Divulgação de pesquisas eleitorais e decisão de voto

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1 Divulgação de pesquisas eleitorais e decisão de voto Luiz Carlos Fernandes e Shirly M. Pires Carneiro Resumo O objetivo desse artigo é discutir a influência da divulgação de pesquisas eleitorais na decisão de voto do eleitor goianiense. Partindo de um levantamento bibliográfico e documental sobre a relação entre divulgação de pesquisas eleitorais e decisão de voto, realizou-se uma pesquisa qualitativa com especialista nas áreas de comunicação, ciências sociais e pesquisa de opinião; e outra quantitativa, com os eleitores. O estudo deixa claro o papel influenciador que a divulgação dos resultados das pesquisas eleitorais tem sobre a decisão de voto do eleitor goianiense, sobretudo os indecisos. Uma influência reconhecida tanto por especialistas quanto pelo próprio eleitor. Palavras-chave: decisão de voto, divulgação de pesquisas eleitorais, marketing eleitoral. Introdução Para entender a importância que as pesquisas eleitorais adquiriram no mundo moderno e no Brasil, em particular, faz-se necessário, inicialmente, conhecer o conceito de esfera pública burguesa. O que nos remete à Habermas (HABERMAS, 1984). Segundo o autor alemão, a partir do desenvolvimento do capitalismo mercantil e com as transformações institucionais do poder político, criaram-se condições para a emergência de um novo tipo de esfera pública nas origens da Europa moderna: a denominada esfera pública burguesa. 1 Apesar das críticas de Thompson (THOMPSON, 2002) sobre as possibilidades da esfera pública burguesa, que em sua opinião não levou em conta os movimentos sociais e políticos plebeus nem as pessoas do sexo feminino e os indivíduos sem educação e 1 Habermas trabalha a noção de esfera pública burguesa como uma categoria ideal-típica localizada na história e caracterizada pela reunião de pessoas privadas que, por meio da discussão argumentativa, assumem posturas públicas, inspiradas no interesse coletivo e críticas em relação às esferas do poder. (SIGNATES, 2002)

2 meios financeiros, a descrição de Habermas serviu para situar historicamente a origem mais atualizada das noções de público e privado, uma vez que as definições anteriores não ajudam a entendê-las dentro da perspectiva mais contemporânea. 2 No final do século XVI, tanto na Inglaterra quanto na França, já se identificava o público como o bem comum em sociedade. Passados alguns anos, o mesmo conceito ganhou nova versão. Entre os ingleses, ele seria ampliado para tudo àquilo que era manifesto e aberto à observação geral, onde público significava estar aberto à consideração de qualquer um, enquanto que privado significava uma parte da vida protegida e definida pela família e os amigos. Para os franceses, o público passou a significar o corpo político ou, um pouco mais tarde, uma região especial da sociabilidade (SENNET, 1988.). Ambos os conceitos ainda perduram até hoje e servem como referencial teórico, embora neste trabalho optou-se por levar em consideração o conceito francês, que melhor nos ajuda a compreender o que venha ser opinião pública. Opinião pública que, nas palavras de Signates, citando Habermas, não se constitui num agregado de opiniões individuais pesquisadas por critérios estatísticos, mas pelo modo como surgem e pelo amplo assentimento de que gozam (SIGNATES, 2002). A compreensão do que venha ser opinião pública na atualidade carece de um conhecimento sobre a evolução história do termo, bem definida por Mills (MILLS, 1965). Segundo o autor, o conceito de opinião pública já superou a fase da democracia clássica e a totalitária. Mas para isso, teve de passar por três fases. A primeira, em que se acreditava que o público da opinião pública consistia apenas em pequenos grupos de pessoas, falando entre si, escolhendo os porta-vozes para seus grupos, que por sua vez falavam entre si. Com o surgimento dos meios de comunicação e sua massificação, Mills diz que alguns estudiosos passaram a afirmar que a opinião pública era simplesmente o resultado de uma imposição, a indivíduos isolados, das comunicações feitas através do rádio, jornais, cinema, que apoiavam as instituições da autoridade. O terceiro momento parece ser um meio termo entre os dois anteriores. Ou seja, prevalece a perspectiva de 2 Público na Grécia antiga era o cidadão, que segundo Venício Lima (2006), participava diretamente das coisas públicas passando julgamento e exercendo funções públicas. Esse papel, no entanto, era privilégio de poucos, pois deixava de fora os que habitavam o mundo privado aqueles que sofriam da privação de não serem homens completos: crianças, velhos, mulher escravos e estrangeiros.

3 que tanto os meios de comunicação como a discussão direta de pessoas pesam na formação da opinião pública. Já as pesquisas de opinião pública tiveram origem no século XIX. Como afirma Nunes (NUNES, 2000.), em 1824, Delaware Watchn fez e publicou a primeira enquête popular, coletando as preferências eleitorais dos norte-americanos, com relação à eleição presidencial. A partir daí, outras experiências foram realizadas com o intuito de buscar aferir antecipadamente os desejos e vontades da população norte-americana. Isso ainda baseado no conceito de que a pesquisa consistia em atingir o maior número de pessoas quanto fosse possível, usando-se as listas de assinantes de jornais e revistas, listas de telefones, listas de registros de automóveis, entre outros. Segundo a mesma autora, somente a partir do século 20, as pesquisas passaram a ganhar cunho científico. Em 1935, George Gallup funda a American Institute of Public Opinion e começa a trabalhar de forma mais crítica, utilizando-se de conceitos de amostragem 3. Cabe mencionar aqui Patricque Champagne 4, que mostra o processo de desenvolvimento do status das pesquisas na sociedade moderna. Embora não possa ser classificada como uma verdade absoluta, mas tão somente um corte amostral da opinião pública em um determinado momento específico, as pesquisas de opinião adquiriram argumento de autoridade técnica, fortalecendo o discurso burocrático que, muitas vezes, se confronta com os interesses políticos. Isso a transformou em uma ferramenta do novo jogo político. Alguns anos depois ganharem espaço nos Estados Unidos, as pesquisas chegam ao país. A primeira pesquisa de opinião no Brasil 5 foi realizada em Ela tinha o interesse de descobrir. Entre outras coisas, qual seria a atitude do Brasil caso os Estados Unidos e Japão participassem da guerra, indicando, portanto, qual dos lados os brasileiros deveriam apoiar. Já a primeira pesquisa eleitoral foi realizada pelo Ibope em maio de 1945, junto a eleitores de São Paulo, sobre as eleições disputadas entre Eduardo Gomes e Eurico Dutra. A partir daí, o instituto começou a trabalhar com pesquisa eleitoral e desde o governo Juscelino Kubitschek 6 faz pesquisa de opinião para todas as esferas de governo. 3 Conceito que foi desenvolvido na academia a partir das pesquisas funcionalistas norte-americanas de Lazarsfeld e Lasswell. 4 CHAMPAGNE, P. Formar a opinião. O novo jogo político RJ: Vozes, Site MAS pesquisa de Mercado. Disponível em: 6 Site Ibope. Disponível em:<http://www.ibope.com.br/calandraweb/bdarquivos/sobre_pesquisas/institutopesquisa.html>. Acesso em: 23 jun

4 Durante quase 30 anos as pesquisas eleitorais e políticas ganharam campo e, a partir de 1989, com a campanha de Fernando Collor, elas passaram a ser indispensáveis no Brasil 7. A campanha de Fernando Collor foi estruturada em quatro bases: 1) Instituto de pesquisa Vox Populi (BH); 2) Empresa Paulista de Consultoria Econômica (ZLC); 3) Agência de Publicidade Setembro (BH); 4) Empresa de Informática CAP-Software (DF). Como nos lembra Figueiredo (FIGUEIREDO, 1994.), Collor não era bem visto na elite brasileira, não tinha estrutura partidária, não tinha uma sólida carreira política. Apesar de tudo isso, foi considerado, com razões de sobra, um fenômeno, ganhando a eleição com uma campanha fulminante. A importância das pesquisas eleitorais, percebida pelo campo da política a partir de então, fizeram com que, nas palavras de Nunes (NUNES, 2000), hoje em dia, seja raro algum político, governante ou candidato se valer apenas da sua sensibilidade. Pessoas que tomam decisões não abrem mão das pesquisas. Para Nunes, as principais funções das pesquisas eleitorais são mapear o contexto social e político em que se dará o embate e medir a oscilação da preferência do eleitor na disputa eleitoral. Configurada quase sempre a partir do enquadramento corrida de cavalo, onde são apresentados os candidatos que lideram a corrida pela sucessão majoritária ou proporcional, as pesquisas eleitorais ganharam um generoso espaço na mídia 8. Para Nunes, isso ocorre em decorrência de dois fatos básicos: primeiro, porque a opinião pública, por si só, já é notícia; e, segundo, porque a divulgação das pesquisas de opinião pública permite a democratização da informação, que sem a veiculação pela mídia só seria conhecida no meio político. 9 Pesquisa e decisão de voto As controvérsias a respeito de até que ponto a divulgação das pesquisas pela mídia influencia a decisão do eleitor brasileiro é grande, com correntes contra e a favor da hipótese. Na perspectiva apontada por intelectuais como Marilena Chauí, a 7 Até então, elas eram vistas com desconfiança pelo campo político que enxergavam nelas uma ingerência técnica, além de lhes atribuírem pouca credibilidade. 8 Somente o jornal O Popular divulgou 14 pesquisas eleitorais realizadas pelo Instituto Serpes no período compreendido entre 4 de fevereiro e 25 de outubro de Talvez, o termo mais correto seja a socialização e não democratização, uma vez que as informações será acessada e interpretadas de forma diferenciada pelos vários segmentos de classe social e política.

5 publicação das pesquisas eleitorais não serve apenas para tornar-se conhecida pela opinião pública, mas também, como forma de influenciar a opinião do público. 10 Aprofundando nesta mesa linha de raciocínio também trabalharam Cândido Mendes e Muniz Sodré. Para o primeiro, as informações geradas pelas pesquisas fazem parte das novas regras do jogo político. Regras essas que transformam em explícitas as premissas dos cálculos estatísticos. Já Sodré se preocupa em apontar o vácuo de representatividade, que faz com que as posições ideológicas e a disputa eleitoral sejam substituídas por vantagens percentuais nas pesquisas e rostos fotogênico ou telegênios. 11 Outros nomes, como Leôncio Martins Rodrigues, professores de Ciências Políticas, e Reginaldo Prandi, professor de Ciências Sociais, trabalham com uma perspectiva mais moderada. Para Rodrigues, existe a influência das pesquisas sobre os eleitores, mas ela ocorre apenas entre os eleitores que gostam de votar em candidatos que estão à frente. Já Prandi prefere se a ter ao que ele classifica como função social das pesquisas eleitorais, que seria o fato de que a divulgação das pesquisas eleitorais permitirem que o eleitor solitário seja capaz de se reconhecer como parte dos diferentes eleitores antes da apuração dos votos. 12 Vale a pena ressaltar também aqui o ponto de vista apresentado por Alberto Carlos Almeida (ALMEIDA, 2003). Com a experiência de um profissional que trabalha há vários anos com pesquisa de opinião, o autor lembra que existem pelo menos três perspectivas na observação de uma pesquisa: a dos políticos, a dos jornalistas e a dos coordenadores de pesquisas, cada uma delas seguem um lógica diferente. Esse conflito de interesse seria o motivo principal de controvérsia sobre os resultados das pesquisas. Segundo Almeida, o objetivo do político é vencer a eleição, portanto, ele vai utilizar a lógica do poder de divulgação das pesquisas como argumento de consolo em caso de derrota, ou como explicação de vitória. Já o jornalista tem como função informar a população e o público e, por isso, ele vê a pesquisa como forma de atrair leitor. Essa lógica do poder de divulgação das pesquisas funciona melhor quando noticia mais mudanças nos índices de intenção de votos e menos quando há estabilidade. O coordenador de pesquisas de opinião, por sua vez, tem como objetivo, realizar 10 THIOLLENT, Michel. Pesquisas eleitorais em debate na imprensa. São Paulo: Cortez, Idem 12 Ibidem

6 corretamente as medições feitas por ele, portanto, o que ele deseja é acertar nos resultados da eleição. Almeida cita dois tipos de erros para explicar a reação dos três campos. Chamando-os de erro 1, que é aceitar erradamente a hipótese falsa, ou melhor, quando alguém afirma que houve uma real alteração na situação eleitoral de um candidato e isso de fato não aconteceu; e erro 2 que é rejeitar erradamente a hipótese verdadeira, ou seja, quando alguém afirma que nada se alterou, mas na realidade aconteceu uma mudança significativa. Baseado nisso, o autor afirma que o ethos que rege a atividade política numa disputa eleitoral é diferente para cada um dos campos. O Ethos do político é de aceitar apenas o erro do tipo 1, quando estiver em vantagem, ou aceitar o erro tipo 2, quando estiver em desvantagem. O Ethos do jornalista estará sempre propenso a cometer o erro do tipo 1 em quaisquer circunstâncias, independentemente do crescimento ou piora dos índices de qualquer candidato. E o Ethos do coordenador de pesquisas será sempre de desejar que os resultados das pesquisas sejam os mais exatos e precisos possíveis, portanto, está propenso a cometer um erro do tipo 2, muito dificilmente cometeria um erro do tipo 1. Mesmo já tenham sido incorporadas ao ferramental técnico do marketing político e assimiladas pelo vocabulário do eleitorado brasileiro, muitas dúvidas ainda pairam sobre as pesquisas eleitorais. Diversas questões levantadas 13 não foram totalmente esgotadas e reincidem a cada pleito eleitoral, como argumento e contra-argumento de candidatos e partidos, às vezes, de forma contraditória. Papel influenciador das pesquisas Se as discussões na mídia não apresentaram conclusões definitivas sobre o tema, os estudos acadêmicos já realizados no Brasil tendem a enfraquecer o papel 13 Desde os primeiros anos da chamada Quinta República, iniciada a partir da posse de José Sarney na presidência da República e da retomada do processo de eleições democráticas e sem casuísmos, políticos, intelectuais e pesquisadores discutem a questão das pesquisas eleitorais na imprensa, a partir de perspectivas como a sua utilização para manipulação da opinião pública, a regulamentação da publicação dos resultados antes das eleições, a falta de objetividade das pesquisas em função dos interesses políticos ou econômicos, acertos e erros de previsão, o direito à informação etc.

7 influenciador da divulgação das pesquisas eleitorais na decisão de voto dos eleitores. O cientista político Rubens Figueiredo está entre os que dão pouca importância à divulgação das pesquisas como fator decisor de voto. Estudo feito por Márcia Cavallari e Sílvia Cervelli indicam que os eleitores atribuem às pesquisas o décimo lugar nas fontes de informação mais importantes para definir o voto. Vários cruzamentos indicam que a pesquisa tem, realmente, pouca força na decisão final do voto. Elas podem servir para estimular a militância, conseguir mais recursos, ganhar mais espaço na mídia, e coisas do gênero, o que acaba tendo um efeito positivo na campanha. 14 Opinião comungada por Flávio Eduardo Silveira (SILVEIRA, 1998), para quem a influência exercida pelas pesquisas eleitorais segue a mesma tendência apontada no caso da mídia: os eleitores, em geral, acreditam que elas influenciam os outros e não eles próprios. 15 Uma pesquisa divulgada em 30 de setembro de 1998 pelo jornal O Estado de São Paulo 16 segue na mesma linha para demonstrar a baixa influência da divulgação das pesquisas na decisão de voto do eleitor. Segundo esse trabalho, o resultado das pesquisas eleitorais é o oitavo item de influência na escolha do candidato por parte do eleitor (13%). Ele fica a frente apenas da informação de líderes religiosos (9%). Os sete outros itens que influenciam a decisão de voto são, pela ordem crescente, informações de líderes sindicais (16%), notícias de rádio (18%), propaganda política de rádio e TV (22%), notícias de jornais (26%), debates de TV (34%), notícias de TV (43%) e conversas como amigos, colegas e familiares (47%). Neste mesmo sentido, uma pesquisa de painel realizada pelo Instituto Datafolha, junto ao eleitorado da capital de São Paulo, parece ser esclarecedor. Ao acompanhar o interesse do eleitor pelas pesquisas eleitorais, no período de março de 1994 a agosto de 2004, o instituto mostra que houve oscilação nos resultados. Em 1994, o percentual de interesse alto era de 26%, médio de 36% e não interesse de 32%. Em outubro de 2002, registrou-se o melhor desempenho das pesquisas eleitorais, com o alto interesse chegando a 33%, o médio a 33% e o não interesse baixando para 27%. Mas em agosto de 2004, os índices voltaram aos patamares próximos aos de uma década antes: alto 14 FIGUEIREDO, Rubens. O que é marketing político. São Paulo: Editora Brasiliense, Pesquisa qualitativa elaborada para a tese de doutorado no curso de pós-graduação em sociologia na Universidade de São Paulo, 16 Ibope/CNI/Set/98. In: O Estado, 30/09/98, p.a4)

8 23%, médio 37% e o não interesse estabilizou em 27%. Ou seja, o percentual dos interessados caiu dois pontos percentuais em dez anos 17. Entendendo que ainda não foi muito precisamente estabelecido o peso e o grau de influência da divulgação das pesquisas na decisão de voto do eleitorado nacional, realizou-se um estudo em Goiânia com o intuito de verificar se o mesmo se repete entre o eleitor goianiense, a partir de uma combinação entre pesquisa qualitativa e quantitativa. 18 Inicialmente com uma pesquisa qualitativa (pesquisa em profundidade) com especialistas em comunicação, política e pesquisa eleitoral (publicitário, jornalista, cientista social e um representante de instituto de pesquisa). O objetivo foi conseguir informações que nos ajudassem a esclarecer a questão problema e dar subsídio à elaboração do questionário para o trabalho de campo da pesquisa quantitativa. A pesquisa quantitativa foi a segunda etapa do trabalho, que permitiu comparar as opiniões de especialistas a dos eleitores goianos a respeito da influência da divulgação das pesquisas eleitorais na decisão de voto na cidade de Goiânia. Para facilitar a pesquisa, resolveu-se trabalhar com a metodologia Intercept, que é uma forma de abordagem mais ágil e barata dos entrevistados, feita fora dos domicílios, que permite atingir públicos difíceis e pode ser feita durante toda a semana, mas exige um conhecimento do histórico da cidade e os questionários devem ser curtos, no máximo 25 minutos 19. Foram aplicados 120 questionários preenchendo as cotas de sexo, idade e percentual de eleitores por região da cidade de Goiânia, de acordo com os dados do Tribunal Regional Eleitoral. O que assegurou ao trabalho uma margem de erro para um universo infinito de 7,53 pontos percentuais e um intervalo de confiança de 90%. Estudo de caso Goiânia 17 JANONI, Alessandro. Ética em Pesquisas e Pesquisas Eleitorais. Aula do curso MBA Pesquisa de Mercado Instituto Cambury, em 23 de setembro de Segundo Neto (NETO 2006), citando Trivinos, Dencker e Da Via, as pesquisas qualitativas são de inspiração marxista e buscam compreender uma realidade social específica numa perspectiva históricocultural, já as pesquisas quantitativas apóia-se no positivismo e também no empiricismo e por isso foram denominadas estrutural-funcionalistas. Ainda de acordo com Neto, a pesquisa qualitativa pode assumir várias formas, mas duas são essenciais: a abordagem etnográfica e o estudo de caso. A primeira busca a compreensão dos significados culturais dos sujeitos pesquisados, a segunda, tem como objeto uma unidade que se analisa profundamente para determinar suas características que são dadas por duas circunstancias principais: 1) a natureza e abrangência da unidade e 2) pela complexidade do estudo de caso. 19 NUNES, Renata. Estatística Básica Aula expositiva no Instituto Cambury, MBA Pesquisa de Mercado, em 11/02/2005

9 A pesquisa qualitativa realizada com os especialistas goianienses demonstrou que esses profissionais compreendem a pesquisa política como um instrumento para se obter um retrato do momento e um diagnóstico a respeito do posicionamento do eleitorado. Parece também consenso entre eles que a sua utilização é fundamental em uma campanha eleitoral para a tomada de decisão das ações políticas e como subsídio para a construção de ações estratégicas de um candidato. Embora reconheçam a importância das pesquisas eleitorais, os especialistas não têm o mesmo entendimento quando se trata da credibilidade desse instrumento de aferição. Para os profissionais de comunicação a possibilidade de manipulação e fraude ainda é algo real. Já os cientistas sociais vêem essa possibilidade com maior desconfiança e admitem, no máximo, a probabilidade de vieses na realização das aferições da opinião pública. A idéia de que a divulgação dos resultados das pesquisas eleitorais seja um instrumento democrático e favoreça a população tem mais unanimidade. Com exceção do cientista social, que vê nisso mais um instrumento de manipulação, os demais especialistas ouvidos concordam que os veículos de comunicação, ao divulgar rodadas de pesquisa eleitoral, proporcionam ao eleitor acesso à informação e o auxilia em sua escolha. Todos concordam, no entanto, que a divulgação dos resultados de pesquisa eleitoral tenha influência sobre a decisão, ao menos de alguns eleitores menos politizados e que não tenham contato com os chamados formadores de opinião horizontal. 20 Entre eleitores entrevistados na pesquisa quantitativa, a maioria também disse acreditar que as pesquisas podem influenciar os resultados de uma eleição (71%) e apontou os indecisos como mais susceptíveis a sofrerem essa influência (22,5%). Embora atribuindo uma nota média positiva para a credibilidade das pesquisas e dos veículos que divulgam as pesquisas (6,26 e 6,78), um grande percentual de entrevistados afirmou não acreditar que as pesquisas indicam a real posição dos candidatos na disputa eleitoral (71,7%). Um outro percentual considerável disse votar 20 Segundo Wills, pessoas diferentes são líderes de opinião para diferentes tópicos e suas lideranças estariam distribuídas de forma horizontal através da população. Esses líderes de opinião horizontal, em conversas com a população, provocariam um choque de opinião que condicionaria de modo mais efetivo a opinião pública. Ou seja, nas palavras de Rubens Figueiredo: os formadores de opinião verticais teriam o poder de incutir na massa idéias, valores e informação que a população absorveria sem maiores críticas ou decodificações, já o formador de opinião horizontal seriam aquelas pessoas que, por terem traços de personalidade de liderança e um nível de informação acima da média para o meio em que vivem, têm oportunidades de dizer o que pensam e, mais do que isso, são procurados para orientar pessoas de suas relações.

10 em um candidato que não apresentasse crescimento nas pesquisas (75%), desde que acreditasse nos atributos do candidato (21,7%), achasse que ele é o melhor (19,8%) ou gostassem de suas propostas (17,5%). 21 Três perspectivas tiveram destaque entre os que acreditam haver influência da divulgação das pesquisas na decisão de voto: a idéia do voto útil (20,7%), a influência das pesquisas sobre os indecisos (19,1%) e a força da propaganda (14,1%). Os entrevistados na pesquisa apontaram também outros dados relevantes para entender os eleitores goianienses: 79,2% afirmaram que acham o voto importante ou muito importante; 77,5% disseram que o candidato é o que mais importa na hora e decidir o voto; o partido aparece em segundo, com 10%. A honestidade (49,2%) e a experiência (36,7%) foram apresentadas como elementos principais em um candidato. Do ponto de vista da comunicação, a pesquisa também teve aspectos interessantes. Os noticiários (31,7%), os programas eleitorais (21,7%) e a somatória de ambos (19,2%) foram apontados como as principais fontes de informação a respeito dos candidatos e das eleições. A influência das pesquisas A conclusão que se chegas, após a realização do estudo, é que as situações verificadas nos trabalhos anteriores no Brasil sobre a influência da divulgação de resultados de pesquisas eleitorais não se reproduzem entre os eleitores goianienses. No Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo ficaram constatados que a idéia de que a divulgação das pesquisas possa influenciar a opinião dos eleitores não é conclusiva, uma vez que os resultados são insuficientes para confirmar a hipótese 22. Em Goiânia, essa questão apresentou-se de maneira mais esclarecedora. Percebe-se com o cruzamento dos resultados do questionário que a média, a moda e a mediana da nota dada à credibilidade das pesquisas é 6, demonstrando a existência de uma curva regular. Com isso, é possível garantir que, para os goianienses, as pesquisas têm uma credibilidade positiva. Já o cruzamento das informações sobre o que leva em consideração ao votar e os fatores que ajudam os indecisos a se 21 O primeiro resultado pode ser explicado pela atitude secundista dos eleitores, apontada por Flávio Eduardo Silveira. No segundo, a justificativa parece ser o de que a desconfiança que existe em relação aos políticos atinge também as pesquisas e sua divulgação. Já o terceiro confirma o voto personalista e a baixa identificação partidária dos eleitores. 22 Até porque se tratam de pesquisas qualitativas e não quantitativas

11 decidirem produz uma segunda conclusão: em Goiânia, os eleitores indecisos são os que mais sofrem influência da divulgação das pesquisas na decisão de voto (22,5% dos entrevistados apontaram as pesquisas como o fator mais importante para ajudá-los a decidir o voto). O cruzamento da questão o que leva em consideração ao votar e a pergunta se votaria em um candidato que não apresentasse crescimento na pesquisa, por sua vez, permite confirmar a supremacia do papel do candidato na decisão de voto. Para os 75% dos entrevistados que disseram votar em um candidato que não apresentasse crescimento nas pesquisas, os atributos do candidato são decisivos (21,7%). Essas conclusões do estudo deixam claro o papel influenciador que a divulgação dos resultados das pesquisas eleitorais tem sobre a decisão de voto do eleitor goianiense, sobretudo os indecisos. Uma influência reconhecida tanto por especialistas quanto pelo próprio eleitor. A importância dessa conclusão para a cidadania política em Goiânia, no entanto, ainda precisa ser estudada. 23 O que se pode adiantar é que, como mostra outro estudo 24, a utilização da divulgação de resultados de pesquisas durante o processo de campanha eleitoral já foi incorporada às estratégias do marketing político local. Referências Bibliográfias ALMEIDA, Alberto Carlos. Como são feitas as Pesquisas Eleitorais e de Opinião, 2 ed., Rio de Janeiro: Editora FGV, CHAMPAGNE, P. Formar a opinião, O novo jogo político. Rio de Janeiro: Vozes, FIGUEIREDO, Rubens. O que é marketing político, São Paulo: Editora Brasiliense, cidadania política, entendida não apenas como o direito à participação política, mas de lutar para conquistar seus direitos e manté-los por meio do parlamento e das instituições de governo local, mas também através da ação comunicativa na esfera pública. 24 FERNANDES, Luiz Carlos e TOMAZETTI, Luorenço. Marketing eleitoral e HGPE em Goiás Sociedade e Cultura: Revista de Pesquisas e Debates em Ciências Sociais. Goiânia v.5, n2, (p ). Departamento de Ciências Sociais, FCHF/UFG.

12 . O Marketing Político: entre a ciência e a falta de razão. In: Marketing Político e Persuasão Eleitoral, Rio de Janeiro: Fundação Konrad Adenauer, HABERMAS, Jürgen. Mudança estrutural da esfera pública: Investigação quanto a uma categoria da sociedade burguesa, Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, Instituto Data Folha Pesquisa grau de interesse por pesquisas eleitorais, São Paulo, setembro de Instituto Data Folha Pesquisa grau de confiabilidade das pesquisas eleitorais, São Paulo, novembro de MICHEL, Thiollent Pesquisa eleitorais em debate na imprensa, São Paulo: Editora Cortez 1989 MILLS, Wright. Os meios de comunicação de massa e a opinião pública in: Poder e Política, Rio de Janeiro, NUNES, Márcia Cavallari. O papel das pesquisas. In: Marketing político e persuasão eleitoral. FIGUEIREDO, Rubens (Org.), São Paulo, Fundação Konrad Adenauer, NETO, Joaomar Carvalho de Brito. A Informação dos Excluídos: A experiência dos calungas no Brasil, Dissertação (Doutorado em Ciências da Informação) Universite Vincennes-Saint-Dênis, Paris, França. NUNES, Renata. Estatística Básica. Aula expositiva no Instituto Cambury, MBA Pesquisa de Mercado, em 11fev RIEDINGER, Edward Anthony. Como se faz um presidente; tradução de Roberto Raposo, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, Site Ibope. Disponível em:<http://www.ibope.com.br/calandraweb/bdarquivos/sobre_pesquisas/institutopesq uisa.html>. Acesso em: 23 jun Site MAS pesquisa de Mercado. Disponível em: Acesso em 20 /agosto/2005 SENNET, R. O declínio do homem público: as tiranias da intimidade, São Paulo: Cia. das Letras, 1988.

13 SILVEIRA, Flavio Eduardo. A decisão do voto no Brasil, Porto Alegre: EDIPUCRS, SIGNATES, Luiz. Limites e possibilidades: os caminhos da comunicação social na obra de Jüngen Habermas. Artigo publicado no X Encontro Anual da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Comunicação - Compós, 2001, Brasília. THOMPSON, John B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia; tradução Wagner de Oliveira Brandão, Petrópolis RJ: Editora Vozes, TRAVINOS, Augusto Nibaldo Silva. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação, São Paulo, Atlas, 1987.

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