Centro de Treinamento de Combate Sul. Santa Maria / RS Brasil.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Centro de Treinamento de Combate Sul. Santa Maria / RS Brasil."

Transcrição

1 Centro de Treinamento de Combate Sul Santa Maria / RS Brasil.

2 OBJETIVO Apresentar aos participantes do de Demandas Logísticas da Guarnição de Santa Maria/RS o projeto do Centro de Treinamento de Combate Sul: as estruturas planejadas, as vantagens e as consequências.

3 INTRODUÇÃO MODALIDADES DE SIMULAÇÃO VIVA Envolve pessoas reais, operando sistemas reais (armas, viaturas e equipamentos), no mundo real. Utiliza emissores e receptores laser para simular os efeitos do engajamento e combate tático. A simulação pode ser monitorada em tempo real através de um centro de controle de exercício.

4 INTRODUÇÃO MODALIDADES DE SIMULAÇÃO VIRTUAL Envolve pessoas reais, operando sistemas simulados ou gerados por computador. Substitui armamentos ou veículos cujo uso e operação exijam apurado grau de técnica e elevados custos para o treinamento. Os meios deste tipo de simulação normalmente são reunidos em espaço único para melhor aproveitamento.

5 INTRODUÇÃO MODALIDADES DE SIMULAÇÃO CONSTRUTIVA Envolve tropas simuladas, operando sistemas simulados, controlados por pessoas reais. Conhecida como jogos de guerra, sua finalidade é adestrar Estados Maiores (staff) na tomada de decisões. A ênfase é a interação entre Estados Maiores, que se enfrentam como forças oponentes, sob uma direção.

6 PRINCIPAIS EMPRESAS PRODUTORAS DE SIMULADORES Espanha E U A Israel França Suiça Alemanha Suécia Brasil

7 EMPREGO DUAL DA SIMULAÇÃO Simulador para Viatura Capacidade 3/4 Toneladas Simulador de Carro de Auto Escola Simulador para Viatura Capacidade 5 Toneladas Simulador de Caminhão Comercial SIMULAÇÃO Simulador de Tiro para Aplicação Militar Simulador de Tiro para Empresas de Segurança Simulador para Carro de Combate sobre Lagartas Simulador de Trator sobre Lagartas

8 EMPREGO DUAL DA SIMULAÇÃO Simulador para Helicóptero Militar Simulador para Helicóptero de Táxi Aéreo Simulador para Aeronave Militar Simulador para Aeronave Comercial SIMULAÇÃO Simulador de Tiro para Aplicação Militar Simulador de Tiro para Polícias Civis e Militares Simulador para Embarcação Militar Simulador para Navio Cargueiro Comercial

9 PRECEDENTES DO CENTRO DE TREINAMENTO DE COMBATE - SUL (?) 2012 Criação do Centro de Treinamento de Combate Sul Estratégia Braço Forte Estratégia Nacional de Defesa 2011 PROFORÇA PRORASAM Criação do Núcleo do Centro de Adestramento e Avaliação Sul (Portaria 211/EME, 26 Dez 2012)

10 O QUE É UM CENTRO DE TREINAMENTO DE COMBATE? É uma Organização Militar voltada a proporcionar as melhores condições de treinamento para o combate. Reúne, em um único local, pessoal especializado, metodologia e doutrina adequadas, estruturas e equipamentos específicos e outras ferramentas que proporcionem melhor adestramento tático e preparação técnica às tropas (meios de simulação).

11 MISSÃO RECEBIDA USUÁRIOS Desenvolver estudos no sentido de criar uma Organização Militar capaz de contribuir no adestramento de tropas de diferentes naturezas***, por meio da imitação do combate, com ênfase na utilização de meios de simulação integrados. *** 3 Divisões de Exército; 8 Brigadas; 3 Artilharias Divisionárias; 42 Unidades; 3 naturezas: blindada, mecanizada e motorizada.

12 VISÃO DE FUTURO Tornar-se REFERÊNCIA MUNDIAL como Centro de Treinamento para tropas embarcadas, por meio dos SISTEMAS DE SIMULAÇÃO VIVA, VIRTUAL E CONSTRUTIVA e servir de modelo para a criação de estruturas similares em outros Comandos Militares de Área do Exército Brasileiro. Possibilitar a UTILIZAÇÃO CONJUNTA COM OUTRAS FORÇAS ARMADAS nacionais e com Nações Amigas, em especial as da UNASUL. MANTER-SE NA VANGUARDA DA TECNOLOGIA APLICADA ao treinamento de tropas para o combate.

13 A CIDADE DE SANTA MARIA Localização geo-estratégica; 2º maior efetivo militar do país; Cidade Capital do Blindados ; Centro de Instrução de Blindados; Base Aérea de Santa Maria (VANT). Monumento Capital dos Blindados

14 A CIDADE DE SANTA MARIA Existência de uma gama de universidades e faculdades; Pólo tecnológico atraente para investidores e empresas; Existência do Santa Maria Tecnoparque (ADESM); Abundante mão-de-obra especializada recém-formada.

15 VANTAGENS PARA A REGIÃO SUL E PARA O BRASIL Fomento a economia da região; Industrialização voltada para Produtos de Defesa (PRODE); Aproveitamento da mão de obra especializada oriunda das universidades locais; A instalação de empresas na região gerando divisas. Santa Maria / RS Porto Alegre / RS

16 A DIMENSÃO DO DESAFIO Simulação Construtiva Simulação Virtual Simulação Viva Integração das modalidades de simulação no Centro de Controle do Exercício - C Con Ex

17 A DIMENSÃO DO DESAFIO

18 A DIMENSÃO DO DESAFIO CISM Santa Maria/RS CIBSB Rosário do Sul/RS

19 MAGNITUDE DAS SOLUÇÕES CTC Altmark Alemanha (simulação VIVA) CENAD San Gregorio - Espanha Militares: 700 Civis: 400 TOTAL: 1.100

20 INSTALAÇÕES FÍSICAS VISUALIZAÇÃO Casarão NuCAA - Sul

21 SISTEMA DE APOIO DE FOGO SAFO (VIRTUAL) Sistema de Apoio de Fogo (SAFO) Obras Setembro de 2013

22 TRANSFORMAÇÃO DO ATUAL CAESC 2 EM CAS-PC (CONSTRUTIVA) Centro de Aplicação de Exercícios de Simulação de Combate CAESC 2 Santa Maria/RS Centro de Adestramento e Simulação com Postos de Comando (CAS-PC) utilizando o Sistema COMBATER

23 PROPOSTA DO PROJETO FASEAMENTO E MODULARIDADE A A + 4 A + 7 A + 10 PESSOAL MATERIAL FUNCIONAMENTO INSTALAÇÕES SUPORTE LOG/ADM MODULARIDADE: Cada estágio completado no projeto pode ser plenamente utilizado em suas capacidades assim que finalizado. Exemplos: Espanha, França e Alemanha

24 FASEAMENTO E MODULARIDADE DO PROJETO METAS CURTO PRAZO MÉDIO PRAZO LONGO PRAZO Tempo/Pessoal ± 4 anos / 350 militares ± 7 anos / 500 militares ± 10 anos / 850 militares SIMULAÇÃO VIVA - Exercício para Companhia no CISM (120 militares e 20 viaturas); - FT SU x Pel ForOp (instrumentação parcial); - Cia ForOp (2 Pel CC + 2 Pel Fuz); - Meios de controle móveis. - Exercício para Companhia no CISM (120 militares e 20 viaturas); - FT SU Ref (Ap) x Pel ForOp (completamente instrumentados); - Btl ForOp (1 Cia Fuz Bld + 1 Esqd CC); - Início do sensoriamento de Saicã. - Exercício para Batalhão/Regimento em Saicã (500 militares e 50 viaturas); - FT U x FT SU ForOp (completamente instrumentados); - Btl ForOp (4 SU 2 Inf / 2 Cav); - Estrutura fixas em Rosário do Sul. SIMULAÇÃO VIRTUAL - Consolidação do SAFO; - Aquisição de simulação de apoio à instrução (estandes de Fz/Pst); - Aquisição de simuladores de Vtr. - Simulação tática nível SU (VBS 3); - Incremento no apoio à instrução (armas AC, pistas de treinamento). - Incrementação da simulação de Vtr - Simulação tática nível U (VBS 3); - Consolidação dos meios de simulação apoio à instrução; - Consolidação do Pav Sml Virtual. SIMULAÇÃO CONSTRUTIVA INTEGRAÇÃO SIMULAÇÕES - Início da construção do CAS-PC; - Exercício para EM GU/U. - Construção acantonamentos CAS-PC; - Exercício para EM GU/U. - Incremento nos acantonamentos; - Exercício para EM GU/U. - Aquisição de experiência. - Operação do C Con Ex - Combinações de Simulações;

25 PROPOSTA DO PROJETO PESSOAL (INTEGRAÇÃO) CTC Sul Estado Maior Divisão Administrativa Divisão de Simulação e Exercícios Batalhão Força Oponente Companhia de Comando Seção Administrativa Seção de Simulação Viva Companhia de Fuzileiros Blindada Seção de Informática e Comunicações Seção de Simulação Virtual Companhia de Fuzileiros Mecanizada Seção de Apoio Seção de Simulação Construtiva Esquadrão de Carros de Combate Seção de Análise e Doutrina Esquadrão de Cavalaria Mecanizada Em 10 anos 850 militares

26 A TRANSFORMAÇÃO DOS CAMPOS DE INSTRUÇÃO Estande de tiro de CC com receptores laser Pista de maneabilidade de viaturas Pista de progressão para combatente a pé Técnicas de entrada para ambiente urbano

27 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Órgãos de Direção Geral e Setorial e Comando Militar de Área envolvidos Organizações Militares do Exército Brasileiro visitadas, envolvidas e em coordenação de projetos

28 PREMISSAS BÁSICAS DO PROJETO - Foco no TREINAMENTO em todos os níveis dos usuários do Centro; - Local propício à aplicação da DOUTRINA e ao trabalho INTERARMAS; - Busca de ESTRUTURAS de APOIO à instrução individual/coletiva; - MOBILIDADE dos MEIOS para atender campos de instrução distintos; - INTEGRAÇÃO e CONECTIVIDADE dos sistemas de simulação; - FASEAMENTO e MODULARIDADE dos subprojetos desenvolvidos; - ECONOMIA de MEIOS para otimização de recursos orçamentários; - FLEXIBILIDADE para atender mudanças dos futuros cenários; - INTEROPERABILIDADE com outras forças armadas nacionais e estrangeiras; - *OPORTUNIZAR o DESENVOLVIMENTO de TECNOLOGIAS NACIONAIS para a área de produtos de defesa.

29 DEMANDAS TECNOLÓGICAS DO PROJETO Desenvolvimento e produção de meios com alto agregado de tecnologia nas áreas de: - Sistemas de comunicação; - Monitoramento; - Automatização de alvos; - Manutenção de redes; - Manutenção em TI; - Simuladores LVC (software/hardware); - Sistemas de conectividade; - Suprimento de informática; - Sistemas de geo-referenciamento; - Sistemas de geo-localização; - Desenvolvimento de software; - Desenvolvimento de sensores ópticos; - Emissores laser; - Sistemas de antenas; - Filmagem; - Construção civil; - Manutenção e suprimento para viaturas; - Equipamentos de proteção individual; - Material para segurança; - Material para combate a incêndio.

30 CONCLUSÃO O Centro de Treinamento de Combate Sul é um local onde se materializará o ideal de transformação do Exército Brasileiro; Proporcionará excelência nos níveis de adestramento das tropas; Elevará o Brasil como referência mundial em treinamento militar; Empregará tecnologia de última geração tornando científico os dados do adestramento. Representará a implantação de uma mentalidade inovadora e visão de futuro; Tornar-se-á um vetor de crescimento regional; Implicará em significativa economia de recursos relativos à munição e combustível, além de evitar o desgaste prematuro do material de emprego militar. Centro de Treinamento de Combate Sul Telefone: 55 (55)

31 Centro de Treinamento de Combate Sul

ANEXO B RELAÇÃO DE OM

ANEXO B RELAÇÃO DE OM DEPARTAMENTO DECEx Departamento de Educação e Cultura do Exército Diretoria de Especialização e Extensão Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército Escola de Educação Física do Exército Escola

Leia mais

A Guerra Eletrônica no Mundo

A Guerra Eletrônica no Mundo O ENSINO DE GUERRA ELETRÔNICA NO CIGE Perspectivas para o futuro Pedro Eduardo de Sousa Dias, Cap Com Ch Sec Psq do CIS Flávio Oliveira da Silva Netto, Cap Com Instr CIGE A Guerra Eletrônica no Mundo Nos

Leia mais

Princípios Básicos de Operações Militares

Princípios Básicos de Operações Militares de Operações Militares TEMAS 8 Conteúdo Princípios de Estratégia Princípios Gerais Guerra Terrestre Guerra Naval Guerra Aérea A Guerra Moderna Comando e Controle Armas Combinadas Logística Conduta O APP-6A

Leia mais

Doutrina e Estratégia Militar. Ações de Caráter Sigiloso. Emprego da Força Terrestre em Operações. Logística de Material de Aviação

Doutrina e Estratégia Militar. Ações de Caráter Sigiloso. Emprego da Força Terrestre em Operações. Logística de Material de Aviação Programa 0620 Preparo e Emprego da Força Terrestre Ações Orçamentárias Número de Ações 16 24490000 Doutrina e Estratégia Militar Produto: Evento realizado Unidade de Medida: unidade UO: 52121 Comando do

Leia mais

S I S F R O N SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS C R E D N / C D. 06 Mai 14 SENSORES

S I S F R O N SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS C R E D N / C D. 06 Mai 14 SENSORES S I S F R O N C R E D N / C D 06 Mai 14 SENSORES SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS O SISFRON é um sistema de sensoriamento, apoio à decisão e apoio à atuação integrada, para fortalecer a

Leia mais

AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO

AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO AUTONOMIA TECNOLÓGICA E SEGURANÇA CIBERNÉTICA: DESAFIOS PARA A COOPERAÇÃO ENTRE AS FORÇAS ARMADAS E O SETOR PRIVADO NO COMPLEXO INDUSTRIAL BRASILEIRO 1 / 23 OBJETIVO

Leia mais

BLINDADOS SOBRE LAGARTAS MODERNIZAR, PRODUZIR OU IMPORTAR

BLINDADOS SOBRE LAGARTAS MODERNIZAR, PRODUZIR OU IMPORTAR BLINDADOS SOBRE LAGARTAS MODERNIZAR, PRODUZIR OU IMPORTAR O Exército Brasileiro através do Plano Básico de Estruturação do Exército, cuja execução abrange o período de 2003 a 2007 vem realizando grandes

Leia mais

INÍCIO DA PREPARAÇÃO DO BRABATT 2/14 BRABATT 2/14 REALIZA O EPCOEM NO CCOPAB

INÍCIO DA PREPARAÇÃO DO BRABATT 2/14 BRABATT 2/14 REALIZA O EPCOEM NO CCOPAB Pelotas, RS, 8 de janeiro de 2011 Edição Especial INÍCIO DA PREPARAÇÃO DO BRABATT 2/14 Brasília - DF. No período de 5 a 9 de julho de 2010 ocorreu, no Ministério da Defesa, o estágio para comandantes e

Leia mais

ASTROS II O EFICIENTE SISTEMA DE ARTILHARIA DE FOGUETES BRASILEIRO 2

ASTROS II O EFICIENTE SISTEMA DE ARTILHARIA DE FOGUETES BRASILEIRO 2 ASTROS II O EFICIENTE SISTEMA DE ARTILHARIA DE FOGUETES BRASILEIRO 2 Sendo o produto de maior êxito desenvolvido pela Avibrás, e o que mais lhe rendeu recursos, meio bilhão de dólares em exportações, o

Leia mais

PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO DA 1ª RM 60 ANOS 1944/2004

PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO DA 1ª RM 60 ANOS 1944/2004 PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO DA 1ª RM 60 ANOS 1944/2004 Neste mês de junho está sendo comemorado os 60 anos de criação do Parque Regional de Manutenção da 1ª Região Militar PqRMnt/1, no Rio de Janeiro.

Leia mais

A MODERNIZAÇÃO DO COMANDO E CONTROLE DA AAAe

A MODERNIZAÇÃO DO COMANDO E CONTROLE DA AAAe A MODERNIZAÇÃO DO COMANDO E CONTROLE DA AAAe Cap João André França da Silva 1 RESUMO O presente trabalho visa apresentar alguns aspectos relacionados a modernização da artilharia antiaérea. Esta modernização

Leia mais

Viatura Blindada Especial Lançadora de Pontes Leopard 1 BR

Viatura Blindada Especial Lançadora de Pontes Leopard 1 BR Viatura Blindada Especial Lançadora de Pontes Leopard 1 BR VBE L Pnt lançando a ponte Fonte: o autor Por Ígor Berta O Exército Brasileiro adquiriu como Carro de Combate as viaturas da família Leopard.

Leia mais

Exército adquire Gepard 1A2 Antiaéreo

Exército adquire Gepard 1A2 Antiaéreo Exército adquire Gepard 1A2 Antiaéreo Mais uma compra de ocasião e outro erro estratégico Conforme publicado no Boletim do Exército 11/2013, de 15 de março de 2013, o Exército Brasileiro através da Portaria

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL COMANDANTE DO EXÉRCITO ÓRGÃOS DE ASSESSORAMENTO DO COMANDANTE Gabinete do Comandante do Exército Secretaria-Geral do Exército Centro de Inteligência do Exército Centro de Comunicação Social do Exército

Leia mais

INDICADORES DE GESTÃO ORGÃO FUNDO DO EXÉRCITO

INDICADORES DE GESTÃO ORGÃO FUNDO DO EXÉRCITO INDICADORES DE GESTÃO ORGÃO FUNDO DO EXÉRCITO Para medir os resultados do Programa 0750 Apoio Administrativo, na Ação 2000 Administração da Unidade e do Programa 0620 Adestramento e Operações Militares

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

BRABAT comemora Dia Internacional da Mulher

BRABAT comemora Dia Internacional da Mulher Número XV - Port-au-Prince - Haiti 1ª quinzena de março de 2014. BRABAT comemora Dia Internacional da Mulher Dia Internacional da Mulher foi celebrado pelos integrantes do BRABAT 19 no dia 8 de março,

Leia mais

TIM Brasil Padroniza Testes e Antecipa Erros em Aplicações com CA Service Virtualization

TIM Brasil Padroniza Testes e Antecipa Erros em Aplicações com CA Service Virtualization CUSTOMER SUCCESS STORY Junho 2014 TIM Brasil Padroniza Testes e Antecipa Erros em Aplicações com CA Service Virtualization PERFIL DO CLIENTE Indústria: Telecomunicações Empresa: TIM Brasil Colaboradores:

Leia mais

ROTEIRO. Apresentação de propriedade da ABIMDE (Associação das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) 2

ROTEIRO. Apresentação de propriedade da ABIMDE (Associação das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) 2 A INDÚSTRIA DE DEFESA E SEGURANÇA NO BRASIL 2013 ROTEIRO ABIMDE e a Base Industrial de Defesa Cenário Nacional Transferência de Tecnologia Protecionismo e Comércio Internacional Defesa e Desenvolvimento

Leia mais

TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS

TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS (enfrentamento, cooperação e esforços os regionais) LUIZ PONTEL DE SOUZA Delegado de Polícia Federal Adido Policial em Portugal SUMÁRIO Situação das drogas ilícitas no Brasil

Leia mais

TRATOR ARTICULADO BV-206D O MAIS ESTRANHO VEÍCULO DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS

TRATOR ARTICULADO BV-206D O MAIS ESTRANHO VEÍCULO DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS TRATOR ARTICULADO BV-206D O MAIS ESTRANHO VEÍCULO DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAIS Sem sombra de dúvida o trator articulado BV-206D é o veículo mais estranho atualmente em uso pelo Corpo de Fuzileiros Navais

Leia mais

ERA INDUSTRIAL ERA DO CONHECIMENTO

ERA INDUSTRIAL ERA DO CONHECIMENTO ERA INDUSTRIAL TRANSFORMAÇÃO DO EXÉRCITO Talvez a guerra não vos interesse, mas a -se se por vós. ERA DO CONHECIMENTO - ADAPTAÇÃO e MODERNIZAÇÃO seriam lentas e insuficientes. - Demandava-se um processo

Leia mais

1. Relatório de Informações Doutrinárias Operacionais RIDOP / COTER 2. Experimentações Doutrinárias 2015 3. Sistema de Lições Aprendidas/COTER 4.

1. Relatório de Informações Doutrinárias Operacionais RIDOP / COTER 2. Experimentações Doutrinárias 2015 3. Sistema de Lições Aprendidas/COTER 4. 1. Relatório de Informações Doutrinárias Operacionais RIDOP / COTER 2. Experimentações Doutrinárias 2015 3. Sistema de Lições Aprendidas/COTER 4. Desafios Doutrinários 5. Portal do Preparo Divisão de Acompanhamento

Leia mais

Proposta de Prestação de Serviço de Consultoria Arsenal, O Jogo de Guerra - Liderança e Trabalho em Equipe

Proposta de Prestação de Serviço de Consultoria Arsenal, O Jogo de Guerra - Liderança e Trabalho em Equipe 1. Apresentação Nas duas guerras mundiais do século passado, os líderes militares das principais nações envolvidas utilizavam jogos de guerra para definição de estratégias e táticas de combate. Os jogos

Leia mais

Gen Bda Mosqueira Diretor de Fabricação mauroguedes@globo.com EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DIRETORIA DE FABRICAÇÃO

Gen Bda Mosqueira Diretor de Fabricação mauroguedes@globo.com EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DIRETORIA DE FABRICAÇÃO EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DIRETORIA DE FABRICAÇÃO "Ciência, Tecnologia, Inovação e Suporte Logístico: possibilidades, estratégias e reais situações para o Exército Brasileiro

Leia mais

A AMAZÔNIA NA INTEGRAÇÃO SUL-AMERICANA Convergências e Divergências

A AMAZÔNIA NA INTEGRAÇÃO SUL-AMERICANA Convergências e Divergências A AMAZÔNIA NA INTEGRAÇÃO SUL-AMERICANA Convergências e Divergências Principais Biomas Sul-Americanos Amazônia: mais de 40% da América do Sul Vegetação da Grandeá Regiões Amazônicas dos países sul-americanos

Leia mais

Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável-SEMAD

Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável-SEMAD Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável-SEMAD Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais e Eventos Críticos DPIFE Palestrante: JARBAS JORGE DE ALCÂNTARA Téc.

Leia mais

Realização Apoio Patrocínio 3 G A AAé Caxias do Sul Criação da Unidade de Artilharia Antiaérea, em 1950. Inicialmente estes alvos eram fornecidos pela FAB. Os B25 rebocavam um alvo chamado Biruta. 1972:

Leia mais

Esquadrão HU-1 participa da operação anfíbia UANFEX-1

Esquadrão HU-1 participa da operação anfíbia UANFEX-1 Esquadrão HU-1 participa da operação anfíbia UANFEX-1 No período de 31 de março a 8 de abril, o 1 Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1), operando com uma aeronave UH-12 Esquilo embarcada na

Leia mais

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS

GESTÃ T O O E P RÁ R TI T C I AS DE R E R CUR U S R OS Ensinar para administrar. Administrar para ensinar. E crescermos juntos! www.chiavenato.com GESTÃO E PRÁTICAS DE RECURSOS HUMANOS Para Onde Estamos Indo? Idalberto Chiavenato Algumas empresas são movidas

Leia mais

Organização e a Terceirização da área de TI. Profa. Reane Franco Goulart

Organização e a Terceirização da área de TI. Profa. Reane Franco Goulart Organização e a Terceirização da área de TI Profa. Reane Franco Goulart Como surgiu? A terceirização é uma ideia consolidada logo após a Segunda Guerra Mundial, com as indústrias bélicas americanas, as

Leia mais

Raphael Pereira de Morais

Raphael Pereira de Morais Raphael Pereira de Morais Cidade: Brasilia - DF Data de Nascimento: 20/07/1987 Estado Civil: Solteiro Telefone: (61) 3465-1047 (61) 8176-5855 E-mail: rp.morais2013@bol.com.br FORMAÇÃO ACADÊMICA Superior

Leia mais

ENTREGAS OCOP SUBPROJETOS: 1.1 VIATURAS

ENTREGAS OCOP SUBPROJETOS: 1.1 VIATURAS ENTREGAS OCOP SUBPROJETOS: 1.1 VIATURAS Qnt Descrição 6.500 Viaturas acima de 1,5 ton 20 Ambulância Operacional 4x4 20 Pickup Militar Hilux 10 Reboque Cisterna Combustível 1.500 Litros 10 Reboque Cisterna

Leia mais

Quadros de Lotação de Pessoal Militar (QLPM) ou em outro documento legal semelhante. X Cargos que Independem de QM são cargos que podem ser ocupados

Quadros de Lotação de Pessoal Militar (QLPM) ou em outro documento legal semelhante. X Cargos que Independem de QM são cargos que podem ser ocupados PORTARIA Nº 785, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1998 Aprova as Instruções Gerais para a Qualificação Militar das Praças (IG 10-01) O MINISTRO DE ESTADO DO EXÉRCITO, de acordo com o que dispõe o art. 8º da Lei nº

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

Impressões sobre o EXERCÍCIO MAPLE RESOLVE 2015

Impressões sobre o EXERCÍCIO MAPLE RESOLVE 2015 Impressões sobre o EXERCÍCIO MAPLE RESOLVE 2015 Jorge Francisco Souza Junior, Tenente Coronel de Cavalaria do Exército Brasileiro, Mestre em Operações Militares e possui o Curso de Altos Estudos do Exército.

Leia mais

TENDÊNCIAS TECNOLOGICAS PARA LOGÍSTICA. GILBERTO SOUZA DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS PRIME INTERWAY GILBERTO.SOUZA@PRIMEINTERWAY.COM.

TENDÊNCIAS TECNOLOGICAS PARA LOGÍSTICA. GILBERTO SOUZA DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS PRIME INTERWAY GILBERTO.SOUZA@PRIMEINTERWAY.COM. JUN, 2013 TENDÊNCIAS TECNOLOGICAS PARA LOGÍSTICA. GILBERTO SOUZA DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO DE NEGÓCIOS PRIME INTERWAY GILBERTO.SOUZA@PRIMEINTERWAY.COM.BR 1 PARA REFLEXÃO: Qual foi a maior potência Industrial

Leia mais

Sistemas de Apoio a Decisão

Sistemas de Apoio a Decisão Universidade do Contestado Campus Concórdia Curso de Sistemas de Informação Prof.: Maico Petry Sistemas de Apoio a Decisão DISCIPLINA: Sistemas de Apoio a Decisão O QUE É UM SISTEMA DE APOIO À DECISÃO?

Leia mais

Realização. Apoio. Patrocínio

Realização. Apoio. Patrocínio Realização Apoio Patrocínio Ações Indutoras na Área de Defesa MCT/FINEP 4ª CNCTI AÇÕES FINEP NA ÁREA DE VANT Seminário Internacional de Veículos Aéreos Não Tripulados A Missão da FINEP Promover e financiar

Leia mais

S.W.A.T. para executivos. International Training

S.W.A.T. para executivos. International Training International Training INTRODUÇÃO SWAT é um acrônimo em inglês para Special Weapons And Tactics (Armas e Táticas Especiais). Nos Estados Unidos, SWAT é o nome dado a uma unidade de polícia altamente especializada

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, ORGANIZAÇÕES, ADMINISTRAÇÃO E ESTRATÉGIA 1 OBJETIVOS 1. O que os administradores precisam saber sobre organizações para montar e usar sistemas de informação com sucesso? 2. Que

Leia mais

Visita a Tropa de Reforço

Visita a Tropa de Reforço Sociedade Amigos da Marinha SOAMAR RIO Presidente Dr Silvio Campos Visita a Tropa de Reforço 13 nov 2013 Prof. Israel Blajberg 2º. Diretor Social iblaj@telecom.uff.br Um programa de visitas de estudo tem

Leia mais

IMAGINE UM MUNDO ONDE A TECNOLOGIA SEJA TOTALMENTE INTUITIVA PRÓXIMA GERAÇÃO EM SOLUÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA DA MOTOROLA

IMAGINE UM MUNDO ONDE A TECNOLOGIA SEJA TOTALMENTE INTUITIVA PRÓXIMA GERAÇÃO EM SOLUÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA DA MOTOROLA IMAGINE UM MUNDO ONDE A TECNOLOGIA SEJA TOTALMENTE INTUITIVA PRÓXIMA GERAÇÃO EM SOLUÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA DA MOTOROLA ESCALADA DO INCIDENTE OU RETORNO À TRANQUILIDADE? ENVIAR MAIS UNIDADES OU REALIZAR

Leia mais

APRESENTAÇÃO. www.maissolucoeslogisticas.com.br

APRESENTAÇÃO. www.maissolucoeslogisticas.com.br APRESENTAÇÃO www.maissolucoeslogisticas.com.br Acreditamos que as pequenas e médias empresas de transporte, armazenagem, operadores logísticos e empresas de e-commerce podem ter processos eficientes, uma

Leia mais

Entrevista com o Chefe do DECEx

Entrevista com o Chefe do DECEx Entrevista com o Chefe do DECEx OGeneral de Exército Ueliton José Montezano Vaz é natural da Cidade do Rio de Janeiro. Foi declarado aspirante a oficial da Arma de Comunicações em 15 de dezembro de 1973

Leia mais

INFORMATIVO DO 2º TRIMESTRE DE

INFORMATIVO DO 2º TRIMESTRE DE INFORMATIVO DO 2º TRIMESTRE DE 2015 5º BIL na operação anhanguera-2015 2 EDITORIAL Nesta edição do nosso Informativo O Itororó apresentaremos as principais atividades realizadas pelo 5º Batalhão de Infantaria

Leia mais

Ciência sem Fronteiras Acordo CNPq CISB Saab. Bruno Rondani CEO

Ciência sem Fronteiras Acordo CNPq CISB Saab. Bruno Rondani CEO Ciência sem Fronteiras Acordo CNPq CISB Saab Bruno Rondani CEO Sobre o CISB Sobre o CISB Programas e projetos: Microgrid (Energia Desenvolvimento Urbano) Polynol (Energia) Sede em São Bernardo do Campo,

Leia mais

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS BUSINESS GAME UGB VERSÃO 2 Luís Cláudio Duarte Graduação em Administração de Empresas APRESENTAÇÃO (DADOS DE IDENTIFICAÇÃO) O Business Game do Centro Universitário Geraldo Di Biase (BG_UGB) é um jogo virtual

Leia mais

Versão 1.0. 1º. Semestre de 2006 Marcelo Nogueira São José dos Campos SP

Versão 1.0. 1º. Semestre de 2006 Marcelo Nogueira São José dos Campos SP Versão 1.0 I - Introdução 1.1 Motivação Aproveitar o ambiente acadêmico para praticarmos a integração de aplicativos de banco de dados, simulando o que é feito no mercado de trabalho. 1.2 Contexto Em janeiro

Leia mais

O FIM DE UM CICLO: CARROS DE COMBATE LEOPARD 1A1 NO EXÉRCITO BRASILEIRO 1996 2011

O FIM DE UM CICLO: CARROS DE COMBATE LEOPARD 1A1 NO EXÉRCITO BRASILEIRO 1996 2011 O FIM DE UM CICLO: CARROS DE COMBATE LEOPARD 1A1 NO EXÉRCITO BRASILEIRO 1996 2011 A partir do momento em que os Leopard 1 A1 estão sendo definitivamente retirados do serviço ativo, ficando uma quantidade

Leia mais

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS ESCRITÓRIO DE PROJETOS DO EXÉRCITO

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS ESCRITÓRIO DE PROJETOS DO EXÉRCITO ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS ESCRITÓRIO DE PROJETOS DO EXÉRCITO 03.11.2015 SUMÁRIO INTRODUÇÃO GESTÃO DE PORTFÓLIO ESTRUTURA DO EPEX ESTRUTURA DA SACI PEE CONCLUSÃO INTRODUÇÃO Port

Leia mais

Presentation Title Presentation Subtitle

Presentation Title Presentation Subtitle Presentation Title Presentation Subtitle SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 ASPECTOS LEGAIS 3 ASPECTOS ESTRATÉGICOS 4 SISFRON Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica,

Leia mais

Boletim do Exército Nº 51/2003. Brasília - DF, 19 de dezembro de 2003. MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO

Boletim do Exército Nº 51/2003. Brasília - DF, 19 de dezembro de 2003. MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO Boletim do Exército MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA-GERAL DO EXÉRCITO Nº 51/2003 Brasília - DF, 19 de dezembro de 2003. BOLETIM DO EXÉRCITO Nº 51/2003 Brasília - DF, 19 de dezembro

Leia mais

PLANOS DE PATROCÍNIO

PLANOS DE PATROCÍNIO PLANOS DE PATROCÍNIO APRESENTAÇÃO DO SEMINDE O foco estratégico do Seminário é: aproximar empresas que atuam no Setor de Defesa, Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, bem como

Leia mais

Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR)

Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR) Veículo de Diagnóstico de Rodovias (VDR) Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) Ministério dos Transportes (MT) Para cobrir os 55 mil km de rodovias federais eram precisos 18 meses

Leia mais

MACRO SETORES DA FEIRA

MACRO SETORES DA FEIRA O Evento A ISC Brasil é a principal ferramenta para estar em contatos com usuários finais corporativos, iniciar novos projetos, gerar negócios, estreitar relacionamentos, criar parcerias e acessar os principais

Leia mais

)))* "*+$ Núcleo de Projetos Especiais Divisão de Processos e Segurança da Informação "$%&'(

)))* *+$ Núcleo de Projetos Especiais Divisão de Processos e Segurança da Informação $%&'( )))* "*+$!"# Núcleo de Projetos Especiais Divisão de Processos e Segurança da Informação "$%&'( , $-. Cecom Centro de Computação: atendimento das demandas corporativas da universidade. LCC Laboratório

Leia mais

Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras

Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras 1. INTRODUÇÃO 2. PLANO ESTRATÉGICO DE FRONTEIRAS 3. O SISFRON a. ESTUDO DE VIABILIDADE b. ASPECTOS TÉCNICOS c. SUBSISTEMAS d. O PROJETO PILOTO 4. CONCLUSÃO

Leia mais

Proposta de Estruturação do Sistema de Guerra Cibernética no Âmbito das Forças Armadas. Autor

Proposta de Estruturação do Sistema de Guerra Cibernética no Âmbito das Forças Armadas. Autor Proposta de Estruturação do Sistema de Guerra Cibernética no Âmbito das Forças Armadas Autor Marcelo Paiva Fontenele - Maj Centro Integrado de Guerra Eletrônica CIGE Brasília, DF. Currículo Marcelo Paiva

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. O que são palestras

Leia mais

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S QUEM SOMOS Empresa criada no Brasil no ano de 1996 como joint-venture da SORMA SpA Itália, proprietária de um software ERP para indústrias. Realizou

Leia mais

ARTILHARIA DE CAMPANHA DO EXÉRCITO BRASILEIRO

ARTILHARIA DE CAMPANHA DO EXÉRCITO BRASILEIRO ARTILHARIA DE CAMPANHA DO EXÉRCITO BRASILEIRO Cezar Carriel Benetti, Major de artilharia; Aluno do 2º ano do Curso de Comando e Estado-Maior da ECEME. Mestre em Operações Militares (EsAO) e especialista

Leia mais

A GAMA TECNOLOGIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL

A GAMA TECNOLOGIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL A GAMA TECNOLOGIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL, entendendo a necessidade do mercado em serviços relacionados a segurança e proteção do patrimônio, reúne as melhores tecnologias em soluções de segurança e geolocalização.

Leia mais

Na atual Polônia, como na maioria dos países europeus,

Na atual Polônia, como na maioria dos países europeus, Unidades Especializadas de Polícia do Exército Polonês General Boguslaw Pacek, Exército Polonês Na atual Polônia, como na maioria dos países europeus, não há medo de agressão armada por parte de estados

Leia mais

LINHAS TEMÁTICAS. EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil. Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas

LINHAS TEMÁTICAS. EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil. Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas (Anexo IV) LINHAS TEMÁTICAS EDITAL MCT/CNPq 066/2010 ICT 2011 Chamada coordenada UE/ Brasil Linha temática 1: Microeletrônica/ Microssistemas Metodologia, blocos e ferramentas específicas de projeto que

Leia mais

índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento

índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento Modalidades de Treinamento Avaliação Profissional Nossos

Leia mais

BRABAT 1/16 embarca para a Missão de Paz

BRABAT 1/16 embarca para a Missão de Paz Informativo Eletrônico do Comando Militar do Planalto 16 a 31 de março - 2012 - ano III - edição 43 C M BRABAT 1/16 embarca para a Missão de Paz P P r o f i s s i o n a l i s m o e E n t u s i a s m o

Leia mais

MUSEU MILITAR CONDE DE LINHARES

MUSEU MILITAR CONDE DE LINHARES MUSEU MILITAR CONDE DE LINHARES Origem Localização Localizado no bairro de São Cristóvão, no antigo aquartelamento da 5º Brigada de Cavalaria Blindada (5º Bda C Bld), o Museu Militar Conde de Linhares

Leia mais

Boletim Benchmarking Internacional. Extensão Tecnológica

Boletim Benchmarking Internacional. Extensão Tecnológica Boletim Benchmarking Internacional Extensão Tecnológica Dezembro de 2012 Apresentação Visando contribuir para os objetivos estratégicos do SEBRAE, são apresentadas neste boletim informações relacionadas

Leia mais

Anexo I - Plano de Classificação de Documentos 33.01.01.01

Anexo I - Plano de Classificação de Documentos 33.01.01.01 Anexo I - Plano de Classificação de Documentos Secretaria de Estado de Segurança - SESEG Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro - PMERJ 33 - Competência: Exercer a polícia ostensiva e a preservação

Leia mais

Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal

Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal Novembro 2013 Marcus Tollendal Diretor Presidente SAVIS Tecnologia e Sistemas S.A. Roteiro Quem: Sobre a SAVIS Porque: Seleção para Implantação

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

TIM Brasil Padroniza Testes e Antecipa Erros em Aplicações com CA LISA

TIM Brasil Padroniza Testes e Antecipa Erros em Aplicações com CA LISA CUSTOMER SUCCESS STORY Maio 2014 TIM Brasil Padroniza Testes e Antecipa Erros em Aplicações com CA LISA PERFIL DO CLIENTE Indústria: Telecomunicações Empresa: TIM Brasil Colaboradores: 12,167 mil EMPRESA

Leia mais

M-60 A3 TTS e LEOPARD 1 A5 APROVEITAR MELHOR O QUE SE TEM

M-60 A3 TTS e LEOPARD 1 A5 APROVEITAR MELHOR O QUE SE TEM M-60 A3 TTS e LEOPARD 1 A5 APROVEITAR MELHOR O QUE SE TEM Os M-60 A3TTS poderiam constituir uma reserva estratégica ou serem enviados para Roraima, reforçando os meios blindados do Exército naquela sensível

Leia mais

Miguel de Paula. Gente, Gestão e Serviços

Miguel de Paula. Gente, Gestão e Serviços Miguel de Paula Gente, Gestão e Serviços Provendo Serviços e Talentos 2 Estrutura GENTE, GESTÃO E SERVIÇOS SERVIÇOS COMPARTILHADOS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO GENTE Serviços Acadêmicos Serviços Financeiros

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO CMO / 9ª DE - 9ª RM 4ª BRIGADA DE CAVALARIA MECANIZADA (4ª DC/1949) BRIGADA GUAICURUS

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO CMO / 9ª DE - 9ª RM 4ª BRIGADA DE CAVALARIA MECANIZADA (4ª DC/1949) BRIGADA GUAICURUS MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO CMO / 9ª DE - 9ª RM 4ª BRIGADA DE CAVALARIA MECANIZADA (4ª DC/1949) BRIGADA GUAICURUS TOMADA DE CONTAS ANUAL DE 2005 RELATÓRIO DE GESTÃO 1. APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL

Leia mais

NA ÚLTIMA SEMANA do inverno

NA ÚLTIMA SEMANA do inverno Projeto de Força do Futuro Coronel Ramon Marçal da Silva, Exército Brasileiro NA ÚLTIMA SEMANA do inverno norte-americano, cem líderes do Exército dos Estados Unidos da América (EUA) e do Departamento

Leia mais

Informativo do 10º Batalhão Logístico

Informativo do 10º Batalhão Logístico Batalhão Marquês de Alegrete MANTER SUPRIR TRANSPORTAR SALVAR Editorial Quartel em Alegrete, RS, 30 de setembro de 2014. O Informativo se propõe a ser um veículo de comunicação das atividades do 10º Batalhão

Leia mais

Pesquisa de Maturidade do GERAES. Data de aplicação: 21/02/08

Pesquisa de Maturidade do GERAES. Data de aplicação: 21/02/08 Pesquisa de Maturidade do GERAES Data de aplicação: 21/02/08 Pesquisa de Maturidade Metodologia MPCM / Darci Prado Disponível em www.maturityresearch.com Metodologia da pesquisa 5 níveis e 6 dimensões

Leia mais

"INSANIDADE É CONTINUAR FAZENDO SEMPRE A MESMA COISA E ESPERAR RESULTADOS DIFERENTES. ALBERT EINSTEIN 23/07/2015

INSANIDADE É CONTINUAR FAZENDO SEMPRE A MESMA COISA E ESPERAR RESULTADOS DIFERENTES. ALBERT EINSTEIN 23/07/2015 ROTEIRO PORTARIA NORMATIVA REALIDADE MERCADO SITUAÇÃO ATUAL IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA DESAFIO OBJETIVO ESTRATÉGIA PRIORIDADES JUNTO AO MD; MISSÃO DO CSTA "INSANIDADE É CONTINUAR FAZENDO SEMPRE A MESMA

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

A Guerra é a continuação da política por outros meios (Carl Von Clausewitz (1780-1831) Prof. Alan Carlos Ghedini www.inventandohistoria.

A Guerra é a continuação da política por outros meios (Carl Von Clausewitz (1780-1831) Prof. Alan Carlos Ghedini www.inventandohistoria. A Guerra é a continuação da política por outros meios (Carl Von Clausewitz (1780-1831) Prof. Alan Carlos Ghedini www.inventandohistoria.com Termos comuns: SOFT POWER O Poder Suave: situação na qual um

Leia mais

Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti. Military Component

Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti. Military Component SUMÁRIO 1. OPERAÇÕES DE PAZ 2. MINUSTAH 3. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS PARTICIPAÇÃO EM MISSÕES DE PAZ UNEF-I Oriente Médio 47 Mis Paz Mais de 32.000 militares brasileiros

Leia mais

A atuação do COMDEFESA FIERGS na indústria gaúcha Comitê da Indústria de Defesa e Segurança COMDEFESA

A atuação do COMDEFESA FIERGS na indústria gaúcha Comitê da Indústria de Defesa e Segurança COMDEFESA A atuação do COMDEFESA FIERGS na indústria gaúcha Comitê da Indústria de Defesa e Segurança COMDEFESA Santa Maria, 01 de outubro de 2013. Visão de Desenvolvimento Mobilização da Indústria Gaúcha para oportunidades

Leia mais

José Augusto Zague Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas (Unesp, Unicamp, PUC-SP)

José Augusto Zague Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas (Unesp, Unicamp, PUC-SP) Perspectivas para o desenvolvimento de uma indústria Sul- Americana de material de defesa: o Conselho de Defesa Sul- Americano como catalisador da cooperação regional. José Augusto Zague Programa de Pós-Graduação

Leia mais

I - as ações decorrentes sejam realizadas de maneira progressiva, ativando-se, inicialmente, um núcleo do Batalhão; e

I - as ações decorrentes sejam realizadas de maneira progressiva, ativando-se, inicialmente, um núcleo do Batalhão; e Art. 3º Determinar que o Estado-Maior do Exército, os órgãos de direção setorial e o Comando Militar da Amazônia adotem, em suas áreas de competência, as providências decorrentes. Art. 4º Estabelecer que

Leia mais

IDÉIA DE PROJETO PROGRAMA IBEROEKA

IDÉIA DE PROJETO PROGRAMA IBEROEKA IDÉIA DE PROJETO PROGRAMA IBEROEKA Projetos em colaboração com empresas dos seguintes países: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras,

Leia mais

ESCOLA NAVAL X CONGRESSO ACADÊMICO SOBRE DEFESA NACIONAL (CADN)

ESCOLA NAVAL X CONGRESSO ACADÊMICO SOBRE DEFESA NACIONAL (CADN) ESCOLA NAVAL X CONGRESSO ACADÊMICO SOBRE DEFESA NACIONAL (CADN) 03SET2013 PALAVRAS INICIAIS SUMÁRIO BREVE HISTÓRICO MISSÃO E ORGANIZAÇÃO O ENSINO O CORPO DE ASPIRANTES CONCLUSÃO PALAVRAS INICIAIS SUMÁRIO

Leia mais

Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação

Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação UFSC Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação Prof. Max Hering de Queiroz Coordenador de Curso Agenda 1.

Leia mais

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli

Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Projeto de Implantação do Núcleo Tecnológico de Educação Aberta - NTEA Prof. Me. Gilson Aparecido Castadelli Ourinhos - 2012 2 1- DADOS GERAIS 1.1 UNIDADE EXECUTORA FIO - FACULDADES INTEGRADAS DE OURINHOS

Leia mais

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar:

Com a sua atuação pró-ativa a SUCESU trouxe diversos benefícios em prol do setor que representa no Brasil, podendo destacar: Introdução É grande a parcela da população das nações mais desenvolvidas do mundo que está se organizando em sociedades e associações civis que defendem interesses comuns. Essas pessoas já perceberam que

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO EMPREGO DAS FORÇAS ARMADAS NA SEGURANÇA INTEGRADA AMPARO LEGAL Art 142/CF 88....destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA. Fig 1:VBC CC LEOPARD 2A4

ANÁLISE COMPARATIVA. Fig 1:VBC CC LEOPARD 2A4 LEOPARD 1A5 Vs LEOPARD 2A4 ANÁLISE COMPARATIVA HISTÓRICO O projeto do Leopard começou na Alemanha em novembro de 1956. O veículo deveria ser leve, resistir a tiros rápidos de 20mm e ter proteção contra

Leia mais

EM JULHO DE 1941, o Gen George S.

EM JULHO DE 1941, o Gen George S. A Harmonia em Combate: Como Treinar a Brigada de Combate para a Manobra de Armas Combinadas Coronel Michael R. Fenzel e Tenente-Coronel Shane Morgan, Exército dos EUA EM JULHO DE 1941, o Gen George S.

Leia mais

Entrevista com o Comandante do NDM 'Bahia' (G 40)

Entrevista com o Comandante do NDM 'Bahia' (G 40) Entrevista com o Comandante do NDM 'Bahia' (G 40) Luiz Padilha, editor do Defesa Aérea & Naval com o CMG Luis Felipe Monteiro Serrão O Capitão-de-Mar-e- Guerra Luis Felipe Monteiro Serrão, é o comandante

Leia mais

Palestra realizadano Estado Maior do ExércitoBrasileiro, no dia 26 de agosto de 2014, a convitedo Escritóriode Projetos do Exército

Palestra realizadano Estado Maior do ExércitoBrasileiro, no dia 26 de agosto de 2014, a convitedo Escritóriode Projetos do Exército Palestra realizadano Estado Maior do ExércitoBrasileiro, no dia 26 de agosto de 2014, a convitedo Escritóriode Projetos do Exército O QUE É E O QUE FAZ A CATEDRA EM GESTAO DE PROJETOS AERONAUTICOS? 1 INTEGRADORES

Leia mais

Ferramentas de AP Arvus Tecnologia. Gerente nacional de vendas Luiz Ghilherme Bridi Luiz.bridi@arvus.com.br (48) 8817-4115

Ferramentas de AP Arvus Tecnologia. Gerente nacional de vendas Luiz Ghilherme Bridi Luiz.bridi@arvus.com.br (48) 8817-4115 Ferramentas de AP Arvus Tecnologia Gerente nacional de vendas Luiz Ghilherme Bridi Luiz.bridi@arvus.com.br (48) 8817-4115 Arvus Tecnologia Estrutura e Equipe Unidade Administrativa (SC) Unidade Industrial

Leia mais

Construção de Navios-Patrulha Oceânicos. Desenvolvimento de Míssil Nacional Antinavio

Construção de Navios-Patrulha Oceânicos. Desenvolvimento de Míssil Nacional Antinavio Programa 0626 Reaparelhamento e Adequação da Marinha do Brasil Ações Orçamentárias Número de Ações 16 1N470000 Construção de Navios-Patrulha Oceânicos Produto: Navio construído Unidade de Medida: unidade

Leia mais

Governança de TI no Governo. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Paulo Roberto Pinto

Governança de TI no Governo. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Paulo Roberto Pinto Governança de TI no Governo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Paulo Roberto Pinto Agenda Agenda Contexto SISP IN SLTI 04/2008 EGTI Planejamento

Leia mais