EXECUÇÃO FISCAL (EM TÓPICOS) Apostila confeccionada pelo Prof. Mauro Luís Rocha Lopes (especial para os alunos do Master Juris)

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1 EXECUÇÃO FISCAL (EM TÓPICOS) Apostila confeccionada pelo Prof. Mauro Luís Rocha Lopes (especial para os alunos do Master Juris) Versão: (Parte III) Art. 6º A petição inicial indicará apenas: I o juiz a quem é dirigida; II o pedido; e III o requerimento para a citação. 1º A petição inicial será instruída com a Certidão da Dívida Ativa, que dela fará parte integrante, como se estivesse transcrita. 2º A petição inicial e a Certidão de Dívida Ativa poderão constituir um único documento, preparado inclusive por processo eletrônico. 3º A produção de provas pela Fazenda Pública independe de requerimento na petição inicial. 4º O valor da causa será o da dívida constante da certidão, com os encargos legais. Indicação, na Peça Inicial, de Bens do Devedor Passíveis de Penhora. O Art. 53 da Lei no 8.212/91 Lei 8.212/91, art. 53: inovação às execuções fiscais promovidas pela União Federal, ou por suas autarquias e fundações, consistente na possibilidade de indicação, por parte do credor, de bens à penhora, a qual será efetivada concomitantemente com a citação inicial do devedor. a consequência de tal proceder será a indisponibilidade imediata dos bens penhorados, independentemente de provimento judicial nesse sentido, de acordo com o 1º do dispositivo.

2 entretanto, dispõe o 2º do art. 53 que deve a penhora ser levantada se efetuado o pagamento integral do débito atualizado no prazo de dois dias úteis a contar da citação, desde que não haja outra execução pendente. OBS: a execução pendente a que se refere a ressalva indicada só pode ser aquela promovida pela mesma entidade integrante do pólo ativo da execução fiscal em que se realizou a penhora a ser levantada. É que não seria razoável, v.g., manter-se a penhora de bens efetuada em execução fiscal promovida pela União Federal, após haver sido quitada a integralidade do débito exequendo, pelo simples fato de o mesmo devedor estar sendo chamado a responder também por outro débito em execução fiscal movida pelo INSS. Cada entidade fazendária deve buscar garantias para a sua própria execução, não podendo se valer, para tanto, de penhora de bens realizada em executivos alheios. CPC, art. 652, 2º: a indicação de bens à penhora manifestada na peça inicial tornou-se faculdade do credor nas execuções em geral. Com isso, as fazendas estaduais e municipais, às quais não aproveitava a disposição especialíssima do art. 53 da Lei no 8.212/91, passaram a poder invocar subsidiariamente a referida norma geral do CPC para assim procederem em relação aos seus executivos fiscais. Cumulação de Pedidos em Execução Fiscal CPC, arts. 292 e 573 (aplicação subsidiária): admite-se a cumulação de pedidos em execução fiscal promovida contra o mesmo devedor, devendo a petição inicial, na hipótese, fazer-se acompanhada das certidões (que espelham os títulos executivos) que sirvam de lastro às dívidas cobradas. é dispensável que os débitos tenham vínculos entre si, bastando que possam ser exigidos de um mesmo devedor. 2

3 Art. 7º O despacho do juiz que deferir a inicial importa em ordem para: I citação, pelas sucessivas modalidades previstas no art. 8º; II penhora, se não for paga a dívida, nem garantida a execução, por meio de depósito ou fiança; III arresto, se o executado não tiver domicílio ou dele se ocultar; IV registro da penhora ou do arresto, independentemente do pagamento de custas ou outras despesas, observado o disposto no art. 14; e V avaliação dos bens penhorados ou arrestados. Honorários Advocatícios. Fixação Inicial. Cumulação com a Verba Honorária Arbitrada nos Embargos. Honorários Devidos à União Federal Prática judiciária corriqueira é a estipulação de verba, a título de honorários advocatícios, no momento em que é despachada a petição inicial da execução fiscal, para a hipótese em que ocorra o pagamento imediato do débito por parte do executado. OBS: ao se eximir de adimplir sua obrigação no prazo regular o devedor age de modo injurídico, respondendo pelas despesas que o credor suportou para ajuizar o processo de cobrança forçada, incluídos aí os honorários advocatícios, ainda que o pagamento seja efetivado logo após a citação. CPC, art. 652-A (aplicação subsidiária): ao despachar a inicial, o juiz fixará, de plano, os honorários de advogado a serem pagos pelo executado (art. 20, 4º). Atente-se à redução pela metade da verba honorária, para o caso de pagamento integral da dívida no prazo indicado no mandado de citação (parágrafo único do art. 652-A do CPC). Possível, no caso de julgamento de improcedência dos embargos à execução, impor-se ao devedor, além dos honorários previamente fixados no despacho inicial do executivo, cumulativamente, verba sucumbencial devida 3

4 em função da derrota na ação desconstitutiva promovida. 40) Mais do que mero incidente processual, os embargos do devedor constituem verdadeira ação de conhecimento. Neste contexto, é viável a cumulação dos honorários advocatícios fixados na ação de execução com aqueles arbitrados nos respectivos embargos do devedor (EREsp SC, Rel. Min. Waldemar Zveiter, DJ 2/4/2001, p. 247). Todavia, os honorários advocatícios não são devidos na hipótese de indeferimento liminar dos embargos do devedor, ainda que o executado tenha apelado da decisão indeferitória e o exequente tenha apresentado contrarrazões ao referido recurso (como decidiu o STJ no AgRg no AREsp RJ, Rel. Min. Ari Pargendler, julgado em 5/3/2013 e noticiado no INF 519). com relação à execução fiscal movida pela União Federal, não cabe a fixação de honorários, seja na fase de execução, seja nos embargos. 41) O encargo de 20% do Decreto-Lei no 1.025, de 1969, é sempre devido nas execuções fiscais da União e substitui, nos embargos, a condenação do devedor em honorários advocatícios. (Súmula 168 TFR extinto) OBS: tal encargo presta-se a integrar fundo para cobrir as despesas da União Federal com a arrecadação de tributos não recolhidos voluntariamente, o que inclui não somente honorários advocatícios, mas sistemas de informática, publicações, pro labore de peritos técnicos, avaliadores e contadores etc. Decreto-Lei 1.569/77 (art. 3º): o encargo será reduzido a 10% se o débito for pago após a inscrição em dívida ativa, mas antes do ajuizamento da execução. OBS: jurisprudência - após a propositura da execução fiscal, ainda que não embargada, não pode o juiz reduzi-lo, porquanto se dirige ao custeio da cobrança como um todo (sistemas de processamento de dados, publicações, pro labore de contadores e peritos etc.), e não apenas à verba honorária (REsp , Min. Peçanha Martins). Lei /2002, art. 37-A, 1º (redação da Lei /2009): estendeu aos créditos de autarquias e 4

5 fundações públicas federais exceto os do BACEN inscritos em dívida ativa o encargo de 20%, previsto no D-L 1.025/69. Execução Fiscal de Débito Irrisório. Indeferimento da Inicial Prática comum por parte de muitos juízes tem sido o indeferimento de plano da peça inicial, nas execuções de débitos de valores reputados insignificantes, sob o argumento de ausência de interesse de agir por parte da Fazenda exeqüente, mas a jurisprudência, todavia, repele esse prática. 42) A extinção das ações de pequeno valor é faculdade da Administração Federal, vedada a atuação judicial de ofício. (Súmula 452 STJ) O art. 65 da Lei nº 7.799/89, em seu parágrafo único, dispõe que o Ministro da Fazenda poderá dispensar a constituição de créditos tributários, a inscrição ou ajuizamento, bem assim determinar o cancelamento de débito de qualquer natureza para com a Fazenda Nacional, observados os critérios de custos de administração e cobrança. A regulamentação da citada previsão encontra-se em vigor através da Portaria MF nº 75, de 22 de março de 2012, que determinou o não ajuizamento de execuções fiscais de débitos com a Fazenda Nacional cujo valor consolidado seja igual ou inferior a R$ ,00 (vinte mil reais), excluídas as multas criminais. OBS: Para os conselhos profissionais, entidades autárquicas federais, aplica-se a Lei /2011, prevendo esta que tais entes não executem em juízo dívidas referentes a anuidades inferiores a 4 (quatro) vezes o valor cobrado anualmente da pessoa física ou jurídica inadimplente, sem prejuízo à realização de medidas administrativas de cobrança, aplicação de sanções por violação da ética ou suspensão do exercício profissional (art. 8º, caput, e parágrafo único). 5

6 Art. 8º O executado será citado para, no prazo de 5 (cinco) dias, pagar a dívida com os juros e multa de mora e encargos indicados na Certidão de Dívida Ativa, ou garantir a execução, observadas as seguintes normas: I a citação será feita pelo correio, com aviso de recepção, se a Fazenda Pública não a requerer por outra forma; II a citação pelo correio considera-se feita na data da entrega da carta no endereço do executado; ou, se a data for omitida, no aviso de recepção, 10 (dez) dias após a entrega da carta à agência postal; III se o aviso de recepção não retornar no prazo de 15 (quinze) dias da entrega da carta à agência postal, a citação será feita por oficial de justiça ou por edital; IV o edital de citação será afixado na sede do juízo, publicado uma só vez no órgão oficial, gratuitamente, como expediente judiciário, com o prazo de 30 (trinta) dias, e conterá, apenas, a indicação da exequente, o nome do devedor e dos corresponsáveis, a quantia devida, a natureza da dívida, a data e o número da inscrição no Registro da Dívida Ativa, o prazo e o endereço da sede do juízo. 1º O executado ausente do País será citado por edital, com prazo de 60 (sessenta) dias. 2º O despacho do juiz, que ordenar a citação, interrompe a prescrição. Citação pelo Correio a citação, para que o executado, no prazo de cinco dias, pague o débito total indicado na CDA ou garanta a execução, será feita pelo correio, se a Fazenda Pública não a requerer por outra forma (LEF, art. 8º, I). OBS: Há entendimento do Superior Tribunal de Justiça impondo que a citação postal, quando autorizada por lei, seja feita com aviso de recebimento (Súmula 429), mas no plano da execução fiscal tal exigência já se encontra expressa no citado dispositivo da LEF. jurisprudência: considerando que a Fazenda Pública não está sujeita ao pagamento de custas e emolumentos e que a prática de atos judiciais de seu interesse independerá de preparo ou prévio depósito (LEF, art. 39), não se pode exigir da exequente o pagamento das despesas relacionadas à postagem da missiva, como 6

7 condição à realização da citação postal (REsp , Rel. Min. Luiz Fux). considera-se realizada a citação pelo correio desde que a carta tenha sido entregue no endereço do executado. A partir desse instante, passará a correr o prazo de cinco dias para pagamento ou garantia da execução fiscal. se o aviso de recepção for omisso, a LEF, por presunção, estabelece que o prazo aludido terá início dez dias após a data da entrega da carta à agência postal (art. 8º, inciso II). OBS: não exige a LEF, para fins de eficácia da citação pelo correio, que o executado tenha firmado, ele próprio ou por seu representante legal, o aviso de recepção (A.R.) da carta citatória. Contenta-se a normatização específica com a entrega da missiva no endereço do executado. no caso de o executado não ter firmado (ou o seu representante legal) o aviso de recepção, a posterior intimação da penhora deve ser pessoal (LEF, art. 12, 3º) Citação por Mandado e por Edital. Nomeação de Curador Especial a inviabilidade de citação pelo correio, na execução fiscal, deve ser seguida de expedição de mandado de citação, para que o oficial de justiça, portador de fé pública, diligencie no endereço do executado e certifique ao Juízo os motivos da eventual impossibilidade de localizá-lo, arrestando-lhe os bens a garantir o débito. 43) A citação por edital na execução fiscal é cabível quando frustradas as demais modalidades. (Súmula 414 STJ) o prazo de cinco dias para pagamento do débito ou garantia da execução começa a fluir tão logo seja consumada a diligência citatória, somente sendo junto aos autos o mandado quando integralmente cumprido. 7

8 OBS: como não há previsão específica na LEF, não se cogita de citação por hora certa na execução fiscal, de sorte que, inviabilizada a citação pessoal, o caminho processual é o da citação editalícia (art. 8º, IV). o executado ausente do País será necessariamente citado por edital, pouco importando que esteja em local certo e sabido, não se aplicando as disposições processuais referentes à carta rogatória, por força do comando expresso contido no art. 8º, 1º, da LEF. OBS: a peculiaridade, nesse caso específico, é no tocante ao prazo para o aperfeiçoamento da citação editalícia, estabelecido em sessenta dias pela norma da LEF citada. CPC, art. 9º, II (aplicação subsidiária): necessária a nomeação de curador especial ao executado que, citado por edital, não compareça a Juízo. 44) Ao executado que, citado por edital ou por hora certa, permanecer revel, será nomeado curador especial, com legitimidade para apresentação de embargos. (Súmula 196 STJ) Interrupção da Prescrição pelo Despacho que Ordena a Citação O novo Código Civil, Lei no /2002, contém disposição similar, ao estatuir, em seu art. 202, inciso I, que a prescrição é interrompida por despacho do juiz, mesmo incompetente, que ordenar a citação, se o interessado a promover no prazo e na forma da lei processual. OBS: Ao determinar a formação da relação processual, o ato do julgador interrompe o curso da prescrição porque atesta implicitamente que a Fazenda Pública exerceu efetivamente o direito de exigir o seu crédito. Por essa razão, a partir do momento em que determinada a citação do executado, a prescrição fica praticamente superada, somente voltando a correr em casos excepcionais (ver tópicos do art. 40 relacionados à prescrição intercorrente). OBS: Em relação ao crédito tributário, não era assim, antes do advento da LC 118/2005. Em sua redação original, o art. 174, parágrafo único, inciso I, do CTN, previa que somente a citação pessoal do executado tinha o condão de interromper a prescrição. A alteração do CTN teve por 8

9 objetivo igualar o tratamento normativo envolvendo dívida ativa tributária e não tributária, eis que a cobrança da última já se submetia à disposição no mesmo sentido do art. 8º, 2º, da LEF. Exatamente por ter a jurisprudência dominante assentado a reserva de lei complementar para o trato da prescrição tributária, o legislador valeuse desse instrumento para assimilar as situações e evitar as práticas condenáveis de devedores do Fisco, que opunham embaraços às diligências citatórias com o único intuito de ganhar tempo e auferir benefício com a eventual ocorrência da prescrição. jurisprudência: a interrupção da prescrição, pelo despacho judicial que ordena a citação, retroage à data da propositura da ação, por aplicação subsidiária do art. 219, 1º, do CPC (Resp , 1ª Seção, Min. Luiz Fux) OBS: decisão polêmica, pois a reserva de lei complementar para o trato da prescrição tributária (CF, art. 146, III, b), em princípio, impediria a aplicação subsidiária de norma do CPC (lei ordinária). OBS: é de se lembrar que o CTN não prevê expressamente a retroação da interrupção da prescrição tributária à data do ajuizamento da execução, sendo provável que a invocação de regra prevista em lei ordinária (art. 219, 1º do CPC) acabe levando o Supremo Tribunal Federal a se manifestar acerca dos limites da reserva de lei complementar prevista no art. 146, III, b. ressalvou o Superior Tribunal de Justiça que a retroação prevista no art. 219, 1º, do CPC não ocorre quando a demora é imputável exclusivamente ao Fisco (REsp , Rel. Min. Mauro Campbell Marques, 2011). 45) O prazo prescricional, interrompido pela citação válida, somente reinicia o seu curso após o trânsito em julgado do processo extinto sem julgamento do mérito (REsp , Rel. Min. Luiz Fux, 2010). OBS: É que, antes do trânsito em julgado, a Fazenda Pública não poderia renovar a propositura do executivo, diante do obstáculo da litispendência, a tornar incongruente a fluência do lapso prescricional no período. CTN, art. 125, III: a interrupção da prescrição contra o devedor solidário prejudica os demais. 9

10 46) De acordo com o art. 125, III, do CTN, em combinação com o art. 8o, 2o, da Lei no 6.830/80, a ordem de citação da pessoa jurídica interrompe a prescrição em relação ao sócio, responsável tributário pelo débito fiscal (REsp /SP, 2a Turma, Min. Eliana Calmon, DJ 06/06/2005, p. 294). 10

11 Art. 9º Em garantia da execução, pelo valor da dívida, juros e multa de mora e encargos indicados na Certidão da Dívida Ativa, o executado poderá: I efetuar depósito em dinheiro, à ordem do juízo em estabelecimento oficial de crédito, que assegure atualização monetária; II oferecer fiança bancária; III nomear bens à penhora, observada a ordem do art. 11; ou IV indicar à penhora bens oferecidos por terceiros e aceitos pela Fazenda Pública. 1º O executado só poderá indicar e o terceiro oferecer bem imóvel à penhora com o consentimento expresso do respectivo cônjuge. 2º Juntar-se-á aos autos a prova do depósito, da fiança bancária ou da penhora dos bens do executado ou de terceiros. 3º A garantia da execução, por meio de depósito em dinheiro ou fiança bancária, produz os mesmos efeitos da penhora. 4º Somente o depósito em dinheiro, na forma do art. 32, faz cessar a responsabilidade pela atualização monetária e juros de mora. 5º A fiança bancária prevista no inciso II obedecerá às condições preestabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional. 6º O executado poderá pagar parcela da dívida que julgar incontroversa, e garantir a execução pelo saldo devedor. Depósito em Dinheiro realizado pelo executado para garantir o débito que lhe é imputado. não se confunde com a penhora, ainda recaia esta sobre dinheiro. OBS: penhora de dinheiro, no entanto, converte-se em depósito (LEF, art. 11, 2º). deve ser sempre aceito pelo juiz, trazendo inegável economia processual e vantagem para o credor. 11

12 gera a perda da disponibilidade do referido capital por parte do devedor, mas transfere à instituição depositária a obrigação de corrigi-lo e remunerá-lo, na forma dos artigos 9º, 4º, e 32 da LEF. OBS: se o devedor ajuíza ação anulatória de débito fiscal quando já proposta a execução fiscal pertinente ao mesmo, eventual depósito realizado com o intuito de suspender a exigibilidade do crédito (art. 151, II, do CTN) deverá ser transformado em garantia da execução, impondose a reunião das ações, com o intuito de se evitar decisões conflitantes, como já visto anteriormente. De fato, não se pode admitir a suspensão da exigibilidade de um crédito que já esteja sendo cobrado em juízo, caso em que se deve buscar, de qualquer modo, a garantia da execução fiscal. Fiança Bancária e Seguro Garantia Judicial Fiança bancária, em execução fiscal, consiste em garantia do débito prestada por terceiro, no caso, um banco (caução fidejussória). Em consonância com o disposto no 5º do art. 9º da LEF, o Conselho Monetário Nacional editou a Resolução no 724/82, estabelecendo que a fiança bancária deve conter cláusula de solidariedade, com renúncia ao benefício de ordem e declaração de que a garantia abrangerá o valor da dívida original, juros e demais encargos exigíveis, inclusive correção monetária, como indicado na CDA. Em consonância com o disposto no 5 o do art. 9 o da LEF, o Conselho Monetário Nacional editou a Resolução n o 724/82, estabelecendo que a fiança bancária devia conter cláusula de solidariedade, com renúncia ao benefício de ordem e declaração de que a garantia abrange o valor da dívida original, juros e demais encargos exigíveis, inclusive correção monetária, como indicado na CDA. É fato que dita resolução foi revogada pela Resolução n o 2.325/96, que alterou e consolidou todas as normas do Conselho Monetário Nacional relativas à prestação de garantias por parte das instituições financeiras. Ocorre que a nova resolução 12

13 nada dispôs sobre as condições a serem satisfeitas para a aceitação da fiança bancária como garantia em execução fiscal. Ficou, assim, a cargo do juiz definir tais condições, sendo de se inferir que as antigas exigências definidas na Resolução n o 724/82 podem e devem ser mantidas, no particular. Assim, o banco fiador não poderá requerer benefício de ordem ou garantir apenas parte do débito indicado na CDA. A fiança há de ser integral e possibilitar que, ultrapassada a fase dos embargos de devedor, com decisão favorável à Fazenda Pública, seja a instituição financeira imediatamente chamada a pagar o débito, sob pena de a execução voltar-se contra ela nos próprios autos. OBS: só podem ser aceitas fianças concedidas por prazo indeterminado, ou com validade até a solução final da execução fiscal. Já decidiu o STJ que a carta de fiança bancária com prazo de validade determinado não se presta à garantia da execução fiscal, pois existe o risco de inexistirem os efeitos práticos da penhora oferecida, considerando a notoriedade da afirmação de que os processos executivos fiscais têm longa duração (AgRg no REsp , Min. Cesar Asfor Rocha, 2012). não cabe ao banco executado conceder fiança a si próprio. 47) A fiança bancária, como toda fiança, pressupõe três pessoas distintas: o credor, o devedor-afiançado e o banco-fiador. Não é juridicamente possível que uma pessoa, in casu, a Caixa Econômica Federal, seja simultaneamente devedora-afiançada e fiadora. Inteligência do art do CC e do art. 9o, II, da Lei no 6.830/80 (REsp. no SP, 2a Turma, Rel. Min. Adhemar Maciel, DJ 9/6/97, p ). aceita a fiança bancária, poderá o devedor promover sua substituição, a qualquer tempo, por depósito em dinheiro, que possui maior liquidez. 13

14 a recíproca não é verdadeira, pois a fiança e o depósito em dinheiro não são absolutamente equivalentes. apenas excepcionalmente, provado o benefício ao devedor sem prejuízo ao credor (CPC, art. 620), pode ser feita a substituição do depósito pela fiança. 48) O processo executivo pode ser garantido por diversas formas, mas isso não autoriza a conclusão de que os bens que as representam sejam equivalentes entre si. Por esse motivo, a legislação determina que somente o depósito em dinheiro "faz cessar a responsabilidade pela atualização monetária e juros de mora" (art. 9º, 4º, da Lei 6.830/1980) e, no montante integral, viabiliza a suspensão da exigibilidade do crédito tributário (art. 151, II, do CTN). Nota-se, portanto, que, por falta de amparo legal, a fiança bancária, conquanto instrumento legítimo a garantir o juízo, não possui especificamente os mesmos efeitos jurídicos do depósito em dinheiro. (...) Em conclusão, verifica-se que, regra geral, quando o juízo estiver garantido por meio de depósito em dinheiro, ou ocorrer penhora sobre ele, inexiste direito subjetivo de obter, sem anuência da Fazenda Pública, a sua substituição por fiança bancária. De modo a conciliar o dissídio entre a Primeira e a Segunda Turmas, admitese, em caráter excepcional, a substituição de um (dinheiro) por outro (fiança bancária), mas somente quando estiver comprovada de forma irrefutável, perante a autoridade judicial, a necessidade de aplicação do princípio da menor onerosidade (art. 620 do CPC), situação inexistente nos autos (REsp , Min. Mauro Campbell Marques). OBS: O Procurador-Geral da Fazenda Nacional editou a Portaria PGFN nº 644/2009, de modo a estabelecer critérios e condições para aceitação de carta de fiança bancária no âmbito do órgão que dirige. A par de definir os contornos administrativos envolvidos na aceitação da fiança bancária em garantia de créditos da União Federal, estabeleceu que a carta de fiança bancária somente poderá ser aceita se sua apresentação ocorrer antes de depósito ou de decisão judicial que determine a penhora em dinheiro (art. 3º). Trata-se de norma que não vincula a convicção do juiz, à evidência. CPC, art. 656, 2º (redação dada pela Lei /2006): aplicável às execuções em geral, permite ao executado substituir a penhora por fiança bancária ou seguro garantia judicial, em valor não inferior ao do débito, mais 30% (trinta por cento). Há quem sustente aplicável aos executivos fiscais tal previsão, o que validaria a aceitação do seguro como 14

15 garantia do crédito da Fazenda Pública, mesmo não estando previsto especificamente no art. 9º. OBS: tecnicamente não seria o caso de aplicação subsidiária do CPC, pois não há lacuna indesejada na LEF a respeito. Entretanto, sendo garantia dotada de mais liquidez que a penhora de bens e havendo aceitação da Fazenda, não há maiores inconvenientes em validar o seguro garantia em executivo fiscal. para viabilizar a aceitação do seguro garantia em execução fiscal, deve se exigir que ostente ele as mesmas características tradicionalmente exigidas para a aceitação da fiança bancária, quais sejam, a cláusula de solidariedade com renúncia ao benefício de ordem, a cobertura integral da dívida e o prazo indeterminado. viabilizado pelo juiz o seguro garantia no processo da execução fiscal, à seguradora devem ser impostas as mesmas consequências legais (LEF, art. 19, II) a que o banco fiador se submete nos casos em que não forem oferecidos embargos pelo executado ou naqueles em que haja rejeição dos embargos. OBS: a PGFN editou a Portaria nº 164/2014, regulamentando o oferecimento e a aceitação do seguro garantia em execuções fiscais, sem a exigência dos 30% adicionais previstos no CPC (inclusive em valor inferior ao do débito em cobrança), mas desde que sua apresentação ocorra antes de depósito ou da efetivação da constrição em dinheiro, decorrente de penhora, arresto ou outra medida judicial. Nomeação de Bens à Penhora ato despido de maiores formalidades, podendo ser a indicação realizada diretamente ao oficial de justiça em diligência. a nomeação deve obedecer à ordem do art. 11, sob pena de recusa da Fazenda e indeferimento pelo juiz. Indicação de Bens de Terceiros 15

16 executado poderá indicar à penhora bens de terceiro, devidamente autorizado por este (e pelo respectivo cônjuge, caso se trate de bem imóvel). a penhora, nesse caso, dependerá da concordância expressa da Fazenda Pública credora, que deverá ser chamada pelo juízo a se manifestar sobre a indicação feita pelo devedor, caso não tenha concordado previamente. o terceiro que tenha dado o bem em garantia de débito alheio não se torna responsável solidário por tal débito, ao contrário do que ocorre com o banco fiador. Obem penhorado é que se sujeitará à eventual arrematação, mas não poderá ir à leilão sem que o terceiro seja chamado a resgatá-lo (art. 19, I, da LEF) 16

17 Art. 10. Não ocorrendo o pagamento, nem a garantia da execução de que trata o art. 9º, a penhora poderá recair em qualquer bem do executado, exceto os que a lei declare absolutamente impenhoráveis. Penhora por Oficial de Justiça e Gradação Legal não havendo pagamento do débito ou garantia da execução pelo devedor, a penhora poderá ser realizada livremente, excetuando-se unicamente os bens declarados por lei absolutamente impenhoráveis. OBS: sempre que possível, deve ser observada a ordem do art. 11 da LEF, construída a partir de critérios de liquidez e, portanto, visando à rápida satisfação do crédito em jogo. Impenhorabilidade Absoluta e Execução Fiscal os bens que a lei declare absolutamente impenhoráveis não poderão ser penhorados em execução fiscal (como, de resto, em qualquer execução). regra de sentido idêntico encontra-se no art. 30 da LEF, que, aliás, é reprodução quase fiel do comando do art. 184 do CTN. CPC, art. 649: rol de bens absolutamente impenhoráveis, nos seus incisos II a XI. OBS: a impenhorabilidade estabelecida no item I do art. 649 do CPC (os bens inalienáveis e os declarados, por ato voluntário, não sujeitos à execução) se choca com a já citada regra do art. 30 da LEF, segundo a qual respondem pelo pagamento da dívida ativa os bens gravados com cláusula de inalienabilidade ou impenhorabilidade. Assim, não se aplica ela aos executivos fiscais. OBS: verba alimentar proveniente de salário, proventos etc. não pode ser penhorada (CPC, art. 649, IV). Entretanto, as sobras aplicadas em fundos de investimento perdem o atributo da impenhorabilidade absoluta, por não se revelarem vitais ao devedor ou à sua família. Não se deve perder de vista que a execução se faz no interesse do credor 17

18 (CPC, art. 612). Ver REsp RS, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgado em 16/5/2013, INF 523. conquanto não possam ser penhorados em execução fiscal bens e rendas que a lei declare absolutamente impenhoráveis (arts. 10 e 30 da LEF), os bens clausulados, tratados no art. 649, I, do CPC, prestam-se a garantir os débitos para com a Fazenda Pública, por isso que o ato voluntário do particular tornando-os impenhoráveis e inalienáveis não é oponível ao Fisco. Bem de Família Lei 8.009/90 (art. 1º): O imóvel residencial próprio do casal, ou da entidade familiar, é absolutamente impenhorável também na execução fiscal. a não sujeição do bem de família, registrado como tal, à execução por dívidas não se confunde com a impenhorabilidade da Lei no 8.009/90, que não revogou os arts. 70 a 73 do Código Civil de 1916, cujas disposições foram substituídas pelas dos arts a do novo Código (Lei no /2002). dessa forma, não configurada a hipótese do art. 1º da Lei 8.009/90, o registro de que trata o art do novo Código Civil tornará o bem meramente clausulado, o que, a teor do art. 30 da LEF, não impede a penhora em execução fiscal. por outro lado, é desnecessário o registro para que se possa invocar a proteção da Lei 8.009/90. Todavia, sendo vários os imóveis utilizados como residência da entidade familiar e apenas um deles ostentando o registro aludido, nele recairá a impenhorabilidade (Lei 8.009/90, art. 5º). a impenhorabilidade compreende não somente o imóvel, mas as eventuais plantações e benfeitorias de qualquer natureza, além dos equipamentos ou móveis que 18

19 guarnecem a casa (desde que quitados), excluindo-se apenas os veículos de transporte, as obras de arte e os adornos suntuosos. OBS: jurisprudência: somente os aparelhos que excedam, em número, às necessidades familiares estão desabrigados da impenhorabilidade prevista na Lei no.009/90. É bem verdade que a impenhorabilidade não deve ser estendida desmedidamente, para alcançar bens voluptuários ou supérfluos (v.g., máquinas de fliperama e aparelhagens de hometheater), pois a benesse legal, à luz de sua teleologia, protege, em última análise, a dignidade do executado e de sua família, abrigando, portanto, a residência e, em adição, apenas o que usualmente se mantém na mesma. A Lei /2006 alterou o inciso II do art. 649 do CPC, tornando explicitamente impenhoráveis os móveis, pertences e utilidades domésticas que guarnecem a residência do executado, salvo os de elevado valor ou que ultrapassem as necessidades comuns correspondentes a um médio padrão de vida. OBS: jurisprudência: admite a extensão do benefício da impenhorabilidade do bem de família para o dinheiro depositado em caderneta de poupança com vinculação à cláusula contratual de garantia para a aquisição de imóvel de moradia familiar (STJ, REsp. no , Rel. Min. Herman Benjamin). 49) O conceito de impenhorabilidade do bem de família abrange também o imóvel pertencente a pessoas solteiras, separadas e viúvas (STJ, Súmula 364). 50) A vaga de garagem que possui matrícula própria no registro de imóveis não constitui bem de família para efeito de penhora (STJ, Súmula 449). OBS: jurisprudência - havendo separação dos cônjuges, a entidade familiar, para efeitos de impenhorabilidade de bem, não se extingue, ao revés, surge uma duplicidade da entidade, composta pelos excônjuges varão e virago. Por isso, ainda que já tenha sido beneficiado o devedor, com a exclusão da penhora sobre bem que acabou por incorporar ao patrimônio do ex-cônjuge, não lhe retira o direito de invocar a proteção legal quando um novo lar é constituído (REsp. no , 1a Turma, Rel. Min. Luiz Fux). a Lei 8.009/90 contém hipóteses de inoponibilidade da impenhorabilidade do bem de família, especialmente 19

20 relevantes no contexto das execuções fiscais. As mais visualizáveis são as seguintes: a) execuções fiscais movidas em razão de não recolhimento de contribuições previdenciárias incidentes sobre a remuneração creditada aos trabalhadores da própria residência (art. 3o, inciso I); b) execuções fiscais movidas para cobrança de impostos, predial ou territorial, taxas e contribuições devidas em função do imóvel familiar (art. 3o, inciso IV); c) execuções fiscais movidas por obrigação decorrente de fiança concedida em contrato de locação (art. 3o, inciso VII); e d) execuções fiscais diversas, quando o devedor, sabendo-se insolvente, tenha adquirido de má-fé devidamente comprovada imóvel mais valioso para transferir a residência familiar, desfazendo-se ou não da moradia antiga (art. 4o, caput). Reconhecimento Judicial de Ofício da Impenhorabilidade Absoluta há que sustente que, como as normas acerca da impenhorabilidade tutelam interesses privados, seria lícito ao executado nomear bem impenhorável, renunciando tacitamente ao benefício legal. jurisprudência: a penhora de bem considerado absolutamente impenhorável gera nulidade absoluta, que deve ser conhecida de ofício pelo juiz. 51) Inobstante a indicação do bem pelo próprio devedor, não há que se falar em renúncia ao benefício de impenhorabilidade absoluta, constante do artigo 649 do CPC. A ratio essendi do artigo 649 do CPC decorre da necessidade de proteção a certos valores universais considerados de maior importância, quais sejam o Direito à vida, ao trabalho, à sobrevivência, à proteção à família. Trata-se de defesa de direito fundamental da pessoa humana, insculpida em norma infraconstitucional. Há que ser reconhecida nulidade absoluta da penhora quando esta recai sobre bens absolutamente impenhoráveis. Cuida-se de matéria de ordem pública, cabendo ao magistrado, de ofício, resguardar o comando insculpido no artigo 649 do CPC. Tratando-se de norma cogente que contém princípio de ordem pública, sua inobservância gera nulidade absoluta consoante a jurisprudência assente neste STJ 20

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