1.ªs JORNADAS DE ESTUDOS AGENTES DE EXECUÇÃO AS PENHORAS BANCÁRIAS

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1 1.ªs JORNADAS DE ESTUDOS AGENTES DE EXECUÇÃO 9 e 10/04/2010 AS PENHORAS BANCÁRIAS Por: José Carlos Resende 1

2 Começo por saudar e dar os parabéns à organização das 1.ºs Jornadas de Estudo dos Agentes de Execução nas pessoas do presidente do Colégio de Especialidade Solicitador Armando Branco e do moderador desta Mesa Solicitador Joaquim Queirós. Permitam-me uma saudação especial aos colegas de Mesa, Juiz Joel Timóteo Ramos Pereira, que através dos livros que publicou se transformou num precioso e permanente auxiliar dos solicitadores de execução e à Mestre Cláudia Boloto nossa formadora de sempre que tem deixado uma marca inesquecível de qualidade em muitos dos solicitadores da região Sul. Saúdo também os professores, os colegas presentes e os estagiários e candidatos à profissão de agentes de execução. Este tema das Jornadas de Estudo dos agentes de execução versa a denominada FASE 2 do processo executivo. Como sabem esta nomenclatura surgiu no art.º 15.º da Portaria 331/B-2009 de 30/03. A fase 2 compreende a penhora de bens e a citação dos credores e termina com a primeira decisão do agente de execução de iniciar as diligências necessárias para a realização do pagamento A verdade é que o trabalho que me foi adjudicado prende-se com as penhoras bancárias. Fazem parte da FASE 2. À adjudicação não será estranho algum oportunismo que assumo derivado de andar a preparar um pequeno trabalho sobre este tema no âmbito do mestrado em solicitadoria do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. Gostaria de ter a oportunidade de falar sobre outros assuntos relacionados com esta especialidade, mas, a agenda não o permite. O Parlamento Europeu em 22/4/2009 aprovou uma Resolução sobre a execução eficaz das decisões judiciais na União Europeia: transparência do património dos devedores. Permito-me destacar alguns dos princípios aprovados: A opacidade da informação necessária para forçar o devedor a cumprir as suas obrigações é contrária aos princípios comuns de boa fé e de responsabilidade patrimonial; Assinala-se que o atraso nos pagamentos, a falta de pagamento e a dificuldade de cobrança das dívidas prejudicam os interesses das empresas e dos consumidores credores, diminuem a confiança no mercado interno e debilitam a acção da justiça; Apoia-se uma estratégia integrada e eficaz, segundo os princípios de "legislar melhor", e considera-se que o objectivo do pagamento deve ser alcançado assegurando a não discriminação, a protecção de dados sensíveis e as garantias judiciais, através de medidas proporcionadas 2

3 que introduzam a transparência necessária e reduzam consideravelmente os custos de informação e gestão; Sustenta-se que, para além da informação pública, o credor deverá poder aceder, sob controlo ou com a assistência de uma autoridade competente, aos dados necessários para dar início ao processo de execução e conseguir cobrar a sua dívida de maneira fácil em todo o mercado interno; Opõe-se à concessão de acesso injustificado, indiscriminado e arbitrário a todo o tipo de dados sobre os registos civis, da segurança social e fiscais, e defende-se o estabelecimento de um quadro adequado e proporcionado para assegurar a execução eficaz das decisões judiciais na União Europeia; Estas citações demonstram que há uma preocupação generalizada e consciente na Europa em simplificar os processos de execução respeitando princípios de proporcionalidade no acesso aos dados. A HISTÓRIA DAS PENHORAS DE DEPÓSITOS BANCÁRIOS Não pretendendo efectuar um grande recuo histórico, até pela maçada que implicaria. Parece adequado lembrar que até 15/09/2003 as penhoras de depósitos bancários eram efectuadas mediante indicação pelo exequente de quais as contas, e as instituições onde se poderiam encontrar esses depósitos, ou, quando não os conhecia podia solicitar fundamentadamente ao Tribunal que oficiasse ao Banco de Portugal no sentido de este obter tal informação junto das instituições bancárias Como era efectuada esta penhora antes de 15/09/2003? Na maioria dos casos o exequente desconhecia os bancos onde existiam depósitos e requeria, ao abrigo do n.º 6 do art.º 861.º-A, que o tribunal solicitasse ao Banco de Portugal informação sobre os bancos onde existiam depósitos dos executados. Aceite o requerimento e oficiado ao Banco de Portugal este remetia cópia da intimação judicial a todas as instituições bancárias registadas (cerca de 50) 3 1 Ver art.º 861.ª A. N.º 6 c. a redacção do D.L 375-A/ Se tiverem sido nomeados à penhora saldos em contas bancárias que o exequente não consiga identificar adequadamente, o tribunal solicitará previamente ao Banco de Portugal informação sobre quais as instituições em que o executado é detentor de contas bancárias. O Banco de Portugal não tinha e ao que sei continua a não ter nenhuma base de dados com a listagem de todas as contas bancáriass abertas nas diversas instituições. 2 V. acórdãos do STJ de BMJ , ou Ac. da Trib. Rel Lisb. De / SJ I - O exequente tem que indicar as razões por que requereu que se oficie ao Banco de Portugal, nos termos do art.º 861-A n.º 6 C.P.C... II - Se apenas nomear à penhora, indiscriminadamente e sem qualquer informação identificativa, os saldos de eventuais contas bancárias, do executado, o seu requerimento deve ser indeferido nessa parte. É verdade que era comum haver tribunais que resistiam à consulta ao Banco de Portugal baseando-se na violação excessiva do sigilo bancário e eventualmente com a consciência de que o processo iria engordar com dezenas de ofícios dos diversos bancos 3 Actualmente a Associação Portuguesa de Bancos tem 28 associadas. A concentração bancária diminuiu o número destas instituições. No Banco de Portugal estão registados 41 bancos, 5 caixas económicas e 84 Caixas de crédito agrícola. Não considerando sucursais, representações de bancos estrangeiros e similares. 3

4 O serviço não era remunerado. O Banco de Portugal não tinha e continua a não ter, nos casos em que ainda assume este serviço, 4 qualquer controle sobre quais os Bancos que respondiam ao tribunal e em que prazo. Nos últimos anos o serviço do Banco de Portugal era mais electrónico digitalizava a carta recebida do Tribunal e remetia-a por mail aos Bancos. 2- A partir de 15/09/2003 Com a reforma da acção executiva de 2003 aboliu-se a intervenção do Banco de Portugal. É verdade que o legislador ainda imaginou uma outra entidade centralizadora que passasse a registar todas as contas bancárias, mas, por razões fáceis de conjecturar tal não foi aceite. O n.º do art.º 861.º - A, veio estipular que A penhora que incida sobre depósito existente em instituição legalmente autorizada a recebê-lo é feita, preferentemente, por comunicação electrónica e mediante despacho judicial, que poderá integrar-se no despacho liminar quando o houver Foram estabelecidas regras sobre prioridade das penhoras, determinandose um prazo de 15 dias para os Bancos responderem e estabeleceu-se uma remuneração aos Bancos por este serviço, que o Código das Custas fixou em 1/10 de uma UC quando não existissem contas bancárias e no dobro caso estas fossem detectadas 5. O n.º 3 do art.º 824.º determinou que era impenhorável o valor correspondente a um salário mínimo nacional. i Com base nesta nova solução, logo em 15 Dezembro de 2003, é celebrado um protocolo entre o Ministério da Justiça, a Associação Portuguesa de Bancos e a Câmara dos Solicitadores pelo qual se acordavam uma série de procedimentos simplificadores das penhoras e se preparava um impresso que permitia às instituições bancárias aderirem a um método de penhora electrónica, ou indicarem um endereço determinado para a penhora postal. 6 Julgo que não houve nenhuma adesão formal aquele protocolo. Sendo certo que não existiu nenhuma adesão ao método da penhora electrónica. 7 4 Nos processos-crime, nos inventários, nos processos de jurisdição voluntária ainda se recorre a este método. 5 Se a comunicação fosse por meios electrónicos o custo era reduzido a metade. Mas, estes meios nunca apareceram. Após 30/03/2009 inverteu-se a regra. Os Bancos passam a receber metade daquele valor se não usarem meios electrónicos. O custo exclusivo da averiguação genérica de quais os Bancos onde existem depósitos continua a ser manifestamente exagerado. 6 A adesão ao método escrito, por si só, poderia permitir a eliminação de duas comunicações entre os intervenientes. O solicitador de execução na carta em que solicita a informação ao Banco já remeteria o comprovativo do pagamento da respectiva remuneração e indicava em que nome pretendia o recibo. O Banco na resposta anexaria o respectivo recibo. Se houvesse valor a penhorar a diferença seria paga no momento da transferência. 7 A Câmara dos Solicitadores apresentou em 2007 à Associação Portuguesa de Bancos um conjunto de soluções para a penhora electrónica. Estas permitiam aos Bancos que optassem por uma de quatro hipóteses que iam de um uso simples de correio electrónico até à utilização de um web service com facturação incluída. Ao que nos informaram estas hipóteses de trabalho foram abandonadas sob o pretexto da inexistência de unanimidade na adesão ao sistema. 4

5 3- Quais foram os resultado da prática instituída em 2003? Houve Tribunais que consideraram que face ao estipulado sobre sigilo bancário e à indeterminação sobre a ordem da realização da penhora esta só era legítima após o agente de execução evidenciar que não havia outros bens de valor adequado susceptíveis de penhora. 8 Nos grandes tribunais, secretarias de execução de Lisboa e Porto, onde a acumulação rapidamente impôs uma morosidade de despacho judicial superior a um ano, requerer a penhora de depósitos bancários significava paralisar o processo por largos meses 4- Quando obtinha autorização judicial o que fazia o agente de execução? Como não sabia onde poderiam existir contas bancárias remetia cartas a todos os Bancos que constavam de uma base de dados disponibilizada pela Câmara dos Solicitadores. (Imaginem as tais 50, se não se dirigisse às Caixas agrícolas). Cerca de 15 dias depois recebia 50? Cartas informando-o, por tradição, que nenhum depósito existia susceptível de penhora e que deveria pagar a informação (perto de 9 euros). O agente de execução pagava o serviço e solicitava recibo. Quando aquele era remetido o processo tinha mais 200 papéis! Se apareciam depósitos, as mais das vezes eram de valor inferior ao salário mínimo, ou, não atingiam sequer o montante a pagar pela colaboração do Banco na penhora (perto de 20 euros). Quando se comunicava ao exequente que se tinha dispendido 500 euros naquelas informações, maioritariamente inúteis, este mimoseava o agente de execução com naturais palavras de carinho!!! Acresce que pelo serviço o solicitador de execução podia cobrar uns polémicos e insuficientes 5 euros por cada notificação efectuada. A experiência levou o agente de execução a fugir da penhora de depósito bancário, só tentando efectuá-la quando o exequente insistia indicando expressamente as instituições bancárias em que se devia ensaiar aquele procedimento. 5- Outras soluções desenvolvidas O caso das penhoras do fisco e da segurança social: 8 Penhora, excesso Tribunal da Relação do Porto;Processo: 66/03.1TBVFL-B.P1 de Sumário: A escolha e nomeação de bens pelo exequente a penhorar não pode ser arbitrária dado que a lei balizou a mesma segundo dois critérios: - Critério da maior facilidade na realização do numerário devem ser penhorados bens cujo valor pecuniário seja de mais fácil realização: - Critério da adequação a apreensão terá em conta o montante da dívida exequenda e o das despesas previsíveis da execução, a eles se devendo adequar. Ver texto completo 5

6 Uma das curiosidades do sistema português verifica-se no divórcio quase absoluto entre as soluções técnicas no âmbito do processo executivos conforme este seja promovido pelo aparelho judicial, pelos serviços fiscais, ou pela segurança social. Um dos melhores exemplos daquela situação constata-se no chamado registo informático de execuções ao qual o fisco e a segurança social não acedem, nem usam, para inserir os executados pré-insolventes, ou verificar quantos processos executivos há pendentes contra o mesmo executado. A outra constata-se no sistema de sustação de penhoras, quando existem outras anteriores sobre os mesmos bens. Regra que é ignorada pelo fisco e pela segurança social, originando uma caricata corrida à venda ou apreensão para tentar colocar os outros perante o facto consumado. A verdade é que o fisco tem demonstrado uma elasticidade nas suas soluções legislativas e informáticas muito superior ao que se verifica no mundo judicial. A facilidade com que têm alterado os códigos fiscais, em sede de Orçamentos de Estado e a tecnicidade e determinação, pouco sujeita a debates aprofundados, do Ministério das Finanças, facilitaram tais opções. i. Em primeiro lugar, através da mera inserção do número de contribuinte do executado, o funcionário fiscal apura todos os Bancos nos quais este último teve depósitos bancários no ano anterior. (O agente de execução só tem acesso a esta informação mediante prévio despacho judicial e pagando uma certidão) ii. Em segundo, inserida a ordem de penhora, esta é comunicada electronicamente aos Bancos em causa pelos serviços centrais. iii. Em terceiro lugar, o Banco comunica a cativação do valor requerido (sendo habitual, por um excesso de zelo, o congelamento de todos os valores depositados mesmo se superiores à dívida fiscal) e, nos termos do n.º 4 do art.º 224.º do Código de Procedimento Tributário, a instituição bancária é obrigada a informar os serviços fiscais de qualquer nova entrada na conta a fim ser também penhorada quando o valor anterior não atingiu a quantia exequenda. iv. Por fim o pagamento do serviço é feito informaticamente a nível central e debitado ao processo em regra de custas. A segurança social utiliza métodos e sistemas informáticos idênticos, mas, os dois sistemas não comunicam mutuamente os processos que têm pendentes! Aliás, o mesmo acontece, ou pior, no âmbito dos processos de insolvência. 6

7 6- O que se alterou com a reforma da reforma nesta matéria? Estabeleceu-se uma ordem de realização da penhora com primeira prioridade aos depósitos bancários. Esta prioridade pode ser suprimida, numa interpretação não isenta de controvérsia, no caso de o exequente ter expressamente indicado para penhora outros bens como rendas, vencimentos, títulos, ou móveis. 9 O prazo de resposta das instituições bancárias foi reduzido para 10 dias. Prevê-se uma obscura confirmação de penhora da totalidade do saldo bancário quando o banco invoca a impenhorabilidade do valor correspondente ao salário mínimo nos termos do n.º 3 do art.º 823.º do CPC. 7- O que carecia de ser alterado: Como se evidencia o mais premente era facilitar em termos reais a penhora de depósitos bancários, eliminando o prévio despacho judicial, forçando os Bancos a aderir à penhora electrónica em prazo muito curto e com custos baixos. A solução que visa impedir que diversas instituições bancárias considerem impenhorável o montante correspondente a um salário mínimo do mesmo executado previsto no n.º 3 do art.º 824.º do CPC continua muita confusa. O senso comum evidência que não faz sentido que a um executado com 10 contas bancárias garanta como impenhorável o montante de 10 salários mínimos. Mas tal só poderá ser impedido de for criado um mecanismo automático que assegura que a impenhorabilidade é limitada ao valor de um único salário mínimo. Deve-se eliminar, ou reduzir as possibilidades de penhora de diversas contas bancárias em simultâneo quando desnecessárias. Situação habitual nas grandes empresas, com contas em diversos bancos. Devia ser permitido a indicação uma conta âncora onde são preferencialmente efectuadas eventuais penhoras. Exemplificando: Quando se comunica em simultâneo a 20 bancos uma ordem de penhora contra uma companhia de seguros, no montante de em ,00 euros, pode-se originar o congelamento simultâneo de euros originando-se uma série de trapalhadas para anular as penhoras repetidas e correndo-se o risco de se criar graves e desnecessários problemas de tesouraria à executada. Impõe-se abrir a possibilidade de se manter a penhora de depósitos futuros numa conta bancária quando o valor penhorado não se mostrar suficiente 9 V. n.º 1 do art.º 833.ºA do CPC 7

8 para o pagamento da quantia exequenda à semelhança do que acontece com as penhoras fiscais. 8- Analisemos a saga da necessidade de despacho judicial, no n.º 1 do art.º 861.º-A: Já na Lei 23/2002 que autorizou o Decreto-lei da reforma de 2003 na sua alínea b) do artigo 6º se estabelecia que ficava o governo autorizado: A rever o regime da penhora de depósitos bancários e valores mobiliários, permitindo ao agente de execução solicitar a cooperação das instituições competentes na averiguação da existência dos bens ou valores a penhorar e a realização da respectiva penhora. Na lei 18/2008 na alínea d) do artigo 7º que autorizou o D.L. com a reforma da reforma, curiosamente mantinha-se a mesma redacção acrescentando-se um vocábulo: permitindo ao agente de execução solicitar directamente. Como já se disse a versão distribuída para audição pelas diversas entidades, na redacção do artigo 861- A do C.P.C aparecia com o seguinte teor: a penhora que incida sobre depósito existente em instituição legalmente autorizada a recebe-lo e todas as notificações e comunicações a ela associadas são feitas preferencialmente por comunicação electrónica, aplicando-se as regras referentes a penhora de créditos, com as especialidades constantes nos números seguintes. Desaparecia a expressão e mediante despacho judicial, que poderá integrar-se no despacho liminar quando o houver. Estranhamente a redacção que foi promulgada acabou por não ter nenhuma alteração relativamente a consagrada em Note-se que penhorar os eventuais depósitos bancários não implica o levantamento do sigilo bancário, porquanto o agente de execução não pretende (pelo menos numa primeira fase) saber quais os valores existentes mas tão só penhorar (congelar) o valor em dívida permitindo a seguir ao executado que exerça os seus direitos de oposição. 9- JUSTIFICA-SE A IMPOSIÇÃO DO DESPACHO JUDICIAL? O despacho judicial, quando não existia no CPC uma ordem de penhora ainda poderia ser compreensível à luz da necessidade de se ponderar a quebra do sacrossanto sigilo bancário face a outras hipóteses de se proceder à cobrança. Salvo o devido respeito por outra opinião, já nesse enquadramento a reserva era muito discutível. Porque, repete-se, o agente de execução não pretendia saber quanto é que o exequente tem depositado na instituição bancária. Não pretendia o seu extracto bancário. Visava conservar o valor em dívida na conta bancária até ao decurso das fases processuais de defesa previstas na lei! Note-se que o despacho de autorização de penhora de contas bancárias pode ser incluído no despacho preliminar quando o processo tem de ser presente ao juiz. 8

9 Mas, actualmente, para que serve? Após a definição desta penhora como primeira prioridade, há algum juiz que negue tal autorização? 11 Do ponto de vista da dignidade do executado parece legítimo perguntar qual é a penhora que menores consequências sociais apresenta para o executado? Será a do veículo automóvel? O agente de execução pode penhorá-lo e solicitar a sua apreensão às autoridades sem necessidade de despacho judicial? Imaginam o acinte de alguém chegar ao seu carro e o encontrar bloqueado com um autocolante a anunciar a penhora? De lhe aparecer a força pública a apreender o veículo no seu local de trabalho, ou, em casa, por força de um processo que não teve citação prévia e que até pode resultar de uma dívida litigiosa? E quando o agente de execução se apresenta na casa de um executado e perante a família, os filhos menores comunica que tem de penhorar e remover os bens móveis? E mesmo que lhe seja oposta resistência, ou que encontre a casa encerrada haverá maior humilhação pública civil que aquela que é concretizada pela apresentação de um agente de execução na casa de alguém, acompanhado da força pública, dos camiões, do arrombador e inicia um processo de remoção de bens móveis citando o executado, se presente, e informando-o de que nada pode fazer para impedir a diligência excepto pagar de imediato. Apesar do sigilo nada impede que seja removido o computador, a estante, ou a mesa de cabeceira onde estão os extractos de contas e as confidenciais declarações de IRS. É claro que podemos presumir que isto só acontece aos maus elementos sociais que tudo merecem E que por causa deles não se vai permitir soluções de quebra do sigilo bancário sem um despacho judicial e com 10 dias de antecedência. Os agentes de execução devem ser os primeiros a preocupar-se com a Defesa das Liberdades e Garantias dos Cidadãos e com o tratamento cuidadoso de dados de qualquer natureza. Têm de ser manifestamente contrários a soluções de justiça privada ou de abuso no acesso a informação confidencial. Não é por acaso que temos tido formações e regulamentações especialmente atentas nesta matéria. 11 Num notável provimento elaborado pelos juízes de execução da comarca de Grande Lisboa Noroeste de Maio de 2009 foi determinado: 9

10 EM TODOS ESTES PROCEDIMENTOS HÁ RISCOS DE ERRO E DE ABUSO. O MAIOR QUE PODERIA ADVIR PODERIA SER A INVENÇÃO DE UM EXECUTADO INEXISTENTE. COMO SABEMOS É UM RISCO MUITO LIMITADO ATRAVÉS DAS SEGURANÇAS FORMAIS E INFORMÁTICAS INTRODUZIDAS. UM DOS MENORES RISCOS É O QUE RESULTA DA CONSERVAÇÃO DE UM DETERMINADO DEPÓSITO BANCÁRIO PARA EFEITOS DE GARANTIA DE PAGAMENTO DE UMA QUANTIA EXEQUENDA NUM PROCESSO QUE ASSEGURA O DIREITO À OPOSIÇÃO ANTES DA TRANSFERÊNCIA DO VALOR EM CAUSA. 10- Sejamos francos e directos. Que razões levaram o legislador a não estabelecer a norma da penhora directa dos depósitos bancários pelo agente de execução sem necessidade de despacho judicial, apesar das normas habilitantes das leis de autorização serem claras ao permitirem tal desiderato. Como já vimos a ineficácia da penhora bancária nos processos civis não advém em especial da necessidade do prévio despacho judicial. Surge de uma teia de complicações e pelo um esforço de um lobby poderoso que tem conseguido evitar a eficácia desta solução sob diversos pretextos e com vários empecilhos. Quais as razões murmuradas nos corredores da Banca que, aparentemente, impediram a adesão a uma série de propostas em tempo apresentadas pela Câmara dos Solicitadores visando assegurar a penhora electrónica de uma forma rápida e eficaz: A primeira: Os Bancos não avançam para a penhora electrónica enquanto houver outros que não o façam porque não querem assistir a uma fuga de depositantes com receio de penhoras. Segunda: Desconfiam que ao facilitar a penhora possam perder valores e depósitos que dão conforto a operações de crédito não tituladas. Terceira: Temem que os Bancos que facilitem a penhora electrónica corram o risco de, em caso de penhora de várias contas, serem sempre os primeiros a vitimizar os seus clientes. Quarta e mais importante(?): Tendo Portugal conseguido uma legislação de protecção do segredo bancário fortíssima, que rivaliza com alguns paraísos fiscais, não consideram assisado abrir mão de tal privilégio. Aqueles argumentos merecem os seguintes comentários: 1. A Banca em termos genéricos deve ser a entidade mais interessada na eficácia do processo executivo a fim de assegurar não só a cobrança dos seus créditos, como uma melhoria substancial da confiança económica. 10

11 2. Se é aceite pacificamente o pagamento imediato no balcão de qualquer delegação bancária de um cheque decidindo-se a sua liquidez em cinco minutos, porque se pretende evitar que perante uma notificação de penhora, em que se pretende o congelamento de um determinado valor o banco necessita de 10 dias e não aceita que a penhora se faça directamente aos balcões, como acontece, por exemplo, na França. 3. Se os Bancos demonstram que não são capazes de responder unanimemente a esta necessidade social, o poder legislativo terá a obrigação de o fazer premiando os que cumprem e penalizando os que pretendem ter sol na eira e chuva no naval! 4. Independentemente das considerações sobre a oportunidade política de se manter o sigilo bancário as soluções preconizadas não implicam a consulta de contas e o risco de um acesso a dados que se devam manter confidenciais. EM CONCLUSÃO: Não há actualmente nenhuma justificação para complicar a penhora de depósitos bancários com um prévio despacho judicial embora seja compreensível a necessidade desse despacho quando se pretender averiguar dos movimentos efectuados em determinada conta bancária. O lobby bancário tem apresentado uma grande resistência a eficácia da penhora de depósitos. Esta resistência e incompreensível porquanto tudo indica que as instituições são as que mais se deveriam importar com a eficácia das execuções. A incapacidade do Governo de obrigar as instituições bancárias a adoptar uma solução electrónica simultânea tem sido o principal pretexto para cada uma delas murmurar que não esta disponível para avançar se as outras também não o fizerem. A banca, o Ministério da Justiça e a Câmara dos Solicitadores têm urgentemente implementar boas soluções técnicas que afastem qualquer resistência e que garanta uma eficácia de procedimentos igual ou superior à utilizada pelos serviços fiscais e da segurança social. CABE-NOS A TODOS CRIAR UM LOBBY ALTERNATIVO QUE CONVENÇA A BANCA, AS EMPRESAS E O PODER POLÍTICO DAS VANTAGENS DA PENHORA DE UMA FORMA EFICAZ E CÉLERE DOS DEPÓSITOS BANCÁRIOS, DEMONSTRANDO QUE ESTA É UMA DAS MELHORES MEDIDAS CONSERVATÓRIAS E UMA DAS QUE TEM MENOS RISCOS SOCIAIS E HUMANOS. Os agentes de execução têm de ter um acesso às informações fiscais que lhes permitam verificarem quais os Bancos onde os executados têm movimentos bancários. 11

12 O agente de execução também deve poder penhorar uma conta bancária com a notificação ao gerente de qualquer delegação da instituição (mesmo que seja necessário o despacho judicial) incumbindo-lhe responder com a mesma celeridade da reservada para a liquidação dos cheques. Os sistemas de cobrança judicial em processos cíveis, fiscais e da segurança social e nas insolvências devem ter conexões e respeitarem-se em termos de prioridades. SÓ QUEM JÁ LIDOU COM PROCESSOS EXECUTIVOS PODE IMAGINAR A DIFERENÇA QUE SERIA PODER-SE PENHORAR DE UMA FORMA EFICAZ E CÉLERE OS DEPÓSITOS BANCÁRIOS! O QUE SE EVITAVA EM TRABALHO INÚTIL, EM RISCOS E HUMILHAÇÕES! O NOSSO PROCESSO EXECUTIVO JÁ TEM BUROCRACIA EM EXCESSO. Como sabem o nosso processo executivo é maravilhoso. Tem variadíssimos e complexos títulos executivos. Tem tantas e tão variadas excepções, procedimentos entrosados; habilitações; reclamações de créditos; excertos declarativos, liquidações. Garante-nos uma vida cheia e emocionante: Vai à frente, volta a trás, está no fim, recomeça tudo, muda exequente, acrescenta reclamantes, muda executado, altera o valor, acrescenta outros; Penhora sem citar, cita antes de penhorar; Recebe sem citar? Susta, suspende, faz a conta, não se paga, paga ao reclamante, liquida imposto, regista, cancela o registo, paga ao fisco, extingue, não extingue, etc, etc. Melhor o nosso C.P.C. não tem o art.º 812.º, nem o 812.º A, ou B, mas tem o 812.º C, D, E e F!!! Apesar deste labirinto atreveram-se a criar uma primeira, segunda e terceira fases! Termino a apelar para que consigam receber as quantias exequendas todas na primeira fase de forma a não lhes ser necessário passar pela segunda nem chegar à terceira. Tenho de reconhecer que a vossa presença aqui é uma prova de que estão capazes de lutar para ultrapassar todas as fases necessárias à dignificação desta especialidade de agentes de execução e a demonstrar que apesar de ventos e marés são capazes de demonstrar a nossa importância para a melhoria da Justiça em Portugal. Muito obrigado. 12

13 NOTAS FINAIS: O art.º 223.º do Código de Procedimento e de Processo Tributário determina: Formalidade da penhora de dinheiro ou de valores depositados 1 - A penhora de dinheiro ou de outros valores depositados será precedida de informação do funcionário competente sobre a identidade do depositário, a quantia ou os objectos depositados e o valor presumível destes. 2 - A instituição detentora do depósito penhorado deve comunicar ao órgão da execução fiscal o saldo da conta ou contas objecto de penhora na data em que esta se considere efectuada. 3* - Salvo nos casos de depósitos existentes em instituição de crédito competente, em que se aplica o disposto no Código de Processo Civil, a penhora efectua-se por meio de carta registada, com aviso de recepção, dirigida ao depositário, devendo a notificação conter ainda a indicação de que as quantias depositadas nas contas referidas nos números anteriores ficam indisponíveis desde a data da penhora, salvo nos casos previstos na lei. (* Redacção dada pela Lei n.º 55-B/2004, de 30 de Dezembro) 4 - Verificando-se novas entradas, o depositário comunicá-las-á ao órgão da execução fiscal, para que este, imediatamente, ordene a penhora ou o informe da sua desnecessidade. 5 - Quando, por culpa do depositário, não for possível cobrar a dívida exequenda e o acrescido, incorrerá ele em responsabilidade subsidiária. 6 - Além das coisas que obrigatoriamente são depositadas em instituição de crédito competente, poderão também ser ali guardadas outras, desde que isso se mostre conveniente. A alínea f) do art.º 224.º do mesmo diploma ainda acrescenta: f) Inexistindo o crédito ou sendo o seu valor insuficiente para garantir a dívida exequenda e acrescido, o órgão da execução fiscal pode notificar o devedor da penhora de créditos futuros até àquele valor, mantendo-se válida a notificação por período não superior a um ano, sem prejuízo de renovação i Protocolo Entre: - Estado Português, através do Ministério da Justiça, neste acto representado pela Sra. Ministra da Justiça; - Câmara dos Solicitadores, neste acto representada pelo respectivo Presidente; - Associação Portuguesa de Bancos, neste acto representada pelo respectivo Presidente, Considerando que: a) O Decreto-Lei n.º 38/2003, de 8 de Março procedeu a uma profunda reforma do regime da acção executiva em processo civil; b) Entre as alterações contidas nessa reforma, contam-se modificações significativas na forma de efectivação da penhora de depósitos bancários, consagradas na nova redacção do artigo 861.º-A do Código de Processo Civil; c) A penhora de depósitos bancários se efectiva agora através da notificação directa às instituições de crédito feita pelo agente de execução; d) Outra das alterações relevantes consiste na eliminação dos pedidos de informação dirigidos ao Banco de Portugal sobre a existência de contas bancárias, prevendo-se, em alternativa, que os pedidos de penhora devem sempre conter, pelo menos, uma de duas indicações: a indicação do número de bilhete de identidade ou documento equivalente, ou a indicação do número de identificação fiscal, sendo a falta de indicação de, pelo menos, um destes elementos cominada com a nulidade; e) O novo regime prevê igualmente a efectivação da penhora por comunicação electrónica como modalidade preferencial de realização da mesma; f) Tendo em conta as alterações supra descritas se afigura conveniente que as partes envolvidas convencionem os procedimentos e normas técnicas a adoptar para execução deste novo regime legal; é celebrado o presente protocolo, entre as partes supra identificadas e que fica aberto à adesão de qualquer instituição de crédito autorizada a receber depósitos, e que se rege pelas seguintes cláusulas: Cláusula 1.ª (Objecto) 13

14 1. Pelo presente protocolo, o Ministério da Justiça, a Câmara dos Solicitadores e as Instituições de Crédito Aderentes comprometem-se a adoptar os procedimentos e normas técnicas nele contidos, referentes à efectivação da penhora de depósitos bancários. 2. A Associação Portuguesa de Bancos assume, através do presente Protocolo, a obrigação de divulgar aos seus associados a existência, conteúdo e forma de adesão ao mesmo. Cláusula 2.ª (Instituições de crédito aderentes) 1. O presente protocolo fica aberto para adesão de quaisquer instituições de crédito autorizadas a receber depósitos em Portugal. 2. A adesão deve ser solicitada à Direcção-Geral da Administração da Justiça do Ministério da Justiça, através de formulário próprio, constante do Anexo 1, considerando-se válida a partir da aprovação por despacho do Director-Geral da Administração da Justiça. 3. A adesão ao presente protocolo pode limitar-se a apenas uma das modalidades de efectivação da penhora descritas nas cláusulas 3.ª e 4.ª. Cláusula 3.ª (Penhora por notificação escrita em domicílio escolhido) 1. Os pedidos de penhora a efectuar por notificação escrita devem ser entregues pelo agente de execução, presencialmente ou por via postal, na morada que as instituições de crédito aderentes comunicarem no formulário de adesão ao presente protocolo. 2. A morada referida no número anterior pode não ser coincidente com a sede social da instituição de crédito. Cláusula 4.ª (Penhora por comunicação electrónica) 1. O Ministério da Justiça e a Câmara dos Solicitadores obrigam-se, perante as instituições de crédito aderentes, que tenham optado pela modalidade de penhora por comunicação electrónica, a emitir os pedidos de penhora por esta via. 2. As instituições de crédito referidas no número anterior obrigam-se a receber tais pedidos de penhora transmitidos por via electrónica e a proceder à respectiva resposta, no prazo legal. 3. A forma de transmissão dos pedidos de penhora e respectivas respostas serão definidas em documento técnico, que constitui a Anexo 2 ao presente Protocolo. 4. O pagamento dos custos de transmissão de dados necessários às comunicações referidas nos números anteriores são suportados pelos respectivos emissores. Cláusula 5.ª (Pagamento da remuneração) 1. Para efeitos de pagamento da remuneração devida às instituições de crédito aderentes pelos serviços prestados, devem estas, com periodicidade mensal, enviar relação discriminada dos serviços prestados, com expressa indicação dos respectivos números de processo, tribunal onde corre termos o processo, identificação do agente de execução e tipo de serviço prestado. 2. Tal relação deve ser enviada ao Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial da Justiça, relativamente aos pedidos de penhora efectuados por oficiais de justiça, e à Câmara dos Solicitadores, relativamente aos pedidos de penhora efectuados por solicitadores de execução. Cláusula 6.ª (Produção de efeitos) O presente protocolo produz efeitos a partir de 1 de Dezembro de Cláusula 7.ª (Modificações) 1. O presente protocolo pode ser objecto de modificações, desde que as mesmas constem de documento escrito assinado por todas as partes. 2. Qualquer modificação deve ser antecedida de comunicação a todas as instituições de crédito aderentes com a antecedência mínima de 30 dias relativamente à respectiva entrada em vigor. Cláusula 8.ª (Denúncia) Qualquer das instituições de crédito aderentes pode denunciar, com aviso prévio de 60 dias, a adesão ao presente protocolo. Feito em Lisboa, aos quinze dias do mês de Novembro de 2003, em três vias, ficando uma em poder de cada um dos outorgantes. Pelo Ministério da Justiça Pela Câmara dos Solicitadores Pela Associação Portuguesa de Bancos 14

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