Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Suplemento Especial - Não pode ser vendido separadamente. Fonte de. Pesquisa

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2 2 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 O Jornal O Nacional comemorou 86 anos no dia 19 de junho. Para marcar a data circula com uma edição especial, nesta segundafeira, com homenagens de seus parceiros e tratando de um tema que, muitas vezes, passa despercebido pelo grande público leitor. O meio jornal é hoje uma das fontes mais fidedignas e acessadas para a pesquisa acadêmica. Detentor de informações importantes e extremamente relevantes para a vida da comunidade, ON é o jornal mais procurado no Arquivo Histórico Regional por estudantes e professores. Para realizar o trabalho, buscamos informações em duas Faculdades da UPF: Jornalismo e História. Foram selecionadas apenas alguns dos tantos trabalhos científicos que utilizaram o jornal como fonte de pesquisa. Para começar a leitura, fomos até o AHR saber como é a reconstituição e manutenção dos arquivos do jornal que estão depositados no local. Boa Leitura! Preservando 4 a história O que fazemos com coisas que lemos no jornal? 26 Cultura gaúcha 22 nas páginas do ON Ajudando a 6 contar a História Resgatando uma trajetória Patrimônio Histórico e a modernização em Passo Fundo A primeira década fotográfica do Jornal O Nacional 8 Ajudando a contar a história de um partido 14 O simbólico universo de um jornal O uso da grande reportagem pelo O Nacional Diretor Presidente: Múcio de Castro Filho Diretor Executivo: Múcio de Castro Neto Editora Chefe: Zulmara Colussi MC- Rede Passo Fundo de Jornalismo Ltda Rua Silva Jardim, 325 A - Bairro Annes CEP Caixa postal 651 Fone: Passo Fundo RS Sucursal em Porto Alegre: GRUPO DE DIÁRIOS - Rua Garibaldi, 659, conj. 102 Porto Alegre-RS. Representante para Brasília: CENTRAL COMUNICAÇÃO. Representante para São Paulo e Rio de Janeiro: TRÁFEGO PUBLICIDADE E MARKETING LTDA Avenida treze de maio, sala Rio de Janeiro RJ. Conselho Editorial Múcio de Castro Filho Clarice Martins da Fonseca de Castro Milton Valdomiro Roos Fones Múcio de Castro Antero Camisa Junior Contatos Geral: (54) Circulação: Redação: (54) Não nos responsabilizamos pelos Filiado à Dárcio Vieira Marques Paulo Sérgio Osório Valentina de Los Angeles Baigorria Múcio de Castro Neto Comercial: Redação: Administrativo: Assinaturas: (54) Classificados: (54) Circulação: (54) conceitos e opiniões emitidos em colunas e notas assinadas ou matérias pagas. Não devolvemos originais, publicados ou não.

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4 4 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Preservando a história Por Daniella Faria/ON OJornal O Nacional tem sido objeto de estudo em várias áreas acadêmicas. Entretanto, com o passar do tempo e com o constante manuseio, o meio físico se danifica e, muitas vezes, o acesso ao material é restrito. Para minimizar esse problema e modernizar o acervo, ON estabeleceu um convênio com a Universidade de Passo Fundo, pelo Arquivo Histórico Regional. Através dessa parceria a guarda do acervo, desde o seu primeiro exemplar, está de posse dos historiadores. Nesse local, os exemplares são cuidados, restaurados e, aos poucos, digitalizados. Além de toda essa preocupação, o nosso objetivo também é dar um acesso ampliado ao público, destaca o professor de História e coordenador do Arquivo, Eduardo Svartman. O professor explica que com o uso do acervo, mesmo com todos os cuidado, o material sofre uma degradação natural na manipulação. Os jornais mais antigos, por exemplo, que eram em formato standard, tinham, e ainda têm, quando utilizados, que ser manuseados com as duas mãos. A gordura do corpo, a umidade e o calor fazem com que essa documentação se deteriore. Digitalização Quando o convênio foi firmado, Svartman relembra que a intenção era realizar uma microfilmagem. Com isso, se criaria uma mídia alternativa, onde as pessoas poderiam ter acesso a documentação sem prejuízos da mesma. Entretanto, na época, esse procedimento era bastante caro e requeria uma contratação especial de um serviço, aquisições de máquinas leitoras, dentre outras necessidades. Nesse meio tempo, houve um barateamento com a tecnologia de digitalização. Inicialmente com os scanners e, mais tarde, com as máquinas fotográficas de alta resolução, esclarece. Com isso surgiu essa alternativa um pouco mais viável do ponto de vista econômico da sua celeridade. Desta forma se optou por esse caminho na mídia digital através da fotografia. Apesar de ser um processo aparentemente simples de se fazer, ele demanda horas, dias ou semanas para a execução bem feita. Atualmente o Arquivo já tem digitalizado a primeira década do periódico. A cada dez anos gravamos as edições em DVDs e realizamos um lançamento. Os primeiros já foram entregues oficialmente para a direção do Jornal, em 2010, quando a empresa completou 85 anos. Agora partimos para a segunda década, destaca. Com o passar dos anos, Svatmann ressalta que o trabalho começa a ficar mais demorado, pois o jornal, que no seu início era semanal, aos poucos passa a ter mais periodicidade e o volume de páginas também acompanha essa expansão. A digitalização de uma edição pode demorar mais de uma semana para ser feita, comenta. Processo O trabalho para a gravação digita do Jornal é minucioso. Antes dos jornais serem fotografados, eles são desencadernados. Hoje eles estão em uma espécie de livros, que têm que ser cuidadosamente descosturados, desencadernados e depois é realizada uma manutenção, diz. Caso haja alguma folha rasgada ou danificada, como por exemplo, por um pedaço de durex, o local é restaurado com folhas que se assimilem ao máximo a cor do impresso da época. A digitalização do jornal é feita em uma plataforma, onde página por página, um estagiário, destinado exclusivamente para esse trabalho, fotografa e grava no HD dos computadores. Ou-

5 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 5 tro profissional também ajuda na gravação e organização do acervo. Muitas vezes a foto tem que ser tirada várias vezes e repassada para o computador para ter a certeza de que tudo está perfeitamente visível. Com isso, temos uma alta resolução, onde pequenos anúncios podem ser abertos maiores. Sem falar na comodidade de duas pessoas poderem olhar a mesma edição em uma só hora. Antes elas teriam que marcar horário, caso eles coincidissem, fala o professor. Depois de fotografado, o arquivo é gravado com cópia de segurança e segue para ser encadernado novamente. Há cerca de dois anos o processo de arquivamento das edições ficou mais fácil. Assim que a edição é finalizada, um arquivo já digitalizado, é encaminhado para o Arquivo para ser gravado. Importância Para os historiadores o jornal é uma fonte riquíssima. É uma espécie de janela que se abre para o passado. É fonte da história política, social, econômica. Se você quiser saber da campanha das Diretas Já em Passo Fundo, basta pegar os jornais da década de 80. Se fizer uma pesquisa saberá quem era a favor ou contra através das analises de matérias e editoriais, destaca o professor. Além da história, a pesquisa no Jornal também ajuda em outras áreas, como o da agricultura. Nas páginas foram retratadas, por exemplo, a repercussão da introdução do cultivo da soja nos anos 60 na região. Até mesmo o setor imobiliário se vale das páginas para realizar pesquisas sobre o mercado. Basta analisar o caderno imobiliário e analisar os últimos dez anos que se tem uma base de como o setor tem se comportado, enfatiza Svartaman. Atualmente os grandes jornais têm percebido a importância de divulgar seus acervos para serem usados em muitos tipos de pesquisa. Prova de que O Nacional não está ficando para trás é se espelhar em grandes periódicos, como a Folha de São Paulo, que já digitalizou todo o seu arquivo e o disponibilizou na internet. O jornal serve inclusive como fonte para o próprio jornal, para a sociedade e, claro, para o meio acadêmico, conclui.

6 6 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Ajudando a contar a História Por Daniella Faria/ON A lém de informar, o Jornal O Nacional tem uma importância fundamental para os alunos do curso de História. Fundado em 1925, ele serve de referência para ser usado em pesquisas que estudam a realidade regional. A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo, Ana Luiza Setti Reckziegel, cita o jornal como um objeto precioso de auxílio acadêmico. Ela destaca que a imprensa se tornou uma fonte de pesquisa principalmente para as questões da história política. Na década de 1970 ele foi essencial para relatar os fatos da época, quando a história política passou a não ser mais dos grandes acontecimentos, das grandes questões de Estado, mas também passou a ser uma história preocupada com as relações de poder e em buscar outras fontes que não fossem somente documentação oficial, ressalta. História Regional Para a realidade regional não é diferente. Hoje ainda não há uma história sistematizada, e muitas vezes o jornal serve como fonte de pesquisa para os historiadores, principalmente nos seus dez primeiros anos de funcionamento, quando era o único veículo de imprensa do município. O ON é fundamental porque ele é do início do século, 1925, e cobre um vasto período temporal. Nos dá muitas informações, destaca. Ele é um pontapé inicial para os trabalhos, que em seguida são complementados com outras fontes, como depoimentos orais ou documentos de Estado. Os grandes temas nacionais, por exemplo, não eram analisados em termos de região Norte do Rio Grande do Sul. Isso é feito hoje pelo curso de história com o auxílio da imprensa da época. Quando se fala em história regional, não significa que ficamos somente um uma determinada área. A região é algo muito mais do que um espaço físico, é uma metodologia de trabalho, um recorte que pode ser dado em qualquer espaço geográfico através das variáveis em comum, como identidade cultural ou econômica. Linhas de pesquisa Os acadêmicos de História utilizam o jornal em duas perspectivas. Como fonte e como objeto de pesquisa. No caso do objeto, é estudado como o Jornal se portava em terminada época. Que jornal é esse? Quem foram os donos? Que linha partidária ele professava? Percebe-se que o jornal em dado momento fica a favor de um ponto, em outros contra. Tudo isso nos interessa muito para analisar os fatos, como por exemplo, no período da censura, explica.

7 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 7 Fatos marcantes Como o jornal está completando 86 anos, muitos fatos que marcaram a história tiveram destaques em suas páginas. Uma das grandes referências, segundo Ana Luiza, é a cobertura da Revolução de Esse fato gerou uma discussão que permaneceu muito tempo no jornal, diz. O ON fez toda uma cobertura desse fato, e até 1932, quando há a Revolução Constitucionalista, ainda segue reportando a Revolução de 30. Em análise é possível perceber que primeiro há uma posição de apoio a Aliança Liberal e ao candidato Getúlio Vargas. Já em 1932, há uma posição de muita critica ao Getúlio em função de toda a protelação que ele faz em chamar uma constituinte e promulgar uma constituição. Isso é muito marcante, avalia. Outro fato foi a cobertura da Segunda Guerra, onde foi amplamente noticiada pelo jornal. Esse material é muito usado na Pós Graduação como fonte da época, cobrindo o período de 1937 a É um momento que o jornal supriu uma lacuna de documentação que foi fundamental. Conseguimos constituir toda essa história da Guerra e sua repercussão regional através ON, enfatiza. O suicídio de Getúlio Vargas, em 1954 e toda a sua crise também serviram de base para alguns trabalhos. Vale lembrar, que para muitos historiadores, o que acontece há mais de 50 anos é tido como história. Já no período que acontece até esse período é tratado como jornalismo. Entretanto, há uma linha estudada no ramo, chamada de história do tempo presente, que usa bastante a imprensa como fonte. Um dos fatos que chamou a atenção nesse período foi a Ditadura Militar, na década de 30. A censura se transformou num problema para algumas pesquisas. Na questão da Guerra, onde já temos o Estado Novo instalado, vemos não só a questão da censura como a autocensura, realça. Nesse período o jornal é usado como objeto de estudo, onde é analisado os momentos de restrição de liberdade de expressão, o que ele está passando, que linhas políticas está ligado e se é mais ou menos visado pela censura. Esse é um momento em que o jornal é de extrema importância, visto que nos último 50 anos, muitas vezes, ainda não há a própria documentação oficial ou não está aberta para a consulta dos pesquisadores, finaliza.

8 8 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 A primeira década fotográfica do Jornal O Nacional Por Fabiana Beltrami Jornalista A s imagens como contadoras da história junto ao texto, são importantes para a percepção de mundo, de comunidade, de cidadania, e da cidade em que se vive, no caso, Passo Fundo. Por isso no trabalho de conclusão da minha segunda graduação escolhi estudar a primeira década das imagens do jornal O Nacional, de 1925 à 1935, por ser o mais antigo em circulação. Todo o material fotográfico foi acessado através do Arquivo Histórico Regional, onde todas as edições deste período estão digitalizadas, e, por onde eu folhei as imagens dessa história. Minha intenção durante todo o processo era identificar as imagens de cunho jornalístico, ou seja, imagens que informavam e não apenas ilustravam algo. A fotografia jornalística provavelmente começou quando alguém apontou a câmera para um acontecimento colocando tal imagem visível ao público como um testemunho. Antes disso os jornais eram ilustrados com desenhos ou gravuras feitos em métodos diferenciados como a Zincogravura no final do século XIX. Em 1842 o daguerreotipo foi utilizado para registrar as conseqüências de um incêndio acontecido em um bairro de Hamburgo, e esta imagem é cogitada como uma das primeiras fotografias jornalísticas da história. Mais de 80 anos depois da primeira fotografia de cunho jornalístico, o jornal O Nacional, inaugura suas atividades em 19 de junho de A partir daí iniciou-se o estudo que segue. As primeiras imagens do jornal eram ilustrações, normalmente publicitárias e desenhadas, não aparecendo em todas as edições. Mas a primeira imagem que se parecia com uma fotografia era um desenho da fachada de um edifício que se pretendia construir na cidade: o Clube Comercial. Não há, no periódico em questão, um texto noticioso sobre o tema, apenas uma legenda indicativa do que a imagem se referia. Talvez possamos afirmar também, que esta é a primeira evidência no jornal O Nacional, das chamadas foto legendas. Além disso, a imagem referida, possivelmente pelo ineditismo (ser uma das primeiras imagens na publicação) ocupa lugar central na capa do jornal. Aproximadamente um mês depois da publicação acima, aparece a primeira fotografia que foi publicada no jornal ON. Era de um anúncio de um hotel na cidade e, se dá, já no primeiro ano do periódico. A imagem foi realizada num enquadramento de plano conjunto mostrando o hotel e a casa ao lado. Porém, ainda não é uma fotografia que complementa uma notícia, mas um anúncio publicitário. No início do ano seguinte, as primeiras fotografias ainda aparecem como foto legendas, como no ano anterior, quando a ilustração do Clube Comercial, postada na capa do jornal, tinha a função de informar. Depois, em janeiro de 1926, duas fotografias de paisagem mostram uma construção da cidade: o Chafariz. Na foto da metade superior da página, o enquadramento é aberto mostrando centralmente todo o objeto em que percebemos algumas pessoas sentadas na frente. Na fotografia de baixo a construção é mostrada detalhadamente num plano mais fechado registrando apenas a construção, onde também se percebe uma pessoa sentada na parte interna. A presença das pessoas parece um registro espontâneo, nem combinado, nem posado, porém não há nenhuma ação, o que caracterizaria uma fotografia jornalística de fato, porém o texto que acompanha a foto, já é mais completo e informativo, do que apenas uma legenda.

9 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 9 A Vistas Municipaes torna-se uma sessão que repetir-se-ia, mantendo o mesmo estilo de enquadramento e objeto referendado ao longo de vários anos. Só em 1926, quando da publicação da primeira ocorrência, a ela seguiram-se outras 7. As imagens apareciam na capa e utilizava-se de legendas, com uma pequena frase ou um texto de 02 a 03 linhas informando o assunto da foto. No entanto, há na edição 63 (figura 04), o registro da ação, onde aparecem trabalhadores carregando pedras, mostrando um estilo mais fotojornalístico, onde não posado para a foto e sim no contínuo trabalho, onde o fotógrafo não interfere na ação da cena, apenas registra. É um enquadramento aberto, mas do conjunto da ação. Em fevereiro de 1931 aparece uma foto com características diretas do fotojornalismo: o instante fotográfico, a ação acontecendo e nenhum indício de planejamento no fazer a foto; porém novamente é uma fotografia evidenciando um empresário dono de uma marca conhecida, ou seja, uma imagem empresarial, conseqüentemente publicitária. Apesar de parecer que o fotógrafo seria alguém que estava no navio e que registrou acidentalmente o fato (Figura 05). O registro fotográfico trata de um dirigível que transportava o presidente da Godyear (marca de pneus) e que pousou num navio para transportar passageiros. A fotografia, apesar de estar numa página interna, está em evidência e junto dela acompanha um pequeno texto informativo contando o fato. Mais uma aparição do que podemos perceber ser uma notícia para o jornal naquela época (Figura 05). No ano de 1934, tem-se a primeira fotografia aérea de Passo Fundo publicada no caderno comemorativo de aniversário do jornal O Nacional. A fotografia ocupa quase metade da página inferior mostrando claramente as delimitações da cidade com suas ruas e quadras. Na parte superior várias informações sobre a cidade são citadas, como: o número de moradores (população), sobre o transporte público e ferroviário, qual a renda do município, a divisão administrativa, etc. Esta fotografia, em seu tamanho, foi a maior já publicada até o período estudado. A imagem, juntamente com as informações e algumas outras incidências vistas neste estudo, demonstra que o uso do fotojornalismo o texto como parte da foto e vice-versa, tenta seu espaço no jornalismo municipal. Esta fotografia (Figura 6) é a última que nos traz novidade no que diz respeito à imagem fotográfica até junho de 1935 que se objetivou estudando a primeira década do ON. Aqui, foram seis fotografias de relevância na história da imagem no jornal e da fotografia observadas em dez anos do O Nacional. No estudo total foram vistas mais dez imagens além destas seis, o que proporcionou um conhecimento tanto na editoria a importância que tinham nas páginas dos jornais; quanto do efeito de realidade que elas possuíam e, também, na história de Passo Fundo. No decorrer, percebeu-se que a fotografia tem seu peso maior junto com o texto e viceversa. A foto legenda proporcionava um maior conhecimento sobre a imagem referida, assim como a fotografia, acompanhada de um texto, ampliava sua dimensão, como no caso do dirigível. Percebeu-se também que nenhuma foto era creditada, como atualmente, não podendo assim saber se as fotos eram captadas pelos jornalistas ou pelos fotógrafos. No final, folheando digitalmente e manualmente as edições da primeira década do O Nacional pôde-se conhecer: o primeiro edifício do Clube Comercial, como era o Chafariz e, também, Passo Fundo a menos de 100 anos atrás.

10 10 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Patrimônio Histórico e a modernização em Passo Fundo Por Eduardo Knack Mestre em História Q uando realizei estágio no Museu Histórico Regional, ainda durante a graduação em História, entre 2003 e 2005, tive a oportunidade de estudar a memória patrimonial da cidade e os problemas enfrentados em relação à preservação de prédios históricos. Passo Fundo sofria com um intenso processo de verticalização, especialmente no centro, a cada dia derrubava edifícios com valor histórico e arquitetônico incalculável, situação que na verdade ainda hoje não foi resolvida. A imprensa teve um papel importante como fonte de pesquisa para encontrar a origem da acelerada modernização que ameaçava as edificações históricas de Passo Fundo. A leitura dos jornais locais revela a formação de uma cultura progressista desde a década de 1920, que se intensificou a partir dos anos de 1950, conferindo à cidade o título de capital do planalto. A busca pela afirmação dessa identidade teve em sua frente elites econômicas e políticas da região, ao mesmo tempo que ainda hoje ameaça a memória patrimonial do município, também está presente nas justificativas para o tombamento dos bens patrimoniais, a cultura progressista constitui parte do valor histórico da cidade, revelando uma relação complexa entre progresso e patrimônio. (segue)

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12 12 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Procurei estudar a origem desse problema e sua relação com o patrimônio histórico municipal. Refletindo sobre estas questões, entrei no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo com o trabalho Modernização do Espaço Urbano e Patrimônio Histórico: Passo Fundo/R.S, concluído em A leitura da imprensa passofundense foi essencial, pois possibilitou acompanhar o descaso com a memória, refletida pelo abandono de edificações tombadas e espaços culturais, por exemplo, em artigos de O Nacional como Verticalizar sim, destruir não (2006) e O triste fim de uma história (2006), comentando a destruição do Cine Teatro Pampa, em que o professor Haroldo Carvalho refletia sobre a gravidade do problema: Nesta semana a população passo-fundense foi pega de surpresa com a declaração da destruição de um ícone cultural e histórico da cidade nascido na década de 60. Foi anunciada a demolição do Cine Teatro Pampa que por muitas décadas foi um ponto de encontros entre amigos, namorados e até inimigos. Esse artigo demonstra a notícia da derrubada do Cine Teatro Pampa, uma edificação que tinha um significado para grande parcela da comunidade passo-fundense, ou seja, era uma referência da memória coletiva da cidade. A mídia, no caso o jornal, representa uma parcela da opinião pública, como também faz parte da própria esfera pública, mostrando, como diz o título do artigo, tristeza em ver um ícone da história da cidade ser derrubado. Através das páginas da imprensa, foi possível acompanhar as discussões e debates em torno das transformações urbanas, da industrialização, da verticalização da área central, dos benefícios e problemas de uma acelerada busca pela modernização, entendida como progresso econômico. As edificações consideradas modernas eram retratadas nas páginas de O Nacional, como por exemplo, no artigo O majestoso Cine Hotel Consórcio, publicado em Segue um trecho da reportagem: a impressão que a reportagem teve desse majestoso edifício, cujo arcabouço está se erguendo para o céu, foi simplesmente admirativa. O que mais impressiona é a vastidão da construção. A parte do cinema, que é a térrea e na parte posterior do edifício, tem dimensões gigantescas, de onde sairá o maior e mais luxuoso cinema e teatro de todo Estado, incluindo a própria capital. A busca pela industrialização também foi expressa na reportagem Imponente fábrica de aniagem em vias de funcionamento, também publicada em Modernização, representada por construções modernas, verticais e indústrias, era entendida como progresso para as elites municipais. Da mesma forma que a imprensa contribuía, legitimando essa cultura progressista, com a modernização urbana, também apontava os problemas gerados pelo crescimento desordenado. Entre os vários artigos e reclamações publicados nos jornais, pesquisei aqueles relacionados diretamente com a expansão urbana e a modernização acelerada, como falta de transporte público, necessidade de saneamento básico e falta de água potável, como demonstra a reportagem Os Moradores não têm água nem para matar a sede. A matéria relata o drama dos moradores da Rua General Canabarro e parte da Rua Benjamin Constant, como este trecho demonstra: Trata-se de uma situação calamitosa, havendo necessidade absoluta de ampliação da rede de água por aquelas quadras, pois não é possível presenciarmos, nesta cidade já centenária, o drama de seus moradores, na luta pelo líquido precioso. A corrida pelo progresso, gerenciada pelas elites políticas e econômicas do período, caracterizada pela busca da ind u s t r i a l i z a ç ã o do município, da modernização e verticalização, não conseguia resolver problemas de infra-estrutura básicos em bairros e ruas até então periféricos à área central. Os debates em torno da construção de um distrito industrial em Passo Fundo são marcantes a partir da década de 1950, e se intensificam entre 1960 e 1970, envolvem inclusive a discussão de vender o espaço hoje ocupado pelo conjunto arquitetônico que compreende o Espaço Cultural Roseli Doleski Pretto. Mas como o município poderia empreender a construção de um parque industrial sem antes atender às condições mínimas de serviços para a comunidade, como água potável, transportes públicos, entre outras reclamações presentes na imprensa naquela época. O investimento em indústrias era encarado como uma solução para várias questões, mas o principal objetivo era gerar empregos e renda para população, além de ser um dos símbolos da capital do planalto. Mas esse objetivo foi perseguido sem levar em consideração algumas consequências, como a destruição da memória patrimonial, no entanto, apenas industrializar a região não resolveria todos os problemas urbanos da cidade. Em maio de 1957, devido a continuas reclamações, o executivo municipal apresenta uma solução à comunidade apresentada pelo jornal O Nacional: Chafarizes para os arrabaldes da cidade. A rede de água encanada em Passo Fundo, não acompanha os progressos e os crescimentos da cidade, em todas as direções, causando isso grande mal estar no seio das populações dos arrabaldes. Enquanto discutia-se a construção de um distrito industrial, a solução encontrada para a falta de água potável era a construção de chafarizes. É possível perceber as prioridades estabelecidas no período, pois enquanto a população utilizava chafarizes para o consumo de água, comemorava-se no centenário da cidade, como demonstra O Nacional no mesmo ano: Segundo pude apurar a reportagem, foi iniciado hoje, pela manhã, o erguimento dos arcos do pavilhão da Indústria, que tem as seguintes dimensões: 80 metros por 25, isto é, 2 mil metros quadrados. Trata-se de obra monumental, verdadeiramente aparatosa. As comemorações do centenário do município marcaram o imaginário de uma cidade moderna e industrializada, como pensava-se que uma capital deveria ser. Porém, existiam problemas dignos de cidades do interior, mostrando uma contradição entre a afirmação simbólica da identidade capital do planalto buscada pelas elites municipais e os problemas da população que não habitava o espaço central da cidade, morando nos bairros e vilas ao redor. Portanto, os jornais exerceram um papel central em minhas pesquisas, onde a imprensa pode ser entendida como participante na legitimação de idéias de modernidade, que formam uma cultura progressista no município, e como um meio para identificar problemas gerados pela busca constante de uma modernização urbana durante as décadas estudadas. A manutenção do acervo dos jornais locais, que estão no Arquivo Histórico Regional de Passo Fundo, é fundamental para o trabalho dos historiadores, pois uma pesquisa histórica deve estar sempre aberta a novas interpretações das fontes utilizadas.

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14 14 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Ajudando a contar a história de um partido Por Emerson Lopes Brotto Bacharel em Direito pela UPF Mestre em História pela UPF Membro da Executiva Municipal do PC do B P arafraseando o poeta Ferreira Gullar, que disse que quem quiser contar a história do Brasil, tem que falar do PCB, quem quiser contar a história de Passo Fundo, tem que falar d O Nacional. Mais certo ainda é dizer o inverso: O Nacional conta a história de Passo Fundo, falando dela, por seus mais diversos interlocutores, através do tempo passado e presente. Revisitar o Partido Comunista do Brasil (PCB), nos idos de 1922/1948, do século que terminou, a partir de uma visão do norte de nosso Estado, em trabalho de dissertação do Mestrado em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), concluído em 2005, feito livro brevemente, só nos foi possível através das informações veiculadas no jornal O Nacional. A fundação do PCB em solo pátrio ocorreu em Poucos anos antes, em 1917, a Rússia Czarista seria palco de profundas transformações políticas e sociais. A revolução bolchevique fará simpatizantes nos quatro cantos do Globo, inclusive aqui. É também o ano em que os tenentes, imortalizados no episódio que ficou conhecido como os 18 do forte, surgem na cena política brasileira. Deles sairão homens que farão história, e terão seus nomes para sempre lembrados, dentre os quais, Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança. Não muito distante, o ano de 1930, com Getúlio Vargas à frente, e muitos dos tenentes em sua guarda, marcará o fim da Repú- blica Velha e o início de um novo período sócio-político-econômico do país. Os tenentes se separam. Uns querem o Brasil reformado. Outros, revolucionado! Prestes volta, da, então, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (U.R.S.S) em 1935, na incumbência de fazer aqui, o que os operários e camponeses russos fizeram em 1917: a revolução socialista. Ele é aclamado presidente de honra da Aliança Nacional Libertadora (ANL), movimento patriótico e anti-fascista que fez adeptos em todos os estratos sociais do Brasil, do Estado e de Passo Fundo.

15 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 15 Transcorria o dia 20 de junho de 1935, e a edição nº de O Nacional informava aos passo-fundenses que a ANL local havia incumbido os companheiros Múcio Martins de Castro e Luiz Gonzaga Rocha, de organizarem núcleos de intelectuais jovens e carpinteiros. Múcio de Castro ainda não sabe que em 1940 sua família vai assumir os comandos da empresa jornalística da qual ele havia sido funcionário em 1930, e que fora fundada em 1925, por Herculano Annes, Theofilo Guimarães, Americano Araújo Bastos e Hiram Araújo Bastos. Não sabia também que muitos anos à frente, sua postura firmemente democrática seria posta à prova por ocasião do Golpe Militar de 1964, quando então, segundo contam as vozes jornalísticas de Passo Fundo, vindas do saudoso Argeu Santarém e do Ivaldino Tasca, rechaçou a intervenção dos militares em seu jornal, no intuito de que despedisse o repórter comunista João Freitas, falecido em 1992, e que também deixou profícuo trabalho em prol da advocacia da cidade. Segundo alguns historiadores, com as quais não coadunamos, a ANL, em seu veio militarista-revolucionário, conduzirá o Brasil ao Estado Novo, abrindo passagem à ditadura varguista iniciada em 1937, e que só findará em 1945, com a redemocratização do país. Já 1945 culminará com o fim da 2ª Guerra Mundial. É a redenção da humanidade. Todos ganham contra Hitler, inclusive o PCB, que fora alijado da política nacional pós-35, devido a sua desfocada insurreição. Stálin vencera Hitler inexoravelmente. É o pai dos povos! O heroísmo dos combatentes russos faz história. Prestes sai da prisão e reorganiza o PCB. É um período em que o partido atrai para si numerosos intelectuais: Graciliano Ramos, Jorge Amado, Carlos Drumond de Andrade e Monteiro Lobato, dentre outros. E o PCB é reorganizado em todos os cantos da nação. Em Passo Fundo não foi diferente. Em 30 de dezembro de 1945, conforme a edição de O Nacional, de dois de janeiro de 1946, reorganizava-se o do Diretório local, em reunião realizada na residência do Sr. Bonifácio João Aramchipe, e que ficou constituída pelos seguintes cidadãos: João Roma, Eduardo Barreiro, João Cony, Ernesto Delvaux (Piti), além de outros nomes. Só homens? Não! Albertina Rosado também estará entre eles. Uma mulher à frente de seu tempo! Tarso de Castro, um dos gurus da imprensa moderna do Brasil, cria da casa d O Nacional, em artigo intitulado Os meus heróicos, românticos e belos comunistas, publicado na revista Afinal, de São Paulo, nos idos de 1989, dirá: (...) Sobre tudo e todos reinava a linda professora Albertina, com sua pele branca, seus cabelos, mulher de finos tratos. E comunista. Com o que, tenho certeza, se alguém nos perguntasse naqueles dias, aos berros, na rua, o que éramos, poderíamos responder em coro: somos comunistas. Passado o turbilhão da beligerância hitlerista, logo os blocos se formam. Capitalistas versus comunistas. O Brasil alinha-se aos Estados Unidos. A guerra fria faz córregos em todo o globo, e deságua com força em 1947, varrendo, uma vez mais, os comunistas da vida legal. O PCB é cassado em Voltará em Em 1964 o país é amordaçado, o que leva, em setembro 1976, o jornalista Ivaldino Tasca a publicar em branco sua coluna em O Nacional, como retrata José Ernani de Almeida. Lutadores e sonhadores do passado, como João Amazonas, feitos presentes pelas Manoelas e Julianos da vida, relatados pelos Argeus e Tascas da lida. Estamos aqui, em 2011, dizem todos que seguem nesta jornada, sejam jovens, adolescentes e velhos militantes da causa. E, se hoje, como em tempos idos, lhes perguntam o que são, respondem ainda mais convictos: - Somos comunistas!!!

16 16 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 O simbólico universo de um jornal Por Cleber Nelson Dalbosco Publicitário e professor da Faculdade de Artes e Comunicação - UPF O leitor abre o jornal. O leitor visualiza o jornal, na sua forma online. Um imenso universo é criado neste simples ato. E o contato não se dá unicamente de maneira física, mas, sobretudo, pela condição do próprio jornal como veículo de comunicação. É o reduto não apenas de informações, mas de formações, no sentido mais amplo que este termo possa ter. Esquecer que muitas formações culturais, políticas, religiosas, e toda sorte de manifestações humanas estão presentes nos meios de comunicação seria um dos maiores enganos. É, caso específico de um jornal, um documento que se faz presente, e no presente opera sua importância. Quantos de nós não recorremos às páginas dos jornais para nelas obter alguma coisa relevante para nossas vidas? Quando um jornal é editado, nele são postos em movimento uma série de elementos, que não são apenas o papel e a tinta, os bits e bytes da versão online. O movimento que se apronta é o universo simbólico. Cultura, sociedade, economia, política, crenças, vivências, relatos, enfim, toda sorte de manifestações estão, de uma forma ou de outra, presentes no jornal. Foi buscando compreender determinadas manifestações do universo simbólico passo-fundense das décadas de 1960 e 70 que en- tre 2005 e 2007, localizei nos antigos exemplares de O Nacional o material de pesquisa para o, então projeto de mestrado em história, que deu origem ao livro intitulado A Felicidade Propagada: publicidade, história e imaginário de consumo em Passo Fundo. Foi o caminho que encontrei. Pois, através dos anúncios publicitários, presentes nas páginas de O Nacional, pude compreender parte do universo simbólico que permeava os idos de 1960 e 70. Este aparente genérico universo simbólico ao qual me refiro engloba toda a sorte de elementos que fazem parte da sociedade. Ou pelo menos traz alguns elementos que estavam em evidência naquela época. Ditadura militar era não apenas o modelo de governo existente na época. Era, também, algo que permeava e condicionava muitas das percepções existentes. O clima favorável de um cenário econômico aparentemente aquecido (o dito milagre brasileiro ); a censura estendida aos artistas, à imprensa, aos modelos de conduta; a preponderância de certos artistas que eram contrários ao regime; o clima ufanista de slogans como Brasil, ame-o ou deixe-o, país do futuro, país que vai pra frente. Havia ainda a ênfase à mecanização, à realização de grandes obras que nunca se concretizaram efetivamente, tais como a Rodovia Transamazônica, ou, então, outras que serviam ao propósito de empolgar os brasileiros em ter orgulho de sua pátria, como, por exemplo, a usina hidrelétrica de Itaipu. Sem falar na conquista do Tricampeonato de Mundial de Futebol com a Seleção Canarinho de 70, que foi habilmente capitalizado pelo governo como inteligente recurso de propagação de seus discursos. Buscar nas páginas de O Nacional anúncios de produtos e serviços veiculados na época é mergulhar, de certa forma, na consciência de consumo e no panorama das relações entre objetos de desejo, distinção social, bem como de produtos e serviços capazes de facilitar a vida das pessoas. É, ainda, notar quais eram os recursos ambicionados, os desejos, as promessas de felicidade, o cotidiano e sua ritualidade.

17 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 17 A abordagem destes anúncios era diferente. Normalmente traziam mais texto, e as fotografias tinham o caráter de enfatizar a mensagem, diferentemente de hoje, onde a imagem parece imperar como recurso e discurso. No entanto, as mensagens eram próprias da época, fazendo referências, diretas ou indiretas, ao cenário social, político econômico e cultural existente. A relação entre publicidade e meios de comunicação é interdependente. Um não existe sem o outro. A publicidade precisa de espaço para ser vista. Os meios de comunicação necessitam de anunciantes para manter o seu trabalho efetivo. Especificamente se tratando de um jornal, pode-se dizer que a publicidade precisa da credibilidade do jornal enquanto veículo, sua tradição, sua capacidade de fidelizar leitores. Ninguém fideliza ninguém contando apenas mentiras ou amenidades que nada tenham a dizer sobre a sociedade e a realidade sentida pelas pessoas. As pessoas, por sua vez, são o todo que justifica a razão dos meios de comunicação. Um meio de comunicação só existe de fato quando é visto e lembrado. Assim como qualquer pessoa, que tende a existir, quando participa do universo ao qual está inserida. Ou seja, as pessoas precisam ser e estar informadas, e assim lembrar e serem lembradas. Certamente, pode-se dizer, que todos ao procurar informações, procuram comprometimento. O jornal oferece aos seus leitores algumas visões de mundo. Os leitores de um determinado jornal buscam nele encontrar as informações relevantes. Parece óbvio, mas nem tanto. Pois, se um jornal não está comprometido com algum público, ou seja, com alguma visão de mundo, nada tem a dizer. A relevância daquele meio de comunicação está, portanto, comprometida por completo. A dita imparcialidade, não parece ser algo tangível. Ela sempre está condicionada por questões que estão ligadas ao interesse dos públicos que continuam a ler aquele jornal. Ou melhor, a freqüentar. Sim, pois um leitor assíduo é aquele que quase sempre freqüenta as páginas do seu jornal preferido. Nas páginas nem sempre irá encontrar tudo o que lhe agrada saber, nem da maneira que lhe agrada. Mas certamente, encontrará algo relevante, caso contrário, o leitor passará à condição de ex. E quando um jornal perde seu principal capital, isto é, sua credibilidade, perde consigo a capacidade de ser relevante. Não sendo relevante, não precisa existir. Quem isso dirá não são os intelectuais, a academia, os estudiosos, mas sim o comportamento dos leitores, que não mais sendo leitores não terão mais interesse naquele veículo. A publicidade, também sumirá e buscará outros lugares onde poderá ser vista, onde poderá fazer uso da credibilidade de maneira associada ao seu conteúdo. A responsabilidade é grande. Afinal, ser relevante exige esforço contínuo, estudo permanente e atualização constante. Ao lermos um jornal não estamos em busca tão somente de informações, mas, sem sabermos, buscamos emoções. Pois são elas, as emoções, capazes de tornar uma mensagem, uma informação, algo inesquecível. As emoções formam as pessoas. A publicidade quando expõem seus produtos busca o mesmo, emocionar seu público de alguma maneira. Ou seja, busca faze-lo sentir. Sentir que pode tornar sua vida diferente em algum aspecto. Um jornal para ser relevante precisa, portanto, emocionar, e com isso, conseguirá perdurar ao longo do tempo, pois será relevante. E, um dia, alguém irá voltar para suas páginas passadas em busca de alguma coisa, tentando entender algo.

18 18 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 O uso da grande reportagem pelo O Nacional Por Ana Spannenberg Jornalista, Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (Ufba/2004), Doutora em Ciências Sociais (Ufba/2009) e Professora Adjunta do Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Uberlândia/MG A monografia Quatro Décadas de Reportagem nos Jornais Diários de Passo Fundo foi defendida e aprovada pela Faculdade de Artes e Comunicação da Universidade de Passo Fundo em novembro de Na pesquisa, foram analisadas edições dos jornais O Nacional e de outros periódicos da cidade, entre as décadas de 1960 a 1990, com o objetivo de verificar a utilização do gênero jornalístico reportagem pelos mesmos. O orientador do trabalho foi o jornalista e professor Leandro Marshall. O gênero reportagem, considerado um dos mais nobres do jornalismo impresso, foi o grande fascínio da minha trajetória de estudante no Curso de Jornalismo. Vale ressaltar que esta trajetória foi vivenciada, em grande parte, na redação de O Nacional, como estagiária na Redação. O estudo deste gênero acabou resultando em dois trabalhos de graduação: a monografia, já mencionada, e o Projeto Experimental, no qual eu e as colegas Licemar Vieira Melo e Lisandra Lunardi, também da equipe de ON, desenvolvemos a grande reportagem Batalha do Pulador: Um resgate. O resultado do trabalho foi publicado pelo O Nacional, em novembro de A escolha pelos dois jornais da cidade para realização do estudo foi quase natural. Com o Nacional, havia um vínculo afetivo e profissional, já que ele foi meu primeiro trabalho na área de jornalismo e durante muito tempo eu acompanhei de perto sua história e seus processos produtivos. Durante a pesquisa, as contribuições preciosas da chefe de redação, Fátima Trombini (in memoriam) e do editor-chefe, Luís Carlos Schneider foram decisivas, tan-

19 Passo Fundo, 20 de junho de 2011 Especial 86 Anos 19 to na coleta de dados, quanto na sua análise e interpretação. A eles, dedico meu respeito e agradecimento, pelos ensinamentos e pelo incentivo. A hipótese que norteou o início da pesquisa seguia os registros da historiografia oficial do jornalismo brasileiro, que situa nas décadas de 1960 e 1970 o auge da ocorrência de reportagens nos veículos impressos, impulsionados pelo movimento do New Journalism, que chegava dos Estados Unidos propondo a aproximação do jornalismo e da literatura. As décadas de 1980 e 1990, conforme tais estudos, marcaram a redução do espaço das reportagens nos impressos e a adoção de uma nova economia visual, com notícias mais curtas e uma quantidade maior de informações por página. Nos jornais diários de Passo Fundo, porém, o percurso encontrado na pesquisa foi contrário a tal determinação. Nas décadas de 1960 e 1970, poucas ocorrências de textos do gênero reportagem foram encontradas. A partir dos anos 1980, porém, elas começaram a figurar com mais freqüência nas páginas dos jornais. O principal motivo levantado para tal mudança foi a inserção de profissionais formados que trouxeram (segue)

20 20 Especial 86 Anos Passo Fundo, 20 de junho de 2011 para as redações uma significativa contribuição ao perfil do jornalismo produzido. Com tais resultados, a monografia ajudou a demonstrar que a historiografia oficial, embora se proclame de caráter nacional, está fortemente centrada nas ocorrências dos jornais do Sudeste do país. Ao contrário, em diferentes locais e realidades, os percursos podem também ser distintos. Seis meses depois da aprovação do trabalho na FAC/ UPF, em julho de 2000, o trabalho recebeu o Prêmio Intercom de Melhor Pesquisa em Jornalismo do ano de 1999, na categoria graduação. A premiação era conferida pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) aos melhores trabalhos do ano anterior em diferentes categorias. Pessoalmente, o trabalho e seus resultados foram fundamentais para abrir as portas do mestrado e, com ele, consolidar minha trajetória profissional até os dias de hoje. Por isso, só tenho a agradecer ao ON e desejar que essa história de sucesso continue trazendo informação, serviço e alegrias para os passo-fundenses.

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