ANAIS INDICADORES SÓCIO-ECONÔMICOS: UMA ANÁLISE COMPARATIVA NAS ECONOMIAS EMERGENTES DO BRIC.

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1 INDICADORES SÓCIO-ECONÔMICOS: UMA ANÁLISE COMPARATIVA NAS ECONOMIAS EMERGENTES DO BRIC. RUBIA SILENE ALEGRE FERREIRA ( ) CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE - UNINORTE/LAUREAT VALÉRIA SILVA MELO DE SOUZA ( ) CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAZONAS - CIESA ANTONIO GERALDO HARB ( ) UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS - UEA RESUMO O artigo faz um estudo comparativo dos principais indicadores de desenvolvimento das economias emergentes do BRIC. Por meio de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) agruparam-se dados para a análise. Os resultados apontam que os indicadores do quarteto obtiveram elevações em todas as áreas analisadas (PIB, PIB per capita, IDH e acesso a tecnologia) mesmo com contextos históricos e culturais diferenciados das economias do BRIC. Palavras-chave: indicadores de desenvolvimento; sócio-econômico; IDH; PIB per capita. 1/13

2 INTRODUÇÃO Como resultado das transformações econômicas no contexto internacional, o acrônimo BRIC, sigla específica dos países Brasil, Rússia, Índia e China, mostra o peso das economias emergentes no final do século XX e começo do XXI. O BRIC compreende países com similaridades e diferenças, mas que adquiriram avanços importantes, tanto no grau de desenvolvimento, bem como nas possibilidades de articulação na economia mundial. Neste contexto, o Brasil, aliado a esse grupo de países, utiliza-se de estratégias de inserção econômica internacional, buscando elevar o grau de relações comerciais não apenas com os países do próprio grupo, como de economias historicamente fortes. O trabalho faz no primeiro momento uma discussão teórica dos conceitos de crescimento e desenvolvimento econômico; na segunda seção, caracteriza os indicadores de desenvolvimento, tais como PIB, PIB per capita e índice de desenvolvimento (IDH). Por fim, apresenta os resultados da pesquisa. 1. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 1.1. Crescimento econômico e desenvolvimento econômico: Expansão, crescimento, desenvolvimento, evolução, progresso, pode servir para indicar as ascensões das economias, para uma condição mais rica, ou para um novo ponto de equilíbrio mais elevado. Porém, alguns autores acreditam que crescimento está relacionado com o acréscimo do produto, a percentuais superiores ao aumento da população. Por sua vez, o progresso mostra o caminhar de uma sociedade que se distingui por possuir bens materiais e imateriais, o que os leva a um padrão de vida superior, ou seja, o ter alia-se com o ser. A evolução sugere uma condição que pode ser boa ou não. Já a expansão são todas as oscilações positivas das economias. Porém, todas essas terminologias servem para indicar se as economias dos Países estão em desenvolvimento econômico. Crescimento e desenvolvimento econômico são dois conceitos diferentes. Crescimento econômico é o crescimento contínuo da renda per capita ao longo do tempo. O crescimento econômico pode ser compreendido pela expansão da capacidade produtiva da economia, envolvendo os fatores, acumulação de capital físico e humano, inovações tecnológicas e eficiente alocação da força de trabalho, de acordo com Singer, (1976). O desenvolvimento econômico é um conceito mais qualitativo, incluindo as alterações da composição do produto e alocação dos recursos pelos diferentes setores da economia, de forma a melhorar os indicadores de bem-estar econômico e social (pobreza, desemprego desigualdade sociais, condições de saúde, alimentação, educação e moradia), (VASCONCELLOS e GARCIA, 28). 2/13

3 O desenvolvimento econômico contempla, por uma visão sistêmica, não apenas a expansão da capacidade produtiva da economia de um País, desempenhado pelo PIB (Produto Interno Bruto) e Produto per capita, mostra também a melhoria da condição de vida humana. Do conhecimento da importância do crescimento dos indicadores ora mencionados, fato interessante consiste em observar que o desenvolvimento econômico transcende a esfera da economia e alcança o social. De acordo com Ferreira, (28), contempla os resultados do bom desempenho da economia nos indivíduos da sociedade. Ou seja, um país economicamente desenvolvido terá em sua base indivíduos que desfrutem de direitos nivelados, independente de sua classe social. Esses indivíduos terão direito a educação cultural e intelectual com qualidade, moradias com segurança e saneamento aceitável, bem como oportunidade de inserção ao mercado de trabalho, que permitam o suprimento de suas necessidades materiais e imateriais etc. Para Singer, (1976), o desenvolvimento econômico cria as condições que permitem uma expansão vigorosa da economia urbana da qual pode resultar a absorção produtiva da mão-de-obra trazida pelas migrações. O desenvolvimento não somente transforma a estrutura econômica como também ocasiona mudanças profundas na estrutura social. Com o exposto sobre a expansão econômica, não se pode deixar de mencionar que o crescimento econômico (g) se dá quando supera o crescimento demográfico (g*), o que pode ser alcançado por meio do alargamento da oferta de emprego e consequentemente o ampliação no nível de renda. O que leva a maior tributação/arrecadação governamental com o objetivo de expandir a função distributiva, melhorando os indicadores sociais. Desta forma, se (g > g*), significa que houve progresso da renda per capita, porém, esse fenômeno, dar-se no longo prazo, o que pode indicar que o País começa a vivenciar o desenvolvimento econômico. 1.2 Uma análise temporal da economia brasileira e as características econômicas dos países do BRIC Nos primeiros 5 anos do século XX, a economia brasileira avança de um sistema escravista mercantil, experimenta o modelo primário-exportador, vive o choque externo da crise de 1929, adotando o processo de substituição de importações. No período 193 a 1945 ocorre o lançamento das bases da industrialização, em meio a um sistema nacionalista baseado em projetos de desenvolvimento. Projetos estes que se estendem até os anos 196, quando se estabelece a crise política. De acordo com Souza, (21), os demais problemas apontados pela historiografia oficial déficit público, elevado endividamento externo etc. não tiveram um aspecto relevante na determinação do padrão evolutivo da crise, que foi eminentemente político, envolvendo a maturação de um grupo político concorrente ao grupo desenvolvimentista, alinhado com o interesse externo e com os interesses conservadores do país. Até á década de 198 o país avança do sistema conhecido como milagre econômico ao último Governo tecnocrático, caracterizado, entre outros fatores pelo forte recuo do emprego. Os anos seguintes, já sob um novo sistema de Governo, intensificam a crise interna mixados a sucessivos fracassos de planos de combate à inflação: cruzado, Bresser, Arroz com Feijão, Verão e Collor. 3/13

4 A partir de 1994, o Plano Real sinaliza um novo período para a economia brasileira. Um Plano sistematizado, vivido fase a fase, até sua implantação definitiva. No ano 23, a Presidência do País passa a ser conduzida por um líder emergido do povo assumindo uma postura macroeconômica bem sucedida. Essa nova política, favorece para que o Brasil desfrute de uma inserção cada vez maior no Mercado Internacional. A esse respeito, Paulino (21), salienta que a possibilidade de o Brasil encontrar sua posição na divisão internacional do trabalho do século XXI, como fornecedor de alimentos, produtos minerais e bicombustíveis tem gerado três diferentes reações: A primeira, mais alinhada ao pensamento liberal é a de entender que se trata de um caminho natural para o país, decorrente de sua dotação de fatores e de suas vantagens comparativas. A segunda, mais alinhada ao pensamento desenvolvimentista, é a de enfatizar os riscos associados a essa opção, particularmente o de desindustrialização e regressão da estrutura produtiva do país, decorrente principalmente da valorização do cambio. A terceira, na verdade, uma variante da segunda, ao mesmo tempo em que enfatiza o risco da desindustrialização, associado a especialização de commodities, não deixa de valorizar a elevada demanda global como oportunidade para acelerar o crescimento econômico. De acordo com Baumann, (21), o BRIC não é uma entidade formal existente, mas é notável que passos importantes tenham sido dados nesta direção, sendo o mais significativo as reuniões periódicas dos chefes de Estado desses países. O conjunto dos quatro países tem semelhanças e diferenças importantes, quando se trata de analisar potencial no cenário internacional: nenhum deles possui moeda conversível. Dois desses países (Brasil e Rússia) são grandes fornecedores de matérias-primas, há diferença no grau de desenvolvimento capitalista entre eles, assim como no tocante às liberdades democráticas e, dos quatro, apenas o Brasil não é potência nuclear. Esses e outros elementos fazem com que cada um desses quatro países tenha razões particulares para se opor à atual ordem mundial, mas isso não significa que haja, necessariamente, uma convergência entre os quatro que os permita atuar de forma homogênea. Do ponto de vista da divisão internacional do trabalho, haveria uma clara repartição de funções entre do BRIC (PAULINO, 21): País Brasil e Rússia Índia e China Brasil Rússia Índia China Função Produtores de alimentos e de petróleo, respectivamente. Ambos seriam também fornecedores de matérias-primas. Os negócios de serviços e manufaturas, em virtude da concentração de tecnologia e de mão-de-obra barata e abundante. Exportador agropecuário, cujos principais produtos, a soja e a carne bovina, poderiam alimentar 4% da população mundial. Além disso, como principal produtor mundial de cana-de-açúcar, também exerceria papel fundamental na produção de biocombustíveis renováveis. Fornecedor de matéria-prima, abastecendo a grande população do BRIC, com sua grande produção agropecuária proporcionada pelo extenso território. Mas teria também, a função de exportador de mão-de-obra altamente qualificada e de tecnologia de ponta, herdadas da guerra fria. Com sua grande população, elevados investimentos profissionalização da mãode-obra e em tecnologia, além de toda a tradição de ciências exatas, teria, ao lado de China, grande concentração industrial e, principalmente, em prestação de serviços na área de tecnologia da informação. Tendo como base seu acelerado crescimento econômico sustentado durante todo o inicio do século XXI (desde sua abertura ao mercado internacional), isso 4/13

5 permitiria uma grande concentração industrial devido à sua população e à tecnologia. Fonte: Paulino, 21. As relações comerciais decorrentes da parceria estabelecida entre os países do BRIC produziram nos últimos anos mudanças significativas na forma de fazer negócio com o mundo, surpreendendo, em dados momentos, com a alavancagem em volumes e em elevações do Produto Interno Bruto. Nessa perspectiva, a próxima seção tece comentários a respeito dos indicadores correlacionados ao PIB. 1.3 Indicadores de crescimento e de desenvolvimento PIB, PIB per capita e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) O Produto Interno Bruto (PIB) é o valor de mercado de todos os bens e serviços finais produzidos em um país em dado período. Nesse sentido, o PIB tenta ser abrangente. Inclui todos os itens produzidos. Mede o valor de mercado, segundo Mankiw, (21), não apenas de maçãs e laranjas, mas também de peras e abacates, livros e ingressos de cinema, cortes de cabelo e serviços de saúde e assim por diante. A somatória da produção ocorrida no interior do país passa a representar o grau de dotação econômica, elevada ou baixa, a partir dos valores alcançados no PIB, que podem ser trimestrais, semestrais ou ainda, anuais. Embora se deva considerar que a somatória do PIB pode ser distante da realidade da população do país, pode-se observar que um PIB grande ou elevado pode dar condições de uma vida melhor, mais próspera em função do processo envolvido para a obtenção deste resultado. De acordo com Vasconcelos, (28), há contas que não são incluídas na somatória do PIB, como por exemplo: a economia informal; os custos sociais derivados do crescimento econômico, tais como poluição, congestionamentos, deterioração do meio ambiente; diferenças na distribuição de renda entre os vários grupos da sociedade. No entanto, alguns pontos podem ser considerados, segundo Mankiw, (21): o PIB não mede a saúde de nossas crianças, mas países com um PIB maior podem cuidar melhor as saúde de suas crianças. O PIB não mede a qualidade de sua educação, mas países com um PIB maior podem ter sistemas educacionais melhores. O PIB não mede a beleza de nossa poesia, mas países com um PIB maior podem ensinar mais gente a ler e a desfrutar de sua poesia. O PIB não leva em conta nossa inteligência, integridade, coragem, sabedoria, ou amor à pátria, mas todos esses atributos louváveis são desenvolvidos mais facilmente quando as pessoas não estão tão preocupadas em assegurar suas necessidades materiais básicas. Em resumo, o PIB não mede diretamente as coisas que fazem a vida valer a pena, mas mede nossa capacidade de obter os insumos para uma vida que valha a pena. Dentro dessa discussão de adequação (ou não) do PIB como medida de bem-estar, é interessante observar que as Nações Unidas calculam periodicamente um índice de desenvolvimento humano (IDH), que além de um indicador econômico (PIB per capita), inclui dois indicadores sociais: um índice de expectativa de vida e um índice de educação. É uma medida aritmética desses três indicadores, e varia de a 1: quanto mais próximo de 1, maior o padrão de desenvolvimento humano do País. 5/13

6 Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é um indicador que busca captar e sintetizar as diversas e complexas dimensões do processo de desenvolvimento humano. Para isso, em sua metodologia, reconhece que três condições essenciais estão presentes em todos os níveis de desenvolvimento, sem as quais as demais oportunidades e alternativas do ser humano não são acessíveis: desfrutar de uma vida longa e saudável, adquirir conhecimento e ter acesso aos recursos necessários para um padrão de vida decente, na análise de Lacerda e Bocchi, (2). O índice de expectativa de vida (anos de esperança de vida ao nascer) indicaria indiretamente as condições de saúde e saneamento do País. O índice de educação é uma média ponderada composta pela taxa de alfabetização de adultos (dois terços do índice) e pela taxa de escolarização bruta (um terço) que é a parcela da população em idade escolar que está estudando. Para Vasconcelos (28), há nações com diferenças notáveis entre o indicador sócio econômico (IDH) e o puramente econômico (PIB), principalmente os países árabes, que apresentam alta renda per capita, mas padrão social relativamente baixo. Em 25, de um total de 177 países 79 apresentavam posição IDH menor do que sua posição PIB per capita, enquanto 98 tinham posição IDH maior do que sua posição PIB per capita. Contudo, no geral, há uma razoável correlação do PIB per capita (que representa um indicador de acesso a recursos a renda per capita) com o grau de desenvolvimento social de um País. Em países com baixo PIB per capita na leitura de Mankiw, (21), menos crianças em idade escolar freqüentam a escola e as que freqüentam estão em sala de aula com maior numero de alunos. Esses países também tendem a ter menos rádios, menos televisores, menos telefones, menos estradas pavimentadas, e menos domicílios com eletricidade. Os dados internacionais não deixam dúvida de que o PIB de uma nação está estreitamente relacionado com o padrão de vida dos cidadãos. 2 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS A pesquisa é uma busca incessante com o objetivo de discernir a verdade. O método que se emprega em uma pesquisa depende intrinsecamente do objeto de trabalho, sua natureza e alcance, e intenção do pesquisador. O propósito do pesquisador em Ciências Sociais não é só descrever, mas, sobretudo, entender os fatos sociais e, para isto, deve coletar informações a fim de expor o raciocínio de forma lógica. A descrição da pesquisa requer certo rigor formal, assim como: ordem, planejamento, distribuição em partes lógicas, início, meio e fim, criando uma cadeia de raciocínio crescente e conclusivo (DEMO, 2). Na implementação de seu trabalho o pesquisador necessita de profundo senso crítico. Ao ampliar conhecimentos em sua área de estudos, o pesquisador questiona seus próprios valores e busca outras formas por meio da reflexão e analisa os acontecimentos, com curiosidade em relação ao arcabouço de conhecimento. Assim, o pesquisador tem como característica produzir em vez de usar o conhecimento, denotando ser um agente ativo diante de outras correntes de pensamento. O presente artigo baseia-se no método de procedimento comparativo, pois por meio de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PNUD agruparam-se as informações para a análise e comparações. Segundo Marconi (21) este método realiza comparações com a finalidade de verificar semelhanças e explicar divergências. 6/13

7 Quanto aos fins, a pesquisa classifica-se como descritiva já que os dados foram observados, analisados e os pesquisadores não interferiram na mesma. É também uma pesquisa bibliográfica, documental e ex-post facto. Bibliográfica e documental por utilizar fontes primárias e secundárias publicadas e não publicadas. É classificada como ex-post facto, pois a pesquisa baseou-se em dados do IBGE e PNUD, para Rodrigues (27) a pesquisa expost facto é um tipo de investigação que tentam compreender, explicar ou descrever fatos passados e não se controla as variáveis envolvidas. 3. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 3.1 Análise Demográfica e PIB e PIB per capita O peso demográfico do BRIC apresenta um contexto bastante variado. Agrupa de um lado os dois países mais populosos do mundo (Índia e China) em contrapartida a outros dois países que concentram um quantitativo populacional bem próximo (Brasil e Rússia). Em relação ao gênero do bloco, a população feminina participa com1% no Brasil e 54% na Rússia. Talvez por conta do destino (principalmente na Índia, onde uma mulher, culturalmente é menos apreciada que um homem) a população feminina da Índia e da China apresenta menores proporções (49%) em relação à masculina. Figura 1 - População População BRIC (211) População Brasileira (197 a 21) Brasil Rússia India China Tot al Homens Mulheres Tot al Homens Mulheres Fonte: IBGE, 212. A população brasileira no decorrer de 4 anos, (Figura 1) apresenta crescimento elevado, saltando de uma escala de 9 milhões (197), para números próximos de 2 milhões de habitantes em 21. Importante ressaltar que as mudanças que ocorrem na estrutura populacional de um País não resultam apenas da diferença entre morte e nascimento de habitantes. Mas estão também associadas ao fenômeno da migração. Neste caso as motivações podem apresentar causas em fatores econômico, sociais e até psicológicos. De acordo com Ferreira, (28), o tamanho da população e seu crescimento tem sido foco de múltiplos estudos devido a sua estreita relação com fatores sócio-econômicos, como por exemplo, a geração de empregos, o crescimento da produção física, eficiência na aplicação da seguridade social e o bem-estar. As dotações econômicas do BRIC mostram que a China é o país que ano de 21 obteve maior produção interna. O que pode estar diretamente relacionado ao seu grau de abertura deste com os demais países. De acordo com Baumann, (21), a presença dos países do BRIC no cenário internacional ampliou-se, ao mesmo tempo aumentou a participação do 7/13

8 setor externo na geração do produto em cada um deles. Essas economias elevaram significativamente seu grau de abertura ao comércio internacional, como por exemplo, uma economia tradicionalmente resistente ao comércio com o resto do mundo, como a indiana. A tabela a seguir mostra a representatividade das exportações e importações (valor transacionado com o resto do mundo) em 28. Tabela 1 Grau de Abertura ((X+M)/PIB) (%) Brasil,18,17,26 Rússia,59,55,58 Índia,18,23,38 China,42,39,59 Fonte: Baumann, 21. O que determina no médio e longo prazo o desempenho econômico de um país é sua capacidade produtiva, que qualquer período de tempo gera uma oferta agregada de bens e serviços, denominada Produto Interno Bruto (PIB). Para haver crescimento continuado do PIB é preciso que haja uma expansão continuada daquela capacidade que é determinada pelos fatores de produção disponíveis, (SICSU e CASTELAR, 29). Figura 2 PIB e Pib per capita PIB Total (21) Pib - Per Capita (21) - US$ Brasil Rússia India China Brasil Rússia India China Fonte: IBGE, 212. A quantificação desses valores agregados produzidos no BRIC, (Figura 2) mostra que o Brasil possui o maior pib per capita (que por sua vez refere-se à divisão da produção interna pelo total da população) do grupo US$ seguido da Rússia US$ Para os países mais populosos do grupo, (Figura 3) a divisão do produto recebe proporções menores US$ na China, contra US$ 1.46 na Índia. Não obstante, sabe-se que a leitura do pib per capita obtida por meio da divisão do produto/população pode não corresponder de fato à realidade econômica e social da população, principalmente quando se considera uma das principais características do capitalismo: a concentração de renda. É notório, por exemplo, que quando a população de uma região cresce mais rapidamente que o produto social total, sem dúvida, o resultado inclina-se para uma redução do produto per capita, de modo que a população ficará mais empobrecida, ou seja, com menos recursos para cobrir suas necessidades básicas. 8/13

9 Figura 3 - Indicadores Econômicos PIB Total (21) PIB Brasil (bilhões) Brasil Rússia India China Pib - Per Capita (21) - US$ P I B P e r C a pi t a Br a si l ( US $ ) Brasil Rússia India China Fonte: IBGE, 212. Nesse sentido, a criação de programas de desenvolvimento partiu do juízo de valor, de que muitas regiões de países em desenvolvimento, precisam enfrentam a problemática da expansão econômica com equilíbrio econômico, juntamente com a justiça social, pois, não há desenvolvimento humano, sem que haja expansão econômica. 3.2 Análise do IDH Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foi criado com o objetivo de mensurar o grau de desenvolvimento humano dos países, o qual leva em consideração não somente o lado econômico, devido às rendas per capitas, mas principalmente o aspecto social, que o faz um importante instrumento identificador das expansões econômicas e sociais dos países. Ressalta-se que, quanto mais perto de um (1) for o indicador, melhor é o grau desenvolvimento humano do País, região e mesmo Cidades. Há diversos níveis de mensuração do IDH, levando em consideração a expectativa de vida, escolaridade e renda per capita. Os Países pobres têm grau de desenvolvimento humano baixo, Países em desenvolvimento, têm grau de desenvolvimento humano médio e Países desenvolvidos, com grau de desenvolvimento humano elevado. 9/13

10 De acordo com relatório divulgado no final de 211, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), demonstra que houve melhorias na tendência do IDH nos Países relacionados. Portanto, se fizermos comparações com um grupo de Países, como por exemplo, os BRIC, os quais envolvem Brasil, Federação Russa, Índia e China, verificaremos que, tais Países deparam-se com fatores em comum tipo: econômico, social e territorial, ou seja, (estabilidade econômica, disponibilidade de mão-de-obra, disponibilidade de recursos naturais, dentre outros), de modo que tais recursos produtivos no decorrer de décadas melhorassem significativamente as taxas de Índices de Desenvolvimento Humano nesses Países. Tabela 2 - Tendências do Índice de Desenvolvimento Humano Países Índice de Desenvolvimento Humano IDH Posição no Taxa média anual de IDH crescimento de IDH Valor Alteração % /21 29 / / /21 2/ 21 Melhoria na posição do IDH Brasil - - -,649,678,693, ,73 - Rússia -,692,644,662,693,74, ,19,82 - Índia,32,389,415,44,482,512, ,61 1,44 1,66 6 China 3,368,46,518,567,616,655, ,96 1,83 1,57 2 Fonte: PNUD, /21 No período de 2 a 21, de acordo com a tabela 2, verificamos que houve melhorias dos fatores em comum, o que projetou IDH mais elevados, percebidos de forma gradual. Uma analise comparativa entre os indicadores de desenvolvimento humano, verificamos que dentre o BRIC, o IDH mais elevados foram da Rússia e Brasil entre os anos 2 a 21, provavelmente por serem parte do grupo mais desenvolvido perante a Índia e a China. No caso brasileiro, a elevação das taxas é devido ao avanço na expectativa de vida, aumento da renda per capita e médio nível de escolaridade, porém, observa-se declínio nos anos de estudos. Ocupando a 84ª posição, ou seja, IDH de,718 entre os 187 Países estudados em 211, diante de um índice de,699 com relação ao IDH de 21, percebe-se crescimento de uma taxa média anual de,73% entre os anos 2 a 21, o que podemos concluir que entre os BRIC, o Brasil é tido como nível de desenvolvimento humano elevado, refletindo tal resultado na expectativa de 73,5 anos de vida e uma renda per capita anual de US$ Com relação a Federação Russa, estão a seu favor, as imensas reservas de gás natural e petróleo, o que o faz um grande exportador do produto e amplo mercado consumidor. Neste mesmo período de 2 a 21, a taxa média anual do crescimento do IDH foi de,82% e IDH de 21 de,719, portanto considerado grau elevado para um País emergente. A Índia teve crescimento econômico expressivo, em virtude do processo de abertura econômica ocorrido no início da década de 199, o que desencadeou atrativos para os investimentos estrangeiros, qualificação profissional em áreas de tecnologia (informática) e possuir um grande mercado consumidor. Porém, precisa equacionar questões como, mão-deobra não especializada e falhas em infra-estrutura. De acordo com a tabela 2, a taxa de crescimento média anual do IDH da Índia entre os anos 198 a 21 foi de 1,66%, evidenciando no ano de 21 IDH de,519, ou seja, desenvolvimento humano médio. 1/13

11 A China, até o final da década de 199, mais precisamente 1997, passou gradualmente a abdicar-se do sistema socialismo. Houve várias privatizações dos fatores produtivos, os quais são responsáveis em grande parte pela economia chinesa. Dentre os fatores pujantes que desencadeou a economia chinesa, pode-se destacar vasta mão-de-obra a preços baixos, investimentos por parte do Governo em tecnologia e infra-estrutura, altas taxas de alfabetização de jovens e investimentos estrangeiros. De acordo com relatório divulgado em 21, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), a China está entre os Países que mais subiram em um ranking nos últimos 8 anos em posições ganhas. Ocupando a 89ª posição. No período de 2 a 21, acumulou taxa média anual de crescimento do IDH de 1,57%. Tendo em 21 um índice de desenvolvimento humano médio de, Acesso às tecnologias de informação O acesso ao telefone, algo que na atualidade representa uma situação de necessidade, comportava no ano 28, a seguinte estrutura: a cada 1 pessoas no Brasil, existem 1 assinaturas de telefones móveis e fixos; na Rússia, 172; na Índia 34, e na China 74. Os menores índices de acesso concentram-se nas duas economias mais populosas do acrônimo. A Índia possuía a menor cobertura por rede de telefonia móvel (61% da população). Apesar de possuir o menor quantitativo populacional do quarteto, o Brasil possuía em 28, 37,5% de utilizadores de internet, seguido pela Rússia, com 31,9%, pela China com 22,5% e Índia, 4,5%. No entanto, as maiores assinaturas de banda larga, pertenciam à Rússia e China, (6,6% e 6,2%, respectivamente). Tabela 4 - Acesso às tecnologias de informação Assinaturas de telefones móveis e fixos Por 1 pessoas Telefones Internet Acessibilidade e custos % baseado crescimento da população Pop coberta por rede telefônica móvel % Por 1 pessoas utilizadores % baseado crescimento da populacão Assinaturas de banda larga Por 1 pessoas Computadores pessoais Custo de ligação de um telemóvel Custo de instalação de um telefone fixo Por 1 pessoas US$ US$ Preço de uma chamada de 3 minutos por linha fixa Cêntimos de US$ 28 2/ / /28 26/28 26/28 26/28 Brasil ,5 1,341 5,3-18,7 62,7 15 Rússia ,9 1,45 6,6 13,3 9,6 281,7 3 Índia ,5 85,5 3,2 2,3 6,9 2 China ,5 1,233 6,2 5,6 9,9-3 Fonte: PNUD, 21. Em função da ausência de dados para o Brasil, verifica-se que o maior índice de acesso a cada 1 pessoas pertencia à Rússia, no ano analisado, (13,3) e o menor à Índia (3,2). Na análise de custos, a ligação mais onerosa de um telemóvel no período 26/28 pertencia ao Brasil (15 cêntimos de dólares) e, a menor, à Índia. De acordo com Baumman, (21), a Índia combinou as políticas de abertura do comércio, incentivos à modernização e à proteção da estrutura produtiva local mediante à atração de investimentos estrangeiros em tecnologia. Esse dado reforça a precificação quanto ao acesso à instalação de um telefone fixo na Índia US$ 6,9 e Preço de uma chamada de 3 minutos por linha fixa em cêntimos de dólares. O 11/13

12 maior custo com instalação de um telefone fixo pertencia à Rússia US$ 281,7 seguido do Brasil US$ 62,7 no período 26/28. CONCLUSÃO As relações comerciais, sem dúvida apresentam vantagens. As associações diversas existentes em forma de blocos econômicos têm mostrado que se bem estruturadas, essas relações podem resultar em avanços percebidos, inclusive nos indicadores sócio econômico dos Países envolvidos. Distante de ser considerado um bloco econômico, o BRIC mostrou a importância de se fazer negócio na hora certa e com as pessoas certas. A partir de sua maior inserção no mercado internacional, cada um destes Países pôde ter elevação das dotações econômicas nas mais diversas áreas potenciais de cada um. O grupo consegue subdividir-se em dois subgrupos importantes: dois no ocidente e dois no oriente. Com culturas, ritos, símbolos e idiomas diversificados. Brasil e Rússia possuem quantitativo populacional e indicadores econômicos próximos, contexto semelhante, inclusive, na oferta de produtos alimentícios e petrolíferos. Índia e China, com populações elevadíssimas (as maiores do mundo). Esse fator depõe a favor no sentido de promover a possibilidade de ofertar serviços de manufaturas, em função de contexto demográfico elevado. Outro ponto a favor do grupo oriental consiste na concentração de tecnologia. Conforme sinalizaram os dados do trabalho, os indicadores obtiveram elevação de desempenho à medida do tempo para todas as Nações analisadas, destacando que na contemporaneidade há espaço para parceria econômica onde todos os envolvidos podem crescer juntos. Neste processo de crescimento e consolidação deste, o Brasil, a Rússia, a Índia e a China ampliaram suas relações comerciais, apontando fatos esperados, bem como surpresas, como é o caso da Índia que no fator acessibilidade apresentou os menores custos para a população. A Índia teve crescimento econômico expressivo, em virtude do processo de abertura econômica ocorrido no início da década de 199. Conseguiu, inclusive, articular a entrada de investimentos estrangeiros à qualificação profissional em áreas de tecnologia e mercado consumidor. Os dados por si só não demonstram um quadro perfeito de qualidade de vida para a população do quarteto de Países analisados. Porém, mostra que fazer uso do crescimento econômico obtido na atual conjuntura, pode vir a representar uma oportunidade para corrigir as falhas internas vividas pelas populações de cada um. Desta forma conclui-se que o BRIC vem buscando aperfeiçoar as estratégias de desenvolvimento econômico almejando o desenvolvimento humano por meio de cooperação entre os países. 12/13

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