Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Suplemento Especial - Não pode ser vendido separadamente. Fonte de. Pesquisa

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Suplemento Especial - Não pode ser vendido separadamente. Fonte de. Pesquisa"

Transcrição

1 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Suplemento Especial - Não pode ser vendido separadamente Fonte de Pesquisa

2 2 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 O Jornal O Nacional comemorou 86 anos no dia 19 de junho. Para marcar a data circula com uma edição especial, nesta segundafeira, com homenagens de seus parceiros e tratando de um tema que, muitas vezes, passa despercebido pelo grande público leitor. O meio jornal é hoje uma das fontes mais fidedignas e acessadas para a pesquisa acadêmica. Detentor de informações importantes e extremamente relevantes para a vida da comunidade, ON é o jornal mais procurado no Arquivo Histórico Regional por estudantes e professores. Para realizar o trabalho, buscamos informações em duas Faculdades da UPF: Jornalismo e História. Foram selecionadas apenas alguns dos tantos trabalhos científicos que utilizaram o jornal como fonte de pesquisa. Para começar a leitura, fomos até o AHR saber como é a reconstituição e manutenção dos arquivos do jornal que estão depositados no local. Boa Leitura! Preservando 4 a história O que fazemos com coisas que lemos no jornal? 26 Cultura gaúcha 22 nas páginas do ON Ajudando a 6 contar a História Resgatando uma trajetória Patrimônio Histórico e a modernização em Passo Fundo A primeira década fotográfica do Jornal O Nacional 8 Ajudando a contar a história de um partido 14 O simbólico universo de um jornal O uso da grande reportagem pelo O Nacional Diretor Presidente: Múcio de Castro Filho Diretor Executivo: Múcio de Castro Neto Editora Chefe: Zulmara Colussi MC- Rede Passo Fundo de Jornalismo Ltda Rua Silva Jardim, 325 A - Bairro Annes CEP Caixa postal 651 Fone: Passo Fundo RS Sucursal em Porto Alegre: GRUPO DE DIÁRIOS - Rua Garibaldi, 659, conj. 102 Porto Alegre-RS. Representante para Brasília: CENTRAL COMUNICAÇÃO. Representante para São Paulo e Rio de Janeiro: TRÁFEGO PUBLICIDADE E MARKETING LTDA Avenida treze de maio, sala Rio de Janeiro RJ. Conselho Editorial Múcio de Castro Filho Clarice Martins da Fonseca de Castro Milton Valdomiro Roos Fones Múcio de Castro Antero Camisa Junior Contatos Geral: (54) Circulação: Redação: (54) Não nos responsabilizamos pelos Filiado à Dárcio Vieira Marques Paulo Sérgio Osório Valentina de Los Angeles Baigorria Múcio de Castro Neto Comercial: Redação: Administrativo: Assinaturas: (54) Classificados: (54) Circulação: (54) conceitos e opiniões emitidos em colunas e notas assinadas ou matérias pagas. Não devolvemos originais, publicados ou não.

3

4 4 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Preservando a história Por Daniella Faria/ON OJornal O Nacional tem sido objeto de estudo em várias áreas acadêmicas. Entretanto, com o passar do tempo e com o constante manuseio, o meio físico se danifica e, muitas vezes, o acesso ao material é restrito. Para minimizar esse problema e modernizar o acervo, ON estabeleceu um convênio com a Universidade de Passo Fundo, pelo Arquivo Histórico Regional. Através dessa parceria a guarda do acervo, desde o seu primeiro exemplar, está de posse dos historiadores. Nesse local, os exemplares são cuidados, restaurados e, aos poucos, digitalizados. Além de toda essa preocupação, o nosso objetivo também é dar um acesso ampliado ao público, destaca o professor de História e coordenador do Arquivo, Eduardo Svartman. O professor explica que com o uso do acervo, mesmo com todos os cuidado, o material sofre uma degradação natural na manipulação. Os jornais mais antigos, por exemplo, que eram em formato standard, tinham, e ainda têm, quando utilizados, que ser manuseados com as duas mãos. A gordura do corpo, a umidade e o calor fazem com que essa documentação se deteriore. Digitalização Quando o convênio foi firmado, Svartman relembra que a intenção era realizar uma microfilmagem. Com isso, se criaria uma mídia alternativa, onde as pessoas poderiam ter acesso a documentação sem prejuízos da mesma. Entretanto, na época, esse procedimento era bastante caro e requeria uma contratação especial de um serviço, aquisições de máquinas leitoras, dentre outras necessidades. Nesse meio tempo, houve um barateamento com a tecnologia de digitalização. Inicialmente com os scanners e, mais tarde, com as máquinas fotográficas de alta resolução, esclarece. Com isso surgiu essa alternativa um pouco mais viável do ponto de vista econômico da sua celeridade. Desta forma se optou por esse caminho na mídia digital através da fotografia. Apesar de ser um processo aparentemente simples de se fazer, ele demanda horas, dias ou semanas para a execução bem feita. Atualmente o Arquivo já tem digitalizado a primeira década do periódico. A cada dez anos gravamos as edições em DVDs e realizamos um lançamento. Os primeiros já foram entregues oficialmente para a direção do Jornal, em 2010, quando a empresa completou 85 anos. Agora partimos para a segunda década, destaca. Com o passar dos anos, Svatmann ressalta que o trabalho começa a ficar mais demorado, pois o jornal, que no seu início era semanal, aos poucos passa a ter mais periodicidade e o volume de páginas também acompanha essa expansão. A digitalização de uma edição pode demorar mais de uma semana para ser feita, comenta. Processo O trabalho para a gravação digita do Jornal é minucioso. Antes dos jornais serem fotografados, eles são desencadernados. Hoje eles estão em uma espécie de livros, que têm que ser cuidadosamente descosturados, desencadernados e depois é realizada uma manutenção, diz. Caso haja alguma folha rasgada ou danificada, como por exemplo, por um pedaço de durex, o local é restaurado com folhas que se assimilem ao máximo a cor do impresso da época. A digitalização do jornal é feita em uma plataforma, onde página por página, um estagiário, destinado exclusivamente para esse trabalho, fotografa e grava no HD dos computadores. Ou-

5 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 5 tro profissional também ajuda na gravação e organização do acervo. Muitas vezes a foto tem que ser tirada várias vezes e repassada para o computador para ter a certeza de que tudo está perfeitamente visível. Com isso, temos uma alta resolução, onde pequenos anúncios podem ser abertos maiores. Sem falar na comodidade de duas pessoas poderem olhar a mesma edição em uma só hora. Antes elas teriam que marcar horário, caso eles coincidissem, fala o professor. Depois de fotografado, o arquivo é gravado com cópia de segurança e segue para ser encadernado novamente. Há cerca de dois anos o processo de arquivamento das edições ficou mais fácil. Assim que a edição é finalizada, um arquivo já digitalizado, é encaminhado para o Arquivo para ser gravado. Importância Para os historiadores o jornal é uma fonte riquíssima. É uma espécie de janela que se abre para o passado. É fonte da história política, social, econômica. Se você quiser saber da campanha das Diretas Já em Passo Fundo, basta pegar os jornais da década de 80. Se fizer uma pesquisa saberá quem era a favor ou contra através das analises de matérias e editoriais, destaca o professor. Além da história, a pesquisa no Jornal também ajuda em outras áreas, como o da agricultura. Nas páginas foram retratadas, por exemplo, a repercussão da introdução do cultivo da soja nos anos 60 na região. Até mesmo o setor imobiliário se vale das páginas para realizar pesquisas sobre o mercado. Basta analisar o caderno imobiliário e analisar os últimos dez anos que se tem uma base de como o setor tem se comportado, enfatiza Svartaman. Atualmente os grandes jornais têm percebido a importância de divulgar seus acervos para serem usados em muitos tipos de pesquisa. Prova de que O Nacional não está ficando para trás é se espelhar em grandes periódicos, como a Folha de São Paulo, que já digitalizou todo o seu arquivo e o disponibilizou na internet. O jornal serve inclusive como fonte para o próprio jornal, para a sociedade e, claro, para o meio acadêmico, conclui.

6 6 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Ajudando a contar a História Por Daniella Faria/ON A lém de informar, o Jornal O Nacional tem uma importância fundamental para os alunos do curso de História. Fundado em 1925, ele serve de referência para ser usado em pesquisas que estudam a realidade regional. A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo, Ana Luiza Setti Reckziegel, cita o jornal como um objeto precioso de auxílio acadêmico. Ela destaca que a imprensa se tornou uma fonte de pesquisa principalmente para as questões da história política. Na década de 1970 ele foi essencial para relatar os fatos da época, quando a história política passou a não ser mais dos grandes acontecimentos, das grandes questões de Estado, mas também passou a ser uma história preocupada com as relações de poder e em buscar outras fontes que não fossem somente documentação oficial, ressalta. História Regional Para a realidade regional não é diferente. Hoje ainda não há uma história sistematizada, e muitas vezes o jornal serve como fonte de pesquisa para os historiadores, principalmente nos seus dez primeiros anos de funcionamento, quando era o único veículo de imprensa do município. O ON é fundamental porque ele é do início do século, 1925, e cobre um vasto período temporal. Nos dá muitas informações, destaca. Ele é um pontapé inicial para os trabalhos, que em seguida são complementados com outras fontes, como depoimentos orais ou documentos de Estado. Os grandes temas nacionais, por exemplo, não eram analisados em termos de região Norte do Rio Grande do Sul. Isso é feito hoje pelo curso de história com o auxílio da imprensa da época. Quando se fala em história regional, não significa que ficamos somente um uma determinada área. A região é algo muito mais do que um espaço físico, é uma metodologia de trabalho, um recorte que pode ser dado em qualquer espaço geográfico através das variáveis em comum, como identidade cultural ou econômica. Linhas de pesquisa Os acadêmicos de História utilizam o jornal em duas perspectivas. Como fonte e como objeto de pesquisa. No caso do objeto, é estudado como o Jornal se portava em terminada época. Que jornal é esse? Quem foram os donos? Que linha partidária ele professava? Percebe-se que o jornal em dado momento fica a favor de um ponto, em outros contra. Tudo isso nos interessa muito para analisar os fatos, como por exemplo, no período da censura, explica.

7 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 7 Fatos marcantes Como o jornal está completando 86 anos, muitos fatos que marcaram a história tiveram destaques em suas páginas. Uma das grandes referências, segundo Ana Luiza, é a cobertura da Revolução de Esse fato gerou uma discussão que permaneceu muito tempo no jornal, diz. O ON fez toda uma cobertura desse fato, e até 1932, quando há a Revolução Constitucionalista, ainda segue reportando a Revolução de 30. Em análise é possível perceber que primeiro há uma posição de apoio a Aliança Liberal e ao candidato Getúlio Vargas. Já em 1932, há uma posição de muita critica ao Getúlio em função de toda a protelação que ele faz em chamar uma constituinte e promulgar uma constituição. Isso é muito marcante, avalia. Outro fato foi a cobertura da Segunda Guerra, onde foi amplamente noticiada pelo jornal. Esse material é muito usado na Pós Graduação como fonte da época, cobrindo o período de 1937 a É um momento que o jornal supriu uma lacuna de documentação que foi fundamental. Conseguimos constituir toda essa história da Guerra e sua repercussão regional através ON, enfatiza. O suicídio de Getúlio Vargas, em 1954 e toda a sua crise também serviram de base para alguns trabalhos. Vale lembrar, que para muitos historiadores, o que acontece há mais de 50 anos é tido como história. Já no período que acontece até esse período é tratado como jornalismo. Entretanto, há uma linha estudada no ramo, chamada de história do tempo presente, que usa bastante a imprensa como fonte. Um dos fatos que chamou a atenção nesse período foi a Ditadura Militar, na década de 30. A censura se transformou num problema para algumas pesquisas. Na questão da Guerra, onde já temos o Estado Novo instalado, vemos não só a questão da censura como a autocensura, realça. Nesse período o jornal é usado como objeto de estudo, onde é analisado os momentos de restrição de liberdade de expressão, o que ele está passando, que linhas políticas está ligado e se é mais ou menos visado pela censura. Esse é um momento em que o jornal é de extrema importância, visto que nos último 50 anos, muitas vezes, ainda não há a própria documentação oficial ou não está aberta para a consulta dos pesquisadores, finaliza.

8 8 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 A primeira década fotográfica do Jornal O Nacional Por Fabiana Beltrami Jornalista A s imagens como contadoras da história junto ao texto, são importantes para a percepção de mundo, de comunidade, de cidadania, e da cidade em que se vive, no caso, Passo Fundo. Por isso no trabalho de conclusão da minha segunda graduação escolhi estudar a primeira década das imagens do jornal O Nacional, de 1925 à 1935, por ser o mais antigo em circulação. Todo o material fotográfico foi acessado através do Arquivo Histórico Regional, onde todas as edições deste período estão digitalizadas, e, por onde eu folhei as imagens dessa história. Minha intenção durante todo o processo era identificar as imagens de cunho jornalístico, ou seja, imagens que informavam e não apenas ilustravam algo. A fotografia jornalística provavelmente começou quando alguém apontou a câmera para um acontecimento colocando tal imagem visível ao público como um testemunho. Antes disso os jornais eram ilustrados com desenhos ou gravuras feitos em métodos diferenciados como a Zincogravura no final do século XIX. Em 1842 o daguerreotipo foi utilizado para registrar as conseqüências de um incêndio acontecido em um bairro de Hamburgo, e esta imagem é cogitada como uma das primeiras fotografias jornalísticas da história. Mais de 80 anos depois da primeira fotografia de cunho jornalístico, o jornal O Nacional, inaugura suas atividades em 19 de junho de A partir daí iniciou-se o estudo que segue. As primeiras imagens do jornal eram ilustrações, normalmente publicitárias e desenhadas, não aparecendo em todas as edições. Mas a primeira imagem que se parecia com uma fotografia era um desenho da fachada de um edifício que se pretendia construir na cidade: o Clube Comercial. Não há, no periódico em questão, um texto noticioso sobre o tema, apenas uma legenda indicativa do que a imagem se referia. Talvez possamos afirmar também, que esta é a primeira evidência no jornal O Nacional, das chamadas foto legendas. Além disso, a imagem referida, possivelmente pelo ineditismo (ser uma das primeiras imagens na publicação) ocupa lugar central na capa do jornal. Aproximadamente um mês depois da publicação acima, aparece a primeira fotografia que foi publicada no jornal ON. Era de um anúncio de um hotel na cidade e, se dá, já no primeiro ano do periódico. A imagem foi realizada num enquadramento de plano conjunto mostrando o hotel e a casa ao lado. Porém, ainda não é uma fotografia que complementa uma notícia, mas um anúncio publicitário. No início do ano seguinte, as primeiras fotografias ainda aparecem como foto legendas, como no ano anterior, quando a ilustração do Clube Comercial, postada na capa do jornal, tinha a função de informar. Depois, em janeiro de 1926, duas fotografias de paisagem mostram uma construção da cidade: o Chafariz. Na foto da metade superior da página, o enquadramento é aberto mostrando centralmente todo o objeto em que percebemos algumas pessoas sentadas na frente. Na fotografia de baixo a construção é mostrada detalhadamente num plano mais fechado registrando apenas a construção, onde também se percebe uma pessoa sentada na parte interna. A presença das pessoas parece um registro espontâneo, nem combinado, nem posado, porém não há nenhuma ação, o que caracterizaria uma fotografia jornalística de fato, porém o texto que acompanha a foto, já é mais completo e informativo, do que apenas uma legenda.

9 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 9 A Vistas Municipaes torna-se uma sessão que repetir-se-ia, mantendo o mesmo estilo de enquadramento e objeto referendado ao longo de vários anos. Só em 1926, quando da publicação da primeira ocorrência, a ela seguiram-se outras 7. As imagens apareciam na capa e utilizava-se de legendas, com uma pequena frase ou um texto de 02 a 03 linhas informando o assunto da foto. No entanto, há na edição 63 (figura 04), o registro da ação, onde aparecem trabalhadores carregando pedras, mostrando um estilo mais fotojornalístico, onde não posado para a foto e sim no contínuo trabalho, onde o fotógrafo não interfere na ação da cena, apenas registra. É um enquadramento aberto, mas do conjunto da ação. Em fevereiro de 1931 aparece uma foto com características diretas do fotojornalismo: o instante fotográfico, a ação acontecendo e nenhum indício de planejamento no fazer a foto; porém novamente é uma fotografia evidenciando um empresário dono de uma marca conhecida, ou seja, uma imagem empresarial, conseqüentemente publicitária. Apesar de parecer que o fotógrafo seria alguém que estava no navio e que registrou acidentalmente o fato (Figura 05). O registro fotográfico trata de um dirigível que transportava o presidente da Godyear (marca de pneus) e que pousou num navio para transportar passageiros. A fotografia, apesar de estar numa página interna, está em evidência e junto dela acompanha um pequeno texto informativo contando o fato. Mais uma aparição do que podemos perceber ser uma notícia para o jornal naquela época (Figura 05). No ano de 1934, tem-se a primeira fotografia aérea de Passo Fundo publicada no caderno comemorativo de aniversário do jornal O Nacional. A fotografia ocupa quase metade da página inferior mostrando claramente as delimitações da cidade com suas ruas e quadras. Na parte superior várias informações sobre a cidade são citadas, como: o número de moradores (população), sobre o transporte público e ferroviário, qual a renda do município, a divisão administrativa, etc. Esta fotografia, em seu tamanho, foi a maior já publicada até o período estudado. A imagem, juntamente com as informações e algumas outras incidências vistas neste estudo, demonstra que o uso do fotojornalismo o texto como parte da foto e vice-versa, tenta seu espaço no jornalismo municipal. Esta fotografia (Figura 6) é a última que nos traz novidade no que diz respeito à imagem fotográfica até junho de 1935 que se objetivou estudando a primeira década do ON. Aqui, foram seis fotografias de relevância na história da imagem no jornal e da fotografia observadas em dez anos do O Nacional. No estudo total foram vistas mais dez imagens além destas seis, o que proporcionou um conhecimento tanto na editoria a importância que tinham nas páginas dos jornais; quanto do efeito de realidade que elas possuíam e, também, na história de Passo Fundo. No decorrer, percebeu-se que a fotografia tem seu peso maior junto com o texto e viceversa. A foto legenda proporcionava um maior conhecimento sobre a imagem referida, assim como a fotografia, acompanhada de um texto, ampliava sua dimensão, como no caso do dirigível. Percebeu-se também que nenhuma foto era creditada, como atualmente, não podendo assim saber se as fotos eram captadas pelos jornalistas ou pelos fotógrafos. No final, folheando digitalmente e manualmente as edições da primeira década do O Nacional pôde-se conhecer: o primeiro edifício do Clube Comercial, como era o Chafariz e, também, Passo Fundo a menos de 100 anos atrás.

10 10 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Patrimônio Histórico e a modernização em Passo Fundo Por Eduardo Knack Mestre em História Q uando realizei estágio no Museu Histórico Regional, ainda durante a graduação em História, entre 2003 e 2005, tive a oportunidade de estudar a memória patrimonial da cidade e os problemas enfrentados em relação à preservação de prédios históricos. Passo Fundo sofria com um intenso processo de verticalização, especialmente no centro, a cada dia derrubava edifícios com valor histórico e arquitetônico incalculável, situação que na verdade ainda hoje não foi resolvida. A imprensa teve um papel importante como fonte de pesquisa para encontrar a origem da acelerada modernização que ameaçava as edificações históricas de Passo Fundo. A leitura dos jornais locais revela a formação de uma cultura progressista desde a década de 1920, que se intensificou a partir dos anos de 1950, conferindo à cidade o título de capital do planalto. A busca pela afirmação dessa identidade teve em sua frente elites econômicas e políticas da região, ao mesmo tempo que ainda hoje ameaça a memória patrimonial do município, também está presente nas justificativas para o tombamento dos bens patrimoniais, a cultura progressista constitui parte do valor histórico da cidade, revelando uma relação complexa entre progresso e patrimônio. (segue)

11

12 12 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Procurei estudar a origem desse problema e sua relação com o patrimônio histórico municipal. Refletindo sobre estas questões, entrei no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo com o trabalho Modernização do Espaço Urbano e Patrimônio Histórico: Passo Fundo/R.S, concluído em A leitura da imprensa passofundense foi essencial, pois possibilitou acompanhar o descaso com a memória, refletida pelo abandono de edificações tombadas e espaços culturais, por exemplo, em artigos de O Nacional como Verticalizar sim, destruir não (2006) e O triste fim de uma história (2006), comentando a destruição do Cine Teatro Pampa, em que o professor Haroldo Carvalho refletia sobre a gravidade do problema: Nesta semana a população passo-fundense foi pega de surpresa com a declaração da destruição de um ícone cultural e histórico da cidade nascido na década de 60. Foi anunciada a demolição do Cine Teatro Pampa que por muitas décadas foi um ponto de encontros entre amigos, namorados e até inimigos. Esse artigo demonstra a notícia da derrubada do Cine Teatro Pampa, uma edificação que tinha um significado para grande parcela da comunidade passo-fundense, ou seja, era uma referência da memória coletiva da cidade. A mídia, no caso o jornal, representa uma parcela da opinião pública, como também faz parte da própria esfera pública, mostrando, como diz o título do artigo, tristeza em ver um ícone da história da cidade ser derrubado. Através das páginas da imprensa, foi possível acompanhar as discussões e debates em torno das transformações urbanas, da industrialização, da verticalização da área central, dos benefícios e problemas de uma acelerada busca pela modernização, entendida como progresso econômico. As edificações consideradas modernas eram retratadas nas páginas de O Nacional, como por exemplo, no artigo O majestoso Cine Hotel Consórcio, publicado em Segue um trecho da reportagem: a impressão que a reportagem teve desse majestoso edifício, cujo arcabouço está se erguendo para o céu, foi simplesmente admirativa. O que mais impressiona é a vastidão da construção. A parte do cinema, que é a térrea e na parte posterior do edifício, tem dimensões gigantescas, de onde sairá o maior e mais luxuoso cinema e teatro de todo Estado, incluindo a própria capital. A busca pela industrialização também foi expressa na reportagem Imponente fábrica de aniagem em vias de funcionamento, também publicada em Modernização, representada por construções modernas, verticais e indústrias, era entendida como progresso para as elites municipais. Da mesma forma que a imprensa contribuía, legitimando essa cultura progressista, com a modernização urbana, também apontava os problemas gerados pelo crescimento desordenado. Entre os vários artigos e reclamações publicados nos jornais, pesquisei aqueles relacionados diretamente com a expansão urbana e a modernização acelerada, como falta de transporte público, necessidade de saneamento básico e falta de água potável, como demonstra a reportagem Os Moradores não têm água nem para matar a sede. A matéria relata o drama dos moradores da Rua General Canabarro e parte da Rua Benjamin Constant, como este trecho demonstra: Trata-se de uma situação calamitosa, havendo necessidade absoluta de ampliação da rede de água por aquelas quadras, pois não é possível presenciarmos, nesta cidade já centenária, o drama de seus moradores, na luta pelo líquido precioso. A corrida pelo progresso, gerenciada pelas elites políticas e econômicas do período, caracterizada pela busca da ind u s t r i a l i z a ç ã o do município, da modernização e verticalização, não conseguia resolver problemas de infra-estrutura básicos em bairros e ruas até então periféricos à área central. Os debates em torno da construção de um distrito industrial em Passo Fundo são marcantes a partir da década de 1950, e se intensificam entre 1960 e 1970, envolvem inclusive a discussão de vender o espaço hoje ocupado pelo conjunto arquitetônico que compreende o Espaço Cultural Roseli Doleski Pretto. Mas como o município poderia empreender a construção de um parque industrial sem antes atender às condições mínimas de serviços para a comunidade, como água potável, transportes públicos, entre outras reclamações presentes na imprensa naquela época. O investimento em indústrias era encarado como uma solução para várias questões, mas o principal objetivo era gerar empregos e renda para população, além de ser um dos símbolos da capital do planalto. Mas esse objetivo foi perseguido sem levar em consideração algumas consequências, como a destruição da memória patrimonial, no entanto, apenas industrializar a região não resolveria todos os problemas urbanos da cidade. Em maio de 1957, devido a continuas reclamações, o executivo municipal apresenta uma solução à comunidade apresentada pelo jornal O Nacional: Chafarizes para os arrabaldes da cidade. A rede de água encanada em Passo Fundo, não acompanha os progressos e os crescimentos da cidade, em todas as direções, causando isso grande mal estar no seio das populações dos arrabaldes. Enquanto discutia-se a construção de um distrito industrial, a solução encontrada para a falta de água potável era a construção de chafarizes. É possível perceber as prioridades estabelecidas no período, pois enquanto a população utilizava chafarizes para o consumo de água, comemorava-se no centenário da cidade, como demonstra O Nacional no mesmo ano: Segundo pude apurar a reportagem, foi iniciado hoje, pela manhã, o erguimento dos arcos do pavilhão da Indústria, que tem as seguintes dimensões: 80 metros por 25, isto é, 2 mil metros quadrados. Trata-se de obra monumental, verdadeiramente aparatosa. As comemorações do centenário do município marcaram o imaginário de uma cidade moderna e industrializada, como pensava-se que uma capital deveria ser. Porém, existiam problemas dignos de cidades do interior, mostrando uma contradição entre a afirmação simbólica da identidade capital do planalto buscada pelas elites municipais e os problemas da população que não habitava o espaço central da cidade, morando nos bairros e vilas ao redor. Portanto, os jornais exerceram um papel central em minhas pesquisas, onde a imprensa pode ser entendida como participante na legitimação de idéias de modernidade, que formam uma cultura progressista no município, e como um meio para identificar problemas gerados pela busca constante de uma modernização urbana durante as décadas estudadas. A manutenção do acervo dos jornais locais, que estão no Arquivo Histórico Regional de Passo Fundo, é fundamental para o trabalho dos historiadores, pois uma pesquisa histórica deve estar sempre aberta a novas interpretações das fontes utilizadas.

13

14 14 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Ajudando a contar a história de um partido Por Emerson Lopes Brotto Bacharel em Direito pela UPF Mestre em História pela UPF Membro da Executiva Municipal do PC do B P arafraseando o poeta Ferreira Gullar, que disse que quem quiser contar a história do Brasil, tem que falar do PCB, quem quiser contar a história de Passo Fundo, tem que falar d O Nacional. Mais certo ainda é dizer o inverso: O Nacional conta a história de Passo Fundo, falando dela, por seus mais diversos interlocutores, através do tempo passado e presente. Revisitar o Partido Comunista do Brasil (PCB), nos idos de 1922/1948, do século que terminou, a partir de uma visão do norte de nosso Estado, em trabalho de dissertação do Mestrado em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), concluído em 2005, feito livro brevemente, só nos foi possível através das informações veiculadas no jornal O Nacional. A fundação do PCB em solo pátrio ocorreu em Poucos anos antes, em 1917, a Rússia Czarista seria palco de profundas transformações políticas e sociais. A revolução bolchevique fará simpatizantes nos quatro cantos do Globo, inclusive aqui. É também o ano em que os tenentes, imortalizados no episódio que ficou conhecido como os 18 do forte, surgem na cena política brasileira. Deles sairão homens que farão história, e terão seus nomes para sempre lembrados, dentre os quais, Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança. Não muito distante, o ano de 1930, com Getúlio Vargas à frente, e muitos dos tenentes em sua guarda, marcará o fim da Repú- blica Velha e o início de um novo período sócio-político-econômico do país. Os tenentes se separam. Uns querem o Brasil reformado. Outros, revolucionado! Prestes volta, da, então, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (U.R.S.S) em 1935, na incumbência de fazer aqui, o que os operários e camponeses russos fizeram em 1917: a revolução socialista. Ele é aclamado presidente de honra da Aliança Nacional Libertadora (ANL), movimento patriótico e anti-fascista que fez adeptos em todos os estratos sociais do Brasil, do Estado e de Passo Fundo.

15 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 15 Transcorria o dia 20 de junho de 1935, e a edição nº de O Nacional informava aos passo-fundenses que a ANL local havia incumbido os companheiros Múcio Martins de Castro e Luiz Gonzaga Rocha, de organizarem núcleos de intelectuais jovens e carpinteiros. Múcio de Castro ainda não sabe que em 1940 sua família vai assumir os comandos da empresa jornalística da qual ele havia sido funcionário em 1930, e que fora fundada em 1925, por Herculano Annes, Theofilo Guimarães, Americano Araújo Bastos e Hiram Araújo Bastos. Não sabia também que muitos anos à frente, sua postura firmemente democrática seria posta à prova por ocasião do Golpe Militar de 1964, quando então, segundo contam as vozes jornalísticas de Passo Fundo, vindas do saudoso Argeu Santarém e do Ivaldino Tasca, rechaçou a intervenção dos militares em seu jornal, no intuito de que despedisse o repórter comunista João Freitas, falecido em 1992, e que também deixou profícuo trabalho em prol da advocacia da cidade. Segundo alguns historiadores, com as quais não coadunamos, a ANL, em seu veio militarista-revolucionário, conduzirá o Brasil ao Estado Novo, abrindo passagem à ditadura varguista iniciada em 1937, e que só findará em 1945, com a redemocratização do país. Já 1945 culminará com o fim da 2ª Guerra Mundial. É a redenção da humanidade. Todos ganham contra Hitler, inclusive o PCB, que fora alijado da política nacional pós-35, devido a sua desfocada insurreição. Stálin vencera Hitler inexoravelmente. É o pai dos povos! O heroísmo dos combatentes russos faz história. Prestes sai da prisão e reorganiza o PCB. É um período em que o partido atrai para si numerosos intelectuais: Graciliano Ramos, Jorge Amado, Carlos Drumond de Andrade e Monteiro Lobato, dentre outros. E o PCB é reorganizado em todos os cantos da nação. Em Passo Fundo não foi diferente. Em 30 de dezembro de 1945, conforme a edição de O Nacional, de dois de janeiro de 1946, reorganizava-se o do Diretório local, em reunião realizada na residência do Sr. Bonifácio João Aramchipe, e que ficou constituída pelos seguintes cidadãos: João Roma, Eduardo Barreiro, João Cony, Ernesto Delvaux (Piti), além de outros nomes. Só homens? Não! Albertina Rosado também estará entre eles. Uma mulher à frente de seu tempo! Tarso de Castro, um dos gurus da imprensa moderna do Brasil, cria da casa d O Nacional, em artigo intitulado Os meus heróicos, românticos e belos comunistas, publicado na revista Afinal, de São Paulo, nos idos de 1989, dirá: (...) Sobre tudo e todos reinava a linda professora Albertina, com sua pele branca, seus cabelos, mulher de finos tratos. E comunista. Com o que, tenho certeza, se alguém nos perguntasse naqueles dias, aos berros, na rua, o que éramos, poderíamos responder em coro: somos comunistas. Passado o turbilhão da beligerância hitlerista, logo os blocos se formam. Capitalistas versus comunistas. O Brasil alinha-se aos Estados Unidos. A guerra fria faz córregos em todo o globo, e deságua com força em 1947, varrendo, uma vez mais, os comunistas da vida legal. O PCB é cassado em Voltará em Em 1964 o país é amordaçado, o que leva, em setembro 1976, o jornalista Ivaldino Tasca a publicar em branco sua coluna em O Nacional, como retrata José Ernani de Almeida. Lutadores e sonhadores do passado, como João Amazonas, feitos presentes pelas Manoelas e Julianos da vida, relatados pelos Argeus e Tascas da lida. Estamos aqui, em 2011, dizem todos que seguem nesta jornada, sejam jovens, adolescentes e velhos militantes da causa. E, se hoje, como em tempos idos, lhes perguntam o que são, respondem ainda mais convictos: - Somos comunistas!!!

16 16 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 O simbólico universo de um jornal Por Cleber Nelson Dalbosco Publicitário e professor da Faculdade de Artes e Comunicação - UPF O leitor abre o jornal. O leitor visualiza o jornal, na sua forma online. Um imenso universo é criado neste simples ato. E o contato não se dá unicamente de maneira física, mas, sobretudo, pela condição do próprio jornal como veículo de comunicação. É o reduto não apenas de informações, mas de formações, no sentido mais amplo que este termo possa ter. Esquecer que muitas formações culturais, políticas, religiosas, e toda sorte de manifestações humanas estão presentes nos meios de comunicação seria um dos maiores enganos. É, caso específico de um jornal, um documento que se faz presente, e no presente opera sua importância. Quantos de nós não recorremos às páginas dos jornais para nelas obter alguma coisa relevante para nossas vidas? Quando um jornal é editado, nele são postos em movimento uma série de elementos, que não são apenas o papel e a tinta, os bits e bytes da versão online. O movimento que se apronta é o universo simbólico. Cultura, sociedade, economia, política, crenças, vivências, relatos, enfim, toda sorte de manifestações estão, de uma forma ou de outra, presentes no jornal. Foi buscando compreender determinadas manifestações do universo simbólico passo-fundense das décadas de 1960 e 70 que en- tre 2005 e 2007, localizei nos antigos exemplares de O Nacional o material de pesquisa para o, então projeto de mestrado em história, que deu origem ao livro intitulado A Felicidade Propagada: publicidade, história e imaginário de consumo em Passo Fundo. Foi o caminho que encontrei. Pois, através dos anúncios publicitários, presentes nas páginas de O Nacional, pude compreender parte do universo simbólico que permeava os idos de 1960 e 70. Este aparente genérico universo simbólico ao qual me refiro engloba toda a sorte de elementos que fazem parte da sociedade. Ou pelo menos traz alguns elementos que estavam em evidência naquela época. Ditadura militar era não apenas o modelo de governo existente na época. Era, também, algo que permeava e condicionava muitas das percepções existentes. O clima favorável de um cenário econômico aparentemente aquecido (o dito milagre brasileiro ); a censura estendida aos artistas, à imprensa, aos modelos de conduta; a preponderância de certos artistas que eram contrários ao regime; o clima ufanista de slogans como Brasil, ame-o ou deixe-o, país do futuro, país que vai pra frente. Havia ainda a ênfase à mecanização, à realização de grandes obras que nunca se concretizaram efetivamente, tais como a Rodovia Transamazônica, ou, então, outras que serviam ao propósito de empolgar os brasileiros em ter orgulho de sua pátria, como, por exemplo, a usina hidrelétrica de Itaipu. Sem falar na conquista do Tricampeonato de Mundial de Futebol com a Seleção Canarinho de 70, que foi habilmente capitalizado pelo governo como inteligente recurso de propagação de seus discursos. Buscar nas páginas de O Nacional anúncios de produtos e serviços veiculados na época é mergulhar, de certa forma, na consciência de consumo e no panorama das relações entre objetos de desejo, distinção social, bem como de produtos e serviços capazes de facilitar a vida das pessoas. É, ainda, notar quais eram os recursos ambicionados, os desejos, as promessas de felicidade, o cotidiano e sua ritualidade.

17 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 17 A abordagem destes anúncios era diferente. Normalmente traziam mais texto, e as fotografias tinham o caráter de enfatizar a mensagem, diferentemente de hoje, onde a imagem parece imperar como recurso e discurso. No entanto, as mensagens eram próprias da época, fazendo referências, diretas ou indiretas, ao cenário social, político econômico e cultural existente. A relação entre publicidade e meios de comunicação é interdependente. Um não existe sem o outro. A publicidade precisa de espaço para ser vista. Os meios de comunicação necessitam de anunciantes para manter o seu trabalho efetivo. Especificamente se tratando de um jornal, pode-se dizer que a publicidade precisa da credibilidade do jornal enquanto veículo, sua tradição, sua capacidade de fidelizar leitores. Ninguém fideliza ninguém contando apenas mentiras ou amenidades que nada tenham a dizer sobre a sociedade e a realidade sentida pelas pessoas. As pessoas, por sua vez, são o todo que justifica a razão dos meios de comunicação. Um meio de comunicação só existe de fato quando é visto e lembrado. Assim como qualquer pessoa, que tende a existir, quando participa do universo ao qual está inserida. Ou seja, as pessoas precisam ser e estar informadas, e assim lembrar e serem lembradas. Certamente, pode-se dizer, que todos ao procurar informações, procuram comprometimento. O jornal oferece aos seus leitores algumas visões de mundo. Os leitores de um determinado jornal buscam nele encontrar as informações relevantes. Parece óbvio, mas nem tanto. Pois, se um jornal não está comprometido com algum público, ou seja, com alguma visão de mundo, nada tem a dizer. A relevância daquele meio de comunicação está, portanto, comprometida por completo. A dita imparcialidade, não parece ser algo tangível. Ela sempre está condicionada por questões que estão ligadas ao interesse dos públicos que continuam a ler aquele jornal. Ou melhor, a freqüentar. Sim, pois um leitor assíduo é aquele que quase sempre freqüenta as páginas do seu jornal preferido. Nas páginas nem sempre irá encontrar tudo o que lhe agrada saber, nem da maneira que lhe agrada. Mas certamente, encontrará algo relevante, caso contrário, o leitor passará à condição de ex. E quando um jornal perde seu principal capital, isto é, sua credibilidade, perde consigo a capacidade de ser relevante. Não sendo relevante, não precisa existir. Quem isso dirá não são os intelectuais, a academia, os estudiosos, mas sim o comportamento dos leitores, que não mais sendo leitores não terão mais interesse naquele veículo. A publicidade, também sumirá e buscará outros lugares onde poderá ser vista, onde poderá fazer uso da credibilidade de maneira associada ao seu conteúdo. A responsabilidade é grande. Afinal, ser relevante exige esforço contínuo, estudo permanente e atualização constante. Ao lermos um jornal não estamos em busca tão somente de informações, mas, sem sabermos, buscamos emoções. Pois são elas, as emoções, capazes de tornar uma mensagem, uma informação, algo inesquecível. As emoções formam as pessoas. A publicidade quando expõem seus produtos busca o mesmo, emocionar seu público de alguma maneira. Ou seja, busca faze-lo sentir. Sentir que pode tornar sua vida diferente em algum aspecto. Um jornal para ser relevante precisa, portanto, emocionar, e com isso, conseguirá perdurar ao longo do tempo, pois será relevante. E, um dia, alguém irá voltar para suas páginas passadas em busca de alguma coisa, tentando entender algo.

18 18 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 O uso da grande reportagem pelo O Nacional Por Ana Spannenberg Jornalista, Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (Ufba/2004), Doutora em Ciências Sociais (Ufba/2009) e Professora Adjunta do Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Uberlândia/MG A monografia Quatro Décadas de Reportagem nos Jornais Diários de Passo Fundo foi defendida e aprovada pela Faculdade de Artes e Comunicação da Universidade de Passo Fundo em novembro de Na pesquisa, foram analisadas edições dos jornais O Nacional e de outros periódicos da cidade, entre as décadas de 1960 a 1990, com o objetivo de verificar a utilização do gênero jornalístico reportagem pelos mesmos. O orientador do trabalho foi o jornalista e professor Leandro Marshall. O gênero reportagem, considerado um dos mais nobres do jornalismo impresso, foi o grande fascínio da minha trajetória de estudante no Curso de Jornalismo. Vale ressaltar que esta trajetória foi vivenciada, em grande parte, na redação de O Nacional, como estagiária na Redação. O estudo deste gênero acabou resultando em dois trabalhos de graduação: a monografia, já mencionada, e o Projeto Experimental, no qual eu e as colegas Licemar Vieira Melo e Lisandra Lunardi, também da equipe de ON, desenvolvemos a grande reportagem Batalha do Pulador: Um resgate. O resultado do trabalho foi publicado pelo O Nacional, em novembro de A escolha pelos dois jornais da cidade para realização do estudo foi quase natural. Com o Nacional, havia um vínculo afetivo e profissional, já que ele foi meu primeiro trabalho na área de jornalismo e durante muito tempo eu acompanhei de perto sua história e seus processos produtivos. Durante a pesquisa, as contribuições preciosas da chefe de redação, Fátima Trombini (in memoriam) e do editor-chefe, Luís Carlos Schneider foram decisivas, tan-

19 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 19 to na coleta de dados, quanto na sua análise e interpretação. A eles, dedico meu respeito e agradecimento, pelos ensinamentos e pelo incentivo. A hipótese que norteou o início da pesquisa seguia os registros da historiografia oficial do jornalismo brasileiro, que situa nas décadas de 1960 e 1970 o auge da ocorrência de reportagens nos veículos impressos, impulsionados pelo movimento do New Journalism, que chegava dos Estados Unidos propondo a aproximação do jornalismo e da literatura. As décadas de 1980 e 1990, conforme tais estudos, marcaram a redução do espaço das reportagens nos impressos e a adoção de uma nova economia visual, com notícias mais curtas e uma quantidade maior de informações por página. Nos jornais diários de Passo Fundo, porém, o percurso encontrado na pesquisa foi contrário a tal determinação. Nas décadas de 1960 e 1970, poucas ocorrências de textos do gênero reportagem foram encontradas. A partir dos anos 1980, porém, elas começaram a figurar com mais freqüência nas páginas dos jornais. O principal motivo levantado para tal mudança foi a inserção de profissionais formados que trouxeram (segue)

20 20 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 para as redações uma significativa contribuição ao perfil do jornalismo produzido. Com tais resultados, a monografia ajudou a demonstrar que a historiografia oficial, embora se proclame de caráter nacional, está fortemente centrada nas ocorrências dos jornais do Sudeste do país. Ao contrário, em diferentes locais e realidades, os percursos podem também ser distintos. Seis meses depois da aprovação do trabalho na FAC/ UPF, em julho de 2000, o trabalho recebeu o Prêmio Intercom de Melhor Pesquisa em Jornalismo do ano de 1999, na categoria graduação. A premiação era conferida pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) aos melhores trabalhos do ano anterior em diferentes categorias. Pessoalmente, o trabalho e seus resultados foram fundamentais para abrir as portas do mestrado e, com ele, consolidar minha trajetória profissional até os dias de hoje. Por isso, só tenho a agradecer ao ON e desejar que essa história de sucesso continue trazendo informação, serviço e alegrias para os passo-fundenses.

O JORNAL EM SALA DE AULA: PARA ALÉM DO LETRAMENTO, O ALUNO COMO CENTRO DA NOTÍCIA

O JORNAL EM SALA DE AULA: PARA ALÉM DO LETRAMENTO, O ALUNO COMO CENTRO DA NOTÍCIA O JORNAL EM SALA DE AULA: PARA ALÉM DO LETRAMENTO, O ALUNO COMO CENTRO DA NOTÍCIA Ana Lhayse Feitoza Albuquerque analhayse@hotmail.com Beatriz Correia Neri de Araújo beatrizneri00@hotmail.com Thays Emanuela

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário

Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário Trabalho interdisciplinar e atividade extensionista na UEPG: o projeto Portal Comunitário SOUZA, Kauana Mendes 1 ; XAVIER, Cintia 2 Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, PR RESUMO O projeto Portal

Leia mais

Papiro: jornal-laboratório da Faculdade 7 de Setembro 1. Sammia SANTOS 2 Alessandra MARQUES 3 Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, CE

Papiro: jornal-laboratório da Faculdade 7 de Setembro 1. Sammia SANTOS 2 Alessandra MARQUES 3 Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, CE Papiro: jornal-laboratório da Faculdade 7 de Setembro 1 Sammia SANTOS 2 Alessandra MARQUES 3 Faculdade 7 de Setembro, Fortaleza, CE RESUMO O presente trabalho apresenta a experiência de produção laboratorial

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 79 Memória Institucional - Documentação 17 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Tânia de Sousa Lemos 1 ; Ana Beatriz Araujo Velasques 2 1 Aluna do Curso de Arquitetura e

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 80 Memória Oral 24 de abril de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte,

Leia mais

NORMAS PARA A APRESENTAÇÃO DOS ARTIGOS. Revista Interdisciplinaridade

NORMAS PARA A APRESENTAÇÃO DOS ARTIGOS. Revista Interdisciplinaridade NORMAS PARA A APRESENTAÇÃO DOS ARTIGOS Revista Interdisciplinaridade INTERDISCIPLINARIDADE é uma revista de periodicidade anual, cujo volume de cada ano será publicado em outubro e poderão ser realizadas

Leia mais

EXPEDIÇÕES FOTOGRÁFICAS: UM NOVO OLHAR SOBRE O BAIRRO

EXPEDIÇÕES FOTOGRÁFICAS: UM NOVO OLHAR SOBRE O BAIRRO EXPEDIÇÕES FOTOGRÁFICAS: UM NOVO OLHAR SOBRE O BAIRRO Com passos apressados, paisagens se transformam em borrão. Estamos atrasados, com pressa, em cima da hora, ou ainda mesmo com tempo, mas o hábito e

Leia mais

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR O USO DO BLOG COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR Isnary Aparecida Araujo da Silva 1 Introdução A sociedade atual vive um boom da tecnologia,

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS

A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS A UTILIZAÇÃO DE METODOLOGIAS ALTERNATIVAS NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE BIOLOGIA: A QUESTÃO DOS PROJETOS Prof. Dra. Simone Sendin Moreira Guimarães Instituto de Ciências Biológicas/ICB Universidade Federal

Leia mais

Modalidades/Categorias

Modalidades/Categorias 1 VII Prêmio EBAPE-FGV/MTur Monografias e Reportagens do Setor de Turismo REGULAMENTO O VII Prêmio EBAPE-FGV/MTur de Monografias e Reportagens do Setor de Turismo, idealizado pela Fundação Getulio Vargas

Leia mais

PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL

PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL PRÊMIO OAB-GO DE JORNALISMO EDITAL 1. DOS OBJETIVOS DO PRÊMIO O Prêmio OAB-GO de Jornalismo é um concurso jornalístico instituído pela Seção de Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil para premiar matérias

Leia mais

REGULAMENTO. Prêmio INCA - Ary Frauzino de Jornalismo

REGULAMENTO. Prêmio INCA - Ary Frauzino de Jornalismo REGULAMENTO Prêmio INCA - Ary Frauzino de Jornalismo O Prêmio INCA Ary Frauzino de Jornalismo 2007 será regido pelo presente Regulamento que se encontra arquivado no Cartório de Registro de Títulos e Documentos

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação

Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social (Dirco) Políticas Públicas de Comunicação Universidade Federal de Uberlândia Diretoria de Comunicação Social Políticas Públicas de Comunicação...a presença ativa duma universidade, revigorada ao contato de seu núcleo mais vivo e ciosa do seu espaço

Leia mais

Apresentação. Público. Abrangência / Tiragem Atibaia / 3.000 exemplares impressos / edição on line

Apresentação. Público. Abrangência / Tiragem Atibaia / 3.000 exemplares impressos / edição on line CMídia Kit 2015 Apresentação O que é A revista Circulô Conceitual é um periódico quadrimestral, distribuído gratuitamente em locais estratégicos da cidade. Chega para suprir as necessidades e interesses

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Multimídia Área de Comunicação Produção Multimídia Curta Duração Produção Multimídia Carreira em Produção Multimídia O curso superior de Produção Multimídia da FIAM FAAM forma profissionais preparados para o mercado

Leia mais

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul

Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil. Região do Rio Grande do Sul Diretrizes da Comissão Regional de Imagem e Comunicação Dos Escoteiros do Brasil Após um mais de ano de trabalho e experiências adquiridas a CRIC apresenta à diretoria regional as diretrizes que regem

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FOTOGRAFIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

O jornal comunitário como instrumento de reconhecimento social. Moema Novais Costa 1 Angelo Sottovia Aranha 2

O jornal comunitário como instrumento de reconhecimento social. Moema Novais Costa 1 Angelo Sottovia Aranha 2 O jornal comunitário como instrumento de reconhecimento social Moema Novais Costa 1 Angelo Sottovia Aranha 2 RESUMO O Voz do Nicéia é um projeto de extensão da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação

Leia mais

5º PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR

5º PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR 5º PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR R E G U L A M E N T O 1. O PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR 1.1. O PRÊMIO IMPRENSA DE EDUCAÇÃO AO INVESTIDOR é uma iniciativa do Comitê Consultivo

Leia mais

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio

Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Direitos Humanos - Ensino Fundamental e Ensino Médio Um projeto para discutir Direitos Humanos necessariamente tem que desafiar à criatividade, a reflexão, a crítica, pesquisando, discutindo e analisando

Leia mais

Projeto -IV Concurso de Fotografias

Projeto -IV Concurso de Fotografias SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE PARATY COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL CEA Projeto -IV Concurso de Fotografias Eu Sou Caiçara Equipe da CEA: Supervisor - Valdemir da C. Ferreira Coordenadora - Leila

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil

Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil Projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil - Justificativa: O projeto Lendo desde Pequeninos : Uma Biblioteca na Escola de Educação Infantil iniciou no segundo semestre

Leia mais

Elaboração de pauta para telejornal

Elaboração de pauta para telejornal Elaboração de pauta para telejornal Pauta é a orientação transmitida aos repórteres pelo pauteiro, profissional responsável por pensar de que forma a matéria será abordada no telejornal. No telejornalismo,

Leia mais

II PRÊMIO OCB/MS DE JORNALISMO

II PRÊMIO OCB/MS DE JORNALISMO O II PRÊMIO OCB/MS DE JORNALISMO é um programa institucional desenvolvido pelo Sistema OCB-SESCOOP/MS - Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado no Mato Grosso do Sul e Serviço Nacional

Leia mais

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul

Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul 1919 X Salão de Iniciação Científica PUCRS Golpe Militar: A Psicologia e o Movimento Estudantil do Rio Grande do Sul Pâmela de Freitas Machado 1, Helena B.K.Scarparo 1 (orientadora) 1 Faculdade Psicologia,

Leia mais

A AGÊNCIA DE JORNALISMO COMO SUPORTE E APOIO AOS PROJETOS E AÇÕES DO CURSO DE JORNALISMO UEPG

A AGÊNCIA DE JORNALISMO COMO SUPORTE E APOIO AOS PROJETOS E AÇÕES DO CURSO DE JORNALISMO UEPG ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA A AGÊNCIA DE JORNALISMO COMO SUPORTE

Leia mais

V Prêmio AMRIGS de Jornalismo

V Prêmio AMRIGS de Jornalismo 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1 Conceitos V Prêmio AMRIGS de Jornalismo REGULAMENTO O Prêmio AMRIGS de Jornalismo, quinta edição, é uma iniciativa da Associação Médica do Rio Grande do Sul, com o apoio do

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

Atividades. Caro professor, cara professora,

Atividades. Caro professor, cara professora, Atividades Caro professor, cara professora, Apresentamos mais uma nova proposta de atividade sobre alguns dos temas abordados pelo programa Escravo, nem pensar!, da ONG Repórter Brasil*. Ela inaugura a

Leia mais

AUTORRETRATO... EU COMO SOU? SOU ÚNICO!

AUTORRETRATO... EU COMO SOU? SOU ÚNICO! AUTORRETRATO... EU COMO SOU? SOU ÚNICO! Maria da Penha Rodrigues de Assis EMEF SERRA DOURADA No ano de 2010 escolhi como posto de trabalho a EMEF Serra Dourada para lecionar como arte-educadora de séries

Leia mais

Rodovia MS 80, Km 10 Campo Grande, MS CEP: 79114-901 fone: 0XX67 368-0100 www.detran.ms.gov.br

Rodovia MS 80, Km 10 Campo Grande, MS CEP: 79114-901 fone: 0XX67 368-0100 www.detran.ms.gov.br EDITAL 01 DICOE DETRAN-MS O Diretor Presidente do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, torna público para conhecimento dos interessados que, no período

Leia mais

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1

Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Jornalismo cultural na internet e a proposta do site Movamente 1 Letícia BARROSO 2 Thaís PEIXOTO 3 Centro Universitário Fluminense Campus II- Campos/RJ RESUMO: A falta de espaço nos veículos convencionais

Leia mais

CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA CIDADE DE SÃO PAULO

CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA CIDADE DE SÃO PAULO ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA O(S) USO(S) DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO EM SALA DE AULA BRUNA EVELIN LOPES SANTOS CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA

Leia mais

ARTEBR LIVRO SABORES DO BRASIL

ARTEBR LIVRO SABORES DO BRASIL ARTEBR LIVRO SABORES DO BRASIL A empresa ARTEBR desenvolve projetos em arte, educação e literatura para diversas instituições culturais brasileiras. Atua nas áreas de consultoria e assessoria em arte e

Leia mais

A Rede Pública Municipal de Ensino de Maceió atende cerca de 55 mil alunos, de acordo com o censo escolar de 2014. Dessa clientela, cerca de 40%

A Rede Pública Municipal de Ensino de Maceió atende cerca de 55 mil alunos, de acordo com o censo escolar de 2014. Dessa clientela, cerca de 40% OFICINA MAIS COMUNICAÇÃO ENSINA TÉCNICAS DE TEXTO, FOTO E AUDIOVISUAL EM MACEIÓ Adriana Thiara de Oliveira SILVA 1 Delane Barros dos SANTOS 2 Maria Janaina de Farias SOARES 3 Resumo Euforia, barulho, trabalho

Leia mais

Parceria faculdade-empresa na área de jornalismo

Parceria faculdade-empresa na área de jornalismo Parceria faculdade-empresa na área de jornalismo ANA EUGÊNIA NUNES DE ANDRADE Jornalista, professora do Curso de Comunicação Social habilitação em Jornalismo, da Universidade do Vale do Sapucaí (Univás)

Leia mais

INSTITUTO PAULO MARTINS REGULAMENTO DO CONCURSO 400 ANOS DE ALIMENTAÇÃO EM BELÉM COM ENFOQUE NA CULINÁRIA E HÁBITOS CULTURAIS RELACIONADOS

INSTITUTO PAULO MARTINS REGULAMENTO DO CONCURSO 400 ANOS DE ALIMENTAÇÃO EM BELÉM COM ENFOQUE NA CULINÁRIA E HÁBITOS CULTURAIS RELACIONADOS INSTITUTO PAULO MARTINS REGULAMENTO DO CONCURSO 400 ANOS DE ALIMENTAÇÃO EM BELÉM COM ENFOQUE NA CULINÁRIA E HÁBITOS CULTURAIS RELACIONADOS EDITAL Nº 002 /2015 O Festival Ver-o-Peso da Cozinha Paraense

Leia mais

MOSTRA DE CULTURA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA ORIENTAÇÕES PARA MONTAGEM DO DOSSIÊ

MOSTRA DE CULTURA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA ORIENTAÇÕES PARA MONTAGEM DO DOSSIÊ MOSTRA DE CULTURA, CIÊNCIA E TECNOLOGIA ORIENTAÇÕES PARA MONTAGEM DO DOSSIÊ Prezada Equipe, É com grande prazer que recebemos sua proposta de participação na I Mostra de Cultura, Ciência e Tecnologia do

Leia mais

Sumário. Apresentação...7

Sumário. Apresentação...7 Sumário Apresentação................................7 1. CONCEITOS BÁSICOS.........................11 Delimitação de funções..................... 12 2. ORIGENS E DESENVOLVIMENTO...................21 3.

Leia mais

PESSOAL PONTO MIDIAKIT

PESSOAL PONTO MIDIAKIT MIDIAKIT PONTO PESSOAL A PONTO PESSOAL É A PRIMEIRA AGÊNCIA E REVISTA DIGITAL DE MARKETING PESSOAL DO BRASIL QUE TRABALHA ESTRATÉGIAS PARA DIFERENCIAR PESSOAS NO MEIO PROFISSIONAL. 2010-2015 1 MARKETING

Leia mais

O PAPEL DA AGÊNCIA DE JORNALISMO DA UEPG NO FOMENTO À PRODUÇÃO DE NOTÍCIAS INSTITUCIONAIS NA WEB

O PAPEL DA AGÊNCIA DE JORNALISMO DA UEPG NO FOMENTO À PRODUÇÃO DE NOTÍCIAS INSTITUCIONAIS NA WEB 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA O PAPEL DA

Leia mais

Alto Taquari em Pauta: uma experiência interdisciplinar em jornalismo digital 1

Alto Taquari em Pauta: uma experiência interdisciplinar em jornalismo digital 1 Alto Taquari em Pauta: uma experiência interdisciplinar em jornalismo digital 1 Aparecido Marden Reis 2 Marli Barboza da Silva 3 Universidade do Estado de Mato Grosso, Unemat - MT RESUMO O projeto experimental

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

Voluntariado. Sete dicas para ser um voluntário. Por Redação EcoD

Voluntariado. Sete dicas para ser um voluntário. Por Redação EcoD Voluntariado Sete dicas para ser um voluntário Por Redação EcoD O Dia Internacional dos Voluntários, celebrado no dia 5 de dezembro, pode inspirar muitas pessoas a dedicarem seu tempo e talento em prol

Leia mais

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária

Área de Comunicação. Tecnologia em. Produção Publicitária Área de Comunicação Tecnologia em Produção Publicitária Curta Duração Tecnologia em Produção Publicitária CARREIRA EM PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA Nos últimos anos, a globalização da economia e a estabilização

Leia mais

PROPOSTA DE NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA O EXERCÍCIO DA ARQUEOLOGIA

PROPOSTA DE NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA O EXERCÍCIO DA ARQUEOLOGIA PROPOSTA DE NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA O EXERCÍCIO DA ARQUEOLOGIA Luís Cláudio Symanski (CEPA - Universidade Federal do Paraná) Christiane Lopes Machado (Rheambiente) Roberto Stanchi (Instituto

Leia mais

ESTATUDO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

ESTATUDO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ESTATUDO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (*) ANGELA GUADAGNIN A sociedade de forma organizada conquistou na constituição que os direitos das crianças e adolescentes fossem um dever a ser implantado e respeitado

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

Revista Ênfase: informação e entretenimento no jornalismo acadêmico. Nayara Pessini COSSI 1 Alex Sandro de Araujo CARMO 2

Revista Ênfase: informação e entretenimento no jornalismo acadêmico. Nayara Pessini COSSI 1 Alex Sandro de Araujo CARMO 2 Revista Ênfase: informação e entretenimento no jornalismo acadêmico Nayara Pessini COSSI 1 Alex Sandro de Araujo CARMO 2 Maicon Ferreira de SOUZA 3 Faculdade Assis Gurgacz, Cascavel, PR. RESUMO O presente

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE LiteraRádio. Rádio. Literatura. Introdução

PALAVRAS-CHAVE LiteraRádio. Rádio. Literatura. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Campanha ONG Animais 1

Campanha ONG Animais 1 Campanha ONG Animais 1 Bruna CARVALHO 2 Carlos VALÉRIO 3 Mayara BARBOSA 4 Rafaela ALVES 5 Renan MADEIRA 6 Romulo SOUZA 7 Marcelo PRADA 8 Paulo César D ELBOUX 9 Faculdade Anhanguera Santa Bárbara, Santa

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA O CURSO DE EXTENSÃO ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA (ESPOCC) - TURMAS 2015/2016

EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA O CURSO DE EXTENSÃO ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA (ESPOCC) - TURMAS 2015/2016 EDITAL DE SELEÇÃO DE ALUNOS PARA O CURSO DE EXTENSÃO ESCOLA POPULAR DE COMUNICAÇÃO CRÍTICA (ESPOCC) - TURMAS 2015/2016 O Observatório de Favelas do Rio de Janeiro, com o patrocínio da Petrobras e o apoio

Leia mais

PROTEÇÃO ITAÚ MICROCRÉDITO

PROTEÇÃO ITAÚ MICROCRÉDITO PROTEÇÃO ITAÚ MICROCRÉDITO Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga Inovação em seguros edição 2012 CONTEÚDO 1 Introdução... 2 2 Objetivo... 3 3 Desenvolvimento do trabalho... 4 Parceria entre as duas áreas

Leia mais

PESSOAL PONTO MIDIAKIT

PESSOAL PONTO MIDIAKIT MIDIAKIT PONTO PESSOAL A PONTO PESSOAL É A PRIMEIRA AGÊNCIA DE MARKETING PESSOAL DO BRASIL QUE TRABALHA ESTRATÉGIAS DA MARCA PESSOAL PARA DIFERENCIAR PESSOAS NO MEIO PROFISSIONAL. 1 MARKETING PESSOAL É

Leia mais

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964

Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 Reportagem do portal Terra sobre o Golpe de 1964 http://noticias.terra.com.br/brasil/golpe-comecou-invisivel-diz-sobrinho-de-substitutode-jango,bc0747a8bf005410vgnvcm4000009bcceb0arcrd.html acesso em 31-03-2014

Leia mais

27/11/2009. Entrevista do Presidente da República

27/11/2009. Entrevista do Presidente da República Entrevista exclusiva concedida por escrito pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para o jornal Metro, edição São Paulo e edição ABC Publicada em 27 de novembro de 2009 Jornalista: Muitos

Leia mais

Apoio. Patrocínio Institucional

Apoio. Patrocínio Institucional Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 83 Papo Reto com José Junior 12 de junho de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura

Leia mais

Carta pedagógica. Professora: Maria Teresinha Turma: alfabetização

Carta pedagógica. Professora: Maria Teresinha Turma: alfabetização Carta pedagógica Ao escrever esta carta pedagógica, veio-me a questão do erro que acontece a todo o momento em minha turma na sala de aula. Lendo textos de autores como Morais, fiquei ciente da sua fala

Leia mais

JORNAL DIÁRIO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO PARÁ www.diariodaconstrucao.com.br

JORNAL DIÁRIO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO PARÁ www.diariodaconstrucao.com.br PROPOSTA DE PROPAGANDA - ANUNCIE NO JDC Apresentação de Plano de Publicidade Online no Site O JORNAL DIÁRIO DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO PARÁ atende com o nome de JDC, porque é uma empresa que tem como sua atividade

Leia mais

SILVA, Mylton Severiano da. Realidade - História da revista que virou lenda. Florianópolis: Editora Insular, 2013. 320 p.

SILVA, Mylton Severiano da. Realidade - História da revista que virou lenda. Florianópolis: Editora Insular, 2013. 320 p. 219 SILVA, Mylton Severiano da. Realidade - História da revista que virou lenda. Florianópolis: Editora Insular, 2013. 320 p. 220 Não é lenda; é Realidade It's not legend; it's Reality Joaquim Francisco

Leia mais

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CIÊNCIAS NAT. CIÊNCIAS HUM. CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Conteúdo:

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I FORTALECENDO SABERES CIÊNCIAS NAT. CIÊNCIAS HUM. CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA. Conteúdo: CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I Conteúdo: - Alguns aspectos que interferem na saúde das pessoas - Saúde como Direito Constitucional dos brasileiros

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda)

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda) CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL (Publicidade e Propaganda) NÚCLEO DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO FACULDADE DA CIDADE DE MACEIÓ Regulamento de Funcionamento do Laboratório de Comunicação I INTRODUÇÃO: O Núcleo

Leia mais

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 Cultura, história e gastronomia: análise de enquadramento do jornalismo gastronômico 1 RESUMO Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 O texto parte de uma pesquisa que tem como proposta realizar

Leia mais

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação Pesquisa Semesp 2009 Índice de Imagem e Reputação Uma ferramenta estratégica para a qualidade de mercado Desvendar qual é a real percepção de seus públicos estratégicos com relação à atuação das instituições

Leia mais

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE

Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1. Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana Xavier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE Arcoverde: Páginas que Ninguém Leu 1 Aline de Souza Silva SIQUEIRA 2 Adriana avier Dória MATOS 3 Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE RESUMO Este trabalho se propõe uma jornada Arcoverde adentro

Leia mais

2o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão

2o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão 2o Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão Projeto de Pauta Como os moradores de favelas paulistanas que tiveram suas moradias incendiadas no ano de 2010 estão sendo atendidos pelo poder público

Leia mais

Benedicto Silva. Foto 1. Minha mãe e eu, fotografados pelo meu pai (setembro de 1956).

Benedicto Silva. Foto 1. Minha mãe e eu, fotografados pelo meu pai (setembro de 1956). 1. INTRODUÇÃO 1.1. MINHA RELAÇÃO COM A FOTOGRAFIA Meu pai tinha uma câmara fotográfica. Ele não era fotógrafo profissional, apenas gostava de fotografar a família e os amigos (vide Foto 1). Nunca estudou

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

O lançamento aconteceu em 8 de março de 2004, Dia Internacional da Mulher.

O lançamento aconteceu em 8 de março de 2004, Dia Internacional da Mulher. Sinopse As últimas décadas marcaram o avanço do papel da mulher na economia. Cada vez mais mulheres são responsáveis pela administração de seus lares e é crescente sua participação no mercado de trabalho,

Leia mais

Tristes Olhos 1. Lamonier Charles Souza de ARAÚJO 2 * Itamar de Morais NOBRE 3 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN

Tristes Olhos 1. Lamonier Charles Souza de ARAÚJO 2 * Itamar de Morais NOBRE 3 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN Tristes Olhos 1 Lamonier Charles Souza de ARAÚJO 2 * Itamar de Morais NOBRE 3 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN RESUMO O presente trabalho trata-se de um registro fotográfico realizado

Leia mais

Eixo Temático 1 Instrução e Cult uras Escola res

Eixo Temático 1 Instrução e Cult uras Escola res 97 A INSTRUÇÃO NOS JORNAIS, RELATÓRIOS E MENSAGENS DOS PRESIDENTES DE PROVÍNCIA E DE ESTADO NA PARAÍBA (1889-1910). Algumas palavras iniciais: Michelle Lima da Silva Bolsista CNPQ/PIBIC/UFPB (graduanda)

Leia mais

PESSOAL PONTO APRESENTAÇÃO

PESSOAL PONTO APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO PONTO PESSOAL A PONTO PESSOAL É A PRIMEIRA AGÊNCIA E REVISTA DIGITAL DE MARKETING PESSOAL DO BRASIL QUE TRABALHA ESTRATÉGIAS PARA DIFERENCIAR PESSOAS NO MEIO PROFISSIONAL. 2010-2015 MARKETING

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM COMUNICAÇÃO

Leia mais

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 799 INTERVENÇÃO EM ARTE COM O AUXÍLIO DO SOFTWARE PHOTOSHOP Denise Penna Quintanilha Programa de Pós Graduação em

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

ADITAMENTO E RETIFICAÇÃO DO EDITAL 019/2012-FAPEAM Prêmio FAPEAM de Jornalismo Científico

ADITAMENTO E RETIFICAÇÃO DO EDITAL 019/2012-FAPEAM Prêmio FAPEAM de Jornalismo Científico ADITAMENTO E RETIFICAÇÃO DO EDITAL 019/2012-FAPEAM Prêmio FAPEAM de Jornalismo Científico A FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO DO AMAZONAS FAPEAM, vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 5

Transcrição de Entrevista nº 5 Transcrição de Entrevista nº 5 E Entrevistador E5 Entrevistado 5 Sexo Feminino Idade 31 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

PRÊMIO DE JORNALISMO FAEPA/SENAR-PB 2015 REGULAMENTO. Encerramento das inscrições. Cerimônia de premiação dos vencedores

PRÊMIO DE JORNALISMO FAEPA/SENAR-PB 2015 REGULAMENTO. Encerramento das inscrições. Cerimônia de premiação dos vencedores PRÊMIO DE JORNALISMO FAEPA/SENAR-PB 2015 REGULAMENTO Calendário ATIVIDADES DATA Lançamento no site Encerramento das inscrições Anúncio oficial dos finalistas Cerimônia de premiação dos vencedores 03 de

Leia mais

25º SET Universitário

25º SET Universitário 25º SET Universitário O SET Universitário é um evento que estimula a troca de experiências entre alunos, professores e profissionais das áreas de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas,

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

Art. 1º. A presente Emenda Constitucional estabelece a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão de Jornalista.

Art. 1º. A presente Emenda Constitucional estabelece a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão de Jornalista. PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2009. (Do Sr. Dep. Paulo Pimenta e outros) Altera dispositivos da Constituição Federal para estabelecer a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012 CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012 A Coordenação do Curso de Enfermagem da Fanor- DeVry Brasil, no uso de suas atribuições,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

TOPE [EA]². Assessoria de imprensa voltada à divulgação da ciência

TOPE [EA]². Assessoria de imprensa voltada à divulgação da ciência Assessoria de imprensa voltada à divulgação da ciência Camila Delmondes Assessoria de Relações Públicas e Imprensa Faculdade de Ciências Médicas Unicamp Divulgação Cientifica e Cultural Laboratório de

Leia mais

Programa Permanente de Autorregulamentação da ANJ. Para tornar a relação entre o jornal e seus leitores ainda mais transparente.

Programa Permanente de Autorregulamentação da ANJ. Para tornar a relação entre o jornal e seus leitores ainda mais transparente. Programa Permanente de Autorregulamentação da ANJ. Para tornar a relação entre o jornal e seus leitores ainda mais transparente. Introdução. Jornal é o meio de comunicação de maior credibilidade. Por isso,

Leia mais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais

Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais Scup e Política: vitória nas urnas pelas redes sociais A campanha do prefeito de Duque de Caxias Alexandre Aguiar Cardoso, natural de Duque de Caxias, cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro,

Leia mais

1º PRÊMIO SESCAP-PR DE JORNALISMO. Regulamento

1º PRÊMIO SESCAP-PR DE JORNALISMO. Regulamento 1º PRÊMIO SESCAP-PR DE JORNALISMO Regulamento 1. OBJETIVO: O PRÊMIO SESCAP-PR DE JORNALISMO é uma iniciativa do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias,

Leia mais

Direito Humano à Alimentação Adequada: um tema fora de pauta no Parlamento?

Direito Humano à Alimentação Adequada: um tema fora de pauta no Parlamento? ANA LÚCIA ALVES Direito Humano à Alimentação Adequada: um tema fora de pauta no Parlamento? Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós-Graduação do Cefor como parte das exigências do curso de Especialização

Leia mais

AUPP/UNISANTA Agência Universitária de Publicidade e Propaganda da Universidade Santa Cecília 1

AUPP/UNISANTA Agência Universitária de Publicidade e Propaganda da Universidade Santa Cecília 1 AUPP/UNISANTA Agência Universitária de Publicidade e Propaganda da Universidade Santa Cecília 1 Igor Vilchez Ramos GOMES 2 Renata ALCALDE 3 Universidade Santa Cecília, Santos, SP RESUMO A Agência Universitária

Leia mais

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico

O Dia D. 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE. e a culturalização de um. posicionamento estratégico O Dia D e a culturalização de um posicionamento estratégico 12º Prêmio Destaque em Comunicação SINEPE Centro Universitário Franciscano uma universidade para suas aspirações Santa Maria é um polo educacional

Leia mais

REGULAMENTO PRÊMIO GANDHI DE COMUNICAÇÃO 2015 ATENÇÃO: INSCRIÇÕES PRORROGADAS!!!! Até 18 de setembro de 2015.

REGULAMENTO PRÊMIO GANDHI DE COMUNICAÇÃO 2015 ATENÇÃO: INSCRIÇÕES PRORROGADAS!!!! Até 18 de setembro de 2015. REGULAMENTO PRÊMIO GANDHI DE COMUNICAÇÃO 2015 ATENÇÃO: INSCRIÇÕES PRORROGADAS!!!! Até 18 de setembro de 2015. Justificativa O Prêmio Gandhi de Comunicação é uma iniciativa da Agência da Boa Notícia, Organização

Leia mais