SUSEP. Regulatory Practice Insurance News. Produtos de Seguro Garantia

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1 Regulatory Practice Insurance News Abril 2013 SUSEP Produtos de Seguro Garantia Carta-Circular 02/2013/SUSEP/DIRAT/CGPRO, de Adaptação dos produtos de seguro garantia aos normativos em vigor O Código Civil em seu capítulo XV apresenta duas classificações para o seguro, a saber: Seguro de Danos e Seguro de Pessoas. O Seguro Garantia é classificado como Seguro de Danos e, desse modo, atualmente todos os planos de Seguro Garantia devem estar adaptados, no que couber, às seguintes normas: Circulares SUSEP 256/04, 255/04, 251/04 e 239/03. A Circular SUSEP 232/03 divulga as informações mínimas que deverão estar contidas na apólice, nas condições gerais e nas condições especiais para os contratos de seguro garantia, nos termos dos seus Anexos I a III. A Circular SUSEP 265/04 disciplina os procedimentos relativos à adoção, pelas sociedades seguradoras, das condições contratuais e das respectivas disposições tarifárias e notas técnicas atuariais dos planos padronizados, não-padronizados e singulares, não sujeitos à aprovação prévia pela SUSEP. O art. 9º da referida Circular dispõe sobre a adequação dos planos padronizados aos normativos em vigor, desse modo, as seguradoras tem o dever de adaptar seus produtos padronizados aos normativos em vigor, sem a necessidade de encaminhar esse material à SUSEP. A SUSEP ressalta que quando da migração dos produtos padronizados será obrigatório o envio da Lista de Verificação Seguro de Dano (julho/2012) preenchida, assim como, das Condições Contratuais Padronizadas adaptadas.

2 Em função do exposto, a SUSEP solicitou, no prazo de 30 dias, que as seguradoras que operam com Seguro Garantia enviem correspondência, específica para cada processo, assinada pelo Diretor de Relações com a SUSEP e pelo Diretor Responsável Técnico, informando que o plano em questão está adaptado aos normativos em vigor. Vigência: Ouvidoria Carta-Circular SUSEP/DIRET/CGRAT 008/2013, de Esclarecimentos sobre a Resolução CNSP 279/2013 Tendo em vista a publicação da Resolução CNSP 279/13, que tornou obrigatória a instituição de estrutura de ouvidoria pelas sociedades seguradoras, entidades abertas de previdência complementar e sociedades de capitalização, a Carta-Circular SUSEP/DIRET/CGRAT 008/2013 apresenta os seguintes esclarecimentos complementares: 1. Fica extinto o reconhecimento de ouvidorias, uma vez que sua instituição pelo mercado supervisionado tornouse obrigatória a partir do início de vigência do normativo em questão, não cabendo, portanto, encaminhar qualquer documentação referente à criação de novas ouvidorias e/ ou adequação das ouvidorias reconhecidas anteriormente aos termos da nova Resolução. 2. Nos casos de substituição e/ou designação de ouvidor, a Sociedade deverá encaminhar, no prazo máximo de 30 dias contados a partir de sua designação, carta à SUSEP assinada por dois Diretores informando o nome do novo Ouvidor para fins de registro e arquivo, além de efetuar o devido registro no FIP na data-base referente à designação. 3. Nos casos de nomeação de ouvidor responsável por ouvidoria coletiva, poderá ser encaminhada comunicação única, contendo assinatura de dois diretores de cada uma das Sociedades integrantes. 4. Os ouvidores designados para ouvidorias já reconhecidas não necessitam de nova indicação, exceto nos casos em que estes não atendam aos requisitos previstos no novo normativo. 5. O ato de informar o nome do ouvidor, por meio da comunicação prevista no item 2, bem como pelo preenchimento do Formulário de Informações Periódicas - FIP, implicam em declaração tácita por parte da Sociedade de que o ouvidor designado atende ao disposto no art. 6 da referida Resolução. 6. Na hipótese do Ouvidor designado exercer a função de Diretor de Relações junto à SUSEP, este não poderá acumular outra função. 7. A partir de 19 de abril de 2013, as ouvidorias reconhecidas anteriormente deverão estar com seus regulamentos em consonância com o disposto na Resolução CNSP 279/ A verificação do cumprimento ao disposto na Resolução CNSP 279/13 será efetuada oportunamente pela Coordenação Geral de Fiscalização Direta. 9. Os processos em curso, referentes a solicitações de reconhecimento de ouvidoria, sob a égide da Resolução CNSP 110/2004, e que porventura não tenham sido deferidos até 18 de abril de 2013, serão convolados em processos de designação de ouvidor. 10. Ocorrida a hipótese prevista no item anterior, a sociedade deverá proceder conforme o estabelecido no item 2, ratificando o nome do ouvidor se este atender aos requisitos impostos pelo artigo 6º da Resolução CNSP 279/13, ou designando novo ouvidor, em caso contrário. Vigência: ANS Ouvidoria Resolução Normativa RN 323, de Instituição de unidade organizacional de ouvidoria As operadoras de planos privados de assistência à saúde devem instituir unidade organizacional de ouvidoria, com a atribuição de assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do beneficiário. A Ouvidoria tem por objetivo acolher as manifestações dos beneficiários, tais como elogios,sugestões, consultas e reclamações, de modo a tentar resolver conflitos que surjam no atendimento ao público, e subsidiar aperfeiçoamento dos processos de trabalho da operadora, buscando sanar eventuais deficiências ou falhas em seu funcionamento. A Ouvidoria é unidade de segunda instância, podendo solicitar o número do protocolo da reclamação ou manifestação registrada anteriormente junto ao Serviço de Atendimento ao Cliente ou unidade organizacional equivalente da Operadora.

3 A estrutura da unidade organizacional de Ouvidoria deve ser capaz de atender o número de beneficiários vinculados à operadora, bem como deve guardar compatibilidade com a natureza, a quantidade e a complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas de cada operadora. A fim de garantir efetividade da Ouvidoria, a operadora deve: I - dar ampla divulgação sobre a sua existência, bem como fornecer informações completas sobre sua finalidade, competência, atribuições, prazos para resposta às demandas, forma de utilização e canais de acesso para registro e acompanhamento das demandas; II - garantir o acesso dos beneficiários ao atendimento da Ouvidoria de forma ágil e eficaz; e III - oferecer atendimento, no mínimo, em dias úteis, e em horário comercial. Na estruturação da unidade organizacional específica de Ouvidoria deverão ser observados os seguintes requisitos, cumulativamente: I - vinculação ao representante legal da operadora, respeitada a estrutura organizacional de cada operadora; II - designação de pessoa para exercício da atividade de ouvidor, não cumulável com a atividade de gestão do atendimento ao beneficiário da operadora, ressalvada a hipótese do art. 8º. III - constituição de equipe de trabalho, capaz de atender o fluxo de demandas, com dedicação exclusiva para exercício na unidade; IV - instituição de canal ou de canais específicos para atendimento; V - instituição de protocolo específico para registro do atendimento realizado pela Ouvidoria; VI - fixação de prazo máximo não superior a sete dias úteis para resposta conclusiva às demandas dos beneficiários, sendo admitida a pactuação junto ao beneficiário de prazo maior, não superior a 30 dias úteis, nos casos excepcionais ou de maior complexidade, devidamente justificados; e VII - garantia de acesso pela Ouvidoria às informações de quaisquer áreas técnico-operacional da operadora. Poderão ser utilizados como canal de acesso à Ouvidoria o atendimento via formulário eletrônico, corporativo, contato telefônico, com ou sem 0800, correspondência escrita e/ou atendimento presencial, dentre outros. Não poderá ser admitido como canal único de acesso o atendimento telefônico não gratuito. As informações sigilosas ou restritas do beneficiário, constantes dos registros da operadora, somente serão disponibilizadas à Ouvidoria quando autorizado previamente pelo próprio beneficiário. Constituem atribuições da Ouvidoria: I - receber, registrar, instruir, analisar e dar tratamento formal e adequado às manifestações dos beneficiários, em especial àquelas que não foram solucionadas pelo atendimento habitual realizado pelas unidades de atendimento, presenciais ou remotas da operadora; II - prestar os esclarecimentos necessários e dar ciência aos beneficiários sobre o andamento de suas demandas e das providências adotadas; III - informar aos beneficiários o prazo previsto para resposta à demanda apresentada, IV - fornecer resposta às demandas dos beneficiários, no prazo estabelecido; V - receber demandas dos órgãos e associações de defesa do consumidor, respondendo-as formalmente; e VI - apresentar ao representante legal da operadora, ao fim de cada exercício anual ou quando oportuno, relatório estatístico e analítico do atendimento, contendo no mínimo: a) dados e informações sobre que a Ouvidoria recebeu no período, contudo, apresentado em bases mensais e anuais comparadas com o mesmo período do ano anterior; b) ações desenvolvidas pela Ouvidoria; c) recomendações de medidas corretivas e de melhoria do processo de trabalho da operadora. A operadora deverá encaminhar a Ouvioria da ANS, o relatório de que trata o inciso VI, ao final de cada ano civil, bem como mantê-lo à disposição da ANS, pelo prazo de cinco anos. O serviço prestado pela Ouvidoria aos beneficiários deve ser gratuito. O representante legal da operadora deve expedir ato interno em que constará, de forma expressa, as seguintes disposições, no mínimo: I - criação de condições adequadas para o funcionamento da Ouvidoria, bem como para que sua atuação seja pautada pela ética, transparência, independência, imparcialidade e isenção; II - garantia de acesso da Ouvidoria às informações necessárias para a elaboração de resposta adequada às demandas recebidas, com total apoio administrativo, podendo requisitar informações e documentos para o exercício de suas atividades; e

4 III - previsão das hipóteses de impedimentos e substituições do Ouvidor, garantindo um substituto para os casos de férias, ausências temporárias e licenças, com vistas a assegurar a continuidade do serviço. A operadora deve informar à Ouvidoria da ANS, no prazo de 30 dias, a contar da vigência desta RN, o nome de seu ouvidor e seu substituto, os respectivos meios de contato, bem como deverá proceder ao cadastramento da respectiva unidade, nos termos de formulário que estará disponível no endereço eletrônico da ANS na Internet. Quaisquer alterações das informações prestadas por ocasião do cadastramento, inclusive com o envio, quando se fizer necessário, de novos documentos, devem ser informadas à ANS no prazo de 30 dias, a contar da ocorrência da alteração. A Ouvidoria deverá manter sistema de controle atualizado das demandas recebidas, de forma que possam ser evidenciados o histórico de atendimentos e os dados de identificação dos clientes e beneficiários de produtos e serviços, com toda a documentação e as providências adotadas, resguardando sigilo das informações. As operadoras com número de beneficiários inferior a 20 mil e as operadoras exclusivamente odontológicas com número de beneficiários entre 20 e 100 mil, estão obrigadas tão somente a designar um representante institucional para exercício das atribuições de ouvidor, ficando dispensadas de criar unidade organizacional específica de Ouvidoria, observado, no entanto, as demais regras desta RN. As operadoras referidas acima poderão designar como representante institucional a respectiva entidade de representação, por meio de termo expresso e assinado, que deverá ser informado na forma do art. 6º. A representação não afasta a responsabilidade da operadora pelo cumprimento do disposto nesta Resolução. As operadoras que fazem parte de grupo econômico podem instituir Ouvidoria única, que poderá atuar em nome dos integrantes do grupo, desde que o beneficiário possa identificar que está sendo atendido por sua operadora. Vigência: 180 dias após a data de sua publicação para as operadoras com número igual ou superior a 100 mil beneficiários e 365 dias para as operadoras com número inferior a 100 mil beneficiários Registro de Produtos Resolução Normativa RN 324, de Alteração de disposições Esta Resolução altera a Resolução Normativa - RN 85/04, que dispõe sobre a concessão de autorização de funcionamento das operadoras de planos privados de assistência à saúde, e a Instrução Normativa - IN DIPRO 23/09, que dispõe sobre os procedimentos do registro de produtos. O 2º do art. 12 e o art. 21, ambos da RN 85/04, passam a vigorar com as seguintes redações: Anterior RN 85/04 Atual RN 324/13 2º O ingresso de novos beneficiários na forma de que trata o 1º somente será permitido se o plano ativo com comercialização suspensa não estiver incorrendo em qualquer das irregularidades do caput do art.21. Art. 21 No caso de descumprimento das condições de manutenção do registro de produto, a ANS determinará a suspensão temporária deste para fins de comercialização ou disponibilização, até que sejam corrigidas as irregularidades, sem prejuízo da assistência aos beneficiários já vinculados ao plano, ficando ainda a Operadora, quando for o caso, sujeita às penalidades previstas na Lei nº 9.656/98. 2º O ingresso de novos beneficiários na forma de que trata o 1º somente será permitido se o plano ativo com comercialização suspensa não estiver incorrendo em qualquer das irregularidades do inciso I do caput do art. 21. Art. 21. O registro de produto poderá ser suspenso temporariamente, para fins de comercialização ou disponibilização, nas seguintes hipóteses: I - por determinação da ANS, no caso de descumprimento das condições de manutenção do registro de produto e nos demais casos previstos na regulamentação setorial; e II - a pedido da operadora, na forma e nos termos previstos em instrução normativa da DIPRO. O art. 21, da RN 85/04, também passa a vigorar acrescido da seguinte redação: 1. Na hipótese de suspensão de registro por determinação da ANS, o produto não poderá ser comercializado ou disponibilizado até que sejam corrigidas as irregularidades, sem prejuízo da assistência aos beneficiários já vinculados ao plano, na forma prevista em instrução normativa da DIPRO, ficando a operadora sujeita às penalidades e às medidas administrativas estabelecidas na Lei nº 9.656, de 1998, e na regulamentação setorial. 2. Na hipótese da existência de produto com registro suspenso a pedido da operadora, a reativação do produto poderá ser requerida à ANS, na forma e nos termos previstos em instrução normativa da DIPRO. 3. A suspensão ou reativação do registro de produto vigerá a partir da data do seu deferimento pela ANS. 4. A suspensão de registro de produto, cujo município de comercialização ou disponibilização for compatível com o de produto de operadora em via de

5 ser liquidada, não será autorizada pela ANS no curso de prazo assinalado para o exercício da portabilidade especial de carência. 5. Na hipótese do parágrafo anterior, o pedido de suspensão de registro de produto ficará sobrestado até que se encerre o prazo assinalado para o exercício da portabilidade especial de carência. A Seção II - Da Manutenção do Registro de Produtos da IN DIPRO 23/09, Passará a vigorar acrescida das Subseções I e II, Das Alterações de Dados do Registro de Produtos e Da Suspensão e Reativação do Registro de Produtos, respectivamente, e do artigo 20-A, com a seguinte redação: Art. 20-A A suspensão ou reativação de registro de produto a pedido da operadora, para fins de comercialização ou disponibilização, observará os seguintes critérios: I - deverá ser formulada por escrito, com 30 dias de antecedência da data pretendida para a suspensão ou reativação, contados da data da protocolização na ANS, contendo a identificação e assinatura do seu representante legal junto à Agência, o número de seu registro, o número de registro do produto e a data a partir da qual este será suspenso ou reativado; II - somente será suspenso o registro de produto considerado ativo, nos termos do inciso I do art. 12 da RN 85/04; III - não será suspenso o último plano referência, caso haja algum plano ativo no mesmo tipo de contratação; IV - não será suspenso o último plano odontológico com formação de preço pré-estabelecida, caso haja algum plano com formação de preço misto ativo no mesmo tipo de contratação; e V - somente será reativado o registro de produto considerado ativo com comercialização suspensa, nos termos do art. 12, inciso II, da RN 85/04. Sanções administrativas Resolução Normativa RN 326, de Alteração de disposições Altera a RN 301/12, que, dentre outras disposições, alterou a RN 48/03, que dispõe sobre o processo administrativo para apuração de infrações e aplicação de sanções no âmbito da ANS. A RN nº 301, de 2012, passa a vigorar acrescida dos arts. 9º-A e 9º-B, com as seguintes redações: Art. 9º - A Os processos administrativos sancionadores já encaminhados à DIFIS, que tenham sido instaurados anteriormente à publicação da presente Resolução, e nos quais já constem a defesa da operadora e a lavratura de representação consoante o procedimento anterior à vigência desta RN, seguirão o rito processual vigente ao tempo do encaminhamento dos autos à DIFIS, cabendo o seu julgamento pela Diretoria competente para tanto. Art. 9º - B No caso de existência de indícios de infração por não envio de informações periódicas, praticada antes da vigência desta RN e não comunicada à operadora, aplicase o disposto no 2º do art. 8º da RN 48/03, podendo, excepcionalmente, ser lavrada uma única representação e instaurado um único processo administrativo para períodos superiores a um ano. Vigência: Débitos Tributários e Não Tributários Resolução Normativa RN 328, de Parcelamento de débitos tributários e não tributários Esta Resolução Normativa altera a RN 04/02, que dispõe sobre o parcelamento de débitos tributários e não tributários para com a ANS, além do ressarcimento ao Sistema Único de Saúde SUS. Parágrafo único. Será devolvido o pedido de suspensão ou reativação de registro de produto cuja documentação esteja em desacordo com o disposto no inciso I. Vigência:

6 Anterior RN 04/02 Atual RN 328/13 O débito inscrito em Dívida Ativa da ANS poderá ser parcelado, a critério do Procurador-Geral: I - sem o ajuizamento da execução fiscal, quando: a) em razão do valor, não ajuizável, se tratar de débito inferior a R$2.500,00; e Na hipótese de o valor do débito ser superior a R$ ,00, a concessão do parcelamento fica condicionada à apresentação de garantia real ou fidejussória, admitida a fiança bancária. Poderá ser concedido parcelamento simplificado, importando o pagamento da primeira parcela em confissão irretratável da dívida e adesão aos termos e condições estabelecidos pela lei e pelas demais normas para o parcelamento de débitos para com a ANS. O valor máximo do débito consolidado, para fins do disposto acima, não poderá ser superior a R$ ,00. Tratando-se de débitos em execução fiscal, com penhora ou arresto de bens efetivados nos autos, ou com outra garantia, nos termos do art. 9º da Lei 6.830/80, a concessão do parcelamento fica condicionada à manutenção da mencionada garantia, observados os requisitos de suficiência e idoneidade, independentemente do valor do débito. Não será concedido parcelamento relativo a débitos tributários e não tributários: I - cuja exigibilidade do débito seja objeto de discussão em ação judicial proposta pelo devedor ou seu representante legal; e II - que já tenha sido objeto de parcelamento, ainda não integralmente pago, relativo ao mesmo débito. As vedações previstas neste artigo não se aplicam ao parcelamento simplificado de débitos.. O débito inscrito em Dívida Ativa da ANS poderá ser parcelado, a critério do Procurador-Geral: I - sem o ajuizamento da execução fiscal, quando: a) em razão do valor, se tratar de débito não ajuizável; Na hipótese de o valor do débito ser superior a R$ ,00, a concessão do parcelamento fica condicionada à apresentação de garantia real ou fidejussória, na forma desta Resolução, suficientes para o pagamento do débito. Poderá ser concedido parcelamento simplificado, importando o pagamento da primeira parcela em confissão irretratável da dívida e adesão aos termos e condições estabelecidos pela lei e pelas demais normas para o parcelamento de débitos para com a ANS. O valor máximo do débito consolidado, para fins do disposto acima, não poderá ser superior a R$ ,00. Tratando-se de débitos em execução fiscal, com penhora ou arresto de bens efetivados nos autos, ou com outra garantia, nos termos do art. 9º da Lei 6.830/80, a concessão do parcelamento fica condicionada à manutenção da mencionada garantia, observados os requisitos de suficiência e idoneidade, independentemente do valor do débito. Nesta hipótese, a manutenção da garantia será exigida ainda que o débito seja inferior ao valor previsto acima. Não será concedido parcelamento relativo a débitos tributários e não tributários: I - cuja exigibilidade do débito seja objeto de discussão em ação judicial proposta pelo devedor ou seu representante legal, salvo se o requerimento de parcelamento tiver sido instruído com cópia de petição de renúncia ao direito versado na ação ou nos embargos, devidamente protocolizada junto ao órgão jurisdicional competente; II - que já tenha sido objeto de parcelamento, ainda não integralmente pago, relativo ao mesmo débito, salvo em se tratando de pedido de reparcelamento, obedecidas as condições estabelecidas nesta Resolução; e III de devedor com liquidação extrajudicial, falência ou insolvência civil decretadas. Observadas as condições acima, será admitido reparcelamento de débitos, inscritos ou não em Dívida Ativa, constantes de parcelamento em andamento ou que tenha sido rescindido. A formalização do pedido de reparcelamento fica condicionada ao recolhimento da primeira parcela em valor correspondente a: I 10% do total dos débitos consolidados; ou II 20% do total dos débitos consolidados, caso haja débito com histórico de reparcelamento anterior. Serão admitidos até dois reparcelamentos do mesmo débito. Aplicam-se aos pedidos de reparcelamento, naquilo que não os contrariar, as demais disposições relativas ao parcelamento previstas nesta Resolução.

7 Anterior RN 04/02 Atual RN 328/13 O parcelamento será automaticamente cancelado: I - em qualquer hipótese, na falta de pagamento de duas prestações, consecutivas ou não; O parcelamento será automaticamente cancelado: I - em qualquer hipótese: a) na falta de pagamento de três parcelas, consecutivas ou não, ou de até duas parcelas, estando pagas todas as demais ou estando vencida a última parcela; b) com o ajuizamento pelo devedor de qualquer ação judicial visando discutir o débito parcelado; c) com a descoberta da falsidade de qualquer declaração prestada pelo devedor com o fim de obter a concessão do parcelamento; e d) com a decretação da liquidação extrajudicial, da falência ou da insolvência civil do devedor; II - quando se tratar de débito inscrito em Dívida Ativa, na forma do art. 8º: a) pelo descumprimento, por parte do requerente, da formalização da garantia fidejussória prevista no 2º do art. 21, no prazo de quinze dias contado da comunicação do deferimento; ou b) pelo não atendimento à intimação para que providencie, no prazo de 30 dias, a reposição ou reforço da garantia, no caso do objeto desta garantia vir a perecer ou a se desvalorizar, na forma do que dispõe o 2º do art. 22. Considerada inidônea ou insuficiente a garantia de que trata o artigo anterior, o Procurador-Geral exigirá, mediante intimação, sua substituição ou complementação, conforme o caso. Considerar-se-ão automaticamente deferidos os pedidos de parcelamento instruídos com a observância desta RN, após decorridos noventa dias da data de seu protocolo, sem manifestação da autoridade. II - quando se tratar de débito inscrito em Dívida Ativa com garantia apresentada: a) com o descumprimento do prazo previsto nesta Resolução para formalização da garantia hipotecária apresentada; b) com a decretação da liquidação extrajudicial, da falência ou da insolvência civil do proprietário do imóvel dado como garantia ou da instituição financeira fiadora, salvo se o devedor substituir a instituição financeira fiadora ou oferecer imóvel de outra pessoa como garantia; c) com a constatação de ter sido o bem hipotecado penhorado em ação de execução proposta por outro credor; d) com o não atendimento, no prazo fixado, de intimação expedida ao devedor para repor ou reforçar garantia que tenha perecido ou se desvalorizado; e e) com a alienação do imóvel hipotecado. Considerada inidônea ou insuficiente a garantia, o Procurador-Chefe exigirá, mediante intimação, sua substituição ou complementação, conforme o caso, inclusive na hipótese de garantia oferecida nos autos da execução fiscal, fixando prazo não superior a 30 dias para o atendimento da exigência, sob pena de indeferimento do parcelamento. Considerar-se-ão automaticamente deferidos os pedidos de parcelamento instruídos com a observância desta RN, após decorridos noventa dias da data de seu protocolo, sem manifestação da autoridade. Ainda que ultrapassado o prazo estabelecido, implicará indeferimento do pedido: I a não apresentação de algum dos documentos previstos no art. 3º, exigíveis conforme o caso; II o não pagamento da primeira parcela; III a existência de vedação ao parcelamento, prevista em lei ou nesta Resolução; IV o não cumprimento dos requisitos relativos à garantia, quando exigida; e V o não atendimento de intimação para substituição ou complementação de garantia considerada inidônea ou insuficiente, no prazo previsto no art. 22 desta Resolução. A RN 04/02, passa a vigorar acrescida dos artigos 21-A, 21-B, 21-C, 21-D, 21-E e 22-A, que trazem detalhamentos dos requisitos de avaliação de garantias (idoneidade, suficiência, acessibilidade e liquidez, montante consolidado do débito e prazo pretendido). A RN nº 4, de 2002, passa a vigorar acrescida dos Anexos I a V, conforme os Anexos desta Resolução Normativa. Vigência: , aplicando-se aos requerimentos de parcelamento ainda não decididos, exceto quanto ao reparcelamento previsto no art. 16-A, que só entra em vigor oito meses após a publicação desta Resolução. Revogação: parágrafo único do art. 16, os 1º e 2º do art. 21 e os 1º e 2º do art. 22, todos da RN 04/02.

8 Outros Normativos SUSEP Resolução CNSP 286, de Dispõe sobre a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias S. A. ABGF, empresa pública que teve a sua criação autorizada pelo artigo 37 da Lei /12. Circular SUSEP 465, de Altera a estrutura da tabela CONTRIREC, arquivo de contribuições / prêmios recebidos, constante do Anexo VIII da Circular SUSEP 360/2008, referente aos Registros Contábeis Auxiliares Obrigatórios em Meio Magnético. ANS Instrução Normativa IN DIGES 14, de Altera o Anexo da IN DIGES 13/13, que dispõe sobre a avaliação de desempenho das operadoras, referente ao ano de 2012, pelo Programa de Qualificação da Saúde Suplementar - Componente Operadoras, da ANS, no que tange aos incisos I, II, III e IV do artigo 22-A da RN 139/06. Resolução Normativa RN 325, de Altera a RN 211/10, que dispõe sobre o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde no âmbito da Saúde Suplementar, para regulamentar o fornecimento de bolsas de colostomia, ileostomia e urostomia, sonda vesical de demora e coletor de urina com conector, de que trata art. 10-B da Lei nº 9.656/98. Resolução Normativa RN 327, de Altera o 1º do art.24 e acrescenta o art.27-a na RN 253/11, que dispõe, em especial, sobre o procedimento físico de ressarcimento ao SUS. Coordenação e elaboração Andrea Sato Seara Fernandes Bruna P. Ramalho Érika C. Ramos Renata S. Gasparetto Tel (11) kpmg.com/br 2013 KPMG Auditores Independentes, uma sociedade simples brasileira e firma-membro da rede KPMG de firmas-membro independentes e afiliadas à KPMG International Cooperative ( KPMG International ), uma entidade suíça. Todos os direitos reservados. O nome KPMG, o logotipo e cutting through complexity são marcas registradas ou comerciais da KPMG International. Todas as informações apresentadas neste documento são de natureza genérica e não têm por finalidade abordar as circunstâncias de uma pessoa ou entidade específica. Embora tenhamos nos empenhado em prestar informações precisas e atualizadas, não há garantia de sua exatidão na data em que forem recebidas nem de que tal exatidão permanecerá no futuro. Essas informações não devem servir de base para se empreenderem ações sem orientação profissional qualificada, precedida de um exame minucioso da situação em pauta.

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