CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO DO EMPREENDIMENTO VIDA BOA CONDOMINIO CLUBE (M I N U T A)

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1 (M I N U T A) CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO DO EMPREENDIMENTO VIDA BOA CONDOMINIO CLUBE CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO DO GRUPAMENTO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR Vida Boa Condominio Clube, situado na Estrada Cabuçu de Baixo n 900, Guaratiba - Rio de Janeiro, RJ, na forma abaixo: A signatária da presente, SPE ESTRADA CABUÇU DE BAIXO INCORPORAÇÕES LTDA.,, sociedade com sede na cidade do Rio de Janeiro, na Praia de Botafogo n 228, 16 andar, parte, inscrita no CNPJ/MF sob o n / , neste ato representada nos termos da primeira alteração do seu contrato social, e, ainda, na forma da procuração lavrada perante o 15º Ofício de Notas em , Lº 2122, fl. 155, por seu procurador Classe A, HUMBERTO SIMÕES CARNEIRO, brasileiro, divorciado, analista de sistemas, inscrito no CPF/MF sob o nº , portador da carteira de identidade nº , pelo IFP em , em conjunto com a procuradora Classe B, RENATA FERRARA PESSOA DE BRITO CHAVES, brasileira, casada, advogada, inscrita na OAB/RJ sob o nº e no CPF sob o nº , ambos residentes e domiciliados nesta cidade, com escritório na sede da sua representada, na qualidade de INCORPORADORA, e única responsável pela consecução de todo o empreendimento, localizado na Estrada Cabuçu de Baixo n 900, Guaratiba - Rio de Janeiro, RJ a representar mais de 2/3 (dois terços) de todas as frações ideais do Condomínio, disciplinado e regulado pela presente Convenção de Condomínio, em obediência ao contido nos artigos 1333, 1334 e seguintes do Código Civil Brasileiro, Lei de e no artigo 9º parágrafo 3º da Lei 4.591, de , outorga a presente CONVENÇÃO DE CONDOMÍNIO, devendo a ela ficar sujeitos, a qualquer tempo, os futuros condôminos do Condomínio, bem como quaisquer ocupantes e visitantes, estabelecendo as cláusulas e condições que se seguem, a integrarem o Memorial de Incorporação e às quais aderirão expressamente os futuros adquirentes de unidades e condôminos: - SUMÁRIO TÍTULO I DO OBJETO E DISCRIMINAÇÃO DAS PARTES COMUNS E DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA DO CONDOMÍNIO CAPITULO I - DO OBJETO... pág. 4 CAPÍTULO II - DAS PARTES DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA E DAS PARTES DE USO COMUM... pág. 4 CAPÍTULO III - DO DESTINO DAS DIFERENTES PARTES E DIREITOS ASSEGURADOS TERRAÇOS DESCOBERTOS... pág. 9 CAPÍTULO IV - DO CO-CONDOMÍNIO E UTILIZAÇÃO DAS PARTES COMUNS pág. 11 TÍTULO II DOS DIREITOS, DEVERES E PROIBIÇÕES DOS CONDÔMINOS CAPÍTULO V - DOS DIREITOS DOS CONDÔMINOS...pág.13 CAPÍTULO VI - DOS DEVERES DOS CONDÔMINOS... pág. 15 CAPÍTULO VII - DAS PROIBIÇÕES AOS CONDÔMINOS...pág. 17 TÍTULO III DA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO CAPÍTULO VIII - DO ORÇAMENTO E DO RATEIO DAS DESPESAS... pág. 20 CAPÍTULO IX - DO FUNDO DE RESERVA... pág

2 CAPÍTULO X - DO SEGURO, DO INCÊNDIO, DA DEMOLIÇÃO, DA ALIENAÇÃO E DA RECONSTRUÇÃO OBRIGATÓRIA... pág. 24 CAPÍTULO XI DO SÍNDICO, DO SUBSÍNDICO E DA FORMA DE ADMINISTRAÇÃO... pág. 26 TÍTULO V - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS, TRANSITÓRIAS, DA ADMINISTRADORA DO CONDOMÍNIO E DO FORO CAPÍTULO XVIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS... pág. 50 CAPÍTULO XII - DO CONSELHO CONSULTIVO... pág. 31 CAPÍTULO XIX DA ADMINISTRADORA DO CONDOMÍNIO... pág. 52 CAPÍTULO XIII - DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS DO CONDOMÍNIO... pág. 33 CAPÍTULO XX - DO FORO... pág. 56 TÍTULO IV - DO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO XIV - DO REGULAMENTO INTERNO PARA O USO DAS PARTES COMUNS... pág. 40 TÍTULO I DO OBJETO E DISCRIMINAÇÃO DAS PARTES DE USO COMUM E DAS PARTES DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA DO CONDOMÍNIO CAPITULO I - DO OBJETO CAPÍTULO XV DO REGULAMENTO INTERNO DAS VAGAS DE GARAGEM... pág. 44 CAPÍTULO XVI - DAS PENALIDADES... pág Esta convenção tem como objeto a formalização das regras do Condomínio Edilício Vida Boa Condominio Clube, localizado na Estrada do Cabuçu de Baixo nº 900, Guaratiba, Rio de Janeiro RJ, na forma dos artigos 1333, 1334 e seguintes do Código Civil Brasileiro, Lei de e no artigo 9º parágrafo 3º da Lei 4.591, de CAPÍTULO XVII - DAS NORMAS A REGEREM AS RELAÇÕES DOS CO-CONDOMÍNIOS A SEREM INTEGRADOS PELO EMPREENDIMENTO OBJETO DESTA CONVENÇÃO E PELO EMPREENDIMENTO A SER REALIZADO NO TERRENO VIZINHO VIDA BOA CONDOMINIOCLUBEII pág. 47 CAPÍTULO II - DAS PARTES DE USO COMUM E DAS PARTES DE PROPRIEDADE EXCLUSIVA: 2.1. O GRUPAMENTO RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR Vida Boa Condominio Clube composto de 31 (trinta e um) blocos constituídos de 1º pavimento, 2º pavimento e telhado, assim caracterizados: Bloco 1: Casas 1 a 17; Bloco 2: Casas 1 a 15; Bloco 3: Casas 1 a 15; Bloco 4: Casas 1 a 15; Bloco 5: Casas 1 a 15; Bloco 6: Casas 1 a 15; Bloco 7: Casas 1 a 15; Bloco 8: Casas 1 a 15; Bloco 9: Casas 1 a 15; Bloco 10: Casas 1 a 15; Bloco 11: Casas 1 a 15; Bloco 12: Casas 1 a 15; Bloco 13: Casas 1 a 15; Bloco 14: Casas 1 a 17; Bloco 15: Casas 1 a 17; Bloco 16: Casas 1 a 17; Bloco 17: Casas 1 a 17; Bloco 18: Casas 1 a 17; Bloco 19: Casas 1 a 17; Bloco 20: Casas 1 a 17; Bloco 21: Casas 1 a 17; Bloco 22: Casas 1 a 17; Bloco 23: Casas 1 a 17; Bloco 24: Casas 1 a 17; Bloco 25: Casas 1 a 17; Bloco 26: Casas 1 a 17; Bloco 27: Casas 1 a 17; Bloco 28: Casas 1 a 17; 3 4

3 Bloco 29: Casas 1 a 10; Bloco 30: Casas 1 a 10; Bloco 31: Casas 1 a 10., com o total de 482 (quatrocentos e oitenta e duas) vagas de estacionamento descobertas, compreendendo partes distintas, a saber: a) partes que são de uso comum; b) partes que são de propriedade exclusiva As partes que são de uso comum dos condôminos são aquelas definidas pelo artigo 1331 do Código Civil e seus parágrafos tidas e havidas como coisas inalienáveis, individuais, acessórias e indissoluvelmente ligadas às demais partes do Vida Boa Condominio Clube", as quais por sua natureza ou destino são de uso e utilidade comum a todos os condôminos, muito especialmente o terreno sobre o qual se assentará a edificação e especialmente as partes destacadas no item 2.4 abaixo São partes de propriedade exclusiva, as partes que tenham uma utilização independente, tais como as casas, que são consideradas unidades autônomas do Vida Boa Condominio Clube", assim como as áreas de estacionamento de veículos, melhores destacadas no item 2.4. abaixo. PRIMEIRO PAVIMENTO: Partes Privativas: Bloco 1: 1 (um) bloco com pavimento inferior de 17 (dezessete) casas com sala, escada, circulação, lavabo, cozinha e terraço descoberto; Blocos 2 ao 8, 11 e 12: 9 (nove) blocos, cada um com pavimento inferior de 15 (quinze) casas com sala, escada, circulação, lavabo, cozinha e terraço descoberto; Blocos 9 e 10: 2 (dois) blocos, cada um com pavimento inferior de 15 (quinze) casas com sala, escada, circulação, cozinha e terraço descoberto; Bloco 13: 1 (um) bloco com pavimento inferior de 15 (quinze) casas com sala, escada, circulação, lavabo, cozinha e terraço descoberto; Blocos 14 ao 23 e 28: 11 (onze) blocos, cada um com pavimento inferior de 17 (dezessete) casas com sala, escada, circulação, lavabo, cozinha e terraço descoberto; Blocos 24 ao 27: 4 (quatro) blocos com pavimento inferior de 1 (uma) casa com sala, esc., circ., lavabo, coz., e terraço descoberto e 8 (oito) casas com sala, circ., quarto (2), coz., banho e terraço descoberto. Blocos 29 ao 31: 3 (três) blocos, cada um com pavimento inferior de 10 (dez) casas com sala, escada, circulação, lavabo, cozinha e terraço descoberto; - Partes Comuns: Blocos 24 a 27: 4 (quatro) blocos, cada um com 4 (quatro) escadas ao pavimento superior As partes de uso comum e as partes de propriedade exclusiva são designadas na forma abaixo: TÉRREO: Parte de uso comum: Guarita com recepção e banheiro. Edícula com salão de festas, cozinha, sanitário Portador de Necessidades Especiais, salão jogos infantil, sanitário funcionários, alojamento, vestiário, refeitório. Depósito de lixo. Área externa com calçadas, circulações para veículos, área de lazer, piscina, reservatório d'água inferior, reservatório de reuso, reservatório de retardo, E.T.E. e jardins. Parte de propriedade exclusiva: 482 (quatrocentas e oitenta e duas) vagas de estacionamento descobertas. SEGUNDO PAVIMENTO Partes Privativas: Bloco 1: 1 (um) bloco com pavimento superior de 17 (dezessete) casas com escada, circulação, quarto (2) e banheiro; Blocos 2 ao 12: 11 (onze) blocos, cada um com pavimento superior de 15 (quinze) casas com escada, circulação, quarto (2) e banheiro; Bloco 13: 1 (um) bloco com pavimento superior de 15 (quinze) casas com escada, circulação, quarto (2) e banheiro; Blocos 14 ao 23 e 28: 11 (onze) blocos, cada um com pavimento superior de 17 (dezessete) casas com escada, circulação, quarto (2) e banheiro; Blocos 24 ao 27: 4 (quatro) blocos com pav. Sup de 1 (uma) casa com esc., circulação, quarto (2) e banheiro e 8 (oito) casas com sala, circ, quarto (2), coz e banho. Blocos 29 ao 31: 3 (três) blocos, cada um com pavimento superior de 10 (dez) casas com escada, circulação, quarto (2) e banheiro. 5 6

4 Partes Comuns: Blocos 24 a 27: 4 (quatro) blocos, cada um com 4 (quatro) escadas ao pavimento inferior Em cumprimento ao inciso II do art , do Código Civil Brasileiro, ficam atribuídas a cada unidade e vaga de estacionamento do CONDOMÍNIO a fração ideal, relativamente ao terreno e partes comuns, na forma do quadro abaixo: UNIDADE FRAÇÃO CASA VAGA FRAÇÃO VAGA FRAÇÃO IDEAL TOTAL Bloco 1: Casas 1,4,5, 8, 9, 12, 13, 17; Bloco 2 Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15. 0, (x 14) 1 0, (x 14) 0,00211 (x 14) Bloco 1: 2, 3, 6, 7, 10, 11, 14a16; Bloco 2: Casas 2a5, 8a11, 14. 0, (x 18) 1 0, (x 18) 0, (x 18) Bloco 3: Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15; Bloco 4:Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15; Bloco 5: Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15; Bloco 6: Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15; Bloco 7: Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15; Bloco 8: Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15; Bloco 9: Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15; Bloco 10: Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15; Bloco 11: Casas 1, 6, 7, 12, 13, 15; Bloco 12: Casas 1,8,9, 11,12,15; Bloco 24: Casas 17; Bloco 25: Casas 17; Bloco 26: Casas 17; Bloco 27:Casas 17. 0, (x 64) 1 0, (x 64) 0, (x 64) Bloco 13: Casa 15 Bloco 14: Casa 1 Bloco 14: Casa 2 Bloco 14: Casa 3 Bloco 14: Casa 4 Bloco 14: Casa 5 Bloco 14: Casa 6 Bloco 14: Casa 7 Bloco 14: Casa 8 Bloco 14: Casa 9 Bloco 14: Casa 10 Bloco 14:Casa 11 Bloco 14: Casa 12 Bloco 14: Casa 13 Bloco 14: Casa 14 Bloco 14: Casa 15 Bloco 14: Casa 16 Bloco 14: Casa 17 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) 0, (x1) Bloco 3: Casas 2a5, 8a11, 14; Bloco 4: Casas 2a5, 8a11, 14; Bloco 5: Casas 2a5, 8a11, 14; Bloco 6: Casas 2a5, 8a11, 14; Bloco 7: Casas 2a5, 8a11, 14; Bloco 8: Casas 2a5, 8a11, 14; Bloco 9: Casas 2a5, 8a11, 14; Bloco 10: Casas 2a5, 8a11, 14; Bloco 11: Casas 2a5, 8a11, 14; Bloco 12: Casas 2a7, 10, 13, 14. 0, (x 90) 1 0, (x 90) 0, (x 90) Bloco 13: Casa 1 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 2 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 3 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 4 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 5 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 6 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 7 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 8 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 9 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 10 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 11 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 12 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 13 0, (x1) 0, (x1) Bloco 13: Casa 14 0, (x1) 0,00208 (x1) Bloco 15: Casas 1, 6 e 7, 12, 13 e 17; Bloco 16: Casas 1, 6 e 7, 12, 13 e 17; Bloco 17: Casas 1, 6 e 7, 12, 13 e 17; Bloco 18: Casas 1, 6 e 7, 12, 13 e 17; Bloco 19: Casas 1, 6 e 7, 12, 13 e 17; Bloco 20 : Casas 1, 6 e 7, 12, 13 e 17; Bloco 21: Casas 1, 6 e 7, 12, 13 e 17; Bloco 22: Casas 1, 6 e 7, 12, 13 e 17; Bloco 23: Casas 1, 6 e 7, 12, 13 e 17; Bloco 28: Casas 1, 6, 7, 12, 13 e 17; Bloco 29: Casas 10, 7, 6, 3, 2 e 1; Bloco 30: Casas 1, 4, 5, 8, 9 e 10; Bloco 31:Casas 1, 4, 5, 8, 9 e 10. 0, (x 78) 1 0, (x 78) 0, (x 78) Bloco 15: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 16: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 17: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 18: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 19: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 20: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 21: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 22: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 23: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 28: Casas 2 a 5, 8 a 11 e 14 a 16; Bloco 29: Casas 9, 8, 5 e 4; Bloco 30: Casas 2, 3, 6 e 7; Bloco 31: Casas 2, 3, 6 e 7. 0, (x 122) 1 0, (x 122) 0, (x 122) Bloco 24: Casas 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13; Bloco 25: Casas 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13; Bloco 26: Casas 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13; Bloco 27: Casas 1, 3, 5, 7, 9, 11, 13 0, (x 28) 1 0, (x 28) 0, (x 28) Bloco 24: Casas 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14; Bloco 25: Casas 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14; Bloco 26: Casas 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14; Bloco 27: Casas 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14. 0, (x 28) 1 0, (x 28) 0, (x 28) 7 8

5 Bloco 24: Casas 15; Bloco 25: Casas 15; Bloco 26: Casas 15; Bloco 27: Casas 15 0, (x 4) 1 0, (x 4) 0, (x 4) Bloco 24: Casas 16; Bloco 25: Casas 16; Bloco 26: Casas 16; Bloco 27: Casas 16 0, (x 4) 1 0, (x 4) 0, (x 4) respectiva entrada em vigor, cabendo à Assembléia ratificá-los, alterá-los ou rejeitá-los, valendo, nestas duas últimas hipóteses, os efeitos ocorridos até a alteração ou rejeição. CAPÍTULO III - DO DESTINO DAS DIFERENTES PARTES: 3.1. As partes de propriedade comum destinam-se aos fins compatíveis com a sua natureza, com a moral e os bons costumes As unidades autônomas constituídas pelas casas, destinam-se a fins residenciais, respeitando-se sempre, as exigências da moral e dos bons costumes Constituem partes e coisas de propriedade e uso comum dos condôminos, como já anteriormente esclarecido, o terreno sobre o qual se levantam as edificações e suas instalações, bem como: a) a portaria de entrada e os muros externos; b) as ruas de acesso, alamedas, praças, estradas internas, caminhos de passagens, calçadas, calhas, dutos, e outras áreas destinadas ao escoamento das águas pluviais; c) os terrenos de acesso ao local destinado ao recolhimento do lixo, caixas d águas, destinadas à utilização parcial ou total pelo condomínio; d) todas as benfeitorias, construções e instalações, aparentes ou subterrâneas, existentes nas áreas comuns; e) todas as demais áreas e benfeitorias existentes, executadas para uso comum de todos os condôminos ou ocupantes ou que a eles aproveite coletivamente As partes e coisas comuns são insuscetíveis de divisão ou de alienação destacada da respectiva unidade autônoma, não sendo, também, passíveis de utilização exclusiva por qualquer condômino, ressalvadas as hipóteses expressamente previstas nesta Convenção O funcionamento e a utilização das instalações e dependências de uso comum serão objeto de regulamentos próprios, a serem elaborados, postos em vigor e eventualmente modificados pelo síndico, com a anuência do conselho consultivo Cada um dos regulamentos de que trata o item 2.3, e suas eventuais modificações, deverão ser submetidos à apreciação da primeira assembléia geral dos condôminos que se realizar após a Há determinadas áreas comuns, os compartimentos de lixo, bem como as casas de máquinas, somente terão acesso o Síndico do condomínio, os seus prepostos e os empregados das empresas instaladoras e mantenedoras de limpeza e conservação do condomínio. Assim como, igualmente, há determinadas partes, que, por sua natureza, somente terão acesso as pessoas mencionadas acima São partes de propriedade exclusiva de cada condômino as respectivas casas e vagas de estacionamentos a ela vinculadas, localizadas na frente de cada casa, com a descrição, área e discriminações constantes do projeto original, com todas as instalações internas, encanamentos, tubulações e troncos das partes comuns alienáveis independentemente do consentimento dos demais condôminos, podendo cada proprietário usar e lhe dar destino com exclusividade, segundo suas conveniências e interesses, respeitando os termos da presente convenção e, ainda, demais normas aplicáveis à cada caso, respeitando sempre a Municipalidade As casas de n s 03 e 07 do Bloco 25, casas de nºs 01, 05 e 09 do Bloco 27, são adaptadas a deficientes físicos, motivo pelo qual são térreas, sendo que, sobre as mesmas, existe outra unidade autônoma designada também como casa, com acesso independente, com direito ao uso exclusivo cada de uma vaga de estacionamento, estando ambas as vagas localizadas em frente a casa, sendo a maior destinada a casa de deficiente físico, e a outra vaga ao proprietário da unidade superior O condômino é responsável pela manutenção e conservação dos encanamentos, cabos e tubulações a partir do ponto de individualização do fornecimento de água, esgoto, luz, força, gás, e similares, mesmo que passem por áreas comuns Aos proprietários de casas com terraços descobertos fica assegurado o direito de instalar nos mesmos toldo de acordo com os parâmetros constantes do Manual do Proprietário a ser disponibilizado na entrega da unidade; podendo, ainda, fechá-lo, desde que obedeça a linha arquitetônica do condomínio, sem qualquer responsabilidade ou comprometimento de que tal fechamento possa vir a ser realizado, pois só ocorrerá se possível, ou seja, se a legislação municipal na época e as autoridades vierem a permitir, tudo as expensas do OUTORGADO e desde que não 9 10

6 afete a solidez e a segurança da construção, respeite o direito do vizinho, não impeçam o livre acesso às partes comuns do empreendimento, bem como o uso das unidades confrontantes, sendo certo que tal fechamento no momento é inexeqüível e, se possível for, deverá ter o prévio e expresso consentimento da Municipalidade do Rio de Janeiro, através do órgão competente e somente após o "habite-se", sendo certo, ainda, que o direito ora referido não poderá sofrer qualquer restrição do condomínio e é expressamente reconhecido por todos os condôminos, sem qualquer responsabilidade ou comprometimento por parte do CONDOMÍNIO ou da INCORPORADORA de que tais obras venham ou possam vir a ser realizadas, tudo independente do consentimento de quaisquer condôminos, atuais ou futuros, não podendo a convenção ou suas posteriores modificações restringir, embargar ou mesmo ampliar os direitos ora assegurados Embora o terraço descoberto seja parte de propriedade exclusiva, de qualquer forma ou em qualquer tempo, os acréscimos ou ampliações porventura construídos, não poderão constituir unidade autônoma independente, ficando essas benfeitorias incorporadas a respectiva casa Fica obrigado o proprietário que se valer da faculdade que se lhe é concedida acima a manter sempre a salvo a INCORPORADORA, o condomínio e os demais condôminos de quaisquer dúvidas, questionamentos ou penalidades administrativas ou judiciais, respondendo aos mesmos, direta e também regressivamente, pelos prejuízos que porventura lhes causar, ficando desde já ciente que a legislação que atualmente rege a matéria não permite a realização de ditas obras No caso de ser aprovado pelo ente Público o fechamento do terraço descoberto, ficará vedada, em toda e qualquer hipótese, a construção de um segundo pavimento, ou qualquer outro tipo de acessão ou benfeitoria, em cima do fechamento realizado, uma vez que a laje resultante do eventual fechamento não poderá ser utilizada para qualquer fim. CAPÍTULO IV - DO CO-CONDOMÍNIO E UTILIZAÇÃO DAS PARTES COMUNS No imóvel confrontante ao presente, localizado na Estrada do Cabuçu de Baixo, LOTE 1 do PA , melhor descrito e caracterizado na matrícula do imóvel perante o 9º Serviço Registral de nº , poderá ser realizado um outro empreendimento imobiliário, ainda em fase de estudos pela INCORPORADORA, que, apesar de totalmente distinto, após ser efetivamente implantado constituirá um co-condomínio com o empreendimento designado Vida Boa Condominio Clube, denominando-se, caso efetivamente realizado Vida Boa Condominio Clube II, sendo ajustado, desde já, que tão logo implantado o novo condomínio, este e o condomínio regulado pela presente convenção, terão, entre si, um vínculo indissolúvel, tanto com o empreendimento ainda em fase de estudo e acima referido, quanto com o objeto desta Convenção, pois poderão, como consignado no corpo da presente e como será, futuramente consignado na convenção de condomínio do empreendimento Vida Boa Condominio Clube II a ser realizado no terreno vizinho, acima referido, utilizarem reciprocamente as áreas de lazer, um do outro Tendo em vista o exposto na cláusula acima, tão logo venham a ser constituídos os condomínios que resultarem dos empreendimentos, tanto aquele objeto desta convenção, Vida Boa Condominio Clube, quanto no que for possivelmente realizado, a se denominar Vida Boa Condominio Clube II, no imóvel descrito no item 4.1. acima, fica, desde já, ajustado que é, e será, concedido, em caráter perpétuo, irrevogável e irretratável, aos condôminos e legítimos usuários dos demais condomínios que vierem a ser constituídos, tanto o Vida Boa Condominio Clube, quanto o Vida Boa Condominio Clube II, o direito de uso da área de lazer situada no Condomínio objeto desta Convenção, que será interligada ao condomínio vizinho, sendo expressamente vedado ao Condomínio Vida Boa Condominio Clube, após a constituição do Condomínio Vida Boa Condominio Clube II, a colocação de paredes divisórias ou qualquer forma de impedir o acesso daqueles à área de lazer, enquanto co-existirem os condomínios, sendo, após a instalação do Condomínio Vida Boa Condominio Clube II, as relações entre eles reguladas na forma do disposto no CAPÍTULO XVII, desta Convenção Da mesma forma aqui ajustada, e caso seja realizado o empreendimento a ser denominado Vida Boa Condominio Clube II, no terreno confrontante, conforme acima informado, estará, igualmente, prevista na futura convenção daquele condomínio, a possibilidade dos condôminos utilizarem a área de lazer, compreendido por parte do terreno do condomínio Vida Boa Condominio Clube e parte do futuro condomínio Vida Boa Condominio Clube II, tão logo os mesmos venham a ser constituídos, inserindo-se nas mesmas as mesmas regras disciplinadas no antes referido CAPÍTULO 14 desta Convenção, sendo vedado o uso das demais áreas dos condomínios, até porque entre eles não haverá qualquer ligação entre ruas ou guaritas

7 4.4 As despesas das áreas de lazer que serão objeto de co-utilização, serão rateadas entre o Condomínio objeto desta convenção e o futuro condomínio do grupamento a ser realizado no imóvel descrito no item 4.1. acima, caso esse venha as ser de fato implantado, na proporção a ser prevista nas respectivas Convenções de Condomínio, cabendo à administração dos condomínios separar as despesas específicas das partes comuns, criando, após, e à medida de sua instalação, por Regimento Interno comum a todos os futuros condomínios, onde será estabelecido um Coeficiente de Rateio de Despesas referentes, exclusivamente, à área de lazer a serem utilizadas por todos os co-condomínios, obedecendo-se, para tal fim, o disposto no item 8.13, infra Correrão por conta dos condôminos do Vida Boa Condominio Clube toda e qualquer despesa relativa a área de lazer, na proporção mencionada no item 8.1. infra, até a efetiva implantação do Condomínio Vida Boa Condominio Clube II. 4.5 Tendo em vista o disposto nos itens 4.1, 4.2., 4.3. e 4.4, acima, os regulamentos das áreas de lazer deverão ser estabelecidos, na forma desta convenção de condomínio, de comum acordo com o condomínio de que trata o supracitado item Para possibilitar, desde já, que o do Condomínio Vida Boa Condominio Clube utilize plenamente área do terreno onde será, eventualmente, implementado o do Condomínio Vida Boa Condominio Clube II, a INCORPORADORA, na qualidade de proprietária de ambos os imóveis, já instituiu sobre os mesmos uma servidão de uso, sendo que, em razão da mesma, quando o Condomínio Vida Boa Condominio Clube ficar pronto a área de lazer do mesmo, que será de co-utilização comum com o Condomínio Vida Boa Condominio Clube II, caso este seja efetivamente realizado, já estará pronta e em plena utilização por parte do Condomínio Vida Boa Condominio Clube, utilização esta que, por decorrer de servidão já instituída ocorrerá mesmo que não realizado o do Condomínio Vida Boa Condominio Clube II. TÍTULO II DOS DIREITOS, DEVERES E PROIBIÇÕES DOS CONDÔMINOS CAPÍTULO V - DOS DIREITOS DOS CONDÔMINOS 5.1. Todas as pessoas, condôminos e ocupantes, a qualquer título, que residam ou freqüentem o condomínio, suas famílias e empregados são obrigados a cumprir, respeitar e fiscalizar a observância das disposições da convenção de condomínio e regulamento interno, que só poderão ser alterados após a aprovação de 2/3 dos votos dos condôminos São direitos dos condôminos: a) usar, gozar, fruir e dispor de sua unidade autônoma, do modo que lhe aprouver, desde que observadas a destinação do condomínio, as disposições desta convenção, do regimento interno e outros eventuais regulamentos do condomínio e do Código Civil Brasileiro; b) usar as partes de propriedade comum, de modo compatível com as respectivas destinações, obedecidas as normas legais, as contidas nesta Convenção e as disposições dos Regulamentos Internos do Condomínio, contanto que não exclua a utilização dos demais compossuidores; c) livremente dispor, alienar, prometer, vender, gravar, ceder, onerar ou transferir direitos aquisitivos ou de simples posse sobre sua unidade autônoma, podendo, também, reivindicá-la das mãos de quem indevidamente a detenha, independentemente do consentimento dos demais condôminos; d) comparecer às Assembléias ou nelas se fazer representar por bastante procurador, podendo discutir, propor, aprovar, impugnar, rejeitar, votar e ser votado, desde que quite com suas contribuições condominiais e demais valores eventualmente devidos ao Condomínio, ou então que, embora nestas condições não estando, a convenção mesmo assim o permita, observadas as restrições contidas nesta Convenção; e) usufruir com seus familiares das dependências e coisas comuns do Condomínio.; f) examinar livros, arquivos, contas, balancetes, extratos bancários e documentos outros, podendo, ainda, a qualquer tempo, solicitar, por escrito, informações ao síndico ou à empresa de administração acerca de questões atinentes à administração do Condomínio, o que deverá fazer, sempre que possível, através do conselho consultivo; g) fazer consignar no livro de atas das assembléias gerais, através do secretário ou, pessoalmente, no livro de reclamações do Condomínio, eventuais críticas, sugestões, desacordos ou protestos contra decisões e atos que repute prejudiciais à boa administração do Condomínio, solicitando ao síndico, se for o caso, a adoção das medidas corretivas adequadas

8 h) instalar toldo no terraço descoberto externo de sua residência, somente de acordo com Manual do Proprietário a ser disponibilizado na entrega da unidade; i) instalar antena transmissora individual, que prejudique as recepções de aparelhos de rádio e televisão dos condôminos, e, portanto, só será permitida quando não gerar reclamações dos demais; j) trafegar em todas as ruas do condomínio em velocidade superior a 20 km/h. O síndico poderá colocar obstáculos destinados a reduzir a velocidade em qualquer ponto das Ruas do Condomínio. É vedado o transito de veículos com descarga aberta, ou que provoquem poluição sonora; k) nos passeios, praças e parques do Condomínio é terminantemente vedado quaisquer danos à árvores e elementos naturais, existentes nas partes comuns, como inscrições, pinturas, e coisas similares, são proibidas e serão passíveis de multas, assim como a quaisquer elementos construídos tais como mesas de jogos, bancos, paredes, postes, redes, escadas, calçadas, etc. CAPÍTULO VI - DOS DEVERES DOS CONDÔMINOS 6.1. Constituem deveres dos condôminos: a) cumprir, fazer cumprir e fiscalizar a observância das disposições contidas na lei, na convenção, no regimento interno e nos eventuais demais regulamentos internos; b) responder cada qual, a todo tempo, pelo pagamento das multas que forem aplicadas pelo síndico a qualquer ocupante da unidade autônoma que lhe pertença e integre o Condomínio, fazendo-as recolher aos cofres do Condomínio quando lhe forem cobradas; c) concorrer para as despesas do Condomínio, sejam de manutenção, limpeza, conservação, segurança, consumos comuns, seguro coletivo, etc., tudo segundo os critérios estabelecidos na convenção; d) arcar, segundo aqueles mesmos critérios, com os ônus a que estiver ou vier a ficar sujeito o Condomínio; e) zelar pelo asseio, higiene e segurança do Condomínio, lançando lixo e resíduos outros nos locais próprios; f) respeitar a lei do silêncio; g) comunicar ao síndico, com a devida presteza, qualquer caso de moléstia epidêmica constatada no Condomínio, de sorte a possibilitar a pronta ação das autoridades sanitárias competentes; h) guardar decoro e respeito no uso das coisas e partes comuns e privativas, não as usando, nem permitindo que sejam usadas, para fins diversos daqueles a que se destinam; i) não usar aparelhos sonoros de modo a perturbar o sossego alheio; j) não manter ou armazenar substâncias inflamáveis ou explosivas no interior de suas unidades; k) não instalar quaisquer aparelhos que possam causar interferência ou dano aos aparelhos e instalações elétricas dos demais condôminos e do Condomínio; k) não sobrecarregar a estrutura, a laje do segundo pavimento e os telhados da unidade autônoma, de modo a causar perigo à sua segurança e solidez; l) providenciar os necessários reparos nas instalações internas de água, luz, gás e esgoto nas suas unidades, até as linhas tronco, assim como reparar ou indenizar os danos que causarem em outras unidades; m) não omitir nas escrituras de alienação e promessa de alienação, nem nos contratos que por qualquer modo transfiram a posse das unidades, a obrigatoriedade dos adquirentes ou usuários a qualquer título respeitarem a destinação do Condomínio, a convenção, o regimento interno e os outros eventuais regulamentos internos; n) permitir o acesso do síndico ou de seus prepostos às respectivas unidades para o fim de examinar ou reparar os defeitos ou ocorrências que afetem de qualquer forma outras unidades ou partes comuns, bem como verificar a existência ou não de qualquer circunstância que infrinja as condições aqui estabelecidas; e o) não instalar nas janelas, fachadas, telhados ou quaisquer áreas comuns antenas individuais; p) conservar e reparar a sua custa exclusiva, tudo quanto diga respeito à sua unidade autônoma; q) reparar ou indenizar os danos causados às demais unidades autônomas, decorrentes de desgastes e defeitos de obras verificadas em sua respectiva unidade; r) não colocar lixo, detritos, etc., senão nos locais aos mesmos destinados e acondicionados em sacos plásticos; s) efetuar a manutenção dos equipamentos componentes de sua unidade, tais como interfones, instalações elétricas e hidráulicas, equipamentos de segurança, caixas acopladas ou válvulas das bacias dos banheiros, etc., substituindo, quando necessário os vedantes das torneiras e misturadores; t) não deixar formar depósitos de gorduras ou resíduos sólidos dentro dos ralos dos pisos, pias e lavatórios, bem como, limpar no mínimo semestralmente todos os ralos, evitando assim entupimentos e mau cheiro; 15 16

9 u) evitar que os marceneiros, na montagem dos armários e gabinetes, danifiquem ou retirem os sifões e flexíveis das pias dos banheiros e cozinha. Estas peças exigem cuidados na limpeza diária, devendo ser evitadas colisões com panelas ou outros objetos que poderão provocar vazamentos e conseqüentes danos nos armários e nos gabinetes. w) não usar equipamentos tipo "VAPPORETO ou WAP na limpeza de mármores, granitos, azulejos ou cerâmicas, para evitar danos aos rejuntes; x) quando da instalação de armários em paredes de divisa com banheiros ou paredes externas das unidades autônomas, colocar uma chapa de isopor com 1cm (um centímetro) de espessura no mínimo, para evitar o surgimento de fungos ou umidade; CAPÍTULO VII - DAS PROIBIÇÕES AOS CONDÔMINOS 7.1. É expressamente proibido a qualquer condômino: a) alterar a forma e pintura externa das fachadas da sua respectiva unidade autônoma; b) promover modificações ou reformas internas em suas unidades, sem a prévia oitiva e consulta de engenheiro e arquitetos, pois de modo algum poderão ser alteradas ou suprimidas as paredes internas das unidades, pois as casas são construídas no que se denomina alvenaria estrutural, ou seja: as próprias paredes sustentam a construção, de tal modo que sua supressão, por qualquer forma, colocará em risco a estrutura de toda a construção; c) decorar as partes e esquadrias externas da sua respectiva unidade com tonalidades diversas das empregadas no conjunto do condomínio; d) utilizar-se da sua respectiva unidade com finalidade diversa da estabelecida na presente Convenção ou praticar atos nocivos que possam causar riscos em relação ao sossego, à salubridade e à segurança dos demais condôminos; e) atirar papéis ou quaisquer objetos ou detritos nas partes ou coisas comuns; f) estender roupas, toalhas ou outras peças nas janelas ou peitoris das fachadas fronteiras às áreas comuns, bem como depositar vasos nos peitoris das janelas e terraços; g) afixar cartazes, colocar inscrições ou sinais de qualquer natureza nas fachadas, ou qualquer outra dependência comum; h) utilizar-se, sob qualquer pretexto, dos empregados do CONDOMÍNIO para serviços particulares, em horários de serviço; i) fechar o terraço descoberto existente nos fundos de sua residência, de forma a transformá-lo em outro cômodo, salvo se aprovado junto a municipalidade. j) fracionar sua unidade sob qualquer pretexto; k) construir mais de uma unidade residencial em sua área privativa; l) edificar quaisquer construções ou acessões, quer nas partes privativas, quer nas partes comuns, que possam descaracterizar o projeto original do condomínio; m) cobrir, de qualquer forma, o local destinado ao estacionamento de veículos, salvo como previsto no Manual do Proprietário; n) construir muros, cercas artificiais ou vivas delimitando as áreas de uso exclusivo e aquelas de uso comum, principalmente nas áreas divisórias entre o estacionamento e o terraço descoberto, das unidades, só sendo permitida a conservação das divisas e cercas já existentes no projeto original; o) As paredes externas das unidades, bem como as divisórias entre as casas geminadas não poderão ser demolidas de forma alguma; p) Da mesma forma não podem os condôminos abrir vãos nas empenas sem a prévia consulta ao construtor a respeito de sua viabilidade; q) instalação de antena rádio transmissor, não podendo prejudicar as recepções de aparelhos de rádio e televisão dos condôminos, e, portanto, só será permitida quando não gerar reclamações dos demais; 7.2. Sem prejuízo das demais restrições já acima enunciadas, constituem também condições proibidas aos condôminos, seus prepostos, visitantes, empregados e ocupantes a qualquer título das unidades: a) instalar aparelhos de ar condicionado em locais que não os especificamente determinados no projeto; b) usar, emprestar ou alugar, no todo ou em parte, as unidades autônomas para fins incompatíveis com a destinação do Condomínio ou a moralidade e o recato dos seus usuários, assim como permitir que pessoas inidôneas as freqüentem, dando ensejo à eventual ação repressiva por parte dos órgãos policiais; c) promover a limpeza de sua unidade de forma a prejudicar a das partes comuns ou a de unidade de outro condômino; d) fazer algazarra, gritar, discutir ou conversar em voz alta nas partes comuns, bem como usar de linguagem desabrida, infringindo, assim, as normas da boa educação; e) utilizar os empregados do Condomínio para execução de serviços particulares dentro do horário de trabalho dos mesmos no Condomínio; f) queimar fogos de artifício, de qualquer natureza, nas unidades autônomas ou nas áreas de 17 18

10 propriedade comum; g) usar aparelhos, máquinas ou equipamentos que produzam trepidações ou ruídos excessivos; h) usar nas instalações sanitárias das unidades produtos que contenham agentes corrosivos, tais como soda cáustica, ácido muriático, cloro concentrado e outras substâncias da mesma natureza, devendo ser preferentemente empregados para fins de limpeza e assepsia das citadas peças sabão biodegradável e detergentes bioquímicos a base de enzimas; i) efetuar internamente qualquer obra que altere a estrutura da unidade autônoma, colocando em risco a sua estabilidade e segurança; j) não construir novos andares ou realizar qualquer construção na laje das casas, pois estas não foram projetadas para suportar essa carga excessiva Incumbe não só ao síndico, mas também ao subsíndico, aos membros do conselho consultivo, ao zelador, porteiros, vigias, serventes e demais empregados do Condomínio, na qualidade de prepostos do síndico, fiscalizar o uso adequado das partes comuns do Condomínio, das normas estabelecidas na lei, na convenção, no regimento interno e nos outros eventuais regulamentos internos. direta ou indiretamente causar à propriedade singular ou coletiva, cumprindo-lhe, caso isso aconteça, providenciar às suas expensas exclusivas a expedita realização dos consertos que se façam necessários, sem prejuízo do pagamento das indenizações e demais conseqüências cabíveis, assim como das penalidades que lhe possam ser aplicadas Sempre que ocorrerem estragos ou prejuízos motivados por ação ou omissão imputável a qualquer condômino, a pessoas dele dependente, seus empregados, prepostos e ocupantes a qualquer título de sua unidade autônoma, ou ainda quando resultantes de defeitos constatados nas instalações internas da mesma, cumprirá ao respectivo titular compor perante o Condomínio, ou, conforme o caso, diretamente junto ao proprietário da unidade autônoma danificada, os prejuízos causados. TÍTULO III DA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO 7.4. Em caso de alienação, promessa de alienação, cessão de posse ou constituição de direitos reais sobre quaisquer unidades integrantes do Condomínio, ficam desde logo obrigados os novos adquirentes, quer do direito ao uso, quer do domínio pleno, à exata observância de todos os dispositivos contidos na convenção, no regimento interno e em eventuais regulamentos outros, ainda que nenhuma menção a eles tenha sido feita nos instrumentos disciplinadores das aludidas transações As alterações, reformas, acréscimos e reparos a serem levados a efeito em dependências internas das unidades autônomas deverão ser previamente comunicados ao síndico e em hipótese algum poderão colocar em risco os demais condôminos Caberá ao condômino em cuja unidade autônoma esteja sendo realizadas obras, promover, diariamente, a limpeza da sua unidade, áreas e dependências pelas quais transitem materiais e entulhos, sendo expressamente vedado o seu depósito ou acúmulo nas partes comuns, salvo mediante prévia autorização do síndico, mas sempre pelo tempo estritamente necessário Responderá o condômino perante os demais condôminos, terceiros e o Condomínio por todos e quaisquer prejuízos que, em virtude da realização das obras referidas nos itens precedentes, possa CAPÍTULO VIII - DO ORÇAMENTO E DO RATEIO DAS DESPESAS 8.1. Constituem despesas comuns do Condomínio, que deverão ser suportadas e rateadas entre todos os condôminos de forma igualitária, ou seja, na proporção de 1/482, as seguintes: a) as relativas à conservação, limpeza, reparação e consumo das áreas e coisas comuns; b) a remuneração do síndico e da empresa contratada para a administração do Condomínio (se houver), e os salários e encargos dos empregados do Condomínio; c) as despesas com a convocação e realização das assembléias gerais, inclusive da assembléia de instalação, com a ressalva do item 8.4; d) as atinentes ao seguro da edificação e demais bens do Condomínio; e) todas as demais que, por sua natureza ou por previsão nesta Convenção, sejam comuns ao Condomínio As depesas necessárias ao pleno funcionamento do Condomínio, em virtude de suas características específicas, não serão reateadas pela fração ideal atribuídas às unidades, serão, desta forma, rateadas entre todos os condôminos de forma igualitária, ou seja, na proporção de 1/482, devendo cada condômino contribuir para o pagamento do somatório dos gastos do condomínio na proporção acima São também consideradas despesas normais de custeio de responsabilidade de todos os condôminos, na forma do rateio acima previsto, os impostos, prêmios de seguro, consertos de qualquer natureza, conservação, reparação, limpeza, desinfecção, dedetização, reposição das 19 20

11 instalações de uso comum, taxas de esgotos, consumo de água, gás, luz, força e telefone, manutenção, funcionamento das coisas e serviços condominiais, caixa d agua, equipamentos, e tudo o mais que os condôminos deliberem como de uso coletivo e tenha relação com as partes comuns do empreendimento, ainda, que não explicitado acima Todavia, as despesas relativas a partes comuns de uso exclusivo de um condômino, ou de alguns deles, serão da responsabilidade de quem delas se serve na forma do art do Código Civil São consideradas despesas extraordinárias, aquelas decorrentes de fatos não previsíveis, bem como, as relativas a obras e melhorias necessárias ou não, mas que atendam à conveniência da maioria absoluta dos condôminos As despesas extraordinárias deverão ser submetidas à aprovação do Conselho Consultivo, ressalvado o disposto na alínea h do art desta convenção, marcando o Síndico o prazo para a resposta e avocando para si a decisão, caso o Conselho não se manifeste no prazo concedido O Síndico e/ou Administradora do CONDOMÍNIO elaborará, anualmente, orçamento das despesas normais de custeio, o qual, após submetido e aprovado pela Assembléia Geral, terá o seu valor rateado entre os condôminos, devendo as mesmas serem pagas até o 5º (quinto) dia do mês a que se referirem, sob pena de ficar o condômino faltoso sujeito às penalidades previstas nessa Convenção As despesas extraordinárias deverão ser rateadas entre todos os condôminos e deles cobradas dentro do prazo de 10 (dez) dias contados a partir da data da assembléia geral ou extraordinária que as autorizar, salvo se nessa oportunidade for estabelecido prazo diferente A assembléia geral poderá determinar que o rateio das despesas seja feito de forma indexada, para compensar os efeitos inflacionários, assim como os aumentos de despesas oriundas de dissídios ou outras determinações legais ou contratuais Em ocorrendo déficit de caixa, ou na certeza de iminente ocorrência, o síndico, ouvido o conselho consultivo, e uma vez constatada a insuficiência do fundo de reserva, deverá, em tempo hábil, estabelecer e cobrar quotas extras de despesas, em valor suficiente para a cobertura do déficit, remetendo aos condôminos aviso de cobrança, acompanhado de circular explicativa, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias do respectivo vencimento Ficarão a cargo exclusivo de cada condômino as despesas decorrentes de atos praticados por ele ou por ocupante a qualquer título de sua unidade autônoma, bem como o aumento das despesas a que um ou outro der causa O disposto no item anterior é extensivo aos prejuízos causados às partes comuns pela omissão do condômino ou ocupante na execução dos trabalhos ou reparos necessários em sua unidade O saldo remanescente do orçamento de um exercício será incorporado ao exercício seguinte, se outro destino não lhe for dado pela assembléia geral ordinária O valor relativo ao atendimento das despesas de Condomínio, normais ou extraordinárias, será rateado entre os condôminos não pela fração ideal de terreno, mas tendo em vista as características específicas do condomínio, serão rateadas de forma uniforme para cada uma das unidades do condomínio, de tal modo que cada unidade contribuirá na proporção de 1/482 para as despesas de condomínio As despesas acima estipuladas serão devidas desde a implantação do condomínio, o que se efetivará com a realização da competente Assembléia de Instalação de Condomínio, devendo contribuir todos os condôminos mesmo que ainda não tenham efetivamente recebido a posse da sua unidade. Na forma do parágrafo 2º, do artigo do Código Civil são equiparados aos proprietários os promitentes compradores e os cessionários de direitos relativos às unidades autônomas O condômino que aumentar as despesas comuns por motivos de seu interesse deverá pagar, no devido tempo, o excesso a que der causa e demais cominações previstas nesta Convenção Todas as instalações internas de águas, esgotos, gás, eletricidade, telefone, etc., de cada unidade serão reparadas à custa do respectivo condômino, quando o estrago se verificar até chegar às linhas troncos, assim como o assoalho ou piso de qualquer natureza, portas, janelas, persianas, lustres, aparelhos sanitários e todos os demais pertences de cada propriedade autônoma Havendo necessidade o Síndico poderá autorizar despesas extraordinárias com o intuito de cobrir despesas básicas como por exemplo: encargos trabalhistas, tributos, honorários de empresa administradora de condomínio e honorários advocatícios Quando o estrago se verificar nas linhas troncos e não for causado por qualquer condômino ou inquilino, os reparos correrão por conta de todos os condôminos, indistintamente Quando ficar provado que o estrago verificado nas linhas troncos tenha sido causado direta ou indiretamente por qualquer dos condôminos ou seus autorizados, os reparos correrão por conta do condômino em questão

12 8.20. Cabe ao Síndico e/ou Administradora do CONDOMÍNIO arrecadar as contribuições dos condôminos, competindo-lhes promover a cobrança judicial das quotas em atraso, nos termos do artigo 1.348, inciso VII do atual Código Civil O condômino que não pagar a sua contribuição no prazo fixado na presente Convenção ficará sujeito, de imediato, às penalidades previstas na mesma As obras que interessarem à estrutura integral da edificação ou conjunto de edificações ou ao serviço comum, serão feitas com o concurso pecuniário de todos os proprietários ou titulares de direitos a aquisição de unidades, mediante pagamento prévio aprovado em Assembléia Geral A renúncia de qualquer condômino aos seus direitos, em caso algum valerá como escusa para exonerá-lo dos seus encargos. CAPÍTULO IX - DO FUNDO DE RESERVA CAPÍTULO X - DO SEGURO, DO INCÊNDIO, DA DEMOLIÇÃO, DA ALIENAÇÃO E DA RECONSTRUÇÃO OBRIGATÓRIA O Condomínio é obrigado a manter-se segurado, em suas partes comuns, contra os riscos de incêndio e outros sinistros que possam causar a sua destruição, no todo ou em parte, computandose o prêmio nas despesas ordinárias do Condomínio e devendo a apólice discriminar o total das partes comuns, com os respectivos valores O condômino deverá contratar, por sua conta exclusiva, o valor do seguro de sua unidade e, neste caso, pagará diretamente à companhia seguradora o prêmio correspondente Fica criado pela presente convenção o Fundo de Reserva do Condomínio, cobrável juntamente com as importâncias devidas pelas despesas ordinárias, previstas no capítulo anterior, será cobrada uma importância para constituição do fundo de reserva, a ser utilizado pelo síndico em caso de urgência, ou, ainda, para atender às despesas com as obras de conservação e reforma não previstas no orçamento, mediante prévia aprovação do conselho consultivo O Fundo de Reserva será constituído das seguintes parcelas: a) pela taxa de 5% (cinco por cento) sobre as contribuições dos condôminos ao Condomínio. b) pelas multas impostas aos condôminos por infrações desta Convenção e do Regulamento Interno; c) pelos saldos acumulados no fim de cada exercício Todas as contribuições, juros, multas, etc serão depositados em estabelecimento bancário, cabendo ao síndico, ouvido o conselho consultivo, decidir sobre a aplicação financeira do fundo de reserva, que assegure razoável rentabilidade, liquidez e segurança, assim como sobre a sua movimentação e uso na ocorrência das hipóteses acima O Fundo de Reserva não excederá a 50% (cinquenta por cento) do montante da receita mensal do condomínio O seguro das partes comuns do condomínio será anualmente renovado, sempre mediante prévia aprovação do conselho consultivo e com atualização e adequação à realidade dos valores segurados Na ocorrência de sinistro total ou parcial que destrua consideravelmente as partes comuns do Condomínio, assim sendo considerado o comprometimento de mais de 2/3 da correspondente área construída das partes comuns, os condôminos reunir-se-ão em assembléia geral e deliberarão sobre a reconstrução do mesmo, com ou sem demolição da parte afetada, usando para tanto o prêmio do seguro e, no que não for compatível, cada condômino deverá, obrigatoriamente, suportar as despesas referentes à reconstrução das partes comuns, não se aplicando ao condomínio objeto desta convenção o disposto no art. 1357, do Código Civil, pois as partes comuns são insuscetíveis de alienação independentemente daquela de todas as casas que compõem o condomínio, suportando, cada condômino, as despesas necessárias à reconstrução na exata forma do previsto para o rateio das despesas comuns Aprovada a reconstrução da parte comum a mesma será feita guardando, obrigatoriamente, os mesmos destinos, formas externas e disposição interna do Condomínio

13 10.4. Na ocorrência de sinistro total ou parcial que destrua uma, ou mais das unidades casas, assim sendo considerado o comprometimento de mais de 2/3 da correspondente área construída das mesmas, o(s) condômino(s) que tiver tido sua unidade destruída deverá, obrigatoriamente reconstruí-la, usando para tanto o prêmio do seguro que deve fazer tendo por objeto sua unidade, o que, em não ocorrendo determinará que o condômino, na forma do previsto no art. 1357, do Código Civil, aliene seus direitos, quer a outo(s) condômino(s) ou a terceiros(s), que deverão, necessariamente, reconstruir a(s) unidade(s), uma vez que a a continuidade do condomínio em suas características originais é obrigação de todos os condôminos Na ocorrência de sinistro total ou parcial que destrua consideravelmente, tanto as partes comuns, quanto as unidades autônomas casas, do Condomínio, comprometendo mais de 2/3 da correspondente área construída, tanto das partes comuns, quanto das partes privativas os condôminos reunir-se-ão em assembléia geral e deliberarão sobre a reconstrução do mesmo, com ou sem demolição da parte afetada, usando para tanto o prêmio do seguro a venda do terreno e materiais ou, ainda, sobre outro destino a ser eventualmente dado ao terreno em seu todo, assim como aprovarão, em caso de não reconstrução, a partilha do valor do seguro entre os condôminos, sem prejuízo do que receber cada um pelo seguro a ser realizado diretamente para a sua unidade, tudo se praticando pelo modo e segundo o quorum específico previsto no artigo do Código Civil Brasileiro, nesta hipótese aplicado integralmente Aprovada a reconstrução do Condomínio a mesma será feita, como já previsto para as partes comuns, guardando, obrigatoriamente, os mesmos destinos, formas externas e disposição interna do Condomínio Deliberada, porém, a venda do terreno e do que mais restar do Condomínio, preferir-se-á, em condições iguais de oferta, o condômino ao estranho, e o produto da alienação repartir-se-á entre os condôminos proporcionalmente ao valor das respectivas unidades imobiliárias Fica desde já convencionado que em caso de sinistro ou ameaça de ruína que comprometa menos que 2/3 do Condomínio, o síndico promoverá, de imediato, o recebimento do seguro e a reconstrução ou os reparos das partes danificadas, independentemente de deliberação da assembléia Em caso de condenação do Condomínio pela autoridade pública em razão de sua insegurança ou insalubridade, bem como condenação, a critério dos condôminos, por motivos urbanísticos ou arquitetônicos, poderá o Condomínio, em assembléia geral e pelo quorum previsto no artigo 17 da Lei Federal nº 4.591/64, decidir sobre a demolição e reconstrução do parte comum do Condomínio ou, ainda, sua alienação Aprovada a reconstrução na hipótese a que se refere o item 10.5, a minoria não ficará obrigada a contribuir para as obras, mas assegura-se à maioria o direito de adquirir as partes dos dissidentes mediante avaliação judicial, aplicando-se a tudo o processo previsto no artigo 15 e seus parágrafos da Lei Federal nº 4.591/ Aprovada, porém, a alienação da edificação, o valor atribuído à quota dos condôminos vencidos será correspondente à sua fração ideal no preço efetivo da venda e, no mínimo, igual à avaliação prevista no parágrafo primeiro do artigo 15 da Lei Federal nº 4.591/64, procedendo-se em relação à minoria consoante estabelecido no aludido artigo e seus parágrafos Ficam fazendo parte integrante e complementar desta convenção, como se dela expressamente constassem, o artigo do Código Civil Brasileiro e, naquilo em que a este não contrariarem, os artigos 13 a 18 da Lei Federal nº 4.591/64, cujas disposições, por constituírem preceitos legais imperativos, serão, em caso de ocorrência das hipóteses neles citadas, fielmente cumpridas pelo Condomínio e, conseqüentemente, pelos condôminos. CAPÍTULO XI DO SÍNDICO, DO SUBSÍNDICO E DA FORMA DE ADMINISTRAÇÃO O Condomínio será administrado e representado por um Síndico, condômino ou não, pessoa física ou jurídica, eleito em Assembléia Geral Ordinária, com mandato de 02 (dois) anos, imediatamente empossado, podendo ser reeleito, sendo assistido por um Conselho Consultivo. Fica, no entanto, desde já estabelecido que a INCORPORADORA poderá exercer ou nomeará para o exercício do primeiro mandato do cargo de Síndico do CONDOMÍNIO, a própria Administradora, a ser nomeada na Assembléia de Instalação de Condomínio, ou antes, se assim entender necessário a INCORPORADORA, contratada nos termos do item abaixo, ou outra 25 26

14 pessoa, física ou jurídica a ser por ela indicada, desde que a mesma aceite desempenhar esse cargo, visando única e exclusivamente o bom funcionamento do mesmo O cargo de síndico poderá ser remunerado, cabendo à assembléia geral ordinária que o eleger fixar ou não a sua remuneração, sendo certo que o subsíndico e os membros do conselho não receberão qualquer remuneração, a não ser que um deles venha a assumir, em substituição, o cargo de síndico por prazo mínimo de 30 (trinta) dias corridos e este tenha sido eleito com remuneração O Síndico poderá delegar as suas funções administrativas, ou partes delas, a pessoa ou empresa especializada da sua confiança, sempre porém, sob sua responsabilidade e mediante a remuneração que vier a ser fixada pela Assembléia Geral dos Condôminos Não poderá ser eleito para o cargo de Síndico ou Subsíndico, pessoa que não esteja quite com o pagamento do condomínio ou que esteja envolvido em litígio contra o condomínio Em caso de empate na Assembléia que deliberar sobre a eleição de Síndico, o candidato que for residente terá preferência Em Assembléia Geral Ordinária ou Assembléia Geral Extraordinária especialmente convocada para este fim, o Síndico que praticar irregularidade, não prestar contas, ou não administrar convenientemente o condomínio poderá ser destituído por maioria absoluta dos votos de todos os condôminos Quando substituir o Síndico, o Subsíndico terá direito aos benefícios do cargo de Síndico, devendo receber o pro-labore, se houver, de forma rateada, aos dias em que exerceu o cargo de Síndico. Somente quando reassumir o cargo, o Síndico voltará a recebê-lo No caso de vacância do cargo de síndico, assumi-lo-á o subsíndico, que exercerá seu mandato pelo tempo restante, recebendo, se existentes, a remuneração correspondente, sem prejuízo ao contrato de administração que estiver em vigor por força do item 11.5 acima. No caso da ausência do Subsíndico assumirá o Presidente do Conselho pelo tempo restante, cabendo ao membro do conselho efetivo mais velho assumir o cargo de Presidente do Conselho, passando o membro do conselho suplente mais velho a integrar o conselho como efetivo. Na ausência do Presidente. A substituição obedecerá a ordem em que os membros e suplentes foram eleitos Na assembléia Geral de Instalação do condomínio serão eleitos o Síndico, Sub-síndico, e membros do conselho consultivo, que deverão ter seus mandatos pelo prazo restante ao exercício que tiver se iniciado até a Assembléia Geral Ordinária, sendo, no entanto, desde já estabelecido que a INCORPORADORA poderá exercer ou nomeará para o exercício do primeiro mandato do cargo de Síndico do CONDOMÍNIO, a própria Administradora, a ser nomeada na Assembléia de Instalação de Condomínio, ou antes, se assim entender necessário a INCORPORADORA, contratada nos termos do item abaixo, ou outra pessoa, física ou jurídica a ser por ela indicada, desde que a mesma aceite desempenhar esse cargo, visando única e exclusivamente o bom funcionamento do mesmo Em caso de destituição, o síndico apresentará imediatamente contas de sua gestão O síndico não é responsável pessoalmente pelas obrigações contraídas em nome do Condomínio, desde que tenha agido no exercício regular de suas atribuições e em conformidade com esta convenção, com a lei e na forma autorizada nas assembléias, podendo, se for o caso ser responsabilizado pelo excesso de representação e pelos prejuízos a que der causa por dolo ou culpa Sem prejuízo das atribuições conferidas pelo art do Código Civil ou, ou ainda, por lei posterior que venha a regular Condomínio Edilício, compete ao Síndico: Sem prejuízo de outras atribuições conferidas pelo Síndico, compete ao Subsíndico: a) substituir o Síndico em sua ausência ou impedimento; e, b) auxiliar o Síndico, quando for solicitado. No impedimento ocasional do Subsíndico, as suas funções serão exercidas pelo Presidente do Conselho Consultivo sob a inteira responsabilidade deste. a) representar o Condomínio em juízo ou fora dele, ativa e passivamente, em tudo o que se referir a assuntos do interesse condominial, podendo, para tal fim, constituir advogados legalmente habilitados, outorgando-lhes poderes ad judicia e outros que se fizerem necessários, e, bem assim, nomear prepostos para representar o Condomínio perante o Poder Judiciário; b) admitir ou 27 28

15 demitir empregados, fixar as respectivas funções, tarefas, responsabilidades e remunerações, assim como contratar prestadores de serviços, pessoas físicas e/ou jurídicas, de acordo com a estrutura e o orçamento aprovados pela assembléia geral; c) cumprir e fazer cumprir a lei, a convenção de Condomínio, o regimento interno, outros eventuais regulamentos internos e as deliberações das assembléias gerais; d) autorizar reparos urgentes ou adquirir o que seja necessário à segurança ou à conservação do Condomínio, até o limite mensal correspondente a 50 (cinqüenta) vezes o saláriomínimo vigente, ou com prévia aprovação do conselho consultivo se exceder esta importância e não constar do orçamento anual aprovado; e) executar fielmente as disposições orçamentárias aprovadas pela assembléia geral; f) convocar a assembléia geral ordinária, na época própria, e as extraordinárias, quando julgar conveniente ou lhe for requerido, fundamentadamente, por grupo de, no mínimo, um quarto dos votos do Condomínio; g) prestar, a qualquer tempo, informações sobre os atos de sua administração; h) oferecer proposta de orçamento para o exercício seguinte; i) manter escrituração contábil adequada; j) cobrar, inclusive em Juízo, as quotas que couberem aos condôminos no rateio das despesas ordinárias ou extraordinárias do Condomínio, bem como as penalidades impostas por infração de disposições desta convenção, do regimento interno ou de outras ordens ou regulamentos do Condomínio; k) comunicar prontamente ao conselho consultivo o recebimento de qualquer citação, intimação ou notificação, judicial ou extrajudicial, da qual possa decorrer responsabilidade para o Condomínio; l) procurar, por meios suasórios, dirimir divergências entre os condôminos; m) entregar ao seu sucessor todos os livros, documentos e pertences do Condomínio em seu poder; n) apresentar para exame, pelo menos bimestralmente, ao conselho consultivo, as contas do período decorrido desde o exame anterior; o) enviar mensalmente aos condôminos o demonstrativo das receitas e das despesas do mês anterior; p) contratar os seguros obrigatórios por lei e os demais que forem aprovados pela assembléia geral, ouvido o conselho consultivo (item 8.3, a ); q) resolver os casos omissos ; r) remeter aos condôminos, até 5 (cinco) dias antes da data marcada para a realização da assembléia geral ordinária: I) o relatório da sua administração e os principais fatos administrativos do período de seu mandato; II) cópia das demonstrações financeiras; III) proposta de orçamento relativo ao exercício que se inicia O Síndico fica também obrigado, no mínimo semestralmente, a revisar e refazer o rejuntamento dos pisos cerâmicos, de pedra ou de granito, bem como, das paredes com azulejos, especialmente nos pontos de encontro entre as paredes e os pisos. Para limpeza das áreas aqui mencionadas, deverão ser utilizados somente água e sabão neutro, não devendo ser utilizados, detergentes agressivos, ácidos ou soda cáustica. A não observância de tais recomendações poderá causar infiltrações, vazamentos e danos nas impermeabilizações As áreas frias da Edificação (construção), tais como, banheiros, terraços e térreo, deverão ser lavadas apenas com água e sabão neutro, utilizando-se apenas para tanto, pano úmido e nunca baldes ou mangueiras, evitando-se o aparecimento de infiltrações e vazamentos. Não devem ser utilizados aparelhos dos tipos WAP ou 'VAPPORETO, os quais podem estragar os rejuntes Para o bom funcionamento, conservação das casas, segurança e comodidade dos moradores, será contratado pelo CONDOMÍNIO, um auxiliar de serviços gerais para efetuar os reparos nas instalações hidráulicas e elétricas, serviços de pedreiro, pintura, marcenaria e outros necessários O síndico deverá convocar, anualmente, reunião da assembléia dos condôminos, a fim de aprovar orçamento das despesas, as contribuições dos condôminos e a prestação de contas, e eventualmente eleger-lhe o substituto e alterar o regimento interno Se o síndico não convocar assembléia, um quarto dos condôminos poderá fazê-lo O SÍNDICO fica obrigado a contratar empresas especializadas em manutenções para todos os equipamentos das áreas comuns, tais como interfone, luz de emergência e etc., visando tal manutenção mensal manter o bom funcionamento dos mesmos, devendo, ainda, quando necessário, substituir os vedantes das torneiras e misturadores

16 Se a assembléia não se reunir, o juiz decidirá, a requerimento de qualquer condômino O condômino que se sentir prejudicado por qualquer ato do Síndico, terá recurso, sem efeito suspensivo, destinado ao exame do ato impugnado, o que será feito na Assembléia Geral dos Condôminos imediatamente subseqüente. CAPÍTULO XII - DO CONSELHO CONSULTIVO k) Emitir pareceres sobre as propostas orçamentárias de aquisição de produtos e serviços ao Condomínio; l) Abrir e encerrar o Livro caixa e rubricar suas folhas Caso seja aprovado pelos condôminos a contratação de um Síndico pessoa jurídica, o contrato deverá ser assinado pelo Presidente do Conselho e mais um Conselheiro, ou, ainda, na falta do Presidente, pelos três membros efetivos O Conselho Consultivo será constituído por 03 (três) conselheiros e 03 (três) suplentes, com mandatos iguais ao do Síndico, sendo eleitos juntamente, pela mesma forma, e com igual prazo de mandato do Síndico e do Subsíndico, com a seguinte competência: a) assessorar o Síndico e fiscalizar as suas ações na solução dos problemas que digam respeito ao Condomínio; b) tendo em vista que o CONDOMÍNIO não contará com Conselho Fiscal, examinar, ao menos trimestralmente, as contas do Condomínio; até que, se for caso, resolvam os condôminos instituir o referido conselho, pois sua instituição não é obrigatória; c) pelo mesmo motivo consignado no item anterior, emitir pareceres sobre a previsão orçamentária elaborada pelo Síndico, sendo que, cada parecer deverá ser prestado com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, em relação à data da Assembléia Geral à qual será submetida; d) examinar as contas e relatórios do síndico e os comprovantes do Condomínio; e) fiscalizar a gestão do Síndico, comunicando aos condôminos, por carta registrada ou protolocada, as irregularidades que acaso ocorram; f) emitir parecer sobre as contas do síndico, bem como sobre a proposta do orçamento anual; g) emitir parecer em matéria relativa às despesas extraordinárias, inclusive aquelas previstas na letra "e" do item 19.2.; h) quando solicitado pelo síndico, dar parecer em contratos que tragam responsabilidades ou ônus para o Condomínio; i) Zelar e fazer cumprir os dispositivos desta Convenção e do Regimento Interno, levando ao conhecimento do Síndico, por escrito, as irregularidades observadas; j) Propor ao Síndico a aplicação de penalidades aos empregados faltosos e aos moradores que transgredirem a Convenção, os Regimentos Internos e a Lei; Se algum membro efetivo do conselho consultivo alienar sua unidade, o adquirente não o substituirá no conselho, sendo chamado para ocupar o lugar vago um dos suplentes O conselho consultivo reunir-se-á, pelo menos, uma vez a cada dois meses, em dia e hora designados de comum acordo entre os seus membros, e, extraordinariamente, sempre que necessário, por convocação fundamentada de seu presidente, dos outros dois membros efetivos, do próprio síndico ou, ainda, da administradora do Condomínio As deliberações do conselho consultivo serão tomadas por maioria simples dos votos presentes, cabendo ao presidente o voto de desempate Na hipótese de ausência do presidente a qualquer reunião do conselho consultivo, substituilo-á o conselheiro designado pelos demais As reuniões do conselho consultivo serão lavradas atas em livro próprio, assinadas pelos conselheiros presentes, cujas cópias serão encaminhadas, dentro de 08 (oito) dias de sua realização, ao síndico e à administradora do Condomínio Se qualquer conselheiro efetivo faltar a 3 (três) reuniões por ano de exercício, seu mandato estará automaticamente cancelado, assumindo-o, também automaticamente, o suplente

17 CAPÍTULO XIII - DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS DO CONDOMÍNIO Todos os assuntos de interesse do CONDOMÍNIO, suas dependências e instalações, serão resolvidos pelas Assembléias Gerais dos Condôminos, que poderão ser Ordinárias ou Extraordinárias, as quais desde convocadas e instaladas de acordo com a lei e esta Convenção, obrigarão todos os condôminos em relação ao que nelas for deliberado, a partir do dia imediatamente subseqüente às suas realizações As Assembléias Gerais Ordinárias serão realizadas anualmente, entre os meses de janeiro e março, mediante convocação do Síndico, e será presidida por um presidente, eleito no início dos trabalhos, competindo-lhes deliberar sobre: a) a eleição, a cada dois anos, do Síndico, do Sub-Síndico e dos membros do Conselho Consultivo, efetivos e suplentes; b) aprovar ou rejeitar as contas prestadas pelo Síndico relativas ao exercício imediatamente anterior; c) discutir, votar e aprovar a previsão orçamentária relativa ao exercício em curso na data da Assembléia, fixando o valor e a forma de pagamento das contribuições destinadas ao atendimento das despesas condominiais; d) quaisquer outros assuntos de interesse do Condomínio, além das matérias inscritas na ordem do dia. que apresentarem, devidamente fundamentado, com indicação das matérias a serem tratadas; d) pelo condômino a quem o síndico houver imposto penalidade, a fim de que a assembléia geral aprecie o recurso específico A convocação da assembléia geral far-se-á mediante carta circular registrada ou entregue sob protocolo, para os respectivos endereços das unidades imobiliárias do condomínio, salvo se os condôminos, em tempo oportuno tenham comunicado outro endereço para envio, e será obrigatoriamente dirigida a todos os condôminos, contendo, além do local, data e hora da assembléia, a ordem do dia e, no caso de alteração desta convenção, a indicação da matéria Entre o dia da expedição da carta de convocação e o da realização da assembléia geral mediará o prazo de 08 (oito) dias, no mínimo, ressalvadas as exceções previstas na lei e nesta Convenção Havendo urgência, as convocações para a Assembléia Extraordinárias poderão ser realizadas em prazo inferior ao acima previsto As decisões tomadas em Assembléia Geral Ordinária somente poderão ser modificadas em Assembléia Geral Extraordinária, pelo voto mínimo metade mais uma do total das frações ideais do Condomínio Compete às Assembléias Gerais Extraordinárias: a) deliberar sobre matéria de interesse geral do edifício ou dos condôminos; b) decidir eventuais recursos interpostos por condôminos em relação a atos do Síndico ou penalidades a eles impostas; c) demais matérias constantes da ordem do dia; d)examinar os assuntos que lhe sejam propostos por qualquer condômino As assembléias serão realizadas sempre que houver necessidade de deliberação, no interesse do CONDOMÍNIO, e serão convocadas: a) pelo síndico; b) pelo conselho consultivo; c) por condôminos que representem 25% (vinte e cinco por cento), no mínimo, da totalidade dos votos do Condomínio, quando o síndico não atender, no prazo de 15 (quinze) dias, o pedido de convocação A assembléia geral instalar-se-á, em primeira convocação, com a presença de condôminos que representem, no mínimo, 50% (cinqüenta por cento) dos que tenham direito a voto; em segunda convocação, instalar-se-á com qualquer quorum, nos termos do art do Código Civil Na carta de convocação fixar-se-á o momento em que será realizada a assembléia geral em 1ª e 2ª convocações, devendo mediar, entre ambas, um período de pelo menos 30 (trinta) minutos O síndico, pelo meio e do modo que julgar adequados, deverá facilitar aos condôminos o conhecimento da convocação, sem que a estes, contudo, sob qualquer pretexto, assista o direito ou 33 34

18 a possibilidade de questionar a legitimidade ou eficácia da convocação com base nesta recomendação Salvo motivo de força maior, a assembléia geral realizar-se-á no próprio condomínio. Quando a assembléia houver de efetuar-se em outro local, o aviso convocatório indicará, com clareza, o lugar da reunião, que, em nenhum caso, poderá realizar-se fora dos Bairros de Campo Grande ou Guaratiba Independentemente das formalidades previstas neste capítulo, será considerada regular a assembléia geral a que comparecerem todos os condôminos As decisões das Assembléias serão registradas em atas, no livro próprio, lavradas pelo secretário, que for designado pelo Presidente para a respectiva reunião, delas remetendo o Síndico, nos oitos dias subseqüentes, cópia da respectiva ata a todos os co-proprietários As despesas com as assembléias gerais serão lançadas e inscritas a débito do Condomínio, mas as relativas às assembléias convocadas para apreciação de recursos de condôminos serão pagas pelos recorrentes cujos recursos forem desprovidos Os condôminos presentes à assembléia geral, mesmo que representados por procuradores, deverão, se exigido, comprovar, mediante documentação hábil, sua qualidade de condômino bem como a regularidade de sua representação, sendo que são equiparados aos proprietários, os promitentes compradores e os cessionários de direito relativos às unidades autônomas, na forma do parágrafo 2º, do art do Código Civil O condômino pode ser representado na assembléia por procurador regularmente constituído, não podendo ser investidos nesta qualidade o síndico, o subsíndico nem qualquer membro do conselho consultivo, sendo certo que: a) quando outorgada a procuração por instrumento particular, sua validade perante a assembléia ficará subordinada ao prévio reconhecimento da firma do mandante por notário público; b) numa mesma assembléia, após a de instalação do Condomínio, nenhum procurador poderá representar mais de 03 (três) condôminos, sendo vedados substabelecimentos Se uma unidade autônoma pertencer a mais de uma pessoa, seus co-proprietários elegerão, entre si, aquele que os representará nas assembléias gerais, credenciando-o por escrito; não sendo apresentado esse credenciamento escrito ao presidente, computar-se-á como integral o voto do coproprietário que primeiro se manifestar Observadas as ressalvas inseridas na presente Convenção de Condomínio, só poderão votar e ser votados nas assembléias gerais os condôminos que estiverem quites com o Condomínio, conforme o inciso III, do artigo 1.335, do Código Civil, sendo, todavia, facultado ao condômino sem direito a voto comparecer à assembléia e discutir a matéria submetida à deliberação. O direito de voto será reconhecido ao condômino que quitar as suas obrigações até o momento da instalação da assembléia geral Ressalvados os casos previstos nessa convenção ou na Lei, a cada unidade corresponderá um voto, sendo que os condôminos em atraso no pagamento das quotas que lhes couberem nas despesas de Condomínio ou das multas que lhe tenham sido impostas não poderão tomar parte nas deliberações e se, não obstante a proibição deste item votarem nas Assembléias, os seus votos serão nulos Salvo se a lei vier a dispor diferentemente, nas decisões da assembléia geral que não envolvam despesas extraordinárias do Condomínio, questões inerentes ao direito de propriedade, critério de rateio, e alteração da convenção de condomínio, o locatário poderá exercer o direito de voto sem necessidade de procuração do locador, caso este, por si ou seu procurador, à mesma não tenha comparecido Será dispensado do instrumento de procuração o descendente maior ou menor emancipado ou ainda o ascendente do condômino proprietário, desde que residente no Condomínio O cônjuge também será dispensado se o regime do casamento for a comunhão total de bens, ou se, no caso da comunhão parcial de bens, o imóvel tiver sido adquirido após a celebração do casamento, devendo a pessoa que for comparecer a assembléia levar a devida comprovação

19 Se a unidade estiver em inventário, a representação será realizada pelo inventariante que tiver sido regularmente nomeado, nos termos da Lei. Não havendo inventariante, deverá ser designado um, dentre os herdeiros, mediante procuração dos demais, para representar a unidade perante o condomínio, sob pena de suspensão temporária do exercício do exercício dos direitos e vantagens assegurados pela presente convenção Antes de iniciar-se a assembléia geral, os condôminos, ou seus mandatários, ou, ainda, na hipótese do item acima, os locatários, assinarão a lista de presenças, indicando seus nomes e as respectivas unidades de que forem titulares ou de cujos titulares forem procuradores ou locatários Os trabalhos da assembléia geral serão dirigidos por mesa presidida por pessoa que a maioria dos presentes houver por bem indicar, podendo ser condômino ou não, cabendo ao presidente indicar seu secretário, escolhido dentre os presentes Ressalvadas as exceções previstas nesta Convenção e, em caso de sua omissão, na legislação vigente, as deliberações da assembléia geral serão tomadas por maioria de votos presentes, não se computando os votos em branco para o cálculo dessa maioria No caso de empate, caberá ao presidente da assembléia geral, desde que condômino, o voto de desempate, senão caberá ao Presidente do Conselho eleito Anualmente deverá ser convocada uma assembléia geral ordinária, a realizar-se na primeira quinzena de março, para: I) deliberar sobre as contas do síndico, examinar, discutir e votar as demonstrações financeiras por ele apresentadas; II) deliberar sobre a destinação do saldo do exercício ou sobre o rateio de eventual déficit; III) discutir e votar o orçamento das despesas para o exercício em início, fixando, se entender oportuno, outros fundos especiais, diferentes do de reserva, previsto no capítulo IX desta convenção; IV) aprovar as condições de contratação do seguro de incêndio; V) tratar de assunto de interesse geral que conste da convocação A cada 02 (dois) anos, a assembléia geral ordinária elegerá o síndico, o subsíndico, os membros do conselho consultivo e o presidente deste O síndico deverá remeter aos condôminos, até 5 (cinco) dias antes da data marcada para a realização da assembléia geral ordinária: I) o relatório da sua administração e os principais fatos administrativos do período de seu mandato; II) cópia das demonstrações financeiras; III) proposta de orçamento relativo ao exercício que se inicia Instalada a assembléia geral ordinária, proceder-se-á, se requerida por qualquer condômino, à leitura dos documentos referidos no item anterior e do parecer do conselho consultivo, os quais serão submetidos pela mesa a discussão e votação Dos trabalhos e deliberações da assembléia geral será lavrada ata, assinada pelos membros da mesa e pelos condôminos e mandatários presentes que o desejarem Dentro dos 08 (oito) dias que se seguirem à data da realização da assembléia geral, o síndico enviará, a cada condômino, mediante protocolo ou carta registrada, cópia da respectiva ata A assembléia geral é ordinária quando tem por objetivo as matérias previstas no item 13.34, infra, e extraordinária nos demais casos As assembléias gerais ordinária e extraordinária poderão ser cumulativamente convocadas e realizadas nos mesmos local, data e hora, e instrumentadas em ata única O síndico, ou pelo menos um dos membros do conselho consultivo, deverá estar presente à assembléia geral ordinária para atender aos pedidos de esclarecimentos eventualmente formulados por condôminos, não constituindo, entretanto, a ausência de qualquer deles razão impeditiva para a realização da assembléia geral É vedado ao síndico votar nas deliberações que tenham por objeto os assuntos de seu interesse, tais como, exemplificativamente, a aprovação de suas contas Se a assembléia geral ordinária tiver a necessidade de outros esclarecimentos, poderá adiar a deliberação e ordenar diligências; também será adiada a deliberação, salvo dispensa dos 37 38

20 condôminos presentes, na hipótese de não comparecimento do síndico ou de membro do conselho consultivo A aprovação, sem reserva, das demonstrações financeiras e das contas exonerará de responsabilidade o síndico, salvo se essa aprovação resultar de erro, dolo, simulação, fraude, coação ou qualquer outro vício capaz de anular tal manifestação de vontade As deliberações das assembléias gerais e/ou Extraordinárias serão obrigatórias a todos os condôminos, independentemente de seu comparecimento ou de seu voto, competindo ao síndico executá-las e fazê-las cumprir. TÍTULO IV - DO REGIMENTO INTERNO A assembléia geral extraordinária é competente para deliberar e decidir sobre todas as matérias de interesse do Condomínio. Entre elas se inscreve a decisão, em grau de recurso, dos assuntos que tenham sido deliberados pelo síndico e a ela levados a pedido do interessado ou dos interessados O seguinte "quorum" qualificado é necessário para aprovação das matérias abaixo enumeradas: I) 2/3 (dois terços) dos votos dos condôminos que se achem quites com o Condomínio para deliberações que tenham por objeto a realização, nas partes comuns, de benfeitorias voluptuárias ou úteis, em acréscimo às já existentes; II) unanimidade dos votos, inclusive os dos condôminos não quites com o Condomínio, para as deliberações que tenham por objeto introduzir modificações na estrutura ou nas fachadas das unidades ou no aspecto geral do Condomínio, bem como na destinação do mesmo ou de quaisquer de suas unidades autônomas Será, ainda, exigido "quorum" qualificado nas hipóteses previstas nos artigos do Código Civil Brasileiro, e 17, e seu parágrafo 2º, da Lei Federal nº 4.591/64, também referidas no Capítulo 11 desta Convenção, e nos demais casos em que a lei o imponha A assembléia, para tal fim especialmente convocada, poderá, pelo voto da maioria absoluta de seus membros, destituir o síndico que praticar irregularidades, não prestar contas ou não administrar convenientemente o Condomínio. Também poderão, pela maioria dos votos, ser destituídos o subsíndico ou os membros do conselho consultivo, nos casos de descumprimento de seus deveres Nas assembléias, a aferição do quorum e a apuração dos resultados das votações far-se-ão proporcionalmente às frações ideais dos condôminos presentes e votantes. CAPÍTULO XIV - DO REGULAMENTO INTERNO PARA O USO DAS PARTES COMUNS O presente Regulamento Interno tem por finalidade disciplinar a conduta e comportamento de todos que residem ou ocupem o Condomínio, nos termos da legislação em vigor, ficando cada condômino, por si e seus familiares dependentes, sucessores ou autorizados, obrigados a cumprir, fazer respeitar e fiscalizar as observâncias seguintes: a) não usar as coisas comuns para fins diversos daqueles a que se destinam; b) conservar os jardins e as áreas comuns, e zelar por seu aprimoramento; c) não obstruir as passagens ou vias de acesso (ruas internas do condomínio), entradas, áreas comuns, praças, ainda que em caráter provisório, ou utilizar alguma dessas dependências para qualquer fim que não o de trânsito; d) não mudar a forma externa das portas ou paredes de sua unidade, nem a distribuição interna dos compartimentos de sua unidade autônoma, e nem construir novas dependências de uso particular que afetem ou prejudiquem a solidez da unidade autônoma e as disposições legais pertinentes às construções, salvo se autorizado por Assembléia Geral e, ainda pelas autoridades públicas competentes; e) não decorar as paredes e esquadrias externas das unidades autônomas com tonalidades ou cores diversas das empregadas no prédio; f) não alugar ou alienar sua propriedade exclusiva sem dar ciência ao locatário ou adquirente das restrições e proibições constantes desta convenção e fazê-las constar do respectivo instrumento ou ato; g) não lançar mão de qualquer processo susceptível de ameaçar a segurança das unidades autônomas ou de comprometer-lhe a higiene e limpeza; h) não exibir cartazes, inscrições, anúncios ou quaisquer letreiros de publicidade nas janelas, 39 40

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