GESTÃO DE PORTFÓLIOS E PROJETOS DE SOFTWARE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO DE PORTFÓLIOS E PROJETOS DE SOFTWARE"

Transcrição

1 GESTÃO DE PORTFÓLIOS E PROJETOS DE SOFTWARE 1º SEMESTRE DE 2011 Prof. Msc. Hilmer Rodrigues Neri

2 Área de Conhecimento Aquisições O obje%vo central é dar garan)a ao projeto de que todo elemento externo par)cipante do projeto irá garan)r o fornecimento do seu produto, ou serviço, para o projeto. Muitas vezes o custo não é o único elemento a ser analisado na negociação. O )po de contrato também é determinante na negociação. 2

3 Os principais tipos de contrato Contrato de Preço Fixo Global (FFP Firm Fixed Price ou Lump Sum Contract) Envolve um preço fixo total para produtos bem- definidos 3

4 Os principais tipos de contrato Contrato de Preço Fixo Global com Incen)vo (FPI Fixed Price Incen6ve Contract) Comprador paga ao vendedor uma quan)a fixa, conforme estabelecida em contrato Vendedor poderá ganhar uma quan)a adicional se sa)sfizer os critérios estabelecidos de desempenho A essência está na incerteza de quanto irá custar o trabalho As partes acordam uma meta de custos e uma par)cipação de cada uma sobre o resultado 4

5 Os principais tipos de contrato Contrato de Custo (administração) com Incen)vo sobre os Resultados (CPIF Cost Plus Incen6ve Fee) Engloba o pagamento (reembolso) para o vendedor de seus custos reais acrescidos de um prêmio por economia Quanto mais o fornecedor economizar, maior será o seu bônus sobre o resultado, dentro de limites estabelecidos (máximo e mínimo) 5

6 Os principais tipos de contrato Contrato de Custo (administração) com Prêmio Fixo (CPFF Cost Plus Fixed Fee) Esta modalidade engloba o pagamento (reembolso) para o vendedor de seus custos reais acrescidos de um valor fixo adicional como forma de remuneração. O fornecedor não tem nada a ganhar ou perder com as economias ou desperdícios 6

7 Os principais tipos de contrato Contrato por Administração (CPPC Cost Plus Percentage of Cost Contract) Esta modalidade engloba o pagamento (reembolso) para o vendedor de seus custos reais acrescidos de um percentual desse custo como forma de remuneração. Não incen)va que o contrato economize, uma vez que seu lucro é uma função dos custos incorridos 7

8 Os principais tipos de contrato Contrato por Preço Unitário (Unit Price Contract) Esta modalidade em que o vendedor recebe um montante por unidade de serviço (ex: R$ 20,00 por hora de serviços elétricos, ou R$ 1,00 por metro cúbico de terra removida) O valor do contrato está em função das quan)dades necessárias para concluir o trabalho 8

9 Tipos de contratos e riscos associados 9

10 Espectro estrutural do mercado 10

11 Processos de Gerenciamento das Aquisições 11

12 Área de Conhecimento AQUISIÇÕES Processos de Gerenciamento das Aquisições ao longo das fases: GERENCIAMENTO DAS AQUISIÇÕES Iniciação Planejamento Execução Controle Encerramento Planejar Encerrar as aquisições as aquisições Conduzir as aquisições Adminsitrar as aquisições 12

13 Questões importantes no gerenciamento das aquisições U)lize um checklist para a preparação de propostas e contratos Avalie os riscos antes de escolher um determinado )po de contrato Sempre reveja, com o departamento jurídico, o contrato a ser assinado Garanta, através de contrato ou seguro, os riscos não cobertos 13

GERÊNCIA DE CONTRATAÇÃO, PROPOSTAS, CONTRATOS E LICITAÇÃO

GERÊNCIA DE CONTRATAÇÃO, PROPOSTAS, CONTRATOS E LICITAÇÃO GERÊNCIA DE CONTRATAÇÃO, PROPOSTAS, CONTRATOS E LICITAÇÃO Professor: Carlos Magno Xavier (M.Sc, PMP) magno@beware.com.br V6 1 Nome e experiência em projetos (tipo de projeto e papel desempenhado)... 2

Leia mais

GESTÃO DE PORTFÓLIOS E PROJETOS DE SOFTWARE

GESTÃO DE PORTFÓLIOS E PROJETOS DE SOFTWARE GESTÃO DE PORTFÓLIOS E PROJETOS DE SOFTWARE 1º SEMESTRE DE 2011 Prof. Msc. Hilmer Rodrigues Neri O obje%vo central é fazer o melhor uso dos indivíduos envolvidos no projeto. As PESSOAS são o elo central

Leia mais

Título da apresentação Curso Gestão de Projetos II (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS

Título da apresentação Curso Gestão de Projetos II (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS Título da apresentação Curso Gestão de Projetos II (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS Prof. Instrutor Elton Siqueira (a) (Arial Moura preto) CURSO DE GESTÃO DE PROJETOS

Leia mais

1º SEMESTRE DE 2012 Prof. Msc. Hilmer Rodrigues Neri

1º SEMESTRE DE 2012 Prof. Msc. Hilmer Rodrigues Neri Gestão de Por+ólios e Projetos de SOFTWARE 1º SEMESTRE DE 2012 Prof. Msc. Hilmer Rodrigues Neri FLUXOGRAMA GRUPO DE PROCESSOS ( FASES ) EXECUÇÃO, MONITORAMENTO E EXECUÇÃO 2 3 4 35 Executar o Pacote de

Leia mais

NAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE (IFRSs e CPCs) Gedec 30/04/2014 Prof. Eliseu Mar8ns

NAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE (IFRSs e CPCs) Gedec 30/04/2014 Prof. Eliseu Mar8ns NAS NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE (IFRSs e CPCs) Gedec 30/04/2014 Prof. Eliseu Mar8ns Tratamento das Receitas em diversos documentos: CPC 00 Estrutura Conceitual CPC 30 Receitas CPC 02 Moeda Estrangeira

Leia mais

Gerenciamento de Aquisições em Projetos. Parte 11. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325. Docente: Petrônio Noronha de Souza CSE-325 / Parte 11

Gerenciamento de Aquisições em Projetos. Parte 11. Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325. Docente: Petrônio Noronha de Souza CSE-325 / Parte 11 Gerenciamento de Aquisições em Projetos Parte 11 Gerenciamento de Projetos Espaciais CSE- 325 Docente: Petrônio Noronha de Souza Curso: Engenharia e Tecnologia Espaciais Concentração: Engenharia e Gerenciamento

Leia mais

GESTÃO DE PORTFÓLIOS E PROJETOS DE SOFTWARE

GESTÃO DE PORTFÓLIOS E PROJETOS DE SOFTWARE GESTÃO DE PORTFÓLIOS E PROJETOS DE SOFTWARE 1º SEMESTRE DE 2012 Prof. Msc. Hilmer Rodrigues Neri FLUXOGRAMA GRUPO DE PROCESSOS ( FASE ) Prof. Msc. Hilmer GESTÃO DE PORTFÓLIO E PROJETOS DE SOFTWARE - 2012.1

Leia mais

ATIVIDADE IMOBILIÁRIA - VENDAS A PRAZO Registros Contábeis

ATIVIDADE IMOBILIÁRIA - VENDAS A PRAZO Registros Contábeis ATIVIDADE IMOBILIÁRIA - VENDAS A PRAZO Registros Contábeis Sumário 1. Introdução 2. Venda a Prazo de Unidades Imobiliárias Concluídas 3. Venda a Prazo ou à Prestação de Unidade Não Concluída Com Vencimento

Leia mais

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas Tributação Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas 1 Índice Imposto de Renda para Mercado de Opções 03 Exemplos de Apuração dos Ganhos Líquidos - Antes do Exercício

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi...

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi... Page 1 of 8 Aplicações Financeiras - Renda Fixa e Renda Variável 617 Quais são as operações realizadas nos mercados financeiro e de capital? Nesses mercados são negociados títulos, valores mobiliários

Leia mais

Existe uma diferença entre o montante (S) e a aplicação (P) que é denominada de remuneração, rendimento ou juros ganhos.

Existe uma diferença entre o montante (S) e a aplicação (P) que é denominada de remuneração, rendimento ou juros ganhos. Módulo 3 JUROS SIMPLES 1. Conceitos Iniciais 1.1. Juros Juro é a remuneração ou aluguel por um capital aplicado ou emprestado, o valor é obtido pela diferença entre dois pagamentos, um em cada tempo, de

Leia mais

IFRS 15 Receita de Contratos com Clientes. O que muda no reconhecimento contábil

IFRS 15 Receita de Contratos com Clientes. O que muda no reconhecimento contábil IFRS 15 Receita de Contratos com Clientes O que muda no reconhecimento contábil Agenda IFRS Breve Histórico Receitas Normas Vigentes IFRS 15 Introdução IFRS 15 Princípio Fundamental IFRS 15 Etapas IFRS

Leia mais

Perguntas & Respostas

Perguntas & Respostas Parte I MATEMÁTICA FINANCEIRA Perguntas & Respostas Prof. Wanderson S. Paris, M.Eng. prof@cronosquality.com.br Nas ações nomina9vas como podemos iden9ficar quem são os acionistas caso aconteça uma venda

Leia mais

3. Como a aquisição deveria ocorrer em um projeto (ideal)

3. Como a aquisição deveria ocorrer em um projeto (ideal) 3. Como a aquisição deveria ocorrer em um projeto (ideal) Para que se possa propor a projetização da aquisição é necessário que se entenda o contexto do projeto, de sua organização, e de como integrar

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE FERNANDO HENRIQUE AUGUSTO DE AVILA GESTÃO DE RISCOS UTILIZANDO AS METODOLOGIAS PMI E SCRUM

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE FERNANDO HENRIQUE AUGUSTO DE AVILA GESTÃO DE RISCOS UTILIZANDO AS METODOLOGIAS PMI E SCRUM UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE FERNANDO HENRIQUE AUGUSTO DE AVILA GESTÃO DE RISCOS UTILIZANDO AS METODOLOGIAS PMI E SCRUM São Paulo 2011 FERNANDO HENRIQUE AUGUSTO DE AVILA GESTÃO DE RISCOS UTILIZANDO

Leia mais

3 CONTRATOS A TERMO E CONTRATOS DE OPÇÃO

3 CONTRATOS A TERMO E CONTRATOS DE OPÇÃO CONTRATOS A TERMO E CONTRATOS DE OPÇÃO 3 CONTRATOS A TERMO E CONTRATOS DE OPÇÃO Este capítulo discute a importância dos contratos de energia como mecanismos que asseguram a estabilidade do fluxo de caixa

Leia mais

Contrato de Aliança. Bruno Dario Werneck

Contrato de Aliança. Bruno Dario Werneck Bruno Dario Werneck Estruturas de Preços dos Contratos de Construção Preço Unitário Preço Máximo Garantido (PMG). Preço Global (Lump Sum). Reembolso de custos mais margem (Cost Plus). 2 Alguns problemas

Leia mais

MBA GESTÃO EFICAZ DE OBRAS E PROJETOS

MBA GESTÃO EFICAZ DE OBRAS E PROJETOS MBA GESTÃO EFICAZ DE OBRAS E PROJETOS GOP032 e 061 GERENCIAMENTO DE PROJETOS Coordenador: Carlos Russo Professor: Fábio Cavicchioli Netto, PMP Local: Palmas Data: 25, 26 e 27/03/2011 1 www.companhiadoscursos.com.br

Leia mais

1º SEMESTRE DE 2011 Prof. Msc. Hilmer Rodrigues Neri

1º SEMESTRE DE 2011 Prof. Msc. Hilmer Rodrigues Neri Gestão de Por+ólios e Projetos de SOFTWARE 1º SEMESTRE DE 2011 Prof. Msc. Hilmer Rodrigues Neri Sociedade demanda grande quan?dade de sistemas/aplicações sodware complexo, sistemas distribuídos, heterogêneos

Leia mais

Plano de con*ngência. @lucianodoll

Plano de con*ngência. @lucianodoll Plano de con*ngência @lucianodoll O que é um plano de con*ngência? É um conjunto de procedimentos definido formalmente para: Manter a integridade de dados Manter operacionais os serviços Prover, se necessário,

Leia mais

Mecanismos Financeiros para Projetos de Eficiência Energética ou Serviços Energéticos

Mecanismos Financeiros para Projetos de Eficiência Energética ou Serviços Energéticos Mecanismos Financeiros para Projetos de Eficiência Energética ou Serviços Energéticos São Paulo, 22 de Julho, 2014 MGM Sustainable Energy Fund (MSEF): Objetivo e Investidores! O MSEF se enfoca no financiamento

Leia mais

Organização interna da empresa

Organização interna da empresa Organização interna da empresa IST, LEGI - Teoria Económica II Margarida Catalão Lopes 1 Duas questões neste capítulo: A) Em que circunstâncias as empresas preferirão englobar internamente as várias fases

Leia mais

REALIZAÇÃO: PARCERIA:

REALIZAÇÃO: PARCERIA: REALIZAÇÃO: PARCERIA: Com esta palestra, você descobrirá como a educação financeira pode ajudar você na melhoria de sua qualidade de vida e dicas sobre planejamento financeiro e previdência privada. Somos

Leia mais

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 18/2009. Prazo: 15 de julho de 2009

EDITAL DE AUDIÊNCIA PÚBLICA SNC Nº 18/2009. Prazo: 15 de julho de 2009 Prazo: 15 de julho de 2009 A Comissão de Valores Mobiliários CVM submete, em conjunto com o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), à Audiência Pública, nos termos do art. 8º, 3º, I, da Lei nº 6.385,

Leia mais

Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h2p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/

Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h2p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP h2p://fernandonogueiracosta.wordpress.com/ Estrutura da apresentação 2 Breve histórico Os Mercados Futuros no mundo têm sua história diretamente vinculada

Leia mais

Mercado de Seguro e Previdência. Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP

Mercado de Seguro e Previdência. Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP Mercado de Seguro e Previdência Fernando Nogueira da Costa Professor do IE- UNICAMP Mercado de Seguros múl%plos futuros imprevisíveis A questão- chave é: como podemos lidar com os riscos e as incertezas

Leia mais

Aula Nº 11 Suprimentos e contratações

Aula Nº 11 Suprimentos e contratações Aula Nº 11 Suprimentos e contratações Objetivos da Aula: Os objetivos desta aula visam fornecer uma visão geral do processo empregado para se administrar a aquisição, no mercado, dos produtos necessários

Leia mais

4o ENCONTRO DE USUÁRIOS DE BI

4o ENCONTRO DE USUÁRIOS DE BI 4o ENCONTRO DE USUÁRIOS DE BI Contextualizando Para o quarto Encontro de Usuários de Bi o tema escolhido foi sobre os mo8vos que levam projetos de BI a serem tão longos e o que poderia ser feito para torná-

Leia mais

5ky MATEMÁTICA FINANCEIRA - Prof. Edison Küster CONTEÚDO RESUMIDO

5ky MATEMÁTICA FINANCEIRA - Prof. Edison Küster CONTEÚDO RESUMIDO 1 CONTEÚDO RESUMIDO Elaboração e Apresentação Professor: Edison Küster MST. KÜSTER, Edison; Fabiane Christina Küster; Projetos Empresariais - Elaboração e Análise de Viabilidade - Editora Juruá, Curitiba

Leia mais

h) CADASTRO Documento formal ao qual a EMPRESA CREDENCIADA adere ao PROGRAMA MAXXIMO FIDELIDADE nas condições do presente contrato.

h) CADASTRO Documento formal ao qual a EMPRESA CREDENCIADA adere ao PROGRAMA MAXXIMO FIDELIDADE nas condições do presente contrato. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE GESTÃO DE PROGRAMA DE FIDELIDADE inscrita no CNPJ/MF sob o n. 09.016.557/0001-95, com sede na Rua Dr. Sodré 122 Sala 53, Vila Nova Conceição, São Paulo SP - CEP: 04535-110,

Leia mais

Hugo Sergio de Oliveira Julho de 2015

Hugo Sergio de Oliveira Julho de 2015 A CRISE HIDRICA NA PRESTAÇAO DE SERVICOS DE SANEAMENTO NA REGIAO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Hugo Sergio de Oliveira Julho de 2015 A Crise hídrica de São Paulo ocorreu uma seca sem precedentes que a

Leia mais

ANEXO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 30 Receitas Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS18 Objetivo

ANEXO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 30 Receitas Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS18 Objetivo ANEXO COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 30 Receitas Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS18 Objetivo A receita é definida no Pronunciamento Conceitual Básico

Leia mais

IBRACON NPC nº 14 - RECEITAS E DESPESAS - RESULTADOS

IBRACON NPC nº 14 - RECEITAS E DESPESAS - RESULTADOS IBRACON NPC nº 14 - RECEITAS E DESPESAS - RESULTADOS Objetivo 1. As transações e eventos decorrentes das atividades normais de uma empresa são, de acordo com determinados parâmetros e circunstâncias, classificados

Leia mais

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012

Contabilidade Geral. Gestão do Desporto 2011/2012 Contabilidade Geral Gestão do Desporto 2011/2012 OPERAÇÕES CORRENTES 1. Meios Financeiros Líquidos Esta Classe destina-se a registar os meios financeiros líquidos que incluem quer o dinheiro e depósitos

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT

SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT ORIENTAÇÃO TÉCNICA N.º 13.REV2/2013 SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT LIMITES À ELEGIBILIDADE DE DESPESAS, CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE APLICAÇÃO DAS DESPESAS ELEGÍVEIS E METODOLOGIA DE CÁLCULO DAS DESPESAS COM

Leia mais

Perguntas Freqüentes Operações em Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F)

Perguntas Freqüentes Operações em Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) 1. O que é contrato futuro? É um acordo entre duas partes, que obriga uma a vender e outra, a comprar a quantidade e o tipo estipulados de determinada commodity, pelo preço acordado, com liquidação do

Leia mais

Fusões & Aquisições AIG. Representations & Warranties

Fusões & Aquisições AIG. Representations & Warranties Fusões & Aquisições AIG Representations & Warranties Fusões e aquisições são estratégias corporativas que visam a melhoria de desempenho e a vantagem competitiva. Uma transação é considerada bem-sucedida

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

Contabilidade Avançada

Contabilidade Avançada Atualização da obra www.editoraferreira.com.br Ricardo J. Ferreira Contabilidade Avançada Principais atualizações da 5ª para a 6ª edição Principais alterações da 5ª para a 6ª edição Da 5ª para a 6ª edição,

Leia mais

Enquadramento Página 1

Enquadramento Página 1 No âmbito do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro ("IAS/IFRS") e de modo a apoiar as instituições financeiras bancárias ("instituições") neste processo

Leia mais

. VALORES MOBILIÁRIOS

. VALORES MOBILIÁRIOS . VALORES 2.. V MOBILIÁRIOS 2. Valores Mobiliários O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades, em grande quantidade, que representam direitos

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.)

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2008 2007 Passivo e patrimônio líquido 2008 2007 Circulante Circulante Bancos 3 15 Rendimentos a distribuir 412 366 Aplicações financeiras de renda fixa 28 8

Leia mais

TERMO DE MOEDAS¹ COM GARANTIA. Especificações

TERMO DE MOEDAS¹ COM GARANTIA. Especificações TERMO DE MOEDAS¹ COM GARANTIA Especificações 1. Definições Taxa de câmbio Objeto de negociação do contrato quando a relação for estabelecida em quantidade de reais por uma unidade de moeda estrangeira

Leia mais

O QUE É SOUTH AMERICAN PROJECT?

O QUE É SOUTH AMERICAN PROJECT? MÍDIA 2014 KIT WEB SITE APRESENTAÇÃO Aqui você conhecerá a variedade de formatos publicitários que o site SAProject sugere. Como a internet possibilita uma série de recursos, também oferecemos projetos

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 20 RÉDITO

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 20 RÉDITO NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 20 RÉDITO Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 18 Rédito, adoptada pelo Regulamento (CE)

Leia mais

Contribuições do Sistema Cooperativista - Consulta Pública MDA

Contribuições do Sistema Cooperativista - Consulta Pública MDA Contribuições do Sistema Cooperativista - Consulta Pública MDA Critérios e procedimentos de concessão, manutenção e uso do Selo Combustível Social As políticas de apoio à agricultura familiar desempenham

Leia mais

PREÇO AO NOVO EMPREENDEDOR (NDP) 01. IntroduçÃO

PREÇO AO NOVO EMPREENDEDOR (NDP) 01. IntroduçÃO PREÇO AO NOVO EMPREENDEDOR 01. IntroduçÃO (NDP) forevolution Você está pronto para revolucionar seu negócio? Então preste atenção: A partir de Julho, o Preço ao Novo Empreendedor (NDP, em inglês), passará

Leia mais

13. Operações com mercadoria

13. Operações com mercadoria MATERIAL DE APOIO - ENVIADO PELO PROFESSOR 13. Operações com mercadoria Na comercialização de mercadoria (principal objeto de empresa comercial) existirão os tributos; entre eles o ICMS que será estudado

Leia mais

Acréscimos e Diferimentos

Acréscimos e Diferimentos AULA 03 1. Acréscimos e diferimentos 2. Imparidade de activos (IAS 36) 3. Provisões, passivos contingentes e activos contingentes (IAS 37) - Contabilidade Financeira II 2007/ 2008 2º Semestre 1 Acréscimos

Leia mais

EXERCÍCIOS DIVERSOS TRABALHO 1

EXERCÍCIOS DIVERSOS TRABALHO 1 EXERCÍCIOS DIVERSOS TRABALHO 1 01. O gerente de uma loja de presentes está fazendo o fechamento das vendas de brinquedos no período de véspera de natal. No dia 06/11/2006 foram vendidos 14 brinquedos a

Leia mais

Análise Financeira 2º semestre

Análise Financeira 2º semestre ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DE VISEU DEPARTAMENTO DE GESTÃO Análise Financeira 2º semestre Caderno de exercícios CAP II Luís Fernandes Rodrigues António Manuel F Almeida CAPITULO II 2011 2012 Página

Leia mais

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA

31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA 31. A DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA A demonstração de fluxos de caixa é um mapa de fluxos que releva a entradas e as saídas de caixa, durante um exercício. A Demonstração de fluxos de caixa é estruturada

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

TABELA FINANCIAMENTO BANCÁRIO

TABELA FINANCIAMENTO BANCÁRIO TABELA FINANCIAMENTO BANCÁRIO Nova Barra Les Jardins de Monte Carlo - Ed Jasmim 120 Área 2 Parcelas Financiamento VALOR ATO em m2 30dd e 60dd 05/03/2013 DE VENDA 20% 10% 70,00% 506 3Q 1 87,06 114.140,00

Leia mais

TERMOS E CONDIÇÕES DE USO SISTEMA ENBOX

TERMOS E CONDIÇÕES DE USO SISTEMA ENBOX TERMOS E CONDIÇÕES DE USO SISTEMA ENBOX As condições abaixo relacionadas ( Acordo ) aplicam-se aos serviços e/ou produtos oferecidos pela empresa ENBOX SISTEMAS NA INTERNET LTDA. ME, inscrita no CNPJ/MF

Leia mais

SINAPI Modelo de Apresentação

SINAPI Modelo de Apresentação SINAPI Modelo de Apresentação Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil Administrado pela CAIXA Precisão do Preço de Referência Margem de erro elevada MÉTODO DE CÁLCULO DO

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

TRILHA: INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO

TRILHA: INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO TRILHA: INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO APRESENTAÇÃO DOS PAINELISTAS Tema: Polí9cas Públicas e Ambiente para Inovação Posicionamentos Setor Governamental A capacitação dos empreendedores em negócios inovadores

Leia mais

Para investir em ações, você precisa ser cadastrado em uma Corretora de Valores, Distribuidora ou em um Banco.

Para investir em ações, você precisa ser cadastrado em uma Corretora de Valores, Distribuidora ou em um Banco. PERGUNTAS FREQUENTES 1. Como investir no mercado de renda variável (ações)? 2. Como é feita a transferência de recursos? 3. Qual a diferença de ações ON (Ordinária) e PN (Preferencial)? 4. Quais são os

Leia mais

NBC TSP 29 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração

NBC TSP 29 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração NBC TSP 29 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração Objetivo 1 O objetivo desta Norma é estabelecer princípios para reconhecer e mensurar ativos financeiros, passivos financeiros e alguns

Leia mais

AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS

AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS AUDITORIA GERAL DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS 2. VALORES MOBILIÁRIOS Banco de Cabo Verde O QUE SÃO VALORES MOBILIÁRIOS? Valores mobiliários são documentos emitidos por empresas ou outras entidades,

Leia mais

Cadastro de Tabelas de Preços

Cadastro de Tabelas de Preços Cadastro de Tabelas de Preços Para incluir uma nova tabela de preço de produtos, proceda da seguinte forma: Acesse o módulo Administrativo. Clique no menu Cadastros em seguida clique na opção Tabelas de

Leia mais

COBERTURA DE PERDA DE LUCRO BRUTO E DESPESAS EXTRAORDINARIAS

COBERTURA DE PERDA DE LUCRO BRUTO E DESPESAS EXTRAORDINARIAS COBERTURA DE PERDA DE LUCRO BRUTO E DESPESAS EXTRAORDINARIAS Forma de Contratação do Limite Máximo de Responsabilidade 1. SEGURO A PRIMEIRO RISCO RELATIVO A seguradora responderá pelos prejuízos de sua

Leia mais

2. Esta Norma se aplica a todas as entidades do setor público exceto às Empresas Estatais.

2. Esta Norma se aplica a todas as entidades do setor público exceto às Empresas Estatais. NBC TSP 11 - Contratos de Construção Alcance 1. Uma construtora que elabora e divulga demonstrações contábeis sob o regime contábil de competência deve aplicar esta Norma na contabilização de contratos

Leia mais

Conteúdo. Manual de Cadastros Sistema Retaguarda. SIP Sistema Integrado Profissional

Conteúdo. Manual de Cadastros Sistema Retaguarda. SIP Sistema Integrado Profissional Conteúdo CADASTROS... 3 1. CADASTRO DE CLIENTE... 3 2. CADASTRO DE FABRICANTE... 6 3. CADASTRO DE FORNECEDOR... 7 4. CADASTRO DE TRANSPORTADORA... 8 5. CADASTRO DE PRODUTOS... 10 2 CADASTROS 1. CADASTRO

Leia mais

h) TERMO DE ADESÃO Documento formal ao qual a EMPRESA CREDENCIADA adere ao PROGRAMA MAXXIMO FIDELIDADE nas condições do presente contrato.

h) TERMO DE ADESÃO Documento formal ao qual a EMPRESA CREDENCIADA adere ao PROGRAMA MAXXIMO FIDELIDADE nas condições do presente contrato. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE GESTÃO DE PROGRAMA DE FIDELIDADE inscrita no CNPJ/MF sob o n. 09.016.557/0001-95, com sede na Rua Dr. Sodré 122 Sala 53, Vila Nova Conceição, São Paulo SP - CEP: 04535-110,

Leia mais

QUALICORP CORRETORA DE SEGUROS S.A. 2ª Emissão de Debêntures Simples

QUALICORP CORRETORA DE SEGUROS S.A. 2ª Emissão de Debêntures Simples QUALICORP CORRETORA DE SEGUROS S.A. 2ª Emissão de Debêntures Simples ÍNDICE CARACTERIZAÇÃO DA EMISSORA...3 CARACTERÍSTICAS DAS DEBÊNTURES...3 DESTINAÇÃO DE RECURSOS...5 ASSEMBLÉIAS DE DEBENTURISTAS...5

Leia mais

Ofertas a Clientes e/ ou Fornecedores Aspetos Fiscais

Ofertas a Clientes e/ ou Fornecedores Aspetos Fiscais www.finaccount.com Ofertas a Clientes e/ ou Fornecedores Aspetos Fiscais Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação Índice 1. Em sede de IRC 3 2. Em sede de IVA 7 3. Síntese 11 2 1- Em

Leia mais

Contabilidade e Controlo de Gestão. 5. Elaboração do orçamento anual e sua articulação. Contabilidade e Controlo de Gestão. Gestão Turística -3º ano

Contabilidade e Controlo de Gestão. 5. Elaboração do orçamento anual e sua articulação. Contabilidade e Controlo de Gestão. Gestão Turística -3º ano Contabilidade e Controlo de Gestão Ano letivo 2013/2014 Gustavo Dias 5.º Semestre Orçamento anual: instrumento de planeamento a curto prazo que permitirá à empresa quantificar os seus objectivos em termos

Leia mais

CONTABILIDADE COMERCIAL MÓDULO 15

CONTABILIDADE COMERCIAL MÓDULO 15 CONTABILIDADE COMERCIAL MÓDULO 15 Índice 1. Abatimentos e descontos comerciais...3 2 1. ABATIMENTOS E DESCONTOS COMERCIAIS Abatimentos Nos casos de Compras: São registrados, os abatimentos e descontos

Leia mais

CIRCULAR Nº 1.278 Às Caixas Econômicas, Sociedades de Crédito Imobiliário e Associações de Poupança e Empréstimo

CIRCULAR Nº 1.278 Às Caixas Econômicas, Sociedades de Crédito Imobiliário e Associações de Poupança e Empréstimo 1 CIRCULAR Nº 1.278 Às Caixas Econômicas, Sociedades de Crédito Imobiliário e Associações de Poupança e Empréstimo Comunicamos que a Diretoria do Banco Central, tendo em vista o disposto no i- tem XXIII

Leia mais

Principais Conceitos CAPÍTULO 1

Principais Conceitos CAPÍTULO 1 Principais onceitos APÍTULO 1 Principais onceitos O estudo da Matemática Financeira pode ser resumido como sendo a análise do valor do dinheiro ao longo do tempo. Diariamente nos deparamos com situações

Leia mais

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Brito Amoedo Imobiliária S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais

até 31.08.87 100% até 30.09.87 95% até 30.10.87 90% até 30.11.87 85% até 31.12.87 80% Circular n 1214, de 4 de agosto de 1987

até 31.08.87 100% até 30.09.87 95% até 30.10.87 90% até 30.11.87 85% até 31.12.87 80% Circular n 1214, de 4 de agosto de 1987 1 06/01/1988. CIRCULAR Nº 1.214 Documento normativo revogado pela Circular 1278, de 05/01/1988, a partir de Às Sociedades de Crédito Imobiliário, Associações de Poupança e Empréstimo e Caixas Econômicas

Leia mais

1 - INTRODUÇÃO 2 - ACRÉSCIMO FINANCEIRO

1 - INTRODUÇÃO 2 - ACRÉSCIMO FINANCEIRO VENDAS A PRAZO - Emissão de Documentos Fiscais Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 16.05.2013. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - ACRÉSCIMO FINANCEIRO 2.1 - Tributação do ICMS 2.2 - Exclusão

Leia mais

Medidas para superação de obstáculos para redução de emissões

Medidas para superação de obstáculos para redução de emissões MODERNIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE CARVÃO VEGETAL Medidas para superação de obstáculos para redução de emissões Túlio Jardim Raad e Vamberto de Melo Seminário CGEE & DECOI da SDP/MDIC - Brasília, 20.05.2014 OBJETIVO

Leia mais

Gestão de Comissões e Incentivos

Gestão de Comissões e Incentivos Gestão de Comissões e Incentivos SAP FORUM BRASIL 1 Diversidade de Comissionamento Comissão sobre Vendas Participação, co-participação, campanhas, etc Comissão de Angariamento Transferência de carteira

Leia mais

Valor ao par O valor de face uma ação ou título. No caso de ações, o valor ao par é, meramente, um registro contábil e não serve a outro propósito.

Valor ao par O valor de face uma ação ou título. No caso de ações, o valor ao par é, meramente, um registro contábil e não serve a outro propósito. Valor ao par O valor de face uma ação ou título. No caso de ações, o valor ao par é, meramente, um registro contábil e não serve a outro propósito. Valor da cota de um fundo de investimento É calculado

Leia mais

ATIVIDADE IMOBILIÁRIA Venda à Vista de Unidades Imobiliárias

ATIVIDADE IMOBILIÁRIA Venda à Vista de Unidades Imobiliárias ATIVIDADE IMOBILIÁRIA Venda à Vista de Unidades Imobiliárias Sumário 1. Introdução 2. Venda à Vista de Unidade Concluída 3. Venda à Vista de Unidade Não Concluída Sem Utilização do Custo Orçado 4. Venda

Leia mais

elearning IFRS Obrigações Informações do curso Rua Maestro Cardim, 1.170 - CEP: 01323-001 - São Paulo/SP. Fone: (11) 2184-2026

elearning IFRS Obrigações Informações do curso Rua Maestro Cardim, 1.170 - CEP: 01323-001 - São Paulo/SP. Fone: (11) 2184-2026 IFRS Obrigações Informações do curso Apresentação do Curso As mudanças introduzidas na contabilidade brasileira a par4r de 2008 com a convergência das normas brasileiras de contabilidade às normas internacionais

Leia mais

CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATEMATICA FINANCEIRA JUROS SIMPLES

CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATEMATICA FINANCEIRA JUROS SIMPLES DEFINIÇÕES: CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATEMATICA FINANCEIRA JUROS SIMPLES Taxa de juros: o juro é determinado através de um coeficiente referido a um dado intervalo de tempo. Ele corresponde à remuneração da

Leia mais

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO E SUSTENTABILIDADE Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Encerrando o Projeto. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Encerrando o Projeto. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Encerrando o Projeto Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Introdução Encerrar o Projeto ou Fase Encerrar as Aquisições Introdução O Grupo de Processos

Leia mais

PROVA ESCRITA PROCESSO SELETIVO 2016 Nº DE INSCRIÇÃO: LEIA COM ATENÇÃO E SIGA RIGOROSAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES

PROVA ESCRITA PROCESSO SELETIVO 2016 Nº DE INSCRIÇÃO: LEIA COM ATENÇÃO E SIGA RIGOROSAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS MESTRADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS PROVA ESCRITA PROCESSO

Leia mais

SOCIEDADE DE PROMOÇÃO SOCIAL DO FISSURADO LÁBIO- PALATAL - PROFIS

SOCIEDADE DE PROMOÇÃO SOCIAL DO FISSURADO LÁBIO- PALATAL - PROFIS 1 Lins (SP), 16 de Março de 2012 À SOCIEDADE DE PROMOÇÃO SOCIAL DO FISSURADO LÁBIO- PALATAL - PROFIS Rua Silvio Marchione 3-55 Bauru SP. Ilmo.Sr. Diretor - Presidente Encaminhamos em anexo, o Relatório

Leia mais

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS. Nome: RA: Turma: Assinatura:

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS. Nome: RA: Turma: Assinatura: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS Nome: RA: Turma: Assinatura: EXERCÍCIO 1 Classifique os itens abaixo em: Custos, Despesas ou Investimentos a) Compra de Matéria Prima b) Mão de

Leia mais

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE Marketing Empresarial Capítulo 1 Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca,

Leia mais

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Niterói Administradora de Imóveis S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Niterói Administradora de Imóveis S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Gerenciamento de projetos prof. Mário Garcia

Gerenciamento de projetos prof. Mário Garcia Gerenciamento de projetos prof. Mário Garcia MBA em Gestão de Energia PROPPEX Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Centro Universitário Fundação Santo André Gerenciamento de custos Objetivo

Leia mais

DC26 - Rédito (1) Directriz Contabilística Nº 26

DC26 - Rédito (1) Directriz Contabilística Nº 26 DC26 - Rédito (1) Índice Directriz Contabilística Nº 26 1. INTRODUÇÃO 2. DEFINIÇÃO 3. MENSURAÇÃO 4. IDENTIFICAÇÃO DA TRANSACÇÃO 5. RECONHECIMENTO 5.1. Venda de bens 5.2. Prestação de serviços 5.3. Juros,

Leia mais

Fontes de Financiamento. Débora Ivanov Agosto/2014

Fontes de Financiamento. Débora Ivanov Agosto/2014 Fontes de Financiamento Débora Ivanov Agosto/2014 Fontes de financiamento Polí:cas públicas Mercado Internacional Federais Locais Indireto/Incen:vos Direto Incen:vos/Direto Ar:go 1 PAR ICMS Co- produções

Leia mais

Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica

Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica Incentivos Fiscais à Inovação Tecnológica São Paulo 28 de abril de 2010 Gilberto Ayres Moreira Ana Carolina Moreira Garcia Histórico Legisla/vo Lei do Bem Lei nº 8.661/1993 (PDTI/PDTA); Lei nº 10.973/2004

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Unidade III CONTABILIDADE COMERCIAL. Profa. Divane Silva

Unidade III CONTABILIDADE COMERCIAL. Profa. Divane Silva Unidade III CONTABILIDADE COMERCIAL Profa. Divane Silva A disciplina está dividida em 04 Unidades: Unidade I 1. Operações com Mercadorias 2. Resultado Bruto com Mercadorias (RCM) 3. Custo das Mercadorias

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 206, DE 6 DE AGOSTO 2004. Altera a tributação do mercado financeiro e de capitais, institui o Regime Tributário

Leia mais

Luiz Fernando de Lyra Novaes D.Sc. Eng. Produção. www.avalsoft.com.br

Luiz Fernando de Lyra Novaes D.Sc. Eng. Produção. www.avalsoft.com.br Luiz Fernando de Lyra Novaes D.Sc. Eng. Produção www.avalsoft.com.br Envoltória sob Dupla Ótica Funções Análise do mercado imobiliário Eficiência Preço Ótica do Comprador Eficiência Preço Ótica do Vendedor

Leia mais

A VENDA DE BENS EM NON PERFORMING LOANS ANÁLISE DA SUA EFICIÊNCIA

A VENDA DE BENS EM NON PERFORMING LOANS ANÁLISE DA SUA EFICIÊNCIA ( A VENDA DE BENS EM NON PERFORMING LOANS ANÁLISE DA SUA EFICIÊNCIA ) Outubro 2013 ÍNDICE ÍNDICE...1 Sumário executivo... 2 INTRODUÇÃO... 3 Objetivos... 3 Nota Metodológica... 4 ENQUADRAMENTO... 5 A importância

Leia mais

Resolução nº 477, de 7 de agosto de 2007

Resolução nº 477, de 7 de agosto de 2007 1 de 40 24/04/2015 16:33 Resolução nº 477, de 7 de agosto de 2007 Aprova o Regulamento do Serviço Móvel Pessoal SMP. Observação: Este texto não substui o publicado no DOU de 13/8/2007, reficado em 23/11/2007.

Leia mais

Empresas de Capital Fechado, ou companhias fechadas, são aquelas que não podem negociar valores mobiliários no mercado.

Empresas de Capital Fechado, ou companhias fechadas, são aquelas que não podem negociar valores mobiliários no mercado. A Ação Os títulos negociáveis em Bolsa (ou no Mercado de Balcão, que é aquele em que as operações de compra e venda são fechadas via telefone ou por meio de um sistema eletrônico de negociação, e onde

Leia mais