Relação entre o Crescimento do Produto, Emprego e Desenvolvimento Humano no Brasil: 1985 a 2005

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1 Relação entre o Crescimento do Produto, Emprego e Desenvolvimento Humano no Brasil: 1985 a Introdução Maria Eduarda Tannuri-Pianto Donald Matthew Pianto O objetivo do desenvolvimento deve ser a criação de um ambiente propício para as pessoas terem uma vida longa, saudável e criativa, como ressalta o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) ao se referir a um dos indicadores mais conhecidos, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Comparações de ordenações entre o IDH e a renda per capita de diferentes países, regiões ou grupos étnicos destacam a relação entre sua riqueza material e o seu desenvolvimento humano. Ainda segundo o PNUD, o conceito de desenvolvimento humano envolve duas dimensões: a) a capacitação humana, que inclui as condições de saúde e educação; b) o uso que as pessoas fazem das capacidades adquiridas, para o trabalho ou para o lazer. O IDH procura captar ambas as dimensões. O IDH é um índice calculado por países pela ONU desde 1990 e é composto por três componentes: 1) um indicador de longevidade, determinado a partir da esperança de vida ao nascer; 2) um indicador de nível educacional, determinado a partir da combinação da taxa de alfabetização de adultos (15 anos ou mais) com uma ponderação de dois terços, e da taxa combinada de matrículas nos três níveis de ensino (fundamental, médio e superior) em relação à população de 7 a 22 anos de idade, com uma ponderação de um terço; 3) um indicador de renda, medido pelo PIB real per capita em dólares, segundo o critério de Paridade do Poder de Compra. O IDH é estimado como sendo a média simples desses três indicadores. Originalmente concebido para comparações entre países, com o tempo o conceito de IDH evoluiu, no sentido de permitir igualmente a análise comparativa de níveis de bem-estar da população e de entidades subnacionais. O argumento básico é de que as médias nacionais podem ocultar muitas coisas. Assim, em princípio, quanto mais desagregado o índice, menores serão os erros de análise, sobretudo no caso de países com desigualdades pronunciadas, como o Brasil. Em paralelo a esse indicador, o PNUD passou a estimar dois outros índices para comparações entre países que medem outras dimensões relevantes: a evolução da pobreza (IPH-1) e da dimensão de gênero (IDG) no processo de desenvolvimento. O IPH-1 é composto por três componentes: 1) a probabilidade de não viver até os 40 anos; 2) a taxa de analfabetismo de adultos; 3) um indicador de nível de vida digno, composto pela percentagem da população sem acesso sustentável à

2 2 fonte de água melhorada e percentagem de crianças com peso deficiente para a idade. O IDG é composto por: 1) índice de esperança de vida distribuído igualmente por gênero (esperança de vida feminina ao nascer e esperança de vida masculina ao nascer); 2) índice de igualdade nas oportunidades de educação (taxa de alfabetização e de escolaridade femininas e taxa de alfabetização e de escolaridade masculinas); 3) índice de igualdade na distribuição do rendimento (índice do rendimento auferido pelas mulheres e índice do rendimento auferido pelos homens). Em paralelo às condições de vida medidas pelos IDHs e por alguns dos componentes do IPH-1 e do IDG, este projeto conjunto sobre Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente, envolvendo a Cepal,(Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe) o PNUD e a OIT (Organização Internacional do Trabalho), centrado no tema do emprego, considera igualmente importante a qualidade do emprego gerado. A OIT vem, desde 1999, advogando a importância de se considerar a noção de trabalho decente` como um objetivo. Trata-se de gerar trabalho produtivo, em condições de liberdade, eqüidade, segurança e dignidade, em que os direitos dos trabalhadores sejam protegidos, inclusive com remuneração adequada e proteção social. Os componentes obrigatórios desse conceito compreendem a existência de trabalho produtivo e seguro, a proteção dos direitos, a proteção social e a existência de diálogo social, com existência de mecanismos de negociação coletiva e de participação da maior parte dos trabalhadores. Este estudo procura investigar, portanto, a relação existente entre o crescimento do produto, a geração de emprego, seu reflexo sobre o desenvolvimento humano medido pelos componentes educação e longevidade do IDH, pelo percentual de pessoas com acesso à água canalizada, pela taxa de analfabetismo fundamental de homens e mulheres, pela cobertura vacinal da população e por um índice de qualidade do ensino (Saeb - Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, 8ª série), e a relação entre essas variáveis e os demais indicadores de trabalho decente. As perguntas básicas que se quer responder são: a) qual a relação entre o crescimento do produto e do emprego e o desenvolvimento humano, por unidades administrativas (regiões e estados do País)? b) até que ponto existe uma relação positiva entre os indicadores de desenvolvimento humano e a redução do déficit de trabalho decente? c) até que ponto existe uma relação positiva entre a melhora dos indicadores de desenvolvimento humano e a redução do percentual de população abaixo das linhas de pobreza/indigência?

3 3 Este trabalho está divido em quatro seções além desta introdução. A primeira discute as inter-relações teóricas entre crescimento econômico, desigualdade, pobreza e desenvolvimento humano. A segunda descreve os dados utilizados, apresenta os resultados empíricos e algumas conclusões da análise em nível estadual. A terceira apresenta os dados, descreve os resultados e as conclusões da análise em nível municipal. A quarta seção aprofunda a análise dos determinantes da pobreza e suas relações com crescimento, emprego e trabalho decente em nível estadual. 2. Crescimento e Desenvolvimento Humano De acordo com o PNUD (Human Development Report, 1996) o crescimento econômico não deve ser um objetivo de política per se, mas sim sua qualidade e sua estrutura devem ser parte da agenda governamental para que este seja simétrico, sustentável e colabore para o desenvolvimento. Entre as formas de Crescimento Econômico (CE) indesejáveis, estão: 1) CE que não expande as oportunidades de emprego; 2) CE que beneficia mais os ricos; 3) CE nãoacompanhado de expansão democrática e de maior participação social e feminina; 4) CE que enfraquece a identidade cultural do povo; e 5) CE que compromete os recursos que serão necessários às gerações futuras. O pensamento dominante na maioria dos países em desenvolvimento até os anos 1960 e 1970 era de que os benefícios do crescimento econômico seriam difundidos automaticamente ao longo de todos os segmentos da sociedade. Dollar e Kraay (2002), White e Anderson (2001) e World Bank (2000) estão entre os estudos recentes que sugerem que crescimento econômico em geral reduz pobreza. Lübker et al. (2002) e Ravallion (2001) mostram que esses trabalhos, em particular Dollar e Kraay (2002), sofrem de um problema de agregação de dados de corte transversal para países, além de não definirem apropriadamente as variáveis de política e de testá-las de forma inconsistente. A relação entre crescimento econômico e desigualdade também tem sido debatida extensivamente. A curva de Kuznets (1955) descreve um padrão de U- invertido entre renda per capita e desigualdade, indicando que, à medida que a renda per capita cresce, a desigualdade primeiro aumenta e depois começa a diminuir, devido às mudanças estruturais advindas de uma realocação do trabalho de um setor pobre e menos produtivo para um setor moderno mais produtivo. Iradian (2005) apresenta uma ampla revisão e sistematização da literatura sobre desigualdade, pobreza e crescimento. Segundo Iradian (2005) a abordagem clássica (Kaldor, 1957 e Bourguignon, 1981) sugere que a propensão marginal a poupar dos ricos é maior do que a dos pobres e que por isso maiores níveis iniciais de desigualdade resultam em maiores níveis de poupança agregada, acumulação de capital e crescimento. As abordagens modernas (Persson e Tabellini, 1994; Alesina e Perotti, 1994; Alesina e Rodrik, 1994 e Keefer e Knack, 2000) enfatizam quatro canais pelos quais desigualdade de renda pode reduzir crescimento econômico: 1)

4 4 desigualdade pode encorajar atividades de rentseeking que reduzam a segurança dos direitos de propriedade; 2) sociedades desiguais são mais propícias à instabilidade política, a políticas redistributivas populistas e a uma maior volatilidade das políticas; 3) o eleitor mediano em sociedades mais desiguais é relativamente mais pobre e favorece um maior e mais ineficiente peso dos impostos; e 4) na medida em que desigualdade coexiste com mercados de crédito imperfeitos, os mais pobres podem ser incapazes de investir em seu capital físico e humano com conseqüências adversas sobre o crescimento de longo prazo. Por fim, o modelo unificador (Galor, 2000, Galor e Moav, 1999) argumenta que a abordagem clássica é válida a baixos níveis de renda porque capital físico é escasso e acumulação requer poupança, mas isso não é verdade em estágios posteriores de desenvolvimento, quando retornos ao capital humano aumentam por sua complementaridade com o capital físico, e o primeiro torna-se a mola propulsora do crescimento. À medida que os salários aumentam, as restrições de crédito tornam-se menos estringentes e o efeito da desigualdade no processo de crescimento vai-se tornando menos importante. Os resultados empíricos de Iradian (2005) vão de encontro à crença de que desigualdade de renda tem um impacto negativo sobre o crescimento e confirmam a validade da curva de Kuznets. Por outro lado, outros estudos, entre eles Deininger e Squire (1996), não encontram evidência da curva de Kuznets para países individuais. Mais recentemente esse debate ampliou-se para incorporar a relação entre Crescimento Econômico (CE) e Desenvolvimento Humano (DH). Melhores índices de desenvolvimento humano têm sido possíveis mesmo em períodos de estagnação econômica. Contudo, essas melhorias em DH só podem ser sustentáveis a longo prazo se acompanhadas de CE. Ao mesmo tempo, CE para ser sustentável deve ser constantemente fortalecido por DH, de forma que ambos devem caminhar na mesma direção e serem fortemente relacionados. Ranis, Stewart e Ramirez (2000) apresentaram uma sistematização teórica e uma exploração empírica da relação bi-direcional entre CE e DH. Eles descrevem duas cadeias ligando CE a DH e vice-versa. A primeira cadeia (A) explora os determinantes do DH: 1A) Distribuição do PIB entre famílias e governo, uma vez que ambos têm papéis vitais e diferentes na geração de condições favoráveis ao DH; 2A) Distribuição da renda entre domicílios, já que a renda pertencente aos domicílios mais pobres tem maior probabilidade de ser gasta com educação e saúde, já que as deficiências são maiores nesses domicílios; 3A) Proporção da renda familiar controlada por mulheres, já que estas têm uma maior propensão de gastar sua renda líquida com itens que contribuem mais diretamente ao DH, tais como alimentação saúde e educação; 4A) Alocação dos gastos totais do setor público entre os setores de DH; 5A) Atividades de ONGs ou outros setores da sociedade civil são mais propensas a promover o DH; e 6A) Que tipos de medidas são mais produtivas a cada nível de desenvolvimento e como diferentes combinações das mesmas resultam em mudanças no DH. A força das inter-relações da cadeia A varia de acordo com um amplo conjunto de fatores,

5 5 entre eles a estrutura da economia, a distribuição da renda e da riqueza e da escolha de políticas. A segunda cadeia (B) explora os determinantes do CE: 1B) Ampliação da educação primária aumenta a produtividade de trabalhadores rurais e urbanos; 2B) Melhorias na saúde e nutrição têm um impacto direto sobre a produtividade do trabalho especialmente entre indivíduos mais pobres; 3B) Educação secundária facilita a aquisição de treinamento e capacidade gerencial; 4B) Educação superior permite o desenvolvimento de ciência básica, a escolha de tecnologias apropriadas e suas adaptações domésticas; 5B) Educação secundária e superior são fundamentais para o desenvolvimento de instituições governamentais e financeiras, entre outras; 6B) Educação afeta a natureza e o crescimento das exportações; 7B) Educação pode afetar o crescimento da renda per capita por meio de seu impacto sobre o crescimento populacional; e 8B) Maiores níveis de educação básica podem levar a uma melhor distribuição da renda e impactar positivamente o CE. Boozer, Ranis, Stewart e Suri (2003) estendem o trabalho de Ranis, Stewart e Ramirez (2000), associando a relação bi-direcional CE x DH à moderna teoria do crescimento econômico e desenvolvem métodos empíricos para explicar a força das duas cadeias e a seqüência temporal necessária para o sucesso no desenvolvimento humano e econômico. Utilizando uma ampla amostra de países em desenvolvimento no período de , encontram que o DH tem papel essencial na explicação de trajetórias de crescimento. A análise aqui implementada utiliza os aspectos teóricos apontados por Ranis, Stewart e Ramirez (2000) e algumas das variáveis utilizadas nos modelos empíricos de Boozer, Ranis, Stewart e Suri (2003) para estudar a relação entre CE e DH no Brasil no período de 1985 a Ao contrário dos autores supracitados, contamos com um banco de dados em painel para os estados brasileiros e, assim sendo, podemos desenvolver modelos empíricos mais sofisticados e com maior capacidade para captar as relações de causalidade entre as variáveis envolvidas. Além disso, estudamos as inter-relações entre CE e DH dentro de um único país, o Brasil, enquanto os trabalhos anteriores utilizam dados para vários países e continentes. 3. Análise das inter-relações entre CE, DH, emprego e trabalho decente para os estados brasileiros 3.1 Descrição dos dados estaduais A presente análise utiliza o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o percentual de pessoas que vivem em domicílios com acesso à água canalizada, o percentual de analfabetos fundamentais por gênero, o percentual da população com cobertura vacinal, a proficiência em matemática e português dos alunos de escolas urbanas da 8.ª série (Saeb), além de diversos indicadores sobre o mercado de trabalho, crescimento do produto per capita e algumas variáveis de controle para estudar as relações entre crescimento econômico e desenvolvimento humano no Brasil. Os dados têm periodicidade anual e em geral referem-se ao

6 6 período de 1985 a 2005 para todos os estados (Unidades da Federação UFs), regiões e país como um todo. Os IDHs e os componentes do IPH-1 e IDG que estamos utilizando foram calculados pela Fundação João Pinheiro, seguindo metodologia desenvolvida pelo PNUD, para o período de 1991 a O IDH é a média de três índices de dimensão esperança de vida ao nascer (IDH-long), educação (IDH-educ) (alfabetização de adultos e escolarização bruta combinada) e renda per capita. O percentual de pessoas que vivem em domicílios com acesso à água canalizada, a taxa de cobertura vacinal e a taxa de analfabetismo de adultos (percentual de pessoas entre 18 e 64 anos de idade com menos de 8 anos de estudo) são utilizados como medidas de um nível de vida digno. A proficiência em matemática e português no Saeb é uma medida de qualidade de ensino utilizada de forma complementar ao IDH-educ. Por fim, utilizamos a razão entre os rendimentos de mulheres e homens e a razão entre as taxas de analfabetismo fundamental de homens e mulheres como medidas de desigualdade de gênero. Os indicadores de mercado de trabalho foram calculados pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) para o período de 1986 a 2005, com exceção dos anos de 1991, 1994 e 2000, e desagregados por sexo e gênero. Eles representam medidas de trabalho decente e podem ser classificados em quatro categorias distintas: emprego, segurança e proteção social, direitos do trabalho e igualdade de gênero e raça. Entre as variáveis disponíveis, as utilizadas para a análise em nível estadual são: taxa de ocupação, taxa de desemprego, excesso de horas (percentual de trabalhadores que trabalham além da jornada de 44 horas semanais), remuneração insuficiente ou inadequada (mediana dos rendimentos do trabalho principal, mediana dos rendimentos em salários-mínimos), qualidade do emprego (taxa de informalidade), acesso à proteção social (taxa de contribuição à previdência social), incidência de trabalho infantil (taxa de ocupação de crianças entre 10 e 15 anos) e, por fim, o diferencial de remuneração e a taxa de ocupação segundo sexo e raça. Utilizamos o PIB real per capita estadual como medida de crescimento econômico, deflacionado pelo deflator implícito do PIB nacional e expresso em R$ de Tal variável está disponível para os anos de 1992 a 2004 e foi coletada no sítio Como medida de desigualdade na distribuição da renda, utilizamos o índice de Gini estadual para o período de 1986 a 2005 (com exceção dos anos de 1991, 1994 e 2000), obtido no sítio Tal índice mede o grau de desigualdade existente na distribuição de indivíduos segundo a renda domiciliar per capita. Seu valor varia de zero, quando não há desigualdade, a um, quando a desigualdade é máxima. Consideramos duas medidas de pobreza em nossa análise: o percentual de pessoas pobres e indigentes, sendo este o percentual de pessoas com renda domiciliar per capita inferior à linha de pobreza e de pobreza extrema, obtida junto ao e uma medida de pobreza e

7 7 indigência que tem como base a ingestão calórica dos indivíduos calculada pela Cepal para os anos de 1990, 1993, 1996, 1999, 2001 e Como a análise aqui desenvolvida visa a explicar se existe correlação e feedback entre crescimento econômico e desenvolvimento humano, fez-se necessário incluir controles que expliquem ambas as variáveis. Nos modelos que explicam o crescimento econômico, utilizamos despesas estaduais com investimento e exportações estaduais como controles. Nos modelos que explicam desenvolvimento humano, utilizamos despesas estaduais com educação e saúde. Coletamos também informações sobre os PIBs setoriais estaduais. As despesas estaduais com investimento educação e saúde foram obtidas em R$ nominais junto ao transformadas a preços constantes de 2000 pelo IGP-DI médio anual e divididas pela população estadual para valores reais per capita. As exportações estaduais em US$ foram fornecidas pela Coordenadoria- Geral de Estatística do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (Depla) da Secex-MDIC (Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) para o período de 1985 a Por fim, os PIB setoriais foram coletados junto ao em R$ de 2000, deflacionados pelo deflator implícito do PIB nacional e posteriormente expressos como participação percentual (%) do PIB estadual total. 3.2 Resultados da análise estadual Exploramos empiricamente as relações descritas anteriormente como cadeias A e B de relação entre CE e DH. Primeiro, apresentamos gráficos das relações de longo prazo entre CE x IDH-educ, CE x IDH-long, CE x pobreza, CE x índice Gini, CE x taxa-ocupação, CE x rendimentos, CE x excesso de horas, CE x taxa de informalidade, CE x água encanada, CE x analfabetismo fundamental, CE x qualidade-ensino para o Brasil, identificando os padrões de cada uma de suas regiões e estados. Segundo, estimamos modelos para explicar CE, DH (IDH-long e IDH-educ), emprego e algumas medidas de trabalho decente e vida digna. Toda a análise será conduzida para as componentes educação e longevidade do IDH. Não podemos incluir a componente renda do IDH em comparações com o PIB per capita, pois ambos contêm a mesma informação Relações de longo prazo entre CE e DH A existência de duas cadeias ligando DH e CE significa que uma economia pode estar em uma espiral ascendente de CE e DH ou em uma espiral descendente de CE e HD com ambas as variáveis se retroalimentando, mas também podem existir casos de economias com assimetria para o CE ou para o DH. A figura 1 e a 2 apresentam a classificação das regiões e estados brasileiros quanto à evolução do crescimento do PIB per capita e a redução no déficit do IDH-educação no período Como o valor máximo atingível

8 8 pelos índices IDH é um, definimos o déficit do IDH como (1 IDH). Como as taxas de crescimento dos índices de DH dependem do ponto de partida, sendo mais fácil melhorar quando os índices iniciais são baixos do que quando já estão próximos de um, a redução do déficit é uma medida mais apropriada do que o aumento no índice para captar o efeito ponto de partida. Os gráficos com quadrantes representam uma comparação do último ano do período analisado relativamente ao primeiro ano. Assim sendo, não contêm informação sobre a trajetória seguida por cada região e estado ao longo do período. A classificação é relativa aos elementos incluídos na amostra, e os eixos representam a taxa de crescimento anualizada do PIB real per capita (horizontal) e a redução do déficit de IDH-educação (vertical). A divisão dos quadrantes é determinada por esses valores para o Brasil como um todo. No período considerado, o Brasil como um todo teve uma taxa de crescimento do PIB real per capita de 1,39% ao ano e uma redução do déficit do IDH-educação de 47,02% (figura 1). Todas as regiões apresentaram redução do déficit do IDH-educação expressivas (eixo vertical), sendo a menor de 43,89% para a região Nordeste e a maior de 53,58% para a região Sul. A região Sudeste foi a que apresentou a menor taxa de crescimento do PIB real per capita (0,84% a.a.) e a Centro-Oeste a maior taxa (3,17% a.a.). A região Sudeste é a única que se encontra no quadrante inferior esquerdo de baixo CE e pequena redução no déficit de IDH-educação, sendo parte desse comportamento explicável pelos já elevados níveis de IDH no período inicial. O Nordeste encontra-se no quadrante inferior direito com CE moderado, mas pequenas reduções no déficit de IDHeducação, e neste caso não por seus já elevados níveis iniciais. Todas as outras regiões estão no quadrante de alto CE e alto DH.

9 9 Figura 1 1 A figura 2 apresenta classificação semelhante para todos os estados brasileiros. São Paulo é o estado que está puxando o desempenho da região Sudeste para o quadrante inferior esquerdo (baixo CE e baixa redução do déficit de IDH-educação). Os outros estados da região Sudeste têm CE mais próximo da média nacional, mas o Rio de Janeiro é o estado do Sudeste que apresentou maiores reduções no déficit de IDH-educação. O Distrito Federal é a unidade da federação com o melhor desempenho, conseguindo reduzir o déficit do IDHeducação em aproximadamente 70,64% no período. Rio de Janeiro, Santa Catarina e Amazonas também se destacam em termos de redução do déficit no IDH-educação com taxas de 59,30%, 62,72% e 63,45%, respectivamente. Mato Grosso e Tocantins são os grandes destaques em termos de CE no período analisado, com taxas de crescimento do PIB real per capita anualizadas de 5,11% e 4,83%, respectivamente. Rondônia, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba e Goiás também se destacam por substancial CE no período. As economias dos estados da região Centro-Oeste foram fortemente impulsionadas pela expansão da fronteira agrícola e das indústrias ligadas àquelas atividades. Amapá, São Paulo, Alagoas e Roraima foram os de menor crescimento econômico no período 2. Em São Paulo, tanto a indústria (com peso de 35% na economia paulista) quanto a 1 Todas as figuras e tabelas deste relatório são Elaboração própria dos autores, a partir das bases de dados que foi montada e já discutida no texto. 2 Amapá e Roraima apresentam historicamente baixos níveis de crescimento, apesar de serem os estados que mais recebem recursos federais em termos per capita (Cruz e Oliveira, 1999).

10 10 agropecuária (com peso de 8%) sofreram com a retração do consumo, o que resultou em uma desaceleração econômica a partir de Figura 2 A figura 3 e a 4 apresentam a classificação das regiões e dos estados brasileiros quanto à evolução do crescimento do PIB per capita e na redução no déficit do IDH-longevidade no período O Brasil como um todo conseguiu reduzir o déficit do IDH-longevidade em 25,04% no período. Os principais destaques são o Sudeste (25,97%) seguido pelo Centro-Oeste (25,09%). Como as taxas de crescimento das duas regiões são bastante distintas, o Sudeste encontra-se no quadrante de baixo CE com alta redução no déficit de IDH-longevidade enquanto o Centro-Oeste tem resultados positivos nas duas frentes. A região Norte apresenta os piores resultados, conseguindo reduzir o déficit do IDH-longevidade em apenas 20,20%. No que diz respeito aos estados (figura 4), o Distrito Federal tem o melhor desempenho na redução do déficit do IDH-longevidade (35,55%) e o Amapá o pior desempenho (11,68%).

11 11 Figura 3 Figura 4

12 12 A figuras 5 e a 6 apresentam a classificação das regiões e dos estados brasileiros quanto ao crescimento do PIB real per capita e de variações no percentual de indivíduos abaixo da linha de pobreza, no período A região Sul (39,33%) seguida de perto pela Centro-Oeste (37,10%) foram as que tiveram o melhor desempenho na redução da pobreza, e a Norte (14,45%) seguida de perto pela Nordeste (14,83%) as que tiveram o pior desempenho. Figura 5 A figura 6 mostra que Santa Catarina, Mato Grosso e Paraná foram os estados que mais reduziram as taxas de pobreza no período (em 53,36%, 46,85% e 46,19%, respectivamente). Alguns estados tiveram aumento em suas taxas de pobreza, tais como Roraima (-62,93%) e Acre (-25,85%). O Distrito Federal, apesar de ter apresentado o melhor desempenho na redução dos déficits dos IDHs educação e longevidade, teve uma redução da pobreza de 16,93%, abaixo da média brasileira de 20,39%. Padrão semelhante ocorre com o Rio de Janeiro, com redução da pobreza em apenas 15,59%.

13 13 Figura 6 Na figura 7 e na 8, mostramos a classificação das regiões e dos estados brasileiros quanto ao crescimento do PIB real per capita e reduções percentuais no índice Gini de desigualdade de renda. A figura 7 é a primeira entre os gráficos de quadrante apresentados em que todas as regiões se localizam nos quadrantes de alto CE e alta redução do Gini (Norte, Sul, Centro-Oeste e Nordeste) ou baixo CE e baixa redução do Gini (Sudeste), indicando uma correlação negativa (incondicional) entre crescimento do PIB real per capita e o índice de Gini. O Sudeste é a única região que, além de ter apresentado CE pífio, apresentou redução bem pequena no índice de Gini (0,84%). A região Sul (4,54%) e a Norte (3,75%) são as que tiveram maior redução no índice Gini. O nível de desigualdade de renda para o Brasil como um todo, medido pelo índice de Gini, diminuiu de 0,58 em 1992 para 0,57 em 2004, o que representa uma redução de 1,77%.

14 14 Figura 7 Vários estados apresentaram aumentos em seus índices Gini (aumento da desigualdade), com destaque para o Amapá (17,01%), Maranhão (15,92) e Roraima (8,55%). Já Santa Catarina (15,41%), Goiás (8,82%) e Mato Grosso do Sul (8,46%) são os grandes destaques na melhoria da distribuição da renda, medida pelo índice Gini. Vale ressaltar mais uma vez que unidades da federação, como Distrito Federal e Rio de Janeiro, apesar de terem apresentado avanços nos índices de DH, ficaram abaixo da média nacional em termos de redução da pobreza e da desigualdade de renda.

15 15 Figura 8 A figura 9 e a 10 mostram a classificação das regiões e dos estados brasileiros quanto à evolução do PIB real per capita e reduções percentuais na taxa de informalidade no mercado de trabalho (percentual da população ocupada no setor informal da economia). O Brasil como um todo teve uma redução de 2,28% na taxa de informalidade no período (53,0% em 1992 e 51,79% em 2004). O Centro-Oeste destaca-se por altas taxas de CE acompanhadas de redução expressiva (10,59%) na taxa de informalidade. A região Sudeste apresentou aumento em sua taxa de informalidade (1,80%). Os estados do Amapá, Roraima e Acre apresentaram aumentos substanciais nas taxas de informalidade (24,39%, 22,16% e 16,88%, respectivamente). São Paulo e Rio de Janeiro apesar de, junto com os estados da região Sul e o Distrito Federal, apresentarem as menores taxas de informalidade do Brasil, nas quais também tiveram aumentos de quase 9% durante o período em consideração. Os grandes destaques na redução das taxas de informalidade foram Tocantins (18,99%), Goiás (12,57%) e Mato Grosso (11,40%).

16 16 Figura 9 Figura 10

17 17 Nas figuras 11 e 12 mostramos a classificação das regiões e dos estados brasileiros quanto ao crescimento do PIB real per capita e aumentos percentuais na taxa de ocupação total (percentual da população em idade ativa 10 anos e mais que tinha trabalho ou procurou trabalho na semana de referência). A região Sul e o Centro-Oeste tiveram pequenos decréscimos em suas taxas de ocupação. O Sudeste, apesar de ter apresentado as menores taxas de crescimento do PIB per capita, apresentou junto com o Norte aumentos na taxa de ocupação total (0,94% e 0,97%, respectivamente). O Nordeste teve uma redução de -5,13% em sua taxa de ocupação no período, passando de 53,21% em 1992 para 50,48% em É importante notar, contudo, que a taxa de ocupação total do Sudeste em 2004 é de 52,94%, relativamente similar a do Nordeste. A análise estadual da figura 12 mostra que Piauí (8,45%), Tocantins (6,92%), Sergipe (3,78%) e Mato Grosso (2,94%) destacaram-se no que diz respeito a aumentos na taxa de ocupação. Já Maranhão (-15,78%), Roraima (-12,39%), Rio Grande do Norte (-10,19%), Pernambuco (-9,83%), Paraíba (-9,33%) e Alagoas (-9,39%) tiveram reduções bem abaixo da média nacional de -1,31% no período. Figura 11

18 18 Figura 12 As figuras 13 e 14 mostram a classificação das regiões e dos estados brasileiros quanto à evolução do PIB real per capita e a aumentos na mediana dos rendimentos do trabalho principal (a preços de 2004). O Brasil teve um aumento de 3,47% na mediana dos rendimentos no período , sendo os rendimentos medianos em 2004 de R$ 380. O Sul e o Nordeste tiveram aumentos abaixo da média nacional (3,29% e 3,31%, respectivamente), sendo que o nível de rendimento mediano no Sul é de R$ 430 em 2004, enquanto o do Nordeste de apenas R$ 250. O Centro-Oeste partiu de rendimentos medianos de R$ 357 em 1992, passando a R$ 400 em 2004, o que equivale a um crescimento percentual de 12% no período em consideração. Apesar de o Sudeste não ter apresentado crescimento expressivo em seus rendimentos medianos, ainda é a região que apresenta os mais altos rendimentos em 2004, R$ 480. A região Norte tem rendimentos medianos de R$ 350 em 2004 e apresentou crescimento de 8,91% no período. Na figura 14, observamos estados com crescimento extraordinário do rendimento mediano, tais como Paraíba e Goiás, e com crescimento um pouco menos acentuado Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão e Distrito Federal. Por outro lado, Roraima, Piauí, Acre e Amapá tiveram decrescimento acentuado de seus rendimentos medianos.

19 19 Figura 13 Figura 14

20 20 As figuras 15 e 16 apresentam a classificação das regiões e dos estados brasileiros quanto ao crescimento do PIB real per capita e reduções no excesso de horas trabalhadas, definido como o percentual da população ocupada que trabalha mais de 44 horas semanais no trabalho principal. Todas as regiões brasileiras apresentaram redução no percentual de indivíduos ocupados com excesso de horas, mas a região Sul teve a maior redução (17,66%). Alguns estados apresentaram um aumento no número de indivíduos com excesso de horas trabalhadas, sendo a Paraíba (5,79%), o Maranhão (4,45%) e o Rio de Janeiro (0,05%) os principais. Entre os destaques na redução de excesso de horas estão Piauí (28,86%), Rondônia (27,77%) e Acre (26,32%). Figura 15

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