EXMO. SR. DR. JUIZ FEDERAL DA 2a. VARA ESPECIALIZADA CRIMINAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DA BAHIA

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1 IPL n. 1764/2011 (autos n ) e cautelar de busca e apreensão n EXMO. SR. DR. JUIZ FEDERAL DA 2a. VARA ESPECIALIZADA CRIMINAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DA BAHIA desfavor de O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL oferta DENÚNCIA em 1) ROGÉRIO SALES SANTOS; 2) ROBERTO CARLOS MOREIRA; 3) TAILANA GOMES SANTOS; (dados pessoais extraídos para resguardar os denunciados) pela prática das condutas delituosas a seguir narradas: I. DOS FATOS I.1. Conforme restou apurado no inquérito policial e na ação cautelar cujos números se encontram em epígrafe, os denunciados dolosamente geriam uma sociedade comercial que opera sob a fachada de uma associação sem fins lucrativos a ASSOCIAÇÃO E PROTEÇÃO DE VEÍCULOS DA REGIÃO DE SALVADOR-APVR, depois denominada 1

2 ASSOCIAÇÃO BAIANA DE BENEFÍCIOS MÚTUOS-ABBEM (nome fantasia: PROTEGE MAIS), inscrita no CNPJ sob o número / e sediada na Rua Silveira Martins, n. 250, loja 35, Cabula Master Shopping, Cabula, nesta capital. No comando desta empresa, os denunciados passaram a comercializar ilicitamente seguros de veículos automotores, sem autorização da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). I.2. A análise da farta prova colhida não deixa dúvidas quanto ao caráter francamente comercial da PROTEGE MAIS, bem como dos seguros que ela ostensivamente comercializa. Nesse sentido, basta ler um dos prospectos apreendidos na sede da empresa pela Polícia Federal (cf. fl. 09 e Laudo Pericial n. 909/2012, fl. 180): 2

3 A oferta de seguros também era feita em vídeo inserido no sítio eletrônico You Tube (https://www.youtube.com/watch? v=wawdduouvxy), que menciona a existência de filiais nos bairros da Boca do Rio, Cajazeiras e Pituba. Um dos seus frames foi reproduzido a seguir: 3

4 I.3. Na tentativa de disfarçar seu real negócio a comercialização de seguros a PROTEGE MAIS tenta se apresentar como uma associação. Entretanto, o material apreendido e a percuciente análise empreendida pela SUSEP (cf. processo administrativo n / , juntado nesta data) não deixa dúvidas a respeito do que verdadeiramente se sucede. Em verdade, a empresa gerida pelos denunciados comercializava seguros automotivos. I.4. A propósito, impende recordar que mediante tal modalidade de avença o segurado paga uma contribuição periódica e moderada chamada prêmio, em troca do risco que o segurador assume de, em caso de sinistro, indenizar o segurado dos prejuízos por ele experimentados 1. Com isso, ensina Sílvio Rodrigues, o objeto do negócio é o risco, que o segurado transfere ao segurador. Através daquele desembolso limitado, o segurando adquire a tranquilidade resultante da persuasão de que 1 RODRIGUES, Sílvio. Direito Civil. Vol. 3: Dos contratos e das declarações unilaterais de vontade. 23ª ed. São Paulo: Saraiva, 1995, p

5 o sinistro não o conduzirá à ruína, pois os prejuízos, que porventura lhe advierem, serão cobertos pelo segurados 2. É exatamente esta a situação dos planos comercializados pela PROTEGE MAIS, mediante contratos de adesão bilaterais, onerosos e aleatórios. O cliente/segurado paga um prêmio e, em troca, a empresa garante o risco de sinistro (roubo, furto, colisão, incêndio e danos a terceiros). Isto foi devidamente constatado pela SUSEP, merecendo aqui transcrição trechos do Parecer SUSEP/DIFIS/CGFIS/COSU3 N. 57/2013: 2 Ibidem, p

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18 Vale salientar que o Parecer anteriormente colacionado foi devidamente aprovado pela autarquia, como se vê da fl. 243 do processo administrativo n / (Parecer SUSEP/DIRAT/CGPRO/COSEB/DISBAT n. 125/15). Por isto mesmo, não há dúvida quanto ao cometimento do crime do art. 16 c/c o art. 1º, parágrafo único, inciso I, da Lei n /86 por parte dos denunciados. I.5. Os documentos obtidos mediante a busca e apreensão corroboram integralmente as conclusões da SUSEP. Nesse sentido, o Laudo de Exame Pericial n. 0909/2012- SETEC/SR/DPF/BA esclarece que os clientes/segurados tinham que preencher um contrato de adesão, denominado Proposta de Adesão ao PPA [Plano de Proteção Automotiva], contendo dados do Proponente e do veículo contendo decalque da numeração do chassi (fl. 182) e uma Proposta de Filiação. Exemplos de tais documentos, transcritos no referido Laudo Pericial, são adiante reproduzidos: 18

19 O cliente deveria também apresentar o recibo de pagamento do valor inicial do prêmio (recibo de pagamento do proponente ), além de fotocópias de documentos do Proponente e do veículo (CNH, CRLV, comprovante de endereço EMBASA e cotação do valor do veículo Tabela FIPE) (fl. 182), como se vê dos documentos apreendidos, copiados à fl. 183: 19

20 I.6. Os clientes/segurados tinham que submeter os veículos que pretendiam segurar à prévia perícia da PROTEGE MAIS exatamente como ocorre com os seguros licitamente ofertados. I.7. A estrutura empresarial da PROTEGE MAIS resta patente até mesmo do exame de suas instalações físicas, retratadas, no dia (data de cumprimento do mandado de busca e apreensão) pelo Laudo Pericial de Exame de Local de fls. 172 e ss.: 20

21 laudo pericial, in verbis: I.8. Também merecem destaque as conclusões do aludido 2. No endereço há evidências de oferta, comercialização de contratos de atividade de proteção veicular, com coberturas indenizatórias para furto, colisão, roubo, incêndio e danos a terceiros? 21

22 No endereço foram observados vários documentos denominados de Proposta de Adesão ao PPA (Plano de Proteção Automotivo), recibos de pagamentos, entre outros, além de panfletos (Figura 17) oferecendo os seguintes serviços: COBERTURA NACIONAL: Roubo, Furto, Incêndio, Colisão Inundação ; 100% DA TABELA FIPE ; Oferecemos: Pane Seca, Elétrica e Mecânica; 7 dias de Veículo Reserva; Auxílio para Troca Pneu (Opcional); Rastreamento; Condutor Indeterminado.. Para maiores detalhes, vide seção III do presente laudo. 3. Qual a natureza e quantidade de documentos encontrados? Conforme descrito no corpo deste laudo, há no local um arquivo de contratos contendo 48 (quarenta e oito) caixas intituladas Arquivo ; 01 (uma) intitulada Contratos com pendências ; 01 (uma) Contratos que foram enviados por fax ; 6 (seis) Rastreador e 01 (uma) intitulada Brindes (Figura 9). No local foram apreendidos, por amostragem: 104 (cento e quatro) propostas de Adesão ao PPA com respectiva documentação anexa (...) (fl. 184). Outrossim, impende registrar que o Laudo de Perícia Criminal Federal (Informática) n. 849/2012-SETEC/SR/DPF/BA, referente a disco rígido apreendido na sede da PROTEGE MAIS com autorização desse MM. Juízo, reportou a localização de diversos arquivos contendo: relações de associados, contratos de adesão a planos de proteção automotiva, boletos bancários para pagamento das mensalidades (incluindo demonstrativos de rateio) e informes de eventos/aviso de sinistros ocorridos em veículos de associados, além de diversos orçamentos, de várias oficinas, para realização de reparos em veículos. I.9. Sem dúvida, toda a prova dos autos converge para a conclusão de que a PROTEGE MAIS nada mais é que uma associação pro 22

23 forma, montada para ocultar uma sociedade empresarial organizada, que capta e administra seguros automotivos sem a devida autorização da SUSEP. A esta conclusão se chega quando conjuntamente se considera: a) a oferta publicitária da empresa, que nitidamente enfatiza e infunde no consumidor/cliente a comercialização do plano como se fossem seguros lícitos (cf. os certificados apostos na parede da empresa, - Laudo Pericial de Exame do Local fl. 178); b) a natureza jurídica dos contratos que faz com que a PROTEP arque com o risco, em contrapartida ao pagamento de um prêmio, caracterizando, pura e simplesmente, um seguro automotivo, de dano 3 ; c) a estrutura de negócio da PROTEP, que em absolutamente nada discrepa daquela empregada pelas seguradoras de veículos (= instituições equiparadas a financeiras que operam licitamente) 4, com nítidos e comprovados fins econômicos, em clara afronta ao art. 53, caput, do Código Civil; d) o farto substrato material do delito, consubstanciado não apenas no material apreendido com autorização desse MM. Juízo, mas também no processo administrativo da SUSEP adrede citado. I.10. Em outras palavras, era e é de seguro automotivo a verdadeira natureza dos seguros captados e administrados pela PROTEGE MAIS sem autorização da SUSEP, em clara afronta ao art. 16 c/c o art. 1º, parágrafo único, inciso I, da Lei n /86. Esta informação, obviamente relevante, era dolosamente omitida pelos denunciados aos consumidores em geral, expostos à oferta, e aos clientes da empresa, cujo número supera o de uma centena (cf. laudo pericial fl. 184), violando também o art. 66, caput e 1º, do Código de Defesa do Consumidor. I.11. Tudo isto permite dizer que o crime do art. 16 da Lei n /86 foi cometido, ao menos, de (cf. informação policial de fl. 3 DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil brasileiro. Vol 3: Teoria das Obrigações Contratuais e Extracontratuais. 28ª ed. São Paulo: Saraiva, 2012, p. 562 e ss. A modalidade é regulada pela Circular SUSEP n. 264/ Pelo contrário, nota-se uma clara preocupação em mimetizar, em todos os seus detalhes, o funcionamento de uma seguradora, certamente para infundir nos seus clientes uma sensação de segurança inexistente, pois não há supervisão da SUSEP. 23

24 07), até , data de cumprimento do mandado de busca e apreensão. O mesmo não se pode dizer do delito do art. 66 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), uma vez que ele não foi praticado somente até esta data ( ). Afinal, devem ser considerados também como consumidores todos aqueles expostos à oferta (cf. art. 29, CDC), oferta esta veiculada inclusive na página da PROTEP na internet (http://protegemais.org.br/). E esta página ainda estava disponível no dia de elaboração desta exordial acusatória ( ). Assim, a infração penal do art. 66 do CDC foi cometida pelo menos até esta data. II. DAS CONDUTAS II.1. Muito embora se apresente como associação, a PROTEGE MAIS em verdade é uma empresa, conforme exaustivamente demonstrado anteriormente. E uma empresa familiar, como bem disse o relatório do inquérito policial. Com efeito, desde a fundação (cf. estatuto às fls. 68 e ss.) a associação é controlada de fato e de direito pelo primeiro denunciado, que desde o início a preside. Sua genitora, Célia Maria Sales dos Santos é a única conselheira fiscal (cf. fls. 42 e 216). Sua esposa TAILANA GOMES SANTOS (terceira denunciada) é a Tesoureira e também atua como secretária. Indubitavelmente, trata-se de empresa controlada por uma só família. II.2. Sem nenhuma fiscalização efetiva, o primeiro denunciado preside a PROTEGE MAIS, operando a instituição equiparada a financeira mesmo sem deter a devida autorização. Demais disso, ele dolosamente omite a seus clientes esta informação relevante (= o fato de não possuir autorização para captar e administrar seguros), concernente à 24

25 natureza dos serviços que presta, conduta esta que é agravada pelo fato de causar, com sua ação delituosa, grave dano coletivo. II.3. Contudo, estas atuações criminosas somente foram possíveis com auxílio o segundo denunciado. E isto não apenas porque ele serviu como tesoureiro da associação ao menos até junho de 2012 (cf. fl. 156). Presidente de associação mineira similar à PROTEGE MAIS (a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE APOIO E AMPARO AOS VEÍCULOS AUTOMOTORES LEVES E PESADOS, sediada em Uberaba/MG fl. 146), o segundo denunciado exportou o know-how criminoso para o primeiro denunciado, orientando-o a montar e operar a PROTEGE MAIS (cf. interrogatório do primeiro denunciado, fl. 43). II.4. Por sua vez, a terceira denunciada funcionava como secretária administrativa e ajudava na parte financeira, chegando mesmo a exercer, a partir de meados de 2012, o cargo de Tesoureira da PROTEGE MAIS. Ao operar a empresa que comercializada seguros sem autorização da SUSEP, com óbvio conhecimento desta condição, até mesmo por ser esposa do Presidente da empresa, ela dolosamente contribui para a prática dos crimes do art. 16 da Lei n. 7492/86 e do art. 66 do CDC. III. DOS PEDIDOS De todo o exposto, o Ministério Público Federal requer que os denunciados sejam citados e ao final condenados como incursos nas penas: a) ROGÉRIO SALES SANTOS: art. 16, c/c o art. 1º, parágrafo único, inciso I, da Lei n /86; art. 66, caput e 1º, c/c o art. 76, incisos II e IV, a, da Lei n /90 (Código de Defesa do Consumidor); 25

26 b) ROBERTO CARLOS MOREIRA: art. 16, c/c o art. 1º, parágrafo único, inciso I, da Lei n /86 c/c o art. 29 do Código Penal; art. 66, caput e 1º, c/c o art. 76, inciso I da Lei n /90 (Código de Defesa do Consumidor), c/c o art. 29 do Código Penal; c) TAILANA GOMES SANTOS: art. 16, c/c o art. 1º, parágrafo único, inciso I, da Lei n /86 c/c o art. 29 do Código Penal; art. 66, caput e 1º, c/c o art. 76, inciso I da Lei n /90 (Código de Defesa do Consumidor) c/c o art. 29 do Código Penal; Para tanto, requer que sejam ouvidas as seguintes testemunhas: (nomes omitidos para preservar a integridade das testemunhas). P. deferimento. Salvador, 22 de fevereiro de ANDRÉ LUIZ BATISTA NEVES Procurador da República 26

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