Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre"

Transcrição

1 Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre desenvolvendo talentos em Telecomunicações e Redes de Computadores Coordenador: MSc. Leandro J. Cassol

2 Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre Educação Brasileira Fonte

3 Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre Educação Brasileira Tecnólogo Formação rápida (2 3,5a) Formação direcionada para aplicação, desenvolvimento e difusão de tecnologias. Possui competências de gestão de processos de produção de bens e serviços e capacidade empreendedora Está em sintonia com o mundo do trabalho. Fonte

4 Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre O SENAI-RS, com mais de 70 anos de experiência na educação profissional, mobiliza sua experiência para implantar sua primeira unidade de Ensino Superior: a Faculdade SENAI de Tecnologia, credenciada pela Portaria de 03/11/2006, publicada no D.O.U. de 06/11/2006. A Faculdade foi recredenciada com conceito 4 em fevereiro de Diretora: Dra Adriana Rivoire Menelli de Oliveira

5 Desafio dos Meios de Comunicações O acesso a meios adequados de Informação e Comunicação é crucial para redução da pobreza e da desigualdade econômica; sustentar a competitividade global das economias; ampliar o acesso e a qualidade nos serviços públicos, como saúde e educação; e permitir novas formas de acesso à renda e geração de empregos e oportunidades para a população.

6 TUDO VAI ESTAR CONECTADO NA REDE! A internet das coisas!

7 Infraestrutura muito especializada Equipamentos Máquinas Ferramentas Conhecimento sobre tecnologias passadas, atuais e futuras

8 Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre Metodologia SENAI-DN 1ª Fase Comitê Técnico Setorial 2ª Fase Perfil Profissional 3ª Fase Desenho Curricular

9 Ato de Autorização do Curso Portaria MEC nº 173, de 22/11/2006 (DOU de 24/11/2006) Ato de Reconhecimento do Curso Conceito 4 - Portaria MEC nº 446, de 01/11/2011 (DOU de 03/11/2011) Ato de Renovação de Reconhecimento do Curso Conceito 4 11/2013 (Aguardando Publicação no DOU) O tecnólogo em Sistemas de Telecomunicações atua desde a fonte de informação até o destino, passando pelo processamento no transmissor e receptor à transmissão. Assim, este profissional atua planejando, implantando e operando sistemas de telecomunicações. Processamento da informação, elementos constituintes das redes de telecomunicações e eletrônica, são fundamentais para o desempenho deste profissional, cujo campo de atuação inclui indústrias, empresas do setor de telefonia fixa e móvel, telemática, televisão aberta e por assinatura, internet, radiodifusão, radiotransmissão, dentre outros. Carga horária mínima horas 10 Turmas Formadas!

10 O que são Sistemas de Telecomunicações? Δ Telecomunicação é a emissão, transmissão e recepção, por fio, radioeletricidade, meios ópticos ou qualquer outro processo eletromagnético, de símbolos, caracteres, sinais, imagens, sons ou informações de qualquer natureza. Um sistema de telecomunicação é uma infraestrutura formada por equipamentos interconectados que realizam a transmissão das informações e permitem a comunicação entre fonte emissora e um destino receptor. Δ Os sistemas de telecomunicações estão revolucionamento o mundo. Aplicativos como , Facebook, Instagram, Skype, Smart TV, Smart fone, Twitter, Google, jogos eletrônicos em rede, Youtube e outros tantos aplicativos que estão na Internet, só existem porque os sistemas de telecomunicações fornecem a infraestrutura necessária para seu funcionamento.

11 Tecnólogo em Sistemas de Telecomunicações Atua nas redes de telefonia fixa e móvel, da gerência à operação, estuda a viabilidade de sistemas e acompanha o cabeamento e a conexão de dispositivos para comunicação de dados a distância. Analisa projetos de telecomunicações identificando as necessidades do cliente com vistas ao suporte, venda e implementação de soluções integradas para empresas, desenhando novas opções de equipamentos e tecnologias e identificando o melhor produto para atender as necessidades colocadas. Coordenar profissionais envolvidos em projetos, controle de qualidade, elaboração de relatórios de desempenho e cumprimento de tarefas, previsão e cobrança de prazos.

12 Tecnólogo em Sistemas de Telecomunicações No planejamento, implantação, manutenção e gerenciamento dos diferentes sistemas, como a comunicação de dados nas redes LAN, WAN, Internet e Intranet, serviços de telefonia fixa e móvel, TV a cabo, TV digital, serviços telemáticos e outros. Desenvolve, implanta, administra e gerencia sistemas de transmissão e recepção de sinais por meio de satélites, cabos metálicos, fibras ópticas e micro-ondas. Aprimora o padrão de qualidade, confiabilidade e segurança das informações transmitidas e recebidas.

13 Onde poderei trabalhar? Indústrias de qualquer setor. Instituições financeiras. Empresas do comércio e serviços. Empresas públicas. Empresas do setor de telefonia fixa e móvel, telemática, televisão aberta e por assinatura, Internet, radiodifusão e radiotransmissão.

14 FLUXOGRAMA Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações

15 FLUXOGRAMA Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Telecomunicações

16 PREPARA PARA ENTRAR NO MERCADO DE TRABALHO E PROGREDIR NA CARREIRA. Programa mundial Padronização: Conteúdos Equipamentos Instrutores Certificados https://learningnetwork.cisco.com/community/certifications

17 Ato de Autorização do Curso Portaria MEC nº Portaria MEC de maio de O tecnólogo em Redes de Computadores é o profissional que elabora, implanta, gerencia e mantém projetos lógicos e físicos de redes de computadores locais e de longa distância. Conectividade entre sistemas heterogêneos, diagnóstico e solução de problemas relacionados à comunicação de dados, segurança de redes, avaliação de desempenho, configuração de serviços de rede e de sistema de comunicação de dados são áreas de desempenho deste profissional. Conhecimentos de instalações elétricas, teste físico e lógico de redes, normas de instalações e utilização de instrumentos de medição e segurança são requisitos à atuação deste profissional. Carga horária mínima horas

18 O que são Redes de Computadores? Δ Uma rede de computadores é uma interconexão de um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações do tipo dados, voz e imagem, e compartilhar recursos físicos e lógicos. A Internet é um amplo sistema de comunicação que conecta muitas redes de computadores. Δ O compartilhamento de informações e de recursos em uma rede de computadores ocorre por meio de variados equipamentos, denominados de ativos de redes, que se comunicam mediante meios de acesso, protocolos e requisitos de segurança e qualidade. Os meios de comunicação podem ser cabos metálicos ou ópticos, satélites ou comunicação sem fios (wireless). Δ O objetivo das redes de computadores é permitir a troca de dados entre computadores e compartilhar recursos de hardware e software.

19 Tecnólogo em Redes de Computadores Elabora projetos lógicos e físicos de redes locais e de longa distância, avaliando os requisitos de implantação da rede e dispositivos de comunicação disponíveis, definindo os serviços de transporte de dados de longa distância, as soluções de conectividade, as topologias, as arquiteturas e os protocolos de comunicação de dados. Implementa soluções de conectividade e comunicação de dados locais e de longa distância, estabelecendo estratégias de implementação e modificação com base em bibliotecas de gestão de infraestrutura, instalando e configurando a conectividade física, os softwares e os dispositivos da rede.

20 Tecnólogo em Redes de Computadores Gerencia redes de computadores definindo as ferramentas de monitoramento da rede, detectando e solucionando os problemas de funcionalidade da rede, gerindo indicadores de disponibilidade, usabilidade e tráfego da rede. Administra redes de computadores definindo políticas de acesso, controle de usuários e políticas de segurança de informação. Coordena, orienta e integra equipes de trabalho, supervisionando a execução das atividades, desenvolvendo planos de treinamento e avaliando o desempenho individual e coletivo da equipe.

21 Tecnólogo em Redes de Computadores Concebe a solução otimizada, definindo custos, tecnologia, equipamentos e instrumentos a serem utilizados. Certifica os sistemas de comunicações de dados, verificando e aceitando a execução, validando e emitindo a documentação definitiva; emitindo laudo de pendência, definindo e mensurando parâmetros de desempenho dos sistemas, emitindo laudo de pendência e elaborando manual de operação dos sistemas. Participa do desenvolvimento de pesquisas da área técnica da empresa com a finalidade de analisar melhorias nos sistemas e serviços.

22 Onde poderei trabalhar? Indústrias de qualquer setor. Instituições financeiras. Empresas do comércio e serviços. Empresas públicas. Empresas do setor de telefonia fixa e móvel, telemática, televisão aberta e por assinatura, Internet, radiodifusão e radiotransmissão.

23 FLUXOGRAMA Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores

24 FLUXOGRAMA Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores

25 Conselho de Curso Conselho de Curso: Colegiado de natureza normativa, consultiva e deliberativa, responsável pela coordenação didático-pedagógica do curso, composto por: Coordenador de curso: Três representantes do corpo docente: Dois representantes do corpo discente:

26 Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre NDE - Núcleo Docente Estruturante - Telecom Dr. Antonio Carlos de Oliveira Pedra MSc. Elmário Gomes Dutra Junior MSc. Leandro J. Cassol MSc. Luis Carlos Meires Caruso MSc. Sandro Binsfeld Ferreira Conjunto de professores, de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral e parcial que respondem mais diretamente pela criação, implantação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso NDE - Núcleo Docente Estruturante - Redes Dr. André Felipe da Silva Guedes MSc. Leandro J. Cassol MSc. Vandersilvio da Silva MSc. Ricardo Becker MSc. Taciano Ares Rodolfo

27 Comissão Própria de Avaliação - CPA Tem por objetivo implementar, sistematizar e consolidar o processo de autoavaliação institucional de acordo com as normas previstas no Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior. Composta por representantes da comunidade acadêmica e da sociedade civil organizada.

28 Atendimento ao Discente O Núcleo de Apoio Psicopedagógico atende alunos com dificuldades de relacionamento interpessoal, comportamento acadêmico inadequado, ansiedade excessiva em momentos de avaliação e apresentação de trabalhos, desmotivação e dificuldades na definição de objetivos pessoais e profissionais. Também promove ações para a inclusão de acadêmicos portadores de deficiências e faz o encaminhamento para concessão de bolsa de estudos, avaliando a realidade sócioeconômica para definição de prioridades. Sala Marília

29 Atendimento ao Discente Nivelamento de Matemática Nivelamento de Português Reforço de Matemática Inglês: Curso é desenvolvido em 3 módulos, totalizando 180 horas. Monitoria Bolsas Sala de Estudos - Computadores com softwares básicos e acesso a Internet. CRI Central de Recursos Instrucionais. Rede Wireless No restaurante/lancheria e 1º andar.

30 Frequência das Aulas A frequência mínima exigida é de 75% (setenta e cinco por cento) do total da carga horária da Unidade Curricular em que o aluno estiver matriculado (Artigo 47, parágrafo 3º da LDB), salvo os casos amparados por legislação vigente. Regulamento nº 01/2009: Condições para o acadêmico realizar avaliação em data posterior. Regulamento nº 02/2009: Realização de exercícios domiciliares. Regulamento nº 03/2009: Abono de faltas.

31 Diferencias dos cursos oferecido pelo SENAI Currículo atualizado e concebido por meio de comitê de empresas e entidades de classe que atuam nas áreas dos cursos. Formação por competências. Professores Mestres e Doutores com formação e experiência profissional na área. Aulas práticas em laboratórios especializados com equipamentos profissionais. A capacitação para o exame de certificação CISCO-CCNA, umas mais requeridas certificações profissionais do mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação, integra o currículo do curso e oportuniza a inserção e valorização do aluno no mercado de trabalho.

32 Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre Calendário Acadêmico e Calendário de Matrícula. CREA? Concurso Público? Emprego Anúncio de jornal? Guia Acadêmico, Regimento, Regulamentos, PDI, PPI Estão no SITE

33 Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre

34 Faculdade SENAI de Tecnologia Porto Alegre Dúvidas?

35

GUIA ACADÊMICO 1º SEMESTRE DE

GUIA ACADÊMICO 1º SEMESTRE DE 1º SEMESTRE DE 2014 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 NOSSA LOCALIZAÇÃO... 5 3 NOSSA HISTÓRIA... 6 4 DOCUMENTOS LEGAIS E NORMATIVOS... 7 5 CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA... 8 5.1 Curso Superior de Tecnologia

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são:

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são: 1) Formas de participação do Corpo Discente: O Colegiado do Curso é um órgão consultivo, deliberativo e normativo, onde é possível a participação do corpo discente nas decisões que competem a exposição

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TELECOMUNICAÇÕES As telecomunicações referem -se à transmissão eletrônica de sinais para as comunicações, incluindo meios como telefone, rádio e televisão. As telecomunicações

Leia mais

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL

DIMENSÃO 1 A MISSÃO E O PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Faculdade Educacional da Lapa 1 FAEL RESULTADOS - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012 O referido informativo apresenta uma súmula dos resultados da autoavaliação institucional, realizada no ano de 2012, seguindo

Leia mais

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC

Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação. Comissão de Curso e NDE do BCC Projeto Pedagógico do Bacharelado em Ciência da Computação Comissão de Curso e NDE do BCC Fevereiro de 2015 Situação Legal do Curso Criação: Resolução CONSU no. 43, de 04/07/2007. Autorização: Portaria

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM REDES DE COMPUTADORES. RECONHECIDO conforme PORTARIA n 64, de 04 de Fevereiro de 2011.

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM REDES DE COMPUTADORES. RECONHECIDO conforme PORTARIA n 64, de 04 de Fevereiro de 2011. CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM REDES DE COMPUTADORES RECONHECIDO conforme PORTARIA n 64, de 04 de Fevereiro de 2011. Título: Tecnólogo em Redes de Computadores Turno: Noturno Carga horária total: 2.000

Leia mais

PLANO DE ENSINO CARGA HORÁRIA TOTAL: 72 TEORIA: 50 PRÁTICA: 22

PLANO DE ENSINO CARGA HORÁRIA TOTAL: 72 TEORIA: 50 PRÁTICA: 22 DEPARTAMENTO: Sistemas de Informação PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: Redes de Computadores I PROFESSOR: SERGIO ROBERTO VILLARREAL SIGLA: RED I E-MAIL: sergio.villarreal@udesc.br CARGA HORÁRIA TOTAL: 72 TEORIA:

Leia mais

II- profissional tecnicamente capacitado, com conhecimentos cientificamente

II- profissional tecnicamente capacitado, com conhecimentos cientificamente MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 240, DE 2 DE JUNHO DE 2014 O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 2014 Etec Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos EE: Professor Arlindo Bittencourt Eixo Tecnológico: Informação

Leia mais

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC 1. Diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação Coordenar

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: Redes de Computadores MISSÃO DO CURSO Com a modernização tecnológica e com o surgimento destes novos serviços e produtos, fica clara a necessidade de profissionais

Leia mais

PROCESSO N.º 1771/2007 PROTOCOLO N.º 9.442.771-1 PARECER N.º 762/07 APROVADO EM 05/12/07

PROCESSO N.º 1771/2007 PROTOCOLO N.º 9.442.771-1 PARECER N.º 762/07 APROVADO EM 05/12/07 PROTOCOLO N.º 9.442.771-1 PARECER N.º 762/07 APROVADO EM 05/12/07 CÂMARA DE PLANEJAMENTO INTERESSADO: COLÉGIO SÃO JOSÉ EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL MUNICÍPIO: CURITIBA ASSUNTO:

Leia mais

REDES. A Evolução do Cabeamento

REDES. A Evolução do Cabeamento REDES A Evolução do Cabeamento Até o final dos anos 80, todos os sistemas de cabeamento serviam apenas a uma aplicação, isto é, eram sistemas dedicados. Estes sistemas eram sempre associados à um grande

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores Marco Antonio Montebello Júnior marco.antonio@aes.edu.br Rede É um conjunto de computadores chamados de estações de trabalho que compartilham recursos de hardware (HD,

Leia mais

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO Por Leonardo Mussi da Silva Evolução do sistema telefônico como tudo começou 1875 Alexander Graham Bell e Thomas Watson, em projeto dedicado a telegrafia, se depararam com

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 03 Telecomunicações Sistemas de Telecomunicações 1 Sistemas de Telecomunicações Consiste de Hardware e Software transmitindo informação (texto,

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior e Profissional

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior e Profissional INTERESSADO: Instituto de Educação Profissional SOS Computadores EMENTA: Recredencia o Instituto de Educação Profissional SOS Computadores como instituição de Ensino Profissional de Nível Técnico, altera

Leia mais

1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES

1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES 1. AULA 1 - INTRODUÇÃO À REDES DE COMPUTADORES Objetivos da Aula Aprender os conceitos básicos para compreensão das próximas aulas. Na maioria dos casos, os conceitos apresentados serão revistos com maior

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

PARECER CEE/PE Nº 35/2008-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM 08/04/2008 I RELATÓRIO:

PARECER CEE/PE Nº 35/2008-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM 08/04/2008 I RELATÓRIO: INTERESSADO: SENAC CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO RECIFE JOÃO RODRIGUES MAIA ASSUNTO: AUTORIZAÇÃO DO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM ADMINISTRAÇÃO E SUPORTE DE REDES E DE SISTEMAS

Leia mais

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 NOVEMBRO/2012 1) CURSOS OFERTADOS: Automação Industrial Eletrônica Eletrotécnica* Informática Informática para Internet* Mecânica* Química* Segurança do Trabalho* * Cursos

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES Rede é um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos. O tipo de rede é definido pela sua área de abrangência, podemos classificar as redes

Leia mais

CURSO: REDES DE COMPUTADORES

CURSO: REDES DE COMPUTADORES CURSO: REDES DE COMPUTADORES Dados de Identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo Calvo Galindo Base Legal da Mantenedora A Ata de Assembléia Geral para

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES Das

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO)

UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) Par Trançado UTP ( PAR TRANÇADO SEM PROTEÇÃO) O cabo UTP é composto por pares de fios, sendo que cada par é isolado um do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa, que não possui

Leia mais

FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA FGU / UNIESP RELATÓRIO FINAL 2012/2013

FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA FGU / UNIESP RELATÓRIO FINAL 2012/2013 FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA FACULDADE GLOBAL DE UMUARAMA FGU / UNIESP RELATÓRIO FINAL 2012/2013 UMUARAMA, DEZEMBRO, 2012 RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO I DADOS DA INSTITUIÇÃO Nome/

Leia mais

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL 1 SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL 2 Sumário Conceitos Gerais SCM em Números Proteção e Defesa de Direitos dos Assinantes Regulamentos em Estudo 3 Conceitos Gerais Lei

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA REDES DE COMPUTADORES

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA REDES DE COMPUTADORES CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA REDES DE COMPUTADORES OBJETIVOS Este curso visa à formação de profissionais para atuarem como empreendedores, analistas ou consultores no mercado de infraestrutura e segurança

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES REDES DE COMPUTADORES MEMÓRIAS DE AULA AULA 1 APRESENTAÇÃO DO CURSO, HISTÓRIA, EQUIPAMENTOS E TIPOS DE REDES Prof. José Wagner Bungart CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Definição de Redes de Computadores e Conceitos

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Dados de Identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão. Objetivo Geral

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão. Objetivo Geral Curso: ENGENHARIA ELÉTRICA SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão O Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar engenheiros com sólidos e atualizados conhecimentos científicos

Leia mais

INSTITUTO METODISTA IZABELA HENDRIX

INSTITUTO METODISTA IZABELA HENDRIX INSTITUTO METODISTA IZABELA HENDRIX CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA IZABELA HENDRIX RELATÓRIO AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA CAMPUS PL PERÍODO 2014 1 INSTITUTO METODISTA

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

Tecnologia da Informação Apostila 02

Tecnologia da Informação Apostila 02 Parte 6 - Telecomunicações e Redes 1. Visão Geral dos Sistemas de Comunicações Comunicação => é a transmissão de um sinal, por um caminho, de um remetente para um destinatário. A mensagem (dados e informação)

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Grupo Nobre de Ensino Ltda. UF: BA ASSUNTO: Recredenciamento da Faculdade Nobre de Feira de Santana, a ser instalada

Leia mais

EDUCAÇÃO BÁSICA NO ESTADO DE SÃO PAULO : AVANÇOS E DESAFIOS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

EDUCAÇÃO BÁSICA NO ESTADO DE SÃO PAULO : AVANÇOS E DESAFIOS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO EDUCAÇÃO BÁSICA NO ESTADO DE SÃO PAULO : AVANÇOS E DESAFIOS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO MAIO/2014 O desafio da universalização Em São Paulo hoje: 98,7% das crianças de 6 a 14 anos estão

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA Nome IES: UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 Curso Superior em Tecnologia em Design de Moda Dados de identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente

Leia mais

INSTITUTO METODISTA IZABELA HENDRIX

INSTITUTO METODISTA IZABELA HENDRIX INSTITUTO METODISTA IZABELA HENDRIX CENTRO UNIVERSITÁRIO METODISTA IZABELA HENDRIX RELATÓRIO AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO INTEGRAL CAMPUS PL PERÍODO 2014 1 INSTITUTO METODISTA

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE

PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE PROGRAMA DE APOIO E APERFEIÇOAMENTO PEDAGÓGICO AO DOCENTE DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE - MT 2011 Apresentação Articulado com o novo Plano de Desenvolvimento Institucional (2011-2015)

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UBERABA MG INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior. ASSUNTO: Diretrizes para a elaboração, pelo INEP,

Leia mais

Elaboração: Comissão Própria de Avaliação CPA. Parâmetros: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES

Elaboração: Comissão Própria de Avaliação CPA. Parâmetros: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Faculdade de Sorocaba AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Elaboração: Comissão Própria de Avaliação CPA Parâmetros: Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES Sorocaba Dezembro 2014 1 Faculdade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 28/7/2009, Seção 1, Pág. 53. Portaria n 760, publicada no D.O.U. de 28/7/2009, Seção 1, Pág. 53. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL

Leia mais

Conceitos básicos de comunicação de dados e redes de computadores

Conceitos básicos de comunicação de dados e redes de computadores Conceitos básicos de comunicação de dados e redes de computadores Nesta aula vamos ver o conceito de informática e comunicação de dados, conhecer noções teleprocessamento e de rede de computadores e obter

Leia mais

Apresentação. Redes de Computadores 4o. Semestre 8/16/13 2

Apresentação. Redes de Computadores 4o. Semestre 8/16/13 2 Apresentação Prof. MsC. Robson Velasco Garcia Formação: Engenheiro Eletrônico- Telecomunicações (2000) IMT / EEM Escola de Engenharia Mauá; Mestre em Engenharia da Computação (2009) Redes de Computadores

Leia mais

A Importância do Estabelecimento de uma Coordenação de Graduação para a Otimização de um Curso Universitário

A Importância do Estabelecimento de uma Coordenação de Graduação para a Otimização de um Curso Universitário A Importância do Estabelecimento de uma Coordenação de Graduação para a Otimização de um Curso Universitário R. J. M. da Fonseca a, L. P. Sosman a, A. Dias Tavares Jr. a e A. R. R. Papa b,c a Instituto

Leia mais

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e

PDTI - Definição. Instrumento de diagnóstico, planejamento e PDTI - Definição Instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade

Leia mais

Estrutura Acadêmica FGV

Estrutura Acadêmica FGV Estrutura Acadêmica FGV 10/12/2014 2 Micro-Curso in company Chamamos de micro-curso, pois a carga horária expositiva é baixa, porém suficiente para alinhar conhecimentos básicos pré-existentes nos participantes

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA DE SOFTWARE, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente

Leia mais

NOME DA DISCIPLINA: TELEMÁTICA BÁSICA NOME DO CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PETRÓLEO E GÁS

NOME DA DISCIPLINA: TELEMÁTICA BÁSICA NOME DO CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PETRÓLEO E GÁS 1- IDENTIFICAÇÃO CARGA HORÁRIA SEMANAL: 4 HORAS CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 80 HORAS PERÍODO: NOTURNO NOME DA DISCIPLINA: TELEMÁTICA BÁSICA NOME DO CURSO: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PETRÓLEO E GÁS 2- EMENTA

Leia mais

MEC. INEP. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. REVISÃO - III

MEC. INEP. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. REVISÃO - III SIC 38/10* Belo Horizonte, 3 de dezembro de 2010. MEC. INEP. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO. REVISÃO - III O MEC publicou a Portaria nº 1326, de 18/11/2010 (ver íntegra do texto abaixo). É preciso ser mágico

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu da UNINOVA destinam-se a portadores de diploma de nível superior,

Leia mais

Telecomunicações e Teleprocessamento

Telecomunicações e Teleprocessamento Telecomunicações e Teleprocessamento Telecomunicações Telecomunicações podem ser definidas como comunicações por meios eletrônicos, normalmente a grandes distâncias. Como veículos de transmissão podem

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA MC/MCT/FINEP/FUNTTEL - 01/2004

CHAMADA PÚBLICA MC/MCT/FINEP/FUNTTEL - 01/2004 CHAMADA PÚBLICA MC/MCT/FINEP/FUNTTEL - 01/2004 QUALIFICAÇÃO DE INSTITUIÇÕES PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE APOIO A PROJETOS NO ÂMBITO DO SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL 1. OBJETIVO O GRUPO GESTOR

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS BAMBUÍ RELATÓRIO DO QUESTIONÁRIO APLICADO AO CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO II SEMESTRE/2014 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO (CPA)

Leia mais

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2º RELATÓRIO PARCIAL DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL - CPA Mantenedora: Fundação Presidente Antônio Carlos Mantida: Faculdade Presidente Antônio Carlos de Araguari

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior e Profissional

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Câmara de Educação Superior e Profissional INTERESSADO: Centro de Estudos e Pesquisas em Eletrônica Profissional e Informática Ltda CEPEP EMENTA: Reconhece o Curso Técnico em Redes de Computadores Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação, ofertado

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008.

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. Título: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Turno: Noturno

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

Ofício Circular n.º 12/2009 - DET/SEED Curitiba, 15 de Abril de 2009. Referência: Informações e-tec Brasil

Ofício Circular n.º 12/2009 - DET/SEED Curitiba, 15 de Abril de 2009. Referência: Informações e-tec Brasil SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E TRABALHO Ofício Circular n.º 12/2009 - DET/SEED Curitiba, 15 de Abril de 2009. Referência: Informações e-tec Brasil

Leia mais

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006.

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação Externa de Instituições de Educação Superior do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES O MINISTRO

Leia mais

A utilização das redes na disseminação das informações

A utilização das redes na disseminação das informações Internet, Internet2, Intranet e Extranet 17/03/15 PSI - Profº Wilker Bueno 1 Internet: A destruição as guerras trazem avanços tecnológicos em velocidade astronômica, foi assim também com nossa internet

Leia mais

SUMÁRIO. Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre www.senairs.org.br/faculdade

SUMÁRIO. Faculdade de Tecnologia SENAI Porto Alegre www.senairs.org.br/faculdade GUIA ACADÊMICO SUMÁRIO 1 - INFORMAÇÕES... 4 2 LOCALIZAÇÃO... 6 2.1 Código de Numeração das Salas...6 3. HISTÓRICO DA MANTENEDORA E DA FACULDADE... 7 3.1 Histórico da Mantenedora...7 3.2 Histórico da Faculdade...7

Leia mais

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes Tecnologia e Infraestrutura Conceitos de Redes Agenda Introdução às Tecnologias de Redes: a) Conceitos de redes (LAN, MAN e WAN); b) Dispositivos (Hub, Switch e Roteador). Conceitos e tipos de Mídias de

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL INTERNA

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL INTERNA INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL INTERNA RELATÓRIO FINAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL INTERNA PERÍODO DE REFERÊNCIA: 2011 SANTA RITA DO SAPUCAÍ

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 16/5/2011, Seção 1, Pág.17. Portaria n 573, publicada no D.O.U. de 16/5/2011, Seção 1, Pág.14. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE

Leia mais

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana

Placa de Rede. Tipos de Redes LAN (Local Area Network) Rede local. MAN (Metropolitan Area Network) Rede Metropolitana Rede de Computadores Parte 01 Prof. André Cardia Email: andre@andrecardia.pro.br MSN: andre.cardia@gmail.com Placa de Rede Uma placa de rede (NIC), ou adaptador de rede, oferece capacidades de comunicações

Leia mais

RESULTADO DE ENQUETE APLICADA PELO PORTAL

RESULTADO DE ENQUETE APLICADA PELO PORTAL 01/11/2012 10:31:12 1 Código Nome da Enquete D. Inicio D. Fim 597 Outras Dimensões - 4º ano A 08/10/12 31/10/12 1-1. 1ª Dimensão Planejamento Institucional: Você acessa as normas institucionais (Regimento,

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE SOROCABA

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE SOROCABA REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FACULDADE DE SOROCABA O Programa de Iniciação Científica da FACULDADE DE SOROCABA destinase a alunos de graduação para desenvolvimento de pesquisa científica

Leia mais

Ministério da Educação

Ministério da Educação Página 1 de 25 Ministério da Educação Nº 1229 - Segunda feira, 21 de junho de 2010 Gabinete do Ministro - Portaria nº 807, de 18 de junho de 2010 Gabinete do Ministro - Portaria nº 808, de 18 de junho

Leia mais

lato sensu na modalidade de educação a

lato sensu na modalidade de educação a DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 122/2011 Regulamenta os Cursos de Pós-graduação lato sensu na modalidade de educação a distância (EAD) na Universidade de Taubaté. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade

Leia mais

Art. 16.O plano de desenvolvimento institucional deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos:

Art. 16.O plano de desenvolvimento institucional deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos: Referência atual: Decreto 5.773, 9 de maio de 2006. Art. 16.O plano de desenvolvimento institucional deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos: I-missão, objetivos e metas da instituição, em sua

Leia mais

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006

Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Resolução nº 2/2006 3/2/2006 RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 DOU 03.02.2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agrícola e dá outras providências.

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial 4.1-Histórico:

Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial 4.1-Histórico: Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial 4.1-Histórico: O Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial da Faculdade Sul Fluminense FASF, tendo como Entidade Mantenedora o Instituto

Leia mais

Pós-graduação Lato Sensu em Informática Aplicada na Educação

Pós-graduação Lato Sensu em Informática Aplicada na Educação Pós-graduação Lato Sensu em Informática Aplicada na Educação 1. Público Alvo Este curso de Pós-Graduação Lato Sensu é destinado principalmente a alunos graduados em cursos da área de Educação (Pedagogia

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores é um conjunto de equipamentos que são capazes de trocar informações e compartilhar recursos entre si, utilizando protocolos para se comunicarem e

Leia mais

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes

André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes André Aziz (andreaziz.ufrpe@gmail.com) Francielle Santos (francielle.ufrpe@gmail.com) Noções de Redes Noções de Redes: Estrutura básica; Tipos de transmissão; Meios de transmissão; Topologia de redes;

Leia mais

2º Encontro Nacional da Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica ENITEE 2009. Marco Antonio Ongarelli Gestão da Inovação - CPqD

2º Encontro Nacional da Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica ENITEE 2009. Marco Antonio Ongarelli Gestão da Inovação - CPqD 2º Encontro Nacional da Inovação Tecnológica da Indústria Elétrica e Eletrônica ENITEE 2009 Marco Antonio Ongarelli Gestão da Inovação - CPqD O CPqD Instituição, focada na inovação com base nas tecnologias

Leia mais

FESURV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2009-2010

FESURV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2009-2010 FESURV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE CPA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AUTOAVALIAÇÃO 2009-2010 1 Fragilidade resultado inferior a 50% Ponto a ser melhorado 50% e 59,9% Potencialidade igual ou

Leia mais

Regulamento do Núcleo de Pós- Graduação Lato Sensu - Especialização

Regulamento do Núcleo de Pós- Graduação Lato Sensu - Especialização Regulamento do Núcleo de Pós- Graduação Lato Sensu - Especialização Juiz de Fora-MG Regulamento do Núcleo de Pós-Graduação Lato Sensu Especialização CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Os Cursos

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO

AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Arujá - SP 2011 2 SUMÁRIO Dados da Instituição... 3 Considerações iniciais... 4 Desenvolvimento da Avaliação... 4 Dimensões da Autoavaliação...

Leia mais

Principais Desafios para a Gestão dos Cursos Superiores em. Everaldo Artur Grahl

Principais Desafios para a Gestão dos Cursos Superiores em. Everaldo Artur Grahl Principais Desafios para a Gestão dos Cursos Superiores em Computação e Informática Everaldo Artur Grahl Sumário Objetivo Estudo da FIESC Macrotendências Temas importantes Fatores Críticos Sugestões de

Leia mais

Lato Sensu - Especialização

Lato Sensu - Especialização Regulamento Geral do Núcleo de Pós- Graduação Lato Sensu - Especialização CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu - Especialização da Fundação Educacional de Além

Leia mais

Diretora Acadêmica: Profª. Me. Otávia Borges Naves de Lira

Diretora Acadêmica: Profª. Me. Otávia Borges Naves de Lira FAHESA - Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína ITPAC - INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS LTDA Av. Filadélfia, 568 Setor Oeste Araguaína TO CEP 77.816-540 Fone:

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Redes de Computadores Possibilita a conexão entre vários computadores Troca de informação Acesso de múltiplos usuários Comunicação de dados

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Associação Escola Superior de Propaganda e Marketing UF: SP ASSUNTO: Recredenciamento da Escola Superior de Propaganda

Leia mais

EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO. Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010

EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO. Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010 1 EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010 Parecer Técnico 2 O parecer técnico, elaborado por especialista vinculado à instituição de ensino credenciada pelo CEE, deve

Leia mais

REDE DE COMPUTADORES

REDE DE COMPUTADORES SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL REDE DE COMPUTADORES Tecnologias de Rede Topologias Tipos de Arquitetura Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 REDES LOCAIS LAN -

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PORTO ALEGRE 2013 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. LOCALIZAÇÃO... 5 2.1 Código de Numeração das Salas... 5 3. NOSSA HISTÓRIA... 6 4. DOCUMENTOS LEGAIS E NORMATIVOS... 7 5.

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 75/2010 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de do Centro

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec: Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e UF: SP Financeiras (FIPECAFI) ASSUNTO: Credenciamento da

Leia mais