A interface Chat x RPG online: uma proposta didática. The interface Chat x Online RPG: a didactic proposal

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1 A interface Chat x RPG online: uma proposta didática The interface Chat x Online RPG: a didactic proposal Rafaela Araújo Jordão Rigaud Peixoto 1 (UFPE) Resumo: Em se considerando que estamos inseridos em um contexto globalizado, buscamos analisar as contribuições, para o ensino de línguas, do trabalho com role-playing games em chat online. Neste artigo, analisamos uma partida de RPG online jogado pelo programa irpg e, com base em Marcuschi, L.A. (2004), Araújo (2004) e Dolz, Schneuwly & Noverraz (2004), objetivamos (a) apreciar a interação no ambiente virtual; (b) analisar o discurso veiculado no chat de RPG; e (c) propor um trabalho de retextualização de gêneros. Como resultado, verificou-se que o trabalho com gêneros textuais digitais estimula uma maior interação entre os jogadores; o RPG, enquanto jogo em construção, pode ser utilizado de maneira mais significativa para os alunos; e o contraste entre gêneros convencionais e digitais pode aguçar a percepção dos alunos quanto às peculiaridades dos distintos ambientes. Palavras-chave: gêneros textuais, role-playing games, chat Abstract: Taking into consideration we are immersed in the globalized world, we sought to analyze the contributions, to language teaching, of working with role-playing games in online chats. In this paper, we analyzed one RPG game-chat played through the program irpg and, based on presuppositions by Marcuschi, L.A. (2004), Araújo (2004) and Dolz, Schneuwly & Noverraz (2004), we aimed to (a) study the interaction in virtual environment; (b) analyze the discourse in RPG chat; and (c) propose an activity of genre retextualization. As a result, it was verified that working with digital textual genres enhances interaction among players; RPG, as an ongoing game, can be more significant to students; and the contrast between conventional and digital genres can improve students perception regarding peculiarities of the distinct environments. Keywords: textual genres, role-playing games, chat 1. Introdução Os Jogos Online em Massa para Múltiplos Jogadores Massive Multiplayer Online Games (MMOG) são uma nova modalidade de jogo, que está em ascensão nas últimas décadas devido ao crescente avanço da internet. Esse tipo de jogo tem o potencial de tornar-se mais popular devido à sua conveniência, pois pode ser jogado em rede, com usuários em lugares distintos. Vários são os tipos de jogos eletrônicos: de estratégia, de luta, esportes, etc. Dentre eles, os Role-playing Games (RPG) ou Jogos de Interpretação de Papeis Massive Multiplayer Online Role-Playing Game (MMORPG) ou Jogo de Interpretação de Papeis Online em Massa para Múltiplos Jogadores são particularmente interessantes, pois mais interativos, haja vista o próprio jogo (isto é, o enredo da estória) ser constituído com a 1 Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

2 participação dinâmica e ativa dos jogadores. Em outras palavras, são os próprios usuários que determinam como será o jogo, como será construído o processo narrativo. O jogo, em si, constitui uma narrativa inicial, planejada pelo narrador (ou mestre, como é mais comumente chamado entre os seus pares), com o intuito de ambientar e guiar os jogadores em seu trajeto ficcional. Em determinados momentos, o narrador irá propor desafios ou pedir ações dos demais participantes, momento em que estes irão dar continuidade ao aludido trajeto ficcional, agindo como co-autores da estória. Sob essa perspectiva de dinamicidade, o presente estudo objetiva verificar a contribuição, para o ensino de línguas, do trabalho com role-playing games em chat online. Mais especificamente, buscamos (a) apreciar a interação no ambiente virtual na interface chat x RPG online; (b) analisar o discurso veiculado no chat de RPG; e (c) propor um trabalho de produção textual, com base em retextualização de gêneros. Desta forma, apoiamo-nos nos seguintes questionamentos: (a) de que maneira a interação no ambiente virtual pode trazer contribuições para o ensino de línguas? e (b) de que maneira o tipo de discurso veiculado no chat de RPG pode ser trabalhado em sala de aula? Para tanto, partimos da hipótese de que o ambiente virtual tende a promover uma maior interatividade entre os participantes, fato que se reflete no desempenho dos jogadores durante o processo de constituição de narrativas em chats online. Nesse sentido, constitui uma potencial ferramenta pedagógica, para o trabalho com conteúdos diversificados. Ademais, os jovens têm acesso frequente a tecnologias digitais; logo, é produtiva a realização de uma interface entre gêneros textuais digitais e gêneros textuais convencionais. 2. Fundamentação Teórica 2.1 A leitura sob um ponto de vista sociocognitivista A compreensão de um texto não está relacionada apenas ao que está expressamente escrito ou é expressamente falado, pois os efeitos de sentido de um texto são desencadeados não apenas por seu conteúdo stricto sensu, mas, sobretudo, pelas reformulações possíveis e interrelações com a vivência dos interlocutores. A intertextualidade faz-se sempre presente, mesmo que não esteja explícita no texto. Por isso, é imprescindível que alguns conhecimentos sejam partilhados pelo interlocutor; caso contrário, todas as nuanças de sentido não seriam percebidas. Os processos cognitivos inferenciais são, portanto, determinantes para que tais elementos de sentido possam ser abstraídos. A leitura constitui, assim, um processo Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

3 metacognitivo (Cf. MATLIN, 2004), em que várias reformulações são realizadas ao longo do texto, buscando adequar-se às diversas possibilidades de interpretação do texto enunciado pelo autor. O processo de escrita, nessa mesma esteira, também subentende e requer que tais elementos de sentido sejam levados em consideração para a tessitura de um texto. Dessa forma, será possível constituir um texto de maneira a alcançar o público-alvo pretendido. Esse processo de leitura e escrita exige, portanto, não apenas o monitoramento constante da compreensão e manutenção do foco/objetivo pretendido, mas também associar as ideias a uma gama o mais diversificada possível de experiências. Os conhecimentos necessários para a devida articulação dos sentidos do texto podem ser tanto em relação à gramática/léxico (linguístico) e ao arcabouço de conhecimento de mundo (semântico) quanto ao conhecimento sociointeracional, da própria situação comunicativa, subdividido por Koch (2002, p.48-49) em ilocucional, comunicacional, metacognitivo e superestrutural. O uso desses conhecimentos ocorre tanto em sala de aula quanto fora dela, pois a interação ocorre da mesma forma em ambos os casos. Isto, pois, as atividades extra-escolares de produção de textos revestem-se de caráter dialógico (MARCUSCHI, B. & FERRAZ, no prelo, p.4), intrínseco à linguagem. Há um público, objetivo e situação específicos, e os alunos já estão cientes disso em suas produções em sala de aula, haja vista usarem, assim como qualquer interactante, conhecimentos construídos em circunstâncias que guardam alguma semelhança com aquela em que nos encontramos para organizar o novo texto (ibidem) Além dessa gama de conhecimentos, a argumentação também é outro fator primordial para compreensão do sentido pretendido por um determinado enunciado. (Cf. KOCH, 1999). As estratégias argumentativas podem variar desde o uso de modalizadores, conjunções ou determinados elementos, com sentido figurado, até mesmo à mera topicalização ou movimentação de um termo no interior de uma estrutura frasal. (Cf. KOCH, 2004) Faz-se pertinente destacar, aqui, que todo esse processo de interação com o discurso ocorre de maneira semelhante em qualquer tipo de enunciação: seja oral ou escrita, presencial ou virtual. 2 Todavia, devido às próprias especificidades de cada ambiente, as estratégias adotadas serão diferenciadas, com o intuito de tentar compensar eventuais perdas em função 2 A ambientação presencial ou virtual pode remeter tanto a discursos na modalidade escrita (ao qual geralmente se refere) quanto a discursos na modalidade oral, como por exemplo em conversa face a face e em uma videoconferência por meio de programa de telefonia baseado no computador. Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

4 da modalidade/ambientação do discurso (como, por exemplo, os emoticons na escrita em ambiente virtual). Barros e Crescitelli (2008) corroboram essa ideia, afirmando que a compreensão, tomada como processo inferencial, não se diferencia [nas interações presenciais e virtuais]; no entanto, variam as estratégias adotadas pelos interactantes para atingir a compreensão, dadas as condições de formulação. 2.2 O potencial pedagógico e a interatividade no meio digital: os jogos eletrônicos e o gênero chat O ambiente virtual oferece uma pluralidade de recursos: imagético, escrito, sonoro e até mesmo táctil (com o uso mais difundido de equipamentos de tecnologia touchscreen). Em meio a essa gama de recursos multimodais, exige-se uma postura mais ativa dos usuários para que tenham acesso às informações sem mencionar, ainda, o grande fluxo de informações oferecidas no ambiente virtual, fato que exige uso de mais estratégias para administrar o stress cognitivo. (Cf. MARCUSCHI, L. A., 2004). Os jogos eletrônicos, nesse contexto, absorvem o indivíduo de maneira mais eficaz, além de motivá-los para outras ações, devido ao seu caráter lúdico. Segundo Huizinga (apud COSTA, 2004), tal caráter lúdico dos jogos ajuda os sujeitos na preparação para a vida adulta e, também, no desenvolvimento do autocontrole. O chat, por seu turno, é um gênero que tende a apresentar bastante interatividade, pois representa situações interacionais de uso do discurso oral e, portanto, transmuta gêneros orais, tendendo a simular elementos da própria oralidade (ARAÚJO, 2004). Nesse sentido, é um rico gênero para discutir que adaptações de escrita são necessárias no ambiente virtual, em virtude do tempo quase síncrono, tais como o uso de abreviações e corruptelas, sem que isso signifique, necessariamente, um erro. (DIEB & AVELINO, 2009) Segundo Araújo (2004, p. 1285), independentemente de sua função social, o chat é um gênero marcado pela interatividade. [...] por não disporem da presença física um dos outros, os usuários não monitoram suas escolhas linguísticas, de maneira que o resultado é um estilo de tendência informal. O autor (ibidem) acrescenta, ainda, que o ato de simular a oralidade através de elementos próprios da escrita permitiu que os usuários do gênero chat desenvolvessem um estilo híbrido, sendo comum o uso da imagem e do som que, coadunados com a escrita, geram sentidos nos textos conversacionais. Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

5 De fato, o ambiente virtual promoveu adaptações quanto ao estilo de escrita, devido à fugacidade do próprio meio, que demanda ações rápidas, em tempo quase síncrono. Todavia, trata-se de um registro escrito realizado em um ambiente específico, muitas vezes não condizente com o padrão da língua, mas funcional no que tange à sua utilização. (DIEB & AVELINO, 2009) Em sala de aula, todavia, deve ser marcada essa diferenciação entre a linguagem a ser utilizada em um contexto informal e a mais recomendada para um contexto formal de interação. 2.3 Os Role-playing games Os role-playing games são jogos de interpretação de papeis e apresentam diversas modalidades de jogo. A mais tradicional é a modalidade de mesa (ou RPG narrativo), em que o mestre ou narrador inicia uma estória e os jogadores dão continuidade ao enredo, sendo monitorados e estimulados pelo narrador. A versão clássica dessa modalidade é jogada em uma mesa, com os participantes sentados ao seu redor e, algumas vezes, fazendo uso de tabuleiros e miniaturas para representar as ações da partida (mais comumente utilizada em jogos de estética medieval). Essa modalidade também pode ser utilizada em ambiente virtual, adquirindo um caráter online. Vale salientar, contudo, que esta modalidade difere do RPG digital, o qual já possui uma gama de possibilidades já definidas pelo elaborador do jogo, e também permite aos jogadores realizarem múltiplas atividades não apenas em uma determinada cena, mas em múltiplas cenas. Neste trabalho, utilizamos um corpus constituído de uma partida de RPG de mesa virtual/online. Além do RPG narrativo e do RPG digital, há, também, a modalidade live action, no qual as ações são incorporadas pelos personagens como em uma peça teatral, com a ressalva de que, nesta modalidade, não é permitido tocar os outros participantes, para evitar conflitos. O RPG de carta também constitui uma modalidade de jogo, com um funcionamento mais singular, em que as cartas representam os personagens e também informam algumas de suas características e habilidades específicas, além de outras informações sobre contexto de situações interativas, etc. Na partida, os diálogos entre os participantes podem compreender um contexto externo ao da partida, seja pelo fato de os jogadores dialogarem sobre as ações dos personagens (em 3ª pessoa, não enquanto atuantes no jogo, especificamente), seja pelo fato de dialogarem sobre assuntos completamente alheios ao enredo da partida. Esses diálogos paralelos são mais comuns em grupos que já interagem por um período mais longo de tempo, Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

6 e falam sobre filmes ou outros assuntos cotidianos; mas também podem ocorrer em outros grupos, sendo motivados por uma situação de intertextualidade observada durante o jogo. Neste momento, vale frisar novamente como os diversos tipos de conhecimento influenciam bastante a produtividade (ou não) do jogo. Caso não haja um bom conhecimento sobre assuntos relacionados à temática do jogo, essa produção textual (escrita ou oral) pode ser bastante limitada, deixando muito a desejar. No RPG virtual 3, há a possibilidade de abrir uma janela em privado (chamada pvt, do inglês private) para conversas entre os participantes (narrador/jogadores). Podemos dizer que essa interação é, portanto, gerenciada e, de certa forma, estimulada, pois, em se considerando que não é necessário se comunicar na mesma tela na qual a partida está sendo narrada, os jogadores podem manter diálogos mais livremente, em separado, e, ainda, é proporcionada a manutenção do encadeamento narrativo na partida. Os personagens dos jogadores (PC, de player character) e do mestre (NPC, de nonplayer character) são criados com base em um histórico elaborado previamente, o qual deve apresentar não apenas o contexto de surgimento da criatura, mas também as habilidades e atributos que possuem. Essas habilidades e atributos são escolhidos dentro de uma gama apresentada em livros de regras para um determinado jogo. Em casos de jogos nãocomerciais, as possibilidades são mais variadas, pois os jogadores podem criar outras habilidades/atributos. Essa etapa de criação de personagens é, na maioria das vezes, bastante detalhada e, apenas finda esta fase, um pouco demorada, é que o jogo é iniciado. Os atributos/habilidades têm o intuito de conferir um determinado elemento destacado para o personagem em questão, para que possa desempenhar suas ações com ênfase nesses atributos/habilidades. Na partida, em um desafio, um personagem com atributo força mais alto terá destaque na hora de enfrentar um desafio de perícia atletismo, por exemplo. A numeração de sua força será somada à numeração obtida no rolamento de dados; caso seja maior do que a numeração exigida pelo desafio, ele será suplantado. 3. Metodologia Para a geração de dados deste trabalho, foi realizada a gravação de uma aventura-chat (vide anexos B e C) do programa irpg Chat Beta2 (vide anexo A), vinculado ao site RPG Online, no dia 21 de novembro de A partida durou cerca de uma hora e, ao todo, contou 3 No caso do programa analisado. Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

7 com a presença de 11 usuários, dentre os quais o narrador, dois participantes efetivos, a pesquisadora e oito usuários transeuntes: jogadores indecisos ou observadores. Em seguida, o corpus foi utilizado para propor uma abordagem didática da interface chat x RPG online para o ensino de português como língua materna. A aventura-chat acompanhada foi submetida à análise, apreciando-se sua macroestrutura, com o intuito de propor um trabalho de produção textual, associado a aspectos do funcionamento linguístico, em módulos independentes. 4. Uma proposta didática com a interface chat x RPG online Os trabalhos em sala de aula devem ser realizados de maneira a coadunarem-se com as perspectivas didáticas mais progressistas, com o intuito de propiciar a inserção dos alunos em um mundo cada vez mais diversificado, totalmente globalizado. É patente, ainda, que essas atividades devem ser realizadas de maneira organizada, em uma sequência didática planejada, com objetivos bem definidos. Neste trabalho, abordamos a interface chat e RPG online, com base no modelo proposto por Dolz, Schneuwly & Noverraz (2004), qual seja: (a) apresentação da situação (b) produção inicial (c) módulos (módulo 1, módulo 2... módulo n) (d) produção final Tal modelo visa ao trabalho, em separado, de vários aspectos textuais, de maneira a estimular os alunos a concentrar-se em cada um, especificamente, e tentarem aplicá-los em suas produções, reescrevendo-as. A avaliação final irá considerar o texto inicial e o final, comparando o desenvolvimento do estudante durante todo o processo. Para dar início à sequência didática em sala de aula, o professor deverá ter em seu planejamento as seguintes etapas delimitadas: (a) apresentação da situação apresentar um problema de comunicação bem definido - qual é o gênero que será abordado? - a quem se dirige a produção? - que forma assumirá a produção? Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

8 - quem participará da produção? preparar os conteúdos dos textos que serão produzidos - demarcar a importância desses conteúdos e saber com quais vão trabalhar - fornecer aos alunos todas as informações necessárias para que conheçam o projeto comunicativo visado e a aprendizagem de linguagem Nesse momento, o professor deverá transmitir aos alunos a teoria debatida na fundamentação teórica, de uma maneira didática, não acadêmica, explicitando o porquê de um trabalho interativo (que visa ao estudo efetivo da língua em uso, não um estudo sobre a língua), exigindo uma postura ativa de todos os envolvidos. O educador deve tentar transmitir aos alunos o conceito de que o conhecimento deles em situações extra-classe é tão valioso quanto o conteúdo escolar, stricto sensu. Obviamente, não se pode obscurecer o fato de que o conhecimento formal ou acadêmico, por assim dizer tem suas peculiaridades e de nenhuma maneira deve ser desprezado. Todavia, a distinção ocorre seguindo-se um continuum de uso (Cf. MARCUSCHI, L. A., 2003) e não em termos de certo ou errado. Ainda nesta etapa, o professor deve introduzir o funcionamento discursivo de uma partida de RPG. Mesmo que um percentual significativo da turma conheça o jogo direta ou indiretamente, é imprescindível que tal etapa não seja desprezada, para evitar problemas futuros durante a interação, caso alguém não saiba exatamente do que se trata. Ademais, é importante que se firme um acordo previamente quanto às regras do jogo, haja vista a grande diversidade delas, a depender do sistema de jogo adotado. O educador deve priorizar um modelo mais simples, sem muitos desdobramentos, de maneira a tentar tornar os alunos mais envolvidos com o funcionamento discursivo da partida e não tanto às regras (como no caso do rolamento de dados, por exemplo). A ficha do personagem, em especial, merece um enfoque destacado, pois ela resumirá todas as etapas do jogo, desde a criação do histórico do personagem até a construção do perfil, com a pontuação para cada habilidade/atributo, etc. Essa etapa pode ser resumida com a seguinte tabela de apresentação da estrutura macrotextual: ESTRUTURA MACROTEXTUAL DE UMA PARTIDA DE RPG ONLINE Apresentação das concepções teóricas Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

9 Apresentação do narrador e dos jogadores Apresentação das regras Apresentação do histórico Apresentação do formato da ficha dos personagens Apresentação dos dados (a serem usados para apontar a potência dos atributos) Ao ambientar-se no chat, é importante que o professor tenha ciência de e transmita aos alunos algumas peculiaridades concernentes ao programa. O programa irpg, criado pelo RPGista J. Maximus com o intuito de sanar problemas como falta de tempo para o encontro entre participantes, pretende seguir a mesma formatação do RPG de mesa, mais tradicional. Contudo, são necessárias algumas adaptações em virtude da ambientação do jogo (Cf. BARROS e CRESCITELLI, 2008). No irpg, a estrutura é de chat, com marcação das ações dos participantes, e os diálogos escritos demoram um pouco mais (isto é, não são tão rápidos quanto um diálogo em chat convencional), pois os participantes elaboram suas falas, de maneira a serem bem coerentes com a narração da partida. Na sala (vide anexo B), o narrador fica destacado na parte superior de uma barra de menu à direita. Nesta, abaixo, encontram-se os elementos textuais necessários para a constituição das partidas: o modelo de ficha do personagem (Ficha; vide anexo D), um histórico acerca do sistema/tema utilizado (OBS da Máscara; vide anexo E) e as regras do jogo (Regras da Máscara; vide anexo F). Há, ainda, um tópico destacado, salientando que não podem ser usados Sabbat e o Prelúdio é obrigatório. Em outra seção do menu, mais abaixo, encontram-se os jogadores, com descrição do nome de seus personagens e do sexo. Na parte esquerda, há um menu de dados que, conforme mencionado anteriormente, é utilizado com o intuito de identificar a potência de força de cada habilidade/atributo, a ser usado pelo personagem. (b) produção inicial realizar a primeira produção, que pode ser de maneira simplificada (neste caso, o gênero conto) avaliar de maneira bastante precisa em que ponto está a classe e quais as dificuldades encontradas pelos alunos Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

10 Esta primeira produção é seguinte ao jogo da partida. Em geral, partidas de RPG não têm uma duração de tempo delimitada, pois se trata de uma atividade lúdica. Contudo, dependendo da situação, partidas mais curtas são possíveis, sem prejudicar o bom andamento do jogo. No caso de nosso corpus, por exemplo, a partida durou apenas cerca de uma hora. Seria mais recomendado que a atividade fosse realizada em sala de aula; contudo, caso haja problemas com o tempo, o professor pode pedir que os alunos a realizem em outro momento. Vale salientar, ainda, que a partida será apenas o mote inicial da aula, a ser seguida pelas outras etapas didáticas. A produção inicial poderá ser a de qualquer gênero a ser associado ao enredo da partida. Como algumas das temáticas mais populares de RPG tendem a abordagens mais literárias, o gênero conto seria uma boa sugestão de gênero textual a ser explorado. Após a primeira produção da turma, o professor deve realizar uma análise das inadequações apresentadas pelos alunos e das dificuldades encontradas, de maneira a estabelecer um projeto didático de trabalho em módulos. (c) módulos trabalhar cada problema isoladamente, enfocando vários níveis de funcionamento O trabalho com módulos deve enfocar aspectos discursivos específicos, um por vez, de maneira sequenciada. Em nossa proposta, os elementos a serem trabalhados poderiam ser: (c.1.) módulo 1 observar adequações acerca de marcas interacionais presentes no diálogo entre os participantes - sinalização dos turnos de fala (01) Em uma época sombria, o caos predominha em todo o mundo, todos os clãs se estranham e a camarilla está sendo ameaçada juntamente com a máscara...alguns humanos ja desconfiam da existencia de vampiros e se tudo acontecer como as visoes do carniçal draptus, ocorrerá uma guerra que é capaz de ser o fim do mundo... uma guerra entre clãs e para piorar os humanos também estão envolvidos o mundo vai sofrer as consequencias de uma guerra que pode desencadear a extinçao tanto dos vampiros quanto dos humanos Estamos a semanas das visoes de Draptus acontecer e para isso foi convocado o conselho supremo na cidade de nova Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

11 iork com todos os vampiros da cidade presente. para discutir sobre essa tal guerra turno do Magnos McDougan (Magnos McDougan fica online) Turno do Larry Larry está sentado em sua sala aconxegante quando e interrompido pelo telefone que est s tocando (02) nao ta no jogo jah começou agora naum fala [...] [...] para discutir sobre essa tal guerra turno do Magnos McDougan (Magnos McDougan fica online) Turno do Larry [...] magnos mcdougan [...] [...] FIm da tarde - diálogo entre participantes: offando sobre as diretrizes da partida (03) (jogolino vai tomar kick ficar interrompendo (me add pow...) (Aew naum queria rir...mas malkaviano engenheiro e intelectual ahuuahuhaauh) (04) (Magnos McDougan fica online no pvt) Magnos McDougan Vai até a porta e olha pelo olho mágico enfurecido Magnos McDougan epera baterem denovo (passa a vez quando terminar) (05) Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

12 (Magnos McDougan vc sabe que tem conduçao 1 e vc e malkaviano) (acho melhor pegar um onibus...mas vc quem sabe) (vai continuar a ação?) Magnos McDougan diz: (Cou com calma, até parece que sou louco) (vc e louco) - mudança de foco narrativo: 1ª e 3ª pessoa do singular (06) Magnos McDougan diz: ele quase se lembra do rosto que bate na porta... ele ouve essa pessoa chamar seu nome...com um tom de pressa (...) (AEW GENTE VAMUS PASSAR ESSA NARRAÇÂO PARA A PRIMEIRA PESSOA...) (...) Magnos McDougan Abro a porta e logo digo (c.2.) módulo 2 observar adequações acerca do registro de linguagem utilizado em ambiente chat - abreviação / ausência de pontuação e de acentuação (07) --alô, aqui e o seu mentor como vc já sabe estamos talvez preste a entrar em guerra, terá uma reunião no palacio do principe Augustus, a sua presença é obrigatória. - marcação de ênfase (08) Magnos McDougan diz: Qualquer coisa MENOS porradeiro - não adequação ao registro padrão e erros de digitação (09) [...] Turno do Larry Larry está sentado em sua sala aconxegante quando e interrompido pelo telefone que est s tocando (d) produção final Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

13 dar ao aluno a possibilidade de pôr em prática as noções e os instrumentos elaborados separadamente nos módulos avaliar o desempenho do aluno de maneira formativa, isto é, levando em consideração todas as etapas de aprendizagem Por fim, o professor deve debater em sala de aula os resultados obtidos com o estudo progressivo em módulos da sequência didática, com o intuito de compartilhar com os alunos o processo de ensino-aprendizagem. A avaliação também deve ter um caráter formativo, objetivando valorizar o aluno como sujeito atuante nesse processo e, assim, estimular a interação em sala de aula. 5. Algumas considerações finais A partir das análises empreendidas no modelo didático apresentado neste artigo, verificamos que o trabalho com gêneros textuais digitais é produtivo, pois estimula uma maior interação entre os jogadores, com um foco mais direcionado para a partida, sem tanta interferência de discursos paralelos. No concernente aos jogos, em especial, os alunos se mostram mais motivados, devido ao caráter lúdico. As adequações realizadas em virtude do contraste entre um gênero textual digital (o jogo de RPG) e um gênero textual convencional (o conto) constituem-se produtivas, ainda, pois aguçam a percepção dos alunos quanto às peculiaridades dos distintos ambientes. Ademais, o RPG pode ser considerado um jogo curinga, pois uma partida possui uma gama de subgêneros (tais como ficha do personagem, prelúdio da partida, etc), que também podem ser explorados para trabalhar o tipo textual narrativo. Dessa forma, esperamos contribuir para um uso mais difundido e pormenorizado desse recurso, para que suas potencialidades sejam devidamente exploradas, alijando-se de práticas engessadas e pouco significativas. Referências Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

14 ARAÚJO, J. C. A organização constelar do gênero chat. In: ANAIS da XX Jornada - GELNE. João Pessoa-PB p Disponível em: <http://www.ufpe.br/nehte/artigos/araujo%20(2004).pdf. Acesso em: 12 out BARROS, K. S.; CRESCITELLI, M. F. de C. Análise do discurso eletrônico no contexto educacional: gêneros e interação. In: GIL, B. D.; AQUINO, Z. G. O. de (Org.). ANAIS do VIII Encontro Nacional de Interação em Linguagem Verbal e Não-Verbal (ENIL). São Paulo: USP, Disponível em: <http://www.fflch.usp.br/dlcv/enil/pdf/artigo_mercedes_crescitelli_e_kazue_barros.pdf. Acesso em: 12 out COSTA, F. S. de O. Narrativa e Jogabilidade em Jogos Eletrônicos: um olhar sobre Warcraft III. Monografia de conclusão de curso. Departamento de Design, UFPE. Recife, Orientador: Clylton Galamba. Co-orientador: Leo Falcão. DIEB, M.; AVELINO, F. C. B. Escrevo abreviado porque é muito mais rápido : o adolescente, o internetês e o letramento digital. In: ARAÚJO, J. C.; DIAB, M. (Org.). Letramentos na Web: gêneros interação e ensino. Fortaleza: Edições UFC, p DOLZ, J.; NOVERRAZ, M.; SCHNEUWLY, B. Sequências didáticas para o oral e a escrita: apresentação de um procedimento. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. (Orgs.). Gêneros Orais e Escritos na Escola. Campinas, SP: Mercado das Letras, KOCH, I. G. V. Argumentação e linguagem. 5. ed. São Paulo: Cortez, Desvendando os segredos do Texto. São Paulo: Cortez, Introdução à Linguística Textual. São Paulo: Martins Fontes, p MARCUSCHI, B.; FERRAZ, T. Produção de textos escritos: o que nos ensinam os livros didáticos do PNLD In: ROJO, R.; COSTA VAL, M. da G.; MARCUSCHI, B. (Orgs.). Livros didáticos de Língua Portuguesa: letramento e cidadania. Belo Horizonte: CEALE/AUTÊNTICA, p MARCUSCHI, L. A. Da Fala para a Escrita: atividades de retextualização. 4. ed. São Paulo: Cortez, Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital. In: MARCUSCHI, L.A.; XAVIER, A. C. Hipertexto e Gêneros Digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, MATLIN, M. W. Psicologia Cognitiva. Rio de Janeiro: LTC, Capítulo 2: Processos Perceptivos. p Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

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16 ANEXO A Design do Programa irpg Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

17 ANEXO B Sala de Jogo: imagem da estrutura da sala Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

18 ANEXO C Sala de Jogo: discurso da partida Um mundo em que cada ação tem uma consequência. OBS:Prelúdio Obrigatório vcs querem um jogo como muito porradero mais suave vao decidindo aew raffinha_recife diz: ola. eu estou aqui mais para observar se nao houver problema nao há raffinha_recife diz: obrigada =) oq vcs esperam do jogo? Larry diz: bem... eu gosto de jogos com tramas mas com lutas Magnos McDougan diz: Qualquer coisa MENOS porradeiro Pode ser meio a meio Larry diz: concordo pq se formos ter que resolver burocracias um malkav e um grangel pq eu ia fazer uma historia de uma guerraa sinistrona Larry diz: não são mto sociaveis mas vcs nao querem... Larry diz: bem pode ser por mim mas como o magnos disse bota alguma historia no meio xd blz O Usuário "fresh.mnk" [fresh.mnk] acabou de entrar... o que eu espero de vcs e o maximo de interpretação interpretem seus personagens com seus comportamentos com linguajar de suas epocas com modos de andar e pensar fresh.mnk diz: a droga, é muita coisa pra preencher na ficha Larry diz: ok vo me esforçar entao vou começar o jogo Larry diz: PS: eu fui abraçado nos anos 80 fresh.mnk diz: Espera Larry diz: xdd "e isso aew bicho" fresh.mnk diz: eu queria jogar tbm Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

19 anos 80 Larry diz: to ligado xd epoca do disco fresh.mnk diz: ok qualquer coisa eu pergunto em off pode ser? evitem ao maximo falar durante o jogo me add e pergunta no npg npc fresh.mnk diz: vou assistir um poco npc nao eeee fresh.mnk diz: se eu gostar eu faço a ficha pvt fresh.mnk diz: eu fico quieto :x nao ta no jogo jah começou agora naum fala O Usuário "Valerios" [lucasdelsa] acabou de entrar... Larry diz: (PS: a sala ainda ta aberta...vai sempre entrar um perguntando sobre vaga) O Usuário "Valerios" [lucasdelsa] acabou de sair... O Usuário "fresh.mnk" [fresh.mnk] acabou de sair... O Usuário "Shantor Dodger" [Shantor Dodger] acabou de entrar... Em uma época sombria, o caos predominha em todo o mundo, todos os clãs se estranham e a camarilla está sendo ameaçada juntamente com a máscara...alguns humanos ja desconfiam da existencia de vampiros e se tudo acontecer como as visoes do carniçal draptus, ocorrerá uma guerra que é capaz de ser o fim do mundo... uma guerra entre clãs e para piorar os humanos também estão envolvidos o mundo vai sofrer as consequencias de uma guerra que pode desencadear a extinçao tanto dos vampiros quanto dos humanos Estamos a semanas das visoes de Draptus acontecer e para isso foi convocado o conselho supremo na cidade de nova iork com todos os vampiros da cidade presente. para discutir sobre essa tal guerra turno do Magnos McDougan (Magnos McDougan fica online) Turno do Larry Larry está sentado em sua sala aconxegante quando e interrompido pelo telefone que est s tocando O Usuário "felix_faustos" [felix_faustos] acabou de entrar... Larry levanta-se e vai meio que entediado em direção ao telefone,sua natureza selvagem esta tinindo e ele no fundo torce para que seja alguma noticia que o faça sair de casa para tira-lo da monotonia ao anteder o telefone... Larry diz: --Alô! aqui é o Larry falando --alô, aqui e o seu mentor como vc já sabe estamos talvez preste a entrar em guerra, terá uma reunião no palacio do principe Augustus, a sua presença é obrigatória. Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

20 Will diz: Will O Usuário "jogolino" [jogolino] acabou de entrar... Larry irritado com a noticia já planejando algo para caso algo dê errado dentro dessa tal reunião... Larry diz: -- sim senhor,eu estarei lá,mas não gosto muito de reuniões com muitas pessoas,as multidões me deixam inquieto até mais meu velho Paul*disse Larry com uma voz fraterna ao homem que ele considera o pai que nunca conheceu* --sei, acalme-se. Mandarei um de meus lacaios ir te buscar... O Usuário "felix_faustos" [felix_faustos] acabou de sair... Paul desliga o telefone. larry nota que seu mentor falava com um tom de voz muito preoculpado e isso so o preoculpou mais ainda. jogolino diz: a[] Larry Larry como sempre se vestia de forma casual,às vezes até um tanto deslechada até mesmo para eventos importantes como esse,por isso pegou umas velhas camisas largas dos ''Jets'' e uma calça Jeans com os joelhos e bolsos traseiros rasgados e um par de tenis de corrida,vestiu-se e esperava sentado pelo lacaio de seu sire na entrada de seu refúgio felix_faustos Larry diz: '' espero que ele chegue rapido estou ansioso para saber as novas decisões da camarilla '' jogolino diz: WillWill jogolino magnos mcdougan Magnos McDougan diz: [OK os detalhes?] (jogolino vai tomar kick ficar interrompendo (me add pow...) (Aew naum queria rir...mas malkaviano engenheiro e intelectual ahuuahuhaauh) O Usuário "jogolino" [jogolino] acabou de sair... Magnos McDougan diz: O.o Se quiser mudo para Comediante co comportamento Magnos McDougan estava em pé no centro de sua sala sem fazer absolutamente nada...com seu jeito malkaviano quase naum estava ligando que estava desencadeando uma guerra ouviu alguns toques na porta e alguem chamar seu nome (Magnos McDougan fica online no pvt) Magnos McDougan Vai até a porta e olha pelo olho mágico enfurecido Magnos McDougan epera baterem denovo (passa a vez quando terminar) Magnos McDougan diz: O Usuário "leouzumaki" [leouzumaki] acabou de entrar... ele quase se lembra do rosto que bate na porta... ele ouve essa pessoa chamar seu nome...com um tom de pressa O Usuário "leouzumaki" [leouzumaki] acabou de sair... O Usuário "maxdionisio" [maxdionisio] acabou de entrar... (AEW GENTE VAMUS PASSAR ESSA NARRAÇÂO PARA A PRIMEIRA PESSOA...) Magnos McDougan Abro a porta e logo digo O Usuário "jogolino" [jogolino] acabou de entrar... Magnos McDougan diz: Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

21 - Espero que seja importante, perdii a linha de raciocinio que eu estava pensando! Mestre Sutekh o homem de terno preto se aproxima de voce, nao fala nada somente te entrega uma carta...dpois recua, anda até seu carro e vai embora você fica se perguntando o que será que está escrito na carta... fica imaginando milhares de coisas. O Usuário "jogolino" [jogolino] acabou de sair... Magnos McDougan diz: - SErá que é antax? Bom não respiro... então.. uma bomba?... - Não acho uma formula para descobrir vou ter que abrir Magnos McDougan Abre a carta cuidadosamente Magnos McDougan a lê O Usuário "marrombrown" [marrombrown] acabou de entrar... O Usuário "marrombrown" [marrombrown] acabou de sair... vc abre a carta bastante intrigado com o que pode estar lá... carta:aqui é o principe dos vampiros, a maior autoridade da cidade e o vampiro mais forte da cidade. Você já deve saber o que está se passando no mundo. sua presença no meu castelo é obrigatória O Usuário "Willian" [Shantor Dodger] acabou de sair... O Usuário "marrombrown" [marrombrown] acabou de entrar... marrombrown diz: mestre tah on? (sim (me add...nao fale no jogo) marrombrown diz: ah tah, maus ( o jogo irá começar as 9:30 da noite) Magnos McDougan diz: " Maior utoridade igual a Obedeça logo" *pensa* O Usuário "marrombrown" [marrombrown] acabou de sair... Magnos McDougan Com a roupa que estou (a casual) pego as chaves do carro saio arrumando a placa "não perturbe" na porta e vou de carro até o local O Usuário "mr.shadow" [mr.shadow] acabou de entrar... O Usuário "tavaresm" [tavaresm] acabou de entrar... tavaresm diz: vagas? mr.shadow diz: tem vagas? (Magnos McDougan vc sabe que tem conduçao 1 e vc e malkaviano) (acho melhor pegar um onibus...mas vc quem sabe) (vai continuar a ação?) Magnos McDougan diz: (Cou com calma, até parece que sou louco) (vc e louco) GENTE vcs estão que horas hoje a noite? FIm da tarde maxdionisio diz: "me add mestre para que e possa falar com vc!!!!!!!! Larry diz: ae mestre acho que eu posso entrar la pras 10 mas num tenho certeza Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

22 qualquer coisa add MSN tbm ja q so temos mais 2 dias de irpg O Usuário "Larry" [vinierox] acabou de sair... O Usuário "Mestre Sutekh" [lilithlumi] acabou de sair... O Usuário "tavaresm" [tavaresm] acabou de sair... O Usuário "sulphure" [sulphure] acabou de entrar... O Usuário "sulphure" [sulphure] acabou de sair... maxdionisio diz: mestre to querendo bater um particular com tigo to afim de faze a ficha mais tem uma coiza que quero te perguntar. Magnos McDougan diz: Mestre vou sair. Vou tentar adiantar lá pra chegar cedo. SE quiserr começar sem mim blz. O Usuário "maxdionisio" [maxdionisio] acabou de sair... O Usuário "Magnos McDougan" [Zianshi] acabou de sair... Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

23 ANEXO D Modelo de Ficha de Personagem Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

24 ANEXO E Observações da Máscara Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

25 ANEXO F Regras da Máscara Linguagens e Diálogos, v. 2, n. 1, p ,

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