO CADASTRO RESERVA - EDITAL Nº 02/2011

SESCOOP/SP SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO DO ESTADO DE SÃO PAULO PROCESSO SELETIVO FORMAÇÃO CADASTRO RESERVA - EDITAL Nº 02/2011 IMPORTANTE: Chegar com antecedência de 30 minutos ao seu horário, pois não será permitida entrada com atraso, independente do motivo. Apresentar documento oficial original (RG, Carteira Habilitação, Carteira

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

Ref. Contribuição Cooperativista e Autogestão 2013

Ref. Contribuição Cooperativista e Autogestão 2013 CIR- OCE 001/2013 Curitiba, 04 de janeiro de 2013 Senhor Presidente: Ref. Contribuição Cooperativista e Autogestão 2013 Cumprindo as disposições do artigo 108 da Lei Federal Nº 5.764, de 16.12.1971, estamos

Leia mais