Piauí: uma política de desenvolvimento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Piauí: uma política de desenvolvimento"

Transcrição

1 Leonides Alves da Silva Filho Piauí: uma política de desenvolvimento

2 Leonides Alves da Silva Filho PIAUÍ: Uma política de desenvolvimento Comunigraf Editora Recife, 2010

3 Copyrigth by 2010, Leonides Alves da Silva Filho Capa: Anselmo Silva de Oliveira Revisão: O Autor Editoração Eletrônica: Lourdes Duarte Impressão:

4 ERRATA! (Segue Sumário com numeração corrigida) Sumário Apresentação 7 I Introdução 11 II O Piauí 13 II.1 Produto Interno Bruto (PIB) 14 II.2. Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Dimensões 14 II.3. Dimensão Educação 17 II.4. Dimensão Longevidade 18 II.5. Dimensão Renda 18 III Divisão Territorial 20 III.1. Mesorregiões do Estado do Piauí 21 IV Políticas e Estratégias de Desenvolvimento 25 IV.1. Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Comportamento _ 26 IV.2. Objetivo 28 IV.3. Meta 28 V Diretrizes 30 V.1. Integrar o Piauí intraterritorialmente 31

5 V.2. Priorizar a educação como o principal instrumento de transformação estrutural da sociedade piauiense, contribuindo diretamente para a consolidação e ampliação da cidadania, com consequente melhoria do padrão e qualidade de vida da população 35 V.3. Priorizar a saúde como instrumento indutor da melhoria da qualidade de vida no Estado 36 V.4. Aumentar o valor agregado das atividades econômicas agricultura, indústria e comércio no Estado, visando à geração de emprego e renda, dentro do enfoque da integração intraterritorial, evitando a exportação de matérias-primas, de produtos primários, para processamento em outras regiões 37 V.5. Promover um amplo programa de habitação voltado, basicamente, para a melhoria da qualidade de vida da população 42 V.6. Consolidar e ampliar Programas Sociais, criando condições para transformar os programas compensatórios em atividades produtivas, geradoras de emprego e renda 42 V.7 Modernizar a Administração Pública, direta e indireta, inclusive as sociedades de economia mista, para serem alcançados os objetivos e metas da programação nos prazos previstos nos cronogramas 44 VI Recursos 46 VII Aspectos Institucionais, Organizacionais e Operacionais do Desenvolvimento 50 Referências Bibliográficas 52 Anexo 1: Municípios do Estado do Piauí, segundo a População 55 Anexo 2: Municípios do Estado do Piauí, segundo as Mesorregiões 71 Anexo 3: Boletim Regional do Banco Central do Brasil Evolução do IDH das Grandes Regiões e Unidades da Federação 86

6 Apresentação Este trabalho não tem como objetivo propor um programa de desenvolvimento e visa, tão somente, promover uma discussão sistematizada das diretrizes e políticas capazes de permitir a identificação de alternativas que promovam a inclusão social, pela incorporação progressiva de parcelas da população ao desenvolvimento, criando condições para estimular a cidadania, fazendo com que, os cidadãos sejam sujeitos do processo e não, meros objetos. O autor está consciente que não está sugerindo proposições originais, pois o esforço foi concentrado, no sentido de articular diretrizes e políticas, dentro de uma abordagem social, através do estabelecimento de um objetivo capaz de promover o aumento do padrão e da qualidade de vida das comunidades, tendo a educação como o principal instrumento transformador da sociedade, conjuntamente com a saúde e a renda. O Índice Desenvolvimento Humano (IDH), instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), pode ser selecionado para compor o objetivo do Programa de Desenvolvimento do Estado do Piauí, por representar variáveis sociais, da maior relevância, permitindo fugir da clássica abordagem economicista centrada no Produto Interno Bruto (PIB). Ressalte-se que o IDH é composto pela educação, em suas diversas formas fundamental, média e superior, como também, pela longevidade, integrada pela saúde, abastecimento d água e esgotamento sanitário e, pela renda, através do PIB per capita. Destaque-se que no período de 1991 a 2007 a região Nordeste apresentou a maior variação quanto ao crescimento do IDH, cujo percentual foi de 24,6%, tendo o Norte apresentado 7

7 16,7%, a Centro-Oeste 14,6%, Sul 13% e a região Sudeste com 12,5%. No caso do Piauí a variação foi considerada para o período de 2000 a 2007, tendo alcançado o percentual de 10,95%, sem dúvida um percentual significativo, entretanto, sendo suficiente apenas para manter o Estado na 25ª posição da classificação nacional do IDH, seguido do Maranhão e Alagoas, na 26ª e 27ª posição, respectivamente. A meta estabelecida nesta proposta fixa o IDH do Estado, para 2014, em 0,825, ou seja, com um crescimento entre 2007 e 2014, de 11,48%, considerando que em 2007 o IDH era de 0,740. O suporte técnico da projeção encontra-se na tendência crescente do Estado em investimentos na área vinculada ao IDH, uma vez que entre 2005 e 2006 a variação do crescimento do IDH do Piauí foi de 2,56%, enquanto entre 2006 e 2007, essa variação foi de 2,63%. Esse desempenho permitiu que o Piauí, em termos de variação do IDH, em 2005/2006, ocupasse o 4º lugar na classificação nacional, e entre 2006/2007 o Estado passou a ocupar o 3º lugar na posição classificatória nacional, o que permitiu, nas simulações realizadas, um coeficiente de segurança tecnicamente aceitável, quanto ao estabelecimento da meta de 0,825 para Caso o Piauí mantenha os investimentos com as variações ocorridas entre 2005 e 2007, o que lhe permitirá alcançar o IDH de 0,825, a sua posição na classificação do IDH nacional passará do atual 25º lugar para um intervalo entre 19º e 21º lugar. Na verdade o alcance da meta dependerá diretamente das decisões dos governantes do Estado no sentido de assegurar investimentos substanciais na área de educação fundamental, média e superior; longevidade saúde, abastecimento d água e esgotamento sanitário; e, renda, através do PIB per capita. A importância de adotar o objetivo de um Programa de Desenvolvimento, com base no Índice de Desenvolvimento 8

8 Humano, decorre do fato do indicador considerar a melhoria da qualidade de vida da população, através da educação, da saúde, sendo a dimensão renda, representada pelo PIB per capita, sem dúvida relevante, entretanto quando considerado isoladamente tende a não significar distribuição de renda e, na maioria dos casos, embora signifique crescimento da economia, não representa necessariamente, melhoria do padrão e qualidade de vida da população. Ao analisar o comportamento da participação de cada mesorregião do Estado, no Produto Interno Bruto, em 2000 e 2007, observa-se que no caso da mesorregião Sudoeste houve um efetivo crescimento de 2,1 pontos, enquanto nas demais mesorregiões houve decréscimo, tendo a Sudeste apresentado -0,3 pontos, a Centro-Norte -0,8 pontos e a mesorregião Norte -1,1 pontos. Quando se examina as quinze maiores rendas per capita do Estado, constata-se a seguinte situação por ordem decrescente dos municípios: Uruçuí, Fronteiras, Sebastião Leal, Guadalupe, Teresina, Picos, Bom Jesus, Ribeiro Gonçalves, Baixa Grande do Ribeiro, Floriano, Santa Filomena, Antônio Almeida, Santo Antônio de Lisboa, Miguel Leão e Parnaíba. Finalmente, ressalte-se, que este trabalho não esgota a análise e as proposições para o desenvolvimento do Piauí, entretanto poderá contribuir para que os estudiosos e responsáveis pela programação estadual, possam contar com mais algumas variáveis na definição dos objetivos e metas para a promoção econômica e social do Estado. Agradecimento especial ao Geógrafo, Anselmo Silva de Oliveira, que colaborou decisivamente na realização das pesquisas. Profissional com experiência na área de planejamento, tendo em vista que foi Assessor da Superintendência da SUDENE, por vários anos, sendo, também, Especialista em Informática, atuando no PNUD, em Programas de Desenvolvimento Sustentável. 9

9 Atualmente é técnico do INAD e Consultor na Área de Geografia Socioeconômica. 10

10 PIAUÍ: Uma política de desenvolvimento I Introdução O objetivo deste trabalho é estabelecer diretrizes e políticas capazes de orientar um processo sustentável de desenvolvimento, visando à implementação de programas e projetos que contribuam para aumentar as riquezas do Estado, promovendo, simultaneamente, geração e distribuição de emprego e renda, criando condições para incrementar o poder aquisitivo da população e, consequentemente, melhorar o padrão e a qualidade de vida dos piauienses. Na verdade a definição dos programas e projetos, e as respectivas estratégias de implementação, considerarão, obrigatoriamente, ações visando aumentar o valor agregado das atividades produtivas no Estado, a fim de que empregos sejam criados no Piauí, evitando a exportação de matérias-primas para outros estados ou para o exterior. Destaque-se que o conceito de valor agregado deve ser entendido para todas as atividades produtivas: indústria; agroindústria e serviços, sejam de pequeno ou grande porte. Na verdade, o objetivo síntese é a geração de emprego e renda, através da integração vertical e/ou horizontal das atividades dentro do próprio estado, o que não significa que a integração com outras áreas não possam ser realizadas, entretanto, mesmo nesses casos, a preocupação central deverá ser com a maior geração de emprego e renda no Piauí. A Transnordestina, por exemplo, a partir de Eliseu Martins (PI), ligando o Piauí aos portos de Suape (PE) e Pecém (CE), poderá ser um instrumento dinamizador da economia do Estado, desde que não se adote a política de exportar grãos e, sim, os produtos após os processos de industrialização no próprio Estado. 11

11 Na definição dos instrumentos institucionais, administrativos e financeiros, torna-se fundamental, estabelecer, realisticamente, os mecanismos operacionais, para que os objetivos e metas da programação possam ser realmente alcançados, através da execução dos projetos, em função dos cronogramas aprovados. 12

12 II O Piauí Com uma área de ,186 km 2 o estado do Piauí é o 3º em superfície do Nordeste, sendo superado apenas pelos estados da Bahia e Maranhão, com as áreas de ,669 km 2 e ,293 km 2, respectivamente. No Censo de 2000, o estado apresentava habitantes na área urbana e na área rural, totalizando uma população de habitantes. Em relação ao Nordeste ocupava a 6ª posição, considerando que somente os estados de Alagoas, Rio Grande do Norte e Sergipe, apresentavam população inferior a do Piauí. A população do estado, segundo estimativa do IBGE para 2009, era de 3,164 milhões de habitantes, dos quais 1,987 milhão da área urbana e 1,177 milhão da área rural ocupando a 7ª posição na Região Nordeste, permanecendo apenas a frente dos estados do Rio Grande do Norte e Sergipe, em termos de população. No período compreendido entre 2000 e 2007 o Estado apresentou as seguintes variações quanto aos principais indicadores socioeconômicos: a) O Produto Interno Bruto (PIB) em 2000 era de R$ 5,329 bilhões, enquanto que em 2007 passou para R$ 12,790 bilhões, com incremento de 139,9% no período. b) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) em 2000 era de 0,667, em 2007 passou para 0,740 1, com uma variação de 10,9%, ou seja 0,073 pontos. 1 Estimativa de acordo com estudo denominado: Evolução do IDH das Grandes Regiões e Unidades da Federação, publicado em janeiro de 2009 no Boletim Regional do Banco Central do Brasil 13

13 c) A Taxa de Analfabetismo, 15 anos ou mais de idade, no período, passou de 30,51% para 23,41%, com uma redução de 7,1 pontos. d) A Taxa de Mortalidade Infantil por mil nascidos vivos sofreu uma redução de 9,67 pontos, no mesmo período, considerando que era 36,9 em 2000 e foi para 27,3 em e) A Expectativa de Vida em 2000 era de 66,22 anos, enquanto em 2007 era de 68,94 anos, ou seja, um incremento de 2,72 anos. II.1 Produto Interno Bruto (PIB) A participação do PIB piauiense no nordestino vem se mantendo na ordem de 4%, fato que pode ser considerado aceitável, porque o Estado vem conseguindo manter a sua participação relativa, embora o ideal fosse aumentar essa participação. Ocorre que mesmo o Estado apresentando taxa de crescimento do PIB positiva, o incremento no crescimento do Nordeste, também, vem ocorrendo, o que provoca a manutenção da taxa em 4%. Como conclusão, pode-se afirmar que não houve redução da disparidade intra-regional, entretanto, o Piauí conseguiu acompanhar o processo de desenvolvimento do Nordeste. II.2. Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Dimensões No que se refere ao IDH, índice que vem sendo usado pelas Nações Unidas para mensurar o processo de desenvolvimento, considerando que o seu conteúdo apresenta melhores condições de mensuração social, quanto a melhoria do padrão e qualidade de vida da população, o Piauí, entre 2000 e 2007, conseguiu elevar o seu índice de 0,667 para 0,740, com um incremento de 10,9%. O 14

14 incremento, entretanto, permitiu, apenas, que o Piauí mantivesse a sétima posição dentre os estados do Nordeste. O IDH é cada vez mais representativo na medida em que se aproxima do número absoluto 1. Em termos internacionais o maior IDH 2 é o da Noruega 0,971, seguido da Austrália com 0,970 e da Islândia com 0,969, enquanto o Canadá ocupa o 4º lugar com 0,966 e a Irlanda o 5º, com 0,965. Por outro lado os Estados Unidos ocupa a 13ª posição com 0,956; a Inglaterra em 21ª e Alemanha 22ª, os dois últimos países com 0,947. No Brasil, em 2005, o maior IDH é o do Distrito Federal com índice de 0,874, seguido de Santa Catarina com 0,840; São Paulo 0,833; Rio de Janeiro 0,832; Rio Grande do Sul, 0,832 e o Paraná com IDH de 0,820 (Tabela 1). O entendimento da importância do Índice de Desenvolvimento Humano exige que se faça um exame das principais variáveis utilizadas por esse índice. São considerados três critérios de avaliação: a) Educação: Considera dois indicadores: taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais de idade e a taxa de escolarização. O indicador taxa de alfabetização de pessoas com 15 anos ou mais pressupõe, na maioria dos países, que até aos 15 anos a população completou o ensino fundamental, consequentemente está alfabetizada. Em relação ao segundo indicador, ou seja, taxa de escolarização o método adota o critério do somatório das pessoas, independentemente da idade, matriculadas em algum curso, seja ele fundamental, médio ou superior, dividido pelo total de pessoas entre 7 e 22 anos que deveriam estar matriculadas. 2 Números do IDH de acordo com o Human Development Report Table G: Human development index trends. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Página visitada em 5 de outubro de

15 Tabela 1 IDH Brasil, grandes regiões e unidades da federação, discriminação anos (*) Brasil, Grandes Regiões e UF 1991 (1) 2000 (1) 2005 (1) 2006 (2) 2007 (2) Brasil 0,706 0,773 0,794 0,803 0,816 Região Sul 0,752 0,809 0,829 0,837 0,850 Região Sudeste 0,753 0,808 0,824 0,835 0,847 Região Centro-Oeste 0,731 0,795 0,815 0,824 0,838 Região Norte 0,674 0,736 0,764 0,772 0,786 Região Nordeste 0,601 0,692 0,720 0,733 0,749 1 Distrito Federal 0,791 0,858 0,874 0,882 0,900 2 Santa Catarina 0,755 0,817 0,840 0,848 0,860 3 São Paulo 0,774 0,821 0,833 0,842 0,857 4 Rio de Janeiro 0,755 0,811 0,832 0,846 0,852 5 Rio Grande do Sul 0,769 0,818 0,832 0,840 0,847 6 Paraná 0,730 0,795 0,820 0,827 0,846 7 Mato Grosso do Sul 0,723 0,781 0,802 0,815 0,830 8 Minas Gerais 0,711 0,780 0,800 0,813 0,825 9 Goiás 0,720 0,779 0,800 0,807 0, Espírito Santo 0,715 0,778 0,802 0,808 0, Mato Grosso 0,699 0,775 0,796 0,804 0, Amapá 0,704 0,755 0,780 0,789 0, Amazonas 0,673 0,731 0,780 0,784 0, Tocantins 0,638 0,730 0,756 0,769 0, Rondônia 0,688 0,753 0,776 0,779 0, Roraima 0,707 0,754 0,750 0,784 0, Pará 0,678 0,734 0,755 0,764 0, Acre 0,650 0,729 0,751 0,763 0, Sergipe 0,623 0,706 0,742 0,756 0, Bahia 0,621 0,715 0,742 0,754 0, Rio Grande do Norte 0,619 0,710 0,738 0,742 0, Paraíba 0,583 0,685 0,718 0,729 0, Ceará 0,604 0,698 0,723 0,731 0, Pernambuco 0,609 0,691 0,718 0,733 0, Piauí 0,577 0,667 0,703 0,721 0, Maranhão 0,563 0,655 0,683 0,707 0, Alagoas 0,560 0,648 0,677 0,700 0,722 Fonte: (1) PNUD, Fundação João Pinheiro. (2) Estimativas do Banco Central do Brasil. (*) Classificação realizada pelo IDH de

16 b) Longevidade: Considera a esperança de vida ao nascer, ou seja, estima a quantidade de anos que uma pessoa nascida em uma determina área, em um ano de referência, tem de expectativa de vida. Evidentemente considera índices relacionados à qualidade de vida, tais como: saúde; saneamento básico (abastecimento d água e esgotamento sanitário), como também o ambiental, como exemplos. c) Renda: O IDH considera basicamente o PIB per capita da população residente na área analisada para mensurar a dimensão renda. II.3. Dimensão Educação A manutenção do Piauí no sétimo lugar da classificação do grau de desenvolvimento considerando o IDH, no Nordeste, demonstra que houve um esforço em investimentos na área de educação. Ao se analisar os dados disponíveis, utilizados no cálculo do IDH, observa-se que em 2000 o percentual de analfabetos de 15 anos ou mais de idade era de 30,5%, enquanto em 2007 caiu para 23,4%, na verdade houve uma redução também no Brasil, que passou de 13,6% para 10,0%, o mesmo acontecendo no Nordeste que passou de 26,2% para 19,9%. Os investimentos públicos e privados contribuíram diretamente para manter a participação do Estado na classificação do IDH. Ao se examinar o outro indicador, utilizado no cálculo do IDH, para a dimensão Educação, representado pelo percentual de alunos matriculados na faixa de 7 a 22 anos, destaque-se o ensino fundamental, em relação ao esforço do estado em promover significativos aumentos no quantitativo de alunos matriculados, fato demonstrado pelo incremento de sua taxa de escolarização que passou de 93%, em 2000, para 98% em Os dados acima 17

17 mencionados são relevantes para evidenciar que uma política autosustentável de desenvolvimento precisa priorizar a educação básica como instrumento de transformações estruturais, consequentemente estáveis. II.4. Dimensão Longevidade Com relação aos indicadores ligados à saúde, que influenciam diretamente no cálculo da Longevidade, consequentemente na expectativa de vida ao nascer, registre-se que o Piauí conseguiu manter programas nessa área, contribuindo para que o Estado se mantivesse em sétimo lugar na classificação do Nordeste. A taxa de mortalidade infantil, no Piauí, em 2000 era de 36,9 (por mil crianças nascidas vivas), enquanto em 2007 esse percentual caiu para 27,3 com a redução de 9,6 pontos. No Nordeste a redução foi de 11,6 pontos, uma vez que o percentual passou de 41,4 para 29,8, enquanto no Brasil o percentual passou de 26,8 para 20,7, significando uma redução de 6,1 pontos. Quanto ao saneamento básico abastecimento d água e esgotamento sanitário, tanto o Brasil, como o Nordeste e o Piauí apresentaram melhorias com relação ao abastecimento d água, entretanto o mesmo não ocorreu, substancialmente, quanto ao esgotamento sanitário. II.5. Dimensão Renda Considerando que a dimensão Renda é da maior relevância no cálculo do IDH, torna-se importante destacar que o PIB per capita do Piauí, no Nordeste, teve uma sensível variação entre 2000 e 2007, passando de 62,1% para 69,0%. Evidentemente o 18

18 aumento do PIB per capita não significa, necessariamente, aumento real da renda, porquanto a redução da taxa de fecundidade e a consequente redução da população poderá provocar, também, aumento de renda. No Brasil de acordo com o IBGE, desde a década de 1960 a taxa de fecundidade vem caindo (número de filhos por mulher), tendo passado de 6,3, em 1960, para 5,8 em 1970, chegando a 4,4 em A tendência continuou declinante, pois em 1991 essa taxa caiu para 2,9, enquanto em 2000 passou para 2,3, chegando a 1,9 em Essa tendência vem ocorrendo no Nordeste e no Piauí, pois no Nordeste em 1970 essa taxa era de 7,5; em 1980 caiu para 6,1; em 1991, era de 3,7; em 2000 passou para 2,7; e, em 2007 chegou em 2,1. No caso do Piauí o fenômeno foi semelhante, tendo em vista que em 1970 a taxa de fecundidade foi de 7,8; em 1980, 6,5; para 1991 essa taxa foi de 3,8; enquanto em 2000 era de 2,7, atingindo 2,3 em Em síntese, a queda da fecundidade foi substancial, uma vez que entre 1970 e 2007, o Brasil passou de 5,8 para 1,9, enquanto no Nordeste houve uma redução de 7,5 para 2,1, e no Piauí a diminuição foi de 7,8 para 2,3. Na verdade a dimensão renda deve ser analisada considerando todas as variáveis socioeconômicas, para que o seu montante no cálculo do IDH seja realmente representativo. 19

19 III Divisão Territorial O IBGE divide o estado do Piauí em 4 mesorregiões, 15 microrregiões e 224 municípios, assim denominadas (Anexo2): a) Norte Piauiense integrada por 2 microrregiões: Baixo Parnaíba Piauiense e Litoral Piauiense, que agrupa 32 municípios. b) Centro-Norte Piauiense 3 integrada por 4 microrregiões: Campo Maior, Médio Parnaíba Piauiense, Teresina e Valença do Piauí, que agrupa 64 municípios. c) Sudeste Piauiense integrada por 3 microrregiões: Alto Médio Canindé, Picos e Pio IX, que agrupa 66 municípios. d) Sudoeste Piauiense integrada por 6 microrregiões: Alto Médio Gurguéia, Alto Parnaíba Piauiense, Bertolínia, Chapadas do Extremo Sul Piauiense, Floriano e São Raimundo Nonato, que agrupa 62 municípios. 3 Para a mesorregião Centro Norte Piauiense está incluído o município de Nazária. Nazária foi emancipada politicamente em 1993 do município de Teresina e devido a problemas jurídicos, o estatuto do novo município só foi definido em 2005 depois de decisão em última instância no Supremo Tribunal Federal. Foi oficialmente instalado como município após as eleições municipais, realizadas em 5 de outubro de 2008, com base em decreto federal de Em 2009, Nazária passou a fazer parte da Região Integrada de Desenvolvimento da Grande Teresina. 20

20 III.1. Mesorregiões do Estado do Piauí 4 Fig. 1 Norte Piauiense Fig. 2 Centro Norte Piauiense Fig. 3 Sudeste Piauiense Fig. 4 Sudoeste Piauiense 4 Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Piaui_Meso_NortePiauiense.svg; Piaui_Meso_CentroNortePiauiense.svg; :Piaui Meso SudestePiauiense.svg e Piaui Meso SudoestePiauiense.svg; de autoria de Raphael Lorenzeto de Abreu, publicados em 27 de abril de

21 Ao se analisar a produção de riquezas por cada uma dessas mesorregiões, tendo como base o Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, a quantidade de bens e serviços produzidos por cada uma em um determinado período de tempo, geralmente ano, pode-se inferir as suas respectivas evoluções. A Tabela 2 apresenta o PIB de cada mesorregião e as suas respectivas participações no Produto Interno Bruto do Estado. Tabela 2. PIB do Piauí e Mesorregiões, 2000 e 2007 Unidade Geográfica A preços correntes (R$ 1.000) PIB A preços Participação correntes (%) (R$ 1.000) Participação (%) Variação (por pontos) PIAUÍ ,00% ,00% Mesorregiões Centro-Norte Piauiense ,08% ,30% (0,8) Norte Piauiense ,36% ,29% (1,1) Sudeste Piauiense ,90% ,64% (0,3) Sudoeste Piauiense ,66% ,77% 2,1 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais, Produto Interno Bruto das Mesorregiões. A mesorregião denominada Sudoeste Piauiense que detém 51,0% da área total do estado e 16,6% da população (2007), apresentou o melhor desempenho entre 2000 e 2007, com um crescimento da sua participação no PIB global do Estado de 2,1 pontos. As participações das demais mesorregiões, no mesmo período, apresentaram variações, por pontos, negativas, quando comparadas ao crescimento do PIB estadual, sendo que a Sudeste Piauiense aparece com -0,3, enquanto a Centro Norte Piauiense, que abriga a capital do estado, também teve desempenho negativo de -0,8 pontos, o mesmo ocorrendo com a Norte Piauiense, que apresentou o maior decréscimo dentre as mesorregiões com -1,1 pontos. 22

22 Um exame, mesmo superficial, demonstra que o melhor desempenho da mesorregião Sudoeste Piauiense decorreu do crescimento da produção e industrialização da soja. A implantação de um grande projeto industrial em Uruçuí, embora esteja apenas esmagando soja e exportando matéria-prima, foi o responsável pela geração do maior PIB per capita municipal do Estado, que passou de R$ 1.824, em 2000, para R$ , em 2007, representando um aumento de quase 11 vezes, no caso de Uruçuí. Tabela 3 - Área, População recenseada e estimada, Densidade Demográfica, Produto Interno Bruto a preços correntes e Produto Interno Bruto per capita, segundo as mesorregiões - Piauí, e IDH 2000 Unidade Geográfica Área (km²) População (2000) PIB Densidade Densidade População Demográfica em Demográfica em (2007) A preços A preços 2000 (hab/km²) 2007 (hab/km²) Per Capita Per Capita correntes (R$ correntes (R$ (R$) (R$) 1.000) 1.000) IDH 2000 PIAUÍ , ,30 12, ,703 Mesorregiões Centro-Norte Piauiense , ,84 25, ,694 Norte Piauiense , ,02 27, ,592 Sudeste Piauiense , ,45 11, ,601 Sudoeste Piauiense , ,66 3, ,631 Fonte: IBGE. Censo Demográfico 2000, Contagem da População 2007 e Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais, Produto Interno Bruto dos Municípios. Outro fenômeno semelhante ocorreu na mesorregião denominada Sudeste Piauiense, na qual, a implantação de uma fábrica de cimento, no município de Fronteiras, que iniciou o seu funcionamento em 2000, fez com que o PIB per capita municipal passasse de R$ nesse período, para R$ , em Com o objetivo de permitir instrumentos de comparação torna-se importante destacar que o PIB per capita de Teresina, em 2007, foi de R$ 7.482, o de Picos de R$ 6.116, Floriano, R$ e Parnaíba, R$ 4.089, no mesmo período. Destaque-se que dos 15 maiores PIB per capita do Estado, em 2007, nove encontram-se na mesorregião Sudoeste Piauiense, representados pelos municípios de: Uruçuí R$ ; Sebastião Leal R$ 8.384; Guadalupe R$ 7.817; Bom Jesus R$ 6.067; Ribeiro Gonçalves R$ 5.838; Baixa Grande do Ribeiro R$ 5.274; Floriano R$ 5.155; Santa Filomena R$ e Antônio Almeida R$

23 Na mesorregião Sudeste Piauiense encontram-se três municípios, dentre os 15 maiores: Fronteiras, R$ ; Picos, R$ e Santo Antônio de Lisboa com R$ de PIB per capita em Na Centro Norte são apenas 2 (dois) municípios: Teresina com R$ e Miguel Leão, R$ de PIB per capita. E, finalmente, na mesorregião Norte Piauiense temos apenas o município de Parnaíba, com um PIB per capita de R$

24 IV Políticas e Estratégias de Desenvolvimento As análises realizadas, visando um diagnóstico sumário da economia piauiense, permitem estabelecer uma estratégia de desenvolvimento para o Estado, na qual os caminhos a serem seguidos criem condições para promoção do desenvolvimento integral, ou seja, considerando os aspectos econômicos, sociais e de inserção dos piauienses em um processo sustentável, capaz de melhorar o padrão e qualidade de vida. Historicamente os planos de desenvolvimento estabelecem os seus objetivos visando aumentar o Produto Interno Bruto (PIB), o que exige a mobilização de investimentos crescentes, sendo necessário, em consequência, estimular a captação de poupança interna e/ou externa, para assegurar as taxas de crescimento pretendidas. Dentro dessa concepção, predominantemente economicista, as variáveis relativas à educação, saúde, saneamento e outras atividades afins, não aparecem como objetivo da programação, pois tendem a ser consideradas como uma consequência do chamado processo de desenvolvimento econômico. A abordagem economicista, embora importante, tem demonstrado que há necessidade de mudar esse tipo de enfoque para dar ao desenvolvimento o verdadeiro sentido globalista que deve permear toda a sociedade. Na busca de globalizar o processo, e concentrar os esforços em programas e projetos que atendam diretamente a sociedade e faça com que ela seja o verdadeiro agente da transformação socioeconômica, há necessidade de priorizar uma estratégia que assegure a transformação da sociedade, com o máximo de participação nos frutos do desenvolvimento. 25

25 O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que vem sendo calculado sob a coordenação das Nações Unidas, representa uma evolução no tratamento do desenvolvimento e pode ser adotado como objetivo de um processo sustentável. A vantagem desse índice é considerar a educação como o principal instrumento de transformação estrutural da sociedade, contribuindo, diretamente, para a consolidação e ampliação da cidadania e, simultaneamente, promovendo o próprio desenvolvimento sustentável. Neste caso, poder-se-á prescindir do qualificativo sustentável, sendo desnecessária a expressão desenvolvimento sustentável, porque, indiscutivelmente, o desenvolvimento tem de ser sustentável e não, como historicamente vem ocorrendo, quando se confunde o conceito de desenvolvimento com o de crescimento. IV.1. Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Comportamento Ressalte-se, inicialmente que neste trabalho a preocupação com o estabelecimento do objetivo foi muito mais de natureza qualitativa do que quantitativa, tendo em vista que os estudos nesta área são recentes e o equacionamento do modelo exige um aprofundamento na análise quantitativa da evolução das variáveis componentes do IDH. A abordagem qualitativa contribuirá, decisivamente, para que governantes e decisores, nos diversos níveis, possam adotar medidas que priorizem a educação nos seus vários estágios, tanto formal, quanto informal, como também atribuam tratamento especial à área de saúde, saneamento básico (água e esgotamento sanitário) e ambiental, considerando a variável produto/renda como relevante, entretanto, no caso do IDH o elemento transformador deve ser sempre a educação e a saúde. O Piauí, em 1991, ocupava o 24º lugar na classificação nacional, em termos de desenvolvimento, quando utilizado o 26

26 indicador IDH, porém em 2000, o Estado caiu para 25º lugar, posição mantida em 2007, de acordo com o estudo do Banco Central denominado Evolução do IDH das Grandes Regiões e Unidades da Federação, publicado em janeiro de 2009, no Boletim Regional do Banco Central do Brasil. A manutenção no 25º lugar significa que o estado conseguiu acompanhar o ritmo de desenvolvimento dos demais estados brasileiros, pois no mesmo período ( ), o Maranhão manteve-se na 26ª, e Alagoas na 27ª posição. No Nordeste, o Piauí encontra-se na 7ª posição, com o IDH de 0,740, enquanto o estado do Maranhão, que está na 8ª posição, tem um IDH de 0,724 e Alagoas, na 9ª posição, apresenta IDH de 0,722. Ao realizar uma análise comparativa entre a evolução do IDH das regiões brasileiras, o Banco Central (Anexo 3) demonstra que a região Nordeste foi a que mais cresceu em com o percentual de 24,6%, no período de 1991 a 2007, seguido do Norte, com 16,7%, o Centro-Oeste com 14,6%, Sul 13% e Sudeste 12,5%. Na análise das dimensões do IDH educação, longevidade e renda, o estudo evidencia que entre 1991 e 2007, a dimensão educação no Nordeste cresceu 41%, enquanto longevidade atingiu 18% e a renda cresceu 10,5%, no mesmo período. Ressalte-se que, embora as regiões Nordeste e Norte tenham apresentado as maiores taxas de crescimento do IDH no período 1991/2007, mesmo assim os 16 estados integrantes das duas regiões ocupam as últimas posições na classificação nacional. Vale destacar que as maiores taxas de crescimento contribuíram decisivamente para reduzir as disparidades interregionais, em termos de IDH, ou seja, educação, longevidade e renda, entre as regiões brasileiras. 27

27 A análise evidencia a importância de definir a programação para o estado do Piauí tendo como objetivo o aumento do IDH, como também fixar metas em função das variáveis que compõem esse indicador, quais sejam: educação, longevidade e renda. IV.2. Objetivo Aumentar o Índice de Desenvolvimento Humano do Estado do Piauí, através da concentração das prioridades nas áreas de: educação fundamental, profissionalizante e superior; longevidade redução da mortalidade infantil, saneamento básico (água e esgotamento sanitário) e ambiental, e no aumento do Produto Interno Bruto per capita, consequentemente, da renda global. IV.3. Meta O exame da evolução do IDH do Piauí, no período de 2000 a 2007, permite estimar metas a serem perseguidas em um período de 4 anos 2011 a Entre 2000 e 2007 a variação do IDH foi de 10,95%, sendo válido ressaltar que entre 2005 e 2006 a variação foi de 2,56%, e 2006 a 2007, 2,63%. A análise dessas variações demonstra que o Estado, na classificação nacional, entre 2005/2006 apresentou o 4º maior crescimento do país, enquanto entre 2006/2007 sua classificação evoluiu e o Piauí passou a ocupar a 3ª posição na classificação nacional. Ao se projetar a média da variação do IDH entre 2000 e 2007 e definir uma programação em função das dimensões desse índice, pode-se fixar a meta do IDH do Piauí em 2014 para 0,825 e, nas simulações realizadas, a posição do Piauí situar-se-á entre 19º e 28

28 21º lugar, ganhando, em consequência, um mínimo de 4 posições na classificação nacional, considerando que em 2007 ocupava a 25ª posição. Meta do IDH do Piauí para 2014: 0,825 Ressalte-se que se trata de uma meta a ser atingida desde que os governos adotem uma postura de priorizar educação, longevidade e renda. No caso da educação, o Piauí entre 2000 e 2007 conseguiu reduzir a taxa de analfabetismo da população de 15 anos ou mais de idade, de 30,5% para 23,4%, com uma melhoria de 7,1 pontos. Essa redução exigiu investimentos dos três níveis de Governo e do setor privado na área de educação. A meta estabelecida para o IDH exigirá prioridade absoluta para área de educação, considerando que a proposta é no sentido de transformar a educação no elemento dinâmico das modificações estruturais da economia piauiense. O mesmo raciocínio, quanto à prioridade dos investimentos, aplica-se a saúde, considerando que entre 2000 e 2007 a taxa de mortalidade infantil caiu de 36,9 (por mil crianças nascidas vivas) para 27,3, respectivamente, o que contribuiu, diretamente, para a manutenção do Piauí no 25º lugar do Brasil. A meta fixada criará condições para que o Piauí promova os investimentos na área de saúde para assegurar o IDH de 0,825 em Quanto à renda, que é a terceira dimensão importante no cálculo do IDH, vale ressaltar, inicialmente, que entre 2000 e 2007 o PIB do Piauí passou de R$ 5,3 bilhões para R$ 12,7 bilhões, permitindo que em 2000 a participação da economia piauiense na nordestina, que era de 3,7%, passasse para 4,0% em 2007, esse fato também contribuiu para a melhoria do IDH. Como nas dimensões anteriores deverá haver um grande esforço na área governamental para estimular os investimentos do setor privado no Estado, tanto na indústria, agroindústria e serviços. 29

29 V Diretrizes O alcance dos objetivos e metas, de uma política de desenvolvimento para o estado do Piauí, exige o estabelecimento de um conjunto de diretrizes, consistentemente articuladas, na combinação dos fatores de produção do Estado, associados à captação de recursos públicos e privados, nacional, estrangeiros e internacionais. As diretrizes básicas propostas nesse contexto são as seguintes: a) Integrar o Piauí intraterritorialmente; b) Priorizar a educação como o principal instrumento de transformação estrutural da sociedade piauiense, contribuindo diretamente para a consolidação e ampliação da cidadania, com consequente melhoria do padrão e qualidade de vida da população; c) Priorizar a saúde como instrumento indutor da melhoria da qualidade de vida no Estado; d) Aumentar o valor agregado das atividades econômicas agricultura, indústria e comércio no Estado, visando à geração de emprego e renda, dentro do enfoque da integração intraterritorial, evitando a exportação de matérias-primas, de produtos primários, para processamento em outras regiões; e) Promover um amplo programa de habitação voltado, basicamente, para a melhoria da qualidade de vida da população; 30

30 f) Consolidar e ampliar Programas Sociais, criando condições para transformar os programas compensatórios em atividades produtivas, geradoras de emprego e renda; g) Modernizar a Administração Pública, direta e indireta, inclusive, as sociedades de economia mista, para serem alcançados os objetivos e metas da programação nos prazos previstos nos cronogramas. Com o objetivo de facilitar o entendimento na aplicação das diretrizes acima enunciadas, será importante analisar cada uma delas, exemplificando programas representativos de cada diretriz. V.1. Integrar o Piauí intraterritorialmente A diretriz visa criar condições para articular as mesorregiões do Estado e dentre os programas fundamentais para essa integração destacam-se: a) Aproveitamento integral do Rio Parnaíba: o Rio que nasce na Chapada das Mangabeiras, com uma extensão de 1.450km, compreende três cursos: o Alto Parnaíba, o Médio Parnaíba e o Baixo Parnaíba. Apresenta as condições para desempenhar a função de integração do Estado, porque cruza três mesorregiões, significando esse fato que é um excelente instrumento de articulação intraterritorial. O rio está com sua navegação comprometida, de um lado pelo seu assoreamento, e de outra parte, porque a eclusa construída em nível da Barragem de Boa Esperança não foi integralmente concluída, impedindo a navegação. Estudo realizado pela empresa Japan International Cooperation Agency (JICA) concluiu pela viabilidade da 31

31 navegação do rio desde o Alto Parnaíba até a cidade de Teresina, no Médio Parnaíba, após a dragagem do rio e conclusão da eclusa. O estudo chegou a sugerir, inclusive, um tipo de eclusa de custo reduzido, perfeitamente adaptado ao tipo de navegação. O estudo da JICA conclui que para o aproveitamento do trecho Teresina Parnaíba haveria necessidade de investimentos substanciais, porque os pontos de estrangulamentos decorrentes do assoreamento são maiores. A área governamental piauiense, dentro de um programa de desenvolvimento, precisa atualizar o estudo, talvez, com a colaboração do Governo Japonês, considerando a importância da via fluvial como instrumento de integração do Estado. b) Malha aérea de integração estadual: uma política consistente de desenvolvimento do Estado, precisa estimular o surgimento de um sistema aéreo comercial, dentro do Estado, capaz de permitir a articulação entre as regiões produtoras, pois apenas a cidade de Teresina conta com linhas aéreas regulares, não existindo interligações entre cidades importantes como: Parnaíba; Floriano; Picos; São Raimundo Nonato e Corrente. O estado do Piauí contando com o Delta do Parnaíba o único delta em mar aberto das Américas e um dos três maiores do mundo em extensão e beleza natural e na mesma região Norte o Parque Nacional de Sete Cidades, situado nos municípios de Piripiri e Piracuruca, ou seja, com dois sítios turísticos dessa natureza, não dispõe de linha aérea regular que permita a visitação nacional e internacional, com consequente geração de emprego e renda para as comunidades locais. Destaque-se, que existe em Parnaíba um aeroporto com características internacionais, que permite o pouso e decolagem de aeronaves de médio porte, e estão sendo realizados trabalhos visando a ampliação da pista, aeroporto esse que se encontra subutilizado. A distância entre a cidade de 32

32 Parnaíba, onde está localizado o aeroporto e Sete Cidades é de apenas 195 km, onde existem dois hotéis em condições de hospedagens de turistas, quer pesquisadores ou de lazer. Uma malha aérea intra-regional permitirá a articulação de centros econômicos como Picos, Floriano, Uruçuí, São Raimundo Nonato e Corrente, como também criará condições para o melhor aproveitamento do sítio histórico denominado Parque Nacional Serra da Capivara, localizado a 111 km de São Raimundo Nonato, cidade na qual está sendo construído um aeroporto internacional, em face da grande quantidade de turistas/pesquisadores que se deslocam de outros países para a região. Linhas aéreas regulares criarão um fluxo interno de turismo, tendo em vista que o Parque Nacional dispõe de uma densa concentração de sítios arqueológicos, sem dúvida, um atrativo para o desenvolvimento de um turismo cultural e ecológico, constituindo uma alternativa de desenvolvimento para a região. Os fatos mencionados justificam a implantação de uma malha aérea permanente e regular e, quaisquer planos que se proponham a desenvolver um processo sustentável de desenvolvimento, precisam considerar a necessidade da malha aérea estadual como instrumento de integração socioeconômico. A concessão, utilizando para isso o Programa de Parceria Público- Privada (PPP), poderá ser um instrumento, mesmo que, em um primeiro momento, com o objetivo de gerar uma demanda contínua, tenha de haver subsídios por parte do Governo Estadual e/ou Federal. Na mesorregião Sudoeste, onde se inicia um processo consistente de crescimento, com base na produção de grãos, principalmente soja, há necessidade de criar condições para que empresários, fornecedores e compradores possam mobilizar-se, realizando negócios de importação e exportação, necessários no campo nacional e internacional. 33

33 c) Linha Férrea Teresina/Parnaíba: A linha férrea Teresina/Parnaíba, que não foi privatizada, já existiu por muito tempo e foi desativada, representa um instrumento essencial para a implantação de um programa visando desenvolver o Norte do Estado, tendo em vista que Teresina é um grande mercado consumidor e, simultaneamente, conta com uma população que mais utiliza o segmento turístico da mesorregião Norte Piauiense, na qual situam-se sítios turísticos importantes, como o Delta do Parnaíba, a praia de Luís Correia e o Parque Nacional de Sete Cidades. Ademais o Porto Marítimo de Luís Correia, cujas obras para conclusão foram reiniciadas, e o próprio aeroporto internacional, exigem que seja iniciada, devidamente articulada, uma malha de transporte intermodal que articule o fluvial (Rio Parnaíba), Rodoviário, Ferroviário, Marítimo (Porto de Luís Correia) e o aéreo (Aeroporto Internacional de Parnaíba). A infra-estrutura já disponível, embora ociosa, precisa ser complementada, mesmo que, em um primeiro momento, seja necessário provocar a geração de demanda por transporte, entretanto os investimentos serão justificados pelo seu caráter social, capaz de aumentar o poder aquisitivo da população do Norte do Estado, o que será benéfico para expansão do mercado piauiense. d) Porto de Luís Correia: A conclusão do porto é relevante para o programa de desenvolvimento, mesmo porque a sua construção já atinge um percentual superior a 70% do seu projeto. No quadro atual, considerando que o porto de Luís Correia dista 382 km do Porto de Itaqui (MA), sem dúvida de grande porte, e 447 km do Porto de Pecém (CE), também de grande porte, a concepção final do porto de Luís Correia terá de ficar adstrita às necessidades decorrentes do próprio processo de desenvolvimento do Piauí, podendo, a sua estratégia de operação, centrar-se em 34

34 cargas especializadas de pequeno e médio porte, basicamente cabotagem, ou mesmo, ser utilizado, também, entre as alternativas prováveis como porto nacional e internacional para pesca. Na verdade, a conclusão do porto será fundamental na composição da malha intermodal do Estado. V.2. Priorizar a educação como o principal instrumento de transformação estrutural da sociedade piauiense, contribuindo diretamente para a consolidação e ampliação da cidadania, com consequente melhoria do padrão e qualidade de vida da população A concentração de investimentos no ensino fundamental deve representar a principal orientação do Poder Público estadual, porque a partir dessa estratégia pode-se criar o verdadeiro cidadão, com capacidade de opções, em decorrência de ter condições de optar sobre os caminhos que pretende seguir. Uma população analfabeta representa apenas uma massa de manobra a serviços de líderes, nem sempre verdadeiros, que manipulam essa massa em função de interesses que muitas vezes não guardam correlação com o interesse público. Priorizar os investimentos no aumento de salas de aula, remuneração adequada dos professores, intensificação de programas de treinamento, consolidação e ampliação de programas que evitem a evasão escolar, criando condições para rentabilizar os investimentos, são investimentos essenciais ao desenvolvimento educacional. Um programa de desenvolvimento exige mão-de-obra qualificada e, consequentemente, há necessidade de fortalecer e ampliar o sistema de ensino profissionalizante, utilizando para isso as estruturas já disponíveis como o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPI), existentes em municípios estratégicos 35

35 do Estado e que serão agregadas ao programa de desenvolvimento estadual. Por outro lado, o Sistema S, instituído pelo setor privado, representado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR); Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (SENAC); Serviço Social do Comércio (SESC); Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP); Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI); Serviço Social da Indústria (SESI); Serviço Social de Transporte (SEST); Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), podem ser intensamente utilizados, devidamente articulados com o IFPI. As universidades através de suas áreas tecnológicas devem ser utilizadas no programa de educação profissionalizante, tanto a Federal, quanto a Estadual, considerando a disponibilidade de uma massa crítica especializada, representada pelos seus professores, tendo em vista que elas possuem campi em vários municípios do Estado, e dentro de uma política articulada contribuirão para a formação de pessoal especializado para o processo de desenvolvimento. Quanto à educação em nível superior o Estado é privilegiado, porque conta com uma universidade federal, outra estadual e um grande número de faculdades e escolas de nível superior isoladas e, no caso de um programa de desenvolvimento consistente, os seus professores e alunos devem participar do processo, para que o ensino superior seja realmente um instrumento de desenvolvimento. V.3. Priorizar a saúde como instrumento indutor da melhoria da qualidade de vida no Estado Conforme o analisado, as melhorias das condições de saúde são indispensáveis para aumentar a qualidade de vida da população e a dimensão longevidade, utilizada no cálculo do IDH, que pressupõe o aumento da expectativa de vida ao nascer, que por sua 36

36 vez guarda correlação direta com as reduções das taxas de mortalidade infantil e com a melhoria dos sistemas de abastecimento d água e esgotamento sanitário, além do saneamento ambiental. As variáveis analisadas indicaram que o estado do Piauí reduziu, sensivelmente, a taxa de mortalidade infantil, o que contribuiu para que o IDH, entre 2005/2006 e 2006/2007, variasse a taxas de 2,56% e 2,63%, respectivamente, taxas relevantes no cálculo do indicador. As autoridades governamentais piauienses ao definirem programas e projetos prioritários na área de saúde, para contribuir no sentido da realização da meta de um IDH de 0,825 para 2014, estarão criando condições para que o Estado evolua da atual 25ª posição dentre os estados brasileiros, para o intervalo compreendido entre 19º e 21º. Será fundamental priorizar os programas de abastecimento d água e esgotamento sanitário, principalmente o último, que não tem tido a prioridade adequada pelas instituições governamentais. V.4. Aumentar o valor agregado das atividades econômicas agricultura, indústria e comércio no Estado, visando à geração de emprego e renda, dentro do enfoque da integração intraterritorial, evitando a exportação de matérias-primas, de produtos primários, para processamento em outras regiões O aumento das taxas das atividades econômicas agricultura, indústria e comércio dentro do Estado deve se constituir no principal objetivo das políticas de um plano de desenvolvimento, tendo em vista que gera emprego e renda, dentro do próprio Estado. 37

37 A produção de grãos, como soja no Estado, contribui para a geração de empregos, entretanto, há necessidade de promover condições para que todo o processo de industrialização ocorra dentro do próprio Piauí. O esmagamento, o refino do óleo e a geração de outros produtos, ou seja, integrando toda a cadeia produtiva, deve ocorrer no próprio estado, para que os empregos gerados em cada etapa do processo e a renda auferida fiquem no Piauí. Caso isso não ocorra, a industrialização será processada em outras regiões do Brasil e no exterior, consequentemente, o emprego e renda serão auferidos nessas regiões. No município de Uruçuí há uma situação que justifica plenamente a afirmativa acima, porque uma empresa de grande porte instalada, inicialmente, para realizar uma integração vertical do processo produtivo, ou seja, promovendo no estado todas as etapas da industrialização, vem realizando apenas o esmagamento do grão soja, enviando o produto para processamento em outras regiões. Destaque-se que há necessidade dos governantes adotarem posições que assegurem estímulos efetivos e em tempo hábil, para que o empresariado tome suas decisões de investir no Estado. O Poder Público precisa assegurar aos investidores, energia, estradas e pessoal qualificado, sem o que o empresariado tende a investir nas regiões que assegurem esse tipo de capital social básico. Na verdade, existem algumas dificuldades quanto ao entendimento da importância dos incentivos ficais e financeiros, como a isenção de impostos, por parte de autoridades públicas. Os responsáveis pela área de desenvolvimento entendem que a concessão de incentivos contribui para a geração de emprego e renda no Estado, o que poderá ocorrer em decorrência do efeito multiplicador que a empresa beneficiada possa gerar na área onde ela está sendo instalada. 38

38 As autoridades fiscais, responsáveis diretamente pela arrecadação, geralmente não aceitam essa interpretação, por entenderem que estaria havendo uma renúncia fiscal, o que seria prejudicial para as finanças públicas estaduais. Esse tipo de conflito tem provocado dificuldades para instalação de plantas industriais em vários estados. O fato é que a unidade industrial instalada em Uruçuí fez com que o município passasse para a condição da maior renda per capita do estado, embora a unidade industrial tenha incentivos fiscais. O fenômeno decorre do fato da referida unidade industrial gerar uma série de atividades econômicas no seu entorno, atividades essas geradoras de emprego e renda, e que pagam impostos diretos e indiretos. Os empregados da indústria, dotados de poder aquisitivo, aumentam a demanda por produtos comercializados, como também, empresas de transportes, clínicas médicas e odontológicas, hospitais, escolas particulares, dentre outros, que vão surgindo para atender a demanda decorrente do incremento do poder aquisitivo, atividades essas que contribuem para aumentar os impostos municipais e estaduais, como o ISS e o ICMS. Pode se afirmar que não há renúncia fiscal em um primeiro momento, mas expectativa de renúncia fiscal. No próprio Piauí existe outro exemplo, representando pela implantação de uma fábrica de cimento no município de Fronteiras, criando condições para que o município, por algum tempo, ocupasse o 1º lugar do estado em renda per capita, situação posteriormente assumida pelo município de Uruçuí, tendo Fronteiras passado para a 2ª maior renda per capita do Estado. Na elaboração e implantação de políticas dessa natureza as autoridades precisam estar conscientes de que a concessão de incentivos fiscais e financeiros, quando corretamente concedidos, não representa um favor do setor público, porque todos ganharão com o processo de industrialização, tanto os empresários, com os lucros que auferem; a população, com o aumento do poder 39

39 aquisitivo decorrente do emprego e da renda; e o Poder Público, em face do aumento da arrecadação. Outro exemplo importante para o aumento do valor agregado no Estado são as Zonas de Processamento de Exportação (ZPE), tais ZPE representam um instrumento válido para geração de emprego e renda, com experiências exitosas em vários países. Objetivando o entendimento do conceito de ZPE ressalte-se, que ela é representada por uma área física, cercada, devidamente alfandegada pelo Governo Federal, em síntese, a área da ZPE é considerada para todos os efeitos legais como território estrangeiro. Precisa-se deixar claro que tudo que sair do estado para a ZPE é considerado uma exportação e o que for enviado da ZPE para o estado é uma importação, consequentemente, em ambos os casos, tanto aquisição de produtos na ZPE, como envio de produtos para a ZPE, ficam sujeitos aos impostos de exportação e importação. A legislação vigente estabelece que a produção da ZPE deverá ser enviada, predominantemente, para o exterior, no percentual mínimo de 80%, permitindo, apenas, que 20% da produção seja internalizada no País. Observa-se que a filosofia básica de uma ZPE é contribuir para aumentar o valor agregado interno, gerando emprego e renda, pela verticalização do processo industrial. Um exemplo: caso uma empresa importadora de grãos de soja resolva esmagar a soja e promover a etapa de refinamento do óleo em uma ZPE do Piauí, ela poderá trazer sua planta industrial integralmente para a ZPE sem pagar quaisquer impostos federal, estaduais ou municipais, desde que um mínimo de 80% da produção seja encaminhada para o exterior, tendo-se em vista que até 20% pode ser internalizada no País, no qual se localiza a ZPE e, neste caso, serão cobrados todos os impostos relativos à importação. 40

40 A grande vantagem para a região, onde se localiza a ZPE, reside no fato das empresas que se instalarem contratarem trabalhadores e técnicos locais, o que significa geração de emprego e renda, geralmente com remunerações maiores que a do país, como também, a transferência de tecnologia e know-how. A ZPE visa, basicamente, ser um grande instrumento promotor da industrialização, utilizando capital estrangeiro, sem prejuízo de possíveis associações com grupos nacionais, situação que contribui, diretamente, para melhorar o padrão e qualidade de vida da população. O efetivo funcionamento de uma ZPE dependerá, diretamente, de um sistema de transporte ágil, sendo, indispensável, consequentemente, a conclusão do Porto de Luís Correia, funcionamento do aeroporto de Parnaíba e, dependendo da natureza da ZPE (produção leve ou pesada), a reativação da linha férrea Parnaíba/Teresina, permitindo a conexão com o Porto de Itaqui (MA), através da ferrovia Teresina/São Luis e, também, com o Porto de Pecém (CE), por intermédio da ferrovia Teresina/Fortaleza. As autoridades piauienses estão tomando providência para instalação uma ZPE em Parnaíba, tendo o projeto de relocalização sido aprovado pelo Conselho Nacional das ZPE, e uma segunda ZPE está sendo programada para o município de Pavussu, a 119 km de Eliseu Martins (PI 324), onde será iniciada a Transnordestina, permitindo o escoamento da produção através dos portos de Suape (PE) ou Pecém (CE). O município de Pavussu encontra-se a uma distância de 147 km de São Raimundo Nonato (PI 324), município no qual está sendo construído um aeroporto internacional, fato favorável a um projeto dessa natureza. O projeto da ZPE, a ser instalada em Pavussu, precisa evitar que a exportações ocorram com produtos primários, fazendo com 41

41 que tais produtos sejam industrializados na região antes de suas respectivas exportações. Finalmente, pode-se concluir quanto à importância do aumento do valor agregado da economia piauiense, afirmando que a integração vertical e horizontal do processo de agroindustrialização e industrialização é essencial para aumentar a riqueza da população do estado do Piauí. V.5. Promover um amplo programa de habitação voltado, basicamente, para a melhoria da qualidade de vida da população Um amplo programa habitacional é fundamental para que se possa melhorar a qualidade de vida da população, não somente a de baixa renda, mas de todos os níveis sociais, embora as prioridades devam partir dos de menor poder aquisitivo. Na definição da programação habitacional, cuidados especiais precisam ser adotados com os mecanismos financeiros e operacionais, para que seja possível combinar adequadamente a aplicação de recursos, seja sob a forma de doação, com aqueles que exigirão retorno do financiamento, consequentemente, provocando endividamento das famílias. V.6. Consolidar e ampliar Programas Sociais, criando condições para transformar os programas compensatórios em atividades produtivas, geradoras de emprego e renda Os programas sociais em execução pelo Governo Federal constituindo-se no principal instrumento de política social em cada estado, embora de natureza compensatória, são da maior 42

42 importância para a economia do Nordeste e, principalmente, de estados como o Piauí. Ao lado do substancial aumento do salário mínimo, que não é de natureza compensatória, os programas sociais representados pela Bolsa Escola, Bolsa Família e outros, também contribuem para aumentar o poder aquisitivo da população, ampliando o mercado interno e, em consequência, gerando centros dinâmicos no interior, pelo fortalecimento das atividades comerciais. Em termos de planejamento, o fundamental é identificar novos programas, que permitam passar do estágio assistencial/compensatório, para uma etapa que assegure renda a população, permitindo a comunidade exercer suas próprias opções, consequentemente, estimulando a cidadania. Programas como o de Agricultura Familiar representam, sem dúvida, esse tipo de estratégia, porque os recursos a ele canalizados, embora subsidiados, contribuem para aumentar a atividade produtiva dos pequenos produtores, permitindo-lhes a evolução para etapas de organização como: cooperativas; micro e pequenas empresas. Esse tipo de programa tem evoluído e, nas características do Piauí, ele deve ser consolidado e ampliado, com a participação do Estado, não com o objetivo de substituir os produtores, entretanto, visando estimulá-los com aporte de recursos sob a forma de financiamento e, principalmente, assistência técnica. Instituições como o SEBRAE podem ser utilizadas na consolidação desse programa, porque a sua evolução exigirá que ele deixe a condição de produção de consumo familiar, ou seja, de subsistência, para economia de mercado através de organizações de cooperativas, micro e pequenas empresas, campo no qual, o SEBRAE está preparado para prestar esse tipo de serviço, isoladamente ou em conjunto com instituições como a Empresa 43

43 Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), que ao lado da geração de tecnologia para empresas de médio e grande porte, tem condições de ser utilizada pelo estado do Piauí para colaborar na consolidação e ampliação do Programa de Agricultura Familiar, bem como a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), do Piauí. O fundamental numa diretriz dessa natureza é concentrar, cada vez mais, os recursos escassos em atividades que permitam a passagem das atividades compensatórias para as econômicas, o que contribuirá para o crescimento da cidadania, porque os participantes deixam a condição de beneficiários de um programa assistencial e alcançam estágios de atividades produtivas autosustentáveis. V.7. Modernizar a Administração Pública, direta e indireta, inclusive as sociedades de economia mista, para serem alcançados os objetivos e metas da programação nos prazos previstos nos cronogramas A administração, historicamente, vem se constituindo em ponto de estrangulamento da execução de planos, programas e projetos, por dois motivos básicos: a) ausência dos administradores na fase de concepção dos programas e projetos e, b) inexistência de políticas visando modernizar a operacionalização, inclusive a elaboração de planos de cargos e salários, para assegurar um tratamento adequado na área de recursos humanos. Quando os administradores participam conjuntamente com os planejadores globais, na fase de concepção, torna-se possível ajustar as metas às verdadeiras possibilidades operacionais da administração, ou mesmo, propor modificações nas organizações, de forma a criar condições para a execução. Quanto à modernização da operação, as medidas devem concentrar-se nas próprias organizações responsáveis pela 44

44 execução, procurando ajustar normas e procedimentos, bem como o dimensionamento do pessoal necessário à execução dos programas e projetos. As diretrizes propostas, devidamente analisadas, não esgotam a realidade social e econômica, entretanto, se adotadas, permitirão a utilização racional dos recursos na promoção do desenvolvimento do estado do Piauí. 45

45 VI Recursos As áreas em desenvolvimento não dispõem de recursos financeiros e técnicos para implementação de programa de desenvolvimento que assegurem investimentos compatíveis com as necessidades da população, ou seja, inexistem poupanças suficientes para realizar as inversões. No Piauí, a situação é a mesma, porquanto os recursos públicos e privados não têm condições de gerar poupanças necessárias para os investimentos e, as disponibilidades, principalmente do setor público, asseguram, predominantemente, a manutenção das despesas de custeio, com reduzida parcela para investimentos. O sucesso da implementação de um programa de desenvolvimento dependerá da capacidade do Estado na mobilização de recursos públicos e privados de outras instituições do País, como também, externos estrangeiros (países) e/ou internacionais (entidades multilaterais), o que exige uma preparação do estado para captar tais recursos. Ressalte-se, que a utilização do termo recursos significa os financeiros e os relativos à assistência técnica, pois as tecnologias podem ser compradas, entretanto, também poderá ser conseguida de países e entidades internacionais, sendo que, tudo dependerá da capacidade de mobilização do Estado, calcada em postulados de organização para o planejamento, como também operacionalização e, sobretudo, aplicação dos recursos com eficiência, eficácia e efetividade. Os recursos para programas dessa natureza podem ser classificados em dois grupos: financeiros e técnicos. Os financeiros podem ser agrupados em: de origem nacional, estrangeira e 46

46 internacional, que por sua vez podem ser originários de fontes públicas e privadas. Em nível nacional considera-se: públicos e privados. Os públicos originam-se dos orçamentos federal, estaduais e municipais, e bancos como: Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia. Quanto aos recursos privados de origem nacional, tanto financeiros como técnicos, pode-se admitir o programa denominado Parceria Público-Privada (PPP) e instrumentos como associações com empresas privadas (joint venture). No campo estrangeiro e internacional poderão ser buscados recursos de países ou de instituições internacionais, como o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e a Food and Agriculture Organization (FAO), ambos na área de assistência técnica e o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), estes, predominantemente, no campo financeiro. Considerando, que o Estado não dispõe dos recursos necessários para assegurar uma taxa de crescimento, compatível com as projeções que visam o crescimento do produto e a consequente distribuição de renda, em um determinado período, pode-se afirmar que o sucesso da programação dependerá da capacidade do Estado de se organizar para captar e aplicar recursos, originários dos orçamentos públicos e das entidades e países. Na prática, a fragilidade na captação de recursos, decorre do despreparo para realizar esse tipo de tarefa, ocorrendo ações pulverizadas, ou seja, isoladas por parte de segmentos estanques do Estado. 47

47 Uma equipe interdisciplinar, treinada na busca de recursos, precisa estar preparada em aspectos indispensáveis para a captação, dentre eles: a) Pleno conhecimento do programa a ser financiado; b) Identificação das fontes de financiamento que mais se adequada ao tipo de projeto: i. Orçamento Público; ii. Bancos; iii. Empresas Públicas; iv. Governos Estrangeiros; e, v. Entidades Internacionais. c) Exigências legais e técnicas de cada possível fonte de financiamento: i. Carta-Consulta; ii. Estudo de Viabilidade; e, iii. Projeto e Projeto Executivo. d) Mecanismo de negociação; e) Natureza do processo decisório: i. Técnico; e, ii. Político. f) Exigências operacionais: i. Mecanismo; ii. Acompanhamento; iii. Controle; e, iv. Avaliação. Um grupo preparado para desenvolver as tarefas acima mencionadas, evitará desgastes políticos para os governantes, porque faz com que as proposições, ao seguirem as exigências dos 48

48 financiadores, tenham respostas positivas por estarem enquadradas na política de exigências de cada um. Por outro lado, ao se considerar esses aspectos na fase de concepção e elaboração de cada programa e projeto, serão criadas condições para iniciar a execução logo após a aprovação do financiamento e, a primeira liberação do recurso 5. Em termos organizacionais, no caso do item exemplificado, ou seja, captação de recursos, o sucesso dependerá da institucionalização, no Estado, de um Sistema Estadual de Captação de Recursos, no qual, um núcleo básico unificará as proposições que serão trabalhadas nas diversas secretarias do estado. O sucesso de um sistema dessa natureza dependerá da posição do seu nível na estrutura organizacional do estado. Considerando a necessidade de decisões técnicas e políticas, o núcleo central deverá estar localizado em nível do governante máximo do Estado e, nas Secretarias, vinculado diretamente ao Secretário de Estado. A denominação não é o mais relevante, entretanto, poderia ser denominado Sistema Integrado de Captação de Recursos. 5 Matéria publicada no site do INAD (link Informes), intitulada: Planejamento Institucional e Administrativo (Informe 03). 49

49 VII Aspectos Institucionais, Organizacionais e Operacionais do Desenvolvimento Os planejadores na fase de concepção dos planos, programas e projetos, geralmente não se preocupam com os aspectos operacionais do desenvolvimento, concentrando os seus esforços no que se poderia chamar planejamento substantivo, ou O QUE FAZER, estabelecendo objetivos, fixando metas, definindo programas e projetos e estimando recursos, sem maiores atenções ao que se poderia chamar de planejamento adjetivo, ou O COMO FAZER 6. Uma análise mesmo superficial da execução dos programas e projetos governamentais demonstra o que se afirma, sendo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) um exemplo. Quando se fala no planejamento adjetivo, ou O COMO FAZER, pretende-se ressaltar que os aspectos operacionais precisam ser considerados na fase da elaboração, para que as equipes interdisciplinares avaliem se a administração atual e sua potencialidade, devidamente identificada, têm condições de executar os programas e projetos, visando alcançar os objetivos e metas. Quanto às instituições é relevante examinar o grau de modernização de cada uma e os seus sistemas de interrelações, objetivando evitar duplicidades, consequentemente, conflitos tendentes a retardar a execução dos programas e projetos. Ao lado desse tipo de exame, das organizações, em termos de suas estruturas, e do pessoal disponível, precisa ser avaliado, conjuntamente, para que o próprio planejamento insira, no seu 6 Ver sobre o assunto na Revista de Administração para o Desenvolvimento, Ano VIII 1º semestre/1984, artigos: Considerações críticas sobre Administração para o Desenvolvimento do Profº Nelson Manoel de Mello e Souza; e, Administração: Fator de Desenvolvimento do Profº Leonides Alves da Silva Filho, publicados pelo Instituto Nacional de Administração para o Desenvolvimento (INAD) e disponível no site do Instituto: 50

50 contexto, medidas legais, normas e rotinas, essenciais para operacionalização da programação. Caso o exame de natureza institucional, organizacional e administrativa conclua pela inviabilidade da administração, atual e potencial, operacionalizar a programação no sentido de alcançar os objetivos e metas, haverá necessidade, na fase de concepção dos programas e projetos, de propor as modernizações para assegurar a operacionalização ou reduzir as metas, visando ajustá-las à realidade institucional, organizacional e administrativa do estado. 51

51 Referências Bibliográficas BANCO CENTRAL DO BRASIL. Evolução do IDH das Grandes Regiões e Unidades da Federação. Boletim Regional do Banco Central do Brasil, janeiro de CEPRO. Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí Conjuntura Econômica. Boletim Analítico Anual Teresina: Fundação CEPRO, p. IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa nacional por amostra de domicílios. Síntese de indicadores Rio de Janeiro: IBGE, p.. Pesquisa nacional por amostra de domicílios. Síntese de indicadores Rio de Janeiro: IBGE, p.. Pesquisa nacional por amostra de domicílios. Síntese de indicadores Rio de Janeiro: IBGE, p.. Pesquisa nacional por amostra de domicílios. Síntese de indicadores Rio de Janeiro: IBGE, p.. Pesquisa nacional por amostra de domicílios. Síntese de indicadores Rio de Janeiro: IBGE, p.. Pesquisa nacional por amostra de domicílios. Síntese de indicadores Rio de Janeiro: IBGE, p.. Sinopse preliminar do Censo Demográfico, Volume 7. Rio de Janeiro: IBGE, p. 52

52 . Síntese de Indicadores Sociais. Uma análise das condições de vida da população brasileira Rio de Janeiro: IBGE, p... Sistema de contas nacionais nº 10. Brasil Rio de Janeiro: IBGE, p.. Sistema de contas nacionais nº 28. Contas regionais do Brasil Rio de Janeiro: IBGE, p. LIMA, Gerson Portela. Atlas da exclusão social no Piauí. Teresina: Fundação CEPRO, p. PIAUÍ, Governo do Estado do. Plano Plurianual. Quadriênio Teresina: Governo do Estado do Piauí, p. PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O IDH - Índice de Desenvolvimento Humano. Disponível em: <http://www.pnud.org.br/idh/>. Acessado em: 23 de março de SILVA FILHO, Leonides Alves da. SUDENE: 50 anos: uma abordagem política, institucional e administrativa. Recife: Comunigraf, p. UNDP. United Nations Development Programme. Human Development Report Disponível em: <http://hdr.undp.org/en/>. Acessado em 22 de março de

53 Anexos 1. Municípios do Estado do Piauí 2. Municípios do Estado do Piauí, segundo as Mesorregiões 2. Boletim Regional do Banco Central do Brasil

54 Anexo 1: Municípios do Estado do Piauí, segundo a População Municípios do Estado do Piauí, segundo a População Total (2000), População Recenseada e Estimada (2007), Microrregião, Mesorregião, Área (km 2 ) e Densidade Demográfica em 2000 e 2007 (hab/km 2 ) Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Piauí ,19 11, , Acauã Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.029,41 4, , Médio Parnaíba Agricolândia Piauiense Centro-Norte Piauiense 112,419 47, , Água Branca Médio Parnaíba Piauiense Centro-Norte Piauiense 97, , , Alagoinha do Piauí Pio IX Sudeste Piauiense 448,101 15, , Alegrete do Piauí Pio IX Sudeste Piauiense 281,271 16, , Alto Longá Campo Maior Centro-Norte Piauiense 1.621,35 7, , Altos Teresina Centro-Norte Piauiense 957,617 37, , Alvorada do Gurguéia Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 2.131,94 1, ,

55 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Amarante Médio Parnaíba Piauiense Centro-Norte Piauiense 1.304,78 12, , Angical do Piauí Médio Parnaíba Piauiense Centro-Norte Piauiense 201,208 33, , Anísio de Abreu São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 326,822 21, , Antônio Almeida Bertolínia Sudoeste Piauiense 652,732 4, , Aroazes Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 816,609 7, , Aroeiras do Itaim Picos Sudeste Piauiense Médio Parnaíba Arraial Piauiense Centro-Norte Piauiense 635,818 7, , Assunção do Piauí Campo Maior Centro-Norte Piauiense 1.690,72 4, , Chapadas do Extremo Avelino Lopes Sul Piauiense Sudoeste Piauiense 1.209,38 7, , Baixa Grande do Ribeiro Alto Parnaíba Piauiense Sudoeste Piauiense 7.808,95 0, , Barra D'Alcântara Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 351,028 11, , Baixo Parnaíba Barras Piauiense Norte Piauiense 1.721,59 23, , Barreiras do Piauí Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 2.028,28 1, ,

56 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Barro Duro Médio Parnaíba Piauiense Centro-Norte Piauiense 131,116 51, , Batalha Baixo Parnaíba Piauiense Norte Piauiense 1.588,91 15, , Bela Vista do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 312,361 9, , Belém do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 220,933 10, , Beneditinos Teresina Centro-Norte Piauiense 792,562 12, , Bertolínia Bertolínia Sudoeste Piauiense 1.225,17 4, , Betânia do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.092,31 7, , Baixo Parnaíba Boa Hora Piauiense Norte Piauiense 335,747 15, , Bocaina Picos Sudeste Piauiense 257,302 16, , Bom Jesus Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 5.469,16 2, , Bom Princípio do Piauí Litoral Piauiense Norte Piauiense 521,571 8, , Bonfim do Piauí São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 293,593 16, , Boqueirão do Piauí Campo Maior Centro-Norte Piauiense 281,194 19, , Baixo Parnaíba Brasileira Piauiense Norte Piauiense 880,893 8, , Brejo do Piauí São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 2.212,93 1, ,

57 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Buriti dos Lopes Litoral Piauiense Norte Piauiense 691,363 26, , Buriti dos Montes Campo Maior Centro-Norte Piauiense 2.652,10 2, , Baixo Parnaíba Cabeceiras do Piauí Piauiense Norte Piauiense 608,505 13, , Cajazeiras do Piauí Picos Sudeste Piauiense 555,553 4, , Cajueiro da Praia Litoral Piauiense Norte Piauiense 271,348 22, , Caldeirão Grande do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 514,307 10, , Campinas do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 796,953 6, , Campo Alegre do Fidalgo Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 755,529 5, , Campo Grande do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 291,581 16, , Campo Largo do Piauí Baixo Parnaíba Piauiense Norte Piauiense 477,915 12, , Campo Maior Campo Maior Centro-Norte Piauiense 1.699,38 25, , Canavieira Floriano Sudoeste Piauiense 1.803,47 2, , Canto do Buriti São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 4.409,80 4, , Capitão de Campos Campo Maior Centro-Norte Piauiense 538,681 18, , Capitão Gervásio Oliveira Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.114,41 3, ,

58 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Caracol São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 449,465 17, , Caraúbas do Piauí Litoral Piauiense Norte Piauiense 471,447 10, , Caridade do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 423,369 9, , Castelo do Piauí Campo Maior Centro-Norte Piauiense 2.063,96 8, , Caxingó Litoral Piauiense Norte Piauiense 488,162 8, , Cocal Litoral Piauiense Norte Piauiense 1.269,07 19, , Cocal de Telha Campo Maior Centro-Norte Piauiense 322,103 13, , Cocal dos Alves Litoral Piauiense Norte Piauiense 358,104 14, , Coivaras Teresina Centro-Norte Piauiense 506,719 6, , Colônia do Gurguéia Bertolínia Sudoeste Piauiense 430,613 11, , Colônia do Piauí Picos Sudeste Piauiense 947,934 7, , Conceição do Canindé Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 903,884 5, , Coronel José Dias São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 1.822,12 2, , Chapadas do Extremo Corrente Sul Piauiense Sudoeste Piauiense 3.051,16 7, , Cristalândia do Piauí Chapadas do Extremo Sul Piauiense Sudoeste Piauiense 1.202,90 5, ,

59 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Cristino Castro Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 1.848,69 5, , Chapadas do Extremo Curimatá Sul Piauiense Sudoeste Piauiense 2.360,53 4, , Currais Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 3.156,65 1, , Curral Novo do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 765,534 5, , Curralinhos Teresina Centro-Norte Piauiense 362,793 10, , Demerval Lobão Teresina Centro-Norte Piauiense 221,023 56, , Dirceu Arcoverde São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 1.005,71 6, , Dom Expedito Lopes Picos Sudeste Piauiense 219,07 27, , Dom Inocêncio São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 4.024,39 2, , Domingos Mourão Campo Maior Centro-Norte Piauiense 846,831 5, , Elesbão Veloso Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 1.285,68 11, , Eliseu Martins Bertolínia Sudoeste Piauiense 1.090,50 3, , Baixo Parnaíba Esperantina Piauiense Norte Piauiense 911,213 37, , Fartura do Piauí São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 717,991 6, ,

60 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Flores do Piauí Floriano Sudoeste Piauiense 972,209 4, , Floresta do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 206,144 11, , Floriano Floriano Sudoeste Piauiense 3.409,66 16, , Francinópolis Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 254,407 20, , Médio Parnaíba Francisco Ayres Piauiense Centro-Norte Piauiense 656,448 7, , Francisco Macedo Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 117,317 19, , Francisco Santos Pio IX Sudeste Piauiense 569,502 12, , Fronteiras Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 789,828 12, , Geminiano Picos Sudeste Piauiense 471,57 10, , Gilbués Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 3.495,02 2, , Guadalupe Floriano Sudoeste Piauiense 1.019,65 10, , Guaribas São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 4.279,67 1, , Médio Parnaíba Hugo Napoleão Piauiense Centro-Norte Piauiense 273,721 13, , Ilha Grande Litoral Piauiense Norte Piauiense 134,318 58, , Inhuma Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 1.042,82 13, , Ipiranga do Piauí Picos Sudeste Piauiense 527,716 15, , Isaías Coelho Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 664,66 11, ,

61 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Itainópolis Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 810,752 12, , Itaueira Floriano Sudoeste Piauiense 2.534,50 4, , Jacobina do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.443,26 3, , Jaicós Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 854,342 18, , Médio Parnaíba Jardim do Mulato Piauiense Centro-Norte Piauiense 460,518 8, , Jatobá do Piauí Campo Maior Centro-Norte Piauiense 663,797 6, , Jerumenha Floriano Sudoeste Piauiense 1.693,77 2, , João Costa Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.716,17 1, , Baixo Parnaíba Joaquim Pires Piauiense Norte Piauiense 739,57 17, , Joca Marques Baixo Parnaíba Piauiense Norte Piauiense 166,441 26, , José de Freitas Teresina Centro-Norte Piauiense 1.538,21 21, , Juazeiro do Piauí Campo Maior Centro-Norte Piauiense 827,199 5, , Chapadas do Extremo Júlio Borges Sul Piauiense Sudoeste Piauiense 1.290,41 3, , Jurema São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 1.297,32 3, , Lagoa Alegre Teresina Centro-Norte Piauiense 394,658 17, ,

62 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Lagoa de São Francisco Campo Maior Centro-Norte Piauiense 155,637 37, , Lagoa do Barro do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.300,54 3, , Lagoa do Piauí Teresina Centro-Norte Piauiense 427,195 8, , Lagoa do Sítio Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 789,71 5, , Médio Parnaíba Lagoinha do Piauí Piauiense Centro-Norte Piauiense 67,507 33, , Landri Sales Bertolínia Sudoeste Piauiense 1.193,32 4, , Luís Correia Litoral Piauiense Norte Piauiense 1.071,28 22, , Baixo Parnaíba Luzilândia Piauiense Norte Piauiense 704,433 34, , Madeiro Baixo Parnaíba Piauiense Norte Piauiense 177,219 38, , Manoel Emídio Bertolínia Sudoeste Piauiense 1.618,95 3, , Marcolândia Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 137,069 45, , Marcos Parente Bertolínia Sudoeste Piauiense 775,767 5, , Massapê do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 525,619 11, , Baixo Parnaíba Matias Olímpio Piauiense Norte Piauiense 226,22 42, , Miguel Alves Baixo Parnaíba Piauiense Norte Piauiense 1.393,71 21, ,

63 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Miguel Leão Teresina Centro-Norte Piauiense 74,517 18, , Milton Brandão Campo Maior Centro-Norte Piauiense 1.371,77 5, , Monsenhor Gil Teresina Centro-Norte Piauiense 582,058 17, , Monsenhor Hipólito Pio IX Sudeste Piauiense 391,304 17, , Monte Alegre do Piauí Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 2.417,85 4, , Morro Cabeça no Chapadas do Extremo Tempo Morro do Chapéu do Piauí Sul Piauiense Sudoeste Piauiense 2.210,92 2, , Baixo Parnaíba Piauiense Norte Piauiense 328,284 18, , Murici dos Portelas Litoral Piauiense Norte Piauiense 481,521 13, , Nazaré do Piauí Floriano Sudoeste Piauiense 1.311,57 5, , Nazária Teresina Centro-Norte Piauiense Nossa Senhora de Nazaré Campo Maior Centro-Norte Piauiense 356,341 10, , Nossa Senhora dos Remédios Baixo Parnaíba Piauiense Norte Piauiense 358,364 20, , Nova Santa Rita Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.119,14 3, , Novo Oriente do Piauí Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 500,467 13, ,

64 Unidade Geográfica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Novo Santo Antônio Campo Maior Centro-Norte Piauiense 528,408 5, , Oeiras Picos Sudeste Piauiense 2.719,54 12, , Olho D'Água do Médio Parnaíba Piauí Piauiense Centro-Norte Piauiense 220,127 10, , Padre Marcos Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 319,124 22, , Paes Landim Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 349,679 11, , Pajeú do Piauí São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 1.075,26 2, , Palmeira do Piauí Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 2.021,23 2, , Médio Parnaíba Palmeirais Piauiense Centro-Norte Piauiense 1.360,31 8, , Paquetá Picos Sudeste Piauiense 448,457 9, , Chapadas do Extremo Parnaguá Sul Piauiense Sudoeste Piauiense 3.284,56 2, , Parnaíba Litoral Piauiense Norte Piauiense 435, , , Passagem Franca do Médio Parnaíba Piauí Piauiense Centro-Norte Piauiense 849,601 4, , Patos do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 723,273 7, , Pau D'Arco do Piauí Teresina Centro-Norte Piauiense 426,628 7, , Paulistana Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.751,99 9, , Pavussu Floriano Sudoeste Piauiense 1.494,69 2, ,

65 Unidade Geográfrica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Pedro II Campo Maior Centro-Norte Piauiense 1.518,19 23, , Pedro Laurentino Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 835,05 2, , Picos Picos Sudeste Piauiense 803,261 85, , Pimenteiras Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 4.577,59 2, , Pio IX Pio IX Sudeste Piauiense 1.948,84 8, , Piracuruca Litoral Piauiense Norte Piauiense 2.380,51 10, , Baixo Parnaíba Piripiri Piauiense Norte Piauiense 1.408,93 42, , Porto Baixo Parnaíba Piauiense Norte Piauiense 252,713 41, , Porto Alegre do Piauí Bertolínia Sudoeste Piauiense 1.136,80 2, , Prata do Piauí Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 196,323 15, , Queimada Nova Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.499,87 5, , Redenção do Gurguéia Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 2.468,01 3, , Médio Parnaíba Regeneração Piauiense Centro-Norte Piauiense 1.257,16 13, , Riacho Frio Chapadas do Extremo Sul Piauiense Sudoeste Piauiense 2.221,95 1, , Ribeira do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 990,678 3, ,

66 Unidade Geográfrica População Total 2000 (1) Ribeiro Gonçalves População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Alto Parnaíba Piauiense Sudoeste Piauiense 3.979,04 1, , Rio Grande do Piauí Floriano Sudoeste Piauiense 611,011 10, , Santa Cruz do Piauí Picos Sudeste Piauiense 611,501 9, , Santa Cruz dos Milagres Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 984,084 3, , Alto Parnaíba Santa Filomena Piauiense Sudoeste Piauiense 5.285,45 1, , Santa Luz Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 1.186,83 4, , Santa Rosa do Piauí Picos Sudeste Piauiense 356,237 14, , Santana do Piauí Picos Sudeste Piauiense 140,688 32, , Santo Antônio de Lisboa Pio IX Sudeste Piauiense 395,799 13, , Santo Antônio dos Médio Parnaíba Milagres Piauiense Centro-Norte Piauiense 33,152 56, , Santo Inácio do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 895,671 3, , São Braz do Piauí São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 604,081 6, , São Félix do Piauí Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 656,52 5, , São Francisco de Assis do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 842,453 4, , São Francisco do Piauí Floriano Sudoeste Piauiense 1.340,65 4, ,

67 Unidade Geográfrica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) São Gonçalo do Gurguéia Alto Médio Gurguéia Sudoeste Piauiense 1.385,31 1, , São Gonçalo do Médio Parnaíba Piauí Piauiense Centro-Norte Piauiense 147,592 28, , São João da Canabrava Picos Sudeste Piauiense 470,954 9, , São João da Fronteira Litoral Piauiense Norte Piauiense 764,742 6, , São João da Serra Campo Maior Centro-Norte Piauiense 962,258 6, , São João da Varjota Picos Sudeste Piauiense 395,368 11, , Baixo Parnaíba São João do Arraial Piauiense Norte Piauiense 213,351 26, , São João do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.532,43 11, , São José do Divino Litoral Piauiense Norte Piauiense 319,114 15, , São José do Peixe Floriano Sudoeste Piauiense 1.339,50 2, , São José do Piauí Picos Sudeste Piauiense 330,719 20, , São Julião Pio IX Sudeste Piauiense 298,106 19, , São Lourenço do Piauí São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 683,661 6, , São Luis do Piauí Picos Sudeste Piauiense 219,895 11, , São Miguel da Baixa Grande Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 384,188 5, ,

68 Unidade Geográfrica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) São Miguel do Fidalgo Floriano Sudoeste Piauiense 802,748 3, , São Miguel do Tapuio Campo Maior Centro-Norte Piauiense 5.220,51 3, , Médio Parnaíba São Pedro do Piauí Piauiense Centro-Norte Piauiense 525,723 23, , São Raimundo Nonato São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 2.427,89 11, , Chapadas do Extremo Sebastião Barros Sul Piauiense Sudoeste Piauiense 1.013,93 4, , Sebastião Leal Bertolínia Sudoeste Piauiense 3.111,10 1, , Sigefredo Pacheco Campo Maior Centro-Norte Piauiense 982,074 9, , Simões Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.023,92 13, , Simplício Mendes Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 1.398,95 7, , Socorro do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 692,99 6, , Sussuapara Picos Sudeste Piauiense 220,074 22, , Tamboril do Piauí São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 1.578,64 1, , Tanque do Piauí Picos Sudeste Piauiense 377,042 6, , Teresina Teresina Centro-Norte Piauiense 1.755,70 407, , União Teresina Centro-Norte Piauiense 1.173,45 33, ,

69 Unidade Geográfrica População Total 2000 (1) População Recenseada e Estimada Microrregião Mesorregião Área (km²) 2007 (2) Densidade Demográfica em 2000 (hab/km²) Densidade Demográfica em 2007 (hab/km²) Uruçuí Alto Parnaíba Piauiense Sudoeste Piauiense 8.452,03 2, , Valença do Piauí Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 1.350,52 14, , Várzea Branca São Raimundo Nonato Sudoeste Piauiense 435,182 11, , Várzea Grande Valença do Piauí Centro-Norte Piauiense 233,927 19, , Vera Mendes Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 310,368 9, , Vila Nova do Piauí Alto Médio Canindé Sudeste Piauiense 167,959 17, , Wall Ferraz Picos Sudeste Piauiense 264,71 15, , Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000, Contagem da População 2007 e Resolução Nº 05, de 10 outubro de Área Municipal. (1) Refere-se às pessoas que sempre moraram ou nasceram no município de residência por ocasião do Censo. (2) Inclusive a população estimada nos domicílios fechados. 70

70 Anexo 2: Municípios do Estado do Piauí, segundo as Mesorregiões Municípios do Estado do Piauí, segundo as Mesorregiões, Microrregões, PIB a preços correntes e PIB per capita, em 2000 e 2007 Produto Interno Bruto (PIB) Unidade Geográfica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Piauí Mesorregião: Centro-Norte Piauiense Agricolândia Médio Parnaíba Piauiense Água Branca Médio Parnaíba Piauiense Alto Longá Campo Maior Altos Teresina Amarante Médio Parnaíba Piauiense

71 Unidade Geográfica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Angical do Piauí Médio Parnaíba Piauiense Aroazes Valença do Piauí Arraial Médio Parnaíba Piauiense Assunção do Piauí Campo Maior Barra D'Alcântara Valença do Piauí Barro Duro Médio Parnaíba Piauiense Beneditinos Teresina Boqueirão do Piauí Campo Maior Buriti dos Montes Campo Maior Campo Maior Campo Maior Capitão de Campos Campo Maior Castelo do Piauí Campo Maior Cocal de Telha Campo Maior Coivaras Teresina Curralinhos Teresina Demerval Lobão Teresina

72 Unidade Geográfica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Domingos Mourão Campo Maior Elesbão Veloso Valença do Piauí Francinópolis Valença do Piauí Francisco Ayres Médio Parnaíba Piauiense Hugo Napoleão Médio Parnaíba Piauiense Inhuma Valença do Piauí Jardim do Mulato Médio Parnaíba Piauiense Jatobá do Piauí Campo Maior José de Freitas Teresina Juazeiro do Piauí Campo Maior Lagoa Alegre Teresina Lagoa de São Francisco Campo Maior Lagoa do Piauí Teresina Lagoa do Sítio Valença do Piauí Lagoinha do Piauí Médio Parnaíba Piauiense Miguel Leão Teresina

73 Unidade Geográfica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Milton Brandão Campo Maior Monsenhor Gil Teresina Nazária Teresina Nossa Senhora de Nazaré Campo Maior Novo Oriente do Piauí Valença do Piauí Novo Santo Antônio Campo Maior Olho D'Água do Piauí Médio Parnaíba Piauiense Palmeirais Médio Parnaíba Piauiense Passagem Franca do Piauí Médio Parnaíba Piauiense Pau D'Arco do Piauí Teresina Pedro II Campo Maior Pimenteiras Valença do Piauí Prata do Piauí Valença do Piauí Regeneração Médio Parnaíba Piauiense Santa Cruz dos Milagres Valença do Piauí Santo Antônio dos Milagres Médio Parnaíba Piauiense São Félix do Piauí Valença do Piauí

74 Unidade Geográfica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) São Gonçalo do Piauí Médio Parnaíba Piauiense São João da Serra Campo Maior São Miguel da Baixa Grande Valença do Piauí São Miguel do Tapuio Campo Maior São Pedro do Piauí Médio Parnaíba Piauiense Sigefredo Pacheco Campo Maior Teresina Teresina União Teresina Valença do Piauí Valença do Piauí Várzea Grande Valença do Piauí Mesorregião: Norte Piauiense Barras Baixo Parnaíba Piauiense Batalha Baixo Parnaíba Piauiense Boa Hora Baixo Parnaíba Piauiense

75 Unidade Geográfica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Bom Princípio do Piauí Litoral Piauiense Brasileira Baixo Parnaíba Piauiense Buriti dos Lopes Litoral Piauiense Cabeceiras do Piauí Baixo Parnaíba Piauiense Cajueiro da Praia Litoral Piauiense Campo Largo do Piauí Baixo Parnaíba Piauiense Caraúbas do Piauí Litoral Piauiense Caxingó Litoral Piauiense Cocal Litoral Piauiense Cocal dos Alves Litoral Piauiense Esperantina Baixo Parnaíba Piauiense Ilha Grande Litoral Piauiense Joaquim Pires Baixo Parnaíba Piauiense Joca Marques Baixo Parnaíba Piauiense Luís Correia Litoral Piauiense Luzilândia Baixo Parnaíba Piauiense

76 Unidade Geográfrica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Madeiro Baixo Parnaíba Piauiense Matias Olímpio Baixo Parnaíba Piauiense Miguel Alves Baixo Parnaíba Piauiense Morro do Chapéu do Piauí Baixo Parnaíba Piauiense Murici dos Portelas Litoral Piauiense Nossa Senhora dos Remédios Baixo Parnaíba Piauiense Parnaíba Litoral Piauiense Piracuruca Litoral Piauiense Piripiri Baixo Parnaíba Piauiense Porto Baixo Parnaíba Piauiense São João da Fronteira Litoral Piauiense São João do Arraial Baixo Parnaíba Piauiense São José do Divino Litoral Piauiense Mesorregião: Sudeste Piauiense Acauã Alto Médio Canindé

77 Unidade Geográfrica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Alagoinha do Piauí Pio IX Alegrete do Piauí Pio IX Aroeiras do Itaim Picos Bela Vista do Piauí Alto Médio Canindé Belém do Piauí Alto Médio Canindé Betânia do Piauí Alto Médio Canindé Bocaina Picos Cajazeiras do Piauí Picos Caldeirão Grande do Piauí Alto Médio Canindé Campinas do Piauí Alto Médio Canindé Campo Alegre do Fidalgo Alto Médio Canindé Campo Grande do Piauí Alto Médio Canindé Capitão Gervásio Oliveira Alto Médio Canindé Caridade do Piauí Alto Médio Canindé Colônia do Piauí Picos Conceição do Canindé Alto Médio Canindé Curral Novo do Piauí Alto Médio Canindé

78 Unidade Geográfrica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Dom Expedito Lopes Picos Floresta do Piauí Alto Médio Canindé Francisco Macedo Alto Médio Canindé Francisco Santos Pio IX Fronteiras Alto Médio Canindé Geminiano Picos Ipiranga do Piauí Picos Isaías Coelho Alto Médio Canindé Itainópolis Alto Médio Canindé Jacobina do Piauí Alto Médio Canindé Jaicós Alto Médio Canindé João Costa Alto Médio Canindé Lagoa do Barro do Piauí Alto Médio Canindé Marcolândia Alto Médio Canindé Massapê do Piauí Alto Médio Canindé Monsenhor Hipólito Pio IX Nova Santa Rita Alto Médio Canindé

79 Unidade Geográfrica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Oeiras Picos Padre Marcos Alto Médio Canindé Paes Landim Alto Médio Canindé Paquetá Picos Patos do Piauí Alto Médio Canindé Paulistana Alto Médio Canindé Pedro Laurentino Alto Médio Canindé Picos Picos Pio IX Pio IX Queimada Nova Alto Médio Canindé Ribeira do Piauí Alto Médio Canindé Santa Cruz do Piauí Picos Santa Rosa do Piauí Picos Santana do Piauí Picos Santo Antônio de Lisboa Pio IX Santo Inácio do Piauí Alto Médio Canindé São Francisco de Assis do Piauí Alto Médio Canindé

80 Unidade Geográfrica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) São João da Canabrava Picos São João da Varjota Picos São João do Piauí Alto Médio Canindé São José do Piauí Picos São Julião Pio IX São Luis do Piauí Picos Simões Alto Médio Canindé Simplício Mendes Alto Médio Canindé Socorro do Piauí Alto Médio Canindé Sussuapara Picos Tanque do Piauí Picos Vera Mendes Alto Médio Canindé Vila Nova do Piauí Alto Médio Canindé Wall Ferraz Picos

81 Unidade Geográfrica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Mesorregião: Sudoeste Piauiense Alvorada do Gurguéia Alto Médio Gurguéia Anísio de Abreu São Raimundo Nonato Antônio Almeida Bertolínia Avelino Lopes Chapadas do Extremo Sul Piauiense Baixa Grande do Ribeiro Alto Parnaíba Piauiense Barreiras do Piauí Alto Médio Gurguéia Bertolínia Bertolínia Bom Jesus Alto Médio Gurguéia Bonfim do Piauí São Raimundo Nonato Brejo do Piauí São Raimundo Nonato Canavieira Floriano Canto do Buriti São Raimundo Nonato Caracol São Raimundo Nonato Colônia do Gurguéia Bertolínia

82 Unidade Geográfrica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Coronel José Dias São Raimundo Nonato Corrente Chapadas do Extremo Sul Piauiense Cristalândia do Piauí Chapadas do Extremo Sul Piauiense Cristino Castro Alto Médio Gurguéia Curimatá Chapadas do Extremo Sul Piauiense Currais Alto Médio Gurguéia Dirceu Arcoverde São Raimundo Nonato Dom Inocêncio São Raimundo Nonato Eliseu Martins Bertolínia Fartura do Piauí São Raimundo Nonato Flores do Piauí Floriano Floriano Floriano Gilbués Alto Médio Gurguéia Guadalupe Floriano Guaribas São Raimundo Nonato Itaueira Floriano Jerumenha Floriano

83 Unidade Geográfrica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Júlio Borges Chapadas do Extremo Sul Piauiense Jurema São Raimundo Nonato Landri Sales Bertolínia Manoel Emídio Bertolínia Marcos Parente Bertolínia Monte Alegre do Piauí Alto Médio Gurguéia Morro Cabeça no Tempo Chapadas do Extremo Sul Piauiense Nazaré do Piauí Floriano Pajeú do Piauí São Raimundo Nonato Palmeira do Piauí Alto Médio Gurguéia Parnaguá Chapadas do Extremo Sul Piauiense Pavussu Floriano Porto Alegre do Piauí Bertolínia Redenção do Gurguéia Alto Médio Gurguéia Riacho Frio Chapadas do Extremo Sul Piauiense Ribeiro Gonçalves Alto Parnaíba Piauiense Rio Grande do Piauí Floriano

84 Unidade Geográfrica Microrregião A preços correntes (1 000 R$) Produto Interno Bruto (PIB) (1) Per capita (R$) A preços correntes (1 000 R$) Per capita (R$) Santa Filomena Alto Parnaíba Piauiense Santa Luz Alto Médio Gurguéia São Braz do Piauí São Raimundo Nonato São Francisco do Piauí Floriano São Gonçalo do Gurguéia Alto Médio Gurguéia São José do Peixe Floriano São Lourenço do Piauí São Raimundo Nonato São Miguel do Fidalgo Floriano São Raimundo Nonato São Raimundo Nonato Sebastião Barros Chapadas do Extremo Sul Piauiense Sebastião Leal Bertolínia Tamboril do Piauí São Raimundo Nonato Uruçuí Alto Parnaíba Piauiense Várzea Branca São Raimundo Nonato Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais, Produto Interno Bruto dos Municípios. Nota: Inclui dados do Distrito Estadual de Fernando de Noronha e do Distrito Federal. (1) Dados sujeitos a revisão. 85

85 Anexo 3: Boletim Regional do Banco Central do Brasil Evolução do IDH das Grandes Regiões e Unidades da Federação 86

86 87

87 88

88 89

Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí

Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí Censo Demográfico 2010 Retratos do Brasil e do Piauí Eduardo Pereira Nunes Presidente do IBGE Teresina, 12 de Agosto de 2011 Brasil Todos os domicílios residenciais particulares foram recenseados A coleta

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela ONU, parte do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Leia mais

Dimensão social. Educação

Dimensão social. Educação Dimensão social Educação 218 Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 36 Taxa de escolarização Representa a proporção da população infanto-juvenil que freqüenta a escola. Descrição As variáveis

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Diretoria de Estatísticas Educacionais RESULTADO DO CENSO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2009 O Censo Escolar, realizado anualmente pelo

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Boletim Informativo* Agosto de 2015

Boletim Informativo* Agosto de 2015 Boletim Informativo* Agosto de 2015 *Documento atualizado em 15/09/2015 (Erratas páginas 2, 3, 4 e 9) EXTRATO GERAL BRASIL 1 EXTRATO BRASIL 396.399.248 ha 233.712.312 ha 58,96% Número de Imóveis Cadastrados²:

Leia mais

Dimensão econômica. Quadro econômico

Dimensão econômica. Quadro econômico Dimensão econômica Quadro econômico Dimensão econômica 42 Produto interno bruto per capita O Produto Interno Bruto per capita indica a renda média da população em um país ou território e sua variação é

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES Barbara Christine Nentwig Silva Professora do Programa de Pós Graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social /

Leia mais

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas

Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Relatório produzido em conjunto por três agências das Nações Unidas Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Organização Internacional

Leia mais

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 *

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * Os resultados aqui apresentados foram extraídos do Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, elaborado pelo Instituto

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

Classificação dos Países

Classificação dos Países Indicadores Sociais: Os indicadores sociais são meios utilizados para designar os países como sendo: Ricos (desenvolvidos), Em Desenvolvimento (economia emergente) ou Pobres (subdesenvolvidos). Com isso,

Leia mais

CRESCIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL

CRESCIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL GEOGRAFIA CRESCIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL 1. ASPECTOS GERAIS O Brasil atualmente apresenta-se como o quinto país mais populoso do mundo, ficando atrás apenas da China, Índia, Estados Unidos e Indonésia.

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

Contas Regionais do Brasil 2010

Contas Regionais do Brasil 2010 Diretoria de Pesquisas Contas Regionais do Brasil 2010 Coordenação de Contas Nacionais frederico.cunha@ibge.gov.br alessandra.poca@ibge.gov.br Rio, 23/11/2012 Contas Regionais do Brasil Projeto de Contas

Leia mais

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH

Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH Oficina Índice de Desenvolvimento Humano IDH Oficina CH/EM Caro Aluno, Esta oficina tem por objetivo analisar as principais características de um dos principais indicadores socioeconômicos utilizados na

Leia mais

Dimensão social. Habitação

Dimensão social. Habitação Dimensão social Habitação Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 235 39 Adequação de moradia Este indicador expressa as condições de moradia através da proporção de domicílios com condições

Leia mais

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS APRESENTAÇÃO A Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN em parceria com a SUFRAMA e sob a coordenação

Leia mais

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Boletim Informativo Maio de 2015 * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Extrato Geral Brasil EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 212.920.419 ha 53,56 % Número de Imóveis cadastrados: 1.530.443

Leia mais

Boletim Informativo. Junho de 2015

Boletim Informativo. Junho de 2015 Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro

Leia mais

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços?

Nº 19 Novembro de 2011. A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? Nº 19 Novembro de 2011 A Evolução da Desigualdade de Renda entre os anos de 2000 e 2010 no Ceará e Estados Brasileiros Quais foram os avanços? GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2005

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2005 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2005 Cria a Zona Franca de São Luís, no Estado do Maranhão. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Fica criada a Zona Franca de São Luís, no Estado do Maranhão, definida

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO

Leia mais

SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS

SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS ESTUDOS & pesquisas INFORMAÇÃO DEMOGRÁFICA E SOCIoeconômica 5 SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS 2000 IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Presidente da República Fernando Henrique Cardoso

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Nota Técnica elaborada em 01/2014 pela CGAN/DAB/SAS. MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NOTA TÉCNICA Nº15/2014-CGAN/DAB/SAS/MS

Leia mais

OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012

OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 (Estudo Técnico nº 175) François E. J. de Bremaeker Salvador, julho de 2012 2 OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo Associação

Leia mais

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009)

RANKING NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) NACIONAL DO TRABALHO INFANTIL (5 a 17 ANOS) QUADRO COMPARATIVO DOS DADOS DA PNAD (2008 e 2009) População Ocupada 5 a 17 anos 2008 Taxa de Ocupação 2008 Posição no Ranking 2008 População Ocupada 5 a 17

Leia mais

Análise Demográfica das Empresas da IBSS

Análise Demográfica das Empresas da IBSS CAPÍTULO 4 Análise Demográfica das Empresas da IBSS Apresentação A demografia de empresas investiga a estrutura do estoque de empresas em dado momento e a sua evolução, como os movimentos de crescimento,

Leia mais

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA

NÚMERO DE ACIDENTES POR DIA DA SEMANA RODOVIÁRIAS Quadro 13 - UF: ACRE Ano de 211 82 5 6 8 9 5 3 14 4 11 9 4 4 63 2 4 7 6 6 9 4 8 4 4 3 6 68 4 2 8 3 1 8 4 9 2 6 7 5 63 3 6 3 2 13 9 8 7 5 1 5 1 67 4 2 9 6 8 5 5 7 6 6 4 5 85 3 7 1 1 4 7 9 6

Leia mais

Nº 60. Desigualdade da renda no território brasileiro

Nº 60. Desigualdade da renda no território brasileiro Nº 60 Desigualdade da renda no território brasileiro 12 de agosto de 2010 Governo Federal Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República Ministro Samuel Pinheiro Guimarães Neto Fundação

Leia mais

7(&12/2*,$'$,1)250$d 2'(),1,d 2 5(35(6(17$7,9,'$'((7(1'Ç1&,$6

7(&12/2*,$'$,1)250$d 2'(),1,d 2 5(35(6(17$7,9,'$'((7(1'Ç1&,$6 7(&12/2*,$'$,1)250$d 2'(),1,d 2 5(35(6(17$7,9,'$'((7(1'Ç1&,$6 O setor de tecnologia da informação está incluído, de forma mais agregada, nas atividades de serviços prestados às empresas, segundo a &ODVVLILFDomR1DFLRQDOGH$WLYLGDGHV

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS Nota Técnica 7/13 (7 de Maio) Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Núcleo de Assuntos Econômico-Fiscais NOVO RATEIO DOS RECURSOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS ESTADOS IMPACTOS DA DIVISÃO DO

Leia mais

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Diretoria de Pesquisas Coordenação detrabalho e Rendimento Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Leia mais

Análise dos resultados

Análise dos resultados Análise dos resultados Pesquisa Anual da Indústria da Construção - PAIC levanta informações sobre o segmento empresarial da indústria da construção em A todo o Território Nacional. A presente análise visa

Leia mais

Uma análise das condições de vida da população brasileira

Uma análise das condições de vida da população brasileira Diretoria de Pesquisas Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Indicadores Sociais SÍNTESE DE INDICADORES SOCIAIS 2013 Uma análise das condições de vida da população brasileira 29 de

Leia mais

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos POPULAÇÃO BRASILEIRA Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos Desde a colonização do Brasil o povoamento se concentrou no litoral do país. No início do século XXI, a população brasileira ainda

Leia mais

Taxa de analfabetismo

Taxa de analfabetismo B Taxa de analfabetismo B.1................................ 92 Níveis de escolaridade B.2................................ 94 Produto Interno Bruto (PIB) per capita B.3....................... 96 Razão de

Leia mais

75,4. 1,95 mulher, PNAD/08) Taxa de analfabetismo (15 anos ou mais em %) 4,4% População urbana 5.066.324

75,4. 1,95 mulher, PNAD/08) Taxa de analfabetismo (15 anos ou mais em %) 4,4% População urbana 5.066.324 SEMINÁRIO ESTRUTURA E PROCESSO DA NEGOCIAÇÃO COLETIVA CONJUNTURA DO SETOR RURAL E MERCADODETRABALHOEMSANTA DE EM CATARINA CONTAG CARACTERÍSTICAS C C S GERAIS CARACTERÍSTICA GERAIS DE SANTA CATARINA Área

Leia mais

Analfabetismo no Brasil

Analfabetismo no Brasil Analfabetismo no Brasil Ricardo Paes de Barros (IPEA) Mirela de Carvalho (IETS) Samuel Franco (IETS) Parte 1: Magnitude e evolução do analfabetismo no Brasil Magnitude Segundo estimativas obtidas com base

Leia mais

* Trabalho Apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos populacionais, ABEP, realizado em Caxambu MG Brasil, de 18 a 22 de setembro de 2006.

* Trabalho Apresentado no XV Encontro Nacional de Estudos populacionais, ABEP, realizado em Caxambu MG Brasil, de 18 a 22 de setembro de 2006. DEMOGRAFIA E EDUCAÇÃO NO BRASIL: AS DESIGUALDADES REGIONAIS* FERNANDA R. BECKER UERJ Resumo: A População brasileira está se transformando, passando por mudanças significativas nas últimas décadas. Estas

Leia mais

Educação e trabalho em saúde

Educação e trabalho em saúde Educação e trabalho em saúde Dra. Celia Regina Pierantoni, MD, DSc Professora Associada do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do IMS/UERJ. Coordenadora Geral do ObservaRH. Diretora do Centro Colaborador

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade C.1 Taxa de mortalidade infantil O indicador estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida e consiste em relacionar o número de óbitos de menores de um ano de idade, por

Leia mais

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht

mhtml:file://e:\economia\ibge Síntese de Indicadores Sociais 2010.mht Page 1 of 7 Comunicação Social 17 de setembro de 2010 Síntese de Indicadores Sociais 2010 SIS 2010: Mulheres mais escolarizadas são mães mais tarde e têm menos filhos Embora abaixo do nível de reposição

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL

EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL EDITAL DE SELEÇÃO Nº. 003/2013 PROCESSO SELETIVO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL A Fundação Interuniversitária de Estudos e Pesquisa sobre o Trabalho (UNITRABALHO), criada em 1996 com a missão de integrar universidades

Leia mais

O QUE É. Uma política de governo para redução da pobreza e da fome utilizando a energia como vetor de desenvolvimento. Eletrobrás

O QUE É. Uma política de governo para redução da pobreza e da fome utilizando a energia como vetor de desenvolvimento. Eletrobrás O QUE É Uma política de governo para redução da pobreza e da fome utilizando a energia como vetor de desenvolvimento 1 QUEM SÃO Total de Pessoas: 12.023.703 84% Rural 16% Urbano Total: 10.091.409 Total:

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRA4007 EDITAL Nº 3/2010 1. Perfil: no. 1 Sol e Praia 3. Qualificação educacional: Pós-graduação em turismo, geografia, educação ambiental, recreação

Leia mais

Outubro de 2012. Proposta para:

Outubro de 2012. Proposta para: Outubro de 2012 - Proposta para: Desafios da Primeira Infância: Proposta na Agenda Municipal_2 _Argumento Existe consenso entre especialistas de que os primeiros anos de vida são um período crucial nas

Leia mais

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012 Contas Regionais do Brasil 2012 (continua) Brasil Agropecuária 5,3 Indústria 26,0 Indústria extrativa 4,3 Indústria de transformação 13,0 Construção civil 5,7 Produção e distribuição de eletricidade e

Leia mais

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SOCIAIS E ECONÔMICOS DO NORDESTE Verônica Maria Miranda Brasileiro Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento

Leia mais

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012

Especial Prova ABC. Olho nas Metas 2012Resultados e. análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas 2012Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 De Especial Prova ABC 2012 Olho nas Metas Resultados e análise dos itens da Prova ABC 2012 Sumário Prova ABC

Leia mais

ATLAS. de Desenvolvimento Sustentável e Saúde. Brasil 1991 a 2010

ATLAS. de Desenvolvimento Sustentável e Saúde. Brasil 1991 a 2010 ATLAS de Desenvolvimento Sustentável e Saúde Brasil 1991 a 2010 Organização Pan-Americana da Saúde Organização Mundial da Saúde Representação no Brasil Atlas de Desenvolvimento Sustentável e Saúde Brasil

Leia mais

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015

Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 Simpósio Estadual Saneamento Básico e Resíduos Sólidos: Avanços Necessários MPRS 20.08.2015 O saneamento básico no Brasil não condiz com o país que é a 7ª. economia do mundo da população não possui coleta

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC. Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC)

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC. Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC) Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC) Descrição do contexto

Leia mais

Courobusiness em Alagoas

Courobusiness em Alagoas Courobusiness em Alagoas Descrição Atração e instalação de empreendimentos de curtumes para o desenvolvimento e consolidação da cadeia produtiva do couro no Estado de Alagoas. Entidades responsáveis Célula

Leia mais

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - - 2012 Categoria

Leia mais

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014

RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 RETRATOS DA SOCIEDADE BRASILEIRA: PROBLEMAS E PRIORIDADES DO BRASIL PARA 2014 FEVEREIRO/2014 16 Retratos da Sociedade Brasileira: Problemas e Prioridades do Brasil para 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA

Leia mais

EVIDÊNCIAS BASEADAS EM PESQUISAS DOMICILIARES DO IBGE

EVIDÊNCIAS BASEADAS EM PESQUISAS DOMICILIARES DO IBGE EVIDÊNCIAS BASEADAS EM PESQUISAS DOMICILIARES DO IBGE BRASIL Dinâmica demográfica Refletindo tendências demográficas delineadas há algumas décadas, a população brasileira cresceu a uma taxa anual estimada

Leia mais

Figura 1: Distribuição de CAPS no Brasil, 25. RORAIMA AMAPÁ AMAZONAS PARÁ MARANHÃO CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE PAIUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS SERGIPE TOCANTINS RONDÔNIA PARAÍBA BAHIA MATO GROSSO DISTRITO

Leia mais

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia Sublimites estaduais de enquadramento para o ICMS no Simples Nacional 2012/2013 Vamos acabar com essa ideia 4 CNI APRESENTAÇÃO Os benefícios do Simples Nacional precisam alcançar todas as micro e pequenas

Leia mais

5 AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS DO BRASIL NO SÉCULO XX

5 AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS DO BRASIL NO SÉCULO XX 167 5 AS DESIGUALDADES SOCIAIS E REGIONAIS DO BRASIL NO SÉCULO XX Neste capítulo, são apresentados dados sobre as desigualdades sociais e regionais existentes no Brasil no Século XX que resultaram do processo

Leia mais

PROCERRADO PROJETO DE REDUÇÃO DO DESMATAMENTO E DAS QUEIMADAS NO CERRADO DO PIAUÍ TERMO DE REFERÊNCIA

PROCERRADO PROJETO DE REDUÇÃO DO DESMATAMENTO E DAS QUEIMADAS NO CERRADO DO PIAUÍ TERMO DE REFERÊNCIA PROCERRADO PROJETO DE REDUÇÃO DO DESMATAMENTO E DAS QUEIMADAS NO CERRADO DO PIAUÍ Acordo de Doação Nº TF016192 TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA INDIVIDUAL DE LONGO

Leia mais

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco

Estudo Estratégico n o 4. Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco Estudo Estratégico n o 4 Como anda o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro? Valéria Pero Adriana Fontes Luisa de Azevedo Samuel Franco PANORAMA GERAL ERJ receberá investimentos recordes da ordem

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro JULHO DE 2014 BRASIL O mês de julho de 2014 fechou com um saldo líquido positivo de 11.796 novos empregos em todo país, segundo dados do Cadastro

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO

DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE GOVERNO POR UM CEARÁ MELHOR PRA TODOS A COLIGAÇÃO POR UM CEARA MELHOR PRA TODOS, com o objetivo de atender à Legislação Eleitoral e de expressar os compromissos

Leia mais

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Saúde Suplementar em Números

Saúde Suplementar em Números Saúde Suplementar em Números Edição nº 9-2015 Setembro de 2015 Sumário Executivo Número de beneficiários de planos médico-hospitalares (setembro/15): 50.261.602; Taxa de crescimento do número de beneficiários

Leia mais

DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL

DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SE É DESENVOLVIMENTO É PRIORIDADE DO SEBRAE LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA REGULAMENTAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA LG REGULAMENTADA LG REGULAMENTADA

Leia mais

Dimensão ambiental. Saneamento

Dimensão ambiental. Saneamento Dimensão ambiental Saneamento Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 135 18 Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico Apresenta a parcela da população atendida pelos serviços de coleta

Leia mais

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Pequenos Negócios no Brasil Pequenos Negócios no Brasil Clique no título para acessar o conteúdo, ou navegue pela apresentação completa Categorias de pequenos negócios no Brasil Micro e pequenas empresas

Leia mais

Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS,

Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS, Análise de alguns indicadores da pesquisa Odesenvolvimento da pesquisa Assistência Médico-Sanitária - AMS, com seu caráter censitário junto aos estabelecimentos de saúde, tem sido um elemento valioso para

Leia mais

Programa Regionalização

Programa Regionalização Programa Regionalização Relatório de Acompanhamento de Execução da Agenda de Ação Atualização: Maio/2008 Setembro/2010 Gestor: Henrique Villa da Costa Ferreira Secretário de Políticas de Desenvolvimento

Leia mais

Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores

Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Total de profissionais, independentemente da escolaridade 2003 2007 2008 Professores da Ed Básica (públicas não

Leia mais

1. DISTRIBUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR NO TERRITÓRIO NACIONAL POR REGIÕES

1. DISTRIBUIÇÃO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR NO TERRITÓRIO NACIONAL POR REGIÕES Nº 72 Fevereiro 2014 Análise da Distribuição Espacial das Instituições de Ensino Superior Brasileiras a partir dos Dados do Censo da Educação Superior de 2011 GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes

Leia mais

MIGRAÇÃO MIGRAÇÃO INTERNA

MIGRAÇÃO MIGRAÇÃO INTERNA MIGRAÇÃO Os resultados da migração interna e internacional apresentados foram analisados tomando por base a informação do lugar de residência (Unidade da Federação ou país estrangeiro) há exatamente cinco

Leia mais

março de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores A DINÂMICA RECENTE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: O EMPREGO

março de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores A DINÂMICA RECENTE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: O EMPREGO 12 março de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores A DINÂMICA RECENTE DO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: O EMPREGO Expediente Esta é uma publicação da Fundação Perseu Abramo. Diretoria

Leia mais

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos

2014 DEZEMBRO. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Beneficiários, Operadoras e Planos 2014 DEZEMBRO Caderno de Informação da Saúde Suplementar Beneficiários, Operadoras e Planos Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Diretoria

Leia mais

TEMA: POPULAÇÃO JOVEM DE 16 A 24 ANOS

TEMA: POPULAÇÃO JOVEM DE 16 A 24 ANOS Em 5 de agosto de 2013 foi sancionado o Estatuto da Juventude que dispõe sobre os direitos da população jovem (a Cidadania, a Participação Social e Política e a Representação Juvenil, a Educação, a Profissionalização,

Leia mais

Entendendo custos, despesas e preço de venda

Entendendo custos, despesas e preço de venda Demonstrativo de Resultados O empresário e gestor da pequena empresa, mais do que nunca, precisa dedicar-se ao uso de técnicas e instrumentos adequados de gestão financeira, para mapear a situação do empreendimento

Leia mais

APRENDIZAGEM PROFISSIONAL

APRENDIZAGEM PROFISSIONAL APRENDIZAGEM PROFISSIONAL a LEI promove o Trabalho Decente para a Juventude e desenvolvimento social e econômico para o Brasil Departamento de Políticas Públicas de Trabalho, Emprego e Renda para Juventude

Leia mais

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento

Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias: expansão e reordenamento Brasília, 06/03/2014 Contextualização Em 2008, a Pesquisa Nacional sobre a População em Situação de Rua apontou que 76,15% da população

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

COTAÇÃO PRÉVIA DIVULGAÇÃO ELETRÔNICADE 028/2013 UNICAFES/DENACOOP-MAPA

COTAÇÃO PRÉVIA DIVULGAÇÃO ELETRÔNICADE 028/2013 UNICAFES/DENACOOP-MAPA COTAÇÃO PRÉVIA DIVULGAÇÃO ELETRÔNICADE 028/2013 UNICAFES/DENACOOP-MAPA A UNIÃO NACIONAL DE COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA SOLIDÁRIA (Unicafes), inscrita no CNPJ sob o n. 07.738.836/0001-37

Leia mais

Informe Econômico N 3

Informe Econômico N 3 Conjuntura Econômica Gerente Legislativa: Sheila Tussi da Cunha Barbosa Analista Legislativa: Cláudia Fernanda Silva Almeida Assistente Administrativa: Quênia Adriana Camargo Ferreira Estagiário: Tharlen

Leia mais

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO

NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO Repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável

Leia mais

Benefícios econômicos da expansão do saneamento

Benefícios econômicos da expansão do saneamento Benefícios econômicos da expansão do saneamento Qualidade de vida Produtividade e educação Valorização ambiental Relatório de pesquisa produzido para o Instituto Trata Brasil e o Conselho Empresarial Brasileiro

Leia mais

GUIA 2013 PARA PREFEITOS E PREFEITAS MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL

GUIA 2013 PARA PREFEITOS E PREFEITAS MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL GUIA 2013 PARA PREFEITOS E PREFEITAS MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL Principais competências do Ministério da Integração Nacional: Ministro de Estado Formulação e condução da Política Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA. Presidente Nacional João Alberto Viol

SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA. Presidente Nacional João Alberto Viol SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA CONSULTIVA Presidente Nacional João Alberto Viol Diretor Executivo Antonio Othon Pires Rolim Gerente Executivo Claudinei Florencio Consultor

Leia mais

PROGRAMAS HABITACIONAIS DESENVOLVIMENTO PARA OS MUNICIPIOS. Moradia para as famílias Renda para os trabalhadores Desenvolvimento para Alagoas

PROGRAMAS HABITACIONAIS DESENVOLVIMENTO PARA OS MUNICIPIOS. Moradia para as famílias Renda para os trabalhadores Desenvolvimento para Alagoas Superintendência Regional Alagoas PROGRAMAS HABITACIONAIS DESENVOLVIMENTO PARA OS MUNICIPIOS Moradia para as famílias Renda para os trabalhadores Desenvolvimento para Alagoas ALTERNATIVAS DE SOLUÇÕES PARA

Leia mais

F.19 - Cobertura de coleta de lixo

F.19 - Cobertura de coleta de lixo Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.19 - Cobertura de coleta de lixo Limitações: Requer informações adicionais sobre as condições de funcionamento (freqüência, assiduidade, volume transportado

Leia mais