O QUE É? SYSCORE é um software desenvolvido para a medição e avaliação do desempenho de indicadores.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O QUE É? SYSCORE é um software desenvolvido para a medição e avaliação do desempenho de indicadores."

Transcrição

1

2 O QUE É? SYSCORE é um software desenvolvido para a medição e avaliação do desempenho de indicadores. Por meio de técnicas avançadas de gerenciamento de informações o SYSCORE possibilita tomadas de decisões seguras e bem fundamentadas.

3 INDICADORES DO PPA PARA 2010 E 2011

4 DEFINIÇÃO DOS INDICADORES (Drª. Maria das Graças Rua) Indicadores são uma balança que nos permite pesar os dados; ou uma régua, que nos permite aferir os dados em termos de qualidade, resultado, impacto, etc., dos processos e dos objetivos das intervenções. Os indicadores não são simplesmente dados: são medidas, ou seja, são uma atribuição de números a objetos, acontecimentos ou situações, de acordo com certas regras. Conceito de Indicador: apresenta algumas variações que expressam os modos como são usados. Podem ser expressos apenas como instrumento de medida Podem ser expressos associados às metas que se pretende atingir com uma intervenção Os indicadores podem ser expressos em número, percentual, descrição de processos, percepções ou fatos que indiquem a mudança qualitativa e/ou quantitativa de uma condição ou situação específica. Indicadores são medidas que representam ou quantificam um insumo, um resultado, uma característica ou o desempenho de um processo, de um serviço, de um produto ou da organização como um todo.

5 DEFINIÇÃO DOS INDICADORES (Drª. Maria das Graças Rua) Um indicador pode ser: simples (decorrente de uma única medição) ou composto; direto ou indireto em relação à característica medida; específico ( relativo às atividades ou processos específicos) ou global (resultados pretendidos pela organização como um todo); Principais Atributos dos Indicadores (Drª. Maria das Graças Rua) Simplicidade facilidade de ser compreendido e aplicado tanto pelos executores quanto pelos que receberão seus resultados. Os nomes e expressões devem ser conhecidos e entendidos por todos os envolvidos de forma homogênea, garantindo ampla validade. Rastreabilidade facilidade para identificação da origem dos dados, seu registro e manutenção. Disponibilidade facilidade de acesso para coleta dos dados, estando disponíveis a tempo, sem distorções, servindo de base para que decisões sejam tomadas.

6 PRINCIPAIS ATRIBUTOS DOS INDICADORES: (Drª. Maria das Graças Rua) Economia o indicador não deve requerer tempo demasiado na busca de dados, pesquisando ou aguardando novos métodos de coleta. Os benefícios trazidos com os indicadores devem ser maiores que os custos incorridos na medição. Praticidade garantia de que realmente funciona na prática e permite a tomada de decisões gerenciais. Para isso, deve ser testado no campo e, se necessário, modificado ou excluído. Estabilidade garantia de que é gerado em rotinas de processo e permanece ao longo do tempo, permitindo a formação de série histórica. TIPOS DE INDICADORES (Drª. Maria das Graças Rua) a)indicadores simples ou brutos: são aqueles expressos em valores absolutos, que só permitem comparação se forem referidos a um parâmetro externo. Exemplo: número de matrículas no ensino fundamental em Brasília. b) Indicadores relativos: São também chamados de índices relativos ou índices simples e consistem em relações observáveis entre variáveis ou entre uma variável e uma constante. São expressos como razão ou proporção, permitindo comparações entre situações no tempo e no espaço. Exemplo: número de analfabetos por grupos de 100 indivíduos é uma relação entre uma variável e uma constante. A informação proporcionada por este tipo de índice mostra-se mais útil quando é possível estabelecer comparações.

7 TIPOS DE INDICADORES (Drª. Maria das Graças Rua) Os índices que expressam relações entre variáveis contêm, em si mesmos, informações relevantes. Por exemplo, a proporção de alunos aprovados sobre alunos matriculados expressa a relação entre duas variáveis e traz informação sobre o desempenho de uma classe, uma escola, um professor, uma metodologia, etc. Os índices relativos servem, entre outras coisas, para avaliar uma situação específica em relação às suas congêneres e para estimar o avanço ou retrocesso em relação a uma meta. c)indicadores complexos ou Índices Agregados. São sintéticos e multidimensionais: combinam um conjunto de dimensões e suas respectivas variáveis. Podem envolver ou não - a ponderação dessas dimensões. Podem reunir um grande conjunto de indicadores, com o objetivo de aumentar a precisão das avaliações. Ex: Índice de Progresso Social (IPS), que tem 44 indicadores e vários sub-indicadores. Podem ter como estratégia a simplicidade na composição dos índices. Ex: Índice de Qualidade de Vida Física (IQVF), composto por Mortalidade Infantil, Esperança de Vida ao Nascer e Analfabetismo entre Adultos.

8 COMO ELABORAR INDICADORES (Drª. Maria das Graças Rua) 1-Definir precisamente o problema a ser enfrentado, seguindo uma lógica de árvore de problemas 2-Perguntar: qual o sinal concreto, objetivo e real, de que este problema existe? ANOTAR 3-Identificar e selecionar as soluções a serem adotadas, seguindo uma lógica de árvore de objetivos 4-Desdobrar cada objetivo em tantas metas parciais e setoriais quantas forem necessárias para realizá-lo 5-Expressar metas SEMPRE em termos de: uma quantidade,, um objeto e um espaço de tempo 6-Diante de metas e objetivos, perguntar: COMO POSSO SABER SE ISTO FOI REALIZADO? COMO POSSO DISTINGUIR SE ISSO OCORREU OU NÃO?

9 COMO ELABORAR INDICADORES (Drª. Maria das Graças Rua) 7-Identificar e isolar a unidade mínima a ser definida como objeto: uma ação, um produto, um resultado. 8-Averiguar a possibilidade de expressar essa unidade em números absolutos ou relativos 9-Averiguar a possibilidade de estabelecer relações numéricas (proporção, razão, média, etc) usando essa unidade 10-Quando o indicador tiver sido formulado preliminarmente, perguntar a seu respeito: O QUE ISTO ME PERMITE SABER? 11-Identificar onde (em que fontes) estarão os dados disponíveis para alimentar o indicador. Caso não existam, prever como obtê-los.

10 Indicador de Agregação: IDH Índice de Desenvolvimento Humano IDH Longevidade Educação Renda Esperança de Vida Taxa de Mortalidade Infantil (Valor Realizado Pior Valor) (Melhor Valor Pior Valor) = ÍNDICE NORMALIZADO

11 Exemplos de Normalização Exemplo 1: No. de Escolas de Tempo Integral (qto. maior melhor) Melhor Valor (Meta Programada do Indicador) = 90 escolas Pior Valor = 0 (nenhuma escola) Valor Realizado = 60 escolas Índice Normalizado = (60 0) / (90 0) = 60 / 90 = 0,67 Interpretação: Se dividíssemos o intervalo entre o pior e o melhor valor em 100 partes, o valor realizado ocuparia a posição número 67 Exemplo 2: Taxa de Evasão Escolar (qto. menor melhor) Melhor Valor (Meta Programada do Indicador) = 6 % Pior Valor = 18 % (por exemplo, a pior taxa de evasão na pesquisa do MEC) Valor Realizado = 8 % Índice Normalizado = (8 18) / (6 18) = (-10) / (-12) = 0,83 Interpretação: Se dividíssemos o intervalo entre o pior e o melhor valor em 100 partes, o valor realizado ocuparia a posição número 83 CONCLUSÃO: Entre o pior e o melhor valor, numa escala de 0 a 100, a Normalização permite calcular a posição do valor realizado.

12 PARÂMETROS DE MONITORAMENTO PIOR RESULTADO (Não fez nada) 25 % do MELHOR RESULTADO 50 % do MELHOR RESULTADO MELHOR RESULTADO (Meta Programada no PPA)

13 Como Calcular o ICM Índice de Cumprimento da Meta de um Programa?

14 Programa Conservação da Malha Rodoviária 1. Programa com UM ÚNICO INDICADOR

15 Programa Agrofamiliar 1. Programa com múltiplos indicadores 2. Indicadores com UNIDADES DE MEDIDA DIFERENTES

16 EXISTEM DIFERENTES SITUAÇÕES. COMO UNIFORMIZAR O TRATAMENTO E ADOTAR UM MÉTODO DE CÁLCULO QUE SE AJUSTE A TODOS OS CASOS? RESPOSTA: ADOTANDO-SE O MÉTODO DE NORMALIZAÇÃO DE INDICADORES UTILIZADO NO IDH ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO. ASSIM, TODOS OS INDICADORES DOS PROGRAMAS SERIAM NORMALIZADOS PARA SE PROCEDER AO CÁLCULO DO INDICADOR DE RESULTADO DO PROGRAMA.

17 Cálculo do Índice de Cumprimento da Meta (ICM) de um Programa Normalização Fórmula lançada automaticamente pelo Syscore. O usuário não precisa se preocupar. Indicadores do Programa Como as unidades de medida dos indicadores do programa podem ser diferentes, aplica-se a NORMALIZAÇÃO para cada indicador e calcula-se a sua média. A normalização para TODOS os indicadores uniformiza o processo.

18 Cálculo do Índice de Cumprimento das Metas de um Órgão 1. Calcula-se o ICM (Índice de Cumprimento da Meta) de cada Programa coordenado pelo Órgão (método da Normalização); 2. Calcula-se a média dos ICMs dos Programas do Órgão ou Unidade Gerencial, atribuindo-a como Índice Global de Cumprimento das Metas, que representa a contribuição do Órgão no sentido de atingir as metas definidas no PPA para os programas sob a sua responsabilidade; 3. Todos esses cálculos são feitos automaticamente pelo Syscore; 4. O Órgão somente tem que lançar o VALOR REALIZADO do Indicador.

19 EXEMPLO: AGETOP (1) ICM - AGETOP

20 EXEMPLO: AGETOP (2) ICM - AGETOP Os valores dos indicadores são informados pelo Órgão

21 RESUMINDO... O cumprimento das metas dos programas determina o indicador do órgão ICM - AGETOP s indicadores os programas são ormalizados m Índices e umprimento as Metas ICM) Calculado Pelo Syscore Lançado pelo Órgão Intervenções no sistema aeroportuário % de municípios beneficiados Índice de rodovias bem conservadas

22 Tratamento de Periodicidades

23 Exemplo Indicador: Intervenções no sistema aeroportuário Meta no PPA: 24 intervenções em 31/12/2008 Periodicidade: trimestral Considerações: a) Estima-se a realização de 6 intervenções a cada trimestre; b) Serão lançados valores acumulados a cada trimestre, de forma a acompanhar a evolução na direção da meta.

24 Parâmetros de Monitoramento Sazonal (Variáveis por Período)

25 Parâmetros de Monitoramento Sazonal

26

27 Painel de Bordo Setorial ICM Secretaria Estadual de Saúde Os ICMs dos Programas e o correspondente ICM Aglutinador de um Órgão ou Unidade Gerencial são reunidos em um Painel de Bordo Setorial

28

29 Obrigado! (062) /7849 Coordenação: Sulamita Aquino Porto Mello Cunha Superintendente de Planejamento e Desenvolvimento - SEPLAN Equipe Técnica: Elzira Testolin Mª de Fátima Maria José Norma Cláudia

METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES?

METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES? METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES? Os indicadores permitem avaliação do desempenho da instituição, segundo três aspectos relevantes: controle, comunicação e melhoria. (MARTINS & MARINI, 2010,

Leia mais

O que medir? Por onde começar? Quando medir? Quem deve medir? Como medir?

O que medir? Por onde começar? Quando medir? Quem deve medir? Como medir? PLANO DE VOO 1. Indicadores de Desempenho Definições 2. Componentes Essenciais 3. Requisitos Básicos 4. Tipos de Indicadores 5. Construção de Indicadores 6. Indicadores de Gestão da UFTM 7. Conclusão 1.

Leia mais

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS?

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS? COMO SE FAZ NO BRASIL: PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS COMO SE FAZ O MONITORAMENTO? O monitoramento de programas envolve as seguintes etapas:» 1ª etapa: Coleta regular de

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SISTEMÁTICA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO HOSPITAL DE ENSINO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO DR. WASHINGTON ANTÔNIO DE BARROS DEZEMBRO DE 2013 SUMÁRIO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO...

Leia mais

05 - INDICADORES SÓCIO-AMBENTAIS PARA A COLETA SELETIVA O ESTADO DA ARTE

05 - INDICADORES SÓCIO-AMBENTAIS PARA A COLETA SELETIVA O ESTADO DA ARTE 05 - INDICADORES SÓCIO-AMBENTAIS PARA A COLETA SELETIVA O ESTADO DA ARTE Darci Barnech Campani (1) Engenheiro Agrônomo, Professor Adjunto do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

MODELO DE ORIENTAÇÃO PARA OPERAÇÃO DO SOFTWARE Autoria: InfoQuality Informática e Qualidade Ltda.

MODELO DE ORIENTAÇÃO PARA OPERAÇÃO DO SOFTWARE Autoria: InfoQuality Informática e Qualidade Ltda. MODELO DE ORIENTAÇÃO PARA OPERAÇÃO DO SOFTWARE Autoria: InfoQuality Informática e Qualidade Ltda. 1. A ORGANIZAÇÃO Para realizar cadastros e consultas referentes às Diretrizes Organizacionais: Manutenção/Organização/Registro

Leia mais

Aula 3 Arquitetura do Sistema de Medição de Desempenho

Aula 3 Arquitetura do Sistema de Medição de Desempenho Aula 3 Arquitetura do Sistema de Medição de Desempenho A primeira definição, a saber, é como o sistema de medição do desempenho é definido, sem especificar métodos de planejamento e sem esclarecer qual

Leia mais

INDICADORES SOCIAIS (AULA 1)

INDICADORES SOCIAIS (AULA 1) 1 INDICADORES SOCIAIS (AULA 1) Ernesto Friedrich de Lima Amaral Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia ESTRUTURA DO CURSO 2 1. Conceitos básicos relacionados a indicadores

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO PADRONIZADOS PARA PROGRAMAS E AÇÕES DO PLANO PLURIANUAL 2008-2011

CONSTRUÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO PADRONIZADOS PARA PROGRAMAS E AÇÕES DO PLANO PLURIANUAL 2008-2011 CONSTRUÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO PADRONIZADOS PARA PROGRAMAS E AÇÕES DO PLANO PLURIANUAL 2008-2011 2011 1 CICLO BÁSICO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL PLANEJAMENTO 1 4 AÇÃO 2 5 CONTROLE 3 AVALIAÇÃO Resultados

Leia mais

Avaliação Econômica Programa Excelência em Gestão. Gerência de Avaliação de Projetos

Avaliação Econômica Programa Excelência em Gestão. Gerência de Avaliação de Projetos Avaliação Econômica Gerência de Avaliação de Projetos São Paulo, 27 de agosto de 2012 1 O Programa Parceria entre a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e Fundação Itaú Social; Coordenação técnica

Leia mais

1. METODOLOGIA APLICADA

1. METODOLOGIA APLICADA 1. METODOLOGIA APLICADA O propósito do planejamento pode ser definido como o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas que proporcionam uma situação viável de avaliar as implicações

Leia mais

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL: SIGNIFICADO E IMPORTÂNCIA PARA A GESTÃO PÚBLICA

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL: SIGNIFICADO E IMPORTÂNCIA PARA A GESTÃO PÚBLICA INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL: SIGNIFICADO E IMPORTÂNCIA PARA A GESTÃO PÚBLICA Silvio A. F. Cario Prof. dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em Economia e Administração da Universidade

Leia mais

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA. João Milan Júnior Tel.: 011 9897 8665 joao@planis.com.br

GESTÃO ORÇAMENTÁRIA. João Milan Júnior Tel.: 011 9897 8665 joao@planis.com.br GESTÃO ORÇAMENTÁRIA João Milan Júnior Tel.: 011 9897 8665 joao@planis.com.br EMPRESAS OBJETIVOS INDIVIDUAIS em instituições de Saúde devido as corporações profissionais, que detém graus de autonomia diferenciados,

Leia mais

Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos - Aula 9 Prof. Rafael Roesler

Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos - Aula 9 Prof. Rafael Roesler Tecnologia em Gestão Pública Desenvolvimento de Projetos - Aula 9 Prof. Rafael Roesler Introdução Objetivos da Gestão dos Custos Processos da Gerência de Custos Planejamento dos recursos Estimativa dos

Leia mais

SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E CONTROLE GERÊNCIA DA REDE GOIÁS DE PLANEJAMENTO SISTEMA PPA NET

SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E CONTROLE GERÊNCIA DA REDE GOIÁS DE PLANEJAMENTO SISTEMA PPA NET SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E CONTROLE GERÊNCIA DA REDE GOIÁS DE PLANEJAMENTO SISTEMA PPA NET TREINAMENTO BÁSICO Goiânia, março de 2007 ETAPAS 1ª. Acesso

Leia mais

São Paulo. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de São Paulo (1991, 2000 e 2010)

São Paulo. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado de São Paulo (1991, 2000 e 2010) São Paulo Em 21, no estado de São Paulo (SP), moravam 41,3 milhões de pessoas, onde uma parcela considerável (7,8%, 3,2 milhões) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 645 municípios,

Leia mais

Metodologia de Elaboração do PPA-Plano. Cuiabá, Março de 2011

Metodologia de Elaboração do PPA-Plano. Cuiabá, Março de 2011 Metodologia de Elaboração do PPA-Plano Plurianual 2012/2015 Cuiabá, Março de 2011 Estratégia e PPA Plano Estratégico de Desenvolvimento MT+ 20 2012/2032 Orientações Estratégicas de Longo Prazo Plano Plurianual

Leia mais

ANEXO 2 - INDICADORES EDUCACIONAIS 1

ANEXO 2 - INDICADORES EDUCACIONAIS 1 ES R O D A C I D N I 2 O X E N A EDUCACIONAIS 1 ANEXO 2 1 APRESENTAÇÃO A utilização de indicadores, nas últimas décadas, na área da educação, tem sido importante instrumento de gestão, pois possibilita

Leia mais

PRIMAVERA RISK ANALYSIS

PRIMAVERA RISK ANALYSIS PRIMAVERA RISK ANALYSIS PRINCIPAIS RECURSOS Guia de análise de risco Verificação de programação Risco rápido em modelo Assistente de registro de riscos Registro de riscos Análise de riscos PRINCIPAIS BENEFÍCIOS

Leia mais

Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA 2004-2007

Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA 2004-2007 Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA 2004-2007 Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos Ministério do Planejamento Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas

Leia mais

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS 1 ELABORAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS Ernesto Friedrich de Lima Amaral 28 de setembro de 2011 Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia Departamento de Sociologia e Antropologia

Leia mais

Novo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil

Novo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil Entenda o cálculo do IDH Municipal (IDH-M) e saiba quais os indicadores usados O Índice de Desenvolvimento Humano foi criado originalmente para medir o nível de desenvolvimento humano dos países a partir

Leia mais

V Simpósio Internacional de Recife, PE - Brasil 3-5/11/2003. Especificação de Indicadores para Gestão de Requisitos

V Simpósio Internacional de Recife, PE - Brasil 3-5/11/2003. Especificação de Indicadores para Gestão de Requisitos Especificação de Indicadores para Gestão de Requisitos Claudia Hazan, MSc.,CFPS claudinhah@yahoo.com Cenário Agenda Modelo CMM e CMMI Gerência de Requisitos Indicadores de Rastreabilidade Indicadores de

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 962/03

RESOLUÇÃO CFC Nº 962/03 RESOLUÇÃO CFC Nº 962/03 Aprova a NBC T 11 - IT - 09 - Estimativas Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO que as Normas Brasileiras

Leia mais

Anexo III. Nível de Qualidade dos Serviços Metodologia de Avaliação

Anexo III. Nível de Qualidade dos Serviços Metodologia de Avaliação 1 de 14 Anexo III Nível de Qualidade dos Serviços Metodologia de Avaliação 2 de 14 ÍNDICE 1 OBJETIVO DO DOCUMENTO... 3 2 REFERENCIAL TEÓRICO PARA DEFINIÇÃO DAS MÉTRICAS... 3 3 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Existe uma grande variedade de denominações das formas de atuação da manutenção, isto provoca certa confusão em relação aos

Leia mais

VISÃO PROGRAMÁTICA DO ORÇAMENTO

VISÃO PROGRAMÁTICA DO ORÇAMENTO PAINEL II VISÃO PROGRAMÁTICA DO ORÇAMENTO Inovações da União para 2013 Bruno César Grossi de Souza Secretário-Adjunto Assuntos Orçamentários SECAD Secretaria de Orçamento Federal SOF/MP Objetivo desta

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA SIGPLAN - ELABORAÇÃO DA FASE QUALITATIVA DO PPA 2008-2011

MANUAL DO SISTEMA SIGPLAN - ELABORAÇÃO DA FASE QUALITATIVA DO PPA 2008-2011 MANUAL DO SISTEMA SIGPLAN - ELABORAÇÃO DA FASE QUALITATIVA DO PPA 2008-2011 O trabalho faz a diferença. Manaus, maio de 2007. Manual de Operação do Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento -

Leia mais

Modelo de dados do Data Warehouse

Modelo de dados do Data Warehouse Modelo de dados do Data Warehouse Ricardo Andreatto O modelo de dados tem um papel fundamental para o desenvolvimento interativo do data warehouse. Quando os esforços de desenvolvimentos são baseados em

Leia mais

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;

Leia mais

Sistema de Gestão do Planejamento da ANEEL SIGANEEL. Anna Flávia de Senna Franco Superintendente de Planejamento da Gestão

Sistema de Gestão do Planejamento da ANEEL SIGANEEL. Anna Flávia de Senna Franco Superintendente de Planejamento da Gestão Sistema de Gestão do Planejamento da ANEEL SIGANEEL Anna Flávia de Senna Franco Superintendente de Planejamento da Gestão Brasília, 03 de abril de 2009 1 Estrutura Básica do Planejamento Política Governamental

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE RESOLUÇÃO INEA Nº 45 DE 28 DE NOVEMBRO DE 2011 ESTABELECE O MANUAL OPERATIVO DE PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS

Leia mais

MONITORAMENTO 2008. Este documento visa indicar as alterações no módulo do monitoramento para o exercício 2008.

MONITORAMENTO 2008. Este documento visa indicar as alterações no módulo do monitoramento para o exercício 2008. MONITORAMENTO 2008 O Módulo de Monitoramento no SIGPlan apresenta algumas alterações em relação aos anos anteriores. Estes ajustes visam incorporar a estrutura do PPA 2008 2011 e facilitar o acesso e a

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA - IICA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E

Leia mais

INDICADORES E METAS A EXPERIÊNCIA DO CRER

INDICADORES E METAS A EXPERIÊNCIA DO CRER INDICADORES E METAS A EXPERIÊNCIA DO CRER Claudemiro Euzébio Dourado Superintendente Administrativo Financeiro AGENDA I. CRER Institucional Histórico CRER em números Ferramentas de Gestão II. INDICADORES

Leia mais

II SEMINÁRIO: GESTÃO DA INFORMAÇÃO E MONITORAMENTO DE POLÍTICAS SOCIAIS

II SEMINÁRIO: GESTÃO DA INFORMAÇÃO E MONITORAMENTO DE POLÍTICAS SOCIAIS II SEMINÁRIO: GESTÃO DA INFORMAÇÃO E MONITORAMENTO DE POLÍTICAS SOCIAIS Painel 3 A Importância da Integração das Estatísticas Oficiais Paulo de Martino Jannuzzi IDH Data: 14 e 15 de abril de 2014. 1 Limitações

Leia mais

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Prof. Léo Noronha Macroprocesso Referência: sistema de gestão da qualidade pela NBR ISO 9011:2008. Macroprocesso Para a realização do produto, necessitase da integração

Leia mais

Gerenciamento de projetos. cynaracarvalho@yahoo.com.br

Gerenciamento de projetos. cynaracarvalho@yahoo.com.br Gerenciamento de projetos cynaracarvalho@yahoo.com.br Projeto 3URMHWR é um empreendimento não repetitivo, caracterizado por uma seqüência clara e lógica de eventos, com início, meio e fim, que se destina

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Etapa 01 Proposta Metodológica

Etapa 01 Proposta Metodológica SP Etapa 01 Proposta Metodológica ConsultGEL - Rua: : José Tognoli, 238, Pres., 238, Pres. Prudente, SP Consultores Responsáveis, SP Élcia Ferreira da Silva Fone: : (18) 3222 1575/(18) 9772 5705 João Dehon

Leia mais

Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos

Conteúdo. Disciplina: INF 02810 Engenharia de Software. Monalessa Perini Barcellos Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Informática Disciplina: INF 02810 Prof.: (monalessa@inf.ufes.br) Conteúdo 1. Introdução 2. Processo de Software 3. Gerência de

Leia mais

OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL BANCO DE DADOS REGIONAL. Eixo temático: Indicadores Sociais 1. Variável: IDESE

OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL BANCO DE DADOS REGIONAL. Eixo temático: Indicadores Sociais 1. Variável: IDESE OBSERVATÓRIO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL BANCO DE DADOS REGIONAL Eixo temático: Indicadores Sociais 1 Variável: IDESE O Idese (Índice de Desenvolvimento Sócio-Econômico) é um índice sintético, inspirado

Leia mais

VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO 1. Crescimento Econômico Conceitua-se crescimento econômico como "o aumento contínuo do Produto Interno Bruto (PIB) em termos globais e per capita,

Leia mais

TÉCNICAS PARA COLETA DE DADOS

TÉCNICAS PARA COLETA DE DADOS AULA 7 TÉCNICAS PARA COLETA DE DADOS Classificação das pesquisas científicas Classificação das pesquisas científicas: quanto a natureza Básica: Procura o progresso científico; Procura a ampliação dos conhecimentos

Leia mais

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS

INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS INDICADORES FINANCEIROS NA TOMADA DE DECISÕES GERENCIAIS ANA BEATRIZ DALRI BRIOSO¹, DAYANE GRAZIELE FANELLI¹, GRAZIELA BALDASSO¹, LAURIANE CARDOSO DA SILVA¹, JULIANO VARANDAS GROPPO². 1 Alunos do 8º semestre

Leia mais

AMBIENTAÇÃO AO SISTEMA DE ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO -SEO

AMBIENTAÇÃO AO SISTEMA DE ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO -SEO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DO PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL - SEPLAN AMBIENTAÇÃO AO SISTEMA DE ELABORAÇÃO DO ORÇAMENTO -SEO Departamento de Orçamento e Finanças - DOF Sobre o SEO

Leia mais

Gestão dos Prazos e Custos do Projeto

Gestão dos Prazos e Custos do Projeto Gestão dos Prazos e Custos do Projeto Prof. Sérgio Ricardo do Nascimento Aula 7 05 de dezembro de 2013 1 Gestão dos Prazos e Custos do Projeto - Prof. Sérgio Ricardo do Nascimento Conteúdo Programático

Leia mais

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas

ANEXO I ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS FIA 2011. Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas Cada projeto deve conter no máximo 20 páginas 1. APRESENTAÇÃO Faça um resumo claro e objetivo do projeto, considerando a situação da criança e do adolescente, os dados de seu município, os resultados da

Leia mais

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças.

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças. 1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças. Guia de orientações para a elaboração do Plano

Leia mais

Brasil. Valores de IDH e mudanças de classificação no Relatório de Desenvolvimento Humano 2011

Brasil. Valores de IDH e mudanças de classificação no Relatório de Desenvolvimento Humano 2011 Relatório de Desenvolvimento Humano 2011 Sustentabilidade e igualdade: Um futuro melhor para todos Nota explicativa sobre os índices compostos do IDH 2011 Brasil Valores de IDH e mudanças de classificação

Leia mais

Termo de Referência. Grupo Interministerial de Monitoramento e Avaliação do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

Termo de Referência. Grupo Interministerial de Monitoramento e Avaliação do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Justiça Termo de Referência Grupo Interministerial de Monitoramento e Avaliação do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas 1. Grupo Interministerial

Leia mais

1 Acesso (www.intra.goias.gov.br)

1 Acesso (www.intra.goias.gov.br) 1 1 Acesso (www.intra.goias.gov.br) 2 2 Tela inicial 3 Cadastro do Programa 3 3.1 Cadastro do Programa (menu Programas de Governo) Tela de Pesquisa Pesquisar: Consulta os programas já cadastrados permitindo

Leia mais

Capítulo 8 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Capítulo 8 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Capítulo 8 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 8 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 8.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução,

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI

A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI Roland Anton Zottele 1, Friedhilde M. K. Manulescu 2 1, 2 Faculdade de Ciências

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO SGDCOM/PROGEP/UFPB

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO SGDCOM/PROGEP/UFPB ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO SGDCOM/PROGEP/UFPB Os quadros deste anexo formam um roteiro para elaboração dos Planos de Trabalho (PTS e PTI) de Gestão de Desempenho por Competência. Dentro

Leia mais

Palestrante: Nome Cargo. Indicadores Ferramenta Essencial da Gestão. Palestrante: Pedro Rachid Analista de TIC

Palestrante: Nome Cargo. Indicadores Ferramenta Essencial da Gestão. Palestrante: Pedro Rachid Analista de TIC Palestrante: Nome Cargo Indicadores Ferramenta Essencial da Gestão Palestrante: Pedro Rachid Analista de TIC Indicadores 1. Indicadores são intuitivos? 2. Criando um Indicador 3. Desafios e Recompensas

Leia mais

F.1 Gerenciamento da integração do projeto

F.1 Gerenciamento da integração do projeto Transcrição do Anexo F do PMBOK 4ª Edição Resumo das Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos F.1 Gerenciamento da integração do projeto O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES

ADMINISTRAÇÃO DE REDES E DATA CENTER 1º PERÍODO DE TECNOLOGIA DE REDES DESENHO DE SERVIÇO Este estágio do ciclo de vida tem como foco o desenho e a criação de serviços de TI cujo propósito será realizar a estratégia concebida anteriormente. Através do uso das práticas, processos

Leia mais

Conceitos básicos em Monitoramento e Avaliação. Professor: Marconi Fernandes de Sousa Período: Julho de 2013.

Conceitos básicos em Monitoramento e Avaliação. Professor: Marconi Fernandes de Sousa Período: Julho de 2013. Conceitos básicos em Monitoramento e Avaliação Professor: Marconi Fernandes de Sousa Período: Julho de 2013. Sistemas de Monitoramento e Avaliação Pode ser entendido, em sentido lato, como o conjunto de

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

4 Metodologia de Gerenciamento Integrado de Riscos

4 Metodologia de Gerenciamento Integrado de Riscos 4 Metodologia de Gerenciamento Integrado de Riscos Neste capitulo iremos apresentar a metodologia escolhida para a elaboração do estudo de caso que incorpora a análise quantitativa dos riscos financeiros.

Leia mais

Governança e Indicadores para. Gabriel Renault Magalhães CEO da Calandra Soluções

Governança e Indicadores para. Gabriel Renault Magalhães CEO da Calandra Soluções Governança e Indicadores para Tomada de Decisão na Área Pública Gabriel Renault Magalhães CEO da Calandra Soluções AGENDA Diferenciando Governança e Gestão Definindo Bons Indicadores Governança usando

Leia mais

Gerenciamento de Projetos. Prof. Dr. Rodolfo Miranda de Barros rodolfomdebarros@gmail.com

Gerenciamento de Projetos. Prof. Dr. Rodolfo Miranda de Barros rodolfomdebarros@gmail.com Gerenciamento de Projetos Prof. Dr. Rodolfo Miranda de Barros rodolfomdebarros@gmail.com MODELO DE GERENCIAMENTO PMI PMI (Project Management Institute); O modelo PMI é divido em áreas de conhecimento da

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO É um macro processo que tem como propósito desenvolver e manter a adequação entre os objetivos, os recursos organizacionais e as mudanças e oportunidades

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio Software de Gestão Rural ADM Rural 4G 2011 ADM Rural 4G Agenda de Apresentação E Empresa Planejar O Software ADM Rural 4G Diferenciais Benefícios em

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

Eng. Rogério Wallbach Tizzot E-mail: tizrw@uol.com.br

Eng. Rogério Wallbach Tizzot E-mail: tizrw@uol.com.br ATIVIDADES PARA UM PROJETO PILOTO DE CONTRATO DE GESTÃO DA CONSERVAÇÃO EM UMA REDE PRELIMINARMENTE SELECIONADA Eng. Rogério Wallbach Tizzot E-mail: tizrw@uol.com.br Atividade 1 : Avaliação do Estado Geral

Leia mais

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Histórico de Revisões Data Versão Descrição 30/04/2010 1.0 Versão Inicial 2 Sumário 1. Introdução... 5 2. Público-alvo... 5 3. Conceitos básicos...

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

MetrixND. especificações. MetrixND - Ferramenta de previsão de energia elétrica

MetrixND. especificações. MetrixND - Ferramenta de previsão de energia elétrica MetrixND especificações MetrixND - Ferramenta de previsão de energia elétrica Visão geral O MetrixND da Itron é uma ferramenta de modelagem flexível, bastante usada pelos principais serviços de previsão

Leia mais

PLANEJAMENTO - ESCOPO - TEMPO - CUSTO

PLANEJAMENTO - ESCOPO - TEMPO - CUSTO PLANEJAMENTO - ESCOPO - TEMPO - CUSTO PAULO SÉRGIO LORENA Julho/2011 1 Planejamento escopo, tempo e custo PROGRAMA DA DISCIPLINA Apresentação professor Programa da disciplina Avaliação Introdução Processos

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE EM INFRA-ESTRUTURAS SUPORTADAS POR SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DE REDE DE COMUNICAÇÃO DE DADOS

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE EM INFRA-ESTRUTURAS SUPORTADAS POR SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DE REDE DE COMUNICAÇÃO DE DADOS PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE EM INFRA-ESTRUTURAS SUPORTADAS POR SERVIÇOS TERCEIRIZADOS DE REDE DE COMUNICAÇÃO DE DADOS Roosevelt Belchior Lima Neste artigo será apresentada uma proposta de acompanhamento

Leia mais

INDICADORES DE DESEMPENHO

INDICADORES DE DESEMPENHO INDICADORES DE DESEMPENHO Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, não há sucesso no que não se gerencia. (E. Deming) Os indicadores são ferramentas

Leia mais

AULAS 03 E 04 A linguagem dos projetos

AULAS 03 E 04 A linguagem dos projetos 1 AULAS 03 E 04 A linguagem dos projetos Ernesto F. L. Amaral 11 e 13 de setembro de 2012 Avaliação de Políticas Públicas (DCP 046) Fonte: Cohen, Ernesto, e Rolando Franco. 2000. Avaliação de Projetos

Leia mais

Elaboração de Projetos FECOP 2014. Everton Cabral Maciel everton.maciel@seplag.ce.gov.br

Elaboração de Projetos FECOP 2014. Everton Cabral Maciel everton.maciel@seplag.ce.gov.br Elaboração de Projetos FECOP 2014 Everton Cabral Maciel everton.maciel@seplag.ce.gov.br O que vamos fazer? Pensar em Projetos Organizar o pensamento Conectar com a realidade e a legislação Estruturar projeto

Leia mais

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO MATO GRANDE 17/06/2015

PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO MATO GRANDE 17/06/2015 PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO MATO GRANDE 17/06/2015 1 PROGRAMAÇÃO DO EVENTO 08H ÀS 09H 09H ÀS 09:H30 09H30 ÀS 10H 10H ÀS 10:15 10H15 ÀS 12H 12H ÀS 13H 13H ÀS 13H30 CREDENCIAMENTO ABERTURA DO EVENTO CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

Qualidade dos Indicadores de Desempenho utilizados nos Contratos de Gestão com Organizações Sociais

Qualidade dos Indicadores de Desempenho utilizados nos Contratos de Gestão com Organizações Sociais Qualidade dos Indicadores de Desempenho utilizados nos Contratos de Gestão com Organizações Sociais Estrutura da Apresentação Parte Conceitual Referências teóricos (normativos) Dimensões de Medição do

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

Rio Grande do Sul. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Rio Grande do Sul (1991, 2000 e 2010)

Rio Grande do Sul. Tabela 1: Indicadores selecionados: mediana, 1º e 3º quartis nos municípios do estado do Rio Grande do Sul (1991, 2000 e 2010) Rio Grande do Sul Em 21, no estado do Rio Grande do Sul (RS), moravam 1,7 milhões de pessoas, onde parcela importante (9,3%, 989,9 mil) tinha 65 ou mais anos de idade. O estado era composto de 496 municípios,

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

Programa de Capacitação em Gestão do PPA Curso PPA: Elaboração e Gestão Ciclo Básico. Elaboração de Planos Gerenciais dos Programas do PPA

Programa de Capacitação em Gestão do PPA Curso PPA: Elaboração e Gestão Ciclo Básico. Elaboração de Planos Gerenciais dos Programas do PPA Programa de Capacitação em Gestão do PPA Curso PPA: Elaboração e Gestão Ciclo Básico Elaboração de Planos Gerenciais dos Programas do PPA Brasília, abril/2006 APRESENTAÇÃO O presente manual tem por objetivo

Leia mais

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil

MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Junho, 2006 Anglo American Brasil 1. Responsabilidade Social na Anglo American Brasil e objetivos deste Manual Já em 1917, o Sr. Ernest Oppenheimer, fundador

Leia mais

PROJETO GOVERNANÇA PÚBLICA GOVERNO DO RIO DE JANEIRO EM PARCERIA COM

PROJETO GOVERNANÇA PÚBLICA GOVERNO DO RIO DE JANEIRO EM PARCERIA COM PROJETO GOVERNANÇA PÚBLICA GOVERNO DO RIO DE JANEIRO EM PARCERIA COM PROJETO GOVERNANÇA PÚBLICA GOVERNO DO RIO DE JANEIRO VISÃO CONCEITUAL EM PARCERIA COM OBJETIVO DO PROJETO Garantir maior controle sobre

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima Plano Setorial da Saúde - PSMC-Saúde. Rio de Janeiro 06/07/2012

CONSULTA PÚBLICA Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima Plano Setorial da Saúde - PSMC-Saúde. Rio de Janeiro 06/07/2012 CONSULTA PÚBLICA Planos Setoriais de Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima Plano Setorial da Saúde - PSMC-Saúde Rio de Janeiro 06/07/2012 Processo de Construção do Plano Setorial da Saúde 1. Definição

Leia mais

Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk

Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk E-mail para contato: supervisao@tse.gov.br Nome trabalho/projeto: Suporte em TI baseado em sistema de gestão da qualidade

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Vanice Ferreira 12 de junho de 2012 GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais DE QUE PROCESSOS ESTAMOS FALANDO? GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais

Leia mais