UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO - CCE/FAED NÚCLEO DE ESTUDOS EM POLÍTICAS PÚBLICAS - NEPP

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1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO - CCE/FAED NÚCLEO DE ESTUDOS EM POLÍTICAS PÚBLICAS - NEPP CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS - 8 a EDIÇÃO ANÁLISE DOS CRITÉRIOS DO IDH DA ONU MARCOS AKIRA KAWANO FLORIANÓPOLIS 2006

2 ANÁLISE DOS CRITÉRIOS DO IDH DA ONU MARCOS AKIRA KAWANO Monografia apresentada como requisito à obtenção de título de Especialista em Políticas Públicas, do Programa de Pós- Graduação da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), do Centro de Ciências da Educação (FAED). Orientadora: Dra. Nadir Esperança Azibeiro FLORIANÓPOLIS 2006

3 ANÁLISE DOS CRITÉRIOS DO IDH DA ONU MARCOS AKIRA KAWANO Monografia apresentada como requisito à obtenção de título de Especialista em Políticas Públicas, do Programa de Pós- Graduação da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), do Centro de Ciências da Educação (FAED). Presidente: Membro: Membro: Profª Dra. Nadir Esperança Azibeiro Profº Dr. Maurício Aurélio dos Santos Profª Dra. Vera Lúcia Dias FLORIANÓPOLIS 2006

4 RESUMO O Índice de Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas é um indicador social, determinado através das seguintes variáveis sócio-econômicas: esperança de vida ao nascer, taxa de alfabetização de adultos, taxa bruta de freqüência escolar, renda per capita, índice de esperança de vida, índice de educação e índice de PIB, de acordo com critérios estabelecidos. Como esses critérios são subjetivos, ainda mais se levando em consideração as diferenças culturais, políticas, étnicas, religiosas e até mesmo individuais, serão analisados os aspectos favoráveis e desfavoráveis do IDH, para a realidade brasileira. Através de pesquisa de outros indicadores sociais, foram detectadas as variáveis relevantes para a população brasileira, traçando-se um comparativo com o indicador social da ONU. Dessa forma, o trabalho visou à análise da pertinência do IDH como instrumento de políticas públicas e governamentais no Brasil.

5 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Três dimensões do IDH (2003) Figura 2 Distribuição espacial do IDH-M () Figura 3 Distribuição espacial do IDH-M Educação () Figura 4 Distribuição espacial do IDH-M Longevidade () Figura 5 Distribuição espacial do IDH-M Renda () Figura 6 Distribuição espacial do Índice de Gini () Figura 7 Distribuição espacial do Índice de Theil ()

6 LISTA DE QUADROS Gráfico 1 IDH do Brasil (1975 a 2002) Gráfico 2 Dispersão do IDH-M x IDH-M Educação ( e ) Gráfico 3 Dispersão do IDH-M x IDH-M Longevidade ( e ) Gráfico 4 Dispersão do IDH-M x IDH-M Renda ( e ) Gráfico 5 Dispersão do IDH-M x renda per capita ( e ) Gráfico 6 Histograma do IDH-M () Gráfico 7 Histograma do IDH-M Educação () Gráfico 8 Histograma do IDH-M Longevidade () Gráfico 9 Histograma do IDH-M Renda ()

7 LISTA DE TABELAS Tabela 1 IDH das regiões () Tabela 2 IDH dos estados () Tabela 3 IDH das capitais () Tabela 4 Índice de Gini e de Theil dos estados ()

8 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS BM FMI IBGE IDH IDH-M IDH-M Educação Banco Mundial Fundo Monetário Internacional Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Índice de Desenvolvimento Humano Índice de Desenvolvimento Humano Municipal Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Educação IDH-MLongevidade Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Longevidade IDH-M Renda IPEA ONU PIB PNUD PPC RDH Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Renda Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Organização das Nações Unidas Produto Interno Bruto Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Paridade do Poder de Compra Relatório de Desenvolvimento Humano

9 SUMÁRIO RESUMO LISTA DE ILUSTRAÇÕES LISTA DE QUADROS LISTA DE TABELAS LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS INTRODUÇÃO INSTITUIÇÕES RESPONSÁVEIS PELO IDH E DEFINIÇÕES ONU PNDU RDH IDH FUNDAMENTAÇÃO, CRITÉRIOS E ESTATÍSTICAS FUNDAMENTAÇÃO CRITÉRIOS ESTATÍSTICAS OUTROS INDICADORES SOCIAIS ANÁLISES E CRÍTICAS ANÁLISES CRÍTICAS...49

10 CONSIDERAÇÕES FINAIS...53 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...56 ANEXOS

11 INTRODUÇÃO O IDH é amplamente utilizado como critério de avaliação do desenvolvimento de países nos programas do Banco Mundial e nos financiamentos do Fundo Monetário Internacional. Algumas políticas públicas e governamentais do Brasil adotam o IDH como critério para a distribuição de recursos em programas. O IDH traz avanços importantes quando se comparado ao seu antecessor, o PIB per capita, inovando com o acréscimo de variáveis sociais, a educação e a longevidade. Porém, o IDH pode embutir distorções devido à fundamentação e aos critérios das variáveis constituintes do IDH. Diferenças culturais, políticas, étnicas, religiosas e até mesmo individuais podem não ser adequadas para uma determinada população. Outro aspecto relevante é que o IDH tratar-se de um número médio. No caso de aplicação para populações com consideráveis diferenças sociais, o IDH pode embutir graves distorções. Esta imprecisão pode comprometer a avaliação do diagnóstico social. Assim, o objetivo desta pesquisa é analisar os critérios do IDH e sua validade como indicador social, focando-se a análise para a realidade brasileira. A pesquisa desenvolve-se em três capítulos. No primeiro capítulo, as instituições responsáveis pelo IDH, a ONU e o PNUD serão apresentadas, assim como os principais objetivos destas instituições. Ainda neste capítulo, serão apresentadas as definições do relatório RDH e do índice IDH. No segundo capítulo, serão apresentados a fundamentação e os critérios para a formulação do IDH. Os levantamentos de dados do IDH no Brasil, bem como em 10

12 estados e municípios, serão apresentados e analisados. Visando à comparação com o IDH, serão apresentados os levantamentos de dados de outros indicadores sociais. No terceiro capítulo, a partir da fundamentação, dos critérios e dos dados estatísticos do capítulo anterior, serão apresentadas as análises e as críticas do IDH como indicador social para o Brasil. Da mesma forma, será apresentado um apanhado da contribuição do trabalho de Sen para o conceito, aperfeiçoamento e aplicação do IDH. Finalmente, nas considerações finais, serão levantados os aspectos favoráveis e desfavoráveis do IDH como indicador social no Brasil. 11

13 1 - INSTITUIÇÕES RESPONSÁVEIS PELO IDH E DEFINIÇÕES O conceito de desenvolvimento humano é a base do Relatório de Desenvolvimento Humano e também do Índice de Desenvolvimento Humano, ambos publicados anualmente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O objetivo da elaboração do Índice de Desenvolvimento Humano é oferecer um contraponto a outro indicador, o Produto Interno Bruto per capita, que considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento. Criado por Mahbub Ul Haq, e posteriormente aperfeiçoado com a colaboração do economista indiano Amartya Sen, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998, o IDH pretende ser uma medida geral e sintética do desenvolvimento humano, e tornou-se, hoje, uma referência mundial. É um índice chave dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas e, no Brasil, tem sido usado para a determinação de prioridades em alguns programas governamentais. Em seu trabalho, expresso em suas obras, Sen faz uma recuperação da lógica liberal smithiana de desenvolvimento, e recoloca, assim, a idéia de que este só é possível por meio da atuação de indivíduos, agentes livres de privações básicas, que lhes tolhem as capacidades de encontrar, no mercado, as oportunidades para levarem a vida que lhes convém. Essa lógica de pensamento tem influenciado a articulação das políticas do Banco Mundial para os países periféricos, pois suas idéias foram incorporadas nas classificações e cálculos que definem os países do ponto de vista do desenvolvimento. Com base em sua contribuição, foram incluídos indicadores sociais nos padrões de classificação dos países. 12

14 Além de computar o PIB per capita, o IDH também leva em conta dois outros componentes: a longevidade e a educação. Para ser usado, o PIB é corrigido pelo poder de compra da moeda de cada país. A longevidade é aferida por meio da expectativa de vida ao nascer. O item educação é avaliado pelo índice de analfabetismo e pela taxa de matrícula em todos os níveis de ensino. A renda é mensurada pelo PIB per capita, em dólar PPC (paridade do poder de compra, que elimina as diferenças de custo de vida entre os países). A seguir, serão expostas as instituições responsáveis pela criação, estudo e análise do IDH ONU A Organização das Nações Unidas foi fundada oficialmente em 24 de outubro de 1945, data de promulgação da Carta das Nações Unidas, que é uma espécie de Constituição da entidade, assinada na época por 51 países, entre eles o Brasil. Atualmente, a ONU é uma instituição formada por 192 Estados soberanos. Os membros são unidos em torno da Carta da ONU, um tratado internacional que enuncia os direitos e deveres dos membros da comunidade internacional. A estrutura das Nações Unidas é constituída por seis órgãos principais: a Assembléia Geral, o Conselho de Segurança, o Conselho Econômico e Social, o Conselho de Tutela, o Tribunal Internacional de Justiça e o Secretariado. Todos eles estão situados na sede da ONU, em Nova York, com exceção do Tribunal, que fica em Haia, na Holanda. Os propósitos da ONU são de: manter a paz e a segurança internacionais; desenvolver relações amistosas entre as nações; realizar a cooperação internacional 13

15 para resolver os problemas mundiais de caráter econômico, social, cultural e humanitário, promovendo o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais; ser um centro destinado a harmonizar a ação dos povos para a consecução desses objetivos comuns. Ligados à ONU há organismos especializados que trabalham em áreas tão diversas como saúde, agricultura, aviação civil, meteorologia e trabalho, citando-se por exemplo o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. Estes organismos especializados, juntamente com as Nações Unidas e outros programas e fundos, compõem o Sistema das Nações Unidas. Banco Mundial O Banco foi fundado em 27 de dezembro de 1945, quando representantes de 28 países assinaram os Artigos do Acordo elaborado na Conferência de Bretton Woods, em julho de Entre seus diversos propósitos, destacam-se: assistir a reconstrução e o desenvolvimento dos Estados-Membros, facilitando a inversão de capitais para fins produtivos; promover a inversão de capitais privados estrangeiros e, quando o capital privado não puder ser obtido em condições razoáveis, proporcionar empréstimos visando a propósitos produtivos; e promover o desenvolvimento equilibrado do comércio internacional e da balança de pagamentos, estimulando as inversões internacionais destinadas ao incremento dos recursos produtivos dos membros do Banco. O Banco empresta dinheiro para ajudar a elevação do nível de vida nos Países-Membros mais pobres. Agindo assim, promove a nível internacional o fluxo 14

16 de capital para fins produtivos. Os empréstimos podem ser concedidos os Estados- Membros, às suas subdivisões políticas, bem como empresas particulares de negócios desses países. Fundo Monetário Internacional O Fundo foi criado em 27 de dezembro de 1946, após o depósito das ratificações do Acordo de Bretton Woods por parte dos países cujas quotas somavam 80% dos recursos do Fundo. Seus objetivos são promover a cooperação monetária internacional e a expansão do comércio internacional e a estabilidade cambial, manter ajustes cambiais eqüitativos e evitar desvalorizações cambiais competitivas, além de prestar assistência no estabelecimento de um sistema multilateral de pagamentos em relação às transações correntes entre membros e a eliminação das restrições cambiais em moedas estrangeiras que tanto entravam o comércio mundial. De conformidade com esses propósitos, o Fundo vende divisas aos seus membros para ajudá-los a enfrentar dificuldades referentes à balança de pagamentos, além de prestar assessoria aos governos em matéria de problemas financeiros. O Fundo tem tido oportunidade de formular recomendações sobre medidas antiinflacionárias, preconizando investimentos e créditos bancários, despesas governamentais e tributação. Tem instado à aplicação de medidas fiscais e monetárias, visando a aliviar a necessidade de restrições às operações em divisas estrangeiras, tendo mesmo, em casos de melhoria considerável das reservas monetárias, advogado a liberação do controle das importações. 15

17 1.2 - PNUD O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento é a rede mundial das Nações Unidas que promove a mudança e estabelece a ligação entre os países e os conhecimentos, a experiência e os recursos necessários para ajudar os povos a promover o desenvolvimento e a eliminar a pobreza no mundo. É conhecido por elaborar o IDH. O PNDU está presente em 166 países, ajudando-os a encontrar as suas próprias soluções para os desafios mundiais e nacionais do desenvolvimento. Para reforçarem as suas capacidades locais, estes países aproveitam os conhecimentos dos funcionários do PNUD e do vasto círculo de parceiros. Propôs as metas para o milênio, conjunto de medidas para o desenvolvimento, a serem cumpridas até 2015, conforme apresentadas a seguir. A erradicação da extrema pobreza e da fome Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população com renda inferior a um dólar PPC por dia. Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população que sofre de fome. A universalização do acesso à educação básica Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, terminem um ciclo completo de ensino básico. 16

18 A promoção da igualdade entre os gêneros Eliminar a disparidade entre os sexos no ensino primário e secundário, se possível até 2005, e em todos os níveis de ensino, a mais tardar até A redução da mortalidade infantil Reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos. A melhoria da saúde materna Reduzir em três quartos, entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade materna. O combate a AIDS, malária e outras doenças Até 2015, ter detido a propagação do HIV/Aids e começado a inverter a tendência atual. Até 2015, ter detido a incidência da malária e de outras doenças importantes e começado a inverter a tendência atual. A promoção da sustentabilidade ambiental Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais. Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável 17

19 a água potável segura. Até 2020, ter alcançado uma melhora significativa nas vidas de pelo menos 100 milhões de habitantes de bairros degradados. O desenvolvimento de parcerias para o desenvolvimento Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro aberto, baseado em regras, previsível e não discriminatório. Atender as necessidades especiais dos países menos desenvolvidos. Atender às necessidades especiais dos países sem acesso ao mar e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento. Tratar globalmente o problema da dívida dos países em desenvolvimento, mediante medidas nacionais e internacionais de modo a tornar a sua dívida sustentável em longo prazo. Em cooperação com os países em desenvolvimento, formular e executar estratégias que permitam que os jovens obtenham um trabalho digno e produtivo. Em cooperação com as empresas farmacêuticas, proporcionar o acesso a medicamentos essenciais a preços acessíveis, nos países em vias de desenvolvimento; em cooperação com o setor privado, tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial das tecnologias de informação e de comunicações RDH O Relatório de Desenvolvimento Humano é um documento produzido pelo PNUD, baseado no IDH e nas condições de vida das populações, sendo publicado desde Atualmente, o RDH é produzido anualmente, nos 166 países onde possui representação. 18

20 O enfoque do RDH s propõe uma agenda sobre temas relevantes ligados ao desenvolvimento humano e reúnem tabelas estatísticas e informações sobre o assunto. A cargo do PNUD, o relatório foi idealizado pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq IDH O Índice de Desenvolvimento Humano é uma medida comparativa de pobreza, educação e esperança de vida. O índice foi desenvolvido em 1990 por Mahbub ul Haq com a colaboração do economista indiano Amartya Sen, sendo utilizado nos RDH s a partir de O conceito de Desenvolvimento Humano é a base do Índice de Desenvolvimento Humano. Com esse conceito, parte-se do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar apenas a dimensão econômica, mas também outras características sociais, culturais e políticas que influenciam a qualidade da vida humana. Em conforme com o conceito que o fundamenta, o IDH cobre três dimensões: viver uma vida longa e saudável, adquirir conhecimento e e ter acesso aos recursos necessários a um nível de vida digno. Viver uma vida longa e saudável O indicador usado é a esperança de vida ao nascer. 19

21 Adquirir conhecimento São usados dois indicadores, a taxa de alfabetização de adultos, com peso 2, e a taxa de escolarização bruta (média simples das taxas de escolarização primária, secundária e superior), com peso 1, resultando em um indicador médio. Ter acesso aos recursos necessários a um nível de vida digno O indicador usado é o PIB per capita, em dólares PPC. O peso desse indicador na composição do IDH é o que vem sofrendo mais aperfeiçoamentos ao longo dos diversos relatórios anuais. As modificações são sempre para responder à questão de quanto determinado valor de PIB per capita contribui para o bem-estar. O rendimento de uma pessoa influi na conquista de uma vida longa e saudável e de conhecimento, os outros dois objetivos específicos já representados por indicadores no IDH. Assim, ao colocar o PIB per capita diretamente na determinação do IDH, este ficaria inflado, caso não se fizesse algum desconto no rendimento. Outro aspecto é que a contribuição ao bem-estar de uma renda adicional diminui à proporção que a renda aumenta. Pretende-se, assim, que fique representada na fórmula do IDH apenas aquela parcela do PIB per capita que contribua efetivamente para a aquisição de outros atributos que não os relativos à saúde e à educação. Dessa forma, o objetivo da elaboração do IDH é oferecer um contraponto ao uso único e exclusivo do PIB per capita. A prevalência, então, deixa de ser exclusivamente econômica. Como medida geral e sintética do desenvolvimento humano, o IDH não abrange todos os aspectos de desenvolvimento e não é uma 20

22 representação da "felicidade" das pessoas, nem indica "o melhor lugar no mundo para se viver". Com as palavras de Amartya Sem (PNUD, 2006): "Devo reconhecer que não via no início muito mérito no IDH em si, embora tivesse tido o privilégio de ajudar a idealizá-lo. A princípio, demonstrei bastante ceticismo ao criador do Relatório de Desenvolvimento Humano, Mahbub ul Haq, sobre a tentativa de focalizar, em um índice bruto deste tipo - apenas um número -, a realidade complexa do desenvolvimento e da privação humanos. (...) Mas, após a primeira hesitação, Mahbub convenceu-se de que a hegemonia do PIB (índice demasiadamente utilizado e valorizado que ele queria suplantar) não seria quebrada por nenhum conjunto de tabelas. As pessoas olhariam para elas com respeito, disse ele, mas quando chegasse a hora de utilizar uma medida sucinta de desenvolvimento, recorreriam ao pouco atraente PIB, pois apesar de bruto era conveniente. (...) Devo admitir que Mahbub entendeu isso muito bem. E estou muito contente por não termos conseguido desviá-lo de sua busca por uma medida crua. Mediante a utilização habilidosa do poder de atração do IDH, Mahbub conseguiu que os leitores se interessassem pela grande categoria de tabelas sistemáticas e pelas análises críticas detalhadas que fazem parte do Relatório de Desenvolvimento Humano. Apesar de ter sido publicado pela primeira vez em 1990, o índice foi recalculado para os anos anteriores, a partir de Aos poucos, o IDH tornou-se referência mundial. É um índice-chave dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas e, no Brasil, tem sido usado pelos governos federal, estadual e municipal por meio do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal, o IDH-M. IDH-M Uma utilização adequada do IDH em nível municipal exige necessariamente que certas adaptações sejam realizadas. A questão básica é que o IDH foi inicialmente idealizado para ser calculado para uma sociedade razoavelmente fechada, tanto do ponto de vista econômico (no sentido de que os membros da 21

23 sociedade são os proprietários de, essencialmente, todos os fatores de produção) como do ponto de vista demográfico (no sentido de que não há migração temporária). Municípios, no entanto, são espaços geopolíticos relativamente abertos e por este motivo foram realizadas algumas adaptações nos indicadores. 22

24 2 - FUNDAMENTAÇÃO, CRITÉRIOS E ESTATÍSTICAS FUNDAMENTAÇÃO A três dimensões que compõem o IDH são o PIB per capita, a longevidade e a educação. Cada uma delas é colocado em uma fórmula que usa, no denominador, o que podemos chamar de caminho original a percorrer ; e, no numerador, o caminho já percorrido. O caminho original a percorrer é a diferença entre um máximo (a melhor situação passível de ser objetivada para os países em melhores condições quanto ao indicador em análise em determinado momento, com realismo) e um mínimo (a situação de que se parte e à qual todos os países podem chegar sem nenhum esforço). O caminho já percorrido é a diferença entre a situação real do indicador no país em análise e o mínimo, o mesmo do a percorrer. As fórmulas parametrizadas que o PNUD usou para transformar cada um dos três indicadores em seus respectivos índices de dimensão, bem como seus máximos e mínimos, estão apresentadas abaixo. Índice de educação IDH E = 2 x ITAA + 1 x GEI 3 índice de alfabetização de adultos ITAA = TAA

25 índice de escolarização bruta combinada GEI = CGER Índice de esperança de vida ao nascer IDH L = EV Índice de PIB per capita (em dólares PPC) IDH R = log (PNBpc) - log(100) log (40000) - log(100) Índice de Desenvolvimento Humano IDH = IDH E + IDH L + IDH R 3 Nota: Nas equações entenda-se: EV - Expectativa de Vida; ITAA - Índice da Alfabetização dos Adultos; TAA - Alfabetização dos Adultos; GEI - Índice Gross Enrollment; CGER - quociente de Combined gross enrolment; PNBpc - Produto Nacional Bruto per capita. Observação: O rendimento é ajustado porque, para alcançar um nível elevado de desenvolvimento humano, não é necessário um rendimento ilimitado. O uso de logaritmo pretende ajustar o consumo a função côncava da renda. 24

26 O IDH, finalmente, é a média simples dos três índices supracitados. O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) a um (desenvolvimento humano máximo). Nos Relatórios de Desenvolvimento Humano vemos que os países são agregados em três classes distintas: IDH baixo, IDH médio e IDH alto CRITÉRIOS Para que o IDH seja classificado alto, o país deve apresentar índices superiores a 0,800. Já os países cujos índices variem entre 0,500 e 0,799 são agregados dentro do IDH médio. Os demais países, cujos índices são iguais ou inferiores a 0,499, têm um baixo desenvolvimento humano Produto Interno Bruto x Renda Familiar per Capita Para uma economia relativamente fechada, o PIB per capita é um bom indicador da renda apropriada pela população local e, portanto, do seu nível de consumo. No entanto, pode ocorrer que grande parte do PIB gerado num município sirva apenas para remunerar fatores de produção pertencentes a indivíduos não residentes no município. Desta forma, o PIB municipal não representa adequadamente a renda disponível dos moradores do município. Com o objetivo de melhor caracterizar as reais possibilidades de consumo da população local, optou-se por substituir o PIB per capita pela renda familiar per capita média do município. 25

27 Taxa Bruta de Matrícula Combinada x Taxa Bruta de Freqüência Combinada Com respeito à educação, também se justificam algumas adaptações. Em uma sociedade pouco sujeita à emigração ou imigração, a matrícula nos diversos níveis do sistema educacional é um bom indicador para representar o grau de escolaridade da sua população. A migração temporária, contudo, motivada pela busca de serviços educacionais eventualmente concentrados em alguns poucos municípios (como é o caso da educação superior), leva a que a matrícula em um dado município possa ser muito pouco indicativa do investimento da população local em educação e, portanto, do grau presente e futuro de escolaridade desta população. Desta forma, no IDH-M utiliza-se a escola como número de matrículas. De fato, a substituição realizada apresenta vantagens. Como o dado de freqüência é coletado diretamente das pessoas e não nos estabelecimentos de ensino, como no caso da matrícula, são evitados problemas como a duplicidade de contagem (se a pessoa se matricula em mais de uma instituição de ensino). Além disto, é captado se a pessoa efetivamente está freqüentando ou não a escola, eliminando as desistências ocorridas após a realização de uma matrícula. Assim, para o IDH-M, calcula-se a taxa bruta de freqüência combinada, que é o somatório da quantidade de pessoas (todas as idades) que freqüentam curso fundamental, secundário e superior dividido pelo total de pessoas na faixa etária de 7 a 22 anos, sendo: número de pessoas que freqüentam o fundamental: total de pessoas que estão freqüentando o curso fundamental ou curso não seriado equivalentes, como o supletivo de primeiro grau, não incluindo classe de alfabetização; número de pessoas que freqüentam o segundo grau ou curso não 26

28 seriado equivalentes, como o supletivo; número de pessoas que freqüentam curso superior. freqüência x taxa líquida A taxa é chamada de bruta pelo fato de ter no numerador toda a população que está freqüentando a escola e, no denominador, uma faixa etária específica (7 a 22 anos), que deveria ser a população na idade escolar, supondo que não ocorressem repetências ou entrada na escola em idade mais avançada. Dessa forma, é preciso notar que, na comparação entre municípios ou numa comparação intertemporal para um mesmo município, um índice menor não necessariamente implica em uma situação pior. Esta situação pode ser o resultado, por exemplo, de programas escolares para adequação série-idade (classes de aceleração no fundamental e classes de suplementação no ensino médio), cujo resultado seria diminuir o número de pessoas freqüentando um nível escolar em idade acima do padrão esperado para o mesmo. Ou seja, tais programas podem provocar queda no número total de pessoas freqüentando a escola (portanto um índice relativamente menor) sem que isto implique em alteração no padrão educacional da população. alfabetização alfabetização é o percentual das pessoas acima de 15 anos de idade que são alfabetizados ou seja, que sabem ler e escrever pelo menos um bilhete simples. 27

29 IDH-M Educação O Índice de Desenvolvimento Municipal Educação é obtido a partir da taxa de alfabetização e da taxa bruta de escola convertida em índices por: (valor observado - limite inferior) / (limite superior - limite inferior) com limite inferior e superior de 0% e 100%. O IDH-M Educação é a média desses dois índices com peso 2 para a taxa de alfabetização e peso 1 para o da taxa bruta de freqüência. IDH-M Longevidade O Índice de Desenvolvimento Municipal Longevidade é obtido a partir do indicador esperança de vida ao nascer através da fórmula: (valor observado do indicador - limite inferior) / (limite superior - limite inferior) onde o limite inferior e superior são equivalentes a 25 e 85 anos respectivamente. IDH-M Renda O Índice de Desenvolvimento Municipal Renda é obtido a partir do indicador renda per capita média através da fórmula: [Iog (valor observado do indicador) - Iog (limite inferior)] / [Iog (limite superior) - Iog (limite inferior)]. Estes limites correspondem aos valores anuais de PIB per capita de 100 dólares PPC 100 e dólares PPC utilizados pelo PNUD no cálculo. Os valores de renda per capita mensal em reais são convertidos multiplicando-se o fator (R$ / US$ PCC 7.625). Esta é a relação entre a renda per capita média mensal (em reais) e o PIB per capita anual (em dólares PPC) do Brasil em. 28

30 2.3 - ESTATÍSTICAS Os dados estatísticos foram extraídos do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, um banco de dados eletrônicos com informações sócio-econômicas sobre os municípios e as 27 Unidades Federativas do país, referentes ao ano de e. Para efeito comparativo, serão apresentados: IDH, IDH-M Renda, IDH- M IDH-M Educação, Alfabetização e Taxa Bruta de Freqüência à Escola. IDH do Brasil O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, em seus relatórios divulgados, classifica o Brasil como um país de médio IDH. O Brasil é o país que galgou mais posições na classificação do Índice de Desenvolvimento Humano desde Foram 16 postos ganhos ao longo de 26 anos, levando o país à 65ª posição. Apenas a Malásia conseguiu um salto equivalente entre os 99 países para os quais há dados de todo o período. É o que revela o Relatório do Desenvolvimento Humano 2003, lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Como sempre, o ranking do IDH é montado com base em dados de dois anos antes - neste caso, de A maior parte da evolução brasileira ocorreu nos anos 70 e 80, quando o país saltou dez posições. No intervalo entre 1975 e 1990 o país só não conquistou mais posições do que a Guiana (16 postos). O Brasil ganhou mais duas colocações na década seguinte e, de para 2001, pulou mais quatro. Essa escalada brasileira no ranking do IDH aconteceu a despeito de uma taxa medíocre de crescimento da 29

31 renda per capita. Entre 1975 e 2001 o aumento foi, em média, de 0,8% ao ano, ficando abaixo das médias mundial (1,2%), dos países ricos (2,1%) e dos países em desenvolvimento (2,3%). Das três dimensões do IDH, longevidade, educação e renda, esta última foi a que menos contribuiu para a elevação do índice do país. Já na longevidade, que reflete as condições de saúde geral da população, o Brasil teve resultados mais significativos. Em duas décadas e meia os brasileiros ganharam mais de 8 anos na sua esperança de vida ao nascer - de 59,5 anos para 67,8 anos. Mas por ter partido de um patamar muito baixo, esse avanço foi insuficiente para elevar o país a uma posição de destaque no que diz respeito à longevidade. O Brasil ocupa apenas a 110ª posição entre 175 países no ranking desse indicador. Num período mais recente, principalmente ao longo da década de 90, o Brasil fez progressos sensíveis na área da educação: entre 1990 e 2001 a taxa de alfabetização de adultos (15 anos ou mais) cresceu de 82% para 87,3%; no mesmo intervalo de tempo, a taxa de matrícula líquida no nível fundamental para crianças de 7 a 14 anos pulou de 86% para 97%, e a taxa de matrícula líquida no ensino médio foi multiplicada de 15% para 71%. De 1999/ para /2001 a taxa de matrícula bruta nos três níveis de ensino fundamental, médio e universitário no Brasil cresceu de 92,9% para 95,1%. Esse crescimento, somado à elevação da taxa de alfabetização de adultos (de 86,9% em para 87,3% em 2001), fez o índice da dimensão educação chegar a 0,90. No mesmo período, a esperança de vida ao nascer dos brasileiros cresceu de 67,6 anos para 67,8 anos, o que representou um índice da dimensão longevidade de 0,72. Ao mesmo tempo, a renda per capita medida pela paridade do poder de 30

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