APLICAÇÃO DE JOGOS ADAPTADOS PARA O DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E ESCRITA: alunos com deficiência física

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1 UNISALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Pedagogia Maria Aparecida Donizeti Marques APLICAÇÃO DE JOGOS ADAPTADOS PARA O DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E ESCRITA: alunos com deficiência física LINS SP 2013

2 MARIA APARECIDA DONIZETI MARQUES APLICAÇÃO DE JOGOS ADAPTADOS PARA O DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E ESCRITA: de alunos com deficiência física Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Banca Examinadora do Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, curso de Pedagogia, sob a orientação da Profª Drª Fabiana Sayuri Sameshima e orientação técnica da Prof.ª Esp. Érica Cristiane dos Santos Campaner. LINS - SP 2013

3 Marques, Maria Aparecida Donizeti M319a Aplicação de Jogos Adaptados para o Desenvolvimento de Leitura e Escrita: alunos com deficiência física / Maria Aparecida Donizeti Marques,- - Lins p. il. 31cm. Monografia apresentada ao Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium UNISALESIANO, Lins-SP, para graduação em Pedagogia, Orientadores: Dra. Fabiana Sayuri Sameshima: Érica Cristiane dos Santos Campaner 1. Jogos Adaptados. 2. Leitura e Escrita. 3. Deficiência Física. CDU 37

4 MARIA APARECIDA DONIZETI MARQUES APLICAÇÃO DE JOGOS ADAPTADOS PARA O DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E ESCRITA DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA Monografia apresentada ao Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium, para obtenção do título de Licenciada em Pedagogia. Aprovada em: / / Banca Examinadora: Profª Orientadora: Dra. Fabiana Sayuri Sameshima Titulação: Doutora em Educação pela Faculdade de Filosofia e Ciências- UNESP - Marilia- SP Assinatura: 1º Professor (a): Titulação: Assinatura: 2º Professor (a): Titulação: Assinatura:

5 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho, primeiramente a Deus pela força maravilhosa que nos concede a cada amanhecer. Pela esperança de que tudo é possível ao crer; e nas horas mais difíceis de nossas vidas tínhamos a certeza viva que Ele é o nosso pastor, e nada nos faltará. Certeza essa que mora em nossos corações e que me encorajou para a finalização dessa etapa. A todos os meus familiares, meu esposo Jair Marques, meus filhos Aretha Marques, Jair Marques Filho, e Diego Miller Marques, minha mãe Maria Ap. Lima dos Santos, minhas irmãs, Arlete, Rosilda e as minhas Sobrinhas Evelyn Cristina e Emelyn Fernanda, minhas noras, especialmente meu neto Marco Antônio Marques hoje com seis anos a quem deixei de dar a devida atenção durante esses três anos, amo a todos. Muito obrigado por tudo, Deus os abençoe! Família, gratidão eterna!

6 AGRADECIMENTOS À professora Fabiana Sayuri Sameshima, minha orientadora, que compartilhou comigo sua sabedoria e dedicação incansável até em altas madrugadas, para que esse trabalho fosse realizado. especial. À todos os meus professores e coordenadores cada um com seu valor em Aos meus colegas da 1ª turma PARFOR de 2010 a 2013, que com garra, esforço, e muitas pedras no caminho vencemos toda elas. A minha amiga de sala Silvia Partos Faustino que deu a maior força, dedicação em todos os momentos de tristezas quando eu chegava ao meu limite pensando em desistir de tudo, ali estava ela me apoiando e dizendo você não vai desistir nunca, nós vamos chegar até o fim. Agradeço também a Elvira por dar sempre aquela força, pois os nossos trabalhos de conclusão com temas iguais, porém procedimentos diferentes. Quando chegava desanimada com vontade de jogar tudo para o alto e trancar a matrícula ela e a Silvia sempre me dizendo você não vai parar agora já estamos no final e nós vamos conseguir. Se DEUS quiser! Agradeço especialmente a minha sobrinha Evelyn Cristina que me ajudou muito e ficou nervosa comigo durante as digitações, dizendo calma tia vai devagar que vai dar tudo certo e sempre dando a maior força.

7 RESUMO Toda criança tem direito a ser alfabetizada independente de sua deficiência (intelectual, física, visual, auditiva, múltipla) e frequentar uma escola de ensino regular, e jogos adaptados é um recurso a mais para esse aprendizado. O objetivo deste trabalho consistiu em verificar a aplicação de jogos adaptados e recursos pedagógicos, para o desenvolvimento de leitura e escrita de um aluno com deficiência física com diagnóstico de paralisia cerebral, inserido no ensino fundamental. Para utilizar os recursos ajustados para as diferentes situações e dificuldades do aluno, foi necessário elaborar procedimentos metodológicos para a identificação das necessidades e habilidades físicas, cognitivas, sensoriais, perceptivas, e de linguagem oral e escrita do aluno com deficiência. Participaram deste trabalho um aluno gênero masculino com 13 anos de idade e sua professora da sala de recurso, de 59 anos de idade atuante na educação especial. A coleta de dados ocorreu em um Núcleo de Apoio Integrado de Atendimento Educacional Especializado em uma cidade do interior de São Paulo. O período de coleta de dados foi de outubro de 2012 a março de Para a coleta de dados foram utilizados dois instrumentos de pesquisa, sendo o caderno de registro que foi utilizado durante o processo de intervenção, em que foram anotadas as informações relevantes, de forma a facilitar a análise dos dados coletados. O segundo instrumento foram as filmagens durante a aplicação e realização dos jogos pedagógicos adaptados. As filmagens foram transcritas na íntegra e selecionadas as unidades significativas para a análise do estudo. Após análise das informações obtidas por meio do registro contínuo, das observações e da transcrição das filmagens, foi possível estabelecer categorias de análise, sendo: recursos utilizados durante as atividades escolares, estratégias utilizadas pela professora, desempenho do aluno nas atividades, descrição do aspecto motor e interação do aluno com a professora. Os resultados apontaram que os recursos adaptados devem atender as características individuais de cada aluno, e que os professores poderão seguir esta proposta, mas adequando os recursos as suas estratégias. Palavras-chave: Jogos adaptados. Deficiência física. Leitura e Escrita

8 ABSTRACT Every child has the right to be literate regardless of their disability (intellectual, physical, visual, auditory, multiple) and attend a regular school, and adapted games is another resource for this learning. The objective of this work is to verify the application of adapted games and teaching resources for developing reading and writing skills of a student with disabilities with cerebral palsy, inserted in elementary school. To use the resources adjusted for different situations and difficulties of the student, it was necessary to develop methodological procedures for the identification of skills needs and physical, cognitive, sensory, perceptual, and oral and written language of students with disabilities. This study analyzes a student male with 13 years old and his teacher's resource room, 59-year-old active in special education. Data collection occurred in a Core Integrated Support Service Educational Specialist in a town in the interior of São Paulo. The data collection period was from October 2012 to March For data collection we used two survey instruments, and the Notebook registry that was used during the intervention process, in which were recorded the relevant information in order to facilitate data analysis. The second instrument were filming during the application and realization of educational games adapted. The recordings were transcribed and selected units meaningful to the analysis of the study. After analyzing the information obtained through the continuous recording of the observations and the transcript of the footage, it was possible to establish analytical categories, being: the resources used during school activities, the strategies used by the teacher, the student's performance in activities, description of the motor aspect, student interaction with the teacher. That resources are tailored to meet the individual characteristics of each student, and those teachers can follow this proposal, but adapting their resources strategies. Keywords: Games adapted. Physical disabilities. Reading and writing

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Comandos combinados Figura 2: Comunicação alternativa para reconhecimento de letras Figura 3: Modelo de agenda de atividades diárias Figura 4: Modelo de agenda de comunicação alternativa para rotina Figura 5: Livro de atividades de consciência fonológica Figura 6: Primeira página do livro bola Figura 7: Segunda página do livro Figura 8: Terceira página do livro Figura 9: Quarta página do livro Figura 10: Jogo do alfabeto Figura 11: Jogo do alfabeto categoria escolhida (programa de tv) Figura 12: Jogo do alfabeto categoria escolhida diversificadas Figura 13: Jogo do alfabeto com letras sorteadas LISTA DE QUADROS Quadro 1: Etapas de coleta de dados Quadro 2: Etapas da coleta de dados Quadro 3: Quadro de categorias Quadro 3: Quadro de categorias Quadro 4: Legenda da transcrição da entrevista LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AEE Atendimento Educacional Especializado EMEF Escola Municipal de Educação Fundamental ECNP Encefalopatia Crônica Não Progressiva MEC Ministério da Educação e Cultura PC Paralisia Cerebral

10 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I - DEFICIÊNCIA FÍSICA: DEFINIÇÃO E TIPOLOGIA DEFINIÇÃO Encefalopatia Crônica Não Progressiva e Tecnologia Assistiva CAPÍTULO II - JOGOS ADAPTADOS PARA A ALFABETIZAÇÃO DE ALUNO COM DEFICIENCIA FÍSICA ALFABETIZAÇÃO O jogo e sua importância Adaptação de jogos para o processo de alfabetização A criança e a aprendizagem com jogos O professor como mediador CAPÍTULO III - A PESQUISA ANÁLISE DAS OBSERVAÇÕES Procedimentos Iniciais Descrição do participante Local de observação e pesquisa Período de realização da pesquisa Materiais utilizados na pesquisa Instrumentos de pesquisa Procedimento de coleta de dados Formas de análise CAPÍTULO IV - RESULTADOS ACOMPANHAMENTOS E RESULTADOS...44 PROPOSTA DE INTERVENÇÂO...50 CONCLUSÃO...51 REFERÊNCIAS...53 APÊNDICES...59

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12 10 INTRODUÇÃO A alfabetização tem sido alvo de muitas discussões no mundo atual, apesar do reconhecimento desse direito cidadão e das medidas que vêm sendo tomadas para garanti-lo, ainda existem elevados índices de evasão escolar, dificultando-lhes o seu processo de a aprendizagem. Acredita-se que a alfabetização possa ser construída por meio de atividades que permitam aos alunos comparar e reformular suas hipóteses desenvolver habilidades e interação social. Ao utilizar os jogos no processo de alfabetização das crianças é possível alcançar inúmeras ações que possibilitam uma aprendizagem eficaz, como denota a pesquisa apontada por Queiroz (2003), o jogo pode ser extremamente interessante como instrumento pedagógico, pois incentiva a interação e desperta o interesse pelo tema estudado, além de fomentar o prazer e a curiosidade. A utilização de jogos e textos variados podem se tornar excelentes recursos para facilitar a participação, integração e comunicação dos alunos que terão meios para compreender e expressar-te bem. Ao constatar a utilização do lúdico, verifica-se que o jogo não esteve presente somente como mais uma atividade pedagógica a ser incluída no planejamento escolar, mas como uma ação que mobilizou os profissionais, principalmente pelos resultados positivos alcançados e também por saberem que o lúdico é um recurso de extrema importância para o desenvolvimento da criança. As limitações físicas, cognitivas, linguísticas e perceptivas do indivíduo com deficiência tendem a se tornarem uma barreira para o aprendizado da leitura e escrita. Desenvolver e disponibilizar recursos de acessibilidade, a chamada Tecnologia Assistiva, seria uma maneira concreta de neutralizar as barreiras causadas pela deficiência e possibilitar a inserção desse indivíduo nos ambientes ricos para a aprendizagem, proporcionados por sua cultura. (BRASIL, 1999) Aluno que está em sala regular deve ser visto como igual, portanto, na medida em que suas diferenças, cada vez mais, são situadas e se assemelham com as diferenças intrínsecas existentes entre todos os seres

13 11 humanos. Esse indivíduo poderá, então, dar passos maiores em direção a eliminação das discriminações, como consequência do respeito conquistado com a convivência, aumentando sua autoestima, porque passa a poder explicitar melhor seu potencial e seus pensamentos (Galvão Filho; Damasceno, 2001). No capítulo l, será abordada a deficiência física, sua definição e tipologia. Os recursos tecnológicos são uma ferramenta utilizada por diferentes profissionais e possibilita, o uso de equipamentos, dispositivos, materiais, objetos, produtos, a modificação do ambiente e mudanças nos procedimentos de execução das tarefas de umas atividades, ampliando a participação do aluno nas tarefas propostas em sala de aula. Desse modo, a adaptação de recursos ou atividades pedagógicas facilitaria o desenvolvimento da leitura e escrita de alunos com deficiência física, inseridos no ensino regular serão abordados no capítulo II. O processo de alfabetização da criança no campo escolar ainda merece algumas reflexões. A alfabetização tem sido alvo de muitas discussões no mundo atual, principalmente quando se fala em inclusão. Apesar do reconhecimento desse direito, garantido por lei, de permanência dessas crianças, em sala de aula regular, há um grande número de evasão escolar, talvez por falta de recursos apropriados para estas crianças com déficit de aprendizagem, falta de professores qualificados, além da necessidade de orientação e apoio aos pais dos menores. No capítulo III, será realizada a análise das observações e resultados, bem como a apresentação do recurso adaptado, dentro deste contexto, um olhar especial é salientado para a adaptação de recursos e atividades pedagógicos adequados às necessidades motoras, cognitivas, perceptivas, sensoriais e linguísticas de alunos com deficiência, incluídos nas escolas regulares de ensino. Estudos na área pontuaram que as inserções desses recursos facilitam o processo de ensino e aprendizagem, além de ser um instrumento que propicia o desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita, além de possibilitar o uso de diferentes estratégias de ensino para o professor. (ARAÚJO; MANZINI, 2001; ROCHA, 2010) E no lv capítulo será abordada a pesquisa de campo, com os resultados

14 12 obtidos através das atividades aplicadas. Ao constatar a utilização do lúdico, verifica-se que o jogo não esteve presente somente como mais uma atividade pedagógica a ser incluída no planejamento escolar, mas como uma ação que mobilizou os profissionais, principalmente pelos resultados positivos alcançados e também por saberem que o lúdico é um recurso de extrema importância para o desenvolvimento da criança. Finalizando com a proposta de intervenção e conclusão.

15 13 CAPÍTULO I DEFICIÊNCIA FÍSICA: DEFINIÇÃO E TIPOLOGIA 1 DEFINIÇÃO É possível definir a deficiência física como "diferentes condições motoras que acometem as pessoas comprometendo a mobilidade, a coordenação motora geral e da fala, em consequência de lesões neurológicas, neuromusculares, ortopédicas, ou más formações congênitas ou adquiridas." (BRASIL, 2004) Em 2001, o decreto nº define deficiência como: "uma restrição física, intelectual ou sensorial de natureza permanente ou transitória, que limita a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária, causada ou agravada pelo ambiente econômico e social. (BRASIL, 1999) O Decreto n 5.296, de 2 de dezembro de 2004, definiu deficiência física como: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções. (BRASIL, 1999) De acordo com o Decreto n.º 3.298, de 20 de dezembro de 1999, (Brasil, 1999) a deficiência física pode ser dividida em: a) temporária: quando tratada, permite que o indivíduo volte às suas condições Anteriores; b) recuperável: quando permite melhora diante do tratamento, ou suplência por outras áreas não atingidas; c) definitiva: quando apesar do tratamento, o indivíduo não apresenta possibilidade de cura, substituição ou suplência; d) compensável: é a que permite melhora por substituição de

16 14 órgãos. Por exemplo, a amputação compensável pelo uso de uma prótese. Dentre os tipos de deficiência física, a Encefalopatia Crônica Não Progressiva (ECNP), mais usualmente conhecida por paralisia cerebral (PC) é uma lesão de uma ou mais partes do cérebro, provocado muitas vezes pela falta de oxigenação das células cerebrais. Segundo Rocha (2010),é possível identificar a deficiência física como o comprometimento do aparelho locomotor que compreende o sistema Osteoarticulador, o sistema muscular e o sistema nervoso. As doenças ou lesões que afetam quaisquer desses sistemas, isoladamente ou em conjunto podem produzir grandes limitações físicas de grau e gravidade variáveis segundo os segmentos corporais afetados e o tipo de lesão ocorrida. (BRASIL, 2006) Souza (2005) definiu a paralisia cerebral como: Um grupo de desordens do movimento e da postura, causando limitação da atividade, que são devidas a alterações não progressivas que ocorrem no cérebro fetal ou infantil. As desordens motoras de paralisia cerebral frequentemente estão acompanhadas por alterações sensoriais, na cognição comunicação, percepção, comportamento e/ou crises convulsivas (SOUZA, 2005, p.51) Acontece durante a gestação, no momento do parto ou após o nascimento, ainda no processo de amadurecimento do cérebro da criança. É importante saber que a pessoa que possui inteligência normal (a não ser que a lesão tenha afetado áreas do cérebro responsáveis pelo pensamento e pela memória). Se a visão ou a audição forem prejudicadas, a pessoa poderá ter dificuldades para entender as informações como são transmitidas; se os músculos da fala forem atingidos, haverá dificuldade para comunicar seus pensamentos ou necessidades. Quando tais fatos são observados, o indivíduo com paralisia cerebral pode ser erroneamente classificado como deficiente mental ou não inteligente. Por outro lado a participação de crianças com alterações significativas no processo de desenvolvimento e aprendizagem é essencial para valorizar o

17 15 brincar como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil, é a socialização das crianças por meio de sua participação e inserção nas mais diversificadas práticas sociais, sem discriminação de espécie alguma. (BRASIL, 2003) 1.1 Encefalopatia Crônica Não Progressiva e Tecnologia Assistiva A paralisia cerebral em sua essência não é considerada uma doença, mas sim uma lesão cerebral que ocorre antes, durante ou dentro dos primeiros dias após nascimento, segundo Guersh (apud GERALIS, 2007, p.15): Paralisia cerebral é uma expressão abrangente para diversos distúrbios que afetam a capacidade infantil para se mover e manter a postura e o equilíbrio. Esses distúrbios são causados por uma lesão cerebral [.]. Essa lesão não prejudica os músculos nem os nervos que os conectam a medula espinhal apenas a capacidade do cérebro de controlar esses músculos. Dependendo de sua localização e gravidade, a lesão cerebral que causa os distúrbios de movimento de uma criança também pode causar outros problemas que incluem deficiência mental, convulsões, distúrbios de linguagem, transtornos de aprendizagem e problemas de visão e de audição. A maioria das crianças que apresentam um quadro de paralisia cerebral, não é capaz de manipular ou segurar objetos para utilização em suas tarefas corriqueiras. Assim existe uma necessidade de adaptar recursos para a vida das pessoas, desde recursos para atividade de vida diária como comer, se lavar, se vestir, andar, até mesmo para atividades acadêmicas, como ler, escrever e brincar. Essas diferentes formas de adaptação são denominadas de Tecnologia assistiva. Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social (CAT, 2007,p.1) A adaptação para mediar o processo de aprendizagem, é de fundamental importância para que ocorram interações e interlocuções em situações de desenvolvimento do saber formal, pois na maioria dos casos, os

18 16 alunos com PC apresentam dificuldade na linguagem oral e escrita. A inclusão caminha para a busca de discernimento em compreender como esse aluno pensa, para que se consiga elaborar significados para sua constituição do saber, oportunizando a escolaridade formal por meio da acessibilidade, com a eliminação de barreiras arquitetônicas e sociais, conseguindo assim a participação efetiva dessas crianças no convívio escolar. Em relação ao acesso e permanência de alunos com deficiência física às escolas, o usa da comunicação suplementar e alternativa e as adaptações de acesso ao computador são citadas por Manzini (2006, p.123): É imprescindível a adoção de recursos de comunicação alternativoaumentativa, para alunos com paralisia cerebral e que apresentam dificuldades funcionais de fala e escrita. A comunicação alternativoaumentativa contempla os recursos e estratégias que complementam ou trazem alternativas para a fala de difícil compreensão ou inexistente (pranchas de comunicação e vocalizadores portáteis) A comunicação suplementar e alternativa é uma área que tem por objetivo substituir e/ou desenvolver habilidades de comunicação de maneira permanente ou temporária. Engloba, por extensão, todas as técnicas, métodos e procedimentos cuja finalidade é permitir o acesso comunicativo alternativo para pessoas que não possam realizá-las da forma natural, devido a algum impedimento físico, mental ou neurológico.(thiers, 1995; ALMIRALL, 2001; VON TETZCNHER, 2000; MANZINI, 2001; DRAGER et al., 2003) apud ROCHA (2010). A comunicação alternativa inclui o uso de gestos manuais, expressões faciais e corporais, símbolos gráficos, como fotografias, desenhos, figuras e alfabeto, assim como computadores, vocalizadores de voz digitalizada ou sintetizada, como meios de efetuar a comunicação face a face de indivíduos incapazes de usar a linguagem oral (GLENNEN, 1997; NUNES, 2003)apud Rocha(2008). Esses sistemas podem ser utilizados de forma isolada, ou então combinados, como demonstra a figura 1.

19 17 Figura 1- Comandos combinados Fonte: usinadainclusão.com.br, 2012 A literatura a respeito da Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA) tem apontado para uma série de sistemas de representação que permitem a comunicação de pessoas com deficiência sem linguagem falada. O primeiro sistema criado foi o de símbolos Bliss (HEHNER, 1980), como comunicação complementar para indivíduos com paralisia cerebral, sem linguagem falada e em idade escolar. Posteriormente, outros sistemas de símbolos gráficos, como Pictogram-Ideogram Communication-PIC (MAHARAJ, 1980), Rebus (CLARK, 1984), Picture Communication Symbols-PCS (JOHNSON, 1992) e Picture Exchange Communication System-PECS (FROST; BONDY, 1996), foram desenvolvidos para dar suporte comunicativo para indivíduos que não usavam a fala como expressão da linguagem.(rocha, 2008) A comunicação deve se considerada alternativa quando o aluno não apresenta outra forma de comunicação e, que não a fala, e considerada ampliada quando o aluno possui alguma comunicação, mas essa não é suficiente para as suas trocas sociais. A comunicação alternativa oportuniza ao aluno, participar das aulas indicando ao professor o que aprendeu, externando suas dúvidas e anseios, debatendo assuntos pertinentes de seu interesse e construindo seu conhecimento. Pelosi (2003), Nunes (2004) e Manzini (2006), explicam que o termo Comunicação Alternativa não pode ser confundido como um recurso que irá substituir a fala, mas uma comunicação de suporte, um apoio suplementar à

20 18 fala, como uma contribuição para o aluno ser compreendido. Para que a comunicação alternativa seja eficaz se faz necessário a iniciação do trabalho fazendo uma análise das condições do aluno e dos objetivos a serem atingidos. É importantíssimo fazer um levantamento das habilidades já existentes e do potencial do aluno, uma vez que o recurso alternativo de comunicação dará possibilidade ao professor para trabalhar aspectos da compreensão e expressão da linguagem do aluno, por meio de diferentes materiais, como figuras, desenhos, pranchas, tabletes, softwares e computadores, como ilustra a figura 2. Figura 2- comunicação alternativa para reconhecimento de letras Fonte: usinadainclusão.com. br, Para a utilização da comunicação alternativa devem ser utilizados diversos recursos e materiais que possam dar suporte, facilitar ou viabilizar o processo de comunicação da criança com os indivíduos do seu meio social. Um dos materiais a serem utilizados pelo aluno, como forma de facilitar a comunicação com os professores, colegas e familiares, são as pastas ou agendas de comunicação alternativa, como ilustram as figuras 3 e 4.

21 19 Figura 3- Modelo de agenda de atividades diárias Fonte: espacoaee, Figura 4 Modelo de agenda de comunicação alternativa para rotina Fonte: Alternativa Inclusiva, Esse é um processo onde a família e o professor tem relativa importância para o sucesso da implantação e uso da comunicação alternativa, que não deverá ser tão somente um instrumento a ser trabalhado em terapias ou na sala de aula. A família deve ser coadjuvante nesse processo, uma vez que auxiliará na utilização desses materiais em suas atividades corriqueiras,

22 20 tendo em vista que a participação efetiva da família no ambiente escolar, é de suma importância para prestar suporte à execução das atividades de aprendizagem e de socialização aos alunos severamente comprometidos. (BRASIL, 2006) É claro e notório que durante o processo de atendimento dos alunos que necessitam da comunicação alternativa, família e escola devem caminhar juntos e estarem em constante comunicação para efetivamente conseguirem resultados significativos na vida da criança. Esse é um processo onde a família e o professor tem relativa importância para o sucesso da implantação e uso da comunicação alternativa, que não deverá ser tão somente um instrumento a ser trabalhado em terapias ou na sala de aula.

23 21 CAPÍTULO II JOGOS ADAPTADOS PARA A ALFABETIZAÇÃO DE ALUNO COM DEFICIENCIA FÍSICA 2 ALFABETIZAÇÃO A alfabetização de alunos com necessidades especiais especialmente em alunos com deficiência física e cerebral passa ser um grande desafio. O aluno com qualquer tipo de deficiência e especialmente a deficiência física e cerebral precisa se sentir acolhido, percebendo que a sua educação formal não é um obstáculo, mas sim etapas a serem vencidas por todos os envolvidos no processo educativo. As leis brasileiras contemplam esse tipo de trabalho no atendimento de crianças com limitações, especialmente a Constituição da República Federativa do Brasil no inciso IV, do artigo 208, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e particularmente no artigo 59, inciso I,(Brasil, 1996) e nas Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica (Resolução número 2/2001), Brasil,(2001): [...] consideram-se ajudas técnicas os elementos que permitem compensar uma ou mais limitações funcionais motoras, sensoriais ou mentais da pessoa com deficiência, com o objetivo de permitir lhe superar as barreiras da comunicação e da mobilidade. Os jogos adaptados auxiliam e ajudam no trabalho já que proporciona a aluno e professores instrumentos de valor inesgotável que por sua vez está contemplada no Parecer CNE/CEB número 17/2001: [...] Todos os alunos, em determinado momento de sua vida escolar podem apresentar necessidades educacionais especiais, e seus professores em geral conhecem diferentes estratégias para dar respostas a elas. No entanto, existem necessidades educacionais que requerem, da escola, uma série de recursos e apoios de caráter mais especializados que proporcionem aos alunos meios para acesso ao currículo.(brasil,2001, p.79)

24 22 As crianças com deficiência física necessitam de pessoas que se preocupam com o seu atendimento integral bem como de um espaço que assegurem os trabalhos adequados e fundamentais para o desenvolvimento de suas potencialidades e habilidades. 2.1 O jogo e sua importância O processo de alfabetização da criança no campo escolar ainda merece algumas reflexões. A alfabetização tem sido alvo de muitas discussões no mundo atual, principalmente quando se fala em inclusão. Apesar do reconhecimento desse direito, garantido por lei, de permanência dessas crianças, em sala aula regular, há um grande numero de evasão escolar, talvez por falta de recursos apropriados para estas crianças com dificuldades de aprendizagem, necessidade de professores qualificados e falta de orientação e apoio aos pais dos menores. Uma possibilidade pode ser o uso de atividades lúdicas como um meio de superação das dificuldades de aprendizagem que possam vir ao fracasso escolar. Diante disso, percebe-se que o jogo constitui-se numa atividade primária do ser humano. É principalmente na criança que se manifesta de maneira espontânea, aliviando a tensão interior e permite a educação do comportamento. Sendo assim, verifica-se que o jogo auxilia no desenvolvimento físico, mental, emocional e social do sujeito. Para atender esta demanda a escola deve promover mudanças de modo que consiga possibilitar a todos sem exceção um ensino de qualidade que respeite as diferenças e especificidades do ser humano, ou seja, na perspectiva da inclusão não é o aluno que se adapta ao ensino e sim a escola que deve promover meios para que este aluno acesse ao conhecimento independente de suas necessidades físicas, mentais, psicológicas e sociais. O autor ressalta que: O jogo é um fenômeno antropológico que se deve considerar no estudo do se humano. É uma constante em todas as civilizações, esteve sempre unido a cultura dos povos, a sua história, ao mágico, ao sagrado, ao amor, a arte, a língua, a literatura, aos costumes, a guerra. O jogo serviu

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