Boletimj. Manual de Procedimentos. ICMS - IPI e Outros. Sergipe. Federal. Estadual. IOB Setorial. IOB Comenta. IOB Perguntas e Respostas

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1 Boletimj Manual de Procedimentos Fascículo N o 25/2014 Sergipe // Federal IOF Operações de seguro // Estadual ITCMD Aspectos gerais // IOB Setorial Federal Farmacêutico - IPI - Requisitos específicos exigidos na emissão de nota fiscal // IOB Comenta Estadual ICMS - Informações à Sefaz referentes a operações com cartão de crédito ou de débito // IOB Perguntas e Respostas IPI Informações ecônomico-fiscais - e-cac - Acesso Medicamentos - Preço de tabela - Indicação na nota fiscal - Exigência Substituição tributária - Regime especial - Competência ICMS/SE Crédito - Pedido de restituição Restituição do imposto - Ausência de manifestação da Sefaz Substituição de peça defeituosa - Procedimento fiscal Veja nos Próximos Fascículos a IPI - Venda a varejo no estabelecimento industrial a ICMS - Infrações e penalidades a ICMS - Substituição tributária - Regra geral

2 2014 by IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Capa: Marketing IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Editoração Eletrônica e Revisão: Editorial IOB FOLHAMATIC EBS > SAGE Telefone: (11) (São Paulo) (Outras Localidades) Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ICMS, IPI e outros : IOF : operações de seguro ed. -- São Paulo : IOB Folhamatic, (Coleção manual de procedimentos) ISBN Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - Brasil 2. Imposto sobre Produtos Industrializados - Brasil 3. Tributos - Brasil I. Série CDU-34: (81) Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil : Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços : ICMS : Direito tributário 34: (81) 2. Brasil : Imposto sobre Produtos Industrializados : IPI : Direito tributário 34: (81) Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução total ou parcial desta obra, por qualquer meio ou processo, sem prévia autorização do autor (Lei n o 9.610, de , DOU de ). Impresso no Brasil Printed in Brazil Boletim IOB

3 Boletimj Manual de Procedimentos a Federal IOF Operações de seguro 3.2 Responsáveis São responsáveis pela cobrança e pelo recolhimento do IOF: SUMÁRIO 1. Introdução 2. Fato gerador 3. Contribuintes e responsáveis 4. Base de cálculo 5. Alíquotas 6. Isenção 7. Cobrança e recolhimento 1. Introdução O Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) incide, entre outras, sobre as operações de seguro, compreendendo os de vida e congêneres, de acidentes pessoais e do trabalho, de bens, valores e coisas e outros não especificados. (Constituição Federal/1988, art. 153, V; Regulamento do IOF - Decreto nº 6.306/2007, art. 18, 1º) a) as seguradoras; ou b) as instituições financeiras encarregadas, pelas seguradoras, da cobrança do prêmio. Nota A base de cálculo do IOF nas operações de seguro é o valor do prêmio pago pelo segurado A seguradora é responsável pelos dados constantes da documentação remetida para cobrança. (RIOF/2007, art. 20) 4. Base de cálculo A base de cálculo do IOF sobre operações de seguro é o valor do prêmio pago pelo segurado. (RIOF/2007, art. 21) 5. Alíquotas A alíquota básica do IOF sobre operações de seguro é de 25%. 2. Fato gerador Ocorre o fato gerador do IOF e se torna devido o tributo no ato do recebimento total ou parcial do prêmio. (RIOF/2007, art. 18, caput, 2º) 3. Contribuintes e responsáveis 3.1 Contribuintes São contribuintes do IOF as pessoas físicas ou jurídicas seguradas. (RIOF/2007, art. 19) Contudo, são efetivamente aplicadas as alíquotas reduzidas descritas no subitem 5.1. Nota No caso de majoração das alíquotas do IOF, não se aplicam os princípios constitucionais da anterioridade anual e nonagesimal, ou noventena (Constituição Federal/1988, art. 150, III, b e c, 1º). (Constituição Federal/1988, art. 150, III, b e c, 1º; RIOF/2007, art. 22, caput) 5.1 Alíquotas reduzidas A alíquota do IOF fica reduzida para os percentuais indicados na seguinte tabela: Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 SE25-01

4 ALÍQUOTAS REDUZIDAS Descrição Alíquota a) resseguro; 0% b) seguro obrigatório vinculado a financiamento de imóvel habitacional realizado por agente do Sistema Financeiro da Habitação (SFH); 0% c) seguro de crédito à exportação e de transporte internacional de mercadorias; 0% d) seguro contratado no Brasil referente à cobertura de riscos relativos ao lançamento e à operação dos satélites Brasilsat I e II; 0% e) valor de prêmios destinados ao custeio dos planos de seguro de vida com cobertura por sobrevivência; 0% f) seguro aeronáutico e seguro de responsabilidade civil pagos por transportador aéreo, quando contratado por companhia aérea 0% que tenha por objeto principal o transporte remunerado de passageiros ou de cargas; g) seguro garantia (efeitos a partir de ); 0% h) seguros de vida e congêneres, de acidentes pessoais e do trabalho, incluídos os seguros obrigatórios de danos pessoais 0,38% causados por veículos automotores de vias terrestres e por embarcações, ou pela carga destes, a pessoas transportadas ou não, excluídas aquelas descritas na letra f ; i) seguros privados de assistência à saúde; e 2,38% j) demais operações de seguro. 7,38% (RIOF/2007, art. 22, 1º e 2º) 6. Isenção São isentas do IOF as seguintes operações de seguro: a) cujo segurado seja a entidade binacional Itaipu; b) rurais; c) em que os segurados sejam missões diplomáticas e repartições consulares de carreira; e d) contratadas por funcionário estrangeiro de missão diplomática ou representação consular, exceto o que tenha residência permanente no Brasil. Notas (1) A isenção mencionada nas letras c e d não se aplica aos consulados e cônsules honorários (RIOF/2007, art. 23, 1º). (2) Os membros das famílias dos funcionários estrangeiros de missão diplomática ou representação consular descritos na letra c, desde que com estes mantenham relação de dependência econômica e não tenham residência permanente no Brasil, também gozam da isenção do IOF (RIOF/2007, art. 23, 3º). A isenção do IOF também se aplica aos organismos internacionais e regionais de caráter permanente de que o Brasil seja membro e aos funcionários estrangeiros desses organismos, nos termos dos acordos firmados. (RIOF/2007, art. 23) a Estadual Aspectos gerais SUMÁRIO 1. Introdução 2. Incidência 3. Fato gerador 4. Não incidência 5. Isenções 6. Local da transmissão ITCMD 7. Cobrança e recolhimento O IOF será cobrado na data do recebimento total ou parcial do prêmio. O recolhimento do IOF deverá ser efetuado por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) até o 3º dia útil subsequente ao decêndio de sua cobrança ou de seu registro contábil, com utilização do código de receita (RIOF/2007, art. 24; Listagem de Especificações de Receitas emitida pela SRF/Cosar em 1º ) 7.1 Recolhimento fora do prazo O IOF recolhido fora do prazo será acrescido de: a) juros de mora equivalentes à taxa Selic, acumulada mensalmente, calculados a partir do 1º dia do mês subsequente ao do vencimento até o último dia do mês anterior ao pagamento, e de 1% no mês do pagamento; e b) multa de mora, calculada partir do 1º dia subsequente ao do vencimento, à taxa de 0,33% por dia de atraso, limitada a 20%. (RIOF/2007, art. 47) 7. Base de cálculo 8. Alíquotas 9. Contribuinte 10. Responsáveis por solidariedade 11. Pagamento 12. Acréscimos moratórios 13. Parcelamento 14. Restituição 15. Fiscalização 16. Processo administrativo e consulta 17. Certidão negativa 18. Infrações e penalidades N SE Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 - Boletim IOB

5 1. Introdução O Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Bens ou Direitos (ITCMD) foi instituído por meio da Lei nº 2.704/1989. Atualmente disciplina este imposto a Lei nº 7.724/2013. Neste procedimento, discorreremos sobre os principais aspectos relacionados a essa exigência por parte dos contribuintes do Estado de Sergipe. 2. Incidência O ITCMD incide sobre a transmissão de qualquer bem ou direito havido por: a) sucessão legítima ou testamentária, inclusive a sucessão provisória; b) doação a qualquer título, ainda que em adiantamento de legítima. Inclui-se na letra a a transmissão do bem ou direito por qualquer título sucessório, inclusive fideicomisso. Nota Fideicomisso é a estipulação de última vontade (testamentária) em virtude da qual o testador, constituindo uma pessoa como herdeiro ou legatário, impõe-lhe a obrigação de, por sua morte ou certa condição, transmitir a outra pessoa por ele indicada, a herança ou o legado (De Plácido e Silva, Vocabulário jurídico). O imposto incide sobre a doação, transmissão hereditária ou testamentária de bem imóvel situado neste Estado e respectivos direitos, bem como sobre bens móveis, títulos, créditos e direitos a eles relativos. O ITCMD incide também sobre a instituição de quaisquer direitos reais, exceto os de garantia. Na hipótese de doação de bens e direitos com reserva de usufruto em nome do doador, o imposto deve incidir apenas sobre a doação. (Lei nº 7.724/2013, art. 2º) 2.1 Conceito de doação Considera-se doação o contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere bem, vantagem ou direito de seu patrimônio, com ou sem encargo, para o de outra que o aceita expressa ou tacitamente. (Lei nº 7.724/2013, art. 3º) 3. Fato gerador Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento: a) da abertura da sucessão legítima ou testamentária, inclusive nos casos de sucessão provisória; b) da celebração do contrato de doação, a qualquer título, de bens imóveis, bens móveis, títulos, créditos, e direitos a eles relativos; c) da transmissão do direito real; d) da homologação da partilha ou adjudicação, decorrente de inventário, separação, divórcio, ou dissolução de união estável, em relação ao excedente de meação e quinhão que beneficiar uma das partes; e) da lavratura da escritura pública de partilha ou adjudicação extrajudicial, decorrente de inventário, separação, divórcio ou dissolução de união estável, em relação aos excedentes de meação e de quinhão que beneficiar uma das partes; f) do arquivamento nos órgãos competentes, na hipótese de transmissão de quotas de participação em sociedade ou do patrimônio de empresário individual. Para efeito do disposto nas letras d e e, o pagamento do imposto pode ocorrer antecipadamente, hipótese em que eventual diferença deverá ser recolhida quando da homologação da partilha ou adjudicação, ou da lavratura da escritura pública de partilha ou adjudicação extrajudicial. Se não for possível identificar o momento da ocorrência do fato gerador da doação, deve ser considerado como ocorrido no último dia do exercício financeiro da sua verificação. (Lei nº 7.724/2013, art. 4º, 2º e 3º) 3.1 Excedente de meação ou de quinhão Considera-se excedente de meação ou de quinhão o valor atribuído ao cônjuge, ao companheiro ou herdeiro, superior à fração ideal a qual fazem jus, conforme determinado no Código Civil. (Lei nº 7.724/2013, art. 4º, 1º) 3.2 Transmissão causa mortis e doações Nas transmissões causa mortis e nas doações, ocorrerão tantos fatos geradores distintos quantos forem os herdeiros, legatários ou donatários. (Lei nº 7.724/2013, art. 5º) 4. Não incidência O imposto não incide nas transmissões causa mortis e doação de quaisquer bens ou direitos para: Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 SE25-03

6 a) a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios; b) os templos de qualquer culto; c) os partidos políticos e suas fundações; d) as entidades sindicais dos trabalhadores; e) as instituições de educação e assistência social, sem fins lucrativos; f) as autarquias e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, desde que vinculadas às suas finalidades ou delas decorrentes. A não incidência prevista nas letras c a e fica subordinado à observância, pelas entidades nele referidas, dos seguintes requisitos: a) não distribuam qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, seja a que título for; b) apliquem integralmente no País os seus recursos na manutenção de seus objetivos institucionais; c) mantenham escrituração de suas receitas e despesas em livros revestidos de formalidade capazes de assegurar sua exatidão. A não incidência prevista nas letras b a f fica condicionada, ainda, a que os bens, direitos, títulos ou créditos se destinem ao atendimento das finalidades essenciais das entidades neles mencionadas. Estão também amparados pela não incidência: a) os créditos oriundos de seguro de vida ou pecúlio por morte; b) a renúncia pura e simples de herança ou legado; c) a extinção de qualquer direito real que resulte na consolidação da propriedade em favor do titular originário. (Lei nº 7.724/2013, arts. 6º e 7º) 5. Isenções São isentas do imposto: a) as transmissões causa mortis ou por doação de imóveis a colonos em núcleos oficiais ou reconhecidos pelo Governo, em atendimento à política de redistribuição de terras; b) as transmissões causa mortis de imóvel rural de área não superior ao módulo rural, assim caracterizado na forma da legislação pertinente, desde que feitas a quem seja trabalhador rural e que não seja proprietário ou possuidor de imóvel; c) as doações de imóvel rural com área que não ultrapasse o limite estabelecido na letra anterior, desde que o donatário seja trabalhador rural e que não seja proprietário ou possuidor de imóvel; d) o conjunto de bens e direitos transmitidos a cada beneficiário, cujo valor seja igual ou inferior a 200 vezes a Unidade Fiscal Padrão do Estado de Sergipe (UFP/SE) ou outro indexador fixado pelo Poder Executivo Estadual que preserve adequadamente o valor real da moeda; e) as doações realizadas pela União, Estados e Municípios em seus programas de regularização fundiária destinados à população de baixa renda. O disposto na letra d não se aplica às doações sucessivas que, no exercício financeiro, ultrapassem ao valor ali indicado (Lei nº 7.724/2013, art. 8º) 6. Local da transmissão Considera-se o local da transmissão causa mortis ou doação, para fins de exigência do ITCMD, o Estado de Sergipe, se nesta Unidade da Federação: a) estiverem localizados os bens imóveis e direitos a eles relativos; b) for realizado o inventário ou arrolamento, ou domiciliado o doador, quando se tratar de bens móveis, títulos, créditos e direitos. (Lei nº 7.724/2013, art. 9º) 7. Base de cálculo A base de cálculo do ITCMD é o valor venal dos bem ou direito transmitido, expresso em moeda nacional. Considera-se valor venal o valor de mercado do bem ou direito na data da ocorrência do fato gerador, devendo ser atualizado monetariamente, a partir do dia seguinte, segundo a variação da UFP/SE, até a data prevista na legislação tributária para o pagamento do imposto. Na impossibilidade de conhecimento do valor dos bens ou direitos na data da ocorrência do fato gerador, será considerado como base de cálculo o valor da avaliação administrativa, devendo ser atualizado SE Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 - Boletim IOB

7 monetariamente, a partir do dia seguinte, segundo a variação da UFP/SE, até a data prevista na legislação tributária para o pagamento do imposto. Quando houver discordância em relação ao valor do bem ou direito sugerido por uma das partes, será instaurado processo de avaliação administrativa, conforme disposto em Regulamento. (Lei nº 7.724/2013, art. 10, 1º, 2º e 3º) 7.1 Valor em avaliação administrativa ou judicial Nas hipóteses de avaliação administrativa ou judicial, a base de cálculo não será inferior: a) ao valor atribuído na avaliação feita pelo Município, quando se tratar de imóvel urbano ou direito a ele relativo, e, na falta deste, o valor que serviu de base de cálculo para o Imposto sobre a Propriedade Territorial Urbana (IPTU), no exercício corrente; b) ao valor total do imóvel, informado pelo contribuinte na declaração do Imposto Territorial Rural (ITR), no exercício corrente, quando se tratar de imóvel rural ou direito a ele relativo; c) ao valor que serviu de base de cálculo para o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), no exercício corrente, quando se tratar de veículos. Em nenhuma hipótese o valor da base de cálculo será inferior ao valor da avaliação judicial, atualizado monetariamente, a partir do dia seguinte, segundo a variação da Unidade Fiscal Padrão (UFP/SE), até a data prevista na legislação tributária para o pagamento do imposto. (Lei nº 7.724/2013, art. 10, 4º e 5º) 7.2 Ações representativas do capital de sociedade Na hipótese de ações representativas do capital de sociedade, a base de cálculo é determinada por sua cotação média na Bolsa de Valores na data da transmissão, ou na imediatamente anterior quando não houver pregão ou quando as mesmas não tiverem sido negociadas naquele dia, regredindo-se, se for o caso, até o máximo de 180 dias. No caso em que a ação, quota, participação ou qualquer título representativo do capital de sociedade não for objeto de negociação ou não tiver sido negociado nos últimos 180 dias, será admitido seu valor patrimonial na data da transmissão. (Lei nº 7.724, art. 11) 7.3 Transmissão de quotas de sociedade Na transmissão de quotas de sociedade, a base de cálculo deve ser o valor destas na data da transmissão, o qual, na ausência de legislação específica, deve ser aferido em conformidade com as normas estabelecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). (Lei nº 7.724/2013, art. 12) 7.4 Instituição de direitos reais Na hipótese de instituição de direitos reais, a base de cálculo do imposto deve ser 50% do valor do bem ou direito transmitido. (Lei nº 7.724/2013, art. 13) 8. Alíquotas As alíquotas do imposto são as seguintes: a) nas transmissões causa mortis: 4%; b) nas transmissões por doação: 4%. O imposto é calculado aplicando-se as alíquotas sobre o valor total dos bens e direitos transmitidos. A alíquota aplicável ao cálculo do imposto deve ser aquela vigente à época da ocorrência do fato gerador. (Lei nº 7.724/2013, art. 14) 9. Contribuinte Contribuinte do imposto é: a) o herdeiro ou legatário, na transmissão causa mortis; b) o donatário, na doação; c) o cessionário, na cessão a título gratuito; d) o beneficiário na transmissão de direitos reais; e) o fiduciário, na instituição de fideicomisso, bem como o fideicomissário na substituição do fideicomisso. (Lei nº 7.724/2013, art. 17) 10. Responsáveis por solidariedade São solidariamente responsáveis pelo pagamento do imposto, inclusive pelos acréscimos legais: a) o espólio; b) os juízes, os tabeliães, os oficiais públicos, os escrivães, serventuários e auxiliares de justiça e demais servidores públicos, pelos atos praticados por eles ou perante eles, em razão de Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 SE25-05

8 seu ofício, dos quais, por falta do devido dever de observância, resulte em não recolhimento do crédito tributário devido; c) as sociedades empresárias, as instituições financeiras e bancárias, entidades associativas, e todos aqueles que tenham praticado registros ou atos relacionados à transmissão de bens móveis, imóveis e direitos e ações a eles concernentes, dos quais, por falta do devido dever de observância, resulte em não recolhimento do crédito tributário devido; d) o inventariante em relação aos atos por ele praticados, dos quais, por falta do devido dever de observância, resulte em não recolhimento do crédito tributário devido; e) o doador e o cedente. (Lei nº 7.724/2013, art. 18) 11. Pagamento O pagamento do imposto será efetuado em moeda corrente nacional, na forma e nos prazos fixados em Regulamento. A Portaria Sefaz nº 623/2013 dispõe que o pagamento do ITCMD deve ser efetuado com observância dos seguintes prazos: a) nas transmissões causa mortis, o pagamento deve ser realizado integralmente dentro de 30 dias da data em que transitar em julgado a sentença homologatória do cálculo ou da partilha amigável; b) nas doações: b.1) formalizadas através de instrumento público, antes de sua lavratura; b.2) até 30 dias da ocorrência do fato gerador nos demais casos. Nas transmissões por qualquer instrumento público ou particular, lavrados fora do Estado ou em virtude de adjudicação, ou de sentença judicial, em decorrência de doação ou sucessão legitima ou testamentária, nos termos da lei civil, o imposto será recolhido dentro de 60 dias do ato ou contrato, cujo instrumento deverá ser apresentado à Sefaz para cálculo do imposto ou reconhecimento de isenção ou não incidência. O Poder Executivo Estadual pode conceder desconto de até 10% sobre o valor do imposto devido, na forma e nos prazos definidos em Regulamento. Para efeito do recolhimento do ITCMD, o contribuinte deve preencher os documentos a seguir, que se encontram no site da Sefaz/SE: a) o Demonstrativo de Cálculo de ITCMD Causa Mortis; b) o Demonstrativo de Cálculo de ITCMD Inter Vivos; c) o Demonstrativo de Cálculo de ITCMD Inter Vivos - (Excesso de meação); d) a Guia de Informação de ITCMD. Após o recolhimento do imposto devido, deve o contribuinte comparecer ao Centro de Atendimento ao Contribuinte de seu domicílio fiscal munido de cópias e originais do: a) processo de inventário judicial ou extrajudicial ou arrolamento, no caso de transmissão causa mortis; b) contrato de doação, no caso de doação. O servidor fazendário que recepcionar essas cópias deverá apor o visto na Guia de Informação do ITCMD. As cópias deverão ser arquivadas na repartição fazendária pelo prazo decadencial para posterior fiscalização dos fatos declarados pelo contribuinte. (Lei nº 7.724/2013, arts. 15 e 16; Portaria Sefaz nº 626/2013; Portaria Sefaz nº 78/2014) 12. Acréscimos moratórios O pagamento do imposto fora do prazo regularmente estabelecido fica sujeito à multa de mora de 4% ao mês, ou fração de mês, calculado sobre o valor atualizado, até o limite de 12%. Na hipótese de fração de mês, o percentual deve ser aplicado proporcionalmente ao número de dias em atraso. O crédito tributário, inclusive o decorrente de multa não pago no prazo regularmente estabelecido, será atualizado monetariamente, se for o caso, e acrescido de 1% de juros ao mês ou fração de mês. Os juros de mora devem incidir a partir do 1º dia do mês subsequente ao do vencimento, e a multa de mora, a partir do 1º dia após o vencimento do crédito tributário. (Lei nº 7.724/2013, art. 29) 13. Parcelamento O imposto e a multa poderão ser parcelados em até 12 meses, na forma e nos prazos previstos em Regulamento SE Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 - Boletim IOB

9 A falta de pagamento de 3 parcelas determina o vencimento das parcelas vincendas, hipótese em que o saldo devedor deve ser recomposto, restabelecendo-se os valores originários dispensados a título de imposto, multa fiscal, de multa de mora e de juros, relativamente ao saldo remanescente, acarretando, ainda, a sua inscrição na Dívida Ativa do Estado ou o prosseguimento da sua execução pela Procuradoria- -Geral do Estado (PGE). O valor mínimo de cada parcela não pode ser inferior a 5 vezes a UFP/SE. O parcelamento do crédito tributário que já se encontre em fase de execução judicial somente pode ser parcelado depois de manifestação da PGE quanto à existência de penhora, de arresto ou de garantia da execução. (Lei nº 7.724/2013, art. 31) 14. Restituição O valor indevidamente recolhido ao Tesouro do Estado deve ser restituído, no todo ou em parte, a requerimento do sujeito passivo, consoante forma estabelecida em Regulamento. A restituição deve ser autorizada pelo Secretário de Estado da Fazenda ou, mediante delegação, pela Superintendência-Geral de Gestão Tributária e não Tributária e somente deve ser feita a quem prove ter efetuado o recolhimento indevido, ou por este estar expressamente autorizado a receber. A restituição total ou parcial do ITCMD dá lugar à restituição, na mesma proporção, dos juros de mora, da atualização monetária e das penalidades pecuniárias, salvo as referentes a infrações de caráter formal não prejudicadas pela causa da restituição. (Lei nº 7.724/2013, art. 32) 15. Fiscalização A fiscalização do ITCMD deve ser exercida por servidores ocupantes do cargo efetivo da carreira do Fisco estadual, sendo-lhe aplicada, até que sobrevenha legislação própria, a legislação do ICMS. Os servidores do Fisco estadual podem realizar exames e registros de ocorrências em livros e documentos que contenham informações relativas à apuração do ITCMD. Os livros e documentos relacionados ao ITCMD podem ser retirados do estabelecimento que os detiver pelos servidores do Fisco estadual, na forma em que dispuser o Regulamento. As pessoas obrigadas a prestar informações ao Fisco não podem deixar de exibi-las, quando formalmente solicitadas. No caso de recusa de exibição de livros e documentos, o servidor do Fisco deve diligenciar para que se faça a exibição por via judicial. Os servidores do Fisco, nas hipóteses e formas estabelecidas em ato do Poder Executivo Estadual, podem apreender livros, documentos, programas, arquivos magnéticos e ópticos como prova material de infração, lavrando o respectivo termo de apreensão. (Lei nº 7.724/2013, arts. 19 e 20) 16. Processo administrativo e consulta O Fisco Estadual deve proceder à instauração do processo administrativo fiscal para apuração do imposto devido, das infrações e aplicação das respectivas penalidades. É assegurado aos contribuintes do ITCMD, bem como àqueles que tenham interesse jurídico, o direito de efetuarem consultas sobre a legislação tributária pertinente. A consulta deverá versar sobre matéria específica e determinada, claramente explicitada, indicando se em relação à hipótese já ocorreu ou não o fato gerador da obrigação tributária. (Lei nº 7.724/2013, art. 21) 17. Certidão negativa A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) deve disponibilizar certidão negativa em relação aos sujeitos passivos que estiverem em situação regular quanto ao recolhimento do ITCMD. Deve ser expedida a certidão positiva com efeitos de negativa nas hipóteses em que o crédito tributário seja objeto de: a) parcelamento, desde que não haja atraso no pagamento das respectivas parcelas; b) suspensão de exigibilidade do crédito; c) garantia de execução fiscal. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 SE25-07

10 Aquele que de algum modo concorrer para a expedição indevida de certidão negativa de débito ou certidão positiva com efeito de negativa incorre em falta punível nos termos da lei. (Lei nº 7.724/2013, art. 22) 18. Infrações e penalidades As infrações a seguir discriminadas sujeitam o infrator às respectivas multas: a) deixar de requerer a abertura do processo de inventário ou de arrolamento no prazo de 60 dias a contar da data da abertura da sucessão: multa de 10% do valor do imposto devido; b) deixar de efetuar o recolhimento do imposto, no todo ou em parte, na forma e no prazo fixados: multa de 100% do valor do imposto devido; c) lavrar, registrar, inscrever, autenticar ou averbar os atos e termos relativos ao fato gerador sem a prova de pagamento: multa de 100% do valor do imposto devido; d) agir em conluio com pessoa física ou jurídica tentando, de qualquer modo, reduzir ou não recolher o valor do imposto: multa de 200% do imposto devido; e) adulterar ou falsificar documentos com a finalidade de se eximir, no todo ou em parte, do pagamento do imposto: multa de 200% do valor do imposto devido; f) deixar de prestar informações na forma e nos prazos exigidas pela legislação do ITCMD: multa de 20 UFP, por informação solicitada e não prestada. (Lei nº 7.724/2013, art. 23) N a IOB Setorial Federal Farmacêutico - IPI - Requisitos específicos exigidos na emissão de nota fiscal Os contribuintes do IPI que atuam no setor farmacêutico devem observar as disposições contidas na legislação quanto à emissão de notas fiscais, em especial, no que se refere aos lotes de fabricação e à tabela de preços dos produtos. No quadro Dados do Produto da Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, devem constar, entre outros requisitos, a descrição do produto compreendendo: o nome, a marca, o tipo, o modelo, a série, a espécie e os demais elementos que permitam a sua perfeita identificação. Em se tratando de produtos classificados nos códigos e (medicamentos) da Tabela de Incidência do IPI (TIPI), além dos elementos de caráter geral ora mencionados, deverá ser indicado, no referido quadro, o número do lote de fabricação a que a unidade pertencer, devendo a discriminação ser feita em função dos diferentes lotes de fabricação e das respectivas quantidades e valores. Quando a nota fiscal for emitida por fabricante, importador ou distribuidor, relativamente à saída para estabelecimento atacadista ou varejista, dos produtos classificados nos códigos 30.02, 30.03, e da TIPI, exceto em relação às operações com produtos veterinários, homeopáticos ou amostras grátis, deverá ser indicado, ainda, o valor correspondente ao preço constante da tabela, sugerido pelo órgão competente para venda a consumidor e, na falta desse preço, o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial. Em relação ao emitente de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), deverão ser observadas as regras estabelecidas pelo Ajuste Sinief nº 7/2005, bem como o que consta do detalhamento K - Detalhamento Específico de Medicamento e de Matérias-Primas Farmacêuticas -, composto dos itens 152 a 157, do Anexo I ao Manual de Orientação do Contribuinte. (RIPI/2010, art. 413, caput, IV, b e art. 416, caput, XXI e XXII; Ajuste Sinief nº 7/2005; Manual de Orientação do Contribuinte - NF-e - Anexo I, K, itens 152 a 157) N SE Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 - Boletim IOB

11 a IOB Comenta Estadual ICMS - Informações à Sefaz referentes a operações com cartão de crédito ou de débito As administradoras ou operadoras de cartão de crédito, de débito ou similar entregarão, até o final do mês seguinte ao de ocorrência, os arquivos eletrônicos contendo as informações relativas a todas as operações de crédito, de débito ou similares, com ou sem transferência eletrônica de fundos, realizadas no mês anterior, sobre os valores das operações de crédito ou de débito realizadas com estabelecimentos de contribuintes do ICMS. Na elaboração dos arquivos eletrônicos, deverá ser observado o Manual de Orientação constante no anexo único da Portaria Sefaz nº 794/2007. Para enviar os arquivos, as administradoras de cartão de crédito ou de débito deverão submeter o arquivo eletrônico à validação de conteúdo utilizando o programa validador TEF disponível no site www. sintegra.gov.br. Na impossibilidade do envio das informações, a administradora ou operadora deverá comunicar o a IOB Perguntas e Respostas IPI Informações ecônomico-fiscais - e-cac - Acesso 1) Qual é o procedimento que o contribuinte deve adotar para acessar o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-cac)? O acesso ao e-cac será efetivado pelo próprio contribuinte, mediante a utilização de: a) certificados digitais válidos emitidos por autoridades certificadoras integrantes da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil): e-cpf, e-pf, e-cnpj ou e-pj, observado o disposto no art. 1º do Decreto nº 4.414/2002; e fato no prazo máximo de 5 dias úteis, por correspondência registrada à Secretaria da Fazenda do Estado de Sergipe (Sefaz), situada no Centro Administrativo Augusto Franco - Edifício Sálvio Oliveira, Avenida Tancredo Neves, s/nº, Bairro Capucho, no Município de Aracaju, CEP , em atenção à Gerência de Planejamento e Fiscalização, justificando a contingência e solicitando novo prazo, de até 15 dias. A Sefaz poderá solicitar, a qualquer momento, a entrega de relatório impresso em papel timbrado da administradora, contendo a totalidade ou parte das informações apresentadas em meio eletrônico. A falta de apresentação pelas administradoras de cartões de crédito ou de débito em conta-corrente e demais estabelecimentos similares, de informações relativas às operações e prestações realizadas pelos estabelecimentos de contribuintes cujos pagamentos sejam feitos por meio de seus sistemas de crédito, débito ou similares, está sujeita à multa equivalente a 0,5% sobre o valor da operação ou prestação não informada, não podendo ser inferior a 100 vezes o valor da Unidade Padrão Fiscal do Estado de Sergipe (UFP/SE). (RICMS-SE/2002, art. 831, VII, i ; Portaria Sefaz nº 794/2007) N b) código de acesso gerado na página da Receita Federal do Brasil (RFB), na Internet, (Instrução Normativa RFB nº 1.077/2010, art. 1º, 1º) Medicamentos - Preço de tabela - Indicação na nota fiscal - Exigência 2) No documento fiscal de saída de medicamentos emitido por fabricante, importador ou distribuidor, destinado a estabelecimento atacadista ou varejista, deverá ser mencionado o preço de tabela sugerido por órgão competente para venda a consumidor? Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 SE25-09

12 Sim. O documento fiscal emitido por fabricante, importador ou distribuidor, relativamente à saída para estabelecimento atacadista ou varejista, dos produtos classificados nos códigos 3002, 3003, 3004 e da TIPI, exceto em relação às operações com produtos veterinários, homeopáticos ou amostras grátis, deverá conter, na descrição dos produtos, a indicação do valor correspondente ao preço constante da tabela, sugerido pelo órgão competente para venda a consumidor e, na falta desse preço, o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial. (RIPI/2010, art. 413, IV, b, e art. 416, XXII) Substituição tributária - Regime especial - Competência 3) Quem é competente para conceder ao contribuinte substituto regime especial? A concessão, a alteração, o cancelamento e a cassação de regime especial de substituição tributária são de competência do Superintendente Regional da Receita Federal do Brasil da jurisdição do contribuinte substituto. (Instrução Normativa RFB nº 1.081/2010, art. 3º) ICMS/SE Crédito - Pedido de restituição 4) Feito o pedido de restituição, não tendo o Fisco se pronunciado sobre o assunto, pode o contribuinte se creditar do ICMS? Sim. Decorridos 180 dias contados da data da protocolização do pedido de restituição, sem que a Sefaz tenha se pronunciado a respeito, o contribuinte poderá escriturar como crédito, no livro Registro de Apuração do ICMS, no campo Crédito do Imposto, item Outros Créditos, o respectivo valor, mencionando o número do protocolo correspondente. Na hipótese mencionada, sobrevindo decisão contrária irrecorrível, o contribuinte, no prazo de 15 dias da respectiva notificação, procederá ao estorno dos créditos lançados, devidamente atualizados, com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. (RICMS-SE/2002, art. 55, 2º e 3º) Restituição do imposto - Ausência de manifestação da Sefaz 5) O contribuinte pode se ressarcir do imposto sem que a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) tenha se manifestado com relação ao pedido de restituição? Sim. Decorridos 90 dias da data da protocolização do pedido de restituição sem que a Sefaz tenha se pronunciado a respeito e, sendo o requerente inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Sergipe (Cacese), este poderá escriturar como crédito, no livro Registro de Apuração do ICMS, no campo Crédito do Imposto, item Outros Créditos, o respectivo valor mencionando o número do protocolo correspondente. Esclareça-se que, sobrevindo decisão contrária irrecorrível, o contribuinte, no prazo de 15 dias da respectiva notificação, procederá ao estorno dos créditos lançados, devidamente atualizados, com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis. (RICMS-SE/2002, arts. 115 e 116) Substituição de peça defeituosa - Procedimento fiscal 6) Qual deve ser o procedimento fiscal adotado pelo estabelecimento, concessionário ou não, ou pela oficina credenciada ou autorizada que receber peça defeituosa a ser substituída? Quando entrar no estabelecimento, concessionário ou não, ou na oficina credenciada ou autorizada peça defeituosa a ser substituída, deve ser emitida nota fiscal, sem destaque do imposto, que conterá, além dos demais requisitos, as seguintes indicações: a) a discriminação da peça defeituosa; b) o valor atribuído à peça defeituosa, que será equivalente a 10% do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento, concessionário ou não, ou pela oficina credenciada ou autorizada; c) o número da Ordem de Serviço ou da Nota Fiscal - Ordem de Serviço; d) o número, a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. (RICMS-SE/2002, art. 68-C) SE Manual de Procedimentos - Jun/ Fascículo 25 - Boletim IOB

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